POPULARITY
SALMOS 69-70Nesses salmos temos as grandes visões triunfais da nação, a a vulnerabilidade individual diante do desprezo, o escárnio e a perseguição. Observamos a verdade de que o Senhor ouve o clamor dos Seus servos e não desampara aqueles que buscam a Sua salvação. No salmo 69, Davi descreve sua dor como quem se afunda em lamaçal profundo, exausto de clamar e com a garganta seca. Ele sofre afrontas e rejeição de seus próprios irmãos por causa do seu zelo pela casa de Deus, sendo alvo até de canções de beberrões. Ele pede livramento, clama para que o poço não feche a boca sobre ele e profetiza o juízo sobre os seus perseguidores, encerrando com uma nota de louvor que agrada a Deus mais do que sacrifícios. No salmo 70, um clamor resumido e intenso, o salmista pede que Deus Se apresse em socorrê-lo e em livrá-lo. Ele roga para que sejam envergonhados os que procuram a sua vida e que se alegrem no Senhor todos os que O buscam, concluindo com a declaração de que, embora esteja necessitado e pobre, o Senhor é o seu auxílio e o seu libertador.#Perseverança #Oração #Dependência
EE. UU. e Irán pusieron fin de facto a su frágil tregua con una nueva serie de ataques, dejando en el pasado el acuerdo preliminar para poner fin a la guerra en Oriente Medio. Teherán quiere mantener su control sobre el estrecho de Ormuz, pero un experto advierte a RFI que podría ser un arma de doble filo, al afectar a los aliados de la república islámica, como China, que podrían retirar parte de su apoyo. Donald Trump dio por terminado el alto al fuego con Irán y calificó de inútil continuar las negociaciones con este país. Acusó a las autoridades iraníes de mentir y tergiversar de manera constante lo pactado durante la tregua. También amenazó con lanzar nuevos bombardeos en Irán. Ross Harrison, investigador principal del Instituto de Medio Oriente en Washington, D.C., y autor de Descifrando la Política Exterior de Irán, explica las razones de esta nueva escalada: "El memorándum de entendimiento está escrito con cierta ambigüedad, que da un margen a la interpretación o incluso a la malinterpretación. Observamos que los iraníes entienden este memorándum como una consagración del control que tiene Irán sobre la navegación en el estrecho de Hormuz". Leer tambiénLos ataques de Estados Unidos dejan 14 muertos en dos días en Irán "Sin embargo, lo que ha estado ocurriendo ahora, con apoyo de Estados Unidos, es que los barcos transitan pegados a la costa omaní y no a la iraní. Las autoridades iraníes interpretan esto como una señal de que han perdido el control o la capacidad de influencia sobre el estrecho. Por eso intentan redirigir el tráfico marítimo hacia el lado iraní. Esta es la razón por la que se rompe el cese el fuego. Los iraníes consideran que el control sobre el estrecho es su gran activo estratégico y que si lo pierden, especialmente en un momento en que han sido debilitados convencionalmente en el plano militar, entrarían en cualquier negociación habiendo perdido su capacidad de disuasión y estarían en una posición de debilidad", continúa. El especialista advierte que si Irán decide bloquear nuevamente el estrecho de Hormuz o imponer peajes para su tránsito, la medida podría convertirse en un arma de doble filo: "Hay muchas formas de analizar los beneficios financieros del estrecho. Si Irán impusiera algún tipo de sistema de peajes o tarifas por el tránsito, hipotéticamente, generaría ingresos, pero con un costo. Otros actores comenzarán a buscar alternativas". Si los iraníes intentaran excederse imponiendo tarifas o tratando de ejercer un control absoluto sobre el estrecho, pondrían en riesgo el respaldo financiero y político que mantienen de su socio China. Harrison explica cuáles serían las alternativas y el precio que deberá pagar Teherán: "No hablo de otras rutas marítimas. Más bien, pienso que recurrirán a oleoductos, ya que el estrecho de Ormuz se volvería tan riesgoso que otros países podrían implementar estas soluciones, reduciendo así el poder de negociación de Irán. Este sería un costo geopolítico importante. Pero hay otro factor. China y los demás actores, que dependen del crudo iraní, siendo China el más importante, si los iraníes intentaran excederse imponiendo tarifas o tratando de ejercer un control absoluto sobre el estrecho, pondrían en riesgo el respaldo financiero y político que mantienen de su socio China. Por lo tanto, existe un costo si deciden tomar esa medida". Como consecuencia de las nuevas hostilidades y de las declaraciones del presidente Trump, el precio del petróleo Brent ya aumentó un 6%.
Leitura Bíblica Do Dia: RUTE 2:11-12; 3:1-6 Plano De Leitura Anual: JÓ 5–7; ATOS 8:1-25 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Anos antes do Zoom tornar-se uma ferramenta de comunicação on-line, uma amiga convidou-me para discutir um projeto numa videochamada. Pelo tom dos meus e-mails, ela percebeu que eu estava confusa e sugeriu que eu pedisse ajuda a algum adolescente para aprender a usar essa tecnologia. Essa sugestão destaca o valor das relações intergeracionais. Observamos isso na história de Rute e Noemi. Celebramos a vida de Rute por ter sido uma nora leal, deixando seu país para acompanhar Noemi de volta a Belém (RUTE 1:16-17). Quando chegaram lá, a jovem disse à sogra: “Deixe-me ir ao campo ver se alguém […] me permite recolher as espigas de cereal que sobrarem” (2:2). Ela ajudou a mulher mais idosa, que a ajudou a casar-se com Boaz: a ação sugerida pela sogra à nora levou Boaz a comprar a propriedade do falecido sogro de Rute e a tomá-la como sua esposa (4:9-10). Certamente respeitamos os conselhos dos idosos que partilham a sua sabedoria com as gerações mais jovens. Mas Rute e Noemi nos lembram de que a troca ocorre nos dois sentidos. Temos sempre algo a aprender com os mais jovens, tanto quanto com os mais idosos. Procuremos desenvolver relacionamentos intergeracionais amorosos e leais. Isso abençoará a nós e a outras pessoas e nos ajudará a aprender algo que ainda não sabemos. Por: KATARA PATTON
A cada US$ 1 investido, US$ 8 de economia. Um estudo de caso sobre o Brasil identificou o potencial de rentabilidade dos investimentos em infraestruturas resilientes às mudanças do clima em três setores-chave da economia: eletricidade, estradas e água. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A pesquisa foi promovida pela seguradora AXA com a International Finance Corporation, ligada ao Banco Mundial e especializada em financiamento para países em desenvolvimento. O documento propõe a inversão da lógica da adaptação como um custo para a de avaliar o quanto rende investir para limitar os impactos. O estudo identifica as vulnerabilidades das infraestruturas do Brasil a fenômenos como enchentes, incêndios e secas, e aponta investimentos prioritários para país reduzir esses riscos, com forte reflexo no conjunto da economia brasileira. O resultado é que, no setor da energia, cada dólar alocado na adaptação da rede de transmissão e distribuição leva a US$ 8,6 em proteção do valor do ativo (NAV) a longo prazo. A taxa interna de retorno (IRR) chega a 886%. Por outro lado, a decisão de não investir na adaptação das estradas pode causar perdas de até 28,7% do valor do ativo e 30% no caso das transmissões elétricas, salienta o relatório. Sem proteção, esses ativos se tornarão cada vez mais vulneráveis. Projetos simples, efeitos multiplicados Projetos relativamente simples e baratos, como instalar para-raios contra tempestades e retirar a vegetação no entorno das redes de transmissão, evitam ou atenuam os impactos de incêndios sobre o abastecimento de luz, evitando apagões, exemplifica Antoine Denoix, CEO da AXA Climate, em Paris. “Uma infraestrutura mais resiliente significa a continuidade dos serviços – portanto, obviamente, muito dinheiro economizado e que teria sido perdido em caso de interrupção das atividades”, afirma. A economia na infraestrutura de água é semelhante, de US$ 6,3 em média, e inferior no caso de estradas (US$ 2,2), mas em todos os casos, os investimentos se mostram lucrativos a longo prazo, sobretudo quando levam em conta o efeito no conjunto da economia. Uma seca causa prejuízos na agricultura, com impacto na inflação, na renda das populações e no PIB de uma localidade. É por isso que os plano mais eficientes de adaptação são concebidos com a participação direta dos atores locais. “Devemos ter muita cautela com planos de adaptação impostos de cima para baixo. Acima de tudo, precisamos capacitar as partes interessadas locais, porque a adaptação é cooperativa”, frisa Denoix. “Observamos em um país como a França, e provavelmente também no Brasil, que ainda há muitas empresas privadas cientes dos riscos associados a inundações, ondas de calor ou incêndios florestais previstos para 2030 ou 2050, mas que não compartilham essas informações com prefeitos ou autoridades locais. Ao fazerem isso, elas acabam não tendo sucesso em seus próprios esforços de adaptação.” Empréstimos mais longos Outra barreira importante é o acesso ao financiamento, em especial do setor privado. O estudo mostra que empréstimos de longo prazo incentivam mais investimentos em adaptação e resiliência do que juros baixos: a extensão do prazo do financiamento de seis para 15 anos poderia dobrar a taxa interna de retorno de um projeto, estima a pesquisa. Apenas nos países emergentes, seriam necessários US$ 300 bilhões de investimentos em adaptação das infraestruturas, mas a realidade está distante desta cifra. O capital existe, salienta Denoix, mas não flui nem na escala, nem na velocidade necessária para os países como o Brasil se prevenirem dos eventos extremos que serão mais frequentes e intensos nas proximas décadas. As seguradoras estão na linha de frente deste planejamento, onde o cenário mais otimista, de limitar o aumento médio da temperatura no planeta a 1,5C até o fim do século, já é desconsiderado. “Preferimos o cenário realista e mediano, pois o cenário otimista já está morto. Obviamente ultrapassaremos 1,5C em nível global”, aponta o CEO da AXA Climate. “Mas, por outro lado, os atuais esforços para reduzir as emissões de carbono, particularmente os da China, ainda nos tornam mais positivos do que no cenário completamente negativo. Tudo vai depender, entretanto, do apetite ao risco dos atores.”
Acaba de celebrarse en Estrasburgo, este de Francia, el primer Foro Europeo de Defensores de los Derechos Humanos ambientales que ha puesto en el centro una realidad que América Latina conoce muy bien: el asedio a los ambientalistas y defensores de la tierra. Con una diferencia abismal. "Observamos diferencias que hay en torno a la violencia, aquí no pasa de una detención, pero en México defender la vida te cuesta la vida", explica a RFI, Juan Bobadilla, miembro del Consejo Supremo indígena de Michoacán, México. Juan Bobadilla pertenece al pueblo indígena purépecha de Michoacán. Un pueblo "guerrero", insiste el activista, y que ha tenido una gran importancia en los principales acontecimientos de México. "Un pueblo que ha estado en los procesos históricos más importantes desde la independencia, la revolución, las guerras de reforma y hasta la actualidad", resalta. Es también un pueblo "pionero" en el autogobierno, como lo prevé la Constitución, aunque denuncia que el Estado mexicano no está cumpliendo con la Carta Magna para garantizar la financiación de las estructuras locales. No están pagando. "Es una batalla jurídica que hemos llevado a cabo con las comunidades para acceder a este recurso y que los gobiernos lo entreguen porque no lo hacen por la buena fe", denuncia. Respecto al expresidente Andrés Manuel López Obrador, el líder indígena afirma: “Nosotros nunca le creímos”, y sobre la actual mandataria, Claudia Sheinbaum, asegura que es “parte del mismo poder colonial”. Subraya que su pueblo “no cree en un individuo, creemos en la colectividad” y que aspiran a “un gobierno comunal, no uno de una persona”, recordando que los pueblos originarios son “previos al Estado mexicano”. Crimen organizado, agroindustria y el asedio al territorio purépecha Sobre la situación actual en Michoacán, denuncia que el territorio purépecha, rico en lagos, bosques y tierras fértiles, es codiciado “tanto por el crimen organizado y la agroindustria como para ser explotado”. En estos días, en la prensa, se publicaba que la meseta purépecha está enfrentando una grave ola de violencia por el asedio del crimen organizado. Las autoridades del estado de Michoacán denunciaron que la culpa es del Cártel Jalisco Nueva Generación y que emplea a 60 mercenarios colombianos. Para Juan Bobadilla, la causa de esta violencia no solo procede de las actividades de un cartel en concreto. Hay “muchos grupos del crimen organizado” cuyos conflictos dejan a las comunidades “en medio de esos conflictos”. La eliminación del capo "Mencho", apodo de Nemesio Oseguera Cervantes, líder del Cartel Jalisco Nueva Generación, no ha cambiado la situación: persiste “el conflicto territorial que se extiende a la búsqueda de ellos por tomar control de nuestros territorios”. La estrategia de destrucción que se repite para romper comunidades Bobadilla recuerda la desaparición forzada de la familia Guzmán Cruz en 1974 como un caso emblemático de “terrorismo de Estado” que “destruyó el tejido de la comunidad” y tardó “dos décadas o tres” en recomponerse. El líder purépecha insiste en que este patrón se está utilizando en la actualidad y pone como ejemplos el cultivo del aguacate o los frutos rojos que están provocando que los lagos se sequen. "Estamos ante una mercantilización de los bosques" y para ello usan una estrategia bien conocida. Primero rompen el tejido social, talan montes, reorganizan la región, reactivan económicamente la zona, como ya ocurrió con el limón. Michoacán ha sido el laboratorio de esta estrategia", explica. El caso de María Cruz Paz Denuncia también la prisión de la defensora María Cruz Paz Zamora, acusada de un secuestro que “ella no cometió”, a partir de la declaración de un testigo protegido por el gobierno. Paz Zamora lleva dos años en la cárcel. Afirma que “la tiene secuestrada el Estado con delitos inventados”, en un contexto donde se han asesinado autoridades tradicionales y donde pequeñas células criminales buscan “el control territorial”. "Hace dos años se le pidió al gobernador actual que se construyera una base de operaciones mixta entre el Ejército, la Policía y la Guardia Nacional, pero apenas ahora están empezando a verse las partes", lamenta Bobadilla. #EscalaenParís también está en redes Un programa coordinado por Florencia Valdés, realizado por Yann Bourdelas y David Broackway.
Acaba de celebrarse en Estrasburgo, este de Francia, el primer Foro Europeo de Defensores de los Derechos Humanos ambientales que ha puesto en el centro una realidad que América Latina conoce muy bien: el asedio a los ambientalistas y defensores de la tierra. Con una diferencia abismal. "Observamos diferencias que hay en torno a la violencia, aquí no pasa de una detención, pero en México defender la vida te cuesta la vida", explica a RFI, Juan Bobadilla, miembro del Consejo Supremo indígena de Michoacán, México. Juan Bobadilla pertenece al pueblo indígena purépecha de Michoacán. Un pueblo "guerrero", insiste el activista, y que ha tenido una gran importancia en los principales acontecimientos de México. "Un pueblo que ha estado en los procesos históricos más importantes desde la independencia, la revolución, las guerras de reforma y hasta la actualidad", resalta. Es también un pueblo "pionero" en el autogobierno, como lo prevé la Constitución, aunque denuncia que el Estado mexicano no está cumpliendo con la Carta Magna para garantizar la financiación de las estructuras locales. No están pagando. "Es una batalla jurídica que hemos llevado a cabo con las comunidades para acceder a este recurso y que los gobiernos lo entreguen porque no lo hacen por la buena fe", denuncia. Respecto al expresidente Andrés Manuel López Obrador, el líder indígena afirma: “Nosotros nunca le creímos”, y sobre la actual mandataria, Claudia Sheinbaum, asegura que es “parte del mismo poder colonial”. Subraya que su pueblo “no cree en un individuo, creemos en la colectividad” y que aspiran a “un gobierno comunal, no uno de una persona”, recordando que los pueblos originarios son “previos al Estado mexicano”. Crimen organizado, agroindustria y el asedio al territorio purépecha Sobre la situación actual en Michoacán, denuncia que el territorio purépecha, rico en lagos, bosques y tierras fértiles, es codiciado “tanto por el crimen organizado y la agroindustria como para ser explotado”. En estos días, en la prensa, se publicaba que la meseta purépecha está enfrentando una grave ola de violencia por el asedio del crimen organizado. Las autoridades del estado de Michoacán denunciaron que la culpa es del Cártel Jalisco Nueva Generación y que emplea a 60 mercenarios colombianos. Para Juan Bobadilla, la causa de esta violencia no solo procede de las actividades de un cartel en concreto. Hay “muchos grupos del crimen organizado” cuyos conflictos dejan a las comunidades “en medio de esos conflictos”. La eliminación del capo "Mencho", apodo de Nemesio Oseguera Cervantes, líder del Cartel Jalisco Nueva Generación, no ha cambiado la situación: persiste “el conflicto territorial que se extiende a la búsqueda de ellos por tomar control de nuestros territorios”. La estrategia de destrucción que se repite para romper comunidades Bobadilla recuerda la desaparición forzada de la familia Guzmán Cruz en 1974 como un caso emblemático de “terrorismo de Estado” que “destruyó el tejido de la comunidad” y tardó “dos décadas o tres” en recomponerse. El líder purépecha insiste en que este patrón se está utilizando en la actualidad y pone como ejemplos el cultivo del aguacate o los frutos rojos que están provocando que los lagos se sequen. "Estamos ante una mercantilización de los bosques" y para ello usan una estrategia bien conocida. Primero rompen el tejido social, talan montes, reorganizan la región, reactivan económicamente la zona, como ya ocurrió con el limón. Michoacán ha sido el laboratorio de esta estrategia", explica. El caso de María Cruz Paz Denuncia también la prisión de la defensora María Cruz Paz Zamora, acusada de un secuestro que “ella no cometió”, a partir de la declaración de un testigo protegido por el gobierno. Paz Zamora lleva dos años en la cárcel. Afirma que “la tiene secuestrada el Estado con delitos inventados”, en un contexto donde se han asesinado autoridades tradicionales y donde pequeñas células criminales buscan “el control territorial”. "Hace dos años se le pidió al gobernador actual que se construyera una base de operaciones mixta entre el Ejército, la Policía y la Guardia Nacional, pero apenas ahora están empezando a verse las partes", lamenta Bobadilla. #EscalaenParís también está en redes Un programa coordinado por Florencia Valdés, realizado por Yann Bourdelas y David Broackway.
(00:00:00) Xadrez Verbal #463 Primeiro Turno na Colômbia (00:05:35) Giro de Notícias #01 Abelardo de la Espriella, da oposição, foi o candidato mais votado nas eleições colombianas, mas a diferença para o governista Ivan Cepeda foi pequena. Projetamos os cenários do 2º Turno, assim como no Peru que volta às urnas no próximo domingo (07).Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com destaque para a situação no Líbano, e demos uma volta pelo Velho Continente, fazendo a prévia das eleições na Armênia.Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
En Mediterráneo viajamos desde las cocinas marineras de la Costa Brava hasta las nuevas geografías sonoras del Sónar 2026. Conversamos con Ágata Albero sobre los talleres “Dones i Cuina Marinera” y la recuperación del pescado local como herramienta de convivencia, memoria y sostenibilidad. Observamos el recorrido del Etnomusic València, una mirada a la tradición oral mediterránea, y se abre también a Gaza y a las tensiones contemporáneas del mar compartido. Y hacemos una selección de algunas de las propuestas en la nueva etapa del Sonar 2026. Suena en Mediterráneo: Cocanha — “Que son aüros”Mathieu Saglio — “Ahlam”Gala i Ovidio — “Sí quiero”Jota de Santa Pola — “Grupo desconocido”Magalí Sare — “Mira la boca”Caïm Riba+Teresa Noguerón - La meva cambra a CadaquésSBTRKT — “Wildfire”Mina & Bryte — “Loko”TAYHANA — “Contacto”Carlita — “Bon Trip”Arp Frique & The Perpetual Singers — “Father Father”WhoMadeWho — “Silence & Secrets”Νέγρος Του Μοριά — “GreeKs”Escuchar audio
Analizamos LUX Tour por Europa y su repercusión fuera de nuestras fronteras. Observamos lo que ha dicho la prensa internacional al respecto y lo más llamativo que ha sucedido en algunas de sus paradas clave con la ayuda del experto y musicólogo Daniel Gómez.
