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O programa “Transmission Impossible” volta pelo terceiro ano consecutivo ao Festival de Avignon. Depois de Mathilde Monnier, desta vez é a coreógrafa brasileira Lia Rodrigues a dirigir o projecto de encontros entre artistas programados e meia centena de jovens de diferentes países, em cumplicidade com os artistas brasileiros Calixto Neto, Silvia Soter da Silveira, Cristina Moura e Daniella Lima. O projecto é um laboratório de experimentação e transmissão que consiste em fazer descobrir, durante 12 dias, o Festival de Avignon. “A ideia é a gente estar num momento juntos” e “a grande coisa está no nosso encontro”, resume Lia Rodrigues. Lia Rodrigues é uma figura de vulto da dança brasileira contemporânea, que, em 2026, completa 70 anos, 50 dos quais dedicados à sua arte. Nesta 80.ª edição do Festival de Avignon, a artista sucede à coreógrafa Mathilde Monnier na direcção artística do projecto "Transmission Impossible". Trata-se de uma imersão no festival de meia centena de estudantes de artes cénicas ou recém-diplomados, através de um percurso de encontros com artistas programados, espectáculos, debates e masterclasses. Lia Rodrigues descreve-nos este projecto como “um presente para os 70 anos” porque vê como “muito belo” conseguir reunir jovens do mundo inteiro com línguas diferentes. A criadora conta, ainda, que esta “Transmissão Impossível” acontece no “lugar precioso do possível”, ou seja, “o possível de a gente estar juntos, tanta gente de tanto lugar, falando tantas línguas num mesmo lugar, partilhando, falando, celebrando.” Ao longo de vários dias, o grupo trabalha, vê, debate, estuda em conjunto. Afinal, “a ideia é a gente estar num momento juntos” e “a grande coisa está no nosso encontro”, sublinha. A transmissão está-lhe no ADN, enquanto artista e cidadã. Lia Rodrigues transforma o que faz, em palco e fora dele, num espaço de intervenção social e política, numa ferramenta de reflexão crítica e transformação social. Lembramos, por exemplo, que a coreógrafa fundou a Companhia de Danças Lia Rodrigues, com a qual desenvolve, desde os anos 1990, um trabalho marcado pela aproximação entre arte e comunidade, pela crítica às desigualdades sociais e pela experimentação corporal. Desde 2004, Lia Rodrigues também desenvolve actividades artísticas e educacionais na Favela da Maré, no Rio, em parceria com a ONG Redes da Maré. Dessa colaboração nasceu o Centro de Artes da Maré, aberto ao público em 2009 e a Escola Livre de Danças da Maré, inaugurada em 2011. Doze dos estudantes dessa escola estão, por estes dias, no projecto “Transmission Impossible”, em Avignon, num total de cerca de meia centena de participantes. Fomos falar com a artista na Villa Créative, em Avignon, na primeira semana de trabalho. "Transmission Impossible": 54 artistas e a possibilidade de "mil trampolins" RFI: Como é que nos poderia descrever este projecto “Transmission Impossible”? Lia Rodrigues, Artista: “Esse projecto chega num momento muito especial para mim, como um presente para os meus 70 anos. Esse projecto primeiro foi criado por uma artista, a Mathilde Monnier, junto com o Festival de Avignon e a Fondation Hermès. Isso é muito importante, essa junção de duas instituições com um artista e criar um projeto pedagógico, como você falou, de vulto, porque reunir 54 jovens do mundo inteiro com línguas diferentes é muito belo, sabe? A gente está aqui durante duas semanas trabalhando intensamente.” Como é que imaginou essa transmissão com estes 54 jovens de tantos países? “Sabe que eu estou achando que o nome da Transmissão já diz em si: “Transmissão Impossível”. É impossível.” Porquê? “Porque a gente vê muita coisa. A gente trabalha o dia inteiro, mas tem um lugar precioso do possível: o possível de a gente estar juntos, tanta gente de tanto lugar, falando tantas línguas num mesmo lugar, partilhando, falando, celebrando, às vezes se irritando - porque o calor aqui está terrível - e vendo tantos artistas diferentes com visões do mundo diferentes.” Estar em contacto com estes jovens de todo o mundo é uma forma de aproximação num mundo cada vez mais polarizado? A dança acaba por ter esse papel transmissor? “Eu não acho que a dança tenha esse papel porque a dança não tem papel nenhum a não ser ser dança mesmo. Os alunos, os jovens que se formaram, são de diferentes áreas: de teatro, dança, iluminação, cenografia. E essa diversidade é muito linda porque eu aprendo com eles, eles aprendem com a gente. Então, não é só a dança, é o corpo na sua totalidade que se encontra e que partilha esse momento precioso juntos." O que é que uma artista com 50 anos de carreira ainda aprende com estes jovens? “Se a gente não aprende, a gente morre e eu não quero morrer agora porque eu ainda quero ver meus netos crescerem, eu quero ainda poder fazer coisas, criações. As pessoas mais velhas têm sonhos, elas ainda têm muito a dizer, a gente ainda tem desejo e eu acho isso muito legal de falar porque a gente fala de diversidade, mas a gente fala muito pouco sobre idade.” Essa é uma questão que a marca? “Mas sem dúvida! É impossível não marcar. Eu sempre falo: quando você tiver 70 anos me telefona para ver se você me encontra nesse lugar.” A juventude também contribui para a transmissão? “Tudo, a juventude, a idade, o encontro das gerações é muito lindo, sabe? É ver o passado, o futuro e o presente se misturarem. Quando você tem essa idade, você consegue ter mais acesso ao passado, presente e imaginar um outro futuro.” Gostaria que falássemos também do trabalho na Escola Livre de Dança da Maré, porque também há artistas que estão aqui em Avignon. Como é que o trabalho que faz lá ecoa em Avignon? O que representa para os bailarinos da Escola da Maré estarem cá? "Antes de eu ter esse encontro, que foi uma marca na minha vida como cidadã e como artista, eu já tinha a minha carreira como artista, mas eu tive um encontro muito forte, mediado pela Silvia Soter, que é a minha dramaturga, que foi o encontro com a Rede da Maré, que é uma organização que tem diversos projectos em várias áreas dentro da Favela da Maré. A Favela da Maré tem 140.000 habitantes e eles fazem projectos de educação, cultura, diversidade, questões da mulher, questões do racismo, questões do