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Oxigênio
#222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

Arauto Repórter UNISC
ARAUTO REPÓRTER UNISC 7 de Julho de 2026

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 18:38


No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Museu da Colonização Alemã pode substituir projeto do Museu do Tabaco em Santa Cruz* Corsan promove roda de conversa com moradores do Centro de Santa Cruz.* Aberta licitação para obra que promete desafogar trânsito na ERS-409* Em destaque na segurança pública da região: Motociclista morre em acidente na ERS-409, em Santa Cruz; e Dois carros pegam fogo após grave acidente com morte em Rio Pardo

Assunto Nosso
ARAUTO REPÓRTER UNISC 7 de Julho de 2026

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 18:38


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História Pirata
História de Bolso dos EUA # 5 - A Colonização da Nova Inglaterra e a Moral Puritana

História Pirata

Play Episode Listen Later May 10, 2026 23:04


Faaaaala Pirataria! Já está no mar o nosso novo episódio da Série "A História de Bolso dos Estados Unidos" um projeto em parceria com o Professor Marcos Sorrilha. Hoje vamos falar da colonização da Nova Inglaterra. Dentro da mitologia de fundação dos EUA, esse é um território que que costuma ser lembrado como berço da liberdade religiosa nos Estados Unidos. Mas essa imagem resiste à realidade? Neste episódio, exploramos as contradições por trás dos puritanos: entre fé, controle social, perseguições e os famosos julgamentos das Bruxas de Salém. Uma história muito mais complexa (e perturbadora) do que os mitos sugerem. Confira!

História Pirata
Historia de Bolso dos EUA #3 - Inglaterra: da crise interna à colonização da América

História Pirata

Play Episode Listen Later Apr 12, 2026 19:57


Fala Pirataria! Já está no mar mais um episódio da História de Bolso dos EUA, um projeto encabeçado pelo Prof. Marcos Sorrilha em colaboração com o História Pirata. Neste episódio, vamos entender por que a Inglaterra demorou tanto para entrar na corrida colonial e como crises internas, disputas religiosas, conflitos na Irlanda e transformações econômicas moldaram o caminho inglês rumo à América. Também exploramos as tentativas fracassadas de colonização, como a misteriosa colônia de Roanoke, até chegarmos ao surgimento de Jamestown, em 1607, o primeiro assentamento inglês permanente na América do Norte. Prepare-se para entender como improviso, rivalidade imperial e interesses econômicos deram forma ao projeto colonial inglês. Confira! Quem quiser saber mais sobre a história dos EUA compre o livro: As Origens dos Estados Unidos da América https://amzn.to/4taRPlS

Conversas para um mundo em espera
Caio Zero - Desenhar no vento, os tentáculos da colonização e as histórias do meu bairro

Conversas para um mundo em espera

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 46:03


No episódio de hoje, em pleno abril de 2026, eu converso com o Quadrinista, Escritor, Ilustrador de livros infanto-juvenis Caio Zero (@caiozeros). Caio é também arte-educador e autor de livros como Rumi, Aqui e Aqui e Maior Museu do Mundo. Resolvi voltar com este podcast que eu tanto amava fazer, aproveitando o gancho da Feira Literária que estou organizando e que vai acontecer entre 28 e 31 de maio de 2026, em parceria com a livraria Belle Époque, no Méier. A Feira chama Tertúlia e vocês podem acompanhar a programação através do perfil @interludica. Dessa maneira volto a este cantinho gostoso e divulgo um pouco dos temas e convidados do evento.As músicas usadas neste episódios foram:Grumpalo, da banda High Horses e Monder, de Pacha Faro, ambos do site Blue Dot Sessions.

História Pirata
Historia de Bolso dos EUA #2 - A colonização dos Estados Unidos antes dos Ingleses

História Pirata

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 18:29


Fala Pirataria! Já está no mar nosso segundo episódio da História de Bolso dos EUA, um projeto encabeçado pelo Prof. Marcos Sorrilha em colaboração com o História Pirata. No segundo episódio dessa série, veremos um pouco mais sobre a colonização da América do Norte antes da chegada dos ingleses. Quais as relações estabelecidas com os nativos da região e quais os impactos dessa presença para o futuro dos EUA? Confira!

Superior Tribunal de Justiça
Súmulas & Repetitivos: Tema 1.390

Superior Tribunal de Justiça

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 2:34


A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o limite de 20 salários mínimos previsto na Lei 6.950/1981 não se aplica à base de cálculo das contribuições parafiscais destinadas a terceiros, como os serviços sociais autônomos.Essa decisão foi tomada em julgamento realizado sob o rito dos recursos repetitivos, Tema 1.390. Isso significa que ela vai servir de base para os demais tribunais do país, quando julgarem casos semelhantes. A tese firmada alcança o salário-educação e contribuições destinadas a entidades como Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Social do Transporte (Sest), Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Fundo Aeroviário (Faer), Diretoria de Portos e Costas (DPC) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).O colegiado destacou que, em 2024, no julgamento do Tema 1.079, já havia definido que o teto não incide sobre as contribuições ao Senai, Sesi, Sesc e Senac, após a entrada em vigor do Decreto-Lei 2.318/1986.A relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, explicou que, no caso do salário-educação, do Senar e do Sescoop, a própria legislação específica e a Constituição já estabelecem a base de cálculo, afastando a aplicação do limite.Quanto às demais entidades, a ministra afirmou que algumas contribuições possuem a mesma base de cálculo das destinadas ao Sesi, Senai e Sesc, seja por destinação diversa, seja por incidirem como adicional sobre essa base, o que igualmente afasta o teto.A Primeira Seção também decidiu não modular os efeitos da decisão. Segundo a relatora, não havia jurisprudência consolidada favorável aos contribuintes que justificasse a medida excepcional.

