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Klô has gone through some big changes since being shortlisted for the Polaris Music Prize in 2021. She wrote her latest album, Abracadabra, after becoming a mother for the first time, which completely changed her relationship to music and the world. Klô joins Tom Power to discuss how she's rediscovering herself as an artist. Plus, she sets up a song, Lettre à une jeune poète, and talks about the challenges of being a francophone musician in Canada.
Bonne fête des pères, Stratonautes. Pour ce treizième épisode, je laisse de côté les six escales habituelles et je vous embarque dans un essai sonore : un seul long voyage, autour du silence des pères. Cet amour qui passe si souvent par les gestes plutôt que par les mots — et qu'une génération, tout doucement, réapprend à dire. De l'enfance qui voit en son père un super-héros jusqu'à la lumière, on traverse ensemble ce qui ne se dit pas entre un père et son enfant. Le mythe, puis l'homme. — AU FIL DE L'ESSAI — Les œuvres qui m'ont guidé pour ce voyage : Aldebert, "Mon père il est tellement fort" Franz Kafka, "Lettre au père" (1919) Daniel Balavoine, "Mon fils ma bataille" "Aftersun", de Charlotte Wells (2022) 2Pac, "Papa'z Song" Mike + The Mechanics, "The Living Years" "Beginners", de Mike Mills (2010) John Lennon, "Beautiful Boy" — LES DÉCOUVERTES À SOUTENIR (Bandcamp) — Six pépites à écouter et à soutenir directement chez les artistes : Goldmund, "Memory Itself" : https://goldmund.bandcamp.com/track/memory-itself Park Jiha, "When I Think Of Her" : https://parkjiha.bandcamp.com/track/when-i-think-of-her Christian Löffler, "Roth (feat. Mohna)" : https://christianloffler.bandcamp.com/track/roth-feat-mohna Hinako Omori, "foundation" : https://hinakoomori.bandcamp.com/track/foundation-2 Hania Rani, "Home" : https://haniarani.bandcamp.com/track/home Alabaster DePlume, "I Hope" (le titre qui clôt l'épisode) : https://intlanthem.bandcamp.com/track/i-hope — SOUTENIR LE VAISSEAU — Un immense merci à Dany et à XP78, mes soutiens sur Ko-Fi : c'est grâce à eux que ce vaisseau continue de voler, dimanche après dimanche.Pour rejoindre l'aventure et aider l'émission : https://ko-fi.com/strates On se retrouve sur le Discord de la Galaxie Pop pour échanger entre Stratonautes, et on garde le contact toute la semaine. Good Morning la Galaxie est une production Galaxie Pop / Strates. Rendez-vous dimanche prochain pour six nouvelles bonnes nouvelles, vérifiées, aux quatre coins de la galaxie. Prenez soin les uns des autres — et si vous avez un père à appeler, n'attendez pas. Le linktr.ee de Galaxie Pop: https://linktr.ee/galaxiepopRetrouvez moi sur le discord de Galaxie Pop : https://discord.gg/ryvkUTM
02:00 La chronique Police / Justice
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[REDIFFUSION] Attention, dans cet épisode, nous allons parler de scènes violentes qui pourraient heurter la sensibilité des plus jeunes ! Bienvenue dans les Fabuleux Destin, le podcast pour découvrir des histoires vraies et étonnantes. Cette semaine, découvrez une toute nouvelle saison sur l'un des plus grands mystères de l'histoire du crime. Vous connaissez très certainement Jack l'Éventreur, l'un des tueurs les plus sanguinaires jamais retrouvé. Mais connaissez-vous réellement les dessous de l'enquête ? Dans cette saison, plongez au cœur du quartier de Whitechapel à Londres et suivez l'investigation journalistique autour de l'affaire Jack l'Éventreur, vous découvrirez peut-être le véritable coupable. L'énigmatique lettre du tueur La lettre reçut de ce mystérieux Jack l'éventreur auprès de Scotland Yard remet en question les premières intuitions de la police. Thomas en prend connaissance, il est intrigué par le début de la lettre : « Cher patron »… Se pourrait-il que l'assassin fasse partie de la police ? Cela expliquerait comment le meurtrier arrive toujours à s'échapper. Thomas sent bien que ce Jack l'éventreur pourrait prendre tout le monde de court. Pour lui, cette lettre n'arrive certainement pas par hasard. Le tueur a pris confiance, se pense invulnérable et insaisissable. Thomas sent bien que les tueries sont loin de s'arrêter… Un podcast Bababam Originals Ecriture : Mary-Lou Oeconomou Production : Bababam (montage Julien Roussel) Voix : Florian Bayoux Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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Invitée : Faouzia Farida Charfi. La critique de lʹislam est-elle possible? Lʹislam est-il hostile à la laïcité? Un musulman peut-il fêter Noël? Dans un essai épistolaire adressé aux jeunes musulmans, lʹintellectuelle tunisienne Faouzia Farida Charfi veut déconstruire lʹislam "des interdits". Par la connaissance et le respect de lʹautre. Elle en parle au micro de Jessica Da Silva. Réf. bibliographique : Lettre à mon petit-fils sur l'islam d'aujourd'hui, Faouzia Farida Charfi, Ed. Odile Jacob, février 2026, 216 p. Photo : L'intellectuelle Faouzia Charfi (© drfp / Odile Jacob)