meio ambiente, questões de moradores de rua e usuários de crack, é muito amplo. Nós, Redes e eu, somos parceiros em dois projectos desde 2004. Nós criámos juntos o Centro de Artes da Maré, que é um lugar para todas as artes dentro da favela e, em 2011, a Escola de Dança da Maré. Desde o seu início, ela é patrocinada, sustentada e só pode existir porque a Fundação Hermès de França nos apoia há mais de 15 anos. Essa escola tem 300 alunos de 8 a 80 anos e um grupo de jovens que são 20, que são jovens artistas que querem talvez seguir a carreira. Dozes deles estão aqui. Nem todos são da Maré porque a gente também cria diversidade dentro da nossa escola. Eu acredito que essa experiência, como para qualquer um de nós e para mim também, é inesquecível.” Pode ser um trampolim para eles? “Os trampolins são muito pequenos. Eu adoro pensar na ideia de mil trampolins porque eles vão pulando de um lugar para o outro e vão conhecendo gente, conhecendo o trabalho, conhecendo gente da idade deles. Isso é lindo essa ideia de trampolim. Depois eles têm que cair na piscina, solitários, para poderem digerir toda essa experiência.” Como tem decorrido o projecto? Encontram os artistas, fazem ateliers de dança, por exemplo? “Primeiro, eu queria deixar claro que eu não faço divisão entre dança, teatro, artes visuais. Nós temos jovens que se formaram em escolas de cenografia, iluminação, teatro, dança, não são só de dança. Isso é muito legal também, o encontro dessas linguagens porque eu acho que elas não se separam finalmente. A gente tem um horário bem intenso, a partir das dez horas, e depois vê vários espectáculos, até à noite. A gente trabalha, tem entrevistas com os artistas que vêm aqui, é demais! Eles vêm-nos visitar, a gente conversa, vai ver espectáculos. Cada mentor, cada um desses mentores que me acompanham, têm formas diferentes de trabalhar, de partilhar, de transmitir. É uma loucura.” O público vai poder depois assistir ou debater com os jovens e consigo sobre este projecto? “A Fundação Hermès e o Festival de Avignon me abraçaram para eu poder realizar a ideia de que a gente não vai mostrar nada, mas a gente vai partilhar alguma coisa muito simples, muito preciosa. Essa é a ideia de a gente estar num momento juntos. É só isso. Não tem grandes coisas. A grande coisa está no nosso encontro.” A Lia Rodrigues está rodeada por artistas cúmplices neste projecto. São artistas com quem já trabalha há algum tempo. Quer-nos falar porque é que escolheu estes cúmplices para a acompanharem neste projecto de transmissão afinal possível? “Olha, é claro que eu não escolhi sozinha porque a gente trabalha com a Fundação Hermès, com o Festival de Avignon. Nós chegamos a um acordo, mas eu achei lindo eu poder escolher brasileiros só porque são pessoas que eu conheço há muito tempo, com as quais eu trabalho de formas diferentes e que eu me sinto a vontade, sabe? Eu tenho que ter pessoas em quem eu confio, que eu posso ficar assim, tranquila, porque eles vão ser generosos com os alunos. Eles têm as suas próprias ideias. Eu acho isso lindo. Então, eu me rodeei de pessoas com as quais eu me sinto confortável.” Nesta geografia dos apoios, incluindo financeiros, às artes performativas, ainda há muitas desigualdades entre o Norte e o Sul… “Claro! É tão óbvio. É só ler o jornal. É só ler os livros!” O que é seria preciso fazer para isso mudar? Avignon é um passo? “Precisa mudar o mundo, as relações internacionais, de força. É isso que precisa. O facto de nós estarmos em Avignon é maravilhoso, é lindo, mas quando você me pergunta isso, eu digo que tudo é conectado. É mudar uma área, mudar outra. E a educação e a guerra? Tudo faz parte do mundo em que a arte está incluída. Então, sem mudar o mundo, as relações de poder, a maneira muito colonial de ver o mundo que ainda existe ou as relações de poder e de força, isso não vai mudar.” A dança tem um papel nessa decolonizaçao? As artes performativas de uma forma geral podem conseguir mexer alguma coisa nas placas tectónicas políticas deste mundo? “Sim e não. Sim e não porque quem vê essas peças? Quantas pessoas podem ver essas peças? Em que lugar do mundo estas peças são vistas? Quem tem acesso a isso? Isso é uma questão que a gente precisa pensar bastante. Por exemplo, essa história de ecologia: ‘Ai, não vou pegar avião, não pode mais pegar avião', isso é uma das coisas mais coloniais que eu já vi na minha vida porque é um luxo poder não pegar avião e não estar no avião. Tem uma pessoa que eu admiro, e que foi muito importante no Brasil, que é o Chico Mendes, lá da Amazónia, que falou que fazer ecologia e pensar ecologia sem justiça social é só fazer jardinagem. E é isso que eu penso.” E pensar a dança sem justiça social? “Não é a dança, é a vida. Eu esqueço que eu faço dança. Para mim, eu sou uma cidadã, é isso que é mais importante na minha vida. Que mundo a gente quer para o futuro, sabe? Tanto faz se for com a dança, como jornalista, com qualquer profissão.” Este ano, o Brasil está no Festival de Avignon representado pela Lia Rodrigues, Carolina Bianchi, Christiane Jatahy, Wagner Moura. Este é um epicentro das artes cénicas do mundo. É importante para si estar em Avignon? “É tão importante quanto estar no Brasil. Cada lugar tem uma importância diferente. É maravilhoso que esses artistas que trazem as ideias deles tão lindamente aqui em Avignon, mas é muito bom que eles pudessem também ir para o Brasil, o que não acontece por questões de investimento, Então, se todos pudessem mostrar os seus trabalhos também no Brasil, seria maravilhoso. Eu acho que é o epicentro de alguma coisa, mas a gente tem vários epicentros no mundo da arte, da produção, só que existe a diferença de recursos para isso.” É um epicentro eurocêntrico? “Com certeza, mas é muito bom que ele exista. A gente tem que lutar para que ele exista e que para outros epicentros possam também existir. Eu acho maravilhoso ver esses artistas aqui, brasileiros, me emociona muito, me comove e me faz feliz. Queria que todo mundo pudesse vê-los.” Vamos ter uma peça sua em breve em Avignon? “Não tenho a menor ideia. Zero ideia e também é assim a vida. Eu estou aqui, eu já estou tão feliz de estar aqui, vendo e me relacionando com esse mundo aqui de Avignon. Isso é o maior presente para mim.”
