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Acontecem neste sábado (19) e domingo (20) as Jornadas Europeias do Patrimônio. O evento abre ao público milhares de lugares, muitos deles normalmente inacessíveis, propondo visitas, exposições, encontros e outras atividades voltadas à descoberta e à preservação do patrimônio histórico do continente. O brasileiro Jaildo Marinho expõe esculturas em mármore evocando lavadeiras de sua infância no sertão pernambucano. Na França, a 43ª edição do evento traz como temas "Patrimônio da fotografia" e "Patrimônio em perigo: reavivar, resistir, reinventar", em um ano que coincide com as celebrações dos 200 anos da fotografia. Em todo o país, a programação reúne habitualmente mais de 25.000 animações e eventos em cerca de 16.000 locais e monumentos históricos. Entre os espaços de destaque abertos à visitação está a Orangerie do Domaine National de Meudon, um edifício histórico, antiga propriedade real, onde acontece a exposição Étendre le marbre ("Estender o mármore"), do artista pernambucano Jaildo Marinho. A mostra estabelece uma ponte poética entre a criação artística contemporânea e a memória social da cidade. Nos séculos XIX e início do XX, Meudon destacou-se como um importante centro de lavanderia da região parisiense, onde gerações de lavadeiras lavavam e secavam as roupas destinadas à capital. Inspirando-se na história dos antigos barcos de lavagem de roupas de Meudon e em suas próprias memórias de infância, Jaildo recorda a origem afetiva do projeto: "Tudo surgiu a partir da minha memória em relação à minha avó que lavava roupa para outras pessoas lá no sertão de Pernambuco. Ficou na minha memória aqueles lençóis grandes, brancos, estendidos no varal." Para transformar essa lembrança em arte e desconstruir a rigidez do material, o escultor criou peças em mármore atravessadas por dobras monumentais. "Aí me veio a ideia a partir dessa memória da leveza do mármore, que a gente vê o mármore sempre como uma coisa pesada. Eu transformei o que é pesado em leve e suspendi o mármore como um tecido e ficar sempre naquela expectativa: ele vai cair ou não vai cair, o vento balança ou não balança." "Eu adicionei a tinta acrílica porque a cor vem representar a vida, que é um tempo determinado, limitado. Eu jogo com isso, com o peso, com a leveza, com o tempo e com a vida", complementa. Natural de Santa Maria da Boa Vista, ele conta que sempre gostou de fazer escultura, desde criança. "Comecei com manuseio do barro, depois fiz estudo técnico sobre gemologia e lapidação de pedras preciosas e semipreciosas que existiam na região", relembra. Após estudar escultura na Universidade Federal de Pernambuco, estabeleceu-se na capital francesa aos 22 anos. A exposição Étendre le marbre pode ser visitada de 3 a 27 de setembro de 2026, de quinta-feira a domingo, das 14h às 19h, com entrada gratuita na Orangerie do Domaine national de Meudon, contando também com a presença do artista para visitas guiadas durante a programação.
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No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:Santa Cruz cria programa que prevê parceria entre moradores e Prefeitura para pavimentaçõesRecapeamento avança na estrada de Boa Vista nesta semanaInadimplência para de cair no Rio Grande do SulEm destaque na segurança pública: Homem que armazenava drogas é preso em Santa Cruz
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Washington começa a desmontar, de forma calculada, as sanções sobre o ouro venezuelano, mas a jogada vai além da economia. Ao liberar o comércio de minerais estratégicos, os EUA miram não só recursos valiosos, mas também influência sobre a Amazônia e o Escudo das Guianas. A abertura, porém, é seletiva, reversível e chega antes que Caracas consiga controlar a extração ilegal, que mistura crime organizado, grupos armados e rotas clandestinas. Thiago de Aragão, analista político Sanções costumam ser mais sinceras quando começam a ser desmontadas. A ordem das exceções diz muito sobre o que Washington realmente quer. Na Venezuela, o petróleo veio primeiro. Era previsível. Agora, os Estados Unidos começam a montar uma arquitetura parecida para o ouro, os minerais e o carvão. O subsolo venezuelano entrou, de vez, na diplomacia de Washington. Isso não encerra as sanções. Longe disso. A abertura é controlada, seletiva e, sobretudo, reversível. Ainda assim, muda o lugar da Venezuela no cálculo norte-americano: o país deixou de ser visto somente como um problema político ou uma reserva petrolífera e passou a ocupar espaço na disputa por recursos estratégicos, cadeias de suprimento e influência sobre a Amazônia e o Escudo das Guianas. O desenho começou em 6 de março, quando o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos (OFAC) publicou a Licença Geral 51, autorizando determinadas atividades relacionadas ao ouro de origem venezuelana. Três semanas depois, Washington ampliou a autorização para outros minerais, permitiu o fornecimento de alguns bens e serviços ao setor e abriu a possibilidade de negociar contratos condicionais de investimento. Em 2 de setembro, o OFAC mexeu novamente nessa estrutura. As licenças 51D, 54C e 55A passaram a incluir expressamente carvão, minerais e ouro, assim como serviços e negociações ligadas a investimentos futuros. A linguagem continua estreita de propósito: Washington autoriza “determinadas atividades”, não o comércio inteiro, e mantém de pé o restante do regime de sanções. A Venezuela não foi normalizada. Está sendo religada a circuitos econômicos escolhidos pelos Estados Unidos, tomada por tomada. A produção venezuelana não nasce de um setor convencional, com empresas transparentes, rastreabilidade confiável e uma autoridade regulatória que chegue aonde o mapa oficial diz que ela chega. Durante anos, o Arco Mineiro do Orinoco virou uma economia paralela. Ali se cruzam autoridades políticas, oficiais militares, grupos armados, atravessadores e organizações criminosas, cada qual com seu pedaço da mina, da estrada ou do silêncio. O metal ganhou peso quando o colapso do petróleo secou as divisas. E trouxe uma vantagem nada desprezível para quem prefere operar nas sombras: pode ser carregado em pequenas quantidades, fundido, misturado e reexportado com documentos novos. Uma barra não conta de qual mina saiu. Muito menos quem trabalhou nela ou qual território indígena ficou para trás. Essa amnésia cabe no bolso A história da região, aliás, já passou por isso. Quando o ouro foi descoberto no território disputado entre a Venezuela e a Guiana Britânica, Londres tentou ampliar sua presença sobre a área. A disputa escalou até a crise de 1895, quando o secretário de Estado Richard Olney invocou a Doutrina Monroe e pressionou o Reino Unido a aceitar arbitragem. Mais de um século depois, o ouro volta a puxar Washington para o Escudo das Guianas, agora pela porta das sanções, não pela linha de fronteira. O novo governo venezuelano tenta recuperar o comando dessa economia. Em abril, Caracas aprovou uma legislação para atrair capital estrangeiro ao setor mineral. Em junho, enviou forças para Las Claritas, no estado de Bolívar, uma das principais áreas de mineração ilegal do país. Segundo a Reuters, a operação ocorreu enquanto o governo procurava reabrir um setor praticamente fechado ao investidor estrangeiro desde as nacionalizações iniciadas durante o governo de Hugo Chávez. Oficialmente, é uma ofensiva contra o crime organizado. Economicamente, a lógica é outra e bastante simples: ninguém oferece uma concessão séria sobre um território que não controla. Antes de atrair investidores, Caracas precisa provar que manda nas minas, nas estradas e nas rotas de exportação. A região antes tolerada como fonte informal de renda agora precisa virar ativo negociável. Washington quer criar canais legais para o ouro venezuelano antes que a Venezuela tenha mostrado capacidade de separar produção formal, extração ilegal e interesses de atores sancionados. A licença chega antes da rastreabilidade. O mercado, sabemos, não costuma esperar a papelada alcançar a realidade. Um estudo publicado em março pela Global Initiative Against Transnational Organized Crime identificou uma inversão nas rotas do ouro ilegal da Amazônia. O metal já não sai somente da Venezuela. Ouro extraído no Brasil e na Guiana passou a entrar em território venezuelano, enquanto Boa Vista se consolidou como centro logístico de fluxos alimentados por rodovias, aeronaves pequenas, pistas clandestinas e fronteiras onde a presença estatal oscila entre escassa e decorativa. Investigadores brasileiros chegaram a conclusão semelhante. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o aumento da fiscalização no Brasil empurrou redes criminosas para Venezuela, Guiana e Suriname. O ouro retirado ilegalmente de terras indígenas cruza a fronteira, ganha novos documentos e pode reaparecer no mercado internacional com uma biografia perfeitamente limpa. Para o Brasil, destruir pistas e equipamentos dentro do território nacional resolve uma parte visível do problema. A rede aprende rápido. Quando a repressão aperta de um lado, ela muda a rota, o comprador e o papel que acompanha o metal. A fronteira não interrompe o negócio; apenas encarece a travessia. Para a França, tudo isso está bem mais perto do que parece. A Guiana Francesa convive há décadas com uma economia ilegal do ouro conectada ao Brasil e ao Suriname. Um estudo da Fondation pour la Recherche Stratégique estimou em cerca de € 70 milhões por ano o custo das operações francesas de repressão, enquanto as perdas econômicas associadas à mineração ilegal superariam € 500 milhões. Essas redes teriam capacidade para ocultar ou lavar aproximadamente dez toneladas de ouro por ano. Caiena está na Amazônia. Bruxelas também, embora nem sempre se lembre disso. A Guiana Francesa é a fronteira amazônica da União Europeia e uma linha de contato direta entre o mercado europeu, as redes criminosas brasileiras e as economias informais do Escudo das Guianas. O ouro que atravessa essa geografia não respeita as categorias confortáveis de política externa. Ele mistura segurança, meio ambiente, crime organizado, sanções e disputa por recursos numa mesma barra. A abertura norte-americana pode atrair investimento, tecnologia e algum grau de transparência para a mineração venezuelana. Pode ainda dar a Caracas um incentivo para substituir grupos armados por operadores formais e voltar a exercer autoridade em áreas abandonadas pelo Estado. Esse é o cenário otimista. O outro é menos elegante. Se a demanda legal crescer antes que existam mecanismos confiáveis de rastreabilidade, o novo mercado autorizado poderá absorver ouro extraído ilegalmente no Brasil, na Guiana ou na própria Venezuela. A flexibilização não desmontaria a economia criminosa. Daria a ela uma porta nova, com placa oficial e acesso ao sistema financeiro internacional. A pergunta, portanto, não é se o ouro venezuelano pode voltar ao mercado. É outra: quem o extraiu, quem controlou o caminho e quantas vezes sua origem foi reescrita até a exportação? Washington está abrindo uma rota legal para os minerais venezuelanos. O ouro ilegal já sabe viajar.
