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O director de investigação no Instituto Pasteur, em Paris, o cientista português Eduardo Rocha, dedica-se ao estudo da evolução bacteriana, da diversidade genética e dos mecanismos que permitem às bactérias trocar informação genética entre si. Um trabalho fundamental para compreender um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea: a resistência aos antibióticos. Entrevista realizada por Taíssa Stivanin. A investigação começa quase sempre pela leitura do genoma. Ou melhor, pela leitura de milhares de genomas. "As nossas análises, em geral, começam com a sequenciação de um genoma, ou de muitos genomas. As pessoas fazem amostragem de bactérias ou de elementos móveis que estão no ambiente, nos hospitais ou dentro dos indivíduos - nós temos muitas bactérias no nosso intestino. Depois sequencia-se o genoma, isto é, identifica-se a sequência de nucleótidos no ADN que vai estabelecer, por exemplo, os genes que estão presentes no genoma e quando vão ser expressos. É preciso perceber que o genoma de uma bactéria típica é um texto grande. Pode ter quatro milhões de letras, um milhão ou dez milhões, depende das bactérias. E é um texto escrito com um alfabeto de quatro letras, os quatro nucleótidos. O nosso objectivo é compreender o que está escrito nesse texto: identificar que genes estão presentes, que elementos regulam a sua presença e a sua expressão. E sobretudo compará-los para perceber como é que as bactérias evoluíram no passado e como poderão evoluir no futuro." O foco da equipa está precisamente nessa capacidade das bactérias para evoluírem. Uma evolução que, ao contrário do que acontece nos organismos mais complexos, pode ser observada em tempo real. "Tentamos perceber como é que as bactérias se adaptam. Elas conseguem adaptar-se muito rapidamente. Temos a ideia dos processos evolutivos como algo muito lento, mas nas bactérias, em parte porque se conseguem dividir muito rapidamente, estes processos podem ser extremamente rápidos, tão rápidos que os podemos observar no laboratório. Podemos fazer experiências em que vemos a evolução da bactéria. Em poucos dias, ela pode tornar-se resistente a antibióticos, perder virulência ou aumentar a virulência. E como agora podemos sequenciar genomas muito facilmente, conseguimos traçar exactamente quais foram as modificações nos genomas que levaram ao resultado final." Durante muito tempo, os cientistas pensaram que a evolução bacteriana resultava sobretudo de pequenas mutações. Mas a realidade revelou-se bastante mais complexa. "Se continuarmos na analogia do texto, é um bocado tentar perceber como é que as palavras mudaram. O que percebemos nos últimos vinte anos é que muitas das mudanças nos genomas não são pequenas mutações, não são palavras que mudaram. Na realidade, são frases, parágrafos ou até secções inteiras que mudaram completamente. Isso acontece porque as bactérias têm a capacidade de trocar genes com outras bactérias, adquirir genes de outras bactérias. E isso permite-lhes evoluir rapidamente. É isso que explica que há setenta anos praticamente todas as bactérias com as quais convivíamos fossem susceptíveis aos antibióticos e que hoje existam bactérias resistentes a quase todos os antibióticos conhecidos. Foram adquirindo estes genes e isso permitiu-lhes evoluir muitíssimo mais rápido." No Instituto Pasteur, a equipa de Eduardo Rocha procura reproduzir e observar estes fenómenos em condições controladas. Mas nem toda a investigação acontece em laboratório. Uma parte importante do trabalho passa pela análise de amostras recolhidas em hospitais ou em estudos clínicos. Um dos projectos recentes acompanhou pessoas saudáveis sujeitas a tratamento antibiótico. “Publicámos um estudo feito num hospital em França com vinte e duas pessoas saudáveis que tomavam dois tipos de antibióticos. Seguimos essas pessoas ao longo de vários meses para perceber o que acontecia à flora intestinal depois do tratamento. Porque ao tomarmos antibióticos, perturbamos as bactérias que estão na nossa flora intestinal e demora um certo tempo até o equilíbrio se voltar a estabelecer.” O estudo tinha uma aplicação clínica directa, mas permitiu também aprofundar uma questão central para o trabalho da equipa: o papel dos chamados elementos genéticos móveis. "Um dos aspectos que nos interessava era compreender como é que os elementos móveis das bactérias reagiam à presença de antibióticos. As bactérias tendem a transferir genes entre si e isso permite-lhes adaptar-se a novos desafios ou aproveitar novas oportunidades. Mas para que o ADN passe de um genoma para outro existem, na maior parte dos casos, elementos genéticos móveis