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Orkut

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Latest podcast episodes about Orkut

Miopia
Miopia #303 - Tier list das redes sociais

Miopia

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 79:25


No episódio de hoje, o Miopia usa o famoso critério de tier list para escolher as melhores e piores redes sociais, do finado Orkut ao amado/odiado Twitter.---Míopes do mundo, uni-vos!Junte-se ao grupo mais divertido, embaçado e modesto do WhatsApp. Venha para o grupo de ouvintes do Miopia, o podcast mais embaçado do Brasil! (clique aqui)

PodeGay
#76 - GAYS MILLENIALS x GEN Z: O QUE MUDOU?

PodeGay

Play Episode Listen Later May 4, 2026 41:59


Crescer gay nos anos 2000 é completamente diferente de crescer gay hoje. Mas será que tudo realmente melhorou?

Oxigênio
#215 – Tecnologias para a soberania digital

Oxigênio

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 41:00


Diante dos diversos problemas éticos, políticos e sociais causados pelas grandes corporações tecnológicas (big techs) na última década, cresce a busca por alternativas à estrutura digital moldada por estas empresas do Norte Global. O uso de softwares livres e de código aberto — replicáveis por qualquer pessoa, comunidade, instituição ou governo — reacende o debate sobre soberania digital no mundo. Nesse sentido, redes sociais alternativas, construídas sobre bases de código aberto surgem como saída plausível do monopólio das big techs e das estruturas opacas e dominantes. Neste episódio, Damny Laya e Rogério Bordini conversam com especialistas da comunidade do software livre e redes descentralizadas (Fediverso) sobre experiências concretas de tecnologias voltadas à soberania digital no Brasil e no mundo. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO DAMNY: Rogério, eu queria começar com uma pergunta incômoda: o que significa, hoje, participar de uma rede social na internet? ROGÉRIO: Eu diria que é uma espécie de plataforma multiúso: serve pra gente se conectar com nossos amigos, familiares, compartilhar conteúdos diversos, como um vídeo interessante, um meme, participar de grupos de discussão, como no saudoso Orkut, lembra? Tudo isso como se fosse uma extensão das nossas interações sociais, só que no mundo virtual. Mas parece que a coisa hoje em dia tá BEM diferente. Hoje a gente não é só usuário dessas redes, mas também produto, audiência, e até alvo. E, diria mais, cada vez mais, reféns. DAMNY: Refém é uma palavra forte, mas talvez seja a mais adequada. Refém de um modelo de negócio que extrai nossos dados, monitora nossos passos, lê nossas conversas, mapeia nossos gostos e comportamentos, e depois vende tudo isso como se fosse mercadoria. ROGÉRIO: E o problema não é só econômico. Também é político. Nos últimos anos, as grandes plataformas deixaram claro de que lado estão. Em janeiro de 2025, por exemplo, Mark Zuckerberg, CEO da Meta e dono do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou mudanças profundas nas políticas de moderação de conteúdo, alinhando a empresa à agenda da extrema-direita nos Estados Unidos. O próprio Donald Trump, que tinha sido banido das redes após os ataques ao Capitólio, foi readmitido com honrarias. DAMNY: E não foi só a Meta. O X, antigo Twitter, adquirido pelo Elon Musk, transformou a moderação num vale tudo. Discurso de ódio, desinformação organizada, ataques sistemáticos a cientistas e jornalistas. Tudo isso enquanto as plataformas investem pesado para inviabilizar qualquer tentativa de regulação, seja no Brasil, na Europa ou no mundo tudo. ROGÉRIO: Essas redes deixaram de ser espaços de encontro e se tornaram territórios hostis. E muitos usuários, insatisfeitos com essas políticas e mecanismos de uso destas plataformas, têm buscado por alternativas, como aconteceu com o  êxodo quando Musk assumiu o X.  DAMNY: Mas para onde ir? As alternativas pareciam muito semelhantes às já existentes com políticas de uso também questionáveis. Até que, nos últimos anos, um ecossistema silencioso começou a chamar a atenção. ROGÉRIO: Você tá falando do Fediverso? DAMNY: Exato. O Fediverso. Uma constelação de redes sociais descentralizadas, interconectadas, que funcionam numa lógica completamente diferente daquela das big techs. Sem um dono. Sem um algoritmo sombrio. Sem anúncios. Sem vigilância como modelo de negócio. [música] DAMNY: Eu sou Damny Laya, jornalista de ciência e tecnologia, pesquisador e bolsista Mídia Ciência do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri). Tenho me dedicado a estudar redes descentralizadas, governança da internet e soberania digital. O incômodo que a gente descreveu agora há pouco não é só profissional, é também de quem passa o dia pensando sobre esses sistemas e se pergunta: dá pra fazer diferente? ROGÉRIO: E sou Rogério Bordini, também jornalista de ciência. Pesquiso o Fediverso e o uso de ferramentas de acesso aberto como forma de emancipação dos algoritmos de controle. O tema do Fediverso tem aparecido cada vez mais nas conversas que a gente tem com colegas, estudantes e gestores públicos.  DAMNY: Tanto que, para este episódio, a gente foi atrás de quem entende do assunto. Conversamos com especialistas do Fediverso, da cultura do software livre e da agenda da soberania digital. Queríamos entender não só o que é esse ecossistema, mas como ele funciona na prática. ROGÉRIO: Então, neste episódio, a gente vai explicar o que é o Fediverso, como ele está organizado e sobre algumas plataformas que fazem parte dele, além de como você pode fazer parte desse ecossistema. Mas também vamos discutir os desafios, a moderação de conteúdo, a governança comunitária e a barreira de entrada para quem não é familiarizado com a tecnologia. DAMNY: E, claro, vamos ouvir quem está na linha de frente. Nossos convidados vão ajudar a gente a entender também se o Fediverso pode ser, de fato, um caminho para a soberania digital ou o que falta para isso acontecer. ROGÉRIO: Pois bem. Respira que o Oxigênio tá só começando. [fim da música] [VINHETA DE ABERTURA OXIGÊNIO] ROGÉRIO: Imagine que as redes sociais comerciais são como grandes shopping centers. O Facebook, o Instagram, o X, o TikTok… Cada um é um centro comercial imenso, com suas próprias lojas, suas próprias regras, sua própria segurança. Pra entrar, você precisa aceitar o contrato deles. E, principalmente: o shopping é dono de tudo. Do estacionamento, das câmeras, dos corredores, do que você faz lá dentro. Você é visitante, mas não morador. DAMNY: Essa é uma boa analogia. Mas, nessa lógica, a gente pode comparar o Fediverso com o quê então? ROGÉRIO: O Fediverso é como uma cidade. Não tem um único dono. Tem ruas, praças, casas. Cada bairro tem suas próprias regras, sua própria administração. Mas as ruas se conectam, as praças são acessíveis a todo mundo, e você pode circular livremente. Melhor ainda: você pode morar num bairro, mas visitar os outros sem precisar mudar de endereço. THIAGO: O Fediverso é a tentativa de construção de uma praça pública digital, de fato, onde as pessoas podem realmente ter seus lugares de fala, seus púlpitos, seus vários púlpitos ali pra fazer seus discursos, suas falas, ou pra sentar no banco e ler um livro, enfim, ela é de fato essa possibilidade de criar uma praça pública digital. DAMNY: Esse aí é o ativista digital, comunicador e um dos fundadores da Fundação Alquimidia em Florianópolis, o Thiago Gonzaga, mais conhecido como Thiago Skarnio. Isso que ele acabou de falar é crucial: você pode ajudar a construir sua própria praça pública, seu próprio bairro. Soberania digital começa aí. ROGÉRIO: Exato. Mas vamos organizar isso. O Fediverso é formado por um conjunto de servidores independentes que se comunicam entre si. Cada um desses servidores é chamado de instância. Uma instância pode ser imensa, com dezenas de milhares de usuários, ou pode ser pequena, com meia dúzia de amigos. Pode ser administrada por uma universidade, por um coletivo de ativistas, por uma empresa, uma escola, ou só uma pessoa. DAMNY: O importante é que cada instância é autônoma. Ela define suas próprias regras de moderação, sua política de privacidade, seu código de conduta. E, ao mesmo tempo, ela conversa com as outras instâncias. Apesar de serem instancias independentes, elas conseguem conversar entre elas. Isso que é conhecido como universo federado. Além disso, precisamos falar de outra característica do Fediverso: a interoperabilidade. ROGÉRIO: Essa é uma palavra feia, mas o conceito é simples. Interoperabilidade é a capacidade de sistemas diferentes se entenderem. Imagina que o que você posta no X pudesse ser visto pelos usuários do Instagram ou vice-versa. Isso não é possível de se fazer nessas redes comerciais porque trabalham com protocolos e linguagens fechadas. No Fediverso, isso só funciona porque todas as plataformas e redes sociais utilizam o mesmo protocolo, chamado ActivityPub. DAMNY: Nestas redes sociais – sejam de blogs, microblogs, vídeos, imagens ou outros tipos de conteúdo – os sites do Fediverso que utilizam esse protocolo conseguem se conectar entre si, pois todos falam a mesma linguagem. ROGÉRIO: E isso é o oposto do que as Big Tech fazem. Elas constroem muralhas. Você não leva seus contatos do Instagram pro Threads, por exemplo. Você não exporta sua lista de seguidores do X pro Bluesky. Cada plataforma é uma ilha, e mudar de ilha significa recomeçar do zero. DAMNY: Enquanto isso, no Fediverso, você pode migrar de uma instância para outra, levar seus contatos, manter suas conversas. Neste caso, você é o dono dos seus contatos. Ou, no mínimo, é a comunidade que você escolheu. ROGÉRIO: Vamos dar um exemplo. O Mastodon é a plataforma mais popular do Fediverso, hoje com mais de 10 milhões de usuários. DAMNY: Essa rede costuma ser comparada ao X, já que também funciona como um micro‑blog. A interface lembra o X – com posts de até 500 caracteres, linha do tempo, reposts e favoritos – mas a lógica é totalmente diferente. ROGÉRIO: Diferente em pelo menos três aspectos fundamentais. Primeiro: não há um algoritmo influenciando no que você vê. O feed é cronológico reverso. O que seus contatos postam aparece na ordem em que publicaram. Se você está nas redes há mais tempo, deve lembrar que no começo o Facebook e o Instagram até seguiam essa lógica, mas mudaram completamente a entrega dos posts nos últimos anos.  DAMNY: Segundo: a moderação é comunitária. Cada instância possui regras próprias, acessíveis e transparentes a todos os usuários. Se você não concorda com a moderação da sua instância, pode se mudar para outra.  ROGÉRIO: Terceiro: não há anúncios. Mastodon, por exemplo, não é comercializado como um produto porque não tem acionistas. Seu financiamento vem de doações, campanhas de financiamento coletivo, apoio institucional e outras fontes. Isso transforma radicalmente a relação entre a plataforma e seus usuários. DAMNY: Agora, é importante deixar claro que descentralização não é sinônimo de solução para todos os problemas. Existem, sim, instâncias tóxicas no Fediverso, como de grupos extremistas, negacionistas e assediadores. A diferença é que, no Fediverso, as comunidades podem se desfederar. O Thiago explica um pouco: THIAGO: O Fediverso tem um pouco de autorregulação. Se uma instância é nociva, permite conteúdo tóxico, ela acaba sendo isolada de várias outras instâncias. Você pode bloquear aquela instância. Assim como o e-mail. Não quer mais receber e-mail de tal domínio. Você pode bloquear. ROGÉRIO: E isso nos leva a um ponto crucial. Nas redes centralizadas, você está sempre sujeito ao arbítrio unilateral de uma empresa. Se o X do Musk decide que você violou uma regra, mesmo que vaga e mal explicada, você pode perder sua conta. Recurso às vezes nem existe. No Fediverso, a relação já é outra. Você não é súdito, você é cidadão. DAMNY: Cidadão de uma federação. Pois a federação consiste exatamente nisso: unidades autônomas que decidem cooperar, servidores administrados por pessoas como eu e você, dispostos a criar verdadeiras redes sociais. Nenhum deles controla o outro, mas todos podem se comunicar. Se quiserem interromper a comunicação, podem silenciar ou bloquear mutuamente. ROGÉRIO: E a promessa é a de uma experiência online onde você não é o produto, onde o algoritmo não te manipula, onde suas conversas não são vigiadas para alimentar máquinas de perfilamento e publicidade comportamental. Mais do que uma promessa, é um ato de autonomia e de soberania digital. DAMNY: Mas como atrair pessoas para esse universo? Como encontrar uma instância ou comunidade que faça sentido? E como garantir que essas redes não repitam, em outra roupagem, os mesmos problemas de outras redes comerciais? E também, se o Fediverso é tão bom assim, por que todas as pessoas não estão o utilizando? ROGÉRIO: É sobre isso que a gente vai conversar no próximo bloco. Porque o Fediverso não é só tecnologia. É cultura, é política, é experimentação institucional. E tem gente aqui no Brasil construindo isso com as próprias mãos. [Música]  ROGÉRIO: Instituições públicas e movimentos sociais no Brasil têm começado a experimentar o Fediverso como alternativa às plataformas comerciais, como é o caso de universidades, órgãos de pesquisa e equipamentos culturais. Gente que decidiu que não queria mais alimentar máquinas de vigilância com os dados da sua própria comunicação institucional. DAMNY: Exato. Porque uma coisa é a migração individual, a escolha pessoal de abandonar uma determinada rede. Outra coisa, é quando uma instituição pública ou um movimento social decide ocupar novos territórios. Aí a conversa ganha contornos de política pública, de infraestrutura, de projeto de país. ROGÉRIO: E essa questão se refere a isso que chamamos de soberania digital. Conceito que parece abstrato, mas que se materializa em decisões muito concretas. Quem guarda meus dados? Quem define as regras da minha conversa? Quem pode me expulsar de um espaço? E, mais importante: eu posso construir meu próprio espaço? DAMNY: O Fediverso oferece uma resposta possível para essas perguntas. Não por acaso tem atraído atenção de pesquisadores, ativistas, jornalistas e gestores públicos no Brasil e no mundo. Essa iniciativa de procurar o Fediverso como alternativa não surge isoladamente; ela responde a um movimento já em andamento ao redor do globo. Grandes instituições passaram a abandonar o X, por exemplo. ROGÉRIO: Pois é. O The Guardian, com 27 milhões de seguidores, anunciou sua saída do X, classificando a plataforma como tóxica e afirmando que o Elon Musk tem usado sua influência para moldar o discurso político. Mais de sessenta universidades na Alemanha e na Áustria também decidiram encerrar suas contas porque os algoritmos da plataforma, segundo elas, se opõem à integridade científica e democrática. DAMNY: Na França, 86 associações solidárias e ambientalistas também abandonaram o X. Na Espanha, a Greenpeace e a Conferência de Reitores das Universidades Espanholas também se despediram. O argumento se repete: a plataforma não reflete mais os valores das instituições que a ocupavam. São 60 mil contas desativadas por dia, e isso foi só em novembro de 2024. ROGÉRIO: E no Brasil a gente também tem sentido esse movimento. Milhões de usuários deixaram o X nos últimos meses, e a empresa perdeu entre 80 e 100 milhões de dólares anuais em receita no país. Mas, o boicote é louvável, porém ainda tá longe do ideal. DAMNY: Exato. A pergunta que fica é: para onde ir? Muita gente tem migrado para o Threads ou o Bluesky. Essa última é uma plataforma descentralizada, sim, mas mantida por bilionários, o antigo dono do Twitter, Jack Dorsey, que no fim das contas é mais um Tech Bro. Trocar um bilionário por outro, mesmo com arquitetura diferente, não resolve o problema estrutural da concentração de poder e da falta de controle comunitário. ROGÉRIO: É aí que entra o Fediverso. E o que a gente tem visto é que, paralelamente a esse êxodo, há um movimento de instituições públicas brasileiras, movimentos sociais, coletivos e ativistas que estão fazendo uma aposta diferente. Em vez de migrar para outra plataforma comercial, estão ocupando o Fediverso, criando instâncias, desenvolvendo comunidades, experimentando soberania digital na prática. DAMNY: Sobre isso falará Thiago Skarnio, o único latino-americano no conselho do FediForum, o maior evento mundial dedicado a pensar e melhorar o Fediverso. THIAGO: Ano passado a gente conseguiu articular, fez uma sugestão também para o Comitê Gestor da Internet, que tivesse o domínio social.br para que tivesse uma extensão de domínio específica para mídias sociais, focando nas instâncias do Fediverso. Foi acatado isso, a gente achou bem legal, então dá para registrar o social.br hoje, indica que aquilo é uma mídia social. A gente fez o Websocial.br, né, o Dam participou, falando das universidades, iniciativas, e tem feito algumas ações que eu chamo de ações estruturantes para o Fediverso né? Criou um fórum online para os organizadores de instâncias trocarem informações e debaterem, e documentarem, né, tirarem suas dúvidas, para quem está mais tempo no Fediverso, isso é para focar em quem mantém a instância. E recentemente articulou também para que existisse uma instância chamada Orgânica.social, que é uma instância que está aberta hoje, é uma instância feita junto com a Pop Solutions, ela está hospedada em território nacional, e ela é feita para acolher um grande volume de pessoas no Brasil, se o Twitter saiu do ar, o Instagram, se precisar de algum lugar para correr hoje existe a Orgânica.social. Essa iniciativa coletiva também tem muitas pessoas ali, tem uma comunidade cada vez mais crescente, tem o coletivo Onda, que está ajudando também com a moderação, junto com as pessoas da própria comunidade, e a Alquimidia tem ajudado a construir isso. ROGÉRIO: Entre essas ações estruturantes para o Fediverso que o Thiago acabou de mencionar, a que mais tem tido impacto é a criação da instância da Organica.Social, uma rede social descentralizada no Brasil, com a infraestrutura do Mastodon. Hoje a Orgânica tem quase 2 mil usuários e continua crescendo graças à campanha #vemprofediverso, impulsionada pela Alquimidia e outros parceiros nas redes sociais corporativas. THIAGO: Porque eu considero que a gente está hoje prototipando uma web social brasileira, o que a gente está fazendo hoje é meio que prototipando, a gente sabe que tem ainda pouca gente relacionada à população brasileira inteira, mas a gente sabe que o que a gente está fazendo hoje está sendo feito para ficar grande, para que seja ocupado e utilizado por toda a população. Tem feito várias frentes também com governos para ver se eles implementam, e tem acompanhado essas iniciativas universitárias, que é muito legal também, e a gente sabe que uma hora isso vai acabar crescendo bastante. DAMNY: O Thiago também falou como é gerenciada a instância da Organica e as diferenças na governança em relação com as redes sociais comerciais. THIAGO: a proposta da orgânica é ser uma instância comunitária. A gente meio que lançou uma proposta que é para ser coletiva, cada vez mais. Ela é coletiva e vai ser mais. A gente participa da governança da instância junto com outras organizações e pessoas. A gente participa da moderação, nós criamos os termos de uso, depois de muita pesquisa, as regras a gente também organizou baseado nas experiências anteriores do Fediverso e outras instâncias. E a gente participa hoje também da parte do acolhimento. A gente tem tutoriais sobre o Fediverso e manda para as pessoas, disponibiliza. Então, a gente tem feito essa atuação na orgânica de cultivar a cultura federada. A diferença disso para uma rede como o Instagram é porque o Instagram está na mão de uma empresa bilionária, na mão de um bilionário e que o código é fechado, então, a gente não tem como participar da governança do Instagram. A gente não tem como definir as regras de funcionamento, a gente não tem como participar. ROGÉRIO: Quando Thiago fala sobre código fechado, ele toca num tema fundamental para as redes descentralizadas: o software livre e o código aberto. Esses princípios permitem que conheçamos o funcionamento das plataformas — por exemplo, como o Mastodon, que foi construído com código aberto justamente para que possa ser replicado e adaptado por qualquer pessoa. THIAGO: O código da orgânica é um código do Mastodon. A pessoa pode olhar o código, como é que funciona, ver o que está acontecendo ali, e pode entrar em contato com os moderadores, pode questionar, pode enfim, tem várias formas hoje de participar da gestão da orgânica. A ideia é criar um conselho mesmo dos moderadores. Então tem várias formas de participar da orgânica, enquanto no Instagram não tem como. Não tem como você participar de nada você só consome aquilo que está ali, e no máximo você vai gerir teus contatos. DAMNY: Esse movimento de grupos que fazem acontecer a Organica.Social, que atrai outras pessoas pro Fediverso e geram novas redes sociais e comunidades, é o que o Rafael Evangelista enxerga como a possibilidade sociotécnica das redes federadas e descentralizadas. Que não é mais do que a possibilidade de fazer uma transição desse modo de uso de redes sociais, como acontece hoje nas redes centralizadas, para um modo que aponte para a ideia de apropriação tecnológica por parte de grupos sociais organizados. ROGÉRIO: O Rafael, pra quem não sabe, é professor do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp (Labjor) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), ele quem teve a ideia de criar uma instância no Mastodon pro Nudecri, núcleo do qual o Labjor faz parte. RAFAEL: O Nudecri é um núcleo de pesquisa que é uma estrutura que não existe tipicamente em outras universidades, outras universidades estão estruturadas em institutos que dão cursos de graduação e pós, etc., e nós somos um núcleo de pesquisa que porventura dá cursos de pós-graduação, mas nós somos essencialmente um núcleo de pesquisa. Esse núcleo de pesquisa que é o Nudecri, por teimosia de algumas pessoas do próprio núcleo, a gente sempre insistiu em manter um conjunto de ferramentas tecnológicas próximas a nós, a gente sempre foi refratário a ideia de, por exemplo, pegar sites jornalísticos que nós fazemos e colocar em grandes provedores, a gente sempre gostou de ter essa estrutura conosco, então temos o nosso servidor no laboratório, então a gente tem um servidor nosso no laboratório não porque a gente resolveu ter agora, a gente tem isso desde os anos 2000, e isso foi ficando e a gente foi brigando pra manter. E essa briga por manter envolve essa percepção de pesquisadores de que era importante ter controle da tecnologia, de conhecer a tecnologia. Da tecnologia ser um tema pra nós e a gente sentir que tem que estar próximo dela com a capacidade de experimentar e também porque a gente desde o começo foi muito claro de que nos cabia ter e que não nos cabia ter. DAMNY: Existe também um aspecto super importante, ter uma pessoa técnica no campo da TI, como bem destaca o Rafael. RAFAEL: Nós temos um funcionário nosso que é um TI, temos um TI integrado, isso é altamente importante pra esse processo da gente ter isso mais próximo, foi por ter essa relação próxima que eu pude pegar e falar com o técnico, poxa, será que a gente consegue experimentar? E aí preciso tirar o chapéu pro André que é o nosso TI, porque além de tudo, a gente não basta ter um TI, a gente precisa ter um TI que esteja interessado em ser parceiro nas experimentações tecnológicas. ROGÉRIO: E se você tá dentro de uma universidade, deve ter acesso ao drive do Google pelo seu e-mail institucional, por exemplo. Só que essa “parceria” é algo que acaba fragilizando a soberania e a autonomia universitária. É algo que o coletivo Rede pela Soberania Digital Brasileira apontou no manifesto entregue ao presidente Lula em setembro de 2023. A experiência que vem desenvolvendo o Nudecri é tanto um exercício de apropriação tecnológica quanto uma forma de ir contra esse movimento.  DAMNY: Nesse contexto, o Rafael convida a gente a refletir. RAFAEL: Como é que as universidades podem ser também um lugar para a produção dessa sociabilidade em torno da tecnologia para a produção dessa apropriação tecnológica num contexto de resistência à terceirização das infraestruturas tecnológicas para as Big Techs? Então, ter uma instância do Mastodon no nosso servidor é importante porque é um sinal de que um desses lugares de apropriação tecnológica podem ser os grupos de pesquisa. ROGÉRIO: E podem ser mesmo, né, Dam? Você precisa saber que o Damny e o Rafael levantaram um projeto de pesquisa sobre Fediverso nas Universidades, certo? DAMNY: Exatamente. O projeto leva por nome “O Fediverso nas Universidades Públicas: iniciativas para a construção de uma soberania digital nas universidades paulistas”. E a partir dele começamos um projeto de divulgação científica, com uma bolsa Mídia Ciência da Fapesp, graças à qual estamos aqui fazendo esse episódio hoje.  Mas o Rafael pode nos falar melhor como tem sido isso. RAFAEL: A gente tentou fazer um processo de convencimento dos pesquisadores para que eles se apropriem do Fediverso, mas esse processo foi também de tentar trazer os veículos que esses pesquisadores gerenciam para dentro do Fediverso. ROGÉRIO: E graças ao esforço de vocês o Oxigênio e a revista ComCiência estão no Mastodon, e ouvi que os outros veículos do Nudecri também estão chegando né. DAMNY: Estão chegando e seguimos no processo de atrair e de convencer eles que aqui no Fediverso esses veículos têm audiência. ROGÉRIO: Definitivamente é tudo um desafio que precisa de estratégia para convencer às pessoas a entrarem pro Fediverso porque é algo diferente dentre nossa cultura de redes sociais. Mas, argumentos não nos faltam do ponto de vista ético e político, como já mencionamos. Ainda assim parece que falta alguma coisa.  RAFAEL: mais do que trazer as pessoas para cá, para o Fediverso, eu acho que o desafio é trazer conteúdo para o Fediverso. Então, não é só que o pesquisador “x” tenha o seu perfil lá, não, é que essa produção que ele trabalha de graça para as redes comerciais, que ele trabalha de graça para o público para uma rede social que é um bem comum, uma rede social que é aberta, descentralizada, federada, etc., quer dizer, quando você tiver mais conteúdo no Fediverso as pessoas vão tender a entrar no Fediverso. Porque acho que as pessoas vão atrás não só das relações sociais que estão nas redes sociais, elas vão atrás dos conteúdos que estão nas redes sociais. DAMNY: Esse trabalho que estamos fazendo no Nudecri para divulgar e comunicar ciência no Fediverso é um esforço como o que vem fazendo, por exemplo, a Comissão Europeia, algumas organizações ambientais, os governos da França, Suíça, Holanda e Alemanha, e alguns veículos de comunicação como a BBC que decidiram também implementar seus próprios servidores em redes sociais descentralizadas como o Mastodon. Tudo isso num esforço por se desvencilhar das redes sociais nas mãos e sob completo controle das big techs. E nesse sentido eu gostaria de destacar o trabalho que está fazendo a Holanda. Lá a Cooperativa de TI da educação e pesquisa holandesa, a SURF (que em português é algo assim como “Instalações Colaborativas de Computação Universitária”) eles pararam de usar o X por causa das políticas antidemocráticas do Musk, e agora estão explorando o Mastodon como uma plataforma de código aberto para educação e pesquisa no país. O piloto foi lançado em fevereiro de 2023 e continua em andamento. Estudantes, pesquisadores, funcionários e instituições da Holanda podem experimentar o Mastodon de forma acessível.  ROGÉRIO: E uma curiosidade: A SURF foi quem criou o sistema Eduroam, sabe? O Wi-Fi público que usamos aqui na Unicamp e na maioria das universidades do país e no mundo. E tem mais, lembra que a gente falou que a base destas ações estão no código aberto e o software livre? Bom, aqui no Brasil há uma experiência que está sendo implementada em outras partes do mundo. Uma demonstração de como funciona uma política pública baseada em software livre: o Tainacan. DAMNY: A gente conversou com um dos seus criadores, o José Murilo, especialista em políticas públicas voltadas para a tecnologia digital e a internet, e coordenador de Arquitetura da Informação Museal no Instituto Brasileiro de Museus, o Ibram. Ele vai nos explicar o que é e o que faz o Tainacan. MURILO: Ele é um repositório digital. Então, basicamente, ele trata da publicação de acervos digitais, de instituições de memória, arquivos, bibliotecas e museus.  Agora, ele está pronto para publicar qualquer coleção. Se você tem uma coleção de chaveiros e você quer publicá-la na internet, você tem, e é muito fácil porque é um plugin, basta você, se você tem o WordPress já instalado rapidamente, você já começa a operar. E ele é uma ferramenta muito interessante, porque, por ser um plugin para WordPress, ele muito facilmente chupa arquivos, acervos. Por exemplo, ele chupa acervos do YouTube, ele chupa acervos do Flickr, e trazendo metadados. E, rapidamente, aquilo vira uma coleção que você está hospedando localmente, enfim. DAMNY: O Murilo tocou em dois conceitos importantes: o WordPress e plugins. Acho que vale a gente fazer um parêntese para entender melhor como funciona o Tainacan. Porque quando a gente fala em Fediverso, em instâncias, em protocolos, pode parecer que estamos falando de um mundo muito distante da experiência comum das pessoas. Mas existem pontes. Uma delas é o WordPress que é uma plataforma de publicação, originalmente para blogs, que hoje alimenta mais de 40% de todos os sites da internet. É um software livre, o que significa que qualquer pessoa pode baixar, instalar, modificar e usar sem pedir licença a ninguém. ROGÉRIO: E o que são plugins? São como aplicativos que você instala no seu site para adicionar funcionalidades novas. Quer uma loja virtual? Instala um plugin. Quer integração com redes sociais? Instala outro. Quer que seu site WordPress se torne parte do Fediverso? Existe um plugin para isso. Ele faz com que seu site passe a falar a língua do ActivityPub, aquele protocolo que a gente mencionou, e pronto. As pessoas podem seguir seu site diretamente no Mastodon e comentar seus posts, interagir como se estivessem na mesma rede. É uma forma de trazer a lógica do Fediverso para dentro de ferramentas que milhões de pessoas já usam, sem precisar aprender nada do zero. DAMNY: Então o Tainacan é esse plugin, que como bem falou o Murilo, é só adicionar ao seu site ou blog, e já faz o trabalho de criar um acervo do que você quiser. ROGÉRIO: O Tainacan é uma ferramenta maravilhosa, mas o mais importante é que é produto de uma política pública, feito em instituições públicas, numa relação entre o Ibram e as universidades federais.  MURILO: Antes do MinC (Ministério da Cultura) ser extinto, a gente tinha iniciado, a partir do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma política para acervos digitais, pensando numa tecnologia que pudesse atender a interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus. E nisso surgiu o Tainacan. O Tainacan ele nasce lá em 2016, 2015, na verdade, quando a gente tinha feito uns editais de digitalização de cultura afro, e a gente queria um protótipo de tecnologia que pudesse atender a essa demanda, ou seja, de difundir acervos digitais, tratando dos modelos de dados de arquivos, bibliotecas e museus. DAMNY: Tem várias pessoas envolvidas nesse projeto, que integra o Programa Acervo em Rede, uma política pública baseada em software livre. ​ Mas, uma que é central é o professor Dalton Martins, especialista em ciências da informação, quem iniciou o projeto na Universidade Federal de Goiás, e foi para o Ibram para ocupar o cargo de Coordenador-Geral de Sistemas de Informação Museal. Também, é importante, houve uma conexão muito forte com a Universidade Federal do Espírito Santo. ROGÉRIO: Vale destacar que esse desenho institucional proposto para essa cooperação Ibram-Universidade favoreceu o envolvimento de jovens museólogos, arquivistas e bibliotecários na formulação e implementação de aplicações, e na ativação de redes para o campo museal. ​E tudo isso movimentado pela cultura do software livre. Mas por que isso é importante? MURILO: Olha, o software livre é a única forma de você ter realmente uma garantia de que aquela aplicação vai continuar funcionando como ela funciona hoje, sem a interferência externa. Quando fala, por exemplo, quando a gente anuncia o Tainacan e faz a propaganda dele, é um pouco nesse sentido. Como é que você vai garantir que a informação pública que você está publicando numa plataforma proprietária vai continuar publicada com aquele mesmo tipo de acesso perenemente? Não tem como. A única forma de você garantir é com o software livre. Então, assim, eu acho muito importante que a gente tenha chegado nesse ponto no campo da cultura, com um projeto dessa natureza, mostrando o caminho. Acho que a gente não tem a visibilidade que a gente deveria ter, porque o acesso a esse software é muito fácil. Você baixar um plugin é muito fácil. Nós temos tutoriais da formação de utilização da ferramenta no YouTube, e temos uma equipe lá que está pronto para dar suporte para todo mundo. Tem muita gente fazendo o seu próprio Tainacan. A gente deu atendimento ao pessoal do Corinthians, o pessoal da Mangueira, enfim, a conversa está espalhando, e as pessoas estão vendo que publicar seus próprios acervos faz sentido no século XXI. DAMNY: Olha a magnitude deste bem público que é o Tainacan. Qualquer um pode fazer uso dele. Instituições do tamanho do Corinthians, da Mangueira, estão querendo usar ele para guardar seus acervos. E a questão não fica só aqui no Brasil. MURILO: Ah, eu quero dizer também que os museus federais do México já usam Tainacan e os museus da Colômbia também já estão utilizando Tainacan. O que está quase permitindo que a gente pense num agregador Americana. Já pensou? ROGÉRIO: Então o Tainacan tem impacto além das fronteiras brasileiras. Ele é quem permite o funcionamento de mais uma grande criação para os acervos culturais digitais: a Brasiliana Museus, um serviço de agregação de coleções museológicas desenvolvido a partir do Tainacan. MURILO: A Brasiliana, ela vem de um desafio que a gente sempre colocou quando a gente pensava a política para acervos digitais. A gente falava que a gente deveria ter como meta um agregador e uma máquina de busca nos conteúdos da cultura brasileira. Que não fosse o algoritmo do Google, ou seja, que a gente pudesse de alguma forma trabalhar essa instância da pesquisa e exploração em busca como política pública, como uma forma que o algoritmo que você pensasse para isso estivesse dando visibilidade aos conteúdos da cultura brasileira, enfim. Então a brasiliana começa um pouco assim, como um agregador museológico, de instituições museológicas, mas o grande desafio era a gente estar trabalhando com esses índices de forma a produzir uma busca de qualidade, através desses indicadores. Então foi assim, a gente iniciou com os museus do Ibram, mas na medida em que a brasiliana foi lançada, ela já abriu para adesão de outras instituições, teve entrada do Museu da Pessoa, por exemplo.  DAMNY: Com a Brasiliana, o Ibram inaugurou a iniciativa dos Museus brasileiros no Fediverso, quando ativaram o plugin ActivityPub no site WordPress da Brasiliana Museus, e publicaram o primeiro post de um domínio gov.br na web social, ou seja, no Fediverso.  MURILO: A gente parte, eu acho que é um post que eu fiz na Brasiliana, em janeiro de 2024, era isso, ou seja, a gente estava constatando que o estado das redes sociais era uma coisa calamitosa e que, a partir da política pública, a gente gostaria de explorar possibilidades, alternativas, enfim, na perspectiva dos museus. E quando eu digo isso, eu quero dizer que, por exemplo, museus utilizam intensamente Instagram, já utilizaram mais, mas usam muito o Flickr. E a gente sempre teve essa ideia de que gostaria de, pelo menos, oferecer uma alternativa, oferecer uma possibilidade que um determinado museu quisesse usar algo alternativo, que houvesse essa possibilidade. Então, foi assim. Foi a possibilidade de criar contas para os museus no Fediverso. ROGÉRIO: O projeto do Fediverso do Ibram continua crescendo. Eles criaram a instância no Mastodon, chamada social.museus.gov.br, já ha mais de um ano.  MURILO: Então, aí a gente lançou, mas a gente foi bem devagar, fazendo experimentos, a gente criou uma conta do Cadastro, que também publica os itens do Tainacan lá, a Brasiliana está publicando também os itens do Tainacan, mas isso a gente não está divulgando ainda, é tudo como experimento, aí a gente mostra para alguns parceiros, olha como é que está aí. E a gente estava com um plano, chegamos a conversar com o Comitê Gestor da Internet, de ter o domínio Museu.br, que ele não está ativado ainda, a ideia do comitê gestor era usar, tendo uma instituição como porteiro ali, e aí a gente falou, o Ibram pode ser esse porteiro, mas o que a gente queria mesmo era começar o social.museu.br, ser o primeiro, para que a partir dali a gente desse instâncias para os vários museus. O museu ganhava conta e aí, ou seja, essa instância seria para contas de museus. Isso está ainda encaminhando, hoje mesmo eu retomei essa conversa, o comitê gestor já deu ok, só está faltando a gente se organizar aqui. DAMNY: esse caso do Ibram com a criação do Tainacan e a Brasiliana Museus é mais uma evidência de como é possível construir política pública com uso do software livre, unindo esforços de diversas instituições públicas para obter um bem público e acesso à informação e à educação.  MURILO: Para você ver, quando a política pública é integrada ela vai provocando novos desenvolvimentos que são correlacionados, e como está tudo software livre a coisa vai no mesmo nível, vai na mesma linha. Então é uma coisa assim, é um ciclo virtuoso que a gente tem que realmente incentivar. ROGÉRIO: E temos que incentivar mesmo, como as experiências que comentamos nesse episódio, a Organica.Social, o Tainacan, a Brasiliana Museus, e as instâncias do Nudecri para divulgar ciência. Essas são evidências de que é possível, sim, construirmos soberania digital e autonomia através da apropriação de tecnologias de código aberto e software livre. [música] ROGÉRIO: A pesquisa, entrevistas, roteiro, e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Rogério Bordini, que também fui responsável pela edição desse episódio. DAMNY: O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante da Unicamp. Agradecemos em especial a revisão da coordenadora do Oxigênio, Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica.  ROGÉRIO: Obrigado por ouvir até aqui, e se quiser, deixa um comentário sobre esse episódio na sua plataforma de áudio preferida ou nas redes sociais, sobretudo no Mastodon, que a gente está esperando por vocês lá. Você encontra a gente em todas as plataformas como Oxigênio Podcast. Obrigado, até mais.  [VINHETA OXIGÊNIO]   Créditos: Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro: Damny Laya e Rogério Bordini Produção: Rogério Bordini Pesquisa: Damny Laya Narração: Damny Laya e Rogério Bordini Entrevistados: Rafael Evangelista, Thiago Skarnio, José Murilo Projetos citados Projeto Tainacan: https://tainacan.org/ Projeto Piloto da SURF (Holanda): https://www.surf.nl/en/about-the-mastodon-pilot  Rede Organica.Social: https://organica.social/explore  Observatório do Fediverso: alquimidia.org/fediverso/ Relatórios Técnicos SANTINI, R. M., BORGES, M., FERREIRA, F., SALLES, D. G., GRAEL, F., & BARROS, C. E. (2023). NETLAB. Estudo da campanha contra o PL 2630 e regulamentação das plataformas digitais. 2023. (p. 23). UFRJ. https://netlab.eco.ufrj.br/post/estudo-da-campanha-contra-o-pl-2630-e-regulamenta%C3%A7%C3%A3o-das-plataformas-digitais Notícias e Reportagens BONIFAZ, R. (2023, outubro 5). Redes libres y federadas: Construyendo el fediverso – Por una Internet Ciudadana. https://al.internetsocialforum.net/2023/10/05/redes-libres-y-federadas-construyendo-el-fediverso/   BLOOMBERG. Bloqueio do X no Brasil custa milhões de usuários a Musk, mas afeta pouco a receita dos negócios. O Globo, Rio de Janeiro, 5 set. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/09/05/bloqueio-do-x-no-brasil-custa-milhoes-de-usuarios-a-musk-mas-afeta-pouco-a-receita-dos-negocios.ghtml. CORREIO DA MANHÃ. Milhares de utilizadores abandonam a rede social X no dia da tomada de posse de Trump. Correio da Manhã, Lisboa, 20 jan. 2025. Disponível em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/milhares-de-utilizadores-abandonam-a-rede-social-x-no-dia-da-tomada-de-posse-de-trump.  DEUTSCHE WELLE. German institutions depart X, a day after Musk’s Weidel talk. Deutsche Welle, Bonn, 10 jan. 2025. Disponível em: https://www.dw.com/en/german-institutions-depart-x-a-day-after-musks-weidel-talk/a-71266331.  DEUTCH, J., ALBORNOZ, D., & JOHNSON, O. (2024). Resumen ejecutivo: Explorando una transición hacia plataformas de redes sociales alternativas para organizaciones de justicia social en el mundo mayoritario. The Engine Room. https://www.theengineroom.org/wp-content/uploads/2024/12/Resumen_Ejecutivo_Explorando-una-transicion_29-11-24.pdf  JACOBS, E. (2024, novembro 22). Profissionais começam nos EUA abandono em massa de rede social X, de Elon Musk. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/tec/2024/11/profissionais-comecam-abandono-em-massa-de-rede-social-x-de-elon-musk.shtml  LEÓN, Lucas Pordeus. Big techs dos EUA influenciaram sanção de Trump contra o Brasil. Agência Brasil, Brasília, 10 jul. 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/big-techs-dos-eua-influenciaram-sancao-de-trump-contra-o-brasil  LIBERIA.SITE. Mastodon Statistics. libera.site, [S.l.], 6 mar. 2026. Disponível em: https://libera.site/channel/mastodon  MORAES, Gabriel Boscardim de; SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. et al. Manifesto pela Soberania Digital nas Universidades Públicas Brasileiras. Soberania.Digital, [S.l.], 19 ago. 2024. Disponível em: https://soberania.digital/manifesto-pela-soberania-digital-nas-universidades-publicas-brasileiras-2/  PORTAL TELA. Associações ambientalistas abandonam X em protesto contra ‘perigo para a democracia’. Portal Tela, [S.l.], 17 jan. 2025. Disponível em: https://www.portaltela.com/noticias/internacional/2025/01/17/associacoes-ambientalistas-abandonam-x-em-protesto-contra-perigo-para-a-democracia/ SCOFIELD, Laura; VIANA, Natalia. Como as Big Techs mataram o PL das Fake News. Agência Pública, São Paulo, 9 set. 2025. Disponível em: https://apublica.org/2025/09/como-as-big-techs-mataram-o-pl-das-fake-news/ 

Pós-Jovem
Pós-Jovem #316 - saudades do ORKUT

Pós-Jovem

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 52:51


A primeira rede social a gente nunca esquece. Nathália Pandeló comanda o papo com o convidado Rafael Chioccarello (#048) sobre toda uma época baseada em scraps, testimonials e comunidades.Assine ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠a newsletter Imagina Só⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, de Nathália Pandeló⁠⁠⁠⁠Newsletter Pós-Jovem⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Pós-Jovem nas redes: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ |⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠BlueSky⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Playlist⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠"Episódios Essenciais"⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Whatsapp:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acesso aos Bastidores⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Design: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Nayara Lara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Trilha: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Peartree⁠⁠⁠

Books and Beyond with Bound
9.5 Welcome to the Internet. It Sucks. ft. Anurag Minus Verma

Books and Beyond with Bound

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 62:54 Transcription Available


Be honest. When was the last time you logged off because you wanted to, not because your battery died?In this brand new episode of Books & Beyond, Tara sits down with Anurag Minus Verma, influencer, writer, and podcaster, to trace how the Indian internet went from cyber cafes and Orkut scraps to algorithms that know us better than we do.From going down random rabbit holes and getting emotionally invested in strangers we've never met, to collectively losing our minds over the next big controversy, it all points to the same question: when did being online become the default setting, and what has it done to us in the process? Talking about his book The Great Indian Brain Rot, Anurag and Tara get into the TikTok ban and the madness around it, the influence of Sushant Singh Rajput, and why influencer fame doesn't always mean anything outside the app. He also talks about why so many creators want to shift to film or TV, and how podcasts have suddenly become the format everyone wants in on.If your day starts and ends with a screen, and “just five minutes” never means five minutes, this episode is for you!So press play. Then maybe, just maybe, touch some grass.Books and Documentaries mentioned in the episode:Never Logged Out: How the Internet Created India's Gen Z by Ria ChopraMorality TV and Loving Jehad by Paromita Vohra (2007)Trick Mirror: Reflections on Self-Delusion by Jia TolentinoMother Mary Comes to Me by Arundhati RoyThe Loneliness of Sonia and Sunny by Kiran DesaiKasapa by Manohar Shyam Joshi Imagine spending five days of uninterrupted creativity in a serene, century-old Indo-Portuguese villa. Join an exclusive group of twelve writers for a transformative writing retreat. 5 seats left, apply now!Learn more: https://boundindia.com/retreats/annual-writers-retreatApply now: https://tinyurl.com/46rhn7hz‘Books and Beyond with Bound' is the podcast where Tara Khandelwal and Michelle D'costa uncover how their books reflect the realities of our lives and society today. Find out what drives India's finest authors: from personal experiences to jugaad research methods, insecurities to publishing journeys. Created by Bound, a storytelling company that helps you grow through stories. Follow us @boundindia on all social media platforms.

Incial
Minipod #291: O Cristo literário

Incial

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 55:50


Bom dia, confrades. Mais uma quinta-feira — mais um minipod no ar! No programa de hoje, explore a vida e o ministério de Jesus Cristo a partir de um ponto de vista literário — e descubra como a narrativa bíblica pode ajudar na construção das nossas próprias histórias. E ainda: entenda o que são e como escrever minicontos e microcontos; veja como criar um universo compartilhado; relembre a importância do Orkut para o mercado editorial; e saiba como estabelecer unidades de medidas para o seu mundo de fantasia.

Braincast
O Reddit chega, o gatonet cai e o Brasil continua sendo Maria e José

Braincast

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 79:01


Nessa semana, o Braincast mergulha em três jeitos diferentes de entender o Brasil digital de 2025 — das novas e velhas comunidades online à forma como a gente consome, e até como a gente se chama. Tem o Reddit, que chegou na surdina e quer reviver o espírito do Orkut; o fim do gatonet, que mostrou que o brasileiro ainda acredita em serviço pirata com CNPJ; e o novo levantamento do IBGE sobre nomes e sobrenomes, que revela muito sobre o país que fomos — e o que estamos virando. 10:49 - Pauta 01:12:38 - QEAB _ NEXGARD SPECTRA®: É OUTRO NÍVEL DE PROTEÇÃO. https://www.cobasi.com.br/pesquisa?ho... Cupom: 20nexgard Vigência: Até 31/12 Regras: 1 uso por CPF, não acumulativo com compra programada -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! / @canalb9 --

Iconocast
A HISTÓRIA DE KELLY CYCLONE, A PRIMEIRA MUSA DO TR4F!CO NO ORKUT

Iconocast

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 15:12


Para mais informações, acesse o site da Move on Marcas:https://lp.moveonmarcas.com.br/iconografia-da-historiaSiga nosso canal de CORTES: https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Eduardo GoesDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti

CoutoPodcasts
GUIA DE BOLSO 58 - TECNOLOGIA

CoutoPodcasts

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 3:50


O Guia de Bolso de hoje fala sobre Tecnologia, mais especificamente de quando as redes sociais começaram a virar sucesso no Brasil. Para o Terror dos Apaixonados que acabaram descobrindo mais do que deveriam nas redes sociais e foi que muita gente "bloqueou" e "deletou" do Orkut!

No Batidão Cast
#201 - Filler Papo Aleatório 10

No Batidão Cast

Play Episode Listen Later Sep 1, 2025 50:55


No ar mais um Filler Papo Aleatório dessa vez o décimo! Como sempre, o caos reinou. Falamos do Wplace e do tempo que perdemos nesse joguinho, reclamamos do fandom de Deltarune irritante cobrindo arte dos outros, relembramos momentos marcantes dos mais de 200 episódios do podcast e ainda bateu aquela nostalgia dos tempos de celular pocket e os perrengues que enfrentávamos com a capacidade limitadissima do hardware, sobrou tempo pra falar de nostalgia games em flash, Orkut com Colheita Feliz, BuddyPoke e até o Club Penguin. E se não bastasse, sobrou espaço pra lembrar do dia em que o Schumacher ganhou do Pânico uma tartaruga de brinquedo chamada Rubens. Caótico, nostálgico e aleatório do jeito que tem que ser. Episodio contou com as presenças ilustres de Subzero, Figurante, Shura, Lucas Emmanuel e ColonelluizH.Nossos Links:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram do Luiz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Figurante⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal de cinema do Shura⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast de musica do Ritalino⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠APOIE O PODCAST:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoia-se ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Como integrar o APOIA-SE ao Spotify⁠⁠

the news ☕️
Projeto quer montar DNA humano do zero, ter filho vira escolha rara no Brasil, Orkut aposta na geração Z em seu retorno ao país e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jun 28, 2025 13:55


Bom dia! ☕️Quiz do Pod by Remessa Online. Aqui você envia dinheiro para fora.No episódio de hoje:

Terça Nobre com Eury Benevento
Dia dos namorados, tretas da sociedade e a volta do orkut

Terça Nobre com Eury Benevento

Play Episode Listen Later Jun 17, 2025 69:47


Terça Nobre - Sétima Temporada - Episódio 21 - Essa semana contamos mais uma vez com a participação da Selena Fortuna e conversamos sobre o que o dia dos namorados causa nas pessoas solteiras. Falamos sobre a dificuldade da convivência hoje em dia com a vida se misturando com a realidade e as redes socias. A volta do orkut e teve tarot para o Tio Chicória.

O Assunto
Os caminhos para a responsabilização das redes sociais

O Assunto

Play Episode Listen Later Jun 13, 2025 29:01


Na quinta-feira (12), o ministro do STF Alexandre de Moraes deu o sétimo voto a favor para que empresas de tecnologia sejam responsabilizadas pela publicação de conteúdos ilegais ou criminosos. No dia anterior, o Supremo já havia formado maioria para mudar a interpretação do artigo 19 do Marco Civil da Internet. Os ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia e Nunes Marques ainda precisam votar. O julgamento está marcado para recomeçar no dia 25 de junho. A Corte caminha para definir que não é mais necessária uma decisão judicial para que as plataformas tirem do ar conteúdos ilegais ou criminosos – regra em vigor desde 2014, quando o Marco Civil foi sancionado e criou as bases legais para o uso da internet no Brasil. Para entender o que está em jogo na discussão no Supremo, Natuza Nery conversa com Nuria López, sócia de tecnologia da Daniel Advogados e doutora em Teoria e Filosofia do Direito pela PUC de São Paulo. Nuria detalha o que diz o artigo 19 e porque ele está sendo rediscutido agora. Ela relembra os casos concretos que levaram essa discussão à Suprema Corte, entre eles um envolvendo o finado Orkut. Na conversa, Núria explica os novos modelos de regulação de redes sociais, entre eles o chamado ‘notice and takedown', mecanismo pelo qual as redes ficam responsáveis pelo conteúdo a partir do momento em que são notificadas.

Laflijazz
Laflijazz 178. Bölüm - Ercüment Orkut

Laflijazz

Play Episode Listen Later May 30, 2025 140:30


29 Mayıs 2025, Laflijazz bu hafta sevgili Ercüment Orkut'u misafir ediyor. Müzik eğitiminden girdik, son derece başarılı ve sadece cazı değil dizi ve film müziklerini de kapsayan kariyerinde bir mola verdik ama bu sezona has konuğumuzun hiç bilinmeyen yönlerini de sizlere aktardık. Bu keyifli programa hepinizi bekleriz...

DioCast - The Open Way of Thinking
Sua distro preferida um dia vai acabar

DioCast - The Open Way of Thinking

Play Episode Listen Later May 1, 2025 42:40


Recentemente, fomos pegos de surpresa com a notícia de que o principal criador do ArcoLinux decidiu encerrar o desenvolvimento dessa distribuição. Criado em 2018, o ArcoLinux, uma distribuição baseada no Arch Linux e que tinha uma proposta com foco educacional.  Ao longo de sua existência, ela conquistou um público fiel, graças a sua versatilidade e ferramentas para facilitar a vida do usuário. Mas o fim de grandes projetos não afeta apenas distribuições Linux, vale lembrar também de outra plataforma que foi muito querida e que deixou um legado bem interessante de aprendizados e tecnologia para todos nós: o Orkut. O Orkut foi uma rede social criada por um engenheiro do Google chamado Orkut Büyükkökten, lançada em janeiro de 2004, ela rapidamente ficou muito popular no Brasil e na Índia.  O Orkut foi pioneiro em vários recursos que hoje são comuns em outras redes sociais, como criar comunidades por temas, avaliar amigos e deixar mensagens de depoimento. No Brasil, especialmente, o Orkut virou um fenômeno cultural, com comunidades que reuniam milhares de pessoas com os mais diversos interesses, desde hobbies, programas de TV, até piadas e críticas bem-humoradas. Isso me fez pensar por que será que esses projetos que a gente se conecta tanto às vezes acabam desaparecendo assim. Neste Diocast vamos discutir, afinal, será que isso é algo inevitável na tecnologia? ---Deixe seu comentário, ele pode ser lido no próximo programa.https://diolinux.com.br/podcast/sua-distro-um-dia-vai-acabar.html

Convidado
As andanças do fotógrafo francês Vincent Rosenblatt nos bailes Funk do Rio de Janeiro

Convidado

Play Episode Listen Later May 1, 2025 10:40


Provavelmente já ouviram falar de samba ou de bossa nova. Mas alguma vez ouviram falar de funk brasileiro ? Nascido nas favelas do Rio de Janeiro nos anos 1980, este género musical de ritmo intenso, conhecido por danças sugestivas e letras explícitas, conquistou entretanto as pistas de dança europeias. Há mais de 20 anos que Vincent Rosenblatt, fotógrafo francês radicado no Brasil, documenta esta cultura. Antes de inaugurar duas exposições em Lille e Montpellier, recebeu a RFI no seu atelier no Rio de Janeiro. RFI : Será que pode contar-nos o seu percurso e como acabou por ir morar para o Brasil?Vincent Rosenblatt : Para resumir, começou com o intercâmbio da Escola Nacional Superior das Belas Artes em São Paulo em 1999, e rapidamente eu fui andar para outros cantos do Brasil e acabei ficando nove meses em vez dos três. Voltei no ano seguinte, depois de finalizar o meu diploma da Escola das Belas Artes e, em 2002, voltei e fui para uma residência de artistas onde comecei um projecto que eu tinha escrito, ‘Olhares do Morro', que era um atelier de criação fotográfica no topo do Morro Santa Marta. E a ideia era criar, em 2002, outras narrativas das favelas. Tinha então só a versão policial de uma imprensa bastante hostil, que não dava conta da criatividade que faz a cultura carioca brasileira acontecer. E esse projecto foi a minha primeira paixão brasileira. E o que era para durar três meses durou seis anos com exposições e viagens de jovens fotógrafos.RFI : Então, foi assim que se aproximou da cultura do funk?Vincent Rosenblatt : Então, é engraçado porque na época que eu ia a Santa Marta, no início, eu não me sentia atraído pelo funk, a galera do asfalto [nome que designa a população que não mora em favelas, ndr] mais branca, brasileira, que eu frequentava tinha muitos preconceitos relativamente ao baile, nunca tinham ido, mas achavam que lá aconteciam orgias. Nada disso acontece, mas era o clichê. E em Santa Marta, dia de baile que acontecia na quadra, havia uma fila da juventude branca abastada, uma fila imensa que vinha comprar droga.Então na minha cabeça, no primeiro momento, o baile era associado a uma invasão da favela por consumidores de droga, que vinham tomar droga na favela, em frente aos idosos, às crianças. E aí num primeiro momento eu não queria ir a nenhum baile, só que eu comecei a ouvir as letras. Eu morava em Santa Teresa e o baile do Santo Amaro, naquela época, fazia tremer a casa. Eu estava à janela do outro lado das colinas, eu estava a ouvir tudo e as letras das músicas contavam o que eu testemunhava em Santa Marta também.Entre os meus alunos, jovens fotógrafos, ninguém se interessava pelo baile. Era uma coisa tão comum, que não merecia uma atenção particular. Mas eu comecei a comprar CDs na rua e a impregnar-me das letras, na música. E o desejo de conhecer ficou tão forte que um belo dia eu peguei um táxi em 2005, e fui bater à porta do baile do Rio das Pedras, o Castelo das pedras, que não existe mais. E pedi autorização de fotografar. E, para minha surpresa, fui bem recebido e assim aconteceu uma descoberta geográfica, afectiva de novos territórios -imensos- do Grande Rio. Quando contei todo feliz para os meus amigos jovens músicos da classe média, eles riram-se de mim, falaram, "você é um gringo pervertido que vai à favela para orgias e pegar puta". E eu disse ‘vocês já foram ao baile?' ‘Não, a gente não precisa.' E perdi essas amizades todas.RFI : Levou muito tempo para ser integrado nesses ambientes que são bem diferentes do que a gente pode conhecer em França, por exemplo?Vincent Rosenblatt : Eu diria que não. Existe uma forma brasileira de te fazer tornar parte e não somente um expectador de fora. Então, houve um DJ, o DJ Pernalonga, já falecido, que me viu trabalhar num baile e que me chamou para a sua favela, que era Árvore Seca, no complexo do Lins. Virou o famoso baile da Colômbia, foi um dos bailes mais importantes na primeira década dos anos 2000. E na época não tinha Facebook, não tinha Instagram. Tinha Orkut, primeira rede social que bombou no Brasil.E cada favela e cada baile tinha uma página de fã-clube do baile. Só que não tinha foto, só tinha os flyers. E o Pernalonga, que foi o primeiro empresário de inúmeros MCs do funk carioca, teve essa visão de poder mostrar o baile lotado, bonito, com as pessoas dançando. E aí, as minhas fotos chegaram nessa página do baile Árvore Seca no Orkut e outros DJs, outros produtores de baile, de outras favelas, ao ver isso, começaram a contactar me e a dizer ‘mas venha fazer isso na minha comunidade! Quando é que vem?'RFI : Falando de tempos mais recentes, vemos que o funk tem estado frequentemente no centro de polémicas. Isso continua a verificar-se hoje, já que, por exemplo, em São Paulo, alguns políticos querem aprovar uma lei que restringe os concertos de artistas que, segundo eles, fazem apologia do crime organizado e das drogas. Qual é o seu olhar sobre essa questão?Vincent Rosenblatt : Eu acho que é um remake. ‘Não gostou da notícia, mata o mensageiro'. Então, aonde é que é o limite do bem e do mal ali? Contar o que acontece, fazer a crónica das guerras, conflitos, da favela, pode incitar o outro a matar. ? E o funk amplia o domínio do que pode ser contado, do que pode ser dito, do indizível, coisas que todo mundo sabe e faz, mas só o funk fala, conta. E a fotografia faz também isso, ela amplia o domínio do visível. O que é digno de ser registado? O que é belo? Onde reside a beleza?RFI : Acompanhou o quotidiano de jovens da cidade de New York. E no Brasil, para além do seu trabalho sobre os baile-funk, documentou também o carnaval segredo dos bate-bola das periferias do Rio de Janeiro, e acompanhou ainda as festas de tecnobrega na cidade de Belém, na Amazónia. Percebe-se que no seu trabalho há uma atração constante por temas como a festa, mas também pela atração física, sobretudo entre os jovens. Então, pode falar-nos um pouco mais sobre isso?Vincent Rosenblatt : Na minha fotografia, existe uma constante que é uma busca por uma transcendência, seja um fenómeno atmosférico, explosões e a pirotecnia do que acontece nas festas de aparelhagem, na saída dos bate-bolas, ou seja, na atração dos corpos, onde a gente sai de si para ir encontrar o outro. Eu, tentando entender-me como fotógrafo, olhando por trabalhos que eu fiz ao longo dos anos, muitas vezes seguindo obsessões, onde estão meus gatilhos?O que me faz apertar o botão? Onde é que há uma epifania, onde é que o desejo de fotografar acontece? Então é nesses momentos, onde o espaço-tempo está modificado, onde a paisagem muda. E aí quando duas pessoas se abraçam, dançam juntos, beijam-se, ali também há uma modificação da energia do local. Saímos do nosso universo particular para ir ao encontro de uma outra subjectividade. Na força do desejo, do afecto, algo muda.Vincent Rosenblatt, expõe suas obras fotográficas em Montpellier de 7 a 25 de Maio e depois em Lille, de 21 de Junho a 21 de Setembro.Eis uma pequena amostra:

Timeline Gaúcha
Direto do South Summit, com o empresário Jorge Gerdau e o fundador do Orkut - 10/04/2025

Timeline Gaúcha

Play Episode Listen Later Apr 10, 2025 44:38


Potter, PG e Mari Ceccon e trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube

Troca Fitas
Ep 148 - Morte pela pizza, internet zoada e bullying recreativo com Daniel ETE e Artie Oliveira

Troca Fitas

Play Episode Listen Later Mar 20, 2025 72:34


Disco novo do Bong Brigade, ser punk e não ser burro, Beavis e Butt-head, colaborações doidas, internet podraça, baixar música na época do Orkut, bullying e violência escolar das antigas foram alguns dos assuntos desse episódio do Troca Fitas, onde recebemos Daniel Ete (Bong Brigade, Brutal Brega, Nakamuras, Drákula) e Artie Oliveira (Black Coffee, Drákula)! Abertura por ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aletrix⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoio: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Porto Produções Musicais⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Fora da Caixa
F&B #3 - A metamorfose dos algoritmos das redes sociais: das comunidades do Orkut à disseminação de ódio

Fora da Caixa

Play Episode Listen Later Feb 28, 2025 16:53


No início dos anos 2000, as comunidades do Orkut divertiam e conectavam o público. Atualmente, novas plataformas como o Facebook, Instagram e X (ex-Twitter) surgiram, mas o propósito inicial de unir pessoas se perde em meio à disseminação de ódio e desinformação.Neste episódio do Entre Fatos e Boatos, os repórteres Ana Alice Coelho e Theo Schwan explicam mais sobre como os algoritmos das big techs permitiram que as redes sociais e os ambientes virtuais se tornassem grandes influenciadores da vida real.Roteiro:Ana Alice CoelhoTheo SchwanEdição:Beatriz HadlerDireção:Marcelo Teixeira

DIÁRIO DE BORDO
#1282 - A moda da corrida e sdds do Orkut

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Nov 28, 2024 21:14


Siga a gente em http://youtube.com/@diariodebordopod

MorseCast
Morse News #237 - 22/08/2024

MorseCast

Play Episode Listen Later Aug 22, 2024 7:26


Amazon bate recorde e supera expectativas de entregas em 2024 Empresa de táxis autônomos do Google dobra o número de corridas para 100 mil por semana Empresas bloqueiam acesso a IA generativa por preocupações de segurança Fundador do Orkut pretende contratar brasileiros para nova rede social LinkedIn compartilha insights sobre o que gera retorno em campanhas B2B EasyJur levanta R$ 14 milhões para expandir sua plataforma de automação jurídica BNDES lança ciclo gratuito de apoio a startups e empreendedores O aplicativo de inteligência artificial Claude, da Anthropic, ultrapassou US$ 1 milhão em receita apenas com sua versão móvel OpenAI abre ajuste fino para GPT-4o e GPT-4o mini Justiça reabre processo contra Google por coleta de dados sem consentimento Pet Delícia capta R$ 25 milhões via equity crowdfunding Emite.AI recebe investimento de R$ 29 milhões liderado pela Bossa Invest ESG Now recebe investimento de R$ 1 milhão para expandir operações ——————- Acesse as notícias: https://morse-news.com/ ——————- Assine gratuitamente nossos conteúdos: http://www.morse.news/audio ——————- Para recomendação de pauta, críticas, sugestões e parcerias: contato@morse.news ——————- Oferecimento O Morse Audio News de hoje é oferecido por digitaliza.ai. Acesse www.digitaliza.ai o marketplace de soluções para digitalizar negócios.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Canaltech Podcast
Startup brasileira cria robô capaz de plantar 1800 árvores por hora usando IA

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Aug 16, 2024 23:12


Uma startup 100% brasileira que desenvolve máquinas autônomas e inteligentes para o agronegócio, agora traz ao mercado uma tecnologia inovadora para resolver os problemas de reflorestamento e silvicultura. Em fase final de testes, a Forest.bot utiliza inteligência artificial no plantio automatizado de mudas em grandes áreas, com capacidade para plantar 1800 árvores por hora. Para explicar como essa tecnologia funciona, eu recebo hoje aqui no Podcast Canaltech o Marcello Guimarães, fundador da AutoAgroMachines. E mais: Blitz da telefonia móvel chega ao RJ para fiscalizar 4G e 5G das operadoras; Custo de bateria para carro elétrico caiu 90% desde 2008; Após fim da Hello, criador do Orkut quer rede social que 'traz o melhor de tudo'; Brasil fatura R$ 754 bi com setor de tecnologia; CE, SC e PR são destaques; IA do Google reduz trânsito em 50% nos EUA. Receba notícias do Canaltech no WhatsApp Entre nas redes sociais do Canaltech buscando por @Canaltech nelas todas Entre em contato pelo nosso e-mail: podcast@canaltech.com.br Entre no Canaltech Ofertas Este episódio foi roteirizado e apresentado por Gustavo Minari. O programa também contou com reportagens de Paulo Amaral, Vinícius Moschen, Bruno De Blasi e Murilo Tunholi. Edição por Yuri Souza. A trilha sonora é uma criação de Guilherme Zomer e a capa deste programa é feita por Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resumão Diário
Operação da PF mira quatro desembargadores e dois juízes suspeitos de venda de sentença no Maranhão; Fim da euforia? Como está a economia argentina 9 meses depois da posse de Milei

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Aug 14, 2024 4:15


Operação da PF mira quatro desembargadores e dois juízes suspeitos de venda de sentença no Maranhão. Fim da euforia? Como está a economia argentina 9 meses depois da posse de Milei. Chuva de meteoro 'desenha' o céu no interior de SP; vídeo. VÍDEO: ressaca leva ondas até as pistas da orla do Leblon. Fundador do Orkut planeja retorno de rede social com executivos de SP e relembra comunidades: 'As mídias sociais são tão tóxicas agora'.

WIRED Business – Spoken Edition
Orkut's Founder Is Still Dreaming of a Social Media Utopia

WIRED Business – Spoken Edition

Play Episode Listen Later Jun 18, 2024 7:41


In the mid-2000s, Google engineer Orkut Büyükkökten's self-titled social network briefly took the world by storm before disappearing. Now he's back, with a plan for a happier social media. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Podcast Para Tudo
#175 - Beijo gay na globo, Copa do Mundo de 2014, fim do Orkut

Podcast Para Tudo

Play Episode Listen Later Apr 19, 2024 31:40


Você se lembra o que estava acontecendo no mundo há 10 anos? De memes, novelas, tecnologias a tendências: vem em um túnel do tempo com a vovó. -

Podcast Para Tudo
#175 - Beijo gay na globo, Copa do Mundo de 2014, fim do Orkut

Podcast Para Tudo

Play Episode Listen Later Apr 19, 2024 31:40


Você se lembra o que estava acontecendo no mundo há 10 anos? De memes, novelas, tecnologias a tendências: vem em um túnel do tempo com a vovó. | | Lorelay Fox é Drag Queen há quase 20 anos e, nesse loreverso, falamos sobre ETs, conselhos (ruins), dicas de maquiagem e assuntos cotidianos. Conteúdos extras e exclusivos você encontra em nosso Instagram @‌podcastparatudo. Aproveite para mandar suas reclamações, sugestões e pedidos de ajuda. Procure por Lorelay Fox no Instagram, YouTube e X (Twitter).

Cachorrada Podcast 🏴🏳️
Jé Meireles #116 - Cachorrada Podcast

Cachorrada Podcast 🏴🏳️

Play Episode Listen Later Feb 22, 2024 210:26


Da comunidade do Orkut para o dia a dia do clube. Jé Meireles viveu experiências incríveis como torcedora e funcionária do Atlético. Compartilhou algumas dessas páginas escritas no Cachorrada Podcast. ➜ Siga nossas redes sociais:

Braincast
2004, o ano que nunca acabou

Braincast

Play Episode Listen Later Feb 2, 2024 93:09


Como manda a tradição, o ano novo só começa de verdade após a clássica retrospectiva do Braincast. E, claro, não poderíamos deixar de olhar para trás, para os fatos que marcaram... 20 anos atrás. Porque se a chegada de um novo ano é sempre vista como uma chance de renovação e mudança, talvez não tenhamos aproveitado essas oportunidades tanto quanto pensávamos. No Braincast 533, Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Cris Dias e Marko Mello mergulham nos acontecimentos que definiram 2004, um ano repleto de eventos que moldaram de alguma forma o mundo em que vivemos hoje. De eventos globais impactantes, os Jogos Olímpicos de Atenas, o devastador tsunami no Oceano Índico, passando pelo lançamento de fenômenos culturais como Orkut e Facebook, que começaram a redefinir as redes sociais como as conhecemos, até o surgimento de uma das maiores vilãs de novela de todos os tempos (atualmente, um meme global). --- ✳️ SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP: b9.com.br/zap ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente na Braincasteria Gourmet, nosso grupo fechado no Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok na Twitch na YouTube. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Produção: Alexandre Potascheff Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Britto Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro

Tecnocast
Os 20 anos do Facebook

Tecnocast

Play Episode Listen Later Jan 30, 2024 76:39


O Facebook está prestes a completar 20 anos de idade. O que começou como uma plataforma fechada para universitários acabou se tornando a rede social mais bem-sucedida do planeta, onde bilhões pessoas entram todos os dias. No entanto, há quem ache que o tempo do Facebook está ficando para trás, com novas formas de interação tomando o espaço da experiência que ele popularizou.No episódio de hoje, compartilhamos nossas memórias do Facebook, relembramos alguns dos principais acontecimentos de sua história, e tentamos entender como a plataforma de Mark Zuckerberg se tornou sinônimo de rede social. Dá o play e vem com a gente!ParticipantesThiago Mobilon Josué de Oliveira Ana Marques Isabela GiantomasoMande seu recadoGrupos da Caixa Postal do Tecnocast:Telegram: t.me/caixapostaltecnocastWhatsApp: tbnet.me/caixapostaltecnocast Você pode mandar comentários (inclusive em áudio, vai que você aparece no Tecnocast?), dúvidas, críticas e sugestões. Participe!Se preferir, você pode se comunicar conosco pela Comunidade e através do e-mail tecnocast@tecnoblog.net.Entre também no nosso canal no WhatsApp.CréditosProdução: Josué de OliveiraEdição e sonorização: Ariel LiborioArte da capa: Vitor Pádua 

Metacast: Behind the scenes
43. Becoming social media influencers (but not LinkedIn Lunatics)

Metacast: Behind the scenes

Play Episode Listen Later Nov 9, 2023 62:40


Arnab and Ilya reminisce about their first social media experiences with ICQ and Orkut, discuss fixing X-Twitter, read an eulogy for Threads, and strategize about becoming social media influencers. Segments: [03:12] First experiences with social media [10:52] Reddit [16:19] Threads [18:35] Misuse of Instagram as a text blogging platform [21:25] Can existing social networks be replaced? [23:47] The hard life of a social media influencer [25:28] X / Twitter [29:04] AI content creation [32:23] Value of being an influencer [37:10] Downvotes and dislikes [40:25] Engagement pods [42:07] LinkedIn Lunatics [43:43] Our social media strategy [54:05] Book and podcast recommendations

Camarón C****n
CC #215 - Camarón Caramelo (Ouvidoria)

Camarón C****n

Play Episode Listen Later Nov 7, 2023 93:57


Perdi minhas fotos no Orkut. Áudios no t.me/camaroncabron Pix no naovaiterfutebol@gmail.com --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/camaroncabron/message

Posso Mandar Áudio?
“Fanfiqueira da paixão” - com Thayse Teixeira

Posso Mandar Áudio?

Play Episode Listen Later May 24, 2023 6:28


Como já dizia o ditado: Quem nunca, na época da adolescência, criou um relacionamento que existia só na própria cabeça, que atire a primeira comunidade do Orkut. O problema é quando essa fic fica tão grande que você tem que sustentar essa história até pro seus amigos. Pois é exatamente isso que acontece com a influencer digital e dona do Cariri, Thayse Teixeira. Então vem dar o play e conferir o sufoco que ela teve que passar para sustentar essa mentira.

Anuncie no Google com Sucesso | Tiago Tessmann
#1123 - O Que é Melhor? Youtube x Tiktok

Anuncie no Google com Sucesso | Tiago Tessmann

Play Episode Listen Later May 17, 2023 2:11


Fala galera, nesse corte só quero deixar uma pulga atrás da orelha de qual a diferença entre o Tiktok e Youtube. E até que essa diferença é fácil de entender, mas… Será que o Tik Tok é o futuro e o Youtube vai beijar a lona? Será que o Youtube vai voltar pro topo ou vai ter o mesmo fim do Orkut? Comente aqui o que você acha. Tamo junto e bora pra cima!

Socrates Dergi
O Değil De... #13 | Dizi Müzikleri, Aile Sırları, İçerik Üreticiliği (Konuk: Ercüment Orkut)

Socrates Dergi

Play Episode Listen Later Apr 19, 2023 48:58


O Değil De...'nin 13. bölümünde Boğaç Soydemir'in konuğu Ercüment Orkut. Sohbet, Boğaç'ın karakterinin şekillenmesinde Ercüment'in oynadığı rolün detaylarıyla açılıyor. Konu, anılarla desteklenirken aile sırları da kontrolsüzce ortaya saçılıyor. Caz, dizi müzikleri, arabesk ve pop ekseninde yapılan müzik sohbetininin ardından sosyal medyada içerik üreticiliği konusuna geçiş yapılıyor. İkili, eski röportajlardan alınan anekdotlar çerçevesinde bir işi iyi yapma takıntısı üzerine muhabbet ederken, çalışma hayatında “network” konusuna da vurgu yapılıyor.

Bad Voltage
3×57: Conspiracyers

Bad Voltage

Play Episode Listen Later Mar 31, 2023 41:47


Jeremy Garcia, Jono Bacon, and Stuart Langridge present Bad Voltage, in which there’s more smoky back rooms than usual, everyone’s on Orkut, and: [00:01:14] Who likes Microsoft Teams? Microsoft promises it’s made Teams less confusing and resource hungry, while Teams surprisingly now has 270m users to Slack’s 20m. [00:08:21] An “open letter” from tech pioneers […]

DIÁRIO DE BORDO
#492 - Volta Orkut e a fofoca de Selena Gomez e Hailey Bieber

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Feb 27, 2023 23:43


VAMOS DE FOFOCA ???? Entre pro grupo do Telegram: http://picpay.me/diariodebordo

Podcast Para Tudo
#118 - Transformações tecnológicas, filmes biográficos e medos

Podcast Para Tudo

Play Episode Listen Later Feb 3, 2023 33:49


Vou desde a extinção do Orkut, ao surto da Key no BBB com medo do Michael Jackson. Falo sobre filmes biográficos, minha autoestima de centavos e o receio de não me adaptar às tecnologias. Ao final, leio um trecho do livro "Basta de cidadania obscena!" de Marcelo Tas e Mário Sergio Cortella. -

Podcast Para Tudo
#118 - Transformações tecnológicas, filmes biográficos e medos

Podcast Para Tudo

Play Episode Listen Later Feb 3, 2023 33:49


Vou desde a extinção do Orkut, ao surto da Key no BBB com medo do Michael Jackson. Falo sobre filmes biográficos, minha autoestima de centavos e o receio de não me adaptar às tecnologias. Ao final, leio um trecho do livro "Basta de cidadania obscena!" de Marcelo Tas e Mário Sergio Cortella. | Siga o Podcast Para Tudo no Instagram @podcastparatudo e mande suas reclamações, sugestões e pedidos de ajuda ♥️ Lorelay Fox é DragQueen há 15 anos e está no YouTube para espalhar mensagens de aceitação e empatia, além de conselhos de maquiagem artística e falar sobre coisas da vida! Siga no Instagram: @lorelay_fox e no Youtube.com/LorelayFox

TechStuff
The History of Social Networks: Flickr to Reddit

TechStuff

Play Episode Listen Later Dec 5, 2022 49:18


We continue our trip through the history of social networks. This time we look at Flickr, Orkut, Bebo, YouTube and Reddit. Two of those don't exist anymore! See omnystudio.com/listener for privacy information.

Viracasacas Podcast
#302 - "O Intankável Bostwitter" - com Nada Tá Bom Nunca

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 110:30


Saudações pessoas! Nesse episódio recebemos Moara Juliana, Vitor Santi e Tucho para comentar a derrocada e decadência da mais querida rede social. Comprada pelo bilionário exótico Elon Musk, o Twitter passa pelo olho do furacão depois de uma montanha de demissões, fuga de anunciantes e decisões imbecis que resultaram nos momentos mais hilários já proporcionados pela internet. Enquanto não sabemos porque diabos o deformado do Elon Musk comprou o Twitter, assistimos a um monte de gente também especulando porque ele basicamente destruiu a empresa. Com saudades eternas do Orkut e de olho no (do) Koo, discutimos a tragicomédia destrutiva proporcionada por bilionários corruptos e moralmente questionáveis.

Canaltech Podcast
"As mudanças fizeram o Twitter muito pior", diz Orkut sobre ações de Elon Musk

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Nov 15, 2022 24:15


Neste feriado, temos um podcast muito especial. No domingo, Wagner Wakka teve a chance de sentar por quase uma hora com Orkut Büyükkökten, também conhecido como o criador da rede social mais amada do Brasil. O executivo veio para a Campus Party 14 e aceitou conversar com o Canaltech no hall do hotel onde ele está hospedado por aqui. O programa de hoje vai ser um apanhado deste bate-papo. Orkut falou sobre redes sociais modernas, o precisa mudar nas empresas de tecnologia e, claro, o que ele pensa sobre o Twitter na mão de Elon Musk. Este é o Podcast Canaltech, publicado de terça a sábado, às 7h da manhã no nosso site e nos agregadores de podcast. Conheça o Porta 101. Entre nas redes sociais do Canaltech buscando por @Canaltech em todas elas. Entre em contato pelo nosso e-mail: podcast@canaltech.com.br Entre no Canaltech Ofertas. Este episódio foi roteirizado, apresentado e editado por Wagner Wakka, com a coordenação de Patrícia Gnipper. O programa também contou com reportagens de Igor Almenara, Danielle Cassita e Douglas Ciriaco. A revisão de áudio é de Gabriel Rimi e Mari Capetinga, com a trilha sonora de Guilherme Zomer. See omnystudio.com/listener for privacy information.

GeekNights with Rym + Scott
GeekNights 20221107 - The POSSE Model and The End of Twitter

GeekNights with Rym + Scott

Play Episode Listen Later Nov 8, 2022


Tonight on GeekNights, in the shadow of Twitter's collapse at the hands of a narcissistic failure of a man, we discuss the best way to protect yourself from the inevitable collapse of every platform: the POSSE model. Publish (on your) Own Site, Syndicate Elsewhere.

Tech Won't Save Us
Technology of the Oppressed w/ David Nemer

Tech Won't Save Us

Play Episode Listen Later Jun 23, 2022 63:07 Very Popular


Paris Marx is joined by David Nemer to discuss how residents of Brazil's favelas reshape technologies developed in the Global North to serve their needs, and how technology alone does not solve social oppression.David Nemer is an assistant professor in the Department of Media Studies and in the Latin American Studies program at the University of Virginia. He's also the author of Technology of the Oppressed: Inequity and the Digital Mundane in Favelas of Brazil. Follow David on Twitter at @DavidNemer.Tech Won't Save Us offers a critical perspective on tech, its worldview, and wider society with the goal of inspiring people to demand better tech and a better world. Follow the podcast (@techwontsaveus) and host Paris Marx (@parismarx) on Twitter, support the show on Patreon, and sign up for the weekly newsletter.Find out more about Harbinger Media Network at harbingermedianetwork.com.Also mentioned in this episode:Paris' new book Road to Nowhere: What Silicon Valley Gets Wrong about the Future of Transportation is out on July 5! It's currently on sale at Verso Books.Ahead of hosting the World Cup, Brazil forced thousands of favela residents from their homes.Grace Blakeley recent spoke to David Adler about Colombia's election and the use of TikTok.Dan Greene wrote The Promise of Access: Technology, Inequality, and the Political Economy of Hope and Lindsay Ems wrote Virtually Amish: Preserving Community at the Internet's Margins.Support the show

Tecnocast
242 – Orkut e os bons tempos que não voltam mais

Tecnocast

Play Episode Listen Later May 18, 2022 50:28


E se o Orkut de repente voltasse dos mortos? Essa pergunta ficou no ar após uma atualização no site da antiga rede social dominante no Brasil. Nela, o criador do Orkut afirma que está trabalhando em algo novo. Sem mais detalhes do que seria isso, só nos resta especular — e compartilhar lembranças da rede social que já consideramos pacas. No episódio de hoje, tentamos entender o que havia de tão especial no Orkut. Também especulamos sobre a natureza da nostalgia, e como seria um novo Orkut num cenário onde algoritmos e smartphones são essenciais para qualquer rede social. Então dá o play e vem com a gente! ## Participantes Thiago Mobilon Paulo Higa Ana Marques Vitor Hugo Josué de Oliveira ## Créditos Produtor: Josué de Oliveira Edição e Sonorização: Ariel Liborio Arte da capa: Vitor Pádua

EmpreendaCast Brasil
InnovaNews: últimas notícias sobre empreendedorismo, inovação, startups e muito mais Com Ana Medici | #06

EmpreendaCast Brasil

Play Episode Listen Later May 6, 2022 8:28


Um giro rápido de notícias sobre o mundo do empreendedorismo, inovação, startups e muito mais. Fique por dentro do que rola no mundo e se prepare para o futuro. No Inovanews do “EmpreendaCast”, Ana Medici traz novidades nesta edição, você vai ver que atualização de informações de privacidade da Apple pode fazer Meta, YouTube, Snap e Twitter perderem mais de 16 bilhões de dólares em receita este ano. Lembra do Orkut? a rede social pode estar de volta em breve. Telegram aposta nas transações com criptomoedas. A rede social Kwai está preparando um universo de mini novelas incríveis. Microsoft investe cada vez mais na sustentabilidade. Snapchat lança drone compacto para filmagens de até 1 minuto. E no quadro startup da semana conheça a G4B . Quer saber mais? Vem com a gente! Siga o nosso Instagram: @empreendacast Participe do nosso grupo no Telegram: https://t.me/empreendacast Produção: Voz e Conteúdo – www.vozeconteudo.com.br - @vozeconteudo --- Send in a voice message: https://anchor.fm/empreendacast/message Support this podcast: https://anchor.fm/empreendacast/support

THShow
THShow s04e57 - Sai Twitter, entra Orkut

THShow

Play Episode Listen Later May 3, 2022 37:35


O Twitter tá acabando! Não se fala em outra coisa! Agora que a rede social saiu da mão de um grupo de bilionários e está indo pras mãos de apenas um, as coisas parecem que vão mudar. No meio disso tudo ainda é ano de copa do mundo e o Orkut tá querendo voltar com o Orkut. Escuta agora!

Frango Fino
FRANGO FINO 374 | A VOLTA DO ORKUT E DO SORVETE DE ABELHA

Frango Fino

Play Episode Listen Later May 3, 2022 37:24


No Frango Fino 374, Doug Bezerra e Doug Lira recebem o apoiador Tiago Oliveira para conversar sobre sua vida na Suécia, o delicioso sorvete de abelha e o retorno do Orkut. Arte do episódio por Tuxo (@tuxo.art) Apoie o Frango!! PIX:frangofinopodcast@gmail.com Padrim:https://www.padrim.com.br/frangofino PicPay:https://picpay.me/frangofino Patreon:https://patreon.com/frangofino  Orelo:https://orelo.cc/frangofino Comentado durante o programa: Sorvete de abelha Assine nosso canal no YouTube Não perca mais nossas lives! Siga o Bezerra em twitch.tv/dougbezerra ASSINE O AMAZON PRIME E AJUDE O FRANGO! TIKTOK DO FRANGO! Entrevista Doug Bezerra no podcast Abrindo Cabeças Instagram dos Frangos: Doug Bezerra (@dougbezerra), Doug Lira (@liradoug) e Rafa Louzada (@rafaelouzada) Grupo do Frango no Facebook Frango Fino no Spotify Playlist do Frango Fino no Spotify Frango Fino no Deezer Para falar com a gente: WhatsApp: 11 91031 0573 E-mail: frangofinopodcast@gmail.com Instagram: @frangofinopodcast Twitter: @frangofino Padrim: https://www.padrim.com.br/frangofino

Empiricus Puro Malte
#91 - Nova comunidade no Orkut: Quero R$ 100 milhões de bônus!

Empiricus Puro Malte

Play Episode Listen Later Apr 29, 2022 66:39


R$ 804 milhões para oito pessoas. Esse é o valor do bônus que a diretoria do Nubank recebeu e foi por aí que começamos nossa conversa semanal. Mudando de assunto, falamos sobre o fenômeno latino-americano de festas de quinze anos. A pergunta do ouvinte foi sobre liberdade de expressão. No quadro Tudo Nosso X Nada Deles: ver por horas o alface no dente do outro X avisar que tá sujo; Orkut de novo X Twitter com Elon. Pra fechar, dicas culturais (que descrevemos abaixo pra facilitar sua vida).Dicas culturais:Pré-venda do livro O Filho Rico, do Felipe Miranda: https://emprc.us/Sjr3YWPara ir:- Mé Taberna, da Renata Vanzetto- Momofuku, restaurante do David Chang em NYPara Ver- Underwater, documentário da Federica Pellegrini- Slow Horses, na Apple TV- We Crashed, na Apple TVPara fazer:- Assinatura da Casa do SaberPara ler:- Matéria 15 anos: https://emprc.us/qpXSk5- Avesso da pele, de Jeferson Tenório- O ano do pensamento mágico, de Joan Didion- Artigo do CS: https://emprc.us/kn3sfkPara ajudar a levar filho pro intercâmbio:- LogicPrep

AGAMENON | 45 Minutos
AGAMENON #180

AGAMENON | 45 Minutos

Play Episode Listen Later Apr 28, 2022 138:26


O #Agamenon vem no melhor estilo freestyle, com histórias sobre trilhas, dos perigos do Oiti, da polêmica do MC Picanha sem picanha e de Arthur campeão do BBB. Além da compra do Twitter e da volta do Orkut. Ouça agora ou quando quiser. Nosso programa contou com as participações de Cassio Zirpoli, Celso Isghigami, Fred […]