Set of animal species in any particular region and time
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O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). 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A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.
A Guiné-Bissau efectuou em finais de Janeiro a contagem mundial 2026 das aves aquáticas migradoras, uma das maiores operações a nível internacional para a monitorização da biodiversidade. Esta contagem que decorreu em simultâneo em vários países inseridos nas rotas migratórias, foi realizada na Guiné-Bissau pelo IBAP, Instituto de Biodiversidade e das Áreas Protegidas, em parceria com outras entidades. Durante uma semana, oito equipas envolvendo um total de mais de 40 técnicos efectuaram essa contagem ao longo do litoral norte, centro e sul do país, bem como no arquipélago dos Bijagós que -lembramos- desde o passado mês de Julho alcançou o estatuto de Património Mundial Natural da UNESCO. António Pires, coordenador da Reserva da Biosfera dos Bijagós, esteve envolvido nesta contagem e explicitou a importância que tem designadamente para medir o estado de conservação em que se encontra determinado ecossistema. RFI: Antes de falarmos da contagem propriamente dita, onde decorreu e de que aves estamos a falar? António Pires: Estamos a falar de aves migradoras que procuram o arquipélago de Bolama-Bijagós durante o período do inverno europeu e em 2025 efectuamos a contagem mundial do arquipélago de Bolama-Bijagós e também na zona costeira da Guiné-Bissau. No arquipélago, temos três grandes zonas de contagem, devido à sua dimensão que cobre a parte de Bubaque-Soga, depois temos a parte de Formosa, mais para o norte do arquipélago, e depois a parte de Orango até mais a oeste do arquipélago. É efectuada assim a contagem do nosso espaço geográfico. Em termos da zona costeira, são efectuadas a partir do Parque Nacional Natural do Rio Cacheu até ao Parque Nacional de Cantanhez, que é a mais a sul da Guiné-Bissau. RFI: Estamos a falar que tipo de aves é que nós encontramos? António Pires: Principalmente das espécies de limícolas (aves que vivem nas praias e mangais). Fundamentalmente limícolas, que efectuam grandes migrações para o sul. Mas também encontramos as outras espécies de aves de médio e grande porte, como as garças, os mergulhões, etc, etc. Mas o alvo da contagem reside fundamentalmente nas limícolas, que empreendem grandes migrações a partir da zona de reprodução mais a norte da Europa, mais ou menos na zona da Sibéria, que ali nidificam e procuram o arquipélago Bijagós para a alimentação durante o período do inverno. RFI: Para nós termos um pouco a noção, quando elas migram de África rumo à Europa, para onde é que vão estas aves? António Pires: Existem vários pontos de paragem. Também irá depender da capacidade de cada grupo de aves para efectuar a migração de África para a Europa. Nesse caso há dois grandes sítios de grande concentração das aves nesse corredor de migração que é o arquipélago Bolama-Bijagós, ou também na Mauritânia, que é o Banco de Argan e há uma parte da população que também faz uma paragem na Europa. Parte dessa população fica na zona mais ocidental, em Lisboa, depois no Mar de Wadden (nos Países Baixos) e dali, depois, procuram o norte da Europa, que é a Sibéria para a reprodução. RFI: Desde quando é que efectuam essa contagem anual? António Pires: A Guiné-Bissau tem vindo a efectuar essa contagem há mais de dez anos, se não estou em erro. Isso foi fruto de um acordo trilateral no início entre a Dinamarca, a Alemanha e a Holanda, onde foi estabelecida uma equipa nacional para a monitorização dos sítios importantes das limícolas nos Bijagós. Depois disso, veio a desenvolver-se até à data presente. Desde 1997, mais ou menos, até esta data, temos vindo a contar regularmente as aves limícolas, também com o apoio de equipas portuguesas, de equipas holandesas, de equipas alemãs que contribuem junto com a equipa da Guiné-Bissau nas contagens ao longo desse período, mais ou menos de dez anos, se não estou em erro. RFI: Qual é a importância de estarmos todos os anos a efectuar essa contagem? António Pires: Bom, uma das importâncias da contagem mundial é para sabermos o efectivo da população que migra do norte ao sul ou do sul ao norte. Isso é a primeira questão. A outra segunda questão é o estado de conservação do espaço e também da disponibilidade do alimento que esses sítios oferecem. Porque as aves são Indicadores do bom estado de conservação dos ecossistemas. E outro aspecto também, ajuda de forma não directa, mediante estudos, a determinar a contaminação do sítio da contagem, por serem indicadores de metais pesados, mas isso numa esfera um bocadinho mais avançada, onde são efectuados estudos específicos nesse sentido. RFI: Durante uma semana, umas quantas equipas andaram tanto nos Bijagós como também na zona costeira da Guiné-Bissau para contar e ver as condições em que se encontram essas aves migradoras, O que é que andaram concretamente a fazer durante essa semana? Quais foram os critérios que aplicaram nas vossas buscas? António Pires: A equipa da Guiné-Bissau está constituída por oito grupos, no total de 46 pessoas. Nessas contagens procura-se saber o número de cada indivíduo. Procura-se também saber o estado do habitat onde eles se alimentam. Também são identificadas as ameaças associadas aos habitats e também as ameaças relacionadas com a presença das espécies no sítio. Mas também há factores que são recolhidos: factores do tempo, da maré, da incidência do sol, à pressão atmosférica. Há vários factores que são tomados em consideração durante o processo da contagem. O habitat até está em bom estado de conservação. A característica do sedimento, a vegetação que está à volta da área de contagem. Porque, por exemplo, nos Bijagós já temos um ecossistema de mangal que também é uma zona muito importante, onde a população humana dedica-se, fundamentalmente as mulheres, à recolha dos moluscos e durante a maré baixa utilizam este espaço para recolha desses moluscos. Então, existe mais ou menos uma relação entre a ave e as pessoas que utilizam o espaço durante a maré baixa. RFI: Nestes dez anos em que andaram a contar as aves migradoras, notaram alguma evolução? António Pires: Em termos do efectivo da população que procura o arquipélago, a zona costeira da Guiné-Bissau, não existe a diminuição do efectivo fruto de uma acção humana. Por exemplo, as flutuações da população dependem muito da disponibilidade do alimento ou da procura de novos sítios por essas espécies. Então, existe uma