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Conversei com o super triatleta profissional Igor Amorelli @igoramorelli, um dos maiores nomes da história dos esportes de endurance no Brasil.Nesse podcast descubra a mentalidade, como age e como se prepara um atleta desse nível para suas competições e que coleciona feitos históricos:
Algumas das luas de Júpiter e Saturno têm sido objetos de interesse da astrobiologia há tempos. Novas missões estão a caminho para explorar alguns desses satélites e procurar condições de habitabilidade que podem estar em grandes oceanos debaixo da superfície. Aqui na Terra, o estudo de organismos que vivem e se reproduzem em ambientes considerados extremos, os extremófilos, pode ajudar a entender como a vida pode se adaptar a condições de temperatura extremamente baixa, entre outros estressores. Para tratar do tema, o repórter Danilo Albergaria conversou com as pesquisadoras Amanda Bendia e Maria Eduarda Nascimento, ambas do Instituto Oceanográfico da USP, Rosaly Lopes, da NASA e Douglas Galante, do Instituto de Geociências, também da USP. Este é o terceiro episódio de uma série produzida pelo Danilo, com apoio do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. _________________ Roteiro Danilo: Nos dois primeiros episódios do podcast Oxigênio dedicados à astrobiologia, falamos da busca por vida em exoplanetas e em Marte. Desde os anos 60, Marte foi o objeto que mais capturou as atenções dos cientistas interessados em entender se a vida pode ter surgido e persistido em outros lugares do sistema solar. Mas esse panorama tem mudado nas últimas décadas. Desde as missões Galileo e Cassini, algumas das luas que orbitam Júpiter e Saturno entraram no rol de mundos com potencial de oferecer condições habitáveis à vida como a conhecemos. Novas missões espaciais estão a caminho ou em fase final de preparação para explorar algumas das luas dos gigantes gasosos. Entre os seus objetivos está entender melhor as potenciais condições de habitabilidade nos grandes oceanos debaixo da superfície dessas luas – ou seja, os cientistas querem saber se esses lugares oferecem condições suficientes para que seres vivos sobrevivam. Nesse episódio, eu entrevistei quatro cientistas que trabalham direta ou indiretamente com isso. Com eles, vamos explorar o que sabemos – e o que ainda não sabemos – sobre as luas geladas do sistema solar. Será que pode existir vida nesses lugares? É isso o que muita gente que pesquisa astrobiologia quer saber. [Vinheta] Danilo: Algumas das missões mais importantes da exploração espacial do presente e do futuro próximo estão destinadas às luas de Júpiter e Saturno. Vamos falar primeiro das que vão explorar a vizinhança de Júpiter. A sonda JUICE, acrônimo para “explorador das luas geladas de Júpiter” em inglês, foi lançada pela ESA (a agência espacial europeia) em 2023 para explorar Ganimedes, Calisto e Europa, três das quatro luas de Júpiter chamadas de galileanas. O quarteto foi observado pela primeira vez há mais de 400 anos por Galileu Galilei. A não ser pela nossa própria Lua, nenhuma lua do sistema solar é visível a olho nu. Galileu foi o primeiro a observar as luas de Júpiter usando um telescópio, invenção recente que tinha sido aprimorada por ele. As luas galileanas de Júpiter são relativamente grandes. Embora ainda sejam objetos bem menores do que a Terra, Ganimedes e Calisto são um pouco maiores do que a nossa Lua, enquanto a Europa é um pouco menor. A quarta lua, a Io – um verdadeiro inferno vulcânico, e que não estava no radar de estudos da missão de 2023 como as demais, é praticamente do mesmo tamanho da nossa Lua. A JUICE está a caminho do sistema joviano, ou seja, Júpiter e suas luas, mas ainda se encontra na vizinhança da Terra. Ela deve se aproximar de novo de nós para pegar embalo com a gravidade do nosso planeta, que vai estilingar a sonda para o sistema solar externo. A JUICE deve chegar aos arredores de Júpiter em julho de 2031. Outra sonda, a Europa Clipper, da NASA, foi lançada em outubro de 2024 para investigar, como o nome sugere, a lua Europa, a mais interessante das luas de Júpiter. A estilingada da Europa Clipper, ao passar perto da Terra, vai acontecer um pouco depois da passagem da JUICE – vai ser em dezembro de 2026, mas a Clipper deve chegar antes à vizinhança de Júpiter, em abril de 2030. A Clipper vai orbitar Júpiter e passar bem pertinho da superfície de Europa umas 50 vezes. Além das duas missões ocidentais, a China está planejando lançar uma sonda em 2029 para chegar a Júpiter em 2035 e explorar as luas Calisto e Ganimedes. Por que tanto interesse nessas grandes luas de Júpiter? Como eu já indiquei no começo do episódio, existem muitos indícios e evidências indiretas de que Europa, Calisto e Ganimedes têm enormes oceanos debaixo de uma espessa superfície gelada. A estimativa é de que cada uma dessas três luas tenha corpos de água líquida maiores do que todos os oceanos terrestres. Conversei sobre isso com o Douglas Galante, professor do Instituto de Geociências da USP e um dos pioneiros da astrobiologia no Brasil – ele é vice-coordenador do AstroLab, da USP, o primeiro laboratório dedicado à pesquisa em astrobiologia no país, fundado em 2011 por Douglas, pelo químico Fabio Rodrigues, atual coordenador do laboratório, e pelo Ivan Paulino-Lima, que hoje é pesquisador na NASA. Douglas: Uma coisa sempre interessante quando a gente pensa nessas luas geladas que eu sempre falo é que a gente adora falar que a Terra é o planeta água, algo que ficou popularizado, e a gente esquece de pensar que nessas luas de Júpiter e Saturno a gente tem mais água do que aqui na Terra. É em cada uma delas. Então a gente é muito presunçoso. Europa, os modelos mostram que ela pode ter um oceano de 100 quilômetros de profundidade. A gente não consegue imaginar o que são 100 quilômetros. O ponto mais profundo aqui na Terra, da Fossa das Marinas, são 11 quilômetros. Imagina 10 vezes mais. Danilo: Ganimedes, a maior lua de todo o sistema solar, deve ter um oceano seis vezes maior do que todos os oceanos da Terra combinados. Mas esses enormes corpos de água líquida não estão na superfície das luas, e sim debaixo de superfícies congeladas que podem chegar a centenas de quilômetros de espessura. Júpiter está cinco vezes mais distante do Sol do que a Terra, e o frio a essa distância do Sol impossibilita a existência de água líquida na superfície das luas. O Douglas chamou a atenção para o fato de que essas luas estendem possível habitabilidade para além da região em que a Terra orbita, mais próxima do Sol e que permite água líquida na superfície. Douglas: Mas o que eu acho super interessante, que eu sempre coloco, é que as luas dão um indicativo de habitabilidade que é maior do que a gente conhecia. Quando a gente olha os conceitos de habitabilidade tradicionais, que definem a zona de habitabilidade estelar, que é a presença de água líquida na superfície, as luas são ambientes crípticos que obtêm energia para manutenção da água líquida a partir da interação gravitacional com seus planetas hospedeiros. Danilo: Ok, mas se a superfície é gelada demais para ter água líquida, como esses oceanos podem existir? A explicação é a seguinte: o decaimento radioativo dos elementos que formam o núcleo das luas gera calor considerável de forma mais ou menos constante, parecido com o que acontece com o núcleo da Terra. Mas isso é só parte da explicação. Entra, então, o chamado “aquecimento de maré”. Conforme a lua se desloca na órbita do planeta gigante, a atração gravitacional do planeta não é uniforme: como a órbita não é circular, mas elíptica (ou “ovalada”), as luas às vezes estão um pouco mais perto e às vezes um pouco mais longe do planeta. Isso produz um efeito de “estica e puxa” que estica e comprime a lua, e isso gera calor entre as suas camadas internas. Também entra aí o fato de que as órbitas de Ganimedes, Io e Europa estão em ressonância, ou seja, enquanto a Io completa uma volta, a Europa completa