POPULARITY
Portugueses que vivem em Houston ou que se deslocaram de outros pontos dos EUA, e não só, não conseguem ir ao estádio ver Portugal. Portuguesa condecorada com Medalha de Ordem da Austrália.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O retorno da maior medalhista em jogos olímpicos, pelo Brasil. Só podia mesmo ser desse jeito: Receba Andrade faturou a medalha de ouro, no salto, no Pan-Americano de ginástica artística, no Rio de Janeiro. Olha que a própria Receba confessou: havia começado mal a competição e chegou a dar um puxão de orelhas, nela mesma.
Conquista histórica para a comunidade de língua portuguesa na Austrália: a líder comunitária Silvia Renda foi agraciada com a Medalha da Ordem da Austrália, uma das mais importantes honrarias civis do país. Em clima de Copa do Mundo, ouvimos brasileiros que vivem na Austrália sobre as expectativas, os palpites e a confiança dos torcedores para o Mundial de 2026?Conquista histórica para a comunidade de língua portuguesa na Austrália: a líder comunitária Silvia Renda foi agraciada com a Medalha da Ordem da Austrália, uma das mais importantes honrarias civis do país. Em clima de Copa do Mundo, ouvimos brasileiros que vivem na Austrália sobre as expectativas, os palpites e a confiança dos torcedores para o Mundial de 2026?
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Gustavo Borges, um dos maiores monstros da história da natação mundial e dono de quatro medalhas olímpicas, abre a caixa preta dos bastidores do esporte de alto rendimento e sua transição genial para o topo do mundo dos negócios. Neste episódio, ele revela o impacto psicológico de uma declaração polêmica de seu maior rival, Alexander Popov, que o forçou a encarar suas próprias fraquezas e a obsessão milimétrica por três décimos de segundo. Você vai entender como a dor da derrota moldou o empresário que hoje lidera um império com mais de 250 mil alunos.Além dos segredos das piscinas, Gustavo faz um alerta urgente sobre o colapso silencioso que a inteligência artificial está provocando na sociedade. Ele compartilha um experimento próprio assustador que ativou sua "preguiça cognitiva" e explica como a automação desenfreada vai gerar uma onda inevitável de demissões em massa. Se você quer sobreviver ao novo mercado, precisa entender a diferença brutal entre esforço e performance real.Disponível no Youtube:Link: https://youtu.be/XCGKReSws5sPatrocinador:Espaço Volpi - Saúde, bem-estar e superação Mencione o Excepcionais para ter uma condição especial. https://bit.ly/excepcionais-espacovolpi00:00:00 - a mentira do "hard work" cego no alto rendimento 00:15:30 - bastidores brutais e a provocação de alexander popov 00:38:45 - a agonia de 40 minutos com o erro do placar em 1992 01:02:15 - o mercado da noite e a venda secreta do bar favella 01:18:40 - como construí um império de 250 mil alunos recorrentes 01:32:10 - mais linhas de código que game of thrones: a estrutura mgb 01:41:50 - o colapso da inteligência artificial e o apagão mental 01:46:15 - ambição fria, milhões em palestras e a busca pela paz real Siga o Gustavo no Instagram:https://www.instagram.com/gustavo.borges/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
A temporada de canoagem velocidade começou e como de costume, Isaquias Queiroz garantiu uma medalha em uma etapa de Copa do Mundo. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão analisam o competição de canoagem que vale pontos para o ranking que será o meio de classificação para as Olimpíadas, repercutem as medalhas conquistadas pelos brasileiros no Grand Slam de Astana de Judô, o Troféu Brasil de ginástica artística, a queda de João Fonseca no Masters 1000 de Roma, mas também os feitos de Victoria Barros e Guto Miguel, as joias do tênis juvenil brasileiro. O podcast ainda traz o panorama da final da Superliga Masculina que consagrou o décimo título do Cruzeiro e quais os pontos positivos que a Seleção pode se beneficiar com o temporada deste ano. Dá o play para ficar por dentro de tudo isso e muito mais!
Neste episódio inspirador, @Juanribe Pagliarin usa a metáfora da “Medalha de Ouro” para revelar o caminho da excelência espiritual.
Caio Bonfim cumpriu mais uma meta em sua carreira: terminar a Copa do Mundo de Marcha Atlética, disputada em Brasília, com uma medalha. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão analisam a competição com as medalhas de bronze para Caio e para a equipe feminina. O podcast ainda repercute o ótimo resultado dos brasileiros em Bells Beach, na primeira etapa da temporada da WSL, a medalha conquistada pelo conjunto brasileiro na ginástica rítmica em sua primeira apresentação da nova série, a vaga do Brasil para o Mundial de Basquete 3x3 e os resultados do tênis com João Fonseca na gira de saibro e as jovens Naná Silva e Victoria Barros brilhando na Billie Jean King Cup. Dá o play!
Hugo Calderano conquistou a medalha de bronze na Copa do Mundo de Tênis de Mesa disputada em Macau, na China, após mais uma bela campanha na competição que ele foi campeão na temporada passada. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão detalham a trajetória de Hugo até a derrota para o número 1 do mundo na semifinal. O podcast ainda repercute o início de João Fonseca no Masters 1000 de Monte Carlo, o anúncio do novo treinador de Bia Haddad, o recorde sul-americana de Mafê Costa nos 400m livre e, por fim, traz as perspectivas para o Mundial de Marcha Atlética, que acontece em Brasília no próximo final de semana. Dá o play!
