POPULARITY
Hoje vamos falar de uma das histórias mais obscuras e brutais da Ditadura Militar brasileira: um campo de concentração criado especificamente para indígenas, em que prisioneiros de mais de 20 etnias foram submetidos a torturas, trabalho forçado e tentativa de genocídio cultural. O Reformatório Krenak funcionou em pleno território do povo Krenak, em Minas Gerais, e representa uma página que a maioria dos brasileiros desconhece sobre os crimes da ditadura. Patrocinadores: drinko e lista secreta
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o capítulo "Democratização da TV aberta brasileira na era digital", de autoria de Eula Dantas Taveira Cabral. A discussão analisa os desafios históricos, estruturais, políticos e tecnológicos para a democratização do sistema de radiodifusão no Brasil, questionando como cinco conglomerados privados mantêm o controle sobre mais de 80% dos lares brasileiros, apesar dos avanços das plataformas digitais e do streaming. O texto aborda a trajetória da TV desde sua implantação elitista em 1949, passando pelo papel estratégico do meio durante a Ditadura Militar (1964-1985) na formação de redes nacionais, até as estratégias contemporâneas de regionalização, internacionalização e digitalização (TV 3.0). A análise critica a concentração midiática e a ambiguidade das estratégias de expansão dos grupos — que ampliam a capilaridade sem promover verdadeira autonomia local —, bem como os riscos da convergência digital para a soberania comunicacional e a disseminação de desinformação. Por fim, reflete sobre a urgência de regulamentação e políticas públicas que fortaleçam meios locais e comunitários, garantindo o cumprimento do Artigo 220 da Constituição Federal de 1988 e reafirmando a comunicação, a cultura e a informação como direitos humanos fundamentais frente à lógica mercantil dos grandes grupos.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
No marco dos 50 anos do assassinato do metalúrgico Manoel Fiel Filho, torturado até a morte no DOI-Codi em 17 de janeiro de 1976 TUTAMÉIUA entrevista o dirigente sindical José Francisco Campos, que participou na greve histórica que resultou na conquista do 13º salário no Brasil. Como diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, abonou a carteira de filiação de Manoel Fiel Filho e acompanhou a trajetória do ativista.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
TUTAMÉIA apresenta homenagem ao operário Manoel Fiel Filho realizada durante visita guiada ao DOI-Codi de São Paulo, onde há 50 anos aquele metalúrgico foi assassinado. O evento faz parte da série Visitas Mediadas, realizada pelo Núcleo de Preservação da memória Política.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Na última edição do ano do Rádio ASPUV, nós debatemos a arte como resistência, ou seja, como um instrumento de questionamentos e, consequentemente, de mudanças sociais. Também falamos sobre as políticas culturais públicas brasileiras: como elas se estruturam e se realmente dão conta da nossa diversidade.Para enriquecer o debate convidamos o professor Guilherme Marcondes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).Além disso, entrevistamos a primeira-presidente da ASPUV, Mônica Ribeiro Pirozi, que analisou as ações da seção sindical em 2025 e trouxe as perspectivas para 2026.Confira.....Dicas culturais:- Link da playlist 'Vamos à Luta!' do Rádio ASPUV.- 'Teatro Experimental do Negro: Testemunhos e Ressonâncias', livro organizado por Elisa Larkin, Jessé Oliveira e Abdias do Nascimento;- 'Festas Populares no Brasil', livro de Lélia Gonzalez;- 'Quarto de Despejo', livro de Carolina Maria de Jesus;- 'Arte Brasileira na Ditadura Militar', livro de Claudia Calirman;- 'Zero', livro de Ignácio de Loyola Brandão;- 'As Meninas', livro de Lygia Fagundes Telles;- 'Respiração Artificial', livro de Ricardo Piglia;- 'Primavera Num Espelho Partido', livro de Mario Benedetti;- 'Bacurau' e 'Aquarius', filmes de Kleber Mendonça Filho;- 'Temporada', 'No Coração do Mundo' e 'Marte Um', filmes da produtora Filmes de Plástico;- 'Da Lama ao Caos', álbum de Chico Science e Nação Zumbi;- 'Sobrevivendo no Inferno', álbum dos Racionais MC's;- 'A Mulher do Fim do Mundo', álbum de Elza Soares;- 'Duas Cidades', álbum do grupo BaianaSystem.
O episódio desta semana investiga um dos momentos mais transformadores da nossa história audiovisual: o surgimento do Cinema Novo. Em meio a um Brasil marcado por contrastes profundos — modernização acelerada de um lado, desigualdade social e instabilidade política do outro — o movimento nasceu como um rompimento radical com o cinema comercial que dominava a época.Em um primeiro momento revisitamos o contexto cultural que moldou essa revolução cinematográfica. Enquanto as chanchadas reproduziam fórmulas estrangeiras e escapistas, jovens cineastas começaram a rejeitar essa superficialidade. Inspirados pelo Neorrealismo Italiano e pela Nouvelle Vague Francesa, buscaram criar um cinema crítico, político e genuinamente brasileiro, que encarasse de frente a pobreza, a violência, a fome e a cultura popular.Rafael Arinelli recebe Fernando Machado e Wesley Fernandes para discutir como Glauber Rocha, com sua proposta de “estética da fome”, e outros nomes fundamentais transformaram a precariedade em linguagem e identidade do Cinema Novo. O trio também aborda as tensões internas do movimento — como a célebre disputa entre Glauber Rocha e Anselmo Duarte — e o impacto devastador da Ditadura Militar, cuja censura forçou rupturas, exílios e mudanças de rota.Por fim, o episódio reflete sobre a herança monumental deixada pelo Cinema Novo. Mesmo com vida curta, o movimento estabeleceu bases estéticas e políticas que definem até hoje a noção de cinema de autor no Brasil. Uma conversa essencial para compreender como a arte cinematográfica brasileira se reinventou ao olhar diretamente para sua própria realidade.• 04m32: Pauta Principal• 1h08m27: Plano Detalhe• 1h22m48: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fernando): Álbum: HASOS - Baco Exu do Blues• (Wesley): Filme: Marighella• (Wesley): Filme: O Suspeito da Rua Arlington• (Rafa): Instagram: Danilo CarneiroEdição: ISSOaí
O Autores e Livros Dose Extra desta semana volta a um dos capítulos mais marcantes da resistência estudantil durante a Ditadura Militar. Nesta edição, uma conversa com o escritor Jason Tércio sobre o livro "Sitiados – A saga do Congresso de Ibiúna em 1968" (Matrix Editora), obra que reconstrói, em detalhes, o histórico 30º Congresso da UNE. Em outubro de 1968, cerca de 800 estudantes se reuniram clandestinamente em um sítio em Ibiúna, no interior paulista, para discutir os rumos do país e articular novas estratégias de enfrentamento ao regime militar. O que seria um encontro decisivo para o movimento estudantil transformou-se em uma dramática virada histórica: o local foi cercado pela polícia, resultando na maior prisão em massa da história brasileira. Na entrevista, Jason Tércio revela como reconstruiu o episódio a partir de documentos do DOPS, depoimentos de participantes, registros da época e vasto material de pesquisa. O autor detalha os bastidores do congresso — das senhas e contrassenhas ao trabalho de infiltração policial — e apresenta os conflitos internos entre correntes da esquerda universitária. Tércio também contextualiza a tensão daquele ano emblemático, marcado pelo assassinato de Edson Luís, pela Passeata dos Cem Mil e pelo avanço da repressão. Com 296 páginas, Sitiados combina jornalismo investigativo, narrativa histórica e ritmo de suspense para mostrar o impacto da prisão em massa na vida de jovens que depois teriam papel importante na política e na cultura do país, como José Dirceu, Vladimir Palmeira e Luís Travassos.