que fazem essa transferência. É aí que se concentra actualmente a nossa equipa. Porque são esses elementos que vão determinar a capacidade das bactérias para se adaptarem. Mas também têm um lado egoísta. Cada vez que se replicam ou se transferem, impõem um custo à bactéria. Em alguns casos, esse custo pode mesmo levar à morte da bactéria. Existe portanto um equilíbrio delicado entre os benefícios que trazem e os custos que impõem." Esses elementos móveis funcionam como verdadeiros veículos de transporte genético. Alguns actuam através de vírus que infectam bactérias. Outros constroem pontes entre células vizinhas. Esses elementos móveis funcionam como verdadeiros veículos de transporte genético. Alguns actuam através de vírus que infectam bactérias, outros constroem pontes entre células vizinhas. E nos últimos anos, os investigadores descobriram ainda um novo nível de complexidade. "Percebemos que existe todo um zoológico de elementos móveis que utilizam outros elementos móveis para se transferirem. Temos agora duas camadas de complexidade: elementos móveis que utilizam a bactéria e elementos móveis que utilizam os elementos móveis que utilizam a bactéria. Estabelece-se uma relação a três entre a bactéria, o elemento móvel autónomo e um segundo tipo de elemento móvel que vai jogar com os outros dois elementos para se transferir. Mas o que nós constatámos é que muitos dos genes de resistência aos antibióticos estão neste segundo tipo de elementos móveis. Uma vez chegados à bactéria, são muito pouco custosos. Isso permite que a bactéria mantenha durante muito tempo os genes de resistência. É uma das razões pelas quais a resistência aos antibióticos não desaparece simplesmente quando deixamos de tomar os medicamentos. A resistência ficou estabilizada na bactéria."
"Indeleble, el viejo arte de reportear", un nuevo producto editorial de El Sol de México.Andrés Moreno Estrada ha dedicado su carrera a desmontar una idea arraigada: que existe un “genoma mexicano”. Desde el Biobanco Mexicano —uno de los proyectos más ambiciosos de genómica poblacional en América Latina— el científico estudia cómo la diversidad genética del país no sólo reescribe la historia de sus poblaciones, sino también abre la puerta a una medicina de precisión capaz de transformar diagnósticos, tratamientos y políticas de salud pública.Puedes leer la nota completa en El Sol de México. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Los millones de microorganismos que habitan en nuestro organismo desempeñan un papel fundamental en nuestra salud. Y no nos referimos solo a la microbiota intestinal (la que muchos conocen como "flora intestinal"); en realidad, hay comunidades de microorganismos en distintas áreas del cuerpo, como la boca, la piel y la vagina, y todas tienen un impacto en nuestra salud. De hecho, hay estudios que relacionan la microbiota con padecimientos como la diabetes y la depresión. En este episodio entrevistamos a Viridiana Tejada y Tomás García-Cayuela, ambos profesores investigadores de la Escuela de Ingeniería y Ciencias del Tec de Monterrey, y a Andrea Zepeda, egresada del Tec de Monterrey, quienes nos ayudaron a entender cómo funciona la microbiota, cuál es su impacto en la salud y cómo podemos protegerla. ¿Te interesa la ciencia y la investigación? Visita nuestra plataforma TecScience.tec.mx Suscríbete a nuestro newsletter semanal aquí: https://tecscience.tec.mx/es/subscribe/
In questa puntata, ci immergiamo nel mondo delle piante con Marco Ferrari, biologo e giornalista, per esplorare l'evoluzione delle forme di vita sulla Terra da una prospettiva inusuale: quella del regno vegetale. Tra fotosintesi, intelligenza, comunicazione e miti moderni come le “foreste solidali”, cerchiamo di separare le verità scientifiche dalle suggestioni e dalle interpretazioni. Un viaggio tra scienza, immaginario e qualche sorpresa.Ospite: Marco FerrariRedazione: Elisa Baioni, Clarissa Esposti, Manuela Gialanella, Diego Martin, Matteo Melchiori, Giuseppe Molle, Alex Ordiner, Dasara Shullani, Matilde Spagnolo, Cristiano Ursella, Chiara Vitaloni, Enrico ZabeoAltri riferimenti:[https://www.bollatiboringhieri.it/libri/marco-ferrari-le-piante-non-sono-animali-verdi-9788833944661/ Le piante non sono animali verdi][https://www.codiceedizioni.it/libri/come-costruire-un-alieno-marco-ferrari/ Come costruire un alieno][https://www.raffaellocortina.it/scheda-libro/daniel-chamovitz/quel-che-una-pianta-sa-9788860306142-1490.html Quel che una pianta sa][https://www.einaudi.it/catalogo-libri/problemi-contemporanei/le-mangiatrici-di-luce-zoe-schlanger-9788806256692/ Le mangiatrici di luce. Il mondo invisibile dell'intelligenza delle piante][https://www.marsilioeditori.it/libri/scheda-libro/2971296/l-ordine-nascosto L'ordine nascosto]Musiche: [https://www.epidemicsound.com/ Epidemic Sound]Seguiteci sui profili social del CICAP:Facebook: https://www.facebook.com/@cicap.orgInstagram: https://www.instagram.com/cicap_it/Newsletter: https://eepurl.com/ihPeWL
