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No primeiro episódio desta sexta temporada do Podcast Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos, vamos explorar a governança e o ativismo ambiental e climático no território mexicano.Apresentado por Ana Célia Araújo e Yonara Santos, recebemos o professor Gerardo Jimenez, mestre em desenvolvimento rural, sociólogo e ativista ambiental, sendo um grande educador ambiental e divulgador científico na Comarca Lagunera, que é uma região desértica no norte do México.O episódio centrou-se na abordagem da “Entre desertos, rios e montanhas: a questão hídrica na Comarca Lagunera mexicana”.Não perca este episódio!Vem conferir!Ficha Técnica:Ana Célia Baía Araújo (Vinheta, Pesquisa, Roteiro e Apresentação)Gerardo Jimenez (Entrevistado)Rayara Rodrigues Pinheiro (Edição e Mídia)Yonara Claudia dos Santos (Vinheta, Pesquisa, Roteiro, Apresentação, Supervisão e Mídia)Zoraide Souza Pessoa (Coordenação)
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Ninguna cuenca en España gestiona tanta diversidad como el Segura. Trasvase, desalación, reutilización, aguas subterráneas y recursos superficiales conviven en un sistema único de explotación, en un territorio donde el margen de error es mínimo y la presión sobre cada gota es máxima. En este episodio de Conexión Agua analizamos cómo la digitalización del ciclo del agua está transformando la capacidad de decisión en la cuenca del Segura: desde la gobernanza de la confederación hasta la operación de las comunidades de regantes, pasando por la depuración, la reutilización y la innovación tecnológica. Desde el sistema de ayuda a la decisión para el sistema único de explotación, la teledetección anual de los perímetros de riego y la metodología BIM aplicada a la explotación de infraestructuras, hasta la reutilización del 98 % del agua depurada, los proyectos de inteligencia artificial aplicada a la depuración o el riego de precisión con sensorización avanzada en las comunidades de regantes, el episodio muestra cómo la digitalización se traduce en una gestión más eficiente, transparente y coordinada en el territorio con mayor presión hídrica del país. Participan: • Mario Urrea, presidente de la Confederación Hidrográfica del Segura • José Sandoval Moreno, director general del Agua de la Región de Murcia • Juan Cascales, presidente de la Mancomunidad de los Canales del Taibilla • Pedro Simón, director técnico de ESAMUR • Belén Gutiérrez, presidenta de AEDyR • Domingo Rocamora, gerente de la Comunidad de Regantes de Albatera • Fernando Costa Hernández, secretario general de la Comunidad de Regantes de Totana Conexión Agua es el videopodcast impulsado por el Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico para difundir las actuaciones del PERTE de Digitalización del Ciclo del Agua, proyecto estratégico del Plan de Recuperación, Transformación y Resiliencia del Gobierno de España, respaldado por la Unión Europea – NextGenerationEU.
En este episodio de Blink, Álvaro Maldonado, responsable de Sostenibilidad y estrategia en Inmuebles y Servicios en BBVA, explica de forma clara qué es la huella hídrica y por qué es clave para la economía y la sostenibilidad. Analiza el concepto de "agua invisible" y su impacto en sectores como la agricultura, la industria y la energía. También aborda la diferencia entre huella hídrica y huella de agua, así como el problema del estrés hídrico en España y sus consecuencias. Además, destaca el papel de las empresas y los bancos en la gestión sostenible del agua, incluyendo iniciativas de BBVA para medir y reducir su impacto. Un episodio que ofrece claves prácticas para entender y reducir el consumo de agua en el día a día.
Con suelos saturados, anegamientos generalizados y caminos rurales intransitables, la entidad advirtió un escenario “desastroso” y reclamó medidas urgentes para el sector productivo.
El proyecto presentado por Gisela Scaglia abarca departamentos del norte provincial y busca asistencia económica, social y productiva para las zonas afectadas por las intensas lluvias.
Instituição revelou nova plataforma global “Water Forward” ou Água Adiante, numa tradução livre; objetivo é impulsionar aumento do fornecimento de água para nações em desenvolvimento até o fim desta década.
No Provoca, Marcelo Tas entrevista a artista Drica Moraes sobre prazer, liberdade e saúde mental. Ela defende o teatro e a terapia como caminhos de bem-estar e reflete sobre envelhecimento, autonomia e a importância de viver com mais prazer e autenticidade.