A Copa do Mundo chega nos oito melhores, depois de oitavas de final com muitas histórias. Lembramos quais foram as melhores histórias desta fase e nos preparamos para as quartas, com os oito melhores.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
(3:28) César Muñoz Fontela (Instituto Bernhard Nocht, Hamburgo) achéganos as últimas novas sobre virus emerxentes en África. (9:02) No século XVII, unha febre do ouro levou ao expolio de milleiros de mámoas galegas na procura de tesouros que nunca existiron. Hoxe, a loita contra o saqueo do noso patrimonio arqueolóxico continúa, pero con novas ferramentas e unha lexislación inédita en Europa. Conversamos con Jaime Almansa (Cretus, USC), que investiga como a ciencia pode axudar a identificar e valorar pezas expoliadas grazas ás novas técnicas de arqueometría forense. (35:17) Lembramos a Sophie Germain no “Calendario da Historia da Ciencia” de Moncho Núñez. (37:03) Víctor Pardo (USC) explícanos o Nobel de Física 2025 polo efecto túnel cuántico macroscópico
Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Rogério Montanare, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho batem um papo como a nostalgia é tão confortável, que pode ser encarada como uma mentira inventada. Ela nos abraça como uma lembrança quente de um tempo que parecia mais simples, mais feliz, mais verdadeiro. Mas, na prática, nostalgia é uma mentira bem contada, uma edição seletiva da memória, um “melhores momentos” da nossa própria vida. Nosso cérebro não grava o passado como ele realmente foi. Ele reconstrói. Ele corta as partes chatas, dolorosas ou confusas e destaca aquilo que nos fez sentir bem. Quando lembramos de um desenho antigo, de um videogame ou de uma sessão de cinema da infância, não lembramos das brigas com irmãos, do tédio das tardes vazias ou da dificuldade de entender certas coisas. Lembramos da sensação. Saber e reconhecer isso é libertador?Esse é mais um episódio do Estilo 99Vidas!- ALURA | Estude na Alura, a maior escola de tecnologia on-line do Brasil! Acesse o nosso link e ganhe 15% de desconto na matrícula! https://alura.com.br/99vidas
Neste primeiro episódio da nossa série especial de dezembro, A Caminho de um Novo Começo, abrimos o Evangelho de Lucas e meditamos sobre o anúncio mais transformador da história: o momento em que o anjo Gabriel revela a Maria que ela dará à luz Jesus, o Salvador do mundo (Lucas 1:30-37).Lembramos também de Isabel e Zacarias, um casal justo e temente a Deus, que aguardava há anos o cumprimento das promessas do Senhor. A história deles nos mostra que Deus nunca se esquece das famílias que esperam Nele.Hoje, queremos caminhar ao seu lado para que, juntos, possamos experimentar esperança, fé renovada e a certeza de que Deus continua visitando casas comuns, como a nossa e a sua.Decidimos retomar o Podcast Família & Fé depois de quase um ano de pausa, e o fazemos com muito amor, oração e cuidado, diretamente do aconchego da nossa casa em Austin, Texas.Durante 24 dias (1 a 24 de dezembro), vamos ler o Evangelho de Lucas com você, refletir sobre cada trecho, orar juntos e preparar nossos corações para celebrar o nascimento de Jesus.Nossa promessa é simples: Caminhar próximos de você nestes dias.———PRECISA DE ORAÇÃO?Envie seus pedidos de oração para:info@familiaefe.com———AGENDA DA SÉRIENovos episódios toda segunda, quarta e sextaSempre pela manhã (5h–6h horário de Brasília)Até o Natal———COMPARTILHESe este episódio aqueceu seu coração, lembre-se de alguém que poderia ser abençoado.Envie este episódio para essa pessoa agora mesmo!———Siga o Podcast Família e Fé, compartilhe com mais uma pessoa e continue caminhando conosco. Deus abençoe sua casa!
Uma das questões que mais intrigam aqueles que se aproximam da Doutrina Espírita é: se reencarnamos, por que não nos lembramos de nossas vidas anteriores? Esta aparente lacuna em nossa memória, longe de ser uma falha, revela-se como uma das mais sábias providências divinas para nosso progresso espiritual.
Cada xoves falamos de igualdade, rural, empoderamento, emprendemento e cultura con Kim Llobet. Abrimos unha fiestra semanal para visibilizar historias e proxectos que impulsan a equidade. Achegámonos a figuras inspiradoras, descubrimos persoas que romperon barreiras, reflexionamos sobre desigualdades e celebramos logros que aínda hoxe seguen sendo pouco coñecidos. Un espazo para aprender, emocionarse e comprometerse cun mundo máis xusto. "Os órganos xudiciais do partido de Pontevedra rexistraron durante os primeiros seis meses deste ano un total de 165 denuncias por violencia de xénero". "A cifra de 12.976 agresores condenados con sentenza firme na última década en Galicia, é máis que importante". "Lembramos a Gisele Pelicot, que nos ensinou, nun caso de agresión sexual que conmocionou ao mundo, que a vergoña ten que cambiar de bando»". Os xulgados reciben 27 denuncias de violencia de xénero ao mes, un 6% máis O CGPJ contabiliza 165 casos nos órganos xudiciais de Pontevedra e só a metade son presentadas polas vítimas. Tamén aumentan as medidas de protección ditadas Os órganos xudiciais do partido de Pontevedra rexistraron durante os primeiros seis meses deste ano un total de 165 denuncias por violencia de xénero, segundo o Informe trimestral sobre esta secuela elaborado polo Servizo de Estatística do Consello Xeral do Poder Xudicial para o Observatorio contra a Violencia Doméstica e de Xénero. Isto supón unha media de 27 casos ao mes, un aumento dun 6% con respecto ao mesmo período de 2024. Os datos chegan en vésperas do 25N, Día Internacional da Eliminación da Violencia contra a Muller. A cifra de 12.976 agresores condenados con sentenza firme na última década en Galicia, é máis que importante. En Galicia hanse rexistrado, no segundo trimestre do ano 2.051 denuncias por violencia de xénero, un 4,9% máis que no mesmo período de 2024, e os órganos xudiciais atenderon a un total de 1.862 vítimas, o que supuxo un incremento interanual do 1,1%. Case 7 de cada cen mulleres vítimas deste tipo de delitos (o 6,4%) acolléronse a dispénsaa do deber de prestar declaración. O Informe trimestral sobre violencia de xénero mostra tamén que o número de ordes de protección solicitadas practicamente mantívose, mentres que as acordadas entre abril e xuño aumentaron con respecto a 2024. Os xulgados de violencia sobre a muller da comunidade rexistraron 457 solicitudes de ordes de protección (un 