A Prefeitura de Criciúma iniciou nesta quarta-feira (2) uma ação para facilitar o descarte correto de materiais volumosos e combater o despejo irregular de resíduos em áreas públicas, terrenos baldios, rios e áreas verdes. Quatro caçambas foram disponibilizadas inicialmente nos bairros São Sebastião, Santa Luzia, Boa Vista e em uma intendência municipal. A iniciativa busca oferecer uma alternativa aos moradores que precisam descartar materiais que não são recolhidos pela coleta domiciliar convencional, como móveis, eletrodomésticos, colchões, placas de MDF e vidros. Segundo a diretora de Meio Ambiente da Prefeitura de Criciúma, Morgana Kjelin Mariot, a medida também tem caráter educativo e pretende conscientizar a população sobre os impactos provocados pelo descarte inadequado.
Gravação durante a festa do leite de Orizona com participação de Diana Jank, diretora de marketing da leite A2, Valéria Gomes, diretora da Faz, VR e Maura Rodrigues, diretora da Faz. Boa Vista
Nossa convidada especial, autora e professora Beatriz Nosé, atuou em São José do Rio Preto como educadora de Língua Inglesa e STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática) em instituição bilíngue da cidade, além de sua trajetória como escritora de materiais didáticos e projetos voltados à literatura infantil e clássica. "Grandes livros para formar pequenos corações" https://www.instagram.com/reel/DbTUg6Ggm4k/?utm_source=ig_web_copy_link&igsi=MzRlODBiNWFlZA== ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ 🎙️Participação especial da autora de Literatura infantil, Beatriz Nosé https://www.instagram.com/beatriznose.classicos/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ 🎬 Eduardo Calvinamente Prisco https://www.instagram.com/eduardopriscoan/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Folge 151: Besondere Laufziele. Kleine Gruppen. Große ErlebnisseWarum reisen wir für 42,195 Kilometer um die Welt, obwohl es genügend Marathons vor der eigenen Haustür gibt? Andreas Butz und sein Gast Wolfgang Bernath kommen zusammen auf 451 Marathon-Finishes. Wolfgang hat gerade beim Helsinki-Marathon seinen 227. Marathon beendet – und Finnland als 29. Marathonland gesammelt. Andreas ist inzwischen in 37 Ländern Marathon gelaufen. Beide verbindet nicht nur die Freude am Laufen, sondern vor allem die Neugier auf neue Länder, Menschen und Kulturen. In dieser persönlichen und unterhaltsamen Folge sprechen die beiden darüber, wie aus einem Marathon eine unvergessliche Reise wird. Es geht um große City-Marathons und kleine, außergewöhnliche Rennen, um Marathon Globetrotters und Länderpunkte, um Medaillen, Laufshirts und die geheimnisvolle „japanische Liste“. Aber auch um die Frage, ob der Marathon das eigentliche Reiseziel ist – oder nur der schönste Anlass, um die Welt zu entdecken. Wolfgang und Andreas erzählen von gemeinsamen Erlebnissen in Belfast, Zermatt, Antalya und auf den Färöern. Sie verraten, wie sie ihre nächsten Laufreisen auswählen, warum Direktflüge dabei eine erstaunlich wichtige Rolle spielen und weshalb ihre Frauen Elke und Gisela zu vielen dieser Abenteuer unbedingt dazugehören. Natürlich geht der Blick auch nach vorn: zu neuen Laufzielen wie Chicago, Luxor oder Boa Vista. Eine Folge über Fernweh, Freundschaft und die Erkenntnis, dass nicht allein die gelaufene Zeit darüber entscheidet, ob ein Marathon unvergesslich bleibt. Werde auch du Mitglied im Laufcampus Club TEAM LAUFCAMPUS, einem Club der die Mitglieder vernetzt und viele, viele Vorteile bringt. Join us. IN DIESER FOLGE ANGESPROCHEN laufcampus.com: Außergewöhnliche Marathonreisen Marathon Globetrotters: Wolfgang Bernath Marathon Globetrotters: Andreas Butz
Episódio 179º ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ 🎙️ Participação especial do Reverendo Rogério e família https://www.instagram.com/familiapinheiroapmt CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ 🎬 Eduardo Calvinamente Prisco https://www.instagram.com/eduardopriscoan/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Neste programa, conversamos com Marta Lança, a autora de “Essas pessoas na sala de jantar”, um livro que conta as histórias de uma vida escrita entre Lisboa, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro e outras geografias, tendo como fio condutor as mudanças de casa e os encontros com novas pessoas que enchem salas de jantar transformadas em lugares de resistência e comunidades de pensamento e de arte. Este é o seu segundo livro, depois de “infinitas-pessoas-mais-uma”, ambos editados na Tigre de Papel. Marta Lança é jornalista, escritora, programadora cultural e também coordena o portal Buala, uma plataforma dedicada à cultura e ao pensamento sobre o Sul Global. O livro “Essas pessoas na sala de jantar” é como uma casa, ou melhor, uma sala de jantar repleta de amigos e reinventada a cada nova morada entre três continentes. Mas não é “uma sala de jantar auto-satisfeita”, não. É um convite à viagem, à partilha e aos novos sabores, com pratos cheio de histórias e portas abertas, com sorrisos e cumplicidades, algures em prédios onde – podemos ler – “nos desenrascamos uns aos outros, e dispensamos ovos e coentros, em que crescemos juntos”. Foi a partir das sucessivas mudanças de casa para “outro bairro, às vezes outra cidade, ou continente” que a autora quis “encapsular temporadas em certos lugares e circunstâncias”. Através da sua história pessoal, conta o que viu nos países onde viveu, observando com “um olhar para dentro e para fora” capaz de arrombar quartos fechados e mentes quadradas. Esta é uma história de encontros, de “geografias afectivas múltiplas” e é também um diário de bordo de um mundo em risco de extinção e de um outro a cimentar-se, num “tempo saturado de estímulos e de tecnofascismo” e em que os ecrãs substituíram livros e o brincar na rua. Escrito com muito humor, o livro é também uma forma de transmissão da memória, offline, um registo proustiano em busca de um tempo perdido em que tanto se ganhou e tanto se foi perdendo. Às memórias pessoais da protagonista, às suas histórias de amizades, de amores, de viagens e experiências noutros países, misturam-se os grandes acontecimentos que marcaram a História e a política do pós-25 de Abril em Portugal até aos dias de hoje no mundo. Tudo acompanhado pelo ritmo dos filmes, dos livros e da banda sonora que também escreveram esses anos. A partir de Lisboa, Faial, Paris, Mindelo, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro, Baixo Alentejo, as histórias são acompanhadas por reflexões sobre as injustiças sociais, o racismo, as cidades segregadas, o capitalismo desenfreado, a crise da habitação, a especulação insaciável e as rendas insustentáveis, a ecologia em crise, a pobreza, as sempiternas lutas das mulheres e muitas e variadas e repetidas opressões. São também histórias de lugares de resistência, de salas de jantar transformadas em comunidade de pensamento e de arte. A autora lembra como foi crescer numa Lisboa arrastada pela especulação imobiliária, o que foi a “Geração à Rasca” nos tempos da Troika e lembra que “o fascismo nunca desapareceu no país dos brandos costumes”. Depois, recorda como “ter vinte e um anos em Paris foi um embate de geopolítica existencial, um momento fundador na mundividência íntima”. Em Cabo Verde, reconheceu “a personalidade telúrica dos habitantes vulcânicos" que tinha conhecido em menina nos Açores, “mas o mais difícil de erradicar permanece: as mentalidades, a anos-luz de descolonizar”. Segue-se Luanda, “mal tinha desembrulhado o grogue, o veludo e a calabaceira de Cabo Verde e partia de novo, desta vez para uma grande metrópole africana da qual afinal não sabia quase nada”. Em Luanda compreendeu que “a mesma cidade onde se luta para conseguir comer ou para facturar milhões, toda a hora é hora de celebrar a vida, porque a toda a hora se pode morrer.” Em Maputo, o que mais conquistou o seu “coração rebelde eram os concertos de hip-hop, agregadores de jovens desejosos de mudar a sociedade restrita e opressora”, como Azagaia que “confrontava o regime e a geração da independência” com, por exemplo, a música “Quem vendeu a minha pátria?”. No Rio de Janeiro, surge a pergunta: “Como se pratica a alegria num lugar atravessado por tanta violência?”, onde “a desigualdade continua a ser a espinha dorsal da vida urbana brasileira.” A resposta começa, talvez, nos baile funk na Zona Norte, “uma das maiores expressões da resistência cultural, social e identidade das periferias brasileiras”. Mais tarde, o refúgio no Baixo Alentejo, em Portugal, onde uma casa no campo é a possibilidade de “pequenos lugares engendrarem utopias”. Porém, mesmo aí, “a terra é colonizada e posta a render” e nos cafés se percebe “como muita gente desistiu e se deixou manipular pelo populismo e abandono”. No final, regressa às raízes para cuidar de quem dela cuidou e de quem dela cuidará, confessa. Consciente de fazer “parte da paisagem da desigualdade montada”, ao longo dessas viagens entre os três continentes, a narradora nunca esquece “o Atlântico que devolve continuamente a memória do terror e da sobrevivência”. Também omnipresente, de viagem em viagem, a comida, das bolinhas da Xandite aos gelados do Pintado, do empadão de esparguete com carne nos avós, ao “panelão de arroz de grelos servido em pratos lascados e vinho de pacote”, passando pelo amarindo, loengo, mamão, goiaba e fruta pinha da zungueira de Luanda, sem esquecer o acarajé no Rio e a Cozinha Ocupação. Afinal, “poucas coisas unem tanto as pessoas como partilhar uma refeição”. A inspirar as suas páginas sente-se a busca e um enorme respeito pela liberdade, partindo de uma personagem-arquétipo a que chamou Júlia e que andava “a desenhar um mapa poético para mudar o sistema sem tomar o poder”. Era uma Júlia que, para além do engajamento em vários combates políticos, concentrava “a liberdade das infinitas mulheres que nunca puderam fazer nada mais senão trabalhar muito e cuidar dos outros". "Essas pessoas na sala de jantar" talvez seja "o mapa poético" de Marta Lança, esboçado a partir da "força de todas as que foram reprimidas". Marta Lança: "Aproveita, vive com consciência toda essa liberdade, o que tantas mulheres antes de ti não puderam fazer" RFI: Do que fala este livro? Marta Lança, Autora de “Essas pessoas na sala de jantar”: “Este livro compila várias crónicas de diversos momentos da minha vida. Quando estava a pensar o que é que ligaria estas histórias, achei que seria o mínimo denominador comum a questão de mudar. Mudar de casa, mudar de cidade, mudar de geografia emocional e de trabalhos, entre eles tem esta questão de cada um que se passa num determinado tempo e espaço. Começa com a casa onde cresci, a casa dos pais, a casa de onde parti para a vida e depois são sucessivas casas como ponto de partida: várias em Lisboa, várias depois com a vida profissional, em que fui viver para os países africanos onde também se fala português, como Cabo Verde, Angola, Moçambique. Depois o Brasil e o regresso a Lisboa, sendo Lisboa também em vários bairros, em vários tempos. Isso é o que coordena. Depois, fala de muitas outras coisas. Cada história tem os seus universos, alguns vão-se repetindo, mas é basicamente um livro que tem a ver com o crescer, com o tornar-se uma mulher, tornar-se adulta, e tem esse lado um pouco confessional, autobiográfico - mesmo assim, tentando não expor muito os outros - mas é o devir adulto. Basicamente, é um livro que tem a ver com o crescimento.” Por que é que decidiu chamar-lhe “Essas pessoas na sala de jantar”? “Porque sempre gostei muito dessa canção de 'Os Mutantes', um grupo brasileiro de movimento Tropicália. A canção chama-se ‘Panis et Circenses', tem a ver com uma crítica à ditadura militar brasileira. É muito irónico porque enquanto se está a distribuir pão e circo, essa classe média que está entretida na sala de jantar, ocupada em manter-se, em nascer e morrer, e que fica numa certa passividade enquanto o mundo explode, enquanto há uma série de injustiças, há uma classe média que está muito contente com a sua vidinha de privilégio. Então, trouxe este título para falar também dessa tensão que eu própria sinto entre o meu meio, esse meio pequeno-burguês de Lisboa que teve acesso à educação, saúde a seguir ao 25 de Abril. Portanto, somos essa primeira geração em liberdade que pôde uma série de coisas e, ao mesmo tempo, o que é que fazemos com isso? Então, também tem essa questão de tentar politizar-me e ter atenção à abertura para outras realidades do mundo e da minha própria cidade e ter uma participação não passiva, sendo que há esse dentro e fora da sala de jantar. Acho que é uma canção que traduz muito essa vontade também de trazer poesia para a vida, um outro olhar, não aquele convencional, e por isso a escolhi como título.” O espaço casa tem um lugar central, mas essas casas vão sendo criadas em diferentes países. Quase parece um paradoxo porque a casa é algo aparentemente estável, seguro, e aqui as suas casas são resultado de viagens e cada cidade é como uma nova casa. Até que ponto é que as casas e as cidades são personagens centrais neste livro? “São porque têm um lado de dentro de casa, mas não muito. Então, dentro de casa porque aconteceu que quase todas estas casas, como os leitores vão ver, foram casas partilhadas, casas colectivas onde viviam outras pessoas. Desde o início com a família, o núcleo duro, etc, e depois os amigos, os namorados e, hoje em dia, as casas com crianças quando estamos a criar filhos. Na partilha de casa, sempre achei muito interessante, como uma espécie de laboratório social, como é que as pessoas habitam uma casa, como é que pessoas, além de mim, tornam a casa um lugar habitável, um lugar acolhedor, mas um lugar onde há conflitos com a divisão de espaço, divisão de tarefas. Foi interessante que a minha vida suscitou ver várias maneiras de habitar a casa porque fui partilhando casa com pessoas diferentes ao longo da vida e sendo que essas outras cidades, outros bairros, também traziam sempre um microcosmos de realidades diferentes. Então, não são cenários, são participantes dessa observação de costumes, de ponto de partida para ver o que está à volta da casa. Aliás, o livro parte desse interior da casa, mas depois vai muito para fora, sai logo. A narradora - que sou eu - acaba por estar mais interessada no que se passa fora. Tenho algumas observações sobre o dentro de casa, mas o mais interessante será mesmo essa etnografia de ambientes à volta dessas casas, do bairro, dos sistemas políticos, dos assuntos que inquietam naquele momento, como se cristalizasse um certo tempo de observação. É por aí que interessa, é como a casa ser um mirante, um ponto de observação do exterior.” Vamos às casas nas diferentes cidades. Por exemplo, Lisboa. Lisboa não é apenas a cidade bonita e multicultural onde cresceu, onde ia ao ballet da Gulbenkian, ao cinema, aos bares do Bairro Alto dançar kizomba e ouvir Os Tubarões. Foi também a cidade onde um rapaz cabo-verdiano, Alcino Monteiro, foi espancado até à morte por um bando de skins no Dia de Portugal, em 1995, um cenário que se repetiria. Olha para este ódio racial que reverbera ainda na própria cidade. Quer-me falar sobre Lisboa? “Sim, é interessante ter ido buscar esse exemplo porque essa linha de cor que atravessa a cidade de Lisboa, essa colonialidade ainda estamos a vivê-la, não é? Crescer nos anos 80, numa cidade que estava a urbanizar-se, é o meu ponto de partida: era ali a zona de Carnide, depois assistir ao fenómeno do Colombo, toda essa Lisboa que se queria tornar uma cidade europeia, com a entrada na União Europeia, o desenvolvimento e, ao mesmo tempo, o realojamento dos bairros mais auto-construídos, etc, mas que obviamente foi criando para as margens, foi marginalizando, tornando periféricas uma série de realidades socioculturais e económicas de tornar muitos bairros empobrecidos e pessoas empobrecidas em que a linha de cor coincide. Ou seja, são as pessoas racializadas que acabam por ter esse estigma que vinha de um país a seguir ao 25 de Abril, ainda com uma grande carga colonial, racista, foi mantendo, se calhar um pouco mais com um certo pudor, sendo que agora, com a ascensão da extrema-direita e todo este populismo e instrumentalização do ressentimento voltou a sair à carga e ainda mais estigmatizou estes territórios, estas pessoas, e no livro vou falando desses momentos. De facto, o ódio racial foi um momento definidor quando aconteceu esse assassinato do Alcino Monteiro num bairro que eu frequentava, o Bairro Alto, que eu frequentava com os meus amigos. Para nós, que éramos novos, sentir esse medo nas ruas, ali no centro da cidade, e perceber: ‘Afinal isto é terrível. Há pessoas que são um alvo muito mais declaradamente de uma purga, dessa motivação do ódio.' E acho que isso nunca deixou de existir em Lisboa, aliás, culminou no ano passado com a morte do Odair Moniz, e vamos vendo como a cidade evolui e não resolve essas suas feridas sociais de ódio. E, portanto, acho que isso atravessa de alguma forma o livro. Eu, no lugar de também de um certo activismo anti-racista, mas como é que uma jovem lisboeta branca vai percebendo essas injustiças. Também entrei por aí de uma forma, não aprofundando muito, mas dando a entender que isso é uma realidade que só não vê quem não quer. Podemos estar num certo meio protegidos, mas somos cúmplices desse estado de coisas se mantivermos essa passividade. Portanto, temos de denunciar.” Vamos agora a Paris. Conta que “ter 21 anos em Paris foi um embate de geopolítica existencial, um momento fundador na mundividência íntima”. Foi para lá estudar, viveu na Cité Universitaire. Fala daquele momento, mas também na continuação das lutas sociais até hoje, com os Coletes Amarelos, as revoltas suburbanas na sequência também do assassínio de jovens de pele negra, a mobilização contra a ascensão da extrema-direita. Que lugar tem para si Paris? “Nessa tal geografia de afectos e de crescimento, Paris foi muito importante porque foi esse tal embate político. A minha relação com Paris no livro é no ano de 1997, 98, eu era uma jovem estudante de Erasmus em Paris. E teve esse papel de perceber como o mundo é enorme, como as lutas sociais são muito mais vastas do que a partir de Lisboa e também de perceber que há uma esquerda muito organizada e disseminada nas universidades, nas manifestações e isso foi muito importante de assistir, de acompanhar, de testemunhar esse fervor. Quanto mais organização, até de contestação, também mais se sentia essa tensão de uma cidade a uma escala muito maior do que Lisboa. Eu conto uma manifestação dos ‘chomeurs' [desempregados] que me impressionou muito, a forma muito combativa e muito radical de confrontar a polícia, etc, e depois Paris sempre continuou a ser uma meca da esquerda europeia com essas outras lutas que se seguiram e mais do que nunca, agora, com a situação política da Europa e de França em particular. Acho que é um bom barómetro da temperatura social, continua a ser.” Viveu também em Cabo Verde, que diz que se tornou em “um país exemplar no contexto africano”, graças ao empenho, ao valor atribuído à educação. Diz ainda que o mais difícil de erradicar permanecem “as mentalidades a anos-luz de descolonizar”. Quer falar-nos um pouco sobre Cabo Verde e a sua experiência? “Cabo Verde foi também uma transição enorme na minha vida. Ir viver para uma ilha pequenina como São Vicente e fazer uma revista com jovens cabo-verdianos e perceber as questões deles, algumas frustrações e muita vontade de participar, de ter opinião. Então, foi uma experiência que eu acarinho muito. De facto, viver nos sítios, trabalhar nos sítios, ajuda-nos muito a compreender essas tais relações, a sair do postal turístico das férias na ilha do Sal ou da Boavista em que a pessoa não percebe muito mais para além de que é um país maravilhoso, cheio de morabeza, etc. Ao trabalhar com jovens e ao ouvir os artistas, ao fazer também jornalismo de muita escuta, fez com que eu entendesse que há uma grande questão identitária. Portanto, isto é Cabo Verde de 2004, é claro que muitas coisas mudaram, mas havia ali muitas conversas sobre a questão da crioulidade, da situação atlântica de Cabo Verde cultural, da mestiçagem, todas essas heranças de ‘somos mais africanos, somos mais europeus', toda essa indefinição, que é uma discussão interessante, mas depois, no dia-a-dia, sentia-se que ainda havia um certo racismo em relação a pessoas do continente africano, muito pejorativamente chamados de mandjacos, como se isso fosse um insulto a uma etnia da costa da África, guineense, etc, e sobretudo a geração mais velha tinha um certo preconceito com a questão das pessoas mais negras. Falo também nessas manifestações, de alguns comentários, de algumas tradições como os Mandingas no Carnaval do Mindelo. E acho que sim, há uma mentalidade ainda muito colonizada que vai-se percebendo também em coisas mais recentes. Por outro lado, há uma juventude que reivindica o lado pan-africanista, a herança de Amílcar Cabral como os grandes valores da independência, tudo isso, mas é, mais uma vez, perceber que o contexto de um país é muito mais complexo do que a gente pensa no início. “Mal tinha desembrulhado o grogue” - estou a citá-la – “o veludo e a calabaceira de Cabo Verde", partiu de novo, desta vez para "uma grande metrópole africana, da qual, afinal, quase nada conhecia”. Luanda é a cidade onde "a toda a hora é hora de celebrar a vida porque a toda a hora se pode morrer”. Quer falar-nos sobre Luanda? “Luanda, essa grande cidade! Foi incrível conhecer Luanda nesse momento que saía há poucos anos de longuíssima guerra civil e ir trabalhar na área da cultura, das artes, em que estava tudo por fazer, havia uma alegria, um entusiasmo, e foi mesmo extraordinário também partilhar casa no bairro da Maianga, uma casa que já é histórica nas lendas urbanas, que é o Sete e Meio. Era um apartamento que dividíamos entre artistas angolanos e eu e uma amiga portuguesa que também trabalhávamos na Trienal de Luanda. Morava lá o Kiluanji Kia Henda, o Orlando Sérgio, o Yonamine, o Ihosvanny, artistas que estavam em grande força na sua carreira como artistas visuais, e o Orlando que é um actor na área do teatro e cinema. Então, era um ponto agregador da cidade, onde fazíamos muitos jantares, muitas conversas na nossa varanda, que também tinha um ponto de observação para as transformações urbanas da própria cidade de Luanda. E sim, é uma cidade de contradições, não é? Nessa altura - já não é a realidade actual - havia muita gente a fazer dinheiro porque o petróleo era, de facto, a economia muito efervescente, o crescimento económico era incrivelmente alto e acelerado, mas sabemos que isso depois não se traduziu em melhorias na qualidade de vida do povo angolano, que hoje em dia está bastante sufocado, numa crise enorme. Eu, como estrangeira, mas tentando viver como angolana no dia-a-dia, andar de candongueiro, depois também fiquei lá a trabalhar como professora, ouvi muitas histórias e o que mais me fascinava eram as biografias das pessoas. As pessoas tinham histórias de vida incríveis e apetecia cartografar tudo e escrever tudo, mas depois a realidade era tão veloz e alucinante que era difícil. Então, esses dois textos no livrinho sobre a Luanda dessa época são muito fragmentados, mas era um espelho da própria cidade, dessas vozes todas, dessas contradições e também um grande carinho nas pessoas e, ao mesmo tempo, uma brutalidade porque é a lei da sobrevivência.” Em Maputo, foi a música e o ímpeto do hip-hop, nomeadamente as letras do Azagaia, que a conquistaram, ele que tantas denúncias fez contra o regime, contra inclusivamente a geração da independência, contra a exploração do povo, contra o neocolonialismo português. Mais uma vez a atenção e a observação acutilantes da Marta… “Gostei muito de ir aos concertos do Azagaia. Foi um privilégio poder ir a vários concertos de hip-hop. Também já tinha frequentado muito o rap angolano, gostava muito também. Na altura, em Angola, ouvia muito o MCK, depois o Luaty Beirão também voltou à cidade e outros. Havia um grande movimento de hip-hop que era um grande escape de denúncia política. Então, era uma forma de entender o que é que os jovens estavam a pensar sobre a sua situação. Maputo é uma cidade extremamente musical, havia muitos concertos, muita música ao vivo nos bares e acho que é um dos pontos mais fortes que eu retenho: essa cidade musical. O Azagaia, além de, na altura, me ter chamado a atenção pelas letras tão interessantes, depois, tudo o que suscitou quando ele morreu, o cortejo fúnebre, a repressão e os tumultos todos que houve em Maputo e Matola e na Beira a seguir à morte dele… Aliás, eu tinha escrito esse texto antes de o Azagaia morrer e depois acrescentei mais isso como um questionamento também sobre a geração que fez a independência e a herança que deixou ao país como está actualmente, que ainda tem tanta juventude urbana descontente porque não tem muitos horizontes de expectativa para poder ficar no país com uma vida digna.” Também viveu no Rio de Janeiro e começa por falar de um baile funk em que questiona "como é que se pratica a alegria num lugar atravessado por tanta violência". O que representou para si o Rio de Janeiro? “Comecei o texto com esse episódio do baile funk porque também tive a sorte de poder frequentar as comunidades faveladas da Zona Norte do Rio de Janeiro. E sim, são zonas da cidade, territórios muito permeáveis à violência, seja do tráfico de droga, seja da própria polícia. Na altura, havia operações de pacificação dos morros e, no entanto, eram sempre bastante ameaçadoras para a população trabalhadora dessas comunidades. E havia uma banalização dessa violência que acho que todos sabemos com os filmes e as notícias que nos chegam. Portanto, é viver numa guerra aberta e isso é muito desgastante para os moradores. Depois conto também como é que algumas figuras, como um estudante de mestrado, se sentia uma excepção no seu contexto de jovem negro, periférico, pobre, mas como as políticas de discriminação positiva, as quotas, são muito importantes no contexto do Brasil para furar essa repetição da pobreza e, portanto, também como é que a partir dali se estava a pensar a questão da cidade, do asfalto e da periferia, todas essas divisões de uma sociedade tão classista, tão racista… Algumas opções vão-se repetindo ao longo dos textos, mas com novos figurantes e novas reflexões, penso eu.” Acaba por haver alguns temas e até injustiças que se repetem ou que dialogam entre as cidades onde viveu? “Exacto e a procura da alegria, que citou, é mesmo uma força de resistência nestes lugares, não é uma alegria alienante, é uma alegria que tem o seu peso, da sua dor, dessas feridas todas da história, da história da escravatura, da história da pobreza, e, ao mesmo tempo, a capacidade de ‘estamos aqui, continuamos, sobrevivemos e transformamos a dor em alegria, uma alegria de não nos vão apagar, aqui continuamos'. Essa lição dessa alegria sobrevivente, para uma europeia, é mesmo importante, porque eu acho que em Portugal, por exemplo, se cultiva muito o lamento, o queixume, mas é um queixume que depois não muda nada, é um queixume quase de apaziguamento. Acho que esses países, como eu digo, abaixo do Equador, nos davam uma lição de vida nesse sentido que é: ‘Vamos para a frente, resistimos' e, cada vez mais, confrontacionais e a desejarem uma outra vida com todo o seu sentido crítico. Portanto, é uma alegria que também traz a crítica ao estado de coisas.” Outro aspecto é a comida, que de viagem em viagem também é omnipresente, seja na sala de jantar, seja na rua, no café, no restaurante. Das bolinhas da Xandite aos gelados do Pintado, do empadão de esparguete com carne da casa dos avós, ao “panelão de arroz de grelos servido em pratos lascados e vinho de pacote”, em Lisboa, ao amarindo, loengo, mamão, goiaba e fruta pinha da zungueira de Luanda, ao acarajé no Rio e à Cozinha Ocupação… Escreve: “Poucas coisas unem tantas pessoas como partilhar uma refeição”. Porquê tanto sabor neste