durée : 00:30:32 - Les Nuits de France Culture - par : Albane Penaranda - En 2004, Renée Elkaïm-Bollinger s'entretient avec Béatrice Didier, auteur de "George Sand Scènes Gourmandes" et Hortense Dufour, auteur de "George Sand, la somnambule" dans l'émission "De bouche à oreille" : "George Sand : manger nature". - réalisation : Mathias Le Gargasson, Antoine Dhulster, Rafik Zénine, Vincent Abouchar, Emily Vallat, Hassane M'Béchour, INA Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Se as perdêssemos de vista por umas horas, não saberíamos reencontrar as nossas vidas pelo cheiro, nem pelo gemido que fazem, nem daríamos com esses corpos tão abatidos que só de um certo ângulo, a poucos palmos do espelho, nos parece que sim, serão os nossos, porque repetem vagamente os mesmos gestos ou expressões. Mas mesmo nisso parece instalar-se um certo desfasamento, algum atraso, e são poucos aqueles que nalgum dos seus rastros se mostram firmemente fiéis à sua juventude. Reserva-se esse elogio hoje a tão poucos: “Pouco antes de morrer, o que ele escrevia, o modo como continuava a viver, conservavam a virulência, a agressividade e a independência dos seus 25 anos.” Em certa medida a poesia era uma resistência da juventude pela vida fora, o doloroso alarme mantido na relação com o mundo, a impossibilidade de se saciar com aquele pão com que os demais empurram seja o que for. Chega uma altura em que o abandono parece a nossa melhor arma. Quem ama não faz contas, mas hoje tudo se guia por esses sinais: soma: multiplicação… “O mundo moderno”, escrevia Péguy, “não é universalmente prostituível por luxúria. É totalmente incapaz disso. Ele é universalmente prostituível porque é universalmente intercambiável”. Queremos dizer-nos alguma coisa, mas até as nossas palavras parece que tilintam mais do que soam, estão cheias da frieza do cálculo, não passam de fracções. Ora, o dinheiro não exprime outra coisa senão a desolação do infinitamente reconvertível. Assim, cada palavra vale tanto ou tão pouco como outra qualquer. “Quando o dinheiro vale alguma coisa, a palavra não vale nada. Quando a palavra vale, o dinheiro não vale nada” (comité invisível). Por estes dias, olhando à volta, até isso a que chamam luta já pouco se distingue do conformismo, da resignação. “Quando a História for escrita como deve ser, os homens ficarão admirados do comedimento e da grande paciência das massas e não da sua ferocidade”, assevera o autor de Os Jacobinos Negros. Chega-se a uma altura em que se percebe que o tempo está decididamente contra nós, mas em vez de isso reverter a favor dessa doença mortal, dessa razão desesperada, todos ainda aguardam que a sua situação se resolva. E vamos sair mais algumas vezes e reivindicar esses salários de fome, gratos pela nossa miséria, dando por nós tão longe de qualquer ambição existencial, a qual teria de passar por “repelir para o mais longe possível as relações hostis urdidas na esfera do dinheiro, da contabilidade, da medida, da avaliação”. Os do comité invisível adiantam que, por esta altura, a economia já não é somente aquilo de que devemos sair para deixarmos de ser esfomeados, mas é aquilo de que é necessário sair para viver, para simplesmente estar presente no mundo. O mais grave, assim, é que a cada dia que passa se colhem cada vez mais provas da impossibilidade de dois ou mais se encontrarem num lugar e num tempo, pois mesmo os nossos ímpetos aventurosos estão distribuídos por frequências de onda que só por um acaso milagroso se combinam e enredam. “Após uma ausência de que ninguém teve a culpa/ ficamos acanhados um ao pé do outro/ e as nossas palavras parecem mais recentes do que nós,/ como se tivéssemos de voltar ao momento em que nos conhecemos/ e recuperar-nos até ao presente”, lê-se nuns versos de Linda Pastan, num poema em que ela reconhece como o maior perigo que enfrentam os amantes é “toda essa ressaca/ da vida quotidiana, oculta mas perigosa,/ que tão depressa nos puxa a ambos para o fundo”. De resto, quem ainda se sujeita aos destratos de andar sem rumo, aprender com dificuldade os idiomas do acaso pela hipótese de provar o néctar da beira da estrada, dos fins de mundo, dessas zonas limite? “A economia, é este o seu princípio, faz-nos correr como ratos, para que não estejamos nunca lá, a descobrir o segredo da sua usurpação: a presença./ Sair da economia é fazer emergir o plano da realidade que ela esconde. A troca mercantil e tudo o que ela comporta de dura negociação, de desconfiança, de engano”… Aquele brilhante judeu que se matou por receio de ser entregue à