Mensagem pelo WhatsApp será disparada quando houver pico acima do gasto mensal, que pode ser sinal de vazamento dentro de casa.
O acesso à água continua a estar profundamente ligado à igualdade de género - uma relação destacada esta semana, por ocasião do Dia Mundial da Água. A efeméride colocou em evidência a necessidade de integrar mulheres e raparigas no centro das soluções para a gestão dos recursos hídricos. Em Moçambique, a data serviu de ponto de partida para uma reflexão sobre os modelos de gestão da água nas bacias hidrográficas e no saneamento. O país enfrenta um cenário de insegurança hídrica, alerta Esménio Macassa, presidente da Associação Moçambicana de Recursos Hídricos e Ambientais. Qual é a importância de assinalar o Dia Mundial da Água junto das comunidades moçambicanas, nomeadamente mulheres e meninas? É um momento fundamental de reflexão sobre os modelos de gestão da água, tanto ao nível das bacias hidrográficas como do saneamento. No contexto moçambicano, esta data ganha particular relevância, tendo em conta os desafios de insegurança hídrica que o país enfrenta. Moçambique é marcado por extremos hidroclimáticos, com episódios frequentes de cheias e secas, além da existência de regiões semiáridas com escassez de água. Por isso, assinalar este dia é essencial para reforçar a necessidade de uma gestão sustentável dos recursos hídricos. Sem dúvida, trata-se de uma data de grande importância para o país. Como é a situação do acesso à água no país e de que forma evoluiu nos últimos anos? Registaram-se avanços significativos nos últimos anos, sobretudo ao nível do investimento público. O Governo tem apostado na expansão do acesso à água, quer através da rede nacional, quer por via do aproveitamento de águas subterrâneas, com a abertura de furos. Actualmente, há zonas que anteriormente não dispunham de água potável e que passaram a ter acesso graças a esses investimentos. Todos os anos são construídos novos sistemas de abastecimento, tanto com base em águas subterrâneas como na rede pública. Apesar dos progressos, persistem desafios. Ainda assim, de forma geral, a evolução é positiva, contando também com o contributo do sector privado, que tem vindo a investir no acesso a água segura para as comunidades. Quais são os principais desafios no acesso à água potável nas zonas rurais e urbanas? E que regiões enfrentam mais dificuldades? Os desafios são diversos, mas destaca-se a insuficiência de infra-estruturas hídricas, como barragens e reservatórios. A localização geográfica de Moçambique agrava esta vulnerabilidade, já que o país se encontra a jusante de cerca de nove rios internacionais, o que o expõe a cheias. Durante a época chuvosa, há abundância de água, mas, no período seco, o cenário inverte-se, com escassez. Esta situação resulta, em grande medida, da limitada capacidade de armazenamento, que impede o aproveitamento da água disponível nas épocas de maior precipitação. As autoridades têm falado na cooperação com países vizinhos para gerir cheias. Pode ser uma solução? Sim, pode ser parte da solução. Existem já vários esforços em curso para melhorar a gestão de cheias e o acesso à água potável. Um exemplo recente é a criação de um centro de comando para sistemas de aviso prévio de cheias e secas, iniciativa do Governo através da Direcção Nacional de Recursos Hídricos. No entanto, estas medidas devem ser complementadas com outras acções, sobretudo ao nível das infra-estruturas, para que os resultados sejam mais consistentes. Que outras medidas considera prioritárias? O reforço das infra-estruturas é essencial. Apesar dos avanços nos sistemas de aviso prévio e nas acções antecipadas, persistem fragilidades na capacidade de armazenamento de água. É igualmente necessário investir em diques e barreiras de protecção para mitigar o impacto das cheias. Embora já existam algumas destas infra-estruturas, a dimensão do território e a localização do país exigem um esforço adicional para dar resposta eficaz a estes fenómenos. Existem problemas frequentes de contaminação da água em Moçambique? Sim, sobretudo associados ao garimpo, à exploração mineira e às cidades mineiras. A extracção de ouro, por exemplo, tem impactos significativos em várias bacias hidrográficas. O caso de Bosi tornou-se particularmente mediático, mas há também situações preocupantes no sul do país, relacionadas com a exploração de inertes. Na bacia do Incomáti, por exemplo, este problema é evidente. De forma geral, a poluição da água ligada a estas actividades é uma realidade no país. De que forma as alterações climáticas estão a afectar a disponibilidade de água? De forma bastante acentuada. Fenómenos extremos que anteriormente tinham um período de retorno de cerca de 100 anos estão agora a ocorrer com maior frequência, em intervalos de cinco a dez anos. Isso traduz-se em eventos mais intensos e frequentes, como as cheias registadas recentemente, sobretudo no sul e em parte do norte do país. Este cenário evidencia a necessidade de reforçar a preparação e a capacidade de resposta face às alterações climáticas, tendo em conta a vulnerabilidade geográfica de Moçambique.