Mediterráneo
Mediterráneo - El Ailanthus Altíssima o el árbol que coloniza Palestina - 14/12/25

Mediterráneo

Play Episode Listen Later Dec 14, 2025 59:47


Los árboles pueden usarse como elemento de colonización y dominación de una tierra. Pasó durante la dictatura franquista con pinos y eucaliptus y pasa desde primeros del siglo pasado con la dominación sionista de Palestina. La reforestación con Ailanthus, también conocido como árbol del cielo o árbol de los dioses, se desarrolló a través de un plan premeditado de la Jewish National Foundation JNF con el objetivo de administrar tierras en Palestina para el pueblo judío. Nos lo cuenta la escritora, investigadora y activista Ailo Ribas coautora junto a Areej Ashhab del libro "El árbol de nadie, de rápido crecimiento, maloliente y escapado, amoroso, rompe muros, autoclonante y diferente a lo natural". Reunimos a Ailo junto al también investigador y experto en vegetación con mirada social Christian Alonso en el Jardín Botánico de Lleida, Arboretum, al que nos invita su director Alejandro Juárez. Él nos cuenta de los primeros objetivos israelís para destruir el banco de semillas palestino donde se guardaba buena parte de la información vegetal de su cultura. Mientras hablamos de plantas migrantes, gracias a la exposición que se puede ver actualmente en el Botánico, con ilustraciones de la artista y jardinera Vicky Benítez, escuchamos la música de: OUMEIMA EL KHALIL; XAVI SARRIA+ SHALMA ALHAKIM- Hayat;AMIRA KHEIR - Habibi Ta’al; MOMI MAIGA- Kairo; ESMER- Sal Çu; LASTA SANCO- Allez; KOERS- Despertem el Món; SOAP KILLS- Galbi. Escuchar audio

Colunistas Eldorado Estadão
Mulheres Reais #175 Mulheres à frente da ciência revelam marcas da colonização no DNA brasileiro

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 20:02


Liderar um dos maiores estudos genéticos já realizados no país não é tarefa simples — ainda mais sendo mulher em um campo historicamente dominado por homens. A professora Lygia da Veiga Pereira, titular de Genética Humana da USP e coordenadora do projeto DNA do Brasil, falou sobre o desafio de comandar a pesquisa que decifrou parte da formação biológica do povo brasileiro, e as marcas deixadas no genoma pela desigualdade racial e de gênero desde o período colonial. O estudo, que já sequenciou o genoma de quase 3 mil brasileiros, revelou que 75% dos cromossomos Y (herança paterna) são de origem europeia, enquanto o DNA mitocondrial (herança materna) está dividido quase igualmente entre ancestralidades africana, indígena e europeia. “O que o DNA mostra é que mais homens europeus tiveram oportunidades de ‘cruzamento’ com mulheres das outras ancestralidades”, explicou Lígia. “Isso reflete a dominação colonial e as violências sofridas por mulheres africanas e indígenas.” Para a pesquisadora, esses dados transformam o DNA em testemunha histórica. “As marcas da colonização estão escritas no nosso corpo. São cicatrizes biológicas que revelam o quanto a formação do Brasil foi assimétrica e violenta”, afirmou. Além de reconstituir o passado, o projeto tem impacto direto na medicina do futuro. O banco genético brasileiro permitirá desenvolver estratégias de saúde pública mais precisas, especialmente para doenças com forte componente hereditário, como o câncer de mama. Ao longo da conversa com as jornalistas Luciana Garbin e Carolina Ercolin, Lígia também falou sobre o papel das mulheres na ciência. “Temos cada vez mais mulheres pesquisadoras, mas ainda poucas em cargos de liderança. O desafio maior é conciliar carreira e maternidade — a sociedade precisa ser mais tolerante com esse período, porque ele é essencial para todos nós.” O podcast Mulheres Reais está disponível semanalmente em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resposta Pronta
Chega. "Angola desculpa-se com a colonização"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 10:53


Diogo Pacheco de Amorim diz que a colonização foi positiva para Angola. O deputado do Chega entende que João Lourenço foi "deselegante" com Portugal e que Marcelo devia ter regressado imediatamente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Dono da Verdade
Ep.1088 | Harmonia entre Nativo e Colonização

O Dono da Verdade

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 51:44


Aconteceu no RS
A expansão da colonização italiana no Brasil

Aconteceu no RS

Play Episode Listen Later Jun 23, 2025 36:56


Depois das colônias na Serra e na Região Central, imigrantes italianos e seus descendentes ocuparam outras áreas do Rio Grande do Sul. Em busca de novas terras, ao longo do século 20, avançaram pelo Brasil, até a Amazônia. No último episódio da temporada do Aconteceu no RS, o historiador e professor Cesar Augusto Prezzi relata o processo contínuo da colonização italiana.

Aconteceu no RS
A história da maior cidade da colonização italiana no RS

Aconteceu no RS

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 34:09


Com quase 500 mil moradores, Caxias do Sul é hoje a segunda maior cidade do Rio Grande do Sul. Sua origem remonta à Colônia Fundos de Nova Palmira, criada em 1875 para acolher imigrantes italianos em um território antes habitado por povos indígenas e percorrido por tropeiros. Neste episódio do Aconteceu no RS, a socióloga e doutora em História Vania Herédia resgata o processo de formação e emancipação da cidade que se tornou o maior símbolo da colonização italiana no Estado e um dos principais polos industriais da Serra Gaúcha.

La Trinchera de Llamas
La Trinchera de Llamas del 24/05/2025 - Sánchez no gobierna, coloniza el Estado

La Trinchera de Llamas

Play Episode Listen Later May 24, 2025 177:49


La Trinchera aborda el deterioro institucional de Sánchez, el próximo congreso del PP o la regularización masiva de ilegales que pretende el PSOE

CBN Vitória - Entrevistas
'Vila Velha estará entre as mais arborizadas no país em quatro anos', diz Arnaldinho Borgo

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later May 22, 2025 27:02


Vila Velha comemora 490 anos nesta sexta-feira (23), data que marca o início da Colonização do Solo Espírito-Santense. Em entrevista à CBN Vitória, o prefeito da cidade, Arnaldinho Borgo, aponta os desafios, projetos e pontos prioritários para o desenvolvimento do município nos próximos anos. A população estimada de Vila Velha (ES) em 2024 é de 502.899 habitantes. A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) coloca Vila Velha como o segundo município mais populoso do estado. Entre os desafios apontados pelo prefeito estão a universalização do tratamento de esgoto e a melhoria do clima com o plantio de árvores. "Até o final de 2026, dezembro, vamos ter todas as redes interligadas à rede de esgoto na cidade". Esta é uma das promessas do prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (sem partido), para o desenvolvimento da cidade nos próximos anos. Outro anúncio feito pelo prefeito é sobre a criação de uma plataforma de georrefereciamento para a identificação de árvores na cidade. 

Paracatu Rural - Jornal do agronegócio
Deputados aprovam mudança para regularização fundiária em imóveis do Incra

Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

Play Episode Listen Later Apr 29, 2025 7:50


A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que acaba com a exigência de georreferenciamento para a regularização fundiária de lotes em assentamentos demarcados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O texto altera a Lei 11.952/09, que trata da regularização fundiária de imóveis da União. Entre outros pontos, a lei exige que a regularização seja precedida de memorial descritivo com as coordenadas dos limites do lote ocupado.

