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hr-Bigband feat. Lucia Fumero, cond. by Rainer Tempel, Theater Rüsselsheim, Januar 2026, Teil 1 | Die Sängerin, Komponistin und Pianistin Lucia Fumero zählt zu den aufstrebenden und kreativen jungen Künstlerinnen, die die Musikszene Barcelonas aktuell hervorbringt. Sie bewegt sich in ihrer Musik mühelos von spanischer Folklore über Jazz bis hin zu elektronischen Klängen. Das gemeinsame Konzert mit der hr-Bigband leitete Rainer Tempel, der die Musik dieser Ausnahmekünstlerin für diesen Anlass neu arrangierte. (Sendung vom 15.3.)
Überraschend modern: Die Musik der französischen Komponistin verbindet Widerstand, Spiritualität und filmische Klangbilder.
A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.
A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.
Das Leben der 1910 geborenen Komponistin Elsa Barraine ist spannend und vielfältig – und genau das ist auch über ihre Musik zu sagen. Als Komponistin wurde sie gleich zweimal mit dem renommierten Rom-Preis ausgezeichnet, sie hat als Dozentin am Pariser Konservatorium unterrichtet, beim Rundfunk und bei einem Schallplattenlabel gearbeitet, und sie war, vor allem während der deutschen Besatzungszeit im Zweiten Weltkrieg, eine politische Aktivistin in Frankreich. Das Orchestre National de France, mit dem die Komponistin schon zu Lebzeiten eng zusammenarbeitete, hat jetzt unter seinem Chefdirigenten Cristian Măcelaru zwei ihrer drei Sinfonien und zwei Tondichtungen aufgenommen.
Éliane Radigue zählt zu den Pionieren der elektronischen Musik. Mit Intuition und Beharrlichkeit setzte sie sich in einer Männerdomäne durch - mit einer Musik, die das kaum Wahrnehmbare zelebriert. Nun ist die Komponistin im Alter von 94 Jahren gestorben.
Die Musik von Mel Bonis wurde kaum je aufgeführt oder aufgenommen. Jetzt wird der französischen Komponistin erstmals ein ganzes Album mit ihren Orchesterwerken gewidmet.
19. Februar 1841: Sich für die Rechte der Frauen stark machen, geht auch mit Musik. Die Schwedin Elfrida Andrée hat als Organistin, Komponistin und Dirigentin eine Pioniertat nach der anderen vollbracht.
Die Bandleaderin, Komponistin und Pianistin Yamirah Gercke macht mit ihrem neuen Album Indie Space Jazz. Nach dem Tod ihres Vaters, des Schlagzeugers Lenjes Robinson, hat sich die Berliner Musikerin neu erfunden: der schwebende Sound von „Andromeda Galaxy“ lässt zudem Elemente aus Jazz, Blues und Ghospel erkennen. Neben der Musik geht es Yamirah Gercke auch um die Sichtbarkeit von Frauen als Bandleaderinnen.
Katharina Rosenberger ist Zürcher Komponistin, hat lange in den USA gelebt und seit einiger Zeit eine Kompositionsprofessur in Lübeck, sie liebt das Interdisziplinäre und die Klangkunst und das Jonglieren mit Vergangenheit und Zukunft. 00:50 – das Gespräch: mit Katharina Rosenberger im Gartenbad Tiefenbrunnen Sie leitet «Sonic Matter», das Festival für neue Musik, und gerade hatte sie mit «Rillen der Erinnerung» ein Projekt an der Zürcher Oper. Wir treffen sie im Strandbad – und reden über Erinnerung. 22:00 – Der Wochenrückblick: u.a. mit dem Tod des Bachspezialisten Helmut Rilling und dem «Swiss Tape Record Day» 36:20 – Konzerttipp: Diabelli extended. Alle 138 greifbaren Diabellivariationen im Konzert. 44:40 – Wieder auf der Playlist: Beethovens Pastoralsonate im Jazzgewand. 49:30 – Was macht ein Schlagzeuger, um nicht einzuschlafen? 54:20 – Jazz in Concert: Elina Duni und Corin Curschellas.
Maria Anna Mozart - ein Name, den viele kaum kennen. Dabei war sie ein Wunderkind am Klavier, gefeierte Virtuosin und vermutlich sogar Komponistin.
Porträt der aus Israel in Wien studierenden Sängerin, Komponistin und Pianistin, die vom AsOP-Programm des Außenministeriums profitiert.
Heute tauchen wir ein in die faszinierende Welt von Hildegard von Bingen. Sie war nicht nur eine bedeutende Äbtissin, sondern auch eine visionäre Denkerin, Heilkundige und Komponistin. Ihr Leben und ihre Lehren sind auch heute noch inspirierend.
Die menschliche Stimme ist das urtümlichste Instrument, das es gibt - aus ihr entspringt die Musik, wir tragen sie jederzeit bei uns, durch sie tritt unser Innerstes zutage. Die slowenische Komponistin Nana Forte widmet ihr Werk diesem Phänomen, dem Singen, indem sie vor allem für Chor komponiert – vielschichtig, polyphon, mit magnetischen Klängen, die manchmal alle Ästhetiken der Musikgeschichte gleichzeitig zu vereinen scheinen.
Mit ihrem neuen, vierten Album erweist sich die erst 30jährige Musikerin Kalia Vandever nicht nur als herausragende Posaunistin. Sie überzeugt auch als Bandleaderin und Komponistin. Die New Yorkerin ist daher gefragt, zuletzt war sie mit Popstar Harry Styles auf Tournee. „Another View“ besticht durch eine schwebende, ruhige und sehr transparente Atmosphäre. Für Musikredakteurin Julia Neupert ganz klar ein Album, das zu den Lieblingen 2025 gehört.
Hello dear friends!Es hat sich ja fast schon irgendwie manifestiert, dass wir um die Weihnachtszeit immer eine etwas "spezielle" Folge für euch bereit haben... Inzwischen gibt es den Podcast ja auch schon ein Zeiterl, und da wird man ja fast ein bisschen nostalgisch, was wir als Anlass genommen haben, eine kleine Episode zu genau diesem Thema zu machen: Also Nostalgie. Außerdem wollten wir schon die längste Zeit auch bei ehemaligen Gäst:innen des Podcasts mal nachfragen, wie es ihnen so geht, was ihre High- und vielleicht auch Lowlights des Jahres waren, und wie sie es mit Nostalgie haben. Wir freuen uns somit sehr über die Beiträge von der Komponistin und Geigerin Maria Reich, die wir Anfang des Jahres bereits aus Berlin zugeschalten hatten, vom Komponisten und Musiker Lukas Kranzelbinder, den wir vor einigen Staffeln live am Badeschiff zu Gast hatten, von der TEATA-Macherin und Nestroypreisträgerin Sara Ostertag, bei der es auch höchste Zeit war nachzufragen, sowie unserem allerersten Gast, seit wir bei Audiamo Plus aufnehmen, dem Musikmanager, Labelgründer und inzwischen auch Buchautor, Stefan Redelsteiner. Es war ein aufregendes Jahr für uns: ein gleichermaßen herausforderndes wie auch schönes, aber das bestimmt nicht nur bei uns. Wir wollen an dieser Stelle auch ein aufrichtiges und herzliches Danke an alle unsere Zuhörer:innen aussprechen, die uns jetzt schon über Jahre begleiten. Ohne euch würden wir diesen Podcast nicht machen, und wir freuen uns, euch auch nächstes Jahr wieder einige Stunden an Freude, Zerstreuung, etc... zu bringen. Danke auch an Audiamo Plus, die uns unsere "Spielwiese" überhaupt ermöglichen, wie auch unsere Gäst:innen - past and present - dass sie sich Zeit für unsere Gespräche nehmen, uns vertrauen und mit uns in Resonanz gehen. Merry Christmas von der KuK-Bande, Kevo, Christian & Philipp
Die deutsch-italienische Komponistin, Pianistin und Sängerin Francesca Gaza schreibt Musik, die sich schwer einordnen lässt: Stilistisch zwischen Klassik, Neuer Musik und Jazz - orchestriert für ein Ensemble mit modernen und historischen Instrumenten. | Wie das wohl klingt? Ziemlich frisch, melodisch und erstaunlich zugänglich. In einer überfluteten Musiklandschaft, in der man alles schonmal irgendwo gehört hat, stechen Francesca Gazas Kompositionen hell leuchtend heraus. Ihr Ensemble "Kugelförmigkeit" bezeichnet sie selbst als Klanglabor. Die Experimente, die Francesca Gaza dort durchführt, bringen die Musik in die Zukunft - und das mit Instrumenten aus der Vergangenheit. (Sendung vom 22.12.)
