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Pauliceia Desvairada de Mário de Andrade (1893-1945) foi nosso Ep. 57, publicado em 9 de abril de 2021, apenas com os poemas Paisagem Nº 1, 2, 3 e 4. E “Prefácio Interessantíssimo”, de Pauliceia, foi o Ep. 100. Hoje, episódio 308, após debatermos o Modernismo e o Prefácio no Clube Leitura de Ouvido. Dedicamo-nos hoje aos poemas: "Inspiração", "O trovador", "Os cortejos", "A escalada", "Rua de São Bento", "O rebanho", "Tietê", "Ode ao burguês", "Tristura", "Domingo", "O domador", "Anhangabaú", "A caçada", "Noturno", "Tu", "Colloque sentimental" e" Religião". Para completar o livro, resta-nos apenas realizar a produção de "As enfibraturas do Ipiranga”. Mário indica, no Prefácio: ”Quem não souber urrar não leia Ode ao Burguês. Quem não souber rezar, não leia Religião. Desprezar: A Escalada. Sofrer: Colloque Sentimental.” Já ficam algumas dicas para a nossa interpretação, em que pese: "Repugna-me dar a chave de meu livro.” Em Pauliceia, Mário se apresenta como “louco”, usa várias vezes o termo arlequim e o adjetivo arlequinal. Há muitas aliterações juntas e bem combinadas, que culminam na Polifonia Poética, que é a marca insondável do livro. Muitas vozes, discursos e perspectivas, são os tons de seus versos: "nada de asas, nada de poesia, nada de alegrias…”; e o reconhecimento do que a cidade se tornava “futilidade, civilização” no misto ítalo-franco-luso-brasileiro-saxônica, gentílico composto bem miscigenado, que já era o reflexo daquele Brasil moderno. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
Minkälaista on yliopistossa opiskeleminen? Nouseeko opiskellessa uusia ammattihaaveita esiin, ja miksi? Kuinka tärkeä on opiskelijaidentiteetti yliopistolaisille? Näihin ja moniin muihin kysymyksiin perehtyvät neljä opiskelijalähettilästä kolmiosaisessa Studycastin sarjassa “Mitä me oltais haluttu tietää?”. Mediatutkimuksen opiskelija Elsa, historian opiskelija Janette, poliittisen historian opiskelija Kristiina ja kirjallisuustieteiden opiskelija Ruu käyvät läpi ensimmäisessä jaksossa sitä, mitä he olisivat halunneet tietää opiskelijaidentiteetistä ennen yliopistoa. Tekstivastine: https://www.utu.fi/fi/ajankohtaista/podcast/studycast
Minkälaista on yliopistossa opiskeleminen? Nouseeko opiskellessa uusia ammattihaaveita esiin, ja miksi? Kuinka tärkeä on opiskelijaidentiteetti yliopistolaisille? Näihin ja moniin muihin kysymyksiin perehtyvät neljä opiskelijalähettilästä kolmiosaisessa Studycastin sarjassa “Mitä me oltais haluttu tietää?”. Mediatutkimuksen opiskelija Elsa, historian opiskelija Janette, poliittisen historian opiskelija Kristiina ja kirjallisuustieteiden opiskelija Ruu käyvät läpi ensimmäisessä jaksossa sitä, mitä he olisivat halunneet tietää urahaaveista ja -poluista ennen yliopistoa. Tekstivastine: https://www.utu.fi/fi/ajankohtaista/podcast/studycast
Minkälaista on yliopistossa opiskeleminen? Nouseeko opiskellessa uusia ammattihaaveita esiin, ja miksi? Kuinka tärkeä on opiskelijaidentiteetti yliopistolaisille? Näihin ja moniin muihin kysymyksiin perehtyvät neljä opiskelijalähettilästä kolmiosaisessa Studycastin sarjassa “Mitä me oltais haluttu tietää?”. Mediatutkimuksen opiskelija Elsa, historian opiskelija Janette, poliittisen historian opiskelija Kristiina ja kirjallisuustieteiden opiskelija Ruu käyvät läpi ensimmäisessä jaksossa sitä, mitä he olisivat halunneet tietää opiskelemisesta ennen yliopistoa. Tekstivastine: https://www.utu.fi/fi/ajankohtaista/podcast/studycast
O Fala Carlão registrou para o Canal do Boi a convergência de líderes no CCAgro — o Conecta Agro. O evento contou com as análises técnicas de Franco Borsari (Diretor da GreenHas Brasil) e Mariana Aragão (Chefe Geral da Embrapa Gado de Corte). O encontro promoveu um debate profundo sobre os rumos da tecnologia e da produtividade no setor.A cobertura apresentou a força da gestão rural com as participações de Maurício Velloso (Presidente da Assocon), Juliana Farah (Presidente do Sindicato Rural de Mineiros do Tietê) e Michelle Moraes (Líder da Conexão Mulheres do Agro). O programa também reuniu os agropecuaristas Ana Olivia Cardoso e Flavio Cardoso, além das produtoras Fernanda, Gija Paranhos e Fabíola.A presença da artista Mari Junqueira completou a pluralidade de visões sobre o cotidiano do campo. O CCAgro consolidou o diálogo entre a ciência da Embrapa e a prática dos produtores rurais. Todas as entrevistas e os detalhes deste evento estratégico você confere em nossa programação.
Este é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários e trata de dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários produzidos pelo diretor e produtor, que também são muito diferentes entre si, mas que têm um ponto crucial em comum. No episódio, Liniane Brum e Mayra Trinca revelam como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, em meio ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. _____________________________ Roteiro [Som de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] Mantém em BG até entrada da música de transição. LINI: Esse é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários. Meu nome é Liniane Haag Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. Essa pesquisa surgiu da descoberta de uma lacuna. Percebi que não havia nenhum estudo sobre a obra de não ficção de Giorgetti. Apesar de ela ser tão expressiva quanto a sua ficção, e mais extensa. MAYRA: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor. Você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Eu tô aqui pra apresentar esse episódio junto com a Liniane. Nele, vamos abordar os médias-metragens “Variações sobre um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”. [Música de transição – tirar da abertura de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] LINI: No primeiro episódio, apresentamos os documentários “Pizza” e “Em Busca da Pátria Perdida”, destacando os procedimentos e recursos de linguagem empregados pelo cineasta para retratar a complexidade da capital paulista. MAYRA: Em “Pizza”, as contradições de São Paulo surgem na investigação de pizzarias de diversas regiões, por meio de depoimentos de seus donos, funcionários, clientes e pizzaiolos. Já “Em Busca da Pátria Perdida” se concentra no bairro do Glicério, e registra a experiência de migrantes e imigrantes que encontram acolhida e fé na Igreja Nossa Senhora da Paz. Se você ainda não ouviu, é só procurar por “Ugo Giorgetti” no nosso site ou no seu agregador de podcasts. LINI: Nesse segundo episódio, vamos falar sobre dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários que também são muito diferentes entre si, mas que tem um ponto crucial em comum. Vamos revelar como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. (pausa) Vinheta Oxigênio LINI: Se você não tem muita ligação com a música de câmara, seja tocando, estudando ou pesquisando o tema, é provável que nunca tenha ouvido falar em Johannes Olsner. “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” retrata a trajetória profissional desse violista que chegou no Brasil em 1939, vindo da Alemanha para uma turnê musical, e nunca mais voltou pra casa. MAYRA: Sobre esse documentário o crítico literário e musical Arthur Nestrovski escreveu o seguinte na Folha de São Paulo, em setembro de 2004: “O filme é muito simples. O que, no caso, é uma virtude: (…) a vida de Johannes Oelsner se confunde com a arte que praticou ao longo de quase 70 anos de carreira.” LINI: O violista alemão fez parte da formação inicial de músicos do que é hoje o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. [Música de transição – escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] MAYRA: Talvez você esteja se perguntando o que é um quarteto de cordas… Vamos por partes: Um quarteto de cordas é uma das formações mais emblemáticas da música de câmara e reúne quatro instrumentistas em dois pares: dois violinos, uma viola e um violoncelo. [Entra música de fundo: escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] [Sugestão – time code do Youtube – 09:32 até 10:42] A expressão “música de câmara” tem sua origem na “musica da câmera”, termo italiano que significa “música para a sala”. É originalmente um gênero de música erudita para ser tocada em ambientes privados e íntimos, como nos aposentos palacianos e gabinetes da aristocracia, – e não nas grandes salas de concerto. LINI: A música de câmara pode ter diferentes formações, como por exemplo um dueto ou um quinteto. Mas – sim! – o quarteto é a sua forma mais clássica. [Música de transição] Embora os quartetos de cordas se dediquem a um repertório de alto refinamento artístico, sua presença no Brasil é pouco comum. Foi pensando nisso que perguntei pra Ugo Giorgetti por que motivo ele decidiu fazer um documentário sobre um tema tão específico. Ouve só como foi a nossa conversa: LINI: Sobre o quarteto de cordas eu