Aconteceu no RS
Como foi a colonização italiana na Quarta Colônia

Aconteceu no RS

Play Episode Listen Later Apr 21, 2025 33:08


Depois da formação de colônias na Serra, o Império do Brasil e o governo da província promoveram a ocupação de terras por italianos na região central do Rio Grande do Sul. No terceiro episódio da temporada do programa Aconteceu no RS, a historiadora e professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Maria Medianeira Padoin, conta a história da colonização na Quarta Colônia.

Regras do Jogo - Holodeck
Regras do Jogo #227 – A indústria de videogames não existe, de Brendan Keogh

Regras do Jogo - Holodeck

Play Episode Listen Later Mar 13, 2025 76:42


Neste episódio, recebemos novamente Felipe Pepe, autor e organizador de The CRPG Book: A Guide to Computer Role-Playing Games, que voltou a nossa mesa virtual para conversar sobre o livro de Brendan Keogh, The Videogame Industry Does Not Exist: Why We Should Think Beyond Commercial Game Production. Neste livro, o autor descreve a precária realidade da produção de videogames e porque devemos buscar uma nova alternativa. "A indústria de videogames, somos invariavelmente informados, é um negócio multibilionário de alta tecnologia conduzido por grandes corporações na América do Norte, Europa e Leste Asiático. Mas, na realidade, a maioria dos videogames hoje é feita por pequenos grupos de pessoas trabalhando com orçamentos apertados, confiando em plataformas de software existentes e disponíveis gratuitamente e esperando, muitas vezes em vão, chegar ao estrelato — em suma, pessoas trabalhando como artistas. Visando diretamente essa desconexão entre percepção e realidade, The Videogame Industry Does Not Exist apresenta uma imagem mais precisa e matizada de como a vasta maioria dos fabricantes de videogames trabalha." Leia também A Colonização da História dos Video Games, artigo do Felipe que foi citado durante o episódio e ouça sua última participação no Regras do Jogo #204 – CRPGs, imprensa de games e o Sul Global. Ajude a financiar o Holodeck Design no Apoia.se e Orelo.cc ou fazendo doações pelo PicPay. Siga o Holodeck Design no Twitter, Facebook, Instagram e TikTok e entre no grupo para ouvintes do Telegram! Nossos episódios são gravados ao vivo em nosso canal na Twitch e YouTube, faça parte também da conversa. Participantes Fernando Henrique Anderson do Patrocínio Felipe Pepe Cupons de Desconto regrasdojogo – 10% Descontos em todas as camisas da Veste Esquerda. Músicas: Persona 5 – Beneath The Mask lofi chill remix

Convidado
"As reparações que a União Africana quer têm a ver com o reconhecimento histórico da colonização"

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 11, 2025 14:58


A 38ª Cimeira dos chefes de Estados e Governo da União Africana começa esta semana e tem como mote as reparações devidas ao continente africano após séculos de exploração, primeiro através do tráfico de escravos e depois através das matérias-primas, englobando ainda os actuais movimentos de migração que alimentam as necessidades de mão-de-obra em muitos países ocidentais. A Cimeira da União Africana que começa esta semana em Adis Abeba, na Etiópia, intitula-se "Justiça para os africanos e afrodescendentes através das reparações", mas em entrevista à RFI, Odair Varela, professor de Relações Internacionais e investigador na Universidade de Cabo Verde, explicou que mais do que uma compensação financeira ou devolução de obras de arte, os países africanos procuram reparações históricas não só para a sua afirmação no Mundo, mas sobretudo para se olharem a si próprios de outra forma e criarem a sua própria agenda política internacional."Eu olho para a questão das reparações mais para dentro, não para fora. Ou seja, no fundo, é um incentivo para o conhecimento da nossa própria história. O resultado dessa discussão e dessa iniciativa pode ser o reforço da necessidade de se olhar para dentro, para a própria história, a história africana contada pelos africanos. Não se pode ter uma visão essencialista de África, mas o ponto de vista tem de se alterar porque até agora é uma história contada pelo colonizador. No fundo, tem sido uma historiografia eurocêntrica. Quando se discute a questão das continuidades coloniais, das causas do colonialismo e dos reflexos, vai-se olhar para outras histórias, histórias pré coloniais, histórias coloniais, histórias actuais. E com isso vão-se definindo as prioridades. Do meu ponto de vista, isso vai levar a uma simples conclusão o africano não precisa de nenhum tostão de reparações financeiras, basta saber utilizar os recursos que tem", explicou o académico.Entre as reparações que serão discutidas esta semana estão a restituição de terras, a preservação cultural, a responsabilidade internacional, mas para Odair Varela o mais importante é o reconhecimento histórico do período colonial e como isso influencia tanto as ex-colónias como os países colonizadores."Esse combate não se deve restringir somente as ex-colónias, também aos colonizadores para mudar a mentalidade colonial. Por isso, era importante haver reconhecimento do contributo de quem foi levado para as colónias para trabalho escravizado e depois também a nível do trabalho forçado que contribuíram para a construção do que Portugal é actualmente. [...]No caso verdiano, a reparação ou restituição vai em linha com os combates da actualidade, com as discussões que têm sido um pouco enviesadas, do meu ponto de vista, com a agenda da extrema-direita em que, por exemplo, nós temos a extrema direita europeia e em Portugal também, que quer olhar para o fenómeno colonial como sendo um fenómeno que não teve por detrás uma economia política de exploração. [...] Acaba por ignorar os próprios traumas que os portugueses sofreram também com o período colonial, inclusive no período colonial fascismo", explicou o professor universitário.O reconhecimento por parte das potências colonizadoras do que se passou nos últimos séculos em diferentes países africanos servirá também para esses Estados olharem de forma diferente para as suas potencialidades e traçarem o seu futuro através do multilateralismo, tendo como agregador político a União Africana."O continente africano, agora cada vez mais, não tem que esperar pela iniciativa de outros continentes, de outros players, mas sim ter a sua própria agenda e avançar. Considero feliz a iniciativa africana de assumir essa agenda das ditas reparações. Também isso incentiva as outras comunidades sub-regionais a delinearem a sua própria agenda. Este continente, que é o futuro da humanidade, é a reserva demográfica do mundo,  tem que assumir a sua posição", concluiu.