"Europa hat eine ungeheure kulturelle Vielfalt, im Gegensatz zu den anderen Kontinenten", sagt die griechisch-deutsche Komponistin und Dirigentin Konstantia Gourzi. Sie kritisiert, dass die EU zu stark ökonomisch orientiert ist. "Wir müssen mehr darüber nachdenken, was Europa sonst noch bedeutet. Die EU tut das zu wenig." Von Konstantia Gourzi.
Die Slowakei hautnah, Magazin über die Slowakei in deutscher Sprache
Nachrichten, Tagesthema, Magazin - Als politische Ethnografin in Mariupol vor 2022: Gespräch mit Hana Jošticová. Saxophon einmal anders: Die Komponistin Michaela Turcerová.
Die Pianistin, Komponistin und Musikwissenschaftlerin Ursel Schlicht aus Kassel "bewegt sich souverän zwischen Jazz, Neuer Musik und interkulturellen Projekten“. So formuliert es die Jury, die Ursel Schlicht für den Hessischen Jazzpreis 2025 ausgewählt hat. Der wird von der Landesregierung verliehen, ist mit 10.000 Euro dotiert und soll Musikerinnen und Musiker für ihre Verdienste um die hessische Jazzszene auszeichnen. Christoph Scheffer spricht mit der Preisträgerin über Frauen im Jazz, über musikalische Begegnungen auf Augenhöhe und über die Verwandlung von bildender Kunst in Klang. (Foto: Rolf Schoellkopf)
Die Lyrikerin Mascha Kaléko war ein Star im Berlin der frühen 30er Jahre - bis ihre Bücher als „Asphaltliteratur“ von den Nazis verboten und sie als Jüdin verfolgt wurde. Es war nicht ihre erste Flucht, die Kaléko 1938 in die USA antrat; ihr ganzes Leben war von Sprach- und Kulturwechseln geprägt - und von Literatur und Musik. Über das Zusammenspiel von diesen Künsten in Kalékos Leben, über die musikalische Umsetzung ihres Werkes und einen „dritter Raum“, der daraus entsteht, spricht Nikola Herweg (DLA) mit der Komponistin und Hörspielmacherin Ulrike Haage. Den Originalbeitrag und mehr finden Sie bitte hier: https://lisa.gerda-henkel-stiftung.de/salon_sc_2025_mascha_kaleko
Die Lyrikerin Mascha Kaléko war ein Star im Berlin der frühen 30er Jahre - bis ihre Bücher als „Asphaltliteratur“ von den Nazis verboten und sie als Jüdin verfolgt wurde. Es war nicht ihre erste Flucht, die Kaléko 1938 in die USA antrat; ihr ganzes Leben war von Sprach- und Kulturwechseln geprägt - und von Literatur und Musik. Über das Zusammenspiel von diesen Künsten in Kalékos Leben, über die musikalische Umsetzung ihres Werkes und einen „dritter Raum“, der daraus entsteht, spricht Nikola Herweg (DLA) mit der Komponistin und Hörspielmacherin Ulrike Haage. Den Originalbeitrag und mehr finden Sie bitte hier: https://lisa.gerda-henkel-stiftung.de/salon_sc_2025_mascha_kaleko
Die Lyrikerin Mascha Kaléko war ein Star im Berlin der frühen 30er Jahre - bis ihre Bücher als „Asphaltliteratur“ von den Nazis verboten und sie als Jüdin verfolgt wurde. Es war nicht ihre erste Flucht, die Kaléko 1938 in die USA antrat; ihr ganzes Leben war von Sprach- und Kulturwechseln geprägt - und von Literatur und Musik. Über das Zusammenspiel von diesen Künsten in Kalékos Leben, über die musikalische Umsetzung ihres Werkes und einen „dritter Raum“, der daraus entsteht, spricht Nikola Herweg (DLA) mit der Komponistin und Hörspielmacherin Ulrike Haage. Den Originalbeitrag und mehr finden Sie bitte hier: https://lisa.gerda-henkel-stiftung.de/salon_sc_2025_mascha_kaleko
Die Lyrikerin Mascha Kaléko war ein Star im Berlin der frühen 30er Jahre - bis ihre Bücher als „Asphaltliteratur“ von den Nazis verboten und sie als Jüdin verfolgt wurde. Es war nicht ihre erste Flucht, die Kaléko 1938 in die USA antrat; ihr ganzes Leben war von Sprach- und Kulturwechseln geprägt - und von Literatur und Musik. Über das Zusammenspiel von diesen Künsten in Kalékos Leben, über die musikalische Umsetzung ihres Werkes und einen „dritter Raum“, der daraus entsteht, spricht Nikola Herweg (DLA) mit der Komponistin und Hörspielmacherin Ulrike Haage. Den Originalbeitrag und mehr finden Sie bitte hier: https://lisa.gerda-henkel-stiftung.de/salon_sc_2025_mascha_kaleko
► Hier findest du alle Infos zu CassMae: https://www.cassmae.com/► Das neue Release "Save Soil" kommt am 05. Dezember du kannst es dir hier schon vormerken:https://bfan.link/save-soil-1► Ich freue mich sehr, dir in dieser besonderen Episode eine junge Frau vorzustellen, die mich tief berührt hat. CassMae ist Sängerin, Komponistin und eine spirituelle Pionierin – und obwohl sie seit ihrer Geburt blind ist, sieht sie auf eine Weise, die uns alle inspiriert.In unserem Gespräch nehmen wir dich mit auf eine außergewöhnliche Reise durch Klang, Kultur und Bewusstsein. CassMae singt in über zwölf indischen Sprachen, verbindet EDM mit klassischer indischer Musik und öffnet mit ihrer Stimme Räume jenseits der Worte. Ihre Musik wurde nicht nur millionenfach gehört – sie wurde sogar vom indischen Premierminister Narendra Modi in seinem Podcast erwähnt und persönlich eingeladen.Wir sprechen über…ihre tiefe Verbindung zu indischer Musik und Spiritualitätihre ganz eigene Wahrnehmung der Welt jenseits des Sehensihren mutigen Weg als blinde Künstlerin in der Musikindustrieihre Begegnungen mit Modi und Sadhguruund über ihre Vision, Kulturen durch Musik zu verbindenWas mich an CassMae besonders berührt hat, ist ihre Fähigkeit, gleichzeitig ganz geerdet und doch zutiefst verbunden zu sein – mit sich selbst, mit einer höheren Kraft und mit der Mission, die sie durch ihre Musik verkörpert.Wenn dich Musik, Spiritualität, Authentizität und gelebte Berufung interessieren, dann ist diese Folge für dich. In Verbundenheit,Veit► Über CassMae:CassMae ist Sängerin, Komponistin und Produzentin. Seit ihrer Geburt blind, lässt sie sich nicht von Grenzen aufhalten – im Gegenteil: Mit ihrer Stimme überwindet sie sie. CassMae vereint westliche und indische Musik, singt in verschiedenen Sprachen und berührt mit ihren Songs weltweit Millionen von Menschen. Ihre Mission: Musik als Brücke zwischen Kulturen und Herzen.Alles zu CassMae:► Instagram: https://www.instagram.com/cassmaeofficial/► TikTok: https://www.tiktok.com/search?q=cassmaeofficial&t=1761819610858► YouTube: https://www.youtube.com/@CassMae► Alles zu Veit Lindau: https://go.veitlindau.com/bold-impact► Instagram: https://www.instagram.com/veit.lindau/► Facebook: https://www.facebook.com/veitlindau► Hier geht's zu homodea: http://go.homodea.com/hd191► Instagram: https://www.instagram.com/homodea/► Facebook: https://www.facebook.com/homodea► Schon abonniert? Hier geht's zum Podcast Alles Menschen: https://go.veitlindau.com/allesmenschenIT► Du kannst dir den Podcast überall auf Apple Podcasts, Spotify, meinem Blog, YouTube, SoundCloud und allen Podcastapps kostenlos anhören.► Wir freuen uns sehr, wenn dich die Folge inspiriert. Schreibe uns sehr gern unter podcast@veitlindau.com deine Wünsche für Gäst:innen.► Du möchtest etwas Gutes für die Welt beitragen? Die ichliebedich-Stiftung fördert weltweit integrale Projekte der Potenzialentfaltungund der Kultur des Mitgefühls, besonders für Kinder und Jugendliche.https://ichliebedich-stiftung.de/ich liebe dich-Stiftunghttps://www.paypal.com/paypalme/ichliebedichoderIBAN: DE37 6625 0030 0030 0711 46BIC: SOLADES1BAD#CassMae #HumanFutureMovement #SpirituelleMusik #VeitLindauPodcast#BerufungLeben
Die Klarinettistin und Komponistin ist es gewohnt, Ensembles zu leiten. Für die neue, kleinste Besetzung ihrer Formationen hat sie sich drei besonders vertraute Personen ins Studio geholt: musikalisch und persönlich. Das Quartett ermöglicht eine größere Flexibiliät der einzelnen Musiker und lässt ungewohnt viel Raum für Unvorhergesehenes. Fast kammermusikalisch wirken manche Stellen, dann wirkt die Band fast wie ein Sinfonieorchester. Das kommt Rebecca Trescher sehr entgegen, denn sie liebt klassische Musik. Unsere Musikredakteurin empfiehlt das Album uneingeschränkt und verspricht ein ganz neues Hörerlebnis im musikalischen Universum der Rebecca Trescher.
Wer loslässt, hat die Hände frei – kaum jemand verkörpert das so wie Tamar Halperin. In ihrem ersten Leben war sie Profi-Tennisspielerin in Israel, dann wechselte sie an die Tasten und wurde Pianistin und Cembalistin. Nach Studien in Basel und den USA sowie einer Promotion über Bach fand sie ihre neue Heimat in Hessen. Heute bewegt sich Tamar Halperin als Komponistin mühelos zwischen Barock, Jazz und zeitgenössischer Musik.
Sie ist Sängerin, Choreografin, Komponistin und Regisseurin, und sie hat sechs Jahrzehnte Zeitgeschichte aktiv mitgestaltet. Die US-Amerikanerin Meredith Monk hat mit John Cage und mit Phil Glass zusammengearbeitet, die Coen-Brüder haben ihre Musik als Soundtrack für ihre Filme benutzt. Mittlerweile ist die Künstlerin 83 Jahre alt und sie hat ein neues Album herausgebracht, das SWR Kultur-Kritikerin Susanne Benda in eine andere Welt aus feinen und leisen Tönen beamt.
Album-Tipp: Rebecca Clarke gilt als wichtige Komponistin der Zwischenkriegszeit. Ekaterina Valiulina, Margherita Santi und Giulia Panchieri haben einige ihrer Werke eingespielt.
Verbinden oder Trennen? Mirela Ivičević bewegt sich in einem Strudel aus musikalischen und kulturellen Einflüssen. Die 1980 in Split geborene Künstlerin ist in einer multiethnischen Familie und einem multiethnischen Staat aufgewachsen. In Wien, wo sie heute lebt, hat sie das Black Page Orchestra mitgegründet, vor allem aber komponiert sie. Gesellschaftliche Konflikte finden in ihrer Musik ebenso ein Echo wie alltägliche akustische Erfahrungen.
Die 1992 in Bielefeld geborene Luise Volkmann ist eine vielfach preisgekrönte Komponistin, Saxofonistin und Bandleaderin. Mit ihrem Ensemble „Été Large“ stellt sie immer wieder ausgefeilte Produktionen vor, die aufhorchen lassen. Denn die Saxofonistin, Flötistin und Komponistin, die aus der Punkmusik kommt, ist inspiriert von Jazz, improvisierter und zeitgenössischer Musik. Gleichzeitig reflektiert sie gesellschaftlich relevante Themen aus Geschichte und Gegenwart. Auch mit ihrem dritten Album liefert Luise Volkmann vielstimmige Anregungen zur Reflexion. Unser Jazzkritiker Georg Waßmuth bringt es auf den Punkt: „The Stories We Tell“ ist ein Album zu dem man kurz und bündig resümieren kann: Gerne mehr!
Die US-amerikanische Komponistin Maya Miro Johnson (*2001) ist Teilnehmerin der Lucerne Festival Composers Academy 2025. Als interdisziplinäre Komponistin, Performerin und Dirigentin verbindet sie Klang mit Performance, Elektronik und visuellen Medien in multimediale Musiktheaterprojekte. Der eigene Hintergrund als Tänzerin und Violinistin verleiht Johnsons Arbeiten, in denen sie oft selbst auftritt, körperliche und performative Dimensionen. Ihre Werke erzählen von der Beziehung von elektronischen und analogen Instrumenten in der Liveperformance, wie auch von der Wechselwirkung von Gesten und Klang. Thematisch prägen sie medizinische Settings, Cyborgs und KI-Personifizierungen, womit Miro Johnson gesellschaftliche Fragen wie Body Politics und feministischen Futurismus aufwirft. Wir treffen Miro Johnson zum Gespräch vor ihrer Uraufführung am Lucerne Festival.
Schaefer, Anke www.deutschlandfunk.de, Tag für Tag
Für Katharina Ernst greifen alle Kunstformen ineinander und sind untrennbar miteinander verwoben. Die gebürtige Wienerin und jetzige Wahl-Berlinerin ist Schlagzeugerin, Komponistin, Malerin und Performerin – am liebsten alles gleichzeitig. Ob sie mit KI oder mit Bau-Kränen arbeitet: ihr ist es wichtig, durch ihre polyrhythmischen Kompositionen neue (Hör-)Erlebnis-Räume zu öffnen.
Dobrinka Tabakovas Musik lädt dazu ein, sich fallen zu lassen und in sanften Harmonien zu schwelgen. Ein Album, das von der großen Neugier dieser Komponistin geprägt ist und neugierig macht, wohin ihr Weg sie wohl noch führen wird.
Wort ist Klang. Und aus Klang lässt sich Musik machen. Das betrifft natürlich auch den Dialekt, dessen Klangfarben oft noch bunter sind als die einer Hochsprache. Und so kommt es, dass die japanische Komponistin Makiko Nishikaze ganz spezielle Musik aus unseren Dialekten macht. Die Motivation, sich vertieft mit Dialekten auseinanderzusetzen, ist eine persönliche und unterscheidet sich gar nicht so sehr von unserer. Auch in Japan gibt es Dialekte, und auch diese sind hin und wieder vom Aussterben bedroht. So ist das auch in Makiko Nishikazes Familie, in der einst Dialekt gesprochen wurden, die es heute nicht mehr gibt. Das wiederum hat die Komponistin, Performerin und Raumklangkünstlerin, die in den USA studiert hat und bereits seit vielen Jahren in Berlin lebt, dazu veranlasst, die Klangfarben deutscher und schweizerischer Dialekte zu ergründen und aus ihnen ihre Musik zu machen. Das Resultat sind zwei längere Klangkompositionen mit dem Titel «Lehre mich deutsch». Vorgestelltes Werk: Makiko Nishikaze. lehre mich deutsch? Schweiz-Fassung. Im zweiten Teil erspürt die Redaktion aktuellen lautlichen Wandel im Zürichdeutschen. Auch werden die Namen Ober- und Unterägeri erklärt und woher die dortige Legoren-Fasnacht ihren Namen hat.
Anna Depenbusch ist eine moderne deutsche Liedermacherin, Sängerin, Pianistin und Komponistin, die sich stilistisch zwischen Pop, Chanson und Jazz bewegt. Ihre Songs zeichnen sich durch poetische Sprache, feinen Humor und eine Mischung aus Leichtigkeit und Tiefe aus. Mit liebevoller Wortgewalt erzählt sie augenzwinkernde Alltagsgeschichten. Zu ihren bekanntesten Titeln gehören „Heimat“, „Kommando Untergang“, „Astronaut“, „Schönste Melodie“ oder „Tim liebt Tina“. Anfang 2025 erlebte die Künstlerin einen schweren Schicksalsschlag: Ein Brand zerstörte ihr Studio und ihr Zuhause. Fast alle persönlichen Dinge sowie bereits fertiggestellte Musik gingen dabei verloren. In diesem Gespräch erzählt Anna Depenbusch von der Nacht, in der sie das Feuer bemerkte, und von dem Moment, in dem sie gerettet wurde. Darüber hinaus spricht sie über ungewöhnliche Interessen wie Quantenphysik und Paralleluniversen, über Menschen, die sie so sehr beeindruckt haben, dass sie ihnen Songs widmete – darunter die Mathematikerin Emmy Noether – sowie über ihre sehr persönlichen „morgendlichen Gespräche“ mit dem Klavier. Podcasttipp: KI – und jetzt? Wie wir Künstliche Intelligenz leben wollen https://www.ardaudiothek.de/sendung/ki-und-jetzt-wie-wir-kuenstliche-intelligenz-leben-wollen/urn:ard:show:2094cd1ff4b7c240/
Josephine Dickinson ist seit ihrem sechsten Lebensjahr taub. Nach der Schule studierte sie Klassische Philologie in Oxford und schlug anschließend eine Karriere als Komponistin und Dichterin in London ein. Mit Ende 30 verließ sie die Hauptstadt und zog in ein abgelegenes Dorf im Nordwesten Englands. Dort verliebte sie sich in einen sehr viel älteren Schafzüchter und lebte mit ihm zusammen. Das zarte, feinziselierte Feature Ludwig Bergers trifft Dickinson 68jährig inmitten der nordenglischen Landschaft an, zwischen den Bäumen, den Schafen und den Vögeln. Wie hört sie die Landschaft? Wie komponiert sie? Von Ludwig Berger SWR 20225
Willkommen in der Welt der elektronischen Musik. In dieser Live-Aufzeichnung vom "detect classic festival" sprechen Laury und Uli mit Produzent Jan Jelinek und Komponistin und Musikerin Paulina Sofie Kiss.
Für seine kreativen Ideen ist Niklas Liepe längst bekannt. Mit zurückliegenden Projekten wie dem Paganini-Projekt oder den #GoldbergReflections hat er international glänzende Rezensionen erhalten. In Göttingen geboren, in Braunschweig und Hannover aufgewachsen, ist er der NDR Radiophilharmonie engstens verbunden. Also hat er die Arbeit fortgesetzt und sein neues Album wieder mit dem Orchester aufgenommen. Mit dem Titel "Händel - Mendelssohn" verbindet Liepe Mendelssohns Violinkonzert e-Moll mit neuen Variationen bekannter Melodien Händels. Immer sind seine CD-Produktionen aufwendig und überraschend mit oft unerwarteten musikalischen Brückenschlägen. So hat er 2024 für ein Projekt die britische Komponistin und Oscar-Preisträgerin Rachel Portman gewinnen können. Ein Großprojekt, in dem er künstlerisch Stellung zum Thema Klimawandel bezieht. Rachel Portmans Violinkonzert "Tipping Points" - Kipppunkte - wird dabei kombiniert mit Vivaldis "Vier Jahreszeiten". Bei seinem aktuellen Projekt "Händel - Mendelssohn" sind wieder verschiedene Komponisten und Arrangeure beteiligt, darunter Tim Allhoff, Aleksey Igudesman und Florian Christl. In NDR Kultur à la carte spricht er mit Beate Scheibe über Ideen, virtuose Klangfarben und das Projekt alte Musik neu zu deuten.
(00:00:47) Zwischenstand von der 49. Ausgabe des Literatur-Happenings. (00:06:16) Ländlermusik trifft auf Son und Rumba: Volkskulturfest «OBWALD» mit Kuba als Gastland. (00:11:37) Einer der diesjährigen Schweizer Musikpreise geht an die Zürcher Bratschistin, Sängerin, Komponistin und bildende Künstlerin Charlotte Hug. (00:16:13) Französischer Streamingdienst «Deezer» deklariert Musik, die mit KI hergestellt wurde. Die Reaktionen sind positiv. (00:20:24) Zugspitze: Höchster Deutscher Berg neu mit zwei Gipfelkreuzen. Eine Glosse.
Sie ist Klarinettistin, Dirigentin, Komponistin und Fußballerin
Sie ist eine risikofreudige Improvisatorin, die seit Jahrzehnten in New York lebt und in ihrer Musik auf die Welt reagiert: Mit Sylvie Courvoisier erhält eine politisch engagierte Exilschweizerin den Schweizer Musikpreis. Als Pianistin bewegt sich Sylvie Courvoisier zwischen Jazz, Neuer Musik und der Avantgarde New Yorks. Vor fast 30 Jahren hat sie die Schweiz verlassen und ist nach Brooklyn gezogen, wo sie der Liebe wegen hin ist und der Musik wegen bis heute bleibt. Im Kultur-Talk erzählt die 56-jährige Pianistin und Komponistin über ihre musikalische Familie, über ihre Liebe zu Büchern und zur bildenden Kunst, über ihren Aktivismus in einem politisch aufgeladenen Land – und natürlich gibt uns auch die Musik von Sylvie Courvoisier zu reden.
Sie wird als Opernstar berühmt, komponiert aber lieber. Viardot vereint Musikstile Europas, ist politisch - und so modern, dass höhere Damen schon mal den Saal verlassen. Von Christoph Vratz.
Das Le Beau Ensemble möchte die Komponistin wieder bekannt machen. Die erste CD eines mehrteiligen Aufnahmeprojektes macht Lust auf mehr.
Erhabene Geschöpfe der Natur, die in den Himmel ragen: Berge. Auch Komponistinnen und Komponisten haben sich von ihnen inspirieren lassen. Unter ihnen Fanny Hensel, die Schwester von Felix Mendelssohn Bartholdy. Sie ist vor allem als Komponistin von Liedern bekannt. Rund 250 hat sie geschrieben. Einer ihrer bevorzugten Dichter war Joseph von Eichendorff. Dessen Gedicht "Bergeslust" hat Fanny Hensel vertont.
Diese Aufnahme zeigt, wie lohnend diese bislang kaum bekannten Sinfonien der mecklenburgischen Komponistin sind.
Duffek, Hans;Zander, Margarate www.deutschlandfunkkultur.de, Fazit
Schier unglaublich, wie breit diese Pianistin, Sängerin, Komponistin und Arrangeurin sich aufgestellt hat - und wie fokussiert die einzelnen Projekte dennoch sind Rachel Eckroth spielt ein traditionelles Jazz-Solopiano ebenso wie freie Musik, liefert ein funkiges Fusion-Album ab oder schreibt für Big Band - wenn sie nicht grad auf Tour ist mit eigener Musik oder als Sidewoman in der Creative Pop Band von St. Vincent. Eine vibrierende Vielfarbigkeit, die auch die Musikwissenschafterin Doris Lanz schon länger fasziniert. Wie das Musikwunder Rachel Eckroth entstehen konnte und was deren Kunst mit dem David Bowie-Bassisten Tim Lefebvre zu tun hat, das diskutiert sie in der Jazz Collection mit Jodok Hess. Die gespielten Titel: Interpret:in: Titel (Album / Label) Rachel Eckroth: Cooped Up and Bored Blues (Cooped Up and Bored Blues Live at Pitch Stories (Single) / Pitch Stories) Rachel Eckroth: Future (Let Go / Head Bitch Music) Rachel Eckroth: Dark Waters (When It Falls / Head Bitch Music) Rachel Eckroth Nonett: March (March (Single) / Bandcamp) Rachel Eckroth: Dracaena (The Garden / Rainy Days Records) Rachel Eckroth: Prelude to a Kiss (One / Eigenvertrieb) Rachel Eckroth: Vines (Humanoid / Sam First Records) Rachel Eckroth & John Hadfield: Saturn (Saturn (Single) / Adhyaropa Records)
Steineschmeißerin fürs Frauenwahlrecht, rechte Hand von Marie Curie, BFF von Virginia Woolf - und Komponistin des ganz großen romantischen Sounds. Uli und Laury verneigen sich vor der Patriarchat-Smasherin Ethel Smyth.