En 2016, internet explotó. Una teoría fue ridiculizada. Y hablar de códigos se convirtió en motivo de burla.Casi diez años después, nuevos documentos vuelven a poner las mismas palabras sobre la mesa.Pizza. Helado. Queso crema. Beef jerky. Dentista.En este episodio no convertimos sospechas en sentencias.Hacemos algo más simple — y más incómodo: analizamos el patrón.Exploramos:• Cómo funcionan los lenguajes en clave en redes criminales documentadas por el FBI y Europol.• La repetición de términos aparentemente inocentes dentro de círculos ya vinculados judicialmente a explotación.• Los correos sobre “dentistas”, pagos médicos y logística privada.• Las transferencias millonarias que crean dependencia estructural.• El caso “beef jerky” y la extraña logística alrededor de algo que, en teoría, es solo comida.Aquí no gritamos conspiraciones.Observamos comportamiento.Porque cuando un grupo opera en secreto, el lenguaje rara vez es frontal.Y cuando las mismas palabras reaparecen, en distintos entornos, separados por años pero conectados por poder… la pregunta ya no es si suenan raras.La pregunta es por qué se repiten.Y lo que viene en la Parte 4 ya no será ambiguo.
El espectáculo ya no compite solo por talento.Compite por impacto.En este episodio analizamos cómo los mega-eventos globales han evolucionado de simples shows musicales y deportivos a escenarios cargados de simbolismo, narrativa visual y provocación cultural.Desde los años 80 y 90 hasta el punto de inflexión alrededor de 2012, recorremos una cronología donde la estética cambia, la teatralidad aumenta y ciertos elementos se repiten.No afirmamos. Observamos.No acusamos. Analizamos patrones.Super Bowl. Juegos Olímpicos. Grammys. Mundiales.Millones mirando al mismo tiempo.Emoción elevada.Mensaje amplificado. No es un episodio de miedo.Es un episodio de discernimiento.Porque cuando el símbolo deja de ser ocasional y se vuelve constante, la pregunta no es si existe.La pregunta es qué función cumple.Para contactarnos directamente: conspiraciones21@protonmail.com
A primeira edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal deste ano tenta explicar toda a loucura das últimas semanas!Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com protestos no Irã, ofensivas no Iêmen e Síria, além da formação de novos blocos de poder na região.Também passamos pela Crise da Groenlândia e sua repercussão no Fórum Econômico Mundial, em Davos, a partir das falas dos representantes europeus.No mais, demos aquele tradicional pela nossa quebrada latino-americana, com atualizações sobre a Venezuela e a assinatura do acordo MERCOSUL-União Europeia, que também foi o tema da coluna da professora Vivian Almeida.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Analizamos las nuevas MotoGP de Ducati, Aprilia y VR46, repasando en detalle sus diseños, colores y decoraciones para la nueva temporada del Mundial de MotoGP. Observamos qué cambios introducen cada uno de los equipos y cómo refuerzan su identidad dentro de la parrilla. Comparamos las diferentes liveries de MotoGP, debatimos qué propuestas nos parecen más acertadas y cuáles generan más dudas, valorando tanto la estética como la coherencia con la historia y la imagen de cada marca. Para cerrar, nos mojamos y elegimos cuál es la MotoGP que más nos gusta y cuál es la que menos, explicando los motivos y abriendo el debate. ¿Estás de acuerdo con nuestra elección o tienes otro favorito? Te leemos en comentarios Escucha el programa completo: https://go.ivoox.com/rf/167115293
En esta entrevista se aborda la creación y funcionamiento de la Estación Experimental Agrícola de Palmira, entre los años 1928 y 1944. Se describe, a partir de diversos informes de gobierno, el contexto de su surgimiento y la forma como se institucionalizó su funcionamiento, especialmente en lo que respecta a las innovaciones biológicas, el control agronómico y el fitomejoramiento, los planes de tecnificación, divulgación y experimentación. Observamos que el establecimiento de laboratorios permitió cruces genéticos importantes que, a largo plazo, redundarían en un crecimiento de los cultivos y en la cría de animales. A la par, se presentan de forma lineal las innovaciones biológicas que se dieron en el tiempo estudiado. Esto, buscando mostrar cómo la llamada «revolución verde» se instaló en una región colombiana y, desde allí, se esparcieron conocimientos por todo el país, bajo la distribución de semillas transformadas genéticamente. El artículo se publicó en el número 96 de la revista Historia Agraria. Autores: Hugues R. Sánchez Mejía es historiador y doctor en Historia de América Latina. Trabaja como docente en el Departamento de Historia de la Universidad del Valle. hugues.sanchez@correounivalle.edu.co ORCID https://orcid.org/0000-0001-7056-8708 Adriana Yaneth Santos Delgado es historiadora y doctor en Historia de América Latina. Trabaja como docente en el Departamento de Historia de la Universidad del Valle. adriana.santos@correounivalle.edu.co ORCID https://orcid.org/0000-0002-1356-7626 Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En esta entrevista se aborda la creación y funcionamiento de la Estación Experimental Agrícola de Palmira, entre los años 1928 y 1944. Se describe, a partir de diversos informes de gobierno, el contexto de su surgimiento y la forma como se institucionalizó su funcionamiento, especialmente en lo que respecta a las innovaciones biológicas, el control agronómico y el fitomejoramiento, los planes de tecnificación, divulgación y experimentación. Observamos que el establecimiento de laboratorios permitió cruces genéticos importantes que, a largo plazo, redundarían en un crecimiento de los cultivos y en la cría de animales. A la par, se presentan de forma lineal las innovaciones biológicas que se dieron en el tiempo estudiado. Esto, buscando mostrar cómo la llamada «revolución verde» se instaló en una región colombiana y, desde allí, se esparcieron conocimientos por todo el país, bajo la distribución de semillas transformadas genéticamente. El artículo se publicó en el número 96 de la revista Historia Agraria. Autores: Hugues R. Sánchez Mejía es historiador y doctor en Historia de América Latina. Trabaja como docente en el Departamento de Historia de la Universidad del Valle. hugues.sanchez@correounivalle.edu.co ORCID https://orcid.org/0000-0001-7056-8708 Adriana Yaneth Santos Delgado es historiadora y doctor en Historia de América Latina. Trabaja como docente en el Departamento de Historia de la Universidad del Valle. adriana.santos@correounivalle.edu.co ORCID https://orcid.org/0000-0002-1356-7626 Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En esta entrevista se aborda la creación y funcionamiento de la Estación Experimental Agrícola de Palmira, entre los años 1928 y 1944. Se describe, a partir de diversos informes de gobierno, el contexto de su surgimiento y la forma como se institucionalizó su funcionamiento, especialmente en lo que respecta a las innovaciones biológicas, el control agronómico y el fitomejoramiento, los planes de tecnificación, divulgación y experimentación. Observamos que el establecimiento de laboratorios permitió cruces genéticos importantes que, a largo plazo, redundarían en un crecimiento de los cultivos y en la cría de animales. A la par, se presentan de forma lineal las innovaciones biológicas que se dieron en el tiempo estudiado. Esto, buscando mostrar cómo la llamada «revolución verde» se instaló en una región colombiana y, desde allí, se esparcieron conocimientos por todo el país, bajo la distribución de semillas transformadas genéticamente. El artículo se publicó en el número 96 de la revista Historia Agraria. Autores: Hugues R. Sánchez Mejía es historiador y doctor en Historia de América Latina. Trabaja como docente en el Departamento de Historia de la Universidad del Valle. hugues.sanchez@correounivalle.edu.co ORCID https://orcid.org/0000-0001-7056-8708 Adriana Yaneth Santos Delgado es historiadora y doctor en Historia de América Latina. Trabaja como docente en el Departamento de Historia de la Universidad del Valle. adriana.santos@correounivalle.edu.co ORCID https://orcid.org/0000-0002-1356-7626 Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En Tras la tormenta (RNE) os invitamos a una edición especial en la que recordamos la sabiduría de Gonzalo Brito, doctor en Psicología y especialista en compasión. Observamos la importancia de este concepto desde la Universidad de Stanford hasta tu hospital. Gracias por habitar este refugio sonoro de bienestar integral.Escuchar audio
Trump e Xi se encontraram, na Coreia do Sul, acertando uma trégua comercial entre China e EUA. Passamos por essa e outras notícias da bacia do Pacífico, incluindo a eleição do candidato democrata Zohran Kwame Mamdani como prefeito de Nova Iorque.Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do GRANDE Oriente Médio, explicando o novo capítulo na questão do Saara Ocidental e o plano de autonomia pelo Marrocos.No mais, demos aquele tradicional pião na nossa quebrada latino-americana, com destaque para rompimento unilateral das relações diplomáticas do Peru com o México.Aproveite a Black November da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalAgende uma reunião com a Rio Claro Investimentos: https://rioclaro.com.br/xadrez-verbal/Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no plano de saúde do seu pet na Petlove: https://petlovebr.com/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Esta semana repaso como se están comportando los diferentes fondos que sigo tanto en Renta Fija, Mixtos y Renta Variable. Observamos grandes diferencias en rentabilidad desde el Podcast publicado en Abril, sobre todo en Renta Variable. Si te ha gustado el programa te agradezco le des un like en la aplicación donde lo estés escuchando para que de esta manera este contenido informativo y divulgativo pueda llegar a mas gente. Para cualquier consulta sobre este Podcast mi email es: eusgomez@gmail.com
Comentamos nuestra reciente interacción con los abogados de X debido al funcionamiento de «Big Tech Alert». Explicamos cómo fuimos notificados por scrapear datos de la plataforma y las subsiguientes negociaciones que nos llevaron a un acuerdo para usar su API Enterprise de forma gratuita. Nuestra conclusión de todo esto es que, a pesar de los cambios y recortes bajo la dirección de Elon Musk, la plataforma ha mejorado su infraestructura y ha experimentado un notable aumento en la actividad de usuarios en los últimos tres años, lo que nos lleva a considerar que «Elon ha ganado» en su gestión de la red social. Características como la mensajería cifrada, la futura subasta de nombres de usuario abandonados y la esperada sincronización de borradores entre dispositivos. Profundizamos en los ajustes del algoritmo, que ahora prioriza el contenido de interés para el usuario y combate el «engagement farming», logrando un feed «Para ti» más relevante. Observamos que, si bien la plataforma sigue siendo percibida como hostil por algunas ideologías progresistas, muchos políticos y figuras públicas que la abandonaron han regresado, aunque servicios como Bluesky y Threads continúan creciendo, mientras que Mastodon ha quedado relegado. Finalmente, analizamos los últimos desarrollos en otros frentes del ecosistema de Elon Musk. En SpaceX, tras el undécimo lanzamiento de Starship, explicamos cómo la lentitud en el progreso ha llevado a la NASA a abrir el contrato de alunizaje HLS a otras empresas, provocando una fuerte y polémica reacción por parte de Musk, incluyendo insultos públicos. Por último, cerramos el episodio comentando el recurrente drama personal entre Elon y Grimes; Musk ha vuelto a dejar de seguirla en X tras el lanzamiento de su nuevo single, «Artificial Angels», que contiene indirectas hacia él, y recordamos la dura declaración de Grimes sobre haber estado cinco meses sin ver a su hijo. No hubo invitados en este episodio. - Big Tech Alert on X: «
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1======a==============================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADULTOS 2025“CON JESÚS HOY”Narrado por: Exyomara AvilaDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================05 de OctubreEl privilegio de compartir«Aquí hay un muchacho que tiene cinco panes de cebada y dos pescados; pero ¿qué es esto para tantos? Entonces Jesús dijo: "Haced recostar a la gente". Había mucha hierba en aquel lugar, y se recostaron como en número de cinco mil hombres. Tomó Jesús aquellos panes y, después de dar gracias, los repartió entre los discípulos, y los discípulos entre los que estaban recostados; de igual manera hizo con los pescados, dándoles cuanto querían» (Juan 6: 9-11).La multitud que rodeaba a Jesús era pobre y tenía hambre. En la Palestina de entonces, como en tantos otros lugares hoy día, un sistema de gobierno opresivo e insolidario protegía la acumulación de bienes por una minoría muy favorecida y mantenía en un estado cercano a la miseria a una triste mayoría.Jesús propone, para alimentar a la multitud hambrienta de sus seguidores, una maravillosa alternativa a la desigualdad social del entorno: conseguir lo suficiente para todos, renunciando al egoísmo acaparador de algunos y compartiendo los que tienen algo con los que tienen menos, o no tienen nada. Una lección que todos reciben a través de la generosidad de un niño (ver Mat. 14: 13-21; Mar. 6: 30-44; Luc. 9: 10-17; Juan 6: 1-15).La generosidad expresada en la solidaridad admirable de ese jovencito devuelve a los hambrientos su dignidad y autonomía: los alimentos alcanzan para todos y todavía sobra. En la tarea de repartir la comida, Jesús implica directamente a los suyos, porque es labor de todos responder a las urgencias de los necesitados que están a nuestro alcance. De ahí su orden: «Dadles vosotros de comer».El muchacho pone en las manos de Jesús todo lo que tiene. La solidaridad verdadera no se pone límites, ya que expresa la disposición sin reservas a hacer nuestra parte para asistir a quienes nos necesitan. Jesús bendice prodigiosamente este ejemplo de amor en acción para estimularnos a resolver de ese modo los problemas que la avaricia y la insolidaridad de muchos produce en nuestro mundo.Observamos que Jesús, ante el hambre de aquella gente, no hace caer maná del cielo, sino que utiliza nuestros propios recursos, simples alimentos terrestres distribuidos por seres humanos.Para solucionar muchos de nuestros peores problemas no hacen falta intervenciones sobrenaturales o prodigiosas: bastaría con compartir lo que tenemos. Jesús propone resolver algunas de las situaciones de injusticia con actos concretos de nuestra propia solidaridad. Es decir, con pequeños milagros a nuestro alcance.Señor, dame el gozo de querer compartir, lo debo que compartir.
La adopción de la interfaz Liquid Glass en macOS Tahoe, que para nosotros muestra una transición con algunos puntos de fricción y una falta de actualización en aplicaciones propias de Apple como iWork y demás. Debatimos si esto se debe a una falta de recursos o a la burocracia interna de la compañía. El tema más destacado fue el rumor, surgido de Min-Chi Kuo, sobre la inminente llegada de Macs con pantallas táctiles a finales de 2026. Comentamos si esto sería una funcionalidad táctil básica o un cambio más profundo en el sistema operativo, considerando las expectativas de los usuarios y la experiencia previa con productos como la Touch Bar.En cuanto a otros productos de Apple, revisamos las primeras impresiones y las preventas del iPhone 17. Observamos un buen rendimiento general, especialmente para los modelos Pro y Pro Max, con operadores ofreciendo promociones agresivas. Sin embargo, señalamos que las preventas del iPhone Air en España no estaban siendo tan prometedoras, aunque preveemos que podría ganar tracción durante el periodo navideño. Además, compartimos los resultados de una encuesta entre nuestros oyentes sobre la duración de la batería de sus AirPods, encontrando experiencias variadas, especialmente con los AirPods Pro de primera generación, y especulamos sobre factores como el volumen de uso.Finalmente, comentamos la ausencia de la función de traducción de los nuevos AirPods en la Unión Europea, atribuyéndola a una estrategia de Apple para evitar posibles problemas con la Ley de Mercados Digitales (DMA), más que a una prohibición explícita. También celebramos el éxito de Apple TV+ en los premios Emmy, donde "The Studio" obtuvo 22 galardones. Discutimos el desempeño de otras series de la plataforma como "Severance", "Chief of War" (mencionando una interesante anécdota histórica española en Hawái), y la tercera temporada de "Fundación". Apple quiere ponerle pantalla táctil OLED a los MacBook Pro y eso sería un grave error Kuo: Apple to launch touch screen Macs, starting with OLED MacBook Pro - 9to5Mac Chinese pre-orders for Apple's iPhone 17 break records amid strong demand | South China Morning Post (1) Apple removes
O Conselho de Cooperação do Golfo pode virar uma "OTAN árabe"? Observamos esta e outras movimentações no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.Também seguimos repercutindo a crise política no Nepal e as manifestações estudantis na Argentina, além da análise da professora Vivian Almeida sobre a desvalorização do peso argentino.Conheça o Modo Carreira na Alura: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no plano de saúde do seu pet na Petlove: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=xadrezverbal
Esta mañana, nos ha salido un anuncio de idealista valorado en 3.500.000€ y a partir de ahí hemos empezado a ver y comentar pisos, y nos hemos dado cuenta de que nos encanta ver pisos/casas.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Agradecemos de corazón a Luxbardj del podcast Crímenes de Arkham su inestimable colaboración en este episodio. En este nuevo episodio de Crónica en Negro, nos adentramos en "Doce Días Bajo la Máscara del Mal", el caso que conmocionó a un país entero. Revivimos la angustia de una búsqueda que mantuvo a una nación en vilo durante doce eternos soles. Descubrimos la calculadora farsa tejida por la asesina, una mujer que fingía un dolor inmenso mientras ocultaba la atroz verdad. Desde la quietud de Las Hortichuelas, un sitio de paz alterado de modo violento, seguimos el paso de la investigación, las sospechas de los agentes y la captura que desveló lo más oscuro. Abordamos el juicio, un proceso judicial de alto peso, donde la justicia impuso la pena más alta. Pero la historia no finaliza ahí. Examinamos la cuestión que acecha tras los muros de la prisión: las quejas de coacción a la madre del pequeño, los supuestos favores y las conductas manipuladoras que siguen, poniendo en tela de juicio el sistema de ayuda en prisión y la sinceridad de un supuesto cambio de actitud. Desde Crónica en Negro, damos voz a quienes padecieron, a las víctimas y sus allegados. Observamos con suma inquietud cómo, en ocasiones, las penas impuestas parecen no compensar el daño inmenso. Y más aún, cómo los beneficios que la prisión concede pueden darse a personas que, solo con el fin de acortar su estadía tras los muros, simulan un arrepentimiento que no es genuino. Nuestro programa busca poner luz sobre estas situaciones, abogando por un sistema que priorice la seguridad y la paz de los afectados, desvelando la verdad que a veces se intenta ocultar bajo una falsa muestra de cambio. Nos unimos a la incansable lucha de Patricia Ramírez, la madre del niño, que busca proteger la memoria de su hijo y la dignidad de todas las víctimas, abogando por un "nuevo escenario" donde no se lucre con el padecimiento ajeno. ¡No te lo puedes perder! Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Paz Gómez Ferrer, psicóloga, nos alerta sobre el exceso de confianza en las nuevas tecnologías: "La IA tiene fallos, se equivoca y está sesgada". La IA está cambiando nuestras vidas. Hemos incorporado a nuestro día a día los nuevos desarrollos. Y hay quienes piensan que quizás nos estamos pasando. ¿Confiamos demasiado en lo que nos dicen las maquinitas? Puede que haya quien se pregunte que por qué hablamos de esto. Y sí, en Tu Dinero Nunca Duerme también nos preocupa y nos interesa este tema. Porque si hay un ámbito en el que parece inevitable que entre la IA a cambiarlo todo es el de los mercados financieros. Para ayudarnos a responder a estas preguntas, nos visita esta semana Paz Gómez Ferrer, psicóloga especializada en behavioral finance y colaboradora de Cobas AM. "Es muy cómodo, me da toda la información a golpe de click. Parece que ya no hace falta que piense. Pero estamos perdiendo el pensamiento crítico. Observamos en el ser humano ciertas dependencias a la hora de tomar decisiones", nos explica Gómez Ferrer. "Cada vez que me enfrento a un dilema y debo tomar una decisión, espero a que la IA la tome por mí. También vemos a personas que le cuentan sus problemas a la IA. Utilizar mucho la IA también merma las funciones creativas, a la hora de pensar diferente: nos encontramos, por ejemplo, muchas propuestas de consultoría que son demasiado parecidas. No todos tenemos el tiempo para pensar en lo que nos dicen. Automatizarlo todo puede generar una dependencia muy grande para el ser humano", alerta. En los mercados financieros, los sesgos están muy presentes y no parece que el uso de la IA esté mejorando la situación. Incluso, en algunas situaciones, está empeorando lo que ya conocíamos: "En el momento en el que tengo menos conocimientos financieros, aparecen más los sesgos. Cuando tengo una idea, voy a ChatGPT para ver qué me dice: ahí estoy buscando el sesgo de confirmación. Y de lo que me diga, me aferro a ello (sesgo de anclaje)". "Además, la tecnología y la IA favorecen el estilo de inversión a corto plazo. Se le está dando mucha autoridad a la IA: personas que no están invirtiendo tiempo para tener más conocimiento", lo que es muy peligroso. Con un condicionante extra, la IA no es, ni mucho menos, infalible. También puede fallar y lo hace a menudo, con el peligro que eso tiene para el que se fíe al 100% de este tipo de herramientas: "Cuando no conoce ciertos modelos, se los inventa. La IA no está entrenada para saber lo que es verdad o mentira. Además, usa una información que ya está sesgada, porque la información se la damos los seres humanos. La IA tiene fallos, se equivoca y está sesgada", nos recuerda Gómez Ferrer.