duas, e a Ganimedes, quatro, o que aumenta a excentricidade de suas órbitas (ou seja, estica um pouco a elipse). Nesse processo, a própria variação na distância entre as luas gera uma interação gravitacional que contribui para o efeito de aquecimento de maré. Além disso, a provável presença de sais nos oceanos faz com que o ponto de congelamento diminua, mantendo a água em estado líquido. A JUICE e a Europa Clipper serão importantes para entender melhor as superfícies das luas e colher dados indiretos que indiquem algumas características desses oceanos, incluindo informações sobre se eles oferecem condições habitáveis para a vida como a conhecemos. Água líquida é uma das condições necessárias. Mas como os cientistas vão fazer para saber o que mais pode haver nesses oceanos? [Música] Danilo: Para entender como os cientistas vão fazer para saber mais sobre as luas geladas, eu conversei com a Rosaly Lopes, que é diretora de ciências planetárias do JPL, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Ela teve atuação importante na missão Galileo, que explorou as luas de Júpiter entre 1995 e 2003. Rosaly: Eu trabalhei na missão Galileo e a missão Galileo foi que descobriu que a Ganimedes e a Europa tinham oceanos de água líquida debaixo de uma crosta de gelo, principalmente Europa. Aí o pessoal fica muito entusiasmado porque Europa, nós sabemos que tem calor no interior, tem sinais de criovulcanismo, criovulcanismo é o vulcanismo que traz essa água líquida do interior para a superfície. E são três coisas essenciais para existir vida, vida como a nossa: água, energia, como calor, como vulcanismo, e material orgânico. Nós não sabemos muito sobre o material orgânico em Europa. Sabemos mais em Encélado e Titã, por exemplo. Eu também trabalhei na missão Cassini. Mas a missão que está indo agora para a Europa vai estudar justamente os depósitos da superfície para ver se é material orgânico ou não. Danilo: Encélado e Titã são luas de Saturno, e a Cassini foi a missão da NASA que explorou o sistema saturniano entre 2004 e 2017. Vamos falar delas daqui a pouco. Por ora, o que a Rosaly falou sobre possível criovulcanismo (ou vulcanismo gelado) em Europa é importante porque pode ser um dos mecanismos pelos quais parte do oceano do interior poderia ser expelida em enormes plumas de vapor de água e gelo. Não é algo completamente diferente de vulcões expelindo o magma do manto terrestre para a superfície. A Europa Clipper carrega instrumentos capazes de fazer medições que vão ser usadas para distinguir se essas plumas contêm material vindo do oceano profundo ou de pequenos reservatórios mais próximos da superfície. As pistas de criovulcanismo na superfície incluem anomalias de temperatura em determinadas regiões – mais quentes do que o esperado – além da presença de características que lembram fluxos de erupções ou de derretimento de geleiras aqui na Terra. Aliás, junto com a ausência de crateras de impacto de grande porte, isso indica que a superfície de Europa é jovem, devendo ter entre 50 e 100 milhões de anos. Em comparação, a superfície de Marte e da nossa Lua, formadas há bilhões de anos, tem muitas dessas grandes crateras, o que indica que a superfície não se renova. Ao examinar a superfície de Europa com a Clipper, os cientistas vão poder fazer inferências sobre seu interior. Mas a sonda não vai pousar na superfície da lua. Em vez disso, ela vai orbitar Júpiter e fazer 44 rasantes sobre Europa. Douglas: Na verdade, ela não vai nem orbitar a Lua, ela vai ficar fazendo flybys em volta da Lua, vai fazer rasantes na Lua, e quando ela faz esses rasantes, ela faz uma série de imagens de alta resolução, faz medidas espectroscópicas para medir a composição, mas ela não vai, de fato, acessar diretamente o potencial oceano líquido que existe ali debaixo. E daí todo mundo pergunta, mas porque a gente não simplesmente pousa na superfície da Lua, faz um furo, mede a água e vê o que tem ali e pega um atum europeano, sei lá. Então isso é uma coisa complicada, porque o oceano de Europa tem 100 km de profundidade. A crosta, a gente fala que é uma crosta fina, mas fina, de 10 km de espessura. A gente tem que lembrar que as calotas polares aqui no nosso planeta têm de 4 a 4,5 quilômetros de profundidade. Danilo: Pesquisadores estão explorando a potencial habitabilidade de oceanos de subsuperfície das luas analisando os seres vivos encontrados em condições muito adversas, extremas. A Amanda Bendia é professora do Instituto Oceanográfico da USP e coordenadora do ExtreMar, o Laboratório de Extremófilos Marinhos do instituto. Extremófilos são microrganismos capazes de viver em condições extremas e a Amanda é especialista em extremófilos marinhos de ilhas vulcânicas da Antártida. Lá existem fumarolas submarinas habitadas por micróbios adaptados a um ambiente com variação extrema de temperatura. Ela destaca o problema de conceber como microrganismos poderiam se adaptar às pressões muito altas que o oceano de Europa deve ter. Amanda: Aqui na Terra, falando de extremófilos, a gente já encontrou vida nos mais extremos possíveis, desde a profundidade máxima do oceano até a mais alta atmosfera. Só que a profundidade máxima do nosso oceano é perto de 11 quilômetros, que fica naquela região das fossas marianas. Em Europa, é estimado que o ponto mais fundo seja ali perto de 100 quilômetros, então é 10 vezes quase mais profundo do que a nossa maior profundidade. Então, é um desafio a gente tentar entender como uma forma de vida ali poderia sobreviver a uma alta pressão como essa. Danilo: A Maria Eduarda Nascimento é doutoranda orientada pela Amanda, também no Instituto Oceanográfico da USP. A pesquisa dela envolve criar modelos computacionais para entender como possíveis comunidades de microrganismos poderiam subsistir no interior de oceanos de subsuperfície de luas geladas por meio de quimiolitoautotrofia – que é um nome sofisticado para descrever como alguns micróbios aqui na Terra se alimentam de compostos inorgânicos – como minerais e rochas – sem precisar de oxigênio e da luz do Sol. Os oceanos das luas geladas podem estar em contato com um interior quente e isso, dependendo dos elementos e compostos disponíveis, pode sustentar vida microbiana quimiolitoautotrófica. A gente vai falar disso daqui a pouco, porque a Maria também conversou comigo sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Maria: Ela tem o REASON, que é um radar para ver o quão grande é essa crosta de gelo e a estrutura. Ele tem um magnetômetro que é pela deformação no campo magnético que a gente sabe que tem um oceano, que a água salgada do mar acaba mexendo nesse campo eletromagnético, que a gente sabe que os elétrons da água salgada criam essa deformação no campo. Então a gente tem esse, que daí vai dizer quanto profundo é, vai dizer quão realmente muito profundo é. Qual é a salinidade? Vai ter um espectrômetro de massa também na Europa Clipper, então vai analisar esses gases na atmosfera por espectrometria. Danilo: A Clipper não vai ter como procurar diretamente por sinais de vida, buscando bioassinaturas, mas vai ser capaz de colher dados que vão poder indicar se o oceano é habitável ou não. Morando há décadas nos Estados Unidos, a Rosaly fala das bioassinaturas no inglês, biosignatures. Ela também falou sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Rosaly: Tem um que nós chamamos MASPEX, que é um espectrômetro de massa. Ele vai poder analisar gases perto de Europa. Se tiver pluma trazendo material do interior, isso vai ser uma beleza. Se não tiver pluma, aí depende de quanto material deve ter saído do interior. Também tem um Surface Dust Analyzer, que pode analisar partículas de poeira, dust é poeira. E existem sempre em todos os planetas e luas pequenos impactos de micrometeoritos e que estão colocando para fora partículas da superfície de Europa. Então, esse instrumento vai analisar a composição dessas partículas. E também, se tiver pluma no interior, colocando material para a