Gestapo, quando tentava escapar pelos Pirenéus, notou que articular o passado historicamente não significa conhecê-lo “como ele de facto foi”, mas apoderar-se de uma recordação, tal como ela relampeja no instante de perigo. O pior do nosso tempo é que os perigos se multiplicam, e se tantos fazem questão de os registar, diagnosticar, se passamos boa parte do nosso tempo comovidos com a nossa infindável capacidade de sofrermos com as dores mais distantes, depois ninguém faz nada em relação àquilo que está mais próximo. Falta aquela capacidade própria dos poetas que, no entender de Cortázar, se reconheciam menos pelo que os trancava em si mesmos e mais naquilo que lhes era próximo, que os fazia sentir implicados no que tinham ao seu redor. “Falo da responsabilidade do poeta, esse irresponsável por direito próprio, esse anarquista enamorado de uma ordem solar e nunca da nova ordem ou do slogan que faz marchar ao mesmo passo cinco ou setecentos milhões de homens numa paródia de ordem. Falo de algo que desagradará profundamente aos comissários, aos jovens turcos ou aos guardas vermelhos; falo de uma condição que ninguém descreveu melhor do que John Keats numa carta a que, há muitos anos, chamei a carta do camaleão e que mereceria ser tão célebre como a ‘Lettre du voyant'. O seu prelúdio deixa-se perceber numa frase escrita um ano antes e quase de passagem. Keats diz ao seu amigo Bayley que nunca esperou outra felicidade além da do puro presente e acrescenta, como quem não quer a coisa: ‘Se um pardal pousa junto da minha janela, tomo parte na sua existência e debico no chão…'” Por estas bandas, ninguém merece um reflexo na carne dos outros, um eco seu que floresça a tempo de lhe dar algum sinal, e tudo o que de mais verdadeiro e sensível acontece, perde-se como se não tivesse acontecido. Vamos fazendo a crónica de “uma pequena nação de pequenos assassinos caseiros” (Luiz Pacheco), por incapacidade de nos sujeitarmos às exigências da admiração, que implicam desde logo deixar de lado o cálculo. É a típica condenação a que nos sujeita um tempo medíocre. Envelheces tão cedo, por essa impossibilidade de escolher, por nos sairmos sempre pior num registo impetuoso, quando toda a eloquência é sentida como uma ofensa. Alheios ao seu próprio sonho, decalca o Pacheco no António Sérgio, para falar de nós, seres caídos nesta espiral vagabunda, num país aos bocados, que se reconhece por este cheiro a despegado, que se mantém colado apenas para favorecer algum esquema. E o Pacheco foi vendo, com o acumular dos anos, este desamparo de “tantos de nós ludibriando os próprios sonhos da sua juventude, anquilosando ambições mais do que legítimas, minguando-se, limitando-se (…) sem horizontes já para inventar algo melhor. Pendurados na fezada de um futuro, que já não vai ser para eles, isto é, que já os apanha disformes: gordos, apatetados, com cirroses… envelhecidos prematuramente por dentro, e muito sono nas almas, leia-se consciências.” E talvez porque não há luta em comum que nos arranque desse casulo, dessa clausura, desse castigo de se ver a definhar para fazer carreira como “eu”, e nos devolva uns aos outros. “Há qualquer coisa de prostituível em todo o lado em que domina o nosso ‘valor social', em todo o lado onde se troca uma parte de nós pela mínima retribuição, seja ela, financeira, simbólica, política, afectiva ou sexual” (comité invisível). E, neste ponto, vale a pena retomar a correspondência de Keats, que, numa carta a Richard Woodhouse, trocou o pardal pelo camaleão: “Quanto ao carácter poético em si... não tem um eu; é tudo e é nada: não tem carácter; deleita-se tanto com a luz como com a sombra; vive naquilo de que gosta, seja horrível ou belo, excelso ou humilde, rico ou pobre, mesquinho ou elevado. Sente tanto prazer em conceber um Iago como uma Imogena. Aquilo que choca o filósofo virtuoso deleita o poeta-camaleão... Um poeta é a coisa menos poética que existe; como não tem identidade, tende continuamente a encarnar-se noutros corpos... O poeta não possui nenhum atributo invariável; é, certamente, a menos poética de todas as criaturas de Deus.” Neste episódio, o David voltou para nos dar uma hipótese de tirarmos a barriga de misérias e saltarmos da greve geral para umas luxuriantes patuscadas, conseguidas na base de todo um arsenal de poções e fórmulas científicas aplicadas à exploração gastronómica, sem abdicar, no entanto, daquela elementar dose de porrada e humilhações sem as quais nunca se faz nada, além dos gerais iscos que convencem os lorpas de que têm muita sorte em ter um chulo a ocupar-se deles. Vamos também dar um passeio pela feira do livro de Lisboa pela mão do Pacheco e ouvir as últimas quanto a editores a quem, por maior que seja a crise, nunca há-de faltar um tremendo jeito para o negócio.