Neste Bica Curta: os Prémios Sophia revelaram os seus nomeados e "Banzo", de Margarida Cardoso, chega à frente com catorze nomeações; o Governo distinguiu Simone de Oliveira com a Medalha de Mérito Cultural no Dia Mundial do Teatro; os trabalhadores da EGEAC Lisboa Cultura juntaram-se em plenário para exigir mais salários e mais transparência; e Francisco José Viegas vai ser o novo consultor de Cultura do Presidente da República. Tudo isto em poucos minutos.RecursosMr Bird (autor da música)Nicolás Fabian (autor do design)Subscreve no SpotifySubscreve na Apple Podcasts
Reportagem e edição de Leonor Faria. Cavaco Silva defende Governo e critica PS e ChegaAmbientalistas pedem que o Metro de Lisboa abra às 5h30Socialistas pedem a Carneiro mais ideias para afirmar o PSGoverno atribui Medalha de Mérito Cultural a Simone de Oliveira Design: Carlota Real Sonoplastia: Nuno Viegas
Guilherme Veiga construiu uma trajetória sólida nas Cortes Superiores ao longo de mais de duas décadas de atuação.Vindo de uma família com forte tradição jurídica, desenvolveu uma advocacia marcada por intensidade, disciplina e profundo compromisso com o ofício. Homenageado com a Medalha do Mérito Judiciário pelo TJPE.Autor de obras relevantes sobre a prática nos tribunais, especialmente no STJ, reúne formação acadêmica consistente: mestre, doutor e especialista em Direito Constitucional Internacional pela Universidade de Pisa. Seus trabalhos têm amplo reconhecimento, com obras prefaciadas por autoridades da Suprema Corte.Defendeu seu doutorado em uma banca histórica, reunindo nomes de grande relevância do pensamento jurídico e da vida institucional brasileira.Na conversa, fica evidente algo que marca sua trajetória: propósito. Como ele próprio sintetiza, quem não tem propósito não suporta o processo.
O português Fábio Lopez, Diretor artístico e coreógrafo residente da Compagnie Illicite Bayonne, recebeu a Medalha de Ouro do Rayonnement culturel da Renaissance Française.See omnystudio.com/listener for privacy information.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cristian Ribera conquistou a primeira medalha da história do Brasil em Jogos Paralímpicos de Inverno, no esqui cross-country. Aos 23 anos, ele diz que se tornar atleta foi a melhor escolha da sua vida, após desistir do sonho de voltar a andar. O brasileiro pretende começar a se preparar em breve para as Paralimpíadas de Verão de 2028, competindo no atletismo. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Cristian Ribera escreveu seu nome na história dos esportes paralímpicos de inverno ao levar o segundo lugar na prova de sprint do esqui cross-country, na categoria para atletas que competem sentados. A modalidade exige um grande esforço físico. Trata-se de uma espécie de maratona na neve, com esquis adaptados e o uso da força nos bastões para ganhar impulso. “Só nesse ano eu treinei quase 1.500 km a mais do que no ano passado. Então a gente se esforçou muito para chegar aqui e estar nesse patamar. Fiquei muito feliz, muito contente de dizer que eu sou medalhista paralímpico. Realizei meu sonho!”, disse o atleta à RFI após a medalha inédita. A conquista se soma a outras importantes marcas em sua carreira. No ano passado, Cristian levou o Globo de Cristal ao terminar a temporada como campeão da Copa do Mundo de esqui cross-country paralímpico. “É a junção de várias provas da Copa do Mundo. Eu fui muito consistente, a gente conseguiu fazer um ótimo trabalho durante a temporada toda e isso me deu muita confiança. Os Jogos Paralímpicos são diferentes de tudo, é o maior evento esportivo do mundo. A gente não pode contar com a vitória, mas a gente sonha. Sonha e trabalha muito”, disse. Atingir um nível como esse era uma aspiração que ele cultivava desde pequeno. Cristian nasceu com uma condição rara chamada artrogripose, que afeta um a cada 3 mil bebês, segundo o Ministério da Saúde do Brasil. No caso dele, a doença afetou as articulações e mobilidade das pernas. “Eu fiz 21 cirurgias até os 11 anos de idade. Passei por vários procedimentos para tentar esticar a perna, para eu voltar a andar. E até então, até os 9 anos, o meu sonho era voltar a andar”, afirmou o atleta. Desde muito jovem, a família dele o incentivou a se tornar independente com o uso da cadeira de rodas. E o esporte sempre foi a sua válvula de escape. Além das sessões diárias de fisioterapia, Cristian começou a praticar diversas modalidades a partir dos quatro anos, por recomendação médica, e nunca mais parou. Entre elas, natação, basquete, bocha e skate. “Isso mudou a minha cabeça quando eu entrei no esporte paralímpico e vi mais pessoas iguais a mim fazendo atividades, aproveitando a vida, sendo feliz. O esporte salva vidas e me deixou muito mais independente.”, disse. Foi essa experiência que transformou as perspectivas sobre o que ele queria para o próprio futuro. “Acho que isso foi mudando minha cabeça até eu decidir realmente desistir do sonho de andar, porque eu preferia a cadeira e sabia que eu era muito mais independente e rápido nela, e que poderia ajudar mais gente na cadeira estando feliz e contente, fazendo esporte. Depois que esse sonho passou, eu decidi que o meu próximo seria virar atleta”, disse. Do interior de São Paulo para as montanhas Cristian é natural de Rondônia, no Norte do Brasil. Ainda bebê, mudou-se com a família para Jundiaí (SP), em busca de tratamento para sua condição. No interior de São Paulo, aos 12 anos, ele teve o primeiro contato com o esqui durante uma apresentação na cidade sobre esportes de neve. “Foi bem rápido que eu descobri que era bom no esqui e que [isso] mudou minha vida”, disse Cristian Ribera. Três anos depois, ele já competiria em uma Paralimpíada. Nos Jogos de Inverno de PyeongChang 2018, com apenas 15 anos, Cristian terminou em sexto lugar. Até conquistar a prata em Milão-Cortina, este era o melhor resultado do Brasil em Paralimpíadas de Inverno. O atleta começou a treinar com o chamado rollerski, um esqui adaptado com rodinhas para pistas de asfalto. Até hoje, ele utiliza o equipamento no Brasil para se preparar para as competições. “Quando a gente chega na neve, a gente só troca o roller pelo esqui. A gente consegue simular bastante, a técnica é muito parecida. O que muda mais é o impacto do asfalto nos ombros. E a curva, que é o principal, porque quando chega na neve é muito mais sutil do que no roller”, explicou. Outra modalidade também o ajudou nesta prática. “O skate me ensinou a esquiar”, afirma. Além de Cristian, o esporte faz parte da rotina de toda a família. O irmão, Fábio, é o técnico dele. A irmã mais nova, Eduarda, também competiu no esqui cross-country nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026. “Minha família é muito competitiva. Minha mãe também treina junto com a gente. É praticamente uma paralimpíada e olimpíada todos os dias. Sempre que a gente sai para treinar é para querer ganhar, evoluir”, disse o atleta. O sonho das Paralimpíadas de Verão Além do esqui cross-country, Cristian também treina para o atletismo e já tem em mente um novo objetivo: os Jogos Paralímpicos de Verão de Los Angeles 2028. “Em 2024 eu estava tentando a vaga para Paris. Fiquei por 3 a 4 vagas para ser convocado. E é meu sonho também [competir] pelo atletismo. É um dos esportes pelos quais mais me apaixonei quando criança e faço até hoje com muito amor. E em 2028, com fé em Deus, a gente vai estar lá”, afirmou. É com essa expectativa de continuar realizando novos sonhos que o atleta mantém diariamente a dedicação. “Quem diria que veríamos um brasileiro medalhando no esporte de inverno. Então nada é impossível, com dedicação, com força e muito suor”, conclui Cristian.
Eliud Kipchoge vai correr no Brasil; Medalha da Maratona de Paris foi apresentada e a da Volta Internacional da Pampulha também; mais uma cidade quer obrigar atestado médico para corridas.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
O Brasil está agora com sua prateleira completa! Com a medalha de prata de Cristian Ribera no sprint sentado do esqui cross-country o Brasil conquistou sua primeira medalha da história nos Jogos Paralímpicos de Inverno. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão analisam o feito e destacam outros resultados das Paralimpíadas de Inverno. O podcast ainda repercute o jogaço entre João Fonseca e Jannik Sinner, no Masters 1000 de Indian Wells, mais um título de Rafaela Silva na categoria 63kg no judô, o Mundial de Skate que aconteceu em São Paulo e os resultados ruins nos amistosos da Seleção Feminina de Futebol. Dá o play!
O Brasil voltou a fazer história em Milão-Cortina nesta terça-feira, 10. O rondoniense Cristian Ribera, de 23 anos, ficou a prata no sprint sentado do esqui cross-country e conquistou a primeira medalha do País nas Paralimpíadas de Inverno. O paratleta completou a prova na Arena de Esqui cross-country de Tesero em 2min29s06 e ficou a apenas sete décimos do chinês Liu Zixu, primeiro colocado e medalha de ouro. O Cazaque Yerbol Khamitov levou o bronze. Gustavo Lopes comenta o assunto em conversa com Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marcos da Costa - Secretário dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Primeira medalha brasileira nos Jogos Paralímpicos de Inverno
O atleta Cristian Ribera fez história nesta terça-feira (10) ao conquistar a primeira medalha do Brasil na história Jogos Paralímpicos de Inverno. A façanha aconteceu em Milão-Cortina (ITA) e é um marco para o esporte nacional e para o Time São Paulo, uma iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de incentivo ao esporte paralímpico.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Afinal, há batota no curling?! Falta cerca de um mês para a caderneta do Mundial!
Nove ministros do STF e 12 parentes próximos são sócios de ao menos 31 empresas. E canetas emagrecedoras e bets já tiram espaço do orçamento de alimentos, bebidas, higiene e limpeza.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (16/02/2026): A indecisão do governo sobre o futuro da usina de Angra 3 ameaça paralisar a estatal Eletronuclear no mês de março, após uma série de malabarismos para manter o caixa equilibrado, informa Renan Monteiro. Há cerca de R$ 1 bilhão em gastos anuais com a obra parada, sobretudo com o pagamento de parcelas dos financiamentos vinculados a Angra 3. São 14 mil equipamentos sem utilização, o que levou o Tribunal de Contas da União (TCU) a citar “desperdício” de R$ 2 bilhões nos últimos dois anos. A crise não tem relação direta com Angra 1 e Angra 2, relevantes para o Sistema Interligado Nacional. Porém, a situação da terceira usina tem efeito sobre toda a estatal, com alertas de risco ao sistema elétrico, no pior cenário. Sem dinheiro para honrar os compromissos, diversos débitos podem vencer antecipadamente, gerando uma bola de neve. E mais: Política: Polarização eleitoral ameaça acordo de Motta com PT por vaga no TCU Economia: Extratos indicam repasses de Vorcaro para empresa de Dias Toffoli Internacional: Obama lamenta ‘circo nas redes’ em seu 1º comentário sobre vídeo racista Metrópole: Apesar do sol e de atrasos, Ibirapuera consolida ‘carnaval da multidão’ em SP Esporte: Imprensa da Noruega exalta ouro brasileiro, mas lamenta saída do atleta: ‘Frustrante’See omnystudio.com/listener for privacy information.
Chegou ao fim o sonho de uma segunda medalha para o esquiador brasileiro Lucas Pinheiro Braathen. O atleta caiu na primeira descida da prova do slalom, na manhã desta segunda-feira, e acabou desclassificado da competição.
O caminho é longo. A contagem regressiva para a Olimpíada de 2028, em Los Angeles, já começou. E para o judô brasileiro, nada melhor do que iniciar essa caminhada com o golpe certo: um ippon, que valeu uma medalha de ouro na primeira competição internacional desta temporada. Marcio Arruda, da RFI em Paris Rafaela Silva foi a única atleta brasileira a subir no degrau mais alto do pódio no Grand Slam de Paris. Ela e os 18 judocas do Brasil que disputaram a competição no início deste mês permaneceram na capital francesa para dias de treinamento no Instituto Nacional de Judô, que reuniu a maioria dos atletas estrangeiros presentes no Grand Slam francês. Uma rotina de treinos pesada, que começou na segunda quinzena de janeiro em Colônia, na Alemanha, na pré-temporada da equipe brasileira. A campeã olímpica Rafaela Silva, que subiu para a categoria até 63 quilos há pouco mais de um ano, se mostrou satisfeita com seu rendimento nesse início de ano. “Eu acho que foi bom não só por conta da medalha (de ouro). Independentemente do resultado, acho que fiz um bom trabalho lá na Alemanha. Até mesmo antes de eu embarcar para lá e, também, durante a competição. Tudo acabou dando certo porque a gente já vinha treinando antes. Então, eu estou muito satisfeita em conseguir colocar o que sei em prática e aproveitar bastante os treinos na Alemanha; foi um período que eu usei para isso e que acabou dando certo no fim”, avaliou a judoca campeã na Rio-2016. "É o que se fala: a gente conquista a medalha no treino; na competição, a gente só vai buscar", comenta Rafaela Silva. Medalha de prata no Grand Slam de Paris no ano passado, Leonardo Gonçalves não passou de uma sétima colocação no torneio de 2026. O judoca da categoria até 100 quilos destacou a importância do período de treinos após a competição francesa. “Para os pesos mais pesados do Brasil, particularmente, é bem importante porque lá (no Brasil) há carência de material humano. E aqui tem muito. A gente se une aqui e procura aproveitar bastante; não que os mais leves não aproveitem, mas no Brasil tem muito mais (peso) leve. E, por isso, eles conseguem treinar lá e aqui na França. Então, a gente chega aqui, treina e suga ao máximo”, afirmou Leonardo Gonçalves. A rotina de treinos faz com que Leo Gonçalves esteja sempre se cobrando por melhores resultados nas competições. “Eu tento me policiar um pouco porque eu me cobro demais. Quando o atleta quer ser o melhor, tem de se cobrar mesmo. Mas é importante cuidar da saúde mental porque, se houver um descontrole, a pessoa acaba ficando bitolada. Às vezes, eu me policio também para dar uma espairecida porque é cobrança o tempo inteiro. Todo mundo te cobra e você não pode deixar de se cobrar", revelou Leo. "Caminhos que fazem atletas se potencializarem" Treinadora da seleção brasileira, Andrea Berti disse que a confiança que cada atleta tem em seu potencial passa pelo treinamento. “Os treinos são os caminhos que fazem as atletas potencializar as suas características e conhecer adversárias que nunca tiveram a oportunidade de segurar no kimono. É muito importante porque é um processo que faz com que (o judoca) trabalhe e ganhe confiança para chegar nas competições e fazer acontecer”, explicou a técnica Andrea Berti. Depois de disputar a medalha de bronze no Grand Slam de Paris na categoria até 90 quilos e terminar na quinta colocação, Guilherme Schimidt falou sobre o ritmo dos treinos com randori, que é o termo dado ao treinamento de luta, como se fosse um sparring. “Lá em Colônia, como os alemães foram ao Brasil no ano passado e a gente já conhece o pessoal, foi um treinamento com o time alemão. Teve um dia que recebemos a visita de judocas belgas, holandeses e franceses. Mas, basicamente, foram atletas do Brasil e da Alemanha. Foi um treinamento visando às competições internacionais. Teve um volume grande de randori, que é bom para você treinar, pegar no kimono de vários adversários, conhecer diversos estilos e escolas de judô. Aí você vai crescendo no cenário internacional”, contou Guilherme Schimidt. Assim como Guilherme, Larissa Pimenta também ficou em quinto lugar nesse Grand Slam. A medalhista olímpica da categoria até 52 quilos voltou a disputar uma competição internacional após uma pausa na carreira. Por enquanto, ela nem quer pensar na Olimpíada de Los Angeles, em 2028. “Eu passei um período muito longo afastada. Eu fiz dois ciclos olímpicos diretos e não tive pausa; e ainda teve a pandemia! Foram anos bem desgastantes. Para muitas pessoas, isso passa despercebido porque só veem a gente na hora da luta. A gente que vive isso todos os dias, em particular para mim, foram anos muito desgastantes; muito difíceis. Agora, eu me sinto em paz, me sinto tranquila. Eu estou vivendo um processo mais leve, mais tranquilo. Na verdade, eu não penso em Los Angeles agora. Eu penso um dia de cada vez, um treino de cada vez, uma competição de cada vez”, revelou Larissa Pimenta, bronze nos Jogos Paris-2024. Ao contrário de Larissa, Guilherme Schimidt já traçou o caminho até a próxima Olimpíada, que pode ser a primeira dele na categoria até 90 quilos. “Eu tenho uma margem de evolução muito grande e com certeza chegando em Los Angeles, eu vou estar mais preparado e mais experiente. Eu carrego toda minha experiência de 81 quilos para essa nova categoria. O peso muda, zera os pontos, mas a experiência eu trouxe comigo. Tenho certeza que vou brilhar nessa categoria de cima porque conheço nomes que eram de 81 quilos, subiram e hoje estão entre os melhores; alguns foram até campeões mundiais! Então, eu me vejo muito bem nessa categoria”, previu Guilherme. Leia tambémJudoca Beatriz Souza conquista primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris Experiência e liderança de Rafaela Silva Aos 33 anos, Rafaela Silva é uma das mais experientes do grupo. Com humildade, a campeã falou do papel de liderança na seleção brasileira. “Eu aprendi bastante quando eu cheguei na seleção. Eu era a mais nova e as pessoas me acolheram da melhor maneira possível, me ajudando e me aconselhando. Eu tirava dúvidas com o Thiago Camilo, com a Edinanci, com a Quequinha (Erika Miranda) e todas as meninas mais experientes... até o Mayrão (Mayra Aguiar), que era muito jovem, mas já fazia parte da seleção principal. Então, eu tive essa troca bem bacana com eles e hoje eu só retribuo o que eles fizeram comigo lá atrás. Esse é o bacana do judô: a gente recebe quando é mais nova e, agora, a gente passa isso para as próximas gerações”, lembrou Rafaela. E com tanta experiencia, será que a Rafaela Silva pode um dia se tornar técnica da seleção? “Vixe... aí são muitos anos, aí é um passinho de cada vez. Eu espero ainda estar competitiva no ambiente. A gente vai ver como serão os próximos passos. Eu sei que longe do judô eu não vou estar porque eu amo isso aqui”, afirmou a campeã. Leia tambémBrasil conquista bronze por equipes mistas no judô na Olimpíada de Paris O judô é a modalidade que faturou mais medalhas olímpicas para o Brasil. Das 28 conquistas, cinco são de ouro, quatro de prata e 19 de bronze. Agora, a seleção brasileira volta aos tatames no final deste mês. O Grand Slam de Tashkent, no Uzbequistão, será disputado nos dias 27 e 28 de fevereiro e 1° de março. A expectativa, claro, é pela conquista de mais medalhas tanto no masculino quanto no feminino.
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou a concessão da Medalha Tiradentes ao presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista Pinto da Rocha. A honraria reconhece sua trajetória e a atuação na reestruturação administrativa e financeira do clube.Entenda os motivos da homenagem, o contexto político e o impacto institucional para o Flamengo e para o esporte no Rio de Janeiro.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Bap
Questionando sobre o valor ouro e o valor sentimental da moeda.
Lucas Pinheiro Braathen foi um dos porta-bandeiras da delegação brasileira na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, na sexta-feira (6). A escolha pelo esquiador não foi à toa: ele é a principal aposta do Brasil para conquistar a medalha inédita em Olimpíadas de Inverno. O esquiador é o atual número dois do ranking mundial de esqui alpino. Nascido na Noruega, ele defende o Brasil, país natal da mãe, desde 2024, e diz que a escolha pela federação brasileira lhe trouxe mais liberdade. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Lucas tem consciência de que a pressão é enorme. “Essa é uma responsabilidade que eu carrego todos os dias, até o dia da competição mesmo. Agora, essa pressão é um privilégio. Então eu abraço essa pressão, tento canalizar toda essa energia de alta frequência para minha performance”, afirmou em coletiva de imprensa neste sábado (7), na Casa Brasil, espaço montado pelo Comitê Olímpico Brasileiro em Milão para receber a torcida verde e amarela durante as competições. Filho de mãe brasileira e pai norueguês, Lucas cresceu entre diferentes culturas. Nasceu em Oslo, capital da Noruega, e na infância chegou a morar no Brasil. Curiosamente, esquiar passou longe de ser um sonho de criança, já que seu primeiro amor foi o futebol. Aos oito anos, de volta à Noruega, Lucas se rendeu ao esqui alpino, esporte que faz parte da identidade do país. Para o atleta, mais do que competição, é uma forma de expressão: “Para mim, o esporte é uma forma de arte, é uma arte de performance. E se você pergunta a qualquer artista o que é mais importante, [eles respondem que] é ser autêntico, ser quem eles são”. Foi justamente por sentir falta de liberdade para se exprimir que, em 2023, Lucas tomou uma decisão difícil. Até então, competia representando a Noruega e disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, em 2022, pelo país nórdico. Após conquistar o título da disciplina de slalom em 2023 e ficar em quarto lugar no ranking geral de esqui alpino, anunciou sua aposentadoria devido a desentendimentos com a federação norueguesa. Meses depois, em 2024, voltou às pistas defendendo o Brasil. “Foi uma transição gigantesca. E me deixa meio emocionado olhar para trás, para essa jornada até chegar aqui em Milão vestindo nossas cores. Realmente, a sensação é de um segundo capítulo na vida. Essa parte da minha vida é uma parte com liberdade de ser quem eu sou, representar meus valores e meus sonhos verdadeiros. Não os sonhos dos outros, não os sonhos da mídia, da indústria, da minha equipe, mas os meus sonhos”, disse o esquiador. Em declaração à RFI, Lucas afirma que se sente completo nas pistas de esqui e compara a profissão de esquiador à de artista: “Eu achei nas pistas, na neve, na montanha, o meu palco, onde me sinto mais autêntico. No fim das contas, eu poderia virar um músico ou dançar, mas, para mim, o propósito que a gente tem é bem igual”. Aos 25 anos, Lucas já tem uma carreira cheia de conquistas no esqui alpino com mais de 20 pódios, oito deles representando o Brasil. Ele é o atual número dois do ranking geral da modalidade. Até o início das provas dos Jogos Olímpicos de Inverno, segue treinando na Áustria, onde mora. A estreia nas Olimpíadas será no próximo sábado (14), na cidade de Bormio. Lucas explica que a pista tem características bem específicas: “É uma pista um pouco mais fácil do que as que a gente está competindo na Copa do Mundo, mas são nas pistas mais fáceis que fica ainda mais difícil esquiar rápido. Então, essa é a arte dentro do nosso esporte: conseguir achar essa velocidade. É uma pista em que você precisa criar a força, a velocidade e a frequência sozinho”. Além de buscar a medalha inédita para o Brasil, Lucas carrega um desejo que vai além do pódio: “Eu quero sair desses Jogos como fonte de inspiração para o povo que liga para esportes, para quem não está nem aí para esportes. E, para mim, quero que as pessoas assistindo, vendo nossas cores nos Jogos Olímpicos de Inverno, entendam que tudo é possível. Não importa de onde vocês são, suas roupas, seu sotaque. O que importa é o que está por dentro. O que acontece para fora é um resultado disso”, aprofunda Lucas. Leia tambémJogos de Inverno de 2030 serão organizados nos Alpes franceses, mas COI pede "garantia financeira"
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 ampliam a presença do Brasil nos esportes de neve. No snowboard halfpipe, Augustinho Teixeira e Pat Burgener representam o país em uma das provas mais técnicas do programa olímpico, historicamente dominada por potências europeias e norte-americanas. Luciana Quaresma, especial de Milão para a RFI Ambos nasceram fora do Brasil mas são filhos de mães brasileiras. Construíram carreiras no exterior mas neste ciclo olímpico decidiram defender o país que os conecta às suas origens, traduzindo em esporte uma escolha de identidade e pertencimento. Vaga olímpica e qualificação Para Augustinho Teixeira, que nasceu em Ushuaia, na Argentina, Milão-Cortina marca a estreia em uma Olimpíada de Inverno. O snowboarder garantiu sua vaga ao somar pontos consistentes no ranking de qualificação, em especial com desempenho na etapa da Copa do Mundo em Laax, na Suíça, onde terminou na 24ª posição, resultado que o manteve dentro das vagas classificatórias para os Jogos. O jovem atleta, de 20 anos, que começou na neve ainda na infância ao lado da família vê essa qualificação como a consagração de anos de dedicação. “Estou vivendo algo inimaginável. A classificação para a Olimpíada é a prova de que o esforço, a disciplina e o foco em cada detalhe me trouxeram até aqui”, diz Augustinho, refletindo sobre sua trajetória. Além de garantir sua participação nos Jogos, Augustinho vem somando experiência em competições internacionais e foi o campeão em uma etapa da Copa Europeia de Snowboard halfpipe em Kitzsteinhorn, na Áustria — um marco importante em sua evolução esportiva. Medalha histórica e Brasil no pódio Se Augustinho entra em Milão-Cortina fazendo sua estreia olímpica, Pat Burgener chega com um capítulo esportivo já escrito em grandes palcos internacionais. Nascido na Suíça e filho de mãe brasileira, Pat, de 31 anos disputou duas edições anteriores dos Jogos Olímpicos de Inverno — em PyeongChang 2018 (5º lugar) e Pequim 2022 (11º lugar), representando o país europeu antes de optar por competir pelo Brasil no ciclo 2025/2026. A temporada antes da Olimpíada já trouxe um momento histórico: Pat Burgener conquistou a primeira medalha da história do Brasil na Copa do Mundo de snowboard halfpipe, ao levar o bronze na etapa de Calgary, no Canadá, em janeiro deste ano. O resultado marcou não apenas o melhor desempenho brasileiro na modalidade, mas também consolidou Burgener como uma das principais esperanças para Milão-Cortina. “Foi uma sensação incrível. Saber que meu nome entrou na história do esporte brasileiro, colocando o país no pódio pela primeira vez na Copa do Mundo de halfpipe, é algo que vai comigo para os Jogos”, comenta Pat. Essa conquista veio após um início de temporada promissor, que incluiu um quarto lugar em Secret Garden, na China, outro resultado destacado antes de Calgary. Identidade, cultura e escolha consciente Para Augustinho, competir por uma bandeira que carrega simbolismo familiar é mais do que representar um país em uma competição: é traduzir uma história de vida. “O Brasil sempre foi parte da minha história, mesmo morando fora. Representar o país da minha mãe e levar essa bandeira ao halfpipe é algo que me enche de orgulho e responsabilidade”, ele afirma. Esse sentimento de conexão se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na forma como ele vê seu papel dentro e fora da pista, como referência e inspiração para novos praticantes brasileiros de snowboard. Pat, por sua vez, reforça a ideia de que a escolha de representar o Brasil é também uma forma de expandir horizontes e criar novas possibilidades para a modalidade. “Defender o Brasil no snowboard é mais do que uma mudança de nacionalidade. É trazer visibilidade para um país que não é tradicional nos esportes de inverno e mostrar que aqui também pode haver espaço e oportunidades”, diz ele, ressaltando o apoio que tem recebido tanto da família quanto da federação brasileira. Snowboard brasileiro em foco Em Milão-Cortina 2026, Augustinho Teixeira e Pat Burgener não apenas competem nas pistas de neve, mas representam duas trajetórias que se cruzam sob a mesma bandeira e com propósitos que vão além dos resultados individuais. Unidos pelo mesmo objetivo de colocar o Brasil cada vez mais presente no cenário internacional do snowboard, eles mostram que a presença verde e amarela também pode ganhar espaço nas montanhas cobertas de neve, inspirando uma nova geração de atletas e fãs no país.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quarta-feira, 21, a entrega da Medalha da Ordem do Mérito à presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), conselheira Dulcinéia Benício. A comenda é concedida a personalidades e instituições que tenham prestado relevantes serviços ao sistema de justiça, à sociedade acreana ou ao próprio Ministério Público, contribuindo para o fortalecimento das instituições e para o desenvolvimento social do Estado.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quarta-feira, 21, a entrega da Medalha da Ordem do Mérito à presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), conselheira Dulcinéia Benício. A comenda é concedida a personalidades e instituições que tenham prestado relevantes serviços ao sistema de justiça, à sociedade acreana ou ao próprio Ministério Público, contribuindo para o fortalecimento das instituições e para o desenvolvimento social do Estado.
O paratleta olímpico Edenilson Floriani é um dos destaques do Brasil no paratletismo. Nesse podcast, ele conta como é a sua rotina diária de treinos e fala da difícil adaptação após o acidente de moto que o deixou com sequelas. Floriani revela também a importância desse esporte que transformou a vida dele nos últimos anos e de um projeto social voltado para busca de novos talentos no paradesporto. Ouça, comente, curta e compartilhe! #paratleta #inclusão #aceitação #paratletaolimpico #carecadecorrer #recordistamundial
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Margarida Silva. Medalha de ouro nos Surdolímpicos é sonho concretizado22a21d84-81c8-f011
Neste episódio do Alta Definição, Paulo Raimundo é entrevistado por Daniel Oliveira, numa conversa que percorre a sua trajetória pessoal e profissional, desde a infância marcada por dificuldades económicas até à liderança política. O líder do Partido Comunista Português (PCP) partilha memórias familiares, experiências de trabalho, reflexões sobre educação, valores e desafios da vida quotidiana. Aborda ainda o impacto da sua atividade política na família, a importância da autenticidade e da luta coletiva, e destaca episódios marcantes que moldaram o seu percurso, fazendo a sua análise da realidade social portuguesa. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa ----O link para o estatudo editorial do Expresso: https://expresso.pt/sobre/estatuto-editorial/2020-01-20-estatuto-editorial-3c79f4ec O link para o estatudo editorial da SIC Notícias: https://sicnoticias.pt/institucional/2013-12-27-estatuto-editorial-sic-noticias-e84e2755 See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.VOTE NO PFC NO PRÊMIO MPBhttps://www.premiompb.com.br/entrarSEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
A medalha da Maratona da Praia Grande 2026 é demais, óbitos em finais de semana consecutivos acendem de novo o sinal de alerta para corredores, vai pegar colocação no geral ou categoria? Não pode estar de fone e celular, vamos lembra das regras do nosso esporte….#corrida #corridaderua #corridaderuabrasil #criadorporesporte #cnanews O Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Un 2 de septiembre nació en Rio de Janeiro el poeta y psiquiatra Aldir Blanc, que puso letra a músicas inolvidables de João Bosco, pero también de Moacyr Luz o Guinga. Le escuchamos en el único disco que publicó como intérprete, 'Vida noturna', con la canción que le da título y 'Paquetã, Dezembro de 56'. Y en canciones suyas grabadas por João Bosco ('Nação', 'Pretaporter de tafetá', 'Incompatibilidade de gênios'), Elis Regina ('Dois pra lá. dois pra cá', 'O mestre-sala dos mares', 'O bêbado e a equilibrista'), Nana Caymmi ('Resposta ao tempo'), María Bethânia ('Medalha de São Jorge') y Moacyr Luz ('Só dói quando eu Rio', 'Saudades da Guanabara').Escuchar audio
Milton Teixeira relembra o dia que o presidente Jânio Quadros condecorou Che Guevara com a Ordem do Cruzeiro do Sul, gerando polêmica nacional e antecedendo sua renúncia dias depois.
Drill, baby, drill!; Mais sobre a monstruosidade israelense; Sanções ao Xandão; O zap do Cid; Maldito general à paisana; Tratado das pandemias; PL 2687/2022; PL do Licensiamento ambiental. O post II – 2025.28 – A medalha que faltava pro Xandão apareceu primeiro em Central 3.
Drill, baby, drill!; Mais sobre a monstruosidade israelense; Sanções ao Xandão; O zap do Cid; Maldito general à paisana; Tratado das pandemias; PL 2687/2022; PL do Licensiamento ambiental. The post II – 2025.28 – A medalha que faltava pro Xandão appeared first on Central 3.
En el día de San Jorge y el día del libro grabaciones ad hoc de Caetano Veloso ('Lua de São Jorge', 'Cavaleiro de Jorge'), Jorge Ben ('Jorge de Capadócia'), Fernanda Abreu ('Jorge de Capadócia', 'Jorge de capadócia/Ponto de Oxóssi/Duo de Jorge'), Zeca Pagodinho & Jorge Ben ('Ogum'), Zeca Pagodinho & Seu Jorge ('Lua de Ogum'), Seu Jorge ('Alma de guerreiro'), Moacyr Luz ('Medalha de São Jorge'), María Bethânia ('Medalha de São Jorge'), Caetano Veloso ('Livros') y Vitor Ramil ('Livro aberto').Escuchar audio
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.RIFA DO PFCSEJA MEMBRO DO CANAL!!!Campeonato Mundial Indoor de Atletismo; Resultados da Meia Maratona de Nova Iorque; Maratona de Nova Iorque com recorde de inscritos no sorteio; Maratona de Londres quer ser a maior do mundo; Kipchoge confirmado na Maratona de Sydney; Medalha da Maratona de Boston 2025; Maratona de Marília é adiada; Resultados da Maratona de Tóquio; Resultados da Maratona de Nagoya; Corredora canadense Rejeanne Fairhead, recordista mundial de masters, morre aos 98 anos; Maratona de Suzhou na China abre investigação contra atletas que urinaram em público.Use nossos cupons de Desconto:KEEP RUNNING BRASIL - PFCCARAMELO - PFC10MARATONA DE FLORIPA - PFC10FOCO RADICAL - PFC10SPORTBR - PFC10CLUBE DE AUTORES - PFC10LIVE! RUN XP - PFC15MARATONA MONUMENTAL DE BRASÍLIA - PFC10
A vida te oferece o preço, mas a medalha só vem para quem decide pagar.O sucesso não é dado, ele é conquistado e tem um preço: tempo, esforço e coragem.Quando você alcançar seu objetivo, a recompensa vai ser mais do que um prêmio, será o reconhecimento da sua luta.Você está pronto para ir atrás da sua medalha?Não espere o sucesso vir até você, vá e conquiste a sua!
Enio Augusto eMarcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!Medalha da Maratona de Tóquio; Sorteio para a Maratona de Nova Iorque; Resultados da Kagawa Marugame Half Marathon; Noah Lyles é campeão em Grand Prix de atletismo e provoca Tyreek Hill da NFL; Night Run Costão do Santinho acontece neste sábado; Elite na Meia Maratona de Barcelona; Elite na Maratona de Roterdã; Elite na Maratona de Hamburgo; Maratona de Tóquio vai aumentar valor da inscrição para 2026; Phacz Run em Porto Belo; Estudo diz que pessoas matutinas são maratonistas mais rápidas; Você conseguiria correr mais rápido do que Lucy, nossa ancestral de 3 milhões de anos?Cupons de Desconto:KEEP RUNNING BRASIL - PFCFOCO RADICAL - PFC10CARAMELO - PFC10CLUBE DE AUTORES - PFC10