mobilidade à volta da zona costeira e do arquipélago Bolama-Bijagós. Mas pela disponibilidade do alimento, por exemplo, o arquipélago Bolama-Bijagós é muito influenciado pela dinâmica marinha e costeira. Então, isso faz com que os nutrientes estejam sempre à deriva de um lado a outro e depois é depositado num sítio específico ou num habitat específico durante a maré cheia e a maré baixa. Esses alimentos estão distribuídos dentro do espaço e as aves procuram nichos específicos para a alimentação. Mas não existe uma diminuição da espécie, de forma que a intervenção de uma outra actividade seja a excepção. Mas os habitats ou os sítios onde contamos, não existe uma diferença muito significativa. Também poderá ser em função da percepção da contagem dos factores também que interferem durante a contagem, por exemplo, a visibilidade, a distância que é contada. Isso interfere nos valores, mas não é significativo. RFI: Quais são os desafios, os problemas, os obstáculos que eventualmente estas aves encontram? Falou muito da questão de encontrar alimentos. Há outras problemáticas que enfrentam essas aves migradoras? António Pires: É mais associado ao habitat. Temos, por exemplo, o que é notório, a questão do lixo. Esse é um problema não só da Guiné-Bissau. Temos estado a constatar a presença do lixo que é trazido pelas correntes. Como sabe, a Guiné-Bissau está banhada por duas correntes, quer o mar do Golfo da Guiné e também a corrente fria que vem até à Guiné-Bissau. Então estas duas correntes, com a influência oceânica, trazem lixos para o interior do arquipélago. Mas não só, também dos lixos são produzidos nas grandes cidades e também a nível do arquipélago Bolama-Bijagós. Depois, com a chuva, parte desse lixo vai parar aos sítios de contagem e isso interfere um bocadinho nessa dinâmica da disponibilidade do habitat. O outro desafio é a necessidade da capacitação dos nossos técnicos para continuarmos nessa dinâmica internacional ligada ao Freeway, que é um corredor de migração das aves, fundamentalmente que ocorre desde a Sibéria, a parte da Europa, o banco de Argan e o arquipélago. RFI: Qual é o balanço que faz da contagem que efectuaram há alguns dias agora? António Pires: Eu considero que a contagem foi um sucesso. Os meios logísticos postos à disposição são consideráveis desde os recursos humanos, desde as embarcações, o combustível, o custo das deslocações, etc, etc. Isso fez com que a contagem fosse positiva. O outro aspecto é o nível de novas pessoas que foram incorporadas dentro dessa estrutura de contagem, porque é um trabalho que requer muito conhecimento, muita técnica e também muito trabalho de campo, anos de trabalho de campo que nos permitam identificar com certeza e dizer que é uma determinada espécie ou não. Na Guiné-Bissau, por tradição, temos estado nesse esforço, como referi anteriormente, há mais de dez anos. E bom, as dificuldades continuam a existir do ponto de vista da logística, porque estes meios também são implicados nas outras actividades. Depois é que são solicitados para a contagem mundial, por ser uma necessidade muito importante para o país. RFI: Quais são os desafios que encontram na conservação dessa biodiversidade? António Pires: Os desafios são vários. Temos o desafio desde o ponto de vista do aumento da população. Temos o desafio ligado ao desenvolvimento sustentável. Temos o desafio ligado à questão do turismo para o arquipélago ser agora um sítio de Património natural Mundial da UNESCO. O nível de importância aumentou consideravelmente. Isso faz com que o arquipélago Bijagós seja um sítio de procura. O número de turistas tem estado a aumentar, não de forma expressiva, mas sente-se a presença de cada vez mais pessoas à procura do arquipélago Bijagós. Em termos de conservação, temos o desafio ligado às mudanças climáticas. Em alguns sítios importantes, a erosão costeira tem estado a afectar alguns habitats muito importantes, sítios de reprodução das tartarugas, as zonas de alimentação de algumas espécies. Isso também é um problema. A pesca artesanal também é uma preocupação, por o arquipélago ser um sítio de excelência de actividade de pesca artesanal para os pescadores autóctones. Mas a Guiné-Bissau tem estabelecido protocolos de acordo com alguns países da África Ocidental, principalmente o Senegal. Procuram as nossas águas para as actividades de pesca, mas tudo com base na regulamentação que é estabelecida. Existe um sistema de fiscalização da actividade ilegal da pesca que é efectuada pelo Ministério das Pescas através de um departamento que tem a competência de fiscalizar actividades de pesca, não só no arquipélago, mas na zona costeira da Guiné-Bissau também. Outro desafio ligado à biodiversidade poderá estar associado à gestão do espaço e do recurso. Por ser uma reserva da biosfera, existe múltiplos actores. Há uma necessidade de estabelecer uma sinergia, uma cooperação, uma troca de informação em tempo útil para permitir que as medidas de gestão e de conservação sejam tomadas de forma atempada, evitando assim grandes problemas para o futuro. RFI: As populações locais entendem a necessidade de se cuidar da biodiversidade? António Pires: Sim, existem vários canais que temos estabelecido com os nossos parceiros, desde a comunidade local, do poder tradicional, das associações de base, das ONGs, da administração local, mesmo o Estado. Há um mecanismo de sensibilização ligado à importância do arquipélago Bijagós e mesmo ligado também à conservação da biodiversidade no arquipélago. Por exemplo, temos ONGs que têm a vocação específica ligada à questão da sensibilização, que começa desde a escola até a um nível mais alto, por exemplo, com os deputados, com os membros do governo. São efectuados esses trabalhos de sensibilização, de lobby, para despertar a atenção da importância do arquipélago e do cuidado que se deve ter em termos do desenvolvimento. Por exemplo, também as escolas de verificação ambiental. Há associações de amigos do ambiente, associações de professores, que também estão direccionados para questões ambientais. Agora, também há jornalistas de amigos do ambiente que estão a solicitar uma visita ao arquipélago, para irem conhecer. Então, essa dinâmica já está instalada. Mas é preciso um reforço dessa ferramenta de comunicação que nos irá permitir trabalhar não só a nossa instituição, que tem a responsabilidade da conservação, mas também as outras instituições também, que têm interesse dentro dessa região, para alinharmos o processo da conservação e a promoção do desenvolvimento sustentável nos diferentes eixos que são propostos.