C dans l'air du 5 juin 2026 - Ukraine : pourquoi Zelensky écrit-il à Poutine ?Un face à face pour mettre fin à la guerre. Le président ukrainien Volodymyr Zelensky a proposé jeudi une rencontre à son homologue russe Vladimir Poutine dans une lettre ouverte, suggérant également un « cessez-le-feu complet » le temps de négocier pour mettre fin à la guerre. Cette séquence intervient alors que les frappes russes sur Kiev se sont intensifiées, tandis que l'Ukraine revendique des opérations en profondeur contre des cibles stratégiques russes. Dans ce contexte de surenchère militaire, Kiev cherche à apparaître en position d'initiative. Les autorités ukrainiennes multiplient les signaux de capacité de riposte. Côté russe, le pouvoir affiche sa détermination, mais fait face à une pression militaire, économique et diplomatique accrue, qui nourrit l'idée d'un Kremlin plus acculé qu'au début du conflit. Hier soir, Vladimir Poutine a même concédé quelques fragilités de son système de défense anti-aérien. Il a également envisagé d'étendre l'utilisation du missile balistique à portée intermédiaire (IRBM) Orechnik. De son côté, Donald Trump s'est dit « ravi » qu'une rencontre entre les présidents russe et ukrainien puisse avoir lieu, affirmant que les deux pays devront malgré tout faire des compromis. À Paris, un couple de Russes exilés, Aleksei Ishimov et Nadezhda Ishimova, raconte un parcours marqué par la peur et la séparation. Elle travaillait pour le QG de Alexei Navalny, figure de l'opposition au Kremlin, mort en prison en 2024. Contraints de fuir, ils ont traversé plusieurs pays avant d'être séparés aux États-Unis par les procédures migratoires, puis de se retrouver en France, où ils vivent aujourd'hui dans un village, loin de la répression du régime russe. Plus au nord, la Lettonie se vit en première ligne. Le gouvernement impose progressivement l'enseignement en letton dans les écoles, y compris dans les établissements russophones, pour limiter l'influence de Moscou. Une réforme sensible dans un pays où la minorité russophone est importante, et où les autorités redoutent toute instrumentalisation politique venue de Russie. Cette proposition de rencontre par Volodymyr Zelensky avec Vladimir Poutine peut-elle aboutir à une avancée majeure de la fin du conflit en Ukraine ? L'exil est-il devenu la seule alternative pour les figures critiques du régime en Russie ? À quel point la Russie est-elle influente en Lettonie ? Nos experts :- Dominique TRINQUAND - Ancien chef de la mission militaire française auprès de l'ONU et auteur de "D'un monde à l'autre" - Paul GOGO - Journaliste, ancien correspondant indépendant en Russie et auteur de "Moscou Parano" - Lucas MENGET - Grand reporter, spécialiste des relations internationales - Laura KAYALI - Correspondante défense pour Politico EuropePRESENTATION : Caroline Roux - Aurélie Casse - REDIFFUSION : du lundi au vendredi vers 23h40.PRODUCTION DES PODCASTS: Jean-Christophe ThiéfineRÉALISATION : Nicolas Ferraro, Bruno Piney, Franck Broqua, Alexandre Langeard, Corentin Son, Benoît LemoinePRODUCTION : France Télévisions / Maximal ProductionsRetrouvez C DANS L'AIR sur internet & les réseaux :INTERNET : francetv.frFACEBOOK : https://www.facebook.com/Cdanslairf5TWITTER : https://twitter.com/cdanslairINSTAGRAM :https://www.instagram.com/cdanslair/
Au sommaire de l'émission "Le Journal de 8h00": Le président ukrainien Volodymyr Zelensky a envoyé une lettre à Vladimir Poutine proposant une rencontre, une offre que le Kremlin n'a pas encore clairement rejetée malgré les combats aériens en cours.Après la découverte probable du corps de la jeune Lyhanna, une réunion de crise a eu lieu à Matignon pour évoquer les dysfonctionnements de la justice dans cette affaire et la nécessité d'un audit général sur la pédocriminalité.Une journée de dépistage du cancer du col de l'utérus a été organisée dans la ville de Vire, en Normandie, où les sages-femmes ont pris le relais des gynécologues pour assurer ce suivi médical essentiel.Aux États-Unis, deux films d'horreur réalisés par des influenceurs YouTube cartonnent au box-office, bousculant les codes traditionnels d'Hollywood et illustrant les interactions croissantes entre le cinéma et les réseaux sociaux.L'équipe de France de football a subi une défaite amicale face à la Côte d'Ivoire avant son départ pour la Coupe du Monde, un revers jugé préférable à une défaite pendant la compétition.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Depuis plusieurs semaines, je travaille sur "Moldu·es et fièr·es de l'être", un programme que je co-crée avec Anne Favier Barthéléry autour de notre relation à Harry Potter, à nos imaginaires et plus largement aux récits qui nous ont construits.Si tu veux en savoir plus, c'est ici : https://molduesetfieresdeletre.mailerpage.io/Et avant de demander à d'autres personnes de raconter leur histoire, j'ai ressenti le besoin de raconter la mienne.Dans cet épisode, je reviens sur mon enfance de fan d'Harry Potter, sur ce que cette œuvre a représenté pour moi, sur les liens qu'elle a créés avec mon père et ma sœur, sur mon attachement à Sirius Black, au Terrier, à l'idée de Poudlard, mais aussi sur les questions et les contradictions qui sont apparues au fil des années.Je parle de nostalgie, d'imaginaire, d'identité, de sentiment d'être différente, de J.K. Rowling, de désillusion, de créativité, de deuil, de pouvoir d'agir et de ce que l'on fait lorsque les histoires qui nous ont aidé·es à grandir commencent à se fissurer.Ce n'est pas un épisode pour dire aux gens quoi penser de Harry Potter.C'est une enquête personnelle.Une archive sonore.Une tentative honnête de comprendre ce que cette histoire a construit en moi... et ce que j'ai envie d'en faire aujourd'hui.Et peut-être que si vous avez vous aussi grandi avec Harry Potter - ou avec n'importe quel autre récit qui a compté dans votre vie - certaines questions résonneront.Bonne écoute !
C'est LE grand débat qui a historiquement traversé (divisé ?) le mouvement antispéciste : welfarisme ou abolitionnisme ? Faut-il améliorer les conditions d'exploitation des autres animaux, ou refuser tout aménagement et viser leur abolition pure et simple ? Et si cette dichotomie était, en partie, un faux dilemme ?-Je vous parle en introduction d'une belle découverte récente, le Substack d'Aidan Kankyoku, et des quatre idées qui m'ont conduit à reconsidérer complètement ce débat welfarisme/abolitionnisme.-Ensuite, avec mon invité Keyvan Mostafavi, directeur de l'association Anima, on entre dans le concret : comment fonctionne une campagne entreprise, pourquoi le dialogue est vraiment important mais ne suffit pas toujours, ce que les campagnes welfaristes ont réellement accompli – déjà des millions d'animaux sortis des cages et des engagements publics obtenus. On parle aussi des angles morts : les poulets à croissance rapide, la lutte culturelle de long terme, et ce que le mouvement a peut-être trop négligé en se concentrant sur le pragmatisme.-
Si nos agendas sont parfois difficiles à accorder, nous n'allions pas rater l'occasion de nous retrouver avec mes complices de "Serge, l'émission". Serge, je le rappelle c'était d'abord un magazine consacré à la musique en français. Un magazine que nous avons réveillé en lui donnant un micro. L'occasion de partager avec Patrice Bardot et Didier Varrod, des coups de cœur, des découvertes, et aussi des souvenirs avec nos golds. Deux heures dans la bonne humeur sous le soleil du Parc de la Villette où il sera question de pop, de variété, de folk, de rock, de rap, de chemins de traverse, de cinéma et où nous aurons même quelques roulages de r. MYLÈNE FARMER "C'est à qui le tour" DYNAMITE SHAKERS "6h10" ALMA RECHTMAN "Corps tambour" ANGE "Merci pardon" CAROLE LAURE "Joue moi un tango" TEDDYBEAR "Chaussures Roses" DIAM'S "La boulette" EZECHIEL PAILHES "Pas tant de d'chichi ponpon" MATHEO HANNEQUIN "Heureusement" CHARLES DOLLÉ "Maïa" ADAMÉ "Fou de toi" LUCID BEAUSONGE "Lettre à un rêveur"
Lettre encyclique Magnifica Humanitas. Les États-Unis frappent en territoire iranien. Est-ce la fin du cessez-le-feu ? La rencontre Bureau-Dumont avec Stéphan Bureau et Mario Dumont. Regardez aussi cette discussion en vidéo via https://www.qub.ca/videos ou en vous abonnant à QUB télé : https://www.tvaplus.ca/qub ou sur la chaîne YouTube QUB https://www.youtube.com/@qub_radioPour de l'information concernant l'utilisation de vos données personnelles - https://omnystudio.com/policies/listener/fr
Chaque jour, en moins de 10 minutes, un résumé de l'actualité du jour. Rapide, facile, accessible.
Le reporter de guerre Wilson Fache adresse une lettre à son éditeur : « Ce n'est pas tous les jours que l'on tombe sur quelqu'un qui comprend ce que l'on veut écrire avant même que l'on ait tapé les mots sur le clavier de son ordinateur » Merci pour votre écoute Dans quel Monde on vit, c'est également en direct tous les samedi de 10h à 11h sur www.rtbf.be/lapremiere Retrouvez tous les épisodes de Dans quel Monde on vit sur notre plateforme Auvio.be : https://auvio.rtbf.be/emission/8524 Et si vous avez apprécié ce podcast, n'hésitez pas à nous donner des étoiles ou des commentaires, cela nous aide à le faire connaître plus largement. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
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Sondage: y-a-t-il un effet Fréchette? Fin de la mission en France de la première ministre. Lettre ouverte sur l’itinérance. Protégez-vous: palmarès des meilleures villes. Les Canadiens ont pu profiter d’une journée de repos bien méritée! En attendant la finale de l’est, celle de l’ouest s’amorcera ce soir. Annulation show Patrick Bruel. Tout savoir en quelques minutes avec Alexandre Dubé, Isabelle Perron et Mario Dumont. Regardez aussi cette discussion en vidéo via https://www.qub.ca/videos ou en vous abonnant à QUB télé : https://www.tvaplus.ca/qub ou sur la chaîne YouTube QUB https://www.youtube.com/@qub_radioPour de l'information concernant l'utilisation de vos données personnelles - https://omnystudio.com/policies/listener/fr
Sondage: y-a-t-il un effet Fréchette? Fin de la mission en France de la première ministre. Lettre ouverte sur l’itinérance. Protégez-vous: palmarès des meilleures villes. Les Canadiens ont pu profiter d’une journée de repos bien méritée! En attendant la finale de l’est, celle de l’ouest s’amorcera ce soir. Annulation show Patrick Bruel. Tout savoir en quelques minutes avec Alexandre Dubé, Isabelle Perron et Mario Dumont. Regardez aussi cette discussion en vidéo via https://www.qub.ca/videos ou en vous abonnant à QUB télé : https://www.tvaplus.ca/qub ou sur la chaîne YouTube QUB https://www.youtube.com/@qub_radioPour de l'information concernant l'utilisation de vos données personnelles - https://omnystudio.com/policies/listener/fr
Rubrique:nouvelles Auteur: edmond-jaloux Lecture: Daniel LuttringerDurée: 09min Fichier: 6 Mo Résumé du livre audio: "C'était un homme voûté, tout blanc, la barbe épaisse le visage, qui avait été beau, demeurait fin, aigu, avec de longues rides qui le sillonnaient. «Il regarda le port, il regarda la merr et soupira. Il avait eu, ce matin-là, soixante-dix ans. Il y en avait trente qu'un paquebot était sorti de ce même port, emportant une femme qui avait été le plus bel amour de M. Kerguiraud, et dont, depuis bien longtemps, il était sans nouvelles." Cet enregistrement est mis à disposition sous un contrat Creative Commons.
Faouzia Farida Charfi s'interroge sur l'évolution de la pensée islamique, sur le rapport des jeunes à la religion musulmane dans le monde actuel face aux prédicateurs 2.0. Tunisienne, femme de culture musulmane, physicienne et professeure à l'Université de Tunis, Faouzia Charfi publie ce livre, Lettre à mon petit-fils sur l'islam d'aujourd'hui, une façon de répondre aux questions que lui pose le jeune homme de 15 ans sur son identité et sa foi, sur des sujets sensibles à propos du statut des femmes, de la liberté de conscience… un livre dans lequel elle l'invite à découvrir les grands penseurs modernes musulmans pour s'en nourrir. Invitée : Faouzia Farida Charfi, physicienne, professeure à l'Université de Tunis, fondatrice de la première équipe de recherche tunisienne en physique des semi-conducteurs, auteure de La Science voilée (2013, Éd. Odile Jacob), Sacrées questions… pour un islam d'aujourd'hui (2017, Éd. Odile Jacob) ; Lettre à mon petit-fils sur l'islam d'aujourd'hui (2026, Éd. Odile Jacob).
Tout sortir des placards et des tiroirs, jeter ce qui ne procure pas de joie, trier par couleur et ranger soigneusement. Désencombrer son intérieur pour se sentir mieux dans sa tête : la clé du bonheur selon Marie Kondo. Cette entrepreneuse japonaise, popularisée par un livre vendu à 10 millions d'exemplaires et une émission sur Netflix, est devenue dans les années 2010 une référence au point d'être surnommée la « papesse de rangement ».Plus tard, en 2023, elle reconnaissait qu'il était difficile pour elle de respecter sa propre méthode après la naissance de ses trois enfants. Marie Kondo est de retour cette année avec un nouveau livre sur les traditions de son pays natal, Lettre du Japon (First). L'occasion de retracer son parcours, et de revenir sur les bienfaits et les limites de cette « Kondomania ».Cet épisode de Code source est raconté par Bérangère Lepetit, journaliste au service société du Parisien.Écoutez Code source sur toutes les plates-formes audio : Apple Podcast (iPhone, iPad), Amazon Music, Podcast Addict ou Castbox, Deezer, Spotify.Crédits. Direction de la rédaction : Pierre Chausse - Rédacteur en chef : Jules Lavie - Reporter : Judith Perret - Production : Thibault Lambert et Clémentine Spiler - Réalisation et mixage : Pierre Chaffanjon - Photo : LP / Fred Dugit - Musiques : François Clos, Audio Network - Archives : Netflix, et la chaîne Youtube « Paulettes Imparfaites ». Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Tous les matins, à 7H10 et 9H45, on vous donne les bonnes nouvelles du jour.
durée : 00:09:56 - Le sept neuf - par : Benjamin Duhamel - Robert Ménard, maire de Béziers, publie, jeudi, "Lettre à Clara" (Télémaque). Dans ce livre, il s'adresse à sa fille et évoque leurs différents politiques. - invités : Robert Ménard Maire de Béziers Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
durée : 00:09:56 - Les interviews d'Inter - par : Benjamin Duhamel - Robert Ménard, maire de Béziers, publie, jeudi, "Lettre à Clara" (Télémaque). Dans ce livre, il s'adresse à sa fille et évoque leurs différents politiques. - invités : Robert Ménard Maire de Béziers Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
durée : 00:02:27 - Cours de breton : saviez vous que la lettre T se prononce T en breton Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Plaintes, compliments, interrogations... Cette saison encore, les Grosses Têtes répondent aux différentes questions et messages des auditeurs à l'antenne. Retrouvez tous les jours le meilleur des Grosses Têtes en podcast sur RTL.fr et l'application RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Un matin d'hiver, dans une petite ville d'Amérique, un garçon rentre de l'école, les joues rougies par le froid et le cœur un peu serré. Dans sa main, une enveloppe. Fermée. — "C'est pour toi, maman," dit-il en la tendant à sa mère. La maîtresse m'a dit que toi seule pouvais la lire." La maman ouvre la lettre. Elle lit. Et soudain… ses yeux se remplissent de larmes. Mais elle ne pleure pas. Elle regarde son fils, lui sourit doucement, s'agenouille, et lui dit : — "Thomas… l'école dit que tu es un génie. Trop exceptionnel pour rester là-bas. Ils pensent que je devrais t'enseigner à la maison." Le petit garçon cligne des yeux. Un génie ? Vraiment ? Il saute dans les bras de sa maman, le cœur léger. Il ne comprend pas tout, mais il est heureux. Ce garçon, c'était Thomas Edison. Et cette maman, c'était Nancy Edison, une femme simple… mais au cœur immense. À partir de ce jour-là, le salon devint une école. Sa maman lui apprit à lire, à compter, à réfléchir… mais surtout, elle lui apprit à croire en lui. Thomas posait des milliers de questions. Il voulait tout savoir. Pourquoi la pluie tombe ? Pourquoi la lumière brille ? Pourquoi les choses tournent ? Et sa maman répondait, ou l'encourageait à chercher lui-même. Un jour, il mit le feu à la grange. Un autre jour, il construisit un télégraphe. Puis il inventa une lampe… qui resta allumée toute la nuit ! Il échoua souvent. Mais il n'abandonna jamais. Jamais. Les années passèrent. Et ce petit garçon que l'école avait rejeté devint… le plus grand inventeur de son siècle. Un jour, devenu célèbre, riche et respecté, Thomas fouilla dans un vieux tiroir. Il tomba sur une boîte. Dans la boîte, une lettre. La lettre. Celle. Il l'ouvrit. Il lut. Et ce qu'il lut le laissa sans voix : "Votre fils est mentalement déficient. Il ne peut pas rester dans notre école. Il est renvoyé." Silence. Thomas s'assit. Longtemps. Il comprit enfin. Sa maman avait menti. Mais pas pour le blesser. Pour le sauver. Elle avait choisi l'amour. Elle avait choisi de croire en lui, quand personne d'autre ne le faisait. Il prit alors un carnet, et écrivit simplement : "Thomas Edison était un enfant déclaré déficient. Grâce à une mère héroïque, il est devenu le génie du siècle."
durée : 00:53:49 - Questions d'islam - par : Ghaleb Bencheikh - Comment transmettre aux jeunes musulmans une réflexion critique sur l'identité, l'altérité et les pratiques religieuses en islam, afin de répondre à leurs questionnements tout en conciliant héritage religieux et esprit scientifique ? - réalisation : François Caunac - invités : Faouzia Charfi Physicienne de l'université de Tunis
Le Bonbon sur la langue de la semaine dernière au sujet du chapeau sur le U a généré quantité de réactions. Rappelons pour les amis des mots qui n'étaient pas là dimanche dernier (mais où étaient-ils donc ?) qu'il s'agissait de répondre à Gaspard, 4 ans et demi...Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans ce nouvel épisode d'une Lettre d'Amérique, Cyrielle Stadler et Arnaud Tousch reviennent sur la stratégie américaine en Iran après deux semaines de guerre. Les nombreuses contradictions dans le discours de Donald Trump donnent l'impression d'une certaine improvisation de la part de la Maison Blanche. Le président américain sait-il seulement où il va ? Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans ce nouvel épisode d'une Lettre d'Amérique, Thomas Pierre et Carrie Nooten reviennent sur l'entrée en guerre des États-Unis de Donald Trump en Iran. Entre frappes conjointes avec Israël, riposte de Téhéran et premiers soldats américains tués, pourquoi ce conflit fait tant débat dans l'opinion américaine ? Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
durée : 00:03:43 - Le Billet de Daniel Morin - par : Daniel Morin - "It's a fucking croûte !" Daniel Morin ressuscite la Reine d'Angleterre dont certains dessins d'enfance viennent d'être retrouvés. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Cette promenade n'était pas vraiment prévue au départ. Nous devions trouver une place pour la R5 électrique jaune de Pauline, déjeuner et nous rendre place des Vosges où nous avions rendez-vous avec V. H. Seulement, nous avons mis moins de temps que prévu pour arriver, alors nous nous sommes promenées entre deux averses. Et cette balade dans le 11e a pris un tour inattendu. Elle est aussi l'occasion d'utiliser des verbes moins courants que nous allons remarquer dans la Lettre parisienne qui accompagne cet épisode. www.onethinginafrenchday.com
Ce joli mot très agréable à dire "quiproquo" est d'origine latine et tout de suite vous comprenez qu'une personne ou une chose (une paire de chaussures?) a été prise pour un autre. En fait, cette histoire contient un double quiproquo ! Où cet épisode a-t-il été enregistré? A Vaulx-en-Velin, à côté de Lyon. À quelle occasion? Les championnats de France de kung-fu Qui parle? Cynthia notre camarade de l'équipe compétition. Est-ce que l'histoire se termine bien? Bien sûr ! Autre chose? Oui. Cet épisode est l'épisode parfait pour revenir sur le "discours rapporté" dont il sera question dans la Lettre parisienne qui accompagne cet épisode ! www.onethinginafrenchday.com
durée : 00:05:26 - C'est une chanson - par : Frédéric Pommier - La comédienne et metteuse en scène Laura Presgurvic s'apprête à monter une nouvelle version du spectacle musical "Roméo et Juliette", l'année prochaine au Palais des Congrès de Paris. Elle se livre sur son rapport à ce titre extrait du film "César et Rosalie" de Claude Sautet. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:03:11 - Charline explose les faits - par : Charline Vanhoenacker - Le gouvernement enverra à tous les citoyens âgés de 29 ans une lettre pour les sensibiliser à la fertilité… Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:03:11 - Charline explose les faits - par : Charline Vanhoenacker - Le gouvernement enverra à tous les citoyens âgés de 29 ans une lettre pour les sensibiliser à la fertilité… Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:03:23 - Le Billet de Daniel Morin - par : Daniel Morin - En France à présent pour gagner la lutte contre la baisse de la natalité, les autorités s'attaquent à l'infertilité, tous les Français âgés de 29 ans vont recevoir une lettre pour les informer des secrets pour être fertiles... Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:02:42 - Regarde le monde - Sur l'enveloppe, écrit soigneusement à la main, le nom du destinataire : Nicolas Maduro. Numéro de matricule : 00734-506. L'adresse est inscrite juste en dessous : Centre de détention métropolitain de Brooklyn, État de New York. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:02:42 - Regarde le monde - Sur l'enveloppe, écrit soigneusement à la main, le nom du destinataire : Nicolas Maduro. Numéro de matricule : 00734-506. L'adresse est inscrite juste en dessous : Centre de détention métropolitain de Brooklyn, État de New York. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Samedi 24 janvier, cet infirmier de 37 ans a été abattu de dix coups de feu par deux agents fédéraux. Après la mort de Renée Good, une citoyenne tuée alors qu'elle manifestait contre l'ICE, il s'agit du deuxième cas de tirs mortels sur civils depuis le début du mois. Ces événements tragiques ont dépassé les frontières du Minnesota et ému le pays tout entier, provoquant même des prises de paroles de la part de certaines célébrités. Face à cette tension généralisée, le président américain tente de calmer le jeu. Jusqu'où peut aller cette police de l'immigration ? Dans cet épisode de la Lettre d'Amérique, Cyrielle Stadler et Arnaud Tousch reviennent sur cette semaine qui a replacé l'ICE au cœur de la contestation.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Donald Trump a signé ce jeudi 22 janvier à Davos la charte fondatrice de son "Conseil de paix", en présence d'une vingtaine de dirigeants de pays ayant accepté de rallier cette instance placée sous sa coupe. Initialement prévue pour administrer la bande de Gaza, l'organisation internationale est aujourd'hui au cœur des débats. Pour cause, sa charte n'aborde que très brièvement le plan de paix entre Israël et le Hamas. Et le président américain semble s'accorder les pleins pouvoirs au sein de la structure. Quel crédit faut-il lui accorder ? Quels pays ont accepté de rejoindre cette instance, censée œuvrer à la résolution des conflits dans le monde "en coordination" avec les Nations unies ? Dans cet épisode de la Lettre d'Amérique, Cyrielle Stadler et Arnaud Tousch décortiquent le nouveau projet de l'actuel locataire de la Maison Blanche.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
La conspiration des poudres de 1605 est l'un des attentats politiques les plus célèbres de l'histoire britannique. Un projet radical : faire exploser le Parlement anglais pour décapiter le pouvoir d'un seul coup. Nous sommes dans l'Angleterre du début du XVIIᵉ siècle, sous le règne du roi Jacques Ier.Pour comprendre, il faut revenir au contexte religieux. Depuis la Réforme, l'Angleterre est officiellement protestante. Les catholiques, minoritaires, subissent une série de restrictions : amendes pour ceux qui refusent d'assister au culte anglican, exclusion de certaines fonctions, suspicion permanente. Beaucoup espèrent qu'avec Jacques Ier — qui succède à Élisabeth Iʳᵉ en 1603 — les tensions vont s'apaiser. Mais le roi maintient une politique dure.C'est dans ce climat qu'un petit groupe de catholiques anglais décide de passer à l'action. Leur chef est Robert Catesby, noble charismatique et déterminé. Le plan est simple et terrifiant : stocker des barils de poudre sous la Chambre des Lords, puis les faire exploser le jour de l'ouverture du Parlement, quand le roi, les lords et les représentants seront réunis. L'idée n'est pas seulement de tuer : c'est de provoquer un choc national, puis de rétablir un pouvoir catholique.Pour mettre ce plan en œuvre, les conspirateurs louent un local puis une cave proche du Parlement. Ils parviennent à accumuler 36 barils de poudre. Pour surveiller et déclencher l'explosion, ils recrutent un homme : Guy Fawkes, soldat ayant combattu en Europe, et surtout spécialiste des explosifs.Mais le complot échoue à la dernière minute. Le 26 octobre 1605, une lettre anonyme avertit un lord catholique de ne pas se rendre au Parlement. L'information remonte aux autorités. Dans la nuit du 4 au 5 novembre, les gardes fouillent les sous-sols. Ils trouvent Guy Fawkes avec des allumettes et du matériel pour enflammer la mèche.Fawkes est arrêté, torturé, puis finit par avouer. Les conspirateurs sont traqués. La plupart sont tués ou capturés. Ceux qui survivent sont condamnés à la peine la plus terrible : pendaison, éviscération et démembrement.L'échec du complot a un impact immense : il renforce la méfiance contre les catholiques pendant des générations. Et paradoxalement, Guy Fawkes devient une figure mythique. Chaque 5 novembre, l'Angleterre commémore toujours cet événement : “Remember, remember the Fifth of November…”. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Merci à Coline dont les bijoux s'appellent Les ImpatientesLes autres épisodes où des enfants parlent de leur père : Marie, et son daron atteint du syndrome frontalBenoît et Corentin, un entretien père et filsEn bonus : La lettre bouleversante de Jérôme Colin à sa filleMES STAGES EN COLLECTIF