Abrimos la llave… y creemos que entendemos el agua.Pero el agua importante no pasa por tuberías.Pasa por el campo,por los ecosistemas,y por decisiones que casi nunca vemos.En esta conversación nos sentamos a ponerle nombre —y contexto— a algo que normalmente se queda en datos:la huella hídrica de México.Junto a Alejandro Ochoa Figueroa, Cynthia Patricia Pliego Collins y Ricardo Morales, abrimos la discusión sobre los desafíos reales en la gestión del agua:desde el papel de los ecosistemas,hasta el uso agrícola —el mayor consumidor—,y lo que viene para México en un escenario cada vez más presionado.Porque el agua no es un recurso aislado.Es el hilo que conecta producción, economía y bienestar.Y si seguimos viéndola como infraestructura…vamos a seguir tomando decisiones como si no tuviera límites.Pero si empezamos a verla como sistema,tal vez todavía hay margen para cambiar el rumbo.Gracias a WWF México y Agroder por hacer posible este episodio.Disponible este 22 de marzo —Día Mundial del Agua—en
Participan en el diálogo:
En países como España, cada persona consume 6.700 litros de agua al día. Así lo asegura Desirée Marín, presidenta de la iniciativa Act4Water de la Fundación Aquae, en el podcast 'Futuro Sostenible' de BBVA. Teniendo en cuenta esta cifra, aconseja ser conscientes del agua consumida, adaptar los modelos de gestión del agua a las circunstancias actuales y restaurar este recurso natural a través de proyectos de regeneración hídrica.
A crise hídrica deixou de ser apenas um alerta ambiental e passou a ser um desafio estratégico para empresas, comunidades e governos. Mas como o setor da mineração está enfrentando esse cenário? Neste episódio do podcast Conversas que Inspiram, especialistas discutem como a gestão hídrica evoluiu nos últimos anos e quais soluções estão sendo aplicadas para tornar a mineração sustentável.Convidamos Luiz Gustavo Dias, Engenheiro de Meio Ambiente na Anglo American Brasil, e Mário Cicareli, Doutor em Engenharia Civil com foco em Hidrologia e Recursos Hídricos, para apresentar como funciona a recirculação da água nos processos de mineração, os investimentos em estudos de bacias hidrográficas e as estratégias que empresas como a Anglo American Brasil estão adotando para enfrentar períodos prolongados de seca.O episódio também aborda iniciativas que fortalecem a conservação ambiental, a transparência com comunidades e a construção de parcerias para proteção dos recursos hídricos. Além da parte técnica, a conversa traz exemplos práticos de recuperação de nascentes e restauração ambiental que mostram como a mineração do futuro depende de inovação, colaboração com comunidades e responsabilidade socioambiental.Essas iniciativas fazem parte de uma visão mais ampla sobre o futuro da mineração, em que sustentabilidade, gestão responsável da água e compromisso com o território se tornam pilares para o desenvolvimento do setor. E você, acredita que mineração sustentável e preservação ambiental podem caminhar juntas? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe quais iniciativas de preservação da água você já viu na sua região.O Conversas que Inspiram, podcast da Anglo American Brasil, é uma fonte de inspiração e aprendizado! A cada mês apresentamos novos episódios para você mergulhar em conversas envolventes com especialistas de diferentes áreas. Essa é uma oportunidade para refletir sobre temas críticos para a sociedade e se atualizar sobre os desafios do mundo contemporâneo. Inspire-se e se surpreenda com este podcast! Produção: Wepod
Boletim: Na Rota da Água: Modernização da ETA Guarapiranga avança e reforça segurança hídrica para 5,6 milhões de pessoas by Governo do Estado de São Paulo
Considerada uma das estratégias mais importantes do Plano de Segurança Hídrica do Estado de São Paulo para acelerar a resiliência hídrica, a interligação Billings-Alto Tietê teve início em janeiro e deve ser entregue à população em 2027.
¿Estás preparado(a) para una posible Guerra Hídrica?No te pierdas éste episodio de El Kombo Radio®.Participa, déjanos tus preguntas o comentarios.Visita nuestro sitio web.Síguenos en TelegramComparte éste contenido con tus amigos y familiares.Recuerda que puedes opinar en nuestro tema del día en el siguiente WhatsApp con notas de voz o texto.
Iniciativa orienta a população sobre hábitos necessários para reduzir o consumo de água e preservar os reservatórios.
Fala Carlão conversa com Hamit Kuralkan, da ANT Systems, no estande da Turquia na CES 2026. O empresário apresentou tecnologias inovadoras para o uso inteligente da água no agronegócio global, com destaque para a eficiência e sustentabilidade no campo. Hamit explicou como os produtos da ANT Systems captam e retêm a água no solo de forma estratégica. Essa solução mantém a umidade por mais tempo e garante o suporte necessário para a planta, o que evita perdas hídricas e otimiza a produção em larga escala. Fala aí, Hamit!Apoio:Turista ProfissionalRevista AgroRevendaPublique AgroAgênciaRealização:Grupo PubliqueAgradecimentos:John Deere
Las intensas lluvias de las últimas semanas han llenado de agua el suelo de nuestros bosques. Es un agua invisible a simple vista pero clave para la salud de los ecosistemas forestales ya que los refuerzan frente a futuras sequías.A pesar de ello, el planeta ya ha llegado a la bancarrota hídrica global de la que podría no recuperarse, según la ONU. El organismo internacional advierte que el familiar término de «crisis hídrica» ya no refleja la magnitud del problema actual. Muchas cuencas fluviales y reservas subterráneas han sufrido daños irreversibles que las han llevado a un punto sin retorno.El último informe de Naciones Unidas marca pues un antes y un después en la forma de entender el problema del agua. Y cuenta la verdad incómoda de que muchas regiones están viviendo por encima de sus posibilidades hídricas. Las señales más alarmantes se concentran en el Oriente Medio y el Norte de África, donde la sobreexplotación histórica ha reducido acuíferos y ríos. A lo que se suma el sur de Asia, con una demanda creciente. También el suroeste de Estados Unidos donde el río Colorado y sus embalses reflejan décadas de consumo por encima de su capacidad real.Así, muchos países no solo han vivido por encima de sus posibilidades hídricas sino que además han agotado sus ahorro a largo plazo en ríos, acuíferos, glaciares y humedales.En éstos últimos, la pérdida es catastrófica: 410 millones de hectáreas han desaparecido en los últimos 50 años, lo que equivale a la superficie de toda la Unión Europea.Las consecuencias para la población mundial son dramáticas y cada vez más evidentes en la vida cotidiana. La ONU reclama una nueva agenda hídrica global que reconozca formalmente el estado de bancarrota. Y planifique una gestión más justa y sostenible del agua lo que requiere cooperación internacional, protección de ecosistemas y decisiones políticas de largo plazo que prioricen el cuidado de este bien finito y tan escaso.Haz gestos…Escuchar audio
O mundo entrou na chamada era da “falência global da água”, conceito adotado por cientistas ligados à Organização das Nações Unidas (Onu) para descrever um cenário em que a retirada de água supera a capacidade natural de reposição dos sistemas hídricos. O alerta, apresentado no relatório Global Water Bankruptcy, indica que muitas bacias, aquíferos, rios e lagos já sofreram danos tão profundos que perderam parte da capacidade de se recuperar.Neste episódio do Direto ao Ponto, conversamos com Guilherme Marques, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e líder do Núcleo de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), para entender o que esse conceito significa na prática, quais ações nos trouxeram até aqui e como a crise da água se manifesta no Brasil e no Rio Grande do Sul.
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Novo Kit de Resiliência Hídrica by Governo do Estado de São Paulo
Crise hídrica em São Paulo impulsiona venda de caixas d'água. Trump descarta eleições na Venezuela nos próximos 30 dias.