superfície, também esse instrumento vai ser muito importante. Nós vamos saber, por exemplo, mais sobre a espessura da crosta de gelo, se tem plumas trazendo material do interior para a superfície, se tem depósitos dentro da crosta de gelo que são, digamos, líquidos, que em vez de estar abaixo no oceano, estão mais perto da superfície. Está saindo algum material e nós sabemos que tem composição e cor diferente em umas regiões que chamam de Chaos Terrains, regiões caóticas, onde mais material veio do interior. E poder analisar a composição desse material, se tem material orgânico ou não. Então, [a sonda] vai também nos dizer muito mais sobre a lua Europa. Mas não é uma missão para detectar a vida, nem biosignature. Danilo: Diferentemente da Clipper, a JUICE (lançada pela ESA, a agência espacial europeia) não vai prospectar somente Europa, mas também Ganimedes e Calisto. Na verdade, o foco principal da missão da agência espacial europeia é a maior lua de todo o sistema solar, Ganimedes, a única que tem campo magnético próprio. A sonda vai orbitar essa grande lua, mirando entender sua estrutura interna, buscando mais informações sobre a extensão de sua crosta gelada, o volume de seu oceano, e caracterizar seu campo magnético. A sonda também vai fazer rasantes sobre Europa e Calisto para identificar locais mais interessantes para o pouso de futuras missões. O objetivo declarado da missão é entender as condições de habitabilidade oferecidas pelas três luas jovianas. Mas, claro, as luas de Júpiter não são as únicas que interessam para a astrobiologia. [Música] Danilo: Orbitando Saturno estão dois mundos que vêm chamando a atenção dos pesquisadores interessados na busca por vida fora da Terra há décadas: Titã e Encélado. Titã é a maior lua de Saturno – no sistema solar, ela só é menor do que a Ganimedes. Vamos falar de Titã daqui a pouco. Encélado é uma lua pequena – ela ainda tem tamanho mais do que suficiente para, com a própria gravidade, ter se tornado um objeto redondo, mas tem 15% do diâmetro da nossa Lua. A superfície dela, congelada, quase inteiramente branca com detalhes azulados, foi observada de perto pela primeira vez em 1980 e 81 quando as sondas Voyager visitaram o sistema saturniano. Se já era intrigante, Encélado se tornou um dos objetos mais interessantes do sistema solar com os indícios de que ela, também, possui um oceano de subsuperfície. A sonda Cassini, que começou a explorar o sistema de Saturno em 2004, observou Encélado ejetando plumas de materiais que devem compor esse oceano. Em três oportunidades, em 2008, 2012 e 2015, a Cassini deu rasantes – a uns 50 quilômetros de distância da superfície de Encélado – passando pelas plumas para analisar o que tinha ali. A Rosaly, que trabalhou na missão, falou um pouco sobre os achados. Rosaly: Encélado, o que é muito interessante é que esse líquido está em contato direto com o interior, a crosta do interior, porque foram detectados sais na pluma. Então, quer dizer que esse material está vindo direto do oceano. E nós sabemos que o oceano está em contato com o interior, que tem material orgânico também, sílica. Então, esse material está vindo direto do oceano até a superfície e você pode, digamos, colher esse material, voar pela pluma e colher o material. Danilo: Com a Cassini, descobrimos indícios de que o oceano de Encélado tem materiais orgânicos e os seis elementos químicos essenciais para a vida: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre. Eu também pedi para a Amanda explorar um pouco mais o que sabemos do oceano de Encélado a partir das plumas. Ela vai mencionar algo muito importante: as fontes hidrotermais. Amanda: lá em Encélado é legal que tem umas plumas que são ejetadas em direção à superfície. E aí a Cassini passou de rasante nessas plumas que ficam geralmente ali no Polo Sul, de Encélado, e detectaram partículas de sílica. Esse tipo de partícula só poderia ser formado em temperaturas altas. Então, eles começaram aí uma discussão de que teriam fontes hidrotermais no fundo do oceano de Encélado. Isso é muito entusiasmante, porque a vida aqui na Terra, uma das grandes hipóteses, que é uma das mais aceitas pela comunidade científica, é que a vida teria se originado em fontes hidrotermais do oceano primitivo da Terra. Porque tem todos esses componentes químicos que geram um gradiente químico. A vida poderia obter energia, produzir energia a partir desse gradiente. Danilo: Até a década de 1970 ninguém sabia da existência das fontes hidrotermais no fundo dos oceanos terrestres. A crosta terrestre tem fissuras. Quando essas fissuras estão no assoalho oceânico, a água entra em contato com o magma próximo, o que gera verdadeiras chaminés, fumarolas. Nessas fontes, na escuridão do fundo oceânico, ecossistemas inteiros existem graças a microrganismos que conseguem produzir sua própria matéria orgânica a partir de substâncias inorgânicas, como compostos de enxofre, nitrogênio e ferro. A Amanda e a Maria falaram um pouco deles. Amanda: Tem não só micro-organismos bem específicos desses ambientes, mas até animais associados, porque os microrganismos sustentam a vida nesses locais, porque eles fazem um tipo de metabolismo que chama quimiossíntese. Que é um tipo de metabolismo que a gente tem todas as evidências de que era o metabolismo das primeiras formas de vida que existiram aqui. Eles conseguem obter energia a partir desses compostos químicos à base de enxofre, por exemplo. E aí, a partir dessa energia, eles conseguem fixar o CO2, que nem as plantas fazem a partir da luz. Fixam CO2 para produzir as moléculas orgânicas, eles conseguem, a partir da energia dessas rochas, desses compostos inorgânicos, fixar esse carbono e produzir, sintetizar essas moléculas orgânicas, então são produtores primários do fundo do oceano que sustentam a vida nesse oceano profundo. Então essas fontes hidrotermais são como se fossem oásis para essa vida de ambiente extremo em mar profundo. Maria: Eles estão lá respirando nitrogênio, respirando ferro, outros elementos. Então eles demonstram que essas similaridades, considerando o tempo também, por exemplo, Enceladus acredita que esse oceano esteja mais ou menos presente há um bilhão de anos, é tempo para a vida conseguir se adaptar a esse ambiente. Então, é plausível imaginar que se a gente tem um substrato quimiossintético, como por exemplo para a nossa vida aqui nas fontes hidrotermais, é plausível a gente imaginar que nesses outros mundos, onde existem essas condições alienígenas parecidas com o que a gente tem aqui, também exista vida. Danilo: Além disso, o metano está entre os materiais orgânicos detectados em Encélado. Isso é mais um motivo para entusiasmo com o potencial de habitabilidade do oceano de Encélado. Amanda: Mas o legal do metano é que eles viram que provavelmente naquela camada fria de gelo tem clatrato de metano nas fissuras. Porque tem vários modelos que mostram a formação desse tipo de clatrato de metano, que são moléculas de metano que em volta tem moléculas de água congeladas, resumindo. E aqui na Terra a gente tem condições de oceano profundo e de subsuperfície pela alta pressão. Em temperatura baixa, a gente também tem hidrato de metano, que é abundante em algumas regiões de mar profundo, em subsuperfície. E aí, aqui na Terra, a gente tem nessas regiões de subsuperfície, eventualmente esse clatrato de metano pode vir mais em direção à superfície e exsudar esse metano. E a gente tem uma rica diversidade de arqueias que conseguem utilizar esse metano, arqueias e bactérias também, mas a gente vê que tem especificamente arqueias que conseguem metabolizar esse metano, consumir esse metano, são chamadas de metanotróficas. E aí é um grupo que hoje a gente já sabe que está espalhado na Terra, em todas as regiões de exsudação de metano, e que é muito adaptado a conseguir… Utilizar esse metano para obter energia nesses ambientes. Então a gente sabe que o metano também é um indicativo superlegal como uma fonte de energia para