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A nova geopolítica de Donald Trump e a reconfiguração da economia global O Brasil entre crescimento frágil e desequilíbrios estruturais Política fiscal, juros altos e o impacto direto na vida das pessoas
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli fala da queda do dólar. A moeda registrou a maior queda em quase dez anos, as o que está por trás desse movimento? O doutor em Economia Aplicada analisa os motivos dessa queda e discute o que o Brasil pode esperar para o cenário econômico em 2026. Ouça a conversa completa!
Entre os dias 5 e 7 de Agosto, Pequim foi o centro do debate sobre o futuro do desenvolvimento global. O Fórum Internacional sobre Objectivos Compreensivos de Desenvolvimento, organizado pela Escola de Economia Aplicada da Universidade de Remnin, reuniu académicos e investigadores de vários continentes para discutir a proposta chinesa de uma nova agenda com horizonte até 2050, que pode substituir os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, que termina em 2030. Pequim foi, no início deste mês de Agosto, o palco onde se começou a desenhar aquilo que pode ser a próxima grande estratégia global de desenvolvimento. Entre os dias 5 e 7, académicos e investigadores de várias partes do mundo reuniram-se no Fórum Internacional sobre Objectivos Compreensivos de Desenvolvimento. A China apresentou as linhas de uma proposta ambiciosa que pretende suceder aos actuais Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que expiram em 2030 e quer fazê-lo inspirando-se na sua trajectória de crescimento. O economista angolano Francisco Miguel Paulo, investigador do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, esteve no evento e não esconde que o momento é estratégico: “Os chineses estão preocupados especialmente com o vazio que os Estados Unidos está a deixar nos assuntos globais, já que os Estados Unidos estão a isolar-se, não quer tomar liderança dos assuntos globais. E sabendo que os objectivos do desenvolvimento das Nações terminam já em 2030, então há uma necessidade de lançar novos objectivos do desenvolvimento”. A proposta, explica, não saiu directamente do governo, mas sim do meio académico chinês. “Os chineses anteciparam-se por meio da Universidade de Remnin, da Escola Aplicada de Economia. Criaram esse draft em Outubro de 2024 do que acham que podia ser a próxima agenda global para o desenvolvimento, inspirando-se na sua própria experiência de desenvolvimento. A China e os países emergentes cresceram muito nos últimos 30 anos e, perante a sua experiência e filosofia, querem propor às Nações Unidas novos objectivos". Uma das críticas feitas aos ODS da ONU é que “têm limitações em resolver conflitos geopolíticos que o mundo agora enfrenta” e “também têm limitações no que diz respeito a como é que a tecnologia deve ser usada, tendo em conta os princípios éticos, e na questão da governação digital”, sublinha o economista. No fórum, dois temas levantaram discussões: conflitos geopolíticos e alterações climáticas. “Os conflitos geopolíticos não são bons para o desenvolvimento. Os chineses têm a história de serem um povo pacífico, dificilmente ou quase não há registo, na história moderna, de se envolverem numa guerra com outras nações. Eles acham que a melhor forma de promover a união entre os povos é ter boas relações económicas e comerciais. Por isso propõem que os conflitos geopolíticos deixem de existir. Agora, como fazer isso, é a grande questão”, sublinha. Sobre o clima, o tom é de urgência: “Os chineses e quase toda a Ásia sentem os efeitos das alterações climáticas” e “recentemente boa parte da China enfrentou inundações graves”. O modelo actual de desenvolvimento, afirma, “não é sustentável”. A crítica também vale para África: “Muitos países africanos querem alcançar o desenvolvimento e a industrialização, mas não queremos cometer os mesmos erros, baseando-nos em combustíveis fósseis. O facto de a África poluir menos não significa que tenha direito de poluir mais. É importante que os países desenvolvidos aceitem ceder tecnologias mais verdes e mais ecológicas”. O impacto para África, e para Angola em particular, pode ser significativo. Francisco Miguel Paulo recorda que “a China tem relações com todos os países do mundo e com os 54 países africanos” e que “há um fórum China-África que acontece todos os anos entre o Presidente chinês e os Presidentes ou primeiros-ministros das nações africanas”. Angola, diz, “pode beneficiar-se muito” e lembra: “Quando a paz chegou em 2002, o Ocidente não deu a ajuda que Angola precisava. A China deu, concedeu créditos e mais créditos para a reconstrução”. O economista deixa um aviso: “Negociar com a China não é fácil, é um gigante. Na negociação bilateral, os países africanos saem fragilizados. É importante que esta cooperação seja feita a nível dos blocos regionais, como a SADC ou a União Africana, para que as infra-estruturas que a China constrói em África sejam interconectáveis, como caminhos-de-ferro, estradas e portos. Se os africanos falarem a uma única voz, será muito mais fácil”, defende. O debate partiu de uma proposta universitária e, para o economista, é uma das suas maiores virtudes: “Esta agenda saiu de uma universidade, não é uma agenda do governo chinês per si. A Universidade de Remnin tem a melhor escola de economia da China e muitos economistas que trabalham no governo ou em multinacionais formaram-se lá. Isto mostra a importância das universidades”. Francisco Miguel Paulo lembra que “os governos africanos, e o governo angolano em particular, dão pouca importância à universidade. Boa parte dos programas de desenvolvimento que Angola tem, como o Plano Nacional de Desenvolvimento, não contou com universidades nacionais na sua elaboração. As consultorias vêm sobretudo de empresas estrangeiras. As universidades estão aí para reflectir os problemas que os países enfrentam e dar soluções tecnológicas, científicas e políticas”, concluiu.