Um grande resumo de todo o período entre 1964 a 1985! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Ditadura Militar.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- CAPELATO, Maria Helena Rolim. O golpe de 1964 e a ditadura militar. São Paulo: Editora Contexto, 2014.- FICO, Carlos. O grande irmão: da Operação Brother Sam aos anos de chumbo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004.- GASPARI, Elio. A ditadura escancarada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.- NAPOLITANO, Marcos. 1964: História do regime militar brasileiro. São Paulo: Contexto, 2014.- REIS, Daniel Aarão. Ditadura militar, esquerdas e sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2014.
As fontes fornecem uma visão abrangente do Estado Novo (1933–1974), o regime autoritário e corporativo português liderado por António de Oliveira Salazar que se estabeleceu após a Ditadura Militar de 1926. O sistema, caracterizado por ser profundamente conservador e nacionalista, centralizava o poder e promovia a ordem social através de propaganda, censura e uma severa política de repressão, simbolizada pela polícia política PIDE e pelo campo de prisioneiros do Tarrafal. Na esfera económica, o mecanismo de Condicionamento Industrial implementou um protecionismo eficaz ao dificultar a criação de novas empresas, nomeadamente estrangeiras, permitindo, contudo, a modernização das unidades industriais já instaladas. Embora fosse visto nos anos 30 como uma "Terceira Via" face ao fascismo e à democracia, o regime manteve uma ideologia imperialista rígida, defendendo o Império Colonial Português como parte inalienável da nação. Esta intransigência em relação às lutas de libertação nas colónias conduziu às Guerras Coloniais, um fator decisivo que enfraqueceu o governo de Marcelo Caetano e culminou no derrube do regime pela Revolução de 25 de Abril de 1974.
Você sabia que a Comando Vermelho se relaciona com guerrilhas comunistas da Ditadura Militar? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a História do CV, o Comando Vermelho.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- AMORIM, Carlos. Comando Vermelho: A história secreta do crime organizado. Rio de Janeiro: Record, 1993- BARBOSA, Antônio Rafael. O poder do tráfico: territórios, hierarquias e sociabilidades. Rio de Janeiro: Mauad X, 2012.- CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp, 2000.- CANO, Ignacio; LOPES, Carolina. Violência letal, renda e desigualdade social no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Laboratório de Análise da Violência (Uerj), 2017.- ZALUAR, Alba; ALVITO, Marcos (orgs.). Um século de favela. Rio de Janeiro: FGV, 1998. - INSTITUTO DE SEGURANÇA PÚBLICA (ISP-RJ). Relatório anual de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Governo do Estado, 2023.
O Autores e Livros desta semana mergulha em diferentes universos literários — do romance histórico à poesia contemporânea — com destaque para a entrevista exclusiva com o escritor Carlos Augusto Galvão, autor de “Quando caem as cinzas”. Publicado pela Editora Appris, o livro revisita um dos períodos mais sombrios da história recente do Brasil: a ditadura militar. A narrativa vai além da trajetória individual de um personagem e mostra como a repressão atingiu camponeses, civis e militantes que ousaram se opor ao regime. Galvão fala sobre o processo de escrita, suas inspirações e a importância de revisitar o passado para compreender o presente. O programa também traz uma viagem literária pela Região Norte do Brasil com o livro “À Beira do Araguaia”, de Francisco Neto Pereira Pinto — uma coletânea de contos que mistura memória, poesia e denúncia ambiental, tendo o rio Araguaia como cenário simbólico. A escritora Tatielle Katluryn aparece na sequência com o romance “Se o dia não estiver sorrindo”, uma história sensível sobre amor, perdão e recomeço ambientada entre a Califórnia e Seul. A jornalista Ana Beatriz Santos apresenta novas dicas de literatura infantil com títulos que falam de sustentabilidade, empatia e o valor das pausas na vida cotidiana. E, para fechar, o quadro Encantos de Versos, presta homenagem à poetisa portuguesa Maria Teresa Horta, falecida em fevereiro de 2025. O programa relembra poemas da autora, ícone do feminismo literário e uma das integrantes do histórico trio “As Três Marias”.
Durante dois dias, especialistas brasileiros e franceses se reúnem no Fórum do Amanhã Paris 2025, aberto nesta segunda-feira (29), no Hôtel de l'Industrie, no centro da capital francesa. O evento discute temas como biodiversidade, mudanças climáticas, saúde, povos indígenas e movimentos sociais. A troca de experiências visa ampliar a cooperação entre os dois países, por meio de conferências, apresentações de pesquisas, livros, exposições, filmes e shows. Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris Os convidados são profissionais que celebram a relação de mais de duzentos anos entre o Brasil e a França, como explica Sophie Tzitzichvili, fundadora da Associação "Os Aprendizes da Esperança" e diretora artística do Fórum do Amanhã Paris. "Nós somos estrangeiros, e o estrangeiro vai ser sempre visto como um colonizador. Não há a menor dúvida. Porém, é uma questão de consciência, de respeito e de postura: de se colocar à disposição das populações, e não o contrário." O impacto social de empresas francesas no Brasil e a cooperação bilateral em ensino superior estiveram entre os temas de destaque. Uma das mesas-redondas tratou da formação de jovens pesquisadores. Doutor em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Everton Viera Barbosa é pesquisador na Universidade Sorbonne Paris-Nord. "Eu vim falar sobre um projeto do qual faço parte, chamado 'Arquétipo Transatlântico', submetido no ano passado por uma equipe brasileira e francesa de pesquisadores e historiadores de diversas universidades, no quadro de um projeto do CAPES-COFECUB", explica em entrevista à RFI. "É um projeto que começou este ano e que trata das relações entre intelectuais brasileiros e franceses em relação à História, dentro da Escola dos Annales e de Frankfurt. Então, há uma relação entre França, Brasil e Alemanha, no período que vai de 1945, após a Segunda Guerra Mundial, até 1968, quando ocorreram as manifestações estudantis de maio na França e, no Brasil, o AI-5, durante a Ditadura Militar", diz. Estatisticamente, há mais estudantes brasileiros em universidades francesas do que o contrário. No período 2023-2024, eram 5.527 brasileiros no ensino superior na França, contra 238 franceses em instituições de educação brasileiras. Em 2020, a França foi o sétimo país mais procurado por estudantes brasileiros. No topo da lista estão Argentina, Portugal e Estados Unidos. Entre as dificuldades para o intercâmbio acadêmico estão o financiamento, os custos de logística e mobilidade, os vistos e as diferenças linguísticas. Os temas mais abordados por pesquisadores brasileiros na França são biodiversidade, mudanças climáticas, gestão de recursos naturais, agricultura e saúde. Serge Borg, ex-adido de cooperação linguística e educativa da Francofonia no Brasil e professor da Universidade Marie e Louis Pasteur, de Besançon, destaca que França e Brasil têm uma parceria sólida e duradoura. "É uma cooperação ampla, rica, sustentada pelas Secretarias de Educação de cada estado. Temos vários programas de promoção, bolsas acadêmicas e, por enquanto, a francofonia no Brasil está em ótima posição, apesar da concorrência com o espanhol e o inglês", diz. "Não podemos esquecer que o país com o qual a França tem a maior fronteira é o Brasil, com a Amazônia. Então, há problemáticas conjuntas dos dois lados da fronteira, e esta é uma parceria durável", acrescenta Serge Borg. .Outro painel foi dedicado às parcerias em inovação tecnológica e fitoterapia. O encontro explorou o potencial da medicina brasileira, nascida do encontro entre povos indígenas, europeus e africanos, integrando plantas medicinais, rituais e experiência cotidiana. Entre as empresas participantes está o laboratório francês Apis Flora, que produz própolis em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, desde 2017, tornando-se o principal produtor desse produto originário de abelhas no Brasil. O grupo que atua em quase 40 países, tem um faturamento anual de R$ 120 milhões no Brasil, onde a empresa cresceu 160% nos últimos três anos. "O Brasil, hoje em dia, é uma filial e um país muito importante, que nos permite ter um abastecimento de matéria-prima e plantas que são especialidades do grupo", disse Stéphane Lehning, presidente do laboratório Apis Flora, em entrevista à RFI. A empresa Meu Amour Brasil produz peças com uso do Capim Dourado, que nasce no Jalapão. "É um artesanato que preserva a natureza e que é um tesouro do Brasil, que tem que ser conhecido pelo mundo", diz a fundadora da empresa, Isabela Cardoso. As discussões ao longo desses dois dias resultarão em um documento destacando os principais temas e desafios para o futuro, que poderá ser compartilhado com órgãos públicos e privados. O encontro ganha mais relevância às vésperas da COP 30 no Brasil. Um desfile de moda e um concerto de choro encerram a programação do Fórum do Amanhã Paris 2025.