queria perguntar o seguinte: é um tema restrito? Fica um documentário mais assim, restrito, você acha? GIORGETTI: O Quarteto de Cordas é só um lado do documentário. Ele fala também de São Paulo, ele fala do Mário Andrade, ele fala do Prestes Maia, ele fala um monte de coisa. Ele fala da durabilidade do tempo, esse negócio se transformou em uma coisa que durou 37 anos tocando juntos. Esses caras envelheceram juntos. [Música de transição – trecho de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] GIORGETTI: Quando eu fiz o documentário, esse quarteto já não existia mais naquela forma original. Já passou por outras formas, mas é sempre o Quarteto de Cordas do município de São Paulo. Então, nenhuma coisa é tão fechada assim. MAYRA: Retomando a trajetória de Johannes Olsner: sua formação como músico erudito começou cedo e se deu por meio do aprendizado do violino. Foi só mais tarde, quando já tocava profissionalmente, que ele chegou à viola que lhe acompanhou ao longo da vida. Escuta o próprio Johannes falando um pouco sobre isso: [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Estudei primeiro violino, comecei com 9 anos o violino, então eu me apresentei no Conservatório Real de Dresden. Aí quem me ouviu foi o grande professor Henri Marteau, francês. Depois, com 13 anos, me deram uma bolsa de estudo integral. Eu me formei, depois ganhei o meu diploma, etc, etc. Isso foi em 1935, até 1937. [trecho de MOZART em violino] LINI: O violista já tocava no prestigioso Quarteto Fritzsche de Dresden, ainda na Alemanha, quando recebeu a notícia que iria sair em turnê para as Américas. No dia 9 de março de 1939, aos 24 anos, ele e seus parceiros musicais pegaram um navio, em Bremen, também na Alemanha. [Efeito de som do mar] Primeira parada: Panamá, por três dias. Depois Argentina, onde tocaram na escola alemã e permaneceram por semanas a fio. Em seguida Montevidéu, onde fizeram quatro concertos. E, finalmente, aportaram no Rio de Janeiro. [Efeito de som do mar] [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Chegamos dia 26 de julho de 1939, com bastante atraso, mas aqui no Brasil. LINI: Veio a Segunda Guerra, ele e os colegas permaneceram em terras brasileiras. [trecho do documentário] – Johannes Olsner: A gente pode dizer mesmo o Deus é brasileiro, né? Eu tive sorte lá, com entrar no Quarteto e tudo assim, mas aqui, olha que, eu sempre digo para todos vocês que são brasileiros natos: pode ficar contente, porque é a melhor terra que tem. Fora de tudo que tem, olha que, é a melhor terra que tem. LINI: Olsner criou raízes em São Paulo. Em 1944, mesmo ano em que se casou, entrou para o Quarteto Haydn. MAYRA: O Quarteto Haydn do Departamento de Cultura de São Paulo representa a fase inicial e histórica do que hoje é o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Sua origem remonta a 1935, quando foi fundado por iniciativa de Mário de Andrade, que na época era o diretor do Departamento. A formação respondia a um antigo anseio do escritor, crítico musical, ensaísta e professor de música. Entre outras tantas lutas culturais, Mário de Andrade acabou se tornando um verdadeiro paladino da construção de uma cultura musical consciente e autônoma para o Brasil. A rememoração de Oelsner dá indícios dessa efervescência: EXCERTO MÁRIO DE ANDRADE: Oelsner: Um dos primeiros concertos, me lembro, era em frente do Teatro Municipal, a velas. E então, aí o Mário, como disse, como assistiu todos os concertos, um dia ele chegou também. Ele dizia, seria possível tocar uma vez com o nosso quarteto aqui do teatro, do departamento. Então, como eu já falei para o senhor, fizemos o quarteto de Mendelssohn [trecho do quarteto de Mendelssohn do documentário Variações(continuação do texto acima) ] LINI: Pausa para um esclarecimento. Você lembra que no primeiro episódio a gente falou da presença da literatura na obra de não ficção de Giorgetti? Pois é, “Variações sobre um quarteto de cordas” também revela essa face do diretor paulista. Na entrevista com Oeslner, ele não disfarça o interesse pelo escritor brasileiro Mário de Andrade. [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: O senhor lembra do bem do Mário de Andrade? Oelsner: Sim, nós éramos amigos, que infelizmente eu tinha mais contato com ele de 44, quando eu entrei no departamento, até 45, e pobre Mário morreu em 45. Ugo Giorgetti Como ele era? Oelsner: Sempre alegre, sempre disposto, e qualquer coisa que o senhor disse, uma novidade, o senhor dizia, vamos ver. Sim, sim, sim. E marcava quanto se podia fazer. O Mário era formidável. LINI: Eu perguntei ao diretor se ele de fato – abre aspas “perseguiu” – a presença e a figura de Mário de Andrade, na entrevista com o Oelsner. Ele respondeu que sim. E fez o seguinte relato: [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: Eu considero o Mário de Andrade o maior intelectual de São Paulo, de todos os tempos, porque ele era um grande poeta. Tem poemas que são fantásticos, citei um num artigo que escrevi sobre Abujamra, um poema dele, que dizia, “eu sou 300, sou 350, mas um dia eu toparei comigo.” Ele era um músico, ele dava aula no Instituto de Arte Dramática, professor, ele era um etnógrafo, ele saia pelo Brasil cantando folclore, ele era um professor, claro, político, na boa fase, na boa forma de político. Ele foi o primeiro secretário de Cultura de São Paulo. Eu procuro o Mário de Andrade, onde é possível achar. Eu tenho contos dele, o que ele escreveu para jornais, ele escreveu para jornais também, era um cronista, um cara fantástico. MAYRA: Johannes Olsner cultivou laços com Mário de Andrade e também com personalidades como os compositores e regentes Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Além disso, executou peças com as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro. Durante a formação mais longeva do Quarteto, de 1944 a 1979, ele tocou com Gino Alfonsi no primeiro violino, Alexandre Schaffman no segundo e Calixto Corazza no violoncelo. LINI: A gente pode dizer que Johannes Olsner é o biografado do documentário. Mas também podemos afirmar que essa peça audiovisual é um testemunho. Por meio de um único depoimento, o média-metragem: flagra o nascimento do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, – que é também um registro do florescimento da vida cultural e do desenvolvimento da capital paulista. MAYRA: Vislumbra uma linhagem de músicos alemães surgida em Dresden, berço musical em um dos momentos mais ricos, inovadores e contraditórios do Ocidente. LINI: Testemunha os efeitos da Segunda Guerra Mundial, quando centenas de cidadãos alemães se viram obrigados a imigrar para sobreviver. Esse ponto não está explícito no relato de Olsner, mas as imagens do documentário fazem referência ao fato. MAYRA: Revela a devoção de Johannes Olsner à música. LINI: Mesmo depois de aposentado, Johannes Olsner seguiu trabalhando como músico. Na época da gravação do documentário, em 2003, lecionava no Conservatório Villa Lobos, em Osasco, e tocava em eventos e festas de casamento. Ele jamais considerou parar com suas atividades musicais. Faleceu aos 94 anos, em São Paulo, no ano de 2010. [Bloco 2: documentário “Santana em Santana”] LINI: Santana em Santana, de 2007, foi realizado a partir de um edital da Secretaria Municipal de Cultura que visava a realização do projeto “História dos bairros de São Paulo”. A ideia por trás da chamada pública era fomentar o mapeamento audiovisual da capital paulista, por meio de documentários sobre os bairros que a compõem. MAYRA: Ugo Giorgetti, com sua produtora, a SP Filmes de São Paulo, foi selecionado com o projeto de documentário que propunha explorar a história do seu bairro de origem: Santana, localizado na zona norte da capital paulista. [Ruído de passagem de cena] LINI: Santana em Santana: de cara dá pra perceber que o título escolhido pelo cineasta é tanto uma provocação existencial e poética, quanto um convite à interpretação. MAYRA: A gente se pergunta: como assim Santana EM Santana? Existe um bairro dentro do bairro original? Isso seria um erro de grafia ou uma pista? Ou apenas um jogo linguístico para atrair a atenção do espectador? [Ruído de passagem de cena] LINI: Pois é, eu questionei o Ugo Giorgetti sobre o que o título do filme pretende revelar. Sua resposta acabou mostrando as motivações por trás do projeto original. Além, é claro, de elucidar esse “mistério”… Ele disse: UGO GIORGETTI: Bom, eu fiz pelo seguinte, também eu quis fazer. Se Santana realmente correspondia à minha concepção que eu tinha dela. Por quê? Porque eu ia na casa do meu irmão… Eu vou sempre na casa do meu irmão. Toda a vez que eu ia na casa dele, às vezes eu ia à noite, às vezes de dia, eu tinha a impressão que não tinha sobrado pedra sobre pedra do meu bairro. Era uma coisa sórdida, vulgar, ridícula, todas as construções iguais, uma coisa cafajeste, não sobrou nada do cinema, nada de nada. Eu não falava com ele sobre isso porque ele morava lá, ele também não falava. Então ficou essa ideia que estava cimentada na minha cabeça. E, para a minha surpresa, quando eu fiz o documentário, eu vi que não só restavam coisas, mas que restava muita coisa. Uma pessoa como eu, que conhecia muito bem o bairro, eu andava para aquele bairro o tempo todo, você procurando os lugares que você ia, em geral, eu achava o lugar. Não só achava o lugar, como alguns lugares intactos. [Ruído de passagem de cena: um carro passando] MAYRA: A escolha da linguagem cinematográfica mostra também esse interesse pessoal pelo tema. O principal recurso usado em Variações sobre Um Quarteto de Cordas se repete em Santana em Santana: o depoimento de um único artista, nesse caso, o próprio Giorgetti. Em Santana em Santana Ugo não é apenas o cineasta, mas assume também a posição de narrador-apresentador. Na cena que abre a narrativa, você vê um ambiente despojado, o diretor atrás de uma escrivaninha olhando para a câmera e falando o seguinte texto: [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Santana sob o ponto de vista da história, do fato histórico, não é relevante, não há nada na história de Santana, que eu saiba, que mereça um registro significativo. Santana é uma região que fica ao norte da cidade, dividida pelo Tietê. Isto é, o Tietê é a primeira fronteira dela, que separa Santana da cidade. E o início dela, é o início mais ou menos costumeiro dos bairros de São Paulo. Quer dizer, é uma grande quantidade de terra, ocupada por uma associação entre o Estado, a Igreja e ricos proprietários. . Evidentemente essas proporções foram se desfazendo depois, principalmente os ricos proprietários, e se tornou um bairro, conforme ele se configurou, a partir de 1942”. LINI: A fala do cineasta sugere que o documentário vai investigar a história do bairro Santana. No entanto, à medida que a narrativa avança, o que se vê na tela é um percurso afetivo que pouco tem a ver com acontecimentos verificáveis, dados e informações precisas. Santana em Santana revela o cineasta à procura de sua própria história… MAYRA: Em cena, a escola que frequentou na primeira juventude, o Mirante de Santana, o cinema de bairro que hoje é shopping center. LINI: Ouve só como também é revelador esse trecho da conversa que tive com ele: GIORGETTI – O filme que mais me impactou que eu vi lá em Santa Ana foi um filme de 1960. Eu tinha 18 anos. É um filme maravilhoso não pelo, digamos assim, valor cinematográfico, é pequeno o valor cinematográfico, mas porque era um filme chamado O Julgamento de Nuremberg; o casting era inacreditável: Spencer Tracy, Burt Lancaster, Montgomery Clift. Lini: É um bom filme. Ugo: Pô! MAYRA: Em entrevista, o diretor também expôs a importância do processo de produção do documentário, para o tema de que ele trata: GIORGETTI: Tem alguns planos nesse filme que eu gosto muito. Tem um plano que eu acho que é muito bom, que é um plano numa tempestade. Eu falei, se prepara que vai chover, se prepara que vai ter uma puta tempestade que ocorre nesse bairro. E, de repente, o que eu acho curioso é que, no meio da tempestade, o bairro ficou um bairro. Tudo ficou um pouco impreciso, como se o tempo tivesse passado, porém deixou como um quadro impressionista, contornos no meio daquela névoa da tempestade. Daí eu reconheci o bairro. Daí eu falei, esse é Santana. Casas meio aparecendo, outras não. Uma coisa mais na sombra, outra coisa mais evidente. Ficou muito legal aquilo. Mas tem outras coisas. Tem o meu irmão voltando da feira. Não sei se você viu. Ele está identificado como… Lini: Não, não. Ah, então eu não identifiquei. Acho que foi uma cena muito de passagem. É, o cara voltando da feira. O maestro Mauro Giorgetti com uma puta de uma cesta. Ele nem viu que ele estava lá. MAYRA: Essa atitude artística de Giorgetti em Santana em Santana, de individualizar a narrativa, ao invés de elucidar fatos e discursar sobre eles, faz parte de um – digamos – estilo. Segundo o diretor, ele nunca trata realmente do tema que se anuncia; ele afirma que o seu mote é, abre aspas, “ter sempre uma coisa que vista a cidade (…) você pensa que tá vendo uma coisa, mas é outra”. LINI: Ou seja, de acordo com o diretor, no fundo ele está sempre tratando de São Paulo. [Pausa.] OK, como você ouviu lá no primeiro episódio, é preciso considerar a visão do artista sobre seu próprio trabalho. Mas sem tirar de foco aquilo que a obra, ela mesma, mostra. No caso, o documentário – sobretudo – ativa a memória do diretor e a projeta no presente. Essa projeção oferece ao espectador uma realidade construída por um discurso que é uma espécie de auto-perscrutação dos primeiros anos de vida do artista em contato com a cidade. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo] LINI: Uma investigação a partir do subjetivo…que é também um documento…. [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Por isso que eu tento fazer uma coisa que deixe, pelo menos, uma impressão do mundo que eu vivi. Eu não estou fazendo poesia, não estou fazendo filmes fora, cabeça, mensagem. Isso não é comigo. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] MAYRA: O roteiro desse episódio foi escrito pela Liniane Haag Brum, que também realizou as entrevistas. A revisão do roteiro foi feita por mim, Mayra Trinca, que também apresento o episódio. LINI: A pesquisa de pós-doutorado teve orientação do professor Carlos Vogt, e seu resultado é objeto de meu trabalho no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As reportagens referentes à divulgação de “Contra o apagamento, o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti”, foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. A gente vai deixar o link e a ficha técnica dos documentários na descrição do episódio. LINI: A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral e a vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. MAYRA: Este episódio tem o apoio da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. MAYRA: Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. LINI: Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.
A Sabesp iniciou uma obra estratégica para fortalecer a segurança hídrica da Região Metropolitana de São Paulo. Trata-se da Interligação Billings–Alto Tietê, que permitirá a captação de até 4.000 litros por segundo água bruta no braço Rio Pequeno da represa Billings, em São Bernardo do Campo, com bombeamento para a represa Taiaçupeba, em Suzano, que faz parte do Sistema Alto Tietê. A interligação vai reforçar o abastecimento de toda a Grande São Paulo ao oferecer mais água para o Sistema Integrado Metropolitano, beneficiando cerca de 22 milhões de pessoas. O investimento é de R$ 1,4 bilhão.
Trecho com 24 km de extensão liga as rodovias Presidente Dutra (BR-116) e a Fernão Dias (BR-381)
Ari Kettukankaan jututettavana LVI-Pitkälältä Meri-Lapin työnjohtaja Oskari Ollitervo.
Coletiva: Governador Tarcísio de Freitas | Visita às obras do Complexo Viário do Alto Tietê by Governo do Estado de São Paulo
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, visitou as Obras do Complexo Viário do Alto Tietê hoje, dia 15 de janeiro de 2026., que fazem parte do trecho leste do Rodoanel. #politica #governosp #transporte #rodoanel
Discurso: Secretário Rafael Benini (Parcerias em Investimentos) | Visita às obras do Complexo Viário do Alto Tietê, em Suzano by Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Governador Tarcísio de Freitas - Visita às obras do Complexo Viário do Alto Tietê, em Suzano by Governo do Estado de São Paulo
OLSC Finland -Podcast!Tirehtöörinä Krisu, paneelisteina Jussi, Jouni, Ville, Santtu ja Jake.Tässä jaksossa:Jussi, Jouni ja Santtu perkaa Leeds peliä ja ennakoi Fulhamin vierailua.OLSC Finland some:olscfinland.com/instagram.com/olsc_finland/facebook.com/OLSCFINLANDx.com/olscfinlandbsky.app/profile/olscfinland.bsky.socialtiktok.com/@olscfinlandYhdistys:Norwegian Wood app - norwegianwood.goodbarber.appLiittyminen - olscfinland.com/liittyminenKauppa: slfcky.tarramesta.fiSuositellut Pubit:HELSINKI - All Star Sports, TURKU - Bar Into, TAMPERE - Pub Joseph's, VANTAA - Old Story, KUOPIO - Futari, JYVÄSKYLÄ - Matsi bar, VAASA - Office, LAHTI - Peluri, KOTKA, Pub Jaakko
Onda de calor continua na reta final do ano. EUA lançam ataques contra terroristas do Estado Islâmico na Nigéria, diz Trump. Bolsonaro já está no quarto e cirurgia não teve intercorrências, dizem médicos. Corpo de mulher atropelada e arrastada na Marginal Tietê será velado nesta sexta em SP. Relembre as mortes que marcaram 2025.
Confira na edição do Jornal da Record News desta quarta-feira (24): governo oficializa reajuste do salário mínimo para 2026. Jair Bolsonaro é internado em hospital particular de Brasília para nova cirurgia. SP: 12 homens são presos em galpão de bebidas adulteradas. E mais: morre mulher arrastada pelo ex-namorado em São Paulo.
O primeiro trecho do Rodoanel Norte — que ligará as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias em 24 km de asfalto — foi inaugurado nesta segunda-feira (22). As obras da via tiveram início em 2013. O principal objetivo deste trecho é ajudar a desafogar a Marginal Tietê, atraindo e distribuindo o fluxo de veículos. A estimativa é de que o Rodoanel Norte retire 40 mil veículos, sendo 10 mil caminhões, por dia da Marginal. Isso significaria mais fluidez no tráfego na região metropolitana de São Paulo. Dividido em quatro partes (Oeste, Sul, Leste e Norte), o Rodoanel terá 176 quilômetros de extensão quando estiver totalmente finalizado. O projeto original previa a conclusão das obras em oito anos, até 2006, com o objetivo de desviar o tráfego de passagem, especialmente de caminhões, das vias internas da capital, como as marginais Tietê e Pinheiros. Segundo o governo do estado, a expectativa é de que o anel viário seja concluído até o fim de 2026, quase 20 anos após o prazo inicialmente previsto, em meio a sucessivos atrasos e polêmicas ao longo da execução do projeto. Em entrevista ao 'Jornal Eldorado', o professor do Departamento de Engenharia de Transportes da Escola Politécnica da USP, Claudio Barbieri da Cunha, falou sobre o impactos da obra, tanto do ponto de vista logístico quanto ambiental.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A cidade de São Paulo já registrou de janeiro a outubro deste ano o maior número de feminicídios da série histórica, desde 2015, quando o crime foi tipificado em lei federal. Segundo dados da Secretaria Estadual da Segurança Pública, foram relatados 53 casos no período. Antes, o maior índice havia sido nos 12 meses de 2024, com 51 feminicídios. Também tem chamado a atenção a brutalidade dos crimes. Nesta semana, Taynara Souza Santos, de 31 anos, teve as pernas amputadas após ser atropelada e arrastada por 1 km por Douglas Alves da Silva, na Marginal do Tietê, na zona norte da capital paulista. Em entrevista à Rádio Eldorado, o novo secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves, disse que suas prioridades serão o combate à violência contra a mulher e ações de repressão aos roubos e furtos de celulares. Ele pediu a colaboração de vizinhos em denúncias de casos de violência doméstica e defendeu uma mudança na legislação para aumentar a pena para os receptadores de celulares furtados ou roubados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística
O chef Gustavo Rozzino abriu uma filial do Nobar, nos Jardins. Fica na esquina da consolação com a Tietê, é pequeno e charmoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Domingão do Carlão conversou com Tirso Meireles, Presidente da FAESP/SENAR-SP, e com Juliana Farhat, Presidente do Sindicato Rural de Mineiros do Tietê, direto da Agrizone na COP30.Tirso ressaltou a importância da Agrizone para mostrar ao mundo a grandeza da agricultura brasileira e comentou as ações do sistema sindical, incluindo parcerias voltadas ao cuidado da saúde do homem e da mulher do campo. Ele também recordou histórias de sua família e mencionou o legado de seu pai, que dá nome ao Sindicato Rural de Porangaba.Juliana destacou o papel essencial do sindicato rural em seu município, com serviços de saúde, prevenção, atendimento psicológico e cursos de capacitação. Ela contou sua trajetória e falou sobre o projeto das Semeadoras do Agro, iniciativa que fortalece mulheres no setor.Apoio Institucional:AbisoloANDAVFAESP/SENARPatrocínio:Publique AgroAgênciaAgroRevenda
Kaisa Pylkkänen on koomikko, käsikirjoittaja ja kirjailija ja hän on tehnyt stand uppia vuodesta 2010 alkaen.
Começou no dia 10 e segue até o dia 21 de novembro deste ano de 2025 a COP30. A Conferência sobre Mudança Climática é o maior evento global das Nações Unidas para discutir e promover negociações intergovernamentais a respeito do assunto. E eu aproveito esse momento em que Belém do Pará é a capital do mundo, com suas belezas e contradições que têm sido acompanhadas pelos mais diversos veículos de comunicação, para trazer alguns temas que estão ligados às discussões que acontecem na COP30. Você vai acompanhar nesta edição especial dois episódios realizados por mim para o podcast do Instituto Claro, em que produzi áudios por mais de doze anos. Um deles é a matéria que fiz, em 2023, com a importante representante da Música Popular Originária (MPO), nascida em Mirinzal, no Estado do Maranhão, e moradora do Complexo da Maré, Kaê Guajajara. Ela usa a música como arte anticolonial para lutar pelos direitos dos povos originários. O outro assunto em pauta que colocamos no podcast de Cidadania do Instituto Claro é o Racismo Oceânico, que mostra que as tragédias causadas pelo aquecimento dos oceanos atingem mais a quem está à margem da sociedade. Quem nos explica como isso acontece é o professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, USP, Alexander Turra.Entre a luta dos povos originários e os eventos climáticos extremos que atingem mais às populações vulneráveis, vamos relembrar a campanha pela despoluição do Rio Tietê, que fez com que a Rádio Eldorado, quando comandada por João Lara Mesquita, ficasse conhecida como uma emissora cidadã. CAPÍTULOS:00:00 Abertura02:19 Entrevista com Kaê Guajajara sobre o ativismo anticolonial na MPO (Música dos Povos Originários)11:01 Ex-diretor da Rádio Eldorado, João Lara Mesquita relembra da fase em que a emissora ficou conhecida como "Rádio Cidadã". Ao programa Panorama Eldorado, ele relembra do início da campanha pela despoluição do Rio Tietê, que foi uma das bandeiras da Rádio Eldorado18:38 Programa Espaço Informal com Roseli Tardelli dá início à campanha pela despoluição do Rio Tietê. A edição histórica, apresentada em 09 de agosto de 1990, foi realizada em parceria com a BBC. Enquanto que em São Paulo, o repórter Marco Antonio Sabino percorria o Tietê, a repórter Márcia Poole, em Londres, navegava pelo Tâmisa. 31:08 João Lara Mesquita reforçou o papel da Eldorado na campanha pela despoluição do Rio Tietê em palestra na USP, em 2013. Neste depoimento, ele fala sobre a campanha pela despoluição do Rio Tietê e do início do projeto Mar sem Fim, ao qual passa a se dedicar a partir da saída da Eldorado, em 2003. 35:49 O professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, USP, Alexander Turra, explica o que é racismo oceânico e como os efeitos do aumento da temperatura dos oceanos, que tem origem na emissão degases do efeito estufa, impactam na maior parte das vezes pessoas que moram nas periferias e de forma precária. 43:51 Música "Canção do Exílio", uma paródia poética para o poema de Gonçalves Dias escrita por Marcelo Alvarez e interpretada por Reynaldo Bessa
Tällä kertaa Tuomiolla-podcastissa keskustellaan muun muassa The Running Manista, Sydney Sweeneyn uutuuselokuvan karusta tuloksesta sekä Miles Tellerin syyttävän sormen seikkailuista.
Tämän päivän tiedolla ei tee huomenna juuri mitään, ainakaan jos kyse on vanhemmuudesta. Osku tarjoaa Juhanille apua Tinderin kanssa. Juhania ei kiinnosta seksi, hän haluaa vain jutella.
A casa modesta do casal José Alves e Florinda Marques Alves, em São Paulo, escondia uma rotina de violência. Em 1956, quando a cozinha vira cena de um crime sangrento e um corpo esquartejado é encontrado no rio Tietê, a história desse casamento choca os tribunais e o veredito surpreende.-BLACK FRIDAY INSIDER! Aproveite até 50% OFF somando meu cupom CAFECOMCRIME com os descontos do site: https://creators.insiderstore.com.br/CAFECOMCRIMEBF-Conheça a lojinha de produtos do Café Com Crime: https://umapenca.com/cafecomcrime/ -Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 19 de novembro de 2025.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space-Créditos:Produção, apresentação e roteiro por Stefanie ZorubEdição e desenho de som por Luigi CalistratoRoteiro e pesquisa for Ana Paula Almeida
Tässä H. Asselmoilasen jaksossa puhumme selkeiden ja mitattavissa olevien tavoitteiden asettamisen tärkeydestä. Hyppää mukaan!
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (28/10/2025): Javier Milei aproveitou ontem o embalo da contundente vitória na eleição legislativa de domingo e detalhou o que pretende fazer com mais apoio no Congresso. O presidente argentino citou como prioridade cortar impostos e mexer na lei trabalhista. Na área tributária, a meta é “reduzir 20 impostos, diminuir alíquotas e expandir a base tributária para que, com a redução das alíquotas, a sonegação se torne desnecessária”. Nas relações laborais o plano inclui: aumento da jornada de 8 para 12 horas, fragmentação das férias, pagamento de salário com “vale-alimentação” e parcelamento de multas rescisórias ou judiciais. As medidas tendem a ser discutidas na Justiça. Após a eleição, dólar se desvalorizou em relação ao peso e a Bolsa de Valores de Buenos Aires teve a maior alta em um dia nas últimas três décadas. E mais: Economia: Setores afetados por tarifaço de Trump têm expectativa de ampliação da lista de isentos Política: Empresa de sócio de ministro recebeu R$ 12 milhões por serviços a estatais Metrópole: Sabesp avança em plano de utilização da água do Tietê Esportes: Henrique Marques é o 1º brasileiro campeão mundial do taekwondoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Plaant Drepen twuschen Trump un Putin gor nich mehr seker +++ Kanzler Merz vunewgen „Stadtbild“-Snack wiederhen ünner Druck +++ Fachlüüd verlangen mehr Anstrengen bi Klimaschuul +++ 85-johriger Autofohrer föhrt gegen Baum un starvt +++ Lannsamt wohrschaut vör mehr Wildunfäll dör Tietümstellen +++ Dat Weer
Coletiva: Governador Tarcísio de Freitas | Visita Técnica à Ponte Tietê em Novo Horizonte - 22.10.2025 by Governo do Estado de São Paulo
Em entrevista à Rádio Eldorado, a secretária de meio ambiente, infraestrutura e logística do estado, Natalia Resende, falou sobre a abertura de consulta pública para Parceria Público Privada (PPP) com foco em resiliência climática, desassoreamento e revitalização dos rios Tietê e Pinheiros. O projeto, qualificado no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), prevê investimento de R$ 9,5 bilhões para a prestação de serviços pelo período de 15 anos e traz novidades como ampliação do serviço de retirada de lixo superficial e a implementação de projeto paisagístico que amplie a restauração e a convivência da população com o rio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, inaugurou nesta quinta-feira (25) duas novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em Guarulhos, a Cabuçu e a Fortaleza. As obras ampliam as iniciativas da Sabesp para o projeto de universalização do saneamento no estado, beneficiando diretamente 44 mil pessoas e contribuindo para a redução da poluição no rio Tietê e em seus afluentes. Ambos os projetos fazem parte do programa estadual IntegraTietê, maior iniciativa de saneamento do Brasil.
Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística
A Secretaria de Meio Ambiente e Logística (Semil) e a Secretaria de Parcerias e Investimentos (SPI) anunciaram, nesta segunda-feira (22), em evento no Parque Ecológico do Tietê (PET), a abertura de consulta pública para Parceria Público Privada (PPP) com foco em resiliência climática, desassoreamento e revitalização dos rios Tietê e Pinheiros. O projeto, qualificado no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), prevê investimento de R$ 9,5 bilhões para a prestação de serviços pelo período de 15 anos e traz novidades como ampliação do serviço de retirada de lixo superficial e a implementação de projeto paisagístico que amplie a restauração e a convivência da população com o rio.
A mancha de poluição do Rio Tietê diminuiu de 207 quilômetros, em 2024, para 174 quilômetros neste ano - uma redução de 15,9%. Ainda assim, o principal rio de São Paulo continua extremamente poluído: o número de pontos monitorados classificados como de “boa qualidade” caiu de três para um (1,8% do total). A maioria dos locais se manteve na categoria “regular” (61,8%). O quadro se completa com os pontos tidos como “ruins” (27,3%) ou “péssimos” (9,1%). Nenhum local foi classificado como “ótimo”. Os dados fazem parte da nova edição do estudo Observando o Tietê, lançada ontem pela Fundação SOS Mata Atlântica. O governo do Estado informou, em nota, que R$ 22 bilhões foram investidos na despoluição do rio desde 2023. Em entrevista à Rádio Eldorado, o coordenador da Causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica, Gustavo Veronesi, ressaltou que o tratamento do esgoto deve ser uma prioridade e levantou dúvidas sobre a promessa do governo paulista de despoluir o rio até 2029. “É muito rápido poluir e muito vagaroso despoluir”, afirmou. A campanha pela despoluição do Rio Tietê foi iniciada em 1990 pela Rádio Eldorado e recolheu 1,2 milhão de assinaturas numa parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica que resultou na pressão para o Estado lançar o Projeto Tietê, em 1992.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vastuulliseksi tituleerattuja rahastoja on tarjolla nykyisin niin runsaasti, että tavallisen sijoittajan voi olla haastavaa tunnistaa niiden joukosta aidosti kestävää kehitystä edistävät sijoituskohteet. Kysyimme asiantuntijalta, miten tavallinen sijoittaja voi arvioida rahaston vastuullisuuden tasoa. Listasimme viisi tärkeintä vinkkiä! Kirjoittaja: Matleena Inget Lukija: Evita Lestinen Lue juttu: https://www.mimmitsijoittaa.fi/blogi/mista-tietaa-onko-rahasto-vastuullinen-sijoituskohde-lue-asiantuntijan-vinkit
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (06/08/2025): Previsto para entrar em vigor hoje, o tarifaço de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros chega com o diálogo ainda travado entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. Ontem, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Lula disse que não ligaria para Trump porque o americano não quer conversar. O brasileiro, porém, afirmou que vai convidar o americano para participar da COP-30, reunião global sobre mudanças climáticas, em novembro, em Belém (PA). “Quero saber o que é que ele pensa da questão climática”, disse. Lula voltou a reclamar que Trump poderia ter telefonado antes para ele ou para o vice Geraldo Alckmin, já que haveria disposição de diálogo em relação à imposição de novas tarifas. O tarifaço foi anunciado em rede social. E mais: Economia: Para fugir de tarifa, Embraer se valeu de lobby e mercado cativo nos EUA Política: Oposição ocupa Mesas do Congresso; Alcolumbre vê ‘exercício autoritário’ Internacional: Brasil fica de fora da lista de caução por visto Metrópole: Após cratera abrir 2 vezes na Marginal do Tietê, obras continuam sem prazoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Gericht verurdeelt Ex-VW-Manager to Straaf to Bewährung un achter Trallen kamen +++ US-Präsident Donald Trump sett Extra-Tölle för Waren ut de EU wedder för en Tiet ut +++ Metz-Angriepersche vun´t Hauptbahnhoff in Hamborg is in Geestland in psychische Patschentin wesen +++ Afrieten vun Ex-Karstadt-Huus in Bremerhaben hett anfungen +++ LNG-Terminal Nummer 2 in Wilhelmshaben geiht an´t Nett +++ Dat Weer
Dat NDR-1-Studio in Ollenborg gifft dat nu siet 75 Johr. Dat ward düchtig fiert. Un Frank Jakobs hett nochmal torüchkeken op düsse Tiet, hett ehemalig Mitarbeiters interviewt un in't Archiv stöbert.
Aniete chegou em Tietê com o filho pequeno, uma mala de roupas e uma TV de 14 polegadas. O companheiro decidiu itr embora, deixando para trás uma mulher negra, mãe solo, sem apoio, em uma cidade nova.Ela tinha medo, fome e a responsabilidade de proteger o filho, que não conseguia se desenvolver como as outras crianças. Mas também tinha algo que não se compra: fé em si mesma e a certeza de que um dia o sol voltaria a brilhar.Enquanto o filho Xavier enfrentava o preconceito e a falta de diagnóstico, ela batalhava por um sustento que não vinha.A bicicleta foi seu principal meio de transporte. Entre idas à creche, supermercados e os muitos empregos que não duravam, ela passava por confecções que despejavam tecidos nas calçadas.Foi assim que ela começou a produzir bonecas abayomis. Em um momento de cansaço, ela recolheu os tecidos descartados e decidiu tentar. Com suas mãos, deu vida à primeira boneca.As pessoas começaram a comprar. O artesanato virou sustento. A mulher que um dia só tinha uma alface para o filho comer, agora começava a sonhar com independência.E mesmo com a dor de uma depressão severa que enfrentou em 2018, ela transformou tudo isso em palavras. Em uma tarde, nasceu “Abayomi, a menina de trança”, seu livro infantil.Na história, Abayomi precisa replantar o último girassol do mundo. Era o que Aniete fazia também, replantava a esperança dentro de si.Hoje ela vende suas bonecas e livros com as histórias que escreve. Quer crescer como artista e como pessoa, mas também quer puxar outras mulheres com ela.Porque, mesmo com tantas ausências, também encontrou pessoas que a acolheram em seu caminho. Pessoas que acreditaram quando tudo parecia perdido.No fim, Aniete costurou sua própria história e agora, com Xavier ao lado e a literatura como guia, ela segue acreditando que ainda há muita luz pra florescer.Link do livro da Aniete: https://amzn.to/3YqA9pd
Ruokaan ja syömiseen liittyy monenlaisia myyttejä ja väärinkäsityksiä. Hiljattain julkaistut uudet ravitsemussuositukset herättivät paljon keskustelua ja jopa raivoa. Millaista on tutkimustieto suositusten takana? Mitä asiantuntijat sanovat valmisruoista, lisäaineista, sokerista ja erilaisista dieeteistä? Mitä tiedetään geenien ja ravitsemuksen yhteydestä? MTV Uutisten terveystoimittaja Nelli Hyttisen johdolla tutkittua tietoa ruoasta tarjoilevat professorit Mikael Fogelholm ja Marina Heinonen sekä yliopistonlehtori ja dosentti Tiina Jääskeläinen Helsingin yliopistosta. Podcast on nauhoitettu Tiedekulmassa Helsingin yliopiston ja MTV Uutisten järjestämässä Hyvä paha ruoka -tapahtumassa 24.4.2025. Katso keskustelu videona: https://youtu.be/izvwlQe4TvM
Veja nesta edição que um trecho da Marginal Tietê, importante via expressa de São Paulo, continua interditado após a abertura de uma cratera na via. E mais: inscritos do CadÚnico ocupam quase 60% das vagas de emprego abertas em fevereiro.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A chuva forte durou menos de uma hora, mas foi o suficiente para prejudicar a mobilidade na capital paulista e região metropolitana. Uma escola estadual em Diadema (SP) foi invadida pela água. Alunos, professores e funcionários precisaram subir em mesas e bancos para se proteger. Em Santo André (SP), a chuva veio acompanhada de ventos fortes e granizo. Já na zona leste, em uma comunidade, a água da chuva chegou a formar uma cachoeira, assustando os moradores. E ainda: Quatro pessoas são presas por crimes contra instituições financeiras na Bahia.
VDVV-1705_0857 -Loi Chi Dan Nen Gian Di Va Tiet Kiem Khi Tiep Don Thay Tam Tai Amsterdam.mp3PodCast ChannelsVô Vi Podcast - Vấn Đạo Vô Vi Podcast - Băn GiảngVô Vi Podcast - Nhạc Thiền
Pasi Heikura käy läpi hiihtotekniikoiden ja -välineiden sanastoa hiihtoasiantuntija Sami Jauhojärven opastuksella. Ohjelmassa tutkitaan myös, onko hallinnossa haudattu ketunhäntiä, pistetään kasviproteiini lihoiksi ja lopuksi yllätetään kuluttajat housut kintuissa. Ohjelman ovat toimittaneet Pasi Heikura ja Tina Cavén.
De Nedderdüütsch Bühn in Nörden fiert Jubiläum: Siet 100 Johren gifft dat düsse Theatergrupp. Frank Jakobs kiekt torüch op düsse Tiet un hett ok mit anner Theaterlüüd schnackt. Un wiest, wo wichtig dat Theater för de plattdüütsche Spraak is.
O Jardim Pantanal, no extremo leste de capital paulista, está alagado desde sábado (1º). O problema é recorrente: a região fica na várzea do rio Tietê e é palco frequente de enchentes há mais de 30 anos. Como solução, a gestão municipal estuda mudar o distrito de lugar. O Durma com Essa desta quarta-feira (5) explica por que o território costuma ficar embaixo da água quando chove, qual a proposta de realocação dos moradores e qual sua viabilidade. O programa tem também Isadora Rupp falando sobre os novos presidentes da Câmara e do Senado, João Paulo Charleaux analisando os efeitos da guerra dos bonés entre governistas e a oposição e Giovanna Castro explicando o que levou a protagonista de “Emilia Pérez” a ser excluída dos eventos de promoção do filme na campanha do Oscar. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
VDVV-1659_0792 -Xin Thay Tiet Lo Cho Chung Con Biet 1 Chut Xiu Ve Canh Tien.mp3PodCast ChannelsVô Vi Podcast - Vấn Đạo Vô Vi Podcast - Băn GiảngVô Vi Podcast - Nhạc Thiền
Euroopan hiukkastutkimuskeskus CERNissä työskentelevät suomalaiset hiukkasfyysikot Jaana Heikkilä ja Kati Lassila-Perini avaavat hiukkasfysiikan salaisuuksia ja kertovat, mitä pitäisi tietää alkeishiukkaisista, kuten mystisestä Higgsin hiukkasesta, maailman suurimmasta hiukkaskiihdyttimisestä LHC:stä sekä sen seuraajasta - miten hiukkasmaailmaa havaitaan nyt ja tulevaisuudessa. Haastateltavina CERNin hiukkasfyysikot Jaana Heikkilä ja Kati Lassila-Perrini. Toimittajana Jari Mäkinen.
Last time we spoke about the Mongolian Revolution of 1921. Mongolia found herself stuck between two crumbling empires who both were engulfed in brutal civil wars. Warlord Duan Qirui invaded Mongolia effectively making it a protectorate. This prompted Mongolian nobles to form resistance groups like the Consular Hill and East Urga to combat Chinese dominance. The merging of these groups birthed the Mongolian People's Party, seeking Soviet support for independence. Meanwhile, psychopath Roman von Ungern-Sternberg, claiming descent from Genghis Khan, emerged as a militaristic force, aligning with Russian Whites and Japanese interests to seize Mongolia. His brutal campaign ousted Chinese occupiers, restored the Bogd Khan to power, but brought tyranny, especially targeting Jews and Red Russians. The Mongolians were now seeking help, yet again from the Chinese, but someone else was looking to pick a fight with the megalomaniac Ungern-Sternberg. #102 The Case of Mongolia and Tibet's “status” Welcome to the Fall and Rise of China Podcast, I am your dutiful host Craig Watson. But, before we start I want to also remind you this podcast is only made possible through the efforts of Kings and Generals over at Youtube. Perhaps you want to learn more about the history of Asia? Kings and Generals have an assortment of episodes on history of asia and much more so go give them a look over on Youtube. So please subscribe to Kings and Generals over at Youtube and to continue helping us produce this content please check out www.patreon.com/kingsandgenerals. If you are still hungry for some more history related content, over on my channel, the Pacific War Channel where I cover the history of China and Japan from the 19th century until the end of the Pacific War. Last we left off, Ungern-Sternberg was having a merry time in Urga Mongolia. His secret police force led by Colonel Leonid Sipailov was hunting down all Reds and Jews he could find amongst the Russian colonial community of Mongolia. Although they never went after Mongols, they certainly were barbaric to their own. Its estimated Sipailov's goons killed nearly 900 people, roughly 6% of the Russian colonial population of Mongolia at the time. Of these over 50 were Jewish, representing 6% of those executed under Ungern-Sternbergs orders. Meanwhile Ungern-Sternberg continued to develop his Asiatic Cavalry Division, seeking to make it the base model for a future Mongolian national army. His division at this point was quite multicultural, consisting of Russians, Cossacks, Chinese, Japanese, Mongols, Buryats, Tatar, Tibetans and other groups. Ungern-Sternberg had crushed as many Red Russians as he could find, but they were not done for the count. A Mongolian Red leader emerged named Damdin Sukhbaatar. Sukhbaatar meaning “Axe Hero” in Mongolian was born in Ulaanbaatar, a Chinese trading settlement a few kms east of Ikh Khuree. His parents abandoned their home banner in Setsen Khan aimag when he was 6, as they moved to the Russian consulate. He then grew up around Russians, picking up the language. In 1911 when Mongolia declared independence, Sukhbaater joined the new national army. Russian military advisors to the Bogd Khan set up military academies at Khujirbulan in 1912 and Sukhbaatar found himself at one of them. He was shown to have a talent for military tactics and was good at riding and shooting. He quickly became a platoon leader of a machine gun company. In 1914 he found himself involved in a soldiers riot, they were discontent with corruption in the army and bad living conditions. He survived the ordeal and would soon serve under the command of Khatanbaatar Mahsarjav in Eastern Mongolia by 1917. That year sprang forth the Russian Revolution and China's Warlord Era, chaos would reign supreme. Soon Outer Mongolia was under Chinese occupation and this sprang forth two underground political parties, Consular Hill and East Urga group. By 1920 they united to form the Mongolian People's Party and Sukhbaatar found himself becoming a delegate sent multiple times to multiple places in the new Soviet Union seeking military assistance. In 1921 Sukhbaater was placed in charge of smuggling a letter from the Bogd Khan through numerous Chinese checkpoints. In a father of marco polo like fashion, he hid the letter in the handle of his whip and its found in a museum today in Ulaanbaater. Now the year prior the Soviet government stated they were willing to help Mongolia, but asked the delegates to explain to them how they planned to fight off the foreign invaders. In September numerous delegates were sent to Moscow, while Sukhaatar and Choubalsan took up a post in Irkutsk for military training and to be contacts between the Soviets and Mongolia. Meanwhile back in Mongolia, Ungern-Sternberg began an occupation. Mongolian delegates Chagdarjav and Choibalsan rushed back to Mongolia to find allies amongst the nobles. On February 10th a plenary session of the Comintern in Irkutsk passed a formal resolution to “aid the struggle of the Mongolian people for liberation and independence with money, guns and military instructors" The Mongolian People's Party had thus gained significant military assistance and was now a serious contender in the battle for Mongolia. The party held its first congress secretly between March 1st-3rd at Kyakhta attended by 17 and 26 members. They approved the formation of an army, to be headed by Sukhbaatar alongside two Russian advisors. They also adopted a new party manifesto and by March 13th formed a provisional government headed by Dogsomyn Bodoo. Sukhbaatar had begun recruiting troops for what was called the Mongolian People's Partisans as early as February 9th. By the 15th of February the Mongolians decided to seize Khiagt currently under Chinese occupation. They sent an ultimatum to the Chinese, but their commanders refused to surrender. By March 18th, the Mongolian Partisans were 400 men strong as they stormed the Chinese garrison at Kyakhta Maimaicheng. They seized it from the Chinese, despite being heavily outnumbered and this greatly bolstered their confidence. To this day this victory is celebrated as a military holiday. The party issued a proclamation announcing the formation of a new government that would expel the Chinese and promised to convene a congress of representatives of the masses who would elect a permanent government. The provisional government moved over to Khiagt where they established ministries of Finance, Foreign affairs and military. A propaganda war also emerged between the provisional government and the Bogd Khaan's court. The provisional government began spreading leaflets along the northern border urging Mongolians to take arms against White Russians while the Bogd Khaan's side issued warnings to the people the supposed revolutionaries were going to destroy their nation and their Buddhist faith with it. Meanwhile the Soviet Union was trying to re-establish diplomatic relations with the Chinese government. They had dispatched representatives to Beijing and the Chinese did the same in Moscow. Because of this delicate situation, the Soviets were trying to keep everything low key about the Mongolian movement. However in early 1921, the Chinese cut talks with the Soviets because of the mess Ungern-Sternberg was causing in Mongolia. The Soviets offered Red Army assistance to dislodge his forces from Mongolia, but the Chinese rejected this. Since talks were severed, the Soviets then felt ok to unrestrain themselves in terms of aiding the Mongolian revolutionaries. Throughout march of 1921, a flow of Soviet advisors and weapons came to the Mongolian revolutionaries. By April they doubled to 800 troops and they began sending spies and diversionary units throughout the region spreading propaganda and terror to weaken Ungern-Sternbergs forces. Once Ungern-Sternberg found out about the incursion he quickly assembled an expeditionary force to dislodge the hostile Red invaders. It seems Ungern-Sternberg was under the false belief he was a very popular figures and would receive support in Mongolia and from Siberia. Truth be told, he failed to strengthen his small army properly and would be outgunned and outnumbered heavily by the Reds. He also had no knowledge the Reds had already conquered Siberia and that the new Soviet government was beginning to make some economic progress. Ungern-Sternberg divded his Asiatic Cavalry Division into two brigades, one was under his personal commander, the other under Major General Rezukhin. In May of 1921 Rezukhin launched a red west of the Selenga River while Ungern set out towards Troitskosavk. Meanwhile the Soviet Red Army sent units towards Mongolia from different directions. The Soviets enjoyed a enormous advantage in terms of pretty much everything. They had armored cars, minor aircraft, trains, river gunboats, plenty of horses, more ammunitions, supplies and man power. Initially Ungerns force managed to defeat a small detachment of 300 Red Army troops enroute to Troitskosavk. But Between June 11-13th the 35th Division of the Soviet 5th Red Army led by Commander Mikhail Matiyasevich alongside Mongolian People's Partisan forces decisively defeated him. Having failed to capture Troiskosavask, Ungern-Sternberg fled back for Urga, sending word to Rezukhin to do the same. The combined Red forces pursued the White Russians to Urga, skirmishing along the way and would capture the city on July 6th, brushing aside its few guard detachments. Although the Reds had seized Urga, they had not defeated the main bulk of Ungern-Sternbergs division who were then regrouping around Akha-gun-hure along the Selenga River. Meanwhile another Red Army led by Colonel Kazagrandi slaughtered a 350 man strong White Russian force stuck in the Gobi desert. Kazagrandi's forces ultimately accepted the surrender of two groups of White Russians they had managed to cut and divie, one being 42 men, the other 35. Chinese forces were also attacking White Russians remnants as they crossed the border. It is beleived some of these men were deserters of Ungern-Sternbergs division. Ungern-Sternberg now cought to invade Transbaikal, attempting to rally his soldiers and local peoples proclaimed to all Semyonov had reached an agreement with the Japanese who were soon to unleash an offensive to support them. The reality however was the Japanese had given up on the White cause. After a few days of rest, the Asiatic Cavalry division began raiding Soviet territory on July 18th. His force was estimated to be perhaps 3000 strong. In response the Soviets declared martial law in regions where White remnants were raiding. Ungern-Sternbergs men managed to capture some minor settlements, one being Novoselenginsk that they took on August 1st. Yet upon taking this settlement, Red Army forces began to converge on his location, prompting Ungern-Sternberg to declare they would go back to Mongolia to rid it of communism again. By this point, most of his men were not idiots, they knew they were following a doomed cause. Many of them sought to desert and flee for Manchuria to join up with Russian refugees there. Ungern-Sternberg meanwhile seemed to also have his own escape plan, he was going to head for Tuba and then Tibet. Men under both brigades began to mutiny and on August 17th, Rezukhin was assassinated. The next day the same assassins tried to kill Ungern-Sternberg. He managed to evade them twice, by fleeing with a smaller detachment consisting exclusively of Mongolians. The Mongols rode out a distance with him, before tying him up and leaving him there to flee. At this point the rest of his two brigades had scattered for this lives fleeing over the Chinese border. Ungern-Sternberg was captured on August 20th by a Red Army detachment led by Petr Efimovich Shchetinkin. Petr also happened to be a Cheka, this was a Soviet secret police organization that infamously conducted the Red Terror. Ironically, I think I can say this here, but I am currently writing a few series for KNG and one is on the Russian Civil War, I go through the formation of all these organizations, if you want to check that out though, I think its a KNG patreon exclusive for awhile. On September 15th of 1921, Ungern-Sternberg was put on trial for well over 6 hours, under the prosecution of Yemelyan Yaroslavsky. In the end he was sentenced to be executed by firing squad. He was killed that night in Novosibirsk. Thus ended the reign of quite a psychopath, gotta say written about many, this guy was something special. Funny side note, historian John Jennings who worked at the US Air Force Academy argued Ungern-Sternberg ironically may have single handedly led Mongolia into the arms of the Bolsheviks. Ungern-Sternbergs expedition into Mongolia and conquest of Urga had driven out the Chinese forces who may have been a match for the incoming Red Army. Likewise, taking his white army into Mongolia basically drew the Reds to Mongolia to hunt him down, thus in the end some would argue its all his fault Mongolia became a Soviet satellite later on. After Ungern-Sternbergs death and the mopping up of White armies in the region, the Soviets and Chinese reopened talks about the Mongolian situation. Unbeknownst to the Russians, China had actually appointed Zhang Zuolin to deal with the Ungern-Sternberg situation. Zhang Zuolin was supposed to create an expeditionary army to expel him from Mongolia. Yet by the time he was about to initiate the expedition, Red Army forces flooded the region making it a political nightmare for China. What ended up happening, similar to Colonel Kazagrandi's hunt of Red's in the Gobi desert, Zhang Zuolin hunted down Ungern-Sternbergs remnants as they fled into Manchuria. Thus when the talks began between the Russians and Chinese, the Chinese were emboldened, believing Zhang Zuolin had in fact cleaned up the entire situation on his lonesome and that they had the upper hand militarily. China came to the table stating Mongolia was still part of China and thus was not the subject of international negotiations. Meanwhile after Ungern-Sternberg was run out of Urga, the Mongolian People's Party proclaimed a new government on July 11th. Sukhbaatar became the minister of the army and Bogd Khan had his monarch powers limited to basically just being symbolic. It was a rough start for the new government. Dogsomyn Bodoo became the Prime Minister and Foreign Minister, but he immediately found himself at political war with Soliin Danzan. Danzan had lost his seat as party leader to Tseren-Ochiryn Dambadorj a relative to Bodoo. Danzan assumed Bodoo had helped his relative steal his seat. Danzan became the Minister of Finance and began engineering a scheme to get rid of Bodoo from his office. Bodoo had initiated a very unpopular company, initially instigated by the Soviets. It was to modernize the peoples by forcibly cutting off feudal accessories, such as Mongolian feels, womens jewelry and long hair. Danzan accused Bodoo of plotting alongside another leading figure Ja Lama, the Chinese and Americans to undermine the entire revolution so they could establish an autocratic government. Ja Lama was a warlord who fought the Qing dynasty and claimed to be a Buddhist lama. When Ungern-Sternberg sent a delegation to Lhasa in 1920, Ja-Lama murdered all of them. Since Ungern-Sternbergs death, Ja Lama attempted to operate an independent government from a hideout, he was a bit of a loose cannon. There was also Dambyn Chagdarjav who was loosely linked to the supposed cabal. He was the provisional governments former prime minister when Unger-Sternberg was around. He was quickly outed and replaced with Bodoo, and it seems it was just convenient to toss him in with the accusations against Bodoo. On January 7th, of 1922 Bodoo resigned from all his positions in the government, stating it was because of health issues. This did not stop Danzan who laid charges against Bodoo, Chagdarjav, Ja Lama and 14 others, who were arrested and interrogated by Russian secret police working with the Mongolian government. They were all found guilty and executed by firing squad on August 31st 1922. They all would only be the firsts of a longer lasting purge raging through the 1920s and 1930s. Following the execution of Bodoo, party leaders invited the high Buddhist incarnation, Jalkhanz Khutagt Sodnomyn Damdinbazar, hell of a name by the way, to became the new prime minister. He was largely chosen to quell religious minded Mongolian's who were upset at the execution of Bodoo who was a lama. Danzan was not done with political rivalries. He soon found himself butting heads with Rinchingiin Elbegdori a leader amongst the leftists and chief advisor to the Comintern in Ulaanbaatar. Following the 1921 revolution, Elbegdorj was appointed head of the Army training and education department. Alongside Choibalsan, he founded the radical Mongolian Revolutionary Youth League. He enjoyed backing from Moscow and he came to dominate the political scene in Ulan Bator. Danzan had previously collaborated with him to get rid of Bodoo, but afterwards Danzan sought to reduce the number of Soviet advisors in Mongolia and attempted to place the Revolutionary Youth league under party control. Danzan was a business man who supported capitalism as a path for Mongolia, thus he was not exactly friendly to those like Elbegdorj who wanted to make Mongolia socialist if not full blown communist. Elbegdorj joined some rightists led by Tseren-Ochiryn Dambadorj in an effort to defeat Danzan. During the third party congress in August of 1924, both accused Danzan of only representing the interests of the bourgeois and being in league with American and Chinese corporations. Danzan found himself alongside others put on trial and sentenced to death. Funny enough the trial and execution literally occurred within the same 24 hour period of the congress, the others simply continued on haha. Some rich irony in the fate of Danzan. I wont delve to far into the rest, but it goes without saying, Elbegdorj would himself be accused of representing the interests of bourgeois and was exiled to the USSR and would be executed during the Great Purge in 1938. Yes it was a very messy time for Mongolia, but in 1924 the Chinese and Soviets signed a treaty that saw the Soviets recognize Mongolia was an integral part of China. That pretty much ends the story for Mongolia for now, but I thought it might be interesting to end this podcast looking at another similar case study, that of Tibet. Now Tibet came under rule of the Qing Dynasty in 1720. When the Wuchang uprising broke out, revolutionary fever hit numerous provinces within China, as it likewise did in territories like Tibet. A Tibetan militia sprang up and launched a surprise attack against the Qing garrison. The Qing forces were overwhelmed by the Tibetans, forced to flee back to China proper. Obviously the Qing dynasty was scrambling to face the revolutionary armies throughout China, and could not hope to challenge the Tibetans. By 1912, Qing officials in Lhasa were forced by the Tibetans to sign a three point agreement, officially surrendering and expelling their forces from central Tibet. When the new republic of China government sprang up that same year, they proclaimed control over everything the previous Qing dynasty controlled, 22 provinces within China, Outer Mongolia and Tibet. As the provincial government's president, Yuan Shikai sent a telegram to the 13th Dalai Lama, restoring all his traditional titles. The Dalai Lama refused them and stated in a reply "I intend to exercise both temporal and ecclesiastical rule in Tibet." Now prior to the Xinhai Revolution, in 1910 the Qing had sent a military expedition to Tibet, one could argue it was an invasion mind you, to establish direct Qing rule over Tibet. This was because the British had performed their own expeditions in 1904, destabilizing the Qing dominance over Tibet. The Qing forces occupied Lhasa on February 12th of 1910 and they deposed the 13th Dalai Lama by the 25th. The Dalai Lama was forced to flee to India, but he returned in 1913 whence he proclaimed stated “that the relationship between the Chinese emperor and Tibet had been that of patron and priest and had not been based on the subordination of one to the other. We are a small, religious, and independent nation" In January of that year, a treaty was signed between Mongolia and Tibet, proclaiming mutual recognition of each others independence from China. Within the treaty both nations pledged to aid each other against internal and external enemies, free trade and declared a mutual relationship based on the Gelug sect of Buddhism. The Tibetan officials who signed this document at Urga were led by Agvan Dorjiev, a Buryat and thus subject of Russia. This caused some doubts about the validity of the treaty. The 13th Dalai Lama would go on to deny ever authorizing Dorjiev to negotiate such political issues. The Russian government likewise stated Dorjiev had no diplomatic capacity on behalf of the Dalai Lama to do such a thing. The text of the document was neer published, many believe it never even existed, until 1882 when the Mongolian Academy of Science finally published it. Upon signed the supposed treaty, Agvan Dorjiev proclaimed that Russia was a powerful Buddhist country that would ally with Tibet against China and Britain. In response to this, Britain convoked a conference at Viceregal Lodge in Simla, India to discuss the matter of Tibet's status. The conference was attended by representatives of Britain, the Chinese republic and Tibet's government based out of Lhasa. Sir Henry McMahon, the foreign secretary of British India led the British; for China it was I-fan Chen, the commissioner for Trade and Foreign affairs at Shanghai; and for Tiet it was Paljor Dorje Shatra, known also as Lonchen Shatra, the leading prime minister of Tibet. Now the British and Chinese had telegram communications to their governments, but the Tibetan team only had land communications. What became known as the Simla conference, was held in both Delhi and Silma because of the extreme summer heat of Delhi, saw 8 formal sessions from October 1913 to July 1914. In the first session, Lonchen Shatra declared "Tibet and China have never been under each other and will never associate with each other in future. It is decided that Tibet is an independent state." Thus Tibet was refusing to recognize all the previous treaties and conventions signed between Tibet and China. The Tibetans sought their territorial boundaries to range from the Kuenlun Range in the north, to the borders of Sichuan and Yunnan. The Tibetans also sought payment for damages done to them over the past years. Ifan Chen's counter proposal was to state Tibet was an integral part of China and that China would not tolerate any attempts by the Tibetans or British to interrupt China's territorial integrity. Ifan Chen continued to say a Chinese official would be stationed in Lhasa and they would guide Tibet's foreign and military affairs. Tibet would also grant amnesty to all Chinese who had recently been punished in Tibet, and Tibet would conform to the borders already assigned to it. McMahon then issued the first and most important question “what is the definition of limits of Tibet”. Afterwards they could deal with the lesser issues, such as Tibetans claims of compensation for damages and for Chinese amnesties. Lonchen Shatra agreed to the procedure, Ifan Chen countered it by asking the political status of Tibet should be the first order of business. Ifan Chen also revealed he had definitive orders from his government to give priority to the political question. McMahon thus ruled he would discuss the frontier issue with Lonchen Shatra alone, until Ifan Chen was given authorization from his government to join it, ompf. It took 5 days for Ifan Chen to get the authorization. On the issue of the frontier, Ifan Chen maintained China had occupied as far west as Giamda, thus this would encompass Pomed, Markham, Zayul, Derge, Gyade, Draya, Batang, Kokonor and Litang. Lonchen Shatra replied that Tibet had always been an independent nation and at one point a Chinese princess had been married to a Tibetan ruler and a boundary pillar had been erected by them at Marugong. Ifan Chen countered by stating the so called pillar was erected 300 li west and soon both argued over the history of pillars and boundary claims going back centuries. China claimed their historical evidence was that of Zhao Erfengs expedition of 1906-1911 which constituted a effective occupation recognized under international law. Lonchen Shatra said that was ridiculous and that what Zhao Erfeng had performed was a raid and thus unlawful. McMahon meanwhile formed the idea of distinguishing Inner and Outer Tibet. He based this on the premise the Chinese had only really occupied Outer Tibet and never Inner Tibet. McMahon proposed formalizing this with official boundaries and pulled up old maps dating back to the 9th century for border lines. He also brought out maps from the 18th century and using both came up with two defined zones for Inner and Outer Tibet. Lonchen Shatra opposed some parts of Outer Tibet should be added to Inner Tibet and Ifan Chen argued some parts of Inner Tibet should be given to Sichuan province. A series of confused negotiations began over historical claims over territory, while border skirmishes erupted between the Tibetans and Chinese. McMahon losing his patience appealed to both men stating for "can we have a broad and statesmanlike spirit of compromise so that our labors could be brought to a speedy conclusion”. Ifan Chen maintained it was still premature to draft anything since they had not established what was Inner and Outer Tibet. Finally in April of 1914 a draft convention, with a map was begun by the 3 men. Ifan Chen was the most reluctant but gradually accepted it. Britain and China agreed to leave Tibet as a neutral zone, free of their interference. However China repudiated Ifan Chen's plenipotentiary actions, stating he had been coerced into the draft convention, McMahon said that was ridiculous. China charged McMahon for being unfriendly to China and having an uncompromising attitude, which is funny because if I read to you every single meeting these men had, it was 99% Ifan Chen not budging on a single issue. China continued to lobby for more and more adjustments, but all would be turned down prompting China to state they would not sign the convention. The official boundary between Inner and Outer Tibet became known as the McMahon line, it was negotiated between Britain and Tibet separately. The convention stated Tibet formed part of Chinese territory, after the Tibetans selected a Dalai Lama, the Chinese government would be notified and a Chinese commissioner in Lhasa would quote "formally communicate to His Holiness the titles consistent with his dignity, which have been conferred by the Chinese Government". The Tibetan government would appoint all officers for Outer Tibet and Outer Tibet would not be represented in the Chinese parliament or any other such assembly. China refused to acknowledge any of it. This entire situation remains a problem to this very day as most of you probably assumed. I would like to take this time to remind you all that this podcast is only made possible through the efforts of Kings and Generals over at Youtube. Please go subscribe to Kings and Generals over at Youtube and to continue helping us produce this content please check out www.patreon.com/kingsandgenerals. If you are still hungry after that, give my personal channel a look over at The Pacific War Channel at Youtube, it would mean a lot to me. Mongolia saw some bitter fighting between Red and White Russians and Chinese, and would gradually gravitate towards the Soviets. The case of Tibet, unlike Mongolia, was somewhat less violent, but a political maelstrom nonetheless. The chaos of China's warlord Era would greatly affect these two, well into the 1930's.