Esta semana Miramos la segunda parte de a Carrera d Hulk Hogan desde su salida de la WWF hasta su retiro en el 2013.Observamos su serie Thunder In paradiseComo Llega a la WCWSu 1er contrato El Booking d Hogan en ese tiempoComo era conocido la WCW en ese tiempo.El cambio a rudoEl exito de la NWOPor que fracasoLos Ultimos Years en wcwLa XWFSu regreso a la WWETour de AustraliaCorrida en TNAEsto y mucho pero mucho mas en el podcast de esta semana
Observamos el verano desde varios ángulos distintos al habitual. Una selección refrescante y ecléctica para señalar otras perspectivas vitales y sonoras.Playlist;THE STRANGLERS “Summer in the city”THE NEATBEATS “Turning up”CONCHITA VELASCO “Calor”SLY and THE FAMILY STONE “Hot fun in the summertime”ELVIS COSTELLO “The other side of summer”HELEN LOVE “Summer pop radio”SHONEN KNIFE “Summertime boogie”LAS KASETTES “Verano en la azotea”LOS BICHOS “Verano muerto”SILVIO y LUZBEL “La playa”KIM FOWLEY “Summertime frog”PETER PERRETT “How the West was won”THE BROTHERS FOUR “The green leaves of summer”NEW YORK DOLLS “End of the summer”SKATALITES and LAUREL AITKEN “Summertime in the guetto”PELOMONO “Frío verano”BESTIA BEBÉ “La mentira del verano”Escuchar audio
Esta semana repaso como se están comportando los diferentes fondos que sigo tanto en Renta Fija, Mixtos y Renta Variable. Observamos grandes diferencias en rentabilidad desde el último Podcast publicado en Abril, sobre todo en Renta Variable. Si te ha gustado el programa te agradezco le des un like en la aplicación donde lo estés escuchando para que de esta manera este contenido informativo y divulgativo pueda llegar a mas gente. Para cualquier consulta sobre este Podcast mi email es: eusgomez@gmail.com
Entrevista con Gonzalo García-Muñoz, CEO en España de ICEYE. La tecnología satelital de observación de la Tierra a análisis tras las imágenes que nos muestran el resultado de ataques de U.S. a Irán.
Observamos os primeiros embates na Copa do Mundo de Clubes com duelos equilibrados, goleadas e algumas fragilidades - incluindo da organização, principalmente estádios com grandes espaços vazios.O que deu para ver até agora e o que esperar do que ainda vem pela frente?INSCREVA-SE NA NEWSLETTER! Toda sexta-feira aberta a todos inscritos com nossos textos sobre o que rolou na semana e às terças com conteúdo exclusivo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro: https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinConheça o canal do Bruno Bonsanti sobre Football Manager: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Felipe Lobo sobre games: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal do Leandro Iamin sobre a seleção brasileira: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
En este episodio de FunTechClub analizamos el Hot Sale 2025 en Latinoamérica, con foco en la evolución del e-commerce en Argentina. Observamos un cambio significativo respecto a ediciones anteriores: pasamos de un consumidor que compraba rápido para ganarle a la inflación, a un comportamiento más racional y “normal”, alineado con el resto de la región. Hoy se ponderan más los descuentos reales y las opciones de financiación.Hablamos sobre el rol creciente de los marketplaces bancarios, que comienzan a ocupar el lugar de las grandes plataformas, y cómo las cuotas dejaron de ser un escudo antiinflacionario para convertirse en la única forma de acceder a ciertos productos. También abordamos las ofertas agresivas de precios, el peso cada vez mayor del costo de envío y la publicidad, y cómo eso obliga a los vendedores a ser más eficientes.Mirando hacia adelante, discutimos por qué se termina la era de ganancias fáciles en e-commerce y cómo la eficiencia, los datos y la fortaleza de marca serán clave ante márgenes más ajustados y una competencia más intensa. Dedicamos gran parte del episodio a la revolución que traerá la inteligencia artificial: búsquedas y asistentes virtuales (por ejemplo en WhatsApp) que recomendarán productos personalizados en tiempo real, transformando por completo el proceso de compra. Ya no estamos surfeando la ola mansa de Bali, sino una poderosa ola estilo Hawái. Cerramos el episodio con una mirada regional sobre los eventos de descuento y el rol crítico que tendrán la IA y las plataformas de datos en el futuro del e-commerce.
Franciscus mortus est! Repercutimos a morte do Papa Francisco e sua imagem na Argentina e no restante da nossa quebrada latino-americana.Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com destaque para o anúncio de mudanças na Autoridade Palestina.No mais, trouxemos detalhes das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, com mediação dos Estados Unidos, além de outras notícias da administração Trump.Curso Infâncias e Adolescências na Segunda Guerra Mundial, de Fran Becher: https://sou.ucs.br/extensao/detalhes/infancias-e-adolescencias-na-segunda-guerra-mundial-EXT036853/E esse programa tem o apoio da Alura: https://alura.tv/xadrezverbal
Matias está de volta do departamento médico! Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, analisando a fala sobre ajuda humanitária em Gaza e as novas relações entre Síria e Coreia do Sul.Demos uma volta pela bacia do Pacífico, com repercussões do tarifaço e das visitas de Xi Jinping ao Camboja, Malásia e Vietnã.Por fim, fizemos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para o polêmico segundo turno no Equador.E esse programa tem o apoio da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalConfira a Turma do Pagode da Academia Guhan: https://academiaguhan.com.br/turma-do-pagode/
O seu download não será tarifado! Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com o linchamento do cineasta Hamdan Ballal e a formação do novo governo na Síria.Também demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com visita de Lula ao Japão, a suspeita de espionagem da ABIN no Paraguai e projeções eleitorais pela região.Por fim, explicamos o tarifaço de Trump, junto com outras notícias dos EUA e da Bacia do Pacífico.E esse programa tem o apoio da Alura: https://alura.tv/xadrezverbal
Observamos los resultados en Europa de RWE, Elliott, Bayer, SAP, Audi (grupo Volkswagen) y LVMH. Con Araceli de Frutos, asesora del fondo Alhaja Inversiones.
Observamos los resultados en Europa de RWE, Elliott, Bayer, SAP, Audi (grupo Volkswagen) y LVMH. Con Araceli de Frutos, asesora del fondo Alhaja Inversiones.
In this episode of the Canary Cast, Florian Hagenbuch, co-founder and partner at Canary, sits down with Christophe Gerlach, co-founder and CEO of Comp, a new kind of HR Tech that is rethinking the way businesses approach their total compensation strategies.From the origins of his entrepreneurial journey alongside Pedro Bobrow—delivering açaí to college students—to pioneering a "Service-as-a-Software" business model that leverages the combination of AI and human expertise, Chris shares details of his story and his vision for Comp's future. During the episode, he also reflects on the importance of thoughtful experimentation, building strategic trust when entering a new market, and the powerful impact of an intentional company culture.In this episode, we dive into: How Comp is helping companies be more strategic about every cent invested in labor costs Pioneering the "Service-as-a-Software" Business Model: How Comp is disrupting traditional compensation consultants and building the company at the intersection of technology and human expertise, where AI supports senior compensation executives to deliver personalized, effective solutions Comp’s approach to working closely with CEOs, CFOs, and CHROs to strategically manage compensation decisions during periods of expansion, restructuring, or business strategy shifts. Lessons learned about building a lean, high-performance team and why hiring A+ talent makes all the difference. Exceptionally, this episode was recorded in English, but we included a translated transcription below in the description of the episode. Whether you're a founder, business leader, HR professional, or just passionate about innovation, this episode is packed with insights at the forefront of compensation strategy and business-building. Tune in now to hear how Comp is not only solving today’s compensation challenges but also defining a new category in the HR landscape for the future. Guest:Christophe Gerlach Christophe Gerlach is the co-founder and CEO of Comp. Christophe graduated in Applied Economics and Management from Cornell University, where he met Pedro Bobrow. Together, they first founded Suna and are now building Comp. The company raised $4 million in a Seed round led by Kaszek, with participation from Canary, Norte, and 1616 funds, as well as 40 angel investors who are also executives from American companies and Brazilian startups such as Nubank, Creditas, and Caju. Follow Chris on LinkedIn Host: Florian Hagenbuch Florian is the co-founder and General Partner at Canary, a leading early-stage investment firm in Brazil and Latin America. Canary has invested in more than 100 companies since its founding in 2017. Previously, Florian founded Loft, a company that digitized and transformed the home buying experience in Brazil, bringing transparency, liquidity, and credit to millions of Brazilians. Before that, Florian also co-founded Printi, the leading online printing marketplace in Latin America. Follow Florian on LinkedIn Highlights: 00:00 - Opening01:50 - Personal Journey and the Beginning of Chris and Pedro's Partnership03:07 - Starting a Food Delivery Business in College07:25 - Transition to HR Tech and General Atlantic Experience08:37 - Labor Cost Challenges and Finding a thesis11:48 - Founding Comp and Initial Product Development13:30 - Comp's Value Proposition in the HR and Compensation Market18:29 - "Service-as-a-Software" Business Model and Strategic Use of AI for Software, Services, and Tools26:20 - Comp's Traction So Far28:44 - Building a team in a AI native company35:12 - Challenges along the way39:26 - Vision for the Future and Global Ambitions46:56 - Customer Success Stories and Impact51:56 - Closing RemarksEpisode Transcription in Portuguese: O mundo que estamos construindo é um em que um executivo pode vir e dizer: “Ei, em 2025, minha empresa vai crescer a receita em 25%. Precisamos alcançar o ponto de equilíbrio. Vamos abrir uma divisão de fintech, então precisaremos de novos tipos de talentos nessa área, e também vamos encerrar nossas operações no país X, Y, Z. Assim, gostaria que vocês me ajudassem a desenhar cada elemento do meu custo total de mão de obra." Quais benefícios eu devo oferecer? Quanto eu devo aumentar nos salários baseado nesse objetivo de ponto de equilíbrio, na minha retenção anterior, no índice de conversão de candidatos que já tivemos? Existe uma enorme quantidade de dados que podem ser usados, digamos, para otimizar essas decisões. E tudo isso pode começar a partir de um input estratégico de alto nível, como esse, composto por uma ou duas frases de um executivo, e, a partir daí, podemos fazer todo o trabalho e voltar com soluções para o cliente. Realmente acredito que é assim que as empresas tomarão decisões no futuro. E, honestamente, colocaria vocês nessa categoria. Não é fácil apontar para uma empresa específica, em outro lugar, fazendo algo verdadeiramente parecido com o que vocês estão fazendo. Vocês estão assumindo riscos reais de inovação e realmente estão na vanguarda do que é possível nessa área de atuação em que vocês trabalham. Chris, agora vamos mudar para o inglês para começar nosso episódio, já que temos um gringo aqui no programa hoje – gringo, como