História em Meia Hora
Projeto de Branqueamento do Brasil

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Feb 8, 2025 32:43


Houve um período onde a civilização branca europeia era sinônimo de evolução e alguns países, como o nosso, tentaram branquear toda a nação. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi o Projeto de Branqueamento do Brasil. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Conheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos! https://www.youtube.com/@profvitorsoares Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV: https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4ok Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://a.co/d/47ogz6Q Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: - BENTO, Maria Aparecida Bento (Cida Bento). Branqueamento e branquitude no Brasil. São Paulo, CEERT, 2002..pdf - SAMIS, Alexandre. Estrangeiros indesejáveis. In: QUE REPÚBLICA é essa?, 2019. - SEYFERTH, Giralda. Colonização, imigração e a questão racial no Brasil. Revista USP, São Paulo, n. 53, p. 117-149, mar./maio 2002. - SEYFERTH, Giralda. Construindo a nação: hierarquias sociais e o papel do racismo na política de imigração e colonização. In: MAIO, Marcos Chor; SANTOS, Ricardo Ventura (org.). Raça, ciência e sociedade. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; CCBB, 1996. - RIBEIRO, Gladys Sabina. Cidadania e luta por direitos na Primeira República: analisando os processos da Justiça Federal e do Supremo Tribunal Federal. Tempo, Niterói, v. 13, n. 26, p. 101-117, 2009.

La Trinchera de Llamas
La Trinchera de Llamas del 19/01/2025 - Sánchez coloniza las instituciones públicas y las empresas privadas

La Trinchera de Llamas

Play Episode Listen Later Jan 19, 2025 176:37


Ya disponible el programa completo con especial atención al asalto a Telefónica por parte del Gobierno y la imputación de García Ortiz

Paracatu Rural - Jornal do agronegócio
Agricultores familiares receberão incentivo para combater o desmatamento

Paracatu Rural - Jornal do agronegócio

Play Episode Listen Later Nov 10, 2024 7:53


Os Ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) junto com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançaram um pacote de medidas para combater o desmatamento. Entre elas, está o investimento de R$700 milhões para fortalecer e estruturar o combate aos incêndios florestais, bem como recuperar áreas degradadas em municípios da Amazônia. Entre as ações previstas estão a regularização fundiária e a compensação a produtores rurais que preservarem e ajudarem na recuperação de áreas degradadas.

Flos Carmeli Podcasts
1695 - África - Colonização e Descolonização - Prof. Marcelo Andrade

Flos Carmeli Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 11, 2024 90:24


1695 - África - Colonização e Descolonização - Prof. Marcelo Andrade

Bunker X
LEIS INTERPLANETÁRIAS: o Direito na futura colonização extraterrestre | BUNKER X #071

Bunker X

Play Episode Listen Later Sep 27, 2024 113:32


Neste episódio do Bunker X, Affonso Solano e Afonso 3D recebem o advogado Danny Warchavsky para abordarem uma discussão fascinante sobre o futuro da legislação no espaço. Com o avanço das missões espaciais e a iminente colonização de corpos celestes como a Lua e Marte, como o direito internacional lidará com a presença humana fora da Terra? Quem terá soberania sobre esses territórios? Além disso, como o sistema jurídico da Terra poderia se adaptar à possível chegada de visitantes extraterrestres? Os alienígenas teriam direitos aqui, ou seriam tratados como invasores? Descubra neste excelentíssimo Bunker X! ___________ Seja membro no YouTube e ganhe benefícios!

Um Passeio pela História | Com Milton Teixeira
Ordem dos templários e a colonização

Um Passeio pela História | Com Milton Teixeira

Play Episode Listen Later Sep 18, 2024 5:31


Na coluna desta sexta-feira (13), o professor Milton Teixeira conta a história da Ordem dos templários e como o grupo tem relação com a colonização brasileira.

História FM
180 Brasil Holandês: a colonização neerlandesa no Brasil

História FM

Play Episode Listen Later Sep 16, 2024 83:17


Durante um breve período de nossa história, a Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais ocupou uma região no nordeste brasileiro sob tutela dos Países Baixos que foi batizada de Nova Holanda, e esse recorte tanto temporal quanto geográfico ficou conhecido pela historiografia como Brasil Holandês, ou Brasil Neerlandês. A ocupação estava diretamente inserida em questões geopolíticas europeias envolvendo principalmente os Países Baixos, Espanha e Portugal, e esta empreitada colonial deixou sua marca na região. Convidamos o Prof. Bruno Miranda para discutir os meandros da ocupação neerlandesa de parte do Brasil. SEMANA DO CLIENTE! Entre os dias 08/09 e 22/09 você compra na Insider com 15% de desconto com o cupom HISTORIAFM15. Acesse https://creators.insiderstore.com.br/HistoriaFM

EL MUNDO al día
Así coloniza Sánchez las instituciones

EL MUNDO al día

Play Episode Listen Later Sep 4, 2024 12:05


El salto de José Luis Escrivá desde el Gobierno al Banco de España, va a ser el nuevo gobernador, es mucho más que un cambio de puesto. Con esto, pasa de auditado a supervisor y supone el último ejemplo de la colonización de las instituciones que deben ser independientes por parte de Pedro Sánchez. Analizamos este movimiento y esta estrategia con Carlos Segovia, subdirector y corresponsal económico de EL MUNDO See omnystudio.com/listener for privacy information.

História FM
174 Colonização das Américas: métodos, objetivos e consequências

História FM

Play Episode Listen Later Jul 15, 2024 105:56


A partir de 1492 os europeus começaram a gradativamente colonizar o continente americano. Este processo ceifou milhões de vidas, impactou na vida de outras milhões de pessoas, no meio ambiente e ditou novos rumos para a história no continente, formando as américas que conhecemos hoje. Convidamos o Prof. Leonardo Marques para discutir os objetivos por trás do processo de colonização, seus métodos e quais as consequências desse longo e abrangente processo para o continente americano.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Portugal deve reparar os danos da colonização?

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Apr 27, 2024 47:52


Numa semana em que se assinalaram os 25 anos do 25 de Abril, dia que foi celebrado em Lisboa com uma multidão e no CCB com uma cerimónia onde estiveram presentes todos os presidentes dos paises de Língua Oficial Portuguesa, houve uma polémica com as declarações do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que trouxe ao debate o tema das eventuais reparações que podem ou não ser dadas às chamadas ex-colónias. Este é um tema muito debatido em França, Alemanha, Bélgica ou Reino Unido mas em Portugal quase nunca foi abordado pelas entidades oficiais. A discussão está aberta e vários partidos teceram as suas considerações sobre o tema na Assembleia da República. Os convidados deste episódio foram Giuliana Miranda, jornalista, João Pedro Marques, historiador e colunista, Graça Fonseca, ex-ministra da cultura e Paulo Núncio, líder parlamentar do CDS. O programa foi exibido na SIC Notícias a 26 de abril.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conexão Israel
#234 -Negociações por novo acordo, Crise na UNRWA, Conferência pelo Transfer e Colonização de Gaza, Afastamento de Ofer Cassif, Doutrina Biden para o O.M

Conexão Israel

Play Episode Listen Later Feb 2, 2024 95:28


Piloto automático ligado, estilo bonecão do posto, Israel vai passando por essa guerra. No meio chuvas e trovoadas nos últimos 10 dias, chega ao ar nosso episódio #234. Vem com a gente. Bloco 1 - A guerra no sul de Gaza - Khan Yunis e os túneis - Soldados vestidos de médicos fazem operação em hospital em Jenin. - Acordo de cessar-fogo discutido no Catar, sob ameaças de Ben-Gvir e Smotrich. - Encontro pela recolonização e limpeza étnica reúne 15 ministros e vários deputados - Crise na UNRWA depois que Israel mostra funcionários envolvidos no ataque do 07.10. Bloco 2 - Comissão de ética do parlamento vota afastamento de Ofer Kassif e pune Ahmed Tibi e Tali Gottlieb. - Principal advogado de Netanyahu abandona o caso. - Gallant critica iniciativa por ocupação de Gaza e propõe acordo entre Netanyahu e Gantz. Bloco 3 - Doutrina Biden para a região tende a pressionar Israel. - Repercussões do Tribunal de Haia. Lançamos uma nova campanha de financiamento coletivo para a construção do nosso site com muitas novidades. Pra quem quiser e puder colaborar vai o link abaixo. apoia.se/ladoesquerdosite Para quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link par a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ No exterior - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠patreon.com/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Nós nas redes: twitter - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@joaokm⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ instagram - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ youtube - ⁠playlist aqui⁠ Episódio #234 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.

O Tempo Virou
#59 O que a colonização tem a ver com os nossos afetos? - com Geni Núñez

O Tempo Virou

Play Episode Listen Later Dec 5, 2023 46:07


Geni Núñez é psicóloga, escritora e ativista indígena Guarani. Nas redes como Genipapos, ela vem difundindo um assunto muito interessante: a desconlolonização nos nossos afetos. Vem ouvir esse papo que envolve não-monogamia, cristianismo, branquitude e a história da colonização do Brasil.

E eu com isso?
#239 A colonização do sionismo religioso

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Oct 4, 2023 48:54


Durante Yom Kippur, o dia mais solene do calendário judaico, uma confusão entre judeus ortodoxos e seculares virou tema em todos os noticiários israelenses. O caso aconteceu em uma praça no meio de Tel Aviv e levantou um debate importante sobre como o espaço público está sendo ocupado no país. Com a polarização, intensificada pela proposta de reforma judicial, é um tema que não pode mais ser ignorado. Nosso convidado é Michel Gherman, assessor acadêmico do IBI e professor do programa de pós-graduação em História Social da UFRJ. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.

Es la Mañana de Federico
Prensa económica: Así coloniza Sánchez la Agencia Tributaria

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Oct 3, 2023 2:32


LM publica cómo la Asociación de Inspectores de Hacienda considera que "vulnera principios constitucionales" y recurrirá la convocatoria.

Notícia no Seu Tempo
Governo troca chefes do Incra após pressão do MST, que amplia invasões

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Apr 19, 2023 7:40


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta quarta-feira (19/04/2023):  Após invasões de prédios públicos e de fazendas produtivas para cobrar a substituição de nomes indicados pela gestão de Jair Bolsonaro (PL), o governo cedeu à pressão do Movimento dos Sem Terra (MST), que reivindicava “pessoas comprometidas com a reforma agrária”, e nomeou sete novos superintendentes regionais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Dos sete novos nomes, cinco são indicações do MST.  E mais: Metrópole: Plano contra violência nas escolas é de R$ 3 bi; e 756 perfis online já foram removidos Política: Lula muda tom e condena invasão da Ucrânia após críticas de EUA e Europa Economia: Nova âncora fiscal fixa exceções ao limite de gastos Esportes: Brasileirão da Série A de 2022 tem seis jogos suspeitos de manipulaçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícias Brasil de Fato MG
Nos 27 anos do massacre de Eldorado dos Carajás, MST de Minas ocupou sede do Incra em BH

Notícias Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Apr 18, 2023 3:25


A sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) Minas Gerais, em Belo Horizonte, amanheceu, nesta segunda-feira (17) ocupada por mais de 400 membros do Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Na data que se comemora o Dia Internacional de Luta pela Terra, os manifestantes cobram a nomeação de um novo superintendente para o Incra no estado, que ainda está sob comando de dirigentes indicados pela gestão de Jair Bolsonaro (PL). Os manifestantes, bem como outras organizações e parlamentares do campo progressista em Minas, reivindicam que a assistente social Neila Batista, conhecida pelo compromisso com as pautas dos trabalhadores, seja nomeada para o cargo no instituto. Foto: Maria José e Elias Miguel

O Antagonista
MST e outros movimentos invadem sede do Incra em Alagoas

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 11, 2023 2:50


O MST e outros movimentos sociais invadiram a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Alagoas, hoje. Eles querem que o governo Lula troque o superintendente atual, César Lira, que é primo do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP). Os outros grupos que participam da ação são: Frente Nacional de Lutas (FNL), do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Movimento da Terra, Trabalho e Liberdade (MTL) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT). “É inaceitável a continuidade de uma gestão bolsonarista. Por que o governo Lula mantém por tanto tempo (mais de cem dias de governo) um superintendente inimigo da Reforma Agrária e com um histórico de violência junto a lideranças e comunidades?”, afirmam os movimentos, em nota conjunta. Eles também defendem que o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira (PT), “tome as medidas administrativas, retome a pauta da reforma agrária, assuma a melhoria das estruturas das áreas reformadas e apoie a produção de alimentos sadios”. As invasões promovidas pelo MST desde o início do ano têm desgastado o governo Lula, em decorrência da proximidade histórica do PT com o grupo. Recentemente, a bancada do agronegócio deu início a uma contraofensiva contra o MST, para contrapor o discurso do movimento nas redes sociais. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), já deu o sinal verde para a instalação de uma CPI do MST. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

bitcoinheiros
Quebrar para conquistar - Currais Hiperinflacionários

bitcoinheiros

Play Episode Listen Later Apr 3, 2023 30:18


A quebradeira está só no começo, já está tudo engatilhado para que um mar de liquidez (ou seja, diluição do valor da moeda) seja novamente injetado no sistema. Hoje fala-se em garantias governamentais de todo e qualquer depósito nos bancos americanos, algo que poderá gerar um gasto na casa das dezenas de trilhões de dólares. A hiperinflação ainda não chegou, mas já podemos ver algumas consequências práticas importantes do que aconteceu nas duas últimas semanas. Currais Hiperinflacionários - Guilherme Bandeira https://guilhermebandeira.substack.com/p/currais-hiperinflacionarios A inflação impossível de prever https://www.youtube.com/watch?v=yos2Qhyaf00 O FMI não gosta do Bitcoin https://www.youtube.com/watch?v=W6oxM3Giyvc O que são Unhosted Wallets - carteiras sem terceiros? https://www.youtube.com/watch?v=TuVOn2SVoUU FMI é uma máquina de Colonização Financeira e repressão de países pobres https://bitcoinmagazine.com/culture/imf-world-bank-repress-poor-countries Gui Bandeira e Jaragua no Explica Bitcoin https://www.youtube.com/watch?v=3Ky8zD6xxDc Gravado no bloco 782987 ________________ APOIE O CANAL https://bitcoinheiros.com/apoie/ ⚡ln@pay.bitcoinheiros.com Loja dos Bitcoinheiros https://loja.bitcoinheiros.com/ Escute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain) para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4Value SIGA OS BITCOINHEIROS: Site: https://www.bitcoinheiros.com Youtube: https://www.youtube.com/bitcoinheiros Twitter: https://www.twitter.com/bitcoinheiros Allan - https://www.twitter.com/allanraicher Dov - https://twitter.com/bitdov Becas - https://twitter.com/bksbk6 Ivan - https://twitter.com/bitofsilence Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheiros Facebook: https://www.fb.com/bitcoinheiros Podcast: https://anchor.fm/bitcoinheiros COMO GUARDAR SEUS BITCOINS? Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias. Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteiras Veja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canal Por exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheiros Com o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCard Playlist "Canivete Suíço Bitcoinheiro" https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwb Playlist "Carteiras Multisig de Bitcoin" https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjW ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE: Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos. NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento. As opiniões apresentadas são apenas opiniões. Faça sua própria pesquisa. Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/bitcoinheiros/message

Rádio Gaúcha
Lula assina projeto de igualdade salarial entre homens e mulheres, MST ocupa pátio do Incra

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Mar 8, 2023 4:22


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um Projeto de Lei que estabelece igualdade salarial para homens e mulheres que exerçam a mesma função no trabalho. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ocupou, no começo desta manhã, o pátio dos prédios do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e da Receita Federal, no bairro Praia de Belas, em Porto Alegre. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, homenageou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, com a medalha da Ordem do Mérito Assis Brasil. O ministro também libertou mais 149 mulheres presas por causa dos atos golpistas de 8 de janeiro, quando as sedes dos três poderes foram invadidas e depredadas. A Americanas anunciou que se reuniu com os credores em busca de um entendimento para quitar as dívidas. Mais notícias em gzh.com.br

nuance2
Invasão Alienígena, um Guia (pouco) Prático | nuance #111

nuance2

Play Episode Listen Later Feb 19, 2023 61:17


Este podcast é aliado do Império Intergalático. Qualquer reflexo de ceticismo serve apenas para confundir as frágeis mentes humanas. Guiem-nos para a luz, oh Senhores de Neptuno  (marrequinhos).(0:00)  Preliminares(3:22) ChatGPT (final patreon)(5:46) Colonização Espacial(23:13) OVNIs, Terra Plana e Fé - grandes conspirações(36:25) Invasão Alienígena, um Guia (pouco) Prático(44:35)  Memórias de uma pandemiaCriamos coisas picantes em:https://www.patreon.com/nuancepodcastJunta-te ao nosso DISCORD: https://discord.gg/jhsHPww5FJInstagram:http://www.instagram.com/nuancepodcasthttp://www.instagram.com/by.castrohttp://www.instagram.com/holdennevermorehttp://www.instagram.com/luisamadobessa#podcast #humor #alieninvasion 

Falando de História
#51 Pocahontas (c.1597-1617): entre a colonização inglesa e a Disney

Falando de História

Play Episode Listen Later Dec 19, 2022 35:55


Neste episódio recuamos até ao séc. XVII para falarmos sobre Pocahontas e da sua importância nas relações entre ingleses e os povos nativo-americanos. Tentamos perceber que povos eram estes, como é que reagiram à colonização inglesa, quem era John Smith e até se o filme de animação da Disney, de 1995, tem algum rigor histórico. Sugestões de leitura 1. Camilla Townsend - Pocahontas and the Powhatan Dilemma. New York: Hill and Wang, 2015. 2. Rebecca K. Jager - Malinche, Pocahontas, and Sacagawea: Indian Women as Cultural Intermediaries and National Symbols. Norman: University of Oklahoma Press, 2015 ----- Obrigado aos patronos do podcast: Luís Pinto de Sá; Vera Costa; João Barbosa; João Diamantino, Frederico Ferreira, Sandro Jordão, Joel José Ginga, Ana Lúcia Carvalho ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Músicas: "Five Armies" e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0

Jornal da USP
Ambiente é o Meio #65: Destruição das florestas brasileiras está relacionada com o desenvolvimento econômico imposto durante a colonização do Brasil

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Nov 23, 2022 27:30


No livro “Uma história das florestas brasileiras”, o professor e pesquisador José Pedro de Oliveira aborda a ocupação do território brasileiro a partir da derrubada de vegetação original

Sessão Aleatória Podcast
Ep.92 - Gordofobia, A Colonização Inglesa, Marina's Game Show - Pantera Negra (2018)

Sessão Aleatória Podcast

Play Episode Listen Later Oct 14, 2022 108:28


"Eu aprendi que dá pra fazer o Sessão Aleatória de terapia". Polemizamos tudo no episódio dessa semana. “Pantera Negra” é o filme OBRIGATÓRIO para entender a importância e os efeitos da representatividade, com uma superdireção preocupada com esta questão em todos os aspectos. E mais: Pense melhor sobre estereótipos. A Rainha sabia ou não sabia de todas as atrocidades? E mais um insano jogo onde transformamos o podcast em programa de auditório. O episódio da semana contou com nosso incrível Aleatórier polemizador, Bruno Trajano (@brunoptrajano) do Conversa é essa? Podcast (@conversaessa) Filme de hoje: Pantera Negra (2018) Edição, decoupage e consultoria técnica: Randi Maldonado (@grimoriopodcast) Sonoplastia:André Ávila Quer sugerir um filme e se tornar um Aleatórier? Clique aqui e mande a sua Sessão Aleatória! Clique aqui e saiba mais sobre o Sessão Aleatória. Quer falar conosco? Mande um email para sessaoaleatoriapodcast@gmail.com Twitter e Instagram: @sessaoaleatoria

The Brothers Grim Punkcast
The Brothers Grim Punkcast #355

The Brothers Grim Punkcast

Play Episode Listen Later Aug 23, 2022


Episode 355... A bunch of newer 2022 stuff again, including a fresh one from Loopy Scoop Tapes Jeff! He continues to pump out punk lix like big pharm pumped out the vaccine! So blast that punk needle deep and shred on! Enjoy!Stream and download here (iTunes and Google Podcasts as well):BROS GRIM 355!!!!!!Airing Wednesdays 7pm PST on PUNK ROCK DEMONSTRATION. Also Fridays and Saturdays 7pm PST on RIPPER RADIO.Send us stuff  to brothersgrimpunk@gmail.com.Punx-a-bashing...L.A. Decadent AA 1:25 Dust Collector Dust Collector - S/T Atlanta Rid Of You 0:49 Saddam Death Cave The Third Battle Of Tikrit - demo 2022 BC The Hubris Of Mankind 2:12 Trenchraid Trenchraid - Demo 2022 Jeff Hammond IN Bashing Rats 1:42 NIGHTMAN DEMO Bros Intro Song by Loopy Scoop Tapes JeffViolence on my Mind (bkgrd) 2:30 Spooky Visions Spooky Visions Protest, But Who Said You Will Survive 2:04 Onslaught The Shadow of Death The Battlefields Still Red 2:11 Aus-Rotten Not A Single Fucking Hit Discography System of Destruction 1:17 Atrophic Decay Thrashing Filthy D​-​Beat 14-yo robot,no gracias 1:08 HOG - 1997-1999 (mexico) hombre muerto 7'' '99 Options 2:00 The Proletariat Voodoo Economics and Other American Tragedies Goo Man (bkgrd) 2:18 Thee Hearses EP II San Diego Standards 1:38 Basuko Basuko S/T VT Gone Wrong - Apathetic Abyss 0:59 The Path Split 7" w/ Gone Wrong No Solution Recs In The Net 1:21 Penalty Kill Penalty Kill CS_ No Solution Ltd. Chicago Colonização Espacial 1:48 Cenobite DEMO Sweden Swine Flu 1:05 Puta Malaria Cluster of Assholes Fresno Problem Solver 1:41 Clinic How Do You Feel? Sun in Route (bkgrd) 5:20 Dub Riots State of Life EP Sac Blackout 1:43 Assbackwards Inebriation Euthanization Sac Chemical Massacre 1:47 PISSCAT Convenience and Chaos Sac back in the 90's 0:22 Dopemess SYFKO Sac Regards From The Guillotine 0:36 Dopemess Grief Milestones San Jose DANK SHIT 0:54 GLENXCOCO DEMO 2020 Dixon No Humanity 1:09 Get Out No Humanity Tommy And The Rockets - Out Of Luck (bkgrd) 2:36 RTTB.Records SF Volume 3Total Bummer 2:13 NOFX Pump Up The Valuum Skateboard Junkie 1:29 Submarine SceenDoor Come Out Swinging Warpaint 2:25 Large Lump Sum Stay Tooned Raw Punk Subúrbio 1:49 Síndrome Letal Chaoz Day 2013 Gas Out 1:56 Guttermouth The Album Formerly Known As Full Length LP Blank Screams (bkgrd) 2:56 Werewolf Jones Terminal Velocity Pogo Attak 1:47 South Central Riot Squad S/T '19 AU Through the T.V 1:29 MOSQUITO DEMO 2017 Chile Romance ilegal 0:44 GARGAJO Self Titled Kill Enemy Recs Borderline 0:58 Stiff Prick Stiff Prick - Demo Lost In The Algorithm 0:50 Last Gasp Split with Who Decides GAME OVER 1:51 Syf Records CYBORG 1-12 - FROM THE CELLARS OF SPACE AND TIME

SBS Portuguese - SBS em Português
Papa Francisco, o perdão aos povos ameríndios e o que isso diz sobre a colonização portuguesa e espanhola

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jul 28, 2022 6:12


Victoria Macintosh tem hoje 68 anos, nasceu ameríndia, numa montanha no noroeste do atual Canadá. Ela ainda guarda o abafo, o casaco com capuz que vestia quando em 1960 - tinha ela 6 anos – a mãe a depositou num pensionato nos arredores de Edmonton – provincia de Alberta, no norte gelado do Canadá.

Eldorado Expresso
Caminhoneiros abandonam cargas para fugir da Polícia no PA

Eldorado Expresso

Play Episode Listen Later May 16, 2022 15:41


Na madrugada do domingo, 15, um comboio de caminhões que seguia pela BR-155, em Marabá, no Pará, foi abandonado às pressas na BR-155, no Pará. Todos transportavam centenas de toneladas de manganês extraído ilegalmente da região. Para escapar da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que realizou uma operação na região, dez motoristas pararam seus veículos no acostamento, trancaram os caminhões e fugiram às pressas para o mato, conforme relatos feitos à reportagem pelo delegado e chefe-substituto da PRF em Marabá, Geraldo Almeida. O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse neste domingo, 15, que vai falar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para destinar recursos do Orçamento ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Nesta sexta-feira, 13, a autarquia suspendeu todas as atividades que envolvem deslocamento para eventos por falta de verba. Com a decisão, estão canceladas, inclusive, as entregas de títulos de propriedade, que têm sido uma das principais bandeiras na campanha de Bolsonaro em relação ao agronegócio. E ainda: uma pesquisa que mostra a migração de eleitores que mudam de lado na corrida presidencial. E as investigações sobre uma hepatite de origem misteriosa. Ouça estas e outras notícias desta segunda-feira, 16, no “Eldorado Expresso”. See omnystudio.com/listener for privacy information.