No episódio de hoje do Autispod, recebemos Graciela Pignatari — bióloga, doutora e pós-doutora — para explicar de forma clara e acessível as diferenças entre Cariótipo, Microarray, Exoma e Genoma, e como cada um desses exames pode contribuir para entender a genética do autismo.Quando cada exame é indicado?O que eles realmente conseguem mostrar?Famílias precisam fazer todos?E como esses resultados influenciam o acompanhamento clínico?Um episódio essencial para quem busca compreender melhor a base genética do TEA e as ferramentas disponíveis hoje.
Los materiales son el tejido de nuestra civilización y marcan el límite de nuestras capacidades: desde el hormigón de nuestros edificios a los semiconductores que permiten la inteligencia artificial, pasando por los compuestos ligeros empleados en la exploración espacial. Tradicionalmente, su descubrimiento ha sido un proceso lento y laborioso, a menudo por puro azar. Pero desde hace unos años, es posible diseñarlos a la carta gracias a iniciativas como el "Materials Project", una especie de genoma de la materia. Hemos entrevistado a Paula Alvaredo, profesora de ciencia y tecnología de los materiales en la universidad Carlos III. Con José Manuel Torralba hemos conocido las características y normativas del acero y las soldaduras utilizados en la construcción de las líneas ferroviarias, y las principales amenazas que sufren. En EEUU, ya está todo preparado en el Centro Espacial Kennedy para el lanzamiento de la misión Artemisa II, la primera misión tripulada alrededor de la Luna. Jesús Martínez Frías nos ha explicado la importancia de nuestro satélite desde el punto de vista de los recursos y de la exploración espacial. Eva Rodríguez nos ha informado del mapa celeste más completo de la materia. Imágenes del telescopio James Webb han permitido reconstruir con un detalle sin precedentes el entramado invisible que sostiene la arquitectura del cosmos. Hemos informado del Premio BBVA Fronteras del Conocimiento en Tecnologías de la Información y la Comunicación para los ingenieros belgas Joan Daemen y Vincent Rijmen por diseñar el sistema criptográfico que protege la seguridad de dispositivos electrónicos y conexiones digitales en todo el mundo, y del estudio sobre Cultura Científica de la Fundación BBVA. Escuchar audio
Los materiales son el tejido de nuestra civilización y marcan el límite de nuestras capacidades: desde el hormigón de nuestros edificios a los semiconductores que permiten la inteligencia artificial, pasando por los compuestos ligeros empleados en la exploración espacial. Tradicionalmente, su descubrimiento ha sido un proceso lento y laborioso, a menudo por puro azar. Pero desde hace unos años, es posible diseñarlos a la carta gracias a iniciativas como el "Materials Project", una especie de genoma de la materia. Hemos entrevistado a Paula Alvaredo, profesora de ciencia y tecnología de los materiales en la universidad Carlos III. Con José Manuel Torralba hemos conocido las características y normativas del acero y las soldaduras utilizados en la construcción de las líneas ferroviarias, y las principales amenazas que sufren. En EEUU, ya está todo preparado en el Centro Espacial Kennedy para el lanzamiento de la misión Artemisa II, la primera misión tripulada alrededor de la Luna. Jesús Martínez Frías nos ha explicado la importancia de nuestro satélite desde el punto de vista de los recursos y de la exploración espacial. Eva Rodríguez nos ha informado del mapa celeste más completo de la materia. Imágenes del telescopio James Webb han permitido reconstruir con un detalle sin precedentes el entramado invisible que sostiene la arquitectura del cosmos. Hemos informado del Premio BBVA Fronteras del Conocimiento en Tecnologías de la Información y la Comunicación para los ingenieros belgas Joan Daemen y Vincent Rijmen por diseñar el sistema criptográfico que protege la seguridad de dispositivos electrónicos y conexiones digitales en todo el mundo, y del estudio sobre Cultura Científica de la Fundación BBVA. Escuchar audio
Neste episódio, a Isabel fala sobre o Projeto do Genoma Humano (PGH), um projeto que durou 13 anos e possibilitou perceber melhor como funciona o ADN. Um programa em que se discutem os avanços científicos que permitiram atingir o conhecimento atual sobre o genoma humano, fazendo algumas comparações interessantes com o genoma de outros seres vivos.
