Place in Northeast, Brazil
POPULARITY
Você Carrega As Marcas Do Oleiro Pb. Henrique Agnis IEADPE Petrolina
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Acompanhe a transmissão da Asics Golden Run SP - https://cnoar.run/AsicsGoldenRunSP_aovivoCorra a ASICS RUN CHALLENGE - https://runchallenge.com.brUse o cupom CORRIDANOAR10 para ter 10% OFFNeste episódio do CNA News, analisamos os números surreais da São Paulo City Marathon, que teve suas inscrições esgotadas com impressionantes 32.300 corredores no total. Discutimos o crescimento vertiginoso da meia maratona do evento e como ela já ameaça os números de outras gigantes do Brasil. Também trazemos os detalhes, expectativas e a previsão do tempo para as provas do fim de semana: Golden Run de São Paulo (que terá nossa transmissão ao vivo!), Meia do River Shopping em Petrolina pelo Campeonato Brasileiro de Corrida de Rua, Maratona Nilson Lima de Uberlândia, Maratona Oficial de BH e a desafiadora Rio do Rastro Marathon. E, claro, a nossa tradicional leitura de comentários.Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
E nesta semana recebemos Júlio Martins, campeão da etapa do Campeonato Brasileiro de Sprint em Petrolina. O plano inicial era a faculdade de Direito, o surfe e a natação. Mas as coisas mudaram e o triathlon apareceu na sua vida. Com pouco tempo no esporte, começou em 2020/21, muita evolução e resultados importantes, que permitem pensar bem alto. Confira como foi o nosso papo.
No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, uma conversa na Fruit Attraction em São Paulo com o time da Green Has Brasil, representado por Franco Borsari, Diretor da Green Has Brasil, e Simão Amorim Durando Filho, Prefeito de Petrolina/PE. O encontro registra a participação da empresa no evento e a conexão com a fruticultura em um ambiente que reúne diferentes regiões, experiências e agendas do setor. A presença de Petrolina reforça a importância dos polos produtivos dentro desse cenário. A cobertura mostra, na prática, como eventos como a Fruit Attraction funcionam como ponto de encontro entre empresas e territórios produtivos, organizando relações e ampliando visibilidade dentro da cadeia de frutas. Cobertura oferecida por Green Has Brasil.
O Fala Carlão Especial de Sábado conversa com Deborah Demétrio, da Green Has/Fruit Attraction; Josiane da Silva Almeida, Gerente Geral de Fomento, Inovação e Arranjos Produtivos da ADEPE; Rafael Bruinje Bin, da Cachaça Petrolina; Rodrigo Fabian, da Rio Valley Vinhos; Rodrigo Marchesi, da Vinícola Brasília; Rafael Pinheiro, do Viveiro Braz Plant; e Raquel Lucas, da Imperador do Cerrado, direto da Fruit Attraction São Paulo. Durante o encontro, os participantes destacam a qualidade dos animais, compartilham histórias do campo e reforçam a qualidade do produtor brasileiro, evidenciada na prática do dia a dia e na consistência do trabalho realizado. O programa mostra como diferentes experiências e trajetórias convergem para um ponto comum: a entrega de qualidade no campo, resultado direto da dedicação de quem produz. A nossa cobertura na Fruit Attraction tem um oferecimento da GreenHas Brasil.
Dentro do espaço dedicado ao Carnaval na temática da Pessoa com Deficiência, o Programa Resgatando a Cidadania deste sábado(07) teve como tema "Blocos que promovem a inclusão no Carnaval". O comunicador Domingos Sávio, apresentador do programa recebeu Cibele Albuquerque, presidente do Bloco Me segura se não eu caio, do Recife; Luciene Martins, presidente do Bloco Juntos pela Inclusão, de Paulista; Cristiana Galindo, presidente do Bloco Sou Legal, de Petrolina; Silvana Brandão, presidente do Bloco Me Deixa à Vontade, de Salvador, BA. Além de Iris Paschoal (Presidente) e Valéria Pereira (compositora), do Bloco da ABRASCE - Associação Brasileira de Reabilitação de Surdos e Cegos, do Rio de Janeiro. Todos falaram da história e da programação dos Blocos nesse Carnaval. O Programa Resgatando a Cidadania é apresentado todo sábado, a partir do meio-dia, pela Rádio Folha 96,7FM, produzido e apresentado pelo radialista Domingos Sávio.
