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Neste programa falamos sobre o cineasta estadunidense Richard Linklater, responsável por obras como Antes do Amanhecer (1995), Escola de Rock (2013), Boyhood (2016) dentre outros.Portanto pegue seu fone de ouvido, prepare o café e nos acompanhe nesta jornada, pois a partir de agora você está em um plano-sequência!Ficha Técnica: Neste programa, Fernando Machado, Leandro Luz e Pedro Tobias recebem o editor, roteirista e diretor Gabriel Ritter para falarem sobre o cinema de Richard Linklater | Duração: 02h33min. | Pauta: Fernando Machado | Arte da Capa: Fernando Machado | Edição: Pedro Tobias | Mixagem de Som e Trilha Sonora: Fernando Machado.Caso você queira ouvir os comentários apenas sobre um dos filmes, confira a minutagem em que cada um entra:00:23:41 – Jovens, Loucos e Rebeldes (1993)00:41:35 – Trilogia do Antes (Amanhecer 1995, Por-do-Sol 2004 e Meia-Noite 2013)01:12:48 – Waking Life (2001)01:28:00 – Escola de Rock (2003)01:50:26 – Boyhood: Da Infância à Juventude (2014)02:11:37 – Top 3, Considerações Finais, etcDúvidas, sugestões, críticas ou feedbacks podem ser enviados para o e-mail contato@plano-sequencia.com ou através de nossas redes sociais. Estamos no Twitter @planoseqcast, no Instagram @planoseqcast e no Facebook/planosequenciapodcast. Não deixe de avaliar o podcast no iTunes para que possamos ter mais visibilidade dentro da plataforma.
In questa puntata parliamo de "Leviathan - La Trilogia" di Scott Westerfeld, un nome importante della letteratura young adult americana — già autore della fortunata serie Uglies — e di come questa saga sia diventata un punto di riferimento del genere steampunk contemporaneo.La trilogia — composta da Leviathan, Behemoth e Goliath — è ambientata durante la Prima Guerra Mondiale in una linea temporale alternativa, dove il conflitto non si combatte soltanto con le armi, ma tra due visioni del mondo radicalmente opposte: da un lato le potenze Cigolanti, con le loro macchine a vapore, mech corazzati e tecnologie meccaniche avanzate; dall'altro i Darwinisti, alleati britannici che hanno portato le scoperte di Darwin fino al DNA, creando creature ibride di sintesi usate come armi e mezzi di trasporto. Al centro della storia ci sono due protagonisti: Aleksander, figlio dell'arciduca assassinato in fuga da un impero che non lo vuole come erede, e Deryn, una ragazza che si arruola nell'aviazione britannica travestita da uomo per inseguire la sua passione per il volo. I loro percorsi si incrociano per caso ma si saldano per scelta, portandoli insieme in giro per il mondo tra battaglie aeree, rivoluzioni, amicizia, odio e forse anche amore.Nella puntata accenniamo dello steampunk in generale: la sua filosofia, alcune opere che ci sono rimaste impresse, come Westerfeld ha categorizzato il suo libro.Vale la pena segnalare che la trilogia è stata adattata come serie anime da parte dello studio Orange, con distribuzione su Netflix nel luglio 2025.Discord: https://discord.gg/zPH6EeEgfXCanale Telegram: https://t.me/blablafantasPagina Instagram: https://www.instagram.com/bla.blafantasy
Livros mencionados:Quem tem Medo dos Santos da Casa, Sara Duarte Brandão;A Península das Casas Vazias, David Uclés;Tarântula, Eduardo Halfon;Trilogia de Copenhaga, Tove Ditlevsen;As Velas Ardem até ao Fim, Sándor Marai;Os Grandes Ninguém da História, Adrian Bliss1984 Ilustrado, George Orwell e Fido NestiGuerra e Paz, Leo TolstoiA Vegetariana, Han KangA Grande Escolha, Adolfo Mesquita Nunes.Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanasEdição de som: Tale House
Ormai conosciamo tutti l'avversione di Federico per il Cinema americano, soprattutto quello dei grandi volti e dei riflettori; è per questo che a volte Simone sente la necessità di scardinare il muro e parlare di qualcosa che sta completamente al di fuori del reame del podcast. Come era già successo con Indiana Jones, in questo episodio viene discussa l'intera trilogia scaturita dal remake Ocean's Eleven di Steven Soderbergh. Fra jazz, furti e stile, non sarà un caposaldo del Cinema, ma ci costringe a ragionare sullo stato del Cinema d'intrattenimento odierno.Con Federico Allocca e Simone CortiRiprese Gianlorenzo Bernabò Di NegroMusica e sound design DEMONA alias Andrea Evangelista e Delio GallmannAnimazione sigla Ida CortiLogo design Chiara QuagliarellaPost-produzione audio Matteo FusiCon il sostegno di Associazione La Terza Via e SidereusUn grazie a Raffaele Allocca, Elisabetta Marrocco, Riccardo Romano, Andrea Sestu
O filme “Aquí”, do realizador português Tiago Guedes, baseado na "Trilogia de Jesus" do escritor sul-africano e Prémio Nobel de literatura 2003 John Maxwell Coetzee, estreou na secção "Cannes Premières", fora da competição, no Festival de Cinema de Cannes, no sul de França, na passada segunda-feira. Com estreia prevista em Portugal a 3 de Dezembro, o filme falado em espanhol conta a história de David, uma criança refugiada que cria elos de amizade com Simón a bordo de um barco que se dirige para uma terra sem nome. Ao chegar, Simón conhece Inés e os três fogem para uma nova cidade onde David vai desenvolver habilidades estranhas. Em entrevista com a nossa colega da redacção Brasileira Adriana Brandão, o realizador Tiago Guedes evocou os temas que quis abordar neste filme e a emoção da primeira projecção, na presença do escritor J.M Coetzee que inspirou esta obra. "Já sabia aquilo que ele vinha, mas foi muito agradável poder mostrar -lhe o filme aqui em Cannes", começa por contar o cineasta ao referir que o escritor "no final lhe deu um abraço muito emocionado" e que , por isso, "imagina que ele tenha gostado". Questionado sobre o facto de o filme ser falado em espanhol, Tiago Guedes explica que tomou esta opção "porque é uma premissa dos livros. A língua que eles falam nos livros é o espanhol. É uma língua escolhida já pelo Coetzee. Uma das coisas que ele queria, era que se mantivesse essa relação com uma língua que não é a nossa primeira língua." Sobre a escolha de adaptar a "Trilogia de Jesus", o diz que "a razão é simples : porque é um livro que fala sobre todas as questões importantes para o ser humano, ou seja, o que é que nós estamos aqui a fazer? E fala de uma coisa que a mim me é muito querida, que é a forma como a infância e a imaginação que nós temos enquanto crianças, depois é triturada pela sociedade, pela normalização das pessoas." Outro aspecto realçado por Tiago Guedes sobre o livro que o inspirou é que "todos somos estrangeiros de alguma forma. Todos estamos a chegar a algum sítio. De alguma forma, isso está muito presente nos livros". Daí que ele sinta que "é sempre importante referir a importância desta mobilidade e da forma como somos aceites e vamos tentando integrar e descobrir o nosso espaço no mundo." Referindo-se às opções estéticas do filme, nomeadamente a mudança progressiva de um formato mais vertical para um formato mais quadrado da imagem, o realizador refere ter feito "uma divisão dos capítulos, tal como os livros e então no segundo capítulo (a imagem) vai fechando e no terceiro fecha mais. Tem a ver com a imersão dentro do Simón, do personagem. Ou seja, a forma como o mundo está a ficar mais focado sobre ele e eles começam a ficar também sem espaço". "Isso foi uma ideia que tivemos muito cedo com a directora de fotografia e eu achei interessante explorarmos isso de uma forma mesmo concreta. E é subtil porque há muita gente que nem repara", diz Tiago Guedes que a definir o filme considera que "é uma viagem existencialista". Com argumento de Tiago Guedes e Luís Araújo, a fita é co-produzida pela RTP, a produtora Actions Per Minute bem como a Alfama Films de Paulo Branco, e inclui no seu elenco actores como Manolo Solo, Patricia López Arnaiz, Lambert Wilson ou ainda Sergi López. Recorde-se que Tiago Guedes já participou noutras ocasiões no Festival de cinema de Cannes. Ele esteve na competição em 2019 com “A Herdade” e divulgou “Restos do Vento”, na Selecção Oficial há quatro anos.
Eveliina Talvitien ompelijatrilogian toinen osaa kertoo porilaisesta ompelijasta Matleenasta. Ajankuva on 1960-1980-luvut, jolloin Suomi-muoti otti ensimmäiset vahvat askeleensa. Talvitien romaanista tehdään parhaillaan näyttämösovitusta Porin Teatteriin. Puvustajana on Pasi Räbinä. Matleenan innostamana Eveliina Talvitie myös ompelutti retrohenkisen nimikkovaatteen romaanihenkilölleen. Millä tavalla kirjailijan omat porilaiset juuret näkyvät hänessä tänään? Nykyään hän asuu sekä Tallinnassa että Ateenassa. Miten dramaturgi näkee romaanin visuaaliset elementit lavalla? Trilogia käsittelee myös ylisukupolvisia traumoja ja haavoja. Miten tulkita rivien väliset tunnelmat? Ohjelman vieraina ovat kirjailija Eveliina Talvitie, dramatisoija Minna Nurmelin ja Aalto-yliopiston muodin professori emerita Pirjo Hirvonen. Ohjelman juontajana on Pia-Maria Lehtola.
