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Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Nove ministros do STF e 12 parentes próximos são sócios de ao menos 31 empresas. E canetas emagrecedoras e bets já tiram espaço do orçamento de alimentos, bebidas, higiene e limpeza.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (16/02/2026): A indecisão do governo sobre o futuro da usina de Angra 3 ameaça paralisar a estatal Eletronuclear no mês de março, após uma série de malabarismos para manter o caixa equilibrado, informa Renan Monteiro. Há cerca de R$ 1 bilhão em gastos anuais com a obra parada, sobretudo com o pagamento de parcelas dos financiamentos vinculados a Angra 3. São 14 mil equipamentos sem utilização, o que levou o Tribunal de Contas da União (TCU) a citar “desperdício” de R$ 2 bilhões nos últimos dois anos. A crise não tem relação direta com Angra 1 e Angra 2, relevantes para o Sistema Interligado Nacional. Porém, a situação da terceira usina tem efeito sobre toda a estatal, com alertas de risco ao sistema elétrico, no pior cenário. Sem dinheiro para honrar os compromissos, diversos débitos podem vencer antecipadamente, gerando uma bola de neve. E mais: Política: Polarização eleitoral ameaça acordo de Motta com PT por vaga no TCU Economia: Extratos indicam repasses de Vorcaro para empresa de Dias Toffoli Internacional: Obama lamenta ‘circo nas redes’ em seu 1º comentário sobre vídeo racista Metrópole: Apesar do sol e de atrasos, Ibirapuera consolida ‘carnaval da multidão’ em SP Esporte: Imprensa da Noruega exalta ouro brasileiro, mas lamenta saída do atleta: ‘Frustrante’See omnystudio.com/listener for privacy information.
Chegou ao fim o sonho de uma segunda medalha para o esquiador brasileiro Lucas Pinheiro Braathen. O atleta caiu na primeira descida da prova do slalom, na manhã desta segunda-feira, e acabou desclassificado da competição.
O caminho é longo. A contagem regressiva para a Olimpíada de 2028, em Los Angeles, já começou. E para o judô brasileiro, nada melhor do que iniciar essa caminhada com o golpe certo: um ippon, que valeu uma medalha de ouro na primeira competição internacional desta temporada. Marcio Arruda, da RFI em Paris Rafaela Silva foi a única atleta brasileira a subir no degrau mais alto do pódio no Grand Slam de Paris. Ela e os 18 judocas do Brasil que disputaram a competição no início deste mês permaneceram na capital francesa para dias de treinamento no Instituto Nacional de Judô, que reuniu a maioria dos atletas estrangeiros presentes no Grand Slam francês. Uma rotina de treinos pesada, que começou na segunda quinzena de janeiro em Colônia, na Alemanha, na pré-temporada da equipe brasileira. A campeã olímpica Rafaela Silva, que subiu para a categoria até 63 quilos há pouco mais de um ano, se mostrou satisfeita com seu rendimento nesse início de ano. “Eu acho que foi bom não só por conta da medalha (de ouro). Independentemente do resultado, acho que fiz um bom trabalho lá na Alemanha. Até mesmo antes de eu embarcar para lá e, também, durante a competição. Tudo acabou dando certo porque a gente já vinha treinando antes. Então, eu estou muito satisfeita em conseguir colocar o que sei em prática e aproveitar bastante os treinos na Alemanha; foi um período que eu usei para isso e que acabou dando certo no fim”, avaliou a judoca campeã na Rio-2016. "É o que se fala: a gente conquista a medalha no treino; na competição, a gente só vai buscar", comenta Rafaela Silva. Medalha de prata no Grand Slam de Paris no ano passado, Leonardo Gonçalves não passou de uma sétima colocação no torneio de 2026. O judoca da categoria até 100 quilos destacou a importância do período de treinos após a competição francesa. “Para os pesos mais pesados do Brasil, particularmente, é bem importante porque lá (no Brasil) há carência de material humano. E aqui tem muito. A gente se une aqui e procura aproveitar bastante; não que os mais leves não aproveitem, mas no Brasil tem muito mais (peso) leve. E, por isso, eles conseguem treinar lá e aqui na França. Então, a gente chega aqui, treina e suga ao máximo”, afirmou Leonardo Gonçalves. A rotina de treinos faz com que Leo Gonçalves esteja sempre se cobrando por melhores resultados nas competições. “Eu tento me policiar um pouco porque eu me cobro demais. Quando o atleta quer ser o melhor, tem de se cobrar mesmo. Mas é importante cuidar da saúde mental porque, se houver um descontrole, a pessoa acaba ficando bitolada. Às vezes, eu me policio também para dar uma espairecida porque é cobrança o tempo inteiro. Todo mundo te cobra e você não pode deixar de se cobrar", revelou Leo. "Caminhos que fazem atletas se potencializarem" Treinadora da seleção brasileira, Andrea Berti disse que a confiança que cada atleta tem em seu potencial passa pelo treinamento. “Os treinos são os caminhos que fazem as atletas potencializar as suas características e conhecer adversárias que nunca tiveram a oportunidade de segurar no kimono. É muito importante porque é um processo que faz com que (o judoca) trabalhe e ganhe confiança para chegar nas competições e fazer acontecer”, explicou a técnica Andrea Berti. Depois de disputar a medalha de bronze no Grand Slam de Paris na categoria até 90 quilos e terminar na quinta colocação, Guilherme Schimidt falou sobre o ritmo dos treinos com randori, que é o termo dado ao treinamento de luta, como se fosse um sparring. “Lá em Colônia, como os alemães foram ao Brasil no ano passado e a gente já conhece o pessoal, foi um treinamento com o time alemão. Teve um dia que recebemos a visita de judocas belgas, holandeses e franceses. Mas, basicamente, foram atletas do Brasil e da Alemanha. Foi um treinamento visando às competições internacionais. Teve um volume grande de randori, que é bom para você treinar, pegar no kimono de vários adversários, conhecer diversos estilos e escolas de judô. Aí você vai crescendo no cenário internacional”, contou Guilherme Schimidt. Assim como Guilherme, Larissa Pimenta também ficou em quinto lugar nesse Grand Slam. A medalhista olímpica da categoria até 52 quilos voltou a disputar uma competição internacional após uma pausa na carreira. Por enquanto, ela nem quer pensar na Olimpíada de Los Angeles, em 2028. “Eu passei um período muito longo afastada. Eu fiz dois ciclos olímpicos diretos e não tive pausa; e ainda teve a pandemia! Foram anos bem desgastantes. Para muitas pessoas, isso passa despercebido porque só veem a gente na hora da luta. A gente que vive isso todos os dias, em particular para mim, foram anos muito desgastantes; muito difíceis. Agora, eu me sinto em paz, me sinto tranquila. Eu estou vivendo um processo mais leve, mais tranquilo. Na verdade, eu não penso em Los Angeles agora. Eu penso um dia de cada vez, um treino de cada vez, uma competição de cada vez”, revelou Larissa Pimenta, bronze nos Jogos Paris-2024. Ao contrário de Larissa, Guilherme Schimidt já traçou o caminho até a próxima Olimpíada, que pode ser a primeira dele na categoria até 90 quilos. “Eu tenho uma margem de evolução muito grande e com certeza chegando em Los Angeles, eu vou estar mais preparado e mais experiente. Eu carrego toda minha experiência de 81 quilos para essa nova categoria. O peso muda, zera os pontos, mas a experiência eu trouxe comigo. Tenho certeza que vou brilhar nessa categoria de cima porque conheço nomes que eram de 81 quilos, subiram e hoje estão entre os melhores; alguns foram até campeões mundiais! Então, eu me vejo muito bem nessa categoria”, previu Guilherme. Leia tambémJudoca Beatriz Souza conquista primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris Experiência e liderança de Rafaela Silva Aos 33 anos, Rafaela Silva é uma das mais experientes do grupo. Com humildade, a campeã falou do papel de liderança na seleção brasileira. “Eu aprendi bastante quando eu cheguei na seleção. Eu era a mais nova e as pessoas me acolheram da melhor maneira possível, me ajudando e me aconselhando. Eu tirava dúvidas com o Thiago Camilo, com a Edinanci, com a Quequinha (Erika Miranda) e todas as meninas mais experientes... até o Mayrão (Mayra Aguiar), que era muito jovem, mas já fazia parte da seleção principal. Então, eu tive essa troca bem bacana com eles e hoje eu só retribuo o que eles fizeram comigo lá atrás. Esse é o bacana do judô: a gente recebe quando é mais nova e, agora, a gente passa isso para as próximas gerações”, lembrou Rafaela. E com tanta experiencia, será que a Rafaela Silva pode um dia se tornar técnica da seleção? “Vixe... aí são muitos anos, aí é um passinho de cada vez. Eu espero ainda estar competitiva no ambiente. A gente vai ver como serão os próximos passos. Eu sei que longe do judô eu não vou estar porque eu amo isso aqui”, afirmou a campeã. Leia tambémBrasil conquista bronze por equipes mistas no judô na Olimpíada de Paris O judô é a modalidade que faturou mais medalhas olímpicas para o Brasil. Das 28 conquistas, cinco são de ouro, quatro de prata e 19 de bronze. Agora, a seleção brasileira volta aos tatames no final deste mês. O Grand Slam de Tashkent, no Uzbequistão, será disputado nos dias 27 e 28 de fevereiro e 1° de março. A expectativa, claro, é pela conquista de mais medalhas tanto no masculino quanto no feminino.
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou a concessão da Medalha Tiradentes ao presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista Pinto da Rocha. A honraria reconhece sua trajetória e a atuação na reestruturação administrativa e financeira do clube.Entenda os motivos da homenagem, o contexto político e o impacto institucional para o Flamengo e para o esporte no Rio de Janeiro.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Bap
Questionando sobre o valor ouro e o valor sentimental da moeda.
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 ampliam a presença do Brasil nos esportes de neve. No snowboard halfpipe, Augustinho Teixeira e Pat Burgener representam o país em uma das provas mais técnicas do programa olímpico, historicamente dominada por potências europeias e norte-americanas. Luciana Quaresma, especial de Milão para a RFI Ambos nasceram fora do Brasil mas são filhos de mães brasileiras. Construíram carreiras no exterior mas neste ciclo olímpico decidiram defender o país que os conecta às suas origens, traduzindo em esporte uma escolha de identidade e pertencimento. Vaga olímpica e qualificação Para Augustinho Teixeira, que nasceu em Ushuaia, na Argentina, Milão-Cortina marca a estreia em uma Olimpíada de Inverno. O snowboarder garantiu sua vaga ao somar pontos consistentes no ranking de qualificação, em especial com desempenho na etapa da Copa do Mundo em Laax, na Suíça, onde terminou na 24ª posição, resultado que o manteve dentro das vagas classificatórias para os Jogos. O jovem atleta, de 20 anos, que começou na neve ainda na infância ao lado da família vê essa qualificação como a consagração de anos de dedicação. “Estou vivendo algo inimaginável. A classificação para a Olimpíada é a prova de que o esforço, a disciplina e o foco em cada detalhe me trouxeram até aqui”, diz Augustinho, refletindo sobre sua trajetória. Além de garantir sua participação nos Jogos, Augustinho vem somando experiência em competições internacionais e foi o campeão em uma etapa da Copa Europeia de Snowboard halfpipe em Kitzsteinhorn, na Áustria — um marco importante em sua evolução esportiva. Medalha histórica e Brasil no pódio Se Augustinho entra em Milão-Cortina fazendo sua estreia olímpica, Pat Burgener chega com um capítulo esportivo já escrito em grandes palcos internacionais. Nascido na Suíça e filho de mãe brasileira, Pat, de 31 anos disputou duas edições anteriores dos Jogos Olímpicos de Inverno — em PyeongChang 2018 (5º lugar) e Pequim 2022 (11º lugar), representando o país europeu antes de optar por competir pelo Brasil no ciclo 2025/2026. A temporada antes da Olimpíada já trouxe um momento histórico: Pat Burgener conquistou a primeira medalha da história do Brasil na Copa do Mundo de snowboard halfpipe, ao levar o bronze na etapa de Calgary, no Canadá, em janeiro deste ano. O resultado marcou não apenas o melhor desempenho brasileiro na modalidade, mas também consolidou Burgener como uma das principais esperanças para Milão-Cortina. “Foi uma sensação incrível. Saber que meu nome entrou na história do esporte brasileiro, colocando o país no pódio pela primeira vez na Copa do Mundo de halfpipe, é algo que vai comigo para os Jogos”, comenta Pat. Essa conquista veio após um início de temporada promissor, que incluiu um quarto lugar em Secret Garden, na China, outro resultado destacado antes de Calgary. Identidade, cultura e escolha consciente Para Augustinho, competir por uma bandeira que carrega simbolismo familiar é mais do que representar um país em uma competição: é traduzir uma história de vida. “O Brasil sempre foi parte da minha história, mesmo morando fora. Representar o país da minha mãe e levar essa bandeira ao halfpipe é algo que me enche de orgulho e responsabilidade”, ele afirma. Esse sentimento de conexão se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na forma como ele vê seu papel dentro e fora da pista, como referência e inspiração para novos praticantes brasileiros de snowboard. Pat, por sua vez, reforça a ideia de que a escolha de representar o Brasil é também uma forma de expandir horizontes e criar novas possibilidades para a modalidade. “Defender o Brasil no snowboard é mais do que uma mudança de nacionalidade. É trazer visibilidade para um país que não é tradicional nos esportes de inverno e mostrar que aqui também pode haver espaço e oportunidades”, diz ele, ressaltando o apoio que tem recebido tanto da família quanto da federação brasileira. Snowboard brasileiro em foco Em Milão-Cortina 2026, Augustinho Teixeira e Pat Burgener não apenas competem nas pistas de neve, mas representam duas trajetórias que se cruzam sob a mesma bandeira e com propósitos que vão além dos resultados individuais. Unidos pelo mesmo objetivo de colocar o Brasil cada vez mais presente no cenário internacional do snowboard, eles mostram que a presença verde e amarela também pode ganhar espaço nas montanhas cobertas de neve, inspirando uma nova geração de atletas e fãs no país.
Lucas Pinheiro Braathen foi um dos porta-bandeiras da delegação brasileira na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, na sexta-feira (6). A escolha pelo esquiador não foi à toa: ele é a principal aposta do Brasil para conquistar a medalha inédita em Olimpíadas de Inverno. O esquiador é o atual número dois do ranking mundial de esqui alpino. Nascido na Noruega, ele defende o Brasil, país natal da mãe, desde 2024, e diz que a escolha pela federação brasileira lhe trouxe mais liberdade. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Lucas tem consciência de que a pressão é enorme. “Essa é uma responsabilidade que eu carrego todos os dias, até o dia da competição mesmo. Agora, essa pressão é um privilégio. Então eu abraço essa pressão, tento canalizar toda essa energia de alta frequência para minha performance”, afirmou em coletiva de imprensa neste sábado (7), na Casa Brasil, espaço montado pelo Comitê Olímpico Brasileiro em Milão para receber a torcida verde e amarela durante as competições. Filho de mãe brasileira e pai norueguês, Lucas cresceu entre diferentes culturas. Nasceu em Oslo, capital da Noruega, e na infância chegou a morar no Brasil. Curiosamente, esquiar passou longe de ser um sonho de criança, já que seu primeiro amor foi o futebol. Aos oito anos, de volta à Noruega, Lucas se rendeu ao esqui alpino, esporte que faz parte da identidade do país. Para o atleta, mais do que competição, é uma forma de expressão: “Para mim, o esporte é uma forma de arte, é uma arte de performance. E se você pergunta a qualquer artista o que é mais importante, [eles respondem que] é ser autêntico, ser quem eles são”. Foi justamente por sentir falta de liberdade para se exprimir que, em 2023, Lucas tomou uma decisão difícil. Até então, competia representando a Noruega e disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, em 2022, pelo país nórdico. Após conquistar o título da disciplina de slalom em 2023 e ficar em quarto lugar no ranking geral de esqui alpino, anunciou sua aposentadoria devido a desentendimentos com a federação norueguesa. Meses depois, em 2024, voltou às pistas defendendo o Brasil. “Foi uma transição gigantesca. E me deixa meio emocionado olhar para trás, para essa jornada até chegar aqui em Milão vestindo nossas cores. Realmente, a sensação é de um segundo capítulo na vida. Essa parte da minha vida é uma parte com liberdade de ser quem eu sou, representar meus valores e meus sonhos verdadeiros. Não os sonhos dos outros, não os sonhos da mídia, da indústria, da minha equipe, mas os meus sonhos”, disse o esquiador. Em declaração à RFI, Lucas afirma que se sente completo nas pistas de esqui e compara a profissão de esquiador à de artista: “Eu achei nas pistas, na neve, na montanha, o meu palco, onde me sinto mais autêntico. No fim das contas, eu poderia virar um músico ou dançar, mas, para mim, o propósito que a gente tem é bem igual”. Aos 25 anos, Lucas já tem uma carreira cheia de conquistas no esqui alpino com mais de 20 pódios, oito deles representando o Brasil. Ele é o atual número dois do ranking geral da modalidade. Até o início das provas dos Jogos Olímpicos de Inverno, segue treinando na Áustria, onde mora. A estreia nas Olimpíadas será no próximo sábado (14), na cidade de Bormio. Lucas explica que a pista tem características bem específicas: “É uma pista um pouco mais fácil do que as que a gente está competindo na Copa do Mundo, mas são nas pistas mais fáceis que fica ainda mais difícil esquiar rápido. Então, essa é a arte dentro do nosso esporte: conseguir achar essa velocidade. É uma pista em que você precisa criar a força, a velocidade e a frequência sozinho”. Além de buscar a medalha inédita para o Brasil, Lucas carrega um desejo que vai além do pódio: “Eu quero sair desses Jogos como fonte de inspiração para o povo que liga para esportes, para quem não está nem aí para esportes. E, para mim, quero que as pessoas assistindo, vendo nossas cores nos Jogos Olímpicos de Inverno, entendam que tudo é possível. Não importa de onde vocês são, suas roupas, seu sotaque. O que importa é o que está por dentro. O que acontece para fora é um resultado disso”, aprofunda Lucas. Leia tambémJogos de Inverno de 2030 serão organizados nos Alpes franceses, mas COI pede "garantia financeira"
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quarta-feira, 21, a entrega da Medalha da Ordem do Mérito à presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), conselheira Dulcinéia Benício. A comenda é concedida a personalidades e instituições que tenham prestado relevantes serviços ao sistema de justiça, à sociedade acreana ou ao próprio Ministério Público, contribuindo para o fortalecimento das instituições e para o desenvolvimento social do Estado.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quarta-feira, 21, a entrega da Medalha da Ordem do Mérito à presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), conselheira Dulcinéia Benício. A comenda é concedida a personalidades e instituições que tenham prestado relevantes serviços ao sistema de justiça, à sociedade acreana ou ao próprio Ministério Público, contribuindo para o fortalecimento das instituições e para o desenvolvimento social do Estado.
O paratleta olímpico Edenilson Floriani é um dos destaques do Brasil no paratletismo. Nesse podcast, ele conta como é a sua rotina diária de treinos e fala da difícil adaptação após o acidente de moto que o deixou com sequelas. Floriani revela também a importância desse esporte que transformou a vida dele nos últimos anos e de um projeto social voltado para busca de novos talentos no paradesporto. Ouça, comente, curta e compartilhe! #paratleta #inclusão #aceitação #paratletaolimpico #carecadecorrer #recordistamundial
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lucas Pinheiro conquistou seu quarto pódio em etapas de Copa do Mundo de Esqui Alpino nesta temporada e se coloca cada vez mais como favorito para uma medalha nos Jogos Olímpicos. Neste episódio, Guilherme Costa e João Pedro Brandão analisam o desempenho de Lucas e suas chances de medalha tanto no slalom, quanto no slalom gigante. Nos esportes de verão, Marcus D'Almeida quebrou o recorde brasileiro indoor e conquistou uma importante medalha. Já no tênis a grande decepção da semana fica por conta da eliminação precoce de João Fonseca do Australian Open e no tênis de mesa Hugo Calderano vai retomando a melhor forma. Dá o play!
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão‑Cortina começam em 6 de fevereiro e prometem ser uma das edições mais grandiosas da história. Com novos esportes no programa e competições espalhadas pelo norte da Itália, o evento deve atrair 2 milhões de turistas para a região. Para o Brasil, a edição de 2026 marca um momento especial: pela primeira vez, o país chega aos Jogos de Inverno com atletas em condições reais de lutar por medalhas. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Faltam menos de três semanas para o início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. Pela terceira vez, a Itália recebe o evento, que terá duas sedes principais: Milão e Cortina d'Ampezzo, nas Dolomitas, a cadeia montanhosa dos Alpes italianos. As competições indoor serão realizadas em Milão, enquanto as demais provas acontecem em diferentes localidades do norte do país, como Cortina, Bormio e Livigno. A edição de 2026 contará com 16 modalidades esportivas e a participação de aproximadamente 3.500 atletas de 93 países. Neste ano, o programa olímpico traz uma novidade: a estreia do esqui de montanha, conhecido como skimo. A expectativa é de uma grande audiência: cerca de 3 bilhões de pessoas devem acompanhar os Jogos em todo o mundo, enquanto mais de 2 milhões de turistas são esperados presencialmente ao longo das competições. No Brasil, porém, boa parte do público ainda desconhece que os Jogos de Inverno começam em breve. Os turistas Paulo e Maria Isabel, que estão de férias em Milão, se disseram surpresos ao descobrir que a cidade será sede do evento. Para eles, falta divulgação no Brasil. “Eu, que gosto muito de esporte, não sabia que seria aqui em Milão e achei muito interessante. É um lugar muito bom para receber esse tipo de evento. Que pena que acho que não vamos conseguir assistir aos jogos”, afirmou Paulo. Ainda há ingressos disponíveis. Os preços começam em € 30 (mais de R$ 180 na cotação atual), com opções mais acessíveis para modalidades como hóquei no gelo e curling. Já para assistir à cerimônia de abertura, marcada para 6 de fevereiro, o ingresso pode custar até € 2 mil (cerca de R$ 12 mil). O evento contará com apresentações de Laura Pausini, Mariah Carey e Andrea Bocelli. Para os que pretendem assistir presencialmente, o custo total pode ser alto. Segundo a Altroconsumo, entidade de defesa do consumidor na Itália, os preços de hospedagem chegam a quintuplicar no norte da Itália durante o período olímpico. A região da Valtellina, palco das provas de esqui acrobático e snowboard, registra os maiores aumentos, com um casal pagando em média € 1.659 (cerca de R$ 10 mil) por um fim de semana. A expectativa é de um expressivo impacto econômico para a região. Estimativas indicam um retorno de € 5,3 bilhões (mais de R$ 32 bilhões), considerando turismo imediato e futuro, consumo, serviços e os benefícios de longo prazo associados aos investimentos em infraestrutura, segundo o banco Ifis. Somente em obras de infraestrutura, tanto esportivas como públicas, foram investidos € 3,5 bilhões (R$ 21 bilhões). Grande parte desse legado deve permanecer após os Jogos. Em Milão, a Vila Olímpica, construída para abrigar 1.700 atletas, será convertida em moradia estudantil. A arena de hóquei, com capacidade para 16 mil espectadores, será transformada em um ginásio multiuso destinado a eventos esportivos e culturais. Mas a poucos dias do início dos Jogos, nem tudo está pronto. Alguns teleféricos em pistas de esqui seguem em obras, pousadas continuam em reformas e a própria arena de hóquei ainda não foi totalmente concluída. A organização agora enfrenta uma corrida contra o tempo para entregar todas as estruturas até o dia da abertura. Brasil chega a Milão-Cortina com chances de medalhas O Brasil disputa em 2026 sua décima participação em Jogos Olímpicos de Inverno, mas nunca conquistou uma medalha. Neste ano, no entanto, a expectativa é de mudar este cenário. “A gente diz que a medalha nunca esteve tão quente. Vamos sonhar até o último segundo, porque a gente se preparou. Temos atletas que estão entregando resultados históricos", disse Emílio Strapasson, Chefe de Missão do Brasil nos Jogos de Milão-Cortina, em uma apresentação na Câmara dos Deputados. "Não é uma questão de sorte, é uma questão de que a gente consegue realmente ver uma linha de crescimento e vamos chegar na Itália com uma chance real de medalha. A gente não é mais um intruso, a gente é um participante respeitado”, ressaltou. Dois atletas se destacam como protagonistas na busca por resultados inéditos. O principal nome é o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, uma das grandes promessas do país em Milão-Cortina. Na temporada 2025/2026, ele já subiu ao pódio três vezes, com uma vitória e dois segundos lugares. Em novembro do ano passado, ele entrou para a história ao se tornar o primeiro brasileiro a vencer uma etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino, em Levi, na Finlândia e neste domingo (18), conquistou a medalha de prata na prova de slalom na etapa de Wengen, Suíça. Filho de pai norueguês e mãe brasileira, Lucas competiu pela Noruega até 2023. Após divergências com a federação norueguesa e um ano afastado das pistas, decidiu retornar ao esporte vestindo as cores do Brasil. Outro nome com potencial de pódio é Nicole Silveira, destaque no skeleton, prova em que o atleta desce pistas de gelo em alta velocidade deitado sobre um trenó, chegando a até 140 km/h. No último dia 9, Nicole conquistou a medalha de bronze na etapa de Saint-Moritz da Copa do Mundo. “Essa medalha é muito importante pra mim, porque acho que mostra que todo o esforço que eu estou fazendo é o caminho certo e que está tudo valendo a pena”, afirmou. A atleta teve uma evolução significativa ao longo da temporada. Nas quatro primeiras etapas do circuito, ficou fora do Top 10, mas conseguiu saltar para o décimo lugar no ranking mundial após o bronze na Suíça. “A temporada não começou muito do jeito que eu queria. As atletas que eu estou competindo contra, muitas têm mais experiência que eu. Então, eu estou tentando achar o atalho pra chegar no topo. E é ano olímpico, então todo mundo está bem forte”, disse Nicole. Com resultados expressivos e visibilidade crescente, o Brasil chega a Milão-Cortina vivendo o momento mais promissor de sua história nos esportes de inverno.
A semana que passou ficou marcada no esporte olímpico de inverno para o Brasil com a conquista de mais duas medalhas em etapas de Copa do Mundo, Nicole Silveira conquistou um bronze no skeleton e Lucas Pinheiro faturou uma prata no esqui alpino. Neste episódio, Guilherme Costa e João Pedro Brandão analisam os resultados, já projetando o que esperar nos Jogos Olímpicos de Milão e Cortina, que acontecerão em menos de um mês, com vagas em outras modalidades sendo asseguradas. O podcast ainda aborda a nova desistência de João Fonseca de outro torneio na Austrália, antes do primeiro grand slam do ano e a estreia de Hugo Calderano e Bruna Takahashi em 2026.
Falta exatamente um mês para o início dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Milão e Cortina, e Pat Burgener conquistou uma medalha inédita para a história do Brasil no snowboard halfpipe, com bronze na etapa de Calgary, no Canadá, da Copa do Mundo da modalidade. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão analisam a importância do feito tão próximo da disputa da Olimpíada e o cenário para o Brasil nos Jogos. O podcast repercute a desistência de João Fonseca do ATP 250 de Brisbane, na Austrália, por conta de dores na região lombar, o jovem preocupa para a disputa do Australian Open? Por fim, o Rumo ao Pódio debateu a decisão do Flamengo em dispensar os atletas da canoagem velocidade e da equipe paralímpica do remo, incluindo nomes como Isaquias Queiroz, Michel Pessanha e Gessyca Guerra, encerrando a modalidade no clube.
Discurso: Gov. Tarcísio de Freitas | Entrega de Medalha e Almoço para representantes do GAECO/MPSP by Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Paulo Sérgio de Oliveira e Costa - Procurador-Geral de Justiça de SP | Entrega de Medalha e Almoço para representantes do GAECO/MPSP by Governo do Estado de São Paulo
O Governo de São Paulo celebrou, nesta segunda-feira (1º), o aniversário de 134 anos do 1º Batalhão de Choque (BPChq) Tobias de Aguiar, da Polícia Militar. Durante o evento, personalidades e instituições que contribuíram com a segurança pública paulista foram homenageadas com a Medalha do Centenário do 1º BPChq. A celebração também marcou o último dia de Guilherme Derrite à frente da Secretaria de Segurança Pública.
Programa - ENCONTRO COM O PASTOR - Nossa Senhora das Graças e a Medalha Milagrosa - 27.11.2025
Margarida Silva. Medalha de ouro nos Surdolímpicos é sonho concretizado22a21d84-81c8-f011
Neste episódio do Alta Definição, Paulo Raimundo é entrevistado por Daniel Oliveira, numa conversa que percorre a sua trajetória pessoal e profissional, desde a infância marcada por dificuldades económicas até à liderança política. O líder do Partido Comunista Português (PCP) partilha memórias familiares, experiências de trabalho, reflexões sobre educação, valores e desafios da vida quotidiana. Aborda ainda o impacto da sua atividade política na família, a importância da autenticidade e da luta coletiva, e destaca episódios marcantes que moldaram o seu percurso, fazendo a sua análise da realidade social portuguesa. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa ----O link para o estatudo editorial do Expresso: https://expresso.pt/sobre/estatuto-editorial/2020-01-20-estatuto-editorial-3c79f4ec O link para o estatudo editorial da SIC Notícias: https://sicnoticias.pt/institucional/2013-12-27-estatuto-editorial-sic-noticias-e84e2755 See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.VOTE NO PFC NO PRÊMIO MPBhttps://www.premiompb.com.br/entrarSEJA MEMBRO DO CANAL!!!
No primeiro de quatro episódios dedicados à identidade religiosa, o historiador Paulo Mendes Pinto e Hugo van der Ding mergulham nas origens e evolução do sagrado, do Neolítico às festas populares, revelando como a fé não só move montanhas, mas também molda sociedades.O que originou o sentimento religioso? Paulo Mendes Pinto, especialista em História das Religiões, explica como a morte e a alimentação terão sido o motor da crença religiosa e acrescenta que «a religião que temos hoje deve muito ao Neolítico».A dupla analisa ainda como, ao longo dos séculos, as diferentes religiões foram incorporando personagens, crenças e rituais umas das outras, o que ajuda a explicar as semelhanças surpreendentes entre o judaísmo, o cristianismo e o islão.Nesta viagem pela espiritualidade, identidade e memória, há também espaço para falar da religiosidade popular. Que ligação têm as festas de aldeia à ancestralidade simbólica? O que é que a música pimba revela sobre a perda da identidade regional e religiosa? E por que é que o fenómeno de Fátima, na sua génese, pode ser entendido como um «culto de guerra»?Se ficou curioso, não perca este episódio do [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEIS:- «Cosmovisões Religiosas e Espirituais: guia didático de tradições presentes em Portugal» (Alto Comissariado para as Migrações, 2016);- Mendes Pinto, Paulo «A 'Des-simbolização' da Sociedade em tempo de Trevas e do Sol Invicto» (Revista Visão, 2021);- Documentário: «Rituais de Inverno com Máscaras». Realização Catarina Alves Costa e Catarina Mourão, 2001; - Mendes Pinto, Paulo «A Origem dos Rituais Iniciáticos como Reformulação Existencial da Visão do Homem» (Revista Relicário, 2022); - Mendes Pinto, Paulo «Da Natureza e das Funções do Símbolo» (Revista Relicário, 2021) BIOSPaulo Mendes Pinto é historiador e especialista em História das Religiões, com foco na mitologia antiga e no diálogo entre tradições religiosas. Docente da Universidade Lusófona desde 1998, coordena a área de Ciência das Religiões e é atualmente Diretor-Geral Académico do Ensino Lusófona – Brasil. Foi Embaixador do Parlamento Mundial das Religiões e fundador da European Academy for Religions. Comentador na CNN Portugal, colabora com o Público e a Visão e é autor de dezenas de livros e artigos científicos. Membro de várias academias internacionais, foi distinguido com a Medalha de Ouro de Mérito Académico (2013) e com a Medalha Estadista Getúlio Vargas (2023). Hugo van der Ding - Locutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a «Criada Malcriada» e «Cavaca a Presidenta», autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, «Vamos Todos Morrer», também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa «Duas Pessoas a Fazer Televisão», na RTP, com Martim Sousa Tavares.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nos dias 25 e 26, no Amapá, da 77ª Reunião do Conselho Nacional de Ouvidores-Gerais do Ministério Público (CNOMP). Durante o encontro, o decano da instituição, procurador de Justiça Ubirajara Braga de Albuquerque, foi um dos homenageados com a Medalha do Mérito do CNOMP, destinada a membros que contribuíram de forma significativa para o fortalecimento do colegiado.
Um atleta perdeu a aliança no Campeonato Mundial de Atletismo em Tóquio, em troca da medalha ia ficando sem mulher. E ainda, sem Messi e Ronaldo na Bola de Ouro, quem leva o troféu para casa? See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A medalha da Maratona da Praia Grande 2026 é demais, óbitos em finais de semana consecutivos acendem de novo o sinal de alerta para corredores, vai pegar colocação no geral ou categoria? Não pode estar de fone e celular, vamos lembra das regras do nosso esporte….#corrida #corridaderua #corridaderuabrasil #criadorporesporte #cnanews O Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Rebeca Lima foi espetacular e trouxe o ouro no Mundial de Boxe, que contou com mais três medalhas brasileiras! Neste episódio, Marcel Merguizo e Guilherme Costa analisam os destaques de atletas brasileiros ao redor do mundo. Teve prata para Marcus D'Almeida no Mundial de Tiro ao Arco, para Hugo Calderano no WTT de tênis de mesa e para Caio Bomfim na marcha atlética. Vários destaques e expectativas de medalha no Mundial de Atletismo em Tóquio. No tênis, João Fonseca brilhou ao vencer Tsitsipas, enquanto o SP Open foi um sucesso, coroado com o título de duplas de Luisa Stefani e Timea Babos. Ainda deu tempo da nossa dupla debater o caso de doping com a campeã Tamires Machado, do wrestling. Dá o play.
Un 2 de septiembre nació en Rio de Janeiro el poeta y psiquiatra Aldir Blanc, que puso letra a músicas inolvidables de João Bosco, pero también de Moacyr Luz o Guinga. Le escuchamos en el único disco que publicó como intérprete, 'Vida noturna', con la canción que le da título y 'Paquetã, Dezembro de 56'. Y en canciones suyas grabadas por João Bosco ('Nação', 'Pretaporter de tafetá', 'Incompatibilidade de gênios'), Elis Regina ('Dois pra lá. dois pra cá', 'O mestre-sala dos mares', 'O bêbado e a equilibrista'), Nana Caymmi ('Resposta ao tempo'), María Bethânia ('Medalha de São Jorge') y Moacyr Luz ('Só dói quando eu Rio', 'Saudades da Guanabara').Escuchar audio
Milton Teixeira relembra o dia que o presidente Jânio Quadros condecorou Che Guevara com a Ordem do Cruzeiro do Sul, gerando polêmica nacional e antecedendo sua renúncia dias depois.
Eu corri os 10 km da Maratona do Rio e queria falar do que rolou por lá e o problema persistente da entrega dos kits... #corrida #corridaderua #corredores #corredoresderua #maratona #maratonadorio #maratonadorio2025
Como foi a Maratona de Praia Grande, que deu a medalha mais legal que eu já ganhei? Corrida do Bob Esponja de BH teve realmente 30 mil pessoas? #corrida #corridaderua #corredores #corredoresderua #corridaderuabrasil
Drill, baby, drill!; Mais sobre a monstruosidade israelense; Sanções ao Xandão; O zap do Cid; Maldito general à paisana; Tratado das pandemias; PL 2687/2022; PL do Licensiamento ambiental. The post II – 2025.28 – A medalha que faltava pro Xandão appeared first on Central 3.
Fundação Casper Libero, dona da Corrida de São Silvestre, está processando o autor da "Medalha Venci a Brigadeiro" e o balanço do Desafio 365 de abril#corrida #corridaderua #corredores #corredoresderua #saosilvestre #venciabrigadeiro
No último final de semana, Miguel Hidalgo conquistou seu segundo pódio em etapa da WTCS conquistando o bronze em Yokohama. A prova marcou também o retorno de Djenyfer Arnold ao circuito mundial! Falamos também da vitória de Kristian Blummenfelt e muita mais. Confira o episódio desta semana.PatrocinadoresA OUTLIVE nasceu com o propósito de viver mais e melhor, promovendo um estilo de vida saudável!
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Wanda, Maysa, Cláudia, Yvette, Ana Lúcia, Lygia, Marília Medalha, Alda Perdigâo, Eliana Pittman, Maria Lúcia, Orlando Silva, Carmen Miranda, Silvio Caldas, Gal Costa y Os Demônios da Garoa.Escuchar audio
En el día de San Jorge y el día del libro grabaciones ad hoc de Caetano Veloso ('Lua de São Jorge', 'Cavaleiro de Jorge'), Jorge Ben ('Jorge de Capadócia'), Fernanda Abreu ('Jorge de Capadócia', 'Jorge de capadócia/Ponto de Oxóssi/Duo de Jorge'), Zeca Pagodinho & Jorge Ben ('Ogum'), Zeca Pagodinho & Seu Jorge ('Lua de Ogum'), Seu Jorge ('Alma de guerreiro'), Moacyr Luz ('Medalha de São Jorge'), María Bethânia ('Medalha de São Jorge'), Caetano Veloso ('Livros') y Vitor Ramil ('Livro aberto').Escuchar audio
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Toquinho & Vinícius & Marília Medalha, Erasmo Carlos, Pedrinho Mattar, Grupo Fundo de Quintal, Pocho e Seu Conjunto, Nethy, Dick Farney, Miltinho, Simonetti e Sua Orquestra, Sambossa, Raul de Souza, Grupo Fundo de Quintal, Dominguinhos do Estácio y Conjunto A Voz do Morro.Escuchar audio
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Terra Samba, Orquestra e Coro RGE, Tom Zé, Os Novos Baianos, Paulinho Nogueira, Agostinho dos Santos, Luiz Bandeira, Toquinho, Vinícius & Marília Medalha, Fruto da Terra, Grupo Fundo de Quintal, Terra Samba y Simonetti e sua Orquestra.Escuchar audio
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.RIFA DO PFCSEJA MEMBRO DO CANAL!!!Campeonato Mundial Indoor de Atletismo; Resultados da Meia Maratona de Nova Iorque; Maratona de Nova Iorque com recorde de inscritos no sorteio; Maratona de Londres quer ser a maior do mundo; Kipchoge confirmado na Maratona de Sydney; Medalha da Maratona de Boston 2025; Maratona de Marília é adiada; Resultados da Maratona de Tóquio; Resultados da Maratona de Nagoya; Corredora canadense Rejeanne Fairhead, recordista mundial de masters, morre aos 98 anos; Maratona de Suzhou na China abre investigação contra atletas que urinaram em público.Use nossos cupons de Desconto:KEEP RUNNING BRASIL - PFCCARAMELO - PFC10MARATONA DE FLORIPA - PFC10FOCO RADICAL - PFC10SPORTBR - PFC10CLUBE DE AUTORES - PFC10LIVE! RUN XP - PFC15MARATONA MONUMENTAL DE BRASÍLIA - PFC10
A vida te oferece o preço, mas a medalha só vem para quem decide pagar.O sucesso não é dado, ele é conquistado e tem um preço: tempo, esforço e coragem.Quando você alcançar seu objetivo, a recompensa vai ser mais do que um prêmio, será o reconhecimento da sua luta.Você está pronto para ir atrás da sua medalha?Não espere o sucesso vir até você, vá e conquiste a sua!
Enio Augusto eMarcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!Medalha da Maratona de Tóquio; Sorteio para a Maratona de Nova Iorque; Resultados da Kagawa Marugame Half Marathon; Noah Lyles é campeão em Grand Prix de atletismo e provoca Tyreek Hill da NFL; Night Run Costão do Santinho acontece neste sábado; Elite na Meia Maratona de Barcelona; Elite na Maratona de Roterdã; Elite na Maratona de Hamburgo; Maratona de Tóquio vai aumentar valor da inscrição para 2026; Phacz Run em Porto Belo; Estudo diz que pessoas matutinas são maratonistas mais rápidas; Você conseguiria correr mais rápido do que Lucy, nossa ancestral de 3 milhões de anos?Cupons de Desconto:KEEP RUNNING BRASIL - PFCFOCO RADICAL - PFC10CARAMELO - PFC10CLUBE DE AUTORES - PFC10
O Mundial de Andebol chegou ao fim; o mercado de transferências está quase. Entretanto, Sporting e Benfica ganharam os seus jogos antes da estreia de Martín Anselmi na Liga.
História de Boca - Podcast para Crianças que falam Português
Ouvimos o recadinho da Alicia que queria uma história do Sherlock Holmes e aproveitamos para contar uma história de um jeito... diferente. Homenageamos a nossa Rebeca Andrade - já que de Londres a Paris é só pegar um trem, né? Esperamos que gostem! Quer mandar um recadinho? https://www.instagram.com/historiadebocabr/ VOTE NA GENTE NO PRÊMIO MELHORES PODCASTS DO BRASIL na categoria FICÇÃO E FANTASIA https://www.premiompb.com.br/entrar Estamos no Youtube Podcasts também, passa lá :)