A celebração do título da Libertadores ganhou proporção inédita. De Manaus a Petrolina, de Cataguases a Ubá, de Búzios a Itumbiara, do Ceará ao Pará, e até em Porto, Portugal, a torcida do Flamengo transformou ruas em arquibancadas e cidades inteiras em celebrações espontâneas. Neste vídeo, Tulio Rodrigues apresenta dezenas de registros enviados por torcedores, analisa a dimensão dessa mobilização e mostra por que a festa rubro-negra ultrapassou barreiras geográficas. Um retrato real do que significa ser Flamengo em qualquer canto do mundo.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Libertadores
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta sexta-feira (07), no Folha Política, o ex-prefeito de Petrolina, presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho.
Falo sobre as recentes decisões do STF nas ADPF's 466 e 522 em que o Tribunal declarou inconstitucionais leis de Tubarão (SC), Petrolina e Garanhuns (PE) que proibiam a "ideologia de gênero" nas escolas. Discuto o abuso do processo legislativo.
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que invalidou leis dos municípios de Tubarão (SC), Petrolina e Garanhuns (PE) que proibiam a abordagem de temas relacionados a questões de gênero nas escolas é destaque do podcast Supremo na Semana. O episódio fala também sobre o referendo à liminar que limita o destino das indenizações trabalhistas por danos morais coletivos a dois fundos públicos federais, e sobre o voto do ministro Luís Roberto Barroso no julgamento pela descriminalização do aborto, um dos últimos votos do ministro antes de sua aposentadoria. Outro tema é o julgamento dos réus do Núcleo 4 da tentativa de golpe de Estado.O episódio 168 é apresentado por Mariana Brasil, analista de redes sociais do STF, e conta com comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo, e de Hanna Gomes, advogada e consultora jurídica da Rádio/TV Justiça.Quer participar do Supremo na Semana? Envie seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
O etnoempreendedorismo é a prática empreendedora desenvolvida por grupos étnicos ou comunidades tradicionais que buscam gerar renda, autonomia e valorização de sua cultura. Mais do que uma atividade econômica, ele representa resistência, identidade e inovação social. nesse modelo, saberes ancestrais, práticas culturais e modos de vida são transformados em produtos e serviços com valor simbólico e mercadológico. Ao fortalecer territórios e redes comunitárias, o etnoempreendedorismo contribui para o desenvolvimento sustentável e inclusivo. é um caminho de protagonismo que une tradição e futuro. E para explicar melhor este conceito, o podcast Papo no Auge! conversa com o amigo Aluísio Sampaio, de Petrolina, Pernambuco, para o mundo.Aluísio é doutorando em ecologia humana e gestão socioambiental pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB.Quer entender o conceito? Ouça o episódio 223 do Papo no Auge!Se gosta do nosso trabalho, associe-se ao nosso podcast.Ao se tornar um patrocinador de nosso programa, você nos habilita a conversar com mais professores e pesquisadores mundo afora, levando conhecimento a mais gente.Nos apoie via plataforma Catarse de financiamento coletivo e pelo Mercado Pago.
O Programa Resgatando a Cidadania, no espaço Forró da Inclusão, destacou neste sábado(20.06) a história da Banda Flôr de Macambira, grupo criado na década de 90, em Petrolina. A conversa com o apresentador Domingos foi com o cantor, compositor, cordelista, sanfoneiro e escritor Geraldo Feitosa. Ele foi fundador da Banda Flôr de Macambira, formada por 9 músicos, parte deles cegos, entre eles o próprio Geraldo Feitosa, que tem um trabalho forte na luta pela inclusão. O Programa Resgatando a Cidadania é apresentado todo sábado, a partir do meio-dia, pela Rádio Folha 96,7FM, produzido e apresentado pelo radialista Domingos Sávio.
Debate da super manhã: Estamos em contagem regressiva para o São João 2025 e as cidades do interior e da Região Metropolitana já estão no clima dos festejos juninos, com a musicalidade ao som da sanfona, do triângulo e da zabumba. No debate desta terça-feira (10), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a programação, as atrações e os investimentos da festividade que toma conta de Pernambuco. Participam do Debate o presidente do Comitê Gestor do São João de Caruaru 2025, Anderson Luiz, o secretário de comunicação de Petrolina, Junior Vilela, o presidente da Fundação De Cultura Cidade do Recife, Marcelo Canuto, e o secretário de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer do Cabo de Santo Agostinho, Edelry Barros.
Podcasts do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil
Em Pernambuco, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou de uma visita de campo no Vale do São Francisco, em Petrolina. A agenda teve como foco a Embrapa Semiárido e produtores da região, com o objetivo de apresentar tecnologias para convivência com a seca, desenvolvimento de rebanhos mais resistentes, agricultura irrigada e fruticultura adaptada ao clima do semiárido. A atividade fez parte da programação do “II Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar, Combate à Fome e Desenvolvimento Rural”, cujo objetivo é fortalecer a cooperação técnica e comercial com os países africanos, baseada no desenvolvimento sustentável e no respeito mútuo.