0,9% menos), das que acordaron 312, o 68,2%. No 48% dos casos, a relación de parella (cónxuxe ou relación afectiva) mantíñase no momento de petición da orde de protección ao órgano xudicial. No caso do partido xudicial de Pontevedra, dos 165 casos denunciados a inmensa maioría, ao redor dun centenar, correspóndese con malos tratos e lesións, mentres que unha vintena son delitos contra a liberdade, preto de corenta son quebrantamentos de condena e o resto atentan contra a liberdade sexual e a honra. Un dato moi significativo é que as vítimas aínda parecen remisas a formular denuncias de forma inmediata. Só a metade das agredidas acudiu a esa vía e na maior parte dos casos tras o atestado policial, é dicir, pasado algún tempo desde a agresión. Do mesmo xeito que aumentaron un 6% as denuncias, tamén creceu o número de ordes xudiciais de protección, ata as 31. A Violencia Machista é a violencia exercida polos homes contra as mulleres polo feito de selo. Lembramos a Gisele Pelicot, que nos ensinou, nun caso de agresión sexual que conmocionou ao mundo, que a vergoña ten que cambiar de bando». Máis Información de MULLERES QUE PODEN ✔️Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100057202191221 ️ "SUSCRÍBETE" ao podcast MÁIS ENTREVISTAS: https://www.ivoox.com/podcast-salta-da-cama_sq_f1323089_1.html Máis Información e outros contidos: ✔️Facebook: https://www.facebook.com/PabloChichas ✔️Twitter: https://twitter.com/pablochichas ✔️Instagram: https://www.instagram.com/pablochichas/ ✔️Clubhouse: @pablochichas ✔️Twich: https://www.twitch.tv/pablochichas
Lembrar é mais do que registrar o que aconteceu, é decidir o que permanece. A memória, tanto individual quanto coletiva, é uma construção, feita de escolhas, silêncios e repetições. Nem tudo o que vivemos vira lembrança, e nem toda lembrança vem para nos confortar. Às vezes, lembrar é uma forma de resistência. Outras vezes, é a única maneira de reconstruir sentido depois do horror. Mas o que significa lembrar quando o tempo passa, as testemunhas desaparecem e o esquecimento parece inevitável. Em tempos de excesso de informação, em que tudo é registrado, arquivado e compartilhado, lembrar parece mais fácil do que nunca, mas, paradoxalmente, também mais superficial. Ao mesmo tempo, vemos a disputa por narrativas se intensificar: o que é lembrado, o que é esquecido, e por quem? O Holocausto, o genocídio de Ruanda, as ditaduras latino-americanas e tantas outras tragédias nos mostram que a memória não é um arquivo estático, e sim um campo de batalha simbólico. Pra pensar sobre isso, sobre o valor do testemunho, os processos de reparação e o desafio de ensinar a lembrar, a gente conversa hoje com Carlos Reiss, Coordenador-Geral do Museu do Holocausto de Curitiba, que há mais de uma década atua na construção de espaços de memória, educação e diálogo sobre o passado e suas reverberações no presente.
Atire a primeira pedra quem que nunca esqueceu completamente o que rolou na última sessão. No Caquitas de hoje a gente fala de memória e da falta dela, bora?Quem quiser anunciar com a gente, pode entrar em contato com caquitaspodcast@gmail.comPara entrar em contato direto conosco para assuntos não-comerciais, use as redes sociais ou o email caquitaspodcast@gmail.comNo mais, sigam o Caquitas nas redes sociais, e se quiserem virar nossos padrinhos, dá pra assinar pelo Apoia-se ou pelo Catarse!Faça parte da ComunaJam!LISTA DE PRESENTES DO CAQUITAS
Happy Halloween, pessoas mais bonitas
Maria Corina Machado, da oposição na Venezuela, recebe Nobel da Paz. Lembramos que tem antepassados portugueses. Algumas medidas do Orçamento de Estado para as comunidades. Edição Isabel Gaspar Dias
Seja engolindo espadas no palco, tacando desabafos no TikTok ou conquistando publicos um concurso de cada vez, @jupiter_drag chegou em nosso orbito junto com a Claire de Venus e exigimos uma conversa para estudar essa estrela de perto
Quando me olha eu digo, don't touch it's art!
Cultura, comunidade e cancelamento. Suzaninha (@risotril) chega no nosso consultório com toda bagagem dela como a primeira drag a receber a Medalha Cruz e Sousa (a principal honraria da cultura catarinense) debruçando sobre equilibrar comedia, carisma e caratice com cidadania, dragtivismo e resistência em tempos e ambientes cada vez mais conservadores.Lembramos que ⚠️ estes episódios foram gravados em 2023. Ou seja, várias convidadas entendem sua drag, gênero e/ou outras coisas de maneira diferente hoje.DRAGNOSTICO é apresentado pela Irmã Mary Poppers @irmamarypoppers, Miss Draga @piordrag e Abba Cashier @abbacashier. Esta sexta temporada foi gravada e editada pelo Compasso Coolab e revisada pelo José Henrique Matias.Sigam nosso podcast no instagram @dragnostico ou pelo canal no YouTube: youtube.com/@dragnostico
Ex-executiva da American Airlines e agora produtora e madrinha de Minhoqueens (um dos maiores blocos de carnaval e festas LGBTQIAPN+ de São Paulo): a Mama nos aconselha sobre ambição e ousadia, identidade visual, abraçar a criança viada que a gente carrega como adulto e, sobretudo, a importância de nunca resistir um novo desafio para nossa drag.Lembramos que ⚠️ estes episódios foram gravados em 2023. Ou seja, várias convidadas entendem sua drag, gênero e/ou outras coisas de maneira diferente hoje.DRAGNOSTICO é apresentado pela Irmã Mary Poppers @irmamarypoppers, Miss Draga @piordrag e Abba Cashier @abbacashier. Esta sexta temporada foi gravada e editada pelo Compasso Coolab e revisada pelo José Henrique Matias.Sigam nosso podcast no instagram @dragnostico ou pelo canal no YouTube: youtube.com/@dragnostico
Da Argentina para o Brasil através do circo, via Uruguai e agora arrasando nas coreografias na Rua Augusta! Halenka vem atravessando fronteiras desde o começo e aqui perguntamos qual será a próxima parada nessa dragetória multinacional!Lembramos que ⚠️ estes episódios foram gravados em 2023. Ou seja, várias convidadas entendem sua drag, gênero e/ou outras coisas de maneira diferente hoje.DRAGNOSTICO é apresentado pela Irmã Mary Poppers @irmamarypoppers, Miss Draga @piordrag e Abba Cashier @abbacashier. Esta sexta temporada foi gravada e editada pelo Compasso Coolab e revisada pelo José Henrique Matias.Sigam nosso podcast no instagram @dragnostico ou pelo canal no YouTube: youtube.com/@dragnostico
Quem tá na pista, para, vê e pira
Bixa, fina e faladora - tem convidada para podcast mais chic que isso?
Olá, hoje é quarta-feira, 25 de junho de 2025. Meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão. No Oriente Médio, o acirramento entre Irã e Israel resultou em oscilações no preço do barril de petróleo, uma vez que o país iraniano é um dos grandes produtores do combustível fóssil. De certa forma, a guerra poderá ter desdobramentos sobre a produção nacional. Lembramos que o petróleo é matéria-prima para a fabricação de adubos à base de nitrogênio que, juntamente com os adubos fosfatados, também apresentaram elevação de preços. Os fertilizantes poderão contribuir para o aumento dos custos de produção das lavouras, sendo necessário atenção redobrada na compra — sobretudo neste momento em que o produtor brasileiro busca adquirir insumos para a safra 2025/26. Esse cenário de incertezas quanto aos custos e à demanda está resultando em menor volume de vendas futuras de pluma para 2025/26 no Brasil, quando comparado ao mesmo período do ano passado. A Conab, em seu boletim de junho, divulgou uma produção de 3,91 milhões de toneladas de pluma (5,7% maior que o ciclo anterior), sendo provavelmente a maior safra da história do país. Essa grande oferta de matéria-prima pode trazer uma nova dinâmica de preços no mercado interno e externo, considerando que o Brasil é o terceiro maior produtor mundial. Contudo, é importante destacar que a Bahia e o Mato Grosso — responsáveis por 90% desse total — já comercializaram cerca de 60% de suas produções estimadas, de modo a cobrir seus custos de produção. O mercado nacional segue atento às consequências do conflito no Oriente Médio. Dessa forma, é fundamental que o cotonicultor esteja atento ao custo de produção e ao melhor momento para o fechamento de preços de venda futura. O Banco do Brasil possui ferramentas que podem o auxiliar na melhor tomada de decisão como as Opções Agro BB, o Termo de Moedas (NDF) e as Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em novembro de 2025 e preços de exercício entre U$c 63 e U$c 68 por libra-peso. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.
POR FAVORRR!
Representatividade, empoderamento e valorização das mulheres na cena drag. Jacque (@follet.drag) divide sua experiência, as experiencias das 'Vingativas' (um grupo e uma peça poderosa realizada por mulheres drags exemplares) e conta como são atrevessadas pelas cena drag e queer como um todo.Lembramos que ⚠️ estes episódios foram gravados em 2023. Ou seja, várias convidadas entendem sua drag, gênero e/ou outras coisas de maneira diferente hoje. Ouçam com isso em mente
Episódio com o tema "Estimulo à perseverança" Apresentação: Itamir Neves. Texto Bíblico: Hb 10.32-39 Lembramos do programa em que estudamos o versos anteriores a esses. Quando estudamos o parágrafo dos versos 26 a 31, percebermos que se nós, que fomos santificados pelo sangue de Jesus através de nossa aceitação ao evangelho, mais tarde rejeitarmos o seu sacrifício e retornarmos ao mundo ou mesmo à lei de Moisés, não restará mais nada para ser apresentado como sacrifício pelo pecado, por esse retrocesso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Profissa, persistente e perspicaz. Paola (@paola.cadillac) faz tudo e passou por nosso consultório para compartilhar sua visão do mercado de trabalho drag. Como navegar as redes sociais? Como equilibrar profissionalismo com hedonismo? Como continuar quando o que era diversão vira...trabalho!Lembramos que ⚠️ estes episódios foram gravados em 2023. Ou seja, várias convidadas entendem sua drag, gênero e/ou outras coisas de maneira diferente hoje. Ouçam com isso em mente
Desde a caricatice nos palcos, ao CAPS no centro de São Paulo, Lacana Botafogo botou tudo na mesa para mergulharmos no trio de tópicos que a gente mais ama explorar: psicologia, saúde mental e arte drag.Lembramos que ⚠️ estes episódios foram gravados em 2023. Algumas das nossas convidadas entendem sua drag, seu gênero e outras perspectivas de maneira diferente hoje. Ouçam com isso em mente
Famílias evangélicas, famílias drags e as dores, medos e terapia que acompanham a mistura das duas. Esse foi o cerne da nossa conversa com Luna, filha da previamente dragnosticada Felicia Bates Mattel, aqui desbravando temas como desafios e privilégios vividos no mundo drag.⚠️ Lembramos que estes episódios foram gravados em 2023. Algumas das nossas convidadas entendem sua drag, seu gênero e outras perspectivas de maneira diferente hoje. Ouçam com isso em mente
No episódio 12 do Geo no Auge!, a Doutora Iva Oliveira, da Geo Smart Consultoria e Tecnologia Colaborativa, e eu conversamos com o Prof. Dr. Marcos Nascimento (UFRN) , coordenador científico do Geoparque Seridó (RN), uma área que ocupa 2,8 quilômetros quadrados da Caatinga potiguar e que é reconhecida como um espaço de relevância mundial pela Unesco. Na pauta desta conversa, as oportunidades e os desafios do geoturismo no Brasil. Lembramos que um geoparque é uma nova forma de gestão territorial, que passa pela identificação de um patrimônio geológico de relevância internacional. Associado a outros patrimônios (o biológico e o cultural), surgem, então, as condições para o desenvolvimento sustentável do espaço geográfico. Conheça também o trabalho da Dra. Iva Oliveira e de sua Geo Smart Consultoria.Se gosta do nosso trabalho, associe-se ao nosso podcast.Ao se tornar um patrocinador de nosso programa, você nos habilita a conversar com mais professores e pesquisadores mundo afora, levando conhecimento a mais gente. Nos apoie via plataforma Catarse de financiamento coletivo e pelo Mercado Pago. Link para o Catarse: https://www.catarse.me/vamosproaugeLinks para o Mercado Pago:Assinatura de R$ 5,00Assinatura de R$ 10,00Assinatura de R$ 30,00Assinatura de R$ 50,00Assinatura de R$ 100,00