História pros brother
O Projeto de Colonização Nazista da Amazônia

História pros brother

Play Episode Listen Later Mar 23, 2022 44:09


O Projeto Guiana foi um projeto alemão que tinha como objetivo invadir a floresta amazônica, construir hidrelétricas e retirar minerais da floresta. Tudo começou com a descoberta de uma sepultura (“lápide”) que está em uma cidade pequena chamada Laranjal do Jari, no interior do Amapá no Norte do país. Essa sepultura não é nem um pouco discreta porque tem uma cruz de madeira com aproximadamente dois metros de altura, com uma suástica no topo e o seguinte dizer: “Joseph Greiner faleceu aqui em 2-1-36 de morte febril em serviço de exploração para a Alemanha. Expedição Jari, 1935-1937”. Essa cruz nazista gigante pertencia ao túmulo de Greiner, que era um geógrafo e escritor nazista, mas ele trabalhava para um outro homem que era muito mais importante e influente dentro da hierarquia do Partido Nazista. O chefe do Projeto Guiana era um homem chamado Otto Schulz-Kampfhenkel. Otto era um geógrafo e explorador alemão que nasceu em 1910. Quando ele tinha 21 anos foi para uma expedição no África Ocidental e voltou para a Alemanha com uma série de animais exóticos e selvagens para exposição no Zoológico de Berlim. Alguns desses animais foram mortos ainda na África e mesmo assim foram levados. Além de encher o zoo, Otto também trabalhava para colecionadores e caçava animais perigosos para serem empalhados na casa dos seus contratantes. Quando o Partido Nazista subiu ao poder na Alemanha em 1933 eles financiavam diversas pesquisas “científicas” que tinham como o objetivo provar a origem da raça ariana, a raça pura. Pesquisadores de diversas áreas foram contratados para essa missão inclusive os geógrafos. Os geógrafos viajavam pelo mundo tentando encontrar relíquias, itens raros que tivessem qualquer ligação com os Arianos. Otto se destacou nessas expedições pelo mundo e quando completou 25 anos de idade foi escalado para liderar uma expedição na América do Sul, para descobrir se tinha algum traço ariano por aqui. A primeira missão do Otto foi sobrevoar a região amazônica com dois outros homens e passou pelo Brasil e a Guiana Francesa. A equipe de trabalho do Otto foi usando alemães que já estavam aqui no Brasil e foram levados para o Norte do nosso país. Ao todo, Otto liderou mais de 30 homens, incluindo o Josef Greiner. E os nazistas foram recebidos bem no Brasil. Eles embarcaram no Rio de Janeiro com toneladas de suprimentos e o jornal carioca Gazeta de Notícias disse o seguinte no dia 9 de agosto de 1935: “A sensacional expedição ao Jari recebeu os mais francos aplausos”. O próprio exército brasileiro ajudou a transportarem os equipamentos do Rio para o Amapá, na região do Jari. Em 1935. Otto já tinha se tornado um membro da SS Nazista. E mesmo assim o jornal o elogiava dizendo que ele tinha: “uma expressão brilhante da moderna geração que ora está surgindo cheia de vida e coragem, disposta a derrubar os obstáculos que entravam a marcha da civilização”. A expedição começou de fato em 1935 e deu bastante resultado para os pesquisadores que em 1937 conseguiram enviar para a Alemanha 500 peles de mamíferos diferentes; centenas de répteis e anfíbios e 1.500 objetos “arqueológicos”. Eu uso aspas porque eles fraudavam a arqueologia! Pegavam os itens que criavam histórias e narrativas para dizer que aquilo pertencia a um ariano do passado e mostrava que em algum período aquela região tinha sido habitada por arianos. Mas a expedição não tinha sido apenas científica. Quando ele voltou para a Alemanha em 1938 chegou a desenhar um plano para mostrar ao Hitler sobre como aquela área seria rica para a Alemanha. Ele desenhou um projeto de como colocaria em prática esse plano de colonizar a Amazônia e conquistar as Guianas. 1) Entraria discretamente pela Foz do Amazonas com 150 soldados, e pelo Rio Jari iriam tomar a capital da Guiana Francesa, Caiena. 2) Depois de conquistar esse ponto, iriam levar pequenos barcos para conquistar a Guiana Britânica (conhecida hoje apenas como Guiana); 3) nesse terceiro passo iriam invadir a Guiana Holandesa (conhecida hoje como Suriname). 4) Com toda a região amazônica dominada eles teriam o controle do Atlântico e poderiam atacar a Ásia. Na opinião do Otto, nem o Brasil nem as Guianas teriam condições de impedir esse avanço dos alemães e os nazistas conquistariam a área facilmente. Além disso, Otto acreditava que poderia existir até um apoio, por conta do que vivenciou na primeira passagem pelo Brasil. Otto não queria apenas desenhar o plano de conquista, mas queria ser o líder máximo da Guiana Alemã. O projeto de Otto ficou pronto em 1940 e ele começou a compartilhar com outros membros da SS. Esse documento detalhava que o território era rico em minerais e poderia ser uma grande fonte de energia. Com as imagens e fotos que fez aqui do Brasil, Otto produziu documentários e escreveu um livro chamado Enigma da Selva Infernal. Esse material foi um sucesso, pois vendeu mais de 100 mil cópias! Ele morreu em 1989 com 78 anos de causas naturais. 

Braço Forte - Podcast do Exército Brasileiro
Braço Forte #104 - Operação Sertão Paraibano

Braço Forte - Podcast do Exército Brasileiro

Play Episode Listen Later Nov 17, 2021 4:50


Militares do 3º Batalhão de Engenharia de Construção iniciaram o trabalho de perfuração e instalação de poços artesianos tubulares em assentamentos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), localizados em dezenove municípios da Paraíba. O objetivo da missão é amenizar os efeitos da seca nessas regiões.

Scicast
Colonização pelas IA's das Águas Urbanas das Américas (Derivadas #58)

Scicast

Play Episode Listen Later Dec 31, 2020 22:20


Sejam bem-vindos deviantes e derivadas a leituras de emails e comentários do SciCast, Contrafactual e Spin de Notícias! *Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!* Arte da Capa: Patronato do SciCast: Patreon Padrim Contatos: contato@scicast.com.br Twitter Facebook Instagram Expediente: Host: Debbie Cabral                                                  Edição: Felipe Reis See omnystudio.com/listener for privacy information.

Scicast
Colonização e Home Office em Vênus (Derivadas #42)

Scicast

Play Episode Listen Later May 10, 2020 16:32


Sejam bem-vindos deviantes e derivadas a leituras de emails e comentários do SciCast, Contrafactual e Spin de Notícias! *Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!* Arte da Capa: Patronato do SciCast: Patreon Padrim Contatos: contato@scicast.com.br Twitter Facebook Instagram Expediente: Host: Debbie Cabral                                                  Edição: Felipe ReisSee omnystudio.com/listener for privacy information.