Tarifaço de Trump sobre o Brasil e as consequências para o país, Campos e região Futuro da relação comercial entre Brasil x Estados Unidos Novos horizontes comerciais para o Brail e o mundo
Levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em maio fechou a R$ 2,6431/litro na “Média Brasil”, com quedas de 3,9% frente ao de abril/25 e de 7,4% em relação ao de maio/24, em termos reais (deflacionamento pelo IPCA de maio). Apesar de atípica para o período, a baixa nos valores pagos ao produtor era esperada pelos agentes do setor e ocorre em função do aumento da oferta e do enfraquecimento na demanda por lácteos na ponta final da cadeia. O volume de leite captado no campo subiu 1,13% de abril para maio. Esse crescimento foi acima do normal para o período e se deve aos maiores investimentos feitos pelos produtores, impulsionados pelas boas margens dos últimos meses. Ao mesmo tempo, o Custo Operacional Efetivo (COE) caiu 0,72% em maio, após quatro meses de alta. A queda foi puxada, principalmente, pela baixa nos preços de insumos para a alimentação do rebanho. Isso ajudou a manter a produção firme. Por outro lado, a demanda mais enfraquecida continua limitando as vendas dos derivados. Segundo pesquisas do MilkPoint, o Leite UHT tem registrado certa estabilidade nas vendas da indústria, favorecido pelos estoques mais enxutos. Já a muçarela, por sua vez, enfrenta elevados volumes estocados nas indústrias, o que mantém a pressão de baixa sobre os preços. As informações são do portal “Milkpoint” No último dia 1º de julho aconteceu mais um leilão de lácteos da plataforma GDT, que sinalizou para nova queda nos preços internacionais do leite. Rafael Mendonça tem mais detalhes direto da redação.
Pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em abril caiu 3,3%, chegando a R$ 2,7415/litro na “Média Brasil”. Ainda assim, o valor é 5,7% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.
Neste episódio do "Agro em Pauta", Ligia Pedrini recebe o economista e palestrante Antônio da Luz para uma conversa profunda sobre gestão financeira no agronegócio. Antônio compartilha sua trajetória no setor, discute a importância da capitalização, planejamento estratégico e governança para transformar fazendas familiares em empresas rentáveis. Ele ressalta como a correta administração financeira pode garantir a sobrevivência do negócio frente às oscilações de preços e desafios climáticos. A conversa aborda também a falta de educação financeira dos produtores e como estratégias adequadas podem garantir crescimento sustentável no agro. FICHA TÉCNICAApresentação: Lígia PedriniProdução: Agro ResenhaConvidado: Antonio da LuzEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do "Agro em Pauta", Ligia Pedrini recebe o economista e palestrante Antônio da Luz para uma conversa profunda sobre gestão financeira no agronegócio. Antônio compartilha sua trajetória no setor, discute a importância da capitalização, planejamento estratégico e governança para transformar fazendas familiares em empresas rentáveis. Ele ressalta como a correta administração financeira pode garantir a sobrevivência do negócio frente às oscilações de preços e desafios climáticos. A conversa aborda também a falta de educação financeira dos produtores e como estratégias adequadas podem garantir crescimento sustentável no agro. FICHA TÉCNICAApresentação: Lígia PedriniProdução: Agro ResenhaConvidado: Antonio da LuzEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O preço do leite captado em março registrou alta de 1,3%, alcançando R$ 2,8241 por litro na “Média Brasil”, segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Em valores reais, já descontada a inflação medida pelo IPCA de março, o valor é 15% superior ao observado no mesmo mês de 2024. Essa é a terceira alta mensal consecutiva, impulsionada pela maior disputa entre as indústrias pela matéria-prima. No entanto, o ritmo de valorização começa a perder força.