Leandro Karls, coordenador de base do Genoma Colorado, participou do programa Torcida Organizada e falou sobre a parceria do Genoma com as categorias de base do FC Santa Cruz.
Leandro Karls, coordenador de base do Genoma Colorado, participou do programa Torcida Organizada e falou sobre a parceria do Genoma com as categorias de base do FC Santa Cruz.
Os Imigrantes no Espiritismo e O Genoma do Povo Brasileiro M&R#31 Bruno Tavares e Cesar Perri
HEMOS ESCRITO UN LIBROSe titula: SI NO FUNCIONA, EVOLUCIONANos llena de ilusión poder enseñaros al fin el resultado de nuestro trabajoUn libro de divulgación que habla sobre la evolución y la genética de forma asequible y amenaDisponible aquí: https://amzn.to/4i9gDFtHola Polizones, aquí tenéis el siguiente episodio del podcast. Como siempre en "direcido" (en riguroso directo diferido)Esperamos que os gusteUn abrazoDónde encontrarnos:email: elcamarotededarwin@gmail.com Twitch: www.twitch.tv/laurafloresciencia Nuestra web: https://linktr.ee/camarotedarwin Twitter: https://twitter.com/CamaroteDarwin Bluesky: https://bsky.app/profile/camarotedarwin.bsky.socialTikTok: https://www.tiktok.com/@lauraflores.ciencia Ig: https://www.instagram.com/lauraflores.ciencia/ Discord: https://discord.gg/7YTpqRQP
Lo spazio dei curiosi di futuro:Di quali moderne tecnologie odierne rideranno gli uomini del 2050? In Italia il consumo di elettricità è influenzato dall'uso dell'AI generativa? Cosa sono i chip neuromorfici, ed a cosa servono? Esistono robot in grado di percepire calore, dolore e pressione? Cosa sono e come funzionano gli algoritmi di “age-progression”? A cosa serve il Synthetic Human Genome Project? Avete mai sentito parlare delle "climate visa"?https://the-future-of.it/
Il DNA: scoperta, struttura, definizione e funzione. Scopri cos'è il DNA, la molecola depositaria dell'informazione genetica alla base della trasmissione ereditaria dei caratteri.
Avanços em IA decifram os segredos do genoma para curar doenças, enquanto um projeto para criar DNA humano sintético desafia os limites da ciência e da ética, colocando a humanidade em uma encruzilhada entre a cura e o caos.
Investigadores da Universidade de Southampton, no Reino Unido, inscreveram todo o genoma humano num cristal de quarzto fundido que poderá ajudar a recuperar a espécie humana depois da extinção
En La Mesa de Científicos hablamos sobre biotecnología: Desde la insulina que millones de diabéticos utilizan cada día, hasta el supuesto lobo gris desextinguido del que hablamos hace algunas semanas. En esta ocasión abordamos algo que ya forma parte de nuestras vidas cotidianas, aunque muchas veces no lo sepamos. Algo que está en una vacuna, en un frasco de insulina o incluso en un vaso de yogur. Hablamos sobre biotecnología. Esta es una disciplina que está involucrada en una simple pero salvadora dosis de insulina que un diabético se aplica por día y que también permitió a científicos dar a luz un lobo cuyos genes fueron modificados con ADN extraído de un animal extinto hace 10.000 años. Suena a ciencia ficción, pero no lo es. Y tampoco es algo que esté lejos de Uruguay. Aquí se trabaja y muy en serio en avances vinculados a la biotecnología. En La Mesa de Científicos nos acompañan profesionales que han trabajado con temas vinculados a la biotecnología: -Agustín Correa, uno de los creadores de la vacuna contra la garrapata que alcanzó un 90% de éxito en sus pruebas y genera altas esperanzas en el sector agropecuario. - Sabina Vidal, trabaja en biología molecular de plantas, con énfasis en el estudio de las respuestas de resistencia al estrés ambiental en plantas modelo y cultivos. Para ello emplea tecnologías de edición génica y transgénesis. - Susana Castro Sowinski, trabaja en el uso del material genético microbiano de origen antártico para el desarrollo de productos biotecnológicos. - Nuestro coordinador de La Mesa: Héctor Musto, doctor en Ciencias Biológicas, exdocente del Laboratorio de Organización y Evolución del Genoma de la Facultad de Ciencias, especializado en la genómica evolutiva.
El catedrático de Bioquímica y Biología Molecular en la Universidad de Oviedo Carlos López-Otín es entrevistado por Ramón González Férriz en una nueva sesión de Memorias de la Fundación, cuyos protagonistas son destacadas personalidades provenientes de diferentes ámbitos de la cultura que fueron destinatarios de becas o ayudas de la Fundación Juan March. Fue merecedor de una beca de investigación de la Fundación Juan March en 1988 con la que presentó la memoria titulada Microsecuenciación de proteínas: aplicación al estudio de proteínas implicadas en demencia senil y enfermedades relacionadas. Es miembro de la Academia Europea y de la Real Academia de Ciencias de España. Ha publicado más de trescientos artículos en prestigiosas revistas internacionales, y también desarrolla una destacada labor como ensayista, con libros como La vida en cuatro letras, El sueño del tiempo, con Guido Kroemer, y Egoístas, inmortales y viajeras. Su título más reciente es La levedad de las libélulas (2024).Más información de este acto
En este episodio de Vidas en red, reflexiono sobre cómo los avances en inteligencia artificial están remodelando el mundo en tiempo real y cómo nosotros, esta generación, seremos los protagonistas y testigos de este cambio sin precedentes. Hablamos de:Nuevos materiales descubiertos por algoritmos de IA que podrían revolucionar industrias enteras.China alcanzando la independencia tecnológica con desarrollos como su propio superordenador... ¡en el espacio!La inserción de un gen completo en el ADN, un salto gigantesco en biotecnología impulsado por sistemas de inteligencia artificial.Todo esto no es ciencia ficción: está ocurriendo ahora, y sus consecuencias nos afectarán profundamente. Este episodio es una llamada a la conciencia y a la adaptación en una era donde la tecnología avanza más rápido que nunca.Telegram Isla difusión: https://t.me/+M46yiWO_BJU2NzkyCárcel Planetaria: https://www.youtube.com/@carcelplanetariaSuscríbete a mi podcast: https://www.spreaker.com/user/vidasenredMi canal en Odysee: https://odysee.com/@vidasenred:8En Pocket Cast: https://pca.st/podcast/38707740-c7a5-012f-7f6b-723c91aeae46Tiktok: https://www.tiktok.com/@juliomm1 Consigue mis libros:https://www.amazon.es/dp/179311627Xhttps://amzn.to/3odqWv7 ¿Cómo apoyar Vidas en red?https://www.paypal.com/paypalme/VidasenredPaypal: juliommd@hotmail.comAmazon: Enviar cheque regalo a vidasenred@gmail.comCriptomonedas (Bitcoin): MW4T2qAAtaubxA7aUhAv4aozy5sQyUHQYiWaylet: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.mdf.repsol&hl=es&gl=USCódigo Waylet: 4v2v2232Nuevo libro "El año de la pandemia": https://amzn.to/3odqWv7Binance: https://www.binance.com/es/register?ref=77498333Amazon ofertas: https://www.amazon.es/shop/converso72?listId=39CGPOD9CMLX1
STtalks no ar! Neste episódio, você vai conhecer a história de sucesso da produção leiteira da Fazenda Buritis, de Lagoa Prata, em Minas Gerais. Para contar tudo sobre seus resultados excepcionais obtidos com a implementação do programa genômico no gado Jersey, recebemos o criador e proprietário da Fazenda Buritis, Lucas Fonseca e o Gerente Técnico da STgenetics Brasil em Minas Gerais, Rodrigo Alves.00:00 Introdução e Apresentação dos Convidados00:49 História da Fazenda Buritis01:53 Importância do Melhoramento Genético03:25 Desafios e Estratégias na Pecuária Leiteira06:12 Parceria com a STgenetics®07:29 Futuro da Fazenda Buritis13:33 Considerações Finais e Agradecimentos
En entrevista con Ana Francisca Vega para MVS Noticias, en México, la Dra. Daniela Robles Espinoza investiga las claves genéticas de los “cánceres latinos” para representar mejor a pacientes de nuestra región.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Manejo traz solução para fungo que foi pivô de um dos piores desastres agronômicos do mundo
El actor oscense Rafa Maza, o su alter ego, Fabiolo, regresa estas fiestas del Pilar al Teatro de las Esquinas del 8 al 20 de octubre, y lo hace con “El genoma del pavo”
Comenzamos la segunda hora de Poniendo las Calles y lo hacemos con una historia muy inspiradora. Y también hablamos de genética y de lo que esconde tanto la medicina personalizada como lo que nos permite hacer la Tecnología CRISPR-Cas9 de la mano de Sergio Parra, el coordinador de Genoma.
Tanto los descubrimientos científicos como las enseñanzas de la Biblia nos muestran que no debemos usar la raza o la nacionalidad para dividirnos de los demás.
Al ritmo actual de extinción, la mayoría de las especies desaparecerán antes de que podamos describirlas. El consorcio del Atlas Europeo de Genomas de Referencia puso en macha en 2022 un proyecto para comprender la biodiversidad, monitorear sus cambios y determinar cómo frenar su disminución mediante el uso de la ciencia genómica. Dos años después, ha sentado las bases metodológicas y colaborativas para llevarlo a cabo y ha publicado los genomas de referencia de alta calidad de 98 especies europeas. Hemos entrevistado a Ana Riesgo, investigadora en el Museo Nacional de Ciencias Naturales (CSIC) y una de las coordinadoras del proyecto en España. Alba Calejero nos ha informado de la presentación de un nuevo catálogo de distancias cósmicas para desvelar los misterios de la formación del universo, con testimonios de David Navarro y Pablo Renard, del Instituto de Ciencias del Espacio (CSIC). En 1783 los hermanos Elhuyar descubrieron el wolframio. Aunque su símbolo es la W, la IUPAC lo denomina tungsteno, algo con lo que no están de acuerdo muchos científicos españoles que, como nos ha contado José Manuel Torralba, reclaman que se adopte su denominación original. En el Año Cajal, José Luis Trejo nos ha hablado de un corto producido por el CSIC y la FECYT sobre los “Cuentos de vacaciones” escritos por nuestro premio Nobel, relatos con finalidad pedagógica sobre el progreso científico en los que siempre están presentes el microscopio y la microbiología. Con Javier Ablanque y su máquina del tiempo hemos viajado al Londres de 1930 para conocer a los golpeadores de ventanas, encargados de despertar a los vecinos disparando guisantes o garbanzos a los cristales, y conocer la física de la cerbatana. En nuestros "Destinos con ciencia", nuestra compañera Esther García nos lleva de viaje al Reino Unido para conocer los lugares donde se gestó el descubrimiento de la doble hélice de ADN. Escuchar audio
¿Cómo sería si pudiéramos ganar años al cáncer, la diabetes o la obesidad? El proyecto oriGen de investigación, liderado por el Tec, busca una respuesta en tus genes. Un Podcast de Tec Sounds Podcasts.
En este episodio entrevistamos a Viridiana Tejada, profesora-investigadora en el Bio-Foods lab de la escuela de Ingeniería y Ciencias del Tec de Monterrey Campus Querétaro, Tomás García- Cayuela, profesor investigador del Tec de Monterrey Campus Guadalajara y a Andrea Zepeda egresada del Tec de Monterrey. Los millones de microorganismos que nos habitan tienen un papel fundamental en nuestra salud. Y no nos referimos solo del aspecto digestivo. La microbiota se relaciona, incluso, con padecimientos como la depresión y la diabetes. En este episodio te explicamos cómo funciona y cómo puedes protegerla. Un Podcast de Tec Sounds Podcasts. ¿Te interesa la ciencia y la investigación? Visita nuestra plataforma TecScience.tec.mx Suscríbete a nuestro newsletter semanal aquí https://tecscience.tec.mx/es/subscribe/
Salmos 119:73 " Tus manos me hicieron y me formaron; hazme entender y aprenderé tus mandamientos”. To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29
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Prepare-se para ser completamente envolvido, cativado e mergulhar nas profundezas do Reino de Deus com este podcast imperdível de Juanribe Pagliarin.