O filme “Aquí”, do realizador português Tiago Guedes, baseado na "Trilogia de Jesus" do escritor sul-africano e Prémio Nobel de literatura 2003 John Maxwell Coetzee, estreou na secção "Cannes Premières", fora da competição, no Festival de Cinema de Cannes, no sul de França, na passada segunda-feira. Com estreia prevista em Portugal a 3 de Dezembro, o filme falado em espanhol conta a história de David, uma criança refugiada que cria elos de amizade com Simón a bordo de um barco que se dirige para uma terra sem nome. Ao chegar, Simón conhece Inés e os três fogem para uma nova cidade onde David vai desenvolver habilidades estranhas. Em entrevista com a nossa colega da redacção Brasileira Adriana Brandão, o realizador Tiago Guedes evocou os temas que quis abordar neste filme e a emoção da primeira projecção, na presença do escritor J.M Coetzee que inspirou esta obra. "Já sabia aquilo que ele vinha, mas foi muito agradável poder mostrar -lhe o filme aqui em Cannes", começa por contar o cineasta ao referir que o escritor "no final lhe deu um abraço muito emocionado" e que , por isso, "imagina que ele tenha gostado". Questionado sobre o facto de o filme ser falado em espanhol, Tiago Guedes explica que tomou esta opção "porque é uma premissa dos livros. A língua que eles falam nos livros é o espanhol. É uma língua escolhida já pelo Coetzee. Uma das coisas que ele queria, era que se mantivesse essa relação com uma língua que não é a nossa primeira língua." Sobre a escolha de adaptar a "Trilogia de Jesus", o diz que "a razão é simples : porque é um livro que fala sobre todas as questões importantes para o ser humano, ou seja, o que é que nós estamos aqui a fazer? E fala de uma coisa que a mim me é muito querida, que é a forma como a infância e a imaginação que nós temos enquanto crianças, depois é triturada pela sociedade, pela normalização das pessoas." Outro aspecto realçado por Tiago Guedes sobre o livro que o inspirou é que "todos somos estrangeiros de alguma forma. Todos estamos a chegar a algum sítio. De alguma forma, isso está muito presente nos livros". Daí que ele sinta que "é sempre importante referir a importância desta mobilidade e da forma como somos aceites e vamos tentando integrar e descobrir o nosso espaço no mundo." Referindo-se às opções estéticas do filme, nomeadamente a mudança progressiva de um formato mais vertical para um formato mais quadrado da imagem, o realizador refere ter feito "uma divisão dos capítulos, tal como os livros e então no segundo capítulo (a imagem) vai fechando e no terceiro fecha mais. Tem a ver com a imersão dentro do Simón, do personagem. Ou seja, a forma como o mundo está a ficar mais focado sobre ele e eles começam a ficar também sem espaço". "Isso foi uma ideia que tivemos muito cedo com a directora de fotografia e eu achei interessante explorarmos isso de uma forma mesmo concreta. E é subtil porque há muita gente que nem repara", diz Tiago Guedes que a definir o filme considera que "é uma viagem existencialista". Com argumento de Tiago Guedes e Luís Araújo, a fita é co-produzida pela RTP, a produtora Actions Per Minute bem como a Alfama Films de Paulo Branco, e inclui no seu elenco actores como Manolo Solo, Patricia López Arnaiz, Lambert Wilson ou ainda Sergi López. Recorde-se que Tiago Guedes já participou noutras ocasiões no Festival de cinema de Cannes. Ele esteve na competição em 2019 com “A Herdade” e divulgou “Restos do Vento”, na Selecção Oficial há quatro anos.
Il ritorno in sala di Before Sunrise è l'occasione perfetta per parlare della trilogia del Before di Richard Linklater, interpretata da Ethan Hawke e Julie Delpy: Prima dell'alba (1995), Before Sunset - Prima del tramonto (2004) e Before Midnight (2013).(04:39) Il commento di Salvatore Gallo(13:40) Prima dell'alba(40:35) Before Sunset - Prima del tramonto(01:03:11) Before MidnightIscriviti al canale YouTube del podcast per non perderti live e contenuti ulteriori rispetto a quelli settimanali pubblicati qui su Spotify: https://youtube.com/@blowupodcast?si=I1-WJcv_pDSZaACd
História da Música de Angola é a obra que o escritor, professor e jornalista Albino Carlos lançou recentemente em Lisboa. O livro consolida o elo entre identidade, cultura e história. Abordando a produção musical feita nos diferentes géneros e em diferentes línguas nacionais, Albino Carlos contribui para promover a “definição de quem é o angolano e de quem é Angola.” História da Música Angolana é o livro que faltava para um melhor entendimento do manifestar musical de angolanas e angolanos. O mais recente trabalho de Albino Carlos proporciona uma viagem pela alma musical de Angola, pela essência do povo angolano. Estabelecendo a relação entre história, cultura e identidade, o livro História da Música Angolana torna-se essencial para pintarmos um mais elucidativo quadro de uma sociedade onde o cantar e dançar são forma de viver e podem fazer um país evoluir nas diferentes relações dentro da imensa comunidade formada por todos aqueles que fruem da música angolana. A RFI aproveitou a presença do Albino Carlos na capital portuguesa para uma conversa sobre a singularidade da cultura musical de Angola e o livro recentemente editado em Portugal pela Oficina da Escrita. Albino Carlos começa por revelar que a ausência de bibliografia produzida por académicos e estudiosos angolanos foi um dos elementos que espoletou a obra agora lançada. Albino Carlos, autor do livro História da Música de Angola: Este livro nasceu de um questionamento existencial e intelectual. Intelectual por quê? Porque fui percebendo, ao longo do tempo, que a maior parte da bibliografia, dos estudos académicos sobre a música angolana eram feitos por académicos e estudiosos estrangeiros. São conhecidos os estudos profundos do professor Mesquitela Lima, são conhecidos os estudos profundos que a antiga Companhia Nacional de Diamante fez sobre a produção musical da região do Leste, são conhecidos estudos que muitos estudiosos, ainda no século XVIII, alemães fizeram sobre a música angolana. Portanto, havia esta dúvida, este questionamento intelectual: qual a razão pela qual Angola, sendo um país musical, tem tantas músicas, tanto quanto tem de povos e nações, não era objeto de estudo nas universidades, não era objeto de aprofundamento académico por parte dos intelectuais e por parte, sobretudo, da classe académica angolana. Esta foi a perspectiva do questionamento intelectual. Depois, houve também um certo questionamento existencial. O Luis sabe que nós somos a música que produzimos e que fazemos. Os povos definem-se muito pela música, porque a música é a arte das artes, é a expressão da nossa alma. Em qualquer parte do mundo, se disser que estou a cantar um fado, as pessoas remetem logo para Portugal. Basta falar no samba, as pessoas remetem logo para o Brasil, e assim sucessivamente. Tendo em conta que a música, no caso particular da Angola, é um dos mecanismos que os angolanos mais se socorrem para falar de si, para contactar o outro, para chorar, para dançar, para... . Enfim, tendo em conta a importância que esta mesma música desempenhou, quer na resistência contra o colonialismo, quer para suportar as agruras da escravatura, e até na guerra civil que aconteceu, que dilacerou o nosso país, foi graças ao canto, foi graças ao batuque, que os angolanos e Angola resistiram a esses momentos tremendos que nós passávamos e que queremos esquecer. Portanto, a música desempenhou um papel muito, mas muito importante na definição de quem é o angolano e de quem é Angola, quem a Angola é. É esta questão existencial. Quer dizer, eu sempre me bati para que o semba também fosse reconhecido como o símbolo do nosso fazer musical, a simbologia daquilo que o angolano gosta de ser. Então, é por aí que eu decidi começar a fazer um estudo sobre a nossa música. Nos últimos 15 anos da minha vida, mesmo passando pela política, pela docência universitária, fui fazendo os meus estudos, mas também fiz um desafio pessoal, eu não queria fazer um livro sobre música angolana, como eram feitos os livros sobre música. RFI: Então, qual foi o desafio que se colocou? Albino Carlos: Fazer difrente, contar a história da Angola através da sua música. Ver como é que a música caracterizou o angolano. Como é que nós cantamos o amor, como cantamos o infortuno, como vivemos o luto, qual é a força que tem o comboio na simbologia tradicional angolana, como é que cantamos a escravatura. Eu fiz esse estudo profundo e daí resultou num livro enormíssimo que eu chamo de Trilogia da Música Angolana. Este é o primeiro livro, História da Música Angolana, e dei muito destaque à nossa tradição oral, ao cancioneiro tradicional, que é a origem de toda esta musicalidade, sobretudo popular e moderna. Quis fazer também uma recolha de todas as letras das músicas mais emblemáticas angolanas, porque eu via que tínhamos dificuldades. Por exemplo, Muxima, a letra de Muxima, tinha dificuldade em encontrar. Quem quer a letra de Umbi-Umbi, que é uma música de tradição oral, uma música que é muito local, mas tornou-se um hino universal. Era difícil encontrar a letra. Então, fiz também um trabalho de recolha daquelas músicas mais emblemáticas, quer na língua nacional Quimbundo, que é uma das línguas mais preponderantes, como naquelas línguas que também são, de certa forma, subalternizadas. Mas há registros musicais muito fortes nessas línguas. Então esse é o desafio que eu me propus. Este é apenas uma parte deste desafio, porque a trilogia é composta pela História da Música Angolana, que é praticamente o início da música, quais são os temas fundamentais da música, quais são os elementos constitutivos do discurso musical angolano. RFI: História da Música Angolana é o livro que foi recentemente apresentado. Há, então, mais dois a serem publicados? Albino Carlos: Sim, faz parte de uma trilogia sobre o fazer musical angolano. Há um livro que é só sobre o semba. Mas não é um livro, ao contrário dos outros livros, que são muitas cronologias históricas, nasceu no dia tal, o grupo... Não, eu fiz uma análise do discurso musical. O que o semba canta e como canta. A fome, a miséria, a guerra, o ciúme, a paixão. Enfim, eu fiz uma análise semiótica do discurso musical. Ao invés de preocupar-me em falar sobre os grupos, o historial cronológico dos fenómenos musicais, não. Eu fiz uma coisa um pouco mais difícil. Eu queria fugir um bocadinho daquilo que são normalmente os livros sobre história das músicas, quer em Portugal, quer no Brasil. RFI: O Semba que está, neste momento, em processo de candidatura para que venha a ser considerado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Albino Carlos: Eu penso que neste momento há condições objetivas e subjetivas que nos permitem estar mais animados neste processo. Porquê? Porque o Fado já foi reconhecido, o Samba de Roda já foi reconhecido, a Coladera foi reconhecida, muito recentemente o Reggae foi reconhecido, a Rumba foi reconhecida. São todas musicalidades que bebem, intercambiam, têm subsídios com o Semba e são parecidos com o Semba. Há, digamos assim, elementos que se cruzam entre o Semba e o Samba. Há uma influência muito forte da musicalidade africana no Fado. O Reggae não preciso mais dizer, o Reggae vem da África, se bem que tem uma essência muito forte daquela região, do Caribe. E nesse contexto, o Semba, pelo fato de ser uma música nacional, mas muito aberta ao mundo, da mesma forma que é o angolano, é um povo africano, mas muito aberto ao mundo. Nós herdamos um bocadinho esta particularidade dos portugueses. Portugal é um pequeno país que dominou o mundo, não é? Espalhou-se por mares nunca antes navegados. Herdamos esta abertura, esta pluralidade, esta multiplicidade, este diálogo com o outro, este intercâmbio, esta miscigenação. É isto que nos faz fortes e é isto que faz forte o Semba, porque o Semba é uma música urbana. Obviamente que as raízes vêm da Ambaca, daquela região do Cuanza Norte, mas passou a ser Semba, como Semba, a partir do momento em que o N'gola Ritmos fez dele um ritmo mais urbano. Já tem viola, é uma música popular, é moderna. Mas também neste Semba tem influência portuguesa, do Fado e outras sonoridades portuguesas e europeias. Tem muita influência também latino-americana, tem muita influência da Rumba congolesa, sendo certo que a Rumba também tem alguma origem em Angola, mas é daquela região. Portanto, o Semba é, digamos assim, o melhor espaço que o angolano encontrou para se definir a si mesmo, para expressar aquilo que vai na alma, para se relacionar com o mundo. O Semba, por intermédio de algumas derivações, como o Kuduro e a Kizomba, tem dado sons aos sons do mundo. Hoje a Kizomba conquistou o mundo, hoje toda a gente quer dançar Kizomba, mas a Kizomba não é só mais uma derivação do semba. RFI: O que é que se pode encontrar neste livro? Albino Carlos: É um livro que faz uma viagem pelas práticas musicais angolanas. É um livro que dá muito ênfase à identidade musical de Angola, às línguas nacionais e como é que essas línguas nacionais, estando mais próximo daquilo que são os rumores do nosso pensamento e da nossa alma, expressam melhor o nosso pensamento, os nossos sonhos e as nossas frustrações. É um livro que também faz muita referência ou dá grande destaque à música de intervenção. O Luís sabe bem que a música de intervenção jogou um papel muito importante na nossa independência e também jogou um papel muito importante no 25 de abril. Zeca Afonso é uma figura emblemática. Zeca Afonso marcou a música de intervenção angolana. Os grandes trovadores portugueses, sobretudo daquele período quente do 25 de abril, marcaram profundamentalmente a música de intervenção e esta música de intervenção teve um papel extraordinário no desenrolar no xadrez político angolano naquele período da independência. Falo também da música como um espaço de libertação da mulher. A música também é isto, tem também sentido de missão. Por exemplo, Angola ainda sendo um país com uma certa cultura machista, como é que as mulheres, através da música, conseguiram serem sujeitos de discurso ao invés de objetos de discurso? Cantava essa mulher, né? Oh, Maria... Não, agora é a Maria que está a cantar sobre o Zé, é a Maria que está a cantar sobre ela, é a Maria que está a cantar como uma pessoa, não como uma mulher, não como um indivíduo, não para se contrapor ao homem, mas para afirmar-se, para um espaço de liberdade, um espaço de expressão. É um livro que também fala sobre algumas particularidades do discurso musical, por exemplo, a força do comboio, a força da feitiçaria, a força da religião, a força da tradição e como é que faz essa mistura com o discurso da modernidade. É um livro que também fala sobre a canção infantil angolana, mas, obviamente, sempre fazendo referência ao que se faz também ao nível do mundo, sobretudo, à forte influência que Portugal exerce e continua a exercer na nossa idiosincrasia. Por exemplo, nós não podemos falar da canção infantil angolana sem referências profundas dos cantos de ninar de Portugal. O “Atirei o pau ao gato”..., enfim. Todos nós tivemos uma infância cuja banda sonora eram aquelas músicas que os nossos avós, os nossos pais foram cantando e continuamos agora a transmitir aos nossos filhos e aos nossos netos. E tenho a convicção profunda de que os nossos filhos, os nossos netos vão também transmitir essa experiência de socialização, de passar valores da família, do amor, da fraternidade, por intermédio da canção infantil. A canção infantil angolana também desempenhou este papel e tem desempenhado até um papel muito mais do que aquilo que é a canção de ninar ou a canção de roda. É uma canção que foi usada também para incutir nas nossas crianças, o amor à terra, para conhecerem o seu país, para terem o orgulho da sua nacionalidade. Enfim, a história da música angolana é a história da Angola contada através da sua música. Sendo certo que Angola é um país novo, está a construir a sua história, está a escrever a sua história. Mas, a história da Angola não será completa sem o capítulo relacionado com a música. De tal sorte que a história da Angola confunde-se com a história da música angolana. É esta a tese fundamental deste livro. RFI: Albino Carlos, qual foi o grande desafio, os grandes obstáculos, que encontrou para escrever este livro?Albino Carlos: Desde logo a bibliografia, a dificuldade de recolha das músicas. Tive uma dificuldade porque eu, sendo de Luanda, não domino as línguas nacionais, domino mais ou menos o quimbundo, mas não domino as outras línguas. E isto, de certa forma, pode ser uma crítica, e já agora é uma crítica que eu aceito. Houve um certo pendor para o grupo etnolinguístico quimbundo, que é da minha região, da zona de Luanda. Há um certo privilégio, digamos assim. Houve maior preponderância na recolha e na abordagem desse espaço etnocultural. Mas não foi por intenção. Foi pela minha dificuldade, foi pela minha incapacidade intelectual. Obviamente que fez um esforço enormíssimo que este livro espalhasse a diversidade cultural. Porque é da diversidade cultural que reside a força e a riqueza da Angola. Angola é o que é porque existem 21 províncias, existem várias nações, no intuito de criar uma só nação, uma nação forte, um só povo e uma só nação. Quer dizer, num conceito no sentido de afirmar a sua identidade e se afirmar no contexto das nações. Esse foi o grande desafio. Por outro lado, houve também o desafio da pouca bibliografia. Vou só dar um exemplo, de 1960 até hoje, pouco menos de 40 obras existem sobre a música angolana. Mesmo sendo este país conhecido a nível internacional pela música. África do Sul, por exemplo, que é aqui a nossa vizinha, tem mais de 300 títulos sobre a sua produção musical. Que abrange desde a música tradicional ao mais moderno dos modernos. O Kuduro, esta música que nos tem afirmado a nível internacional, o primeiro doutoramento foi feito numa universidade portuguesa. É este o grande desafio que é lançado aos angolanos. RFI: A obra foi recentemente publicada em Portugal. Depois de Portugal, o que é que pode acontecer? Albino Carlos: De facto, o livro criou muitas expectativas. Porque eu fui falando ao longo desse tempo. Na qualidade académico, coloquei a problemática da música na universidade, na academia. Fui alertando, ao longo desse tempo, que estava a produzir esta obra. Portanto, há muitas expectativas em Angola. Estou a ser cobrado. Obviamente que problemas de logística e problemas financeiros limitam a possibilidade de poder lançar em Angola. Mas estamos a envidar todos os esforços no sentido de que no mês de junho nós possamos fazer o lançamento em Angola. Moçambique também já convidou, o Brasil também já está interessado nesta obra. Significa dizer que, em colaboração com a editora, vamos colocar esta obra em todo o espaço da lusofonia. Sendo certo que o nosso fazer musical, o fazer musical do espaço da lusofonia, carece de bibliografia. Para que os nossos cidadãos sintam-se orgulhosos do seu discurso. De um dos discursos que mais marcam. Um dos discursos que mais marca a lusofonia é a música. Não existe Brasil sem samba. Portugal sem o fado, não sei o que seria.
Entre no torneio mais brutal dos videogames em Trilogia Mortal Kombat, um podcast dedicado a explorar a era clássica que definiu a franquia. Em cada episódio, mergulhamos nos bastidores, personagens icônicos, curiosidades e o impacto cultural de Mortal Kombat, Mortal Kombat II e Mortal Kombat 3.Prepare-se para revisitar combates lendários, fatalities inesquecíveis e rivalidades que marcaram gerações. Discutimos desde a evolução da jogabilidade e gráficos até as polêmicas que levaram o jogo a revolucionar a indústria. Tudo isso com análises, nostalgia e aquele toque de humor entre fãs.Se você já decorou golpes secretos, perdeu horas tentando desbloquear personagens ou simplesmente quer entender por que essa trilogia se tornou um fenômeno, este podcast é o seu portal para o mundo de luta mais sangrento dos games.Finish him… dando play!
Os segredos da mansão Spencer, farmacêuticas do mal, a febre dos remakes nos games, a importância de uma saia para uma mulher (e gays), luxo gótico na virada do milênio, histórias sobre trauma (e zumbis), quem ainda tem medo dos controles tank, o mal do final dos anos 2000, a jornada de Leon S. Kennedy, resgatando o horror no survival e a pergunta que não quer calar: o que a Virginia tem a ver com a Umbrella Corporation?Hoje os Esqueletos estreiam nosso primeiro episódio gaymer revisitando a franquia de jogos Resident Evil.Comentado durante o episódio:04:30 - Trilogia original01:24:17 - Jogo 401:38:42 - 5 e 601:53:36 - 7 e 8Apresentado por João Neto, e com as participações especiais de Yuri Célico e Arthur Eloi.Confira o nosso site: esqueletosnoarmario.com/@esqueletosgays no Twitter e InstagramAcesse o apoia.se/esqueletosgaysE o orelo.cc/esqueletosgays
Três grandes clássicos da ficção científica, três grandes épicos de Star Trek. Nessa live, conversamos sobre Star Trek II: A Ira de Khan, Star Trek III: À Procura de Spock e Star Trek IV: A Volta Para Casa como uma trilogia, uma visão para além dos prós e contras de cada filme. [redes] O post TB ao VIVO | STAR TREK: A trilogia Gênesis apareceu primeiro em Trek Brasilis.
A Trilogia do Homem Vs a Trilogia da Música | Teologia Viva
Inspirado nos contos clássicos de Edgar Allan Poe, o mestre Roger Corman produziu e dirigiu 8 pérolas macabras – algumas um pouco canalhas, mas sempre excelentes – que se tornaram marcos no cinema de horror dos anos 1960. Contando com Vincent Price em quase todos os filmes, o ciclo Corman-Poe é referência em ambientação gótica, horror melodramático e muita criatividade para driblar o baixo orçamento. Essa semana temos a honra de homenagear grandes nomes do horror com esse episódio: Roger Corman, Vincent Price, Peter Lorre, Barbara Steele, Ray Milland, dentre outros. Todos eles enfrentam as maiores paranoias da humanidade, o medo de ser enterrado vivo, o medo de ser traído e a obsessão por batalhas com poderes mágicos e poltronas flutuantes. Junte-se a nós nessa viagem no tempo e confronte os maiores horrores que existem.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Gabi Larocca e Thiago Natário.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:O Solar Maldito (1960)O Poço e o Pêndulo (1961)Obsessão Macabra (1962)Muralhas do Pavor (1962)O Corvo (1963)O Castelo Assombrado (1963)Orgia da Morte (1964)O Túmulo Sinistro (1964)Citações off topic:Eu sou a Lenda (1964)Mortos que Matam (1964)Viagem ao Mundo da Alucinação (1967)A Queda da Casa de Usher (1928)A Queda da Casa Morta (livro, 2023)O Chicote e o Corpo (1963)O Intruso (1962)Muralhas do Pavor (1962)Disque M para Matar (1954)O Homem dos Olhos de Raio-X (1963)A Maldição de Frankenstein (1957)M, o Vampiro de Dusseldorf (1931)O Caso de Charles Dexter Ward (livro, 1941)Suspíria (1977)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #456 – Especial Roger Corman: o mestre dos filmes BRdMCast #510 – Especial Lovecraft: A Cor Que Caiu do Espaço e o horror cósmicoRdMCast #424 – A Casa de Usher: Mike Flanagan e o PoeversoRdMCast #465 – Isso deu um remake: Museu de CeraRdMCast #525 – Especial Scream Queens: Barbara SteeleRdMCast – #185 M – Um assassino entre nósRdMCast #310 – Suspiria e a Trilogia das Três MãesINSIDER STORE COM ATÉ 30% OFFCupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
No episódio de hoje encerramos essa fase tão marcante na carreira de David, em parceria com o podcast Bota o disco aí, contamos porque o inquilino não foi somente dessa forma na Alemanha mas em todos os lugares que Bowie frequentou dessa forma. É um disco de art rock que já começa a mostrar um cantor novamente transicionando sua sonoridade e inspirações e contamos cada detalhe destes últimos momentos alemães do David Bowie. Para mais conteúdos sobre música, siga o @noizecast_ no instagram. Feito por Bruno Fonseca (@brunofonsecaxx) e Sammyr Muradi (@muradisammyr). Arte e design: Alex Almeida (@alxmd).
Andávamos desencontradas e valeu a espera, a escritora Tati Bernardi fala sobre livros que adorou e o papel que tiveram na sua vida (vídeo disponível no Youtube, já que a conversa foi via zoom).Os livros que a Tati escolheu:A Pediatra, Andrea Del Fuego;Mudar: Método, Edouard Louis (chega em Abril 2026 a Portugal);Complexo de Portnoy, Philiph Roth;O Lugar, Annie Ernaux.Outras referências:Edouard Louis:Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule;O Colapso;Quem Matou o meu Pai;História da Violência.A Escrita como uma Faca, Annie Ernaux;Vínculos ferozes, Vivian Gornick;Um Romance Russo, Emmanuel Carrère.Alguns dos livros que escreveu e estão em PT:Depois a Louca sou eu;Você Nunca Mais Vai Ficar Sozinha;Homem-Objeto e Outras Coisas Sobre Ser Mulher;A Boba da Corte.O que recomendei:No Jardim do Ogre, Leila Slimani;Sair da Nossa Impotência Política, Geoffroy de Lagasnerie;Trilogia de Copenhaga, Tove Ditlevsen;Amor estragado, Ana Bárbara Pedrosa;Giovana Madalosso:Suíte Tóquio;Tudo pode ser Roubado.A série que a Tati referiu:Feud: Capote vs. The Swans.Os livros aqui:www.wook.pt
Horror! Medo! Desespero! Cabelos! No Podtrash 808, falamos de Body Bags, conhecido no Brasil como Trilogia do Terror, a antologia macabra feita para a TV a cabo nos anos 90 que reuniu ninguém menos que John Carpenter e Tobe Hooper e seus amigos. Falamos da produção feita para a Showtime, das participações especiais (sim, tem […]
Neste episódio extra do Universos Paralelos, conversamos com Paulo Fajardo, realizador do premiado “A Almería de Leone” de 2024, um filme sobre sua a relação com o universo cinematográfico dos “spaghetti westerns” de Sergio Leone, e em particular com a famosa Trilogia dos Dólares, com Clint Eastwood, rodada amplamente no deserto de Tabernas, em Espanha. Paulo guia-nos por esse deserto, re-imaginando cenários, reencenando cenas com a sua câmara e invocando planos desses filmes, naquilo que foi também uma viagem de férias em família. “A Almería de Leone” pode ser visto de 23 de Fevereiro de 2026 em diante no canal de YouTube do VHS em https://www.youtube.com/@VHSPodcast Este episódio é um complemento do nosso 2º episódio, O oeste operático de Sergio Leone, de Fevereiro de 2018, que pode ser ouvido em https://www.segundotake.com/universosparalelos/1802. Mais episódios em universosparalelos.net.
Google Docs ganha resumo de texto em áudio com o Gemini; saiba ativar. Governo usa WhatsApp para avisar sobre isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil. Mundo em perigo': ex-pesquisador da Anthropic se demite e alerta sobre a IA. Sony anuncia God of War Remake Trilogy e lança novo jogo da franquia de surpresa no PS5.
(00:00:00) La fine del Niente (75 giorni con l'iPhone Air) (00:03:06) L'inizio travagliato con iPhone Air (00:06:17) Il compagno di avventure (00:09:31) Il futuro dell'iPhone Air (00:11:56) Tra design e costruzione (00:14:18) La mia esperienza (00:23:00) L'iPhone Air 2? (00:28:50) La concorrenza Dopo 75 giorni con l'aria in tasca, tiro le somme sull'iPhone Air. Non è solo una recensione tecnica: questo dispositivo è stato il mio "salvagente" durante i mesi più difficili, tra ospedali e notti insonni. In questo episodio conclusivo della trilogia, analizzo i pregi (lo schermo perfetto per i contenuti, la leggerezza) e i difetti di un design che osa ma divide. È un flop o l'inizio di una nuova era per Apple?Le mie prime impressioni dell'iPhone AirIl confronto con Francesco sull'iPhone AirVisita Digiteee e scopri tutte le notizie sulla tecnologiaSegui Digiteee su TikTokDimmi la tua su Twitter, su Threads, su Telegram, su Mastodon, su BlueSky o su Instagram.Mail jacoporeale@yahoo.it Scopri dove ascoltare il podcast e lascia una recensione su Apple Podcast o Spotify.Ascolta An iPad guy su YouTube Podcast.Supporta il podcast
L'uscita in sala di No Other Choice è l'occasione perfetta per analizzare la trilogia della vendetta di Park Chan-wook:(01:59) Mr. Vendetta(25:46) Old Boy(56:00) Lady Vendetta
15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, o Prêmio Oceanos 2025 é de duas brasileiras: Silvana Tavano, na categoria prosa com "Ressuscitar mamutes", e Ana Maria Vasconcelos, na poesia com "Longarinas". Uma nova série de reportagens da Folha de S. Paulo, "Lugar de Escrita", que revela os ambientes e rituais criativos de autores consagrados. Os 250 anos de Jane Austen, o retorno de Adélia Prado às livrarias com "O Jardim das Oliveiras" e uma breve retrospectiva de 2025, relembrando alguns dos episódios que marcaram o 30:MIN este ano.Este episódio também conta com uma "Resenha Relâmpago dos Apoiadores", indicando "O Grande Caderno", de Ágota Kristóf (ed. Dublinense, trad. Diego Grando), da Trilogia dos Gêmeos.---Links citadosSilvana Tavano e Ana Maria Vasconcelos vencem Prêmio Oceanos 2025; conheça os livrosSilvana Tavano foi 'andar no deserto todo dia' e de lá tirou seu livro que venceu OceanosSérie: Lugar de EscritaJane Austen, que faz 250 anos, inspirou livros e filmes contemporâneos; relembreJane Austen, 250 anos: Por que a rainha da ironia ainda domina a literatura e o cinema?De professora primária à poeta nas redes sociais: como Adélia Prado se reinventa e chega aos 90 anos fazendo sucesso entre gerações---Episódios citados487: Por que ler Adélia Prado?30:MIN Entrevista: Aline Valek30:MIN Entrevista: Bruna Maia30:MIN Entrevista: José Falero30:MIN Entrevista: Ian Fraser539: O que faz um bom personagem? (P.E.N.T.E. #1)556: As mais assustadoras cenas da literatura
Série do Advento/ 25 |Juízes 20-21 |Celeb em 14/12/2025 | Igreja Batista Urbana | Acompanhe nossas redes: Facebook / Instagram
O horror, sem sombra de dúvidas, é um ótimo jeito de começar a carreira no mundo do cinema. Antes dos Oscars e das bilheterias bilionárias, as estrelas escolhidas para o episódio dessa semana estavam correndo de assassinos, controlando insetos com o poder da mente, invocando demônios e até mesmo fugindo de tomates assassinos. Nossa bancada dá um giro pelas décadas de 1980, 90 e 2010 para analisar a estreia no cinema de alguns dos atores mais famosos da atualidade. Tom Hanks não morrendo por ser simpático? Jennifer Connelly em um giallo sobrenatural? George Clooney fazendo pizza sem molho de tomate? Adam Scott libertino? Elizabeth Olsen presa em um remake de filme uruguaio? Eles sofreram tudo isso e muito mais no começo da carreira.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Gabi Larocca e Thiago Natário.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Tom Hanks – Noivas em Perigo (1980)Jennifer Connelly – Phenomena (1985) e Labirinto (1986) George Clooney – De Volta à Escola de Horrores (1987) e O Retorno dos Tomates Assassinos (1988)Adam Scott – Hellraiser IV – Herança Maldita (1996)Elizabeth Olsen – A Casa Silenciosa (2011) Menções já feitas em episódios anteriores:Kevin Bacon em Sexta-Feira 13 (1980)Jhonny Depp em A Hora do Pesadelo (1984)Jennifer Aniston em Leprechaun (1993)Patritia Arquette em A Hora do Pesadelo 3 (1987)Matthew McConaughey e Renée Zellweger em O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1995) Menções honrosas:Leonardo DiCaprio – Criaturas 3Angela Basset – Criaturas 4Charlize Theron – Colheita Maldita 3 (1995)Citações off topic:Quando Um Estranho Chama (1980)O Terminal (2002)Os Olhos da Cidade São Meus (1987)Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza (1971)O Pássaro Sangrento (1987)Pelo Amor e Pela Morte (1994)Clock Tower (jogo, 1995)O Céu Que Nos Protege (1990)A Noite das Brincadeiras Mortais (1986)Os Pássaros (1963)A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999)Brinquedo Assassino (1988)Mar Aberto (2003)Festim Diabólico (1948)Martha Marcy May Marlene (2011)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #428 – Diretores famosos que estrearam no horrorRdMCast #281 – Franquia PânicoRdMCast #370 – Especial A Hora do PesadeloRdMCast #349 – Franquia Sexta-Feira 13: seu nome é JasonRdMCast #310 – Suspiria e a Trilogia das Três MãesRdMCast #352 – Ruptura: humanos do capitalismo tardioRdMCast #376 – Hellraiser: os cenobitas estão entre nósRdMCast #219 – Chucky, o Brinquedo AssassinoRdMCast #497 – Adolescência: masculinidades, red pill e violênciaRdMCast #464 – Especial Godzilla parte 2 ou: como os EUA estragam tudoRdMCast #339 – O Retorno de Leatherface: a sequência legado de O Massacre da Serra ElétricaCabana RdM #1 – LeprechaunTrasheira de Qualidade: O Retorno dos Tomates AssassinosINSIDER STORE COM ATÉ 30% OFF E 20% DE CASHBACK:Cupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
Série do Advento/ 25 |Juízes 17-18 |Celeb em 07/12/2025 | Igreja Batista Urbana | Acompanhe nossas redes: Facebook / Instagram
Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho batem um papo sobre "Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble!". O jogo é, sem dúvida, o capítulo mais injustiçado da trilogia clássica de jogos da franquia. Lançado em 1996, ele chegou tarde ao Super Nintendo, praticamente quando todos os holofotes já estavam voltados para o recém-nascido Nintendo 64 e para a febre tecnológica que vinham junto com ele. E isso, mais do que qualquer outra coisa, é o motivo principal de o jogo ter sido tão subestimado na época e até hoje.Apesar de carregar o peso de suceder dois clássicos gigantes, o terceiro jogo da série foi recebido com um certo ar de “cansaço” pelo público. Muitos não entenderam que a Rare estava, na verdade, tentando refinar e expandir a fórmula, não apenas repeti-la. O fato é que a direção de arte de DKC3 é uma das mais vibrantes da trilogia. O jogo aposta em cenários menos óbvios: florestas outonais, lagoas profundas, serrarias, usinas, fábricas abandonadas e até regiões montanhosas. É um jogo que parece outro capítulo da série, não só uma reedição dos anteriores.Ele é o título mais subestimado da trilogia e um dos melhores platformers do Super Nintendo.Esse é mais um episódio da nossa série Remakes!===NORDVPN | Tenha uma conexão segura e acesso conteúdos do mundo inteiro! https://nordvpn.com/99vidasALURA | Ressaca da Black Friday??! Toma aí 20% de desconto na sua assinatura! É grande oportunidade para transformar a sua carreira tech!! https://alura.com.br/99vidas
Série do Advento/ 25 |Juízes 17-18 |Celeb em 30/11/2025 | Igreja Batista Urbana | Acompanhe nossas redes: Facebook / Instagram
Com Maureen Fazendeiro, Dag Johan Haugerud e Mahdi Flefel
Série do Advento/ 25 |Juízes 21.25 |Celeb em 27/11/2025 | Igreja Batista Urbana | Acompanhe nossas redes: Facebook / Instagram
Antonio Bux"Venere in pixel"Marietti1820www.mariettieditore.itUn controcanto tra due esseri anima questo poemetto muovendosi tra sfere elementari e connessioni digitali. È la storia di un amore in cui le voci degli amanti si rimbalzano fino a fondersi in un unico mantra ossessivo. Le lingue narranti di un uomo e una donnna abitano un magma di luci e ombre dove a restare è solo il loop equivoco di un amore, sopravvissuto nella precaria eternità di un pixel; dove il profilo di una Venere da remoto sbrana il suo amore e dal suo amore viene sbranata; dove, infine, l'addio è il rito di passaggio tra le radici del bene e del male di una mente sempre in bilico tra l'ossessione di un sentimento feroce e l'accettazione della perdita e della follia.Antonio Bux (Foggia, 1982) è autore, editor e pubblicista per le pagine culturali del quotidiano la Repubblica (edizione di Bari). Tra i suoi libri, qui si ricordano Trilogia dello zero (Marco Saya 2012), Naturario (Di Felice 2016), Sasso, carta e forbici (Avagliano 2018), La diga ombra (Nottetempo 2020), Diario dell'intruso (Marco Saya 2022), Gemello falso (Avagliano 2022) e Mappe senza una terra (RPlibri 2023), con i quali è stato selezionato e risultato finalista in premi come lo Strega Poesia, il Viareggio, il Carducci, il Camaiore, il Città di Como, il Montano, il Notari e il Prestigiacomo (vincitore categoria under 40).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a cantora, atriz e escritora Letícia Novaes, mais conhecida pelo alter ego Letrux, fala do seu processo criativo, e de como o humor a salvou do deslumbramento e como atravessa toda a sua vida, a escrita e canções. E no caminho da conversa, esclarece como encara atualmente o amor e as relações, que vive com uma parceira e um parceiro e que acaba de ser mãe de uma bebé. E dá conta como esta sua família se vai “ajambrando” (ajustando). A meio deste episódio, Letrux ainda nos dá música, partilha alguns dos temas que a acompanham, lê um excerto do seu novo livro “Brincadeiras à Parte”, feito de contos e crónicas, para depois partilhar algumas sugestões culturais. Boas escutas! Um livro: “Brincadeiras à Parte” , de Letrux, editora Planeta Uma série: High Maintenance (HBO) Um podcast: 451 MHz, com Bruna Beber e Paulo Werneck Um filme: A “Trilogia do Proletariado” do cineasta finlandês Aki Kaurismäki Escolhas musicais: “As feras, essas queridas” - Letrux “Fogueira Doce” - Mateus Aleluia “Big Bang” - Jadsa “Ladies” - Fiona Apple See omnystudio.com/listener for privacy information.
Giuseppe Culicchia"Radici"Il festival dell'identità(coltivata, negata, ritrovata"Circolo dei Lettoriwww.circololettori.itA Torino apre Radici: voci e pensieri per chiederci chi siamo e interrogarci sul nostro rapporto con il mondoL'omaggio a Claudia Cardinale poi tante voci tra letteratura, arti e pensieri: David Grossman, Fernando Aramburu, Judith Koelemeijer, Milo Manara, Francesco Piccolo, Emanuele Trevi, Nadia Terranova, Vivian Lamarque, Mauro Covacich, Luciano Lanna, Silvia Ballestra, Caterina d'Amico, Valeria Parrella, Lucio Caracciolo, Massimo Polidoro, Pietrangelo Buttafuoco, Massimo Zamboni, Alessandro Aresu, Annalisa Terranova… Radici, il festival dell'identità (coltivata, negata, ritrovata) apre a Torino e torna a interrogarsi sul tema dell'identità e sul nostro rapporto con noi stessi e con l'Altro da noi. Alla luce di ciò che accade intorno a noi, in un mondo che sembra accelerare verso un cambiamento profondo e radicale di ciò che conoscevamo – e spesso davamo per scontato – un cambiamento che investe ogni ambito, dalla geopolitica alla sessualità, dalla religione al linguaggio, Radici inaugura la 3. edizione. Il festival è un progetto della Fondazione Circolo dei lettori a cura di Giuseppe Culicchia con il contributo della Regione Piemonte-Assessorato Regionale all'Emigrazione; Radici è in programma da questo giovedì fino a domenica, 13-16 novembre, tra il Circolo dei lettori e delle lettrici e il Cinema Romano. Dopo il successo delle precedenti edizioni, il programma propone una nuova serie di incontri, lezioni e spettacoli che affrontano il tema dell'identità — individuale e collettiva — e della memoria, in un contesto sociale sempre più complesso. Attraverso grandi voci e opere, Radici indaga come i cambiamenti culturali abbiano trasformato la nostra percezione del sé, invitando a riflettere sulla consapevolezza della propria individualità e del mondo. Il programma, da giovedì 13 a domenica 16 novembre Radici prende il via al Circolo dei lettori e delle lettrici giovedì 13 novembre con l'incontro I Musei regionali dell'Emigrazione piemontese: Frossasco e Santa Maria Maggiore (h 16), con Piemontesi nel Mondo, Ugo Bertello, Davide Rosso, Claudio Cottini, Rosanna Napoli, Chiara Monferrini, Joaquin Coniglio e Alfons J. Ravelli. Un momento di dialogo tra i presidenti e i comitati di gestione dei musei, le amministrazioni locali e le associazioni di emigrati, per raccontare la memoria viva dell'emigrazione piemontese e le sue radici culturali.Segue la lectio di Paola Mastrocola (h 18), La nostalgia degli dei e il mito, un percorso tra Nietzsche, la fine del sacro e la trasformazione del mito nel nostro tempo. A seguire si tiene Alle radici dell'opera d'arte, con Alfonso Frugis, Michela Cardinali e Federica Pozzi, dedicato ai vent'anni del centro di restauro della Venaria Reale (h 18.30). In serata debutta la Trilogia triestina di Mauro Covacich: tre monologhi, un viaggio letterario tra Trieste e i suoi grandi scrittori (h 21). Radici, come da consuetudine, è anche cinema, a mezzanotte. In questa terza edizione di Radici di mezzanotte al Cinema Romano ogni sera del festival si rende omaggio a Claudia Cardinale. Il primo film è I soliti ignoti di Mario Monicelli, presentato da Giuseppe Culicchia ed Enrico Verra, in collaborazione con Aiace Torino (h 24, Cinema Romano). Venerdì 14 novembre al Circolo si apre con Un editore che guarda a Est, sulle orme di Corto Maltese, incontro con Francesco Colafemmina e Bruno Ventavoli, dedicato alla casa editrice Medhelan e al suo catalogo cosmopolita (h 16). Nel pomeriggio un doppio appuntamento: Incontro con Massimo Zamboni a partire da Pregate per Ea, Einaudi, in dialogo con Ottavia Giustetti (h 17), e Ma siete sicuri di voler mettere radici a Milano?, monologo di Silvia Ballestra che racconta contraddizioni e fragilità del capoluogo lombardo (h 17).A seguire Emanuele Trevi dialoga con Martino Gozzi in Il tempo, grande scultore, a partire dal suo libro Mia nonna e il conte, Solferino (h 18), mentre attraverso l'incontro Parli come badi! Luca Ricolfi e Alessandro Chetta riflettono sull'evoluzione del “politicamente corretto”, dalle origini inclusive agli effetti controversi nell'epoca dei social (h 18).Più tardi arriva Fernando Aramburu, con il suo nuovo libro Ultima notte da poveri, Guanda, in dialogo con Bruno Arpaia su solitudine e contraddizioni della natura umana (h 19). In serata Mauro Covacich torna in scena con la seconda parte della sua Trilogia triestina, questa volta dedicata a James Joyce (h 21). Chiude la giornata la proiezione di Fitzcarraldo di Werner Herzog, pellicola con Klaus Kinski e Claudia Cardinale per Radici di mezzanotte (h 24, Cinema Romano). La terza giornata, sabato 15 novembre, si apre al Circolo dei lettori e delle lettrici con l'incontro con Judith Koelemeijer, autrice di Etty Hillesum. Il racconto della sua vita, Adelphi, in dialogo con Elena Loewenthal (h 11.30). Segue Riccardo Gasperina Geroni con Ricominciare. Classici della letteratura italiana 1939-1962, Einaudi, un saggio che ripercorre la storia culturale italiana tra guerra e dopoguerra (h 12). Nel pomeriggio la poeta Vivian Lamarque e la scrittrice, curatrice e conduttrice della trasmissione Fahrenheit di Rai Radio 3 Susanna Tartaro si confrontano in La poesia delle radici, un dialogo sulla forza vitale e spirituale della poesia (h 15). A seguire Alessandro Aresu e Lucio Caracciolo discutono di geopolitica in La Cina è (sempre più) vicina, Feltrinelli (h 16), mentre più tardi Giorgio Amitrano rende omaggio a Yukio Mishima, seguito dalla presentazione de L'esercito di Mishima di Daniele Dall'Orco, Idrovolante Edizioni (h 16.30). Si prosegue con il documentario Radici. L'italianità come stato dell'anima, realizzato con Sofia Quercetti, grazie all'Istituto italiano di cultura e al Consolato Generale d'Italia a Cordoba, il racconto della storia degli italiani in Argentina, che ripercorre le tappe dell'emigrazione e si sofferma sulla trasmissione della lingua d'origine tra le generazioni, in città come Córdoba, Colonia Caroya, San Francisco (h 17). Segue l'incontro con il grande artista Milo Manara, in dialogo con Fulvia Caprara, su Il Nome della Rosa vol. 2, Oblomov, ripercorrendo la sua carriera tra erotismo, arte e cultura pop (h 18). E poi ancora l'incontro Alle radici dell'odio, con Alessandro Campi e Paolo Borgna, dedicato al saggio Una esecuzione memorabile, Le lettere, sull'uccisione di Giovanni Gentile (h 19).La serata prosegue con l'ultimo episodio della Trilogia triestina, con Mauro Covacich che dedica il suo monologo a Umberto Saba (h 21) e si conclude al cinema con Radici di mezzanotte, che propone La pantera rosa di Blake Edwards per l'omaggio a Claudia Cardinale (h 24, Cinema Romano). La giornata conclusiva, domenica 16 novembre si apre con Tra respiro e reminiscenza, laboratorio sul mondo del profumo con Diletta Tonatto (h 10). Più tardi doppio appuntamento: Buon compleanno, “La Biennale di Venezia” per celebrare il primo anniversario della rinata rivista di Arte, Cinema, Danza, Musica, Teatro, Moda con il presidente Pietrangelo Buttafuoco e la direttrice editoriale Debora Rossi; e Sull'attualità dei classici, con Simone Regazzoni e Valeria Parrella, un dialogo su filosofia, letteratura e rilettura del passato (h 12).Segue A ritroso, in cerca della verità, verso l'origine di ogni cosa, con Nadia Terranova e Valeria Curzio, un confronto su identità, memoria familiare e ricerca personale (h 12.30).Nel pomeriggio Identità: nuove e storiche migrazioni a confronto, curato da Maddalena Tirabassi direttrice Centro Altreitalie sulle Migrazioni Italiane, con Riccardo Roba, Elisa Colla, Andrea Ballatore, Luz Allegranza, membro del GAP - Gioventù Argentina-a Piemontèisa, il gruppo giovanile della FAPA - Federazione delle Associazioni Piemontesi d'Argentina, Manuela Paterna Patrucco e Anna Coggiola del Circolo Piemontesi Messico, mette in dialogo generazioni di emigrati piemontesi (h 15). A seguire Luciano Lanna presenta Attraversare la modernità, Cantagalli, con Davide Rondoni (h 15.30), mentre più tardi Francesco Piccolo e Caterina d'Amico ricordano Il cinema di Suso Cecchi d'Amico, in collaborazione con Giulio Einaudi editore (h 16).Più avanti nel pomeriggio Annalisa Terranova dialoga con Giorgio Ballario su Margherita. Un incontro al di là del tempo, Ianieri (h 16.30), e Massimo Polidoro tiene una lectio a partire da Il mistero delle origini dell'uomo, Feltrinelli, tra scienza, mito e antropologia (h 17).A seguire è il momento del grande scrittore isrealiano David Grossman, che dialoga con Giuseppe Culicchia sul ruolo dello scrittore di fronte alla Storia (h 18.30).Il festival chiude in musica e poesia con Alle radici della poesia a bolu, con i poetas Bruno Agus e Nicola Costantino Farina, accompagnati dai Tenores di Ula Tirso Nicola Argiolas, Gian Luigi Dessì e Nicolò Cossu per un viaggio nelle tradizioni orali sarde e nella potenza della parola improvvisata (h 20). Quattro giorni per esplorare le radici della nostra identità culturale, tra libri, immagini, voci e memorie. Radici conferma la sua vocazione di luogo di incontro e riflessione, dove il passato è allo stesso tempo memoria e materia viva che continua a parlarci del presente e ci aiuta a guardare al futuro. 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A trilogia «Before» inclui os filmes Antes do Amanhecer (1995), Antes do Anoitecer (2004) e Antes da Meia-Noite (2013). Os actores principais é: Ethan Hawke e Julie Delpy.
De origem multicultural, a neta da atriz brasileira Maria Gladys, Mia Goth, é nossa última Scream Queen de outubro! Estreando nas telonas em 2013, com o polêmico Ninfomaníaca, a quase brasileira trabalhou sem parar, fazendo parceria com diretoras, uma dobradinha com a Anya Taylor-Joy, muito horror, e muito filme… bizarro, pra dizer o mínimo. Passando por um spa nos alpes, por uma casa no interior dos EUA, pelo século XVIII e até mesmo pelo espaço, a intérprete de Maxine Minx e Pearl se consolidou como uma das queridinhas do horror atual. Nesse episódio em sua homenagem, discutimos sua filmografia e alguns de seus rumos futuros, visto que ela já está confirmada em algumas grandes produções fora do horror. Mas não se preocupem, se tem uma coisa que a Mia Goth gosta de fazer é nos surpreender – e nos aterrorizar.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Thiago Natário e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Ninfomaníaca – Volume 2 (2013)O Sobrevivente (2015)Evereste (2015)A Cura (2016)O Segredo de Marrowbone (2017)High Life: Uma Nova Vida (2018)Suspiria (2018)Emma (2020)Mayday (2021)X – A Marca da Morte (2022)Pearl (2022)The House (2022)Piscina Infinita (2023)Maxxxine (2024)Frankenstein (2025)A Odisseia (2026)Star Wars: Starfighter (2027)Citações off topic:Melancolia (2011)O Chamado (2002)Mickey 17 (2025)Emma (1996)Rivais (2024)O Menu (2022)A Colina Escarlate (2015)Ilha do Medo (2010)Lars von Trier — “I understand Hitler…”EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #232 – Ilha do Medo: o Horror em ScorseseRdMCast #322 – Embate Horror Japonês: O Chamado X O GritoRdMCast #409 – 7 ótimos filmes de horror no espaçoRdMCast #382 – Saga Crepúsculo (feat. Mabê)RdMCast #495 – Mickey 17 e o Horror social em Bong Joon-hoRdMCast #310 – Suspiria e a Trilogia das Três MãesRdMCast #387 – X, Pearl e porque Mia Goth é uma estrelaRdMCast #463 – MaXXXineRdMCast #502 – Franquia VHS: aliens, found footage e fitas amaldiçoadasRdMCast #421 – O mundo bizarro de CronenbergzinhoRdMCast #338 – Os Monstros de Guillermo Del ToroSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
Lançado em outubro, o livro "Coração sem medo", de Itamar Vieira Júnior, encerra a Trilogia da Terra, composta também por "Torto arado" e "Salvar o fogo". Com mais de 1 milhão de exemplares vendidos e traduções para mais de 30 idiomas, o autor baiano tem uma trajetória representativa do momento atual da literatura nacional, com maior diversidade de autores e de tramas, além de grande interesse do exterior. Apesar disso, o hábito de leitura dos brasileiros caiu em 2024, de acordo com a sexta edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, publicada pelo Instituto Pró-Livro. O Nexo conversou com Itamar Vieira Júnior para falar sobre o cenário da literatura brasileira. O programa tem também Cássio Cardoso Carvalho comentando os subsídios à produção de petróleo no Brasil e Jessika Moreira falando sobre o papel dos servidores públicos. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Falamos hoje de uma saga esquecida de vampiragem, que nos conta a história do vampiro Radu filmado em terras romenas com financiamento americano.
Go, crentes! Go! No Podcrent de número 143, Jonatha Zimmer e Tamyres Palma recebem os amigos Hernani Correa, Hadassa Cardoso e Rodrigo Baia para iniciarem a jornada em “Além do Planeta Silencioso”, primeiro volume da Trilogia Cósmica de C.S. Lewis. Neste Podcrent, descubra se tem analogia por aqui, perceba a loucura de tomar café da manhã pelado, ande nas costas de gigantes e traga a memória aquilo que traz esperança. PARTICIPANTES:– Jonatha Zimmer– Tamyres Palma– Hernani Correa– Hadassa Cardoso– Rodrigo Baia COISAS ÚTEIS:– Duração: 03h01m14s– Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed. Para assinar no iTunes, clique na aba “Avançado”, e “Assinar Podcast”. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios. CITADOS NO PROGRAMA:– Livro “Trilogia Cósmica” de C.S. Lewis (Volume Único)– Livro “Além do Planeta Silencioso” de C.S. Lewis (Versão da Editora Martins Fontes)– Edições individuais da Thomas Nelson– Música “Out Of Silent Planet” de Iron Maiden– Livro “O Senhor dos Anéis” de J.R.R. Tolkien– The Inklings– Livro “As Crônicas de Nárnia” de C.S. Lewis– Série de podcasts sobre “O Senhor dos Anéis”– Série de podcasts sobre “As Crônicas de Nárnia”– Série de podcasts sobre “Harry Potter”– Livro “A Torre Negra” ou “A Torre Sombria e Outras Histórias” de C.S. Lewis– Livro “Os Primeiros Homens na Lua” de H.G. Wells– Série de livros “Torre Negra” de Stephen King– Agatha Christie– Livro “A Vida de C.S. Lewis” de Allister McGrath– “O Fardo do Homem Branco” de Rudyard Kipling– Salmo 30– Banda Malacandra– Livro “Paraíso Perdido” de John Milton– Livro “Encaixotando Minha Biblioteca” de Alberto Manguel– Podcast “Culto, Cultura e Cultivo | Podcrent 138 (com Julhin de Tia Lica e Ramon Souza)”– Instagram “Renovar Nosso Mundo”– Texto “Cosmographia” de Eduardo Silvestre– Livro “Ortodoxia” de G.K. Chesterton TRILHA SONORA DO PROGRAMA:– Músicas com clima de viagem espacial. GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS:– WhatsApp– Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA:The post Além do Planeta Silencioso (Trilogia Cósmica) | Podcrent 143 appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
Cosa vedere sui canali televisivi SBS? Ecco i nostri consigli per la settimana dal 10 al 16 ottobre. Potete rivedere molto altro su SBS On Demand.
No agora longínquo ano de 2002 chegava aos cinemas Extermínio (28 Days Later), filme escrito por Alex Garland e dirigido por Danny Boyle, que buscava reinventar o subgênero dos zumbis com uma trama mais ligada a preocupações e ansiedades quanto a epidemias e armas biológicas. Com um orçamento reduzido e câmeras semi-amadoras, o filme trouxe um retrato marcante de uma Londres devastada apenas 28 dias após o surgimento de uma nova doença. Anos após uma sequência realizada em 2007 por outra equipe criativa e não tão bem recebida quanto o original, a franquia Extermínio volta aos cinemas sob o comando da mesma dupla original: Garland na escrita e Boyle na direção. Passados 28 anos da primeira contaminação, o Reino Unido foi completamente abandonado a própria sorte, e tanto os grupos de infectados quanto os de não-infectados passaram por profundas transformações sociais. Em um RdMCast que traz discussões sérias sobre ansiedades do início do século e paralelos com a “Guerra ao Terror”, não perdemos a oportunidade também de comentar (mais de uma vez) sobre a rol@ impressionante do Alpha de Evolução. Então dê play neste RdMCast especial sobre a trilogia Extermínio e prepare-se para se assustar, refletir e morrer de rir praticamente na mesma proporção.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Extermínio (2002)Extermínio 2 (2007)Extermínio: A Evolução (2025)Citações off topic:A Lenda de Candyman (2021)Men: Faces do Medo (2022)Trainspotting (1996)A Praia (2000)30 Dias de Noite (2007)A Noite dos Mortos-Vivos (1968)Contágio (2011)Sunshine: Alerta Solar (2007)Shin Gojira (2016)Guerra Civil (2024)Tempo de Guerra (2025)Apocalypse Now (1979)Segredos e Crimes de Jimmy Savile (2022)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #355 – Embate Sci-Fi: Ex Machina X AniquilaçãoRdMCast #451 – Guerra Civil: violência política nos EUA e o jornalismo de guerraRdMCast #409 – 7 ótimos filmes de horror no espaçoRdMCast #308 – A Trilogia dos Mortos de George RomeroRdMCast #349 – Franquia Sexta-Feira 13: seu nome é JasonRdMCast #328 – Candyman: diga seu nome (se tiver coragem)RdMCast #447 – Godzilla e a história do Japão no séc. XXRdMCast #508 – The Ugly Stepsister: padrões de beleza, cirurgia plástica e a busca pela perfeiçãoRdMCast #507 – Pecadores: o filme do ano?Siga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
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Un uomo che vive tutta la sua vita sugli alberi. Un cavaliere invisibile, ma nobile nell'animo. Un visconte in cerca della propria integrità. Scopriamo insieme i tre romanzi della trilogia "I nostri antenati" di Italo Calvino.
Sergio Fanucci"L'enigma del patriarca"Time Crimewww.timecrime.itUn thriller corale, in giro per il mondo, un tuffo nell'antichità, un intreccio tra libri di storia e cultura, tra fede e religione, una lettura coinvolgente e frenetica dove ogni angolo nasconde un'altra verità e riuscire a scoprire chi manovra il crimine sarà difficile quanto rivelatore.Un thriller corale, in giro per il mondo, un tuffo nell'antichità, un intreccio tra libri di storia e cultura, tra fede e religione, una lettura coinvolgente e frenetica dove ogni angolo nasconde un'altra verità e riuscire a scoprire chi manovra il crimine sarà difficile quanto rivelatore.Rifugiatasi a Venezia dopo gli ultimi eventi che l'hanno sconvolta, l'avvocato Elisabeth Scorsese incontra Andrea Spinazzola, in visita in città: possiede una casa d'aste a Londra e ha bisogno di un consulente legale. Ne parla con il padre, James Scorsese, capo dei servizi segreti militari americani, che le confida di stare attenta; il suo nome è coinvolto in loschi traffici di manufatti antichi. Decide di approfondire, ma come arriva nella capitale inglese, Spinazzola è sparito. Per quale motivo? Elisabeth deve lasciar perdere o scoprire cosa nasconde quell'uomo?Anna Pareto insegna Storia delle religioni presso l'Università di Torino, un lavoro gratificante ma ripetitivo, e così quando riceve dal Vaticano l'offerta di redigere una relazione sulla Terra Santa, accetta di gran volata e si catapulta a Roma. L'aspetta un viaggio a Gerusalemme.Presto si accorgerà, però, che i luoghi santi nascondono segreti che non possono essere rivelati, ne va degli equilibri del mondo e del destino di milioni di persone. è forse finita in un gioco più grande di lei, insidioso e mortale?Due donne lontane, due storie d'intrigo e mistero destinate a incrociarsi quando il pericolo si trasforma in delitto e le forze in gioco sono temibili quanto fatali.Sergio Fanucci (1965), figlio e nipote di editori, ha lavorato fin da ragazzo nelle aziende di famiglia e nel 1990 ha ereditato la casa editrice del padre. Da allora ha costruito un catalogo specializzato nella letteratura di genere creando il Gruppo Editoriale Fanucci. Vive a Roma con la moglie, due figlie e un cocker spaniel inglese di nome Bloom. Per Rizzoli ha pubblicato Codice Scorsese (2015), primo volume della Trilogia dei Codici di cui la principale protagonista è l'avvocato italo-americano Elisabeth Scorsese, e il successivo Codice Scriba (2016), cui fa seguito l'ultimo e conclusivo romanzo, Codice Lumière (2018), pubblicato per il marchio Timecrime. Con il ritorno di Elisabeth Scorsese in L'Enigma del Patriarca inaugura la nuova Trilogia degli Enigmi, cui farà seguito L'Enigma degli Arcani, di prossima pubblicazione in questa stessa collana.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Na Trilogia de Copenhagen, escrita pela dinamarquesa Tove Ditlevsen, publicada no Brasil pela Companhia das Letras (tradução de Heloisa Kahn e Kristin Lie Garrubo), memórias de infância pobre, vícios, amores desastrosos e a luta pela arte se misturam na prosa da autora que narra a própria vida.Neste episódio, Arthur Marchetto, Cecilia Garcia Marcon e Juliana Leuenroth (uma das coordenadoras do projeto Leia Mulheres) discutem como Ditlevsen influenciou a escrita autobiográfica que ecoa hoje em Annie Ernaux e Edouard Louis e a construção de narradoras que influenciaram a escrita da Tetralogia Napolitana, de Elena Ferrante.Então aperta o play e vem conhecer a vida de Tove Ditlevsen!---LinksApoie o 30:MINSiga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!---Juliana LeuenrothEspanadores (IG)Leia Mulheres (IG)
Um dos cineastas mais intrigantes do cinema contemporâneo ganha espaço aqui no Cinem(ação)! Hoje é dia de biografia e M. Night Shyamalan é o personagem central deste episódio.Rafael Arinelli recebe Bel Petit e Marcelo Miranda para uma conversa intensa, analítica e apaixonada sobre M. Night Shyamalan, o mestre dos plot twists e do suspense psicológico.De um começo tímido com filmes independentes até o estouro mundial com O Sexto Sentido, a trajetória de Shyamalan é repleta de altos, baixos e reinvenções criativas. Neste papo, revisitamos os grandes momentos da carreira do diretor, roteirista e produtor: os sucessos como Corpo Fechado, Sinais e A Vila, as polêmicas em torno de Fim dos Tempos e O Último Mestre do Ar, e o retorno triunfal com a trilogia iniciada em A Visita.Falamos também sobre as influências de Hitchcock e Spielberg, o impacto de sua origem indiana em seus temas recorrentes como fé, identidade e deslocamento, e o papel de Shyamalan como showrunner na série Servant.Se você é fã do cinema que instiga, provoca e vira tudo de cabeça para baixo, esse episódio é pra você.• 03m40: Pauta Principal• 1h20m25: Plano Detalhe• 1h31m05: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos patrões e padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Katia Barga• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de apenas R$5,00, você terá acesso a vantagens incríveis. E o melhor de tudo: após 1 ano de contribuição, recebe um presente exclusivo como agradecimento! Não perca mais tempo, acesse agora a página de Contribuição, escolha o plano que mais se adequa ao seu estilo e torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Bel): Desconectar: Sair da Internet• (Bel): Filme: Ela é Demais• (Marcelo): Livro: Na escuridão da mente• (Rafa): Documentário: Rita Lee: Mania de VocêEdição: ISSOaí