Las organizaciones agrarias se han reunido este viernes con la secretaria general de Recursos Agrarios y Seguridad Alimentaria, Ana Rodríguez, en la reunión sectorial del porcino para abordar este asunto, entre otros de interés. Pere Roque, presidente de Asaja Cataluña, nos ha acompañado hoy para repasar los acuerdos alcanzados en la reunión. El III Salón Peñín de los Vinos de Aragón se celebrará el próximo lunes, 23 de febrero, en Zaragoza. Participan 56 bodegas aragonesas y, además de público profesional, los aficionados tendrán la oportunidad de conocer y elegir entre una selección de 224 referencias de todas las zonas productoras de esta comunidad autónoma. Amparo Cuéllar, directora general en funciones de Innovación y Promoción Agroalimentaria del Gobierno de Aragón, nos ha contado todas las novedades.
Ticketmaster acepta nuevos lineamientos de Profeco para conciertosProfepa resguarda cuatro serpientes en Tepoztlán, MorelosParlamento de Venezuela retoma debate de Ley de AmnistíaMás información en nuestro Podcast
In Episode 192, we're once again teaming up with one our favourite local indie publishers, Coach House Books. This time we're reading Kate Cayley's novel Property.Show NotesCoach House Books has never steered us wrong. Make sure to check out their backlist, as well as their new releases and forthcoming titles.We had a great time trying to figure out where exactly this neighbourhood in Toronto is located. And you know we clocked Nadège Patisserie immediately!Speaking of Toronto, we're very excited to go on our next book adventure to check out the team-up bookstore in Union Station from two of our favourite indie bookstores: Hopeless Romantic and Little Ghosts Books. If you're in Toronto, this pop-up bookshop will be there until May!And shout out as always to public libraries everywhere, and especially our very cool Toronto Public Library branches.In our next episode we'll be talking about Jette's book club pick, Drive Your Plow Over the Bones of the Dead by Olga Tokarczuk.Other Coach House Books Episodes26: Paper Houses by Dominique Fortier (The one that started it all!)51: Coach House Books Fall 2020 Releases (The Imago Stage by Karoline Georges, The Pine Islands by Marion Poschmann, Fauna by Christiane Vadnais)62: Because the Sun by Sarah Burgoyne74: And Miles to Go Before I Sleep by Jocelyne Saucier88: Lesser Known Monsters of the 21st Century by Kim Fu117: Sing, Nightingale by Marie Hélène Poitras128: The All + Flesh by Brandi Bird140: Pale Shadows by Dominique Fortier174: Born by Heather Birrell
The Hidden Lightness with Jimmy Hinton – For the first time, humanoid robots are not just being demonstrated behind glass or teased in controlled environments. They're being placed into the hands of the public to shape, test, refine, and reimagine. Humanoid robots and AI are not a distant future. They are a present reality. The question is no longer whether they will integrate into...
Thomas Halliday recounts the Miocene dry Mediterranean basin refilling through the massive Zanclean flood, detailing Gargano Island's unique fauna, then explores Oligocene South America where monkeys arrived from Africaby rafting across the Atlantic.
Guest: Dan Flores. Flores introduces his book Wild New World, discussing North America's deep evolutionary history, the arrival of carnivorous humans, and the resulting interactions with ancient fauna.1860 GRIZZLY BE HUNTER
Traumlogik und Erinnerungsarbeit: Martina Läubli, Judith von Sternburg und Christoph Schröder diskutierten in der Bühler Mediathek vier Werke, die auf der SWR Bestenliste im Februar verzeichnet sind. Auf dem Programm standen mit „Vaim“ der neue Roman von Literaturnobelpreisträger Jon Fosse (Platz 5), mit „Ein Jahr in der Natur“ von Josephine Johnson eine Erstübersetzung aus dem Jahre 1969 (Platz 3), mit „Trag das Feuer weiter“ der Abschluss einer Familientrilogie von Leïla Slimani (Platz 2) und mit „Abschied(e)“ von Julian Barnes ein Buch über Erinnerungsarbeit angesichts des nahenden Todes. Begeistert zeigte sich die Jury von Jon Fosses „Vaim“ in der deutschen Fassung von Hinrich Schmidt Henkel aus dem Rowohlt Verlag. Drei Männer erzählen, eine Frau entscheidet. Fosses Prosa in kapitellangen Sätzen, die von Einsamkeit in der norwegischen Provinz erzählen, von Freundschaften und fatalen Beziehungen, überzeugte selbst einen ehemaligen Kritiker des Autors. Ein Text, getragen von einer melancholischen „Traumlogik“, erklärte Jury-Mitglied Christoph Schröder. Fosse-Kennerin Martina Läubli ordnete die Geschichte, in der am Ende fast alle Figuren gestorben sind, in das Gesamtwerk des Nobelpreisträgers ein. Die bislang jüngste Pulitzer-Preisträgerin wird in Deutschland wiederentdeckt, dank einer hochwertigen Edition in der Anderen Bibliothek. Josephine Johnsons „Ein Jahr in der Natur“ in der Übersetzung von Bettina Abarbanell und mit Illustrationen von Andrea Wan wird von der Bestenliste-Jury aber durchaus kontrovers diskutiert. Die Genauigkeit der Naturbeschreibungen, die niemals zu sprachlichen Überhöhungen der Flora und Fauna führen, wird gelobt. Doch die jahreszeitlichen Naturbetrachtungen seien zuweilen etwas erwartbar, sagt Judith von Sternburg. Auch die Schärfe und Aktualität der politischen Analyse ist Gegenstand des Gesprächs, webt die Autorin in ihre Chronik doch immer wieder Kommentare zum damaligen Vietnam-Krieg ein. Je länger der Abend, desto schärfer die Diskussion der Jury. Leïla Slimanis „Trag das Feuer weiter“ in der Übersetzung von Amelie Thoma aus dem Luchterhand Verlag wurde von Judith von Sternburg vorgestellt. Nach der Lesung aus dem Roman, in der es um die Zerrissenheit der Hauptfigur zwischen Marokko und Frankreich ging, kam Christoph Schröder auf die sprachlichen Schwächen zu sprechen. Während Läubli und von Sternburg ein Buch mit ambivalent gezeichneten Figuren gelesen haben wollen, kritisierte Schröder die seiner Meinung nach offensichtliche Schwarz-Weiß-Malerei, den willkürlichen Perspektivwechsel und die auf „Thrill“ angelegte Ästhetik selbst in einer Missbrauchsszene: „An diesem Buch stört mich so gut wie alles.“ Der Spitzenreiter der SWR Bestenliste im Februar ist Julian Barnes vermutlich letztes Buch „Abschied(e)“, das Gertraude Krueger für Kiepenheuer und Witsch ins Deutsche übertragen hat.
Liebes unterm Tellerrand-Trio, als Dreigestirn des Halbwissens sind wieder einmal eure Einschätzungen gefragt. Nach bereits nachgewiesen Kenntnissen und Meinungen zu Gemüsesorten steht nun ein neuer Wettbewerb ins Haus. Und was liegt näher als Charaktere aus dem DSA-Universum? Aber vielleicht fühlen sich dadurch einige Hörer und Hosts doch nicht genug abgeholt. Daher lieber etwas naheliegenderes. Durch die Migration von zwei Drittel des Podcast-Teams in die ländliche Idylle und der damit verbundene tägliche Kontakt zu pelzigen und gefiederten Freunden soll es dieses Mal statt Flora um die Fauna gehen. Das unterm Tellerrand-Tier des Jahres. Um es ein wenig einzugrenzen, es werden nur heimische, wildlebende Tierarten zu den Duellen antreten. Insekten wurden nicht in die Wertung aufgenommen. Im Vorhinein wurde die Ausfahrt auf 32 Tiere bzw. Tierarten gekürzt. Und zum Teil treten Tiere für ihre Art bzw. einzeln an. Vergesst also die Wahlen des NABU und BUND. Wer kennt sich besser mit Asseln und Wollhandkrabben aus? Wer küsst Hunde mit Zunge? Wer züchtet die glücksten Silberfische in der Celler Straße? Wer lässt sich von Tieren nach Hause leiten? Hier kommen die drei animalischen Ikonen Norddeutschlands. Julian, Lenn und Mattes.
Miguel del Pino dedica su sección a los hospitales de fauna salvaje como Grefa, ¡no te lo pierdas!
Manuel Comesaña dedica su sección al icónico Jimi Hendrix y Miguel del Pino celebra la labor de los hospitales de fauna salvaje. ¡No te lo pierdas!
On Thursday, January 15, Westhampton Beach residents, business owners, elected officials and others gathered at Fauna in the village for the latest edition of the Express Sessions series “Local Matters,” providing those in attendance with a chance to discuss and debate the most pressing issues facing the community. The afternoon conversation ranged from new regulations that will require beachfront communities like Westhampton Beach to start paying a portion of federal beach replenishment costs, to the continued vacancy of prominent storefronts, and challenges related to the sewer district expansion, parking and more. Several options and ideas were explored, with input not only from those living and working in the immediate village area, but also from stakeholders in surrounding villages like Quogue and West Hampton Dunes. The panel included Westhampton Beach Village Mayor Ralph Urban and Deputy Mayor Kimberly Monsour; West Hampton Dunes Village Mayor Irwin Krasnow; Quogue Village Mayor Robert Treuhold; Jennifer Sperber, owner of Mixology and a member of the Westhampton Beach Chamber of Commerce; Larry Jones, a preservation consultant and trustee of the Westhampton Beach History Museum; and Aram Terchunian, a coastal geologist and president of First Coastal Consulting.
Entran en operación sistema antievasión en Viaducto BicentenarioSedema invita a charla sobre animales del bosqueNueva York recuerda a Alex Pretti en vigiliaMás información en nuestro Podcast
En un pueblo de Alsacia, en Wingen sur Moder, existe un museo consagrado a René Lalique, el orfebre que supo manipular el vidrio al punto de convertirlo en un objeto de arte pero también con técnicas que patentó a lo largo de su carrera. El museo se encuentra cerca de la fábrica de cristal que sigue produciendo objetos con diseños de Lalique. Reportaje de RFI. Por Ivonne Sánchez Nacido en 1860 en la región de Champaña, René Lalique, fue en un principio joyero y diseñador de joyas. Pero muy pronto descubrió el potencial que ofrecía el vidrio y va a dedicarse completamente a este material, para llevarlo a su máxima expresión. Reportaje de RFI Para conocer mejor el universo de este célebre artesano hemos viajado a los Vosgos del Norte, una región boscosa de Alsacia, al este de Francia, a un pequeño pueblo, Wingen sur Moder. Es aquí, en la antigua vidriería que Lalique adquirió en 1921, que se encuentra este museo, abierto en el 2011 y adecuado por el despacho de arquitectos Wilmotte. Cada año el museo Lalique atrae a 50 mil visitantes. Muy cerca, se encuentra también la cristalería Lalique que sigue fabricando objetos tan emblemáticos como el célebre jarrón Bacchantes, diseñado en 1927 por el propio Lalique. Mélanie Da Silva es nuestra guía. Aquí puede escuchar el reportaje en su versión completa: De joyero a "designer" de frascos de perfume De profesión joyero, muy pronto René Lalique va a diseñar sus propios modelos y a va a experimentar introducir el vidrio y combinarlo con esmaltes y piedras preciosas. Las joyas vanguardistas de René Lalique tienen gran éxito, pero su colaboración en 1908 con el empresario François Coty va a dar un nuevo giro a su carrera. El perfumista francés le pide que le diseñe frascos de perfume en vidrio que puedan ser producidos en serie. Una colección de 200 frascos puede admirarse en este museo. Lalique inventó y patentó varias técnicas para su fabricación. Artes de la Mesa En los años vente, Lalique comienza a diseñar objetos para la mesa, vajillas, copas, candelabros "Les Arts de la Table". La demanda es tan grande que Lalique entonces adquiere en 1921 una segunda vidriería (la primera estaba en París), en Alsacia, región de tradición vidriera. Esta segunda vidriería está en Wingen sur Moder, en el recinto donde ahora se encuentra el museo Lalique. Contraste Ya en estos objetos se puede apreciar algo muy característico de Lalique, el contraste entre lo brillante y lo opaco. Y del Art Nouveau que se veía en sus joyas, ahora es más bien el Art Deco, más depurado y geométrico que predomina. Las fuentes de inspiración de René Lalique se pueden resumir en las tres "F": las mujeres (Femme), la Flora y la Fauna. Su participación en 1925 en la Exposición Internacional des Arts Décoratifs en París lo consagra a nivel mundial. Cristal Lo que muchos no saben es que René Lalique se consagró sobre todo al vidrio. En 1945 muere René Lalique y su hijo Marc toma el relevo e introduce el uso del cristal, que contiene plomo. A la fecha, la fábrica Lalique (que ya no pertenece a la familia Lalique) sigue produciendo objetos de cristal, y también se encuentra en Wingen sur Moder, no muy lejos de este museo. En ella trabajan 300 personas. Uno de los objetos emblemáticos o "best seller" es el jarrón Bacchantes, en el museo se muestran las diferentes etapas para su fabricación. Se necesitan más de 30 horas para fabricar un sólo jarrón de estos y la participación de 25 personas en todo el proceso.
Al and Kev talk about the Animal Crossing: New Horizons 3.0 Update Timings 00:00:00: Theme Tune 00:00:30: Intro 00:06:20: What Have We Been Up To 00:31:58: Game News 00:42:50: New Games 00:44:59: Animal Crossing New Horizons 3.0 01:28:15: Outro Links Bubblegum Galaxy Release The Ranchers Early Access Everdream Village “1.8” Star Birds “Flora and Fauna” Update Emberlands: Desktop Village Contact Al on Mastodon: https://mastodon.scot/@TheScotBot Email Us: https://harvestseason.club/contact/
CFE garantiza suministro eléctrico pese a tormenta “Fern”Culiacán exige justicia por asesinato de Fernando AlanTormenta de hielo en EU deja cinco muertos y apagonesMás información en nuestro Podcast
El Teniente Mérida nos habla sobre: Sinergia por Querétaro ejecuta cateo en Santa Rosa Jáuregui y asegura armas, cartuchos y fauna localizada en el inmueble
México acumula 14,321 casos de gusano barrenadorVeracruz detecta posible daño al erario por 2,372 mdp en 2024Rescatan tigre en una casa en Cuautitlán IzcalliMás información en nuestro Podcast
Virke - Zenit - Flora & Fauna %%%J Dub Dub%%% Khruangbin - People Everywhere II - Dead Oceans Cochemea - Pyramid Of The Sun - Daptone Baba Zula + Mad Professor - Gerekli Şeyler - Glitterbeat Adham Shaikh - Dubfire - Sonicturtle International Observer - Friday Afternoon Dub - Different Drummer Kyoto - Forest Trip - Space Baby Ozric Tentacles - There's A Planet Here - Dovetail Ernest Ranglin - Below The Bassline - Island Jamaica Jazz %%%Paul Charpentier%%% Islandman - Istanbul Lockdown - Music For Dreams Good Block - Glow Green - Good Block Sewell & The Gong - Communion Phase (Sounds Of Slackness Holy Spirit Dub) - DSPPR CFCF - Raining Patterns - Paper Bag Reuben Vaun Smith - Oumbadougou - Ubiquity James E Burton - Between The Waves - NuNorthern Soul Coral D - Skiff Beta (Version C) - Tears Kim Mulligan - Wishing on a Star (Dub) - Death Is Not The End Celine Dessberg - Сэлэнгэ "Selenge" - That's Love
Empresarios de EU principales defensores del T-MEC: Sheinbaum Presentan el programa “Habla Mundial”, destinado a los trabajadores del sector restaurantero Dinamarca envía refuerzos militares a GroenlandiaMás información en nuestro podcast
The App Store Awards are in, and this year's breakout games are shaking up what we expect on iOS, iPad, and even Apple Vision Pro. See which titles are worthy of the hype, who's pushing boundaries, and why the winners really matter for Apple device owners. Pokémon Trading Card Game Pocket Wins iPhone Game of the Year Dredge Named iPad Game of the Year: Sinister Fishing Adventure Cyberpunk 2077 Ultimate Edition Takes Mac Game of the Year Apple Vision Pro Game Spotlight: Portals and Puzzle-Solving in Porta Newbie What the Clash Tops Apple Arcade Picks for Multiplayer Fun Cultural Impact Winners: Art of Fauna, Chants of Senar, Despalote iFixit Launches FixBot App for DIY Repairs and Battery Tracking Shortcuts Corner: How to Backup and Restore Apple Shortcuts Hosts: Mikah Sargent and Rosemary Orchard Contact iOS Today at iOSToday@twit.tv. Download or subscribe to iOS Today at https://twit.tv/shows/ios-today Join Club TWiT for Ad-Free Podcasts! Support what you love and get ad-free audio and video feeds, a members-only Discord, and exclusive content. Join today: https://twit.tv/clubtwit Club TWiT members can discuss this episode and leave feedback in the Club TWiT Discord. Sponsor: NetSuite.com/IOS
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In the December 2025 edition of Apple Crunch, hosts Thomas Domville (AnonyMouse) and John Gassman wrap up the year with a wide-ranging discussion covering AppleVis community awards, Apple's own App Store recognitions, major Apple hardware and business news, and an accessibility-focused app pick to close out the month.The episode begins with a deep dive into the AppleVis Golden Apples Awards for 2025. Thomas explains the nomination criteria and selection process before announcing this year's winners. PixieBot takes top honors as Best App of the Year, praised for its rapid adoption of new AI models and especially its standout video description capabilities. Adventure of Faith earns Best Game of the Year for its fully accessible RPG design and highly engaged developers, while the PixieBot developer is recognized as Best Developer of the Year for consistent community involvement and innovation. The prestigious David Goodwin Lifetime Achievement Award goes to Aira, recognizing its long-standing global impact in providing visual assistance to blind and low-vision users. Runner-ups across categories, including Ally, InnerSearch AI, Art of Fauna, Land of Livia, and Weather Gods, are also discussed in detail.From there, the conversation shifts to Apple's own 2025 App Store Awards, focusing on the Cultural Impact category. Art of Fauna and Be My Eyes are highlighted as winners, with discussion around why Apple may have chosen to spotlight these apps as examples of accessibility, inclusion, and broader social awareness.The second half of the show turns to Apple news and rumors. Thomas and John examine troubling reports about the iPhone Air, including its dramatic 47 percent resale value drop within ten weeks and what that says about consumer demand and pricing strategy. They also revisit ongoing rumors surrounding the iPhone Fold, expressing skepticism about its rumored $2,400 price point and questioning whether it risks becoming another niche, luxury product. The Vision Pro receives similar scrutiny, with discussion of sharply reduced marketing, low unit sales, and signs that Apple may already be shifting focus away from the headset.This leads into a broader conversation about Apple's leadership, including rumors that Tim Cook may step down. While acknowledging his many successes—particularly Apple silicon—the hosts debate whether recent missteps in AI, hardware pricing, and product strategy signal that Apple may be ready for a new era.The episode concludes with AnonyMouse's App Pick for December 2025: Mona 7 for Mastodon. Thomas discusses Mona's long history as a highly accessible social networking client, the mixed community reaction to its move to a subscription model, and why it remains a strong option despite controversy.Hosted ByThomas Domville (AnonyMouse) John GassmanCrunchy TopicsGolden Apples Spotlight — Celebrating Accessibility Excellence Apple's Cultural Impact Awards Apple News Bytes and Rumors Leadership Shift — Is Tim Cook Nearing the Exit AnonyMouse App Pick of the MonthResourcesGolden Apples Spotlight — Celebrating Accessibility ExcellenceAppleVis Announces Winners of the 2025 Golden Apple Awards https://applevis.com/blog/applevis-announces-winners-2025-golden-apple-awards…
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El biólogo Antonio Grulla ha entrevistado a diversos animales de los países que quiere invadir Trump. En general no son favorables, aunque algunos como el zorro ártico, temen más al frío que al loco americano
El biólogo Antonio Grulla ha entrevistado a diversos animales de los países que quiere invadir Trump. En general no son favorables, aunque algunos como el zorro ártico, temen más al frío que al loco americano
El biólogo Antonio Grulla ha entrevistado a diversos animales de los países que quiere invadir Trump. En general no son favorables, aunque algunos como el zorro ártico, temen más al frío que al loco americano
EU mantiene alerta militar en el Caribe tras captura de MaduroCDMX se pronuncia contra intervención en VenezuelaFallece David Garza Lagüera, empresario y filántropo regiomontano Más información en nuestro Podcast
The Strange Disappearance of Fauna JacksonBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/missing-persons-mysteries--5624803/support.
Empresas sancionadas por mentir para conseguir contratos públicos Marina asegura 185 tragamonedas en Lázaro Cárdenas Comando Sur abate a dos en operativo antidrogas en alta marMás información en nuestro Podcast
Autoridades rescatan jaguar en Jilotepec Refuerzan línea anticorrupción vial en EdomexEuropa mantiene respaldo total a UcraniaMás información en nuestro podcast
The BIZARRE Fauna Jackson Disappearance from Grand Teton National ParkBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/missing-persons-mysteries--5624803/support.
Listener Anne of Queens got us thinking about flying reindeer for the holidays. Imagine herds of 1,500-pound mammals migrating through your town like Canada geese. Suddenly those goose droppings don't seem so bad. Discover why the classic Santa sleigh makes no aerodynamic sense (eight reindeer in parallel? Your cargo's dragging on the ground) and why the real solution is a reindeer dirigible with forty hovering reindeer and a sleigh dangling underneath. Watch Santa relocate from the North Pole to a Sri Lankan mountaintop, where his reindeer have evolved big fennec-fox ears to vent heat in the tropics. Strap on your hard hat and join us for a holiday flight. --- Find out more about Gaby's science fiction short story! Here are the links for the anthology. The physical copy can be ordered here : https://www.neonhemlock.com/books/luminescent-machinations-queer-tales-of-monumental-invention The ebook can be ordered here: https://www.neonhemlock.com/ebooks/luminescent-machinations-queer-tales-of-monumental-invention
Explore the latest in accessible tech for blind users with Steven Scott and Shaun Preece. From award-winning apps like Be My Eyes and Art of Fauna to Pluto TV's audio-described content, this episode blends humour, real-life experiences, and valuable app recommendations.Aira is proud to sponsor Double Tap, supporting a community that values independence, access, and real solutions for blind and low vision users. Aira is an app that gives you on-demand visual interpreting through trained professionals who can describe surroundings, read information, or guide you using your phone's camera. It also includes Access AI, a feature that provides instant image descriptions with the option to confirm details with a live visual interpreter. Aira works with major companies, airports, universities, and retailers that offer the service for free as Access Partners, and the platform is approaching ten million calls while remaining available on both iOS and Android. Steven and Shaun kick off with some festive banter before diving into their tech talk. They share a listener demo of Art of Fauna, a cosy, accessible animal puzzle game that recently earned an Apple App Store Cultural Impact Award. Lena takes us step by step through solving a word-based jigsaw puzzle using VoiceOver, highlighting how intuitive the app is for blind players. The conversation then shifts to Be My Eyes, celebrating its cultural impact win and its growing community of nearly 10 million volunteers. Steven and Shaun discuss its seamless integration with Meta smart glasses and how it empowers blind users worldwide. Later, the hosts review Pluto TV, a free streaming service adding audio-described content (currently US only), and discuss the ongoing challenges of finding and filtering AD content easily. Their chat touches on high-visibility clothing for guide dog users, the reality of UK vs Canadian winters, and why audio description is essential for equal access to entertainment.Got a favourite accessible app or a tech tip? Email us at feedback@doubletaponair.com or WhatsApp +1-613-481-0144.Relevant LinksBe My Eyes: https://www.bemyeyes.comArt of Fauna (iOS App Store): https://apps.apple.com/app/art-of-fauna/id6450713040Pluto TV: https://pluto.tv Find Double Tap online: YouTube, Double Tap Website---Follow on:YouTube: https://www.doubletaponair.com/youtubeX (formerly Twitter): https://www.doubletaponair.com/xInstagram: https://www.doubletaponair.com/instagramTikTok: https://www.doubletaponair.com/tiktokThreads: https://www.doubletaponair.com/threadsFacebook: https://www.doubletaponair.com/facebookLinkedIn: https://www.doubletaponair.com/linkedin Subscribe to the Podcast:Apple: https://www.doubletaponair.com/appleSpotify: https://www.doubletaponair.com/spotifyRSS: https://www.doubletaponair.com/podcastiHeadRadio: https://www.doubletaponair.com/iheart About Double TapHosted by the insightful duo, Steven Scott and Shaun Preece, Double Tap is a treasure trove of information for anyone who's blind or partially sighted and has a passion for tech. Steven and Shaun not only demystify tech, but they also regularly feature interviews and welcome guests from the community, fostering an interactive and engaging environment. Tune in every day of the week, and you'll discover how technology can seamlessly integrate into your life, enhancing daily tasks and experiences, even if your sight is limited. "Double Tap" is a registered trademark of Double Tap Productions Inc. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
¡13 millones! Récord de peregrinos en la Basílica de Guadalupe Luto en el ciclismo, fallece Jade Romero Peña, promesa Sub-17 Más información en nuestro Podcast
In this episode, Whitney regales us with a tale of true survival. After a plane crash in the Amazon rainforest, a teenage girl must survive with her younger siblings, including her baby sister, for a ri-goddamn-diculous amount of time.Then, Dustin details the dark story of England's youngest murderer in history.As always, our humor is not suitable for most people. Enjoy!