¡Resistencia! Nuestra landing page está en https://nonocast.com, desde ahí hay acceso a todo. ¡Pero tiene buen corazón! Esta semana: • Saúl nos platica que los desastres naturales no existen • Político SurCoreano culpa a las mujeres por la epidemia de suicidios • Linksys manda passwords en texto plano • Dos cybertrucks seguidos sin servir • Genoma completo de Mamut
Si desplegáramos sus cromosomas, el genoma humano se extendería a lo largo de dos metros; el del Tmesipteris oblanceolata, un tipo de helecho que crece en Nueva Caledonia, ocuparía al menos cien. Jaume Pellicer investiga en el Instituto Botánico de Barcelona los genomas gigantes y las desventajas biológicas de tener uno.
2024.04.13-3 O 1o Suíno com Genoma Editado do Brasil, com Dra. Maria Lúcia Zaidan, da CTNBio by Ricardo Arioli Silva
En la segunda conferencia del ciclo “Celtas. Un pueblo de hierro”, el director del Museo de Ciencias Naturales de Barcelona e investigador del CSIC Carles Lalueza-Fox analiza cómo, en estudios recientes, se ha podido constatar el impacto genético de migraciones asociadas a la agricultura y a la Edad de Bronce en la península ibérica, a partir de estudios recientes de secuenciación genómica donde se han detectado cambios en individuos del norte de los Pirineos antes de la llegada de los romanos.Más información de este acto
Fabiolo está feliz porque ha secuenciado su genoma y con él ha descubierto las bases moleculares de la felicidad, es decir: ha secuenciado el genoma del pavo. Y esto da título al nuevo show que Rafa Maza estrena este sábado en el Teatro de las Esquinas de Zaragoza.
Uno de los descubrimientos más sorprendentes en los últimos años es que apenas el 2 por ciento de nuestro genoma codifica proteínas. Del resto apenas se tenía idea de cuál sería su función. Ahora sabemos que su papel es fundamental en la regulación de los genes y según una investigación que se acaba de publicar en la prestigiosa revista Nature, en esa cantidad ingente de ADN podría estar el secreto de muchas enfermedades humanas y de nuestros rasgos biológicos. Hemos entrevistado a Tomàs Marquès Bonet, investigador ICREA, director del grupo de Genómica comparativa en el Instituto de Biología Evolutiva (CSIC-UPF) y uno de los autores de este estudio. Con Lluís Montoliu hemos analizado el último informe COSCE sobre experimentación con animales, que revela un aumento de la transparencia por parte de las instituciones que los emplean. Adeline Marcos nos ha informado del proyecto OPENS del Centro de Astrobiología, que ha logrado una ayuda Consolidator de dos millones de euros del Consejo Europeo de Investigación para buscar moléculas relevantes para el origen de la vida en el espacio. Con testimonios de Izaskun Jiménez-Serra. José Antonio López Guerrero nos ha informado de dos recientes investigaciones sobre dos secuelas de la COVID persistente: la anosmia o pérdida de olfato, y la “niebla mental” que sufren muchos pacientes. Se conocen más de 4.000 minerales distintos en nuestro planeta y el hallazgo de uno nuevo siempre es un acontecimiento científico. Con Jesús Martínez Frías hemos analizado como es la niobobaotita, descubierta en China. El papel de la universidad se basa en tres pilares: educación, investigación y transferencia de conocimientos y resultados a la sociedad. El Aula Cultural de Divulgación Científica de la Universidad canaria de La Laguna, en Tenerife, cumple 20 años y nuestra compañera Esther García ha hablado con sus responsables.Escuchar audio
TLM - Menos del 2% de los 3.000 millones de letras del genoma humano están dedicadas a las proteínas. Al 98% restante se le ha llamado "materia genómica oscura" y su presencia y funciones han sido un misterio sobre el que apenas se empieza a arrojar algo de luz. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
a tertulia semanal en la que repasamos las últimas noticias de la actualidad científica. En el episodio de hoy:Cara A:-Rectificación sobre astroturismo en Málaga: AstroLab (5:00)-Proyecto de ciencia ciudadana para observar la ocultación de Betelgeuse (15:00)-Telescope Array observa un protón con unos 250 exaelectrónvoltios (31:00)Este episodio continúa en la Cara B. Contertulios: Alberto Aparici, Francis Villatoro, Héctor Socas. Imagen de portada realizada con Midjourney. Todos los comentarios vertidos durante la tertulia representan únicamente la opinión de quien los hace... y a veces ni eso Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
