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Já há resultados positivos do projeto que ajuda alunos de bairros vulneráveis da Grande Lisboa a estudar e a conseguir resultados que lhes abram horizontes académicos e profissionais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Diante dos diversos problemas éticos, políticos e sociais causados pelas grandes corporações tecnológicas (big techs) na última década, cresce a busca por alternativas à estrutura digital moldada por estas empresas do Norte Global. O uso de softwares livres e de código aberto — replicáveis por qualquer pessoa, comunidade, instituição ou governo — reacende o debate sobre soberania digital no mundo. Nesse sentido, redes sociais alternativas, construídas sobre bases de código aberto surgem como saída plausível do monopólio das big techs e das estruturas opacas e dominantes. Neste episódio, Damny Laya e Rogério Bordini conversam com especialistas da comunidade do software livre e redes descentralizadas (Fediverso) sobre experiências concretas de tecnologias voltadas à soberania digital no Brasil e no mundo. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO DAMNY: Rogério, eu queria começar com uma pergunta incômoda: o que significa, hoje, participar de uma rede social na internet? ROGÉRIO: Eu diria que é uma espécie de plataforma multiúso: serve pra gente se conectar com nossos amigos, familiares, compartilhar conteúdos diversos, como um vídeo interessante, um meme, participar de grupos de discussão, como no saudoso Orkut, lembra? Tudo isso como se fosse uma extensão das nossas interações sociais, só que no mundo virtual. Mas parece que a coisa hoje em dia tá BEM diferente. Hoje a gente não é só usuário dessas redes, mas também produto, audiência, e até alvo. E, diria mais, cada vez mais, reféns. DAMNY: Refém é uma palavra forte, mas talvez seja a mais adequada. Refém de um modelo de negócio que extrai nossos dados, monitora nossos passos, lê nossas conversas, mapeia nossos gostos e comportamentos, e depois vende tudo isso como se fosse mercadoria. ROGÉRIO: E o problema não é só econômico. Também é político. Nos últimos anos, as grandes plataformas deixaram claro de que lado estão. Em janeiro de 2025, por exemplo, Mark Zuckerberg, CEO da Meta e dono do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou mudanças profundas nas políticas de moderação de conteúdo, alinhando a empresa à agenda da extrema-direita nos Estados Unidos. O próprio Donald Trump, que tinha sido banido das redes após os ataques ao Capitólio, foi readmitido com honrarias. DAMNY: E não foi só a Meta. O X, antigo Twitter, adquirido pelo Elon Musk, transformou a moderação num vale tudo. Discurso de ódio, desinformação organizada, ataques sistemáticos a cientistas e jornalistas. Tudo isso enquanto as plataformas investem pesado para inviabilizar qualquer tentativa de regulação, seja no Brasil, na Europa ou no mundo tudo. ROGÉRIO: Essas redes deixaram de ser espaços de encontro e se tornaram territórios hostis. E muitos usuários, insatisfeitos com essas políticas e mecanismos de uso destas plataformas, têm buscado por alternativas, como aconteceu com o êxodo quando Musk assumiu o X. DAMNY: Mas para onde ir? As alternativas pareciam muito semelhantes às já existentes com políticas de uso também questionáveis. Até que, nos últimos anos, um ecossistema silencioso começou a chamar a atenção. ROGÉRIO: Você tá falando do Fediverso? DAMNY: Exato. O Fediverso. Uma constelação de redes sociais descentralizadas, interconectadas, que funcionam numa lógica completamente diferente daquela das big techs. Sem um dono. Sem um algoritmo sombrio. Sem anúncios. Sem vigilância como modelo de negócio. [música] DAMNY: Eu sou Damny Laya, jornalista de ciência e tecnologia, pesquisador e bolsista Mídia Ciência do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri). Tenho me dedicado a estudar redes descentralizadas, governança da internet e soberania digital. O incômodo que a gente descreveu agora há pouco não é só profissional, é também de quem passa o dia pensando sobre esses sistemas e se pergunta: dá pra fazer diferente? ROGÉRIO: E sou Rogério Bordini, também jornalista de ciência. Pesquiso o Fediverso e o uso de ferramentas de acesso aberto como forma de emancipação dos algoritmos de controle. O tema do Fediverso tem aparecido cada vez mais nas conversas que a gente tem com colegas, estudantes e gestores públicos. DAMNY: Tanto que, para este episódio, a gente foi atrás de quem entende do assunto. Conversamos com especialistas do Fediverso, da cultura do software livre e da agenda da soberania digital. Queríamos entender não só o que é esse ecossistema, mas como ele funciona na prática. ROGÉRIO: Então, neste episódio, a gente vai explicar o que é o Fediverso, como ele está organizado e sobre algumas plataformas que fazem parte dele, além de como você pode fazer parte desse ecossistema. Mas também vamos discutir os desafios, a moderação de conteúdo, a governança comunitária e a barreira de entrada para quem não é familiarizado com a tecnologia. DAMNY: E, claro, vamos ouvir quem está na linha de frente. Nossos convidados vão ajudar a gente a entender também se o Fediverso pode ser, de fato, um caminho para a soberania digital ou o que falta para isso acontecer. ROGÉRIO: Pois bem. Respira que o Oxigênio tá só começando. [fim da música] [VINHETA DE ABERTURA OXIGÊNIO] ROGÉRIO: Imagine que as redes sociais comerciais são como grandes shopping centers. O Facebook, o Instagram, o X, o TikTok… Cada um é um centro comercial imenso, com suas próprias lojas, suas próprias regras, sua própria segurança. Pra entrar, você precisa aceitar o contrato deles. E, principalmente: o shopping é dono de tudo. Do estacionamento, das câmeras, dos corredores, do que você faz lá dentro. Você é visitante, mas não morador. DAMNY: Essa é uma boa analogia. Mas, nessa lógica, a gente pode comparar o Fediverso com o quê então? ROGÉRIO: O Fediverso é como uma cidade. Não tem um único dono. Tem ruas, praças, casas. Cada bairro tem suas próprias regras, sua própria administração. Mas as ruas se conectam, as praças são acessíveis a todo mundo, e você pode circular livremente. Melhor ainda: você pode morar num bairro, mas visitar os outros sem precisar mudar de endereço. THIAGO: O Fediverso é a tentativa de construção de uma praça pública digital, de fato, onde as pessoas podem realmente ter seus lugares de fala, seus púlpitos, seus vários púlpitos ali pra fazer seus discursos, suas falas, ou pra sentar no banco e ler um livro, enfim, ela é de fato essa possibilidade de criar uma praça pública digital. DAMNY: Esse aí é o ativista digital, comunicador e um dos fundadores da Fundação Alquimidia em Florianópolis, o Thiago Gonzaga, mais conhecido como Thiago Skarnio. Isso que ele acabou de falar é crucial: você pode ajudar a construir sua própria praça pública, seu próprio bairro. Soberania digital começa aí. ROGÉRIO: Exato. Mas vamos organizar isso. O Fediverso é formado por um conjunto de servidores independentes que se comunicam entre si. Cada um desses servidores é chamado de instância. Uma instância pode ser imensa, com dezenas de milhares de usuários, ou pode ser pequena, com meia dúzia de amigos. Pode ser administrada por uma universidade, por um coletivo de ativistas, por uma empresa, uma escola, ou só uma pessoa. DAMNY: O importante é que cada instância é autônoma. Ela define suas próprias regras de moderação, sua política de privacidade, seu código de conduta. E, ao mesmo tempo, ela conversa com as outras instâncias. Apesar de serem instancias independentes, elas conseguem conversar entre elas. Isso que é conhecido como universo federado. Além disso, precisamos falar de outra característica do Fediverso: a interoperabilidade. ROGÉRIO: Essa é uma palavra feia, mas o conceito é simples. Interoperabilidade é a capacidade de sistemas diferentes se entenderem. Imagina que o que você posta no X pudesse ser visto pelos usuários do Instagram ou vice-versa. Isso não é possível de se fazer nessas redes comerciais porque trabalham com protocolos e linguagens fechadas. No Fediverso, isso só funciona porque todas as plataformas e redes sociais utilizam o mesmo protocolo, chamado ActivityPub. DAMNY: Nestas redes sociais – sejam de blogs, microblogs, vídeos, imagens ou outros tipos de conteúdo – os sites do Fediverso que utilizam esse protocolo conseguem se conectar entre si, pois todos falam a mesma linguagem. ROGÉRIO: E isso é o oposto do que as Big Tech fazem. Elas constroem muralhas. Você não leva seus contatos do Instagram pro Threads, por exemplo. Você não exporta sua lista de seguidores do X pro Bluesky. Cada plataforma é uma ilha, e mudar de ilha significa recomeçar do zero. DAMNY: Enquanto isso, no Fediverso, você pode migrar de uma instância para outra, levar seus contatos, manter suas conversas. Neste caso, você é o dono dos seus contatos. Ou, no mínimo, é a comunidade que você escolheu. ROGÉRIO: Vamos dar um exemplo. O Mastodon é a plataforma mais popular do Fediverso, hoje com mais de 10 milhões de usuários. DAMNY: Essa rede costuma ser comparada ao X, já que também funciona como um micro‑blog. A interface lembra o X – com posts de até 500 caracteres, linha do tempo, reposts e favoritos – mas a lógica é totalmente diferente. ROGÉRIO: Diferente em pelo menos três aspectos fundamentais. Primeiro: não há um algoritmo influenciando no que você vê. O feed é cronológico reverso. O que seus contatos postam aparece na ordem em que publicaram. Se você está nas redes há mais tempo, deve lembrar que no começo o Facebook e o Instagram até seguiam essa lógica, mas mudaram completamente a entrega dos posts nos últimos anos. DAMNY: Segundo: a moderação é comunitária. Cada instância possui regras próprias, acessíveis e transparentes a todos os usuários. Se você não concorda com a moderação da sua instância, pode se mudar para outra. ROGÉRIO: Terceiro: não há anúncios. Mastodon, por exemplo, não é comercializado como um produto porque não tem acionistas. Seu financiamento vem de doações, campanhas de financiamento coletivo, apoio institucional e outras fontes. Isso transforma radicalmente a relação entre a plataforma e seus usuários. DAMNY: Agora, é importante deixar claro que descentralização não é sinônimo de solução para todos os problemas. Existem, sim, instâncias tóxicas no Fediverso, como de grupos extremistas, negacionistas e assediadores. A diferença é que, no Fediverso, as comunidades podem se desfederar. O Thiago explica um pouco: THIAGO: O Fediverso tem um pouco de autorregulação. Se uma instância é nociva, permite conteúdo tóxico, ela acaba sendo isolada de várias outras instâncias. Você pode bloquear aquela instância. Assim como o e-mail. Não quer mais receber e-mail de tal domínio. Você pode bloquear. ROGÉRIO: E isso nos leva a um ponto crucial. Nas redes centralizadas, você está sempre sujeito ao arbítrio unilateral de uma empresa. Se o X do Musk decide que você violou uma regra, mesmo que vaga e mal explicada, você pode perder sua conta. Recurso às vezes nem existe. No Fediverso, a relação já é outra. Você não é súdito, você é cidadão. DAMNY: Cidadão de uma federação. Pois a federação consiste exatamente nisso: unidades autônomas que decidem cooperar, servidores administrados por pessoas como eu e você, dispostos a criar verdadeiras redes sociais. Nenhum deles controla o outro, mas todos podem se comunicar. Se quiserem interromper a comunicação, podem silenciar ou bloquear mutuamente. ROGÉRIO: E a promessa é a de uma experiência online onde você não é o produto, onde o algoritmo não te manipula, onde suas conversas não são vigiadas para alimentar máquinas de perfilamento e publicidade comportamental. Mais do que uma promessa, é um ato de autonomia e de soberania digital. DAMNY: Mas como atrair pessoas para esse universo? Como encontrar uma instância ou comunidade que faça sentido? E como garantir que essas redes não repitam, em outra roupagem, os mesmos problemas de outras redes comerciais? E também, se o Fediverso é tão bom assim, por que todas as pessoas não estão o utilizando? ROGÉRIO: É sobre isso que a gente vai conversar no próximo bloco. Porque o Fediverso não é só tecnologia. É cultura, é política, é experimentação institucional. E tem gente aqui no Brasil construindo isso com as próprias mãos. [Música] ROGÉRIO: Instituições públicas e movimentos sociais no Brasil têm começado a experimentar o Fediverso como alternativa às plataformas comerciais, como é o caso de universidades, órgãos de pesquisa e equipamentos culturais. Gente que decidiu que não queria mais alimentar máquinas de vigilância com os dados da sua própria comunicação institucional. DAMNY: Exato. Porque uma coisa é a migração individual, a escolha pessoal de abandonar uma determinada rede. Outra coisa, é quando uma instituição pública ou um movimento social decide ocupar novos territórios. Aí a conversa ganha contornos de política pública, de infraestrutura, de projeto de país. ROGÉRIO: E essa questão se refere a isso que chamamos de soberania digital. Conceito que parece abstrato, mas que se materializa em decisões muito concretas. Quem guarda meus dados? Quem define as regras da minha conversa? Quem pode me expulsar de um espaço? E, mais importante: eu posso construir meu próprio espaço? DAMNY: O Fediverso oferece uma resposta possível para essas perguntas. Não por acaso tem atraído atenção de pesquisadores, ativistas, jornalistas e gestores públicos no Brasil e no mundo. Essa iniciativa de procurar o Fediverso como alternativa não surge isoladamente; ela responde a um movimento já em andamento ao redor do globo. Grandes instituições passaram a abandonar o X, por exemplo. ROGÉRIO: Pois é. O The Guardian, com 27 milhões de seguidores, anunciou sua saída do X, classificando a plataforma como tóxica e afirmando que o Elon Musk tem usado sua influência para moldar o discurso político. Mais de sessenta universidades na Alemanha e na Áustria também decidiram encerrar suas contas porque os algoritmos da plataforma, segundo elas, se opõem à integridade científica e democrática. DAMNY: Na França, 86 associações solidárias e ambientalistas também abandonaram o X. Na Espanha, a Greenpeace e a Conferência de Reitores das Universidades Espanholas também se despediram. O argumento se repete: a plataforma não reflete mais os valores das instituições que a ocupavam. São 60 mil contas desativadas por dia, e isso foi só em novembro de 2024. ROGÉRIO: E no Brasil a gente também tem sentido esse movimento. Milhões de usuários deixaram o X nos últimos meses, e a empresa perdeu entre 80 e 100 milhões de dólares anuais em receita no país. Mas, o boicote é louvável, porém ainda tá longe do ideal. DAMNY: Exato. A pergunta que fica é: para onde ir? Muita gente tem migrado para o Threads ou o Bluesky. Essa última é uma plataforma descentralizada, sim, mas mantida por bilionários, o antigo dono do Twitter, Jack Dorsey, que no fim das contas é mais um Tech Bro. Trocar um bilionário por outro, mesmo com arquitetura diferente, não resolve o problema estrutural da concentração de poder e da falta de controle comunitário. ROGÉRIO: É aí que entra o Fediverso. E o que a gente tem visto é que, paralelamente a esse êxodo, há um movimento de instituições públicas brasileiras, movimentos sociais, coletivos e ativistas que estão fazendo uma aposta diferente. Em vez de migrar para outra plataforma comercial, estão ocupando o Fediverso, criando instâncias, desenvolvendo comunidades, experimentando soberania digital na prática. DAMNY: Sobre isso falará Thiago Skarnio, o único latino-americano no conselho do FediForum, o maior evento mundial dedicado a pensar e melhorar o Fediverso. THIAGO: Ano passado a gente conseguiu articular, fez uma sugestão também para o Comitê Gestor da Internet, que tivesse o domínio social.br para que tivesse uma extensão de domínio específica para mídias sociais, focando nas instâncias do Fediverso. Foi acatado isso, a gente achou bem legal, então dá para registrar o social.br hoje, indica que aquilo é uma mídia social. A gente fez o Websocial.br, né, o Dam participou, falando das universidades, iniciativas, e tem feito algumas ações que eu chamo de ações estruturantes para o Fediverso né? Criou um fórum online para os organizadores de instâncias trocarem informações e debaterem, e documentarem, né, tirarem suas dúvidas, para quem está mais tempo no Fediverso, isso é para focar em quem mantém a instância. E recentemente articulou também para que existisse uma instância chamada Orgânica.social, que é uma instância que está aberta hoje, é uma instância feita junto com a Pop Solutions, ela está hospedada em território nacional, e ela é feita para acolher um grande volume de pessoas no Brasil, se o Twitter saiu do ar, o Instagram, se precisar de algum lugar para correr hoje existe a Orgânica.social. Essa iniciativa coletiva também tem muitas pessoas ali, tem uma comunidade cada vez mais crescente, tem o coletivo Onda, que está ajudando também com a moderação, junto com as pessoas da própria comunidade, e a Alquimidia tem ajudado a construir isso. ROGÉRIO: Entre essas ações estruturantes para o Fediverso que o Thiago acabou de mencionar, a que mais tem tido impacto é a criação da instância da Organica.Social, uma rede social descentralizada no Brasil, com a infraestrutura do Mastodon. Hoje a Orgânica tem quase 2 mil usuários e continua crescendo graças à campanha #vemprofediverso, impulsionada pela Alquimidia e outros parceiros nas redes sociais corporativas. THIAGO: Porque eu considero que a gente está hoje prototipando uma web social brasileira, o que a gente está fazendo hoje é meio que prototipando, a gente sabe que tem ainda pouca gente relacionada à população brasileira inteira, mas a gente sabe que o que a gente está fazendo hoje está sendo feito para ficar grande, para que seja ocupado e utilizado por toda a população. Tem feito várias frentes também com governos para ver se eles implementam, e tem acompanhado essas iniciativas universitárias, que é muito legal também, e a gente sabe que uma hora isso vai acabar crescendo bastante. DAMNY: O Thiago também falou como é gerenciada a instância da Organica e as diferenças na governança em relação com as redes sociais comerciais. THIAGO: a proposta da orgânica é ser uma instância comunitária. A gente meio que lançou uma proposta que é para ser coletiva, cada vez mais. Ela é coletiva e vai ser mais. A gente participa da governança da instância junto com outras organizações e pessoas. A gente participa da moderação, nós criamos os termos de uso, depois de muita pesquisa, as regras a gente também organizou baseado nas experiências anteriores do Fediverso e outras instâncias. E a gente participa hoje também da parte do acolhimento. A gente tem tutoriais sobre o Fediverso e manda para as pessoas, disponibiliza. Então, a gente tem feito essa atuação na orgânica de cultivar a cultura federada. A diferença disso para uma rede como o Instagram é porque o Instagram está na mão de uma empresa bilionária, na mão de um bilionário e que o código é fechado, então, a gente não tem como participar da governança do Instagram. A gente não tem como definir as regras de funcionamento, a gente não tem como participar. ROGÉRIO: Quando Thiago fala sobre código fechado, ele toca num tema fundamental para as redes descentralizadas: o software livre e o código aberto. Esses princípios permitem que conheçamos o funcionamento das plataformas — por exemplo, como o Mastodon, que foi construído com código aberto justamente para que possa ser replicado e adaptado por qualquer pessoa. THIAGO: O código da orgânica é um código do Mastodon. A pessoa pode olhar o código, como é que funciona, ver o que está acontecendo ali, e pode entrar em contato com os moderadores, pode questionar, pode enfim, tem várias formas hoje de participar da gestão da orgânica. A ideia é criar um conselho mesmo dos moderadores. Então tem várias formas de participar da orgânica, enquanto no Instagram não tem como. Não tem como você participar de nada você só consome aquilo que está ali, e no máximo você vai gerir teus contatos. DAMNY: Esse movimento de grupos que fazem acontecer a Organica.Social, que atrai outras pessoas pro Fediverso e geram novas redes sociais e comunidades, é o que o Rafael Evangelista enxerga como a possibilidade sociotécnica das redes federadas e descentralizadas. Que não é mais do que a possibilidade de fazer uma transição desse modo de uso de redes sociais, como acontece hoje nas redes centralizadas, para um modo que aponte para a ideia de apropriação tecnológica por parte de grupos sociais organizados. ROGÉRIO: O Rafael, pra quem não sabe, é professor do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp (Labjor) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), ele quem teve a ideia de criar uma instância no Mastodon pro Nudecri, núcleo do qual o Labjor faz parte. RAFAEL: O Nudecri é um núcleo de pesquisa que é uma estrutura que não existe tipicamente em outras universidades, outras universidades estão estruturadas em institutos que dão cursos de graduação e pós, etc., e nós somos um núcleo de pesquisa que porventura dá cursos de pós-graduação, mas nós somos essencialmente um núcleo de pesquisa. Esse núcleo de pesquisa que é o Nudecri, por teimosia de algumas pessoas do próprio núcleo, a gente sempre insistiu em manter um conjunto de ferramentas tecnológicas próximas a nós, a gente sempre foi refratário a ideia de, por exemplo, pegar sites jornalísticos que nós fazemos e colocar em grandes provedores, a gente sempre gostou de ter essa estrutura conosco, então temos o nosso servidor no laboratório, então a gente tem um servidor nosso no laboratório não porque a gente resolveu ter agora, a gente tem isso desde os anos 2000, e isso foi ficando e a gente foi brigando pra manter. E essa briga por manter envolve essa percepção de pesquisadores de que era importante ter controle da tecnologia, de conhecer a tecnologia. Da tecnologia ser um tema pra nós e a gente sentir que tem que estar próximo dela com a capacidade de experimentar e também porque a gente desde o começo foi muito claro de que nos cabia ter e que não nos cabia ter. DAMNY: Existe também um aspecto super importante, ter uma pessoa técnica no campo da TI, como bem destaca o Rafael. RAFAEL: Nós temos um funcionário nosso que é um TI, temos um TI integrado, isso é altamente importante pra esse processo da gente ter isso mais próximo, foi por ter essa relação próxima que eu pude pegar e falar com o técnico, poxa, será que a gente consegue experimentar? E aí preciso tirar o chapéu pro André que é o nosso TI, porque além de tudo, a gente não basta ter um TI, a gente precisa ter um TI que esteja interessado em ser parceiro nas experimentações tecnológicas. ROGÉRIO: E se você tá dentro de uma universidade, deve ter acesso ao drive do Google pelo seu e-mail institucional, por exemplo. Só que essa “parceria” é algo que acaba fragilizando a soberania e a autonomia universitária. É algo que o coletivo Rede pela Soberania Digital Brasileira apontou no manifesto entregue ao presidente Lula em setembro de 2023. A experiência que vem desenvolvendo o Nudecri é tanto um exercício de apropriação tecnológica quanto uma forma de ir contra esse movimento. DAMNY: Nesse contexto, o Rafael convida a gente a refletir. RAFAEL: Como é que as universidades podem ser também um lugar para a produção dessa sociabilidade em torno da tecnologia para a produção dessa apropriação tecnológica num contexto de resistência à terceirização das infraestruturas tecnológicas para as Big Techs? Então, ter uma instância do Mastodon no nosso servidor é importante porque é um sinal de que um desses lugares de apropriação tecnológica podem ser os grupos de pesquisa. ROGÉRIO: E podem ser mesmo, né, Dam? Você precisa saber que o Damny e o Rafael levantaram um projeto de pesquisa sobre Fediverso nas Universidades, certo? DAMNY: Exatamente. O projeto leva por nome “O Fediverso nas Universidades Públicas: iniciativas para a construção de uma soberania digital nas universidades paulistas”. E a partir dele começamos um projeto de divulgação científica, com uma bolsa Mídia Ciência da Fapesp, graças à qual estamos aqui fazendo esse episódio hoje. Mas o Rafael pode nos falar melhor como tem sido isso. RAFAEL: A gente tentou fazer um processo de convencimento dos pesquisadores para que eles se apropriem do Fediverso, mas esse processo foi também de tentar trazer os veículos que esses pesquisadores gerenciam para dentro do Fediverso. ROGÉRIO: E graças ao esforço de vocês o Oxigênio e a revista ComCiência estão no Mastodon, e ouvi que os outros veículos do Nudecri também estão chegando né. DAMNY: Estão chegando e seguimos no processo de atrair e de convencer eles que aqui no Fediverso esses veículos têm audiência. ROGÉRIO: Definitivamente é tudo um desafio que precisa de estratégia para convencer às pessoas a entrarem pro Fediverso porque é algo diferente dentre nossa cultura de redes sociais. Mas, argumentos não nos faltam do ponto de vista ético e político, como já mencionamos. Ainda assim parece que falta alguma coisa. RAFAEL: mais do que trazer as pessoas para cá, para o Fediverso, eu acho que o desafio é trazer conteúdo para o Fediverso. Então, não é só que o pesquisador “x” tenha o seu perfil lá, não, é que essa produção que ele trabalha de graça para as redes comerciais, que ele trabalha de graça para o público para uma rede social que é um bem comum, uma rede social que é aberta, descentralizada, federada, etc., quer dizer, quando você tiver mais conteúdo no Fediverso as pessoas vão tender a entrar no Fediverso. Porque acho que as pessoas vão atrás não só das relações sociais que estão nas redes sociais, elas vão atrás dos conteúdos que estão nas redes sociais. DAMNY: Esse trabalho que estamos fazendo no Nudecri para divulgar e comunicar ciência no Fediverso é um esforço como o que vem fazendo, por exemplo, a Comissão Europeia, algumas organizações ambientais, os governos da França, Suíça, Holanda e Alemanha, e alguns veículos de comunicação como a BBC que decidiram também implementar seus próprios servidores em redes sociais descentralizadas como o Mastodon. Tudo isso num esforço por se desvencilhar das redes sociais nas mãos e sob completo controle das big techs. E nesse sentido eu gostaria de destacar o trabalho que está fazendo a Holanda. Lá a Cooperativa de TI da educação e pesquisa holandesa, a SURF (que em português é algo assim como “Instalações Colaborativas de Computação Universitária”) eles pararam de usar o X por causa das políticas antidemocráticas do Musk, e agora estão explorando o Mastodon como uma plataforma de código aberto para educação e pesquisa no país. O piloto foi lançado em fevereiro de 2023 e continua em andamento. Estudantes, pesquisadores, funcionários e instituições da Holanda podem experimentar o Mastodon de forma acessível. ROGÉRIO: E uma curiosidade: A SURF foi quem criou o sistema Eduroam, sabe? O Wi-Fi público que usamos aqui na Unicamp e na maioria das universidades do país e no mundo. E tem mais, lembra que a gente falou que a base destas ações estão no código aberto e o software livre? Bom, aqui no Brasil há uma experiência que está sendo implementada em outras partes do mundo. Uma demonstração de como funciona uma política pública baseada em software livre: o Tainacan. DAMNY: A gente conversou com um dos seus criadores, o José Murilo, especialista em políticas públicas voltadas para a tecnologia digital e a internet, e coordenador de Arquitetura da Informação Museal no Instituto Brasileiro de Museus, o Ibram. Ele vai nos explicar o que é e o que faz o Tainacan. MURILO: Ele é um repositório digital. Então, basicamente, ele trata da publicação de acervos digitais, de instituições de memória, arquivos, bibliotecas e museus. Agora, ele está pronto para publicar qualquer coleção. Se você tem uma coleção de chaveiros e você quer publicá-la na internet, você tem, e é muito fácil porque é um plugin, basta você, se você tem o WordPress já instalado rapidamente, você já começa a operar. E ele é uma ferramenta muito interessante, porque, por ser um plugin para WordPress, ele muito facilmente chupa arquivos, acervos. Por exemplo, ele chupa acervos do YouTube, ele chupa acervos do Flickr, e trazendo metadados. E, rapidamente, aquilo vira uma coleção que você está hospedando localmente, enfim. DAMNY: O Murilo tocou em dois conceitos importantes: o WordPress e plugins. Acho que vale a gente fazer um parêntese para entender melhor como funciona o Tainacan. Porque quando a gente fala em Fediverso, em instâncias, em protocolos, pode parecer que estamos falando de um mundo muito distante da experiência comum das pessoas. Mas existem pontes. Uma delas é o WordPress que é uma plataforma de publicação, originalmente para blogs, que hoje alimenta mais de 40% de todos os sites da internet. É um software livre, o que significa que qualquer pessoa pode baixar, instalar, modificar e usar sem pedir licença a ninguém. ROGÉRIO: E o que são plugins? São como aplicativos que você instala no seu site para adicionar funcionalidades novas. Quer uma loja virtual? Instala um plugin. Quer integração com redes sociais? Instala outro. Quer que seu site WordPress se torne parte do Fediverso? Existe um plugin para isso. Ele faz com que seu site passe a falar a língua do ActivityPub, aquele protocolo que a gente mencionou, e pronto. As pessoas podem seguir seu site diretamente no Mastodon e comentar seus posts, interagir como se estivessem na mesma rede. É uma forma de trazer a lógica do Fediverso para dentro de ferramentas que milhões de pessoas já usam, sem precisar aprender nada do zero. DAMNY: Então o Tainacan é esse plugin, que como bem falou o Murilo, é só adicionar ao seu site ou blog, e já faz o trabalho de criar um acervo do que você quiser. ROGÉRIO: O Tainacan é uma ferramenta maravilhosa, mas o mais importante é que é produto de uma política pública, feito em instituições públicas, numa relação entre o Ibram e as universidades federais. MURILO: Antes do MinC (Ministério da Cultura) ser extinto, a gente tinha iniciado, a partir do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma política para acervos digitais, pensando numa tecnologia que pudesse atender a interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus. E nisso surgiu o Tainacan. O Tainacan ele nasce lá em 2016, 2015, na verdade, quando a gente tinha feito uns editais de digitalização de cultura afro, e a gente queria um protótipo de tecnologia que pudesse atender a essa demanda, ou seja, de difundir acervos digitais, tratando dos modelos de dados de arquivos, bibliotecas e museus. DAMNY: Tem várias pessoas envolvidas nesse projeto, que integra o Programa Acervo em Rede, uma política pública baseada em software livre. Mas, uma que é central é o professor Dalton Martins, especialista em ciências da informação, quem iniciou o projeto na Universidade Federal de Goiás, e foi para o Ibram para ocupar o cargo de Coordenador-Geral de Sistemas de Informação Museal. Também, é importante, houve uma conexão muito forte com a Universidade Federal do Espírito Santo. ROGÉRIO: Vale destacar que esse desenho institucional proposto para essa cooperação Ibram-Universidade favoreceu o envolvimento de jovens museólogos, arquivistas e bibliotecários na formulação e implementação de aplicações, e na ativação de redes para o campo museal. E tudo isso movimentado pela cultura do software livre. Mas por que isso é importante? MURILO: Olha, o software livre é a única forma de você ter realmente uma garantia de que aquela aplicação vai continuar funcionando como ela funciona hoje, sem a interferência externa. Quando fala, por exemplo, quando a gente anuncia o Tainacan e faz a propaganda dele, é um pouco nesse sentido. Como é que você vai garantir que a informação pública que você está publicando numa plataforma proprietária vai continuar publicada com aquele mesmo tipo de acesso perenemente? Não tem como. A única forma de você garantir é com o software livre. Então, assim, eu acho muito importante que a gente tenha chegado nesse ponto no campo da cultura, com um projeto dessa natureza, mostrando o caminho. Acho que a gente não tem a visibilidade que a gente deveria ter, porque o acesso a esse software é muito fácil. Você baixar um plugin é muito fácil. Nós temos tutoriais da formação de utilização da ferramenta no YouTube, e temos uma equipe lá que está pronto para dar suporte para todo mundo. Tem muita gente fazendo o seu próprio Tainacan. A gente deu atendimento ao pessoal do Corinthians, o pessoal da Mangueira, enfim, a conversa está espalhando, e as pessoas estão vendo que publicar seus próprios acervos faz sentido no século XXI. DAMNY: Olha a magnitude deste bem público que é o Tainacan. Qualquer um pode fazer uso dele. Instituições do tamanho do Corinthians, da Mangueira, estão querendo usar ele para guardar seus acervos. E a questão não fica só aqui no Brasil. MURILO: Ah, eu quero dizer também que os museus federais do México já usam Tainacan e os museus da Colômbia também já estão utilizando Tainacan. O que está quase permitindo que a gente pense num agregador Americana. Já pensou? ROGÉRIO: Então o Tainacan tem impacto além das fronteiras brasileiras. Ele é quem permite o funcionamento de mais uma grande criação para os acervos culturais digitais: a Brasiliana Museus, um serviço de agregação de coleções museológicas desenvolvido a partir do Tainacan. MURILO: A Brasiliana, ela vem de um desafio que a gente sempre colocou quando a gente pensava a política para acervos digitais. A gente falava que a gente deveria ter como meta um agregador e uma máquina de busca nos conteúdos da cultura brasileira. Que não fosse o algoritmo do Google, ou seja, que a gente pudesse de alguma forma trabalhar essa instância da pesquisa e exploração em busca como política pública, como uma forma que o algoritmo que você pensasse para isso estivesse dando visibilidade aos conteúdos da cultura brasileira, enfim. Então a brasiliana começa um pouco assim, como um agregador museológico, de instituições museológicas, mas o grande desafio era a gente estar trabalhando com esses índices de forma a produzir uma busca de qualidade, através desses indicadores. Então foi assim, a gente iniciou com os museus do Ibram, mas na medida em que a brasiliana foi lançada, ela já abriu para adesão de outras instituições, teve entrada do Museu da Pessoa, por exemplo. DAMNY: Com a Brasiliana, o Ibram inaugurou a iniciativa dos Museus brasileiros no Fediverso, quando ativaram o plugin ActivityPub no site WordPress da Brasiliana Museus, e publicaram o primeiro post de um domínio gov.br na web social, ou seja, no Fediverso. MURILO: A gente parte, eu acho que é um post que eu fiz na Brasiliana, em janeiro de 2024, era isso, ou seja, a gente estava constatando que o estado das redes sociais era uma coisa calamitosa e que, a partir da política pública, a gente gostaria de explorar possibilidades, alternativas, enfim, na perspectiva dos museus. E quando eu digo isso, eu quero dizer que, por exemplo, museus utilizam intensamente Instagram, já utilizaram mais, mas usam muito o Flickr. E a gente sempre teve essa ideia de que gostaria de, pelo menos, oferecer uma alternativa, oferecer uma possibilidade que um determinado museu quisesse usar algo alternativo, que houvesse essa possibilidade. Então, foi assim. Foi a possibilidade de criar contas para os museus no Fediverso. ROGÉRIO: O projeto do Fediverso do Ibram continua crescendo. Eles criaram a instância no Mastodon, chamada social.museus.gov.br, já ha mais de um ano. MURILO: Então, aí a gente lançou, mas a gente foi bem devagar, fazendo experimentos, a gente criou uma conta do Cadastro, que também publica os itens do Tainacan lá, a Brasiliana está publicando também os itens do Tainacan, mas isso a gente não está divulgando ainda, é tudo como experimento, aí a gente mostra para alguns parceiros, olha como é que está aí. E a gente estava com um plano, chegamos a conversar com o Comitê Gestor da Internet, de ter o domínio Museu.br, que ele não está ativado ainda, a ideia do comitê gestor era usar, tendo uma instituição como porteiro ali, e aí a gente falou, o Ibram pode ser esse porteiro, mas o que a gente queria mesmo era começar o social.museu.br, ser o primeiro, para que a partir dali a gente desse instâncias para os vários museus. O museu ganhava conta e aí, ou seja, essa instância seria para contas de museus. Isso está ainda encaminhando, hoje mesmo eu retomei essa conversa, o comitê gestor já deu ok, só está faltando a gente se organizar aqui. DAMNY: esse caso do Ibram com a criação do Tainacan e a Brasiliana Museus é mais uma evidência de como é possível construir política pública com uso do software livre, unindo esforços de diversas instituições públicas para obter um bem público e acesso à informação e à educação. MURILO: Para você ver, quando a política pública é integrada ela vai provocando novos desenvolvimentos que são correlacionados, e como está tudo software livre a coisa vai no mesmo nível, vai na mesma linha. Então é uma coisa assim, é um ciclo virtuoso que a gente tem que realmente incentivar. ROGÉRIO: E temos que incentivar mesmo, como as experiências que comentamos nesse episódio, a Organica.Social, o Tainacan, a Brasiliana Museus, e as instâncias do Nudecri para divulgar ciência. Essas são evidências de que é possível, sim, construirmos soberania digital e autonomia através da apropriação de tecnologias de código aberto e software livre. [música] ROGÉRIO: A pesquisa, entrevistas, roteiro, e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Rogério Bordini, que também fui responsável pela edição desse episódio. DAMNY: O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante da Unicamp. Agradecemos em especial a revisão da coordenadora do Oxigênio, Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica. ROGÉRIO: Obrigado por ouvir até aqui, e se quiser, deixa um comentário sobre esse episódio na sua plataforma de áudio preferida ou nas redes sociais, sobretudo no Mastodon, que a gente está esperando por vocês lá. Você encontra a gente em todas as plataformas como Oxigênio Podcast. Obrigado, até mais. [VINHETA OXIGÊNIO] Créditos: Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro: Damny Laya e Rogério Bordini Produção: Rogério Bordini Pesquisa: Damny Laya Narração: Damny Laya e Rogério Bordini Entrevistados: Rafael Evangelista, Thiago Skarnio, José Murilo Projetos citados Projeto Tainacan: https://tainacan.org/ Projeto Piloto da SURF (Holanda): https://www.surf.nl/en/about-the-mastodon-pilot Rede Organica.Social: https://organica.social/explore Observatório do Fediverso: alquimidia.org/fediverso/ Relatórios Técnicos SANTINI, R. M., BORGES, M., FERREIRA, F., SALLES, D. G., GRAEL, F., & BARROS, C. E. (2023). NETLAB. Estudo da campanha contra o PL 2630 e regulamentação das plataformas digitais. 2023. (p. 23). UFRJ. https://netlab.eco.ufrj.br/post/estudo-da-campanha-contra-o-pl-2630-e-regulamenta%C3%A7%C3%A3o-das-plataformas-digitais Notícias e Reportagens BONIFAZ, R. (2023, outubro 5). Redes libres y federadas: Construyendo el fediverso – Por una Internet Ciudadana. https://al.internetsocialforum.net/2023/10/05/redes-libres-y-federadas-construyendo-el-fediverso/ BLOOMBERG. Bloqueio do X no Brasil custa milhões de usuários a Musk, mas afeta pouco a receita dos negócios. O Globo, Rio de Janeiro, 5 set. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/09/05/bloqueio-do-x-no-brasil-custa-milhoes-de-usuarios-a-musk-mas-afeta-pouco-a-receita-dos-negocios.ghtml. CORREIO DA MANHÃ. Milhares de utilizadores abandonam a rede social X no dia da tomada de posse de Trump. Correio da Manhã, Lisboa, 20 jan. 2025. Disponível em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/milhares-de-utilizadores-abandonam-a-rede-social-x-no-dia-da-tomada-de-posse-de-trump. DEUTSCHE WELLE. German institutions depart X, a day after Musk’s Weidel talk. Deutsche Welle, Bonn, 10 jan. 2025. Disponível em: https://www.dw.com/en/german-institutions-depart-x-a-day-after-musks-weidel-talk/a-71266331. DEUTCH, J., ALBORNOZ, D., & JOHNSON, O. (2024). Resumen ejecutivo: Explorando una transición hacia plataformas de redes sociales alternativas para organizaciones de justicia social en el mundo mayoritario. The Engine Room. https://www.theengineroom.org/wp-content/uploads/2024/12/Resumen_Ejecutivo_Explorando-una-transicion_29-11-24.pdf JACOBS, E. (2024, novembro 22). Profissionais começam nos EUA abandono em massa de rede social X, de Elon Musk. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/tec/2024/11/profissionais-comecam-abandono-em-massa-de-rede-social-x-de-elon-musk.shtml LEÓN, Lucas Pordeus. Big techs dos EUA influenciaram sanção de Trump contra o Brasil. Agência Brasil, Brasília, 10 jul. 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/big-techs-dos-eua-influenciaram-sancao-de-trump-contra-o-brasil LIBERIA.SITE. Mastodon Statistics. libera.site, [S.l.], 6 mar. 2026. Disponível em: https://libera.site/channel/mastodon MORAES, Gabriel Boscardim de; SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. et al. Manifesto pela Soberania Digital nas Universidades Públicas Brasileiras. Soberania.Digital, [S.l.], 19 ago. 2024. Disponível em: https://soberania.digital/manifesto-pela-soberania-digital-nas-universidades-publicas-brasileiras-2/ PORTAL TELA. Associações ambientalistas abandonam X em protesto contra ‘perigo para a democracia’. Portal Tela, [S.l.], 17 jan. 2025. Disponível em: https://www.portaltela.com/noticias/internacional/2025/01/17/associacoes-ambientalistas-abandonam-x-em-protesto-contra-perigo-para-a-democracia/ SCOFIELD, Laura; VIANA, Natalia. Como as Big Techs mataram o PL das Fake News. Agência Pública, São Paulo, 9 set. 2025. Disponível em: https://apublica.org/2025/09/como-as-big-techs-mataram-o-pl-das-fake-news/
As casas da aldeia de Tresminas , em Vila Pouca Aguiar, vão ser aquecidas através de uma central de biomassa que reaproveita sobrantes da limpeza da floresta. Edição de Cláudia Costa.
Sonora: Eleuses Paiva - Secretário da Saúde
Se der bons resultados vai ser estendido a outras zonas do país. O projeto da IP visa criar um sistema de monitorização e alerta de cheias. Edição de Cláudia Costa
Nesta semana, o podcast Sefaz Conecta chega ao 22º episódio da sua 10ª temporada trazendo a história inspiradora de Michel Demes Alves, auditor fiscal lotado na Supervisão Compliance Setorial - Máquinas e Equipamentos, da DIFIS – Diretoria de Fiscalização.Carioca de origem, engenheiro por formação e apaixonado por geografia, Michel traz no currículo passagens por plataformas de petróleo, Tribunal de Contas do Rio de Janeiro e Secretaria da Fazenda do município carioca, até se encontrar de vez na Sefaz-SP — onde atua desde 2002 e construiu uma trajetória marcada pela técnica, sensibilidade e espírito colaborativo.Na conversa, ele relembra com bom humor os primeiros dias na DRT de Ribeirão Preto — quando os auditores da FDT (Fiscalização Direta de Tributos) dividiam dois computadores 286 e máquinas de escrever em um galpão improvisado — e narra sua experiência no Projeto Piloto de Compliance Setorial, uma iniciativa inovadora de fiscalização orientada à conformidade tributária, que abriu caminho para o novo desafio: a SEFEM, Supervisão Executiva voltada ao monitoramento de grandes contribuintes.Entre reflexões sobre o futuro, lembranças da adolescência na Serra da Mantiqueira e suas andanças pelo mundo (reais e virtuais), Michel também compartilha seu lema de vida — “Viva e deixe viver” — e pede que a trilha sonora do episódio seja “O Sal da Terra”, de Beto Guedes, música que sintetiza sua visão de mundo: “Estamos todos nesta única casa que é o planeta Terra. Com amor, juntos, podemos fazer deste mundo um lugar melhor, cheio de paz”.Ouça agora no Sefaz Conecta e conheça a história de quem carrega a missão fazendária com orgulho e empatia — sem nunca deixar de olhar para o céu.
Com foco na inovação e no uso responsável de novas tecnologias, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) regulamentou o projeto-piloto de Prova de Conceito (PoC) para avaliar a aplicabilidade da Inteligência Artificial Generativa no âmbito da instituição. A iniciativa está prevista no Ato PGJ nº 074/2025, assinado nesta sexta-feira, 4, pelo procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (20/06/2025): O relatório de 1.125 páginas sobre a chamada Abin Paralela produzido pelo delegado Daniel de Carvalho Nascimento, da Polícia Federal, retrata o que seria o grave ataque feito ao Congresso desde a redemocratização, em 1985. Ao todo, 24 deputados federais, 4 senadores e seus assessores foram, segundo o delegado, espionados ilegalmente com o objetivo confesso de “caçar podres”, “buscar problemas na Justiça”, verificar “doações”. Nem parentes e amigos escaparam. A devassa descrita por Nascimento envolveu dois presidentes da Câmara: Rodrigo Maia e Arthur Lira (PP-AL). De acordo com o delegado, a estratégia do esquema era coagir adversários do governo de Jair Bolsonaro. E mais: Economia: Ajuste do governo para Pé-de-Meia é limitado, dizem especialistas Metrópole: USP e FGV lançam programa que paga a quem usar bike em São Paulo Internacional: EUA e Irã negociam trégua; Trump decide sobre ataques em 2 semanas Cultura: Morre Francisco Cuoco, um dos grandes atores da TV brasileira, aos 91 anosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A perda de areia nas praias da Costa de Caparica, vai ser monitorizada por drones. A ideia é acompanhar melhor a erosão costeira e proteger as populações do avanço do mar. Edição de Cláudia Costa.
Ricardo Luz entrevista Pedro Gomes, economista coordenador do "Projeto Piloto da Semana de Quatro Dias", do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Assistir no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=JJTjJTzlbec
Governo de SP implementa projeto-piloto com totens de segurança no centro da capital; Equipamentos foram instalados na região da 25 de Março, Praça da República e Cena Aberta de Uso de Drogas.
O governo de SP vai implementar um projeto piloto de uso da tecnologia Port Community System (PCS) nas operações no porto de São Sebastião, no Litoral Norte. A adoção do sistema prevista para até 2026 abre a oportunidade de ganhos de eficiência na logística portuária com maior integração entre os agentes envolvidos, redução de custos e diminuição de tempo de espera em filas de embarcações e veículos de cargas.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. Autor do podcast: João Victor Maiani Pereira, bolsista de Iniciação Científica da Fundação Casa de Rui Barbosa. Podcast sobre o artigo “Linhas de ação em sustentabilidade aplicadas à modelagem de projeto Piloto de Rede de instituições - Rede Memorial Digital” da autora Fernanda Menezes Balbi. O artigo está contido no E-book "Um novo olhar para Cultura, Comunicação e Informação", Ebook organizado pela nossa coordenadora do grupo EPCC, Eula D.T.Cabral e lançado em 2023 pela editora Meus ritmos.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T. Cabral Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T. CabralConheça o nosso grupo de pesquisa Site: https://pesquisaicfcrb.wixsite.com/epcc Canal no Youtube - EPCC Brasil: https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featured
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Entrevista com Marcos Matos, CEO do Cecafé
Ouça esta e outras notícias da atualidade canábica internacional no podcast Quatro e Vinte.
Hoje em deco.proteste.pt sugerimos: Tem desodorizante Nuud em casa? Evite usar; Ação social escolar: quem tem direito? ; e os resultados dos testes da DECO PROTeste a 205 máquinas da loiça.
Setor exportador segue monitorando e mantendo diálogo aberto para comprovar sustentabilidades dos cafés do Brasil
Independência, viagem, mudança, estilo de vida... Hoje, no Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Maqui Nóbrega, agente comercial, produtora de vídeo, fotógrafa e diretora criativa para uma conversa - sem filtro - sobre a vida e como é alcançar uma carreira independente – além de outros temas divertidíssimos! Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Maqui Nóbrega: https://www.instagram.com/maqui.nobrega/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Isa Del Monde, advogada, cofundadora da Rede Feminista de Juristas, sócia da Gema Consultoria em Equidade, sócia do TG Advogados, colunista na Universa Uol, consultora em gênero e equidade, investigadora de casos de assédio e articuladora de ações de advocacia em prol dos direitos de meninas e mulheres. Em um bate-papo mais que necessário, Isa compartilha um pouco da complexidade que envolve a vida de uma mulher e como superar obstáculos impostos pela sociedade. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Isabela Del Monde: https://www.instagram.com/isadelmonde/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Maternidade, trabalho e tudo mais o que der vontade… No episódio de hoje de Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Hariana Meinke, diretora de conteúdo da Blues, mãe, criadora, podcaster e empreendedora, para uma conversa leve e descontraída sobre trabalho, os desafios que rondam a maternidade e como deixar de lado as tão desconfortáveis opiniões alheias e focar o olhar para dentro de si! Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Hariana Meinke: https://www.instagram.com/harianameinke/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
O Real Digital já está em teste desde setembro do ano passado e pode chegar ao usuário já em março. Isso pelo menos é o que disse o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, nesta segunda-feira (27) em um evento chamado IDP Summit. Vamos contar sobre o que pode entrar em vigor ainda este ano e lembra sobre o que se está falando. Este é o Podcast Canaltech, publicado de terça a sábado, às 7h da manhã no nosso site e nos agregadores de podcast. Conheça o Porta 101. Entre nas redes sociais do Canaltech buscando por @Canaltech em todas elas. Entre em contato pelo nosso e-mail: podcast@canaltech.com.br Entre no Canaltech Ofertas. Este episódio foi roteirizado, apresentado e editado por Wagner Wakka. O programa também contou com reportagens de Gustavo de Lima Inácio, Renan da Silva Dores, Vinícius Moschen, Alveni Lisboa e Fidel Forato. A revisão de áudio é da dupla Gabriel Rimi e Mari Capetinga. A trilha sonora é uma criação de Guilherme Zomer e a capa deste programa é feita por Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Quando uma mulher se liberta, ela nunca se liberta sozinha, ela carrega outras” e é por isso que no episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious e autora do livro ‘Aurora: O despertar da mulher exausta' para uma conversa sobre todas as pressões que assombram a saúde mental das mulheres. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Marcela Ceribelli: https://www.instagram.com/marcelaceribelli/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
O humor pode ser um grande aliado no nosso dia a dia, afinal não é só porque os sintomas não são visíveis que não há problemas, assim como qualquer parte do corpo, a mente também deve ser cuidada. Por isso no episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thaís Farage recebem o médico psiquiatra Daniel Barros que, de uma forma didática, explica a importância de cuidar da saúde mental e como se atentar quando há algum alerta. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidado: Daniel Barros: https://www.instagram.com/danielmbarros/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
O que chocolate e óculos tem em comum? Para a grande maioria das pessoas pode ser que uma coisa não tenha nada a ver com a outra, mas não é bem assim para Chantal Goldfinger. No primeiro episódio de 2023 do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem a empresária e influenciadora Chantal Goldfinger para compartilhar a sua história inspiradora sobre como transformar diferentes paixões da infância em negócios de sucesso. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Chantal Goldfinger: https://www.instagram.com/chantalgoldfinger/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
“Capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.” Essa é uma das definições de resiliência que encontramos no dicionário. Mas, e no dia a dia, no trabalho, nos relacionamentos, o que é ser uma pessoa resiliente? No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem a cozinheira, apresentadora, empresária e mãe da Fran, Paola Carosella para uma conversa sobre como superar os (vários) obstáculos da vida e seguir em frente, rumo aos objetivos traçados. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Paola Carosella: https://www.instagram.com/paolacarosella/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Quantas vezes você já pensou em jogar toda sua carreira pro alto e começar tudo do zero? Hoje trouxemos uma convidada que fez isso. Thaís Roque trabalhava em multinacionais e quando se viu completamente insatisfeita com a sua carreira, decidiu mudar. Convidamos Thaís Roque, que é comunicadora, mãe, mentora, escritora, palestrante, fã de Kardashians e apresentadora no De carona na carreira, podcast que está sempre entre um dos mais ouvidos na categoria de Negócios. Thaís, através de sua consultoria de carreira, tem ajudado no direcionamento das jornadas profissionais de mulheres que têm espírito empreendedor. No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Thaís Roque para um bate-papo leve e inspirador sobre mudança de carreira e empreendedorismo feminino, dividindo também suas experiências sobre casamento, amizades, depressão pós-parto e morar no exterior. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Thaís Roque: https://www.instagram.com/thaisroque/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Você já ouviu em diversos episódios do Projeto Piloto relatos da Lu Ferreira sobre a sua doença autoimune. Mas será que você consegue entender o que realmente se passa na vida de uma pessoa que enfrenta doenças reumatológicas? Dores crônicas, dificuldade em manter a rotina do dia a dia e realizar tarefas simples, problemas para dormir, se movimentar, socializar… No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem a médica reumatologista Ana Patricia Nascimento para uma conversa sobre prevenção, diagnóstico, tratamento e também sobre como ter mais empatia por quem tem alguma doença desse tipo. Este episódio é patrocinado por Fleury Infusões. Acesse e saiba mais: https://infusoes.fleury.com.br/?utm_source=youtube&utm_medium=qrcode&utm_campaign=podcast_artrite_reumatoide Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Ana Patricia Nascimento: https://www.instagram.com/dra.anapatricia.reumato/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Parto, mudanças, amizades… No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage respondem os comentários, dúvidas e perguntas enviadas pela audiência lá na caixinha de perguntas do Instagram. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Mudança de cidade, perrengues chiques, amigos famosos, uma carreira de sucesso mas que também exige muito… No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem o criador de conteúdo (e estagiário do Chico) Victor Oliveira para uma conversa sincerona e super divertida. Dicas do episódio: Victor: Tomar uma cerveja e comer um bolinho de gorgonzola com milho no Moela: https://www.instagram.com/barmoela/ em Santa Cecília. Prainha Bar - pra achar que voltou pra Búzios e comer um pastel de camarão ou lula frita sentado na cadeira de plástico: R. Martinico Prado, 344 - Higienópolis. Tomar sol de sunga no Parque Augusta: https://www.instagram.com/parqueaugusta.sp/ Chegar cedo para não pegar fila e ter uma experiência gastronômica no Tan Tan: https://www.instagram.com/tantannb/ em Pinheiros. Desfrutar de uma carta de vinhos maravilhosa no Clos, restaurante de Elisa Fernandes: https://www.instagram.com/clos_winebar/ na Vila Madalena. Lu: Ir na Casa do Porco, mas fazer a reserva pelo app para agilizar o rolê: https://www.instagram.com/acasadoporcobar/ Se não rolar agilizar, deixar o nome na fila de espera e descer pra comer uma batatinha no ZDeli enquanto espera: https://www.instagram.com/zdelisandwiches/ Thais: Comer uma massa incrível no Shihoma: https://www.instagram.com/pastashihoma/ Maaaas, como sempre tem fila, se não quiser esperar pode ir sem medo no Lobozó, que fica em frente e tem um mood comida caipira delicioso (o Victor ama o arroz carreteiro): https://www.instagram.com/lobozocozinha/ Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidado: Victor Oliveira: https://www.instagram.com/victoroliveira/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Mulher trans, nordestina e que empreende no mundo da moda, uma trajetória desafiadora mas que deu muito certo. No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem a estilista e empreendedora Isa Isaac Silva para uma conversa inspiradora sobre como acreditar no seu axé e se manter firme em seus objetivos para alcançar seus sonhos. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Isa Isaac Silva: https://www.instagram.com/isaacsilva_br/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Como a criatividade e o instinto de sobrevivência de uma mãe a levaram de faxineira a colunista e escritora? No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem a palestrante, escritora e ex-faxineira Veronica Oliveira, criadora do Instagram Faxina Boa, para uma conversa sobre trabalho, carreira e os diferentes tipos de maternidade. Este episódio foi patrocinado pela Mac. Com o cupom mac-projetopiloto ganhe um brinde exclusivo em qualquer compra. Validade: 07.11 até 18.11 https://m.maccosmetics.com.br/?utm_medium=organic_social&utm_source=instagram&utm_campaign=projetopiloto_pk1122&utm_content=influencer&utm_term=projetopilotopodcast Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Veronica Oliveira: https://www.instagram.com/faxinaboa/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage vão ativar o modo FBI para saber tudo sobre os bastidores da cultura pop com a jornalista e apresentadora Fernanda Catania, a Foquinha. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Foquinha: https://www.instagram.com/foquinha/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Medo, burnout, ansiedade e síndrome de impostora são sentimentos cada vez mais recorrentes na nossa sociedade. Seja na vida pessoal ou na profissional, tomar decisões, encerrar ciclos e encontrar novos caminhos para recomeçar não é tarefa fácil. E, às vezes, essas decisões só acontecem depois que a nossa saúde manda um alerta vermelho. No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Luanda Vieira, jornalista e consultora de diversidade, para uma conversa sobre todo esse processo de escolhas, saúde mental e carreira. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Luanda Vieira: https://www.instagram.com/luandavieira/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Será que quero ter filhos? Ainda tenho tempo para esperar? Qual o nível da minha fertilidade? Congelar óvulos é uma opção? Chega um momento na vida da mulher e das pessoas com ovários em que a fertilidade começa a levantar algumas preocupações e, por isso, no episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Ste Von Staa, fundadora da Oya Care, a primeira clínica virtual de saúde feminina do Brasil. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotop Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Ste Von Staa: https://www.oya.care/servicos/descoberta-da-fertilidade?utm_source=podcast&utm_medium=referral&utm_campaign=projeto_piloto Para ganhar 10% de desconto nos serviços da Oya Care use o cupom PROJETOPILOTO. O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Se você também curtia o Disk MTV te convidamos a voltar no tempo e relembrar aqueles bons momentos que precederam a internet nos anos 90. No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Sarah Oliveira, comunicadora, idealizadora de projetos audiovisuais e ex VJ da MTV (nos áureos tempos da adolescência millennial). Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotopodcast Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Sarah Oliveira: https://www.instagram.com/saraholiveira/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Empreender no Brasil, hackear o sistema, se tornar uma referência sendo mulher e preta é algo realmente muito inspirador, porém, não tão romântico assim. No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Vivi Duarte que é fundadora e CEO do Plano Feminino - consultoria que há 10 anos atua construindo narrativas na propaganda e ações corporativas que promovam equidade de gênero e diversidade - presidente do Instituto Plano de Menina, (projeto social com foco em conectar meninas de comunidades com mulheres de diversas expertises por meio de workshops sobre autoestima, educação financeira, empreendedorismo, carreira, entre outros) autora do livro “Quem é você na fila do pão”, colunista da revista Marie Claire, TEDx Speaker e eleita Woman To Watch 2020. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotopodcast Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Vivi Duarte: https://www.linkedin.com/in/vivianeduarte/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
O mercado de conteúdo digital é um dos que mais cresce nos últimos tempos. E isso todo mundo já sabe. Mas e como é a trajetória profissional de quem escolheu trabalhar na internet? No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Karol Pinheiro, uma das pioneiras da criação de conteúdo digital no Brasil, para uma conversa sobre as diversas oportunidades profissionais que as redes sociais proporcionam. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotopodcast Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Karol Pinheiro: https://www.instagram.com/karolpinheiro/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
O Tribunal Superior Eleitoral realiza nesta quinta uma simulação de como deve funcionar o projeto-piloto com biometria que será adotado no teste de integridade das urnas eletrônicas nas eleições deste ano. O teste de integridade acontece em toda eleição desde 2002, para verificar a confiabilidade das urnas eletrônicas, sempre após o encerramento do pleito. A pauta conservadora, quase toda identificada com o bolsonarismo - como a defesa das armas e a oposição às cotas raciais, à criação de crianças por casais gays e à demarcação das terras indígenas - é amplamente rejeitada pela população. É o que mostra a pesquisa Violência e Democracia: panorama brasileiro pré-eleições de 2022, uma parceria entre a RAPS e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com os dados coletados pelo Datafolha. Ainda: Depois de conquistar 20 títulos Grand Slam, Tenista Roger Federer anuncia aposentadoria em torneio com Nadal e Djokovic. Ouça estas e outras notícias desta quinta-feira, 15, no “Eldorado Expresso”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Etarismo, a discriminação baseada em critérios de idade. Algo muito comum no meio corporativo, no dia a dia, nas redes sociais. Mas envelhecer, viver mais e ter mais experiência não deveria ser algo bom? No episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Laura Ancona, jornalista, lutadora de kung fu, mãe do Raul, da Teresa, da Irene e editora chefe da Maire Claire Brasil, para uma conversa sobre os desafios do envelhecimento da mulher em uma sociedade que cultua a juventude. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotopodcast Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Laura Ancona: https://www.instagram.com/lauraancona/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2021, a cada dez minutos uma mulher foi estuprada, em média, no Brasil. Precisamos falar de estupro e por isso, no episódio de hoje do Projeto Piloto, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Sheylli Caleffi que é comunicadora, educadora, palestrante e fundadora do grupo “As incríveis mulheres que vão morrer duas vezes! Rede de Sobreviventes”, um grupo de apoio à vítimas de violência sexual. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotopodcast Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Sheylli Caleffi :https://www.instagram.com/sheylli/ Grupo: https://www.facebook.com/groups/SobreviventesEmRede/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Roberta Martinelli é atriz, radialista, podcaster e mãe da Rosa. Apresenta o programa Cultura Livre, na TV Cultura, o Som a Pino, na Rádio Eldorado e é a convidada de hoje no Projeto Piloto. Medo de doença, teatro, carreira, medo de avião, música, perrengues dos bastidores, ser braba ou assertiva, estilo, vivências… Tema livre foi a melhor maneira de definir esse papo fluído e divertido que rolou entre Lu Ferreira, Thais Farage e Roberta Martinelli. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotopodcast Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Roberta Martinelli: https://www.instagram.com/roberta_martinelli/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez‘ é a série documental mais assistida no Brasil e na América Latina desde o seu lançamento e a discussão sobre esse crime, que décadas depois voltou a dominar as rodas de conversa pelo país, chegou também aqui no Projeto Piloto. A decisão do júri foi justa? O sistema penal brasileiro funciona? É correto um assassino voltar a ter uma vida normal após cumprir pena? O que leva alguém a atos tão brutais? No episódio de hoje, Lu Ferreira e Thais Farage recebem Davi Tangerino, advogado criminalista, professor de direito penal e apresentador do podcast Pauta Criminal para uma conversa sobre os impactos que esse crime teve e ainda tem na sociedade. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotopodcast Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidado: Davi Tangerino: https://open.spotify.com/show/1MCUOnszBrnIceQ0KO8Z8X?si=ef38758deba04ed5 O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Ser mãe é uma eterna contradição de sentimentos e é sobre isso o bate-papo de hoje do Projeto Piloto. Lu Ferreira e Thais Farage receberam a atriz Miá Mello para uma conversa franca e divertida sobre os desafios da maternidade e sobre como Miá explora esses sentimentos e conflitos na vida real e na peça Mãe Fora da Caixa. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotopodcast Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ Convidada: Miá Mello: https://www.instagram.com/miamello/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
E depois de pouco mais de 1 ano de pausa, o Projeto Piloto está de volta às suas segundas-feiras! Neste episódio de retomada, Lu Ferreira e Thais Farage fazem uma retrospectiva dos episódios mais amados pela audiência e se atualizam sobre todas as mudanças (e fofocas) que rolaram nesse intervalo. Dá o play e vem ficar por dentro de todas essas novidades. Acompanhe o Projeto Piloto: Instagram: https://www.instagram.com/projetopilotopodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@projetopilotopodcast Youtube: https://www.youtube.com/projetopilotopodcast Apresentação: Lu Ferreira: https://www.instagram.com/lutsferreira/ Thais Farage: https://www.instagram.com/thaisfarage/ O Projeto Piloto é produzido pela Tumpats: https://tumpats.com.br/podcast/
Um investigador português a residir no Reino Unido, Pedro Gomes, autor do livro Friday is the new Saturday — how a four-day working week will save the economy, lançado no Reino Unido no ano passado lançou a proposta e o governo português adota-a em grupos pilotos: vai ser testada a semana laboral de 4 dias.
Confira os destaques do caderno Metrópole do Estadão desta quarta-feira (07/10/20)See omnystudio.com/listener for privacy information.
Primeiro episódio do Catimba Podcast, onde três amigos se reuniram pra falar do que gostam: FUTEBOL! Neste episódio o foco foi voltado a falar sobre a rodada 12 do Brasileirão, especialmente a dupla Gre-Nal, mas dando ênfase em algumas outras equipes que estamos assistindo e vendo um futebol competitivo ou divertido de se assistir. Cola com nóis! --- This episode is sponsored by · Anchor: The easiest way to make a podcast. https://anchor.fm/app --- Send in a voice message: https://anchor.fm/catimbapodcast/message Support this podcast: https://anchor.fm/catimbapodcast/support
Simmmm! Pela primeira vez na história, temos dois programas numa semana! Esse #WandaBônus é um mega crossover com Tchulim e Jessica Grecco do Imagina Juntas e Thais Farage e Lu Ferreira do Projeto Piloto! Em oferecimento de Intimus, elevamos a discussão do #ChegaDeEstigma falando porque menstruação é assunto para todo mundo aprender, explicar para colegas de trabalho, filhos, namoradx, amigos. E ainda temos a participação especial do jornalista Alex Fernandes, explicando como homens trans lidam com a menstruação. #WandaBônus #ChegadeEstigma #Intimus #publi ////// #WandaBônus apresentado por: @santahelena @phelipecruz @eusousamir @jeskagrecco @tchulim @thaisfarage @chatadegalocha @projetopilotopodcast @imaginajuntas_ ////// Edição / Produção: Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas) ////// Quer ter seu caso lido em nosso podcast? Mande um desabafo, uma rapidinha, ou pergunte curiosidades para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto! ////// Toda semana um episódio novo: Às quintas-feiras, às 13h17, no papelpop.com, iTunes, Deezer e Spotify! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices