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Ofresemos kompartir la prezentasión del livro "Máximo José Kahn Nussbaum, los sefardíes de Grecia y la Legación de España en Atenas durante la Guerra Civil española" de la Profesora de Historia Contemporánea Matilde Morcillo Rocillo, puvlikado en linguas espanyola i grego por el Ministerio de Asuntos Exteriores de España kon kolavorasión del Instituto Cervantes y la Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo. Sentimos la istoria de Máximo José Kahn, eskritor djudió de orijin alemán naturalizado espanyol, kon palavras de su autora Matilde Morcillo, en la prezentasión en Centro Sefarad-Israel onde mos topimos musafires, indemás partayó en la prezentasión José Eugenio Thovar, Director de Centro Sefarad-Israel. Este livro es un omenaje a Kahn, komo filósofo, pensador i salvador de munchas famyias de djudiós sefardim de Atenas y Salónica en Grecia, ke fue Diplomátiko en Grecia durante la guera civil espanyola, primero komo Cónsul del governo repuvlikano en Salónica entre 1937 i 1938. Tambyén kolavoró en Un Proyekto Sefardí i kontó kon la idea de puvlikar un Romancero para salvaguadrar los romanses sefardim. Kurunamos el programa kon el romanse "La rosa enflorece" ke interpreta Isaac Levy.Escuchar audio
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Durante décadas, Armande de Polignac permaneceu praticamente ausente da história da música. O seu nome desapareceu dos programas de concerto e muitas obras sobreviveram apenas em manuscritos dispersos. Agora, os pianistas Bruno Belthoise e João Costa Ferreira recuperam a compositora num disco que inclui primeiras gravações mundiais, revelando uma figura essencial da transição entre o romantismo tardio e a modernidade musical francesa do início do século XX. Esquecida durante mais de um século, Armande de Polignac regressa agora através de um disco de Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, dedicado a manuscritos reencontrados e primeiras gravações mundiais. Entre simbolismo, impressionismo e modernismo do início do século XX, o álbum revela uma compositora singular, cuja obra foi apagada da memória musical apesar da originalidade, da estética e da proximidade aos grandes centros artísticos franceses do início do século XX. “A música de Armande de Polignac é realmente uma coisa para descobrir”, começa por contar Bruno Belthoise. Para o pianista francês, a compositora pertence a um momento decisivo da cultura europeia, em que as mulheres começaram lentamente a conquistar espaço no universo da criação musical. “Ela fazia parte de uma família muito dedicada às artes e à música” e iniciou “muito jovem” os seus estudos musicais. Sobretudo, acrescenta Bruno Belthoise, pertenceu a uma geração que beneficiou de mudanças profundas na sociedade francesa: “Nos séculos antigos era quase impossível ser mulher compositora.” Bruno Belthoise recorda que o início do século XX coincidiu com a abertura gradual das grandes instituições musicais às mulheres. “Ela aproveitou uma dinâmica muito importante”, explica, referindo-se ao momento em que compositoras passaram a poder apresentar-se ao Prix de Rome. “Estas mulheres começaram a ser mais conhecidas no início do século XX.” Embora Armande de Polignac nunca tenha concorrido ao prémio, desenvolveu uma carreira intensa e ligada ao meio musical parisiense. “Ela dedicou a vida inteira à composição”, sublinha Bruno Belthoise. Estudou com figuras fundamentais da música francesa, entre elas Vincent d'Indy, Eugène Gigout e Gabriel Fauré. “Deixou uma obra muito importante, quase 200 obras em todos os domínios”, acrescenta. Música para piano, música de câmara, obras orquestrais, ópera e ballet fazem parte de um catálogo hoje ainda pouco conhecido. A compositora dirigiu igualmente as suas próprias obras no Théâtre du Châtelet, em Paris, e estreou a ópera Petite Sirène na Opéra de Nice. Para Bruno Belthoise, Armande de Polignac “simboliza a passagem entre a música romântica e a música moderna francesa”, num território onde convivem o impressionismo, o simbolismo e as novas linguagens do século XX. Ainda assim, a compositora acabou por desaparecer quase totalmente da memória musical europeia. “As suas obras não foram muito divulgadas, não foram muito editadas”, lamenta Bruno Belthoise. Grande parte da produção permaneceu inédita ou acessível apenas através de manuscritos. “Mesmo apesar de poder participar na programação de concertos em Paris, as mulheres não eram muito destacadas.” Ao ouvir o disco, a ausência prolongada na história da música de Armande de Polignac torna-se difícil de compreender. João Costa Ferreira descreve uma música construída sobre timbres delicados e ressonâncias quase suspensas. “Quando ouvimos Nos Jardins do Palácio do Sultão, sentimos esse universo tímbrico muito especial”, explica. O pianista português destaca ainda a importância do instrumento utilizado na gravação: “Havia um Steinway cujas características permitiam certas coisas que outros pianos não permitem.” A estética de Armande de Polignac revela uma forte influência do exotismo francês do início do século XX. João Costa Ferreira fala numa “procura por cores de países longínquos, como o mundo árabe e sobretudo o mundo asiático”. A compositora escreveu obras inspiradas na China, no Japão e nas atmosferas orientais das Mil e Uma Noites. “Ela seguia essa corrente estética modernista da procura por essas sonoridades exóticas”, acrescenta. Segundo João Costa Ferreira, essa linguagem resulta tanto do ambiente artístico parisiense como da influência directa dos mestres com quem Armande de Polignac estudou. “Vê-se claramente a influência dos seus pares e da sua época”, observa. A tradição impressionista francesa, marcada por Debussy e pelas Exposições Universais de Paris, atravessa muitas destas obras. Ainda assim, as referências nunca surgem como mera imitação. Há ecos de Fauré, Debussy ou mesmo de certas escolas russas, mas a escrita mantém sempre uma identidade própria. Bruno Belthoise enquadra essa diversidade no ambiente cultural extremamente aberto do início do século XX. “Era tudo aberto no início do século XX”, afirma. “Tchaikovsky chegou a Paris no fim do século XIX, Gustav Mahler no início do século XX. Essa convergência era importante para desenvolver a imaginação dos compositores.” Na escrita pianística, Bruno Belthoise identifica “uma mistura entre romantismo e modernismo”, associada a um trabalho particularmente sofisticado sobre a ressonância sonora. “Da maneira francesa, havia realmente este desenvolvimento do piano através das ressonâncias do instrumento”, explica. “Mas também a parte russa desenvolveu muito a escrita para piano.” Para João Costa Ferreira, interpretar estas partituras implica uma experiência rara no mundo contemporâneo da música clássica: tocar obras praticamente sem memória auditiva acumulada. “Hoje em dia, quando interpretamos Chopin ou Beethoven, temos todas as referências auditivas dessas obras”, explica. “Aqui criamos uma interpretação a partir do nada.” Esse desafio tornou-se central no percurso artístico dos dois pianistas. “Sentimos que estamos a descobrir algo pela primeira vez”, afirma João Costa Ferreira. “Propor uma primeira escuta, uma primeira interpretação de algo que nunca foi ouvido, pelo menos nos últimos cem anos, é muito estimulante.” Bruno Belthoise partilha a mesma visão. “Procurar repertório diferente é importante para nós”, diz. “Descobrir obras novas é uma coisa muito estimulante.” Esse trabalho de redescoberta já levou os dois pianistas a explorar repertórios esquecidos de compositores como José Vianna da Motta, Fernando Lopes-Graça ou Gabriel Fauré. Mas este disco surge também de uma dimensão pessoal. Bruno Belthoise revela que a ideia do projecto nasceu de “duas influências diferentes”. A primeira foi o pianista francês Laurent Martin, figura central na recuperação de compositoras francesas esquecidas. “O Laurent Martin gravou muitos discos e interpretou muitas vezes compositoras francesas”, recorda Bruno Belthoise. “Ele confiou-me uma quantidade de partituras dela, perguntando-me se eu estaria interessado em trabalhar a obra de Armande de Polignac para a fazer conhecer”. Essa transmissão entre músicos revelou-se decisiva para o projecto. Laurent Martin, conhecido pelo trabalho de investigação em torno do romantismo francês e das compositoras esquecidas, funcionou como verdadeiro impulsionador da redescoberta de Armande de Polignac. A segunda influência surgiu em Lisboa, através de uma descoberta inesperada. Um manuscrito de Cloches, ligado à família Assis de Barros, apareceu nas mãos de Bruno Belthoise graças ao investigador João Pedro Mendes dos Santos. “Foi exactamente como um arqueólogo”, admite o pianista francês. “Esse manuscrito surgiu completamente sem preparação e caiu nas minhas mãos.” A descoberta revelou uma ligação pouco conhecida entre Armande de Polignac e Portugal. “Ela tinha uma ligação particular à família Assis de Barros e visitou Lisboa várias vezes”, explica Bruno Belthoise. O disco inclui ainda várias obras para piano a quatro mãos, formação que exige uma relação muito específica entre intérpretes. “Tocar a quatro mãos é uma coisa de que gosto imenso”, afirma Bruno Belthoise. “É um pequeno exercício de equilibrismo.” A proximidade física obriga a reinventar gestos, movimentos e respirações. “É muito importante ensaiar juntos”, acrescenta. “Não podemos fazer piano a quatro mãos sem esse trabalho comum.” Para João Costa Ferreira, essa construção colectiva faz parte da própria identidade artística do duo. “Este desafio é completamente diferente do que gravar o grande repertório canónico”, afirma. Depois da edição do álbum, seguem-se agora concertos em Lisboa, Tavira, Madeira e França. Bruno Belthoise interpretou igualmente obras para piano solo de Armande de Polignac em Saint-Leu-la-Forêt, no Val-d'Oise, no passado 30 de Maio.
¿Qué deseos nos hacen bien? ¿Cuáles nos esclavizan o decepcionan? ¿Se pude ser feliz sin desear? 13ª “palabra-semilla” que sembramos en el particular jardín interior que estamos diseñando en esta tercera temporada con Pablo d’Ors, nuestro maestro de meditación. Sentimos los últimos coletazos del curso escolar gracias a un pequeño homenaje que realizamos al catedrático de Antropología, Manuel Delgado Ruiz. Y nos asomamos a Crisálida de mariposas acuchilladas, una lectura que reivindica la educación emocional frente a la violencia. Gracias por habitar este refugio sonoro donde los cuidados fomentan la salud mental. (RNE)Escuchar audio
¿Alguna vez has dicho "estoy bien" cuando en realidad te sientes deshecho por dentro? Hoy, el terapeuta Agustín Nieto habla de por qué aprendimos a guardar nuestras emociones, el impacto de reprimir lo que sentimos y por qué la verdadera fortaleza no está en aguantar, sino en aceptar nuestras emociones sin miedo. Disfruta el podcast de Por el Placer de Vivir con Cesar Lozano en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, Uforia Podcasts en YouTube y en ViX. ¿Cómo te sentiste al escuchar este Episodio? Déjanos tus comentarios, suscríbete y cuéntanos cuáles otros temas te gustaría oír en #porelplacerdevivir
El padre dominico Rafael Aragón, español nacionalizado nicaragüense, está exiliado hoy en Costa Rica. Llegó a Nicaragua en tiempos de Somoza, vivió la guerra contra la dictadura y abrazó la Revolución sandinista de los años 80, participando en los programas de alfabetización y en el trabajo pastoral y social inspirado en la Teología de la Liberación. En 2022 no le dejaron ingresar en Nicaragua lo que le causó “una profunda crisis personal” y una “gran frustración”. Aragón forma parte de los casi 400 curas y religiosas expulsadas del país. Rafael Aragón explica que su desencanto no fue con la primera etapa sandinista, sino con el regreso de Daniel Ortega al poder, cuando “se abandonaron los principios de economía mixta, antiimperialismo y autodeterminación de los pueblos”, dice. Denuncia que Daniel Ortega y Rosario Murillo se aliaron con viejas élites y se alejaron del pensamiento sandinista. “Los principios básicos de la Revolución (...) no se lograron y el liderazgo de Daniel Ortega se mantuvo en alianzas con la oposición y la contrarrevolución”, denuncia. Antes incluso de la crisis de 2018, el fraile ya criticaba las políticas del gobierno, pero la brutal represión de las protestas de abril de ese año marcó un quiebre definitivo. La Iglesia Católica se convirtió en blanco directo del poder, al abrir sus templos para proteger a los manifestantes atacados por paramilitares, especialmente durante la multitudinaria marcha del 30 de mayo. “Derechos humanos, Estado de derecho y democracia son tres palabras que a Rosario Murillo la irritan profundamente”, afirma. En un país mayoritariamente cristiano, donde la voz de los obispos tiene gran influencia también sobre los evangélicos, el régimen busca “arrasar ese liderazgo". Murillo pretende erigirse en una especie de “sacerdotisa” Según Aragón, Murillo intenta controlar el pensamiento y las prácticas religiosas mediante delegados políticos que limitan la predicación y restringen procesiones y fiestas populares, desde San Jerónimo y Santo Domingo hasta la Purísima. A su juicio, la vicepresidenta pretende erigirse en una especie de “sacerdotisa”, rescatando cosmovisiones indígenas, lo que en sí no ve como negativo, pero "las impone de forma autoritaria". “Lo que está mal es controlar a la fuerza, impositivamente, sin respetar los derechos humanos. Ese es el problema: el liderazgo de la Iglesia y el pensamiento de la Iglesia, que ella quiere controlar”, explica. También se muestra muy crítico con el papel del cardenal Leopoldo Brenes frente al régimen y echa en falta una presencia pastoral más clara del Vaticano, al tiempo que Murillo busca un arreglo con la Santa Sede que le permita seguir controlando la religiosidad del pueblo. “Una declaración del Papa anima al pueblo, anima la fe del pueblo. Sentimos que hay una gran ausencia”, explica sobre el silencio del papa León XIV. “Tengo que cuidarme en Costa Rica, tenemos miedo” Desde su exilio en San José, Aragón mantiene contactos dentro de Nicaragua y se informa a través de la amplia diáspora nicaragüense en Costa Rica, aunque reconoce el miedo generalizado. Dice sentirse relativamente protegido por su congregación, pero obligado a extremar precauciones por los riesgos de persecución. Pese a la dificultad de un cambio a corto plazo, insiste en la necesidad de forjar nuevos líderes desde la sociedad civil y las comunidades cristianas. Y, sobre todo, no renuncia a su anhelo personal: “Estoy soñando con volver a Nicaragua”. El padre Aragón ha estado esta semana en Toulouse, Montpellier y Lyon dando su testimonio. Este viernes 22 de mayo lo hará en París en el marco de las Semanas de América Latina y el Caribe 2026. #EscalaenParís también está en redes Coordinado por Florencia Valdés, realizado por Robin Cussenod y Vanessa Loiseau.
El padre dominico Rafael Aragón, español nacionalizado nicaragüense, está exiliado hoy en Costa Rica. Llegó a Nicaragua en tiempos de Somoza, vivió la guerra contra la dictadura y abrazó la Revolución sandinista de los años 80, participando en los programas de alfabetización y en el trabajo pastoral y social inspirado en la Teología de la Liberación. En 2022 no le dejaron ingresar en Nicaragua lo que le causó “una profunda crisis personal” y una “gran frustración”. Aragón forma parte de los casi 400 curas y religiosas expulsadas del país. Rafael Aragón explica que su desencanto no fue con la primera etapa sandinista, sino con el regreso de Daniel Ortega al poder, cuando “se abandonaron los principios de economía mixta, antiimperialismo y autodeterminación de los pueblos”, dice. Denuncia que Daniel Ortega y Rosario Murillo se aliaron con viejas élites y se alejaron del pensamiento sandinista. “Los principios básicos de la Revolución (...) no se lograron y el liderazgo de Daniel Ortega se mantuvo en alianzas con la oposición y la contrarrevolución”, denuncia. Antes incluso de la crisis de 2018, el fraile ya criticaba las políticas del gobierno, pero la brutal represión de las protestas de abril de ese año marcó un quiebre definitivo. La Iglesia Católica se convirtió en blanco directo del poder, al abrir sus templos para proteger a los manifestantes atacados por paramilitares, especialmente durante la multitudinaria marcha del 30 de mayo. “Derechos humanos, Estado de derecho y democracia son tres palabras que a Rosario Murillo la irritan profundamente”, afirma. En un país mayoritariamente cristiano, donde la voz de los obispos tiene gran influencia también sobre los evangélicos, el régimen busca “arrasar ese liderazgo". Murillo pretende erigirse en una especie de “sacerdotisa” Según Aragón, Murillo intenta controlar el pensamiento y las prácticas religiosas mediante delegados políticos que limitan la predicación y restringen procesiones y fiestas populares, desde San Jerónimo y Santo Domingo hasta la Purísima. A su juicio, la vicepresidenta pretende erigirse en una especie de “sacerdotisa”, rescatando cosmovisiones indígenas, lo que en sí no ve como negativo, pero "las impone de forma autoritaria". “Lo que está mal es controlar a la fuerza, impositivamente, sin respetar los derechos humanos. Ese es el problema: el liderazgo de la Iglesia y el pensamiento de la Iglesia, que ella quiere controlar”, explica. También se muestra muy crítico con el papel del cardenal Leopoldo Brenes frente al régimen y echa en falta una presencia pastoral más clara del Vaticano, al tiempo que Murillo busca un arreglo con la Santa Sede que le permita seguir controlando la religiosidad del pueblo. “Una declaración del Papa anima al pueblo, anima la fe del pueblo. Sentimos que hay una gran ausencia”, explica sobre el silencio del papa León XIV. “Tengo que cuidarme en Costa Rica, tenemos miedo” Desde su exilio en San José, Aragón mantiene contactos dentro de Nicaragua y se informa a través de la amplia diáspora nicaragüense en Costa Rica, aunque reconoce el miedo generalizado. Dice sentirse relativamente protegido por su congregación, pero obligado a extremar precauciones por los riesgos de persecución. Pese a la dificultad de un cambio a corto plazo, insiste en la necesidad de forjar nuevos líderes desde la sociedad civil y las comunidades cristianas. Y, sobre todo, no renuncia a su anhelo personal: “Estoy soñando con volver a Nicaragua”. El padre Aragón ha estado esta semana en Toulouse, Montpellier y Lyon dando su testimonio. Este viernes 22 de mayo lo hará en París en el marco de las Semanas de América Latina y el Caribe 2026. #EscalaenParís también está en redes Coordinado por Florencia Valdés, realizado por Robin Cussenod y Vanessa Loiseau.
En muchas familias, expresar emociones sigue siendo difícil. Frases como “no exageres”, “échale ganas” o “no llores” forman parte de una forma de comunicación que muchas personas crecieron escuchando.Sin embargo, callar lo que sentimos también afecta la convivencia y la manera de relacionarnos.En este programa hablaremos sobre cómo expresar emociones dentro de la familia, la importancia de sentirse escuchados y cómo construir una comunicación más abierta y empática en casa.
Sin fe es muy fácil iniciar el camino descendente que lleva al fracaso y a la ruina.
Recuerdo de nuestros encuentros.-Suscríbete a nuestro canal: https://www.youtube.com/@impulsodeunanuevavida-Síguenos en nuestras Redes Sociales: Facebook: https://www.facebook.com/impulsodeunanuevavida/aboutInstagram: https://www.instagram.com/impulsodeunanuevavida/sitio web: http://www.impulsodeunanuevavida.org#DanielFerminades #Impulsodeunanuevavida #Filantropo #Conciencia #Paciencia #Compasión #Espíritu #VerdadesDeveladasDesdeLaConcienciaLink Capítulo en vivo: https://www.youtube.com/watch?v=EpseUFJeB10&t=6277s&pp=0gcJCfYJAYcqIYzv
El robo de aceitunas se ha convertido en una constante para los olivareros madrileños, especialmente en momentos en que el precio del aceite alcanza máximos históricos. Para atajar esta situación, la Comunidad de Madrid ha anunciado que, a partir del próximo mes, será obligatorio disponer de un certificado de trazabilidad desde el origen, un documento que deberá acompañar al fruto hasta su transformación en aceite. Esta medida, que busca poner cerco a los hurtos, ha sido analizada en el programa 'Herrera en COPE Madrid', presentado por Mamen Vizcaíno.La iniciativa ha sido formalizada a través de un nuevo decreto aprobado por el Consejo de Gobierno de la Comunidad de Madrid, que entrará en vigor a finales de este mes. El objetivo es garantizar la trazabilidad de las aceitunas, reforzar la seguridad alimentaria y prevenir prácticas fraudulentas. La normativa, impulsada por la Consejería de Medio Ambiente, Agricultura e Interior, establece la obligación de documentar todo el ...
10 años sin Prince, la película de Michael flopea, Madonna vuelve a Coachella junto a Sabrina Carpenter y lanza I Feel So Free (y sufre un robo), Camilo Huerta hace noticia siendo aburrido y sospechoso y hace un cameo en el cumpleaños de Adriana Barrientos, Chaotic Gay: Jordi Castell lanza una bomba sobre una ministra, Raquel Argandoña quiere que Karen Paola deje de llorar (como todo el mundo), SIGNOS: canciones de Prince como los signos y mucho más!
En un apartado pueblo de Galilea habita una criatura que ha sido elegida para ser Madre del Redentor. La vida de Jesús no comienza el día de su nacimiento sino nueve meses antes, al tener lugar el prodigio de la Encarnación. ¿Sentimos una emoción viva y palpitante ante el Verbo hecho hombre? ¿Vivo del afecto y la ternura de Alguien que está siempre atento a mí? Ejercitarnos en la constante contemporaneidad con Cristo.
Desde muy pequeñas muchas aprendimos que nuestro cuerpo era algo que había que mejorar.Más flaco, más firme, más joven, más bonito, menos esto, menos aquello.En este episodio de El Desmadre hablamos con Ceci Aguilera sobre la relación compleja que tantas mujeres tenemos con nuestro cuerpo: por qué nunca nos sentimos suficientes, de dónde nace esa insatisfacción constante y cómo aprendimos a ver nuestro cuerpo como un proyecto eterno de mejora.Platicamos sobre:el origen de la insatisfacción corporalcómo en la adolescencia aparecen el juicio, el castigo y la comparaciónpor qué incluso mujeres “bellas” siguen sintiéndose insuficientesqué papel juegan los tratamientos estéticos en una cultura que habla de amor propiocómo reconciliarnos con nuestro cuerpo después de la maternidady cómo enseñarles a nuestros hijos (especialmente a nuestras hijas) una mejor relación con el suyo.Un episodio para cuestionar la guerra que muchas vivimos con nuestro reflejo… y empezar a construir algo más amable.Escúchalo en Spotify y YouTube. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Neste episódio com a Dra. Maria Moreno, médica especialista em Psiquiatria, mergulhámos numa conversa profunda e necessária sobre saúde mental, desmistificando mitos e ideias erradas que ainda persistem na sociedade.Falámos sobre o papel da psiquiatria para além da medicação, destacando a importância da relação terapêutica e de um olhar individual sobre cada pessoa. Explorámos temas como depressão, ansiedade, burnout e saúde mental na gravidez e pós-parto, bem como o impacto da componente hormonal, que permite distinguir flutuações emocionais normais de sinais de alerta.Este episódio é um convite à reflexão para consigamos reconhecer mais cedo os sinais de que algo não está bem, sem desvalorizar fatores como o sono, o apetite, dores crónicas, cansaço ou outros condicionamentos que impactam a nossa vida, e perceber que procurar ajuda não deve acontecer apenas em situações limite.
Sentimos la energía.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! En este episodio especial para oyentes de Expreso de Medianoche, José Paredes nos invita a detenernos en un lugar distinto: no una historia de misterio externo, sino un viaje hacia lo más íntimo. La estación perdida es una metáfora de esos momentos en los que la vida nos deja en pausa, obligándonos a mirar hacia dentro. Lejos de lo paranormal, este capítulo se sumerge en aquello que realmente nos inquieta: los pensamientos que aparecen cuando todo se apaga, las dudas que pesan en silencio y las emociones que evitamos durante el día. A través de una reflexión cercana y honesta, José Paredes pone voz a “lo que callamos en la oscuridad”: miedos, decisiones no tomadas, recuerdos que regresan y preguntas sin respuesta. Es un episodio que no busca asustar, sino acompañar; no pretende resolver enigmas, sino hacerlos visibles. Una parada obligatoria para quienes saben que, a veces, el mayor misterio… somos nosotros mismos. Accede a todo nuestro contenido exclusivo apoyando el podcast a través del siguiente enlace: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=6b635ba6a54f97bbd521a44d5dd7cd77 ¿Qué opinas sobre este programa? ¿Viajas con nosotros al misterio? M E D I A N O C H E PRODUCCIONES ¿Qué opinas sobre todo esto? Queremos saber y queremos conocer tu opinión, 👇Escríbenos 👇. Dirige y Presenta: José Paredes Tlf / +34 600 088391 Web: https://www.expresodemedianoche.com/ Correo electrónico: Contacto@expresodemedianoche.com Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Hoy, para empezar y para que puedas decidir si te quieres quedar a escuchar este episodio, quiero que te imagines algo. Imagínate que son las 5 de la tarde. Te sientes algo cansada, agobiada por pendientes que tienes en la mente. Tienes planes de cenar a las 7 y media. Tal vez ni siquiera tienes hambre en este momento, pero ves una bolsa de papas. La ves. Te acercas. La tomas. La abres. Comes unas cositas. Se siente muy bien ese crunchy, ese saladito, y comes otras cositas. Luego otras cositas más. Mientras sigues comiendo empiezas a pensar: "Bueno, esto lo comí muy bien… como que ni lo siento". Entonces ya no solo sigues picando al poquito, sino que te vas por un plato y te sirves bien. Y te las preparas además. Les pones salsita. Limoncito. Ya sé que a varias de nosotras se nos hizo agua la boca. Te sientas a comerte esas papas preparadas como Dios manda. Y terminas sintiéndote súper llena. Luego tienes que ponerte a preparar la cena para la familia. Y lo primero que se te viene a la mente es: "Soy un caso perdido." Con ese sentir de que eres un caso perdido, te pones a preparar la cena y decides que no vas a cenar, porque pues no tienes hambre. Cenan todos. Te sientes incómoda en la mesa respondiendo al típico: "¿Tú no vas a cenar?" Luego te vas a dormir con cierta sensación incómoda, porque te sientes inflamada. Y antes de dormir haces un acuerdo contigo misma. Un plan. "Mañana a dieta". "Mañana cierro la boca". Duermes medio más o menos. Y al día siguiente amaneces literalmente decidida. Te repites frases como: "Hoy sí". "Hoy sí voy a comer súper limpio". "Hoy voy a comer súper limitado". "Hoy voy a comer súper saludable". "Hoy voy a hacerlo perfecto". Pasa el día. Tus comidas son light, limitadas, medidas. De repente tienes hambre. Pero tú sigues. Te restringes. Porque en el fondo estás convencida de que eso es lo que te mereces por haberte portado mal. Y tarde o temprano te vuelves a ver atrapada justo en ese mismo lugar. En el espacio de no poder resistir más. Escapas nuevamente. Comes de más. Vuelves a sentir culpa. Y vuelves a compensar. Y así se te pueden ir los días, las semanas y hasta la vida: restringiéndote, escapándote, castigándote, compensando. Si te identificas con esta historia, quédate conmigo. Vamos a hablar de algo que casi nadie considera importante y que es clave para lograr soltar el peso extra, sobre todo si lo que queremos son resultados definitivos. Y esto es desintoxicar y transformar los pensamientos que nos mantienen atrapadas en este ciclo. Te voy a compartir una estrategia muy simple para empezar a romper este ciclo y puedas comprobar que sí puedes bajar de peso, pero no desde el espacio de las restricciones, sino desde un espacio mucho más cómodo. Mira, sé que solemos pensar que el problema es la falta de fuerza de voluntad. Que el problema son nuestros antojos. Esa comida que de repente parece que empieza a hablarnos, como en el ejemplo. Y solemos quedarnos con pensamientos como: "Es que soy débil". "Es que yo no puedo parar". "Es que me encantan las papas". "Es que la comida es adictiva". Pero hoy te invito a considerar algo distinto. ¿Qué tal si ni la falta de fuerza de voluntad ni tus antojos tienen el verdadero poder? Porque mira, por un lado comemos de más por muchos motivos. Muchas de nosotras nos acostumbramos a comer de más por costumbre. Como respuesta a un sinfín de emociones que no estamos acostumbradas a experimentar. Comemos de más cuando estamos cansadas. Cuando estamos contentas. Cuando estamos agobiadas. Cuando estamos aburridas. Cuando estamos tristes. Y luego también nos acostumbramos a juzgarnos. A castigarnos. Y detrás de estas acciones tan automáticas lo que hay son pensamientos. Con lo cual, el verdadero problema son los pensamientos. Esos pensamientos que aparecen antes. Y esos pensamientos que aparecen después. Y ahorita mismo vayamos justo a esos pensamientos que surgen después de comer de más. Pensamientos como: "Soy un caso perdido". "Ya qué, mejor sigo". "Qué mal me porto". "Ya le fallé otra vez a mi cuerpo". "Nunca voy a poder bajar de peso". "Algo está mal conmigo". Estos pensamientos generan sentimientos. Y cuando pensamos así, obviamente no nos sentimos tranquilas. Nos sentimos culpables, frustradas, derrotadas. Observemos este ciclo. Llegamos a comer de más. Sentimos culpa. Luego viene esta necesidad de castigarnos. Nos restringimos. Resistimos. Resistimos. Resistimos. Hasta que ya no podemos más. Porque esto no es vida. Y entonces pensamos: "Me lo merezco". "Solo tantito". "Lo que sea". Y comemos de más otra vez. Y empieza otra vez esta escalera. Conozco muy bien este ciclo. Estuve por años ahí. Y me apasiona acompañar a mujeres a que salgan de este ciclo. Quizás tú que me estás escuchando llevas años viviendo ahí. Intentando hacerlo perfecto. Intentando controlarte. Intentando restringirte más. Y lo que te voy a compartir hoy no es una receta para que sigas ahí restringiéndote. La estrategia que hoy quiero compartir es la siguiente. Para empezar, asegúrate de no estar siguiendo un plan súper restrictivo. Yo sé que funcionan esos planes muy bajos en calorías, esos planes muy limitados. Claro que ayudan a bajar de peso. Pero no es algo sustentable en el tiempo. Busca tener un plan de alimentación que sea sustentable. Pero vamos a la estrategia. Cuando te llegue a pasar que claramente comiste de más (y al escuchar esto quizá lo primero que piensas es: "Mónica, no me estás entendiendo, yo no quiero que me pase esto de comer de más") Amiga, sí te va a pasar. Va a volver a pasar. Y entre más lo aceptes y entre mejor aprendas a resolver esto, menos va a pasar. Algo muy importante: El primer paso no es comer perfecto. El primer paso es hacer un pacto contigo de: hablarte cada día con un poquito más de amor. Cuando te des cuenta de que la conversación que estás teniendo contigo tiene todo menos amor, pausa. Observa los pensamientos que te estás repitiendo. No tienes que repetirte pensamientos limitantes. Puedes empezar con algo simple como: "Esta vez lo voy a hacer diferente". "Quiero aprender a escucharme mejor". "Estoy aprendiendo a hacerlo diferente". Esto te saca de la urgencia del castigo. Y te lleva a una conversación distinta. Quizá el castigo y la restricción no han funcionado. Entonces pregúntate: ¿Qué puede sentarme mejor en este momento? Practica la pausa. Respira. Desde la calma es mucho más fácil descubrir qué es lo que tu cuerpo realmente necesita. Recuerda: no tiene que ser perfecto. Es una práctica continua. Cuando lleguen pensamientos que te digan que necesitas castigarte o restringirte más, no te estreses. Respira. Y cambia la conversación. Algo que quiero contarte: En estos días estoy compartiendo en Instagram un reto de 21 días. Cada día nombramos uno de esos pensamientos que nos acostumbramos a repetir y que nos hacen acumular peso. Y cada día también comparto un pensamiento nuevo. Muchas personas están siguiendo este reto muy fielmente. Y por cierto, quiero agradecerles. Cuando me comparten sus avances me emociona muchísimo y me inspira a seguir compartiendo. Muchas están escribiendo los pensamientos, practicándolos y repitiéndolos. Y han notado que eso les está permitiendo soltar peso extra. Esto me emociona muchísimo. Porque sí, cuando cambiamos el pensamiento, cambia nuestra relación con la comida, con nuestro cuerpo y con nuestro peso. Puedes encontrarme en Instagram como @monicasosacoaching. Sígueme y conéctate con este reto. Creo que lo vas a disfrutar.
Saber estar bem é uma escolha consciente feita com base numa regulação emocional saudável, sustentada numa literacia emocional.
Espido Freire ha visto Love Story: John F. Kennedy Jr. y Carolyn Bessette y, además de encontrarle un paralelismo con la historia de la emperatriz Sissi, la novelista ha llegado a una conclusión. Detrás de esas historias de parejas perfectas que tanto nos fascinan hay siempre algo oscuro. "La próxima vez que veamos una love story perfecta, desconfiemos porque alguien está intentando huir", advierte a Eva Soriano y Nacho García.
Neste dia de Páscoa, em que celebramos a ressurreição de Jesus Cristo, talvez, se vos perguntasse qual é o acontecimento mais significativo deste dia, muitos responderiam: o compasso pascal. E, de facto, nas nossas paróquias e comunidades, homens e mulheres percorrem casas, ruas e prédios a anunciar esta boa nova: Cristo ressuscitou. Fazem, de algum modo, o mesmo que Maria Madalena: vão dizer que a pedra foi retirada. E, quando ela o diz ao discípulo amado e a Simão Pedro, acontece aquilo que o Evangelho nos mostrou: os dois correm ao sepulcro.O discípulo amado chega primeiro, vê, mas não entra. Depois chega Simão Pedro, entra, vê o sudário no chão e as ligaduras enroladas à parte. Entra, depois, o outro discípulo: vê e acredita. E, no entanto, o texto acrescenta que ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos. Eles não entendiam. E eu não sei se nós, hoje, continuamos a entender.Não podemos ignorar que muitos dos que convivem connosco não acreditam que Cristo ressuscitou. E há até pessoas que cresceram em ambientes religiosos como o nosso, pertencem às nossas paróquias, vivem a Páscoa como um belo feriado de primavera, mas não conseguem dizer, com verdade, que Cristo ressuscitou. Consideram-se descrentes. E a sua dificuldade é importante, porque nos ajuda a perceber que realizar ritos, fazer celebrações e manter tradições sem saber porquê gera vazio, gera erosão interior, e acaba por nos levar a deixar tudo isso para trás.Por isso, a grande pergunta, hoje, é esta: eu acredito que Cristo ressuscitou? Não vale dizer: “Se eu tivesse vivido no tempo de Jesus, teria visto e acreditado”. Os primeiros discípulos também tiveram dificuldade. E o que viram? Viram o vazio, o sudário, as ligaduras. Não viram uma prova; viram indícios. O corpo podia ter sido roubado. Mas aquelas ligaduras enroladas já não eram precisas, porque aquele cadáver já não estava preso à morte. Esta é a leitura da fé.A primeira leitura dá-nos uma chave decisiva: Jesus de Nazaré passou fazendo o bem. Se quisermos procurar uma razão para Deus o ter ressuscitado, talvez a encontremos aí: ele passou fazendo o bem. Por isso, o lugar onde hoje podemos ver indícios da ressurreição é precisamente este: repetir o estilo de vida de Jesus.Cristo ressuscitado não é uma verdade que entra na cabeça apenas por lógica. Não é por uma acumulação de argumentos que alguém chega à fé pascal. Por cada argumento a favor, haverá sempre outro contra. Nós acreditamos verdadeiramente na ressurreição quando a tocamos, quando a experimentamos.Pensemos, por exemplo, em quando estamos zangados com alguém e optamos por retomar o diálogo, em vez de alimentar o silêncio e a distância. Ou quando damos do nosso tempo, da nossa atenção, dos nossos recursos, para acompanhar alguém que está só, alguém que precisa apenas de ser ouvido, mesmo que repita sempre as mesmas histórias. Quando fazemos isso, não precisamos que nos expliquem que fizemos bem. Sentimos por dentro uma paz, uma alegria, uma confirmação interior. Aí há um indício de vida nova.Eles correram ao sepulcro e encontraram-no vazio. Nós corremos, no nosso dia a dia, a lugares marcados pela morte, e, pela graça de Deus, podemos encontrar aí sinais de vida. Quando vivemos como Jesus, que passou fazendo o bem, percebemos que a morte já não tem a última palavra. E então a ressurreição deixa de ser uma fórmula abstrata: torna-se uma experiência concreta.Hoje temos o mesmo problema de Maria Madalena, de Pedro e do discípulo amado: alguma coisa aconteceu, e nós não sabemos explicar tudo. Procuramos provas e encontramos indícios. Mas esses indícios são suficientes para que, guiados pela graça, cresça em nós a convicção de que Cristo ressuscitou. E afirmar isso não é repetir uma doutrina de cor; é reconhecer, no concreto da vida, que onde parecia haver morte, Deus faz nascer a vida. E, ao levarmos vida aos outros, encontramos a vida em plenitude que vem de Cristo ressuscitado.
==============================================SUSCRIBETEhttps://wwaw.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2026“SUBLIME BELLEZA”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================25 de MarzoDe enemigos a amigosPero yo digo: Amen a sus enemigos y oren por quienes los persiguen (Mateo 5:44)."Ya sabes cuánto odiaba a Muhammad Ali, por haber perdido por su culpa en 1974".Con esas palabras George Foreman, exboxeador estadounidense bicampeón mundial de boxeo, peso pesado y medallista de oro en los Juegos Olímpicos, en su autobiografía cuenta de su amistad con Ali, elegido como "El deportista del siglo".Dos meses después de esta conversación, Foreman llamó a Muhammad y le contó acerca de su experiencia con Dios.-George, te voy a dar otra oportunidad para conquistar el título-le propuso Ali.-Gracias, Muhammad, no quiero otra oportunidad. Encontré algo mejor -respondió George-.Lo siento mucho, Muhammad, pero estoy colgando los guantes. Si un día me necesitas, estaré aquí.Poco tiempo después, Muhammad llamó a George y, a medida que se conocían más, fue surgiendo una amistad, y su gran ex enemigo hablaba con él casi todos los días. En las cartas que se escribían, firmaban, jugando el uno con el otro: "Con amor, Muhammad Ali" y "Con amor, George".Ali estaba impresionado con el cambio efectuado en George y le hacía preguntas difíciles acerca de la Biblia. Finalmente, reconoció que, para haber cambiado tanto, su amigo debía haber tenido un encuentro verdadero con Dios.En el estante de trofeos de George, hay una foto de la famosa lucha de los dos en África. George está derrumbado y Ali en pie, a su lado, mientras el árbitro se prepara para contar. Guardó esa foto de su derrota porque fue el momento que inició la búsqueda de George por Dios. Él aprendió a amar al hombre a quien tanto había odiado. Muhammad se convirtió en uno de sus mejores amigos.La Biblia no dice que es pecado tener enemigos. No siempre es posible considerar a todos como amigos, pero nos insta a amar a nuestros enemigos. La lógica bíblica es diferente a la nuestra; la manera de amar, según Dios, es diferente a la nuestra.Eso implica decir: "De acuerdo, alguien me hizo daño, y como un ser transformado por la gracia divina, aun cuando fui herida y no sienta amor por esa persona, puedo practicarlo con ella". El amor, según Dios, no es un sentimiento, sino que forma parte de los principios de su reino. Cuando lo practicamos, suceden muchas sorpresas. Sentimos alivio y una paz que excede a todo entendimiento; y, tal vez, como ocurrió con Foreman y Ali, pueda surgir una gran amistad.Que Dios te impresione a tener esa experiencia.
En este mensaje tratamos de manera anónima el caso que nos contó un hombre en las siguientes palabras: «Mi esposa y yo llevamos cuatro años de casados.... Durante los primeros años, todo fue felicidad y amor, pero luego empezaron a surgir dudas y desconfianza de parte de ella hacia mí... de que si he tenido relaciones con otra mujer.... Le he hablado con el corazón en la mano, y le he suplicado de rodillas que me crea.... »Ella es la mujer a quien amo, y siempre se lo he dicho... pero no entiende... sino que me dice que nos apresuramos a casarnos... a lo que yo vuelvo y le digo que lo que me interesa es el amor que siento por ella.... »Nunca dejaré de intentarlo todo para que volvamos a ser la hermosa pareja de antes. Por eso acudo a ustedes por este medio.» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimado amigo: »Sentimos mucho que esté pasando por esas dificultades en su relación matrimonial. Lamentablemente, muchos matrimonios pasan por ese tipo de conflicto e inestabilidad, así que usted, en definitiva, no es el único. Lo felicitamos por estar dispuesto a luchar por su matrimonio y por no darse por vencido, como sucede con muchas personas. »Queremos ayudarle, pero el problema es que no sabemos nada acerca de cómo usted y su esposa se tratan o se comunican mutuamente. Usted dice que quisiera que volvieran a ser “la hermosa pareja de antes”, pero nosotros no sabemos si ella cree, al igual que usted, que sus primeros años de casados fueron hermosos, o si, por el contrario, ella cree que su matrimonio tenía problemas desde el principio. »Usted también dice que su esposa duda de su fidelidad hacia ella. Para que ella piense eso, sin duda hay lapsos de tiempo en que no están juntos y ella no sabe dónde está usted. ¿Suele reunirse usted con amigos sin que su esposa lo esté acompañando? Cuando sale usted del trabajo, ¿va directamente a la casa o se detiene por el camino? ¿En qué ocasiones piensa ella que usted tiene tiempo para serle infiel? Usted bien pudiera ser totalmente inocente de todo lo que ella se ha imaginado, pero si ella no sabe dónde se encuentra usted, tiene más motivos para sospechar. »Debido a que usted dice que está dispuesto a hacer lo que sea para sacar adelante su matrimonio, le recomendamos que permita que su esposa rastree su teléfono o que lo revise periódicamente para que ella pueda saber dónde está usted en todo momento. Si usted no tiene nada que ocultar, entonces no debe tener ninguna objeción. »También le recomendamos que busque una organización que ofrezca consejería matrimonial, tal vez con grupos de parejas, o sólo para ustedes dos. Muchas iglesias relativamente grandes tienen grupos para parejas, así que ese sería un buen punto de partida. Una iglesia en donde hay verdaderos seguidores de Cristo también podría brindarle ayuda espiritual y ser de bendición. Jesucristo, el Hijo de Dios, se interesa en la vida y el matrimonio suyo, y Él puede mostrarle el camino y guiarlo si usted se lo permite. Le aconsejamos que busque ayuda aun si su esposa se niega a acompañarlo.» Con eso termina lo que recomienda Linda, mi esposa. Este caso y este consejo pueden leerse e imprimirse si se pulsa la pestaña en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego se busca el Caso 885. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net
En este mensaje tratamos el caso de un hombre que «descargó su conciencia» de manera anónima en nuestro sitio www.conciencia.net y nos autorizó a que lo citáramos, como sigue: «Conocí a una chica en una aplicación de citas por Internet. Ella es seis años menor que yo. Al principio, todo fue muy discreto. Sin embargo, en dos semanas nos volvimos muy íntimos.... »Un día, en una conversación casual, comenzó a contarme acerca de su pasado.... Algo dentro de mí [hizo sonar una alarma, así que] decidí investigar. Para mi mayor sorpresa, descubrí varias mentiras de ella.... Nunca he conocido a nadie tan mentiroso como ella.... Yo ni siquiera sabía que ella... tenía novio.... ¿Por qué aparecen en nuestra vida personas como ella?» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimado amigo: »Sentimos mucho que haya sufrido esa decepción, pero conste que tiene la buena fortuna de haber descubierto la verdad antes de que la relación siguiera progresando.... »Usted se decepcionó porque comenzó con una falsa suposición. Creía que las personas a quienes conociera por Internet serían tan honradas como usted, o que podría discernir cuáles no lo eran.... »Lamentablemente, esa no es la realidad. La Internet está repleta de quienes fingen ser alguien diferente de lo que son. Algunos son delincuentes profesionales, depredadores y estafadores. Otros, por su parte, simplemente aprovechan el anonimato para tener una segunda oportunidad o para un nuevo comienzo, ocultando con frecuencia relaciones presentes y pasadas, conducta ilegal y su verdadera motivación. »A fin de protegerse al navegar en la Internet, hay que suponer que todo el mundo está ocultando algo y fijarse la meta de descubrir qué es. En vez de esperar varias semanas para investigar a un conocido, hay que formarse el hábito de verificar los pormenores antes de cultivar la amistad. Si bien pudiera parecer severo y desconfiado, lo prudente es nunca bajar la guardia. »En cuanto a la intimidad que usted dice que tuvieron juntos, ojalá que no haya dejado en posesión de ella fotos que ella pueda vender o publicar. Será usted muy afortunado si no sufre más que la herida de su ego masculino a causa de ese error que cometió. »El engaño y la traición no son nada nuevo. En el siglo primero, el apóstol Pablo advirtió sobre esos peligros, y añadió que algunas personas incluso inventan nuevas maldades.1 ¡Él tenía razón! Con el desarrollo de la Internet en la vida diaria de gran parte del mundo, toda suerte de nuevas maldades se están ingeniando y practicando. »Para aprender más acerca de cómo mantener su seguridad en la Internet, lea el Caso 64 en www.conciencia.net. Y, tal como Jesucristo mismo nos enseñó que oremos, pídale a Dios que lo proteja de toda clase de maldad.»2 Con eso termina lo que Linda, mi esposa, recomienda en este caso. El caso completo puede leerse con sólo pulsar la pestaña en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego buscar el Caso 766. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Ro 1:30 2 Mt 6:13
En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Viri Ríos, analista política y columnista de Milenio y El País, habló sobre la percepción de inseguridad y la incidencia delictiva se han desacoplado en el sexenio de Sheinbaum.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este mensaje tratamos el siguiente caso de una mujer que «descargó su conciencia» de manera anónima en nuestro sitio www.conciencia.net, autorizándonos a que la citáramos: «Soy una mujer divorciada desde hace diez años. Me quedé con tres niñas, a las que crie con mucha dedicación y esfuerzo, llevándolas a la iglesia desde pequeñas.... »Hace tres años mi hija mayor se ganó una beca de estudios en una ciudad lejos de mí. La he apoyado en todo, y en su carrera le ha ido muy bien. Hace tres meses me escribió y me contó que tiene un enamorado. Pero ahora me dice que se va a vivir con su novio, a quien no conozco.... Eso me ha dejado consternada y tan angustiada que no sé qué hacer. Me gustaría su sabio consejo.» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimada amiga: »Sentimos mucho la situación en que se encuentra. Comprendemos la angustia que siente debido a que su hija no está viviendo conforme a las normas bíblicas y morales que usted le ha enseñado desde su niñez. »Cuando los jóvenes adultos dejan su hogar para asistir a la universidad, tienen la oportunidad de poner a prueba lo que se les ha enseñado en casa. Si tienen duda alguna acerca de Dios, o curiosidad acerca de otros estilos de vida, esos años universitarios les proveen un entorno en el que pueden explorar sus propias creencias y aprender acerca de las creencias de los demás. Nosotros, como padres, quisiéramos protegerlos y guiarlos, pero ellos bien pudieran rechazar nuestra protección y guía. »Cuando los hijos adultos se mudan del hogar mientras asisten a la universidad, los padres tienen que enfrentar el hecho de que sus hijos ahora pueden... vivir conforme a sus propias creencias. Los hijos adultos ya saben lo que creen sus padres, así que de nada les sirve a los padres tratar de convencerlos de que están tomando decisiones incorrectas. Los padres que insisten en confrontar a sus hijos adultos en cada oportunidad que se presenta, pueden causar que sus hijos dejen de tener contacto con ellos. »Sin embargo, los padres no tienen que aprobar o aceptar lo que hacen sus hijos adultos. Deben reconocer más bien que esos hijos tienen el derecho y el poder de tomar sus propias decisiones. Y deben hallar la manera de amar y apoyar a sus hijos a la vez que aceptan estar en desacuerdo. »Su hija es una joven adulta que está viviendo por su propia cuenta y tomando sus propias decisiones. Ya que no hay ninguna manera de que usted la obligue o manipule para que viva conforme a las normas suyas, le recomendamos que se enfoque en mantener una relación positiva con ella a pesar de no aprobar esas decisiones. »Jesucristo es nuestro modelo de cómo mostrar amor sin aprobar un comportamiento pecaminoso. Cuando Él anduvo en esta tierra, tuvo encuentros frecuentes con pecadores, ofreciéndoles su amor sin insistir en echarles en cara sus pecados. Usted puede hacer lo mismo.» Con eso termina lo que Linda, mi esposa, recomienda en este caso. El caso completo puede leerse con sólo pulsar la pestaña en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego buscar el Caso 881. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net
Dirigido y presentado por Rosa Vidal. Cada aparece cada vez con más frecuencia una misma idea: “no sé qué me pasa, pero algo no está bien” Sentimos algo así como estamos “perdidos o desconectados”. No hablamos necesariamente de una patología, ni de una crisis puntual. Hablamos de un estado emocional sostenido en el tiempo: apatía, desmotivación, pérdida de interés, dificultad para proyectarse hacia el futuro. Personas funcionales, responsables, que cumplen con sus obligaciones… pero que internamente se sienten desconectadas. Desde la psicología sabemos que cuando desaparece la ilusión no es por falta de capacidad, sino por un desgaste emocional acumulado. Expectativas no cumplidas, sobrecarga, duelos no elaborados, presión constante por rendir, por ser, por llegar. Todo eso va erosionando el deseo, la curiosidad y el sentido.
En este mensaje tratamos el siguiente caso de una mujer que «descargó su conciencia» de manera anónima en nuestro sitio www.conciencia.net, autorizándonos a que la citáramos: «Hace unos meses mi madre falleció, y no estoy segura si guardé luto por ella. Desde entonces he notado un gran cambio en mi personalidad.... Mi carácter y mi conducta han cambiado para mal al extremo de faltarle el respeto a mi familia.... Tengo miedo, tristeza y furia porque no sé cómo cambiar o deshacerme de esto que me ha hecho perder todo lo bueno que me enseñó mi mamá.» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimada amiga: »Sentimos mucho que haya perdido a su mamá. Usted no pensó que la iba a afectar como nos ha contado, así que está preocupada de que esos cambios pudieran ser permanentes. »En primer lugar, queremos asegurarle que es muy común sentir enojo después de la pérdida de un ser querido. También es común manifestar ese enojo hacia personas que la aman y que forman parte de su círculo íntimo.... »Es obvio que eso daña las relaciones que tiene con los demás, y es posible que su familia se sienta herida emocionalmente, o esté enojada a su vez con usted, o tanto lo uno como lo otro. Usted ama a su familia y no quiere herirla, y eso hace que se sienta aún más frustrada consigo misma. »Nada de esto quiere decir que haya olvidado las lecciones que le enseñó su mamá, ni que se haya convertido en la clase de persona que no quiere ser. Es más bien una etapa temporal en la que está procesando emocionalmente lo que significa vivir sin que su mamá forme parte de su vida. »Lo que más le ayudará es pedir disculpas con humildad y de todo corazón. ¿Debe usted pedir perdón repetidamente cada vez que se deja llevar por el enojo? ¡En definitiva, sí! »Si no lo ha hecho ya, hable con los miembros de su familia en algún momento en que no esté usted enojada. Una opción pudiera ser que les prepare una comida y les informe que tiene algo que decirles durante la cena. Muéstrese transparente, dando a conocer que siente vergüenza por la manera en que los ha tratado. Admita que ha estado desahogando la pena que siente mediante el enojo que les ha mostrado, y que quiere dejar de hacerlo. »Si ellos responden emocionalmente, deje que le describan cómo los ha afectado ese enojo. No se defienda, ni justifique su conducta ni presente excusas. Reconozca que lo que ellos sienten es válido y que usted es responsable por lo que ha dicho. »Cuando el apóstol Pedro le preguntó a Jesucristo cuántas veces debemos estar dispuestos a perdonar a alguien, Jesús le respondió dándole a entender que debemos estar dispuestos a perdonar innumerables veces.1 Esperamos que los miembros de la familia de usted estén dispuestos a perdonarla una y otra vez a medida que se vale de maneras más saludables de afrontar el enojo que siente.» Con eso termina lo que recomienda Linda, mi esposa. Este caso y este consejo pueden leerse e imprimirse si se pulsa la pestaña en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego se busca el Caso 760. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Mt 18:21-22
Juanlu González, conductor de mercancías, describe el impacto emocional y técnico tras los accidentes de Adamuz y Gélida y la suspensión de Rodalies en Cataluña
Lambda lambda lambda, Carol! Sentimos muito por, em todos esses anos, não oferecermos um NerdCast sobre Better Call Saul, mas cá estamos para tratar de PLURIBUS, a nova obra-prima do gênio Vince Gilligan! Neste episódio, junte-se à mente coletiva de Azaghal, Carlos Voltor, Katiucha Barcelos, Tucano, Eduardo Spohr e Leonel Caldela para descobrir: afinal, sua vida é SÓ sua? Daki Use o cupom JOVEMNERD para ter R$ 30 de desconto em pedidos a partir de R$ 100 (válido apenas para o primeiro pedido): https://jovemnerd.short.gy/Daki_SPOT_ND4 LuizaLabs Instagram LuizaLabs: https://jovemnerd.short.gy/Maglu_LabsND4 Blog do LuizaLabs: https://jovemnerd.short.gy/Maglu_LabsND4_blog Página de Carreiras: https://jovemnerd.short.gy/Maglu_LabsND4_Pc Nvidia Comece 2026 com um belo upgrade no seu PC: https://bit.ly/4jJOshW A Própria Carne Compre ou alugue o filme de terror do Jovem Nerd com desconto nas principais plataformas: https://linktr.ee/a_propria_carne CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
¿Después de Nochebuena se nota más la distancia en la pareja? En mitad de las fiestas, muchas personas sienten algo parecido: menos conexión, silencios incómodos, sensación de estar juntos, pero emocionalmente lejos. En este episodio hablamos de por qué la Navidad suele sacar a la luz lo que ya estaba pasando en la relación, cómo aparecen la distancia emocional, el cansancio y la soledad en pareja, y qué puedes hacer para que todo eso no se quede dentro mientras todavía quedan encuentros, planes y días intensos. Aquí vas a entender: • Por qué en Navidad aumentan las tensiones en la pareja • Qué hay detrás de la distancia emocional después de Nochebuena • Cómo influyen los límites que no pusimos y lo que nos callamos • Por qué puedes sentirte solo/a estando en pareja • Y cómo empezar a reencontraros sin reproches ni discusiones Este episodio no busca culpar ni señalar, sino ayudarte a entender qué os ha pasado como pareja y abrir conversaciones que acerquen en lugar de alejar. Si sientes que vuestra relación necesita claridad, acompañamiento o un espacio para hablar con calma, puedes reservar una consulta gratuita aquí: 👉 https://emocioteca.com/contacto/ No hace falta estar en crisis para pedir ayuda. 📺 Este episodio también está disponible en versión completa en YouTube, dentro del canal Emocioteca. 🎧 Y si prefieres escucharlo en audio, estás en el podcast Cómo resolver tus problemas de pareja. 💜 Si este episodio te ha ayudado, dale a me gusta, compártelo o deja un comentario. Así ayudas a que llegue a más personas que lo pueden necesitar. Palabras clave trabajadas: distancia en la pareja, problemas de pareja en Navidad, distancia emocional después de Nochebuena, sentirse solo en pareja, tensiones en la pareja, límites en la pareja, cómo mejorar la relación de pareja Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Un reciente estudio explica el porque solemos tener las manos y los pies frios, cual es la causa y tambien como podemos remediarlo. El Cerebro tiene mucho que ver en ello.
Selevramos Januka en el Kalendario Evreo, la fiesta de las luminarias ke selevramos del 14 al 22 de Diciembre. La festividad de Januka es una fiesta onde rekodramos el milagro ke akontesió en esta data, te kontamos la istoria de la festividad, su signifikado kon palavras del Rab Moshé Bendahán. Una fiesta onde asendemos las kandelikas de la janukía, el kandelavro de mueve brasos, fiesta alegre onde la múzika, las dulsurias i la lus adornan la morada. La janukia deve de meterse al lado de la ventana, no soltanto rekodramos el milagro de la reushitá de los makavim kontra los gregos, indemás la fuersa de la lus ante la eskuridad. El milagro del azete ke se topó en le Templo dempués de ser invadido por los gregos i sus dioses ídolos, la janukia reprezenta ke el Dió nunka deshó el Sagrado Templo i ke el frasko del azete ke soltanto podía fraguar el Koen Gadol (Sumo Saserdote del Templo) ke se topó en el Templo deshó asendida la Menorá (Kandelavro)por el tiempo de 8 días kuando soltanto alkanzava para un día. Sentimos el kante kontemporáneo de Januka de la autoría i en la boz de Flory Jagoda "Hanuka".Escuchar audio
En este mensaje tratamos el siguiente caso de una mujer que «descargó su conciencia» de manera anónima en nuestro sitio www.conciencia.net, autorizándonos a que la citáramos: «Tuve un noviazgo con un hombre que no es seguidor de Cristo. Hace tres años terminé con esa relación. Sin embargo, me ha amenazado con destruirme, haciéndome daño a mí y a mi familia. Me controla, me llama. Dice que acabará conmigo. Yo le tengo miedo y no encuentro la manera de que me deje en paz. Me siento atemorizada porque él tiene varias personalidades. Necesito ayuda.» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimada amiga: »¡Sentimos mucho lo que ha estado sufriendo! Comprendemos perfectamente por qué se siente atemorizada. Le rogamos que actúe de inmediato. »Debido a que usted sostuvo un noviazgo con ese hombre, su caso puede considerarse violencia doméstica. En el pasado, las autoridades toleraban cierto grado de abuso en relaciones como la suya. Pero la mayoría de los países están ahora tratando este asunto con más seriedad. Muchos de esos países han aprobado nuevas leyes y están haciendo que se cumplan como resultado de la presión internacional ejercida por tratados mundiales y por organizaciones defensoras de los derechos humanos. »Gracias a Dios, todos los países cuyo idioma oficial es el español han adoptado una orden legal de alejamiento o de protección que declararía culpable de delito a este hombre si continúa teniendo contacto con usted. Si bien comprendemos que puede haber corrupción en el sistema judicial de algunos países, por lo que se desconfía de las autoridades, le recomendamos que investigue el procedimiento a seguir para solicitar tal orden de protección en el país donde usted vive. Puede ser en la estación de policía o en la comisaría de familia. No se necesita un abogado y casi nunca se cobra por ese servicio. En algunos países hay trabajadores sociales dispuestos para ayudarla y orientarla en los próximos pasos para conseguir protección.... ¡Así que no dude en iniciar el proceso legal! ¡Hágalo hoy mismo!... »Nuestro Padre celestial la ama y a Él le importa lo que usted está sufriendo. Pídale que le dé sabiduría divina para poder evitar a ese hombre y sus intentos de contactarla. Cuando se sienta atemorizada, recuerde que el temor es en realidad una emoción que Dios nos ha dado para saber cuándo debemos protegernos. »El rey David, que escribió la mayoría de los Salmos en la Biblia, tuvo temor cuando lo estaban persiguiendo los filisteos, así que elevó esta oración: “Ten piedad de mí, oh Dios, pues hay gente que me persigue. Todo el día me atacan mis opresores.... Cuando siento miedo, pongo en ti mi confianza”».1 Con eso termina lo que Linda, mi esposa, recomienda en este caso. El caso completo se puede leer si se pulsa la pestaña en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego se busca el Caso 873. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Sal 56:1,3
Boris Gurman, de 69 años, se lanzó directamente hacia el peligro y le arrebató una de las armas del atacante, relató un testigo.
Hola, amigos! Cómo están? Cada nuevo episodio últimamente viene siendo un regreso después de mucho tiempo... Creo que eso está cerca de cambiar, pero no puedo prometer nada. Mientras tanto, disfruten de esta tremenda pieza que tiene, para mí, una poderosísima manera de mostrar algo con lo que todos podemos identificarnos: la pasión. Sentimos pasión cuando hacemos las cosas que nos gustan y a veces es tan difícil de explicar ese sentimiento (e inútil, realmente). Cuando les leo, siento aquello que describe Sócrates en el diálogo. Atención: es un diálogo, por lo que van a tener que estar atentos para saber quién habla. Los interlocutores son dos: Sócrates y Ion. El que habla mucho, pregunta y explica es Sócrates, jaja. Se van a dar cuenta. Si no siempre está bueno escuchar el audiolibro con el texto a la vista, aunque sé que muchas veces no es posible. Y bueno, como siempre les digo, si quieren colaborar pueden hacerlo a través de Cafecito.app/viatrice, transfiriendo el monto que quieran al alias "viatrice" o por paypal.me/viatriceaudiolibros. Gracias a quienes estuvieron presentes aunque yo no lo haya estado tanto!! PD: A Roma se le ocurrió gritar específicamente en los fragmentos homéricos. ¿Me querrá decir algo? ¿Se viene el audiolibro de la Ilíada? jajaja
Únase a nuestra anfitriona Solange Echeverria junta a invitados especiales y expertos que compartirán información y recursos en el condado de Marín. Sintonice la transmisión en vivo de Cuerpo Corazón Comunidad, un programa de entrevistas en español que ofrece recursos, información, y soluciones sobre salud y seguridad. Todos los miércoles a las 11 am. En vivo por Facebook https://www.facebook.com/cuerpocorazoncomunidad, en YouTube, y en la radio a KBBF 89.1 FM y KWMR 90.5 FM, y como podcast en Spotify. También síganos en nuestra cuenta de TikTok. El programa se retransmite en Marin TV canal 26 en varias fechas. Tema de la semana: Depresión estacional: por qué nos sentimos más tristes en inviernoInvitadas:Juanita F. Zúñiga, PsyD., Psicóloga clínica bilingüe, Servicios de recuperación y salud conductual del condado de Marín (BHRS) Claudia Portugal, Interna predoctoral con el programa de salud mental y recuperacion del Condado de MarinMarisol Camacho-Ramirez, Interna predoctoral con el programa de salud mental y recuperacion del Condado de Marin►Escuche o vea los programas anteriores en Website: http://www.cuerpocorazoncomunidad.org/ Facebook: https://www.facebook.com/cuerpocorazoncomunidad YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCdOpLdVlWQWQUVHnYLFCwWA Spotify: (https://open.spotify.com/show/2TjYutchA23Uzqdy1DgKR0?si=d186b5f151d2489c) TikTok: CuerpoCorazonComunidad ►Visite nuestra página del Centro Multicultural de Marin para obtener recursos e información: http://multiculturalmarin.org/
https://vespublicidad.com/estacion-gng-primer-finalista-de-honor-en-los-premios-ivoox-2025/ En Vespublicidad celebramos un hito que trasciende el mundo digital: el merecido segundo puesto (como primer finalista) del podcast Estación GNG, creado por el inconfundible Guillermo Nieto. Este logro en los Premios iVoox 2025 no es solo un reconocimiento a la calidad, sino la confirmación del profundo impacto que su mensaje de paz y música genera en su audiencia. Trayectoria de Éxito: El Viaje de Estación GNG El podcast Estación GNG ha demostrado una trayectoria de excelencia, consolidándose en iVoox, la plataforma de audio a la carta líder en español. Ser elegido como uno de los finalistas de honor es un testimonio de la fidelidad de sus oyentes y de la resonancia de su contenido entre miles de programas de todo el espectro hispano. Este galardón no se gana solo con clics; se consigue con constancia, calidad emocional y una conexión genuina con la comunidad. Estación GNG ha logrado ese equilibrio, pasando de ser un programa de radio y podcast de ámbito comarcal a una voz de alcance global. El Significado de la Victoria Haber llegado a esta etapa final es especialmente significativo porque los Premios iVoox son decididos por la audiencia hispanohablante, lo que subraya que el mensaje de Guillermo Nieto ha traspasado fronteras y ha tocado el corazón de miles de personas. Es un triunfo del humanismo, la sensibilidad y el poder curativo de la música. Guillermo Nieto: La Esencia de «Paz y Música» Guillermo Nieto no es solo un locutor; es un comunicador de alma que utiliza la música como su vehículo fundamental. Su filosofía personal es el motor que impulsa cada emisión y la razón por la que Estación GNG ha llegado tan lejos. Desde su propia voz, Guillermo nos comparte la misión de su trabajo: «Me gusta la música. La música es una ilusión que me lleva y me trae. Me vuelve niño antes de envejecer y cada mañana me pongo ante el micrófono sabiendo que vuelvo a ser niño por unos minutos. Este programa de radio lo hago pensando en los buenos seres humanos que viven amando, pero especialmente lo hago pensando en aquéllos menos amados por los demás. Los que sufren la incomprensión, los refugiados de guerra, los que viven rodeados de violencia, los que padecen enfermedades, los que tienen el alma herida, los que han perdido la esperanza…» El objetivo de Guillermo, y el espíritu que la audiencia premia, es claro: llevar una sonrisa, aunque sea por un instante, a través de la música. Su vibrante grito de «¡Paz y música!» se ha convertido en un lema de esperanza. De Garrucha al Mundo Desde el equipo de Vespublicidad, aplaudimos a Guillermo Nieto. Este reconocimiento no solo honra su dedicación, sino que también pone a Garrucha y Almería en el mapa del podcasting de élite internacional. Su segundo puesto es una medalla al esfuerzo, la autenticidad y el compromiso social que irradia en cada audio. ¡Enhorabuena a Guillermo Nieto y a Estación GNG por demostrar que la pasión y el corazón son las mejores herramientas de difusión!
¿Te ha pasado que una emoción te desborda y no sabes cómo volver a tu centro? En este episodio te comparto herramientas sencillas, prácticas y muy cotidianas para acompañarte mejor emocionalmente, en lugar de dejar que lo que sientes te controle.Inspirada en el libro Shift del Dr. Ethan Kross, exploramos cómo pequeños ajustes como la música que escuchas, la luz que te rodea, los aromas, los espacios físicos en los que habitas e incluso tu atención, pueden convertirse en grandes aliados para regular tus emociones.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2025“HOY ES TENDENCIA”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================15 de NoviembreLos beneficios de dar«Teniendo presente aquella máxima de Jesús, el Señor:"Más dicha trae el dar que el recibir"». Hechos 20: 35, BPHEn 1776, el teólogo alemán J. G. Körner acuñó una nueva palabra para referirse a las declaraciones atribuidas a Jesús que no se encuentran en los cuatro Evangelios. Dicha palabra fue agrapha. El mejor ejemplo de una agrapha es justo el versículo de hoy. Pablo señala que Jesús dijo que: «Más dicha trae el dar que el recibir». Los cristianos a menudo citamos esta declaración para motivar a la generosidad, pero ¿de verdad me trae más dicha dar que recibir? A simple vista la respuesta es «no». Después de todo, ¿a quién no le gusta recibir regalos? Sin embargo, las investigaciones en el campo de la psicología le dan la razón al Maestro.Un estudio realizado por Jordan Grafman reveló que los centros de placer del cerebro muestran el mismo nivel de actividad cuando vemos a alguien donar dinero que cuando recibimos dinero nosotros mismos. De hecho, «dar dinero a otros aumenta la sensación de bienestar mucho más que cuando gastamos el dinero en nosotros mismos».* Elizabeth Dunn, de la Universidad de British Columbia, realizó un experimento en el que los participantes recibieron una suma de dinero. A la mitad se le dijo que gastara el dinero en ellos mismos; mientras que a la otra mitad se le dijo que gastara el dinero en otros. Al final del estudio, los participantes que gastaron el dinero en otros se sentían mucho más felices que los que usaron el dinero para su beneficio propio. Otros estudios revelan que dar aumenta la felicidad independientemente de la edad, el país de procedencia o la situación económica del que da.Sentimos placer y felicidad al dar porque fuimos creados a imagen y semejanza de Dios (ver Génesis 1: 26), por eso que tenemos el potencial de ser tan generosos como Aquel que «abre generosamente su mano y sacia a todo ser viviente» (ver Salmos 145: 16, BPH). No importa cuánto dinero tengamos, sino lo que hagamos con él. Como bien dijo Russell James: «Al final, la ciencia del cerebro parece mostrarnos que dar dinero para beneficiar a otros es, después de todo, una cuestión de corazón».
Hebreos 13:14
Selevrasión del Día del Ladino en el Hemiciclo de la Faculta de Letras de la Universidad de Murcia. Komo kada anyada se selevra muestra lingua en la Universidad de Murcia, pionera en esta selevrasión desde munchas anyadas atrás.Sentimos palavras de la Profesora Juana Castaño, Directora del Área de Filología Románica i Profesora de la Facultad de Letras de la Universidad de Murcia, Organizadora de este importante día, indemás kolavoradora desde aze munchas anyadas en muestros programas ofresiendo su kultura, investigasiones i saver ansí komo partajando kon los elevos de la Universidad temas de kultura sefardí, muy interesados en este proyekto de "lingua muestra". Esta anyada se ofrese a los elevos la konferensia "La voz de las mujeres sefardíes: un recorrido de la oralidad a la escritura", de la Profesora Paloma Díaz-Mas, ke es ansimezmo Filóloga i Eskritora sovre la boz de las musheres sefardim. Kurunamos el programa kon el kante kontemporáneo d'amor a Sefarad "Las Yaves de Sefarad", autoría i interpretasión Viviana Rajel Barnatán.Escuchar audio
La imagen corporal es la percepción que una persona tiene de su propio cuerpo, incluyendo cómo se ve y cómo se siente en relación con su apariencia física. Esta percepción puede influir en muchos aspectos de la persona particularmente en su vida sexual. En este podcast de El Expresso de las 10 hablamos de la imagen corporal y sus implicaciones en la vida sexual y de pareja con la orientación de la psicoterapeuta corporal y sexóloga Elba García Sandoval, quien nos brinda recomendaciones para reconocer, aceptar y disfrutar de nuestro cuerpo.
Sentimos mucha energía y ganas cuando empezamos una agenda o nos apuntamos al gimnasio, pero a la que empezamos a hacer la tarea, toda esa emoción va perdiendo fuerza y la dejamos a medias... No es que seas la persona menos productiva del mundo y que lo hagas todo mal, es que ¡Nuestro cerebro está configurado así! Hoy hablamos del dopamine loop, de por qué somos casi adictos a la sensación de empezar cosas, y tips para ir mejorando y ser capaz de vencer esas ganas de dejar a medias otro proyecto. Como siempre gracias por estar aquí :) Nos vemos en insta y tiktok @laiascastel
En este mensaje tratamos el siguiente caso de una mujer que «descargó su conciencia» de manera anónima en nuestro sitio www.conciencia.net, autorizándonos a que la citáramos: «Tengo dieciocho años de casada. Lo que motivó el matrimonio fue un embarazo. Yo tenía veinticinco años. »Durante los primeros cuatro años, mi marido salía de fiesta los fines de semana y llegaba tarde y con tragos de más. Él ha sido muy irresponsable en lo económico. Es una persona grosera. Me trata con malas palabras y me dice gorda, fea.... Siento que estoy llevando una carga y que ya no lo quiero. »Estoy buscando a Dios y visitando una iglesia cristiana, pero mi esposo no quiere asistir. Espero un consejo.» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimada amiga: »Sentimos mucho que su esposo la haya tratado de tal manera que usted sienta que está llevando una carga pesada. Los insultos de él la han debilitado, haciendo que esa carga sea aún más pesada. Así que no es de extrañarse que usted ya no sienta el amor que tuvo por él. »La razón que usted aduce para haberse casado con su esposo da a entender que no lo habría elegido a él si no hubiera quedado embarazada. Lamentablemente, eso es lo que suele ocurrir cuando se concibe a un bebé antes de que la pareja se case. El embarazo da como resultado un matrimonio que no está basado en amor y respeto mutuos. Por supuesto, esa es una opción muchísimo mejor que la de matar al bebé mediante el aborto, pero un matrimonio desigual conduce, por lo general, a décadas de infelicidad. A eso se debe que aboguemos con firmeza por abstenerse de la intimidad sexual hasta después de la boda. »Como obviamente no puede volver atrás y cambiar lo sucedido ni las decisiones que tomó, es hora de que piense en lo que más les conviene a su hijo y a usted. »Nosotros no sólo creemos que el asistir a una iglesia cristiana, tal como ha estado haciendo, es un paso positivo, sino también le recomendamos que asista a clases especiales sólo para mujeres, así como a los grupos pequeños de estudio bíblico. Sin embargo, tenga presente que no todo el que asiste a una iglesia cristiana es un seguidor de Cristo, y que no todo seguidor de Cristo ha estudiado la Biblia lo suficiente como para darle buenos consejos.... »Si usted es seguidora de Cristo y comienza a obedecer sus enseñanzas, puede pedirle sabiduría en cuanto a cómo obtener ayuda para su matrimonio, y pedirle que le dé discernimiento, que es la capacidad de percibir si una persona es lo que parece ser. Él puede ayudarle a encontrar recursos disponibles donde usted vive, pero también le recomendamos que busque consejería profesional. »Además, como seguidora de Cristo, cuando comience a poner en práctica las enseñanzas de Él, usted se convierte en una nueva persona. Cuanto más su esposo la vea como esa nueva persona, más se interesará en conocer lo que ha producido ese cambio en su vida.»1 Con eso termina lo que Linda, mi esposa, recomienda en este caso. El caso completo puede leerse con sólo pulsar la pestaña en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego buscar el Caso 862. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 2Co 5:17; 1Co 7:12-16; 1P 2:12
Con el reconocimiento del Estado Palestino por Francia, Bélgica, Canadá y otros países, una de las preguntas cruciales es si un Estado palestino es viable con un territorio separado entre Gaza y Cisjordania. También si es viable una Cisjordania fragmentada entre asentamientos ilegales de colonos israelíes y una plétora de puestos de control que seccionan ese posible Estado. Reportaje del enviado especial de RFI a Cisjordania, Hugo Passarello Luna. Con más de 5.500 km², Cisjordania, ocupada ilegalmente por Israel según el derecho internacional, alberga a unos tres millones de palestinos en pueblos y ciudades dispersos en un territorio fragmentado. En algunas zonas, la población queda en una suerte de limbo. Es el caso de Kufur Aqab, localidad que pertenece a la municipalidad de Jerusalén —administrada por Israel—, pero que está separada de la ciudad por un muro y un puesto de control a menudo saturado. Esto crea una situación en la que los habitantes pagan impuestos, pero no reciben servicios. "Vivimos en una situación de abandono y marginación tanto por parte del municipio como del gobierno. Sufrimos mucho", afirma Raed Abdallah, de 53 años, nacido en Kufur Aqab y dueño de un negocio de materiales de construcción a pocos minutos del muro que lo separa de Jerusalén. Larga espera para ser atendido en un hospital de Jerusalén "No hay atención ni organización en las calles. La basura no se recoge adecuadamente. No hay alumbrado ni estacionamiento público. No hay ningún parque para niños. Sentimos que vivimos en un área aislada y marginada de Jerusalén. Cuando vamos allá, esperamos muchas horas para pasar por el puesto de control de Qalandiya. Esto genera presión psicológica, depresión. Por ejemplo, si quiero ir a un hospital de Jerusalén para recibir tratamiento médico, debo esperar muchas horas", explica Abdallah. Abou Ashraf, de 76 años, residente de la zona, intenta organizar a los vecinos en un territorio sin autoridad ni ley: "No hemos visto policías desde 2001. Ya son 24 años sin policías en la zona. Resolvemos nuestros problemas entre nosotros cuando hay peleas o conflictos. Traemos a los mayores de cada familia, nos sentamos y resolvemos el problema para hacer las paces, porque aquí no hay ley. En esta zona, si buscas gente que venda drogas, la hay. Si buscas gente que ejerza la prostitución, la hay. Tenemos de todo porque no vemos policías aquí. Nunca, jamás". En ausencia de autoridad, es difícil calcular cuántas personas viven en Kufur Aqab; las estimaciones varían entre 60.000 y 100.000, hacinadas en edificios construidos sin regulación. La mayoría no se marcha para no abandonar su identidad. "Estamos muy molestos de estar atrapados entre ambos lados. Pero, para preservar nuestra identidad palestina y jerosolimitana, estamos obligados a permanecer en nuestras casas de Jerusalén. Debemos mantener nuestra identidad", sostiene Raed Abdallah. Una identidad que busca afirmarse en una Cisjordania atravesada, además, por más de 800 obstáculos a la libre circulación —puestos de control, rutas bloqueadas y barreras en las carreteras—, según datos de la ONU.
En este mensaje tratamos el siguiente caso de una mujer que «descargó su conciencia» de manera anónima en nuestro sitio www.conciencia.net, autorizándonos a que la citáramos: «Tengo un hermano a quien su esposa abandonó por maltrato físico y psicológico.... Ahora vive con otra mujer.... Él es machista y manipulador.... »Actualmente vivo en la casa de mis padres con él. Toda la vida él me ha maltratado verbalmente.... La última vez me agredió físicamente. He optado por mantenerlo siempre a distancia.... [Para mí es muy difícil] que él viva bajo el mismo techo, y por esa razón quiero irme muy pronto de casa, [aunque signifique] que debo dejar de cuidar a mi madre. No lo soporto.... ¿Será que no lo he perdonado?» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimada amiga: »Sentimos mucho lo que ha estado sufriendo. Ha sido herida emocional y físicamente por su hermano, y tiene pocas esperanzas de que él intente cambiar su actitud y su conducta. Vivir bajo el mismo techo está impidiendo que usted tenga paz en su propio hogar. Usted no lo menciona, pero sería normal que también hubiera sentido ansiedad en cuanto a lo que su hermano hará la próxima vez. »Creemos que es una buena idea que se mude de esa casa. Tal vez pueda elaborar un horario para visitar y ayudar a su mamá cuando su hermano no se encuentre, de modo que no tenga que lidiar con él. »Es obvio que usted reconoce que el no perdonarlo le haría más daño a usted que a él. Así que se pregunta si el deseo que tiene de alejarse de su hermano es señal de que no lo ha perdonado, a pesar de haberlo intentado. ¿Cree usted que el perdón genuino hubiera hecho que el comportamiento de su hermano fuera más tolerable? Si usted de veras lo hubiera perdonado, ¿cree que consentiría entonces con que él la maltratara? ¡No, claro que no! Perdonar sinceramente a una persona no significa que pudiera llegar a gustarle o a tolerar su comportamiento. Perdonar a su hermano no requiere que mantenga una relación con él. »Consideremos lo que enseñó el apóstol Pablo. Algunas de las enseñanzas de San Pablo se encuentran en las cartas que él le escribió a su discípulo Timoteo. Dos de esas cartas forman parte de la Biblia. En la segunda carta, Pablo le advirtió a Timoteo que se cuidara de un hombre llamado Alejandro. Al parecer, Alejandro había perjudicado de alguna manera a Pablo, y Pablo estaba preocupado de que Alejandro trataría también de perjudicar a Timoteo. Así que Pablo le advirtió a Timoteo que tuviera cuidado y que se protegiera de Alejandro.1 »San Pablo no dijo nada en cuanto a perdonar a Alejandro porque ese asunto no tenía nada que ver. Simplemente le advirtió a Timoteo que se alejara del peligro. »Eso mismo le aconsejamos a usted. Para su propia protección y seguridad, le recomendamos que haga todo lo que pueda para mantenerse alejada de su hermano.» Con eso termina lo que recomienda Linda, mi esposa. Este caso y este consejo pueden leerse e imprimirse si se pulsa la pestaña en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego se busca el Caso 735. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 2Ti 4:15
En este mensaje tratamos el caso de un hombre que «descargó su conciencia» de manera anónima en nuestro sitio www.conciencia.net y nos autorizó a que lo citáramos, como sigue: «Hace dos años me casé. Estamos en un proceso de separación. Mi esposa me dijo que me dejaba por la situación económica. Me aclaró que me amaba, pero sólo en tiempos buenos en que hubiera dinero. Ella insiste en el divorcio. ¿Qué puedo hacer?» Este es el consejo que le dio mi esposa: «Estimado amigo: »Sentimos mucho que su matrimonio se esté disolviendo. Sin embargo, lo que nos cuenta suscita más preguntas que respuestas. »Si bien usted sostiene que ella quiere irse debido a su situación económica, no dice por qué su situación es peor que antes. Ella le dijo que lo amaba cuando había dinero. ¿A qué se debió, entonces, que se acabara el dinero o dejara de haberlo? ¿Perdió uno de los dos su empleo? ¿Está uno de los dos demasiado enfermo para trabajar? ¿Ha estado alguno gastando dinero sin prudencia? ¿Han tenido que saldar deudas del pasado? ¿Acaso uno de los dos es adicto al juego? »Sus respuestas a esas preguntas tal vez no tengan nada que ver con la razón por la que su esposa quiere el divorcio, y sin embargo, por otra parte, es posible que aclaren sus verdaderos móviles. Como usted no ofrece ninguna otra explicación, parece que cree que a su esposa le importa más el dinero que cualquier otra cosa. ¿Es esa la clase de mujer con la que usted pensó que se estaba casando, o piensa más bien que ella ha cambiado en apenas dos años? »Nosotros no lo conocemos a usted ni conocemos a su esposa, pero nos parece que hay aspectos de su caso que no nos está contando. A pesar de eso, usted quiere que le digamos lo que puede hacer, y sí tenemos algunas sugerencias. »Sus opciones legales dependen del país en que vive. Si su país exige que las dos partes consientan para poder divorciarse, entonces no consienta sino hasta que usted y su esposa hayan acudido a la consejería o a la conciliación. Un consejero o mediador puede ayudarles a los dos a que aprendan a manejar un presupuesto de sus ingresos con mayor eficiencia y a resolver sus diferencias de un modo más positivo. Es posible que el sistema judicial de su país ofrezca servicios de conciliación gratuitos o a un costo reducido. »Para salvar su matrimonio, ambos van a tener que empeñarse en lograrlo. Le recomendamos que se esfuerce ahora, incluso mientras ella sigue convencida de la ruptura del matrimonio, porque si usted no está dispuesto a hacer su parte primero, entonces es probable que ella nunca se disponga a hacer la suya. »La mejor manera de tener la sabiduría para determinar qué hacer es consultar a Dios, nuestro Padre celestial. Él sabe precisamente los pasos que usted debe dar. Santiago el apóstol enseñó: “Si a alguno de ustedes le falta sabiduría, pídasela a Dios, y él se la dará, pues Dios da a todos generosamente sin menospreciar a nadie.”1 Eso quiere decir que cuando usted le pida a Dios sinceramente que tome control de su vida, que perdone sus pecados y que le dé sabiduría, Él lo hará.» Con eso termina lo que recomienda Linda, mi esposa. Este caso y este consejo pueden leerse e imprimirse si se pulsa la pestaña en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego se busca el Caso 734. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Stg 1:5