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Bom dia!A pílula de hoje mostra como propósito, direção e legado ajudam a filtrar decisões que vão além de fama, sucesso ou patrimônio.
Nas últimas semanas, o mundo se comoveu com a história de Punch, um macaco do zoológico de Ichikawa, no Japão, que foi rejeitado ao nascer. Mais do que um fenômeno da internet, o caso revela efeitos importantes do abandono, da busca por afeto e da complexidade das relações. Como? Descubra no IC News.Se você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Noda PE: https://www.nodape.com.br/Cupom: OLAR5 (5% de desconto em toda loja!)La Rocha Burger: https://www.instagram.com/larochaburger/Cupom: OLAR10 (10% de desconto para novos clientes)Strike Pizza: https://www.instagram.com/strikepizza_recife/Estúdio mega blaster que gravamos: https://videofarm.com.br/Prepare o seu coração (e o seu Discman)! No episódio de hoje do Olar Para Todos, o host Sr. Aranha convida os amigos de longa data Djalma Monteiro, Guilherme Otávio e Lívia Deodato para uma viagem no tempo épica.Vamos bater um papo sobre como era viver em uma era sem Wi-Fi, mas cheia de personalidade. De Tamagotchi a fitas VHS rebobinadas com caneta, revivemos as histórias que só quem viveu os anos 90 entende.
O impacto da tensão no Médio Oriente e a era dos robôs na Ucrânia surpreendem? Bruno Cardoso Reis analisa ainda a nova postura da Coreia do Norte e os riscos ambientais e políticos no Ártico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Em setembro de 1978, uma adolescente de quinze anos aceita carona de um estranho nas estradas da Califórnia. O que acontece nas horas seguintes deveria ter sido o fim de sua história — mas não foi. #588
Como algumas empresas conseguem atravessar décadas enquanto outras não sobrevivem aos primeiros anos?Neste episódio do Um Passo à Frente, Ricardo Tarantello compartilha uma visão prática e direta sobre o que realmente sustenta um negócio no longo prazo.Ao longo da conversa, você vai entender quais decisões fazem a diferença entre empresas que desaparecem cedo e aquelas que constroem uma trajetória sólida ao longo de décadas.Mais do que conceitos, este episódio traz reflexões aplicáveis para quem empreende, lidera equipes ou busca crescimento consistente.Neste episódio você vai entender:Por que a maioria das empresas não sobrevive aos primeiros anosO que sustenta negócios por décadasComo lidar com crises e mudanças de mercadoA importância da consistência na gestãoErros que comprometem o crescimento no longo prazoComo construir uma empresa sólida e duradouraSe você busca construir um negócio que vá além do curto prazo, este episódio traz aprendizados essenciais.Se fizer sentido para você:
Sobreviver em um mundo digital requer diferentes habilidades de um mundo analógico, porém as necessidades são as mesmas. Escute o poema de Drummond no episódio da semana, acompanhado de Vladimir Mironchyk com Brown. Obrigado.
Os ursos polares conseguem sobreviver em um Ártico cada vez mais quente? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, o que três estudos recentes revelam sobre os limites biológicos, as possíveis adaptações e o futuro desses gigantes do gelo.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda)Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche) e Caio de Santis (@caiodesantis)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis)Produção: Emilio Garcia (@emilioblablalogia) Caio de Santis (@caiodesantis), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), BláBláLogia Produções (@blablalogia) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)Referência científicaAARS, J. et al. Body condition among Svalbard Polar bears Ursus maritimus during a period of rapid loss of sea ice. Scientific Reports, v. 16, n. 1, 29 jan. 2026.GODDEN, A. M.; RIX, B. T.; IMMLER, S. Diverging transposon activity among polar bear sub-populations inhabiting different climate zones. Mobile DNA, v. 16, n. 1, 12 dez. 2025.MOLNÁR, P. K. et al. Fasting season length sets temporal limits for global polar bear persistence. Nature Climate Change, v. 10, n. 8, p. 732–738, 20 jul. 2020.
Mariana Caldeira é psicóloga e a Mafalda Rodrigues é atriz e resolveram colocar no papel muito daquilo que abordavam em consulta e como Sobre Viver a dias imperfeitos…See omnystudio.com/listener for privacy information.
