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¡¡NUEVO PODCAST!!-Dr. Juan Francisco Rivera Ramos… “Medidas de precaución durante el mundial: Si vas al estadio que debes hacer para evitar enfermarte”-Gianco Abundiz... “Homonimias” -Gabriela Ávila… ¿Mi hijo come bien? Señales de alerta que los papás ignoran… -Laura Díaz… Productora y Compositora de Cantares de México. Lute Reyes. Cantautora… “Cantares de México presenta: Esto es México” -Raquel Flores… “¿Dónde ver el mundial?” -Dalila Carreño… “Los mejores libros acerca de Papá”
Neste episódio do Senta Direito Garota!, Juliana Amador recebe Lary, cantora e compositora natural de Niterói. Com forte conexão com o pagode, a artista já colaborou com nomes como Thiaguinho, Dilsinho, Mumuzinho e Suel. Atualmente, se dedica ao projeto "Com Amor, Lary Vol. 2", que conta com participações de grandes artistas do gênero.A artista também é responsável pelo sucesso "Em Busca da Minha Sorte", faixa autoral que viralizou nas redes sociais e ganhou destaque nacional na voz de Thiaguinho. Reconhecida também como compositora, Lary já escreveu para nomes como Ludmilla, IZA, Anitta e Gloria Groove. Em 2024, foi eleita "Compositora do Ano" no Prêmio Jovem Brasileiro e assinou a faixa “Nosso Primeiro Beijo”, que venceu o Prêmio Multishow na categoria Melhor Pagode do Ano. Esse programa é completamente independente e precisa muito da colaboração de vcs para seguir nessa luta incansável, vem apoiar a gente para ampliar as vozes de diversas mulheres . ✅ APOIA-SE: https://apoia.se/sentadireitogarota ✅ FACEBOOK: https://www.facebook.com/profile.php?id=61558474657149 ✅ INSTAGRAM: https://www.instagram.com/sentadireitogarota/?hl=pt ✅ TIKTOK: https://www.tiktok.com/@sentadireitogarota?_t=8nYG2q5V72L&_r=1 ✅ @sentadireitogarota ✅ @jujuamador ✅ @lary #podcastfeminista #lugardemulheréondeelaquiser #sentadireitogarota #lutecomoumagarota #feminismo #fortecomoumamãe#podcast #podcastbrasil #videocasting #videocast #PodcastFeminista #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #empoderamentofeminino #MulheresPodcasters #PodcastsDeEsquerda #JustiçaSocial #IgualdadeDeGênero #ResistênciaFeminista #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #VozesFemininas #MulheresNoPodcast #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #FeministasUnidas #HistóriasDeMulheres #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #JustiçaSocial #empoderamentofeminino #DireitosDasMulheres #IgualdadeDeGênero #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #FeministasUnidas #ResistênciaFeminista #fofoca #fofocas #fofocasdosfamosos Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
La entrevista en La Diez Capital Radio a Fátima Falcón presenta a una cantante y compositora canaria con una trayectoria claramente ascendente en el panorama musical del archipiélago. Su proyecto artístico combina una marcada identidad propia con una sólida presencia escénica, lo que le ha permitido consolidarse en festivales, carnavales, galas institucionales y diversos medios de comunicación, tanto regionales como nacionales. Todo ello la posiciona como una de las voces emergentes más destacadas del circuito musical canario. Entre sus principales hitos figura el reconocimiento como ganadora del Premio Isla - Música 2026, así como su condición de semifinalista en el LPA Beer & Music Festival, celebrado en Gran Canaria. Asimismo, ha actuado en escenarios relevantes como la Noche en Blanco de La Laguna, Plenilunio o Gastronavidad Market, donde compartió cartel con el artista Fran Perea. Durante la entrevista, Falcón comparte una dimensión más personal de su trayectoria: “La música ha sido mi refugio y mi impulso. Nací con sordera en un oído, pero lejos de ser una barrera, me enseñó a luchar con más fuerza por lo que amo”. Aunque desde pequeña soñaba con ser cantante, su camino inicial la llevó por otros derroteros, cursando estudios de odontología. No fue hasta 2022, tras atravesar un proceso de profundo cambio y transformación personal, cuando decidió iniciar su carrera como cantante y compositora. “Quiero ser un ejemplo de que la edad es solo un número y que apostar por aquello que realmente nos hace felices siempre merece la pena”, afirma, reforzando un discurso que conecta con la superación personal y la autenticidad artística.
M
En este especial de Rejugando, nos sumergimos de lleno en la vida, obra y legado de Michiru Yamane, una de las compositoras más influyentes en la historia del videojuego, responsable de algunas de las bandas sonoras más icónicas de la industria aprovechando su visita a España a RetroBarcelona 2026. De la mano de RaffaValencia, Adrian Plaza y Carles Garcia, director de RetroBarcelona, repasamos su trayectoria desde sus inicios en Konami a finales de los 80, donde empezó trabajando en sistemas como MSX, NES o Game Boy, enfrentándose a las limitaciones técnicas con una creatividad desbordante. Descubrimos cómo su formación clásica, su dominio del piano y su fascinación por compositores como Johann Sebastian Bach o Maurice Ravel marcaron un estilo único, reconocible y absolutamente atemporal. El programa recorre sus primeros trabajos en títulos como King’s Valley II, Ganbare Goemon o Rocket Knight Adventures, hasta su consagración definitiva con Castlevania: Symphony of the Night, una obra maestra que redefinió la saga y cuya banda sonora se convirtió en un fenómeno global. Analizamos en profundidad cómo Yamane fusionó géneros como el rock progresivo, la música clásica, el jazz o el metal para crear una identidad sonora irrepetible. También exploramos su evolución en entregas posteriores como Castlevania: Aria of Sorrow, su trabajo en sagas como Suikoden III, y su capacidad para adaptarse a nuevas generaciones de hardware sin perder esencia. Además, compartimos curiosidades únicas: su llegada casual al mundo del videojuego, su uso de seudónimos en Konami, su pasión por el tarot o cómo compuso algunas de sus obras rodeada de naturaleza. Todo ello acompañado de un repaso musical imprescindible que conecta directamente con la memoria emocional de los jugadores. Un viaje sonoro imprescindible para entender por qué Michiru Yamane no solo compone música: crea atmósferas, recuerdos y auténtica historia del videojuego. 🎧 Si te apasiona Castlevania, las bandas sonoras de videojuegos o descubrir cómo se construyen las grandes obras musicales del medio, este programa es para ti. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Roxana Amed, cantante de jazz, compositora y productora Conexion
A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.
A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.
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Qui amb llops va aprèn a udolar. Crítica teatral de l'obra «La reina lloba», de Pau Carrió, a partir de William Shakespeare. Intèrprets: Quim Àvila, Pepo Blasco, Queralt Casasayas, Josep Julien, Ana Nicolás de Cabo, Xavi Ricart, Pau Roca, Maria Rodríguez Soto, David Vert. Escenografia: Sebastià Brosa. Vestuari: Adriana Parra. Il·luminació: Raimon Rius (AAI), Mireia Sintes. Compositora i intèrpret musical en directe: Ana Nicolás de Cabo. So: Gonzalo Bañeres. Caracterització: Toni Santos. Moviment: Anna Rubirola. Ajudanta d’escenografia: Paula Font. Ajudanta de vestuari: Núria Manzano. Construcció de l’escenografia: Jorba – Miró. Estudi - Taller d’escenografia Pascualin Estructures. Construcció dels titelles (cavalls i làmpades): Jorba – Miró. Estudi - Taller d’escenografia. Construcció dels titelles (nen, bebè i falcó): Sebastià Brosa. Construcció de joies: Agnès Wasserman. Treballs de fusteria: Tros de soca. Confecció de vestuari: Goretti Puente. Producció: Teatre Nacional de Catalunya. Equips tècnics i de gestió del TNC. Ajudanta de direcció: Clara Mata. Direcció: Pau Carrió. Sala Petita, Teatre Nacional de Catalunya, Barcelona, 4 febrer 2026. Veu: Andreu Sotorra. Música: La reina lloba (banda sonora). Interpretació: Ana Nicolás de Cabo. Composició: Ana Nicolás de Cabo. Àlbum: La reina lloba, 2026.
La canción “Lesbian Garros” es un himno. Pero literal. Un himno lésbico y oficial del torneo de tenis y padel LGTBIQ+ del mismo nombre. Y la autora de ese himno es la compositora y productora madrileña Susana Alonso, artísticamente, Oreiana. Con ella charlamos sobre su música, sobre el rol de la mujer lesbiana en la industria musical y sobre el compromiso político en el mundo de la cultura y el entretenimiento.Y cuando hablamos de comunidades LGTBIQ+ aún hay personas que se preguntan a quién representa la I. Pues para seguir disipando esas dudas, la Federación Estatal LGTBI+ va a dedicar este 2026 a reivindicar los derechos humanos de las personas intersex. Con Luc Vañó, representante de la comisión del año temático, hablamos.Escuchar audio
Lorena Cachito, destacada baterista, percusionista e cantante galega, visita esta semana Músicas de Ferrolterra. Cunha traxectoria que abarca desde o Conservatorio da Coruña ata estudos no London Centre of Contemporary Music (LCCM), Lorena traballou en diversos proxectos nacionais e internacionais. Participou en bandas como Vodun, Golden Legacy, Those Three, Fresh Pelican e Window Pane, actuando en festivais de renome como Glastonbury e en xiras polo Reino Unido, Alemaña e Francia. Ademais, colaborou con artistas como María Xosé Silvar “Ses” e actualmente forma parte da banda que acompaña a artista A Pedreira. Con especial interese na creatividade, musicalidade e innovación, Lorena segue desenvolvendo novos proxectos nos que a voz e a batería son protagonistas, combinando sempre ambos elementos con creatividade e personalidade. Ademais da súa carreira internacional, Lorena mantén unha forte conexión con Ferrolterra, ensinando batería e participando activamente na escena local. A súa historia é a dunha artista inquieta, que segue explorando a música con curiosidade, disciplina e un espírito irrepetible. Non perdas a oportunidade de gozar do seu talento en directo. ¡Non perdas a ocasión de coñecer a esta artista única en Ferrolterra!
Lorena Cachito, destacada baterista, percusionista e cantante galega, visita esta semana Músicas de Ferrolterra. Cunha traxectoria que abarca desde o Conservatorio da Coruña ata estudos no London Centre of Contemporary Music (LCCM), Lorena traballou en diversos proxectos nacionais e internacionais. Participou en bandas como Vodun, Golden Legacy, Those Three, Fresh Pelican e Window Pane, actuando en festivais de renome como Glastonbury e en xiras polo Reino Unido, Alemaña e Francia. Ademais, colaborou con artistas como María Xosé Silvar “Ses” e actualmente forma parte da banda que acompaña a artista A Pedreira. Con especial interese na creatividade, musicalidade e innovación, Lorena segue desenvolvendo novos proxectos nos que a voz e a batería son protagonistas, combinando sempre ambos elementos con creatividade e personalidade. Ademais da súa carreira internacional, Lorena mantén unha forte conexión con Ferrolterra, ensinando batería e participando activamente na escena local. A súa historia é a dunha artista inquieta, que segue explorando a música con curiosidade, disciplina e un espírito irrepetible. Non perdas a oportunidade de gozar do seu talento en directo. ¡Non perdas a ocasión de coñecer a esta artista única en Ferrolterra!
Lorena Cachito, destacada baterista, percusionista e cantante galega, visita esta semana Músicas de Ferrolterra. Cunha traxectoria que abarca desde o Conservatorio da Coruña ata estudos no London Centre of Contemporary Music (LCCM), Lorena traballou en diversos proxectos nacionais e internacionais. Participou en bandas como Vodun, Golden Legacy, Those Three, Fresh Pelican e Window Pane, actuando en festivais de renome como Glastonbury e en xiras polo Reino Unido, Alemaña e Francia. Ademais, colaborou con artistas como María Xosé Silvar “Ses” e actualmente forma parte da banda que acompaña a artista A Pedreira. Con especial interese na creatividade, musicalidade e innovación, Lorena segue desenvolvendo novos proxectos nos que a voz e a batería son protagonistas, combinando sempre ambos elementos con creatividade e personalidade. Ademais da súa carreira internacional, Lorena mantén unha forte conexión con Ferrolterra, ensinando batería e participando activamente na escena local. A súa historia é a dunha artista inquieta, que segue explorando a música con curiosidade, disciplina e un espírito irrepetible. Non perdas a oportunidade de gozar do seu talento en directo. ¡Non perdas a ocasión de coñecer a esta artista única en Ferrolterra!
Lorena Cachito, destacada baterista, percusionista e cantante galega, visita esta semana Músicas de Ferrolterra. Cunha traxectoria que abarca desde o Conservatorio da Coruña ata estudos no London Centre of Contemporary Music (LCCM), Lorena traballou en diversos proxectos nacionais e internacionais. Participou en bandas como Vodun, Golden Legacy, Those Three, Fresh Pelican e Window Pane, actuando en festivais de renome como Glastonbury e en xiras polo Reino Unido, Alemaña e Francia. Ademais, colaborou con artistas como María Xosé Silvar “Ses” e actualmente forma parte da banda que acompaña a artista A Pedreira. Con especial interese na creatividade, musicalidade e innovación, Lorena segue desenvolvendo novos proxectos nos que a voz e a batería son protagonistas, combinando sempre ambos elementos con creatividade e personalidade. Ademais da súa carreira internacional, Lorena mantén unha forte conexión con Ferrolterra, ensinando batería e participando activamente na escena local. A súa historia é a dunha artista inquieta, que segue explorando a música con curiosidade, disciplina e un espírito irrepetible. Non perdas a oportunidade de gozar do seu talento en directo. ¡Non perdas a ocasión de coñecer a esta artista única en Ferrolterra!
A trajetória artística é marcada pela premiação do concurso Nascente USP 2023 na categoria Interpretação Vocal
¡¡NUEVO PODCAST!!-Nelly Susana Cerna Garnica… Las Vertientes del Neurodesarrollo-Doctor Carlos Vásquez Lastra… Día Mundial de la Vasectomía-Imelda Miller. Cantante y Compositora.
Entrevista Carminho - Cantante, compositora y fadista portuguesa by En Perspectiva
Numa viagem até ao País de Gales recordamos Grace Williams, uma das mais talentosas compositoras britânicas. Um episódio de homenagem à sensibilidade e à força criadora das mulheres na música. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vermelho – Filme de media-metragem que aborda diversos casos reais de violência contra a mulher, Ações de prevenção e combate à violência contra a mulher e Balanço de casos e atendimentos de 2025
Os acordes celestiais de Célia Kameni puderam ser ouvidos durante alguns anos em colaborações com artistas franceses, como Yael Naim, Raphaël Imbert, Manu Katché e junto ao coletivo Big Band Bigre, do qual ela fez parte. Mas 2025 representa uma virada para a cantora e compositora natural de Lyon, no centro-leste da França. Depois dos dois primeiros singles, ela lançou recentemente “Méduse”, seu primeiro EP, primeiro pilar de sua carreira solo. O novo trabalho de Célia Kameni é composto por quatro faixas, três cantadas em inglês e uma em francês, com letras extremamente poéticas e introspectivas. Neste EP intenso e singular, a artista revela algumas das múltiplas facetas de sua identidade artística, onde percebe-se sua maestria em ir além das etiquetas. O resultado é um primeiro trabalho poderoso, com uma vibração soul e uma energia atmosférica, que nos remete aos universos de artistas como Björk, James Blake ou Radiohead - não por acaso nomes que influenciam o processo criativo da Célia Kameni. Deste primeiro EP tão íntimo e hipnotizante, a Programação Musical da RFI escolheu a faixa “Used”, em destaque nesta edição do Balada Musical. *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.
"El Poder de la Voz " Nara Gutiérrez,Locutora,Locutora Comercial ,Cantante,Actriz ,Actriz de Doblaje,Compositora,Coach de Voz
En este episodio de Entre Amigos con Mancera, Miguel Ángel Mancera conversa con Sandra Itzel, actriz y cantante mexicana que se prepara para ingresar al reality La Granja. En una charla cercana y emotiva, Sandra comparte su trayectoria en México y el extranjero, revela su faceta como compositora e intérprete y reflexiona sobre la violencia y la revictimización en las relaciones tóxicas de pareja. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
En este episodio de Entre Amigos con Mancera, Miguel Ángel Mancera conversa con Sandra Itzel, actriz y cantante mexicana que se prepara para ingresar al reality La Granja. En una charla cercana y emotiva, Sandra comparte su trayectoria en México y el extranjero, revela su faceta como compositora e intérprete y reflexiona sobre la violencia y la revictimización en las relaciones tóxicas de pareja. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Vencedora de Grammys e de um Pulitzer, Caroline Shaw escreve para orquestras, séries e até para Rosalía. No Encontro com a Beleza conhecemos a compositora que transforma a curiosidade em arte.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio platicamos con María Centeno, cantante y compositora que desde muy joven supo que la música sería su camino. Inició su carrera con La Garfield, después con La Isla Centeno, y hoy ha construido una sólida trayectoria como solista, explorando nuevos sonidos y letras introspectivas que la mantienen conectada con su centro. Platicamos sobre la inspiración detrás de temas como “Bolero Estelar”, “Toda la luz” y “Déjame pasar”, la importancia de las pausas para reinventarse, y cómo prácticas como las morning pages le ayudaron a retomar la creatividad. Además, reflexiona sobre la disciplina, el compromiso y la necesidad de cultivar la creatividad como un flujo constante que transforma la vida en música que conecta con su audiencia.
Iniciamos un nuevo curso, con nuestra serie Chamanas dedicada a presentar el trabajo y la trayectoria de artistas e investigadoras relevantes. Nos acompaña hoy una invitada especial, Consuelo Díez, Catedrática de composición en el Real Conservatorio Superior de Música de Madrid. Pianista y compositora por el RCSMM Licenciada en Historia del Arte. Doctora en Artes Musicales, Máster en Composición, Música Electrónica e Informática Musical por la Hartt School of Music de la Universidad de Hartford en Estados Unidos. Además de su importante obra compositiva desarrolla actividades de gestión, organización, dirección de festivales, etc. así como una importante labor pedagógica. Ha realizado asimismo importantes labores de difusión de la música en TVE y en Radio clásica con su programa "El canto de los adolescentes" sobre Música Electroacústica Hoy recorreremos estas actividades, escuchando y comentando algunas de sus composiciones.Escuchar audio
Segunda entrega de"Sección Oficial", nuestro nuevo programa realizado en colaboración con Film&Co en el que charlaremos con Alba Sánchez-Serrano, compositora de efectos visuales en ILM
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Andrea Botero, cantautora valluna, se alzó en el Salón Elíptico del Capitolio Nacional, con guitarra en mano, para entonar "Fuerza Miguel", una canción que se ha convertido en un himno de duelo, esperanza y unidad tras el trágico fallecimiento de Miguel Uribe Turbay.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Des de ben petita va tenir clar que volia fer música i ara lluita fort perquè aquesta sigui la seva professió. És de Sitges però per primera vegada actuarà en un escenari local, ho farà al Cicle Imprescindibles en el marc del Festival de Terramar el proper diumenge 27 de juliol. Avui hem descobert aquesta jove sitgetana compositora, cantant i productora musical i talent emergent que avui mateix ha presentat un nou tema, Sábanas nuevas. Amb ella conversem sobre la seva música, les seves lletres honestes i que ensenyen vulnerabilitat però amb un so pop que enganxa. Aquesta és la conversa amb Pd: Soy Cris, l'alterego de Cristina Robles. L'entrada Pd: Soy Cris serà als Imprescindibles. Compositora, cantant i productora musical emergent i de Sitges ha aparegut primer a Radio Maricel.
Luisa Almaguer es una compositora, cantante y podcaster mexicana (busquen La Hora Trans), cuyo último álbum de estudio "Weyes", ha estado sonando en mis audífonos en loop en los últimos días. Luisa es probablemente una de las voces más interesantes en nuestro país, no sólo por su talento sino también por sus ideas y opiniones. En este episodio hablamos sobre los sentimientos que me han evocado sus canciones, sobre entender y navegar el rechazo y la frustración que nos generan los tibios, y cómo convertir tu historia personal en música con la que todos nos podemos identificar. Sigue a Luisa Almaguer: https://www.instagram.com/almaguerluisa/ Sobre Mezclas Abruptas: En el DJ booth y en este podcast Susana Medina selecciona temas de manera minuciosa y los pone sobre la mesa abruptamente. En este podcast aprenderás de pizza, perros, música, salud mental, ilustración, alpinismo y una serie de nuevas obsesiones y fascinaciones que en algún momento te servirán de algo. @mezclasabruptas https://www.instagram.com/mezclasabruptas/ https://twitter.com/mezclasabruptas https://www.tiktok.com/@mezclasabruptas YouTube https://www.youtube.com/@MezclasAbruptas @suzyain https://www.instagram.com/suzyrain https://twitter.com/suzyrain https://www.tiktok.com/@suzyrain Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Herbolaria es una planta cantante, percusionista, productora y compositora originaria de donde se rompen las olas: Mazatlán, Sinaloa. En realidad vive en todos lados y hace música electro pop, con esencias de ritmos latinos y vibras tropicales con un poco de psicodelia. En esta ocasión la encontramos en la CDMX para hablar sobre plantas, su proyecto, aquellas lecciones en su camino musical que la hicieron ser como es hoy, pero también hablamos sobre cómo se siente el amor, si siempre tiene fin y si sabemos reconocer el momento de decir adiós... todo esto basándonos en sus canciones. Descubre más sobre la Herbolaria y su música: https://www.instagram.com/herbolaria_/?hl=en Sobre Mezclas Abruptas: En el DJ booth y en este podcast Susana Medina selecciona temas de manera minuciosa y los pone sobre la mesa abruptamente. En este podcast aprenderás de pizza, perros, música, salud mental, ilustración, alpinismo y una serie de nuevas obsesiones y fascinaciones que en algún momento te servirán de algo. @mezclasabruptas https://www.instagram.com/mezclasabruptas/ https://twitter.com/mezclasabruptas https://www.tiktok.com/@mezclasabruptas YouTube https://www.youtube.com/@MezclasAbruptas @suzyain https://www.instagram.com/suzyrain https://twitter.com/suzyrain https://www.tiktok.com/@suzyrain Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Elena Aranoa, una artista completa, nos ofrece una entrevista en la que comparte su proceso creativo y la inspiración detrás de sus composiciones. Durante esta charla, interpretará en vivo dos de sus piezas más representativas, "Evocación" y "Serenidad", brindándonos una experiencia única y personal. Escuchar audio
En este episodio de Grandes Maricas de la Historia, exploramos la vida de Ethel Smyth, una figura revolucionaria del siglo XIX y principios del XX. Compositora brillante, sufragista radical y lesbiana visible en una época de rígidos códigos morales, Smyth desafió las normas de su tiempo con su música y su activismo. Nacida en 1858 en la Inglaterra victoriana, Smyth luchó contra los prejuicios de género para estudiar música en Leipzig, donde conoció a figuras como Brahms y Clara Schumann. Aunque su talento fue reconocido en Alemania, en su país natal enfrentó el escepticismo de una sociedad que no veía con buenos ojos a una mujer componiendo sinfonías y óperas. Smyth no solo destacó en la música, sino que también se unió al movimiento sufragista, componiendo el himno The March of the Women para la Unión Social y Política de Mujeres (WSPU). Su activismo la llevó a la prisión de Holloway, donde dirigió a sus compañeras sufragistas con un cepillo de dientes desde su celda, una imagen icónica de su valentía y creatividad. Además de su lucha política, Smyth vivió abiertamente su sexualidad, manteniendo relaciones con mujeres como Emmeline Pankhurst, líder sufragista, y Virginia Woolf, con quien compartió una profunda amistad en sus últimos años. A lo largo de su vida, Smyth compuso obras sinfónicas, óperas y música de cámara, enfrentándose a críticas machistas que cuestionaban su capacidad como compositora. A pesar de los obstáculos, recibió reconocimientos como el título de Dame Commander of the British Empire y doctorados honoris causa de universidades como Oxford. Su legado, olvidado durante décadas, ha sido recuperado por el feminismo y los movimientos LGTBQ+, que ven en ella una pionera en la lucha por la igualdad y la visibilidad lésbica. Ethel Smyth fue, sin duda, una mujer que derribó muros desde los pentagramas hasta las barricadas. Por cierto, toooodas las músicas de este episodio, y de la playlist, son de la propia Ethel Smyth: https://open.spotify.com/playlist/2yWuiD7G0KmpZVA2FAxup4?si=f9b95cf5e463469d
Tus comentarios son muy valiosos. Envía un mensaje de texto.Solamente dos gardenias bastaron a la profesora Isolina Carrillo para alcanzar su consagración. Compositora, pianista y repertorista, comenzó como autora musical en 1945, tres años antes de que su gran bolero se convirtiera, según la revista Bohemia, en la melodía del año. El presente episodio revela el peculiar modo de componer de Isolina: primero, el título. Después, lo demás. Su catálogo se compone de ochenta creaciones, desde la primera, titulada "Miedo de ti". Además de fragmentos de varias de sus obras, aparecen en el capítulo versiones de Miguel de Gonzalo, Elízabeth del Río y otros, acerca de sus "Dos gardenias". El Calendario Musical de Cuba, esta vez, hace referencia a Celina González, al maestro José Urfé y al rodaje de la película mexicana "Coqueta", con Ninón Sevilla y Kiko Mendive. Pronto, ¡muy pronto!, "Discomanía y algo más", serie Premium de Cantando en Cubano, sólo para suscriptores. ¡SUSCRÍBETE!: https://www.buzzsprout.com/1702252/subscribeSupport the show
Sobrinha de Ivan Vilela, grande nome da música caipira brasileira, a musicista de formação erudita dá vida às muitas vozes da poesia, da MPB e do jazz
Neste episódio, você confere a conversa na íntegra que a repórter Tábata Poline teve com a cantora e os demais compositores do samba da Unidos da Tijuca para o carnaval de 2025.
