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Neste episódio falamos do Império Otomano desde as suas origens no séc. XIV, até ao seu fim em 1922. Abordamos a organização interna do sultanato, o seu desenvolvimento e posterior declínio e colapso.Sugestões de leitura1. Gábor Ágoston - O Império Otomano e a Conquista da Europa. Desassossego, 2023.2. Metin Kunt (ed) - The Cambridge History of Turkey. Cambridge University Press, 2006-2012, 4 vols.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Miguel Cunha, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Carolina Batista, Catarina Ferreira, Clara Camacho, Cláudia Brandão, César, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Francisco Castro, Fábio Videira Santos, Gn, Goncalo Castro, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, Jorge Manuel, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, Liam Brockey, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Marcos, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Guerreiro, Paulo Ramirez, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Barros, Pedro Oliveira, Pedro Sebastião, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
A peça “L'Intranquillité” leva para um dos palcos do Festival OFF Avignon uma das obras mais singulares da literatura portuguesa, o “Livro do Desassossego”, de Fernando Pessoa. O espectáculo é um mergulho onírico nas dúvidas e inquietações que habitam a condição humana e um convite para explorar os nossos mundos interiores. Além dos dois actores em palco, há uma voz que nos transporta para o lugar do desassossego de Pessoa: a voz da actriz portuguesa Maria de Medeiros, com quem conversámos sobre a peça. O desassossego é uma forma de olhar o mundo e as palavras de Fernando Pessoa continuam a ecoar com o tempo presente e a inspirar os artistas. É o caso do encenador Jean-Paul Sermadiras que criou a peça “L'Intranquillité”, uma viagem poética ao universo do “Livro do Desassossego”, guiada pelo diálogo entre dois intérpretes em palco e a voz de Maria de Medeiros. Em cena, há pó de estrelas como pano de fundo e espalhado pelo chão, uma caixa, dois dandies bem vestidos, lampiões, champanhe e um grande amor pelas palavras. A peça está no Théâtre Le Petit Chien, no Festival Off Avignon, até 25 de Julho, mas foi em Paris que conversámos com a actriz e realizadora portuguesa porque a sua participação na peça é feita apenas através da sua voz. Uma voz que é o sopro que desperta as personagens que ela descreve como “vagabundos cósmicos que se encontram para dizer os textos do ‘Livro do Desassossego'”. Maria de Medeiros conta-nos que Fernando Pessoa sempre a habitou e que é um autor ao qual ela volta “com muito afecto, com muito amor, com muito júbilo também”. Este ano, ela volta não só a Fernando Pessoa como a Avignon, ainda que não esteja fisicamente presente. Em 1988, na estreia do teatro português no coração do Festival, conhecido como o IN, Maria de Medeiros e Luís Miguel Cintra apresentaram “A Morte do Príncipe”, a partir do texto de Fernando Pessoa, que depois foi adaptado a filme, um dos primeiros que ela realizou. Em 2025, com o encenador Robert Wilson, outro nome histórico de Avignon, ela também interpretou e cantou textos de Pessoa e dos seus heterónimos em “Since I've been me” que estreou no Théâtre de La Ville de Paris e, em Junho último, a peça regressou ao mesmo palco. Agora, é a sua voz gravada que desperta as reflexões dos dois actores em palco em “L'Intranquillité”. Para Maria de Medeiros, o desassossego ecoa - e de que maneira - com o grande tema de Avignon este ano: o questionamento. Para ela, “tudo é desassossego neste momento” e “não há criatividade sem desassossego e sem questionamento”, sobretudo numa época em que vê “expandir um vírus terrível de literalidade, de binarismo, de discursos feitos de mentiras forjadas, mas categóricas”. Só com o desassossego se pode tentar “um bocadinho de poesia”, confidencia-nos, sublinhando que, afinal,“a obra de Pessoa é como se tivesse sido escrita hoje”. Fernando Pessoa "é sempre um autor ao qual eu volto com muito afecto, com muito amor, com muito júbilo" RFI: Como é que nos pode descrever esta adaptação do “Livro do Desassossego”? Maria de Medeiros, Actriz: “De alguma forma, eu acho que ele fez uma leitura quase beckettiana do Pessoa porque as personagens são como vagabundos cósmicos que se encontram para dizer os textos do ‘Livro do Desassossego'. E está muito certo porque, no fundo, tanto na peça do Bob Wilson, como na do Jean-Paul Sermadiras, o que ressalta é um certo lado lúdico do Pessoa e como ele, de alguma forma, organiza dramaturgias ao redor. Tem os seus heterónimos, que são praticamente como amigos imaginários de uma criança, e ele está constantemente a organizar dramaturgias interiores. Há um lado teatral e de personagens que vão mudando porque ele fala muito da máscara, mas justamente o vagabundo permite esse assumir de várias máscaras. Essa vagabundagem interior tem muito a ver com a essência da escrita do Pessoa.” Enquanto actriz, há uma proximidade entre o seu trabalho e a ideia dos heterónimos? É como um jogo de espelhos? Como é trabalhar Fernando Pessoa? “Para mim, é também uma espécie de poção mágica do Obélix porque tenho a sensação de, como muitos portugueses, ter nascido na linguagem e nos textos do Pessoa. É sempre um autor ao qual eu volto com muito afecto, com muito amor, com muito júbilo também. Então, fiquei muito feliz, de alguma forma nesse espectáculo que é tão masculino, de ter trazido uma voz: a minha voz.” Fale-nos dessa voz. Como é que foi a criação, a composição e porquê musicar Pessoa? “Na verdade, eu achei muito bem essa proposta. Depois, foi muito interessante porque a Pascale Salkin fez a música e foi uma fantástica coincidência porque nós contracenámos num dos primeiros filmes que eu fiz em França, acho que foi o primeiro filme que fiz em França, o ‘J'ai faim, j'ai froid', uma curta-metragem da Chantal Akerman, integrada numa longa-metragem que se chama ‘Paris vu par'. Somos duas miúdas muito parecidas com o que éramos, eu tinha 19 anos, andava um bocadinho também vagabundeando pela cidade de Paris. E eu nunca mais tinha encontrado a Pascale e é justamente neste projecto tão lindo sobre o ‘Livro do Desassossego' em que ela fez a música e fez a música com muita sensibilidade. Então, foi muito bom reencontrá-la e fazer esse trabalho.” Como foi a escolha dos textos? “Já me foram propostos porque os textos fazem parte da dramaturgia da peça e estão lá em eco com os textos que os actores dizem em cena.” Este ano, no Festival de Avignon, no IN, a linha de força é o questionamento. O desassossego parece ecoar com estes questionamentos que o Tiago Rodrigues quer trazer ao festival. Como é que o desassossego alimenta também essa liberdade criativa dos artistas? “Sim, sim, eu acho que não há criatividade sem desassossego e sem questionamento, sobretudo numa época em que vivemos como um expandir de um vírus terrível, de literalidade, de binarismo, de discursos feitos de mentiras forjadas, mas categóricas. E esse desassossego é que nos permite sair do discurso categórico e criar alguma coisa e, sobretudo, fazer um bocadinho de poesia.” Neste mundo com tanta falta de poesia, há algum desassossego neste momento que a inquiete mais? “Tudo é desassossego neste momento. O avanço da estupidez, do não questionamento, do autoritarismo, de um monte de ideias retrógradas, tudo isso é motivo para estarmos muito desassossegados.” O “Livro do Desassossego” é uma obra que continua a inspirar artistas, encenadores, actores. O que é que este livro e esta obra têm de tão transversal ao tempo e à sociedade? “Realmente, quando voltamos à obra do Pessoa é como se tivesse sido escrita hoje. Há uma actualidade absoluta e uma universalidade também porque é muito bonito para nós, portugueses, ver também como estes textos tão importantes se deixam traduzir sem perder nada da sua força, do seu encanto, da pertinência. É muito bom também ver os franceses apoderarem-se desses textos que são extremamente generosos. Talvez por serem também tão universais e tão actuais.” No Théâtre de La Ville, em Paris, este ano voltou a estar em palco com a peça de Robert Wilson “Since I've Been Me” que já tinha estreado no ano passado também sobre Fernando Pessoa. Qual é a relação que tem com Fernando Pessoa e é uma relação que está muito presente? “Sim e há muitos anos porque, realmente, um dos meus primeiros filmes como realizadora foi ‘A Morte do Príncipe' de Pessoa, que é uma peça que é formada por fragmentos dramáticos de Pessoa. Quando esses textos foram revelados pela Teresa Rita Lopes, o Luís Miguel Cintra fez uma montagem magnífica que apresentámos no Festival de Avignon há muitos anos, no final dos anos 80. E depois estivemos também no Théâtre de la Bastille. Essa encenação era do Luís Miguel Cintra, mas depois o Joaquim Pinto, que era um produtor muito activo na época, arranjou financiamento para se fazer o filme e eu fui a realizadora desse filme. Esse filme acabou de ser restaurado pela Cinemateca Portuguesa e ficou uma maravilha o restauro. Somos o Luís Miguel Cintra e eu a contracenarmos sobre esses textos magníficos de ‘A Morte do Príncipe'. Então, pronto, lá bem no início já estava o Pessoa para mim.” E continua. “E continua.” O facto de ser portuguesa e de continuar a ser convidada por encenadores de várias nacionalidades para interpretar as palavras de Pessoa reveste algum significado especial? “Eu tenho muito orgulho em representar Pessoa, em representar a literatura portuguesa, a poesia portuguesa sempre. Adoro voltar a reviver e a dar voz a esses textos, não só Pessoa, mas também Sophia de Mello Breyner e tantos outros autores portugueses. Eu faço-o com muito gosto e com muito orgulho.”
Neste episódio especial falamos sobre o desenvolvimento e a evolução das armas utilizadas no Portugal medieval com António Conduto Oliveira, investigador do Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra. Tentamos compreender as armas defensivas, como cotas de malha e arneses, até às armas ofensivas, como lanças e espadas.Sugestões de leitura:1. João Gouveia Monteiro - A Guerra em Portugal nos finais da Idade Média. Notícias, 1998.2. Ralph Moffat - Medieval Arms and Armour. A Sourcebook. Boydell & Brewer, 2022-2024, 3 vols.3. António Conduto Oliveira - “Entre a malha e o aço, entre a espada e a pólvora: o armamento à época da Batalha Real”, in João Nisa e Paulo M. Dias (coord.) - Aljubarrota: a batalha que derrotou os castelhanos e mudou o curso da História de Portugal. Desassossego, 2025, pp. 157-171.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Clara Camacho, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Keith Jarrett fê-lo ser pianista, nunca mais largou o piano, compondo ou interpretando do clássico ao jazz passando por sonoridades de longínquas geografias. Com segurança lhes garanto: é um génio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carlos Martins joins the New Books Network to discuss his book Fascism: Beyond Hitler and Mussolini (Desassossego, 2022) (in Portuguese Fascismos: Para Além de Hitler e Mussolini), a comparative study of fascist movements across Europe and beyond. Working from a rigorous definition of fascism based on its ideological content, Martins examines eight case studies, analysing these specific manifestations of fascism to identify what they had in common and what separated them. In this conversation, we discuss the problem of defining fascism, the distinctions between fascism and populism and why Martins argues that not every dictatorship or radical right movement should automatically be classified as fascist. The discussion also turns to the Portuguese case, including the Estado Novo, National Syndicalism and the debate surrounding Salazarism's relationship to European fascism. At a moment when the word “fascism” is increasingly invoked in public debate, Martins makes the case for conceptual precision without losing sight of fascism's historical adaptability and political force. The result is a wide-ranging conversation about ideology, political modernity and the uses, and misuses, of language. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network
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O acesso à água é um direito humano, proclamado pelas Nações Unidas desde 2010. No entanto, a água é também um bem económico, cuja propriedade e valor depende do uso que fazemos dela.Neste episódio, a economista Catarina Roseta-Palma e o humorista Manel Rosa exploram as diferenças entre a água como bem privado, bem comum e bem público puro. A propósito da gestão deste recurso, fala-se do que distingue o uso consumptivo do não consumptivo, e o que se entende por «tragédia dos comuns».A conversa navega também pelos setores principais do consumo da água, do doméstico ao agrícola e ao industrial – sabia que 70% da água captada, em Portugal e no mundo, é usada na agricultura?A dupla analisa ainda as características que conferem à água um valor particular, desde a definição do preço às características específicas deste mercado.Por fim, debatem-se questões atuais: que critérios devemos aplicar para otimizar a gestão da água? Devemos defender o interesse económico ou promover o equilíbrio dos ecossistemas?Um episódio [IN]Pertinente essencial, claro e transparente – como a água. A não perder.Referências úteisAPA «Estado das massas de água superficiais e subterrâneas», (Portal do Estado de Ambiente, 2024) BOCCALETTI, G. «Água: uma biografia» (Ed. Desassossego, 2022)BRUNO, E. M., & JESSOE, K. «Using price elasticities of water demand to inform policy» (Annual Review of Resource Economics, 13(1), 427-441, 2021) EEA, «Ecological status of surface waters in Europe» (2025)ESTEBAN, E., & ALBIAC, J. «The problem of sustainable groundwater management: the case of La Mancha aquifers, Spain» (Hydrogeology journal, 20(5), 851-863, 2012)BiosManel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio. No mesmo ano, criou «DISNARRATIVO», uma espécie de vlog no Youtube, que manteve até 2025. Juntou-se ao leque de apresentadores do Curto Circuito, um programa da SIC Radical, em 2024 Catarina Roseta PalmaProfessora associada de Economia no ISCTE-IUL, onde foi diretora da Sustentabilidade. Tem trabalhado na área do ambiente, incluindo a gestão de recursos hídricos, a energia e outros temas da sustentabilidade. Consultora para diversos organismos públicos e membro da Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde. Foi vice-presidente da «European Association of Environmental and Resource Economists». Tem mais de 2000 observações no «iNaturalist»
A partir de um trecho do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa (Bernardo Soares), este episódio percorre uma reflexão sobre escolha, responsabilidade e existência. Em diálogo com Jean-Paul Sartre, a questão se impõe: existir não é apenas estar no mundo, mas assumir, a cada decisão, o próprio caminho — inclusive quando se tenta evitá-lo. Sem roteiro rígido, a fala acompanha o movimento do pensamento diante daquilo que não pode ser delegado: a tarefa de viver.
A partir de um trecho do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa (Bernardo Soares), este episódio percorre uma reflexão sobre escolha, responsabilidade e existência. Em diálogo com Jean-Paul Sartre, a questão se impõe: existir não é apenas estar no mundo, mas assumir, a cada decisão, o próprio caminho — inclusive quando se tenta evitá-lo. Sem roteiro rígido, a fala acompanha o movimento do pensamento diante daquilo que não pode ser delegado: a tarefa de viver.
Esta semana falamos da Guerra do Balde, no séc. XIV (https://salestoriche.unesco.modena.it/en/camerino-dei-confirmati/the-stolen-bucket), e de algumas curiosidades sobre a ligação política entre Portugal e a Palestina.Sugestões de semana:1. Fátima Farrica - O Tratado de Alcáçovas, 4 de Setembro de 1479. Caleidoscópio, 2025.2. David McWilliams - Dinheiro: Uma História da Humanidade. Desassossego, 2025.----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Manuel Prates, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carla Pinelas, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Jose Carlos Bicudo, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa; Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Civiforum, Lda., Diogo Freitas, Eugenia Capela, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Beleza, José Santos, Luis Colaço, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Parte Cóccix, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Desde a invenção de Gutenberg até ao actual quadro de proliferação absurda, dessa obesidade editorial que fez dos livros mais outra categoria entre os produtos de consumo, os séculos de lenta fermentação das linguagens e conceitos estão aí como destroços a flutuar à superfície de uma piscina, a saque para os fins de uma mitologia de bric-à-brac, tacanha, cavando uma fossa, um largo intervalo que poderia ligar um título de Dickens a outro de Balzac: Grandes Esperanças e As Ilusões Perdidas. Depois da engrenagem ter entrado em delírio com a ideia de progresso, sentimos que começa a esgotar-se até a promessa de sentido. O futuro viu-se absorvido pelo presente contínuo das infinitas mastigações distractivas, e tememos, com uma lucidez amarga, que o amanhã não seja senão uma versão ainda mais ignara disto mesmo. Abrir as redes sociais, acender um ecrã, deslizar o dedo por um fluxo interminável de imagens e frases truncadas produz hoje a sensação de que em toda a parte se rompeu o pacto social: regressámos ao estado de natureza, recaímos na barbárie luminosa do comentário instantâneo. A cada notificação, uma crispação; a cada opinião, uma faúlha de ódio. Alguns, como outrora advertira Sciascia, veriam nisto a erosão última da palavra escrita — o seu desgaste até à transparência, até que já nada nela resiste ao ruído e à velocidade. Existíamos — lêssemos ou não — dentro de uma sociedade literária, onde os argumentos, as formas de arquivo, as listas e até os modos de enunciação provinham do enredo dos textos, da composição e ordem que se alargava a partir das bibliotecas, como se ali estivesse o núcleo de uma trama com possibilidades de expansão até ao infinito. Mas as imagens… essas formas que serviam de ilustração, um esboço para catapultar o impulso ou um eco, começaram a reproduzir-se como uma praga, a invadir o centro, a degradar o eixo do imaginário, o seu movimento de rotação e translação, que acabou por se fixar, a realidade encadeada pelo seu substituto. Saturado, o olhar já não mergulha no interior em busca de uma alucinação estupenda, mas fica agarrado ao estímulo; já não lê, absorve-se. A narrativa dissolve-se em fragmentos visuais, o tempo perde espessura, e o mundo, reduzido a ecrã, já não se conta: actualiza-se. Como escreve José Emilio Pacheco no ensaio do qual partimos para esta reflexão, “um mundo sem leitura é um orbe em que o outro só pode surgir como inimigo”. “Não sei quem é, o que pensa, quais são as suas razões. E, sobretudo, não possuo palavras para dialogar com ele. Por isso, só me é possível percebê-lo como ameaça.” Hoje tudo reemerge com o brilho artificial de outra Disneylândia, como nostalgia daquilo que não vivemos e nunca foi nosso. Mas é pior do que isso: a nostalgia tornou-se uma função sistémica, uma engrenagem exasperada que anula o próprio passado, convertendo-o em matéria-prima para as retrotopias do presente. O que antes era memória transforma-se em decoração, em cenário temático de um mundo sem recordação. Não espantará, pois, que dentro de alguns anos surja um parque temático consagrado aos livros — simulacro final de uma experiência extinta. Entre nós, já se ensaiou essa utopia domesticada na aldeia literária de José Pinho, em Óbidos: gesto audacioso e melancólico, como quem ergue uma biblioteca dentro de um aquário. Não é possível falar destes assuntos sem enfrentar a dúvida sinistra: defender hoje o livro e a leitura não equivalerá, afinal, a reforçar a charanga, o enredo trapaceiro de uns e umas sempre à cata das verbas, dos fundos de desenvolvimento, ávidos por os converter em festivais de miragens concentradas, todos estes certames onde o culto do autor, exibindo-se como produto, obsta a que se leiam e discutam os textos? “Quando comecei a escrever, ensinaram-me que o eu era odioso; o elegante e o edificante consistia em empregar sempre o nós. No fundo dessa regra de boa conduta literária residia a ilusão de que existia uma comunidade de pessoas ilustradas ou que aspiravam a sê-lo”, adianta Pacheco. “Partilhavam um vocabulário, um código e algumas ideias gerais acerca daquilo que, neste domínio, constituía o bem comum.” Agora, o intolerável — e por vezes grotesco — é falar na primeira pessoa do singular, submergir nesse regime autobiográfico que fez da autoficção um modelo universal de salvação e comércio. Cada fragmento de vida converte-se em dogma, cada emoção em mercadoria moral, cada exposição em gesto de legitimação. O mundo exterior, os tantos que se sentem parte de uma comunidade privilegiada por aderirem a este regime mimético, participam do mesmo culto narcísico: repetem-se, confirmam-se, citam-se mutuamente como se a autenticidade fosse uma forma de poder. Assim, o “eu” transforma-se em tirania discreta — um império de pequenos despotismos sentimentais, onde cada confissão exige aplauso e cada dor privada reclama estatuto de verdade absoluta. Neste episódio, tivemos connosco o David Teles Pereira, elemento da formação original dessa banda sertaneja chamada Língua Morta, em que chegou a lançar alguns êxitos supreendentes como Coração Anacoluto, Beijo Heteronímico, Livro do Desassossego com Forró, O Guardador de Galinhas Selvagens, Balada do Espantalho Sonâmbulo, Sinais de Fogo no Pijama do Lobo. Veio falar-nos de políticas públicas para o sector do livro, e ainda de Lovecraft, Carl Schmitt e outras profanidades que não conseguimos transcrever nem arrumar neste tipo de categorias.
“Via láctea” é uma prosa poética de Fernando Pessoa, na escritos da Parte II - Grandes Trechos, de O Livro do Desassossego, composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. A Parte I - Diário de Bernardo Soares, é atribuída a este semi-heterônimo. O episódio de hoje é o último título e trecho da parte II do livro. Na edição portuguesa que temos da Assírio & Alvim, os editores afirmam não ser certo de que todo o trecho corresponda ao subtítulo “Via Láctea”, que talvez esta reflexão talvez se acabe em: “(…) daquilo a que chamavam ‘Natureza". Ou seja, a continuidade, “Em mim o que há de primordial é o hábito e o jeito de sonhar”, li-a se uma anotação Segunda Parte. Neste trecho, o ator português fala a todo o tempo de sonho e de sensações, fazendo amplo uso de aliterações como: “sequestradas sensações sentidas”, “nácar de inúteis”, "álias e alamedas”, entre outros. Como ele chama o texto de “Via Láctea”, somos tentados a questionar: a cabeça de um homem é um universo ou o universo sabe na cabeça de um homem? Pois com essas linhas poéticas ele filosofa por um mundo inteiro, acreditando que “sonhar é possuir”e ainda, "só o que importante é o que o sonhador vê”. E ainda afirma: “eu sonho-me em mim mesmo e de mim escolho o que é sonhável”. Como sugere o narrador, que se façam muitas “fotografias com a máquina do devaneio”, posto que através de conhecer-se inteiramente, conhece-se a humanidade toda. É com toda essa pulsação de vida que celebramos o Dia do Escritor, neste 25 de julho. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
O podcast examina Fernando Pessoa, uma figura proeminente na literatura portuguesa, destacando a sua vida e o legado multifacetado. A discussão central gira em torno da sua inovadora criação de heterónimos, como Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos, que permitiram uma exploração vasta de estilos e filosofias. O documento contextualiza a obra de Pessoa nas transformações políticas e sociais de Portugal no início do século XX, incluindo a transição da monarquia para a república, e a sua formação intelectual marcada pela vivência na África do Sul. Aborda também a sua obra vasta e diversa, nomeadamente "Mensagem" e o "Livro do Desassossego", e a sua relevância na Geração de Orpheu, que introduziu o modernismo em Portugal, bem como as suas influências filosóficas e esotéricas. Por fim, o texto analisa o reconhecimento gradual e universal de Pessoa, o seu impacto na literatura contemporânea e a sua pertinência contínua na era digital.
Esta semana falamos das Wunderwaffen ou Armas Milagrosas alemãs da Segunda Guerra Mundial, e da prisão e internamento de 110.000 japoneses e seus descendentes, nos EUA, durante este mesmo conflito.Sugestões da semana1. José María Moreno Madrid e Henrique Leitão - A Longitude do Mundo. Viagens oceânicas, cosmografia matemática e a construção de uma Terra global. INCM, 2025.2. João Nisa e Paulo M. Dias (orgs) - Aljubarrota: A batalha que derrotou os castelhanos e mudou o curso da história de Portugal. Desassossego, 2025.----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Luisa Meireles, Manuel Prates, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, José Santos, Luis Colaço, Luís Miguel Couto, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Esta semana falamos da relação entre Portugal e o Dia Nacional das Maldivas, e sobre um caso de possessão demoníaca em Évora, nos finais da Idade Média.Sugestões da semana1. João Nisa e Paulo M. Dias - Aljubarrota: A batalha que derrotou os castelhanos e mudou o curso da história de Portugal. Desassossego, 2025.2. Katja Hoyer - Para Lá do Muro. Uma história da Alemanha de Leste. Vogais, 2025.----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Luisa Meireles, Manuel Prates, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis Colaço, Luís Miguel Couto, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Fase confessional de Fernando Pessoa, trecho do Livro do Desassossego, trás uma reflexão sobre nosso pensamento insignificante, o quão nos torna igualmente insignificante. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Já está cá fora a banda sonora original da série "Desassossego". É um álbum com 22 das músicas, uma hora e quarenta que te pode acompanhar para qualquer lado. O nosso Bernardo Afonso compôs e gravou inicialmente como banda sonora da série "Desassossego". E, nos últimos meses, misturou-o e masterizou-o para que o possas ouvir como um álbum independente. Estão aqui muitas horas de trabalho e um tanto suor.
Fidèle à son engagement en faveur de la littérature et de la création contemporaine, CHANEL renouvelle son soutien au festival MOT pour Mots organisé par Le Monde, Le Nouvel Obs et Télérama. À l'occasion de l'ouverture de la quatrième édition du festival, l'ambassadrice et porte-parole de la Maison Charlotte Casiraghi a retrouvé les autrices Sarah Chiche et Aurélie Lacroix pour une édition spéciale des Rendez-vous littéraires rue Cambon animée par Elisabeth Philippe, journaliste au Nouvel Obs. Ensemble, elles ont parlé d'écriture et de la place de la littérature dans leur vie.© Festival MOT pour Mots.Les Enténébrés, Sarah Chiche, © Éditions du Seuil, 2019, Points, 2020.Saturne, Sarah Chiche, © Éditions du Seuil, 2020, Points, 2021.Les Alchimies, Sarah Chiche, © Éditions du Seuil, 2023, Points, 2024.© Éditions du Seuil.Aurélie Lacroix, L'Unique objet de mon regard, 2023, © Éditions Cambourakis. © Rencontres Philosophiques de Monaco© Le Nouvel ObsSarah Chiche, L'Inachevée, 2008, © Éditions Grasset & Fasquelle.Hervé Guibert, Fou de Vincent, 1989, © Les Éditions de Minuit.© Éditions GrassetAnnie Ernaux, Passion Simple, 1991, © Éditions Gallimard.Joan Didion : Le Centre ne tiendra pas, Griffin Dunne, © Didion Doc, Netflix, 2017.Joan Didion, L'année de la pensée magique © 2005 © Editions Grasset & Fasquelle, 2007, pour la traduction françaiseThe Year of Magical Thinking by Joan Didion. Copyright © 2005 by Joan Didion. Published by HarperCollins Publishers. All Rights Reserved.Fernando Pessoa, Le Livre de l'intranquillité, Traduit en français par Françoise Laye, © Christian Bourgois Editeur, 1988.Fernando Pessoa, Livro do Desassossego, 1990, © Grupo Editorial Presença. All Rights Reserved.Ann Veronica Janssens, Mukha, 1997. All Rights Reserved.© KHM-MuseumsverbandLéon Tolstoï, Anna Karénine, 1873Albert Cohen, Belle du Seigneur, 1968, © Éditions Gallimard.Edith Wharton, Le temps de l'innocence, 1920Laurence Plazenet, La blessure et la soif, 2009, © Éditions Gallimard.Francisco de Goya, Les Désastres de la guerre, 1810-1815Francisco de Goya, Le Chien, 1819-1823Francisco de Goya, Le sommeil de la raison engendre des monstres, 1799Madame de La Fayette, La Princesse de Clèves, 1678Alfred de Musset, On ne badine pas avec l'amour, 1861
Fidèle à son engagement en faveur de la littérature et de la création contemporaine, CHANEL renouvelle son soutien au festival MOT pour Mots organisé par Le Monde, Le Nouvel Obs et Télérama. À l'occasion de l'ouverture de la quatrième édition du festival, l'ambassadrice et porte-parole de la Maison Charlotte Casiraghi a retrouvé les autrices Sarah Chiche et Aurélie Lacroix pour une édition spéciale des Rendez-vous littéraires rue Cambon animée par Elisabeth Philippe, journaliste au Nouvel Obs. Ensemble, elles ont parlé d'écriture et de la place de la littérature dans leur vie.© Festival MOT pour Mots.Les Enténébrés, Sarah Chiche, © Éditions du Seuil, 2019, Points, 2020.Saturne, Sarah Chiche, © Éditions du Seuil, 2020, Points, 2021.Les Alchimies, Sarah Chiche, © Éditions du Seuil, 2023, Points, 2024.© Éditions du Seuil.Aurélie Lacroix, L'Unique objet de mon regard, 2023, © Éditions Cambourakis. © Rencontres Philosophiques de Monaco© Le Nouvel ObsSarah Chiche, L'Inachevée, 2008, © Éditions Grasset & Fasquelle.Hervé Guibert, Fou de Vincent, 1989, © Les Éditions de Minuit.© Éditions GrassetAnnie Ernaux, Passion Simple, 1991, © Éditions Gallimard.Joan Didion : Le Centre ne tiendra pas, Griffin Dunne, © Didion Doc, Netflix, 2017.Joan Didion, L'année de la pensée magique © 2005 © Editions Grasset & Fasquelle, 2007, pour la traduction françaiseThe Year of Magical Thinking by Joan Didion. Copyright © 2005 by Joan Didion. Published by HarperCollins Publishers. All Rights Reserved.Fernando Pessoa, Le Livre de l'intranquillité, Traduit en français par Françoise Laye, © Christian Bourgois Editeur, 1988.Fernando Pessoa, Livro do Desassossego, 1990, © Grupo Editorial Presença. All Rights Reserved.Ann Veronica Janssens, Mukha, 1997. All Rights Reserved.© KHM-MuseumsverbandLéon Tolstoï, Anna Karénine, 1873Albert Cohen, Belle du Seigneur, 1968, © Éditions Gallimard.Edith Wharton, Le temps de l'innocence, 1920Laurence Plazenet, La blessure et la soif, 2009, © Éditions Gallimard.Francisco de Goya, Les Désastres de la guerre, 1810-1815Francisco de Goya, Le Chien, 1819-1823Francisco de Goya, Le sommeil de la raison engendre des monstres, 1799Madame de La Fayette, La Princesse de Clèves, 1678Alfred de Musset, On ne badine pas avec l'amour, 1861
“A dor do mal trabalhar” é um episódio extra da série Desassossego, sobre saúde e doença mental. Conta os debates internos de duas médicas perante o sofrimento ético e o burnout, a solidão da denúncia e a doença mental em quem se dedica a tratá-la. Lê mais em https://fumaca.pt/Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio inaugural da parceria entre o Matéria Bruta e a Folha de S.Paulo é sobre Fernando Pessoa e quem chega junto neste bate-papo é a professora Titular de Literatura Portuguesa do Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense, Ida Alves. Ida nos conta sobre quem foi Pessoa, comenta acerca do contexto de sua produção literária e compartilha conosco sobre os seus heterônimos. Além disso, o episódio foca em dois livros, “Mensagem” lançado em 1934 pelo próprio autor, e o “Livro do Desassossego” publicado pela primeira vez apenas em 1982, com a organização de Jacinto do Prado Coelho, a partir de fragmentos, papéis e recortes deixados por Fernando Pessoa. Este episódio foi produzido por Eduardo Fradkin, contou com a identidade visual e artes de Gabriela Diniz, assessoria de Francis Carnaúba, coordenação geral e edição de Juliana Zalfa, e voz de Flávia Mano.
As perturbações do comportamento alimentar têm causas variadas – condicionantes genéticas, fatores sociais e características da personalidade – e fatores precipitantes igualmente vastos. Mas, de forma generalizada, é possível olhar para os comportamentos de privação, purga e compulsão alimentar, que estão na base destas doenças, como formas mal adaptativas de lidar com sentimentos negativos e sofrimento. Dentro e fora das redes sociais, comportamentos de risco são potenciados pela proliferação, sem respaldo científico, de dietas restritivas não equilibradas, de narrativas que fazem equivaler um ranking social e um ideal de sucesso à capacidade de controlo alimentar, e promovem padrões de beleza emagrecidos. São mensagens pró-anorexia (conhecidas como pró-Ana) e pró-bulimia (pró-Mia), que reforçam relações de obsessão com a comida e a perpetuam em ciclos viciosos. Tiago Duarte é psiquiatra no núcleo de perturbações do comportamento alimentar do Hospital de Santa Maria, que integra o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, e professor convidado na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Nesta entrevista, falamos sobre o espectro de perturbações psiquiátricas associadas à alimentação, os fatores evolutivos que as mantiveram ao longo da história, os mecanismos fisiológicos que as perpetuam, a prevenção e a inclinação medicocêntrica do tratamento. Encontra mais episódios em www.fumaca.ptAjuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A anorexia é das doenças mentais com maior probabilidade de matar. O internamento – em casos agudos, de intensa ameaça à saúde física – pode significar a ruptura com o exterior. É assim em hospitais como o São João, no Porto: a intervenção terapêutica de uma situação aguda assenta no aumento de peso através de recompensas graduais. O tratamento tem que ser tão rígido como a doença, diz Isabel Brandão, psiquiatra, especialista em perturbações do comportamento alimentar. Trabalhou 40 anos no Centro Hospitalar Universitário de São João, até se reformar do setor público em 2022. Foi lá responsável pela consulta de perturbações do comportamento alimentar, assim como pela unidade de psiquiatria do jovem e da família. Nesta entrevista, falámos sobre a origem e definição da anorexia, a sua componente genética, a relação com a família, e algumas das ferramentas de tratamento da doença que usou nas últimas três décadas. Encontra outros episódios sobre saúde e doença mental em www.fumaca.pt ou na tua aplicação de podcasts.Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O que era uma relação complicada com a comida desde pequena, chegou à adolescência como uma obsessão. O espaço que a alimentação e o corpo ocupavam na cabeça de Susana foi crescendo ao ponto de lhe ocupar todo o pensamento. Este episódio é sobre o seu caminho com perturbações do comportamento alimentar. Encontra outros episódios sobre saúde e doença mental em www.fumaca.pt ou na tua aplicação de podcasts. LINHAS DE APOIO E DE PREVENÇÃO DO SUICÍDIO EM PORTUGAL Se alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz Amiga Todos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da Amizade Todos os dias. 16h-23hwww.telefone-amizade.pt Voz de apoio Todos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 50 60 70www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de Esperança Todos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.pt SOS Estudante Todos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.pt Alterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas.Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
In this episode I re-interrogate my reasons for creating a Book of Disquet cover-version by exploring some of the nuances between the word "desassossego" (restlessness, uneasiness, anxiety) in Portuguese and the English translation which usually renders the word as "disquiet." I also reflect a bit more, with the help of Richard Zenith's recent biography of Pessoa, on Pessoa's melancholy brand of existential unrest which acts in so many ways as a stand-in for the absurdity and tedium of modern life, making The Book of Disquiet the modernist masterpiece that it is. Pessoa self-medicated his deep-seated disquiet through writing, smoking, alcohol and coffee. Alcohol, we might say, acts as a kind of liquid heteronym in this book, medicating away the pain of "tedio" (tedium, boredom, monotony), another crucial word in the Pessoan lexicon (he uses it 131 times in his Livro do Desassossego). While taking a break from substances myself this month (cf. the most recent episode of my other podcast Cannabis Koan), the plan is to read Pessoa's Disquiet more phenomenologically for a while, inviting fellow listeners (you!) to join me by recording passages that resonate and sending them my way on WhatsApp (+447804197605), or to stevewasserman AT gmail.com. References: -"Chega de Saudade" (Jobim/Moraes) sung by João Gilberto in 1959 -Pessoa: An Experimental Life (2021) by Richard Zenith -Cyril Connolly's The Unquiet Grave -Article about The Real with regard to our daily routines -"People would rather be electrically shocked than left alone with their thoughts" (article) -Andrew Bird's "Sisyphus" -Transcript for this episode: http://stevewasserman.co.uk/living-the-book-of-disquiet-dessassogo-saudade-tedio/
Este é um extra da série Desassossego, sobre saúde e doença mental. Ouves a entrevista com o psiquiatra Jorge Mota, especialista em eletroconvulsoterapia, gravada em maio de 2021. Falamos sobre este tipo de tratamento, a sua história, o estigma associado e os esforços para o ultrapassar.Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta entrevista extra da série Desassossego, ouves o psiquiatra Ricardo Gusmão sobre o suicídio, a subnotificação do número de casos e a prevenção nos cuidados de saúde. “Melhor ou pior, lá vamos encontrando um sentido que nos permite perpetuar o nosso dia-a-dia e encontrar um prazer e um sentido de dever que nos propulsiona em frente. O suicídio é um resultado da avaria destes processos de dar sentido.” O especialista ressalva que “é importante não confundir o suicídio com o exercício da liberdade individual”. “Há uma aceitabilidade social do suicídio, que parte da premissa de que quando a pessoa se mata está a exercer um direito que lhe assiste de autodeterminação. Não está nada! As pessoas estão doentes. É importante não confundir o suicídio com o exercício da liberdade individual.” A partir dos 26 minutos, são referidos os resultados deste estudo, entretanto publicado: “Suicide time-series structural change analysis in Portugal (1913-2018): Impact of register bias on suicide trends”, https://sci-hub.hkvisa.net/10.1016/j.jad.2021.04.048 ConvidadoRicardo Gusmão é psiquiatra, investigador e professor universitário. Doutorado em Psiquiatria e Saúde Mental, é atualmente investigador sénior no Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP), onde coordena o Mental Health Literacy, Wellbeing, Depression and Suicide Prevention Lab no Laboratório Associado para a Investigação Integrativa e Translacional em Saúde Populacional, e colabora na docência do curso de especialização em Saúde Pública no mesmo instituto. É dirigente em Portugal da Aliança Europeia Contra a Depressão. CréditosEntrevista: Margarida David CardosoImagem: Joana BatistaSom: Bernardo Afonso LINHAS DE APOIO EMOCIONAL E DE PREVENÇÃO DO SUICÍDIO Se alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.pt SOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.pt Alterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio extra da série Desassossego, ouves um excerto da entrevista com Susana Sousa Almeida sobre depressões, reabilitação psicossocial e acesso aos cuidados de saúde mental. A psiquiatra explica como a interrupção do tratamento – seja de forma mais ou menos intencional – tem impactos profundos no prolongamento ou reincidência da doença. Por um lado, "o abandono do tratamento é quase a condição para a depressão ficar cronificada". E "se os doentes e os seus médicos ficarem vagamente satisfeitos com remissões parciais [da depressão], nós estamos mesmo mal”. Esta entrevista foi gravada em março de 2021. Podes ouvi-la enquadrada na série ao episódio 7 e episódio 8. ConvidadaSusana Sousa Almeida é psiquiatra, assistente hospitalar graduada no Serviço de Psico-Oncologia do Instituto Português de Oncologia (IPO), no Porto. Especializou-se em psiquiatria no South London and Maudsley NHS Foundation Trust, associado do Instituto de Psiquiatria, Psicologia e Neurociência do King's College, em Londres. Completou cinco anos de psicoterapias integradas no internato inglês – cognitivo-comportamental, sistémicas, motivacional e dinâmicas breves. Integra atualmente a direção do Colégio da Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos. CréditosEntrevista: Margarida David CardosoImagem: Joana BatistaSom: Bernardo AfonsoAjuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Terminada a série Desassossego, sobre saúde e doença mental, debatemos um dos temas que ficou à margem dos 13 episódios: a questão da liberdade e o tratamento involuntário. O debate, preparado em parceria com a Rádio Aurora – Outra Voz, juntou o psicólogo Elias Barreto e a psiquiatra Susana Pinto Almeida. Esta gravação foi feita ao vivo, no passado dia 4 de fevereiro, no Teatro Ibérico, em Lisboa.Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Fernando Pessoa, um dos maiores autores da língua portuguesa, ganha duas versões do Livro do Desassossego, obra póstuma de grande importância na história da literatura. O crítico José Miguel Wisnik, leitor privilegiado do poeta português, fala sobre a multiplicidade de Pessoa, como a poesia pode ser filosofia e sua importância para o Tropicalismo. Responda à nossa pesquisa de perfil do ouvinte em bit.ly/pesquisa451MHz
Cada suicídio pode deixar dezenas de sobreviventes. As suas narrativas ajudam a entender o que podia ter sido diferente e como se vive o luto. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Plano Nacional de Saúde Mental propôs-se a reformar os cuidados com uma meta ambiciosa. Mas muitas das suas propostas demoraram a ser desengavetadas. Tentamos traçar-lhe o percurso político. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Os atrasos na implementação do Plano Nacional de Saúde Mental significaram o crescimento de um hospital psiquiátrico e a consolidação da sua dependência durante mais de uma década. Com períodos de sobrelotação pelo meio. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O internamento é a face mais visível, embora a mais pequena, dos cuidados de saúde mental. Tentamos entender como as condições de trabalho o influenciam por dentro. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O direito à reabilitação psicossocial para pessoas com doença mental grave tem-se democratizado a passos lentos. A rede pública para a generalizar está longe das metas a que foi proposta. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
As desigualdades de acesso aos cuidados de saúde mental põem em causa a justiça e equidade social. Um tratamento disponível à porta de casa para algumas pessoas pode não existir no raio de centenas de quilómetros para outras. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A frase "Não enlouquece quem quer" transformou a forma como João Madeira olhava para o poder que tinha sobre os seus pensamentos. A doença mental não tem sentenças determinísticas, mas fatores e momentos de risco. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mesmo afetando milhões de pessoas, a doença mental pode parece profundamente isoladora. Os estigmas da psiquiatria ajudam a explicar porquê. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Cláudia R. Sampaio escreveu e pintou para se salvar. O desespero, que se repetia, deixou de ser um lugar tão visitado. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Gonçalo Pereira perguntava como podia ter ele leitura de que algo não está bem quando não conhecia um sentimento diferente. Como se entende aquilo que não se sabe nomear? A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nico tinha um barulho dentro da cabeça que só crescia à medida que ficava sozinho consigo mesmo. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Coquenão não podia fingir que nada tinha acontecido. Por isso, colocou sobre a testa engessada um sinal onde se lia "Frágil", como quem diz "Esta pessoa está frágil da cabeça". A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Joana Lima compara a depressão a um animal ferido, em carne viva. Os lugares confortáveis desaparecem e tudo dói. Mas, antes do fim da linha, há ajuda. A Comunidade Fumaça já tem acesso a todos os episódios da série. Se quiseres ouvir a série completa, faz uma contribuição mensal em https://fumaca.pt/contribuir/ Lê a transcrição completa em https://fumaca.pt/ Linhas de apoio emocional e de prevenção do suicídioSe alguém está em perigo de vida, liga para o 112. Se tens sintomas de depressão ou pensamentos suicidas, há uma linha gratuita de aconselhamento psicológico no SNS 24. Liga 808 24 24 24, escolhe a opção 4. A chamada não é gravada. Podes ainda recorrer a estas ajudas: SOS Voz AmigaTodos os dias. 15h30-00h30213 544 545 | 912 802 669 | 963 524 660www.sosvozamiga.org Telefone da AmizadeTodos os dias. 16h-23h228 323 535www.telefone-amizade.pt Voz de ApoioTodos os dias. 21h-00h; 20h-23h (Açores)225 506 070www.vozdeapoio.pt Vozes Amigas de EsperançaTodos os dias. 16h-22h222 030 707 | 960 460 446 (WhatsApp)www.voades.ptSOS EstudanteTodos os dias. 22h-01h (suspensa durante as férias escolares)915 246 060 | 969 554 545 | 239 484 020www.sosestudante.ptAlterações aos números, horários ou atendimento são responsabilidade de cada uma das linhas. Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Salvador Martinha é humorista, guionista e actor. Foi o primeiro comediante português a ter um espetáculo seu na Netflix. É autor do podcast "Ar livre", um dos primeiros em Portugal no formato de conversa livre e relaxada. É autor da série "Sou Menino Para Ir", que começou no Youtube e irá estrear agora na RTP1. Vai estrear-se como actor na série da Netflix Rabo de Peixe». -> Desassossego, a nova série Fumaça, sobre saúde e doença mental: https://link.chtbl.com/fumaca45graus Apoie o 45 Graus e faça parte da comunidade de mecenas em: 45grauspodcast.com _______________ Índice da conversa: (4:24) O que te atraiu no humor? (14:27) Como é o teu processo criativo? | A importância da preparação | John Cleese: Criatividade - Um Guia Prático e Divertido | Google Keep (29:05) Humor vs outras artes | Humoristas citados: George Carlin, Dave Chapelle, Jimmy Carr, Bo Burnham (32:41) Quantos tipos de humor há? | O que distingue o bom do mau humor? | Russell Howard (43:03) A ligação entre o humor e a tristeza. | Adam Hills (53:20) Desafios de fazer humor em Portugal (1:03:13) Como o humor tem evoluído (1:14:42) Como lidas com as críticas? (1:24:37) O que explica a ligação especial dos humoristas com o público? Recomendação de espectáculo: Bo Burnham: Inside _______________ Obrigado aos mecenas do podcast: Julie Piccini, Ana Raquel Guimarães Galaró family, José Luís Malaquias, Francisco Hermenegildo, Nuno Costa, Abílio Silva, Salvador Cunha, Bruno Heleno, António llms, Helena Monteiro, BFDC, Pedro Lima Ferreira, Miguel van Uden, João Ribeiro, Nuno e Ana, João Baltazar, Miguel Marques, Corto Lemos, Carlos Martins, Tiago Leite Tomás Costa, Rita Sá Marques, Geoffrey Marcelino, Luis, Maria Pimentel, Rui Amorim, RB, Pedro Frois Costa, Gabriel Sousa, Mário Lourenço, Filipe Bento Caires, Diogo Sampaio Viana, Tiago Taveira, Ricardo Leitão, Pedro B. Ribeiro, João Teixeira, Miguel Bastos, Isabel Moital, Arune Bhuralal, Isabel Oliveira, Ana Teresa Mota, Luís Costa, Francisco Fonseca, João Nelas, Tiago Queiroz, António Padilha, Rita Mateus, Daniel Correia, João Saro João Pereira Amorim, Sérgio Nunes, Telmo Gomes, André Morais, Antonio Loureiro, Beatriz Bagulho, Tiago Stock, Joaquim Manuel Jorge Borges, Gabriel Candal, Joaquim Ribeiro, Fábio Monteiro, João Barbosa, Tiago M Machado, Rita Sousa Pereira, Henrique Pedro, Cloé Leal de Magalhães, Francisco Moura, Rui Antunes7, Joel, Pedro L, João Diamantino, Nuno Lages, João Farinha, Henrique Vieira, André Abrantes, Hélder Moreira, José Losa, João Ferreira, Rui Vilao, Jorge Amorim, João Pereira, Goncalo Murteira Machado Monteiro, Luis Miguel da Silva Barbosa, Bruno Lamas, Carlos Silveira, Maria Francisca Couto, Alexandre Freitas, Afonso Martins, José Proença, Jose Pedroso, Telmo , Francisco Vasconcelos, Duarte , Luis Marques, Joana Margarida Alves Martins, Tiago Parente, Ana Moreira, António Queimadela, David Gil, Daniel Pais, Miguel Jacinto, Luís Santos, Bernardo Pimentel, Gonçalo de Paiva e Pona , Tiago Pedroso, Gonçalo Castro, Inês Inocêncio, Hugo Ramos, Pedro Bravo, António Mendes Silva, paulo matos, Luís Brandão, Tomás Saraiva, Ana Vitória Soares, Mestre88 , Nuno Malvar, Ana Rita Laureano, Manuel Botelho da Silva, Pedro Brito, Wedge, Bruno Amorim Inácio, Manuel Martins, Ana Sousa Amorim, Robertt, Miguel Palhas, Maria Oliveira, Cheila Bhuralal, Filipe Melo, Gil Batista Marinho, Cesar Correia, Salomé Afonso, Diogo Silva, Patrícia Esquível , Inês Patrão, Daniel Almeida, Paulo Ferreira, Macaco Quitado, Pedro Correia, Francisco Santos, Antonio Albuquerque, Renato Mendes, João Barbosa, Margarida Gonçalves, Andrea Grosso, João Pinho , João Crispim, Francisco Aguiar , João Diogo, João Diogo Silva, José Oliveira Pratas, João Moreira, Vasco Lima, Tomás Félix, Pedro Rebelo, Nuno Gonçalves, Pedro , Marta Baptista Coelho, Mariana Barosa, Francisco Arantes, João Raimundo, Mafalda Pratas, Tiago Pires, Luis Quelhas Valente, Vasco Sá Pinto, Jorge Soares, Pedro Miguel Pereira Vieira, Pedro F. Finisterra, Ricardo Santos _______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira _______________ Bio: Salvador Martinha é comediante, guionista e actor. Tornou-se uma presença comum na televisão portuguesa pelas suas participações em programas como Levanta-te e Ri ou Sal, e pelos espetáculos que realizou ao longo do tempo como Cábula ou Centro das Atenções. Foi o primeiro humorista português a ter um espetáculo seu na Netflix. Foi em 2017, que criou o seu podcast "Ar livre", tendo sido um dos primeiros em Portugal no formato de conversa livre e relaxada, onde a liberdade de temas e reflexões é infinita- "Nem eu nem vocês estamos preparados para a liberdade que vou ter aqui" (descrição do podcast Ar Livre. É autor da série "Sou Menino Para Ir", que começou no Youtube e irá estrear agora na RTP1. Via estrear-se como actor na série da Netflix Rabo de Peixe.
Neste episódio, sou eu quem escrevo uma carta para você, para o seu espanto e para a crise em que você entrou desde a apuração dos resultados. Aqui, eu crio hipóteses sobre o que aconteceu com nossas emoções ao nos depararmos com um cenário inimaginável, e naturalmente vou encaminhando a conversa para ações práticas de enfrentamento destas emoções em colapso. Venha comigo, dê o play e seja bem vinda e bem vindo a este episódio especialíssimo do CARTAS DE UM TERAPEUTA!Esse podcast conta com o apoio da Avatim, especialista em cosméticos focados em bem-estar, com fragrâncias incríveis inspiradas na biodiversidade brasileira. Para saber mais, acesse http://bit.ly/cartas-avatimAs cartas são a escrita que a alma faz, sem rodeios, para as perguntas que nos inquietam, para aquilo que nos atravessa, para a vida que tem urgência de ser dita. Em palavras faladas, as cartas são o sopro que nos conecta por um instante. Abra este envelope, ele é pra você. Vai começar mais um episódio do “Cartas de um terapeuta”.Cartas de um Terapeuta é um podcast apresentado por Alexandre Coimbra Amaral.E para enviar a sua carta o email é: alexandrecoimbraamaral@gmail.comProduzido por Abrace Podcasts. Visite-nos em https://abrace.digital/
O encontro com uma barata em casa me fez sofrer uma catarse pessoal, assim como relembrar o grande caos (ou crítica social) que foi a TV Colosso! Ainda recomendo o filme Whiplash e leio um trecho o Livro do Desassossego de Fernando Pessoa. -