Arranca a entrega do IRS. O que mudou, quem ganha e quem perde? E como evitar surpresas no acerto com o Estado? Análise com o fiscalista Luís Leon.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Barbie Janada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As memórias do escritor que cresceu em Palermo; um romancista famoso adaptado à BD; o amigo que afinal era assassino; a difícil arte do conto. Esta semana, como nas outras, há propostas para todos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que faz uma imobiliária atravessar mais de 70 anos de história, passar por crises econômicas, mudanças tecnológicas e ainda continuar crescendo? Neste episódio do Portas Entrevista, conversamos com Alfredo de Freitas, fundador da Nova Freitas e ex-presidente da ABMI (Associação Brasileira do Mercado Imobiliário). À frente de uma empresa com 78 anos de história, 150 colaboradores e cerca de R$200 milhões em VGV, Alfredo compartilha como construiu uma imobiliária sólida no Vale do Paraíba — e como inovação, valores e visão de longo prazo foram decisivos nessa trajetória. Durante a conversa, ele explica como foi a transformação de São José dos Campos, fala sobre sucessão familiar no mercado imobiliário, conta como implantou tecnologia na imobiliária ainda nos anos 80 e apresenta sua visão sobre tokenização de imóveis e blockchain. Também discutimos como preparar a nova geração para assumir negócios familiares e o papel da ética e transparência na longevidade de uma empresa. Se você trabalha no mercado imobiliário, pensa em abrir uma imobiliária ou quer entender para onde o setor está caminhando, este episódio traz insights valiosos sobre estratégia, inovação e legado empresarial. ⏱️ Capítulos 02:47 Aprendizados no serviço público 05:00 Infância, pai acadêmico e a transformação de São José dos Campos 10:20 Influência do pai e tecnologia no mercado imobiliário desde os anos 80 14:08 O que é tokenização de imóveis e blockchain 22:13 Legado do avô, história da imobiliária e sucessão familiar 34:58 Crises econômicas e como sobreviver no mercado imobiliário 39:26 Perspectivas para 2026 no mercado imobiliário 41:11 Solidez e transparência como modelo de resiliência 46:04 Expansão da imobiliária pelo Vale do Paraíba e diversificação 50:59 Novos modelos: locação flexível e short stay 54:09 Legado empresarial: ética e valores
42ª CLÍNICA DE GESTÃO: “A NOVA GEOPOLÍTICA: 07 TENDÊNCIAS QUE MUDARÃO O MUNDO E AS EMPRESAS” Clique aqui e saiba mais
A crise económica em Cuba agravou-se desde o início do ano com o corte no fornecimento do petróleo venezuelano. O Governo português já aconselhou a adiar viagens “não indispensáveis”. Análise de Clara Teixeira.
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No episódio #323 do Animes Overdrive, Pedro Lobato, Ped, Luis Hunzecher e Clayton Mourão se reúnem para montar um ranking completamente maluco com os universos de anime mais difíceis de sobreviver!Inspirados pela clássica dinâmica do programa De Sola a 10, o grupo debate, discute e surta tentando responder: em que mundos de anime você provavelmente viraria estatística rapidinho? Será que é pior viver cercado de gigantes, kaijus, demônios ou ninjas?
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Resta saber se é possível recuperar da queda. Cresce a "suspeita" de que sondagens estão a "subestimar" André Ventura. Cotrim é o maior beneficiário silencioso entre Marques Mendes vs Gouveia e Melo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Venezuela chegou a ser uma das maiores produtoras de petróleo do mundo, mas anos de precarização e um embargo americano ainda no primeiro mandato de Donald Trump fizeram a operação despencar. O analista de Internacional da CNN Lourival Sant'Anna, Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, e Murillo de Aragão, CEO da Arko Advice, debatem o assunto.
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO QUINQUAGÉSIMO SEGUNDO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz A esQrever
Um episódio repleto de calor humano. 30 mil pessoas acham que vale a pena seguir-me. Mais 20 mil e conquistamos Olivença. Também falei sobre o Markl sobreviver a um AVC e sobre eu sobreviver à PNA, deixam ambos sequelas, demora algum tempo a recuperar."Festivais de Verão" - https://www.youtube.com/watch?v=D7GAcTsSgk0 Links homeopáticos -https://linktr.ee/joaonunogoncaloSem preciosas perguntas
Entre 2026 e 2032, o Brasil viverá um dos períodos mais desafiadores para o ambiente empresarial: a implementação gradual da Reforma Tributária. Serão sete anos de constantes adequações, mudanças de regras e necessidade de adaptação. Para muitas empresas, este período pode representar a diferença entre crescer ou desaparecer do mercado.Os números da sobrevivência empresarial no país já são preocupantes mesmo sem mudanças tributárias significativas. No setor de comércio, por exemplo, 30,2% das empresas fecham as portas em apenas cinco anos. Quando analisamos um período de sete anos – similar ao da transição tributária –, a taxa de mortalidade se torna ainda mais alarmante, revelando a fragilidade do tecido empresarial brasileiro.Os principais vilões da mortalidade empresarial são conhecidos: despreparo dos gestores, planejamento deficiente do negócio, gestão inadequada e problemas relacionados ao ambiente econômico. Estes fatores, que já representam desafios em cenários estáveis, podem se tornar verdadeiras armadilhas durante um período de transformações estruturais como o que se aproxima.A questão central não é apenas se as empresas conseguirão se adaptar às novas regras tributárias, mas se terão estrutura suficiente para atravessar sete anos de incertezas e mudanças constantes. A Reforma Tributária pode tanto ser uma oportunidade para empresas bem preparadas quanto um fator adicional de pressão para aquelas que já operam no limite.A sobrevivência neste cenário exigirá muito mais que boa vontade: será necessário investir em pessoas capacitadas, processos bem estruturados e uma organização resiliente. As empresas que encararem este período como uma oportunidade de fortalecimento interno, e não apenas como uma obrigação fiscal, terão maiores chances de não apenas sobreviver, mas prosperar no novo ambiente tributário brasileiro.
Entre 2026 e 2032, o Brasil viverá um dos períodos mais desafiadores para o ambiente empresarial: a implementação gradual da Reforma Tributária. Serão sete anos de constantes adequações, mudanças de regras e necessidade de adaptação. Para muitas empresas, este período pode representar a diferença entre crescer ou desaparecer do mercado.Os números da sobrevivência empresarial no país já são preocupantes mesmo sem mudanças tributárias significativas. No setor de comércio, por exemplo, 30,2% das empresas fecham as portas em apenas cinco anos. Quando analisamos um período de sete anos – similar ao da transição tributária –, a taxa de mortalidade se torna ainda mais alarmante, revelando a fragilidade do tecido empresarial brasileiro.Os principais vilões da mortalidade empresarial são conhecidos: despreparo dos gestores, planejamento deficiente do negócio, gestão inadequada e problemas relacionados ao ambiente econômico. Estes fatores, que já representam desafios em cenários estáveis, podem se tornar verdadeiras armadilhas durante um período de transformações estruturais como o que se aproxima.A questão central não é apenas se as empresas conseguirão se adaptar às novas regras tributárias, mas se terão estrutura suficiente para atravessar sete anos de incertezas e mudanças constantes. A Reforma Tributária pode tanto ser uma oportunidade para empresas bem preparadas quanto um fator adicional de pressão para aquelas que já operam no limite.A sobrevivência neste cenário exigirá muito mais que boa vontade: será necessário investir em pessoas capacitadas, processos bem estruturados e uma organização resiliente. As empresas que encararem este período como uma oportunidade de fortalecimento interno, e não apenas como uma obrigação fiscal, terão maiores chances de não apenas sobreviver, mas prosperar no novo ambiente tributário brasileiro.
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O julgamento de Jair Bolsonaro começa hoje em Brasília e vai terminar a 12 de Setembro. O trânsito em julgado pode, no entanto, acontecer apenas dentro de dois ou três meses. O país está dividido politicamente, mas há uma maioria muito significativa a defender que o ex-presidente deve ser julgado. A liderar o lado da justiça está o juiz Alexandre de Moraes, que também ajuda a polarizar a sociedade brasileira. Neste episódio, conversamos com a jornalista Christiana Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 333 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/j-0OVx7tZL8
"É um desastre". Em Gaza, bebés prematuros lutam para sobreviver em incubadoras sobrelotadas
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Carneiro já escolheu a nova direcção do PS e prepara-se para uma travessia do deserto com dois obstáculos no horizonte próximo: as autárquicas e as presidenciais. Sobreviverá à prova e às armadilhas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Se a linguagem é imaginativa, radical e criadora, ela também é performativa, abrigando em si uma potência a tornar-se realizável. Contemos com ela em todas as suas formas para viver”. É o que escreve Ellen Maria Martins de Vasconcellos em “Sobreviver nas Catástrofes: Uma Análise Literária Contemporânea”. Ellen escreveu esse trabalho durante seu doutorado em Letras na USP. A pesquisa acabou de lhe render o prêmio que destaca teses da universidade na categoria Letras, Linguística e Artes. Nessa tese, a autora se debruça sobre livros de nomes como a chilena Diamela Eltit, o brasileiro Julián Fuks e a argentina Samanta Schweblin para olhar de diferentes formas para catástrofes de nosso tempo. Ellen também é professora na Unam, a Universidad Nacional Autónoma de México, poeta e já verteu para o português livros como “Gosma Rosa”, da uruguaia Fernanda Trías, publicado pela Moinhos. Convidei Ellen, sim, para falarmos sobre sua pesquisa. Mas convidei Ellen, sobretudo, para termos aqui no podcast mais uma visão sobre literatura latino-americana contemporânea, um dos meus assuntos favoritos. ** Na arte do podcast, pintura de Oswaldo Guayasamin * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/
Esta semana, com a companhia da comentadora televisiva Inês R., Pedro condena a utilização de “tudo bem?” depois de cumprimentar alguém. Além disso, e como é habitual, os dois analisam os principais temas da semana: a queda do avião da Air India, o encontro de António Costa e Donald Trump, o processo em tribunal entre Anjos e Joana Marques e a possibilidade de trabalhadores comprarem dias de férias. Igualmente, ou até mais importante que todas estes assuntos, Pedro lançou a sua própria edição de óculos de sol com a marca portuguesa FORA.(00:00) Intro(00:23) Ter cara de sono durante demasiado tempo(01:15) PTM sugere abolição de “tudo bem?” quando se cumprimenta uma pessoa(09:55) Inês Rogeiro foi a show de Morgan Jay(14:48) Métodos para concentração(19:16) Colaboração PTM x FORA(25:52) Inês conta experiência de ir a “irritações”(29:55) Quais as maiores inseguranças de homens(33:13) PTM desafia Inês a trazer irritações para watch.tm(35:59) Primeiro dia de julgamento de Anjos e Joana Marques(38:07) Análise de argumentos de Anjos(46:10) Possibilidade de comprar dias de férias(49:55) Levar o conceito de pay to win longe demais(52:31) António Costa oferece a Trump camisola autografada por CR7(01:00:22) Desastre de avião na Índia(01:04:58) Avaria na montanha russa onde PTM andou(01:05:47) Recomendação de tiktoker
Jurandir Filho, Felipe Mesquita, João Pimenta, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho batem um papo sobre a época da escola nos anos 80 e 90. Nesse tempo era uma experiência única, cheia de hábitos e costumes que hoje soam quase inimagináveis. Não havia celular, internet ou redes sociais. A vida acontecia no "olho no olho", nos bilhetes dobrados em formato de coração e nos cadernos cheios de adesivos, desenhos e recados dos amigos. Sobreviver ao bullying era um objetivo diário. Que período desgraçado hein?Nas escolas existiam disputas de mochilas, estojos, canetas, cadernos e tênis descolados. O recreio era o momento mais esperado do dia. As crianças se divertiam com elástico, pião, bolinha de gude, pega-pega, queimada e futebol com bola de meia. Nada de ficar olhando pra tela: era correr até suar. A hora do lanche muitas vezes virava momento de negociação. Tazos, figurinhas da Copa, adesivos e até os brindes de Guaraná caçulinha eram trocados ou disputados com entusiasmo. As aulas eram todas no quadro verde com giz, e os apagadores soltavam poeira por todo lado. Às vezes, o professor trazia um videocassete e rolava exibição de filmes ou programas.A escola dos anos 80 e 90 tinha seus desafios, mas transbordava autenticidade, criatividade e laços fortes de amizade. Para quem viveu essa época, as lembranças continuam vivas e deixam um sorriso no rosto só de lembrar.Esse é mais um episódio do Estilo 99Vidas!ALURA | Estude na Alura, a maior escola de tecnologia on-line do Brasil! Acesse o nosso link e ganhe 15% de desconto na matrícula! https://alura.com.br/99vidas
PSD, Chega, PS, IL, Livre, PCP, CDS, Bloco, Pan, JPP. Nunca houve tantos micropartidos na AR. Nunca houve maioria constitucional sem o PS. Tudo parece novo exceto a incerteza: dura toda a legislatura?See omnystudio.com/listener for privacy information.
PSD, Chega, PS, IL, Livre, PCP, CDS, Bloco, Pan, JPP. Nunca houve tantos micropartidos na AR. Nunca houve maioria constitucional sem o PS. Tudo parece novo exceto a incerteza: dura toda a legislatura?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, comento uma das cartas mais emocionantes que já recebi: a de Rogério (nome fictício), que viveu enormes lutos sucessivos, perdendo quase tudo que lhe importava, e em meio a um novo estado de recuperação do corpo fraturado por um acidente grave. Não é uma história de superação, mas de invenção e reinvenção da arte de viver. É um deslumbramento o que o Rogério fez, e você não pode ficar fora dessa comunidade que vai, agora, dar o play em mais um CARTAS DE UM TERAPEUTA!As cartas são a escrita que a alma faz, sem rodeios, para as perguntas que nos inquietam, para aquilo que nos atravessa, para a vida que tem urgência de ser dita. Em palavras faladas, as cartas são o sopro que nos conecta por um instante. Abra este envelope, ele é pra você. Vai começar mais um episódio do “Cartas de um terapeuta”.Cartas de um Terapeuta é um podcast apresentado por Alexandre Coimbra Amaral.E para enviar a sua carta o e-mail é: alexandrecoimbraamaral@gmail.comProduzido por Abrace Podcasts. Visite-nos em https://abrace.digital/Esta temporada é apresentada por Avatim. Acesse o link https://bit.ly/cartas-e-avatim e use o cupom CARTAS15 para garantir 15% de desconto em todos os produtos do site.
Neste episódio, comento uma das cartas mais emocionantes que já recebi: a de Rogério (nome fictício), que viveu enormes lutos sucessivos, perdendo quase tudo que lhe importava, e em meio a um novo estado de recuperação do corpo fraturado por um acidente grave. Não é uma história de superação, mas de invenção e reinvenção da arte de viver. É um deslumbramento o que o Rogério fez, e você não pode ficar fora dessa comunidade que vai, agora, dar o play em mais um CARTAS DE UM TERAPEUTA!As cartas são a escrita que a alma faz, sem rodeios, para as perguntas que nos inquietam, para aquilo que nos atravessa, para a vida que tem urgência de ser dita. Em palavras faladas, as cartas são o sopro que nos conecta por um instante. Abra este envelope, ele é pra você. Vai começar mais um episódio do “Cartas de um terapeuta”.Cartas de um Terapeuta é um podcast apresentado por Alexandre Coimbra Amaral.E para enviar a sua carta o e-mail é: alexandrecoimbraamaral@gmail.comProduzido por Abrace Podcasts. Visite-nos em https://abrace.digital/Esta temporada é apresentada por Avatim. Acesse o link https://bit.ly/cartas-e-avatim e use o cupom CARTAS15 para garantir 15% de desconto em todos os produtos do site.