Davide Bregola"Lezioni dalle rovine"Leggere, scrivere, vivereAvagliano EditoreLezioni dalle rovine è una preghiera rivolta alla scrittura, alla poesia, alla letteratura e al lavoro sia manuale sia intellettuale. Sullo sfondo ci sono i margini sabbiosi del Po, c'è la provincia, con la sua campagna da attraversare in bicicletta se i soldi in tasca non bastano per la benzina, c'è un mondo editoriale e letterario che oggi non esiste più, ci sono trent'anni che passano in un battito di ciglia. Sono gli anni cruciali della crescita e della formazione del protagonista, un vero outsider che lavora a tempo determinato per le ferrovie ma vuole scrivere. Che lavora poi come venditore porta a porta, come operaio stagionale, come organizzatore di eventi, ma vuole sempre scrivere. Ci sono stati alcuni incontri, in diversi periodi della sua vita, con poeti e scrittori poco illuminati dalle fioche luci della ribalta. Loro stessi si sono tenuti nascosti e con questo pianeta nervoso sembra che c'entrino poco o nulla. Ma hanno scavato un solco dentro di lui. Sono autori di riferimento per il giovane scrittore, fuori dalle mode, lontani dal mercato, ma saranno fondamentali per la sua esistenza e la sua maturità. Dal disordine della memoria, le storie di questi incontri fuoriescono sparpagliate - mescolate con il resto della vita che intanto è andata avanti - eppure fulgide, pregne anche quando toccano la disperazione e la rovina. Il libro è un omaggio agli scrittori appartati, quelli che all'apparenza non muovono foglia e invece finiscono per cambiare la vita dei lettori. È il tentativo di connessione anche da adulti con il proprio sogno. È, in ultimo, un invito a trovare ognuno di noi la nostra strada e le guide più adatte al nostro carattere e alle nostre ambizioni. Attraverso una scrittura ora lieve ora dolorosa, Davide Bregola ci consegna un magnifico memoir, scritto con la grazia dell'ispirazione.Conversazioni con Vitaliano Trevisan, Umberto Bellintani, Ivano Ferrari, Marosia CastaldiDavide Bregola è nato a Bondeno, in provincia di Ferrara, vive a Mantova. Ha vinto il Premio Tondelli per la narrativa (1999) con la raccolta di racconti Viaggi e corrispondenze. Nel 2002 si è occupato di letteratura migrante in lingua italiana con il libro Da qui verso casa e nel 2005 con Catalogo delle voci dà la parola alla poesia migrante. Ha scritto, inoltre, libri per l'infanzia. Collabora con le pagine culturali di alcuni quotidiani, tiene incontri e seminari di scrittura creativa. Con Avagliano ha pubblicato La vita segreta dei mammut in Pianura Padana (Premio Chiara, 2017), Fossili e storioni. Notizie dalla casa galleggiante (2019), e Nei luoghi ideali per la camporella (2022) con cui si chiude la sua “Trilogia della Pianura”.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Din nou cu gaura de vierme. Unde?
La Divina Commedia è un'opera immortale. Ma al suo interno ci sono 3 idee davvero geniali, una per ogni Cantica. Oggi ve le racconto! Recupera la Trilogia di Special Cogito sulla Divina Commedia: 1) Inferno: https://youtu.be/giaGzVa2MKE - 2) Purgatorio: https://youtu.be/AXEKcTB065I - 3) Paradiso: https://youtu.be/nIVKfU-863g ⬇⬇⬇SOTTO TROVI INFORMAZIONI IMPORTANTI⬇⬇⬇ Abbonati per live e contenuti esclusivi ➤➤➤ https://bit.ly/memberdufer I prossimi eventi dal vivo ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/eventi Scopri la nostra scuola di filosofia ➤➤➤ https://www.cogitoacademy.it/ Racconta storie di successo con RISPIRA ➤➤➤ https://cogitoacademy.it/rispira/ Impara ad argomentare bene ➤➤➤ https://bit.ly/3Pgepqz Prendi in mano la tua vita grazie a PsicoStoici ➤➤➤ https://bit.ly/45JbmxX Il mio ultimo libro per Feltrinelli ➤➤➤ https://amzn.to/3OY4Xca La newsletter gratuita ➤➤➤ http://eepurl.com/c-LKfz Tutti i miei libri ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/libri/ Il nostro podcast è sostenuto da NordVPN ➤➤➤ https://nordvpn.com/dufer #rickdufer #dante #divinacommedia INSTAGRAM: https://instagram.com/rickdufer INSTAGRAM di Daily Cogito: https://instagram.com/dailycogito TELEGRAM: http://bit.ly/DuFerTelegram FACEBOOK: http://bit.ly/duferfb LINKEDIN: https://www.linkedin.com/pub/riccardo-dal-ferro/31/845/b14 -------------------------------------------------------------------------------------------- Chi sono io: https://www.dailycogito.com/rick-dufer/ -------------------------------------------------------------------------------------------- La musica della sigla è tratta da Epidemic Sound (author: Jules Gaia): https://epidemicsound.com/ - la voce della sigla è di CAROL MAG (https://www.instagram.com/carolmagmusic/) Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Nesse "pequeno" episódio de quase 13 horas do Debug Mode, debatemos sobre TODA a trilogia de filmes do Sonic (& Knuckles, a série, no caso), desde o polêmico primeiro de 2020 (e o Sonic Feio) até o Sonic 3, lançado no final de 2024. Acompanhe conosco a história de criação dos filmes, tretas, nossas opiniões, teorias e o que o futuro reserva para a franquia. Confira!
Barbero continua la ricostruzione storica del grande conflitto Mondiale soffermandosi sull'episodio della tregua di Natale per poi arrivare alla fine del conflitto e ai suoi strascichi.
Mais um Lá do Bunker da semana, que começa falando de Um Lugar Silencioso: Dia Um, novo filme da franquia. Também comentamos a Sony encerrando a produção de mídia física, e a confirmação dos filmes de Demon Slayer. Para encerrar o cast, a viajante Pri Ganiko e Cakes Sousa comentam a gamescom latam e o evento incrível de Black Desert na França. Bora ouvir! Ruff Ghanor Aproveite as promoções e jogue a história do Garoto-Cabra: https://jovemnerd.page.link/Ruff_Ghanor_Promocoes Pesquisa Jovem Nerd Ajude o Jovem Nerd: https://jovemnerd.page.link/Pesquisa_JovemNerd_LadoBunker Citados no programa Um Lugar Silencioso: Dia Um traz emoção ao apocalipse | Crítica: https://jovemnerd.com.br/noticias/criticas/um-lugar-silencioso-dia-um-critica Um Lugar Silencioso: Dia Um não usou computação gráfica para o gato Frodo: https://jovemnerd.com.br/noticias/filmes/um-lugar-silencioso-gato-nao-teve-computacao-grafica Sony vai encerrar produção de mídia física, incluindo blu-rays: https://jovemnerd.com.br/noticias/filmes/sony-vai-encerrar-producao-de-midia-fisica-incluindo-blu-rays Trilogia de filmes de Demon Slayer é confirmada; veja o teaser: https://jovemnerd.com.br/noticias/animes-e-mangas/trilogia-de-filmes-de-demon-slayer-e-confirmada-veja-o-teaser Demon Slayer supera limitações do mangá em 4ª temporada regular | Crítica: https://jovemnerd.com.br/noticias/animes-e-mangas/demon-slayer-4a-temporada-critica Saiba onde continuar Demon Slayer no mangá, após o arco dos Hashira: https://jovemnerd.com.br/noticias/animes-e-mangas/saiba-onde-continuar-demon-slayer-no-manga 7 animes para assistir na ausência de Demon Slayer: https://jovemnerd.com.br/noticias/animes-e-mangas/animes-para-assistir-na-ausencia-demon-slayer Nintendo quer trazer os controles clássicos do Switch Online para o Brasil: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/nintendo-entrevista-gamescom-latam-2024 Primeiro Zelda em português indica mais localização em jogos grandes no futuro, diz Nintendo: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/zelda-em-portugues-localizacao-nintendo Persist Online terá o mesmo DNA de Tibia, afirma CipSoft: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/persist-online-entrevista-criadores-tibia-gamescom-latam Zeenix terá bateria com duração de uma a cinco horas: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/zeenix-tectoy-bateria-gamescom-latam MOBAs são a porta de entrada para os RTS, diz diretor de Stormgate: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/stormgate-diretor-entrevista-gamescom-latam Coletânea de minigames, Jackbox quer ser o jogo das festas de família: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/jackbox-entrevista-gamescom-latam-2024 Pokémon GO terá evento presencial no Brasil em 2024: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/pokemon-go-tera-evento-presencial-no-brasil-em-2024 Como o Brasil conquistou a desenvolvedora de World of Warships: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/world-of-warships-no-brasil-entrevista-gamescom-latam Zelda: Echoes of Wisdom ganha trailer em português brasileiro: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/zelda-echoes-of-wisdom-ganha-trailer-em-portugues-brasileiro Black Desert: "Queremos fazer mais pelos aventureiros brasileiros", diz CEO da Pearl Abyss: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/black-desert-pearl-abyss-quer-fazer-mais-pelos-aventureiros-brasileiros-entrevista-evento Black Desert celebra 10 anos com nova classe, Terra do Amanhecer: Seul e mais: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/black-desert-10-anos-nova-classe-terra-do-amanhecer-seul-e-mais Black Desert Mobile anuncia Banquete de Heidel para julho: https://jovemnerd.com.br/noticias/games/black-desert-mobile-banquete-de-heidel-para-julho Reels da viagem de Black Desert: https://www.instagram.com/reel/C8upEiUOa0Q/ Telegram Entre no nosso canal do Telegram! https://t.me/CanalNerdBunker Apresentação Pri Ganiko -- Instagram: https://www.instagram.com/priganiko / X/Twitter: https://x.com/priganiko Cakes Sousa -- Instagram: https://www.instagram.com/cakes_sousa / X/Twitter: https://x.com/cakes_sousa Edição Doug Bezerra -- Instagram: https://www.instagram.com/dougbezerra