João Baptista Figueiredo, último presidente do regime militar, ingressou na carreira política ao ser nomeado secretário geral do Conselho de Segurança Nacional do governo de Jânio Quadros. Participou do golpe militar de 1964 e, em seguida, passou a chefiar o Serviço Nacional de Informações (SNI) no Rio de Janeiro. Entre 1966 e 1967, comandou a Força Pública de São Paulo e, depois, o 1º Regimento de Cavalaria de Guardas. Ainda em 1969, foi chefe do Estado-maior do 3º Exército.Em 1978, foi eleito presidente pelo Colégio Eleitoral. Ao tomar posse, disse que faria do Brasil uma democracia. Durante seu mandato, ocorreram vários atentados terroristas, atribuídos a setores ligados aos militares linha dura, descontentes com a abertura política promovida por seu governo. O mais famoso foi o no Riocentro, em 1981. No plano econômico, sua gestão enfrentou uma grave crise econômica.Em 1984, após o fracasso das Diretas Já no Congresso Nacional, ocorreu a primeira eleição civil para presidente desde 1964. Tancredo Neves derrotou Paulo Maluf, candidato da ditadura, mas faleceu antes da posse. José Sarney assumiu o cargo. Figueiredo faleceu em dezembro de 1999.Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com outras pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Encontro voces na próxima história. Até lá! (Tania Barros)Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com
Olá, ouvintes! Neste episódio, falamos a respeito uma questão que muitas vezes gera dúvidas: como se referir ao período de governos autoritários que se sucederam no Brasil entre 1964 e 1985? Foi um regime militar, uma ditadura militar ou uma ditadura civil-militar? Para refletir a respeitod estas questões, contamos a história deste debate, que remonta aos primeiros anos da tomada de poder pelos militares e ainda segue em voga nos debates acadêmicos e políticos do presente. Achou interessante? Então, coloque o fone e dê o play no novo episódio do Estação Brasil!Se você gostou, considere apoiar nosso trabalho para manter o Estação no ar:Pix: estacaobrasilfm@gmail.comTorne-se membro: apoia.se/estacaobrasilfm
Estreia nesta quinta (10) em diversas cidades do país o documentário Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá, de Sueli Maxacali. O longa retrata a busca da própria diretora para encontrar Luiz Kaiowá, pajé que foi sequestrado de sua terra de origem no período da Ditadura Militar, quando a filha ainda era criança. É a Sueli quem Conversa Bem Viver
TUTAMÉIA apresenta a íntegra da votação da Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania que concedeu, em 22 de maio de 2025, a anistia política à ex-presidenta Dilma Rousseff e fez um pedido de desculpas pela perseguição e tortura realizada pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar.“Esta comissão, pelos poderes que lhe são conferidos, lhe declara [Dilma Vana Rousseff] anistiada política brasileira e, em nome do Estado brasileiro, lhe pede desculpas por todas as atrocidades que lhe causou o estado ditatorial; causou à senhora, a sua família, aos seus companheiros de luta e, ao fim e ao cabo, a toda a sociedade brasileira”, disse a presidente da comissão, a procuradora federal aposentada Ana Maria Oliveira. “Nós queremos também lhe agradecer pela sua incansável luta pela democracia brasileira, pela sua incansável luta pelo povo brasileiro”, acrescentou ela.O pedido de anistia foi enviado por Dilma pela primeira vez em 2002, quando a Comissão de Anistia foi criada, mas o processo foi suspenso a pedido dela enquanto ocupava os cargos de ministra de Estado e de presidente da República. Em 2016, ele voltou à tramitação e, em 2022, no governo Bolsonaro, Dilma teve o pedido negado. A ex-presidenta, então, entrou com recurso.“Durante o período da ditadura, a requerente dedicou-se à defesa da democracia, da igualdade, da educação estudantil e dos direitos sociais, por meio de intensa atividade política e de oposição aos abusos cometidos pelo regime militar. Por tais motivos foi perseguida, monitorada por 20 anos, expulsa do curso universitário, demitida, além de ter sido presa e severamente torturada”, diz o pedido de Dilma, que foi lido pelo relator do caso na comissão, Rodrigo Lentz.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...Economia, política, cultura, saúde e esporte, entrevistas com Chomsky, Lula, Dilma, Safatle, Conceição Evaristo, Boulos, Maria Rita Kehl, José Carlos Dias, João Pedro Stedile, Ailton Krenak, Nita Freire, Bresser-Pereira, Manuela Carneiro da Cunha, Zé Celso, Sérgio Ricardo e muitos outros.
TUTAMÉIA entrevista Flora Daemon, professora de Jornalismo do Departamento de Letras e Comunicação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e o premiado cineasta Chaim Litewski, diretor do documentário “Cidadão Boilesen”. Flora é uma das autoras do livro “A Serviço da Repressão: Grupo Folha e Violações de Direitos na Ditadura”, em que se baseia a série “Folha Corrida”, dirigida por Chaim.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
No episódio desta sexta-feira (21/03) do 20 Minutos, programa diário do canal Opera Mundi, recebemos a professora Tessa Moura Lacerda, filha de Gildo Macedo Lacerda e autora de “Pela memória de um paí[s] - Gildo Macedo Lacerda, presente!, para uma entrevista emocionante e necessária sobre a Ditadura Militar no Brasil e a importância de manter viva a memória desse período sombrio de nossa história.Gildo Macedo Lacerda, cuja trajetória de luta e resistência contra o regime militar é um símbolo de coragem e dignidade, é lembrado aqui não apenas como um nome, mas como uma voz que ecoa na luta por justiça e verdade. Tessa compartilha conosco histórias pessoais, reflexões sobre o legado de seu pai e a urgência de não esquecermos os crimes cometidos durante a ditadura, especialmente em um momento em que setores da sociedade tentam reescrever ou apagar essa história.Este vídeo é um convite à reflexão sobre o passado e ao compromisso com a democracia, os direitos humanos e a justiça social. A entrevista reforça a importância de combater o revisionismo histórico e de honrar a memória de todos que resistiram à opressão.