Aniete chegou em Tietê com o filho pequeno, uma mala de roupas e uma TV de 14 polegadas. O companheiro decidiu itr embora, deixando para trás uma mulher negra, mãe solo, sem apoio, em uma cidade nova.Ela tinha medo, fome e a responsabilidade de proteger o filho, que não conseguia se desenvolver como as outras crianças. Mas também tinha algo que não se compra: fé em si mesma e a certeza de que um dia o sol voltaria a brilhar.Enquanto o filho Xavier enfrentava o preconceito e a falta de diagnóstico, ela batalhava por um sustento que não vinha.A bicicleta foi seu principal meio de transporte. Entre idas à creche, supermercados e os muitos empregos que não duravam, ela passava por confecções que despejavam tecidos nas calçadas.Foi assim que ela começou a produzir bonecas abayomis. Em um momento de cansaço, ela recolheu os tecidos descartados e decidiu tentar. Com suas mãos, deu vida à primeira boneca.As pessoas começaram a comprar. O artesanato virou sustento. A mulher que um dia só tinha uma alface para o filho comer, agora começava a sonhar com independência.E mesmo com a dor de uma depressão severa que enfrentou em 2018, ela transformou tudo isso em palavras. Em uma tarde, nasceu “Abayomi, a menina de trança”, seu livro infantil.Na história, Abayomi precisa replantar o último girassol do mundo. Era o que Aniete fazia também, replantava a esperança dentro de si.Hoje ela vende suas bonecas e livros com as histórias que escreve. Quer crescer como artista e como pessoa, mas também quer puxar outras mulheres com ela.Porque, mesmo com tantas ausências, também encontrou pessoas que a acolheram em seu caminho. Pessoas que acreditaram quando tudo parecia perdido.No fim, Aniete costurou sua própria história e agora, com Xavier ao lado e a literatura como guia, ela segue acreditando que ainda há muita luz pra florescer.Link do livro da Aniete: https://amzn.to/3YqA9pd
Aos 4 anos, a Stefany era obrigada a vender balas no calçadão de Campo Grande, no Rio de Janeiro. Um dia, ela tomou a decisão que mudaria tudo: decidiu que não voltaria mais para casa. Era mais do que uma fuga, era um grito por socorro.Criada pelos avós, depois que a mãe foi internada por ser dependente química, Stefany cresceu em um ambiente instável e perigoso. A avó era sua única referência de proteção. O avô era agressivo, os tios estavam envolvidos com drogas. Na casinha pequena que eles viviam, moravam umas 11 pessoas. Quando ela passava da sala pra cozinha, encostavam nela e a assediavam. E ninguém fazia nada.Sua fuga aconteceu depois da morte da avó. Stefany pegou um ônibus sozinha e foi até a praia. Ela ficou na areia até escurecer, quando vieram dois guardinhas. Ela só dizia que não queria voltar pra casa porque seu avô iria te bater. A partir disso, a vida da Stefany mudou. Ela foi encaminhada a um abrigo, onde começou o difícil processo de adoção.Dos 5 para os 6 anos, ela foi adotada por uma família extremamente amorosa, mas o medo de ser devolvida, de incomodar, se fazia presente. Stefany não falava dos seus desejos. Só anos depois teve coragem de dizer que sonhava fazer aulas de dança ou visitar alguns lugares. A arte foi seu refúgio. A música chegou pelas mãos do pai adotivo, um homem doce, que tocava em asilos e abrigos. Ele a incentivou a experimentar instrumentos até ela se encontrar na viola (pros leigos, é tipo um violino grande). O dia mais esperado era o da sua apresentação com a orquestra da cidade, mas o pai não chegou a assistir. Ele havia partido repentinamente. Ali ela se perguntou se deveria continuar tocando, já que sua maior inspiração se foi.Mas voltou. Com o apoio dos amigos, seguiu estudando e tentando uma vaga na @ojesp_.E conseguiu!A Stefany toca em uma das melhores orquestras jovens do país, na @salasaopaulo_. A música a salvou e a curou de traumas que ela talvez nunca superasse sozinha. Hoje, Stefany segue na música. Sua realização é essa: tocar com amor, como seu pai a ensinou.
Talvez você não viva uma vida abundante, poderosa e sobrenatural a qual Jesus nos chamou. Por vezes sua vida se resume a acordar, trabalhar, pagar boletos e dormir, mas Cristo te convida a viver o extraordinário. Porém, para isso ser possível você precisa alinhar sua vida espiritual. João escreve cartas as igrejas, e dentre elas tinha Sardes; uma igreja que aparentava ser uma coisa, mas vivia o oposto do que parecia. Nesse texto aprendemos muito sobre como viver.
O mundo que conhecíamos está acabando. O governo Trump está desmontando alianças e jogando o planeta em uma nova lógica geopolítica: cada um por si. Tarifas sobre aliados, protecionismo e ameaças comerciais mostram que os EUA não querem mais ser o guardião da ordem mundial. O risco? Empurrar antigos parceiros para os braços da China. O que parecia impensável está acontecendo. O jogo mudou. Quem não se adaptar, vai perder. #ricardoamorim #geopolítica #trump #economia #mercadoglobal #comércioexterior #mudanças #alianças #china #video #próprio #1m Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai comprar o Novobanco? Este foi o elefante na sala d'O Mistério das Finanças, que esta semana reuniu quatro jornalistas à mesa. Além de Pedro Santos Guerreiro e António Costa, participaram também Filipe Alves e Joana Petiz. O Banco de Fomento existe mesmo? e quais são os impactos das tarifas aduaneiras numa economia como a portuguesa? Foram os dois mistérios desta semana.