um possível metabolismo metanotrófico. [Música] Danilo: Eu não consigo decidir qual dessas luas é a mais interessante, mas eu sei que primeira a ter despertado minha curiosidade desde que li o livro Pálido Ponto Azul, do astrônomo Carl Sagan, é Titã. Então, vamos, finalmente, falar dela, a maior lua de Saturno. Titã foi observada pela primeira vez pelo astrônomo holandês Christian Huygens, com um telescópio que ele mesmo projetou, em 1655. Essa, que é a segunda maior lua do sistema solar, tem uma característica muito peculiar: Titã tem uma atmosfera muito espessa, e é tão densa que a pressão atmosférica em sua superfície é 50% maior do que a da Terra. Quando a sonda Voyager 1 passou pelo sistema saturniano em 1980, pela primeira vez os seres humanos puderam ver que a atmosfera de Titã oculta a superfície no espectro da luz visível. A Voyager também conseguiu caracterizar a atmosfera, composta principalmente de nitrogênio, com traços de metano e a presença de algo que vem semeando a imaginação de muita gente: moléculas orgânicas complexas. A sonda Cassini levou consigo um módulo nomeado em homenagem ao Christian Huygens. Quando a Cassini chegou perto de Titã, ela soltou a Huygens em direção à lua. Em janeiro de 2005, a Huygens desceu pela atmosfera muito densa de Titã, abriu um paraquedas e pousou. Por pouco mais de uma hora, a Huygens conseguiu fazer imagens da superfície, confirmando uma suspeita antiga dos astrônomos: como a Terra, Titã tem líquido estável na superfície. Mas não é água. Com temperatura média por volta de 180 graus Celsius negativos, a superfície de Titã tem lagos de hidrocarbonetos, ou seja, matéria orgânica. São lagos de metano e etano em estado líquido. Chove metano em Titã. Como? O Douglas explica. Douglas: Nessas temperaturas, o etano e o metano que fazem a atmosfera já conseguem ser condensados. Todo mundo já viu aqui um botijão de cozinha, de butano, butano propano, que dentro do botijão o gás está líquido. Você abre a torneirinha ali, a mangueira, sai líquido. E ele prontamente, quando chega na atmosfera, ele expande e forma gás. Então, quando você comprime gases, eles podem condensar e se tornar líquidos. Eles mudam de fase. A mesma coisa acontece lá. Com a alta pressão lá, a pressão é duas vezes a pressão aqui da Terra. E baixa temperatura, eles condensam, formam líquido. Então, ela tem oceanos, rios, lagos de metano e etano. E lentamente esse metano e etano vão evaporando, indo para a atmosfera. Na alta atmosfera eles se condensam de novo e formam nuvens. E essas nuvens podem chover ou nevar metano e etano. Então você tem um ciclo hidrológico, metanológico, completo de ciclagem de metano e etano na superfície. Danilo: Quando esse material orgânico abundante em Titã interage com a radiação ultravioleta do Sol, ela forma polímeros orgânicos – moléculas compostas de cadeias muito extensas de carbono e hidrogênio. O Sagan deu o nome de tolinas para essas macromoléculas orgânicas muito abundantes em Titã. Douglas: Além disso, tem essas tolinas que formam hidrocarbonetos mais complexos. Por isso que normalmente o próprio [Carl] Sagan dizia isso: Titã pode não ser o melhor lugar para a vida como a gente conhece, mas pode existir alguma coisa de vida como a gente não conhece. Acima de tudo ela é um excelente laboratório de química prebiótica, porque você tem esse monte de moléculas orgânicas se formando, se complexificando e interagindo que pode dar os primeiros passos. Então grande parte das missões para ir para Titã ou para estudar Titã estão relacionadas com essa parte de química prebiótica. Esse é o principal argumento. Mas a própria missão que talvez vá em 2028, a Dragonfly, ela tem a proposta de procurar as duas coisas, de procurar resquícios, presença de água líquida, porque existe alguma água na superfície, mas normalmente na forma de gelo, ela vai buscar esse gelo e buscar por eventuais sinais de vida como a gente conhece, vida baseada em célula, coisas que a gente conhece. Danilo: A Dragonfly é uma missão da NASA em fase final de preparação. É uma espécie de drone do tamanho de um carro pequeno que vai explorar Titã. Deve até mesmo ser capaz de fazer pequenos voos pela atmosfera da lua. O lançamento da Dragonfly está previsto para julho de 2028 e a ela deve chegar em Titã em 2034. O que ela poderia encontrar lá, que seja de interesse astrobiológico? Será que Titã não poderia ter algum tipo de vida muito diferente da terrestre, com um maquinário bioquímico diferente? Douglas: A gente não conhece nada aqui na Terra que viva e que tenha metabolismo nessas temperaturas baixas, mas é cogitado. A Dragonfly também vai procurar por indícios de vida como a gente não conhece, algum desequilíbrio químico, alguma bioassinatura termodinâmica que possa indicar algum tipo de vida como a gente não conhece. Danilo: Procurar pelo tipo de vida que a gente conhece, a terrestre, já é um desafio – se é que algo do tipo da vida terrestre existe fora da Terra. Um desafio ainda maior é procurar por vida como a gente não conhece. Tem muita coisa que a gente não sabe sobre a própria vida terrestre – como ela surgiu, por exemplo. Mas isso é o que sabemos que não sabemos – em outras palavras: é o desconhecido conhecido. Quando falamos em vida como não conhecemos, deve haver um espaço ainda maior de possibilidades que ignoramos e que nem sequer conseguimos conceber. É uma forma de ignorância dupla: nem sequer sabemos o que não sabemos. No próximo episódio, vamos voltar para a nossa vizinhança do sistema solar e olhar para um planeta gêmeo da Terra: Vênus. Ambos têm praticamente o mesmo tamanho, mas Vênus é um verdadeiro inferno, com uma superfície quente a ponto de derreter chumbo. Seria possível haver qualquer coisa viva lá? Na superfície, muito provavelmente não. Mas nas nuvens mais altas, a temperatura é bem mais amena. Em 2020, cientistas alegaram ter detectado fosfina, que aqui na Terra é produzida por seres vivos, uma possível bioassinatura nas nuvens altas de Vênus. Isso reacendeu o interesse astrobiológico no nosso vizinho infernal e novas missões estão em desenvolvimento para explorar a atmosfera ultradensa de Vênus. A pesquisa, o roteiro, a produção e a narração foram feitas por mim, Danilo Albergaria. A revisão do episódio foi da Simone Pallone, coordenadora do Oxigênio. A edição de áudio é do Guilherme Lopes, aluno do curso de Midialogia e estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa, a Cocen. As vinhetas do Oxigênio foram criadas por Elias Mendez. Este podcast foi produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, para divulgação do projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se gostou deste episódio, indique para seus amigos e amigas. [VINHETA DE ENCERRAMENTO]
Participe da Asics Run Challenge (use o cupom CORRIDANOAR10 para ter 10% de desconto na inscrição) - https://cnoar.run/RunchallengeDiretamente de Cali, dei uma corridinha ontem cedo, fui na coletiva de imprensa, bati um papo com o organizador, com duas lendas brasileiras e uma espanhola; foi lançado o MBI, Maratonas Brasil Interior, um circuito com quatro provas; começou a entrega dos kits da Maratona Internacional do Paraná, que faz parte do Circuito Brasil Gigante.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Conversei com Rafael Martins, doutorado pela Universidade de Oxford e dedicado à Astrologia Tradicional com um rigor e delicadeza invulgar. Falámos sobre:– Se o mapa astral revela quem somos… ou aquilo que inevitavelmente vamos viver– Até onde vai o livre-arbítrio, e onde começa algo maior do que nós– Se há eventos na vida que simplesmente não podem ser evitados– Se é possível identificar momentos de rutura, perdas ou grandes viragensAo longo da conversa, uma ideia começa a ganhar força: e se as nossas escolhas forem apenas a forma como experienciamos algo que já está em movimento? Este episódio pode mudar a forma como olhas para a tua vida.Subscreve o Canal Somos Infinitos para assistires mais episódios como este.