eu, de várias maneiras. Muito obrigado, Chris, por aceitar o convite de compartilhar um pouco sobre sua história e sua trajetória com a Comp. Estamos muito, muito empolgados em tê-lo aqui e ansiosos por essa conversa com você. Então, muito obrigado e seja bem-vindo. Chris: Obrigado pelo convite. Estou super animado para estar aqui e por essa conversa. Florian: Ótimo. Talvez comecemos com o comentário do gringo. Quando comecei minha carreira como empreendedor aqui no Brasil, havia muitos de nós. Era na época da Rocket Internet: tinha muitos alemães, americanos e franceses. E então, durante um tempo, eles meio que desapareceram. Provavelmente tem a ver com os altos e baixos econômicos do Brasil, mas eis que agora você está aqui, um gringo na cidade, construindo algo no Brasil. Algo realmente único e intrigante. Eu adoraria ouvir mais: você pode compartilhar um pouco sobre o seu passado, sua trajetória e o que o trouxe ao Brasil e à decisão de começar a Comp localmente? Chris: Claro! Que honra! Acho que sou o primeiro gringo no podcast, então estou honrado de ser o primeiro. Um pouco sobre mim – sou meio holandês e meio americano. Nasci na Holanda e cresci principalmente nos EUA. Quando jovem, meu sonho era jogar futebol profissional. Além de ser o “gringo” com quem você está conversando agora, meu segundo maior orgulho é que joguei contra o Mbappé na França quando eu tinha cerca de 14 anos. Mas, em certo ponto, percebi que não seria bom o suficiente para fazer disso uma carreira. Eu fui jogar na universidade e estudei na Cornell, em Nova York. Foi lá que conheci meu cofundador brasileiro, chamado Pedro, há mais ou menos uns 7 ou 8 anos. Estávamos em uma aula de comunicação empresarial, onde a tarefa era dar um discurso inspirador sobre algo que queríamos fazer em nossa carreira. Todo mundo na classe dizia que queria trabalhar no Goldman Sachs como banqueiro ou ser consultor na McKinsey. Pedro e eu fomos os únicos a falar sobre empreendedorismo. Achei que Pedro fez um discurso muito carismático e emocional sobre porque queria ser empreendedor. Mas o professor, depois do discurso dele, disse algo como: “Pedro, tenho certeza de que o que você disse foi ótimo, mas não consegui entender por causa do seu sotaque brasileiro. Você precisa melhorar isso se quiser passar nessa matéria." Após a aula, fiz uma brincadeira com ele, e acabamos nos tornando amigos por sermos os únicos da turma com mentalidade empreendedora. Começamos a almoçar juntos, a trocar ideias, etc. Durante nosso segundo ano de faculdade, começamos um negócio de entrega de comida. Entregávamos açaí para estudantes no campus e alguns outros itens de café da manhã. A inovação que criamos, entre aspas, foi que, diferente de plataformas como Uber Eats, iFood ou DoorDash, onde cada entrega é feita separadamente, nós coletávamos vários pedidos de uma vez para reduzir o preço da entrega. Em vez de uma pessoa da entrega pegar um pedido por vez, pegávamos, por exemplo, 8 ou 10 pedidos de uma só vez. Dessa forma, reduzíamos o custo para o consumidor e tornávamos o processo mais eficiente. Como muitos estudantes moravam próximos uns dos outros no campus, fazia sentido. Além disso, ajudávamos restaurantes fora do campus a atender os estudantes e a gerar mais receita durante as manhãs, quando eles tinham capacidade ociosa. Esse foi, basicamente, o nosso modelo de negócio. Chegamos a levantar capital de algumas aceleradoras, crescemos para uma equipe de 30 pessoas, aprendemos muito, mas tivemos o que chamamos de uma saída pequena. Não foi um grande sucesso financeiro, mas aprendemos que amávamos ser empreendedores. Até hoje, não sei explicar de forma 100% racional; foi mais emocional, e ainda é. Amamos construir algo do zero, trabalhar com colegas inteligentes e ambiciosos, enfrentar novos desafios todos os dias. Também aprendemos que adorávamos trabalhar juntos, e nos comprometemos a continuar trabalhando juntos por anos. Então, dessa experiência, não tivemos um grande retorno financeiro, mas conquistamos uma parceria de longo prazo entre mim e o Pedro. Depois de nos formarmos, trabalhei na General Atlantic, uma firma global de private equity focada em estágio de crescimento (Series B, Series C). Lá, me concentrei em empresas de tecnologia B2B e avaliei várias empresas de recrutamento, performance, folha de pagamento, compensação, etc. Foi um lugar fantástico para aprender e, eventualmente, acabei mergulhando fundo na área de tecnologia para RH, que encabeça o que fazemos hoje na Comp. Florian: Impressionante! Há muito o que explorar só nessa parte da sua trajetória, e também muitos aspectos em comum, Chris. Eu também joguei futebol, mas, infelizmente, não contra o Mbappé. Essa é uma ótima história! Você deveria contar isso mais vezes. Chris: Eu até contaria mais vezes, mas perdemos aquele jogo de 5 a 1. Florian: Ele marcou? Chris: Ele marcou três vezes. Florian: Uau. Já dava pra perceber que ele era incrível, né? Chris: Sim, dava pra ver que ele era fantástico. Florian: Então provavelmente você está em um daqueles vídeos caseiros onde o Mbappé destrói todo mundo, e você é um dos meninos tentando detê-lo no vídeo. Chris: Eu adoraria ver esse vídeo, por mais embaraçoso que fosse. Florian: Muito bom. Mas voltando ao que você mencionou, algo que capturou minha atenção foi quando você disse que, até hoje, não sabe muito bem por que quis começar uma empresa, dizendo ser um processo emocional. E, em muitos aspectos, isso se assemelha a ser uma criança querendo ser jogador de futebol, certo? É mais como um sonho, algo que você simplesmente quer fazer. E, como empreendedor, esperamos que você acabe se tornando mais um "Mbappé", do que "Chris". Mas, me conte um pouco mais sobre como vocês construíram a empresa na faculdade, venderam e seguiram em frente. Você sabia que ia começar outra empresa? E trabalhar na General Atlantic foi mais um “deixa eu olhar o mundo real e adquirir habilidades” ou algo mais? Como foi essa decisão? Para você, foi sempre óbvio que aquilo era algo temporário e que você voltaria a ser fundador? Chris: Sim, diria que foi algo assim. No último semestre da faculdade, Pedro e eu fizemos uma promessa um ao outro de que, em até 3 anos, iríamos começar um negócio juntos. Pedro foi trabalhar em um cargo de produto no Vale do Silício, enquanto eu fui para a General Atlantic, mas o plano era claro: trabalhar por alguns anos, ter experiências complementares em nossas trajetórias e aprender como é estar no “mundo real”. Queríamos construir um currículo sólido, mesmo que por apenas 1 ou 2 anos. Mas sabíamos, desde o dia em que paramos de trabalhar no negócio de entrega de açaí, que um dia voltaríamos. Florian: E vocês sabiam que seria vocês dois juntos novamente. Chris: Exatamente. Disso nós tínhamos certeza. Não sabíamos se seria uma empresa B2B, B2C, em qual setor, ou mesmo em qual geografia, mas sabíamos que seria nós dois. Acabamos indo para o mundo do tech para RH porque foi o foco do meu trabalho na General Atlantic, e posso aprofundar mais sobre isso. Florian: Legal, fale mais sobre isso. Acho muito interessante. Chris: Eu diria que existiam alguns temas principais. Na General Atlantic, como a maioria das empresas de investimento, o papel dos analistas juniores é basicamente buscar oportunidades e fazer diligências, no nosso caso, em empresas de tecnologia em estágios mais avançados (Series B em diante). Algo que me surpreendeu inicialmente – e lembro de comentar isso com o Pedro – foi que, ao fazermos diligência em empresas promissoras, percebíamos que a maioria dos CEOs tinha muita clareza sobre sua estratégia de mercado e visão do produto, mas, por outro lado, não tinham tanto domínio sobre a estratégia relacionada às pessoas que fazem todas essas coisas acontecerem. Perguntávamos coisas como: “Por que vocês têm essa divisão específica de salário fixo versus variável?”, ou “Quais são os custos associados à folha de pagamento nessa região ou país, se você contratar CLT ou prestadores de serviço?”. Também perguntávamos coisas como: “Como os gestores conseguem orçamento para novas contratações?” ou “Como vocês alocam o orçamento de aumento salarial anual?”. E a maioria dos líderes usava uma boa dose de intuição para responder a essas questões. Isso não é necessariamente errado, mas começamos a chamar isso de “estratégia de custo de mão de obra”. E ficou claro para nós que, mesmo em empresas modernas de tecnologia e serviços, onde 50% a 80% do orçamento operacional vai para folha de pagamento e benefícios, a abordagem usada para essas questões era baseada em “achismos”. O foco nessas decisões críticas parecia ser insuficiente. Outra coisa que eu aprendi na General Atlantic foi a operação do RH, ou seja, o lado operacional do RH, e não tanto o estratégico. Quando digo operacional, quero dizer as atividades diárias geridas, muitas vezes, em planilhas de Excel e PDFs. Observamos que esse era um espaço relativamente saturado globalmente. Em qualquer mercado grande (Latam, EUA, Europa, etc.), havia dezenas de empresas vendendo ferramentas de software que ajudavam as empresas a gerenciar diferentes partes da área de RH: desde folha de pagamento até recrutamento, desempenho, entre outros. Avaliamos que o lado operacional já tinha muitos concorrentes e seria muito difícil entrar nesse mercado com um SaaS tradicional. Além disso, percebemos que, enquanto o lado operacional era bem atendido, o lado estratégico – especificamente em relação a compensação e estratégia de custo de mão de obra – ainda dependia amplamente de consultorias como Mercer, Korn Ferry e Willis Towers Watson. Essas consultorias são extremamente caras e com NPS negativo. Foi um momento de “eureka” perceber que, apesar do custo alto, os resultados obtidos com essas consultorias não atendiam às expectativas. Além disso, muitas decisões relacionadas à compensação nas empresas ainda eram feitas de forma pouco transparente, tanto para recrutadores quanto para os próprios colaboradores. A compensação como um todo parecia ser um “problema cabeludo” tanto do lado da empresa quanto do colaborador. E foi aí que começamos a explorar a ideia de construir uma empresa que ajudasse outras empresas com suas estratégias de compensação total. Florian: Super interessante, Chris. Isso faz muito sentido. Por que você não nos conta um pouco mais sobre a evolução do produto da Comp e como a empresa começou? Também trabalhamos juntos nisso, então vi boa parte da jornada. Quando começaram, e quando investimos em vocês pela primeira vez, a ideia e o produto inicial eram, essencialmente, um banco de dados de compensação, com dados em tempo real. E foi incrível como vocês conseguiram atrair várias techs para participarem da plataforma, compartilhando, de forma anônima, os dados de compensação. Em troca, essas empresas recebiam benchmarks do mercado. Se minha descrição não for precisa, me corrija. Mas esse era o produto inicial. Como o valor evoluiu desde então? O que vocês aprenderam ao longo desses últimos anos e, agora, qual o principal valor que a Comp entrega? Chris: Certo! Há muita coisa para discutir aqui. Mas sim, começamos exatamente como você descreveu. Criamos um banco de dados de compensação, que é o primeiro produto. A proposta de valor para os clientes era: para tomar a maioria das decisões sobre salários, benefícios, bônus, e incentivos de longo prazo, eles precisariam de benchmarks do mercado. Quer dizer, dados específicos sobre o que os concorrentes diretos estão fazendo. E, claro, cada cliente precisa de benchmarks diferentes: por exemplo, uma empresa pode querer comparar seus engenheiros