Nilton e Aline eram melhores amigos e com o tempo, eles se apaixonaram. Os dois foram felizes e tiveram a Stefany, mas a Aline passou a ter um ciúme exagerado com as colegas de tralhado do Nilton, o que desgastou o casamento. A relação ficou insustentável e ele foi embora de casa. Nilton chegou até a morar dentro do carro por um tempo, mas mesmo com a dor, ele nunca guardou mágoas da ex, continuou a ser um pai presente e sempre tentando fazer o melhor para a Stefany. Hoje, ele lembra do relacionamento com carinho e reflete que um amor não acontece sem cumplicidade.
William Ury conta sobre os bastidores de algumas das negociações mais famosas do mundo O fantasma da guerra nuclear, que assombrou uma geração, sempre esteve presente na mente de William Ury. A ansiedade gerada por eventos como a crise dos mísseis em Cuba foi uma das razões que o levaram a se dedicar à resolução de conflitos. Antropólogo de formação, ele passou os últimos 40 anos envolvido em negociações tão complexas quanto o conflito entre a Rússia e a Chechênia, a guerra civil que desintegrou a ex-Iugoslávia, o apartheid na África do Sul, a crise entre o presidente venezuelano Hugo Chávez e a oposição, entre muitos outros. Fora do cenário político internacional, Ury também ganhou prestígio ao mediar conflitos no mundo dos negócios, como no notório caso de Abilio Diniz contra Jean-Charles Naouri. Autor do livro “Sim, é possível: Sobreviver e prosperar em uma era de conflitos”, que acaba de ser lançado no Brasil, Ury é o convidado do Trip FM. No papo com Paulo Lima, ele compartilha suas experiências em negociações famosas e fala sobre tecnologia, Ucrânia, Faixa de Gaza, Kim Jong-un e os conflitos atuais. “Nesse momento estamos em crise, são muitas mudanças tecnológicas, geopolíticas. É muito para a mente e o coração humano. Estamos olhando para uma tempestade, com ondas gigantes. Como vamos surfar? As ondas não vão diminuir, mas podemos aprender a nadar”, diz. O programa está disponível no play aqui em cima e no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2024/08/66c8eca21eb58/william-ury-escritor-antropoligo-mediador-conflitos-trip-fm-mh.jpg; CREDITS=Divulgação; LEGEND=William Ury; ALT_TEXT=William Ury] Trip. Você, que prega muito o ouvir, como vê essa valorização crescente do falar, se expor e gritar nas redes sociais? William Ury. Nesse momento estamos em crise, são muitas mudanças para a humanidade, tecnológicas e geopolíticas. É muito para a mente e o coração humano. Estamos olhando para uma tempestade com ondas gigantes. Como vamos surfar? As ondas não vão diminuir, mas podemos aprender a nadar. É preciso respirar um pouco para saber para onde queremos ir. O mundo está muito reativo. As mídias sociais querem que a gente fale mais, entre mais em conflito. É o momento para nós, na família, no emprego, pararmos um pouco para enxergar novas possibilidades. Como neste momento, por exemplo, aqui nos EUA. Dois meses atrás, não havia esse sentimento de esperança, de possibilidade, que agora temos com a vice-presidente Kamala Harris. Há dois meses estávamos todos deprimidos. Isso mostra que em pouco tempo pode mudar tudo. Quanto mais próximo ao interlocutor, mais difícil negociar? A negociação, quanto mais interna, mais difícil. Negociar com o banco é muito mais fácil do que com a família, são muitas emoções envolvidas. Essas discussões são mais difíceis subjetivamente, mas ao mesmo tempo o ouvir se torna ainda mais eficaz. Ouvir com empatia, sem julgar, com paciência, com calma interior. Escutar é um gesto recebido como forma de respeito. Escutar é a concessão mais barata que existe. Existem pessoas que são inegociáveis? Ninguém é inegociável. Todos somos humanos, todos temos nossos interesses e você pode influir esses interesses. Mas em algum momento é muito difícil negociar, então é preciso ter um plano B. Como proteger seus interesses frente ao Putin, por exemplo? O que ele entende é o poder, somente. Há possibilidades ali para proteger a Ucrânia através da negociação, assim como há na Faixa de Gaza. Mas é preciso trabalhar, usar todos os recursos para a negociação que nós trazemos para a guerra.