Cooperativas Agroalimentarias de España y las organizaciones agrarias; Asaja, COAG, UPA y Unión de Uniones, comparten su petición de un plan de control de fauna salvaje en jabalíes y medidas de compensación económica para los ganaderos afectados dentro del radio de control por la peste porcina africana.Así lo han expresado este viernes las organizaciones antes de entrar en la reunión con el ministro de Agricultura, Pesca y Alimentación, Luis Planas, para tratar la evolución de la peste porcina africana, que mantiene, por el momento 91 municipios con restricciones tras 13 jabalíes silvestres positivos.Las empresas ganaderas y las industrias cárnicas de la junta de precios de Mercolleida presentaban ayer por la tarde un manifiesto conjunto en el que han mostrado la unidad del sector para afrontar el foco de peste porcina en la sierra de Collserola (Barcelona) y han pedido a las administraciones la máxima celeridad para sacrificar los jabalíes del radio de 20 kilómetros de donde se encontraron los animales muertos y también vaciar los cebaderos.
NotiMundo al Día - Arturo Torres - Fauna silvestre en riesgo por el crimen organizado by FM Mundo 98.1
1/8. The Deep History of North American Mammals and the Arrival of Human Predators — Dan Flores — Flores's book Wild New World examines North American fauna spanning 66 million years, detailing the evolutionary processes and intercontinental migration patterns that created the diverse Pliocene animal assemblage. Flores argues that Eurasian animals including deer and elk possessed significant adaptive advantages over indigenous species because they possessed millennia of evolutionary experience with humans functioning as apex predators. Flores emphasizes that humans emerged as a distinctive carnivorous mammalian species possessing unprecedented hunting capabilities, ultimately driving them across continents and oceans in search of prey.
5/8. Thoreau, Extinction Denial, and the Destruction of America's Beaver Engineers — Dan Flores — Nineteenth-century intellectuals including Henry David Thoreau lamented the systematic extermination of iconic American fauna. Flores documents that the concept of species extinction was initially incomprehensible to European ideology, which posited a divinely perfect creation precluding permanent species loss. Flores emphasizes that beavers, functioning as immense ecological engineers reshaping aquatic and riparian landscapes, exemplified catastrophic loss; their pelts became commodity targets for the emergent global market economy, driving enterprises like the American Fur Company and precipitating near-total beaver annihilation throughout continental North America.
Gemma, Natee, and Marc are back for another attempt at entertaining prehistorically inclined people with carefully edited commentary and interviews with people who actually know what they're talking about. In this episode, David Armsby's back and better than ever, Darren Naish's hair is slicker than ever, and Gemma interviews palaeobotanist and artist Julianne Kiely, who's here to save us all from painfully generic and/or inaccurate flora in palaeoart. Will Gemma dare challenge Julianne's assertion that plants are cooler than animals? How handsome is a cockroach? Can we still be confident that an illustration of a dinosaur was AI-generated? Find out...by listening. Show Notes At Chasmosaurs.com!
After almost a month break, government shutdowns, Halloween, and whole mess of other things, we're back and ready to talk perfumes (and apparently candles). We discuss the new release from Maison d'ETTO and they're wonderfully milky collaboration with Rodrigo Flores-Roux. We continue to Stan for Perfumer H, both perfumes and candles, and discuss a new line of candles from Sam of My World of Fragrance.Oh yeah, and The Game...Scents Mentioned in the Episode:i-Dream by Maison d'ETTO / Matin Calin Comptoir by Sud Pacifique / Black Tie by Celine / Vanilla Powder by Matiere Premiere / Vanille Antique by Byredo / Clove Candle by Perfumer H / Feu de bois and Sapin Candles by Diptyque / Choco Mascarpone and Altar Candles by Byredo / Rose with Insect, Flower No 1, and Ink by Perfumer H / Carnal Flower by Frederic Malle, OroNardo by Xinu / Miraceti by Aesop / Black Spruce and Fauna by Régime des Fleurs / Vietnamese Coffee by d'Annam / Fumabat by Couteau de Poche / Spoturno Perfumes / Invasion Barbare by Parfums MDCI / Monterey Drive and Room 1063 Candles by Augment / Flaming Creature and Carnival of Souls by Marissa Zappas / L'Air de Rien by Miller Harris / Gloam by Aesop / L'Oblìo by Meo Fusciuni / Bois D'Argent by Christian Dior / La Fille de Berlin by Serge Lutens / French Affair by Ex Nihilo / French Poetry by St Rose / Creme Bouquet by Stila / El by Arquiste / Musk by Kiehl's / Au Delà Narcisse by FZOTIC / Warm Bulb by Clue Perfumery / Mellow Yellow by Astrophil & Stella / Ethereal Wave by LIIS / The Game:*** Jane's first two entries were switched by mistake. Her first entry is actually Cuir Garamante by Parfums MDCI, second is Cuir by Le Galion. They are listed in the recorded but incorrect order below***Cuir by Le Galion / Lilac Brûlée by FZOTIC / Cuir Garamante by Parfums MDCI / In Between by Heretic / La Couleur de la Nuit by Voyages Imaginaires / Juliet In White by St Rose(00:00) - - Intro (02:06) - - i-Dream by Maison d'ETTO (10:27) - - Bookstores, Perfumer H, and Seasonal Candles (21:54) - - Black Spruce by Régime des Fleurs (29:06) - - The Augment Brand Candles (31:45) - - Scents We've Been Wearing (41:30) - - The Game Please feel free to email us at hello@fragraphilia.com - Send us questions, comments, or recommendations. We can be found on TikTok and Instagram @fragraphilia