Sonora: Tenente Ludmila Porta voz da Defesa Civil - Medidas de ´prevenção Hídrica by Governo do Estado de São Paulo
El tema sobre la mesa 24 diciembre 2025
Episodio 898 de Contralínea En Vivo conducido por Aníbal García y Pedro Iniesta: -Resiliencia hídrica en la Cuenca del Alto Atoyac- Transmisión 30 de julio de 2025 CONTRALÍNEA EN VIVO se transmite de lunes a viernes a partir de las 10:00hrs (hora del centro de México) a través de Facebook live, YouTube y Telegram. La MESA DE ECONOMÍA POLÍTICA se trasmite todos los lunes a partir de las 14:00hrs. Nuestro programa de análisis, AMÉRICA INSUMISA, se trasmite los martes a partir de las 14hrs. AGENDA DE SEGURIDAD NACIONAL es los miércoles a partir de las 14:00hrs Estamos en Facebook, YouTube, Twitter, TikTok, Instagram, Whatsapp y Telegram como Contralínea. Escúchanos en Spotify, Apple Podcast e Ivoox como Contralínea Audio.
Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística -
Neste novo episódio do Falando de Saneamento, videocast do Instituto Trata Brasil, recebemos Fernando Garcia, sócio-diretor da Ex Ante Consultoria Econômica e pesquisador do Instituto Trata Brasil. O tema da conversa é o estudo "Demanda Futura por Água em 2050: Desafios da Eficiência e das Mudanças Climáticas”, trazendo projeções importantes sobre consumo de água, perdas, mudanças climáticas e risco de racionamento.Siga o Trata Brasil nas redes sociais: @tratabrasilwww.tratabrasil.org.br www.painelsaneamento.org.brEstudo: https://tratabrasil.org.br/demanda-futura-por-agua-em-2050
O NJ tem sua essência baseado no rádio jornal, agora com 3 matérias. Nesse episódio, trouxemos informações sobre a crise hídrica em Bauru no ano de 2025, as intoxicações por metanol e o ato contra o genocídio em Gaza. O podcast NJ Notícias, da RUV Podcasts, foi produzido por estudantes da Unesp Bauru, e esta edição conta com diversas fontes que contribuíram para o enriquecimento das reportagens. Pautas, Reportagens e Locução por Ana Helena Masson, Beatriz Soares e João Pedro Coelho. Edição de som por Ricardo Brambila, Ana Luiza Oliveira e João Pedro Christensen.Roteiro geral por Ana Helena Masson. Produção por Pedro Freire. Edição Geral por Ana Helena Masson. Apresentação por Alice Rodrigues.Trechos: Jornal Nacional/Globo/Reprodução e CNN Brasil/Reprodução
Se analiza el diagnóstico actual de disponibilidad, calidad y distribución del agua en México, y los desafíos que existen para revertir la situación grave de deterioro del agua, especialmente en algunas zonas críticas. Idea original: Judith Domínguez Serrano (COLMEX). Conducción y voz principal: Judith Domínguez Serrano (COLMEX).Entrevistados: Guadalupe Córdova (IMEESDN); Marco Antonio Vargas (IMEESDN)Instituciones participantes: El Colegio de México A.C., Centro de Estudios Demográficos Urbanos y Ambientales. Instituto Mexicano de Estudios Estratégicos en Seguridad y Defensa Nacionales. Foro de Seguiridad Hídrica.Grabación, producción y edición: Coordinación de Educación Digital, El Colegio de México.
Irán se enfrenta a su peor sequía en más de medio siglo. Sin lluvias desde el otoño y con los embalses reducidos a un tercio de su capacidad, Teherán podría quedarse sin agua antes de fin de año. El presidente Masoud Pezeshkian ha advertido que, si el racionamiento no funciona, el gobierno deberá evacuar la capital, donde viven más de 10 millones de personas. El lago Urmia está seco, los acuíferos colapsan y las previsiones meteorológicas no auguran nada bueno. El país afronta un escenario en el que el cambio climático y las decisiones políticas confluyen en una tormenta perfecta. En este episodio analizamos cómo la mala gestión del agua, la sobreexplotación agrícola y décadas de sanciones internacionales han dejado a Irán sin margen de maniobra. Los antiguos sistemas de qanats fueron reemplazados por pozos que agotaron el subsuelo, mientras la urbanización desmedida y las industrias pesadas consumieron el resto. La crisis hídrica ya no es solo ambiental: amenaza la seguridad alimentaria, la economía y la estabilidad política de la República Islámica.
María Santos repasa todas las noticias del sector. 1.- Unión de Uniones de Agricultores y Ganaderos ha reclamado durante la reunión convocada por el Ministerio de Agricultura para abordar el Plan 2026 de Seguros Agrarios Combinados el que se incorpore "cuanto antes" la siniestralidad extraordinaria por el cambio climático, según informa en un comunicado. En concreto, la organización agraria ha recordado durante esta reunión que, dentro del documento de las 43 medidas acordadas por el Ministerio en marzo de 2024, los puntos 27, 28, 29 y 30 incluían compromisos concretos relacionados con el sistema de seguros agrarios que aún no se han materializado plenamente. En particular, el punto 27 establecía la creación de instrumentos complementarios para hacer frente a la siniestralidad extraordinaria derivada del cambio climático, como las Danas, sequías o inundaciones, una medida que sigue pendiente de desarrollo. 2.-El Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación ha publicado este martes en el Boletín Oficial del Estado (BOE) varias modificaciones en las normas de ordenación de la flota pesquera y de los títulos profesionales del sector con el objetivo de modernizar la misma y promover el relevo generacional. 3.- Entre las principales novedades de esta reforma figura la introducción de facilidades para la obtención del título de patrón costero polivalente y la reducción de 12 a 9 metros la eslora mínima de los buques en los que se pueden realizar los embarques necesarios para obtener el título. "Esta medida, muy demandada por el sector, favorece el desarrollo de la carrera profesional y facilita la incorporación de nuevas generaciones a la actividad pesquera, lo que garantiza la continuidad de un sector estratégico para la economía azul española", subraya el Ministerio. Asimismo, el nuevo marco regulador facilita y abarata las obras de modernización y los cambios de motor en los buques pesqueros, al tiempo que establece un procedimiento más ágil para regularizar embarcaciones con exceso de potencia, lo que permite que continúen operando una vez completado el trámite. 4.- La reserva hídrica española baja de nuevo: esta semana pierde 0,3 puntos y llega al 51,3 % de su capacidad total, con 28.745 hectómetros cúbicos (hm3) almacenados en los embalses. La Agencia Estatal de Meteorología (Aemet) confirmó que el pasado miércoles 29 fue el más lluvioso de sus registros en un mes de octubre, superando lo recogido el 31 de octubre de 1968 (86,2 litros por metro cuadrado) y, a pesar de lo ello, los embalses han registrado de nuevo esta bajada en sus reservas. Media docena de cuencas aumentaron su caudal durante los últimos días, especialmente las de Tinto, Odiel y Piedras (con un incremento del 1,8 %) y Galicia Costa (1,2 %), pero también Segura (0,3 %), Guadalquivir (0,2 %), Júcar (0,1 %) y Guadiana (0,1 %).
¡Bienvenida a un nuevo episodio de minigreenpod! Gracias por ser parte de mi comunidad de escuchas. En este episodio descubrimos qué es la huella hídrica y cómo cada elección en tu plato impacta el agua del planeta. Spoiler: lo que comes tiene más que ver con los ríos y océanos de lo que imaginas.Encuentra mi libro "Alguien en casa quiere comida vegetariana. Guía básica para mamá y papá" en Amazon, Kobo, Apple books o en mi tienda online: https://nutriologaexperta.com/tienda/ Si esta información resuena contigo y deseas un acompañamiento uno a uno, yo puedo ayudarte a mejorar tus hábitos y tu manera de alimentarte. Suscríbete a la membresía nutrióloga experta aquí: https://nutriologaexperta.com/servicios-costos/ Búscame como Nutrióloga Experta en Facebook, Instagram, Pinterest y suscríbete a mi canal de Youtube, ahí está disponible mucho más material de valor que he creado para ti. Por favor deja tu reseña en Itunes y en Spotify, así me ayudarás a mejorar el contenido de este programa. ¿Te gustaría ser parte de este proyecto? ¿Quisieras escuchar a alguien especial? Escríbenosleslie@nutriologaexperta.com
Yucatán destina 105 mdp para reforzar el transporte metropolitano Va y VenZelenski reitera que Ucrania no cederá territorio; Trump y Putin preparan reunión claveMás información en nuestro Podcast
NotiMundo Estelar - Pabel Muñoz, Emergencia hídrica en la capital by FM Mundo 98.1
Porchat recebe Drica Moraes, Cassio Scapin e Thardelly Lima. Na plateia, a saga da carteira de motorista e como levar uma linguiça para viajar.
INE y el IECM firman convenio para garantizar seguridad en elección judicial Resultados de la elección judicial se publicara el día siguientePor Ley Fiscal de Trum podría aumentar déficit federal Más información en nuestro podcast
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En la edición PM, hablamos con Diego Paul, operador de renta variable en Banchile Corredores de Bolsa, y con Cristina Pardo de Vera, Gerente General de R&Q Concesiones e Infraestructura.
Analistas aseguran que los resultados en políticas públicas para atender el abasto de agua no se verán reflejados en un corto plazo; colectivos exigen mayor transparencia en gestión hídrica. Capítulos 00:00 - Introducción 00:28 - 2024 vs. 2025, presas más llenas 01:34 - La estrategia de Clara Brugada Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En una nueva edición de Página 13, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversaron con los columnistas Paula Escobar y Cristián Valdivieso sobre el Día Mundial del Agua y el estudio Barómetro Ciudadano sobre la crisis hídrica. Además, comentaron la última tendencia en el mundo laboral, conocido como los agentes de inteligencia artificial (IA).
Chequense este dato: La Organización Mundial de la Salud recomienda un consumo máximo de 100 litros diarios de agua; sin embargo, en la CDMX una persona consume en promedio 380 litros de agua diarios, es decir 3 veces más. Invité a Federico Llamas, para que nos explique cómo calcular nuestra huella hídrica para optimizar nuestro consumo de agua. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Anticipándonos a su concierto de este jueves, 6 de marzo, en León (Albéitar Universitario, 20:30 horas), charlamos con el músico cordobés Javier Estévez, sobre su actual proyecto musical, "Subtónica". Se trata del paso adelante dado hace ya más de una década por quien fuera batería de "Estirpe", asumiendo no sólo las tareas vocales, sino también el liderazgo indiscutible de una formación en la que, sin perder cierta esencia rockera, explora otros territorios musicales más amplios y versátiles, como el pop y la música electrónica.
Os investimentos incluem ampliação do abastecimento de água em Bom Jesus da Lapa, sistema de captação de água do rio São Francisco e melhorias em saneamento básico.Sonora:
Orosí II, la quinta etapa de la ampliación del Proyecto de Abastecimiento para el Acueducto Metropolitano, era (y es) fundamental para garantizar agua potable a 638,000 personas de 14 cantones metropolitanos; la mayoría josefinos, además de uno cartaginés y otro herediano. Sin duda una obra pública indispensable. Los cambios de cuatro presidentes ejecutivos de Acueductos y Alcantarillados, (tres de ellos durante este gobierno) así como la inestabilidad y remociones de varias gerencias, serían parte de las razones por las cuales en noviembre pasado se perdió un crédito de $400 millones del BCIE para su construcción. Ante la Comisión de Ingreso y Gasto Público de la Asamblea Legislativa, las autoridades de AyA no lograron explicar las razones de esta situación. Esa mega obra aportaría 2,500 litros de agua por segundo, con una infraestructura de 42 kilómetros de tuberías y casi nueve km de túneles, una nueva planta potabilizadora en Patarrá y cuatro tanques de almacenamiento de 10 mil metros cúbicos cada uno. Desde el año pasado, la crisis de suministro del líquido en el área metropolitana se ha venido agudizando. En abril de este año Juan Manuel Quesada, el actual jerarca de AyA, informó que Orosí II “es la prioridad número uno” en la cartera de 179 proyectos de la institución, pese a que no cuenta con los estudios necesarios, mucho menos con el financiamiento; lo que lleva a prever próximos veranos de racionamientos. Para analizar las implicaciones del rezago en infraestructura hídrica conversamos con el especialista en temas de agua y saneamiento, Saúl Trejos.
Chequense este dato: La Organización Mundial de la Salud recomienda un consumo máximo de 100 litros diarios de agua; sin embargo, en la CDMX una persona consume en promedio 380 litros de agua diarios, es decir 3 veces más. Invité a Federico Llamas, para que nos explique cómo calcular nuestra huella hídrica para optimizar nuestro consumo de agua. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Tercer Milenio 360 Internacional - 04/06/24 - Se acerca el día 0 para el Valle de México.- Israel asegura que no se detendrá en sus ataques a la Franja de Gaza hasta destruir a Hamás. - Crecen las preocupaciones por un nuevo caso de gripe aviar, para la cual no hay cura disponible. - Una enorme mancha solar apunta hacia la tierra y podría generar una erupción solar sin precedentes en contra de nuestro planeta. - En Louisiana, Estados Unidos, captan un enorme Tetraedro suspendido en el cielo.- Pescadores logran grabar de cerca a un OSNI.