O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), registrou crescimento de 4,48% no quarto trimestre de 2024. Esse excelente desempenho permitiu uma reversão do movimento de queda anual que era observado até o terceiro trimestre, e, no acumulado de 2024, o PIB avançou 1,81%.
Depois de registrar quedas ao longo do último trimestre de 2024, o preço do leite ao produtor voltou a subir neste começo de 2025. A Pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em janeiro fechou a R$2,6492/litro, elevações de 2,5% em relação ao mês anterior e de 18,7% frente a janeiro/24, em termos reais.
Uma pesquisa realizada pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em dezembro/24 fechou a R$ 2,5805/litro (“Média Brasil”), queda de 2,7% em relação ao mês anterior, mas elevação de 21% frente a dezembro/23.
Como esperado pelos agentes do setor, o preço do leite captado em setembro seguiu em alta. A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que, em setembro, a “Média Brasil” fechou a R$ 2,8657/litro, 3,3% acima da do mês anterior e 33,8% maior que a registrada em setembro/23, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de setembro).
Entrevista con Rafael LLorca Catedratico Economia Aplicada Facultad d'Economia de la Universitat de Valencia (26-06-2024)
No episódio, Ana Frazão entrevista Janaína Feijó, Pesquisadora da área de Economia Aplicada do FGV IBRE, Professora do curso de Ciências Econômicas da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV EPGE), Doutora em Economia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e com atuação nas áreas de mercado de trabalho, educação e desigualdades sociais. Na conversa, a professora Janaína trata das principais preocupações da Economia do Trabalho na atualidade, das interseções entre as políticas trabalhistas e as políticas para redução de desigualdade e dos principais gargalos dos mercados de trabalho no Brasil. Dentre os temas mais específicos da conversa, destacam-se as questões de gênero e também os riscos da pejotização representado pelo crescimento desenfreado das MEIs para substituir trabalhos que antes eram realizados por meio do vínculo trabalhista. A professora também explora a questão da desregulação dos mercados de trabalho e dos desafios decorrentes das automação e das plataformas digitais, mostrando a necessidade de se encontrar arranjos que assegurem eficiência e proteção do trabalho.
Olá, hoje é dia 02 de maio de 2024, meu nome é Diego Berti, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja. De acordo com informações compiladas pelo site Ovo Online, de janeiro a março de 2024 foram alojadas 33,3 milhões de pintainhas de linhagem branca e vermelha somadas. Esse número foi 4,95% maior que o mesmo período de 2023. O total de exportações de ovos e derivados no primeiro trimestre de 2024 foi de US$ 40,3 milhões e 12 mil toneladas, de acordo com Siscomex. Comparando com o mesmo período de 2023, houve incremento de 7,5 % no volume, porém, registrou-se queda de 18,9 % na receita. Em abril de 2024 o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra retirada em Bastos/SP foi de R$ 153,13 de acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Este valor foi 16,1% menor que abril de 2023. Porém, o preço da caixa de 30 dúzias mostrou reação no primeiro quadrimestre de 2024. O preço médio da caixa de 30 dúzias em abril de 2024 foi 13,86% maior que janeiro do mesmo ano. Mesmo diante das oscilações dos preços em nível de granja, observa-se que o poder de compra do avicultor continua muito vantajoso com margens de lucro positivas, devido as reduções dos custos dos principais insumos da atividade. De acordo com dados do Cepea, em abril/2024 os preços médios do milho e do farelo de soja foram respectivamente 9% e 20,1% menores que em janeiro/24. Ainda em comparação a abril/2024, foi observado relação de troca de 5,11 kg de milho para 1 dúzia de ovos e 2,78 kg de farelo de soja para 1 dúzia de ovos, enquanto em janeiro/2024 essa relação foi de 4,09 kg/dz e 1,95 kg/dz respectivamente. Considerando a estratégia de aproveitar os melhores momentos para compra antecipada de milho e formação de estoques, tendo em vista a perspectiva de elevação dos preços deste importante insumo para avicultura de postura, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de ovos. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
Mauro Osaki, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) - 07/04/2024 by Rádio Gaúcha
As exportações brasileiras de produtos agropecuários seguem registrando bom desempenho em 2023, e a receita deste ano pode atingir novo recorde. Pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizadas com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior
Levantamento feito pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o preço médio mensal do leite cru captado por laticínios registrou a quinta queda consecutiva. De agosto para setembro, a baixa foi de 9,08%, indo para R$ 2,0509/litro na “Média Brasil” líquida. Em um ano (de setembro/22 para setembro/23), o recuo é de expressivos 31,54%, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de setembro/23).