livro? “Muito bem visto! E também o grande ensopado de borrego no Alentejo!” É verdade, não falámos do Alentejo, mas também é bom deixar aos leitores a possibilidade de descobrir outras geografias e sabores… “Exactamente. A refeição partilhada é também ligada à ideia das pessoas na sala de jantar que estão a partilhar o seu momento, a distribuição de comida, a vontade de experimentar coisas novas e como cada lugar também com os seus sabores, porque é uma forma de convívio, não é? E esse é outro grande tema do livro: o convívio entre pessoas diferentes e uma refeição pode pôr na mesma mesa pessoas de realidades muito diferentes e estarem unidas pelo prazer de comer, de descobrir e também como os novos sabores traziam novas realidades. Quando estou a apontar para esses frutos tropicais, estou a aprender novos léxicos e novas realidades e, portanto, quis trazer essas diversas comidas.” Esses sabores não são só gustativos, também há os sabores auditivos, porque a música também está muito presente no livro. É como uma banda sonora em pano de fundo… “É porque a música também é uma forma de conhecermos realidades novas. Acho que todos nós temos sempre as nossas músicas electivas. Por exemplo, ouvir música em Angola ou Moçambique ou Brasil, é a partir das letras e das sonoridades que nos trazem as tais outras realidades. E depois também as músicas que nos formaram, a nossa forma de olhar o mundo e de viver a História é feita das partilhas das universidades, das leituras, dos filmes, mas muito a partir da música. A música tem um pendor educativo, formativo muito forte em todos nós e eu queria prestar essa homenagem a tudo o que a música trouxe à minha vida, só que era difícil estar a escolher entre tantas músicas e tantos autores e então fui referindo de acordo com o que eu ia ouvindo em cada fase de vida.” Num dos capítulos fala do “Lobo da Mata” e conta um episódio terrível. Recorda a francesa Gisèle Pelicot quando disse que “a vergonha tem de mudar de lado” e também escreve, “nos anos 90 a consciência feminista era de nicho e o ‘girl power' era mais slogan do que força colectiva” e que ainda hoje “em vários países, ser mulher continua ser quase um acto ilegal”. Porque decidiu escrever o “Lobo da Mata” e falar sobre a sua própria história? “Porque nós criamos mais empatia, relação com um assunto, quando nos implicamos nele, e todas as mulheres, sem excepção, terão histórias de abusos, desconfortos no mínimo, e situações em que se sentiram com medo ou discriminadas pelo facto de serem mulheres. Acho que temos a sorte de estarmos em países onde há alguma protecção, mas até precisamente pela Gisèle Pelicot em França, sabemos como histórias tão hediondas podem estar aqui ao voltar da esquina. Eu queria trazer algumas reflexões feministas porque, tal como a música, o feminismo também é uma forma de conhecer, de aprender muito para tentar ambicionar um mundo onde haja mais igualdade nas questões de género, mas mais do que a igualdade, acredito num feminismo que não é necessariamente a luta pelo poder, mas é outra forma de convivência entre as pessoas que não passe por esta competição, por estas relações de poder, por este ímpeto bélico e destrutivo que o mundo patriarcal nos tem proporcionado e por ele chegámos aqui, a este estado de coisas tão devastador e sem futuro quase. E, portanto, o feminismo seria uma grande opção entre homens e mulheres de outro tipo de comunhão, de partilha, de uma paz social que poderia vir através do feminismo. Esse ‘Lobo da Mata' é uma história na Caparica, na adolescência. Não é uma história que seja assim o grande trauma porque eu quis também passar esse lado, de como eu encontrei as minhas ferramentas para viver com isso e para transformar essa história numa espécie de alívio e de força pessoal, mas claro que cada mulher lida com isso de maneiras diferentes, com os seus próprios traumas e fantasmas. Mas acho que sim, acho que foi importante escrevê-la, não no sentido terapêutico, mas para partilhar alguns episódios que todas temos e, depois, a partir daí, o que é que suscitou como preparação para a vida porque qualquer mulher terá passado por isso.” Fala numa mulher no livro que é uma personagem-arquétipo daqueles tempos. Chamou-lhe Júlia que andava “a desenhar um mapa poético para mudar o sistema sem tomar o poder”, uma Júlia que, para além do engajamento em vários combates políticos, concentrava “a liberdade das infinitas mulheres que nunca puderam fazer nada mais senão trabalhar muito e cuidar dos outros. A força de todas as que foram reprimidas.” O que é feito dessa Júlia? Este livro é esse “mapa poético”? “Sim, acho que sim. Essa Júlia é um arquétipo, não é uma pessoa real, mas sim um conjunto dessas vontades todas reprimidas e de alguém que pôde experimentar, pôde errar, pôde implicar-se em cada situação e fazer com que as coisas aconteçam, sair da tal sala de jantar auto-consolada para que a vida nos aconteça porque não podemos estar só à espera de uma mudança se não nos implicarmos nela. Essa Júlia ainda está aqui presente, pelo menos tenho-a comigo, como alguém que me faz lembrar: ‘Olha, aproveita, vive com consciência toda essa liberdade, o que tantas mulheres antes de ti não puderam fazer.' E é preciso celebrar essa liberdade de circulação, de podermos ser quem queremos, de podermos até mudar em qualquer fase de vida para procurar essa pessoa que nos vamos tornando em cada momento, mas não ficar a achar que isso é garantido porque as liberdades nunca estão garantidas. É também essa inquietação. A Júlia é essa inquietação que me persegue e que certamente outras pessoas se identificarão com ela.”
Episódio 178º Série: Saúde e Espiritualidade "Ginecologia" ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ Com a participação especial de: 🎙️Dra Lívia A. Vieira - Ginecologista https://www.instagram.com/draliviavieira.menopausa/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ 🎬 Eduardo Prisco https://www.instagram.com/eduardopriscoan/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Episódio 176º - CalvinaMente Série: Saúde e Espiritualidade "Cardiologia" ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ Com a participação especial de: 🎙️Dr Elzo Mattar - Cardiologia https://www.instagram.com/dr.elzomattar/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ 🎬 Eduardo Prisco https://www.instagram.com/eduardopriscoan/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Episódio 177º - Devocional ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ 🎬 Eduardo Calvinamente Prisco https://www.instagram.com/eduardopriscoan/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Um helicóptero caiu na manhã deste sábado no Alto da Boa Vista, na zona norte do Rio dede Janeiro.
O projeto de extenção do Museu Nacional atua no resgate e oferece cuidados veterinários aos gatos que vivem nos arredores da instituição. No aniversário de 208 anos do Museu, em meio a atividades de concientização sobre o cuidado dos animais, a reportagem conversou com a professora Renata Stopiglia, que coordena a iniciativa.Reportagem: Luisa Lima e Sarah SenaEdição: Thiago Kropf
Episódio 175º - Devocional ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ 🎬 Eduardo Prisco https://www.instagram.com/eduardopriscoan/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Football never stops. Only nine days after the World Cup final, the news was leaked that FIFA were looking to sell a stake in the tournament, sparking a furious backlash across the globe.UEFA responded by threatening to boycott FIFA competitions, with CONCACAF and AFC subsequently releasing statements condemning the proposal, which would have seen all 211 member associations receive $40 million each. It's easier to understand why the big guns resisted, but the money could have transformed the smaller nations, so why have so many of them declined the offer? And which tiny island's FA condemned the plan despite being run by...FIFA-appointed officials?Plus, Montenegro's four clubs are all eliminated from UEFA club competition qualifying with a perfectly awful record of 10 games and 10 defeats. We examine why they fared so badly. Plus a Colombian giant is knocked out of the cup...by their own reserves!Join us on Patreon at patreon.com/sweeperpod for a bonus episode this Thursday all about the death and resurrection of former Portuguese champions Boavista.Chapters:00:00 - Intro00:46 – FIFA's collapsing house of cards01:56 – Montserrat08:15 – Guadeloupe11:52 – Nepal14:30 – Comoros21:10 – Montenegro's continental calamity29:36 – Colombia's cold-blood reserves
Em comemoração aos seus 208 anos, o Museu Nacional reabre suas portas pela primeira vez desde o incêndio em 2018. Na reabertura em junho, a Quinta da Boa Vista contou com uma festa marcada por história, aprendizado e diversão. O evento recebeu tendas científicas e culturais, feira junta local e ativações com parceiros, atraindo público de todas as idades. Reportagem: Larissa Calvet e Maria Clara TorresEdição: Thiago Kropf
Episódio 174º Devocional ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Evento, meados de julho, no arquipélago lembrou que agenda ambiental global [e prioridade; 5ª. Conferência da Década do Oceano juntou políticos, académicos e ativistas na ilha da Boa Vista com promessa de tornar o potencial marinho em prosperidade sem deixar ninguém para trás.
Episódio 173º - CalvinaMente Série: Saúde e Espiritualidade - Urologia ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ Com a participação especial de: 🎙️Dr Gabriel Santos - Urologista https://www.instagram.com/p/B9E-HYqI5s6/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ 🎬Eduardo Prisco https://www.instagram.com/eduardopriscoan/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Esta semana, a actualidade fica marcada pela chegada a Lisboa do líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, autorizado a sair da Guiné-Bissau para receber tratamento médico especializado. Em São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova foi reeleito Presidente à primeira e por Cabo Verde, que acolheu a V Conferência da Década do Oceano. Domingos Simões Pereira chegou na madrugada desta sexta-feira, 24 de Julho, a Lisboa para receber tratamento médico especializado, depois de a justiça militar da Guiné-Bissau ter suspendido por 90 dias a prisão preventiva a que estava sujeito. O PAIGC considera que o processo tem motivações políticas, enquanto o líder do partido deverá dedicar os próximos meses à recuperação clínica antes de decidir o seu regresso ao país. O porta-voz do PAIGC, Muniro Conté, afirmou que Domingos Simões Pereira vai dar prioridade à recuperação clínica, mas reiterou que mantém o compromisso de regressar à Guiné-Bissau e retomar a actividade política assim que o seu estado de saúde o permita. O Governo português confirmou o acolhimento do dirigente por razões médicas e humanitárias, na sequência de um pedido apresentado pela família. A decisão do juiz de instrução criminal Mamadú Embaló determina, no entanto, que Domingos Simões Pereira mantém o estatuto de preso durante o período de suspensão da medida de coacção e fica impedido de exercer qualquer actividade político-partidária enquanto permanecer fora da Guiné-Bissau. Findos os três meses previstos na decisão judicial, o tribunal voltará a apreciar a sua situação processual. Em São Tomé e Prícipe, Carlos Vila Nova foi reeleito Presidente da República à primeira volta, com 55,94% dos votos, segundo os resultados preliminares da Comissão Eleitoral Nacional.O principal adversário, Nito d'Abreu, obteve 41,42% dos votos. Eugénio Tiny e Miques João, candidatos independentes, não ultrapassarm os 2%. Carlos Vila Nova prometeu respeitar a Constituição do país ser o Presidente de todos os são-tomenses. Em Cabo Verde, terminou ontem, na ilha da Boa Vista, a quinta Conferência da Década do Oceano. O encontro reuniu cientistas, decisores políticos, empresários, organizações ambientais e representantes de instituições nacionais e internacionais para discutir soluções sustentáveis para os oceanos, sob o lema "Economia Azul: Caminhos Sustentáveis". Em Moçambique, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres alerta para a possibilidade de ocorrência do fenómeno El Niño durante a época chuvosa de 2026-2027. Segundo o INGD, o fenómeno poderá provocar um défice de precipitação em várias regiões do centro e sul do país, com consequências na disponibilidade de água e na produção agrícola. As autoridades apelam à população para acompanhar as previsões meteorológicas e seguir as recomendações de prevenção. Em Angola, ajustiça angolana condenou dois cidadãos russos, detidos desde agosto do ano passado, a penas de 11 e 8 anos de prisão pelos crimes de associação criminosa, espionagem, terrorismo e retenção ilegal de moeda. No mesmo processo, Oliveira Francisco, membro da ala juvenil da UNITA, foi absolvido. Já o jornalista da Televisão Pública de Angola, Amor Carlos Tomé, foi condenado a dois anos de prisão, pena suspensa na sua execução. O advogado de defesa dos arguidos angolanos, David Guz, recorda que a execução das penas permanece suspensa até à decisão do recurso apresentado pelo Ministério Público. A defesa optou por não recorrer da sentença.
Episódio 172º Série: Saúde e Espiritualidade ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
“Cabo Verde é um Estado oceânico. Cerca de 99,9% do nosso território é mar, e o futuro do país passa por uma gestão sustentável dos recursos marinhos.” A afirmação é do Presidente da República, José Maria Neves, que destaca a importância estratégica dos oceanos para o desenvolvimento do arquipélago, numa altura em que Cabo Verde acolhe a V Conferência da Década do Oceano, que arranca esta quinta-feira, 23 de Julho, na ilha da Boa Vista. O encontro internacional pretende reunir cientistas, decisores políticos, empresários, organizações ambientais e representantes de instituições nacionais e estrangeiras para discutir soluções sustentáveis para os oceanos, sob o lema “Economia Azul: Caminhos Sustentáveis”. Promovida pela Presidência da República, em parceria com a Câmara Municipal da Boa Vista e várias organizações ambientais e institucionais, a conferência coloca no centro do debate o papel do mar no desenvolvimento económico, social e ambiental de Cabo Verde. Em entrevista à RFI, o chefe de Estado de Cabo Verde, afirma que “Cabo Verde é um Estado oceânico. Cerca de 99,9% do nosso território é mar, e o futuro do país passa por uma gestão sustentável dos recursos marinhos.”José Maria Neves, sublinha que a economia azul representa uma das principais oportunidades para o futuro do país, através do desenvolvimento de sectores como o turismo, as pescas, os transportes marítimos, a produção de água, além das indústrias farmacêuticas e alimentares ligadas aos recursos marinhos. Mas o Presidente alerta também para os desafios que ameaçam os ecossistemas oceânicos. Entre as principais preocupações estão o "lixo marinho, sobretudo o plástico que chega às ilhas, a pesca ilegal, a acidificação dos oceanos, a subida do nível do mar e a perda da biodiversidade marinha". Neste contexto, Cabo Verde tem defendido uma resposta conjunta, nomeadamente através de iniciativas com outros Estados africanos banhados pelo Atlântico, para combater a poluição marinha e promover uma gestão sustentável dos recursos oceânicos. Para o Presidente da República, estas iniciativas têm também um papel fundamental na aproximação entre ciência e decisão política. Investigadores e universidades participam no encontro com estudos e propostas que podem contribuir para a criação de políticas públicas mais eficazes na protecção dos oceanos. Cabo Verde pretende ainda reforçar o seu papel internacional na agenda oceânica. O chefe de Estado, que é patrono da Aliança da Década do Oceano para o período 2021-2030, defende que a conferência deve contribuir para aumentar a literacia oceânica e promover uma nova relação entre as sociedades e o mar. A V Conferência da Década do Oceano termina amanhã, sexta-feira, 24 de Julho, na ilha da Boa Vista.
Adrian Goldberg and Charlie Methven debate whether Infantino and Trump were the REAL winners of the World Cup.PLUS the death of Boavista, AFCB Bournemouth's decision to upgrade their Academy to Cat 1, and Oxford United's ongoing crisis.
Episódio 170º Série: Saúde e Espiritualidade ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Episódio 171º Série: Saúde e Espiritualidade ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Episódio 168º Série: Saúde e Espiritualidade - a medicina no controle do diabetes. ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ Tivemos também em nossa mesa a ilustre presença do Dr Marcelo Maciel, especialista no assunto abordado. 🎙️https://www.instagram.com/dr.marcelomaciel/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h
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Plenário do Senado homenageou na manhã desta quarta-feira os 200 anos da Biblioteca do Senado e do Arquivo do Senado. Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Ianomami aprovou o relatório de uma diligência externa em Boa Vista, Roraima, feita em maio de 2026.
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Antigo prédio da Caixa Estadual em Santa Cruz vai a leilão* Trecho de acesso ao distrito de Boa Vista vai passar por recapeamento* Fentitabaco apresenta carta em Brasília e reforça defesa da cadeia produtiva do tabaco* Em destaque na segurança pública: Operação mira núcleo da facção Os Manos que domina tráfico no Bom Jesus, em Santa Cruz
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Antigo prédio da Caixa Estadual em Santa Cruz vai a leilão* Trecho de acesso ao distrito de Boa Vista vai passar por recapeamento* Fentitabaco apresenta carta em Brasília e reforça defesa da cadeia produtiva do tabaco* Em destaque na segurança pública: Operação mira núcleo da facção Os Manos que domina tráfico no Bom Jesus, em Santa Cruz
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Uma aeronave da Força Aérea Brasileira partiu de São Paulo com 44 pessoas e 12 toneladas de equipamentos, com parada em Boa Vista para abastecimento, e pouso previsto para esta noite na cidade venezuelana de Maracay. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Episódio 165º Série: Saúde e Espiritualidade - Saúde do sono é o nosso assunto de hoje. ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ Tivemos também em nossa mesa a ilustre presença de dois Profissionais Médicos e Especialistas no assunto abordado: Dr Darley Paulo Fernandes da Silva Dra Lúcia Helena Neves Marques CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
A ilha de Santo Antão destaca-se pela beleza natural e crescente relevância turística, sendo considerada uma das ilhas mais preservadas e autênticas de Cabo Verde. O desenvolvimento do turismo tem trazido impactos positivos para a economia local, reconhece o presidente da câmara da Ribeira Grande, Armindo Luz, que defende a necessidade de reforçar essas condições com a construção de um aeroporto, infra-estrutura essencial para o futuro da ilha. A Ponta do Sol é um dos principais cartões-de-visita de Santo Antão. O que torna esta localidade tão especial para quem visita a ilha? A Ponta do Sol é, na verdade, a localidade mais a norte de Cabo Verde. É uma cidade voltada para o mar, com uma forte tradição piscatória. Foi também a primeira porta de entrada e saída da ilha de Santo Antão, o que lhe confere uma enorme importância histórica. Há aqui uma particularidade muito apreciada por quem nos visita: é possível contemplar tanto o nascer como o pôr-do-sol. Muitas pessoas passam o dia a percorrer os trilhos da ilha e regressam à Ponta do Sol ao final da tarde para pernoitar. É uma cidade histórica, com uma beleza própria e um património muito interessante. O próprio edifício dos Paços do Concelho tem uma história curiosa. Inicialmente, estava destinado a ser construído na cidade da Ribeira Grande, mas, devido à interpretação de um despacho régio da época, acabou por ser edificado na Ponta do Sol. Com ele foi também transferida a sede administrativa, numa altura em que esta localidade assumia um papel central na administração de Santo Antão. As infra-estruturas actuais - hotéis, transportes e rede viária - conseguem responder ao aumento da procura turística? Estamos a crescer, e isso é positivo. Ano após ano, temos registado um aumento do número de turistas. Ainda estamos longe da situação ideal, mas já se sente uma pressão significativa ao nível do alojamento. Há uma necessidade clara de diversificar a oferta turística e de aumentar a capacidade de resposta. Temos ainda um longo caminho a percorrer, mas estamos conscientes desse desafio e a trabalhar para lhe dar resposta. Tem-se falado da possibilidade de construir um aeroporto em Santo Antão. A ilha precisa dessa infra-estrutura ou as ligações marítimas são suficientes? Sem um aeroporto, Santo Antão terá muitas dificuldades em alcançar o desenvolvimento que ambiciona. Acredito que esta é a infra-estrutura capaz de devolver novas perspectivas de crescimento à ilha. Santo Antão é uma ilha ainda muito preservada. É a segunda maior ilha de Cabo Verde em área e a terceira em população. Nunca teremos turismo de massas, nem esse é o nosso objectivo. Falo particularmente do concelho da Ribeira Grande: não temos condições nem interesse em apostar nesse modelo. O que vemos surgir são pequenas unidades de alojamento espalhadas por toda a ilha. Mesmo na cidade da Ponta do Sol, a maior unidade turística tem uma dimensão relativamente reduzida. Encontramos sobretudo alojamentos com dois, três, quatro, dez ou doze quartos. É raro encontrar estabelecimentos com mais de vinte quartos. Este modelo permite oferecer uma experiência mais personalizada e, ao mesmo tempo, impulsionar outros sectores da economia. O turismo é hoje o principal motor do desenvolvimento de Santo Antão e um dos mais importantes de Cabo Verde. É através dele que valorizamos os produtos agrícolas e os recursos do mar. Há quem tema que um aeroporto possa afectar a paisagem natural e o equilíbrio ambiental da ilha. Como responde a essas preocupações? O desenvolvimento traz sempre desafios. A nossa responsabilidade é garantir que esses desafios sejam enfrentados de forma sustentável. Estamos numa fase em que ainda é possível planear bem e integrar todas as preocupações ambientais desde o início. Temos procurado fazer esse trabalho e consideramos que isso é fundamental. Ao mesmo tempo, um aeroporto criaria novas oportunidades para os jovens. Seriam necessários gestores, engenheiros, técnicos especializados, economistas, informáticos e profissionais de várias áreas. Se permanecermos exactamente como estamos, muitos jovens continuarão a abandonar a ilha por falta de perspectivas de emprego. De que forma o turismo tem contribuído para a criação de emprego e para o desenvolvimento económico local? O impacto é visível em vários sectores. Na pesca, por exemplo, a procura aumentou significativamente. Isso valorizou o produto e incentivou novos investimentos. Na agricultura, temos assistido a melhorias importantes, nomeadamente através da introdução de sistemas de rega gota-a-gota e de técnicas de irrigação mais eficientes. Também na pesca se nota uma evolução. Cada vez mais pescadores investem em novas embarcações. A Câmara Municipal inaugurou recentemente um posto de abastecimento de combustível destinado exclusivamente aos pescadores e concluiu a primeira fase do complexo de pesca da Ponta do Sol, junto ao cais. Nesse espaço, os profissionais têm acesso a gelo a preços acessíveis, produzido com recurso à energia fotovoltaica. Além disso, temos apostado na motorização das embarcações através de linhas de financiamento em que 50% do investimento é concedido a fundo perdido e os restantes 50% através de microcrédito. Existe um período de carência de seis meses, sem encargos, antes do início da amortização. Estamos igualmente a incentivar a substituição gradual das embarcações mais pequenas por outras de maior dimensão, permitindo aumentar os rendimentos dos pescadores e melhorar o abastecimento da indústria conserveira de São Vicente. Apesar destes progressos, Santo Antão continua a perder população. Como inverter essa tendência e criar oportunidades para os mais jovens? A palavra-chave é conectividade. O aeroporto não é uma obra de luxo; é uma necessidade estratégica. Hoje, o turista que sai de Paris, Frankfurt, Lisboa ou Bruxelas quer chegar ao destino da forma mais rápida e cómoda possível. Nem todos estão disponíveis para efectuar uma travessia marítima. Há muitos visitantes que passam férias no Sal ou na Boa Vista e que gostariam de conhecer Santo Antão, mas não conseguem fazê-lo de forma simples devido à ausência de uma ligação aérea. O aeroporto permitiria ligar Santo Antão aos principais mercados emissores de turistas e reforçar a ligação às ilhas do Sal e da Boa Vista, que concentram mais de 80% das entradas turísticas em Cabo Verde. Acreditar que Santo Antão pode desenvolver-se apenas com as ligações marítimas é um erro. Basta olhar para o exemplo das Canárias, onde todas as ilhas possuem aeroporto e algumas têm mais do que um. Além disso, durante os meses de Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro, quando coincide a época alta do turismo com períodos de mar mais agitado, muitos visitantes sentem dificuldades na travessia marítima. O que defendemos é simples: quem quiser fazer a viagem de barco deve continuar a poder fazê-lo. Mas quem preferir chegar directamente à ilha também deve ter essa possibilidade.
episódio 163 ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Episódio 164º Série: Saúde e Espiritualidade - (Pâncreas) ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Episódio 162º - Gastro em dia. ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ 🎙️Presb. Dr Henrique Gandolfi https://www.instagram.com/drhenriquegandolfi/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
Quando é mais novo, Rui Bento quer ser Paul Breitner e joga com as meias caídas e tudo. Depois faz-se número 10 em Silves, de onde é, e assina pelo Benfica. Sobe a sénior, com Eriksson, marca um golo (anulado) ao Arsenal, e arrepia caminho para o Boavista, no negócio de João Vieira Pinto. No Bessa, ganha uma Taça e duas Supertaças antes de se sagrar campeão nacional, em 2001. Um ano depois, é campeão, agora pelo Sporting, e lembra-se do primeiro treino de Cristiano Ronaldo, no Estádio Universitário.
Debate da Super Manhã: Revitalizar e reverter o cenário de degradação que marca o bairro da Boa Vista e demais áreas do centro do Recife: esse é o objetivo de um estudo para devolver a vitalidade da região, que terá início pela Rua da Imperatriz, em uma construção coletiva com a participação de várias frentes: governamental, acadêmica e sociedade civil. No debate de hoje, vamos conversar com os nossos convidados sobre o projeto de restauração da localidade, com a preservação do passado e a funcionalidade para o futuro, além de investimentos geradores de novos negócios e do resgate da importância histórica da capital pernambucana. Participam o economista e coordenador-geral de Estudos e Pesquisas da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), José Farias; o arquiteto e urbanista Francisco Cunha; e as arquitetas do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFPE, responsáveis pelo projeto, Iana Ludermir e Juliana Cunha Barreto.
Episódio analisa a vitória vascaína sobre o Boavista pelo Carioca e projeta a participação da equipe no Brasileirão. Vasco vai brigar em qual parte da tabela? Falta contratar quantos jogadores? Dá o play!
Roger Abdelmassih foi um dos médicos mais famosos do Brasil. Pioneiro da fertilização in vitro, médico das celebridades e símbolo de esperança para milhares de mulheres. Mas dezenas de pacientes denunciaram abusos cometidos enquanto estavam sedadas.Sugira casos: casosreaispodcast.com.brApoie e receba episódios antes: apoia.se/casosreaisSiga: @casosreaisoficial | @erikamirandasRoteiro: Lucas AndriesEdição: Publi.tv - Produtora de vídeosFONTES: https://www.youtube.com/watch?v=sfJ4axcs9Ms https://pt.wikipedia.org/wiki/Roger_Abdelmassih https://www.youtube.com/watch?v=M0DM8utR6AU&t=465s https://www.metropoles.com/entretenimento/televisao/tremembe-o-comovente-relato-de-vitima-de-roger-abdelmassihhttps://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/tremembe-saiba-como-esta-roger-abdelmassih-hoje/https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/08/rede-de-protecao-financiou-vida-de-luxo-de-abdelmassih-no-paraguai.html https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2021-05/tj-sp-concede-prisao-domiciliar-ao-ex-medico-roger-abdelmassihhttps://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/roger-abdelmassih-obtem-decisao-no-stf-para-cumprir-prisao-domiciliar.ghtmlhttps://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/08/pf-anuncia-prisao-do-medico-roger-abdelmassih-no-paraguai.htmlhttps://www.tjsp.jus.br/Noticias/noticia?codigoNoticia=9048https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/presidente-do-stf-concede-liberdade-ao-medico-roger-abdelmassih-atualizada-as-20h51/https://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2014-08-20/veja-os-famosos-que-passaram-pela-clinica-de-roger-abdelmassih.htmlhttps://caras.com.br/arquivo/roger-abdelmassih-e-seus-muitos-amigos-e-filhos.phtmlhttps://gshow.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/O-Programa/noticia/2014/08/fatima-afirma-que-roger-abdelmassih-ja-usou-seu-nome-em-entrevistas.htmlhttps://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2014/08/Medico-Roger-Abdelmassih-e-preso-no-Paraguai-4578650.htmlhttps://revistatrip.uol.com.br/tpm/kenarik-boujikian-desembargadoras-que-condenou-roger-abdelmassih-nas-paginas-vermelhashttps://super.abril.com.br/mundo-estranho/retrato-falado-roger-abdelmassih-o-medico-estuprador/ https://www.otempo.com.br/brasil/ex-medico-roger-abdelmassih-pode-ir-para-prisao-domiciliar-1.903858https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/o-medico-que-enganou-uma-nacao-as-monstruosidades-de-roger-abdelmassih.phtml https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2014/10/01/interna-brasil,450006/vitimas-do-medico-roger-abdelmassih-pedem-condenacao-em-abaixo-assinado.shtml https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2023/01/28/quem-foi-vana-lopes-primeira-mulher-a-denunciar-roger-abdelmassih.ghtml https://pt.wikipedia.org/wiki/Interpol https://pt.wikipedia.org/wiki/Assun%C3%A7%C3%A3o https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_da_Boa_Vista https://www.scielo.br/j/cpa/a/5sdcpFssnqqvsJZKHzDjfFC/?lang=pt https://www.google.com/maps/@-25.2961687,-57.5727787,3a,75y,114.94h,90t/data=!3m7!1e1!3m5!1sVCt2bP0q4askt5BNaYywMw!2e0!6shttps:%2F%2Fstreetviewpixels-pa.googleapis.com%2Fv1%2Fthumbnail%3Fcb_client%3Dmaps_sv.tactile%26w%3D900%26h%3D600%26pitch%3D0%26panoid%3DVCt2bP0q4askt5BNaYywMw%26yaw%3D114.94!7i16384!8i8192?entry=ttu&g_ep=Egohttps://www1.folha.uol.com.br/fsp/1996/9/26/cotidiano/13.html https://www.tjpb.jus.br/noticia/justica-condena-medico-abdelmassih-ao-pagamento-de-r-1-milhaohttps://www.cnnbrasil.com.br/nacional/risco-de-morte-ex-medico-roger-abdelmassih-pede-prisao-domiciliar-humanitaria/
Edgard Maciel de Sá, Marcello Neves e Gustavo Di Sarli analisam a atuacão contra o Boavista, a lesão de Jonh Kennedy e o debate da necessidade por reforços. Dá o play!
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (12/01/2026): O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jhonatan de Jesus, relator do processo na Corte sobre a liquidação do Banco Master, indicou R$ 42 milhões em emendas parlamentares para Roraima que se transformaram em obras inacabadas e asfalto de má qualidade, informam Daniel Weterman e Vinícius Valfré. Em um conjunto habitacional popular que deveria ter 300 moradias desde 2024, só uma foi feita – e está abandonada. As emendas foram indicadas entre 2020 e 2023, quando o ministro era deputado federal. Grande parte da verba foi para Iracema (RR), a 95 quilômetros de Boa Vista. O Estadão testemunhou o excesso de buracos e a falta das moradias ao percorrer mais de 60 quilômetros da região. O ministro negou desvio de finalidade nas indicações e a prefeitura de Iracema disse que aplicou os recursos regularmente. E mais: Política: Mensagens do Careca do INSS indicam entrega de dinheiro a assessor de senador Internacional: Repressão no Irã cresce e mortos passam de 500 Metrópole: Viagem entre CPTM e Cumbica cairá para 6 minutos, 2 anos após previsto Caderno 2: ‘O Agente Secreto’ faz história ao vencer em duas categoriasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Was Lewandowski's penalty for Barcelona against Atletico his worst ever? And what's your five-a-side team of famous footballing sons? John Bennett is joined by Guillem Balague, Raphael Honigstein & Julien Laurens to answer those questions, they also discuss; the situation at Nice where Terem Moffi and Jérémie Boga have both been placed on sick leave after being confronted by supporters following their latest defeat, and Barcelona granting Ronald Araujo an indefinite leave after a request of absence. John Murray joins the pod from Washington ahead of the World Cup Draw. Portuguese football writer Ines Braga Sampaio explains the situation facing Boavista after administrators formally requested the club's closure amidst rising debts. Tom Bogert looks ahead to Messi v Muller in the MLS cup Final, and we hear from Inter Miami's President of Business Operations Xavier Asensi, one of the key players in bringing Lionel Messi to Major League Soccer. 00:20 – World Cup Draw 07:48 – Nice players confronted by Fans 12:23 – Barcelona's win over Atletico and Lewandowski's awful penalty 17:28 – Araujo's absence 22:10 – Another setback for Trent Alexander-Arnold in Madrid 26:57 – Football's famous sons 33:17 – Boavista on the brink 40:24 – Messi v Muller in the MLS Cup FinalCommentaries: Friday 5th December FA CUP: Salford City v Leyton Orient 1930 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA 3Saturday 6th December PREMIER LEAGUE: Bournemouth v Chelsea 1500 KO - LIVE ON 5 LIVE PREMIER LEAGUE: Spurs v Brentford 1500 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA 3 PREMIER LEAGUE: Leeds v Liverpool 1730 KO - LIVE ON 5 LIVE FA CUP: Chelmsford City v West-super-Mare 1500 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA 2 FA CUP: Sutton United v Shrewsbury 1715 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA 3 FA CUP: Chesterfield v Doncaster Rovers 1930 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA 3 WSL: Arsenal v Liverpool 1200 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA 3Sunday 7th December PREMIER LEAGUE: Brighton v West Ham 1400 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA PREMIER LEAGUE: Fulham v Crystal Palace 1630 KO - LIVE ON 5 LIVE FA CUP: Slough Town v Macclesfield 1230 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA 3 FA CUP: Gateshead v Walsall 1530 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA 3 FA CUP: Blackpool v Carlisle United 1730 KO - LIVE ON SPORTS EXTRA
*Benfica, FC Porto, Sporting CP, SC Braga, Vitoria SC & Other Liga Stuff of Interest.*Under-17 seek to win their first World Cup.“Boavista is battling to prevent the end of their club.*Liga Portugal returns, Match Day 12.
On September 11, 2001, American journalist and fellow footy traveler Ken McDonald was thousands of miles from home—at Anfield, watching Liverpool play Boa Vista in the Champions League. In this powerful conversation, Ken shares what it was like to learn about the 9/11 attacks while abroad, how Scousers responded, and the story behind an unforgettable, homemade tifo that made the highlight reels that night. He also reflects on what truly makes footy traveling so meaningful—and spoiler: it's not what you think. 00:29 | Ken's notable background 03:28 | Liverpool vs Boa Vista in the Champions League 07:57 | "The Kop stands with our friends in America" 15:49 | Flying back to America 20:05 | Why Ken doesn't process 9/11 like most Americans 24:17 | Traveling thousands of miles for 2 hours of sport? Worth it! 26:06 | Ken's sales pitch for lower league football 31:37 | Footy scran Check out our new YouTube channel! Don't miss our monthly newsletter for footy // travel news from every corner of the globe Follow us on Instagram: @footytravelers Join us on one of our trips (our next one is to Mexico City)!
Christian Polanco and Alexis Guerreros bring on Colorado Rapids & USMNT defender Reggie Cannon to discuss his recent court win over Portuguese club Boavista. Reggie describes the trials and tribulations of his time in Europe and why he ultimately decided to make the move back to MLS. Reggie also shares his future ambitions with the USMNT and how MLS has grown in recent years.Christian and Alexis then preview the UEFA Women's EURO Final between Spain and England. Will favorites Spain win another major title or can England win back-to-back EURO titles?Later, Christian and Alexis react to transfers around the world, including Matt Turner's failed deal with Lyon. Where will the USMNT goalkeeper end up next? They also break down Viktor Gyokeres' move to Arsenal, Marcus Rashford's loan to Barcelona & more.(10:00) - Reggie Cannon shares details on court win over Boavista(23:15) - Reggie Cannon explains why he returned to MLS(38:30) - UEFA Women's EURO Final preview(50:00) - Does Viktor Gyokeres fix Arsenal's striker issue?(55:00) - Lyon cancels Matt Turner's move to club!(1:00:00) - Transfer round-up: Marcus Rashford, Thomas Muller & more Subscribe to The Cooligans on your favorite podcast app: