Podcasts about oitenta

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Latest podcast episodes about oitenta

Conversas à quinta - Observador
As Desobedientes. A bastarda de verso livre

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 39:22


Irene Lisboa (1892-1958) acreditava que a revolução começava nas primeiras letras. Por tentar mudar o ensino em ditadura, foi votada ao ostracismo. Oitenta anos depois, continuamos a condenar ao esquecimento uma das mais originais vozes da poesia portuguesa?See omnystudio.com/listener for privacy information.

livre verso oitenta
Conversas de Fim de Tarde
As Desobedientes. A bastarda de verso livre

Conversas de Fim de Tarde

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 39:22


Irene Lisboa (1892-1958) acreditava que a revolução começava nas primeiras letras. Por tentar mudar o ensino em ditadura, foi votada ao ostracismo. Oitenta anos depois, continuamos a condenar ao esquecimento uma das mais originais vozes da poesia portuguesa?See omnystudio.com/listener for privacy information.

livre verso oitenta
Rádio Minghui
Programa 1502: “Duas experiências incríveis de uma praticante do Dafa de oitenta anos”

Rádio Minghui

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 3:41


Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1502: Experiência de cultivo da categoria Poder divino do Falun Dafa, intitulada: “Duas experiências incríveis de uma praticante do Dafa de oitenta anos”, escrita por uma praticante do Dafa da província de Hebei, China.

TUTAMÉIA TV
Oitenta anos depois de Hiroshima e Nagasaki, a ameaça nuclear segue presente

TUTAMÉIA TV

Play Episode Listen Later Aug 27, 2025 89:53


TUTAMÉIA apresenta a série Colóquios Marxistas, uma retransmissão devidamente autorizada da série Fórum Marxista Dominical, realizado pelo ICSS - Instituto para o Estudo Crítico da Sociedade (https://icssmarx.org/). A entidade, baseada em Oakland, Califórnia, foi criada há mais de 15 anos para promover debates e apoiar lutas emergentes pela igualdade racial e de gênero e pelo socialismo. As opiniões expressas nas palestras, workshops e publicações do coletivo são apenas de responsabilidade dos autores, e não representam um consenso de grupo sobre os assuntos discutidos. O que une grupo é o respeito pelo trabalho de Karl Marx e a certeza de que o seu trabalho continuará a ser tão importante para as lutas de classes do futuro como o foi para o passado. Nesta edição, Gerry Condon analisa a ameaça de um conflito nuclear do planeta, apesar das lições deixadas pelo maior atentado terrorista da história quando, há oitenta anos, os Estados Unidos lançaram bombas atômicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, assassinado centenas de milhares de civis e deixando uma trilha de destruição e sequelas que se estendem por gerações.Hoje, o mundo está ainda mais perto de uma guerra nuclear do que durante a crise dos mísseis cubanos, e o Pentágono planeja um primeiro ataque nuclear contra a China. Alguns dizem que a ausência de outra guerra nuclear nos últimos oitenta anos prova que a "dissuasão" nuclear está funcionando – mas com a política externa americana cada vez mais agressiva, por quanto tempo a "dissuasão" poderá funcionar?Gerry Condon é um veterano da era do Vietnã e um dos que resistiram à guerra, ex-presidente e atual membro do conselho nacional da Veterans For Peace (VFP) e presidente do comitê de barcos da paz da Golden Rule. Gerry está atualmente coordenando a visita de um mês da Golden Rule à Baía de São Francisco. Gerry atua no comitê diretor da Coalizão pela Paz na Ucrânia, no conselho da Força-Tarefa para as Américas e no conselho consultivo do Conselho de Paz dos EUA. Em 1968, Gerry recusou ordens do Exército para se deslocar para o Vietnã. Ele foi levado à corte marcial e condenado a dez anos de prisão, mas fugiu para a Suécia, onde trabalhou com o Comitê de Desertores Americanos, e para o Canadá, onde trabalhou com o coletivo de resistentes à guerra AMEX-Canadá.A palestra foi originalmente transmitida em 17 de agosto de 2025.

Convidado
80 anos de Hiroshima: O apelo por estabilidade global

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 6, 2025 9:04


O mundo assinala nesta quarta-feira, 6 de Agosto, os 80 anos do bombardeamento nuclear norte-americano sobre a cidade de Hiroshima que precipitou a rendição do Japão e o fim da guerra no Pacífico. Um acontecimento trágico - com mais de 100 mil mortos e impactos duradouros na saúde e no ambiente - que mudou para sempre a História. Num contexto de apelos ao abandono das armas nucleares e das guerras na Ucrânia e no Médio Oriente, António Sá Fonseca, especialista em Física Nuclear, denuncia o "abuso perpetrado pelos países que possuem armamento nuclear" e alerta para a necessidade de se estabelecer uma “ordem mundial mais estável”.   Em 6 de Agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram uma bomba atómica sobre a cidade de Hiroshima, matando cerca de 140 mil pessoas. Três dias depois, uma bomba idêntica atingiu Nagasaki e matou mais 74 mil. Oitenta anos depois, que memória resta desta tragédia nuclear? É uma memória trágica. Quem visita o museu de Hiroshima percebe que foi uma tragédia imensa. Corpos derretidos, queimados, uma área enorme dizimada pela explosão da bomba nuclear. Essa realidade está bem patente no museu. Acho que é uma visita que todos os líderes mundiais deviam fazer, para terem noção do sofrimento e da desgraça que esse acontecimento representou. É uma bomba que atinge todos. Atinge os socorristas, os médicos, a população, os militares... É algo indiscriminado que paralisa completamente uma cidade, num raio que depende agora da potência da bomba. Pode ir dos cinco quilómetros aos 20, ou mesmo 50, conforme a potência. Hoje em dia, é algo perfeitamente devastador. Um acontecimento trágico que mudou para sempre a face do mundo. Este episódio acabou por determinar as futuras relações internacionais? Sim, para o bem e para o mal. As bombas nucleares são dissuasoras. De certa maneira, quem as possui consegue dissuadir os seus opositores de atacar, porque sabe que pode responder com armamento nuclear. Por outro lado, cria uma certa dose de impunidade para quem as tem. Isso está bem patente na guerra entre a Ucrânia e a Rússia, ou mesmo nas tensões entre Israel e Teerão. Na realidade, o Irão sabe que só será respeitado se tiver armas nucleares, e Israel não quer que o Irão as tenha - quando, na verdade, Israel já possui várias. Isto torna o mundo aparentemente instável e, de certa forma, perigoso. Oitenta anos depois do bombardeamento nuclear de Hiroshima e Nagasaki, o mundo parece fazer tábua rasa deste acontecimento, com vários países a modernizarem o seu armamento nuclear. A guerra da Rússia contra a Ucrânia contribuiu também para esta escalada? Acho que sim. Quem tem armas nucleares acha que tem poucas. A China, por exemplo, resolveu aumentar o seu arsenal. A Coreia do Norte fez o mesmo, porque sente necessidade de proteger o seu regime. E os países que não têm perguntam-se se também não deviam ter. Durante a governação de Biden, notou-se algum receio em escalar o apoio à Ucrânia, justamente por medo de que a Rússia pudesse usar armas nucleares e desencadear uma catástrofe global. Ainda recentemente se voltou a falar dessa escalada com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o antigo chefe de Estado russo, Dmitri Medvedev... Entre Donald Trump e Dmitri Medvedev, trata-se de golpes de teatro - e nem sempre se percebe bem onde começa o teatro e onde acaba. Mas sim, o mundo está cada vez mais complicado. Há ainda as tensões no Indo-Pacífico - Taiwan, Mar do Sul da China - que colocam os Estados Unidos e a China em rota de colisão. O risco de um conflito nuclear é hoje uma realidade? Eu não gostaria de pensar nisso, porque essa possibilidade representa o fim da humanidade. Se, por acaso, os Estados Unidos, a China ou a Rússia começarem a lançar bombas nucleares, a civilização poderá ficar altamente comprometida. Depois de se lançarem várias bombas nucleares, gera-se um inverno nuclear -durante meses, ou até anos, a Terra deixa de receber luz solar, porque uma nuvem de poeira bloqueia o Sol. Isso impossibilita a produção de alimentos e o cultivo da terra. Há ainda a questão radioactiva, que afecta as populações que forem alvo dos ataques. É urgente estabelecer-se um novo acordo para eliminar totalmente as armas nucleares ou, pelo menos, criar uma ordem mundial mais estável. Porém, vejo uma certa instabilidade, com países a abusarem do facto de possuírem armamento nuclear, acreditando que não podem ser atacados. Há aqui uma guerra de medo e de contenção. Estas ambições desafiam também o regime da não-proliferação de armas nucleares? Sim, o regime de não-proliferação pode ficar cada vez mais comprometido. O Paquistão, por exemplo, foi em tempos acusado de ajudar a Coreia do Norte a desenvolver armas nucleares. Esta regra da não-proliferação pode ser contestada por alguns países. O Irão, desde sempre, defende o seu direito a possuir a bomba nuclear. Apesar de as autoridades iranianas negarem, sabe-se que tinham um programa que poderia conduzir à construção de uma arma. Há também o equilíbrio nuclear entre a Índia e o Paquistão, que continua frágil, especialmente com os episódios de violência na Caxemira. Como se define o direito a possuir armamento nuclear? Porque é que uns países podem tê-lo e outros não? É uma situação instável. Quem tem a bomba nuclear não quer que outros tenham. Mas como impedir o uso do nuclear para fins pacíficos - por exemplo, na medicina ou na produção de energia? Quem tem centrais nucleares precisa de combustível. Esse combustível é enriquecido a 3 ou 4%. Já para armamento nuclear, é necessário enriquecê-lo acima dos 90%. O processo exige uma estrutura tecnológica complexa, com centrifugadoras para atingir concentrações elevadas de urânio-235 e, eventualmente, alcançar a "críticalidade" necessária para produzir uma bomba. Mas essa é uma decisão que deveria ser tomada ao nível das Nações Unidas - embora, depois, possa ser quebrada por acordos bilaterais, secretos ou oficiosos. No mundo em que vivemos, não sei como se atinge um novo equilíbrio. Seria preciso muito bom senso, uma nova ordem na Rússia, eventualmente no Irão e também nos Estados Unidos. Com a emergência de eliminar os combustíveis fósseis, alguns países estão a retomar os planos para investir em energia nuclear - como a França, a Dinamarca e até o Japão. Os acidentes de Chernobyl (1986) e Fukushima (2011) mostraram os riscos. Os países estão conscientes desses perigos ou a energia nuclear é, de facto, uma opção viável? É uma opção viável para países grandes, com elevadas necessidades energéticas e que querem descarbonizar. No Japão, seria complicado apostar apenas em energia eólica ou solar, por causa da geografia e das convicções ambientalistas - o país tem uma grande ligação à natureza. Assim, as centrais nucleares surgem como uma hipótese. O Japão está, de facto, a reabrir algumas que foram encerradas após Fukushima. As autoridades estão a rever todos os sistemas e protocolos de segurança, tal como se fez na Europa e na América, com os chamados testes de stress a eventos externos súbitos. O objectivo é aumentar a segurança e a robustez das centrais. Mas ainda recentemente vimos um sismo, com alerta de tsunami, a ameaçar novamente o Japão. Sim, mas hoje em dia as centrais nucleares têm suficiente robustez para resistirem a certos fenómenos. Construíram-se muros mais altos, para que os sistemas de arrefecimento não fiquem vulneráveis a inundações -que foi, precisamente, o que causou o desastre de Fukushima. Na altura, a barreira construída era demasiado baixa, por razões financeiras, e mesmo assim a central recebeu autorização para funcionar. O problema não foi provocado pelas ondas em si, mas a falha no sistema de arrefecimento. Foi, claramente, uma falha do órgão regulador japonês. Hoje, as centrais são mais robustas, e as futuras ainda mais - com sistemas que impedem o sobreaquecimento, ou que desligam automaticamente, garantindo segurança mesmo em caso de falhas.

Expresso - O mundo a seus pés
Alinhados, não-alinhados e realinhados: que resta da ordem mundial erguida em 1945?

Expresso - O mundo a seus pés

Play Episode Listen Later May 12, 2025 38:55


Oitenta anos após a vitória dos aliados sobre a Alemanha nazi e do fim da II Guerra Mundial na Europa, convidamos dois especialistas a refletir sobre o destino da ordem internacional baseada em valores liberais que então nasceu. Ouça aqui mais um episódio de O Mundo A Seus Pés. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Conversas Musicais: Oitenta anos de Elis e documentário sobre Bituca

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Mar 18, 2025 20:04


Sérgio Martins é jornalista e crítico musical. Ele apresenta a coluna Conversas Musicais às 3ªs, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

NFL no ProFootballcast com Antony Curti e Eduardo Miceli
Ep 91: Tudo o que você precisa saber sobre a pré-temporada

NFL no ProFootballcast com Antony Curti e Eduardo Miceli

Play Episode Listen Later Jul 23, 2024 48:06


Quer assistir o Podcast? Aproveita e se inscreve: https://youtube.com/live/a2KPrzI_frk?feature=share Aproveite a promoção e proteja seus dados com a SurfShark! Assinando em julho, pelo link aqui da descrição, você vai ganhar um combo de vantagens: - 80% Off no plano de 12 meses. Isso aí, OITENTA! - Camisa exclusiva Setembro Sempre Chega - ⁠⁠Veja aqui ⁠⁠ ⁠⁠Clique aqui ⁠⁠ para assinar. Envie o comprovante para contato@fnnetwork.com.br para receber sua camiseta!

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Presentando a Edu Lobo - 22/07/24

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Jul 22, 2024 58:42


En 1971 se publicó en Estados Unidos 'Sergio Mendes presents Edu Lobo', un disco con 'Zanzibar', 'Ponteio', 'Even now', 'Crystal silence', 'Casaforte', 'Jangada', 'Sharp tongue', 'To say godbye' y 'Hey Jude' al que contribuyeron Airto Moreira, Oscar Castro-Neves o Hermeto Pascoal. Más canciones de Edu Lobo: las que grabó en agosto pasado con motivo de su 80 cumpleaños para el disco 'Oitenta' ('Bancarrota blues', 'Beatriz' -con Mônica Salmaso-, 'Dança do corrupião' -con Vanessa Moreno-, 'A moça do sonho' -con Ayrton Montarroyos-) y 'Ave rara' de un disco grabado con la Metropol Orkest.Escuchar audio

NFL no ProFootballcast com Antony Curti e Eduardo Miceli
Ep 90 : Tirando o QB, quem é o jogador mais importante de cada time da AFC?

NFL no ProFootballcast com Antony Curti e Eduardo Miceli

Play Episode Listen Later Jul 16, 2024 58:19


Quer assistir o Podcast? Aproveita e se inscreve: https://youtube.com/live/8r3zodW4Uk0?feature=share Aproveite a promoção e proteja seus dados com a SurfShark! Assinando em julho, pelo link aqui da descrição, você vai ganhar um combo de vantagens: - 80% Off no plano de 12 meses. Isso aí, OITENTA! - Camisa exclusiva Setembro Sempre Chega - ⁠Veja aqui ⁠ ⁠Clique aqui ⁠ para assinar. Envie o comprovante para contato@fnnetwork.com.br para receber sua camiseta! Assine ProFootball! >> ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assine nosso site! Assine o quanto antes e tenha o dobro de podcasts, participação no programa em perguntas e textos exclusivos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠profootball.com.br/assinar⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Precisa falar com a gente? Email: sacprofootball@gmail.com  >> ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Assine nosso site! Assine o quanto antes e tenha o dobro de podcasts, participação no programa em perguntas e textos exclusivos: profootball.com.br/assinar⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Inscreva-se no Spotify clicando aqui.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Insc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠reva-se no Apple Podcasts clicando aqui. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Inscreva-se no Deezer clicando aqui.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Inscreva-se no Google Podcasts clicando aqui.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Quer ter todo conteúdo do ProFootball rapidinho em seu celular ou computador, sem perder tempo? Acesse nosso grupo no WhatsApp e receba tudo assim que for para o ar. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Só clicar aqui!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Prefere o Telegram? Não tem problema! ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acesso nosso canal aqui⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e receba todo conteúdo por lá!

NFL no ProFootballcast com Antony Curti e Eduardo Miceli
Ep 89 : Tirando o QB, quem é o jogador mais importante de cada time da NFC?

NFL no ProFootballcast com Antony Curti e Eduardo Miceli

Play Episode Listen Later Jul 9, 2024 56:00


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Convidado
“Dia D” representa “união das forças aliadas e democráticas contra a ditadura”

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 6, 2024 12:22


Os aliados celebram, neste 6 de Junho, os 80 anos do desembarque na Normandia, o "Dia D" decisivo para o início da vitória contra a Alemanha nazi. O aniversário acontece em vésperas de eleições europeias e numa altura em que a guerra assola novamente o continente, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em Fevereiro de 2022. Excluído das comemorações ficou o Presidente russo, enquanto o chefe de Estado ucraniano é um dos convidados de destaque. O Presidente russo, Vladimir Putin, foi excluído do aniversário dos 80 anos do "Dia D", apesar do papel da Rússia na luta contra o nazismo. Já o chefe de Estado ucraniano,Volodymyr Zelensky, é uma das personalidades em destaque nestas comemorações, ao lado dos presidentes de França, Emmanuel Macron, dos Estados Unidos, Joe Biden, de Itália Sergio Mattarella, do Rei britânico Carlos III, do chanceler alemão, Olaf Scholz, do primeiro-ministro canadiano Justin Trudeau, entre muitos outros.Que imagem ficará deste encontro nas vésperas de eleições europeias, em ano de eleições nos Estados Unidos e numa altura em que o conflito continua na Ucrânia? Fomos perguntar ao historiador Victor Pereira, para quem o dia representa “a união das forças aliadas e democráticas que se juntaram contra a ditadura”. Nesse caso, ficará a Ucrânia associada às actuais forças democráticas e a Rússia, outrora essencial na guerra contra o nazismo, definitivamente rotulada como autocrática? O que é certo é que “o espectro” de uma nova guerra mundial ensombra as comemorações.RFI: Qual o peso do Dia D, do desembarque de 6 de Junho, para acabar com a ocupação alemã em França e rumar para o fim da II Guerra Mundial?Victor Pereira, Historiador: "Foi um papel fundamental. Obviamente não foi o único. Houve o desembarque das tropas americanas na África do Norte, logo em Novembro de 1942, mas foi o início da presença aliada - americana, inglesa, canadiana, também de alguns franceses - para começar a entrar na Europa. Também houve o desembarque na Sicília [Julho de 1943] e no sul de França [15 de Agosto de 1944], mas foi o início de uma longa batalha, a batalha da Europa contra a Alemanha, que apenas acabou um ano depois. Foram precisos 11 meses ainda para que a Alemanha perdesse e houvesse rendição sem capitulação."Na noite de 6 para 7 de Junho, durante bombardeamentos aliados, houve entre 50.000 a 70.000 vítimas civis, 10.000 só na Normandia. Fala-se suficientemente disto?"Sim. Na Normandia, em todas as praias há cemitérios enormes. Em Caen, que é uma das capitais da antiga Basse-Normandie, há um museu ligado à Segunda Guerra Mundial. É um território mesmo muito ligado a essa memória da guerra. Aliás, o Arquivo em França sobre as vítimas de guerra é em Caen. Há um conhecimento desta zona e, além disso, é um dos pontos que todos os alunos de colégio e liceu conhecem, na disciplina de História. No território francês, como noutros países, há uma memória de pedra da guerra, no sentido em que há monumentos aos mortos em qualquer aldeia com os mortos da Primeira Guerra Mundial, da Segunda Guerra Mundial, da Guerra da Argélia. Acho que isso está bastante presente nas memórias, obviamente talvez não dos mais jovens que não vão saber isso ao pormenor, mas neste território, em qualquer sítio, há um monumento ligado a esses mortos - tantos militares, quanto civis."O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, participa nas comemorações do Dia D, em que estão também o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, o presidente italiano, Sergio Mattarella, e o rei britânico Carlos III, por exemplo. Qual é a simbologia destas personalidades juntas? "O dia 6 de Junho é para estes países ocidentais uma data muito importante porque é o início da vitória contra a Alemanha nazi, contra a ditadura nazi, contra uma ditadura que matou, massacrou e cometeu um genocídio. Então, é a união das forças aliadas e democráticas que se juntaram contra a ditadura e o sacrifício de milhares de homens dos Estados Unidos, ingleses, do Canadá, franceses e do Império Inglês. Este ano, uma das grandes mudanças é que tradicionalmente havia um representante da Rússia. Agora, obviamente não é o caso e o facto de ser a Ucrânia convidada coloca a Ucrânia nos países democráticos que defendem a democracia, enquanto a Rússia do Putin é uma autocracia. Então, a simbólica é muito forte porque obviamente houve muitos ucranianos que, nessa época, estavam na União Soviética e que combateram na Frente de Leste."A Rússia não foi convidada para as cerimónias dos 80 anos do desembarque. Antiga aliada contra a Alemanha nazi, a Rússia é hoje o país pária das comemorações?"Sim, é o país pária. Nas outras comemorações, houve a vontade de incluir Vladimir Putin e a Rússia nas comemorações porque houve milhões e milhões de russos que morreram durante a Segunda Guerra Mundial a combater depois do ataque alemão em 1941 e depois do contra-ataque russo a partir de 1942, 1943. Havia uma vontade de incluir e de manter essa relação entre a Europa Ocidental e a Rússia, mas a última invasão [russa] da Ucrânia acabou por colocar de lado completamente."O evento é uma demonstração de força contra a Rússia, com a presença do Presidente ucraniano?"Não diria que é uma demonstração de força porque, de todos os modos, os países ocidentais iam comemorar uma data tão importante nos vários países. Neste caso, a mudança é ter incluído a Ucrânia para não descartar o esforço e o sacrifício de milhões de soldados da antiga União Soviética."Mas não vai simbolicamente mais além? Não é mostrar que os aliados ocidentais estão em peso contra uma Rússia cada vez mais isolada? "Não sei se é propriamente contra a Rússia. De todas as formas, era impossível, neste momento, com a guerra da Ucrânia, Vladimir Putin ir a um país ocidental. Mostra, sobretudo, a união entre os países ocidentais e, nesta data, eles não podiam não comemorar por causa da não vinda do Putin. Era obrigatório comemorar, sobretudo porque vai ser provavelmente uma das últimas vezes em que há comemorações com antigos soldados - devem ser muito poucos. Provavelmente nos 90 anos [do Dia D], já não haverá nenhum soldado que desembarcou nas praias da Normandia."Oitenta anos depois desse desembarque, a guerra está de volta à Europa. Paira, de novo, o espectro de uma guerra mundial? "Sim, com o que se passa na Ucrânia, também com o que se passa em Gaza, mas sobretudo na Ucrânia, há de novo esse espectro. Um dos últimos pontos que foi referido por Macron e Biden é o uso de armas ocidentais dentro do próprio território russo e isso não foi feito até agora porque houve sempre o medo de uma retaliação russa e de um alargamento da guerra. Obviamente que esse aspecto de uma eventual nova guerra mundial está sempre presente, também com o medo que se a Rússia ganhar à Ucrânia, ela continue a tentar invadir os países bálticos. Essa ameaça de uma guerra com a Rússia está sempre presente. Agora estamos um bocadinho a esquecer, mas essa possibilidade está sempre presente também com a China, com Taiwan e as tensões que agora falamos menos na Europa, mas as tensões continuam a existir na Ásia."Estamos também nas vésperas das eleições europeias. A mensagem da luta pela liberdade é suficientemente forte perante a subida dos extremismos na Europa? Esta comemoração também passa essa mensagem?"Obviamente que para pessoas como Emmanuel Macron, comemorar o 6 de Junho, o início da derrota do nazismo e do fascismo, tem um papel importante nas vésperas das eleições. No entanto, o que se vê há vários anos é que a extrema-direita continua a subir e que muitas pessoas, nomeadamente os mais jovens e grande parte do eleitorado, não ligam assim tanto ao que foi a extrema-direita nos anos 30 e o que foi o nazismo e o fascismo. Apesar de eu ser historiador, acho que parte das pessoas não pensa nos quadros históricos."De onde vem a responsabilidade? O que é que se passa? Não há transmissão da memória?"Eu não sei se há uma falta de memória. Por exemplo, nos Estados Unidos, há o papel dos veteranos na Segunda Guerra Mundial e o facto de milhares de americanos visitarem a Normandia para verem os cemitérios onde foram sepultados soldados. Em França, muitos feriados estão ligados à guerra e às vitórias: 11 de Novembro, 8 de Maio... Não sei se há propriamente falta de comemorações e falta de memória. Mas para muitas pessoas, isto já não é assim tão actual nas vidas delas, já não as toca e já não fazem a relação entre o que foram as ditaduras e as guerras e o que é hoje a União Europeia.  No caso francês, por exemplo, o Rassemblement National apresenta-se como patriota, como país de resistentes, quando parte da extrema-direita francesa vem de Vichy e da colaboração. O Rassemblement National fala muito do Charles de Gaulle e do Gaullismo quando inicialmente a extrema-direita francesa tentou matar o De Gaulle várias vezes. Muitas pessoas conhecem a História mais ou menos, mas já não a ligam à actualidade porque há outros elementos como as condições económicas e sociais, o sentimento de desclassificação, os medos que vão passando por alguns media em França ou nos Estados Unidos, com a Fox News… Então, acho que há uma disrupção entre a História e a memória e vê-se nos Estados Unidos com Trump que tem valores da extrema-direita, quando muitos americanos têm uma memória familiar da Segunda Guerra Mundial e da luta contra o nazismo."O facto de Emmanuel Macron fazer as comemorações três dias antes das eleições europeias e ao longo desses três dias, não pode ser visto como oportunismo político?"Ele não tem culpa que o 6 de Junho seja três dias antes das eleições. Isto é, ele não podia deixar de comemorar."Mas calha bem…"Bom, eu não sei se as pessoas vão ligar. Por exemplo, as pessoas que iam votar na extrema-direita, seja no Rassemblement National ou no Reconquête ou outros partidos da extrema-direita, não sei se vão pensar: 'Ah, afinal não vou votar no partido da extrema-direita porque há 80 anos milhares de pessoas morreram nas praias da Normandia para combater o fascismo'. Isso não acredito muito. Acho que o problema até do próprio Emmanuel Macron e de parte da classe política é que o discurso que eles têm sobre história já não toca as pessoas. Então, cai bem, mas acho que não vai fazer muita diferença nos resultados eleitorais. As pessoas que iam votar na extrema-direita, votam na extrema-direita. O que talvez pode mudar um pouco é nas pessoas indecisas ou nas pessoas que não pensavam ir votar, talvez… Mas mesmo assim, eu tenho algumas dúvidas."O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também vai visitar um cemitério de soldados que morreram na Primeira Guerra Mundial. Em 2018, durante a sua visita, Donald Trump não o fez, alegando que não havia condições meteorológicas. Simbolicamente, num ano em que também há eleições nos Estados Unidos, esta visita de Joe Biden, do lado dos Aliados, tem peso?"Sim porque os Estados Unidos combateram duas vezes na Europa, nas duas grandes guerras, e vai além de um certo isolacionismo. Donald Trump era mais essa tradição americana de não se envolver nos outros conflitos e houve muitos conflitos dentro da NATO, com a ideia que os americanos pagavam pela defesa da Europa e aquela ideia da “America First”. O Joe Biden com esta dupla comemoração, da segunda e da primeira guerras mundiais, vai, em primeiro lugar, comemorar os mortos, os soldados - sabemos que Trump não fez a tropa e pôs em relevo esse discurso de ser patriota, mas ter conseguido não ir combater. Em segundo, vai comemorar esse lado dos Estados Unidos como democracia que interveio duas vezes na Europa para defender democracias contra regimes autoritários. Então, nesse quadro das eleições em breve, é uma dupla mensagem."

CUBINHO
CUBINHO #95 - OITO OU OITENTA

CUBINHO

Play Episode Listen Later Jan 9, 2024 43:57


TICKETLINE: https://ticketline.sapo.pt/evento/cubinho-ao-vivo-79059 PATREON: https://www.patreon.com/CUBINHO CUBINHO, o podcast do colectivo CUBO. António Azevedo Coutinho, Ricardo Maria e Vítor Sá arrancam com a segunda parte deste projecto a três frentes. CUBINHO, um podcast em que se garante boa disposição e alguém a embirrar com o Ricardo. António Azevedo Coutinho https://www.instagram.com/antonioacoutinho/ https://twitter.com/antonioacoutinh Ricardo Maria https://www.instagram.com/ricardotaomaria/ https://twitter.com/ricardotaomaria Vítor Sá https://www.instagram.com/savitorsa/ https://twitter.com/savitorsa Freakshow https://www.instagram.com/freakshowprodz/

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Edu Lobo celebra sus 80 - 23/11/23

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Nov 23, 2023 58:10


Edu Lobo celebra sus 80 Edu Lobo, uno de los mayores talentos de la música brasileña, cumplió 80 años en agosto y lo celebra ahora con 'Oitenta', disco doble que recoge 24 de sus canciones. Grabadas por el propio Edu Lobo y sus invitados Mônica Salmaso, Vanessa Moreno, Ayrton Montarroyos y Zé Renato. Escuchamos 'Casaforte', 'Bancarrota blues' (todos juntos), 'Canudos', 'Na ilha de Lia, no barco de Rosa' y 'Só me fez bem' (Edu Lobo), 'Ave rara' y 'Gingado dobrado' (Vanessa Moreno), 'A moça do sonho' y 'Sobre todas as coisas' (Ayrton Montarroyos), 'Nego maluco' (Zé Renato), 'Branca Dias' (Mônica Salmaso), 'Dança do corrupião' y 'Ciranda da bailarina' (Edu Lobo y Vanessa Moreno) y 'Beatriz' (Edu Lobo y Mônica Salmaso). Cuando los elefantes sueñan con la música - Edu Lobo celebra sus 80 - 23/11/23 - escuchar ahoras de la música brasileña, cumplió 80 años en agosto y lo celebra ahora con 'Oitenta', disco doble que recoge 24 de sus canciones. Grabadas por el propio Edu Lobo y sus invitados Mônica Salmaso, Vanessa Moreno, Ayrton Montarroyos y Zé Renato. Escuchamos 'Casaforte', 'Bancarrota blues' (todos juntos), 'Canudos', 'Na ilha de Lia, no barco de Rosa' y 'Só me fez bem' (Edu Lobo), 'Ave rara' y 'Gingado dobrado' (Vanessa Moreno), 'A moça do sonho' y 'Sobre todas as coisas' (Ayrton Montarroyos), 'Nego maluco' (Zé Renato), 'Branca Dias' (Mônica Salmaso), 'Dança do corrupião' y 'Ciranda da bailarina' (Edu Lobo y Vanessa Moreno) y 'Beatriz' (Edu Lobo y Mônica Salmaso). Escuchar audio

Avenida Brasil
Avenida Brasil di martedì 14/11/2023

Avenida Brasil

Play Episode Listen Later Nov 14, 2023 59:41


Viva Vinicius de Moraes! 110 anni dalla nascita Sigla: Av. Brasil (M. Lima/Antonio Cicero), Marina Lima, Todas, 1985 Sottosigla: A rã (João Donato), vari, Blue Note Trip 7: Birds/Beats, 2008 poi 1. Não me leve a mal, Paulinho da Viola, EP Não me leve a mal, 2022 2. Nostalgia, Caetano Veloso, Transa, 1972 3. Quem me quiser (Antonio Adolfo/Jésus Rocha), Angela RoRo, Simples Carinho, 1982 4. Casa Forte, Edu Lobo feat. Vanessa Moreno, Ayrton Montarroyos, Zé Renato, Oitenta, 2023 5. Beatriz (Edu Lobo/Chico Buarque), Edu Lobo feat. Monica Salmaso, Oitenta, 2023 6. Soneto do amor total di Vinicius de Moraes, traduzione in italiano di Giuseppe Ungaretti, musica di Sergio Endrigo 7. Ascolto della puntata di Avenida Brasil del 17 ottobre del 2013 in omaggio ao centenario della nascita di Vinicius de Moraes, in co-conduzione Giordano di Fiore 8. La casa, Vinicius de Moraes, Sergio Endrigo, L'arca #2 1972

Podcast Política - Agência Radioweb
Governo articula ações contra corrupção e lavagem de dinheiro

Podcast Política - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Aug 17, 2023 1:48


Oitenta entidades do executivo e legislativo federais, além do judiciário e do Ministério Público deram início, nesta quinta-feira, os trabalhos do Conselho de Governança da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro, Encla.

CorujaCast
CorujaCast #114 - Diversão Offline 2023 Não Quântico

CorujaCast

Play Episode Listen Later Jun 24, 2023 65:14


Fala galera, beleza? No episódio de hoje, Pedrão, Carol e Bruno (até certa parte) convocaram o queridíssimo Gustavo Lopes (Gambiarra Board Games) para o tradicional episódio sobre o maior evento de Jogos de Tabuleiro Nacional. Diferentemente dos anos anteriores, ao invés de fazer de forma quântica, as Corujas e o MacGyver discutiram sobre a infraestrutura, refeições e o evento em si, com relatos de quem esteve presente. Oitenta reais é um valor absurdo para um "coma a vontade"? Quantas cadeiras e mesas são necessárias para se fazer um evento? Dá pra fazer review de jogo sem jogar? Tudo isso, um paralelo sobre o DOFF e Eventos de Animes, Bruno pegando ônibus e muito mais. Pegue seu banquinho e venha de mansinho ouvir  esse episódio. Curte nosso projeto? Apoie a Coruja! acesse: https://www.catarse.me/losttokenbg Veja também todas as nossas outras redes sociais! https://losttoken.com.br/social

Roteirices
247 – O crime do cais do Valongo, com Eliana Alves Cruz

Roteirices

Play Episode Listen Later May 28, 2023 63:55


Por baixo, mas muito por baixo, pelo menos um milhão de africanos escravizados entraram no Brasil pelo cais do Valongo, na região portuária da cidade do Rio de Janeiro. E entre os muitos absurdos com os quais convivemos diariamente, está o fato de que milhares de pessoas que passam por ali todos os dias não fazem a menor ideia do que aconteceu naquele lugar, que é considerado o maior porto receptor de escravizados do mundo. Vou repetir: o maior porto receptor de escravizados do mundo. Mas esse episódio do Roteirices, apesar de não ser exatamente sobre o cais do Valongo, também é sobre o cais do Valongo. É a história de um crime que se passa naquela região na virada dos séculos 19 para o 20. O crime do cais do Valongo é o título de um dos livros da escritora Eliana Alves Cruz, entrevistada por Carlos Alberto Jr.   Cais do Valongo: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1605/  Eliana Alves Cruz - Água de barrela  Eliana Alves Cruz - O crime do Cais do Valongo  Eliana Alves Cruz -  "A Copa Frondosa da Árvore"  Eliana Alves Cruz - "Oitenta e Oito"  Eliana Alves Cruz - A passagem  Eliana Alves Cruz - Amnésia    Apoie o jornalismo independente.  Roteirices no Apoia: https://apoia.se/roteirices  Roteirices no Catarse: https://www.catarse.me/roteirices_podcast?ref=user_contributed&project_id=138437&project_user_id=178775  Roteirices no YouTube: https://youtube.com/playlist?list=PLWcnLFszvII9KdvOv7I1zY483cDdw68Cv  Roteirices no Spotify: https://open.spotify.com/show/18ZOTUBCj6mE0AyUgDZcjH?si=f358843880b44829  Roteirices no Twitter: https://twitter.com/Roteirices_pod  Roteirices no Instagram: https://www.instagram.com/roteirices_podcast/  Código para apoiar o Roteirices no PIX celular: 61994510183 

Ah, Tá bom.
Aqueles Anos Oitenta

Ah, Tá bom.

Play Episode Listen Later Apr 4, 2023 3:56


Cena 2

Mensagens & Reflexões - IELValinhos
Mensagem: Diálogos com Jesus | de oito a oitenta

Mensagens & Reflexões - IELValinhos

Play Episode Listen Later Mar 27, 2023 49:22


Acesse essa mensagem em vídeo ou texto em nosso site: https://www.ielv.org.br/site/mensagem/dialogos-com-jesus-de-oito-a-oitenta/

Rádio PUC
Na Real | Ep. 91

Rádio PUC

Play Episode Listen Later Mar 17, 2023 13:03


Na década de sessenta, a música inglesa conquistou o difícil mercado dos Estados Unidos, que sempre foi fechado para a mídia estrangeira. A banda que iniciou esse intercâmbio foram os Beatles, que com sua estreia "Please Please Me", começaram uma revolução musical que misturou elementos da cultura europeia e estadunidense. Para a matéria, conversamos com o autor dos livros "Beatlemania" e "Beatles Anos Setenta e Oitenta", Ricardo Pugialli, e com o professor do curso de Comunicação Social da PUC-Rio Rafael Ruzak. O Na Real também fala sobre o CinePUC, que está de volta em 2023, agora no Estação NET Gávea. A entrada é gratuita e as próximas sessões já têm data: 21 e 28 de março, às 19:30h. Para a reportagem, entrevistamos o crítico de cinema Marcelo Janot e o aluno de cinema da PUC-Rio Lucca Valor.

Ah, Tá bom.
Leitura de Mesa do musical AQUELES ANOS OITENTA

Ah, Tá bom.

Play Episode Listen Later Feb 18, 2023 4:25


Brasil-Mundo
Exposição em Genebra resgata passado colonial de alemães e suíços no sul da Bahia

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Dec 17, 2022 26:34


Mais de 7 mil pessoas já visitaram a exposição fotográfica “Helvécia, uma história colonial esquecida”, que enfoca uma vila mantida por suíços e alemães no sul da Bahia. Fundada em 1818, Helvécia vivia do cultivo do café e da exploração do trabalho de pessoas escravizadas. Em 1850, esse local chegou a ter 2 mil pessoas nessa condição para 200 colonos.  Valéria Maniero, correspondente da RFI na Suíça A RFI conversou com a jornalista brasileira Milena Machado Neves e com o fotógrafo suíço-brasileiro Dom Smaz, responsáveis pelo projeto e pelo livro que leva o mesmo nome. O casal, que mora em Lausanne, na Suíça, também é curador da mostra. Em cartaz no Museu de Etnografia de Genebra (MEG), a exposição vai até 8 de janeiro de 2023. Nos dias 18 de dezembro e 8 de janeiro haverá visitas comentadas em português. De acordo com o museu, as imagens e informações apresentadas na exposição revelam um aspecto pouco conhecido da história suíça. Embora o país europeu nunca tenha mantido outras nações sob seu domínio, a Suíça colaborou com as potências coloniais na apropriação de terras estrangeiras e na prática da escravidão. "A história da vila Helvécia nos remete à história do Brasil como um todo", diz o MEG em seu site. Milena explica que, apesar de ter crescido nessa região, só foi conhecer a verdadeira história de Helvécia depois que começou a fazer a pesquisa para o projeto. “Helvécia era a colônia Leopoldina, formada por alemães e suíços que chegaram nessa região entre 1818 e 1824", relata a brasileira. A ideia inicial era ser como qualquer outra colônia da época, conta Milena, "quando os europeus recebiam terras e as cultivavam com as próprias mãos ou com a ajuda de uma comunidade que eles traziam da Europa". Segundo a jornalista, tudo isso fazia parte de um projeto “civilizatório”. Com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, em 1808, eles decidiram trazer mais europeus para o Brasil. "A ideia era receber a terra, mas trazer a comunidade, formar a sua colônia para poder tomar conta”, explica ela.   Ápice econômico De acordo com Milena, naquela época, muitos europeus já rediscutiam a utilização de mão de obra de pessoas escravizadas. No entanto, “por ene razões, aqueles colonos decidiram usar esse tipo de mão de obra”. Com a força de trabalho escravizada, o local se tornou uma região importante para o plantio e a exportação de café. “Para se ter uma ideia, em 1850, que foi o ápice econômico dessa colônia, eles chegaram a ser responsáveis por mais de 80% da produção e da exportação de café da província da Bahia", explica a brasileira, lembrando que a área tem o tamanho da França. Boa parte das exportações eram feitas por intermédio do cônsul de Hamburgo em Salvador que, na época, também possuía terras nessa região que hoje é chamada de Helvécia. "Ele tinha uma casa de exportação que permitia levar o café não só dele, mas de todos os colonos até o porto de Hamburgo. A coisa ficou tão importante que tinha um vice-consulado suíço na região, no caso, em Caravelas. O café era escoado pelo rio Peruípe até Caravelas. E de lá ou ia para Salvador ou seguia o curso. Essa é a história de Helvécia”, explica. Em 1888, ano da Abolição da Escravatura, aconteceu também o declínio dessa colônia, fortemente ligada à exploração dessas pessoas. “Logo depois, foi fechando o consulado. Os colonos foram embora. Por isso, também, que Helvécia é um quilombo diferente dos outros. Um quilombo, normalmente, é um lugar de refúgio. As pessoas fogem e montam num lugar ermo, escondido, para recomeçar a vida. Em Helvécia, foi o contrário, a maioria dos 'senhores', vamos chamar assim, e dos colonos que eram escravocratas, acabaram fugindo e quem ficou na região foram as pessoas, os ex-escravos. Isso também explica o fato desse vilarejo ser pouco miscigenado, ter pouca mistura. Oitenta por cento da população, segundo o último Censo, é de afrodescendentes”, conta. O encontro do casal com Helvécia Em 2014, quando Dom e Milena faziam uma viagem de carro pelo sul da Bahia, região onde mora a família dela, eles viram a placa “Helvécia”. “Ele me perguntou o que era, e expliquei que era um vilarejo quilombola", recorda Milena, que desconhecia, naquele momento, que a Suíça era chamada de Confederação Helvética. "Ele ficou com isso na cabeça, pesquisou mais e ficava me mostrando: olha, tem a ver com a Suíça", prossegue a brasileira. Um ano depois, em 2015, eles voltaram à região para entrevistar os moradores. O projeto cresceu e deu origem a um livro e à exposição. Por que é importante jogar luz sobre essa história? Para Milena, "é para a gente não esquecer, para saber que existiu e para que as próximas gerações tenham mais consciência", enfatiza. "É para isso que existe livro de história, é para isso que existe museu", ressalta. "Esse exercício de memória, de conhecer a própria história para poder refletir, repensar e tentar não repetir barbáries – porque a escravidão, por exemplo, é uma barbárie”, destaca. Na avaliação de Dom, que é suíço e disse não ter aprendido sobre este passado na escola, foi bom falar do assunto para a Suíça, falar desse “envolvimento” do país no período da escravidão. “A gente aprende na escola que é um país com neutralidade, 'sem colônia', mas eles participaram bastante desse mundo colonial da época", afirma Dom. Segundo o fotógrafo, "muitos bancos de Genebra, pessoas de Neuchâtel, colocaram dinheiro, estavam participando mesmo dessa história". Em geral, como é frequente na Suíça, eram empresas ou cidadãos, não o governo. "Só que o governo suíço colocou um vice-consulado em Caravelas", ressalta. "Eles participaram e até o vice-cônsul tinha escravos, tinha plantação", afirma. "Em 1882, quase foi morto pelos escravos dele”, descobriu o suíço em suas pesquisas. Dom também considera importante jogar luz sobre essa história para o público brasileiro, devido à escassez de material histórico sobre esse período em Helvécia. “A maioria das pessoas com quem a gente falou não sabia sobre a ligação com a Suíça. Tem um esquecimento dos dois lados", observa. Documentação em três idiomas Quem for ao Museu de Etnografia de Genebra vai encontrar textos em três línguas: inglês, francês e português. A cenografia é assinada por Adrien Rovero, que coloca em evidência nove moradores da região. Imagens do padre, do terreiro de umbanda, de um representante de fiéis evangélicos e Dona Cocota, a moradora mais velha da cidade, de 111 anos, estão entre os elementos que compõem a exposição. Vídeos realizados com moradores falam sobre a vida deles e sobre Helvécia. A história da antiga colônia é retraçada em uma linha do tempo, para dar o contexto histórico desde 1808, época da abertura dos portos. O reconhecimento de Helvécia como quilombo só aconteceu em 2005. "Tem também toda uma parte reservada a documentos que nós encontramos nos arquivos públicos da Bahia, em Berna e Neuchâtel", conta Milena. O trabalho de coleta começou em 2015 e terminou, segundo Dom, em 2021.  Trocas com os moradores A RFI perguntou aos curadores como foi esse reencontro com o passado e a redescoberta de fatos históricos tão importantes sobre a Suíça e o Brasil. Milena descreve o encontro com os moradores como algo “emocionante", tanto pela sensibilidade das pessoas, quanto pela inocência, a força, a consciência e a falta de consciência” sobre o passado. “É o mundo. Eu gosto de dizer que Helvécia é uma espécie de microcosmo do Brasil. O que a gente vê naquele vilarejo de mil habitantes é um pouco do que a gente vê na nossa sociedade brasileira. Às vezes, a gente vê pessoas que estão mais “acordadas” e conscientes sobre a própria história. Tem gente que não tem ideia, valores diferentes", analisa a jornalista. "Para mim, foi riquíssimo conhecer essas pessoas", diz. Segundo Dom, quando eles estiveram no vilarejo, “os moradores estavam abertos para falar sobre o que sabiam da história do lugar, interessados pelo fato de eu estar vindo da outra Helvécia”. “Todo mundo estava de braços abertos para contar e tirar fotos. No começo, foi para fazer material para jornais, depois um livro, depois essa exposição. Eles estão felizes que a gente fale deles em qualquer lugar, ainda mais na Suíça”, conclui.

Brasil-Mundo
Exposição em Genebra resgata passado colonial de alemães e suíços no sul da Bahia

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Dec 17, 2022 26:34


Mais de 7 mil pessoas já visitaram a exposição fotográfica “Helvécia, uma história colonial esquecida”, que enfoca uma vila mantida por suíços e alemães no sul da Bahia. Fundada em 1818, Helvécia vivia do cultivo do café e da exploração do trabalho de pessoas escravizadas. Em 1850, esse local chegou a ter 2 mil pessoas nessa condição para 200 colonos.  Valéria Maniero, correspondente da RFI na Suíça A RFI conversou com a jornalista brasileira Milena Machado Neves e com o fotógrafo suíço-brasileiro Dom Smaz, responsáveis pelo projeto e pelo livro que leva o mesmo nome. O casal, que mora em Lausanne, na Suíça, também é curador da mostra. Em cartaz no Museu de Etnografia de Genebra (MEG), a exposição vai até 8 de janeiro de 2023. Nos dias 18 de dezembro e 8 de janeiro haverá visitas comentadas em português. De acordo com o museu, as imagens e informações apresentadas na exposição revelam um aspecto pouco conhecido da história suíça. Embora o país europeu nunca tenha mantido outras nações sob seu domínio, a Suíça colaborou com as potências coloniais na apropriação de terras estrangeiras e na prática da escravidão. "A história da vila Helvécia nos remete à história do Brasil como um todo", diz o MEG em seu site. Milena explica que, apesar de ter crescido nessa região, só foi conhecer a verdadeira história de Helvécia depois que começou a fazer a pesquisa para o projeto. “Helvécia era a colônia Leopoldina, formada por alemães e suíços que chegaram nessa região entre 1818 e 1824", relata a brasileira. A ideia inicial era ser como qualquer outra colônia da época, conta Milena, "quando os europeus recebiam terras e as cultivavam com as próprias mãos ou com a ajuda de uma comunidade que eles traziam da Europa". Segundo a jornalista, tudo isso fazia parte de um projeto “civilizatório”. Com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, em 1808, eles decidiram trazer mais europeus para o Brasil. "A ideia era receber a terra, mas trazer a comunidade, formar a sua colônia para poder tomar conta”, explica ela.   Ápice econômico De acordo com Milena, naquela época, muitos europeus já rediscutiam a utilização de mão de obra de pessoas escravizadas. No entanto, “por ene razões, aqueles colonos decidiram usar esse tipo de mão de obra”. Com a força de trabalho escravizada, o local se tornou uma região importante para o plantio e a exportação de café. “Para se ter uma ideia, em 1850, que foi o ápice econômico dessa colônia, eles chegaram a ser responsáveis por mais de 80% da produção e da exportação de café da província da Bahia", explica a brasileira, lembrando que a área tem o tamanho da França. Boa parte das exportações eram feitas por intermédio do cônsul de Hamburgo em Salvador que, na época, também possuía terras nessa região que hoje é chamada de Helvécia. "Ele tinha uma casa de exportação que permitia levar o café não só dele, mas de todos os colonos até o porto de Hamburgo. A coisa ficou tão importante que tinha um vice-consulado suíço na região, no caso, em Caravelas. O café era escoado pelo rio Peruípe até Caravelas. E de lá ou ia para Salvador ou seguia o curso. Essa é a história de Helvécia”, explica. Em 1888, ano da Abolição da Escravatura, aconteceu também o declínio dessa colônia, fortemente ligada à exploração dessas pessoas. “Logo depois, foi fechando o consulado. Os colonos foram embora. Por isso, também, que Helvécia é um quilombo diferente dos outros. Um quilombo, normalmente, é um lugar de refúgio. As pessoas fogem e montam num lugar ermo, escondido, para recomeçar a vida. Em Helvécia, foi o contrário, a maioria dos 'senhores', vamos chamar assim, e dos colonos que eram escravocratas, acabaram fugindo e quem ficou na região foram as pessoas, os ex-escravos. Isso também explica o fato desse vilarejo ser pouco miscigenado, ter pouca mistura. Oitenta por cento da população, segundo o último Censo, é de afrodescendentes”, conta. O encontro do casal com Helvécia Em 2014, quando Dom e Milena faziam uma viagem de carro pelo sul da Bahia, região onde mora a família dela, eles viram a placa “Helvécia”. “Ele me perguntou o que era, e expliquei que era um vilarejo quilombola", recorda Milena, que desconhecia, naquele momento, que a Suíça era chamada de Confederação Helvética. "Ele ficou com isso na cabeça, pesquisou mais e ficava me mostrando: olha, tem a ver com a Suíça", prossegue a brasileira. Um ano depois, em 2015, eles voltaram à região para entrevistar os moradores. O projeto cresceu e deu origem a um livro e à exposição. Por que é importante jogar luz sobre essa história? Para Milena, "é para a gente não esquecer, para saber que existiu e para que as próximas gerações tenham mais consciência", enfatiza. "É para isso que existe livro de história, é para isso que existe museu", ressalta. "Esse exercício de memória, de conhecer a própria história para poder refletir, repensar e tentar não repetir barbáries – porque a escravidão, por exemplo, é uma barbárie”, destaca. Na avaliação de Dom, que é suíço e disse não ter aprendido sobre este passado na escola, foi bom falar do assunto para a Suíça, falar desse “envolvimento” do país no período da escravidão. “A gente aprende na escola que é um país com neutralidade, 'sem colônia', mas eles participaram bastante desse mundo colonial da época", afirma Dom. Segundo o fotógrafo, "muitos bancos de Genebra, pessoas de Neuchâtel, colocaram dinheiro, estavam participando mesmo dessa história". Em geral, como é frequente na Suíça, eram empresas ou cidadãos, não o governo. "Só que o governo suíço colocou um vice-consulado em Caravelas", ressalta. "Eles participaram e até o vice-cônsul tinha escravos, tinha plantação", afirma. "Em 1882, quase foi morto pelos escravos dele”, descobriu o suíço em suas pesquisas. Dom também considera importante jogar luz sobre essa história para o público brasileiro, devido à escassez de material histórico sobre esse período em Helvécia. “A maioria das pessoas com quem a gente falou não sabia sobre a ligação com a Suíça. Tem um esquecimento dos dois lados", observa. Documentação em três idiomas Quem for ao Museu de Etnografia de Genebra vai encontrar textos em três línguas: inglês, francês e português. A cenografia é assinada por Adrien Rovero, que coloca em evidência nove moradores da região. Imagens do padre, do terreiro de umbanda, de um representante de fiéis evangélicos e Dona Cocota, a moradora mais velha da cidade, de 111 anos, estão entre os elementos que compõem a exposição. Vídeos realizados com moradores falam sobre a vida deles e sobre Helvécia. A história da antiga colônia é retraçada em uma linha do tempo, para dar o contexto histórico desde 1808, época da abertura dos portos. O reconhecimento de Helvécia como quilombo só aconteceu em 2005. "Tem também toda uma parte reservada a documentos que nós encontramos nos arquivos públicos da Bahia, em Berna e Neuchâtel", conta Milena. O trabalho de coleta começou em 2015 e terminou, segundo Dom, em 2021.  Trocas com os moradores A RFI perguntou aos curadores como foi esse reencontro com o passado e a redescoberta de fatos históricos tão importantes sobre a Suíça e o Brasil. Milena descreve o encontro com os moradores como algo “emocionante", tanto pela sensibilidade das pessoas, quanto pela inocência, a força, a consciência e a falta de consciência” sobre o passado. “É o mundo. Eu gosto de dizer que Helvécia é uma espécie de microcosmo do Brasil. O que a gente vê naquele vilarejo de mil habitantes é um pouco do que a gente vê na nossa sociedade brasileira. Às vezes, a gente vê pessoas que estão mais “acordadas” e conscientes sobre a própria história. Tem gente que não tem ideia, valores diferentes", analisa a jornalista. "Para mim, foi riquíssimo conhecer essas pessoas", diz. Segundo Dom, quando eles estiveram no vilarejo, “os moradores estavam abertos para falar sobre o que sabiam da história do lugar, interessados pelo fato de eu estar vindo da outra Helvécia”. “Todo mundo estava de braços abertos para contar e tirar fotos. No começo, foi para fazer material para jornais, depois um livro, depois essa exposição. Eles estão felizes que a gente fale deles em qualquer lugar, ainda mais na Suíça”, conclui.

Túnel de vento
Ep 619 - Metro e oitenta

Túnel de vento

Play Episode Listen Later Dec 3, 2022 15:53


Apeadeiros da conversa: .Chusma de falsos psicólogos. .Vítimas da publicidade. .Amigos da reforma. .Tenho medo de gagos. .Mamar à sombra. .Um metro e oitenta. ---- O menino está aqui: Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8

Nova Church Atlanta
Oito ou Oitenta | João Paulo Novais

Nova Church Atlanta

Play Episode Listen Later Nov 1, 2022 68:08


Porque muitos cristãos falam sobre entrar na presença de Deus se nunca saíamos dela?

Clinical Papers Podcast
#119 – PET-NECK – Vigilância vs. Esvaziamento cervical em tumores avançados de cabeça e pescoço

Clinical Papers Podcast

Play Episode Listen Later Oct 22, 2022 31:02


O papel da vigilância guiada por imagem em comparação com o esvaziamento cervical planejado para pacientes com CEC de cabeça e pescoço com doença linfonodal avançada (N2 ou N3) após o tratamento com QT/RT ainda é uma questão passível de debate. No intuito de responder a essa pergunta, em 2016 foi publicado na NEJM, um estudo randomizado “apelidado” de pet-neck! Estudo importante, de não-inferioridade, que randomizou aproximadamente 900 pacientes com CEC avançado de cabeça e pescoço (N2 ou N3) entre um grupo de vigilância guiada por PET-CT versus esvaziamento cervical “up front” após tratamento com RT/QT.Foram 37 Centros no Reino Unido que recrutaram pacientes entre 2007 e 2012, com o objetivo primário de Sobrevida Global. Oitenta e quatro por cento (84%) dos pacientes tinham tumor de orofaringe, 61% doença N2b e 75% era HPV +. A taxa de SG em 2 anos foi de 84,9% para o grupo de vigilância e de 81,5% para o grupo de cirurgia up front.Neste episódio os doutores Renan Lira, Ciro Eduardo Souza e José Flávio Marin discutem os resultados desse Estudo mostrando tudo o que você precisa saber sobre o uso dessa importante ferramenta (PET-CT) nesse cenário a fim de evitar cirurgias desnecessárias mas com especial atenção em relação a dados de sobrevida.Sejam bem vindos a mais um episódio do Clinical Papers Podcast!Para saber mais sobre o paper, acesse gratuitamente: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1514493

Cinemático
Pinóquio

Cinemático

Play Episode Listen Later Sep 13, 2022 61:10


Há um ano de seu centenário, a Disney volta a refazer os clássicos de animação que definiram sua história a partir de uma obra quintessencial de seu legado. Oitenta anos depois do filme, Pinóquio retorna agora como um live-action recheado de efeitos visuais digitais, com os nomes de Tom Hanks e do diretor Robert Zemeckis nas ribaltas do Disney+. As opiniões negativas dominam o lançamento do remake, porém, e a divulgação mais “discreta” da produção deixa dúvidas sobre a centralidade do projeto nas estratégias comerciais do conglomerado. O que acontece? No Cinemático 322, Carlos Merigo, Júlia Gavillan e Pedro Strazza discutem a nova versão do clássico e a carreira de seu diretor, além da atual onda de adaptações de Pinóquio para o cinema e o status das produções originais do Disney+. 48m09s - Spoilers57m38s - Notas

disney tom hanks pin robert zemeckis oitenta sonoriza carlos merigo
O SOL
MEDITAÇÃO #841 - Oito E Oitenta * Ocho Y Ochenta

O SOL

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 13:38


Músicas para mover o corpo antes de meditar. SPOTIFY: https://open.spotify.com/user/22s7oqbw2ofoyxmvo7wrzw2rq/playlist/1xdSLOlopi64wWorVItMqe?si=jEeS12XnTzmJeErzINLjYQ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/osol_bhaskar/sets/o-corpo-no-sol/s-cXLIx

O SOL
MEDITAÇÃO #718 - Oito E Oitenta * Ocho Y Ochenta

O SOL

Play Episode Listen Later Mar 17, 2022 13:38


Músicas para mover o corpo antes de meditar. SPOTIFY: https://open.spotify.com/user/22s7oqbw2ofoyxmvo7wrzw2rq/playlist/1xdSLOlopi64wWorVItMqe?si=jEeS12XnTzmJeErzINLjYQ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/osol_bhaskar/sets/o-corpo-no-sol/s-cXLIx

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Passamos do oito para o oitenta?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Dec 15, 2021 4:22


Detenção de Manuel Pinho e mulher lança debate sobre excesso de zelo do sistema de Justiça. See omnystudio.com/listener for privacy information.

justi passamos oito deten oitenta manuel pinho
Quadrilha Podcast
QATAR OS MAUS - QU4DRILHA Oitenta e tal

Quadrilha Podcast

Play Episode Listen Later Dec 14, 2021 70:52


Com Bruno Palma, João Gata, João Vasco Almeida e Jorge Máximo Episódio # 85 da Saga isto nunca mais tem fim... #QuadrilhaPodcast

JR 15 Minutos com Celso Freitas
Qualidade de sono: suplementos ajudam a dormir melhor?

JR 15 Minutos com Celso Freitas

Play Episode Listen Later Dec 6, 2021 15:50


A ANVISA aprovou o uso da melatonina, o chamado "hormônio do sono", como suplemento alimentar. Entre as diversas crises e síndromes agravadas durante a pandemia, uma que se destaca é a do distúrbio do sono. Oitenta por cento da população está insatisfeita com seu sono e associa isso a problemas como a ansiedade, segundo a Associação Brasileira do Sono. O que é uma boa noite de sono? E como essa novidade no Brasil, a melatonina, pode ajudar a melhorar o sono, prejudicado pela pandemia?Celso Freitas e o repórter Romeu Piccoli conversam com a médica neurologista e presidente da Associação Brasileira do Sono, Andrea Bacelar.

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | 7 de novembro de 2021 | SBS Portuguese

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Nov 7, 2021 18:22


Australianos se reúnem em todo o país como parte de dia global de ação contra as mudanças climáticas. Greta Thunberg critica a conferência COP26 e diz ter sido um fracasso. Morte da cantora Marilia Mendonça, de 26 anos, choca o Brasil. Os pais de Cleo Smith divulgaram sua primeira declaração desde o resgate da criança de quatro anos. Oitenta por cento dos australianos com 16 anos ou mais estão agora totalmente vacinados contra a COVID-19. São as notícias da Austrália e do Mundo da Rádio SBS para este domingo, 7 de novembro de 2021.

O SOL
MEDITAÇÃO #577 - Oito E Oitenta * Ocho Y Ochenta

O SOL

Play Episode Listen Later Oct 2, 2021 13:38


Músicas para mover o corpo antes de meditar. SPOTIFY: https://open.spotify.com/user/22s7oqbw2ofoyxmvo7wrzw2rq/playlist/1xdSLOlopi64wWorVItMqe?si=jEeS12XnTzmJeErzINLjYQ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/osol_bhaskar/sets/o-corpo-no-sol/s-cXLIx

CAFÉ COM MILHAS
[T4_E20] O FRED JÁ LUCROU 1100 REAIS, ACUMULOU OITENTA MIL MILHAS EM 5 MESES [CAFÉ COM MILHAS]

CAFÉ COM MILHAS

Play Episode Listen Later Sep 7, 2021 19:10


Você também pode me encontrar ↴ Facebook: http://facebook.com/marcelorubles.educadorfinanceiro Instagram: http://instagram.com/marcelorubles YouTube: https://www.youtube.com/marcelorubles

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O Brinco do Baptista
#80 Somos todos filhos dos oitenta

O Brinco do Baptista

Play Episode Listen Later Aug 6, 2021 155:56


Que saudades dos loucos anos 80s. Eram os tempos dos walkmans, do liberalismo desenfreado, do casamento real de Carlos e Diana, da Pop, do Flashdance, da Rua Sésamo e do Chalana. Oitenta também são os episódios do Brinco do Baptista e neste a conversa não saiu do maple: do regresso da Liga ao Cartão do Adepto, da violência policial ao futebol negócio, passando pela portugalidade de Fernando Pimenta e Pedro Pichardo.

Treta na Balada
T2E11: OS VÉIO CRINGE

Treta na Balada

Play Episode Listen Later Jun 23, 2021 64:29


O Faustão saiu da Globo, o Luciano Huck era ícone jovem, o MSN Messenger era tipo um Whatsapp que a gente tinha hora pra usar... E hoje tudo isso deve ser cringe, mas somos velhos demais para entender. Vem com a gente em mais essa viagem de nostalgia! Com Victor Frascarelli (@vitaofrasca), Carol Mattos (@caroolmattoss), Oitenta (@marcelotmontanha) e Raphinha Lucchesi (@oraphinha). - Links - A Gangue do Palhaço: https://www1.folha.uol.com.br/banco-de-dados/2017/12/1838804-bando-do-palhaco-levou-caos-a-pm-e-aterrorizou-sp-nos-anos-1990.shtml Vídeo do bonequinho que descobre que é velho cringe: https://www.instagram.com/p/CQYqPJkhNHv/

Hoje na História - Opera Mundi
04 de junho de 1876 - Trem cruza EUA pela primeira vez em menos de quatro dias

Hoje na História - Opera Mundi

Play Episode Listen Later Jun 4, 2021 6:30


Oitenta e três horas apenas após deixar a cidade de Nova York – costa leste –, uma composição ferroviária da Transcontinental Express chega em San Francisco – costa oeste – em 4 de junho de 1876.----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instancia Editorial Ltda.). Desde já agradecemos!Assinatura solidária:www.operamundi.com.br/apoio★ Support this podcast ★

Vocês da Imprensa
Vocês da Imprensa #39 - A voz marcante de Léo Batista: dos serviços de alto-falantes à era dos podcasts

Vocês da Imprensa

Play Episode Listen Later May 7, 2021 37:40


Oitenta e oito anos de vida, uma voz marcante e muita história para contar. Bem antes dos podcasts, João Baptista Belinaso Neto dava o pontapé inicial de uma vida dedicada ao jornalismo. Neste episódio do Vocês da Imprensa, Marcelo Barreto recebe Léo Batista - vacinado e de volta à redação do esporte - depois de mais de 400 dias distante do ofício. Dos serviços de alto-falantes até a era dos memes, seu Léo detalha a trajetória, conta como vivenciou o período longe da redação por conta da pandemia e muito mais!

O SOL
MEDITAÇÃO #468 - Oito E Oitenta * Ocho Y Ochenta

O SOL

Play Episode Listen Later May 3, 2021 13:38


Músicas para mover o corpo antes de meditar. SPOTIFY: https://open.spotify.com/user/22s7oqbw2ofoyxmvo7wrzw2rq/playlist/1xdSLOlopi64wWorVItMqe?si=jEeS12XnTzmJeErzINLjYQ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/osol_bhaskar/sets/o-corpo-no-sol/s-cXLIx

Prestes A Ver
Episódio Oitenta E Nove - Peregrinação (c/Miguel de Azevedo)

Prestes A Ver

Play Episode Listen Later Apr 12, 2021 78:31


Um podcast sobre cinema português. Lançamo-nos ao mar olhando para a "Peregrinação" de João Botelho; possivelmente a única instância em que o seriado "JAG" foi mencionado numa discussão deste filme. Logótipo de Joana Cardoso. Tema de Mundo Lego. Música final: "A Guerra É A Guerra" de Fausto. 

Prestes A Ver
Episódio Oitenta E Oito - Duas Curtas De Animação (c/Marta Reis Andrade)

Prestes A Ver

Play Episode Listen Later Mar 15, 2021 45:25


Um podcast sobre cinema português. Olhamos para "O Sapateiro" (de Vasco Sá e David Doutel) e "Das Gavetas Nascem Sons" (de Vitor Hugo Rocha), duas curtas do cinema de animação português, na companhia de Marta Reis Andrade. Logótipo de Joana Cardoso. Tema de Mundo Lego. Música final: "Teorema" de Ennio Morricone. 

Flamingo Flamejante
FF #8- Meados dos anos oitenta

Flamingo Flamejante

Play Episode Listen Later Mar 3, 2021 11:08


Antigas filologias que se perderam

antigas oitenta
Prestes A Ver
Episódio Oitenta E Sete - Os Emissários De Khalôm

Prestes A Ver

Play Episode Listen Later Mar 1, 2021 83:08


Um podcast sobre cinema português. Desta vez olhamos para um dos poucos filmes de ficção científica do cinema português, na companhia de António Araújo (Segundo Take, Mundos Paralelos).  Logótipo de Joana Cardoso. Tema de Mundo Lego. Música final: tem final do filme, por António de Sousa Dias.

Rádio Defusão
EXTRA • Mil Nove E Oitenta E Oito

Rádio Defusão

Play Episode Listen Later Feb 20, 2021 148:02


Sempre curioso, sempre inquieto, Fábio Vieira Fernandes lá inventou mais uma brincadeira: um compêndio de artistas que, tal como ele mesmo, nasceram no ano 1988. E é isso. Feliz aniversário, Rihanna! Feliz aniversário, Catarina! ALINHAMENTO MUSICAL Rihanna — Needed Me Skrillex — Scary Monsters And Nice Sprites FKA Twigs — Two Weeks Jomo, Iryna Brazhnik […]

Prestes A Ver
Episódio Oitenta E Seis - Três Curtas de Regina Pessoa (c/Catarina Calvinho Gil)

Prestes A Ver

Play Episode Listen Later Feb 16, 2021 54:30


Um podcast sobre cinema português. Lançamo-nos pela primeira vez no mundo da animação portuguesa, olhando para a Trilogia da Infância de Regina Pessoa, na companhia da animadora Catarina Calvinho Gil.  Logótipo de Joana Cardoso. Tema de Mundo Lego. Música final: "When I Grow Up" dos Fever Ray.

Programa Brasil de Fato MG
Programa Brasil de Fato MG 12/02/2021

Programa Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Feb 12, 2021 31:01


Confira os destaques da edição: Sexta-feira de carnaval, mas a pandemia ainda não acabou. E por isso, os governos de BH e do estado suspenderam o ponto facultativo. Mas o povo tá perdido e aí? É feriado ou não? Começa neste sábado a vacinação de idosos acima de 86 anos. A imunização contra a covid-19 para este público será realizada em OITENTA postos de saúde da capital mineira. Semana é marcada por greve dos trabalhadores do Banco do Brasil. Funcionários protestam contra o desmonte da instituição.No Distrito Federal, a manifestação foi reprimida com violência. Crédito imagem: Chico Bezerra/Prefeitura Municipal do Jaboatão dos Guararapes --- Send in a voice message: https://anchor.fm/programabrasildefatomg/message

Prestes A Ver
Episódio Oitenta E Cinco - Duas Curtas (c/Marta Sousa Ribeiro)

Prestes A Ver

Play Episode Listen Later Feb 1, 2021 56:45


Um podcast sobre cinema português. Analisamos as curtas "Noite Perpétua" de Pedro Peralta  e "Corte" de Afonso e Bernardo Rapazote, numa conversa com Marta Sousa Ribeiro. Logótipo de Joana Cardoso. Tema de Mundo Lego. Música final: "Spanish Bombs" dos Clash. 

Pregações e Aulas - Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
Herley Rocha - A Corrida de Oitenta Jardas (Eclesiastes 2:12-17)

Pregações e Aulas - Igreja Presbiteriana de Santo Amaro

Play Episode Listen Later Jan 31, 2019 41:57


Herley Rocha - A Corrida de Oitenta Jardas (Eclesiastes 2:12-17) by Igreja Presbiteriana de Santo Amaro