Neste episódio, vamos discutir o fenômeno da especulação imobiliária. A região dos Inconfidentes contou com um aumento significativo nos valores dos aluguéis nos últimos anos, incluindo as cidades de Mariana e Ouro Preto. Nesse sentido, a Doutora em Economia Aplicada e docente do curso de Ciências Econômicas da UFOP, Cristiane Santos, aponta diversos fatores que reforçam esse quadro socioeconômico. Aperte o play e ouça agora!
Neste episódio, adentramos na delicada temática da economia e exploramos profundamente a crescente inquietação em relação ao seu estado atual. Nos Estados Unidos, mergulhamos nas perspectivas das taxas de juros futuras, analisando cuidadosamente as palavras proferidas pelos membros do Federal Reserve e líderes do setor bancário. Essas discussões despertam inquietações genuínas sobre o que nos aguarda nos próximos horizontes. No Brasil, em um contexto global instável, nossa política fiscal emerge como um ponto crítico de preocupação. A combinação de fatores externos, como as flutuações no preço do petróleo e as taxas de juros internacionais, adiciona uma camada adicional de incerteza à nossa própria trajetória de redução das taxas de juros. Ao longo deste episódio, exploraremos essas preocupações e desafios, oferecendo uma visão aprofundada das complexidades econômicas que podem moldar nosso futuro. Junte-se a nós enquanto navegamos por esse território repleto de incertezas e oportunidades. ➡
Agro em 3 minutos, traz o que você precisa saber para sua jornada semanal. Hoje, segunda feira, 10 de abril. - Proteína Animal - Análise de mercado atualizada elaborada pelo Cepea, centro de pesquisa vinculado à Universidade de São Paulo (Brasil) Fontes: Notícias do Agronegócio Brasileiro - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (usp.br) www.academiadoagro.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.
#180 MAP INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS COM O PROF. DR OLIVAN RABÊLONo episódio de hoje eu Prof. Rogério Coimbra, converso com o Prof. Dr. Olivan Rabêlo. Bacharel em Administração pela Universidade Estadual da Bahia, Mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional pela Universidade Estadual da Bahia e Doutor em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi docente, coordenador e diretor de Inovação e Empreendedorismo na UFMT e atualmente é docente na Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia. Atua nos temas voltados à Inovação e Eco inovação, Planejamento Estratégico e Finanças, Produção Industrial. Ele também é Professor Permanente no Curso de Mestrado Acadêmico e Profissional, e Doutorado Acadêmico do Núcleo de Pós-Graduação em Administração (NPGA-UFBA). É Líder de Grupo de Pesquisa e Pesquisador em Inovação, Tecnologia e Eco inovação (GPITEC) e também foi Diretor Técnico do FORTEC – Fórum Nacional de Inovação e Transferência de Tecnologia e atualmente é o Coordenador Regional FORTEC Nordeste. Consultor Empresarial com foco em Análise de Projetos de Investimentos (econômico-financeiro) cadastrado pelo Banco do Nordeste do Brasil - BNB (2009); Consultor credenciado pelo SEBRAE-BA (2009). Orientador de trabalhos científico em nível de Graduação e Pós-Graduação. Atualmente desenvolve pesquisa em projetos sobre impactos da Inovação e Eco inovação em Organizações. Contato do Prof. OlivanLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/olivan-s-rabeloSite Fortec: https://fortec.org.br/ Avalie o Mundo Agro Podcast no App da Apple Podcast, isso nos ajuda a crescer e melhorar. Parceiro Institucional: MOMESSO: https://momesso.ind.br/ Patrocinador: Agro-Sol Sementes: https://agrosolsementes.com.br/SIGA O MUNDO AGRO PODCAST NAS REDES SOCIAISInstagram: https://www.instagram.com/mundoagropodcast/Twitter: https://twitter.com/mundoagropodcasFacebook: https://www.facebook.com/mundoagropodcast/Youtube: https://www.youtube.com/mundoagropodcastE-MAIL E MÍDIA KITmundoagropodcast@gmail.com RECEBA ATUALIZAÇÕES POR EMAILCLIQUE AQUI LEMBRE-SE DE COMPARTILHAR ESSE PODCAST, ISSO FORTALECE O NOSSO AGRONEGÓCIO. Um Forte Abraço e nos vemos por aí...#mundoagropodcastPadrim: https://www.padrim.com.br/mundoagropodcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.
#180 MAP INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS COM O PROF. DR OLIVAN RABÊLONo episódio de hoje eu Prof. Rogério Coimbra, converso com o Prof. Dr. Olivan Rabêlo. Bacharel em Administração pela Universidade Estadual da Bahia, Mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional pela Universidade Estadual da Bahia e Doutor em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi docente, coordenador e diretor de Inovação e Empreendedorismo na UFMT e atualmente é docente na Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia. Atua nos temas voltados à Inovação e Eco inovação, Planejamento Estratégico e Finanças, Produção Industrial. Ele também é Professor Permanente no Curso de Mestrado Acadêmico e Profissional, e Doutorado Acadêmico do Núcleo de Pós-Graduação em Administração (NPGA-UFBA). É Líder de Grupo de Pesquisa e Pesquisador em Inovação, Tecnologia e Eco inovação (GPITEC) e também foi Diretor Técnico do FORTEC – Fórum Nacional de Inovação e Transferência de Tecnologia e atualmente é o Coordenador Regional FORTEC Nordeste. Consultor Empresarial com foco em Análise de Projetos de Investimentos (econômico-financeiro) cadastrado pelo Banco do Nordeste do Brasil - BNB (2009); Consultor credenciado pelo SEBRAE-BA (2009). Orientador de trabalhos científico em nível de Graduação e Pós-Graduação. Atualmente desenvolve pesquisa em projetos sobre impactos da Inovação e Eco inovação em Organizações. Contato do Prof. OlivanLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/olivan-s-rabeloSite Fortec: https://fortec.org.br/ Avalie o Mundo Agro Podcast no App da Apple Podcast, isso nos ajuda a crescer e melhorar. Parceiro Institucional: MOMESSO: https://momesso.ind.br/ Patrocinador: Agro-Sol Sementes: https://agrosolsementes.com.br/SIGA O MUNDO AGRO PODCAST NAS REDES SOCIAISInstagram: https://www.instagram.com/mundoagropodcast/Twitter: https://twitter.com/mundoagropodcasFacebook: https://www.facebook.com/mundoagropodcast/Youtube: https://www.youtube.com/mundoagropodcastE-MAIL E MÍDIA KITmundoagropodcast@gmail.com RECEBA ATUALIZAÇÕES POR EMAILCLIQUE AQUI LEMBRE-SE DE COMPARTILHAR ESSE PODCAST, ISSO FORTALECE O NOSSO AGRONEGÓCIO. Um Forte Abraço e nos vemos por aí...#mundoagropodcastPadrim: https://www.padrim.com.br/mundoagropodcast
Agro em 3 minutos, traz o que você precisa saber para sua jornada semanal. Hoje, segunda feira, 10 de abril. - Proteína Animal - Análise de mercado atualizada elaborada pelo Cepea, centro de pesquisa vinculado à Universidade de São Paulo (Brasil) Fontes: Notícias do Agronegócio Brasileiro - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (usp.br) www.academiadoagro.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agro em 3 minutos, traz o que você precisa saber para sua jornada semanal. Hoje, sábado, 08 de abril. - Milho e Soja - Análise de mercado atualizada elaborada pelo Cepea, centro de pesquisa vinculado à Universidade de São Paulo (Brasil) Fontes: Notícias do Agronegócio Brasileiro - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (usp.br)See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O preço do leite captado em novembro e pago aos produtores em dezembro caiu 6,2% (quase 17 centavos por litro) frente ao mês anterior, chegando a R$ 2,5286/litro na “Média Brasil” líquida do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.
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Acaba de sair mais um episódio da temporada de 2022 do Talking Law and Economics! Dessa vez, tratamos dos Pisos para Categorias Profissionais pela perspectiva Análise Econômica do Direito. Para conversar sobre esse assunto, nós tivemos a honra de receber Cristiano Oliveira. O Prof. Cristiano é Doutor e Mestre em Ciências Econômicas, Professor do Departamento de Economia e do Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da FURG e um grande estudioso de AED. Foi muito bom recebê-la para tratar de um tema de tamanha relevância. Não perca! Apresentação: Amanda Flávio de Oliveira e Leonardo Rigotti de Ávila e Silva.
As perspectivas de piora da economia global podem se acentuar em 2023 em razão de diferentes problemas nos Estados Unidos, na Europa e na China. No Brasil, a economia apresenta menos sobressaltos neste momento, mas o quadro tem como agravante uma forte crise social, com a qual o próximo governo terá que lidar. As avaliações foram feitas pelo pesquisador sênior da área de Economia Aplicada do FGV IBRE, Samuel Pessoa, durante entrevista à Rádio Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
pesquisadora da área de leite do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), Natália Grigol
De acordo com o Ministério da Agricultura, as exportações cresceram 30% em março e atingiram um valor recorde com faturamento de 14,53 bilhões de dólares, o equivalente a 67,93 bilhões de reais, sendo a maior renda na série histórica para o período. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo, o CEPEA-USP, nosso agronegócio representa quase a metade do PIB brasileiro, sendo que nossas maiores exportações são para a China, que representa 37% do consumo, e União Europeia, com 15%. No episódio de hoje convidamos Tiago Fischer, que é CMO da Traive, para falar sobre a transformação digital e iniciativas tecnológicas estão auxiliando no crédito e investimentos no mercado agro, mantendo o compromisso socioambiental dos produtores.
FII Fácil Entrevista: Tadeu Barreto e Guilherme Bellotti do ITAÚ#FI-AGRO #RURA11Tadeu Barreto, gestor de Agronegócios da Itaú Asset. Atua há 13 anos com análise e concessão de crédito para o agronegócio. Antes de ingressar na Itaú Asset Management em 2022, passou por bancos como Original, Santander e Fibra como líder comercial vendendo produtos e serviços financeiros para toda a cadeia agro. Atuou como head de agronegócios da Valora Gestora de Recursos e foi um dos sócios fundadores da Brave Asset, gestora com foco em crédito estruturado e com grande atuação no mercado agro. Nas gestoras por onde passou fez parte do time de gestão de fundos líquidos e fundos estruturados de crédito. Formado em Engenharia Agronômica pela ESALQ-USP, tem largo conhecimento do setor, seus desafios, particularidades e oportunidades.Guilherme Bellotti, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA, Ingressou no Itaú BBA em 2013 e, atualmente, é gerente de consultoria de agronegócio. Em sua trajetória profissional, atuou como analista no Rabobank e, antes disso, foi pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo (USP). É Economista Agrícola formado pela Esalq-USP e Mestre em Economia Aplicada pela mesma instituição. O Guilherme também possui MBA em Finanças pelo Insper.#fiifacil #cashtfacil #fiitalk #DiogoArantes #fiiflix #FIAGROEntrevista conduzida por Diogo ArantesITAÚ:https://www.itauassetmanagement.com.b...https://www.instagram.com/itauasset/---------------------------------------------------------------------------+ APP de FII - BAIXE o APPAPP Store: https://apps.apple.com/br/app/fii-f%C...Play Store: https://play.google.com/store/apps/de...
O terceiro episódio do podcast Seda de Buriti está no ar!!! Finalizando a nossa primeira temporada sobre desenvolvimento e território, convidamos o servidor público federal Antônio Carlos Galvão para um papo sobre desenvolvimento e sua relação com ciência, tecnologia e inovação. Galvão é doutor em Economia Aplicada, Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente pela Universidade Estadual de Campinas (2003), com sanduíche na Universidade de Sussex, Reino Unido. Como servidor público, Galvão atou em órgãos de planejamento e gestão estratégica como o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), onde foi diretor, além de analista de desenvolvimento científico e tecnológico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Sigam a gente no Instagram: @Sedadeburiti Mande um e-mail com sugestões, dúvidas ou críticas: gedanufabc@gmail.com Um oferecimento do Grupo de Estudos em Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste (GEDAN-UFABC) Apresentação: Beatriz Mioto Edição: Luis Gustavo Branco e Lucas Rocha Identidade visual: Anellise Yamashiro Capa: Lucas Rocha Trilha sonora: Paulo Tamaso Mioto O podcast Seda de Buriti agradece ao apoio da Pró-Reitora em Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC e do Bacharelado em Planejamento Territorial da UFABC.
Ouça a entrevista com o professor do Departamento de Economia e pesquisador do Laboratório de Economia Aplicada e Desenvolvimento Regional da UFS, Fábio Rodrigues de Moura, sobre os efeitos do reajuste no
O endividamento das famílias segue trajetória contínua e acelerada no País. No entanto, quais os seus impactos? Acompanhe com a gente!Acesse o canal do EconomicaMENTE no YouTube:http://youtube.com/economicamenteVeja o EconomicaMENTE também em Vídeot:https://youtu.be/TM8-l4ImERI_______________________________________________https://canaleconomicamente.com.br/_______________________________________________Pecege Creatorhttps://pecege.com/______________________________________________Cursos SolutiON Gestão de Cursos Sucroenergéticos http://solution.pecege.com/curso/gestao-de-custos-sucroenergeticos-on-demand?modalidade=on-demand#Gestão de Custos no Mercado de Grãos http://solution.pecege.com/curso/gestao-de-custos-no-mercado-de-graos?modalidade=on-demand#_______________________________________________Redes Sociais Haroldohttps://www.instagram.com/haroldojtorreshttps://www.linkedin.com/in/haroldojtorres_______________________________________________Sobre o HaroldoE aí, Juventude?Sou o Haroldo Torres, Economista pela Universidade de São Paulo, com mestrado e doutorado em Economia Aplicada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. Atualmente, é Gestor de projetos do PECEGE e docente da Faculdade Pecege. Também é criador e idealizador do Canal EconomicaMente.O canal surgiu da necessidade de simplificar o “economês”. Por aqui vocês encontram diversos termos e ideias para auxiliar no entendimento do tema. Sejam bem vindos!_______________________________________________Produzido por: Primeira Pessoa Produções primeirapessoa@pecege.com
Fala Juventude! Em 2021, o preço dos contratos futuros do petróleo Brent, a referência global, foi pressionado para cima, atingindo o maior valor desde outubro de 2014. Hoje vamos discutir 4 efeitos do aumento dos preços do petróleo. Acompanhe com a genteAcesse o canal do EconomicaMENTE no YouTube:http://youtube.com/economicamente_______________________________________________https://canaleconomicamente.com.br/_______________________________________________Pecege Creatorhttps://pecege.com/______________________________________________Cursos SolutiON Gestão de Cursos Sucroenergéticos http://solution.pecege.com/curso/gestao-de-custos-sucroenergeticos-on-demand?modalidade=on-demand#Gestão de Custos no Mercado de Grãos http://solution.pecege.com/curso/gestao-de-custos-no-mercado-de-graos?modalidade=on-demand#_______________________________________________Redes Sociais Haroldohttps://www.instagram.com/haroldojtorreshttps://www.linkedin.com/in/haroldojtorres_______________________________________________Sobre o HaroldoE aí, Juventude?Sou o Haroldo Torres, Economista pela Universidade de São Paulo, com mestrado e doutorado em Economia Aplicada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. Atualmente, é Gestor de projetos do PECEGE e docente da Faculdade Pecege. Também é criador e idealizador do Canal EconomicaMente.O canal surgiu da necessidade de simplificar o “economês”. Por aqui vocês encontram diversos termos e ideias para auxiliar no entendimento do tema. Sejam bem vindos!_______________________________________________Produzido por: Primeira Pessoa Produções primeirapessoa@pecege.com
Análise realizada pela revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o faturamento com os embarques brasileiros de frutas pode, enfim, atingir US$ 1 bilhão em 2021 – patamar que o setor busca alcançar desde o início dos anos 2000.
Convidados: Rodrigo Santos - Engenheiro Mecânico e gerente comercial na Bruning Tecnometal LTDA, mestre em Economia Aplicada e doutorando em desenvolvimento econômico e regional, com MBAs em Finanças e Mercados Capitais; Gestão Financeira: controladoria e auditoria, e Gestão Empresarial; Francisco Eduardo Köhler Dal Ri - Economista, assessor de investimentos, sócio da Experato investimentos, credenciado à XP investimentos e Anderson Diehl - Diretor de Marketing e Vendas com vasta experiência, 11 anos dedicados ao varejo tradicional e mais de 20 anos em vendas online.
O café está nas máximas históricas no Brasil desde de o começo da série histórica iniciada em 2001 pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, Cepea. Isso por causa da alta dos combustíveis, crise hídrica, alta do dólar e outros fatores que abordamos no episódio. Além disso, se você tem interesse em investir em commodities, contamos mais sobre esse processo no Value Tips desta semana! Para debater o tema, falamos com o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Café, Abic, Celírio Inácio; o head de produtos da Venice Investimentos, André Rolha; o diretor geral da AgResource, Raphael Mandarino; e o proprietário do café São João, Renato Rodrigues. Escute agora o Value Tips dessa semana! Baixe o app do TC no seu celular e nos siga nas redes sociais: - Instagram - Youtube - Site
O nosso tema de hoje é FINANÇAS E O MATRIMÔNIO A educação financeira nas nossas escolas é um tema recente, de forma que a carência de conhecimento na área gera reflexo negativo na vida de muitas pessoas. E, na vida do casal, não é diferente. A falta de conhecimento ou planejamento financeiro, atrelado é claro a falta do exercício das virtudes e espiritualidade, por exemplo, são fatores de atrito. Quantos casais optam mais pelo TER, do que pelo SER. Ou não sabem como construir o TER de forma equilibrada. Lembro aqui as palavras do Frei Rogério Soares: Empreender a dois se vai muito mais longe, com Deus no centro. Assim, para tratar do tema: FINANÇAS E O MATRIMÔNIO nosso convidado é Oscar André Frank Júnior, graduado em Ciências Econômicas, mestrado e Economia Aplicada, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Oscar é Economista-Chefe da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL) e Professor
Entre 2009 e 2019 foram registrados mais de 26 mil desastres naturais, o que impactou cerca de 1600 municípios todos os anos. Em 2019, por exemplo, a seca e a estiagem atingiram cerca de 450 mil pessoas no Brasil. “Muitas crianças começam a trabalhar, abandonam a escola, reduzem o tempo de estudo, o que vai agravar a vida desses indivíduos já que eles terão menor qualificação, um salário possivelmente mais baixo, o que perpetuará o quadro de pobreza já vivido na família”, diz a professora Ana Lucia Kassouf, do departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), que orientou uma pesquisa desenvolvida pela economista Bruna Alves, no mestrado em Economia Aplicada na Esalq. Confira a conversa entre o jornalista Caio Albuquerque e a economista Bruna Alves #educação #saladeaula #escola #seca #estiagem #estudantes #evasãoescolar #abandonoescolar #rendimentoescolar
Nesse episódio entrevistamos o professor e pesquisador Renan Pieiri, que nos fala um pouco a respeito do funcionamento da pesquisa em economia aplicada (sobretudo microeconomia aplicada), quais os desafios e os métodos desse tipo de pesquisa. Ficha Técnica: João Pedro Freitas - Host; Thales Vanderbilt - Entrevistador; Thales Vanderbilt - Edição; Afonso Sarmento - Design Trilha Sonora (pixabay): Frédéric Chopin Veja aqui todos os nossos episódios: https://economiamainstream.com.br/podcast/ Doe para o Economia Mainstream: https://economiamainstream.com.br/nos-apadrinhe/ Nossas redes sociais: https://linktr.ee/EcoMainstream
Que a pandemia nos fez mais dependentes da tecnologia, é óbvio; no entanto, o Fone de Ouvido se questiona se essa disseminação ocorreu de forma regular e igualitária para todos no Brasil, o qual tem passado por diversas crises em diferentes esferas da sociedade. Nesse episódio, descobrimos que a desigualdade social agrava (e muito) a defasagem tecnológica brasileira, tanto nacional, quanto internacionalmente. Sendo assim, a dúvida que nos resta responder, então, é: "Tecnologia para Quem?" Conversamos com o prof. Luís Gustavo Baricelo, mestre e doutor em Economia Aplicada pela USP; com o Fábio Storino, coordenador da TIC Domicílios, o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br); com o jornalista, sociólogo e atual Secretário de Cultura da Prefeitura de Maringá, Victor Simião (@ovictorsimiao); e o prof. Flávio Martins, mestre em educação tecnológica pela UFMG. Acesse nosso site: https://revistacomtempo.com/ E nosso facebook: https://www.facebook.com/revistacomtempo Siga nosso instagram: https://www.instagram.com/revistacomtempo/ E nosso twitter: https://twitter.com/revistacomtempo Produção: Letícia Peña, Tiago Rodrigues, Leonardo Diniz Apresentação: Caio Siqueira Edição: Carolina Vieira Arte da Capa: Camila Santaguida Trilha sonora original: Vagner Izidoro Jr.
Confira os destaques do caderno Economia do Estadão desta quarta-feira (02/12/20)See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do Brasil Latino, o jornalista Marco Piva entrevista Alexandre de Freitas Barbosa, mestre em História Econômica e doutor em Economia Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas. Ele é professor de História Econômica e Economia Brasileira e Internacional do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP - Universidade de São Paulo. Com pesquisas sobre o mercado de trabalho, desigualdade social e China, ele fala da formação econômica brasileira e latino-americana e as perspectivas atuais. Na parte musical, Astor Piazzolla, Buena Vista Social Club e Luis Miguel. O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17h, pela Rádio USP FM - 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto. Para sugestões de pauta, críticas e opiniões, escreva para ouvint@usp.br ou mande um whatsapp: (11) 97519-8382.
Ouça agora o 4º podcast sobre o Fórum Estadão de Infraestrutura. Nesta edição, a apresentadora Mafê Luvizotto destaca mais 2 palestras do primeiro painel sobre geração de empregos no setor. Armando Castelar, Coordenador de Economia Aplicada do IBRE da FGV, falou sobre o que precisa ser feito para o setor se recupere, como altos investimentos, melhorias nas questões fiscais, além de melhor escolha, sinergia de projetos e continuidade dos já existentes. Venilton Tadini, Presidente Executivo da ABDIB, a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base, compartilha da mesma opinião e reforça que a solução não está apenas na iniciativa privada.See omnystudio.com/listener for privacy information.