A âncora Patrícia Breda e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta sexta-feira (03) no Folha Política, o prefeito de Petrolina, Simão Durando (UB).
Debate da Super Manhã: Para quem busca vivenciar o período da Páscoa de forma mais intensa, as cidades do interior de Pernambuco oferecem atrativos turísticos com vários serviços, que vão do Agreste ao Sertão do estado. No debate desta terça-feira (25), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber a programação prevista nas cidades interioranas que celebram intensamente a festa religiosa, a movimentação financeira e a previsão turística nos municípios de Gravatá e Brejo da Madre de Deus, no Agreste, e em Petrolina, no Sertão. Participam o prefeito de Gravatá, padre Joselito, o secretário-executivo de Cultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico do Brejo da Madre de Deus, Cáli Oliveira, e a secretária-executiva de Turismo de Petrolina, Tais Farias.
Passando a Limpo: Nesta terça-feira (18), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Ex-secretário nacional de Segurança Pública, Coronel José Vicente, sobre a lei antimafia. O Chefe no Departamento de Mobilidade Urbana e Logística, da Área de Infraestrutura do BNDES, Pedro Marques, conversa sobre os estudos do banco relativos à soluções para mobilidade do Grande Recife. O presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), Eduardo Loyo, destaca a retomada da operação de voos diários da Azul entre Recife e Petrolina.
No episódio deste sábado (22), analisamos os jogos que definiram a última rodada da primeira fase do Campeonato Pernambucano Betnacional! Primeiro, discutimos a grande vitória do Sport, que atropelou o Petrolina por 3×1 e garantiu mais três pontos na competição, mostrando sua força em campo, mesmo com um rodízio de jogadores. Em seguida, falamos sobre […]
Bahia perde em casa ainda sem o time titular e Santa Cruz vence o Petrolina no Arruda com clima de SAF. Fábio Hermano apresentou o programa e contou com os comentários de Pedro Pereira, Arthur Silva e Cássio Zirpoli. Marcio Souza esteve nos trabalhos técnicos. Ouça agora ou quando quiser.
Falamos do Santa Cruz, dentro e fora de campo. Tricolor, sua casa é aqui! Seja Membro do Beberibe 1285 https://youtube.com/c/PODCASTBEBERIBE1285/join Colabore pelo Livepix/envie mensagem https://livepix.gg/beberibe1285 Seja Membro pelo Livepix R$ 7,99 Escudo https://livepix.gg/beberibe1285/tricolordoescudo R$ 19,99 Sociais https://livepix.gg/beberibe1285/tricolordassociais Receba as informações no Canal Exclusivo de WhatsApp do Beberibe1285 Link: https://whatsapp.com/channel/0029Vao7iApLI8YPlZxjss1E Betnacional: Se cadastrem com o nosso link e compartilhem o link de cadastro. https://www.betnacional.com?p=beberibe Use o cupom: Beberibe Link do Canal Oficial do Beberibe 1285: https://www.youtube.com/c/PODCASTBEBERIBE1285 Link do Canal no Spotify: https://open.spotify.com/show/1xbd6Gfk8xiL6YpYdpQL3k Link do Twitter: https://twitter.com/PodBeberibe1285 Link do Instagram: https://www.instagram.com/podcastbeberibe1285/ Link da Twitch: https://twitch.tv/podcastbeberibe1285 Quer criar transmissões ao vivo como esta? Confira o StreamYard: https://streamyard.com/pal/d/4568967721254912
O Programa Resgatando a Cidadania deste sábado (11)teve como convidado o professor, escritor, ativista social, sindicalista e produtor rural de Petrolina, Geraldo Feitosa. Como pessoa com deficiência visual, ele sempre se preocupou com a inclusão social em diversas atividades. Ele é autor do livro " Das Tralhas às Trilhas", que discute a inclusão e as dificuldades das pessoas com deficiência. Todo o conteúdo pode ser acompanhado pelo podcast “ Inclusão e Acessibilidade”, no podcasts Folha de Pernambuco. O Programa Resgatando a Cidadania é apresentado todo sábado, a partir do meio dia, pela Rádio Folha de Pernambuco-FM 96,7, produzido e apresentado por Domingos Sávio.
Grupo de alunos de Petrolina viajou até Portugal para receber distinção; integrantes produziram curta-metragem sobre intolerância religiosa, apresentada no 10º Fórum Global da Aliança das Civilizações.
No Café PT desta sexta-feira (13) conversa com Odacy Amorim, candidato do PT à prefeitura de Petrolina (PE), sobre os investimentos do Governo Federal em Pernambuco e a campanha para as eleições municipais.
RESUELTO - AS3SlNADA en su propio colegio - El H0RRlBLE caso de Beatriz Mota Se trata de Beatriz Angélica Mota, de 7 años, que vive una vida feliz con su madre, Lúcia, su padre, Sandro, y sus dos hermanos mayores y una hermana. Un equipo de camarógrafos muestra a la familia en una ceremonia de graduación que se lleva a cabo en Petrolina. Pero lo más inquietante de este material es que fue filmado el mismo día antes de su secuestro. Estas serán las últimas imágenes de Beatriz Mota, la niña cuyo nombre el mundo ha llegado a conocer cada vez Guion elaborado por: Guiontube Distribuido por Genuina Media
No ar, mais um #NE451ªedição. Na pauta, as expectativas para a estreia do Sport na Copa do Brasil, em duelo contra o TREM-AP. A estreia do Petrolina na competição também foi destaque do nosso programa. A torcida da Fera Sertaneja já adquiriu 70% dos ingressos disponíveis para a partida. Na reta final… uma resenha no […]
Terça-feira de abertura da sétima rodada do Campeonato Pernambucano, confira a nossa análise da importante vitória do Santa Cruz em cima do Petrolina, adversário direto na briga pela vaga na Série D de 2025, e também da goleada do Sport em cima do Central pelo placar de 4 a 1. Na apresentação tivemos Fred Figueiroa, […]
No ar, mais um #NE451ªedição. Na pauta desta terça-feira, um pré-jogo trazendo todos os detalhes do duelo entre Petrolina e Santa Cruz, válido pela abertura da 7ª rodada do Pernambucano e um debate sobre as mudanças que o técnico Mariano Soso vem promovendo no Sport, ao rodar o elenco – o clube enfrentará o Central, […]
Café em Prosa #149
O Campeonato Pernambucano 2024 inicia com muita coisa em jogo. Não só o título, mas vagas na Copa do Brasil e Série D de 2025. E como entram as equipes para a disputa? O Embolada debate não só as expectativas em torno de Sport, Náutico e Santa Cruz, mas também do Retrô, que aparece como forte candidato, além dos clubes do interior: Central, Maguary, Porto, Afogados, Petrolina e Flamengo de Arcoverde - que entrou após desistência do Salgueiro. Dênis Medeiros apresenta esta edição, acompanhado de João de Andrade Neto, Camila Sousa e Lafaete Vaz.
Aos 8 meses de gravidez, Júnior conheceu Michelle numa festa e se encantou por ela. Ela, que não estava com cabeça pra homem, começou a ver nas conversas que tinha com ele que algo estava nascendo - e não era seu filho (ainda), mas o amor. Tudo começa na festa de formatura de uma amiga da Michelle. Ela estava lá curtindo com o barrigão de 8 meses, quando Júnior comenta pra amiga que a Michelle "era uma grávida linda". Michelle nem deu bola porque ela não estava muito bem por conta do seu último relacionamento, fora que no final da gravidez não tinha nem cabeça pra pensar em nada. Ela até brincava com as amigas que ficaria 2 anos sem beijar na boca por conta da maternidade solo. Mas o Júnior antecipou bastante esse beijo. Antes disso acontecer, os dois ficaram conversando pela internet. Isso porque ele morava no Recife, ela em Petrolina. São 700 Km e uma gravidez de distância, mas para o amor nada é impossível. 20 dias conversando foram o suficiente pra Michelle ficar balançada, mas ainda não totalmente entregue. Mas tudo já estava escrito: os dois gostavam de Carnaval - e até passaram vários no mesmo ano e lugar - ainda que não tivessem se encontrado. Os dois também eram apaixonados pelo cantor Saulo. Só que a Michelle ficava pensando: quem se interessa por uma grávida? O Júnior se interessava. Tanto que foi para Petrolina 20 dias antes dela ter o bebê para vê-la novamente. Assim que se encontram, o beijo acontece. Depois do beijo, tudo é história. Uma história que completou 10 anos em 2023. Pedro Luca nasceu, Júnior ia visitar Michelle todo mês e pouco tempo depois se mudou para Petrolina pra ficar perto dela e do bebê. Os dois começaram a namorar sério - num show do Saulo - depois noivaram e casaram em pouco tempo. Júnior e Pedro Luca têm uma relação de pai e filho, Michelle segue apaixonada e Júnior também. Apoie o Histórias para ouvir lavando louça, acesse https://orelo.cc/historiasdeterapia e tenha acesso a conteúdos exclusivos. "A história do outro muda a gente", o primeiro livro do ter.a.pia está disponível para compra. Garanta o seu aqui: https://amzn.to/3CGZkc5 O Histórias para ouvir lavando louça é um podcast do ter.a.pia apresentado por Alexandre Simone e Lucas Galdino. Para conhecer mais do ter.a.pia, acesse historiasdeterapia.com. Edição: Felipe Dantas Roteiro: Taís Cruz Voz da vinheta: André Luiz, apoiador na Orelo.
Joseph Reis é pastor na Igreja da Cidade em Petrolina, casado e pai de dois filhos. No Ep. de hoje Joseph compartilhou com a gente um pouco do seu testemunho de conversão e também conversamos sobre missões no nordeste e como ele foi e continua sendo impactado pelo evangelho no dia a dia do ministério em Petrolina. PDF: https://elevesuavida.com/criative-se-Joseph.pdf Bora espalhar essa mensagem! Mencione nosso @ nos seus stories no Instagram: @criativese_podcast @marcosmadaleno @joseph_cristian_reis Bora interagir nas redes sociais?
Debate da Super Manhã: Debater o atual cenário da educação, de forma a estimular professores, gestores e demais profissionais da área, com propostas e práticas inclusivas através da tecnologia. Esse é objetivo do 19º Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, promovido pelo Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Pernambuco, com apoio do Sebrae-PE e do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. O evento tem início nesta quarta-feira (20), nas unidades do Senac do Recife, Caruaru, no Agreste do Estado, em Petrolina, no Sertão Pernambucano, e também na modalidade online. No debate desta terça-feira (19), o comunicador Tony Araujo conversa com os nossos convidados para saber detalhes desse encontro e os avanços tecnológicos na educação. Participam a gerente regional de Processos Educacionais do Senac Pernambuco, Guiomar Albuquerque, a gerente de Desenvolvimento Educacional do Senac Pernambuco, Betânia Paiva, e o coordenador de Avaliação Institucional e Presidente da Comissão Própria de Avaliação (CPA) do Senac Pernambuco, Luiz Costa.
Comentário de Ralph de Carvalho: O comentarista do Escrete de Ouro analisa os bastidores sobre os boatos que circulam sobre o Petrolina ceder para o Santa Cruz.
Passando a Limpo: Nesta segunda-feira (7), o comunicador Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o deputado federal Mendonça Filho (UB-PE), sobre o projeto para a população decidir por referendo para a descriminalização ou não do uso de drogas. O prefeito de Petrolina, Simão Durando(UB-PE), fala da Feira Nacional da Agricultura Irrigada (Fenagri) e do Rally dos Sertões que esse ano vai passar pela cidade de Petrolina. A deputada estadual, Débora Almeida (PSDB) fala da audiência pública que acontece essa semana, para discutir a situação da gripe aviária no Brasil e seus impactos em Pernambuco. Eliane Cantanhêde destaca o depoimento de Anderson Torres e a polêmica do relógio Rolex do tenente coronel Mauro Cid, direto de Brasília.
Aproveitei que fui à Petrolina para correr a Meia-Maratona do River Shopping e fiz algumas entrevistas com atletas locais. Esta é a terceira e última delas, e dessa vez com Edson Amaro, uma referência para os atletas de lá e que conheço há 10 anos | BAIXE o APP do Corrida no Ar | Android - https://cnoar.run/appAndroid | IOS - https://cnoar.run/appiOS | Maratona de Porto Alegre - transmissão | PARCEIROS | GEIS DE CARBOIDRATO Z2 - https://www.z2foods.com/ - Use o cupom CORRIDANOAR para ter 10% de desconto | ÓCULOS YOPP - https://cnoar.run/oculosyopp - Use o cupom "corridanoar10" para ter 10% de desconto em todo o site | PROVAS LIVE! RUN XP - https://liverun.com.br/ | use o cupom CORRIDANOAR para ter 20% de desconto | PRODUTOS CORRIDA NO AR e CAFÉ & CORRIDA https://www.runfor.com.br/corrida-no-ar | Use o cupom "CAFEECORRIDA10" para ter 10% de desconto | Comunidade CORRIDA NO AR no Whatsapp: Use os convites para entrar nos grupos: PROVAS - https://cnoar.run/provas | SÓ PARA MULHERES - https://chat.whatsapp.com/C8BScuZ7HpsFUl9ynbK4pP TREINAMENTO - https://cnoar.run/treinamento TÊNIS - https://cnoar.run/tenis ACESSÓRIOS - https://cnoar.run/acessorios LESÕES - https://cnoar.run/lesoes CAFÉ & CORRIDA - https://cnoar.run/cafeecorrida CLASSIFICADOS (NOVOS & USADOS) - https://chat.whatsapp.com/H8w33DIHyxKKNJqHP9bAPN CUPONS & LINKS - https://cnoar.run/CuponseLinks OUTRAS DISCUSSÕES - https://cnoar.run/OutraDiscussoes | DIVULGUE SEU TRAMPO (YT, IG, TT, podcast) - https://chat.whatsapp.com/GoRqaytc3h58loJztY7KAS DIVULGAÇÃO DE EVENTOS (provas, treinões e cia) - https://chat.whatsapp.com/IQGNacRUIVLA8axQl9iFBs | O Café & Corrida é uma live que rola de segunda à sexta, às 6 da manhã aqui no Youtube e depois vira podcast que está disponível nos principais agregadores. | No Youtube - https://cnoar.run/CafeeCorrida | Acompanhem também o Café & Corrida por podcast | No Spotify (áudio e vídeo) - https://cnoar.run/CafeCorridanoSpotify | No iTunes - https://cnoar.run/CafeCorridaiTunes | Na Amazon Music - https://cnoar.run/CafeCorridaAmazonMusic
A Meia Maratona do River Shopping em Petrolina teve a presença do pelotão Corrida no Ar/ Mizuno e vou mostra como foi | Veja quais serão as próximas provas em que estaremos presentes - https://cnoar.run/pelotao2023 | BAIXE o APP do Corrida no Ar | Android - https://cnoar.run/appAndroid | IOS - https://cnoar.run/appiOS | Maratona de Porto Alegre - transmissão | PARCEIROS | GEIS DE CARBOIDRATO Z2 - https://www.z2foods.com/ - Use o cupom CORRIDANOAR para ter 10% de desconto | ÓCULOS YOPP - https://cnoar.run/oculosyopp - Use o cupom "corridanoar10" para ter 10% de desconto em todo o site | PROVAS LIVE! RUN XP - https://liverun.com.br/ | use o cupom CORRIDANOAR para ter 20% de desconto | PRODUTOS CORRIDA NO AR e CAFÉ & CORRIDA https://www.runfor.com.br/corrida-no-ar | Use o cupom "CAFEECORRIDA10" para ter 10% de desconto | Comunidade CORRIDA NO AR no Whatsapp: Use os convites para entrar nos grupos: PROVAS - https://cnoar.run/provas | SÓ PARA MULHERES - https://chat.whatsapp.com/C8BScuZ7HpsFUl9ynbK4pP TREINAMENTO - https://cnoar.run/treinamento TÊNIS - https://cnoar.run/tenis ACESSÓRIOS - https://cnoar.run/acessorios LESÕES - https://cnoar.run/lesoes CAFÉ & CORRIDA - https://cnoar.run/cafeecorrida CLASSIFICADOS (NOVOS & USADOS) - https://chat.whatsapp.com/H8w33DIHyxKKNJqHP9bAPN CUPONS & LINKS - https://cnoar.run/CuponseLinks OUTRAS DISCUSSÕES - https://cnoar.run/OutraDiscussoes | DIVULGUE SEU TRAMPO (YT, IG, TT, podcast) - https://chat.whatsapp.com/GoRqaytc3h58loJztY7KAS DIVULGAÇÃO DE EVENTOS (provas, treinões e cia) - https://chat.whatsapp.com/IQGNacRUIVLA8axQl9iFBs | O Café & Corrida é uma live que rola de segunda à sexta, às 6 da manhã aqui no Youtube e depois vira podcast que está disponível nos principais agregadores. | No Youtube - https://cnoar.run/CafeeCorrida | Acompanhem também o Café & Corrida por podcast | No Spotify (áudio e vídeo) - https://cnoar.run/CafeCorridanoSpotify | No iTunes - https://cnoar.run/CafeCorridaiTunes | Na Amazon Music - https://cnoar.run/CafeCorridaAmazonMusic
Aproveitei que fui à Petrolina para correr a Meia-Maratona do River Shopping e fiz algumas entrevistas com atletas locais. Esta é a segunda delas, dessa vez com Mãrcio Leão, atleta muito talentoso que, em Milão, no ano passado, fez 2:08:36 | BAIXE o APP do Corrida no Ar | Android - https://cnoar.run/appAndroid | IOS - https://cnoar.run/appiOS | Maratona de Porto Alegre - transmissão | | PARCEIROS | GEIS DE CARBOIDRATO Z2 - https://www.z2foods.com/ - Use o cupom CORRIDANOAR para ter 10% de desconto | ÓCULOS YOPP - https://cnoar.run/oculosyopp - Use o cupom "corridanoar10" para ter 10% de desconto em todo o site | PROVAS LIVE! RUN XP - https://liverun.com.br/ | use o cupom CORRIDANOAR para ter 20% de desconto | PRODUTOS CORRIDA NO AR e CAFÉ & CORRIDA https://www.runfor.com.br/corrida-no-ar | Use o cupom "CAFEECORRIDA10" para ter 10% de desconto | Comunidade CORRIDA NO AR no Whatsapp: Use os convites para entrar nos grupos: PROVAS - https://cnoar.run/provas | SÓ PARA MULHERES - https://chat.whatsapp.com/C8BScuZ7HpsFUl9ynbK4pP TREINAMENTO - https://cnoar.run/treinamento TÊNIS - https://cnoar.run/tenis ACESSÓRIOS - https://cnoar.run/acessorios LESÕES - https://cnoar.run/lesoes CAFÉ & CORRIDA - https://cnoar.run/cafeecorrida CLASSIFICADOS (NOVOS & USADOS) - https://chat.whatsapp.com/H8w33DIHyxKKNJqHP9bAPN CUPONS & LINKS - https://cnoar.run/CuponseLinks OUTRAS DISCUSSÕES - https://cnoar.run/OutraDiscussoes | DIVULGUE SEU TRAMPO (YT, IG, TT, podcast) - https://chat.whatsapp.com/GoRqaytc3h58loJztY7KAS DIVULGAÇÃO DE EVENTOS (provas, treinões e cia) - https://chat.whatsapp.com/IQGNacRUIVLA8axQl9iFBs | O Café & Corrida é uma live que rola de segunda à sexta, às 6 da manhã aqui no Youtube e depois vira podcast que está disponível nos principais agregadores. | No Youtube - https://cnoar.run/CafeeCorrida | Acompanhem também o Café & Corrida por podcast | No Spotify (áudio e vídeo) - https://cnoar.run/CafeCorridanoSpotify | No iTunes - https://cnoar.run/CafeCorridaiTunes | Na Amazon Music - https://cnoar.run/CafeCorridaAmazonMusic
Aproveitei que fui à Petrolina para correr a Meia-Maratona do River Shopping e fiz algumas entrevistas com atletas locais. A primeira delas foi com o Justino Pedro, que tem uma história de vida de de idas e vindas por caminhos tortuosos, principalmente na pandemia, que acabaram mostrando a ele a direção das vitórias | PARCEIROS | GEIS DE CARBOIDRATO Z2 - https://www.z2foods.com/ - Use o cupom CORRIDANOAR para ter 10% de desconto | ÓCULOS YOPP - https://cnoar.run/oculosyopp - Use o cupom "corridanoar10" para ter 10% de desconto em todo o site | PROVAS LIVE! RUN XP - https://liverun.com.br/ | use o cupom CORRIDANOAR para ter 20% de desconto | PRODUTOS CORRIDA NO AR e CAFÉ & CORRIDA https://www.runfor.com.br/corrida-no-ar | Use o cupom "CAFEECORRIDA10" para ter 10% de desconto | Comunidade CORRIDA NO AR no Whatsapp: Use os convites para entrar nos grupos: PROVAS - https://cnoar.run/provas | SÓ PARA MULHERES - https://chat.whatsapp.com/C8BScuZ7HpsFUl9ynbK4pP TREINAMENTO - https://cnoar.run/treinamento TÊNIS - https://cnoar.run/tenis ACESSÓRIOS - https://cnoar.run/acessorios LESÕES - https://cnoar.run/lesoes CAFÉ & CORRIDA - https://cnoar.run/cafeecorrida CLASSIFICADOS (NOVOS & USADOS) - https://chat.whatsapp.com/H8w33DIHyxKKNJqHP9bAPN CUPONS & LINKS - https://cnoar.run/CuponseLinks OUTRAS DISCUSSÕES - https://cnoar.run/OutraDiscussoes | DIVULGUE SEU TRAMPO (YT, IG, TT, podcast) - https://chat.whatsapp.com/GoRqaytc3h58loJztY7KAS DIVULGAÇÃO DE EVENTOS (provas, treinões e cia) - https://chat.whatsapp.com/IQGNacRUIVLA8axQl9iFBs | O Café & Corrida é uma live que rola de segunda à sexta, às 6 da manhã aqui no Youtube e depois vira podcast que está disponível nos principais agregadores. | No Youtube - https://cnoar.run/CafeeCorrida | Acompanhem também o Café & Corrida por podcast | No Spotify (áudio e vídeo) - https://cnoar.run/CafeCorridanoSpotify | No iTunes - https://cnoar.run/CafeCorridaiTunes | Na Amazon Music - https://cnoar.run/CafeCorridaAmazonMusic
Debate da Super Manhã: As eleições para a escolha dos próximos prefeitos vão ser realizadas apenas em outubro de 2024. Mas as articulações e alianças partidárias já começaram a ser feitas. Por aqui, não é diferente. No Recife, diversos partidos já discutem a possível composição de chapas e os nomes que poderão ser colocados à disposição dos eleitores no próximo ano. No debate desta quinta-feira (20), conversamos com os nossos convidados sobre a preparação dos partidos para o próximo pleito eleitoral na Prefeitura do Recife. Participam o ex-prefeito de Petrolina e ex-deputado estadual, Miguel Coelho (União Brasil), o presidente do Partido Progressista em Pernambuco (PP-PE) e o deputado federal, Eduardo da Fonte, e o jornalista titular do Blog de Jamildo, do Jornal do Commercio, Jamildo Melo.
O Sport controlou o jogo, perdeu muitas chances, mas venceu o Petrolina sem grandes dificuldades e garantiu a vaga na final do Campeonato Pernambucano. Agora, o Leão espera o vencedor de Retrô x Salgueiro para saber quem será o seu rival na busca pelo 43º título. Mas em paralelo a isso, o Leão vive expectativa […]
Com mais uma atuação forte, o Sport venceu o Petrolina por 2 a 0 e classificou-se invicto à final do Campeonato Pernambucano, a sétima em dez anos. O jogo, no entanto, mostrou que o Leão ainda precisa caprichar nas finalizações, após muitas chances perdidas que poderiam ter construído uma goleada. Rembrandt Júnior, Cabral Neto e Camila Alves debatem a chegada do Rubro-negro a mais uma decisão - já que também decidirá o título da Copa do Nordeste.
O Santa Cruz perdeu de novo. Após o empate contra o Petrolina, os pênaltis pesaram contra o corais e a eliminação veio ainda nas quartas de final do Campeonato Pernambucano. O programa passou por toda a crise envolvendo o clube coral, com as repercussões da eliminação, da saída da Copa do Brasil 2024 e de […]
O Santa Cruz decepcionou no Campeonato Pernambucano ao ser eliminado nas quartas de final para o Petrolina, deixando o time de fora da Copa do Brasil 2024 e aumentando o risco de não conseguir vaga na Copa do Nordeste e Brasileiro do ano que vem. Com a queda no Estadual neste início de trabalho do técnico Felipe Conceição, o que pode ser esperado do Tricolor na Série D, que começa em maio? Cabral Neto, Danny Morais e Daniel Gomes debatem.
Começou a decisão do Campeonato Cearense, e o Fortaleza superou o Ceará, mas cedeu um gol no fim que deixa tudo aberto para o jogo da volta. Enquanto isso, em Pernambuco, as decisões estão definidos os cruzamentos do mata-mata, que começa nesta terça-feira. Nas quartas, Náutico e Petrolina serão mandantes contra Salgueiro e Santa Cruz, […]
Debate da Super Manhã: No debate desta quarta-feira, o comunicador Geraldo Freire conversa com os prefeitos de três grandes cidades pernambucanas sobre os principais avanços e desafios das respectivas gestões municipais no ano de 2022, abordando também as perspectivas de cada administração para o ano que está começando. Participam: Simão Durando - Prefeito de Petrolina, no Sertão; Rodrigo Pinheiro - Prefeito de Caruaru, no Agreste; e Professor Lupércio - Prefeito de Olinda, na Região Metropolitana.
Não deixe de conferir esse e outros conteúdos no nosso canal Operação Policial, no Youtube (www.youtube.com/OPOperacaoPolicial). Caso Beatriz - Confira a entrevista completa com #Lucinha Mota, #mãe de Beatriz Angélica, morta aos 7 anos de idade, dentro da escola onde estudava, na cidade de Petrolina, em Pernambuco, Brasil. Acompanhe a luta da mãe e do pai de Beatriz, Sandro Romilton, para que este crime tenha a justiça merecida. #CasoBeatriz
Beatriz und ihre ältere Schwester besuchten eine katholische Privatschule mitten im Stadtzentrum von Petrolina. Sie ist eine der renommiertesten Schulen der Region und ihr Vater Sandro arbeitet dort als Lehrer. Die Schule wurde zu einem vertrauten Ort für die ganze Familie Mota. Doch leider wurde sie auch zu dem Ort, an dem das unerträgliche Leid der Familie seinen Anfang findet. Trigger-Warnung: Brutalität an Kindern, Mord. Enthält Werbung Wenn euch mein Podcast gefällt, dann schreibt mir bitte eine Bewertung, abonniert den Podcast und besucht meine Instagram-Seite: wahre_ verbrechen_ podcast. Meinen neuen Podcast *Paranormale Verbrechen* hört ihr ab sofort jeden zweiten Freitag, überall wo es Podcasts gibt. Videos: https://www.youtube.com/watch?v=o7xp0w3VV3E https://www.youtube.com/watch?v=6AI9eawMeLU https://a-dangerousworld.tumblr.com/post/182383163484 Quelle: https://www.reddit.com/r/UnresolvedMysteries/comments/8vwc57/the_case_of_beatriz_mota_a_brazilian_mystery/ https://a-dangerousworld.tumblr.com/post/182383163484