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre o anúncio da equipe econômica de Lula que promete revisão de gastos com um corte de despesas em torno de R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões em 2025. As medidas serão apresentadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o segundo turno das eleições municipais para, posteriormente, serem discutidas pelo Congresso ainda este ano. Em meio à pressão do mercado financeiro pela agenda de corte de despesas, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, afirmou nesta terça-feira, 15, ter chegado a hora de “levar a sério” a revisão de gastos estrutural. Leia: https://www.estadao.com.br/economia/tebet-revisao-de-gastos-estrutural/ Andreazza também comenta sobre a normalização do lobby de ministros do Supremo por cadeiras no Superior Tribunal de Justiça (STJ). E discute a paralização informal dos trabalhos no Congresso Nacional, que parecem ‘lentos' após eleições municipais. Lembramos que a Câmara trabalhou 9 dias em agosto e setembro para foco dos deputados nas eleições municipais. Andreazza discute as prioridades do Congresso neste momento e os possíveis projetos a serem votados até o final do ano. Leia: https://www.estadao.com.br/politica/camara-deputados-trabalho-agosto-setembro-campanha-eleicoes-municipais-2024-nprp/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre a proposta do ministério da Fazenda que pretende rever gastos e, deve ser apresentado ainda este ano. Este “pacote relevante” trará medidas de contenção como política de Estado, segundo um integrante da equipe econômica em reportagem ao Valor. A ideia é que seja esforço que deverá ser feito independentemente do governo comandando o país. Andreazza também comenta debate “cordial” entre Nunes e Boulos, que teve o apagão em São Paulo como tema principal. No encontro promovido pela Band nesta segunda, 14, o prefeito buscou responsabilizar o governo federal, enquanto o deputado acusou a gestão do emedebista de demorar a adotar medidas para restabelecer a ordem. Enquanto Guilherme Boulos (PSOL) criticou a demora da gestão do emedebista em adotar medidas para restabelecer a ordem urbana, como o conserto de semáforos e retirada de árvores derrubadas pela chuva. Leia: https://www.estadao.com.br/politica/ao-vivo-eleicoes-municipais-2024/ O colunista também volta a debater os trabalhos no Congresso Nacional, que parecem ‘lentos' após eleições municipais. Lembramos que a Câmara trabalhou 9 dias em agosto e setembro para foco dos deputados nas eleições municipais. Andreazza discute as prioridades do Congresso neste momento e os possíveis projetos a serem votados até o final do ano. Leia: https://www.estadao.com.br/politica/camara-deputados-trabalho-agosto-setembro-campanha-eleicoes-municipais-2024-nprp/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Tio Hélio, Thiago Tártaro e Ygor celebram 100 episódios na história do Podcast Papo de Toada. Lembramos momentos marcantes, mudanças vindouras, momentos (in)esquecíveis e muito mais.
A conquista da Argentina na Copa América deixou marcas históricas, mas a discussão saiu do campo depois que uma live de Enzo Fernández mostrou jogadores cantando uma música racista e transfóbica. Discutimos o problema, que vemos se repetir constantemente em competições sul-americanas.Já no dia 17 de julho, o tetracampeonato do Brasil na Copa do Mundo de 1994 completou 30 anos. Lembramos um pouco como foi aquela conquista.SEJA MEMBRO DO MEIOCAMPO! Agora você pode ser membro do nosso podcast e apoiar o projeto! Além disso, os membros do plano San Mamés em diante terão vídeos exclusivos diariamente na Euro!Vá em youtube.com/meiocampo e clique em “Seja membro”. Venha fazer parte e nos ajude a crescer!
Olá, divos e divas! Vocês já assistiram Divertida Mente 2? A gente sim! Por isso, viemos falar as nossas impressões sobre esse filme que é fenômeno mundial. Preferimos o primeiro ou o segundo? As novas emoções funcionaram? A ansiedade é o personagem que todo mundo mais se identifica? O que mais gostamos no filme? Vamos hablar!
(3:21) Lembramos a figura de Peter Higgs con José Edelstein (15:05) O investigador do Instituto Astrofísico de Canarias Juan Antonio Belmonte, ademais de dedicarse ao estudo de exoplanetas, é unha das máximas autoridades en arqueoastronomía, tamén coñecida coma astronomía cultural. En 2004 comezou a estudar a orientación astronómicas dos templos do Exipto Antigo na Misión Hispano-exipcia de arqueoastronomía, a cal se desenvolve baixo o paraugas do Consello Supremo de Antigüidades. Acompañados por el, emprendemos unha viaxe no tempo chea de templos, xeróglifos, constelacións, estrelas e calendarios. (46:37) Pim Pam Experimenta é un concurso científico da TVG. Conversamos con David Ballesteros.
Parece que foi outro dia, mas já faz 10 anos que o WhatsApp foi comprado pela Meta (ou apenas Facebook, nome da empresa na época). Dentro da família de aplicativos da Big Tech, o mensageiro conquistou 2,7 bilhões de usuários e se tornou onipresente em países como o Brasil. Mas será que a empresa de Mark Zuckerberg obteve o retorno desejado dessa compra bilionária?No episódio de hoje, conversamos sobre a década do WhatsApp sob o comando da Meta. Lembramos nossas impressões da época da compra, analisamos alguns dos comportamentos que o WhatsApp ajudou a solidificar nos usuários e refletimos sobre o lugar do aplicativo na estratégia da dona de Facebook e Instagram. Dá o play e vem com a gente!ParticipantesThiago Mobilon Josué de Oliveira Lucas Lima Emerson Alecrim Mande seu recadoGrupos da Caixa Postal do Tecnocast:Telegram: t.me/caixapostaltecnocastWhatsApp: tbnet.me/caixapostaltecnocast Você pode mandar comentários (inclusive em áudio, vai que você aparece no Tecnocast?), dúvidas, críticas e sugestões. Participe!Se preferir, você pode se comunicar conosco pela Comunidade e através do e-mail tecnocast@tecnoblog.net.Entre também no nosso canal no WhatsApp.CréditosProdução: Josué de OliveiraEdição e sonorização: Maremoto Arte da capa: Vitor Pádua
*) Autoridades, políticos e influenciadores se manifestaram no último fim de semana nas redes sociais em memória das vítimas do Holocausto. A ação intitulada “Nós Lembramos” foi apoiada por nomes como Michelle Bolsonaro e também pelas deputadas federais Renata Abreu (Pode-SP) e Tabata Amaral (PSB-SP).Isso aconteceu porque o 27 de janeiro é o dia escolhido pela Assembleia Geral das Nações Unidas para lembrarmos mundialmente o Holocausto, quando cerca de seis milhões de judeus foram assassinados. No Brasil, no entanto, parece que há quem um pouco pense diferente. Há alguns dias, a Confederação Israelita do Brasil (Conib), apresentou uma denúncia ao Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) contra o ex-presidente do PT, José Genoino, depois que ele sugeriu um boicote a empresas comandadas por judeus ou vinculadas ao estado de Israel. As Federações Israelitas de São Paulo e do Rio de Janeiro assinaram junto o documento da Conib e houve reação também entre os opositores ao governo Lula. A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) disse que Genoino deve responder criminalmente pelas falas.Este é o tema do episódio do 15 Minutos. O convidado é o jornalista Diógenes Feitosa, da equipe de República da Gazeta do Povo.
POR QUE NÃO LEMBRAMOS DE VIDAS PASSADAS? | Saulo Calderon
Terça-feira, 4 de abril 2023
Com este episódio, encerramos a série de podcasts que homenageiam o Dia Mundial da Filosofia, na qual buscou-se apresentar reflexões para que o símbolo possa estar mais presente no dia a dia de todos. O "símbolo" e o "sagrado" são objetos de reflexão deste episódio, onde o professor da Nova Acrópole de São Paulo, Thiago Grandi, trouxe a ideia de que o símbolo auxilia o ser humano no processo de sacralização da vida, do tempo e de nós mesmos. Lembramos que o Dia Mundial da Filosofia é celebrado sempre em 17 de novembro, data que foi instituída pela UNESCO, em 2005. Para mais informações sobre as atividades a serem realizadas nas sedes da Nova Acrópole espalhadas pelo mundo, acesse: diamundialdafilosofia.com.br ou nova-acropole.org.br/podcast Participantes: Thiago Grandi e Danilo Gomes Trilha Sonora: Hector Berlioz - Cena dos campos
É por causa da memória que muitas espécies animais, incluindo os nós, primatas com ansiedade, podem passar por experiências e usar essas experiências para resolver problemas futuros. A memória é o que nos permite realizar as ações mais corriqueiras, como alcançar a xícara de café enquanto lemos esse texto, até as mais complexas, como descrever uma cena de filme que você viu há mais de 10 anos. No entanto, apesar das metáforas ainda erradamente usadas, esse mecanismo biológico em nada lembra o que acontece nos computadores.Apresentado por Igor Alcantara e com a participação de Alane Miguelis, o episódio dessa semana fala sobre o que é a memória, como ela funciona, como ela seria em uma inteligência artificial superior e, principalmente, porque é tão importante esquecer algumas coisas.A Pauta foi escrita por Ale Galdino. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio por Júlia Frois. A coordenação de redação é de Tatiane do Vale e a gerência de projetos de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.
No episódio de hoje vamos saber sobre a relação entre alegria, felicidade e gratidão. Aprenderemos que apesar desses fatores serem independentes, eles estão bem mais conectados do que imaginamos. Além disso, veremos que a prática da gratidão vai muito além de simplesmente dizer obrigado. Por fim, oferecemos uma prática contemplativa guiada sobre encontrar na sua experiência o quê e como agradecer. A prática desse episódio foi inspirada num exercício oferecido pelo instrutor Matthew Hapburn, cujo áudio original da discussão e exercício podem ser encontrados no aplicativo 10% Happier. Lembramos que os episódios oferecidos nesse podcast são de caráter informativo e não são considerados psicoterapia e nem substituem sessões ou treinamento com profissional certificados. Se estiver em sofrimento emocional ou precisar de ajuda, procure ajuda de um profissional qualificado. Segue a gente @DBTeVOCÊ --- Send in a voice message: https://anchor.fm/dbtevoce/message
Neste episódio recebemos Arthur Tayt-Sohn e conversamos sobre o Comitê Lula Play, cartilha com uma série de propostas que visa fomentar o mercado de jogos eletrônicos no Brasil. O grupo, que tem a participação do Holodeck representado pelo Anderson, envolve profissionais de criação e desenvolvimento de jogos, curadoria para investimentos, pesquisadores, educadores, produção e jornalismo de games, entre outros. Você pode ler a cartilha na íntegra aqui. Falamos também sobre a palestra que demos para alunos secundaristas na Escola Móbile, em São Paulo, como parte do ciclo de eventos culturais e como foi a estadia do Fernando na capital. Na segunda parte do programa, falamos sobre o que jogamos, entre eles God of War e Tetris Effect e Arthur conta sua experiência com o jogo chinês Sword and Fairy 7. Lembramos ainda da chamada para trabalhos do segundo encontro da DIGRA-Brasil, braço regional da Digital Games Research Association, que será realizado nos dias 24 e 25 de novembro de 2022 e recebe submissões até 29 de agosto. Acesse agora clicando aqui. Siga o Holodeck no Twitter, Facebook, Instagram, YouTube e entre em nosso grupo de Discord do Regras do Jogo. Nossos episódios são gravados ao vivo em nosso canal na Twitch, faça parte também da conversa. ParticipantesVer Post Fernando Henrique Anderson do Patrocínio Arthur Tayt-Sohn Dicas culturais God of War Tetris Effect Sword and Fary 7 Músicas: Persona 5 – Beneath The Mask lofi chill remix Sword and Fairy 7 - Tiên Kiếm Kỳ Hiệp Truyện
Enrole uma toalha molhada na cabeça e aperte o play para revisitar "O Vingador do Futuro" conosco e descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez! Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1990 e analisamos "O Vingador do Futuro" (Total Recall), filme de ação e ficção científica estrelado por Arnold Schwarzenegger, dirigido por Paul Verhoeven ("RoboCop", "Instinto Selvagem") e baseado em um conto de Philip K. Dick ("Blade Runner"). - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast De Volta Para o Sofá sobre "O Vingador do Futuro": 00:00:00 - Introdução 00:08:25 - Memória Afetiva: relembramos quando vimos o filme pela primeira vez e discutimos seu impacto ontem e hoje 00:38:42 - Deu Tilt: os aspectos que ficaram datados e as cenas que não funcionam mais 00:58:35 - Supra Sumo: nossas cenas favoritas 01:20:20 - Por Onde Anda: saiba o que os atores principais estão fazendo hoje em dia 01:49:45 - A continuação que não saiu do papel e o remake de 2012 01:54:38 - Música de Encerramento Também estrelado por Sharon Stone, Rachel Ticotin, Michael Ironside e Ronny Cox, "O Vingador do Futuro" é um dos filmes mais memoráveis dos anos 90. Com roteiro de Ronald Shusett, Dan O'Bannon e Gary Goldman, a produção inaugura a década contando uma história intrigante e visionária, além de apresentar efeitos especiais de alta qualidade. Schwarzenegger interpreta Douglas Quaid, um operário que tem sonhos recorrentes de estar em Marte. Vivendo em 2084 e sem condições de pagar por uma viagem ao planeta vermelho, ele decide recorrer à empresa Rekall para implantar em sua mente uma memória fabricada com base em seus sonhos. Porém, o procedimento desperta uma memória real, mas que havia sido "apagada": Quaid na verdade é um agente secreto que vivia disfarçado na Terra. No podcast, nós falamos sobre as diferenças entre o filme e o conto "Lembramos para Você a Preço de Atacado", apontamos os aspectos que envelheceram mal e destacamos aqueles que até hoje impressionam, principalmente em relação aos temas pensados por Philip K. Dick e aos efeitos especiais, com criaturas construídas por Rob Bottin (de "RoboCop", "O Enigma de Outro Mundo", entre outros). Nós também contamos para você por onde andam os atores principais do elenco e comentamos o remake de 2012. O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br
Você já pensou em criar seu próprio conteúdo? Como desenvolver estratégias de alcance? Onde e como encontrar convidados relevantes para seu nicho? Você sabe o que é POCAR? Que tal um papo sobre produção de conteúdo? Nesse episódio do Bate Volta da programação do Natrilha, que é um programa mais curto e de debates simples sobre os temas propostos, falamos sobre o produção de conteúdo digital com a participação de Arleson Schneider do podcast capixaba PODPOCAR que tem a proposta de valorização da cultura capixaba. Lembramos que essa atração do Natrilha é um bate papo leve e dinâmico e qualquer "escorregada" é possível na intenção de entreter e divertir o público que nos acompanha. Para colaborar com o crescimento do nosso podcast, compartilhe esse post ou o episódio nas redes sociais e grupos de mensagens. Fazendo-o pelo instagram, marque nosso perfil @natrilhapc e use a tag #natrilheiros Assim fica mais fácil de te achar e interagir contigo, ok? Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie. Lembre-se: Use a tag #NATRILHEIROS para acharmos suas postagens nas redes sociais. Diz pra gente de onde você é, sua idade e qual esporte (ou atividade) você pratica (ou não). Participaram desse episódio: Renan Cirilo Arleson Schneider Redi Siqueira Busque o Natrilha nos agregadores: Natrilha no Deezer – Clique aqui Natrilha no Spotify – Clique aqui Grupo Telegram do Natrilha. Acesse e participe: Entrar no Grupo Telegram – Natrilha Nosso e-mail:natrilhapc@gmail.com Produção e Edição: Renan Cirilo Alves Padrim: https://www.padrim.com.br/natrilhapc
Você gosta de acampar? O que é um Mobil Home? É fácil encontrar "Camping Clubs"? Qual barraca é maior? Quem acampou já é campista? Nesse episódio do Bate Volta da programação do Natrilha, que é um programa mais curto e de debates simples sobre os temas propostos, falamos sobre as vivências com camping ao longo de nossas vidas. Passando desde a época de infância a fase atual e para isso, Redi, Renan e Carol tiram histórias de seus baús nesse bate papo. Lembramos que essa atração do Natrilha é um bate papo leve e dinâmico e qualquer "escorregada" é possível na intenção de entreter e divertir o público que nos acompanha. Para colaborar com o crescimento do nosso podcast, compartilhe esse post ou o episódio nas redes sociais e grupos de mensagens. Fazendo-o pelo instagram, marque nosso perfil @natrilhapc e use a tag #natrilheiros Assim fica mais fácil de te achar e interagir contigo, ok? Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie. Lembre-se: Use a tag #NATRILHEIROS para acharmos suas postagens nas redes sociais. Diz pra gente de onde você é, sua idade e qual esporte (ou atividade) você pratica (ou não). Participaram desse episódio: Renan Cirilo Carolina Faustini Redi Siqueira Busque o Natrilha nos agregadores: Natrilha no Deezer – Clique aqui Natrilha no Spotify – Clique aqui Grupo Telegram do Natrilha. Acesse e participe: Entrar no Grupo Telegram – Natrilha Nosso e-mail:natrilhapc@gmail.com Produção e Edição: Renan Cirilo Alves Padrim: https://www.padrim.com.br/natrilhapc
TÁ NO AR MAIS UM EPISÓDIO! Num COMPLEMENTO ao capítulo anterior, voltamos 10 anos no tempo e, como o mundo não acabou em 2012, falamos de quem foi campeão. Só faltava o Corinthians no eixo RJ-SP e agora NÃO FALTA MAIS! Como seria o mundo se Diego Souza tivesse acertado AQUELA bola? Lembramos da Libertadores que LAVOU A ALMA de uma das maiores torcidas do Brasil. Cássio milagreiro, Tite, Zidanilo e Jorge Henry, Márcio "Emerson Sheik" Passos de Albuquerque, Pacaembu fervendo e MUITO MAIS no episódio de hoje! ====== Faça parte da nossa comissão técnica: picpay.me/armariodabola Siga o Armário da Bola em todas as redes sociais: Twitter Instagram Youtube TikTok Twitch
A Ceia do Senhor é um memorial e uma celebração. Lembramos do sacrifício de Jesus por nós e celebramos a expectativa da sua volta. Quem pode participar da Ceia do Senhor? Quais os perigos de participar sem ter noção da sua importância? Ouça mais um super Debate 93 que vai edificar a sua vida. Curta e compartilhe!
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O centésimo vigésimo sétimo episódio do Podcast Dar Voz A esQrever
Lembramos de algumas versões na música Brasileira, e claro , o aniversário do Rei.
Entrevista ao ex-atleta do Benfica Paulo Madeira. Lembramos a sua carreira no Benfica e conhecemos pormenores de momentos e jogos históricos. Com a participação de Nuno Picado e António Pita. Visitem o nosso site: https://www.benficaindependente.com Apoiem o projecto no Patreon: https://www.patreon.com/slbindependente #BENFICA #BENFICAINDEPENDENTE