com Nubank e PicPay, mas precisa olhar para Itaú ou Bradesco quando se trata de analistas financeiros. O primeiro produto que criamos foi, basicamente, isso: um banco de dados com rede de dados altamente valiosa. Quanto mais empresas participam da base compartilhando seus dados anonimamente, mais robusto o banco de dados fica para todos. Por isso, disponibilizamos essa ferramenta gratuitamente – além do fato de que não existe orçamento tão significativo destinado apenas para a aquisição de benchmark. Hoje, temos mais de 1.000 empresas usando esse produto na América Latina, com foco no Brasil, além de algumas multinacionais que têm operações locais. Continuamos expandindo: começamos apenas com benchmarks de salário, mas já adicionamos dados sobre modelos de salário variável, benefícios, incentivos de longo prazo e até análises organizacionais como número médio de subordinados por gestor. Agora, ajudamos os clientes em duas frentes principais: estratégia e implementação. Sobre estratégia: hoje empresas nos contratam para desenhar ou revisar a estratégia de compensação. Isso inclui desde construir tabelas salariais até planos de bônus e benefícios. Por outro lado, também fornecemos ferramentas para implementar essas políticas, automatizando promoções, comunicação de benefícios, entre outras atividades. Florian: Super interessante, Chris. Isso faz muito sentido. Por que você não nos conta um pouco mais sobre a evolução do produto da Comp e como a empresa começou? Também trabalhamos juntos nisso, então vi boa parte da jornada. Quando começaram, e quando investimos em vocês pela primeira vez, a ideia e o produto inicial eram, essencialmente, um banco de dados de compensação, com dados em tempo real. E foi incrível como vocês conseguiram atrair várias techs para participarem da plataforma, compartilhando, de forma anônima, os dados de compensação. Em troca, essas empresas recebiam benchmarks do mercado. Se minha descrição não for precisa, me corrija. Mas esse era o produto inicial. Como o valor evoluiu desde então? O que vocês aprenderam ao longo desses últimos anos e, agora, qual o principal valor que a Comp entrega? Chris: Certo! Há muita coisa para discutir aqui. Mas sim, começamos exatamente como você descreveu. Criamos um banco de dados de compensação, que é o primeiro produto. A proposta de valor para os clientes era: para tomar a maioria das decisões sobre salários, benefícios, bônus, e incentivos de longo prazo, eles precisariam de benchmarks do mercado. Quer dizer, dados específicos sobre o que os concorrentes diretos estão fazendo. E, claro, cada cliente precisa de benchmarks diferentes: por exemplo, uma empresa pode querer comparar seus engenheiros com Nubank e PicPay, mas precisa olhar para Itaú ou Bradesco quando se trata de analistas financeiros. O primeiro produto que criamos foi, basicamente, isso: um banco de dados com rede de dados altamente valiosa. Quanto mais empresas participam da base compartilhando seus dados anonimamente, mais robusto o banco de dados fica para todos. Por isso, disponibilizamos essa ferramenta gratuitamente – além do fato de que não existe orçamento tão significativo destinado apenas para a aquisição de benchmark. Hoje, temos mais de 1.000 empresas usando esse produto na América Latina, com foco no Brasil, além de algumas multinacionais que têm operações locais. Continuamos expandindo: começamos apenas com benchmarks de salário, mas já adicionamos dados sobre modelos de salário variável, benefícios, incentivos de longo prazo e até análises organizacionais como número médio de subordinados por gestor. Agora, ajudamos os clientes em duas frentes principais: estratégia e implementação. Sobre estratégia: hoje empresas nos contratam para desenhar ou revisar a estratégia de compensação. Isso inclui desde construir tabelas salariais até planos de bônus e benefícios. Por outro lado, também fornecemos ferramentas para implementar essas políticas, automatizando promoções, comunicação de benefícios, entre outras atividades. Florian: Muito interessante, Chris. Notei que você não mencionou a palavra "IA" ao falar do produto, o que é curioso, porque vejo a Comp como uma empresa nativa de IA. Vamos falar um pouco sobre o que significa ser uma empresa nativa de IA, tanto no produto quanto na cultura. Como vocês estão utilizando IA para liderar essa categoria de "selling work"? Chris: Ótima pergunta. Talvez a primeira coisa a abordar seja por que não mencionamos IA ao falar da Comp. Diferente de outras empresas de "selling work", que tentam eliminar completamente a necessidade de humanos na operação, nós intencionalmente mantemos humanos no processo. Isso porque acreditamos que, em decisões estratégicas como compensação, é crucial ter um especialista humano envolvido. Nosso diferencial é que usamos IA para apoiar esses especialistas. A IA nos ajuda a analisar grandes volumes de dados, identificar padrões e fornecer recomendações baseadas em dados. Mas o toque humano ainda é essencial, especialmente em decisões estratégicas críticas. Florian: Faz sentido. E como vocês têm se saído em termos de tração e marcos importantes? Chris: Hoje, temos mais de 1.000 empresas usando nosso produto de benchmark e mais de 100 clientes pagantes utilizando nossos serviços de estratégia e implementação. Crescemos mais de 8x ano a ano em 2024 com uma equipe enxuta de 16 pessoas. Florian: Impressionante. E como vocês pensam sobre a cultura da empresa, especialmente em um ambiente de crescimento tão rápido? Chris: Temos sido muito intencionais sobre manter a equipe pequena e focada. Acreditamos que uma equipe menor e altamente qualificada é mais eficiente e ágil. Isso nos permite evitar burocracia e tomar decisões rapidamente. Também incentivamos uma cultura de colaboração e propriedade, onde cada membro da equipe é incentivado a assumir responsabilidade e contribuir ativamente. Florian: Muito interessante, Chris. E quais são os maiores desafios que vocês enfrentaram até agora? Chris: Um dos maiores desafios tem sido vender para compradores avessos ao risco, como o RH. É difícil convencê-los a adotar uma nova abordagem sem muita confiança. Investimos muito em construir nossa marca e estabelecer confiança com nossos clientes. Outro desafio é educar o mercado sobre o valor que oferecemos. Muitas vezes, os clientes não percebem que têm um problema até que seja tarde demais. Por isso, começamos com contratos menores e expandimos conforme ganhamos a confiança do cliente. Florian: E quais são os planos futuros para a Comp? Chris: Temos ambições globais. O problema que resolvemos é universal, e acreditamos que podemos levar nossa abordagem para outros mercados. Estamos apenas começando, mas estamos animados com o potencial de crescimento e impacto que podemos ter. Florian: Muito obrigado, Chris, por compartilhar sua história e insights. Foi uma conversa incrível, e estamos ansiosos para ver o que o futuro reserva para a Comp. Chris: Obrigado, Florian, e a toda a equipe da Canary pelo apoio. Estamos apenas começando, e há muito mais por vir. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ahora que estoy impartiendo mi programa “A tu manera” me doy cuenta que el tipo de energía de cada una determina el tipo de trabajo, servicios y ofertas que podemos ofrecer. Y el tipo proyector, no es la excepción. Nosotros estamos aquí para guiar. Somos las guías (no los líderes). Vemos caminos nuevos. Vemos maneras más eficientes de llevar a cabo procesos. Estudiamos el mundo. Observamos el mundo. Entendemos el mundo. Pero para que podamos llevar a cabo nuestro propósito de vida (guiar) necesitamos abrazar nuestro tipo (aceptar que no estamos aquí para HACER sino para VER) y cuidarnos. No hay nada más importante para un proyector que su AURA. Y el brillo y la solidez y la luminosidad de tu aura depende de cómo te tratas a ti misma y de qué tanto te valoras. El proyector siempre va a llamar la atención porque estamos diseñadas para se llamativas. De esta manera los tipos sacrales puedan reconcernos, pero eso no significa que siempre inspiremos confianza. Esto es porque un proyector mal gestionado se percibe a la distancia. Cuando no nos cuidamos a nosotras mismas o no nos valoramos realmente, lo que detonamos en el otro es RESERVA: “quiero estar cerca de ti, pero no me inspiras confianza”. Si eres de tipo proyector tu primera misión es CUIDARTE. Descansar, comer adecuadamente, mover tu cuerpito y hacer las cosas que te traen alegría. Ahhh y también estar en la naturaleza lo más que puedas. •ᴗ•
En esta predicación continuamos explorando el mensaje del Salmo 19. Observamos que Dios se comunica con el hombre, con el fin de redimir su alma. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
Vamos a comenzar adoptando una postura dignificante, inhalando profundamente para llenarnos de energía y exhalando lentamente. Con cada respiración, conectamos con el momento, el cuerpo y la intención positiva de cultivar un hábito saludable. Observamos nuestra respiración y permitimos que el cuerpo encuentre un ritmo natural, dejando atrás pensamientos dispersos. Reflexionamos sobre nuestros recursos internos, como la templanza y la compasión, y recordamos momentos difíciles donde hemos desarrollado habilidades. En lugar de buscar una vida sin problemas, visualizamos aceptando los retos con calma y curiosidad, preguntándonos qué podemos aprender de cada situación. Imaginamos un futuro donde aplicamos estas cualidades, siendo racionales y agradecidos por nuestras capacidades y relaciones. Al final, inhalamos profundamente y exhalamos, soltando tensiones y expectativas, llevándonos lo positivo de esta práctica. Cuando estés listo, abre los ojos y continúa tus actividades, renovado y confiado. Escucha esta y más meditaciones en mi sitio web https://razieltovar.com
Comenzamos tomando inhalaciones profundas y lentas, explorando el aire que entra y sale por la nariz. Notamos pensamientos que pueden surgir, como preocupaciones laborales, pero no nos enganchamos en ellos. Continuamos respirando, soltando tensión y estrés con cada exhalación, y llevamos nuestra atención al momento presente. Es normal sentir incomodidades físicas; simplemente aceptamos la experiencia sin expectativas. Observamos cómo nuestra respiración refleja nuestro estado de ánimo, ya sea inquietud o calma. Cultivamos una relación más apacible con nosotros mismos, generando una intención positiva para equilibrar nuestras emociones. Cada exhalación libera ansiedad, mientras cada inhalación trae energía positiva. Para concluir, reconectamos con nuestro cuerpo y agradecemos el momento presente. Finalmente, movemos suavemente el cuerpo para estar listos y tranquilos para lo que sigue. Escucha esta y más meditaciones en mi sitio web https://razieltovar.com
Para iniciar esta práctica, adoptemos una postura cómoda y revisemos nuestro cuerpo, notando sensaciones y nuestra respiración. Inhalamos profundamente, sintiendo la expansión y contracción de los pulmones, enfocándonos en el presente. Observamos nuestra respiración sin forzarla y notamos cualquier tendencia reactiva en nuestra mente. Con calma, respondemos con conciencia ante pensamientos que puedan perturbar nuestra paz. Practicamos la gratitud por estar vivos, reconociendo nuestro potencial para cultivar tranquilidad y autoconocimiento. Finalmente, inhalamos y exhalamos el estrés, disfrutando el resto de la sesión a nuestro ritmo. Escucha esta y más meditaciones en mi sitio web https://razieltovar.com
Observamos como fue que los discípulos se apartaron de la doctrina apostólica proveyendo un camino a la iniquidad.