Conversei com o @cosmonautatattooart, o Luquinhas… e a história que ele me contou é uma das mais estranhas que já passaram por aqui.Ele visitou uma antiga fazenda, carregada de história, ligada diretamente ao período da escravidão no Brasil.Logo de cara, o clima já era estranho.Grilhões, algemas… objetos que ainda parecem carregar algo ali.Uma atmosfera pesada, difícil de explicar.Mas foi durante a noite que tudo começou a escalar.Barulhos vindos da casa… movimentações… uma sensação constante de que eles não estavam sozinhos.E em determinado momento, Luquinhas afirma que conseguiu ver parte dessas entidades.Só que a história não para por aí.Ele também relata efeitos eletromagnéticos, perda de noção do tempo, lapsos… como se a realidade estivesse falhando ao redor deles.E isso levanta uma outra possibilidade.Será que estamos falando de algo espiritual… ou de um fenômeno que vai além disso, talvez até ufológico?Afinal… o que foi que o Luquinhas realmente viu?Se você quer ouvir essa história completa, procura por Relatos do Além com Cris Zoucas no Spotify, Deezer, Amazon Music, Apple Podcast, entre outros.E agora também estamos com episódios em vídeo no YouTube. Se inscreve no canal e assiste o episódio completo. Link na bio.
Conversei com a super e simpática atleta olímpica catarinense, Geovana Meyer, estudante de Fisioterapia da UniSociesc de Joinville. Ela participou do treinão da Evolution Fitness, no final de fevereiro de 2026. .Nesse breve bate-papo ela fala sobre a modalidade esportiva do tiro esportivo e contou um pouco sobre sua vida, suas ambições e vitórias. Comente, curta e compartilhe! .#tirodeportivo #corrida #carecadecorrer #entrevista #geovanameyer #joinville #atletaolimpica #unisociesc #geovanameyer
O Fala Carlão traz uma cobertura exclusiva para o Canal do Boi direto do Show Rural Coopavel. Conversei com José Ramos Rocha Neto, Vice-Presidente Executivo do Bradesco, sobre os movimentos estratégicos que moldam o futuro do setor.O executivo apresentou sua visão sobre a modernização tecnológica e destacou a irrigação como um pilar essencial para a segurança da produção nacional. Ele reforçou o compromisso do banco com a proximidade no campo e a importância de ouvir o cliente para a entrega de soluções financeiras precisas.Rocha também fez um balanço desta edição do evento e analisou o papel do crédito na transformação do agronegócio. Acompanhe os detalhes desta entrevista sobre o apoio institucional do Bradesco ao crescimento sustentável do produtor rural.
Nesse episódio eu abri números reais de tráfego do meu infoproduto, mostrei a matemática que quase ninguém faz e revelei a única decisão estratégica que separa quem cresce de quem fica rodando em nicho gigante sem vender.Conversei com um casal que estava travado justamente nessa parte, mas em poucos minutos, mostrei como eles podem chegar a 100 mil por mês mais rápido do que eles imaginam.Se você quer entender por que um infoproduto pequeno pode ser maior que qualquer audiência, esse episódio vale cada minuto.Aproveite a Black do Ladeira:http://vtsd.com.br/quero-bf-ladeira-ep394 Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify
A Cobertura do Fala Carlão para o Canal do Boi mostrou grandes histórias no Rural Del Prado. Conversei com Alexandre Zambrano, da Zambrano e Cia, que compartilhou sua trajetória no leilão, destacou os aprendizados que recebeu do pai e falou sobre o trabalho que consolidou a empresa como referência no setor.Também bati um papo com Gerardo Zambrano, que comentou processos de sucessão, relembrou a história da empresa e reforçou a importância de manter valores familiares enquanto ampliam atuação e modernizam serviços.O Rural Del Prado revelou a força de uma família que construiu reputação no campo com credibilidade, profissionalismo e paixão pelo agro.
Conversei com o jornalista, escritor e podcaster Chico Felitti, nome por trás de fenômenos como "A Mulher da Casa Abandonada". Chico conta tudo sobre sua investigação para a nova audio série "Vítima da Moda", da Audible, sobre o caso de um estilista encontrado morto na sacada de seu prédio em frente ao mar do Arpoador, no Rio de Janeiro.Chico também compartilha curiosidades sobre outros casos de true crime que investigou, como O Ateliê e João de Deus. Ele também revela novas histórias e podcasts que está preparando para 2026.-Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Confira canecas, camisetas e bolsas do Café Com Crime na lojinha do podcast: umapenca.com/cafecomcrime-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 26 de novembro de 2025.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space
A manutenção da Ponte Florentino Avidos, mais conhecida como Cinco Pontes, em Vitória, é alvo de um impasse entre o governo do Espírito Santo e prefeituras da Região Metropolitana da Grande Vitória. Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCES) tentou localizar o órgão responsável pela estrutura por meio de ofícios enviados entre junho e setembro deste ano, sem sucesso. Como consequência, duas pastas da administração estadual foram notificadas pela Corte de Contas para que se manifestem em um prazo de 15 dias. Na última semana, o secretário de Estado de Mobilidade e Infraestrutura, Fabio Damasceno, afirmou que o governo estadual vai assumir a gestão da Ponte.“Conversei com o governador Renato Casagrande, tomamos a decisão de a Secretaria de Mobilidade assumir a gestão das Cinco Pontes. Já estou mandando uma equipe agora de manhã, inclusive é a equipe da Ceturb Rodovias, que também cuida da Terceira Ponte, para fazer uma análise. Vamos elaborar um projeto para refazer aquela calçada. São placas de concreto que acabam se desprendendo. Vamos fazer uma avaliação para implantar uma calçada contínua. Vamos fazer agora, definitivamente, as obras das Cinco Pontes”, declarou Fabio Damasceno na última quarta-feira (22).Questionado se o governo estadual não poderia ter assumido a gestão da ponte antes, o secretário justificou que a estrutura tinha um “problema jurídico”, uma vez que não fazia parte do patrimônio do Estado. Em entrevista à CBN Vitória, o secretário Fábio Damasceno fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Dennis Doros é um dos responsáveis pela Miilestone Films, uma empresa criada em 1990 pra restaurar e também distribuir filmes, com foco naqueles menos representados no mercado. Durante a Mostra de São Paulo ele estava exibindo uma nova versão restaurada, ou melhor reimaginada de Queen Kelly (1932), o filme inacabado dirigido por Erich Von Stroheim e protagonizado por Gloria Swanson, que também financiou o projeto. A reimaginação de Doros e e sua equipe tem cerca de 1h 45 com cenas da época, e inclui fotos da produção, storyboards e intertítulos para explicar as partes faltantes. Conversei com Dennis sobre esse trabalho fascinante e você confere essa entrevista agora (em breve também em vídeo).Feed | Bluesky| Instagram | Letterboxd | TelegramEntrevista, pesquisa, pauta e apresentação: Isabel WittmannFilmagem e Edição de imagem: Camila HenriquesEdição de som: Isabel WittmannTranscrição e tradução: Isabel WittmannLegendagem: Camila HenriquesProdução e arte da capa: Isabel WittmannVinheta de abertura composta por Felipe AyresMúsica de encerramento: Bad Ideas - Silent Film Dark de Kevin MacLeod está licenciada sob uma licença Creative Commons, Attribution, Origem, Artista.Apoie nosso financiamento coletivo: https://feitoporelas.com.br/apoie/ ou pix contato@feitoporelas.com.brTranscrição traduzida da entrevista no site: https://feitoporelas.com.br/49ª-mostra-de-sao-paulo-entrevista-com-denis-doros/ Essa cobertura foi possível graças ao nosso financiamento coletivo. Agradecemos em especial a: Carlos Henrique Penteado, Gizelle Barros Costa Iida, Helga Dornelas, Henrique Barbosa, João Bosco Soares, Janice Eleotéreo, José Gabriel Faria Braga de Carvalho, José Ivan dos Santos Filho, Lorena Dourado Oliveira, Lucas Ferraroni, Marden Machado, Mariana Silveira, Nayara Lopes, Patrícia de Souza Borges, Pedro Dal Bó, Vinicius Mendes da Cunha, Waldemar Dalenogare Neto, Zelia Camila de O. Saldanha.
O Fala Carlão Especial de Sábado esteve presente no 15º Encontro Citros de Mesa e bateu um papo com uma turma de peso que movimenta o agro brasileiro!Conversei com Edivan Gonçalves, RTV – UPL; George Barros, Alltech; Fábio Andrade, RTV – Syngenta; Walfredo Zamprogno, Gerente Comercial do Grupo Provaso; Fernando Cezar Zambello, Adubos Real; Varner Morandini Júnior, Representante Comercial da Ballagro; Naveen Manikkompel e Jessica Mitie, Agro Naveen Corretora de Seguros; Raquel Oliveira, Gerente de Produtos Rurais e Máquinas Agrícolas da Porto Seguro; Paulo Cesar Fargoni, Sócio-Proprietário da Fargoni; Gustavo Sossai, Consultor da HomeoPlant; Hosana Moleiro, Analista Regional da MÚTUA-SP; e Gustavo Forner da Silva, Representante Comercial da Valett Grow Agro.Foi um passeio daqueles pelos corredores da feira, trocando ideias com quem entende do assunto, falando de inovação, tecnologia, produtividade e, claro, muita paixão pelo campo. Um sábado animado, cheio de gente boa e boas histórias pra contar.
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Domingão do Carlão conversa com grandes nomes da pecuária nacional direto do tradicional Leilão Nelore do Golias, realizado na Fazenda Água Branca, em Araçatuba.O programa mergulhou no universo do gado Nelore e na excelência genética que move esse setor. Entre os entrevistados, pecuaristas renomados, líderes de entidades de classe, representantes da indústria de nutrição animal, especialistas em marketing do agro e até os churrasqueiros que garantiram o sabor da festa.Conversei com Shiro Nishimura, Pecuarista; Lilica Almeida, Nelore do Golias; Érika Banwart, Pecuarista; Laís Alves, Membra da Comissão de Comunicação e Marketing da Associação Confraria da Carcaça Nelore; Wagner Marquesi, Pecuarista; Fabio Souza de Almeida Filho, Nelore do Golias; Natália Trevisan, Supervisora Técnica Comercial Ruminantes da De Heus Nutrição Animal; Roque, Churrasqueiro; Marcão, Churrasqueiro; Leonardo Matsuda, Diretor do Grupo Matsuda; Rafael Silveira, Boi Gordo Carnes; Marco Tulio Duarte Soares, Presidente da Associação Confraria da Carcaça Nelore; Frederico Mendes, Pecuarista; Gabriel Garcia Cid, Presidente da ABCZ; Alexandre Lima, Consultor de Projetos de Pecuária Irrigada com Pivôs Valley; Claudinei Luiz Pereira, Pecuarista e com Pedro Araújo, Gerente Comercial da Central Bela Vista.Foi uma edição especial que destacou a força do Nelore, o protagonismo da Confraria da Carcaça e o compromisso com qualidade, inovação e tradição no campo. Um dia recheado de conteúdo, gente boa e muita paixão pela pecuária brasileira.Conheça a Employer - Tudo do RH:https://bit.ly/EmployerNoDomingaoFacebook: https://www.facebook.com/Employer.RHInstagram: https://www.instagram.com/rhemployer/YouTube: https://www.youtube.com/EmployerTudodoRH
O Fala Carlão Especial de Sábado conversou com os protagonistas da produção artesanal brasileira durante um tour pelos estandes da Coopercitrus Expo 2025.O programa mergulhou no universo dos sabores únicos e das histórias por trás de produtos que traduzem cultura, dedicação e identidade. Conversei com Chiquinho Maturro, Ex-Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo; Adriana Verdi, Pesquisadora da Secretaria Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo; Felipe Lima, Master Gourmet; Silvana Peixoto, Alma de Gato Cachaça; Álvaro Peixoto, Alma de Gato Cachaça e com a Sara, da Terra Limpida Queijos.Foi um sábado de descobertas, aprendizados e muitas delícias. O Fala Carlão celebrou o que o agro tem de mais autêntico: gente apaixonada pelo que faz e sabores que representam o Brasil em sua essência.
Conversei com um uruguaio que fala Português!
Dexter está vivo! Nosso criminoso queridinho da TV está de volta em Dexter: Resurrection, que acaba de estrear no Paramount+. Conversei sobre esse retorno com os atores Michael C. Hall (Dexter) e David Zayas (Batista) e também com o showrunner Clyde Phillips e com o produtor executivo e roteirista Scott Reynolds. Desta vez, vamos ver como o personagem sobreviveu e sua jornada agora em Nova York, tentando reencontrar seu filho. INSTAGRAM - http://www.instagram.com/carolmoreira3TIKTOK - https://www.tiktok.com/@carolmoreira
Conversei com dois especialistas no assunto Akakor – uma suposta cidade perdida da Amazônia que ganhou fama mundial nos anos 70 e 80. Mas é true crime, dona Café? É sim! A trama envolve assassinatos, desaparecimentos, identidades falsas e uma farsa internacional. Quem me ajuda a desvendar esse mistério é Rapha Erichen, autor do livro “O Enigma de Akakor", e o documentarista Jorge Bodanzky, que acompanhou de perto o caso na época dos fatos. Um corte especial da entrevista já está disponível em todas as plataformas de áudio.Quem apoia o podcast tem acesso à entrevista completa e sem cortes no Apoia.se e na Orelo! -Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 09 de julho de 2025.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space
QUANTOS OVOS É SAUDÁVEL COMER POR DIA?Essa pergunta está de volta — e com ela, uma enxurrada de desinformação.O novo episódio do Podcast do Atletas LowCarb já está no ar!Transformamos a live de maior repercussão do mês em um episódio completo, com muito conteúdo, ciência e clareza.Conversei com a nutricionista Maria Vitória sobre os limites que a mídia tenta impor ao consumo de ovos, e mostramos o que a ciência REALMENTE diz.Falamos sobre colesterol, saúde metabólica, saciedade, performance e, claro, desmistificamos essa história de “apenas 3 ovos por dia”.Se você busca verdade, saúde e boa informação, esse episódio é pra você.Ouça agora nas principais plataformas ou em nosso site:www.atletaslowcarb.com.br:: Programa Atletas LowCarb:https://www.atletaslowcarb.com.br/programa-alc/Siga-nos nas redes sociais:Instagram:@atletaslowcarbFacebook:https://www.facebook.com/atletaslowcarb/Site:http://www.atletaslowcarb.com.br
O Oklahoma City Thunder volta às finais após 10 anos. Episódio especial merece convidados especial. Conversei com o Clemente Almanza, repórter que acompanha o Thunder como poucos desde o início da reconstrução. VEM OUVIR!Minutagem:0:00 E se?4:00 Bate papo com Clemente Almanza26:15 Análise do Jogo 5Tradução da entrevista -> https://bit.ly/4dKfYsK
Hoje, é um daqueles papos só entre eu e você. Quero discutir um tema que faz parte da realidade de toda startup: os sinais de que algo precisa mudar.Pra esse episódio, além das minhas experiências e observações, eu também fui ouvir quem vive o empreendedorismo na raça! Conversei com founders investidos aqui da ACE e perguntei: quais foram os sinais de que algo estava errado — e o que fizeram para mudar a rota?Com base nisso, elenquei red flags cruciais que indicam quando é hora de mudar. Será que sua startup já está mostrando algum desses sinais?Quer 6 meses grátis da Zendesk Suite? CRM de vendas, benefícios VIP, 30% de desconto e muito mais! Confira o novo livro do Pedro W, Contra a CorrentePara conferir mais conteúdos, acesse nosso site !Instagram : @aceventuresbrLinkedin : ACE VenturesE-mail : contato@goace.vcEste episódio foi editado por Denys Argyriou (@argyriou_)
Quer ouvir a história de como eu me tornei a Senhora Desejos? Depois de vinte anos de casada ficou difícil fugir da monotonia entre quatro paredes, isso era o que a gente pensava, meu marido tentou sugerir trazer outras pessoas para a relação, mas no começo eu fui contra, até que eu decidi criar um perfil no Sexlog. Conversei com muitos solteiros e casais, até que um dia eu tive uma ideia excitante, deixar o meu marido no sofá e fiquei sozinha na cama com a câmera e estrelei o meu primeiro show!Quer ouvir todos os detalhes picantes dessa história? Não seja tímido, coloque o seu fone e aperte o play!Conto erótico narrado. Locução: @soulinanakamura
A confiança dos brasileiros nas Forças Armadas está em queda desde meados de 2023, e, hoje, sete em cada dez brasileiros dizem não confiar no Exército Brasileiro, na Marinha do Brasil e na Força Aérea Brasileira. Só 24% dizem confiar nas Forças, e 4% disseram não saber se confiam ou não. Os dados são da pesquisa Atlas, elaborada para o canal de TV à cabo CNN Brasil. "Esta pesquisa é demolidora e meio inédita; as FFAA ficaram atrás da Polícia Federal, Militar e do STF. Conversei com fontes e há um certo consenso de que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi o pior para a imagem das Forças Armadas; ele contaminou as corporações. Presidente Lula investiu nas Forças Armadas, enquanto Bolsonaro ficou comprando no varejo - enchendo o Planalto de generais, os colocando no Ministério da Defesa e criando privilégios. As fontes dizem que este resultado é triste, mas previsível", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A confiança dos brasileiros nas Forças Armadas está em queda desde meados de 2023, e, hoje, sete em cada dez brasileiros dizem não confiar no Exército Brasileiro, na Marinha do Brasil e na Força Aérea Brasileira. Só 24% dizem confiar nas Forças, e 4% disseram não saber se confiam ou não. Os dados são da pesquisa Atlas, elaborada para o canal de TV à cabo CNN Brasil. "Esta pesquisa é demolidora e meio inédita; as FFAA ficaram atrás da Polícia Federal, Militar e do STF. Conversei com fontes e há um certo consenso de que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi o pior para a imagem das Forças Armadas; ele contaminou as corporações. Presidente Lula investiu nas Forças Armadas, enquanto Bolsonaro ficou comprando no varejo - enchendo o Planalto de generais, os colocando no Ministério da Defesa e criando privilégios. As fontes dizem que este resultado é triste, mas previsível", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que é que o futuro reserva para a cerveja? Em 2025, tudo pode mudar – mas será para melhor ou pior? Neste episódio, fui à procura de respostas. Conversei com quem está por dentro da indústria, analisei relatórios e juntei diferentes perspetivas para tentar entender o que vem aí. Desde mudanças no consumo até novas tendências que podem surpreender até os maiores fãs de cerveja, há muito para explorar. Este vídeo é sobre descobrir, refletir e levantar a questão: estaremos prontos para o que está por vir? Se queres saber o que o futuro pode trazer para o mundo da cerveja, este episódio é para ti. Vê até ao fim e junta-te à conversa!
Por que as pessoas usam template de slides? Por que os eventos enviam template de slides? Como é possível ser autêntico na criação de uma apresentação? E quais são as vantagens disso? Conversei sobre esses assuntos e também sobre comunidade, ousadia e soft skills com Pedro Belluomini, o co-criador do Slide-se e fundador da Circuito Saber. Que papo maravilhoso!
Que tal enviar uma mensagem ;-)Conversei com o Presidente da Lundbeck no Brasil, uma empresa de 100 anos e 22 anos no Brasil especializada em doenças mentais.Josiel Florenzano fala sobre sua carreira, mas também sobre a cultura dinarmaquesa e o sucesso institucional da Lundbeck na categoria de sistema nervoso central.Obrigado por ouvir, acesse @viaoral ou nosso site viaoral.com.br
“Se toparmos um leve exagero e aceitarmos que a leitura é uma experiência suavíssima de alucinação, nos perguntamos: quantas vezes nós, mulheres, alucinamos ser homens? E que espécies de aventura – muitas delas interditas a nós na vida real – vivenciamos na pele virtual deles? Por meio da nossa imaginação, homens ficcionais existem, e carregam efeitos dessa existência para nossas vidas concretas”. Retiro o trecho da apresentação de “O Homem Não Existe”, livro que a pesquisadora, doutora em literatura, professora e crítica literária Ligia Gonçalves Diniz acaba de publicar pela Zahar. O livro é um longo ensaio no qual Ligia mostra ao leitor como busca compreender e, de alguma maneira, vivenciar a masculinidade por meio da ficção. Sexualidade, raiva e beleza (ou feiura) são alguns dos assuntos pelos quais a autora passa enquanto se debruça sobre obras de autores como Albert Camus, Philip Roth, Roberto Bolaño, Herman Melville, Dante, Graciliano Ramos e Homero. Mas nem só de homens se faz a bibliografia de Ligia. Estão por lá autoras como Susan Sontag, Anne Carson e Audre Lorde. Indo além das letras, há acenos improváveis a músicas de grupos como Art Popular e Engenheiros do Hawaii ou a filmes como “Crepúsculo”. “O Homem Não Existe” também é uma argumentação sobre viver outras experiências por meio da arte. Conversei com Ligia a respeito desse deslocamento numa época em que tantos buscam por espelhos no papo que vocês ouvirão a seguir. Os amores proibidos, as paixões assumidas e a relação entre obra, autores e leitores também foram assuntos da nossa conversa. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
Que tal enviar uma mensagem ;-)Conversei com Marcelo Guedes, VP de Marketing & Geração de Demanda da Biolab Farmacêutica, sobre o futuro do marketing na indústria, qual a visão dele sobre o mercado, como está sendo a entrada da Biolab no mercado de Genéricos e muito mais.Obrigado por ouvir, acesse @viaoral ou nosso site viaoral.com.br
Conversei com o Sérgio, Especialista em Finanças Pessoais, para vos ajudar a preparar para ida para o ensino superior em termos financeiros, a saber como gerirem o dinheiro enquanto estudante, falámos sobre compra ou arrendamento de casa sendo jovem e coisas a ter em atenção, se vale a pena começar a pensar na reforma e se faz sentido pensar em começar em investir sendo estudante. Links mencionados:
Conversei com Pedro Marton Pereira, co-fundador, da healthtech epHealth, referência no setor de tecnologia para saúde e pesquisas clínicas no Brasil selecionada pelos governos do Reino Unido e Suíça.Se liga no TEDx do Pedro sobre: O herói invisível da saúde no Brasilhttps://www.youtube.com/watch?v=8tlxqpdBKSIObrigado por ouvir, acesse @viaoral ou nosso site viaoral.com.br
O Eurico é gestor de tráfego e vende um curso digital.Ele estava com medo de não vender e "perder"para um concorrente grande do marketing digital.Conversei com ele sobre isso e mostrei como se diferenciar vendendo produtos digitais no perpétuo.Assista esse episódio para entender:Como ganhar dinheiro na internet sem autoridade;Qual o melhor jeito de começar um negócio digital;Como ter confiança extrema na hora de vender.Conheça o Venda Todo Santo dia:http://vtsd.com.br/ep237-ladeira-pv-vtsdMe siga lá no Instagram:http://vtsd.com.br/ep237-ladeira-instaOuça nosso podcast:http://vtsd.com.br/ep237-ladeira-playlist
Olá taradinhes, tudo bem com vocês? No episódio de hoje, nós vamos conversar sobre miomas uterinos, um assunto importante, mas que assusta muitas pessoas. Conversei com o ginecologista e coordenador do Instituto de Miomas e Endometriose do Hospital Moriah, Mariano Tamura, e perguntamos a ele o que é um mioma, quais os tipos que existem […] O conteúdo Mioma – Entrevista com o Dr. Mariano Tamura aparece primeiro em Sexo Explícito.
Conversei com Ana Vilela (@anavvilela), que há 4 anos adota a dieta carnívora e viu sua vida ser transformada!
Podcast Tênis Certo: corrida de rua | maratona | entrevistas | treinamento
Bate-papo com Vanilson neves. Conversei com a maratonista e treinador Vanilson Neves, campeão da Maratona da Disney. Ele falou sobre a sua história no esporte e como a corrida transformou a sua vida. Aproveitei para tirar algumas dúvidas frequentes que nós corredores temos para correr mais rápido. Insta do Vanilson: https://www.instagram.com/vanilsonneves/ Contato comercial: contato@teniscerto.com ▬ INFORMAÇÕES IMPORTANTES ▬ O Tênis Certo é um canal de informações que divulga lançamentos e promoções de tênis. Não vendemos nenhum tipo de produto ou serviço. Se você comprar através dos nossos links, recebemos uma pequena comissão que nos ajuda a manter a produção do conteúdo. Isso não mudará o valor final da sua compra. Agradeço muito o seu apoio. TAGS: vanilson neves, maratona da disney, campeão na maratona, como correr mais rápido, como evoluir na corrida, podcast do tênis certo, podcast, valery mello, eduardo suzuki, tênis certo
Conversei com a General Manager da Knight Therapeutics, Cristiane Coelho, que também é Pharma Women Executive Mentor e mãe da Bia.Nesse bate papo podemos conhecer a linha de pensamento da cultura corporativa e de agilidade da Cris Coelho.Obrigado por ouvir, acesse @viaoral ou nosso site viaoral.com.br
Conversei com o Marcelo Antonio, Diretor Comercial da M8, falamos sobre o foco da empresa e dos desafios pós pandemia de um diretor comercial com tantas transformações acontecendo.Como lidar com a transformação digital e a equipe de vendas, muda KPI? muda a maneira de trabalhar? Tudo isso fez parte desse bate papo.Obrigado por ouvir, acesse @viaoral ou nosso site viaoral.com.br
Conversei com o Diretor de Marketing e Vendas da Onco-hemato da AMGEN, Giulliano Anoardo, que falou dos seus 21 anos de carreira na Indústria Farmacêutica e agora liderando uma área economicamente relevante da empresa.Nesse bate papo ele fala sobre os desafios e inovações dentro da Onco-hematologia e também das falhas e aprendizagens como gestor.Obrigado por ouvir, acesse @viaoral ou nosso site viaoral.com.br
Todos os brasileiros já estão na trilha do Campo Base do Everest. Conversei com Carlos Santalena, Bernardo Fonseca e Roberto Terzini. Falamos também sobre os 3 sherpas que morreram na Cascata de Gelo. Ouça e comente!
Conversei com o Igor Zanetti, diretor de acesso e assuntos corporativos da Medtronic, sobre o real significado de acesso, modelo baseado em valor, as inovações da empresa e o futuro dela no Brasil.Obrigado por ouvir, acesse @viaoral ou nosso site viaoral.com.br
Conversei com o Jorge Carvalho que é Head de Health da Semantix uma empresa Deep Tech, falamos sobre Data Platform, uma solução end to end em Saúde.Ele falou de alguns cases e da importância do entendimento da jornada data-driven. A Semantix adiquiriu recentemente a Zetta Health Analytics. E para nosso orgulho é uma empresa brasileira que está avaliada na Nasdaq em 1 bilhão de dólares.Obrigado por ouvir, acesse @viaoral ou nosso site viaoral.com.br
Conversei com o Marcos Paulo Reis, treinador e diretor da MPR Assessoria Esportiva. Falamos de treinamento, base, maratonas, evolução, relação técnico e atleta e muito mais. Escute, informe-se e divirta-se. https://www.instagram.com/mpauloreis/ https://www.instagram.com/mprassessoria/ https://twitter.com/reismpr SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE DO PFC
Conversei com a Jessica Marinho, uma das fundados da Conquest Voyages, uma operadora e agência de turismo, especializada na cultura oriental e em turismo esportivo, levando os corredores para as maratonas pelo oriente. Conheça um pouco da história dela e da empresa. Escute, informe-se e divirta-se. https://www.instagram.com/conquestvoyages/ https://www.conquestvoyages.com/ SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE DO PFC
Conversei com o José Eduardo Garcia. Ele corre maratonas, muitas maratonas, está em busca da 100ª e talvez quando você escutar o episódio ele já tenha chegado nas 100. Ou estar mais perto. Ou ter passado. Falamos sobre a história do Zé nas maratonas, treinamento, dicas e muito mais. Escute, informe-se e divirta-se. Escute, informe-se e divirta-se. https://www.instagram.com/joseedugarcia/ SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE
Conversei com o Sérgio Rocha, do Corrida no Ar. Falamos muito de corrida, maratonas, viagens e muito mais. Escute, informe-se e divirta-se. https://youtube.com/corridanoar/ https://www.instagram.com/corridanoar/ SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE
Conversei com a Mell Porto. Ela é maratonista, advogada, está cursando Educação Física e equilibra a vida (com) corrida. Falamos de corrida, do início, da criação de conteúdo, sobre influência, desafios, sair da zona de conforto e muito mais. Escute, informe-se e divirta-se. https://www.instagram.com/melllporto/ SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE
Conversei com a Ana Paula Simões. Ela é médica do esporte e ortopedista. É também cirurgiã e corredora. Falamos sobre a expectativa para a primeira maratona dela, treinamento, dores, lesões, tratamentos e outras dúvidas que sempre aparecem quando o assunto envolve medicina, dores e lesões. https://www.instagram.com/draanapsimoes/ SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE