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Convidado
Estreito de Ormuz:"propostas de paz são compassos de espera antes de confronto a breve trecho"

Convidado

Play Episode Listen Later May 4, 2026 21:42


No fim-de-semana, o Irão apresentou um plano de paz em 14 pontos aos Estados Unidos. Neste documento, Teerão torna a fazer propostas já anteriormente rejeitadas por Washington, nomeadamente que os Estados Unidos se retirem do Golfo, que se levantem as sanções internacionais, que sejam pagas compensações de guerra e que um acordo de paz abranja o Líbano, actualmente sob fogo israelita, apesar de oficialmente vigorar uma trégua desde meados do mês passado. Todavia, antes mesmo de se debruçar sobre este documento, Donald Trump considerou que era pouco provável que respondesse às suas expectativas, o Presidente americano acabando por anunciar que o seu país passaria, a partir desta segunda-feira, a escoltar as centenas de navios comerciais que se encontram no Estreito de Ormuz. De acordo com o comando militar americano na região, esta operação denominada "Project Freedom" - "Projecto Liberdade", mobiliza 15 mil militares, mais de 100 aeronaves terrestres e marítimas, bem como navios de guerra e drones. O Irão que ainda hoje apelou os Estados Unidos para que "adoptem uma abordagem razoável" e "abandonem as exigências excessivas", proibiu hoje as forças americanas de se aproximarem do estreito de Ormuz, recomendando igualmente a todos os navios comerciais e petroleiros que evitem qualquer movimentação no sector sem se coordenarem com as forças iranianas. Trump, contudo, avisou que em caso de obstáculo à sua operação que descreve como um "gesto humanitário", ele "teria recurso à força". Num contexto em que se multiplicam os apelos a uma solução concertada, perante o risco de um reacender das hostilidades depois de menos de um mês de trégua, a RFI falou com o Major General Carlos Branco. RFI: Como se apresenta actualmente o panorama no Estreito de Ormuz? Major General Carlos Branco: Há duas questões. Começando pela proposta de acordo submetida ao mediador paquistanês, para depois ser apresentada aos Estados Unidos, essa proposta em 14 pontos não apresenta nada de inovador. Do lado iraniano, não há nenhuma cedência relativamente a qualquer das linhas vermelhas que os iranianos já tinham definido. Portanto, as propostas do lado iraniano não só não representam uma cedência, como não agradaram, naturalmente, ao Presidente Donald Trump. E isso coloca-se a vários níveis. Um deles tem a ver com o desbloqueamento do estreito. E o outro tem a ver com a negociação do pacote nuclear, onde os iranianos não fizeram cedências pura e simplesmente. Consideram que, para já, não deve ser discutido, porque haverá outros pontos na agenda que merecem ser tratados antes de discutir o problema do acordo nuclear. Agora, relativamente à resposta norte-americana sobre a escolta dos navios. Tudo isto depende do dispositivo naval que o presidente Trump colocar na região. Se mantiver o actual dispositivo, podemos dizer que será um saco com muitos furos que vai deixar passar muitas embarcações, que é aliás, o que tem acontecido até agora. Há de facto algumas embarcações que são interceptadas por parte dos navios norte-americanos. Mas a esmagadora maioria não é. E não é Porquê? Por um lado, porque os navios são poucos para uma área muito grande. E, por outro lado, porque muito desse trânsito marítimo se faz relativamente próximo da costa iraniana. E ao deslocarem-se nesta zona, acabam por estar protegidos pelo sistema balístico iraniano. O que significa que os navios norte-americanos não se conseguem aproximar da costa porque se eles se aproximam da costa, acabam por estar dentro do alcance dos mísseis antinavios iranianos. E, portanto, até este momento, não temos assistido a navios norte-americanos a assumirem esse risco. RFI: Neste domingo, o Irão desafiou, de certa forma, os Estados Unidos, dizendo que Trump deveria escolher entre um "mau acordo" ou então uma "operação militar impossível". Estava a referir-se ao facto de Donald Trump não poder ir além dos 60 dias de conflito sem consultar o Congresso? Major General Carlos Branco: Sim, há essa limitação que Trump, de uma forma expedita, está a procurar contornar e então auto-suspende as operações durante dois ou três dias, para depois recomeçar as operações e, portanto, procurar evitar esse impedimento legal do Congresso. Mas isso é um problema que Trump e os norte-americanos terão que resolver. Para já, o que me parece importante debater, são as opções que estão à frente dos nossos olhos. E, em primeiro lugar, temos aqui uma oposição, por um lado, dos israelitas que querem avançar quanto antes para uma operação militar. Por outro lado, os Estados Unidos que colocam algumas interrogações sobre isso. E a questão é sempre a mesma e é o tema que temos discutido desde o início destes combates: o que é que se pretende atingir com uma operação militar contra o regime iraniano? Seria uma mudança de regime, a substituição do regime dos ayatollahs por um outro regime que nós não conseguimos identificar. O que nesta altura poderia ser uma alternativa, a alternativa monárquica (Reza Pahlavi, herdeiro do trono iraniano, actualmente no exílio), não reúne consenso, nem do lado iraniano, nem do próprio lado norte-americano. Portanto, aqui temos uma questão que não foi resolvida e, deste modo, pode-se dizer que é uma derrota dos Estados Unidos, porque um dos objectivos de uma operação militar é subordinar o oponente à nossa vontade. E o que é um facto, é que não foi isso que aconteceu. Eu tenho muitas dúvidas que uma operação militar contra o Irão vá alterar esta situação. Temos, no entanto, que ver a oportunidade, do ponto de vista norte-americano. É claro para os Estados Unidos que este confronto está-lhes a sair muito caro. Quando eu digo caro, não é só do ponto de vista económico, mas também do ponto de vista político. E há uma vontade do Presidente norte-americano de terminar com isto. E uma das soluções, soluções à Trump, é daquelas do expediente do último minuto, que é "bom, nós vamos fazer uma operação militar, destruímos uma série de instalações, vamos obliterá-las. Aliás, obliteramos várias vezes. Portanto, tivemos várias vitórias. Mas essas vitórias, pois, obrigam sempre a que se continuem os combates. Vamos embora e declaro vitória e a minha imagem internamente não será afectada". Isto sou eu a especular. E fica tudo na mesma e ficamos confrontados com uma guerra fria na região em que não houve alterações significativas. Bom, alterações significativas, coloco este problema com algumas interrogações. Nomeadamente, relativamente ao dispositivo militar norte -americano na região. Segundo informações que nesta altura são públicas, o aparelho militar norte-americano na região do Golfo, esse sim está obliterado, está destruído. Nalguns casos completamente destruídos, noutros com a sua operacionalidade significativamente afectada. Portanto, este é um dos temas que terá que ser discutido também no Acordo de Paz. Mas ainda não chegámos lá. Será numa fase mais avançada. Para já, é aqui que nos encontramos. Eu estou convencido que os Estados Unidos vão avançar para uma solução militar. Estas questões das propostas de paz e contrapropostas são, na prática, paliativos. É que não vão resolver nada. Não vão conduzir a uma solução política. São apenas compassos de espera em que uma e outra parte se preparam para o confronto que ocorrerá. Do meu ponto de vista, a breve trecho. RFI: Precisamente numa altura em que há fortes sinais de que as hostilidades poderiam recomeçar, os Estados Unidos anunciaram nestes dias que iriam retirar 5 mil militares americanos da Alemanha, que é um dos parceiros estratégicos dos Estados Unidos a nível militar, no seio da NATO e no seio da Europa. Isto não será, no fundo, também dar um tiro no pé? Major General Carlos Branco: Será um tiro no pé se os Estados Unidos implementarem essa decisão. É uma interrogação que nós temos, antes de mais, de colocar. Será que isso é apenas uma ameaça ou se vai concretizar? Mas vamos partir do princípio que se vai concretizar. Eu penso que a comunicação social e muitos políticos na Europa estão a reagir de forma exagerada a esse anúncio, porque sabemos perfeitamente que os Estados Unidos nunca vão abdicar da sua presença na Europa, apesar de se dizer isso de vez em quando e muito menos na Alemanha. A Alemanha é o local onde as forças americanas têm uma presença mais efectiva no teatro europeu. A maior base aérea norte-americana fora dos Estados Unidos é na Alemanha. é na Alemanha que estão uma série de estruturas de comando: o quartel-general do comando das forças norte-americanas na Europa, o comando das forças norte-americanas do AFRICOM e muitos outros. Por exemplo, um grande hospital militar próximo da base de Ramstein (sudoeste do país), onde são canalizados os feridos dos diferentes combates que os Estados Unidos têm travado, nomeadamente agora do Irão, há algumas dezenas, senão centenas de peritos que se têm dirigido a este hospital na Alemanha. Portanto, a Alemanha representa um nó de apoio logístico e de sustentação das forças que os Estados Unidos têm vindo a empregar e provavelmente continuarão a fazê-lo no Médio Oriente, na Ásia. E sabemos o que é que aconteceu desde o Iraque e desde os diferentes envolvimentos do Iraque ao Afeganistão. Portanto, estamos a falar de um assunto que, do meu ponto de vista, não é assunto. Para além disso, esses 5 mil soldados são marginais relativamente ao efectivo que os norte-americanos têm na Europa. Segundo uma autorização do ano passado, que foi aprovada no Congresso, os Estados Unidos têm que ter na Europa permanentemente um mínimo de 76 mil soldados. Nesta altura tem 68 mil. Estão autorizados a baixar esse número por um período de 45 dias. Depois tem que ser reposto. Nesta altura, 68 mil são os que se encontram na Alemanha. Aliás, no teatro europeu, partindo do princípio que este número não está subestimado, porque há uma série de presenças norte-americanas em vários locais que me levam a concluir que este número, nesta altura, é um número avaliado por defeito. Mas assumindo que é um número correcto, 5% representa menos de 10% desse total. E volto a dizer, há uma reacção exagerada, desproporcional relativamente às consequências que esta decisão, se for implementada, pode vir a provocar. RFI: Mas a nível da Alemanha, o governo tem apelado fortemente a rearmar a Europa, o que era uma posição que tradicionalmente a Alemanha nunca assumia. Era mais à França que defendia um sistema europeu autónomo em matéria de defesa. Por outro lado, outros parceiros tradicionais dos Estados Unidos parecem também ter tomado consciência de que precisam ter alguma segurança autónoma. Estou a referir-me, por exemplo, ao Japão, que pondera a hipótese de se rearmar e de, inclusivamente, mudar a sua Constituição para não pôr de parte completamente a sua capacidade de defesa autónoma. Major General Carlos Branco: Sim, temos dois assuntos distintos, embora eles tenham uma raiz comum. É um facto que houve uma alteração significativa na política externa norte-americana. Os Estados Unidos nunca abdicaram do seu projecto hegemónico. Essa afirmação dessa hegemonia, dessa liderança mundial, teria que ser feita recorrendo a aliados e, portanto, para recorrer a aliados teria que haver uma operação de captação das suas vontades, que não pode ser o que acontece nesta altura com o presidente Trump. O presidente Trump acha que pode concretizar esse projecto de liderança global, hostilizando tudo e todos, hostilizando os seus aliados. Falando primeiro dos europeus, a questão dos europeus tem aqui uma outra envolvente que se prende com o medo, do meu ponto de vista, sem justificação e mais uma vez exagerado de uma operação militar russa em território europeu. Em primeiro lugar, a Europa tem que decidir para que é que se quer armar. Eu percebo que a Europa se tenha que armar. Sou apologista dessa opção. Mas primeiro, tem que se explicar para quê? Se é para criar uma capacidade de dissuasão relativamente a outros pólos que se possam transformar numa ameaça. E, neste caso concreto, a Rússia. Pois claro, que a Europa tem que ter essa capacidade. Isso é absolutamente indiscutível. Outra coisa é a Europa querer armar-se, não para ter uma capacidade de dissuasão, mas para adquirir capacidade para atacar a Rússia e envolver-se numa confrontação com a Rússia. São necessários outros meios e envolventes políticas que são igualmente distintas e, portanto, ninguém ainda hoje na Europa foi capaz de clarificar exactamente esta questão. Há, de facto, muito discurso, muita narrativa, muita retórica sobre a ameaça russa. E nós sabemos que a Europa se está a armar. Mas convinha esclarecer isto. Eu, nesta altura começo a ficar preocupado, porque esse rearmamento da Europa não parece configurar-se no âmbito de criar capacidade de dissuasão, mas para a outra alternativa, e isso é algo que merece uma análise diferente, porque as consequências vão ser completamente distintas. Aliás, eu recordo que os europeus parecem ter memória curta e não perceberam ainda que guerras na Europa têm-se saldado sempre por resultados de soma negativa. E os europeus têm perdido sempre com estas guerras fratricidas no velho Continente e como é que isso contribuiu para reduzir a importância geoestratégica da Europa. Relativamente ao Japão, a situação tem que ser analisada numa primeira parte, coincidente com aquilo que eu já disse. Ou seja, os Estados Unidos têm hostilizado desnecessariamente os seus aliados. Mas há aqui outra componente, porque os aliados norte-americanos na Ásia, depois do que aconteceu no Médio Oriente, se calhar pensaram duas vezes. Ou seja, os norte-americanos provaram a sua incapacidade de honrar os seus compromissos securitários com os países do Médio Oriente. Por exemplo, relativamente a Arábia Saudita, os Estados Unidos não foram capazes de honrar os compromissos securitários, nem tiveram capacidade para defender as suas próprias bases, os seus navios saíram do Golfo Pérsico. Ou seja, não conseguiram sequer garantir a liberdade de navegação. Estamos a falar até agora no Médio Oriente. Imagine o que é que estará a passar na cabeça dos aliados na Ásia. E daí eu perceber que haverá uma preocupação acrescida no domínio da segurança desses países. Agora, há uma coisa que merece ser discutida: é se as alterações que querem introduzir nas suas arquitecturas de segurança serão as mais adequadas. E nós sabemos que o Japão, e isto não é de agora, está a alterar a sua narrativa e nomeadamente relativamente a Taiwan. Considera Taiwan como um Estado e considera que uma acção chinesa em Taiwan deveria ser considerada como um ataque também ao Japão. Portanto, isto é um outro tema que merece uma outra abordagem, mas que é extremamente preocupante, sobretudo porque a China de hoje não é a China de há dez anos e muito menos de há vinte anos. E isso tem que ser levado em consideração quando se fazem determinados cálculos estratégicos, porque erros de cálculo estratégico é o que tem prevalecido nas últimas décadas. O Afeganistão, mais uma vez, o Iraque, a Líbia, etc. E seria bom que se parasse, se respirasse e se pensasse antes de optar pela via bélica. Provavelmente, haverá outras alternativas do foro político e do foro diplomático que poderão resolver estes problemas. Isto transporta-nos para um outro tema que é o dilema da segurança. E isso conduz normalmente à conflitos, muitas das vezes quando eles não são desejados e os dirigentes políticos actuam exclusivamente com a necessidade de salvar a face. RFI: Voltando ao Médio Oriente e, mais concretamente, desta vez ao Líbano. Apesar de um cessar-fogo estar em vigor desde meados de Abril, Israel continua as suas operações no sul do Líbano, inclusivamente fora da área que definiu como sendo a zona de segurança e, portanto, saindo da mesa das negociações, saindo da possibilidade de haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, que abranja também a situação do Líbano. Como é que ficamos? Major General Carlos Branco: A haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, ele não ocorrerá a breve trecho. É algo que vai demorar e eu diria não só meses, mas se calhar anos. Porque há muitas questões de natureza técnica que têm de ser discutidas e, fundamentalmente, quando abordamos o dossier nuclear, isto é um dado importante antes de falar do Líbano. No Líbano, não há cessar-fogo. Os combates continuam. Mais uma vez, houve um erro de cálculo estratégico da parte de Israel, porque, aliás, isso é devidamente divulgado por analistas no Ocidente que diziam que o Hezbollah estava completamente fragilizado e que tinha perdido toda a sua capacidade de combate. O que temos assistido é exactamente o contrário. O Hezbollah está muito longe de estar debilitado e conseguiram superar os ataques à sua liderança, às suas chefias. Aliás, um pouco como o Irão o fez também. Depois, temos uma outra questão em causa que se prende com mais uma tentativa de Israel colocar forças no Líbano. Nós assistimos a isto desde 1982 e todas as intervenções de Israel no Líbano, umas demoraram mais tempo do que outras, mas saldaram-se sempre em derrotas e na retirada das forças israelitas do Líbano. Eu não consigo perceber o que é que os dirigentes israelitas viram agora de novo, que alteração qualitativa eles identificaram que vá fazer com que a história seja escrita de forma diferente. É que os israelitas, que andam já há mais de 40 anos a tentar estabelecer uma presença permanente no Líbano e que se tem saldado sistematicamente em derrotas. O que é que é agora novo e diferente? Que vai fazer com que possam sair vitoriosos para além daquilo que têm feito, que é uma coisa absolutamente inaceitável. Há regiões no sul do Líbano que se equiparam muito às de Gaza, completamente destruídas, e acho que a comunidade internacional já devia ter tomado uma posição mais assertiva relativamente a estes desenvolvimentos. Parece que há muita gente anestesiada. Mas, independentemente dos aspectos relacionados com condenações do que os israelitas estão a fazer no sul do Líbano, o que se coloca aqui no debate é saber se isto tem possibilidade de ser vitorioso, saldar-se por uma presença permanente de Israel no sul do Líbano. Recorrendo à história, diria que não, que é mais uma tentativa gorada ao fracasso. Mas isso, daqui a uns meses nós poderemos fazer um saldo definitivo destes desenlaces e procurar perceber até que ponto o que estou a dizer, tem fundamento ou não.

Nova Acrópole Palestras Filosóficas
#699 - Café Filosófico CPFL -O valor e o sentido da vida - Lúcia Helena Galvão e Clóvis de Barros Filho #aovivo

Nova Acrópole Palestras Filosóficas

Play Episode Listen Later Nov 9, 2025 125:55


repost @O valor e o sentido da vida - Lúcia Helena Galvão e Clóvis de Barros Filho #aovivo - YouTube Transmitido ao vivo em 6 de nov. de 2025 O Café Filosófico CPFL é um espaço aberto para reflexão. As falas dos convidados e os comentários do público são de responsabilidade dos respectivos autores e não refletem, necessariamente, a visão do Instituto CPFL ou de seus controladores. Comentários fora do tema proposto e que disseminam discursos de ódio e/ou ataques criminosos serão banidos automaticamente. “Que tipo de ser humano você quer ser?” Com essa provocação que exige olhar para dentro, identificar valores essenciais e, muitas vezes, confrontar incoerências entre crenças e atitudes, Lúcia Helena Galvão e Clóvis de Barros Filho dão início a um diálogo inspirado no livro O valor e o sentido da vida, obra que vai embasar um bate-papo dos autores com o público de Jundiaí, no módulo especial do Café Filosófico CPFL, em parceria com a Papirus Editora, em 6 de novembro, no Teatro Polytheama. Na ocasião, os autores abordarão temas centrais da obra, lançada pela Papirus 7 Mares, propondo uma reflexão sobre a busca pelo próprio caminho, o dilema entre razão e emoção, o conceito de propósito e o verdadeiro significado de prosperidade. Ao longo da conversa, Clóvis e Lúcia Helena discutirão, ainda, a importância do autoconhecimento, o papel do outro em nossa trajetória, a fronteira entre a boa vida e o sucesso, além da necessidade de encarar as inquietudes como oportunidades de crescimento. Com olhares complementares, os autores convidam o público a refletir sobre quem somos, quem desejamos ser e como podemos construir uma vida com sentido e valor, questões que atravessam toda a obra e inspiram a palestra de lançamento. O evento, com curadoria do Instituto CPFL e Papirus Sete Mares, terá início às 19h30, com a palestra e um momento de perguntas do público, que poderão ser enviadas pelo chat do canal do Café Filosófico CPFL no YouTube. A abertura contará com uma apresentação do Bom de Tom, projeto de iniciação musical que oferece aulas de flauta e ukulelê para crianças de 7 a 14 anos, em Jundiaí.  Realizado pela Goall Impacto Social, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CPFL Energia e apoio da State Grid Brazil Holding S.A. e do Instituto CPFL, o projeto integra a frente CPFL Jovem Geração e, mais do que ensinar música, aposta no desenvolvimento integral dos jovens, estimulando disciplina, concentração, trabalho em equipe e criatividade. Lúcia Helena Galvão é filósofa, professora, escritora, poetisa, conferencista e voluntária com mais de 30 anos de experiência na organização Nova Acrópole do Brasil. Nascida no Rio de Janeiro, vive em Brasília há mais de quatro décadas. Seu trabalho atrai uma audiência global, com milhares de pessoas acompanhando suas produções criativas e filosóficas. Visa auxiliar as pessoas a crescerem e a se tornarem seres humanos melhores. Clóvis de Barros Filho é doutor e livre-docente pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Professor, palestrante e escritor best-seller, tem mais de 30 livros publicados sobre ética, felicidade, autoconhecimento e valores. Suas palestras cativam as mais diversas plateias. Recorrendo a exemplos do cotidiano e histórias divertidas, ensina conteúdos densos de maneira leve e fascinante Siga as redes da TV Cultura! Facebook:   / tvcultura  Twitter:   / tvcultura  Instagram:   / tvcultura  Site: https://tvcultura.com.br/ Siga o Instituto CPFL Facebook:   / institutocpfl  Twitter:   / cafe_filosofico  Site: http://www.institutocpfl.org.br/

Dito e Feito
#65 - Carolina Varela e Vitória - mic drop: chão sagrado (um ensaio sobre cansaço)

Dito e Feito

Play Episode Listen Later Dec 9, 2024 25:36


Carolina Varela e Vitória, artistas multidisciplinares nas áreas da música, teatro e performance, apresentam "mic drop: chão sagrado (um ensaio sobre cansaço)", uma colagem áudio que procura encontrar as possibilidades de desvio à exigência excessiva de estímulos externos que se alastram e afetam a experiência interna, a partir de pedaços/fragmentos poéticos e sonoros. Recorrendo à palavra falada e a elementos musicais eletroacústicos, fazem uma "roupa velha" com "restos de ontem", um espaço sonoro que procura um novo todo através das partes. CAROLINA VARELA É criadora, cantora, compositora, sonoplasta e performer. Ingressa na Escola Superior de Música de Lisboa em 2013 em canto Jazz. Faz parte de Rosa Mimosa y Sus Mariposas desde 2016 e Vitória & The Kalashnicoles desde 2017. Já se apresentou no TNDMII, BOOM Festival, Mirada São Paulo, Culturgest, Theatre de Vidy-Lausanne, entre outros. SOFIA VITÓRIA É licenciada na ESTC e concluiu uma pós-graduação em Arte Sonora na FBAUL. É guitarrista, vocalista e compositora em Vitória & The Kalashnicoles. Trabalha como compositora, sonoplasta, atriz e criadora para espetáculos desde 2011. Criação, interpretação e captação Carolina Varela e Sofia Vitória Mistura e sound design Carolina Varela exceto beat de “2. Guia meditativo para a abundância” Luís Perdiz e Carolina Varela Gravado nas Caldas da Rainha e em Lisboa em novembro de 2024. Em memória de Ângela Gama, Vera Melo Gago e Bruno Candé, sempre. Agradecimentos Inês Vaz, Ruan Rocha, Vanessa Amaral Edição sonora e pós-produção Pedro Macedo / Framed Films Música original Dito e Feito Raw Forest Produção Teatro do Bairro Alto

Paracatu Rural - Jornal do agronegócio
Reposições de arroz no varejo são lentas e produtor segue recorrendo às exportações

Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

Play Episode Listen Later Jun 26, 2024 7:22


Vlamir Brandalizze ressalta que os arrozeiros do Brasil seguem recorrendo às exportações em meio a um momento de pouca fluidez no mercado nacional. As reposições até foram iniciadas, mas o movimento de compra ainda é lento.

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
EP 156 | POLÍTICA: A política e a felicidade

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

Play Episode Listen Later Mar 29, 2024 48:56


Em tempo de eleições, a felicidade anda na boca dos políticos e na cabeça dos cidadãos: mas o que é que a felicidade tem a ver com política? Tem muito, e quem o diz é o politólogo João Pereira Coutinho.Em conversa com Manuel Cardoso, o especialista explica como o tempo, o dinheiro e até o regime político em que se vive influenciam a felicidade de cada um.De acordo com o Relatório Mundial da Felicidade, os jovens estão infelizes, mesmo vivendo em democracia. Que razões justificam este cenário? Será possível ser-se feliz em ditadura? Afinal, viver em liberdade acarreta um grau de responsabilidade que nem sempre o ser humano está disposto a assumir.Ao mesmo tempo, a falta de felicidade tem sido associada pelos especialistas a carências económicas, políticas e sociais. Fará sentido adotar um Rendimento Básico Incondicional, como defende Van Parijs, para ajudar ao bem-estar destas pessoas.Recorrendo a Aristóteles e Séneca, Stuart Mill e John Rawls, e aos conceitos de ‘justiça' e ‘utilitarismo', a dupla propõe-se responder a todas estas questões neste episódio do [IN] Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISClássicos ARISTÓTELES, «Ética a Nicómaco» (trad. de António de Castro Caeiro; Quetzal)BENTHAM, Jeremy e John Stuart Mill, «Utilitarianism and Other Essays »(Penguin Classics)SÉNECA, «Cartas a Lucílio» (trad. Segurado e Campos; Gukbenkian)MONTAIGNE, «Ensaios», 2 volumes (trad. Hugo Barros; E-Primatur)RAWLS, John, «Uma Teoria da Justiça» (Editorial Presença)VAN PARIJS, Philippe e Yannick Vanderborght, «Basic Income: A Radical Proposal for a Free Society and a Sane Economy» (Harvard University Press)E ainda...DOLAN, Paul, «Happy Ever After: Escaping the Myth of the Perfect Life» (Penguin)FRANKFURT, Harry G., «On Inequality» (Princeton University Press)WODEHOUSE, P.G., «The Code of Woosters» (Arrow)SZABLOWSKI, Witold, «Dancing Bears: True Stories about Longing for the Old Days» (Text Publishing Company)BIOSMANUEL CARDOSOÉ humorista e um dos autores do programa de sátira política «Isto É Gozar com Quem Trabalha», da SIC. Faz parte do podcast «Falsos Lentos», um formato semanal de humor sobre futebol. É o autor da rubrica radiofónica «Pão Para Malucos», que esteve no ar diariamente na Antena 3 de 2018 a 2021JOÃO PEREIRA COUTINHOProfessor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, onde se doutorou em Ciência Política e Relações Internacionais. É autor dos livros «Conservadorismo» (2014) e «Edmund Burke – A Virtude da Consistência» (2017), publicados em Portugal e no Brasil. 

Appleton Podcast
Episódio 104 - "Bolsa Appleton" - Conversa com Ramiro Guerreiro

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later Jul 16, 2023 91:24


Ramiro Guerreiro, Lisboa 1978, tem desenvolvido e exposto trabalho desde a década de 2000, explorando criticamente a relação entre corpo, espaço e arquitectura. Tem realizado várias instalações site-specific e criado obras utilizando o desenho, performance, vídeo, publicações impressas, para além de trabalhar com, e a partir de, objectos documentais. Recorrendo por vezes a uma atitude irónica perante a realidade urbana circundante, as suas propostas procuram investigar modos alternativos de uso das cidades e dos seus elementos constituintes. Ramiro Guerreiro investiga assim, empiricamente, as formas como a arquitectura e a política urbanas condicionam e controlam os nossos modos de ver, ser e sentir e procura contrariar os invisíveis mecanismos de controlo.Guerreiro frequentou o curso de Arquitectura na Universidade do Porto e posteriormente o Programa de Estudos Independentes da Maumaus - Escola de Artes Visuais, Lisboa. Fez residências artísticas na Casa de Velazquez em Madrid (2008) e na Künstlerhaus Bethanien em Berlim (2015), ambas com bolsas da Fundação C. Gulbenkian, fez o programa Le Pavillon do Palais de Tokyo, em Paris (2010) com bolsa do Min. da Cultura da República Francesa, entre outras residências de menor duração. Esteve em Bruxelas de setembro de 2022 a março de 2022 com a Bolsa Appleton.Colabora regularmente com outros artistas, coreógrafos e colectivos, em variados formatos de apresentação tanto como intérprete, autor ou co-autor.Links: https://www.lehmannsilva.com/artist/ramiro-guerreiro/https://contemporanea.pt/edicoes/06-07-2019/ramiro-guerreiro-moi-aussihttps://www.publico.pt/2005/07/12/jornal/bes-revelacao-distingue-quatro-artistas-29818https://www.artecapital.net/recomendacoes_ev.php?ref=724https://www.youtube.com/watch?v=wNr2k1bAV9g Episódio gravado a 02.06.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa

JB Carvalho
#435 - Tel Dan - Lidando com o Julgamento - Recorrendo a Instância do Céu - JB Carvalho

JB Carvalho

Play Episode Listen Later Jun 13, 2023 18:59


#435 - Tel Dan - Lidando com o Julgamento - Recorrendo a Instância do Céu - JB Carvalho by JB Carvalho

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast
#328 Os Princípios da Influência

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast

Play Episode Listen Later Apr 2, 2023 51:41


Recorrendo a um popular conteúdo de Robert Cialdini, a Mia e o Pedro exploram os princípios da influência e como estes podem ser usados para influenciar… e também para manipular. Uma conversa repleta de conteúdos que convidam à reflexão e também ao estabelecimento de certas defesas enquanto consumidores e alvos de tentativas de manipulação por parte de pessoas, empresas e outras organizações. Um episódio para ouvir, refletir e partilhar! A agenda 2023 de cursos da Mia e do Pedro está em https://www.shor.by/lt2023 O novo livro da Mia e do Pedro está à venda em todo o lado! Para aderires à comunidade Telegram do Podcast IVM, usa este link: https://t.me/podcastivm Para acederes à Escola de Desenvolvimento Pessoal da LIFE Training: escola.lifetraining.com.pt Mikaela Övén : www.mikaelaoven.com | www.facebook.com/miafulness | instagram: @miafulness Pedro Vieira: www.pedrovieira.net | www.facebook.com/pedrovieira.pt | instagram: @pedrovieira.oficial ©️2023 Mikaela Övén e Pedro Vieira . Todos os direitos reservados.

Malhete Podcast
A ORIGEM DA EXPRESSÃO MAÇÔNICA “JUSTO E PERFEITO”

Malhete Podcast

Play Episode Listen Later Oct 27, 2022 7:11


Por Charleston Sperandio de Souza A expressão “Justo e Perfeito” é utilizada nas reuniões maçônicas, principalmente quando o Irmão Orador faz ao final de uma sessão, uma análise dos trabalhos realizados, e declara que a sessão foi justa e perfeita. Recorrendo à língua nativa, o português, o vocábulo “Justo” significa conforme à justiça, à equidade, à razão; ou ainda, imparcial, íntegro ou exato e preciso (MAÇONARIA E SUA SABEDORIA). Já o “Perfeito” exprime um tempo de verbo, no pretérito, ou seja, no passado, e é também um adjetivo a indicar a reunião “de todas as qualidades concebíveis, ou a superação do mais alto grau numa escala de valores” (MAÇONARIA E SUA SABEDORIA). É um adjetivo que não tem defeitos; ideal, impecável; excelente. Que está terminado; sem falhas, lacunas; completo, absoluto, total. Que se sobressai por ser excepcional; magistral, de aspecto belo; em que há elegância; bonito. Nessa linha, a expressão “está tudo Justo e Perfeito”, também é utilizada como cumprimento e reconhecimento entre os Maçons, pois, na maçonaria a sua filosofia é eterna, bem como seus ensinamentos (MARCELO LUIZ, 2012). Para conhecermos a origem da expressão “Justo e Perfeito”, temos que aprofundar na história bíblica no Antigo Testamento, precisamente no livro de Gênesis 6:9-14, que faz narrativas sobre Noé; os seus filhos; que a Terra estava cheia de violência; fala da destruição da Terra e da Arca. Ainda em Gênesis 6:9, relata que “Noé, era homem Justo e Perfeito em suas gerações, e andava com Deus”. Então, surge biblicamente nesse momento a expressão “Justo e Perfeito” (BÍBLIA SAGRADA). Mais adiante, ainda no Livro da Lei em Gênesis, diz que Noé gerou três filhos: Sem, Cam e Jafé. A terra, porém, estava corrompida diante de Deus, e cheia de violência. Deus viu a Terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a Terra (BÍBLIA SAGRADA). Então Deus disse a Noé: O fim de toda carne é chegado perante Mim; porque a Terra está cheia da violência dos homens; eis que os destruirei juntamente com a terra. Faze para ti uma arca de madeira [...] (BÍBLIA SAGRADA) Continuando em Gênesis, precisamente no capítulo 7:1, Deus se manifesta “Depois disse o SENHOR a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca, porque tenho visto que és Justo diante de mim nesta geração. Assim fez Noé; segundo tudo o que Deus lhe mandou (BÍBLIA SAGRADA). Dessa forma, Noé tornara-se Perfeito, mas não como quem não possuía defeitos, e sim como alguém íntegro e reto de coração, ou seja, era Perfeito porque possuía os princípios eternos de Deus implantados nele. A palavra hebraica “Tamim" que geralmente é traduzida para o português como "Perfeito", ela tem o mesmo sentido da palavra “sincero" e “íntegro”, a qual se opõe ao que é enganoso, fingido e vaidoso (MARRA, 2020). Agora, se tem uma ligeira compreensão geral de quem foi Noé, depois de ler essas passagens, e que tipo de pessoa era Noé. Então, nessa linha, pode-se questionar de acordo com a compreensão das pessoas modernas: que tipo de pessoa era um “homem Justo” naquela época? Um homem Justo deveria ser um homem Perfeito. Assim, pode-se fazer outro questionamento: Nós sabemos se esse homem Perfeito era Perfeito aos olhos do homem ou Perfeito aos olhos de Deus? Sem dúvida, esse homem Perfeito era um homem Perfeito aos olhos de Deus, e não aos olhos do homem, isso porque, o homem se torna cego e não consegue enxergar a plenitude do mundo, e somente Deus observa toda a Terra e cada pessoa, e só Deus sabia que Noé era um homem Perfeito. Portanto, o plano de Deus para destruir o mundo com um dilúvio começou a partir do momento em que Ele chamou Noé. Aos olhos de Deus, Noé era um homem Justo; tudo que Deus lhe instruísse a fazer, ele fazia desse jeito. Em outras palavras, Noé estava disposto a fazer tudo que Deus lhe mandasse fazer. Desta forma, Noé era o único homem Justo aos olhos de Deus durante aquele tempo, o que implica que nem sua esposa nem seus filhos e noras eram pesso --- Send in a voice message: https://anchor.fm/malhete-podcast/message

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast
#259 Limites: Sim ou Não?

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast

Play Episode Listen Later Dec 5, 2021 47:14


#259 Limites: Sim ou Não? Uma conversa sem limites sobre limites. Recorrendo a muitos exemplos pessoais e profissionais, a Mia e o Pedro propõem uma bela reflexão sobre limites. Um episódio muito atual e que coloca à prova muitas noções culturais e sociais sobre limites e sua imposição. Uma conversa descontraída e com alto potencializara inspirar mudanças na forma como se pensa este tema! Para saberes tudo sobre o Programa IVM+, clica aqui: https://shor.by/ivm Livros e cursos da Mia e do Pedro disponíveis em www.lifetraining.com.pt Para acederes à Escola de Desenvolvimento Pessoal da LIFE Training: escola.lifetraining.com.pt Para aderires à comunidade Telegram do Podcast IVM, usa este link: https://t.me/podcastivm Mikaela Övén : www.mikaelaoven.com | www.facebook.com/miafulness | instagram: @miafulness Pedro Vieira: www.pedrovieira.net | www.facebook.com/pedrovieira.pt | instagram: @pedrovieira.oficial ©️2021 Mikaela Övén e Pedro Vieira . Todos os direitos reservados.

SuperToast by FABERNOVEL

O Nemo's Garden é um sistema de cultivo de frutas e vegetais no fundo do mar, desenvolvido pela empresa de mergulho italiana Ocean Reef.Recorrendo a técnicas de cultivo sem solo, este sistema inovador dispensa a utilização de pesticidas e representa uma alternativa sustentável à agricultura tradicional.Saiba mais sobre inovação e nova economia em supertoast.pt. 

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast
#251 O Que Torna as Relações Conscientes

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast

Play Episode Listen Later Oct 10, 2021 44:00


O que faz com que uma relação seja consciente? E quais as vantagens de promover relações conscientes? Este é ponto de partida para uma bela conversa sobre… relações! Recorrendo a reflexões e conhecimentos sobre comunicação consciente, a Mia e o Pedro exploram o tema, proporcionando muitas descobertas e insights. E terminam o episódio com uma série de questões que podem ajudar a abrir espaço para que os relacionamentos se tornem mais conscientes! Para ouvir e partilhar. Para saberes tudo sobre o Programa IVM+, clica aqui: https://shor.by/ivm Livros e cursos da Mia e do Pedro disponíveis em www.lifetraining.com.pt Para acederes à Escola de Desenvolvimento Pessoal da LIFE Training: escola.lifetraining.com.pt Para aderires à comunidade Telegram do Podcast IVM, usa este link: https://t.me/podcastivm Mikaela Övén : www.mikaelaoven.com | www.facebook.com/miafulness | instagram: @miafulness Pedro Vieira: www.pedrovieira.net | www.facebook.com/pedrovieira.pt | instagram: @pedrovieira.oficial ©️2021 Mikaela Övén e Pedro Vieira . Todos os direitos reservados.

Pergunta Simples
Miguel Prata Roque | Como se faz a Lei da Liberdade?

Pergunta Simples

Play Episode Listen Later Sep 21, 2021 54:02


Hoje o tema do programa é a Liberdade.A liberdade filmada. A liberdade vista e pensada por máquinas ditas inteligentes.O Pergunta Simples  é sobre comunicar sobre a nossa forma de ser humano. Sobre o ar que se respira.Sobre namorar num banco de jardim sem ser visto por alguém com uma câmara autorizada a filmar potenciais criminosos. A expressão “Sorria, está a ser filmado” sempre me causou arrepios.Tenta usar o fino gume da faca do humor para anunciar que a minha imagem é agora de alguém, e a minha liberdade individual reduziu-se. Nas últimas semanas a imprensa dá eco a um novo conjunto de leis que vai permitir mais câmaras, mais filmagens, mais observações em espaço público. Por exemplo, permitindo às polícias usar e ver as imagens das câmaras de vigilância não só públicas mas também privadas. Recorrendo à inteligência artificial. E recolha de dados biométricos. E a minha bolha da intimidade e liberdade de ser e estar ficou de súbito mais pequena. Nestes tempos em que a cada ameaça, real ou comunicada com especial intensidade, tem como consequência uma nova regra é difícil perceber o que está a acontecer-nos a todos. Esta é uma conversa sobre a Liberdade. E como os cidadãos entendem as leis e as regras.

SuperToast by FABERNOVEL

Cientistas da Universidade de Osaka, no Japão, desenvolveram artificialmente a carne de bovino japonesa wagyu, uma das mais caras do mundo, com ajuda da impressão 3D.Recorrendo à impressão 3D, este processo possibilita também a criação de peças de carne totalmente personalizadas. Ou seja, é possível que no futuro os consumidores possam encomendar carne on-demand, com uma composição adaptada às suas preferências. Saiba mais sobre inovação e nova economia em supertoast.pt. 

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast
#240 Como tomar decisões de consciência tranquila

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast

Play Episode Listen Later Jul 25, 2021 35:46


A propósito das decisões pessoais tomadas sobre a tomada de vacinas, a Mia e o Pedro matemática uma conversa muito importante sobre os processos de tomada de decisão. Como se fazem escolhas? Como podemos pensar bem na altura d tomar decisões? Recorrendo a exemplos e estratégias práticas, o episódio acaba por provocar reflexões fundamentais sobre como escolher! Para saberes tudo sobre o Programa IVM+, clica aqui: https://shor.by/ivm Livros e cursos da Mia e do Pedro disponíveis em www.lifetraining.com.pt Para acederes à Escola de Desenvolvimento Pessoal da LIFE Training: escola.lifetraining.com.pt Para aderires à comunidade Telegram do Podcast IVM, usa este link: https://t.me/podcastivm Mikaela Övén : www.mikaelaoven.com | www.facebook.com/miafulness | instagram: @miafulness Pedro Vieira: www.pedrovieira.net | www.facebook.com/pedrovieira.pt | instagram: @pedrovieira.oficial ©️2021 Mikaela Övén e Pedro Vieira . Todos os direitos reservados.

Mentes Brilhantes
Ele quer ajudar a recuperar a força da juventude

Mentes Brilhantes

Play Episode Listen Later Apr 13, 2021 16:00


Recorrendo a células estaminais, o investigador Pedro Sousa-Victor está a estudar um método de reverter a perda de massa muscular que acompanha a idade. Já que vivemos mais, podemos viver melhor? See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ousar Ser: autoconhecimento / felicidade

‘O Segredo', livro que mais tarde deu origem a um documentário está no centro da nossa conversa. Recorrendo às teorias apresentadas por Joe Dispenza, explicamos como funciona a lei da atração. Será que basta pensar positivo para atrair o que queremos para a nossa vida?   Agradecemos ao Rui, nosso ouvinte e impulsionador deste tema, bem como os outros ouvintes que têm interagido connosco! Continuamos disponíveis para os vossos desabafos, feedbacks e perguntas para podcast@rossana-appolloni.pt Podem ajudar-nos através do Patreon a manter os nossos episódios online. O mais pequeno contributo já é uma grande ajuda, acreditem! https://www.patreon.com/ousarserpodcast Gratos aos que já contribuíram!

Ousar Ser: autoconhecimento / felicidade
PODCAST OUSAR SER_EP 193 o segredo

Ousar Ser: autoconhecimento / felicidade

Play Episode Listen Later Mar 17, 2021 50:34


‘O Segredo’, livro que mais tarde deu origem a um documentário está no centro da nossa conversa. Recorrendo às teorias apresentadas por Joe Dispenza, explicamos como funciona a lei da atração. Será que basta pensar positivo para atrair o que…

MagaldiCast - Pílulas sobre a Gestão do Amanhã!

Bom dia! Espero que esteja bem. Visualize a seguinte cena: estamos juntos tomando um vinho ou uma cerveja (escolha a sua bebida favorita) e você me pergunta: Sandro, o que você aprendeu em 2020? Faço uma pausa para reflexão. Não quero correr o risco de cair no senso comum e lhe oferecer uma resposta protocolar. Depois de alguns minutos de silêncio, consigo ir à essência dos inúmeros aprendizados desse ano que entrará para a história das nossas vidas. Nessa viagem devo confessar que fui auxiliado pela mensagem que recebi de minha terapeuta. A propósito, a terapia foi essencial para me conectar e, sobretudo, me fortalecer nos diversos momentos em que perdi o chão. Dando um contexto: além dos desafios pessoais gerados por esse novo mundo, profissionalmente, com o advento súbito da pandemia, perdi repentinamente (literalmente), 90% das minhas receitas. Ter um colchão com reservas financeiras me deu mais tranquilidade, porém a imprevisibilidade de quando seria possível retomar as palestras presenciais me deixou desconfortável (sendo bem modesto com as palavras

Cultura FM Brasília
Utopia e Distopia

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Dec 11, 2020 4:54


Recorrendo às memórias afetivas da época em que estudava na Universidade de Brasília o diretor Jorge Bodanzky dá luz ao documentário autobiográfico Utopia e Distopia que concorre concorre ao lado dos longas O Mergulho na Piscina Vazia, Cadê Edson? e Candango: Memórias do Festival na Mostra Brasília do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Reportagem: Greta Noira O boletim informativo Especial 53º. FBCB é uma produção da Rádio Cultura FM. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/cultura-fm-braslia/message

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast
#189 Bom ou mau? Talvez!

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast

Play Episode Listen Later Oct 18, 2020 47:52


As coisas que nos acontecem são boas ou más? Talvez nem uma coisa, nem outra. Recorrendo a histórias e exemplos, a Mia e o Pedro desenvolvem um conversa com muitas descobertas e que nos pode ajudar a ganhar uma nova visão sobre as coisas da nossa vida, criando novas possibilidades onde antes apenas existiam as opções clássicas: bom ou mau? Talvez! Para acederes à Escola de Desenvolvimento Pessoal da LIFE Training: escola.lifetraining.com.pt Para aderires à comunidade Telegram do Podcast IVM, usa este link: https://t.me/podcastivm Mikaela Övén : www.mikaelaoven.com | www.facebook.com/miafulness | instagram: @miafulness Pedro Vieira: www.pedrovieira.net | www.facebook.com/pedrovieira.pt | instagram: @pedrovieira.oficial ©️2020 Mikaela Övén e Pedro Vieira . Todos os direitos reservados.

Convidado
Convidado - Filme português consagrado em Veneza

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 14, 2020 8:35


A primeira longa-metragem de Ana Rocha de Sousa, "Listen", teve estreia mundial no Festival de Cinema de Veneza e conquistou o prémio 'Leão de Futuro' para a primeira obra em competição e o prémio especial do júri 'Horizontes', além de outros galardões paralelos. O filme inspira-se em factos reais e retrata dramas anónimos e esquecidos no seio de famílias portuguesas emigradas.  É um filme inspirado em factos reais e que retrata dramas anónimos e esquecidos. “Listen”, da realizadora Ana Rocha de Sousa, conta a história de uma família portuguesa emigrada no Reino Unido, a quem os serviços sociais retiram os três filhos menores, por suspeita de maus tratos. A primeira longa-metragem de Ana Rocha de Sousa teve estreia mundial no Festival de Cinema de Veneza e conquistou vários galardoes: venceu o prémio 'Leão de Futuro' para a primeira obra em competição, e o prémio especial do júri 'Horizontes'. O filme ganhou ainda títulos paralelos do festival, como o prémio da crítica independente “Bisato d'Oro” de melhor realização, o prémio "Sorriso Diverso Venezia" para melhor filme estrangeiro pela sua abordagem às questões sociais, o prémio Fundação Casa Wabi – Mantarraya e o Prémio especial da Hollywood Foreign Press Association. O filme tem coprodução luso-britânica, foi rodado nos arredores de Londres com elenco português e inglês, encabeçado por Lúcia Moniz, Ruben Garcia e Sophia Myles. A RFI falou com Lúcia Moniz, que interpreta a mãe de família. “É um filme que aborda um tema pouco falado. A importância de ter recebido estes prémios é uma forma deste assunto seja falado, seja discutido, que haja espaço para reflexão”, começa por explicar a actriz, que sublinha que as famílias a quem são retirados filhos, sobretudo na comunidade portuguesa, é “um tema escondido”. Esta é uma família portuguesa em Inglaterra, a viver com poucas possibilidades financeiras e num bairro social. Devido a um mal-entendido na escola, a professora de uma das crianças faz uma queixa à segurança social, que retira os filhos à família para uma adopção forçada. “Isto abre uma discussão porque nós sabemos que os serviços sociais, a intenção deveria ser uma protecção das crianças e, em casos extremos de maus tratos, as crianças devem ser protegidas e encaminhadas para uma situação de protecção e retiradas às famílias. Aqui é que é aberta a discussão do que é que é um caso extremo, como é que é avaliado esse caso extremo. No caso de haver um engano ou uma consciencialização que, se calhar, a família não errou, que a decisão do tribunal possa ter sido precipitada, a lei neste momento não permite reverter o assunto. Ou seja, a partir do momento em que são retiradas as crianças e são encaminhadas para a adopção forçada, o caso não é revertido e, às vezes, são cometidas bastantes injustiças”, explica a actriz. Recorrendo a uma frase de Ana Rocha de Sousa durante uma das recentes entrevistas conjuntas, a actriz questiona “Como é que uma instituição que tenta proteger danos psicológicos, fazendo danos psicológicos?” Para retratar a sua personagem, Lúcia Moniz pesquisou e leu muito, viu documentários e vídeos das separações reais, analisou com a sua psicóloga os traumas que se pode sentir. Um trabalho difícil do qual não se sai intacta. “Há uma entrega muito grande da nossa vulnerabilidade, da nossa sensibilidade, da nossa dor. Foi difícil mas felizmente – e também com o trabalho da minha psicóloga – trabalhei o conseguir separar as coisas e conseguir desligar-me do que é ficção e do que é realidade. Mas, no momento em que filmava, mergulhei muito fundo, sim”, conta. Uma entrevista para ouvir, na íntegra, neste programa. No Festival de Cinema de Veneza não são muitos os realizadores portugueses que receberam prémios oficiais. Entre eles contam-se João Pedro Rodrigues, que recebeu uma menção especial em 1997 com o filme "Parabéns", e João César Monteiro, que venceu o Leão de Prata em 1989 com "Recordações da casa amarela" e o Grande Prémio do Júri em 1995 com "A Comédia de Deus".  O mais premiado é Manoel de Oliveira, contando, por exemplo, com o Grande Prémio do Júri em 1991 com "A Divina Comédia" e o Leão de Ouro de Carreira em 2004. Em 2016, Nuno Lopes venceu o prémio de melhor ator da secção "Horizontes" pela prestação em "São Jorge", de Marco Martins. No ano passado, "A Herdade", de Tiago Guedes, venceu o Bisato d'Oro neste festival.    

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast
#179 De Quem São as Minhas Emoções?

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast

Play Episode Listen Later Aug 9, 2020 50:39


Quem é o responsável pelas minha emoções? A questão de partida para a conversa desta semana tem implicações fundamentais na forma como lidamos com a forma como nos sentimos. Um tema de grande interesse pois as nossas emoções são o motor da nossa satisfação. Recorrendo à sua larga experiência a trabalhar com clientes e alunos, a Mia e o Pedro apontam caminhos relevantes e propõem práticas pessoais que podem trazer uma nova luz às nossas questões emocionais. Para acederes à Escola de Desenvolvimento Pessoal da LIFE Training: escola.lifetraining.com.pt Para aderires à comunidade Telegram do Podcast IVM, usa este link: https://t.me/podcastivm Mikaela Övén : www.mikaelaoven.com | www.facebook.com/miafulness | instagram: @miafulness Pedro Vieira: www.pedrovieira.net | www.facebook.com/pedrovieira.pt | instagram: @pedrovieira.oficial ©️2020 Mikaela Övén e Pedro Vieira . Todos os direitos reservados.

Multicare | Por Falar Nisso
Por Falar Nisso | Poluição/Ruído | Ep2

Multicare | Por Falar Nisso

Play Episode Listen Later Apr 17, 2020 8:11


“Atualmente, na nossa vida, não há nada que não venha com poluição ambiental.” Depois de no primeiro episódio ter abordado a poluição sonora, Júlio Machado Vaz volta ao tema para abordar a poluição ambiental. Recorrendo aos números, temos acesso à realidade que a poluição provoca nas nossas vidas com patologias por vezes mortais. Respire fundo e assista a este novo episódio. Este e outros grandes assuntos transversais à sociedade portuguesa vão dar muito que falar por aqui, no programa "Por Falar Nisso". Uma iniciativa da Multicare, que conta com a colaboração exclusiva do professor e especialista em psiquiatria Júlio Machado Vaz. Todas as semanas, durante 28 episódios, "Por Falar Nisso" será emitido em formato vídeo ou podcast, nos canais da TVI, nas plataformas digitais da Fidelidade e da Multicare, e claro, no site em: www.porfalarnisso.pt.

Podcast Economia - Agência Radioweb
Brasileiros estão recorrendo mais ao crédito rotativo do cartão

Podcast Economia - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Feb 24, 2020 2:08


Confira as principais notícias do Brasil e do Mundo neste episódio do Podcast da Agência Radioweb.

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast
#144 Como Discutir Melhor com o Nosso Parceiro

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Play Episode Listen Later Jan 26, 2020 43:33


Porque é que as discussões, entre pares românticos (e não só), acontecem? E porque é que são momentos tão difíceis e com consequências tão poderosas? Será que podemos discutir “melhor”? Recorrendo aos 4 cavaleiros da discussão de John Gottman, a Mia e o Pedro discutem sobre discussões - incluindo as deles! Este é um grande episódio de desenvolvimento pessoal que pode trazer grandes revelações e saltos de auto-conhecimento. Para ouvir, tirar notas e partilhar... até com as pessoas com quem mais discutimos! Mikaela Övén : www.mikaelaoven.com | www.facebook.com/miafulness | instagram: @miafulness Pedro Vieira: www.pedrovieira.net | www.facebook.com/pedrovieira.pt | instagram: @pedrovieira.oficial ©2020 Mikaela Övén e Pedro Vieira . Todos os direitos reservados.

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#140 Os Mitos do Trabalho

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Play Episode Listen Later Jan 12, 2020 53:02


Será que existe um trabalho de sonho para todas as pessoas? E será que o nosso trabalho nos pode realmente definir? Algumas das muitas perguntas que a Mia e o Pedro exploram no episódio desta semana. Recorrendo à sua experiência a ajudar pessoas no contexto profissional, o Pedro propõe um processo metódico de coaching que pode ser bem útil. Uma conversa para ouvir atentamente e partilhar com todos aqueles que possam beneficiar de importantes reflexões sobre o trabalho e as diferentes opções em seu redor. Mikaela Övén : www.mikaelaoven.com | www.facebook.com/miafulness | instagram: @miafulness Pedro Vieira: www.pedrovieira.net | www.facebook.com/pedrovieira.pt | instagram: @pedrovieira.oficial ©2020 Mikaela Övén e Pedro Vieira . Todos os direitos reservados.

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast
#122 O Que Querem as Mulheres?

Inspiração para uma Vida Mágica Podcast

Play Episode Listen Later Oct 13, 2019 48:36


A pergunta está lançada: o que querem as mulheres? Recorrendo a uma mega generalização (a do género - atenção ao importante disclaimer logo no início da conversa), a Mia e o Pedro refletem, especulam, desmontam estereótipos e lançam pistas fundamentais. Uma conversa que pode originar muitas outras conversas… as de cada mulher consigo própria e com o mundo! E ficou prometido para breve um episódio sobre… os homens :) Mikaela Övén : www.mikaelaoven.com | www.facebook.com/miafulness Pedro Vieira: www.pedrovieira.net | www.facebook.com/pedrovieira.pt/ ©2019 Mikaela Övén e Pedro Vieira . Todos os direitos reservados.

Não Há Dois Sem Três
#67 T7EP7: Não Há Dois Sem Música 2 - Especial Sugestões dos Ouvintes

Não Há Dois Sem Três

Play Episode Listen Later May 1, 2019 50:07


No sétimo episódio decidimos sair da rotina. Recorrendo ao Instagram, lançámos um desafio aos nossos ouvintes, o de sugerirem músicas para passarmos mais tarde numa emissão especial dedicada à música. O desafio foi aceite e aqui está o resultado final! Os nossos locutores apresentaram sete músicas escolhidas pelos nossos ouvintes, selecionadas das várias sugestões e fizeram dois desafios especiais entre eles: um karaoke mistério e um "Adivinha a Música" para cada apresentador com o bom humor e animação habituais. Quem terá acertado mais músicas? Resta-nos agradecer a quem participou e muito obrigado a todos vós por continuarem a fazer deste podcast algo tão especial com a vossa companhia e feedback. Estamos de volta para a semana com um novo episódio. Até para a semana!

Armas da Crítica
CB #06 – Mario Duayer – A crítica ontológica do capital – Aula 06 – Curso Livre Marx-Engels: A criação destruidora

Armas da Crítica

Play Episode Listen Later Apr 29, 2019 103:09


Nesta sexta aula a questão central é Marx e a crítica da economia política. Recorrendo especialmente aos Grundrisse (1857), Mario Duayer procura expor como determinada leitura desses textos deu origem a uma vertente alternativa de teoria crítica, voltada para a dimensão dominadora da ontologia do trabalho.As leituras recomendadas desta aula são:•Grundrisse, de Karl Marx (1857/58)•Tempo, trabalho e dominação social, de Moishe Postone (2014)☭ ☭ ☭Acompanhe a Boitempo nas redes sociaisFacebook /BoitempoYouTube /tvboitempoInstagram @boitempoTwitter @editoraboitempoBlog www.blogdaboitempo.com.brLoja virtual www.boitempoeditorial.com.br#LeiaMarx

Guten Morgen - Senso Incomum
35: A Islamização do Ocidente

Guten Morgen - Senso Incomum

Play Episode Listen Later Apr 19, 2017 83:19


Guten Morgen, Brasilien! Nesse episódio de nosso podcast, comentamos o fenômeno óbvio, perceptível, tangível e olfatável a qualquer um que freqüente o Ocidente, sobretudo seus pontos mais estratégicos, mas que não pode ser analisado pois a linguagem politicamente correta não permite nem mesmo que o nomeemos: a nada lenta islamização do Ocidente. Não são poucos os registros históricos que mostram uma civilização ocidental defendida e freqüentada por pessoas com uma mentalidade completamente diferente há menos de 10 anos. De fato, aquilo que chamamos de "crise imigratória", e que os muçulmanos chamam de hégira, transformou fortemente a demografia sobretudo na União Européia nos últimos anos. Não se trata de racismo, xenofobia, islamofobia ou nenhum dos jargões reducionistas, com pretensões de serem racionais contra o preconceito, usados pela intelligentsia: trata-se de compreender (e mesmo admitir) um fenômeno de mudança de paradigma e possível suicídio civilizacional. Países como França, Alemanha, Inglaterra e Itália já não são mais reconhecíveis pelo que tinham de identidade cultural: hoje, é mais fácil ofender um muçulmano usando roupas curtas, bebendo cerveja em público, comendo bacon ou admirando igrejas como Santa Maria Maggiore e Notre Dame do que desfrutando dos países como outrora os experimentávamos. Recorrendo à literatura de ficção, onde se pode falar mais livremente do que no jornalismo ou nas conversas de bar, comentamos alguns livros que conseguiram transmitir o fenômeno da islamização do Ocidente sem medo da censura de palavras prontas. Desde O Estrangeiro, de Albert Camus até Submissão, de Michel Houellebecq, o choque civilizacional entre a França das luzes iluministas e jacobinas e os muçulmanos é uma realidade que não pode ser negada, embora proibir o pensamento sobre a islamização seja o que mais se sente no atual momento do mundo. Analisando sobretudo as obras deste Michel Houellebecq, o mais polêmico e mais lido escritor francês, passeamos acompanhado de sua ótica para analisar como o mundo ocidental e sua França mudaram nas duas décadas de sua carreira ativa como escritor. Aproveitamos sua visão crítica e despedaçada para não apenas acompanhar o choque cultural sem papas na língua, mas também tentar alguns vislumbres das razões filosóficas, teológicas, metafísicas e teológicas de sua chocante desilusão com o suicídio ocidental diante da força da islamização, como por exemplo o pensamento do filósofo perenialista René Guénon, usado com destaque apropriadíssimo em seu último romance. Michel Houellebecq já foi um profeta sobre questões envolvendo islamismo, sendo alvo de polêmica até mesmo em mais de um atentado terrorista muçulmano. Será que devemos acompanhar seu schopenhauriano pessimismo diante da islamização do que outrora foi o Ocidente? A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora. Guten Morgen, Brasilien!

Não Obstante
#03 Afetos de hoje

Não Obstante

Play Episode Listen Later Mar 7, 2015 80:38


Finalmente retornamos com o terceiro episódio do Não Obstante, contando novamente com a distinta edição de Felipe Ayres e com a vitrine assinada por Marcos Beccari. Neste programa, Rafael Ancara acompanha Marcos Beccari num bate-papo com o convidado André Martins, filósofo, psicanalista e professor doutor do IFCS-UFRJ, que nos instiga a pensar sobre nossa sensibilidade estética em meio ao ethos contemporâneo. Recorrendo principalmente às reflexões de Spinoza e Nietzsche, a conversa perpassa uma série de discursos atuais para enfatizar o conhecimento do real como uma potência de transformação afetiva. Como afetar-se individual e coletivamente num mundo cujos imperativos morais parecem relativizar-se a cada dia? De que modo a indiferença, o amor, o medo, a felicidade etc. nos afetam efetivamente hoje? Essas e outras questões são colocadas em pauta para tratar do desafio que implica conhecer e reinventar a realidade sensível em que existimos.

design neste finalmente nietzsche essas filosofia spinoza andr martins recorrendo obstante marcos beccari rafael ancara