Conocí a Fernanda Ulibarri en una fiesta con muchos músicos y cervecitas y de repente empezó a hablarme de arpas. Supe inmediatamente que esto era un tema para Mezclas Abruptas y por eso la invité a hablar de sus proyectos musicales: la banda de sonido fronterizo y sentido del humor The Mexican Standoff, y la agrupación mística y poderosa Musas Ensamble de Arpas. Hablamos del universo musical que la inspira, particularmente esas mujeres compositoras de la historia de México a las cuales debemos dar a conocer en este país y en el mundo. Conoce más sobre Fernanda Ulibarri en su sitio y redes sociales: https://fernandaulibarri.com/ https://www.instagram.com/fer_uli/?hl=en https://www.instagram.com/themexstandoff/?hl=en Aquí les dejo el playlist de las compositoras mexicanas que hicieron historia: https://open.spotify.com/playlist/3am1L35S7PE4bRmGKs4tOQ?si=a249YdY8Sbybw4lSpqU0NA Sobre Mezclas Abruptas: En el DJ booth y en este podcast Susana Medina selecciona temas de manera minuciosa y los pone sobre la mesa abruptamente. En este podcast aprenderás de pizza, perros, música, salud mental, ilustración, alpinismo y una serie de nuevas obsesiones y fascinaciones que en algún momento te servirán de algo. @mezclasabruptas https://www.instagram.com/mezclasabruptas/ https://twitter.com/mezclasabruptas https://www.tiktok.com/@mezclasabruptas YouTube https://www.youtube.com/@MezclasAbruptas @suzyain https://www.instagram.com/suzyrain https://twitter.com/suzyrain https://www.tiktok.com/@suzyrain Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ela faz parceria no novo disco de Guinga, que ainda conta com participações especiais de Zé Miguel Wisnik, Nailor Proveta e Cristovão Bastos
La cantautora Esther Zecco presenta en 'Más de uno' la biografía titulada 'Mari Trini, retrato de una mujer libre'.
Bu Cuarón, Cantante
Recordando la #EpocaDeOro del cine en Mèxico, hoy te platico la historia de una mujer que fue muy conocida por ser la #Villana de las historias más importantes en el #Cine y la #Television siendo todo un referente de las #Telenovelas #MaríaTeresaRivas se ganò un lugar muy importante como primera #Actriz y hoy te platicaré su vida. Gracias por suscribirte a este canal, comentar, compartir y regalarme un like.
Esta ocasión Vivir Quintana nos comparte esta carta, dedicada a la música, su gran amor y la fuente de su inspiración.En este episodio hablamos de:A veces hay que dejar ir nuestras pasiones para reencontrarnos con ellas en el momento adecuadoLa magia de hacer las cosas que amas en la vidaEncontrar eso que nos llena el almaEste episodio fue escrito con la colaboración de Vivir Quintana, cantautora mexicana especializada en géneros como la nueva canción latinoamericana, el ranchero y el folklore. Compositora, normalista y activista por los derechos de las mujeres, Vivir se considera una de las voces más poderosas del continente, gracias a su amplio trabajo musical, donde destaca “Canción Sin Miedo” y "Te mereces un amor", las cuales la expusieron en la industria musical y la llevaron a ser portada de Equal, una de las playlists más importantes del país, la cual resalta el talento femenino mexicano.Este 2023 Vivir lo ha dedicado a publicar música con un eje central: El amor desde sus diferentes perspectivas, su nuevo sencillo "Corazón de ave" toca el tema de su relación con la música, ESCÚCHALA en todas las plataformas y encuéntrala en sus redes sociales como: @vivirquintanaSi quieres conocer más de Despertando Podcast síguenos en nuestras redes sociales:Instagram: https://www.instagram.com/despertandodurmiendo Facebook: https://www.facebook.com/despertandopodcast TikTok: https://www.tiktok.com/@despertandodurmiendo YouTube: https://www.youtube.com/c/DespertandoDurmiendoPodcast Si quieres conocer más sobre nuestros podcasts visita https://www.dudasmedia.com/Voz: Aura RamírezGuion: Alis EscobarDirección Creativa: Alis EscobarDiseño Sonoro: Alfredo CruzDiseño Gráfico: Beca SánchezÁrea Digital: Nancy EdidÁrea Digital (YouTube): Camila MorenoÁrea Digital (TikTok): Yexa Vega Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.