La tertulia semanal en la que repasamos las últimas noticias de la actualidad científica. En el episodio de hoy:Cara B:-Proteínas intrínsecamente desordenadas y la cantidad de agua “libre” dentro de una célula (14:00)-Planeta 9, ¿existe o no? (46:00)-El genoma visualizable (1:34:00)-Señales de los oyentes (1:34:00)Este episodio es continuación de la Cara A.Contertulios: Alberto Aparici, Gastón Giribet, Héctor Socas. Imagen de portada realizada con Midjourney. Todos los comentarios vertidos durante la tertulia representan únicamente la opinión de quien los hace... y a veces ni eso Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
¡Vótame en los Premios iVoox 2023! La eugenesia, teoría controvertida y polémica, busca mejorar la raza humana a través de la selección genética. En su historia, tuvo graves abusos en nombre de la "mejora racial", como el Holocausto nazi. Hoy, avances en genética reavivan debates éticos: ¿Será posible erradicar enfermedades o crear "superhumanos" sin caer en discriminación genética? Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Daniel Uribe es un joven emprendedor que se da cuenta de que, mediante el uso de nuevas tecnologías, puede cambiar al mundo. Estudio Ingeniería Electrónica en la Universidad Iberoamericana, además de un MBA en el IPADE y diversos cursos de posgrado en Emprendimiento, Data, Blockchain, etc. Inicia su carrera profesional en grandes corporativos como SUN Microsystems, Oracle, Ericsson, para en el 2015 lanzarse con diversos emprendimientos.Hoy es CEO y Fundador de GenoBank.io, una empresa enfocada en pruebas genéticas y de atención médica que preservan la privacidad. Daniel se motivó a comenzar GenoBank.io en 2017, cuando su hijo fue diagnosticado con un trastorno genético raro. Se alarmó por la falta de seguridad y transparencia en el manejo del ADN de los usuarios en los kits de ADN caseros y decidió abordar este problema creando BioNFTs en 2018.Su misión con GenoBank.io va más allá de crear un negocio sostenible de tecnología legal; es proporcionar a la humanidad acceso y control sobre su propio ADN mientras interactúa con IA generativas como ChatGPT (GenoVerse.io).Además de su trabajo, Daniel disfruta pasar tiempo con su familia, jugar videojuegos, hacer senderismo y tiene una profunda fascinación por la biología, la tecnología blockchain, los derechos humanos en la medicina de precisión y el potencial de proteger la privacidad de los usuarios mientras se explora la revolución genómica mediante redes descentralizadas.Recuerda que ahora puedes escuchar Cuentos Corporativos en vivo. Estamos en RADIOMEX los martes y jueves a las 8 pm de la CDMX.Síguenos en:www.cuentoscorporativos.com Newsletter. Escribe una ReseñaEncuesta Audiencia Nuestras redes sociales:Facebook Instagram. LinkedinTwitter Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
En el proyecto Zoonomia colaboran científicos de varios países que estudian el genoma de 240 especies de mamíferos que aportan información clave sobre algunas enfermedades como David Juan Sopeña del institut de Biología Evolutiva del CSIC y de la Universitat Pompeu Fabra.
Descifran el genoma de Beethoven ¿Qué se descubrió?
Descifran el genoma de Beethoven ¿Qué se descubrió?
Gina Jaramillo
La tertulia semanal en la que repasamos las últimas noticias de la actualidad científica. En el episodio de hoy: Tertulia sobre la ciencia del JWST (min 7:30); La función de onda en cuántica (1:26:00); ¿Un nuevo emperador romano? (1:40:30); Estado actual del proyecto de supertelescopio TMT (2:13:50); ¿Es más largo el genoma vegetal que el animal? (2:34:20). Portada generada con DALL.E 2. Todos los comentarios vertidos durante la tertulia representan únicamente la opinión de quien los hace... y a veces ni eso. CB:SyR es una actividad del Museo de la Ciencia y el Cosmos de Tenerife. Museos de Tenerife apoya el valor científico y divulgativo de CB:SyR sin asumir como propios los comentarios de los participantes.