DEVOCIÓN MATUTINA VESPERTINA“SALMOS”Narrado por: Joyce VejarDesde: Arizona, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church15 DE JULIO SALMO 51 «Contra ti, contra ti solo he pecado, y he hecho lo malo delante de tus ojos, de manera que eres justo cuando hablas, y sin reproche cuando juzgas» (SAL. 51:4, LBLA). En algunas ocasiones he escuchado que las personas le cambian el nombre al pecado y lo califican con un grado menor de lo que verdaderamente es, refiriéndose al pecado como falla. Pero nuestro pecado no es simplemente una falla, como la que puede tener nuestro televisor y puede ser reparada fácilmente por alguien. El pecado es mucho más, por lo que Dios demanda que lo confesemos y nos apartemos de él. Cuando confesamos nuestros pecados, admitimos que violamos la ley de Dios. Admitimos que elegimos hacer, decir o pensar algo opuesto a la voluntad de Dios, y que somos culpables ante Él. La historia de David es preciosa, llena de victorias, pero también podemos ver su fracaso moral, su pecado. Es así como David se refiere a él en este versículo: «Contra ti, contra ti solo he pecado, y he hecho lo malo delante de tus ojos». Observamos el reconocimiento de su pecado, lo que también nos deja ver la humildad y dependencia de Dios que David llegó a tener. No es fácil para un rey o gobernante llegar a ese punto. No recuerdo haber escuchado de ningún gobernante reconocer su pecado y confesarlo y mucho menos relacionarlo con Dios. «He hecho lo malo delante de tus ojos»; hay una genuina confesión de parte de David. La pregunta que nos podemos hacer es la siguiente: ¿existe ese reconocimiento de nuestro pecado ante Dios y esa confesión de nuestra parte, o todavía está ausente? Estoy seguro de que la mayoría de los que leen este escrito conocen el versículo en 1 Juan 1:9: «Si confesamos nuestros pecados, Él es fiel y justo para perdonarnos los pecados y para limpiarnos de toda maldad» (LBLA). David entendía la importancia de la confesión. La segunda parte del Salmo 51:4 nos deja ver una declaración maravillosa que va muy acorde con lo que Juan escribió: «De manera que eres justo cuando hablas, y sin reproche cuando juzgas». ¡Esta es una buena noticia! David se acuerda del Dios de amor y misericordia que tenemos, quien, aunque juzga justamente, también está ahí para perdonarnos. Como dice Juan: «Él es fiel y justo para perdonarnos los pecados y para limpiarnos de toda maldad». ¿Hay un pecado o algunos pecados que debes confesar? La buena noticia es que hay perdón para nosotros por la obra de Cristo y que ninguna condenación hay para los que están en Cristo. Sufriremos las consecuencias, pero hay perdón y esperanza por la obra redentora de Cristo. Recordemos las palabras de Isaías 43:25: «Yo, yo soy el que borro tus transgresiones por amor a mí mismo, y no recordaré tus pecados» (LBLA).
Observamos la levadura de incredulidad, la fe que busca entendimiento, y como Cristo mejora nuestra visión espiritual gradualmente.Time:AfternoonMinister:Rev. Daniel VenturaRead by:Taylor KernTexts:Mark 8:1–26Series:Español
Observamos una serie de Tarjetas Postales que un artista francés elaboró a finales del siglo 19 en donde imaginaba diferentes viñetas de cosas que existirían en el siglo 21. Lo interesante es que dió al clavo con cosas como los viajes espaciales, la existencia de los aviones y el Neurolink. Nos inspiró a pensar como pensamos que va a ser el mundo de aquí a 100 años.
Queridos hermanos y hermanas en Cristo. Bienvenidos (as) a este “podcast”, LA BUENA PALABRA, con el cual los Misioneros Redentoristas de la Provincia de Baltimore les traen la Buena Nueva de Jesús cada día. Soy el Padre Manuel Rodríguez, redentorista, de la Basílica de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro en Brooklyn, Nueva York. Hoy es el viernes, 9 de febrero de 2024, de la quinta semana del Tiempo Litúrgico Ordinario. Hoy, reflexionamos sobre el pasaje del Evangelio según San Marcos, capítulo siete, versículos 31 al 37. En este evangelio, Jesús realiza un milagro extraordinario al sanar a un hombre sordo con dificultades en el habla. En esta breve pero poderosa narrativa, encontramos lecciones profundas que resuenan en nuestras vidas diarias. Permítanme señalar cuatro de estas lecciones:La primera lección/la importancia de escuchar: El hombre sordo que nos presenta el Evangelio simboliza a muchos de nosotros que, en ocasiones, estamos sordos a las voces de Dios y a las necesidades de los demás. ¿Cuántas veces hemos cerrado nuestros oídos al llamado del Señor o a las palabras de aquellos que nos necesitan? Jesús nos invita a abrir nuestros corazones y oídos a su Palabra y a los clamores de aquellos que nos rodean.La segunda lección/el toque sanador de Jesús: Observamos cómo Jesús toca los oídos del hombre y luego su lengua. Este gesto no es simplemente un acto físico, sino un símbolo profundo de cómo el amor y la gracia de Cristo pueden sanar nuestras heridas más profundas. Jesús quiere tocar nuestras vidas, liberarnos de nuestras limitaciones y permitirnos hablar con palabras de amor, compasión y verdad.La tercera lección/el silencio significativo: Es interesante notar que Jesús pide a las personas que no hablen sobre este milagro. Este silencio apunta a la humildad y al hecho de que las acciones de Jesús hablan por sí mismas. A menudo, nuestras acciones dicen más que nuestras palabras. A través de nuestras obras de amor y servicio, podemos ser testigos silenciosos del poder transformador de Cristo en nuestras vidas y en las vidas de los demás.La cuarta lección/la llamada a proclamar: Aunque inicialmente Jesús pide silencio, el hombre sanado no puede contener su emoción y comienza a proclamar lo que Jesús ha hecho por él. Esta respuesta resalta la difícil tarea de guardar silencio cuando hemos experimentado la gracia de Dios en nuestras vidas. Somos llamados a compartir con valentía las maravillas que Dios ha obrado en nosotros, convirtiéndonos así en instrumentos de su amor y misericordia.En conclusión, hermanos y hermanas, que la lectura de hoy nos inspire a abrir nuestros oídos al llamado de Dios, permitiendo que Jesús toque nuestras vidas y nos libere de las limitaciones que nos impiden proclamar su amor al mundo. Que seamos testigos vivos de la gracia de Cristo, compartiendo con alegría la Buena Nueva con todos los que nos rodean.Que así sea. Amén. Que Dios nos bendiga.
Descubre una historia fascinante en este episodio especial de 'Cuéntamelo Todo'. Presentamos "Fuertes y Fabulosas" con Madelne Morell, una destacada figura en el mundo de la belleza. Madelne comparte su experiencia matrimonial de más de 12 años y cómo abordar el complejo sentimiento del rencor, que puede generar problemas y descontento en la vida. También explora la sinceridad, una cualidad poco común y a menudo mal entendida. Madelne relata su proceso de divorcio y la transición desde esa larga relación. Su valentía, emprendimiento y fuerza pueden resultar desafiantes para algunos hombres. Madelne nos aconceja a conocer aquella persona que recientemente entró en tu vida y que podría convertirse en algo más que una amiga. Es importante recordar que ser una buena persona no equivale a ser ingenuo. En este episodio, exploramos cómo el perdón puede liberarnos del rencor y sus consecuencias negativas. Madelne también comparte su experiencia en una breve relación que la hizo cuestionarse, ya que sentía que traicionaba su esencia. La transformación de su pareja tras el matrimonio la llevó a tomar la decisión de divorciarse en tan solo 15 días. Observamos a una empresaria especializada en belleza que aconseja sobre la importancia de amarse a uno mismo y entender lo que se desea en la vida. Además, revela sus planes actuales y futuros, buscando una relación enriquecedora que les permita vivir experiencias asombrosas.