Em Março de 1985, com a tomada de posse de José Sarney, o Brasil colocava um ponto final na ditadura militar que dominava o país desde os anos 60. Esta é a história da sua transição para a democraciaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta segunda-feira (17/03) do 20 Minutos, programa de entrevistas diário do Opera Mundi, recebemos a historiadora Mariana Joffily para discutir um tema crucial que ela aborda em seu novo livro: Quem foram os torturadores da ditadura militar no Brasil? Mariana desvenda os mecanismos de repressão, os agentes envolvidos e as estruturas que permitiram a violação sistemática dos direitos humanos durante os anos de chumbo (1964-1985).Este vídeo é essencial para quem busca entender as raízes da violência de Estado, as marcas deixadas pelo regime militar e como esses fatos históricos ecoam até os dias atuais. Com uma análise crítica e embasada, Mariana Joffily nos ajuda a refletir sobre a importância da memória, da justiça e da luta contra o apagamento histórico.
O Lado B recebe Lucas Pedretti, historiador, sociólogo e escritor, para uma conversa sobre a Ditadura Militar, na esteira do sucesso do filme "Ainda Estou Aqui". A importância da obra para a recuperação da causa, a (re)criação de uma memória crítica sobre o período, a relação do Governo Lula III com o episódio após o silêncio em 2024 e outros aspectos da Ditadura que não estão no filme.
Um ex-deputado e engenheiro que teve a sua vida e a de sua família interrompida pela Ditadura Militar. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a vida e a trajetória de Rubens Beyrodt Paiva.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja!www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- BRANCO, Carlos Castelo. 1976. Os militares no Poder. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.- D'Araujo, Maria Celina; Soares, Gláucio Ary Dillon; Castro, Celso. 1994. Os anos de chumbo: a memória militar sobre a repressão. Rio de Janeiro: Relume Dumara.- DREIFUSS, René Armand, 1981, 1964; a conquista do Estado: ação política, poder e golpe de classe. Petrópolis: Vozes.
Além de sobreviver ao regime militar, a psicanálise brasileira floresceu durante a ditadura. Esse aparente paradoxo foi um dos pontos de partida da pesquisa de doutorado de Rafael Alves Lima, professor colaborador da USP. O trabalho, publicado sob o título "Psicanálise na Ditadura (1964-1985)", compõe uma história do campo psicanalítico do país nessas três décadas, além de investigar sua configuração às vésperas do golpe de 1964. O pesquisador discute, por exemplo, as estratégias que um grupo de psicanalistas de São Paulo empregou para projetar uma imagem de prestígio e questiona o conformismo que dominou boa parte dos consultórios durante a ditadura, apesar de os militares não enxergarem os psicanalistas como uma ameaça. Neste episódio, o autor aborda a imagem pop de Freud e da psicanálise no Brasil em pleno regime militar e debate a hipótese de que o boom do campo nos anos 1970 está relacionado a mudanças mais amplas nas formas de nomear o sofrimento psíquico: em uma sociedade que se transformava muito intensamente, a psicanálise e outras terapias ofereciam uma nova gramática tanto para conceber o mundo quanto para se entender nele. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um representante renegado e um garoto propaganda acidental. No primeiro ato: a cara do Brasil, sob céu africano. Por Ana Paula Rocha. No segundo ato: um faz de contas estatal. Por Natália Silva. Conheça o podcast Fio da Meada, novo original da Rádio Novelo, em que Branca Vianna conversa com convidados que têm o que dizer sobre os mais diversos assuntos, pra inspirar você a tecer seu próprio ponto de vista. Toda segunda-feira no Spotify e nos outros apps de áudio: https://encurtador.com.br/WUDSO Palavras-chave: Itamaraty, Quixote nas trevas, Raymundo Souza Dantas, racismo, diplomacia, Amazônia, Transamazônica, Juarez Transamazônico, Ditadura Militar, Nordeste, Norte. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Editorial: STF imita ditadura militar ao perseguir Marcel van Hattem
Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.
Reverenciado na academia brasileira, mas bastante odiado por questões políticas e ideológicas - majoritariamente por aqueles que não o leram - Paulo Freire é um dos acadêmicos brasileiros mais lidos e admirados no exterior. Suas metodologias, consideradas muito eficientes e inovadoras para a época, foram consideradas subversivas no contexto da Ditadura Militar, o que levou o educador a anos de exílio em diferentes países. Convidamos a Profª Joana Salém Vasconcelos para conversar sobre a trajetória de vida de Paulo Freire, seus métodos e as críticas que seu trabalho recebe, tanto de acadêmicos sérios que questionam os limites de seu trabalho quanto daqueles que o odeiam sem conhecer seus escritos.
Episódios agora todas as segundas e quintas-feiras ao meio-dia. Para mais informações sobre nosso trabalho, acesse o link: https://bio.link/cdossos
Em 1964, o presidente do Brasil João Goulart foi destituído do seu cargo por um golpe de Estado que instaurou a ditadura militar brasileira, um regime repressivo que duraria mais de duas décadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Olá, ouvintes! Neste episódio, falamos sobre a prática de terrorismo de Estado pelos governos da ditadura militar, com foque especial no uso de extrema violência nos atentados contra os ditos "inimigos internos". Abordamos desde a construção da lógica de "inimigo interno", passamos pela trajetória de Silvio Frota como líder mais extremista da ditadura, destrinchamos alguns dos principais atentados cometidos durante os anos de autoritarismo, e terminamos falando sobre a nossa transição inacabada à democracia. Afinal, o quanto os militares ainda tutelam a nossa democracia? Se você gostar do conteúdo do episódio, considere tornar-se um apoiador e/ou contribuir de alguma forma para manter o Estação no ar. Pix: estacaobrasilfm@gmail.com Ou torne-se membro em: apoia.se/estacaobrasilfm
O Fronteiras no Tempo: Giro Histórico conta em seu 18º episódio com a participação da historiadora Flávia Ferro e do Beraba, que abordam temas relacionados aos 60 anos do Golpe de 1964 e da Ditadura Civil-Militar. Flávia nos contará uma história pouco conhecida que se refere as divergências internas das forças armadas durante a Ditatura que envolveu planejamento de atentando terrorista e, também, sobre parte da trajetória política do brigadeiro Eduardo Gomes. Na sequência Beraba faz uma síntese importante sobre o papel dos estudantes em todo o processo ditatorial: da adesão as reformas de base proposta por João Goulart, passando pela emancipação e posterior perseguição à UNE chegando à participação destes jovens em movimentos de resistência ao regime de exceção e suas barbáries. Arte da Capa MENCIONADO NO EPISÓDIO Perfil da Flávia Ferro no Instagram Trilogia sobre a Ditadura Civil-Militar Brasileira Fronteiras no Tempo #21 – Golpe de 1964 Fronteiras no Tempo #22 – Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #24: Fim da Ditadura Civil-Militar Outros episódios relacionados ao tema Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #50 Museu do Trabalho e dos Direitos Humanos Memória da Ditadura Civil Militar Brasileira – 27 Borean (Spin#1926 – 25/02/2023) Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Fronteiras no Tempo: Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Contrafactual #32: E se não tivesse havido Ditadura Militar no Brasil? Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #18 As dissidências militares e a resistência dos estudantes. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Flávia Ferro e Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 30/04/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62336&preview=true Expediente Produção Geral e Host: C. A. Arte do Episódio: Marcelo Beraba. Edição: C. A. Trilha sonora utilizada Birds – Corbyn Kites Wolf Moon – Unicorn Heads Dance, Don't Delay de Twin Musicom é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Fonte: http://www.twinmusicom.org/song/303/dance-dont-delay Artista: http://www.twinmusicom.org Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade Alves See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Fronteiras no Tempo: Giro Histórico conta em seu 18º episódio com a participação da historiadora Flávia Ferro e do Beraba, que abordam temas relacionados aos 60 anos do Golpe de 1964 e da Ditadura Civil-Militar. Flávia nos contará uma história pouco conhecida que se refere as divergências internas das forças armadas durante a Ditatura que envolveu planejamento de atentando terrorista e, também, sobre parte da trajetória política do brigadeiro Eduardo Gomes. Na sequência Beraba faz uma síntese importante sobre o papel dos estudantes em todo o processo ditatorial: da adesão as reformas de base proposta por João Goulart, passando pela emancipação e posterior perseguição à UNE chegando à participação destes jovens em movimentos de resistência ao regime de exceção e suas barbáries. Arte da Capa MENCIONADO NO EPISÓDIO Perfil da Flávia Ferro no Instagram Trilogia sobre a Ditadura Civil-Militar Brasileira Fronteiras no Tempo #21 – Golpe de 1964 Fronteiras no Tempo #22 – Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #24: Fim da Ditadura Civil-Militar Outros episódios relacionados ao tema Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #50 Museu do Trabalho e dos Direitos Humanos Memória da Ditadura Civil Militar Brasileira – 27 Borean (Spin#1926 – 25/02/2023) Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Fronteiras no Tempo: Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Contrafactual #32: E se não tivesse havido Ditadura Militar no Brasil? Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #18 As dissidências militares e a resistência dos estudantes. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Flávia Ferro e Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 30/04/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62336&preview=true Expediente Produção Geral e Host: C. A. Arte do Episódio: Marcelo Beraba. Edição: C. A. Trilha sonora utilizada Birds – Corbyn Kites Wolf Moon – Unicorn Heads Dance, Don't Delay de Twin Musicom é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Fonte: http://www.twinmusicom.org/song/303/dance-dont-delay Artista: http://www.twinmusicom.org Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade Alves See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Ditadura Militar durou 21 anos após João Goulart sofrer um golpe. Mas afinal, como que esse golpe aconteceu? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: - ALENCASTRO, Luiz Felipe de. 2014. "O golpe de 1964 e o voto popular". Novos Estudos Cebrap, n. 98. São Paulo, mar. 2014. - ANTUNES, Priscila. 2008. "Ditaduras militares e institucionalização dos serviços de informações na Argentina, no Brasil e no Chile". In Fico, Carlos; Ferreira, Marieta de Moraes; Araújo, Maria Paula; Quadrat, Samantha Viz (orgs.). Ditadura e democracia na América Latina: balanço histórico e perspectivas. Rio de Janeiro: FGV. - BRANCO, Carlos Castelo. 1976. Os militares no Poder. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. - CHAGAS, Carlos. 2014. A ditadura militar e os golpes dentro do golpe, 1964-1969. Rio de Janeiro: Record. - D'Araujo, Maria Celina; Soares, Gláucio Ary Dillon; Castro, Celso. 1994. Os anos de chumbo: a memória militar sobre a repressão. Rio de Janeiro: Relume Dumara. - DREIFUSS, René Armand, 1981, 1964; a conquista do Estado: ação política, poder e golpe de classe. Petrópolis: Vozes. - PEREIRA, Jorge. 2011. João Goulart: uma biografia, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira
VÍTOR SOARES e GIOVANNI ARCENO são historiadores e escritores. Eles escreveram juntos o livro-jogo “O PORÃO”, que é uma história ambientada na Ditadura Militar. O Vilela nunca apoiou a ditadura, mas se entupia de azulzinha.
Olá, ouvintes! No terceiro episódio da nossa série sobre os crimes da ditadura militar vamos falar sobre as práticas de corrupção. Falaremos a respeito das imbricadas relações entre empreiteiras nacionais e os governos militares, que indicam o uso da máquina pública para favorecimento destes grupos em diversas obras no Brasil e no estrangeiro. Abordaremos também as corrupções no campo político, que visaram favorecer os membros do partido de apoio da ditadura, a Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Sendo assim, escute esse episódio para saber mais sobre uma ditadura que foi corrupta e corruptora. Se você gostar do conteúdo do episódio, considere tornar-se um apoiador e/ou contribuir de alguma forma para manter o Estação no ar. Pix: estacaobrasilfm@gmail.com Ou torne-se membro em: apoia.se/estacaobrasilfm
O Fronteiras no Tempo: Giro Histórico conta em seu 17º episódio com a participação das historiadoras Aline Lima e Isa Soares, que abordam temas relacionados aos 60 anos do Golpe de 1964 e da Ditadura Civil-Militar. Aline Lima conta a trajetória do espaço dedicado a memória do general Castelo Branco, primeiro presidente do regime de exceção, e, especialmente, sobre os novos significados dessa memória em nossos dias. Na sequência Isa Soares, que também é atriz e tem forte ligação com o teatro, descreve uma faceta da obra pouco conhecida do dramaturgo Plínio Marcos, que era voltada ao público infantil. Porém, nada no teatro de Plínio era ingênuo ou despretensioso, muito pelo contrário, pois em peças voltadas as crianças ele trazia importante reflexões e críticas sobre a ditadura. Arte da Capa Arte da Capa: Marcelo Beraba MENCIONADO NO EPISÓDIO Entrevista da Aline Lima para o Historicidade Fronteiras no Tempo: Historicidade #42 Engenheiros e o combate a seca Trilogia sobre a Ditadura Civil-Militar Brasileira Fronteiras no Tempo #21 – Golpe de 1964 Fronteiras no Tempo #22 – Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #24: Fim da Ditadura Civil-Militar Outros episódios relacionados ao tema Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #50 Museu do Trabalho e dos Direitos Humanos Memória da Ditadura Civil Militar Brasileira – 27 Borean (Spin#1926 – 25/02/2023) Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Fronteiras no Tempo: Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Contrafactual #32: E se não tivesse havido Ditadura Militar no Brasil? Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #17 Mausoléu Castelo Branco e as resistências de Plínio Marcos. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Aline Lima e Isa Soares. [S.l.] Portal Deviante, 16/04/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62190&preview=true Expediente Produção Geral e Host: C. A. Arte do Episódio: Marcelo Beraba. Edição: C. A. Trilha sonora utilizada Birds – Corbyn Kites Wolf Moon – Unicorn Heads Dance, Don't Delay de Twin Musicom é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Fonte: http://www.twinmusicom.org/song/303/dance-dont-delay Artista: http://www.twinmusicom.org Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade AlvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Fronteiras no Tempo: Giro Histórico conta em seu 17º episódio com a participação das historiadoras Aline Lima e Isa Soares, que abordam temas relacionados aos 60 anos do Golpe de 1964 e da Ditadura Civil-Militar. Aline Lima conta a trajetória do espaço dedicado a memória do general Castelo Branco, primeiro presidente do regime de exceção, e, especialmente, sobre os novos significados dessa memória em nossos dias. Na sequência Isa Soares, que também é atriz e tem forte ligação com o teatro, descreve uma faceta da obra pouco conhecida do dramaturgo Plínio Marcos, que era voltada ao público infantil. Porém, nada no teatro de Plínio era ingênuo ou despretensioso, muito pelo contrário, pois em peças voltadas as crianças ele trazia importante reflexões e críticas sobre a ditadura. Arte da Capa Arte da Capa: Marcelo Beraba MENCIONADO NO EPISÓDIO Entrevista da Aline Lima para o Historicidade Fronteiras no Tempo: Historicidade #42 Engenheiros e o combate a seca Trilogia sobre a Ditadura Civil-Militar Brasileira Fronteiras no Tempo #21 – Golpe de 1964 Fronteiras no Tempo #22 – Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #24: Fim da Ditadura Civil-Militar Outros episódios relacionados ao tema Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #50 Museu do Trabalho e dos Direitos Humanos Memória da Ditadura Civil Militar Brasileira – 27 Borean (Spin#1926 – 25/02/2023) Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Fronteiras no Tempo: Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Contrafactual #32: E se não tivesse havido Ditadura Militar no Brasil? Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #17 Mausoléu Castelo Branco e as resistências de Plínio Marcos. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Aline Lima e Isa Soares. [S.l.] Portal Deviante, 16/04/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62190&preview=true Expediente Produção Geral e Host: C. A. Arte do Episódio: Marcelo Beraba. Edição: C. A. Trilha sonora utilizada Birds – Corbyn Kites Wolf Moon – Unicorn Heads Dance, Don't Delay de Twin Musicom é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Fonte: http://www.twinmusicom.org/song/303/dance-dont-delay Artista: http://www.twinmusicom.org Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade AlvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Olá, ouvintes! Neste episódio, seguimos com a nossa série sobre os crimes da ditadura militar, abordando a temática dos desaparecimentos forçados. Este tipo de crime foi comum em diversas ditaduras na história da humanidade, mas, no contexto brasileiro da ditadura militar, temos características específicas. Sendo assim, vamos abordar deste a conceituação de desaparecimento forçado, as técnicas que a ditadura usava para realizar os desaparecimentos, e vamos narrar alguns casos para melhor compreender o fenômeno. Achou interessante? Bote o fone e dê o play! Se você gostar do conteúdo do episódio, considere tornar-se um apoiador e/ou contribuir de alguma forma para manter o Estação no ar. Pix: estacaobrasilfm@gmail.com Ou torne-se membro em: apoia.se/estacaobrasilfm
Nos versos da canção do Racionais MC's ouvimos que revolução no Brasil tem um nome: Carlos Marighella. “As mil faces de um homem leal”, título da música, serve de inspiração para a conversa que tivemos com o pesquisador Ygor Pires, atualmente doutorando na UERJ, sobre este líder político assassinado pelo Estado enquanto lutava contra a opressão da ditadura civil-militar brasileira. Na entrevista falamos sobre as relações entre Cinema e História, sobre a vida de Marighella e, especialmente, sobre as repercussões da produção do filme sobre ele, lançado em 2019, com Seu Jorge no papel principal e a direção de Wagner Moura. Compreender as interseções entre estes temas é fundamental neste momento em que relembramos os 60 anos do golpe e, ainda, para que possamos ter papel mais ativo nos debates sobre a memória da ditadura, evitando que sejam apagadas as lutas das inúmeras vítimas que pereceram nas mãos do regime militar. Arte da Capa Arte da Capa: Danilo Pastor INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com Saiba mais do nosso convidado Ygor Pires Monteiro Currículo Lattes Contato: ygor_pires01@hotmail.com Redes sociais: Instagram @ygorpiresm Site Nosso Cinema - críticas de cinema. Divulgação da produção do convidado MONTEIRO, Ygor. P. (2018). Lúcia Murat: trajetos de uma vida pela ditadura civil-militar – sensibilidades cinematográficas e história pública (1989-2012). Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, Brasil. Disponível: https://app.uff.br/riuff;/handle/1/13429 MONTEIRO, Ygor P. Possibilidades de estudos de recepção na interface história e cinema: a dimensão da internet. In: 2022: ANAIS do XIII Encontro Estadual da ANPUH - GO: História, Crise Ambiental e Vulnerabilidades Sociais, 2022, Goiânia. REPOSITÓRIO DE ANAIS DA ANPUH-GO, 2022. Disponível: https://anpuhgoias.com.br/periodicos/index.php/caliandra/article/view/53 MONTEIRO, Ygor P.. A recepção do filme 'Marighella' nas redes virtuais: disputas de narrativas sobre a ditadura civil-militar. In: Anpuh - 31º Simpósio Nacional de História, 2021, Rio de Janeiro. Cinema, historiografia e cultura visual, 2021. Disponível: https://www.snh2021.anpuh.org/site/anais MONTEIRO, Ygor P. Likes, dislikes e views: reflexões sobre linguagens e narrativas dos meios virtuais para a pesquisa histórica. Revista Historiar, [S. l.], v. 14, n. 26, p. 133–149, 2022. Disponível em: //historiar.uvanet.br/index.php/1/article/view/383. MONTEIRO, Ygor P. Contextos, narrativas e recepções do filme Marighella: o micro e o macro no Brasil contemporâneo. Temporalidades –Revista de História, ISSN 1984 - 6150, Edição 37, v. 14, n. 1 (Jan./Ago. 2022). Disponível: https://periodicos.ufmg.br/index.php/temporalidades/article/view/39219 MONTEIRO, Ygor P.. Pensando a trajetória de Carlos Marighella na biografia jornalística e no cinema documentário. In: ANAIS da XV Semana de História Política da UERJ: O legado freiriano para o século XXI - interfaces entre história política e história pública, 2022, Rio de Janeiro. Disponível: https://www.semanadehistoriapoliticauerj.com/2021 Indicações de referências sobre o tema abordado BAMBA, Mahomed. A recepção cinematográfica. Teoria e estudos de caso. Salvador: EDUFBA, 2013 ELSAESSER, Thomas; HAGENER, Malte. Teoria do cinema: Uma introdução através dos sentidos. Campinas: Papirus, 2018 FERRO, Marc. Cinema e história. São Paulo: Paz e Terra, 2010. KRISTIAN, Feigelson; FRESSATO, Soleni B.; NÓVOA, Jorge Luiz B. (orgs.) Cinematógrafo: um olhar sobre a história. Salvador: EDUFBA, 2009 MAGALHÃES, Mário. Marighella: o guerrilheiro que incendiou o mundo. RJ: Companhia das Letras, 2012 MÜLLER, Angélica; IEGELSKI, Francine (orgs.). História do tempo presente: mutações e reflexões. RJ: FGV, 2022 NICHOLS, BILL. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus Editora, 2007 RIDENTI, Marcelo. O fantasma da revolução brasileira. São Paulo: Editora UNESP, 2010 ROSENSTONE, Robert. A história nos filmes, os filmes na história. SP: Paz e Terra, 2010. STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. 5ª ed. São Paulo: Papirus, 2013. XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: A opacidade e a transparência. SP: Paz e Terra, 2008. XAVIER, Ismail (org.). A experiência do cinema. SP: Paz e Terra, 2018. Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Episódios Relacionados Trilogia sobre a Ditadura Civil-Militar Brasileira Fronteiras no Tempo #21 – Golpe de 1964 Fronteiras no Tempo #22 – Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #24: Fim da Ditadura Civil-Militar Outros episódios relacionados ao tema Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #50 Museu do Trabalho e dos Direitos Humanos Memória da Ditadura Civil Militar Brasileira – 27 Borean (Spin#1926 – 25/02/2023) Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Fronteiras no Tempo: Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Contrafactual #32: E se não tivesse havido Ditadura Militar no Brasil? Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #55 Carlos Marighella, Cinema e HIstória. Locução: Marcelo de Souza e Silva e Ygor Pires Monteiro [S.l.] Portal Deviante, 09/04/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62118&preview=true Expediente Arte da vitrine: Danilo Pastor; Edição: Talk'nCast; Roteiro: Marcelo Beraba e C. A. Apresentação: Marcelo Beraba. Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade Alves See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos versos da canção do Racionais MC's ouvimos que revolução no Brasil tem um nome: Carlos Marighella. “As mil faces de um homem leal”, título da música, serve de inspiração para a conversa que tivemos com o pesquisador Ygor Pires, atualmente doutorando na UERJ, sobre este líder político assassinado pelo Estado enquanto lutava contra a opressão da ditadura civil-militar brasileira. Na entrevista falamos sobre as relações entre Cinema e História, sobre a vida de Marighella e, especialmente, sobre as repercussões da produção do filme sobre ele, lançado em 2019, com Seu Jorge no papel principal e a direção de Wagner Moura. Compreender as interseções entre estes temas é fundamental neste momento em que relembramos os 60 anos do golpe e, ainda, para que possamos ter papel mais ativo nos debates sobre a memória da ditadura, evitando que sejam apagadas as lutas das inúmeras vítimas que pereceram nas mãos do regime militar. Arte da Capa Arte da Capa: Danilo Pastor INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com Saiba mais do nosso convidado Ygor Pires Monteiro Currículo Lattes Contato: ygor_pires01@hotmail.com Redes sociais: Instagram @ygorpiresm Site Nosso Cinema - críticas de cinema. Divulgação da produção do convidado MONTEIRO, Ygor. P. (2018). Lúcia Murat: trajetos de uma vida pela ditadura civil-militar – sensibilidades cinematográficas e história pública (1989-2012). Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, Brasil. Disponível: https://app.uff.br/riuff;/handle/1/13429 MONTEIRO, Ygor P. Possibilidades de estudos de recepção na interface história e cinema: a dimensão da internet. In: 2022: ANAIS do XIII Encontro Estadual da ANPUH - GO: História, Crise Ambiental e Vulnerabilidades Sociais, 2022, Goiânia. REPOSITÓRIO DE ANAIS DA ANPUH-GO, 2022. Disponível: https://anpuhgoias.com.br/periodicos/index.php/caliandra/article/view/53 MONTEIRO, Ygor P.. A recepção do filme 'Marighella' nas redes virtuais: disputas de narrativas sobre a ditadura civil-militar. In: Anpuh - 31º Simpósio Nacional de História, 2021, Rio de Janeiro. Cinema, historiografia e cultura visual, 2021. Disponível: https://www.snh2021.anpuh.org/site/anais MONTEIRO, Ygor P. Likes, dislikes e views: reflexões sobre linguagens e narrativas dos meios virtuais para a pesquisa histórica. Revista Historiar, [S. l.], v. 14, n. 26, p. 133–149, 2022. Disponível em: //historiar.uvanet.br/index.php/1/article/view/383. MONTEIRO, Ygor P. Contextos, narrativas e recepções do filme Marighella: o micro e o macro no Brasil contemporâneo. Temporalidades –Revista de História, ISSN 1984 - 6150, Edição 37, v. 14, n. 1 (Jan./Ago. 2022). Disponível: https://periodicos.ufmg.br/index.php/temporalidades/article/view/39219 MONTEIRO, Ygor P.. Pensando a trajetória de Carlos Marighella na biografia jornalística e no cinema documentário. In: ANAIS da XV Semana de História Política da UERJ: O legado freiriano para o século XXI - interfaces entre história política e história pública, 2022, Rio de Janeiro. Disponível: https://www.semanadehistoriapoliticauerj.com/2021 Indicações de referências sobre o tema abordado BAMBA, Mahomed. A recepção cinematográfica. Teoria e estudos de caso. Salvador: EDUFBA, 2013 ELSAESSER, Thomas; HAGENER, Malte. Teoria do cinema: Uma introdução através dos sentidos. Campinas: Papirus, 2018 FERRO, Marc. Cinema e história. São Paulo: Paz e Terra, 2010. KRISTIAN, Feigelson; FRESSATO, Soleni B.; NÓVOA, Jorge Luiz B. (orgs.) Cinematógrafo: um olhar sobre a história. Salvador: EDUFBA, 2009 MAGALHÃES, Mário. Marighella: o guerrilheiro que incendiou o mundo. RJ: Companhia das Letras, 2012 MÜLLER, Angélica; IEGELSKI, Francine (orgs.). História do tempo presente: mutações e reflexões. RJ: FGV, 2022 NICHOLS, BILL. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus Editora, 2007 RIDENTI, Marcelo. O fantasma da revolução brasileira. São Paulo: Editora UNESP, 2010 ROSENSTONE, Robert. A história nos filmes, os filmes na história. SP: Paz e Terra, 2010. STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. 5ª ed. São Paulo: Papirus, 2013. XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: A opacidade e a transparência. SP: Paz e Terra, 2008. XAVIER, Ismail (org.). A experiência do cinema. SP: Paz e Terra, 2018. Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Episódios Relacionados Trilogia sobre a Ditadura Civil-Militar Brasileira Fronteiras no Tempo #21 – Golpe de 1964 Fronteiras no Tempo #22 – Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #24: Fim da Ditadura Civil-Militar Outros episódios relacionados ao tema Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #50 Museu do Trabalho e dos Direitos Humanos Memória da Ditadura Civil Militar Brasileira – 27 Borean (Spin#1926 – 25/02/2023) Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Fronteiras no Tempo: Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Contrafactual #32: E se não tivesse havido Ditadura Militar no Brasil? Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #55 Carlos Marighella, Cinema e HIstória. Locução: Marcelo de Souza e Silva e Ygor Pires Monteiro [S.l.] Portal Deviante, 09/04/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62118&preview=true Expediente Arte da vitrine: Danilo Pastor; Edição: Talk'nCast; Roteiro: Marcelo Beraba e C. A. Apresentação: Marcelo Beraba. Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade Alves See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Lado B recebe o militante e pesquisador Augusto Perillo para falar do recém-lançado livro “Desaparecimento Forçado: Vidas Interrompidas na Baixada Fluminense”. No papo, a dinâmica da violência urbana na região, o papel do Estado, das Polícias e das Igrejas, a herança da Ditadura Militar e as dificuldades da esquerda em conversar com os trabalhadores da Baixada.No Caô da Semana, os 60 anos do Golpe Militar e o covarde silêncio do Governo Lula III.
Olá, ouvintes! Este é o primeiro episódio da nossa nova série, intitulada: os crimes da ditadura militar. A proposta da série é utilizar a efeméride dos 60 anos do golpe de estado de 1964 para discutir os crimes cometidos pela ditadura e assim contribuir na disputa pelas memórias, os sentidos e a escrita da história sobre a ditadura. Neste episódio, vamos falar sobre a prática sistemática das torturas. No que a ditadura inovou no que tange a prática de torturas? Como a tortura se tornou um método capaz de ser aprendido e ensinado por agentes da repressão? Como é possível pesquisar este tipo de prática na história? Se você gostar do conteúdo do episódio, considere tornar-se um apoiador e/ou contribuir de alguma forma para manter o Estação no ar. Pix: estacaobrasilfm@gmail.com Ou torne-se membro em: apoia.se/estacaobrasilfm
O Fronteiras no Tempo: Giro Histórico conta em seu 16 episódio com a participação dos historiadores Willian Spengler e C. A. que abordam os 60 anos do Golpe Civil-Militar de 1964. Este é o primeiro Giro Histórico que abordará, durante o mês de abril, a temática a partir de diversas perspectivas. Hoje você entenderá como a História da Ditadura ainda está vida e como historiadoras e historiadores têm interpretado esta História nos últimos 20 anos. Arte da Capa Arte da Capa: Marcelo Beraba MENCIONADO NO EPISÓDIO Trilogia sobre a Ditadura Civil-Militar Brasileira Fronteiras no Tempo #21 – Golpe de 1964 Fronteiras no Tempo #22 – Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #24: Fim da Ditadura Civil-Militar Outros episódios relacionados ao tema Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #50 Museu do Trabalho e dos Direitos Humanos Memória da Ditadura Civil Militar Brasileira – 27 Borean (Spin#1926 – 25/02/2023) Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Fronteiras no Tempo: Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Contrafactual #32: E se não tivesse havido Ditadura Militar no Brasil? Financiamento Coletivo Estamos em processo de mudança do PADRIM para outro sistema de financiamento coletivo – novidades em breve PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #16 60 anos do Golpe de 1964. Locução Cesar Agenor F. da Silva e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 02/04/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62084&preview=true Expediente Produção Geral e Host: C. A. Arte do Episódio: Marcelo Beraba. Edição: C. A. Trilha sonora utilizada Birds – Corbyn Kites Wolf Moon – Unicorn Heads Dance, Don't Delay de Twin Musicom é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Fonte: http://www.twinmusicom.org/song/303/dance-dont-delay Artista: http://www.twinmusicom.org Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade AlvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste domingo, 31 de março, foi lembrado os 60 anos em que os militares deram um Golpe de Estado e instalaram uma ditadura que durou 21 anos no Brasil. Recentemente, o tema voltou à tona quando apoiadores de Jair Bolsonaro, descontentes com a derrota de seu candidato, foram para frente dos quartéis pedir uma nova intervenção militar. Na semana passada, o ex-comandante do Exército general Freire Gomes afirmou, em depoimento à Polícia Federal (PF), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um documento que declarava estado de sítio no País, seguido por um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O documento ficou conhecido como “Minuta do Golpe” O Ministério de Direitos Humanos planejava apresentar pedidos públicos de desculpas a vítimas da ditadura e realizar outras ações para lembrar a data. Esses atos, porém, foram vetados por Lula. O presidente afirmou que não quer ficar “remoendo o passado” e que está mais preocupado com os atos golpistas de 8 de janeiro do ano passado do que com o golpe de 1964, que ainda é marcado por desaparecimentos não resolvidos e militares anistiados. A postura de pacificação sobre a data tem provocado a revolta de aliados que veem certa benevolência de Lula. Sem citar o governo, o Grupo Prerrogativas divulgou nota dizendo que é "inadmissível" silenciar sobre o golpe de 1964. Para conversar conosco sobre esse período da história no ‘Estadão Notícias', e o momento atual em que se pediu intervenção militar no Brasil, vamos conversar com o historiador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e autor de vários livros sobre o tema, como “O Golpe de 1964". Momentos Decisivos” e “Como eles agiam”, Carlos Fico. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Acesse a Octa! USE O O NOSSO CUPOM: HISTORIA100 https://octafx.onelink.me/LTef/eq3d660c O bolo cresceu... Mas quem sentiu o gosto dele? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi o Milagre Econômico durante a Ditadura Militar. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: - MARQUES, Maria Silva Bastos. A aceleração inflacionária no Brasil: 1973-83. São Paulo: Fundação Getúlio Vargas, 1985. - NAPOLITANO, Marcos: 1964 – História do Regime Militar Brasileiro. São Paulo: contexto, 2011 - GASPARI, Elio. A Ditadura Envergonhada. São Paulo: Intrínseca, 2014 - Apoio à pesquisa: prof. João Vitor (@joaovitorferreirabr)
Durante a década de 1970, o sul do Pará e o norte de Goiás se transformaram em uma verdadeira zona de guerra. Aqui, o exército brasileiro organizou a sua maior movimentação de tropas desde a 2º Guerra Mundial. Mais de 10 mil homens do exército, incluindo da Marinha, Força Aérea e Polícias Militares foram enviados para combater 89 guerrilheiros da Guerrilha do Araguaia, criada pelo PCdoB. Por isso, o Araguaia foi chamado de "O Vietnã Brasileiro" por alguns. Inspirada nas revoluções de Cuba, China e Vietnã, integrantes do PCdoB chegaram a conclusão que a "revolução brasileira" deveria começar pelo campo, mais especificamente no Araguaia. Com sua mata fechada, rios abundantes e numerosas serras, a região do Araguaia serviria como abrigos geográficos dos tanques, helicópteros e aviões do exército. De lá, a ideia era que o movimento se espalhasse para outras regiões do país, convocando a população camponesa brasileira a integrar a guerrilha e derrubar a ditadura militar. Assim, nasceu a Guerrilha do Araguaia. Durante quase 8 anos, homens e mulheres das mais variadas idades e classes sociais, caçaram, treinaram e sobreviveram em meio à Amazônia, gestando no Araguaia um movimento auto suficiente que tinha como objetivo deflagrar uma guerra popular prolongada. Campeões de boxe, garimpeiros, professoras, enfermeiras e até dirigentes que trocavam cartas com Mao Tsé-Tung participavam da guerrilha. Mas antes que os comunistas estivessem prontos para exportar a revolução para os camponeses, os militares já tinham sido alertados da existência do grupo. Tal como aconteceu com Canudos, a guerrilha resistiu até o fim, repelindo diversas excursões e campanhas do exército ao longo de alguns anos. _________________________________________ Para escutar nossos episódios extras, apoie nossa campanha no Orelo: https://orelo.cc/podcast/65051c0ba40f4efe7a9b9cf8/dashboard Patreon: https://patreon.com/geopizza Apoiase: https://apoia.se/geopizza ______________________________________________ Confira nossa loja, a Geostore
Temendo um possível levante negro organizado no Brasil, a Ditadura Militar infiltra agentes da polícia política para investigar os bailes black do subúrbio do Rio de Janeiro.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.comLOJAAcesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAABREU, G. O. D. O NEGRO NA DITADURA: Um estudo acerca da invisibilidade das experiências negras nas narrativas sobre o regime. Rio de Janeiro: UFRJ, 2021.ESSINGER, S. Batidão: uma historia do funk. Rio de Janeiro: Record, 2005. PEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.PEDRETTI, L. Dançando na mira da ditadura: bailes soul e violência contra a população negra nos anos 1970. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2022. OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018.
Nos 70 a juventude negra carioca criou um movimento cultural sem precedentes a partir dos bailes black.No meio de tudo isso o Brasil viu uma juventude negra assumindo seu cabelo crespo, orgulhosa de sua identidade racial e extremamente politizada.Tudo isso em plena Ditadura Militar.Black Rio, a nova temporada do podcast História Preta. Dia 20 de Novembro em todas as plataformas de áudio.
E se eu te contar que foi a Ditadura Militar que fez Fernando Henrique Cardoso se tornar presidente? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre como foi a vida e a trajetória política de FHC. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora - Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ - PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: - ABRANCHES, Sérgio. “O presidencialismo de coalizão”. Dados - Revista de Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.31, n.1, 1988. - ABRUCIO, Fernando. Os barões da federação: os governadores e a redemocratização brasileira, São Paulo: Hucitec. 1998. - CARDOSO, Fernando Henrique. Diários da Presidência: 1999-2000. São Paulo: Companhia das Letras. 2017 - MOTTA, Marly. A estabilização e a estabilidade: do Plano Real aos governos FHC (1993-2002). IN: DELGADO, Lucilia de Almeida Neves Delgado; FERREIRA, Jorge (orgs.). O tempo da Nova República: da transição democrática à crise política de 2016: Quinta República (1985-2016). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.