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Tecnologia "3 em 1" otimiza a produtividade e a gestão dos canaviais
Passado em 1977, durante a ditadura militar brasileira, O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, constrói um retrato da repressão através de gestos íntimos e do que fica por dizer. Integrando um elenco, Isabél Zuaa interpreta Teresa Vitória, uma mulher angolana exilada, formada em Portugal. Em entrevista, a actriz fala do trabalho colectivo, da política inscrita nos corpos e da força do silêncio num filme em plena consagração internacional. Passado em 1977, em plena ditadura militar brasileira, O Agente Secreto afirma-se como um dos mais rigorosos e inquietantes retratos cinematográficos da repressão política no Brasil. O novo filme de Kleber Mendonça Filho recusa a explicação directa e opta por uma construção sensorial, onde a vigilância, o medo e o desgaste moral do autoritarismo se infiltram na vida do dia-a-dia, nos afectos e nos gestos. Esse olhar oblíquo tem garantido à obra um percurso internacional sólido, múltiplas distinções em festivais e, mais recentemente, a entrada na corrida aos Óscares, com nomeações em quatro categorias. Integrado numa narrativa assumidamente coral, o filme assenta num trabalho colectivo visível, quase orgânico. Para Isabél Zuaa, que interpreta Teresa Vitória, essa dimensão foi determinante. “O que mais me marcou foi a simbiose entre a equipa técnica e a equipa artística, os actores, a preparação de elenco, todo o ambiente da cidade do Recife”, afirma. Segundo a actriz portuguesa, o envolvimento foi tal que “as pessoas estavam todas a torcer para que o filme desse certo” e “muita gente queria fazer parte”. Essa experiência revelou-se particularmente singular pela escala do projecto. “Essa simbiose não costuma acontecer assim num filme tão grande”, sublinha Isabél Zuaa, lembrando que, apesar de se tratar de uma produção com profissionais “de Angola, de Portugal, da Alemanha e de vários lugares do Brasil”, se criou um ambiente de rara coesão. “Normalmente, essa ligação é mais evidente em filmes menor escala”, acrescenta, destacando o carácter excepcional do processo de trabalho. A actriz atribui grande parte dessa atmosfera à forma de dirigir de Kleber Mendonça Filho, que descreve como “um gentil gigante, amante do cinema”. Esse amor pelo cinema traduz-se, segundo Isabél Zuaa, numa atenção constante ao detalhe e às pessoas: “Ele trata tudo com muito carinho, com muita atenção, com muito cuidado”, criando um set onde “toda a gente está a torcer e a cuidar para que o filme e todas as coisas deem muito certo”. Mais do que uma hierarquia rígida, impôs-se uma lógica de trabalho assente na colaboração, na escuta e no respeito mútuo. A entrada de Isabél Zuaa no projecto foi inesperada. As filmagens já tinham começado quando recebeu o convite, num momento em que se encontrava em Lisboa, prestes a entrar de férias após concluir outro filme. A personagem que lhe foi proposta trazia, porém, uma complexidade invulgar. Teresa Vitória inspira-se numa mulher angolana real, ligada à história pessoal do realizador, e cruza trajectos coloniais, exílio e formação académica em Portugal. “É uma mulher angolana que estudou em Portugal”, explica a actriz, sublinhando a densidade histórica da experiência. Essa dimensão atravessa a construção da personagem, marcada por uma desilusão política e existencial. Isabél Zuaa recusa uma leitura simplista do seu estado emocional: mais do que uma depressão, trata-se de “uma desilusão com a circunstância em que ela se encontra”, por não poder estar “nos seus países de origem e de referência” e por se sentir deslocada face aos rumos tomados pela história. A personagem ocupa, assim, um lugar ético complexo, recusando alinhar com lógicas de guerra. “Guerra é sempre guerra”, afirma, sublinhando a posição humanitária de Teresa Vitória. O trabalho vocal e corporal assume aqui particular relevância. A opção por um português europeu, atravessado por uma musicalidade africana subtil, responde a um rigor histórico e simbólico. “É uma mulher africana com formação em Portugal”, explica Isabél Zuaa, evocando uma geração de mulheres que estudaram em Lisboa, Coimbra ou Porto e cuja fala reflectia essa formação. “As pessoas perguntam porque é que o sotaque é português de Portugal, mas é uma questão de época”, esclarece, acrescentando que essa escolha representa um grupo de mulheres ainda pouco visível no cinema. Num filme que evita discursos explicativos sobre a ditadura, o silêncio ganha um peso expressivo central. “O filme fala muito nos silêncios, naquilo que não é dito, naquilo que está noutras camadas”, observa a actriz. Para Isabél Zuaa, essa opção cria mais espaço para o espectador: “O silêncio pode ser muita coisa. Pode ser interpretado por cada pessoa de formas diferentes”. Frases aparentemente simples concentram múltiplos sentidos, revelando contradições identitárias, deslocamentos e violências subtis. O edifício Ofir, no bairro do Espinheiro, no Recife, onde Teresa Vitória vive funciona como um microcosmo do próprio filme. Um espaço de resistência material e simbólica, onde corpos exilados e em perigo conseguem ainda “celebrar a vida” e encontrar formas de sobrevivência colectiva. Entre humor, solidariedade e tensão permanente, O Agente Secreto constrói uma reflexão poderosa sobre memória, autoritarismo e persistência do humano. Para Isabél Zuaa, o impacto é claro: “Sem dúvida há um antes e um depois”, tanto pela projecção internacional como pela confirmação de que o cinema político pode ser íntimo, sensorial e profundamente perturbador.
E hoje é dia de MacMagazine no Ar!
Entrevista con Álvaro Villar - El Hospital de Clínicas se integra formalmente al Sistema Nacional Integrado de Salud by En Perspectiva
A entrada em vigor de um novo sistema de controle de emissões de gases de efeito estufa dos produtos importados pelos países europeus, com um imposto compensatório, coloca lenha no debate sobre a ambição climática virar instrumento de protecionismo disfarçado. O Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM, na sigla em inglês), adotado há dois anos pela União Europeia, passou a operar neste 1º de janeiro de 2026, após uma fase de implementação. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O instrumento passa a taxar as importações de bens industriais altamente emissores de CO2, como aço, alumínio, cimento e fertilizantes, entre outros, quando já não são precificados no país exportador. Este é o caso da maioria das nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, que ainda não dispõem de seus próprios mecanismos para medir e taxar o carbono – instrumentos complexos e onerosos. A perspectiva de entrada em vigor do CBAM foi um dos principais focos de bloqueio da Conferência do Clima de Belém (COP30), depois de causar tensões ao longo do ano entre os europeus e potências emergentes, como China e Índia, grandes produtoras de matérias-primas. Os países do Brics “rechaçaram medidas protecionistas unilaterais, sob pretexto de preocupações ambientais”. “Não dá para definir como um mecanismo só bom para o clima, ou só protecionista. Acho que ele é as duas coisas”, avalia o advogado Lucas Biasetton, especialista em regulações climáticas internacionais. “Mas sempre que a União Europeia impõe alguma nova normativa, ocorre o que chamamos de “efeito Bruxelas”: acaba tendo efeitos indiretos em outros países que se espelham nas normas europeias. Aqueles que exportam para a União Europeia terão que se adaptar e entender que o custo do carbono vai passar a ser considerado.” Passo seguinte do mercado europeu de CO2 A UE argumenta que o CBAM, integrante do plano Fit for 55 de descarbonização do bloco, representa o próximo passo de seu mercado de emissões (EU ETS), pelo qual as indústrias já pagam pelo carbono gerado em suas atividades . O sistema existe há 20 anos, mas previa isenções a alguns dos setores industriais mais emissores. Essas gratuidades agora serão progressivamente canceladas. O novo mecanismo vai aplicar progressivamente aos produtos importados o mesmo preço do CO2 emitido que os europeus já pagam ou passarão a pagar no mercado interno. Também visa evitar o “vazamento de carbono”, ou seja, que as empresas passem a produzir em países onde as regras de emissões são mais brandas. Pierre Leturcq, diretor do programa Desafios Globais do Instituto de Políticas Ambientais Europeias (IEEP), em Bruxelas, salienta que o CBAM vai atingir principalmente as fabricantes do próprio bloco. “Teremos a diminuição das isenções para as indústrias mais poluentes da União Europeia, só que algumas delas são grandes emissoras de CO2 e estão, ao mesmo tempo, muito expostas ao comércio internacional. O aumento do preço do carbono das importações é uma consequência disso”, explica. “Os estudos feitos pela Comissão Europeia mostram que o maior impacto será na própria União Europeia, tanto no preço do carbono, quanto na redução de emissões. No exterior, estes impactos serão marginais.” O mecanismo, inédito no mundo, expõe os limites das instituições multilaterais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), para lidar com questões relacionadas às finanças climáticas. Em novembro, a presidência brasileira da COP30 instituiu um Fórum Integrado de Clima e Comércio para tentar impulsionar discussões formais entre os países, na tentativa de equilibrar as transações entre, de um lado, nações desenvolvidas que aplicam políticas climáticas cada vez mais restritivas e, de outro, economias que ainda estão se desenvolvendo. Mas a adesão a este novo instrumento, que se soma a outros já existentes, é incerta. “O CBAM não é uma medida ideal, mas é a medida possível, na ausência de acordos setoriais e plurilaterais de redução de emissões para o aço ou o alumínio. Sequer temos um preço mundial do CO2 e provavelmente nunca teremos, porque, para muitos países do mundo, não faz sentido taxar o carbono”, observa Leturcq. Recursos ficarão na UE As críticas ao mecanismo ocorrem num contexto em que o financiamento para as medidas de redução de emissões de gases de efeito estufa e de adaptação às mudanças do clima nos países pobres continua insuficiente. Ao mesmo tempo, as receitas do novo imposto europeu, estimadas em € 1,4 bilhão por ano, serão incluídas no orçamento do próprio bloco, e não direcionadas a promover a economia de baixo carbono nos países menos desenvolvidos. “Para que o mecanismo seja compatível com o direito internacional e em particular com o princípio de responsabilidades comuns, porém diferenciadas entre os países ricos e pobres, ele não pode ser um instrumento para financiar o orçamento europeu. Nós defendemos que os recursos sejam automaticamente direcionados a fundos internacionais de descarbonização”, alega o pesquisador do IEEP. A adaptação ao sistema não é fácil nem para os europeus: o cálculo das emissões é sofisticado e exige dados complexos, para os quais podem ser necessárias infraestruturas específicas. A capacidade de absorver este impacto é desigual entre os países mais e menos avançados, assim como entre as pequenas, médias e grandes empresas. A Comissão Europeia alega que o objetivo do mecanismo é estimular as cadeias altamente emissoras a acelerarem a descarbonização do processo produtivo, inclusive no exterior. Mas a adoção do imposto preocupa os países com forte dependência das exportações para a União Europeia – como Moçambique, que tem o bloco como destino de 85% do seu alumínio. Pierre Leturcq chama a atenção para o risco de a medida se tornar uma variável de ajuste comercial entre a UE e seus parceiros internacionais – um desvio que abalaria a credibilidade do bloco na agenda climática. “É preocupante que a Comissão Europeia deixe a porta aberta para um desligamento entre a adoção progressiva do CBAM e o ritmo da redução das isenções dentro do bloco. Isso é muito importante para que o mecanismo seja, de fato, uma medida climática”, frisa. “Ele não pode ser transformado em mera tarifa aduaneira para proteger as indústrias europeias. Isso seria catastrófico.” Empresas já se adaptam à precificação do CO2 Um relatório publicado em dezembro pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Climate Finance Asia verificou que grandes empresas de países emergentes expostas ao CBAM já se mobilizam para se adaptar, promovendo transformações tecnológicas que reduzam o seu impacto ambiental. O caso da Petrobras, que implementou um preço interno de carbono para orientar decisões de investimentos, é mencionado. Com o novo mecanismo, a Europa também quer impulsionar a formalização dos dispositivos nacionais de precificação e comércio de carbono. No Brasil, uma das críticas é que o CBAM utiliza metodologias de cálculo próprias já consolidadas no bloco, mas que não necessariamente correspondem à realidade de outros continentes, com configurações climáticas distintas. O potencial de armazenamento de CO2 no solo em países tropicais, por exemplo, é subestimado. Além disso, na impossibilidade de os exportadores oferecerem números confiáveis e equivalentes, a UE adota valores conservadores de emissões – ou seja, produtores estrangeiros podem ser considerados mais poluentes do que de fato são, mas não conseguem comprovar. Brasil quer acelerar mercado regulado de carbono No caso brasileiro, os exportadores terão dificuldades para atestar que utilizam matriz elétrica limpa e poderão ser penalizados. “Esse é o grande problema brasileiro: a energia limpa que a gente produz simplesmente não importa para o volume de emissões que é calculado no Cbam”, destaca Lucas Biasetton. “É natural que, no futuro, quando o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões estiver mais consolidado e as empresas começarem a pagar por certificados de emissões, o Brasil pense em formas de fazer com elas não sejam prejudicadas neste cálculo. Mas isso ainda vai levar tempo.” Em um momento de profunda crise do multilateralismo, o risco de protecionismo climático e a criação de “clubes de carbono”, em que blocos de países com regras e tarifas climáticas próprias comercializam entre si, são preocupações reais, avalia o advogado brasileiro. “A União Europeia desenhou esse instrumento de uma forma muito unilateral. Alguns países estão começando a criar um imposto de exportação do carbono, para que essa receita fique no seu próprio país. A Índia está em discussões avançadas nesse sentido”, afirma. “Acho que o Cbam é uma consequência natural da decisão da UE de ter um sistema de comércio de emissões, mas o momento em que ele vem é realmente muito ruim e a forma como ele foi construído é muito questionável”, constata Biasetton.
A dermatite atópica é uma condição dermatológicacomplexa e desafiadora na rotina clínica. Por isso, conhecer os produtos mais adequados para o manejo eficaz da doença faz toda a diferença. Quem traz insights valiosos sobre o tema é a Dra. Rita Carmona, médica veterinária, cofundadora do Vetsapiens e especialista na área, que compartilha suaexperiência com a linha Briss, da Ourofino, com base em um trabalho clínico real. Conecte-se com o Vetsapiens!www.vetsapiens.com https://www.facebook.com/vetsapienshttps://www.instagram.com/vetsapiens/
Resultados em diferentes fazendas do Maranhão mostram maior controle de ninfas e adultos, melhora da saúde do solo e ganhos produtivos com o manejo biológico.
Governador Tarcísio de Freitas fala sobre trabalho integrado que colocou fim à Cracolândia by Governo do Estado de São Paulo
Telefónica confirma salida, nuevo retraso al GTA VI, y Google Deep Research tiene más integracionesPuedes apoyar la realización de este programa con una suscripción. Más información por acáTemas: 00:18 Telefónica anuncia su salida00:53 Amazon Now llega a México01:29 Grand Theft Auto VI retrasa lanzamiento01:56 Pausan legislación internacional sobre IA02:27 Google Deep Research se integra con Gmail y Google Drive03:24 Análisis: ¿Quién tiene acceso a tus datos?Notas del episodio. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) sediou, nesta segunda-feira, 3, a aula inaugural da 25ª edição do Curso Operacional Integrado de Segurança Pública (Coisp), realizada no auditório da instituição em Cruzeiro do Sul. Os promotores de Justiça Manuela Canuto e Flávio Augusto Godoy representaram o MPAC na solenidade de abertura do curso.
Produtores adotam combinação entre nutrição equilibrada do solo e defensivos biológicos, estratégia que fortalece as lavouras e melhora o retorno econômico a longo prazo.
HORTI RESENHA #122 - 2025 teve avanços no manejo integrado de pragas para os FFLVs
Já está no ar a edição de novembro do podcast ReumatoMinas!No episódio intitulado “Enfrentamento Integrado da Dor Crônica” participam os reumatologistas Dr. Luiz Severiano e Dr. Carlos Eugênio Parolini. Luiz conduziu o grupo de pacientes fibromiálgicos do IPSEMG por 28 anos. E Carlos Eugênio coordena uma equipe multi e interdisciplinar com excelentes resultados no acompanhamento de pacientes com dor crônica generalizada. Eles nos mostram como essas equipes são importantes na recuperação da capacidade funcional plena de pacientes reumáticos crônicos.
El Concello de Ferrol pondrá en marcha una nueva edición del Programa Integrado de Empleo, destinado a mejorar la inserción laboral de personas desempleadas del municipio. El concejal de Empleo y Promoción Económica, Javier Díaz Mosquera, explicó que se trata de “una excelente oportunidad para formar a personas sin trabajo en sectores con alta demanda y facilitar su acceso al mercado laboral”. El programa, dotado con 220.000 euros y cofinanciado por la Consellería de Empleo, Comercio y Emigración de la Xunta de Galicia, se desarrollará entre 2025 y 2026. En las próximas semanas se abrirá el proceso de selección de 100 participantes, que deberán estar inscritos en el Servicio Público de Empleo, residir en Ferrol y encontrarse en situación de desempleo. Los itinerarios formativos incluirán ocho especialidades: gestión logística y de almacén, atención en comercios, limpieza, reposición y caja, carnicería, panadería y frutería, pescadería y hostelería. Además, se impartirán módulos complementarios sobre competencias digitales, manipulación de alimentos e inserción laboral. El programa prevé también prácticas profesionales no laborales en empresas de la comarca y formación de apoyo para personas con baja cualificación, ayudándolas a obtener el título de la ESO o las Competencias Clave. Las clases se desarrollarán en el Centro de Empleo del Concello de Ferrol y en otras instalaciones municipales o empresariales. El objetivo de inserción laboral fijado por el Concello es del 45% de los participantes, reforzando así el compromiso de Ferrol con la formación y el empleo de calidad.
As legislações obrigando a vinculação dos meios de pagamento aos documentos fiscais eletrônicos avançam como uma onda, com cada vez mais UFs aderindo. Nesta edição falamos como sua software house pode aproveitar surfar essa onda e sair na frente Ouça agora e transforme sua forma de programar com ACBr!Convidados: Emerson S. Barretto CEO da POS CONTROLE e Time de Consultores do ACBr.
Gracia Coca, Madre de alumno del Centro Integrado de Formación Profesional Agraria en Coca, nos habla de la falta de profesorado
Paula, Alumna del Centro Integrado de Formación Profesional Agraria en Coca, nos habla de la falta de profesorado
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 11/10 a 17/10.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 11/10 a 17/10.
Um documento que define respostas concretas ao desafio demográfico e projeta Mangualde como um território atrativo, inclusivo e sustentável. Edição de Cláudia Costa.
Una mesa redonda moderada por Carlos Espatolero, director de ¨De puertas Al Campo¨ de Aragón Radio y en la que han participado Javier García Ramos, catedrático de Universidad en el Área de Ingeniería Agroforestal, adscrito a la Escuela Politécnica Superior de Huesca; José Ramón Acín, ineniero técnico en Explotaciones Forestales por la Universidad de Lérida y gerente de Agrarium y de Finca Bizcarra; Jorge Andrés, profesor de Formación Profesional de la Familia Agraria en el Centro Público Integrado de Formación Profesional Movera; Xavi Bifet, analista y consultor de Procesos de la Empresa y Transformación Digital; Yolanda Ferrer, ingeniera agrónoma. Especialista en Agricultura Digital y Agrotech y José Antonio Domínguez, Desarrollo de Negocio microempresas, Comercio y Autónomos Ibercaja.
Una mesa redonda moderada por Carlos Espatolero, director de ¨De puertas Al Campo¨ de Aragón Radio y en la que han participado Javier García Ramos, catedrático de Universidad en el Área de Ingeniería Agroforestal, adscrito a la Escuela Politécnica Superior de Huesca; José Ramón Acín, ineniero técnico en Explotaciones Forestales por la Universidad de Lérida y gerente de Agrarium y de Finca Bizcarra; Jorge Andrés, profesor de Formación Profesional de la Familia Agraria en el Centro Público Integrado de Formación Profesional Movera; Xavi Bifet, analista y consultor de Procesos de la Empresa y Transformación Digital; Yolanda Ferrer, ingeniera agrónoma. Especialista en Agricultura Digital y Agrotech y José Antonio Domínguez, Desarrollo de Negocio microempresas, Comercio y Autónomos Ibercaja.
Edição de 30 Setembro 2025
Sua empresa integra setores e processos para tomar decisões mais estratégicas? Neste episódio, recebemos Marcelo Coelho dos Santos, Gerente Geral de Tecnologia para Marketing, Vendas e Cadeia de Valor, e Douglas Pimenta, Coordenador de Tecnologia para Marketing, Vendas e Cadeia de Valor, ambos da Vale, que compartilham como o Planejamento Integrado de Negócios (IBP) transformou os processos da empresa. Eles compartilham os desafios da implementação e como a sincronização entre áreas operacionais revolucionou a tomada de decisão na organização. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Planejamento da cadeia integrada de mineração; Desafios da integração entre tecnologia e operações; O que é IBP (Planejamento Integrado de Negócios) e sua aplicação na mineração; Adaptação cultural na indústria tradicional; O Programa COI: planejamento e implementação; Integração de dados para tomada de decisão estratégica; Melhoria contínua e feedback no processo de planejamento; IA na tomada de decisões industriais; Resistência dos times aos modelos de IA; Sistemas de suporte à decisão x sistemas autônomos. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Integrado no Festival Literário Em Nome da Terra. #Previsões acertadas #Elevador da Glória e Autárquicas
Tenente-coronel - Rodrigo Vilardi - Coordenador do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC)
Tenente-coronel - Rodrigo Vilardi - Coordenador do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC)
Tenente-coronel - Rodrigo Vilardi - Coordenador do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC)
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Chega de perder tempo e dinheiro!
Batteries Plus 787-936-2288 Las baterías recargables son una solución eficiente y ecológica para alimentar tus dispositivos electrónicos. Cada batería ofrece una capacidad de 2800 mWh, asegurando un rendimiento duradero. Su diseño incluye un puerto USB-C integrado, lo que permite recargarlas directamente sin necesidad de un cargador externo. Además, cuentan con luces indicadoras que parpadean durante la carga y se mantienen fijas al completarse, facilitando el seguimiento del proceso de carga
O episódio do podcast Agro em Pauta, apresentado por Lígia Pedrini, contou com a participação de Autieres Faria, pesquisador e consultor em manejo de plantas daninhas. Altieres compartilhou sua trajetória profissional, que começou na infância, quando lidava com plantas daninhas na propriedade da família em Minas Gerais. Ele destacou como a repetição no uso de herbicidas, como o glifosato, contribuiu para a resistência de algumas espécies, tornando o controle mais difícil. Para enfrentar esse problema, ele enfatizou a importância de plantar em solo limpo, utilizar herbicidas pré-emergentes e ajustar a tecnologia de aplicação. Também mencionou a necessidade de integrar práticas de manejo ao sistema de produção, alternando culturas para evitar o avanço de espécies resistentes. A conversa abordou a relevância das tecnologias de aplicação, como aviões, drones e pulverizadores terrestres, alertando sobre a necessidade de calibrar corretamente os equipamentos para garantir eficiência no controle. Autieres ressaltou a importância de buscar informação e inovação para enfrentar os desafios da produção agrícola, incentivando os produtores a participarem de eventos técnicos e testarem novas abordagens em suas lavouras. FICHA TÉCNICAApresentação: Lígia PedriniProdução: Agro ResenhaConvidado: Autieres T. FariaEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos celebrando 5 años en Detrás del Volante, y estrenamos episodio junto con la marca Acura y con una gran noticia para el mercado mexicano, con la producción del nuevo modelo de la marca, un SUV compacta que será fabricada en la planta de Celaya, Guanajuato, orgullosamente mexicana. Está basado en la misma plataforma que el modelo Honda HR-V que también se produce en esta planta, interesante lo que harán con este nuevo Acura ADX que se distribuirá en México, Estados Unidos y Canadá. Esto habla de la confianza de la marca Honda para que se produzca otro vehículo en nuestro país. Aunque fue un primer contacto si pudimos conocer el desempeño de su motor 1.5 litros turbo que te brinda una potencia de 190 caballos de fuerza y 179 lb-pie de torque y trabaja con una transmisión CVT, con cambios secuenciales deportivos ya que cuenta con la programación Step Shift que simula los cambios de marcha en aceleraciones fuertes, su suspensión es independiente en las cuatro ruedas, de tipo MacPherson delantera y multi-link trasera para un mejor control y para absorber mejor las imperfecciones del camino. Incorpora el Sistema Dinámico Integrado con 5 modos de manejo: Nieve, Confort, Normal, Deporte e Individual, y paletas de cambios en el volante. No te pierdas este episodio ya que platicamos con la especialista del producto, la que hizo la estrategia de equipamiento, precios para el mercado mexicano. Gracias por estos 5 años juntos.
Hemos vuelto! No hay mas que decir solo escuchar. Disfruten el episodio 1 de esta cuarta temporada.
En diálogo con Mañanas Blu, Cristóbal Padilla, director de Colombia Compra Eficiente, se pronunció sobre la urgencia de modernizar la plataforma de contratación pública del país.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El Ayuntamiento de Rincón de la Victoria presentará el próximo jueves 6 de febrero los dos grandes proyectos incluidos en el Plan de Actuación Integrado (PAI) del municipio. Se trata de la creación de un pulmón verde como es `El Parque Periurbano del Mediterráneo´ (Fase I y Fase II), y la rehabilitación de `El Cortijo Lo Cea´ con el objetivo de crear el primer nodo de innovación social de La Noria especializado en Economía Azul en la provincia. El concejal de Urbanismo y Grandes Proyectos, Miguel Ángel Jiménez (PP), ha explicado que “hemos organizado un encuentro con la ciudadanía con el objetivo de dar a conocer el Plan de Actuación Integrado de Rincón de la Victoria, y seguir garantizando la participación y la implicación de la ciudadanía y los actores económicos y sociales en la implementación de nuestra estrategia de desarrollo del municipio”. El alcalde de Rincón de la Victoria, Francisco Salado (PP), ha destacado “la magnitud de las actuaciones que tendrán un impacto transformador y un enfoque integrado, mejorando la dimensión física, así como la medioambiental, además de la económica competitiva y la social del municipio”. Con este tipo de proyectos, añade el regidor “seguimos apostando por un nuevo modelo de ciudad más sostenible y que mejora la calidad de vida de nuestros vecinos”. Para acometer la inversión de ambos proyectos, el Ayuntamiento presentará las propuestas a la convocatoria para la asignación de Senda Financiera FEDER, en el marco del Desarrollo Urbano Sostenible, con cargo al Fondo Europeo Regional en el periodo de programación 2021-2027 (EVOLUCIÓN DE LA EDUSI 2014-2020). “Rincón de la Victoria presentará su Plan de Actuación Integrado a la categoría de ciudades intermedias, entre 20.000 y 75.000 habitantes, que dispone de un tope de financiación de 15 millones de euros”, indica el edil. La finalidad de esta convocatoria es la financiación de los Planes de Actuación Integrados que sean seleccionados, y que promuevan el desarrollo urbano sostenible desde la triple perspectiva medioambiental, económica y social y redunden en una mejor calidad de vida para la ciudadanía. Estos proyectos tendrán un ámbito temporal de ejecución máximo con fecha 31 de diciembre de 2029. Rincón de la Victoria trabaja desde el pasado mes de abril en la revisión y actualización de la Agenda Urbana que es el documento de carácter estratégico, habilitante para participar en la convocatoria, y que fue aprobada por el pleno del Ayuntamiento el pasado 23 de octubre. El pasado día 30 de diciembre se publicó en el BOE la convocatoria para la asignación de senda financiera FEDER a los Planes EDIL (Planes de Actuación Integrados de Entidades Locales), evolución de las EDUSI, con cargo al Fondo Europeo de Desarrollo Regional en el periodo de programación 2021-2027. Por último, el alcalde ha señalado que “durante estos últimos años venimos desarrollado distintas acciones y estrategias para transformar Rincón de la Victoria en una ciudad más amable, sostenible, donde los ciudadanos disfruten de la calidad de vida de una ciudad de futuro”.
La quinta jornada celebrada en el Espacio Xplora de IberCaja trata sobre la digitalización del sector agrarario. Una mesa redonda moderada por Carlos Espatolero, Director de ¨De puertas Al Campo¨ de Aragón Radio y en la que participa Javier García Ramos, Catedrático de Universidad en el Área de Ingeniería Agroforestal, adscrito a la Escuela Politécnica Superior de Huesca; José Ramón Acín, Ingeniero Técnico en Explotaciones Forestales por la Universidad de Lérida. Gerente de Agrarium y de Finca Bizcarra; Jorge Andrés, Profesor de Formación Profesional de la Familia Agraria en el Centro Público Integrado de Formación Profesional Movera; Xavi Bifet, Analista y Consultor de Procesos de la Empresa y Transformación Digital; Yolanda Ferrer, Ingeniera Agrónoma. Especialista en Agricultura Digital y Agrotech y José Antonio Dominguez, Desarrollo de Negocio microempresas, Comercio y Autónomos Ibercaja.
Por primera vez el número de alumnos de FP en la Comunidad en centros públicos y concertados (27.628 matriculados), supera al de estudiantes de grados universitarios en el campus público aragonés (27.158). El programa habla con Luis Mallada, Director General de Planificación, Centros y Formación Profesional del Gobierno de Aragón, y también se desplaza al Centro Público Integrado de Formación Profesional Los Enlaces de Zaragoza para charlar con su directora, María Pilar Megino, y algunos profesores y alumnos.
Celeste Ascencio, presidenta de la Comisión de Derechos Humanos en el Senado de la República
Órgão da ONU recebe representante especial do secretário-geral no país, María Isabel Salvador, e diretora-executiva do Unicef, Catherine Russell; Escritório Integrado das Nações Unidas na ilha caribenha relata que série de ataques a civis se intensificou nos últimos meses.
El catedrático Vicente Garrido ha presentado en 'La Ventana' su libro 'El Psicópata Integrado', donde ha estudiado la presencia silenciosa de psicópatas en familias, empresas y la política
Playlist con música relacionada al episodio: Spotify: https://open.spotify.com/playlist/4NkpOTyqFPQFFnd3eIgbtj YouTube: https://www.youtube.com/playlist?list=PL9oBrXWdjjXRlrO_fYMKLhjiMCbRiXl2z Die Antwoord es un grupo sudafricano de rap-rave conocido por su estilo provocador, visualmente impactante y lleno de contrastes culturales. Integrado por Ninja y Yolandi Visser, el dúo ha ganado fama mundial por su estética disruptiva y su música que fusiona elementos del hip-hop, el rave y el arte visual. Únete a nuestro grupo de Facebook: https://www.facebook.com/groups/1012646383467657 Síguenos: https://www.instagram.com/musicosdesillonpodcast/ https://twitter.com/musicosdesillon https://www.facebook.com/M%C3%BAsicos-de-Sill%C3%B3n-113977144532722
En esta entrevista nos acompaña Angeles Favela, reconocida psicóloga y autora compartiendo su historia de una relación de 9 años con un psicópata narcisista integrado con el objetivo de que quienes nos escuchan puedan prevenir y detectar a tiempo las señales que indican un perfil como este. Invitada: Angeles Favela Redes: @angeles_favela / tiktok: @anagelesfavela_psicologa @literalika9844 Host: Pau Arroyo Redes: @pauarroyomx / www.pauarroyo.co
En el episodio de hoy estaremos hablando con el Agro. Miguel Garcia Carrucini, Agente Agrícola de la Unidad Extendida de Río Grande (Loíza, Canóvanas, Río Grande, Ceiba, Luquillo y Fajardo) del Servicio de Extensión Agricola. El nos habla sobre sus trabajos y experiencias como Agente Agrícola en la zona este de Puerto Rico. …
Com o iOS 18, o iPadOS 18 e o macOS Sequoia, a Apple vai disponibilizar o seu aguardado…
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