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Una momificación de hace 14.000 años que sigue practicándose hoy en una aldea de Indonesia. El ARN de una cría de mamut congelada 50.000 años, rescatado cuando era imposible. La cara real de los europeos de hace 10.000 años. Y una roca en Marte con manchas de leopardo que puede ser la señal de vida más importante de la historia. Cuatro cartas que el tiempo no pudo borrar. Esta noche, aprendemos a leerlas. Bienvenido a Ciencia Fascinante 1x03: Lo que el tiempo no pudo borrar. ▶ EN ESTE EPISODIO: El humo que venció a 14.000 años — El equipo de Hsiao-chun Hung (Universidad Nacional de Australia) publicó en PNAS en 2025 el hallazgo más impactante de la arqueología reciente: la momificación deliberada de cuerpos humanos data de hace más de 14.000 años en el sudeste asiático. Y la misma técnica —ahumar el cuerpo de los muertos durante semanas para conservarlos— sigue practicándose hoy en el pueblo Dani de Indonesia. Catorce mil años de un gesto humano idéntico. ¿Cómo sabe la ciencia que no fue accidental? La respuesta está dentro de los propios huesos. La carta que no debía sobrevivir — Yuka es una cría de mamut lanudo que murió en la estepa siberiana hace 50.000 años. Su cuerpo lleva décadas en un museo. Pero en 2025, un equipo de Estocolmo publicó en Cell algo que la biología consideraba materialmente imposible: el ARN —la molécula mensajera que activa los genes y que se destruye en horas en condiciones normales— seguía ahí. Cincuenta mil años después. Intacto. Y decía algo. ️ El rostro que olvidamos que teníamos — Guido Barbujani, genetista de la Universidad de Ferrara, reconstruyó en pantalla la cara de un europeo de hace 10.000 años a partir de su ADN. El resultado no era lo que casi nadie esperaba: piel muy oscura, ojos azul-verdosos. Y no era una excepción. Era como éramos casi todos. La cara de Europa antes de que Europa fuera lo que creemos que siempre fue. Las manchas de leopardo de Marte — El rover Perseverance se detuvo ante una roca en el cráter Jezero y encontró un patrón de manchas oscuras con halo claro, como la piel de un leopardo. El espectrómetro reveló vivianita y greigita: dos minerales que en la Tierra casi siempre los fabrica algo vivo. Un equipo de la NASA publicó en Nature en 2025 lo que ningún científico serio dice a la ligera: es la señal más clara de vida extraterrestre hallada hasta la fecha. Síguenos en Redes Twitter: https://twitter.com/radioelrespeto Instagram: https://www.instagram.com/radioelrespeto/ Facebook: https://www.facebook.com/radioelrespeto Redes Sociales del Equipo: | Pablo Fuente | https://www.instagram.com/pablofuente/ | Nacho Sevilla | https://twitter.com/nachorsevilla | Fernando Sierra | https://twitter.com/Peeweeyo1
Mezi severočeskými Teplicemi a Ústím nad Labem vznikl v 70. letech 20. století povrchový hnědouhelný důl. Za oběť mu padlo několik vesnic a mělo zmizet i město Chabařovice. Zabránily tomu ale těžební limity z počátku 90. let. Práce v dole skončila roku 1997 a od roku 2001 se těžební jáma začala napouštět vodou. Veřejnosti se umělé jezero Milada s rozlohou 252 hektarů otevřelo 30. května 2015. Na jeho břehu by měla vzniknout zoo pro velké kopytníky (zubry, pratury, velbloudy).Všechny díly podcastu Příběhy z kalendáře můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
O jipe Perseverance encontra possíveis bioassinaturas na superfície de uma rocha e dá mais um motivo para que a missão de retorno de amostras de Marte não seja cancelada. As análises sobre a habitabilidade marciana é uma vertente dos estudos na área, que buscam responder: quais são as condições encontradas no planeta hoje e como ele já deve ter sido no passado? O episódio faz parte de um conjunto de reportagens sobre A busca por vida extraterrestre e se essa estaria esquentando. A série é desenvolvida por Danilo Albergaria, bolsista do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. Este episódio contou com a participação de Gabriel Gonçalves Silva (pós-doutorando na UNISINOS), Fernanda Jamel (doutoranda – USP e MIT), Roberta Vincenzi (pós-doutoranda no IO-USP) e Isabella Gaião (doutoranda – USP). [Introdução] Danilo: No primeiro episódio da série que trata da astrobiologia, aqui no podcast Oxigênio, a gente falou da alegação de detecção de uma possível bioassinatura num planeta fora do sistema solar. Uma bioassinatura é um sinal produzido por seres vivos – um possível vestígio de atividade biológica. Mas essa notícia de um potencial sinal de vida num exoplaneta não foi a única ocasião em que uma possível bioassinatura em um ambiente extraterrestre gerou manchetes no ano passado. Em setembro de 2025, a NASA anunciou um resultado que foi descrito pela agência aeroespacial americana como: “pode bem ser o sinal mais claro de vida que já encontramos em Marte”. A novidade foi um estudo publicado na revista Nature que apontou a existência de uma “potencial bioassinatura” numa rocha marciana – sim, uma pedra em Marte, coletada e analisada pelo jipe Perseverance, da NASA. A rocha marciana tem algumas características que aqui na Terra são encontradas em rochas que exibem rastros deixados por micróbios. Mas ainda não dá para saber se essas características encontradas na pedra marciana tiveram origem em atividade biológica ou se foram formadas por processos naturais sem o envolvimento de seres vivos. Os equipamentos do jipe, por melhores que sejam, não conseguem produzir resultados claros o suficiente para que os cientistas tirem essa dúvida. Para distinguir se os sinais encontrados são biogênicos (ou seja, foram originados por atividade biológica) ou se são abióticos (ou seja, sem o envolvimento de seres vivos), é preciso trazer as amostras para a Terra. Eu sou Danilo Albergaria, jornalista e historiador pesquisando a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a distribuição da vida no universo. Neste episódio, vou conversar com quatro cientistas associados ao Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo para entender um pouco melhor de quê se trata essa possível bioassinatura e o que sabemos sobre se Marte pode ou não pode oferecer condições para a existência de vida, ou se já pode em algum momento do passado distante. [Vinheta] Danilo: Vamos começar pelo que a gente sabe sobre esses resultados anunciados com grande entusiasmo pela NASA no ano passado. O jipe Perseverance está em Marte desde 2021 explorando a região de uma cratera chamada Jezero. A gente sabe que Marte teve água líquida em sua superfície há mais de 3,5 bilhões de anos, e essa cratera já foi um lago nesse passado remoto. Só para vocês terem uma ideia dessa região marciana, para atravessar essa cratera, de borda a borda, é preciso percorrer 45 quilômetros, pouco mais do que a distância entre Campinas e Jundiaí ou de Jundiaí a São Paulo. Em uma parte da borda da cratera existem marcas características de um delta de um rio que desaguava ali. Foi nas margens do leito desse rio, medindo 400 metros de margem a margem, que o jipe encontrou algumas rochas interessantes em julho de 2024. Em uma delas, o Perseverance identificou compostos orgânicos, moléculas compostas de carbono, e o mais importante: marcas que foram apelidadas de “pintas de leopardo”, que são manchas mais claras do que o restante da rocha, circundadas por linhas bem mais escuras. A rocha é formada principalmente de argila e lodo, materiais que costumam preservar rastros de vida microbiana, e fazem da rocha algo tipicamente encontrado no fundo de rios. Essas marcas, as “pintas de leopardo”, são compostas de fosfato de ferro e sulfeto de ferro. Aqui na Terra, esses compostos são associados a rastros químicos causados por reações produzidas por microrganismos em rochas. Essas foram as pistas analisadas para ver se as manchas poderiam ter sido geradas por micróbios há bilhões de anos. O Gabriel Gonçalves Silva é pós-doutorando na UNISINOS, químico associado ao Laboratório de Astrobiologia da USP, e estuda geobiologia. Eu pedi para ele me explicar por que esses sinais foram considerados possíveis vestígios de vida microbiana passada em Marte neste último estudo feito pelos pesquisadores da NASA. Gabriel: Eles analisaram uma amostra que se chama de mudstone, que seria algo como uma rocha formada de uma antiga lama. Marte é muito rico em ferro e foi observado principalmente nessa rocha pequenos pontinhos que eles observaram com mais detalhes e nele foi encontrado o ferro que a gente chama de ferro mais reduzido, que é o ferro 2+, que é interessante porque contrapõe ao ferro que a gente encontra mais em Marte, que é o ferro 3+, que é aquele que tem a cor de ferrugem. E não só essas manchinhas apresentavam principalmente um mineral, que é a vivianita, que é um fosfato de ferro II e a greigita, que é um sulfeto de ferro II. O ferro II na Terra, por exemplo, pode ser formado por processos na ausência de vida ou na presença de microrganismos. Eles conseguiram observar que não havia nessas rochas nenhum indício de grandes mudanças de pH nem de temperatura, mas junto da vivianita e da greigita tinha matéria orgânica. Na Terra, a gente sabe que a matéria orgânica pode acoplar reações onde a oxidação da matéria orgânica resulta na redução do ferro e aí, pela presença de sulfeto e do fosfato, a formação desses minerais. Porém, eles observaram que, por mais que a vivianita possa se formar em condições de temperatura, pressão e pH próximos do que nós consideramos normais, geralmente a formação de sulfeto de ferro dependeria de uma temperatura mais alta, então não só a oxidação da matéria orgânica, levando à redução do ferro, necessitaria de outros elementos para a formação desse mineral, desse sulfeto de ferro II. E graças a observações da composição ali da rocha, ausência de fosfato de alumínio, ausência de outros componentes, eles perceberam que não houve nem aquecimento, nem uma mudança drástica de pH durante esse processo de formação desses minerais. Isso faz com que a causa mais provável para a formação desses minerais, pelo menos se a gente pensasse na Terra, seria a ação da vida como nós conhecemos. Danilo: Vamos entender um pouco mais da química envolvida na produção das “pintas de leopardo”. Algumas bactérias formam minerais usando e transformando compostos químicos, como diferentes tipos de óxidos de ferro, formados por ligações entre ferro e oxigênio. O chamado ferro II (um íon de ferro) é muito importante para atividade biológica porque se liga facilmente ao oxigênio – por exemplo, ele é fundamental para o transporte do oxigênio no nosso sangue por meio da hemoglobina. A Fernanda Jamel, doutoranda no AstroLab da USP e que fez parte de suas pesquisas atuais no MIT (o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA), explica a química da formação dos minerais encontrados na rocha marciana como possível explicação biológica, comparando com o que acontece na Terra. Fernanda: Aqui a gente tem formação de vivianita com bactérias que usam o ferro III, o óxido de ferro III, e transforma em ferro II. Por isso que a gente fala que é a redução de ferro. Então, quando as bactérias fazem isso, ela libera o ferro II no ambiente ao redor e aquilo ali vai formando camadas, vai se ligando com o que tem ali, e vai formando camadas que vão se mineralizando. A greigita também, da mesma forma, só que seria bactérias redutoras de sulfato, elas usam o sulfato como receptor de elétrons, o SO4, e elas produzem H2S, que é sulfeto de hidrogênio. E aí esse sulfeto reage com o ferro II disponível no sedimento. Depois vão formando essa combinação de sulfeto de ferro que vai se formando em greigita também dessa mesma forma, no sentido de que isso vai se expandindo: vem de um núcleo e vai se expandindo ao redor.” “É difícil dizer que existe um padrão exatamente igual a esse que a gente encontrou em Marte, mas esses nódulos que se formaram são condizentes com formações que a gente encontra aqui.” Danilo: Além dos compostos orgânicos, os instrumentos do Perseverance também identificaram, na região em que a rocha foi encontrada, alguns compostos químicos ricos em enxofre, ferro oxidado ou ferrugem, e fósforo. Se micróbios existiram ali, esses compostos podem ter fornecido fontes de energia para o metabolismo desses microrganismos, reforçando a hipótese de origem biológica para os vestígios. Porém, o fato de que esses vestígios podem ter sido formados por vida microbiana não quer dizer que dê para descartar outros processos que não envolvam seres vivos – também chamados de processos abióticos. Os próprios autores do artigo que avalia a possível origem biológica das “pintas de leopardo” propõem alguns processos abióticos como explicações alternativas. Até agora, as alternativas abióticas, sem o envolvimento da vida, não parecem muito promissoras para explicar as marcas nas rochas, mas ainda não dá para descartá-las. Talvez estejam faltando algumas peças do quebra-cabeças para uma explicação abiótica convincente. O Gabriel de novo vai nos ajudar a entender isso. Gabriel: Eles tentaram investigar o máximo possível de reações na ausência de vida, e nenhuma que nós conhecemos hoje poderia sustentar esse tipo de reação. Isso não quer dizer que a vida é sempre necessária para que essas reações aconteçam. A gente pode estar ignorando alguma coisa. Pode não estar percebendo alguma coisa. Podem existir reações que a gente não estudou hoje e que poderia estar fomentando essa formação desses minerais na ausência de vida, ou até mesmo as grandes escalas – a gente está falando aí de bilhões de anos – poderiam permitir que houvesse a formação desses minerais na ausência de vida. Mas de tudo que a gente conhece hoje, essa condição de formação de fosfato de ferro II, formação de sulfeto de ferro II acoplado à presença de matéria orgânica, como nós conhecemos, seria mais bem explicado pela ação da vida. Então eles fizeram um estudo muito minucioso de várias hipóteses. E a que melhor responde hoje é a ação da vida, em contrapartida a reações abióticas, sem a presença de vida. Danilo: É justamente pela possibilidade de que as “pintas de leopardo” tenham sido formadas por mecanismos abióticos, sem o envolvimento de seres vivos, que os sinais são classificados de “potenciais bioassinaturas”. Ou seja, podem ter sido, como podem não ter sido causados por seres vivos. Para que uma potencial bioassinatura seja considerada um sinal de vida inequívoco, é preciso estabelecer com segurança a sua origem biológica e descartar os mecanismos plausíveis que não envolvam processos biológicos em sua formação – ou seja, é preciso eliminar essas hipóteses abióticas alternativas. É uma barra bem alta, difícil de ser alcançada. Para complicar, os instrumentos a bordo do Perseverance são versões miniaturizadas, simplificadas, de ferramentas que se usa em laboratórios terrestres para buscar bioassinaturas de vida do passado remoto da Terra, como o espectroscópio Raman. Gabriel: Para quem tem um olho um pouco mais treinado nessas questões científicas, quando a gente observa, por exemplo, no próprio artigo, os espectros Raman que foram publicados, a gente leva um pouco de susto, porque a gente vê que são dados muito ruidosos, que isso tem a ver com a forma com que a amostra é tratada lá no espaço. O laser não é tão preciso. O aumento não é tão grande. Você tem a grande influência da iluminação natural. Isso faz com que o espectro fique extremamente ruidoso e dificulta a análise daquilo que se espera estar sendo estudado. Se esse material pudesse ser trazido para a Terra num ambiente muito mais controlado, a gente poderia trabalhar com lasers com focos muito menores, ou seja, na escala de micrômetros, com uma precisão muito grande do que está sendo selecionado para ser estudado. E aí a gente tem alternativas: trocar lasers, trocar aparatos para garantir que o ruído seja minimizado e outros efeitos que atrapalham possam ser minimizados. [música] Danilo: Da forma como eu e o Gabriel falamos, pode parecer que o Perseverance é um aparelho meio limitado, mas a verdade é que o jipe é uma grande realização da engenharia. O Gabriel me explicou que os engenheiros e cientistas da NASA bolaram soluções muito criativas para poder, por exemplo, em um único espectro separar a fluorescência de raio-X, que permite saber a composição elementar do material analisado, da difração de raio-X, que dá uma informação da estrutura cristalográfica dos minerais – ou seja, permite ver a organização interna dos átomos nas amostras. Apesar da criatividade, esses mini-aparelhos que o jipe carrega nem de longe se comparam com os dos laboratórios aqui na Terra. Por exemplo, o espectroscópio Raman que o Gabriel mencionou e que tem lá no AstroLab, ocupa boa parte de uma sala ao lado do laboratório, enquanto que as dimensões do SHERLOC, o instrumento que inclui o Raman no Perseverance, tem 26cm de comprimento por 20cm de largura (isso porque o SHERLOC carrega ainda outros instrumentos, como a câmera WATSON… sim, os cientistas são bons em dar nomes para os aparelhos… Elementar). Se der para trazer essas amostras para o nosso planeta, daria para trabalhar com radiação síncrotron, por exemplo, que consegue focar e fazer esse tipo de análise em escalas nanométricas. E também fazer a observação de microscopia eletrônica, onde a gente vai ver a estrutura daquela amostra com aumentos entre mil e dez mil vezes. Por isso, o jipe vem colhendo amostras que poderão, no futuro, ser trazidas para cá e analisadas em laboratório. É a única maneira de eliminar algumas incertezas e filtrar as hipóteses da origem das possíveis bioassinaturas. A missão de retorno dessas amostras estava em desenvolvimento pela NASA, mas extrapolou as estimativas de custo iniciais, chegando a 11 bilhões de dólares, e agora está cancelada devido aos cortes profundos no orçamento da NASA propostos pelo governo de Donald Trump. Mas um detalhe mostra que o caro, em ciência, é quase sempre barato quando comparado com gastos militares. Os 11 bilhões previstos para o desenvolvimento de toda a missão de retorno de amostra são os mesmos 11 bilhões que os Estados Unidos gastaram só nos primeiros seis dias de ataques ao Irã entre fevereiro e março deste ano. [música] Danilo: Com os cortes no orçamento, a situação atual da NASA é complicada, para dizer o mínimo, por isso ainda não dá para saber quando e se vamos um dia analisar as tais “pintas de leopardo” em laboratório e distinguir se elas são biogênicas ou se foram formadas por processos abióticos. Mas dá para saber muita coisa sobre as condições que Marte oferece – e não oferece – para a existência da vida, além das condições que o planeta enferrujado já deve ter oferecido a possíveis seres vivos num passado muito distante. A Isabella Gaião e a Roberta Vincenzi, pesquisadoras associadas ao Laboratório de Astrobiologia da USP, vão me ajudar a entender melhor se Marte é ou já foi habitável um dia. Elas estudam um mesmo microrganismo, a bactéria Staphylococcus nepalensis. O micróbio é adaptado a ambientes hipersalinos, repletos de sal, como as lagoas de Araruama, no estado do Rio de Janeiro, onde elas encontraram essa espécie de bactéria em meio a outros microrganismos que sobrevivem a concentrações de sal nocivas à maior parte dos seres vivos. A superfície de Marte está cheia de sais que são nocivos à vida, como sulfato de magnésio e o perclorato de magnésio. Esses sais são muito mais nocivos do que o cloreto de sódio que predomina nos oceanos terrestres. A Roberta explicou porque esses sais são tão prejudiciais à vida. Roberta: Os principais danos dos percloratos, na verdade, são dois. Eles são muito oxidantes, mas hoje, e essa era uma das principais preocupações na época da descoberta desses sais lá, mas hoje, do que a gente entende, aparentemente, se você pega a parte termodinâmica do negócio, não é tão relevante o fato de eles serem oxidantes, mas eles são extremamente caotrópicos. E esse vai ser um conceito bastante importante para a gente entender os problemas da vida nessas soluções, porque um agente caotrópico é aquele agente que tem o potencial de desestabilizar macromoléculas. Macromoléculas são basicamente tudo que a vida precisa para existir, como proteínas, lipídios, material genético. Então, se você tem agentes caotrópicos em uma solução, essas moléculas que precisam se manter em determinada forma vão ter dificuldade de permanecer assim. E a gente sabe que a forma dessas macromoléculas hoje estão intimamente ligadas à função que elas exercem. Então, quando a gente tem esses agentes caotrópicos, é basicamente uma função de desestabilizar a vida como a gente conhece ali. E esses sais são extremamente caotrópicos. Danilo: A Isabella também me ajudou a entender como a caotropicidade desses sais pode desestruturar o arranjo de grandes moléculas orgânicas, como as proteínas. Isabella: Basicamente um agente caotrópico é qualquer coisa química que desestruture macromoléculas. Aí o que seriam macromoléculas? Qualquer molécula importante para a vida. Então a vida é baseada em células. Células têm principalmente proteínas, que é o arranjado de várias moléculas orgânicas ali e que elas se rearranjam de uma forma 3D. Então, a forma 3D de uma proteína é muito importante para ela executar a função. E função de proteína é tudo. Tudo que envolve uma célula funcionar, você precisa de uma proteína ali trabalhando para ela funcionar. E para essa proteína funcionar, ela tem que estar na forminha dela 3D, ela não pode ser uma linha, ela tem que ter três dimensões. E agentes caotrópicos vão quebrar esse 3D. E se você quebra esse 3D e ela fica, por exemplo, linear, uma proteína, aí ela não tem mais função. Se ela não tem função, a célula não funciona. Se uma célula não funciona, a vida por si não funciona. Danilo: Como a Roberta já tinha mencionado, os percloratos da superfície marciana desestruturam a química da vida não só por serem caotrópicos, mas também por serem oxidantes. Roberta: Porque quando a gente fala que um composto ele é muito oxidante ou muito oxidativo, significa que ele reage muito fácil com outras coisas ao redor. Então, aquela estrutura que a Isabela falou, que precisa ser mantida, dessas proteínas, para que elas funcionem, quando você tem algo que é muito reativo ao redor… Isso também, ela vai reagir com esse agente oxidativo, que no caso é esse sal, e quando ela reage assim, todas as outras ligações que ela tem para manter essa estrutura específica, para ela funcionar, podem se desorganizar também, e isso vai prejudicar a função, seja das proteínas, como também dos lipídios, por exemplo, que são aquelas gorduras que constroem a membrana biológica das células, que é muito importante para manter um ambiente interno, mas também os próprios materiais genéticos, o DNA e o RNA, que são essenciais pra manter e passar a informação da vida como a gente a conhece. Danilo: a bactéria que a Roberta e a Isabella estudam gosta de alta concentração de sal. É, por isso, considerada um extremófilo, uma espécie adaptada a condições extremas em que a maioria dos seres vivos terrestres não teria condição de sobreviver. Extremófilos que se dão bem com alta concentração de sal são chamados de halófilos. Os halófilos são importantes para entender a possibilidade da existência de vida hoje em Marte. Caso a vida tenha um dia existido no planeta vermelho, ela poderia, talvez, ter se adaptado para sobreviver em bolsões de água debaixo da superfície, algo que provavelmente existe segundo os modelos mais aceitos da estrutura de Marte. Isabella: Mas existem locais na Terra em que de alguma forma a água evaporou demais e concentrou muito sal, então a gente tem um aumento dessa concentração comparado com o mar. E existem principalmente microrganismos nesses ambientes que se adaptaram e desenvolveram para esse tipo de ambiente. Então eles têm uma resposta ao sal, NaCl, cloreto de sódio, diferente dos que vivem no mar, por exemplo. Então eles resistem a concentrações maiores. Roberta: E isso seria interessante porque, como a gente falou, qualquer tipo de água líquida presente em Marte seria o que a gente chamaria de uma salmoura. Então, teria uma concentração alta de sal dissolvida nesses ambientes. Portanto, qualquer tipo de vida presente ali deveria ser capaz de lidar com isso, ou seja, a gente poderia chamar de halófilo. Danilo: esses bolsões subterrâneos de água têm a vantagem de estarem protegidos da alta radiação ultravioleta que castiga a superfície marciana. O nó é que deve haver outras barreiras para a sobrevivência de microrganismos nesses bolsões. A Roberta começa explicando isso e a Isabella depois completa a explicação. Roberta: Porque é possível. Se a gente tem água líquida, as reações são possíveis. Mas a gente vai ter diversas outras características. …desses ambientes que continuam sendo problemáticos. Um deles é, por exemplo, a própria disponibilidade de água que você vai ter numa solução aquosa com muita concentração de sal. Quando você tem uma solução com muita concentração de sal, as moléculas de água estão ligadas ao íon. Então, ela não está disponível para reação. Apesar da água estar líquida, você tem muito mais dificuldade de a reação acontecer. E a gente precisa de reação para que a vida aconteça. Isabella: Ela acabou de introduzir um termo extremamente importante, que ela só não deu o nome, mas é extremamente importante para esse tipo de pesquisa, que é a atividade da água. É o quanto de água está disponível para a vida reagir, para as reações acontecerem e a vida conseguir acontecer. Hoje, é meio arbitrário, esse número vai de zero a um, é um número, enfim, mas a gente sabe que a vida consegue sobreviver até 0,6 de atividade da água. Abaixo disso, não. E aí, quanto maior a atividade da água, ou seja, mais próximo de um, mais água disponível tem. Quanto menor, mais água está retida. Ela está ali, mas ela está se fazendo ligação com outro grupo químico, no caso, o que ela falou, são os sais. Então, os sais estão ligando com aquela água, ela não está disponível para a reação. Então, quanto mais sal, mais você tem a diminuição da atividade da água e menor chance de ter água disponível ali para a vida poder fazer reações químicas. Danilo: Então, no índice de 0 a 1 de atividade da água, a vida consegue existir se este índice estiver acima de 0.6, aproximadamente. O índice estimado de atividade da água nos aquíferos subterrâneos em Marte é 0.57 – ou seja, a bola bate na trave, mas não entra. [música de transição] Danilo: A atividade da água no passado remoto de Marte era, provavelmente, muito acima do mínimo requerido para a existência de vida. Se a superfície de Marte parece hoje inabitável, há mais de 3,5 bilhões de anos o planeta pode ter oferecido condições mais amenas à vida, especialmente a microbiana. O Gabriel publicou recentemente, como primeiro autor e junto com outra pesquisadora do AstroLab – a Ana Paula Schiavo, uma especialista em microrganismos halófilos – um estudo na conceituada revista internacional Astrobiology. Eles exploraram como o lago que existia na cratera Jezero há mais de 3,5 bilhões de anos pode ter sido habitável, pois deve ter sido rico em um íon de ferro capaz de proteger microrganismos da radiação ultravioleta. Ele mesmo explicou esse trabalho interessantíssimo para este podcast. Gabriel: Cada vez mais a gente descobre que Marte é muito mais heterogêneo do que a gente pensa como uma coisa uniforme. Existiam lagos onde você tinha pH muito baixo, que a gente tem uma ideia disso, principalmente por esses depósitos, como sulfatos de magnésio ou sulfatos de ferro, como mineral jarosita, detectado por satélites que orbitam Marte. A presença de jarosita demonstra que essa água, em algum momento, era extremamente abundante de ferro III e extremamente ácida, condições onde a gente possui vida aqui na Terra. Então a gente queria demonstrar que Marte tinha semelhanças com a Terra mas tinha algumas características também que eram um pouco diferentes. E poxa, Marte também estava recebendo uma grande quantidade de radiação do Sol, e eu falo principalmente da radiação ultravioleta, que é aquela que a camada de ozônio protege hoje em dia. Mas ainda assim, a gente tem um pouco de ultravioleta que chega por isso que a gente precisa passar protetor solar. E a gente pensou no ferro como também um protetor solar. Já havia estudos que demonstravam que o próprio solo marciano, por ser muito rico em ferro (por isso, aquela cor de ferrugem) ele já é capaz de proteger fisicamente organismos que eventualmente poderiam estar presentes ali no planeta. A gente queria poder quantificar essa proteção, principalmente nesses lagos. Danilo: Usando algumas leis químicas que já são bem conhecidas, os pesquisadores do AstroLab desenvolveram um modelo matemático para tentar estimar qual seria o efeito protetivo do ferro em solução nos lagos que existiam no passado remoto de Marte. Pela composição das rochas encontradas no que era o fundo, o assoalho desses lagos, já sabia que eles poderiam ser ricos em ferro. Os pesquisadores do AstroLab fizeram experimentos em laboratório testando o quanto microrganismos poderiam sobreviver com diferentes taxas de radiação ultravioleta e soluções com mais e menos íons de ferro. Eles compararam os resultados dos experimentos com o modelo matemático e viram que o modelo era capaz de prever com uma boa precisão qual seria o efeito protetivo do ferro contra o ultravioleta. Gabriel: E aí, com isso, a gente pôde modelar como esses lagos poderiam proteger a vida, pelo menos a vida como nós a conhecemos. Aí, claro, a gente tem que assumir várias questões. Por exemplo, a gente não sabe quais eram as concentrações de ferro nesse ambiente. Se existia vida ou não, qual seria a resistência dessa vida naturalmente ao ultravioleta, mas usando exemplos da Terra, a gente conseguiu demonstrar que lagos com pouco ferro, em algumas profundidades relativamente rasas na casa de alguns centímetros, até alguns poucos metros, esse ferro já seria capaz de proteger a vida como nós conhecemos. Então esses lagos marcianos poderiam estar protegidos dessa ação do ultravioleta do Sol. Mesmo não tendo uma camada de proteção de camada de ozônio, ainda assim a vida como nós conhecemos poderia se desenvolver nesse tipo de ambiente que a gente sabe que existiu no passado marciano. Danilo: Se o ouvinte quiser saber um pouco mais sobre esse estudo, pode dar uma olhada na matéria que eu publiquei na Folha de S. Paulo no final do ano passado, com o título “Novo modelo simula condições de habitabilidade de antigos lagos de Marte”. Vamos deixar o link da matéria e do artigo do Gabriel na descrição do episódio. [música de transição] Danilo: A gente viu que a superfície de Marte é inóspita para a vida como a gente a conhece, mas resta alguma esperança de que os aquíferos subterrâneos marcianos sejam habitáveis. Agora, para encontrar água embaixo da superfície, em grande quantidade e com potencial para ser habitável, a gente vai ter que ir para bem mais longe, lá na vizinhança dos planetas gigantes gasosos. No próximo episódio o assunto vai ser as luas de Júpiter e Saturno que têm grandes oceanos debaixo de uma espessa camada de gelo. Essas luas geladas têm se tornado o assunto mais quente da astrobiologia quando se trata da procura por condições e ingredientes para a vida no sistema solar. O roteiro, pesquisa, produção e narração foram feitos por mim, Danilo Albergaria; a revisão do roteiro foi feita pela Simone Pallone. Os entrevistados foram o Gabriel Gonçalves Silva, a Fernanda Jamel, a Roberta Vincenzi e a Isabella Gaião. A edição do episódio foi da Carolaine Cabral. As músicas são do Blue Dot Sessions, são Creative Commons. E esse podcast foi produzido com o apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no universo, o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP.
Během ruské války na Ukrajině vyhodili útočníci i obránci do povětří několik přehrad. Nejznámější je asi Kachovská přehrada na Dněpru, kterou před dvěma lety zničili Rusové, aniž by to mělo vojenský význam. Hned na začátku války ale odpálili přehradu na řece Irpiň ze strategických důvodů sami Ukrajinci. Voda zalila téměř třicet kilometrů čtverečních, tedy plochu srovnatelnou s menším českým okresním městem, a vytvořila jezero, ze kterého se stává tak trochu rekreační zóna.Všechny díly podcastu Zápisník zahraničních zpravodajů můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
Magazín Židé a my: Putování po biblických místech (6): Galilejské jezero, Magdala, Ginosar. Host: Radek Hejret.Tento podcast můžete podpořit na https://radio7.cz
The United States and China recently dispatched rovers to Mars, while the United Arab Emirates sent an orbiter to the red planet, where it is hoped humans one day will tread.美国和中国最近向火星发射了探测器,同时阿联酋航空公司也向这颗红色星球发射了一颗人造卫星,希望有一天人类会踏上这片土地。For man and machine alike, experts say landing on Mars is the hardest part of the trip.专家表示,对于人和机器来说,登陆火星是旅程中最困难的部分。The period from hitting the atmosphere to getting to the surface has been characterized depending on the mission as either the six minutes of terror or the seven minutes of terror.从进入大气层到抵达表面的这段时间,根据不同的任务,被描述为“恐怖六分钟”或“恐怖七分钟”。Mars has a thinner atmosphere than earth which complicates setting down safely on the surface.火星的大气层比地球稀薄,这使得在火星表面安全降落变得困难。Stanford University professor Scott Hubbard says, those six or seven minutes it takes to go from more than 19,000 kilometers per hour to zero are the riskiest.斯坦福大学教授斯科特·哈伯德(Scott Hubbard)说,从每小时超过19000公里的速度降到零所需的六七分钟是最危险的。In terms of where the risk factors are where you could lose this mission, that is an area that is of all the risk factors the one that you look at the most closely, because it's the one that has failed missions in the past.就可能导致任务失败的风险因素而言,这是你最需要密切关注的一个方面,因为过去失败的任务都与此有关。The casualty rate for Mars missions tops 50 percent. The US so far has successfully put a craft on the Martian surface, beginning with the Twin Vikings in 1976.火星任务的伤亡率高达50%。到目前为止,美国至今已成功将航天器送上火星表面,最早可追溯到1976年发射的“海盗号”双子探测器。NASA chose the red planet's Jezero crater over 60 other potential landing sites for its Perseverance rover. Dr. Bethany Ehlmann explains why.美国宇航局选择了火星的杰泽罗陨石坑作为其“毅力号”探测器的着陆点。Bethany Ehlmann博士解释了其中的原因。This is a great place to explore ancient habitats, the great place to look for life.这是探索古代栖息地的绝佳地点,也是寻找生命的理想之地。And as added bonus, just outside the rim of Jezreo crater are some of the oldest best exposed rocks on Mars from a time period even one billion years earlier.另外的惊喜是,杰泽罗陨石坑边缘之外,有一些火星上最古老、暴露得最完好的岩石,其形成时间甚至比现在还要早10亿年。The craft should reach Mars in February, along with the Chinese and UA emissions after seven months in transit over 480 million kilometers.该飞船将于明年2月抵达火星,连同中国和阿联酋发射的一起,要经过7个月的时间,跨越4.8亿公里。In spring 2021 French astronaut Thomas Pesquet become the first European to ride a SpaceX capsule to what will be his second stay aboard the international space station.2021年春天,法国宇航员托马斯·佩斯凯成为首位乘坐SpaceX太空舱的欧洲人,这将是他在国际空间站的第二次逗留。People from all over the world, different countries have put together the resources for peaceful purposes, for science, for research, for progress.来自世界各地、不同国家的人们为了和平的目的、为了科学、为了研究、为了进步而汇聚资源。And it's been going on for 20 years and it's an amazing success.它已经持续了20年,取得了惊人的成功。Finally this week Virgin Galactic unveiled the cabin of its spaceship II commercial craft.本周维珍银河公司终于揭开了其太空船二号商业飞行器的舱内设计。It has 12 windows, Virgin says, they designed the cabin for an out-of-seat weightlessness experience. The company says final tests are ongoing.维珍银河公司表示,该舱体设有12扇舷窗,专为乘客离座体验失重状态而设计。公司称最终测试目前仍在进行中。
Dva Karlové zanechali v kraji pod Bezdězem významné stopy: Karel IV. založil Velký rybník a Karel Hynek Mácha napsal báseň Máj. Od založení rybníka uplyne 660 let a od vydání Máje 190 let.Všechny díly podcastu Vybrali jsme pro vás můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
Magazín Židé a my: Putování po biblických místech (6): Galilejské jezero, Tiberiada. Host: Radek Hejret. Moderuje: Lucie Endlicherová.Tento podcast můžete podpořit na https://radio7.cz
Pesnica Aiko Zakrajšek je pri Javnem skladu Republike Slovenije za kulturne dejavnosti objavila pesniško prvenko Bila sem jezero. Avtorica v svoje pesmi diskretno vpisuje drobce in teme iz svojega življenja, hkrati pa ne pristaja na samozadostnost, ampak diha s svetom. Več o svoji poeziji in še čem pove v pogovoru z Markom Goljo, prebere pa tudi pesmi Načinovni prislov in Prava pisateljica. Nikar ne zamudite.
Závěr 4. kapitoly Markova evangelia líčí dobrodružnou plavbu Ježíše s učedníky přes Galilejské jezero. Jejich putování přiblíží v pořadu Ke kořenům Petr Vaďura a Jáchym Gondáš.Tento podcast můžete podpořit na https://radio7.cz
Un nuevo estudio, publicado recientemente, ha permitido estudiar una de las muestras más antiguas y raras de Marte, la Belleza Negra, sin destruirla. Para ello, un equipo de investigadores ha utilizado una técnica revolucionaria, la tomografía computarizada de neutrones. Al bombardear la Belleza Negra con neutrones, estos ignoran las partes duras de la roca y chocan, interactúan y resaltan los átomos de hidrógeno. Con este método innovador, descubrieron que la Belleza Negra está compuesta por agua encerrada químicamente en minerales. El estudio ha revelado que este meteorito contiene clastos, es decir, trozos de roca incrustados dentro de otra roca mayor, ricos en un material llamado oxihidróxido de hierro. Además, estos oxihidróxidos de hierro encontrado en la Belleza Negra gracias a los neutrones, son similares a los que el rover Perseverance de la NASA ha detectado en el cráter Jezero de Marte. El hecho de que tenga la misma "huella dactilar" mineral de un meteorito que cayó en África y las muestras que está taladrando un robot a millones de kilómetros de distancia y más de 4.000 millones de años después revela que el agua no era una simple anécdota en el Marte primitivo.
Divadlo města Ústí nad Labem uvede 13. února večer premiéru klasického baletu Petra Iljiče Čajkovského Labutí jezero.
Aujourd'hui, nous décollons pour une première historique qui se joue à 362 millions de kilomètres de nos bureaux.Pour la première fois, une intelligence artificielle a pris les commandes d'un véhicule. Et ce sur une autre planète.En décembre dernier, le rover Perseverance de la NASA a en effet parcouru environ 400 mètres sur la planète Mars en suivant un itinéraire entièrement planifié par Claude, le modèle d'IA d'Anthropic.Un basculement majeur pour l'exploration spatialeD'abord, c'est un basculement majeur pour l'exploration spatiale.Jusqu'ici, chaque mètre parcouru dans le cratère martien Jezero exigeait une planification humaine méticuleuse pour éviter que le robot de la taille d'une voiture ne s'ensable ou ne bascule sur le côté.En utilisant Claude pour générer les points de passage précis du rover, les ingénieurs du Jet Propulsion Laboratory ont prouvé que l'IA peut désormais traduire des images satellites en trajectoires sécurisées sur un terrain accidenté.Diviser par deux le temps de planification des itinérairesPar ailleurs, pour guider Perseverance, Claude ne s'est pas contenté de dessiner une ligne.L'IA a dû ingérer des années de données de conduite et maîtriser le Rover Markup Language, un langage de programmation spécifique basé sur l'XML.Et le résultat est sans appel. Les ingénieurs de la NASA estiment que l'intégration de l'IA dans ce processus permet de diviser par deux le temps de planification des itinéraires.Cela signifie pour ces ingénieurs moins de temps passé sur des tâches fastidieuses de routage, et plus de temps alloué à la collecte et à l'analyse de données scientifiques.Laboratoire pour les ambitions lunaires de la NasaEnfin, l'autre versant de cette avancée technologique, c'est que ce test réussi sur Mars sert de laboratoire pour les futures ambitions lunaires de la Nasa.Avec le programme américain Artemis qui vise à établir une base permanente sur le pôle sud de la Lune, les défis logistiques vont exploser.Et dans ces environnements hostiles, une IA capable de trouver un chemin à partir de photos satellite est plus que précieux.Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Tuto raritu najdeme nedaleko Chomutova a je dnes už opravdu jediná na světě. Další podobná vodní plocha, která se nacházela v Kalifornii, už totiž vyschla.
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-In December, Perseverance successfully completed a route through a section of the Jezero crater plotted by Anthropic's Claude chatbot, marking the first time NASA has used a large language model to plot a course for the car-sized robot. -You now select each spec of your new Mac device when purchasing through the website. As first spotted by MacWorld, Apple updated its online configuration tool for purchasing a Mac. -Grok is once again available in Indonesia, after the country lifted its ban on the AI chatbot that was seen generating millions of sexualized deepfakes, thousands of which included children. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
NASA y Anthropic probaron Claude para planear rutas del rover Perseverance en Marte.Por Félix Riaño @LocutorCoEn Marte, manejar un rover no se parece a jugar con un control. La señal tarda varios minutos en ir y volver entre la Tierra y Marte, así que nadie puede “conducir en vivo”. Por eso, el equipo de la NASA prepara cada recorrido con antelación, como si dibujara un camino con migas de pan: una lista de puntos, llamados “waypoints”, que el rover va siguiendo.Ahora pasó algo nuevo: la NASA y el equipo del Laboratorio de Propulsión a Chorro, el JPL, usaron un modelo de inteligencia artificial de Anthropic, llamado Claude, para proponer ese camino antes de enviarlo. Y no fue una prueba de juguete: Perseverance recibió esas instrucciones y avanzó en el cráter Jezero, en dos recorridos hechos el 8 y el 10 de diciembre de 2025.La pregunta que queda flotando es directa: si una IA ayuda a planear rutas en Marte, ¿qué otras tareas lentas y delicadas va a empezar a asumir en misiones espaciales?La IA dibuja el camino, pero humanos revisan cada paso.Vamos a ubicar la escena. Perseverance es un rover de seis ruedas, del tamaño de un carro pequeño, que explora el cráter Jezero desde febrero de 2021. Su meta grande es científica: estudiar rocas, buscar pistas sobre el pasado de Marte y guardar muestras para que, algún día, puedan llegar a la Tierra. Para lograr eso, Perseverance tiene que moverse por terrenos difíciles: piedras sueltas, campos de rocas, ondulaciones de arena, y pendientes que pueden hacer que las ruedas patinen.En la Tierra, el equipo del JPL suele mirar imágenes tomadas desde órbita y también fotos del propio rover. Con eso marcan una ruta segura y escriben comandos que se envían a Marte. En esta prueba, una IA con capacidad de “ver” analizó imágenes de alta resolución de la cámara HiRISE, que va a bordo del orbitador Mars Reconnaissance Orbiter. Además, usó modelos digitales de elevación, que son mapas en 3D del terreno para medir pendientes.Con esa información, la IA propuso un camino continuo, con waypoints. Después, los ingenieros pasaron esas instrucciones por un “gemelo digital”, una simulación del rover, para comprobar más de quinientas mil variables de telemetría. Ahí revisan cosas como posición estimada, riesgos de obstáculos y límites del software de vuelo.Ahora vamos al problema de fondo: planear rutas consume tiempo humano. Y en misiones espaciales, el tiempo es oro, porque cada sol —cada día marciano— tiene ventanas de trabajo limitadas. Si el equipo se queda horas dibujando un trayecto, queda menos espacio para decidir qué roca analizar, qué muestra guardar, o qué experimento hacer.También hay un riesgo que asusta a cualquier ingeniero: que el rover quede atrapado. La historia de Marte ya tiene cicatrices. Spirit, un rover anterior de la NASA, quedó atascado en arena en 2009 y no volvió a moverse. Nadie quiere repetir eso con un vehículo que vale muchísimo dinero y años de trabajo. Por eso, aunque suene tentador delegar a una IA, el listón de seguridad es altísimo.Y aquí aparece otra tensión: una IA puede proponer un camino “lógico” según las imágenes de arriba, pero puede no ver detalles del suelo que sí revelan las cámaras a ras de terreno. En esta prueba, el equipo humano tuvo acceso a imágenes del suelo que la IA no había usado al planear, y por eso ajustó pequeños tramos.Vamos con lo que pasó, paso a paso, para que se entienda sin tecnicismos raros. El 8 de diciembre de 2025, Perseverance hizo un recorrido de doscientos diez metros usando waypoints propuestos por IA. Dos días después, el 10 de diciembre, avanzó doscientos cuarenta y seis metros con el mismo enfoque. Sumados, son cuatrocientos cincuenta y seis metros en esos dos recorridos. En varias notas periodísticas se resume como “alrededor de cuatrocientos metros” porque se habla del tramo de la demostración como un bloque.Pero Perseverance no es un carro que sigue una línea pintada. El rover tiene un sistema llamado AutoNav, que toma decisiones en tiempo real mientras avanza. AutoNav puede ajustar el trayecto para rodear una piedra o evitar una zona fea, incluso si el camino predefinido decía otra cosa. Por eso, cuando la NASA mostró la comparación entre la ruta planeada y la ruta real, se ven diferencias pequeñas: la idea general se mantiene, pero el rover corrige al vuelo.Lo más interesante es el método de trabajo. La IA no “mandó” el rover sola. Propuso la ruta con waypoints y comandos, y el equipo humano revisó, simuló y retocó antes de enviar. Ese es el punto: automatización con supervisión fuerte. Según lo reportado, el equipo estima que este tipo de apoyo puede reducir a la mitad el tiempo de planeación de rutas. Eso no significa menos cuidado. Significa que la parte repetitiva puede tomar menos horas, y el equipo puede dedicar más energía al análisis científico.Vamos a ampliar el contexto para que esta noticia tenga más sentido. Primero, hablemos de por qué HiRISE importa. Esa cámara, en órbita, toma imágenes de gran detalle de la superficie marciana. Con esas fotos, los equipos pueden ver patrones de terreno y detectar zonas peligrosas. Si a eso le sumas modelos digitales de elevación, ya no es solo “ver una foto”: es medir pendientes y entender si el rover va a quedar inclinado o si una rueda puede perder tracción.Segundo, hay un detalle de “lenguaje” que suena raro, pero es útil: la NASA usa formatos específicos para mandar comandos. En este caso se menciona Rover Markup Language, o RML, un lenguaje basado en XML. En internet, los modelos públicos pueden no mostrar ejemplos de ese lenguaje, porque no hay un estándar ampliamente publicado. Pero dentro del entorno de trabajo, con datos y herramientas internas, la IA sí pudo generar instrucciones que luego se verificaron. Ese contraste es una enseñanza: el mismo modelo puede comportarse distinto según el acceso a información, a formatos y a herramientas.Tercero, esto conecta con una tendencia mayor en robótica: modelos visión-lenguaje-acción. En palabras simples: sistemas que ven, describen lo que ven y luego actúan. En la Tierra ya se usan en fábricas y laboratorios. En el espacio, el premio es enorme porque la distancia obliga a que los robots sean más autónomos. Si una sonda está lejos, la latencia hace que esperar instrucciones sea lento. Por eso la NASA habla de un futuro donde estas técnicas ayuden a recorridos de kilómetros, y también a detectar “cosas interesantes” para ciencia, revisando montañas de imágenes.Y un dato extra para aterrizar la escala: Perseverance lleva años recorriendo Marte y ya se acerca a distancias acumuladas que, para un robot en otro planeta, son una hazaña de ingeniería. Esa experiencia de manejo, sumada a AutoNav, crea el escenario perfecto para probar IA en la parte de planeación. No es un salto al vacío. Es un paso medido, con frenos, simulación y revisión humana.La NASA ya probó rutas planeadas por IA para Perseverance en Marte, con revisión humana y simulación antes de enviar comandos. El rover avanzó en diciembre de 2025 y AutoNav ajustó detalles en marcha. Esto puede ahorrar tiempo de planeación y abrir espacio para más ciencia. Cuéntame: ¿te da confianza esta idea? Sigue Flash Diario en Spotify.Bibliografia:The RegisterNASA Jet Propulsion LaboratoryNASAEngadgetAnthropicNASA ScienceNASAWATCHIFLScienceConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/flash-diario-de-el-siglo-21-es-hoy--5835407/support.Apoya el Flash Diario y escúchalo sin publicidad en el Club de Supporters.
Trong tập này, chúng ta sẽ cùng khám phá những dữ liệu mới nhất từ xe tự hành Perseverance của NASA. Các nhà khoa học từ Imperial College London đã xác nhận sự tồn tại của một "bãi biển" cổ đại với các lớp đá trầm tích được sóng vỗ về tại miệng núi lửa Jezero, mở rộng khung thời gian mà sự sống có thể tồn tại ở đây. Bên cạnh đó, các tảng đá sét kaolinite màu trắng bí ẩn được tìm thấy rải rác lại kể một câu chuyện khác: Sao Hỏa từng trải qua hàng triệu năm mưa lớn với khí hậu ẩm ướt tương tự như rừng nhiệt đới trên Trái Đất. Liệu hành tinh đỏ có từng là một "ốc đảo" xanh tươi? Hãy cùng lắng nghe phân tích chi tiết.
SpaceTime with Stuart Gary | Astronomy, Space & Science News
In this episode of SpaceTime, we explore significant advancements in space exploration and innovative scientific projects.Perseverance Rover's New JourneyAfter nearly five years on Mars, NASA's Perseverance Rover is on the move again, heading to a new site on the rim of Jezero Crater named Lac du Charm. Having traversed over 40 kilometres and collected vital rock core samples, the rover is undergoing extensive evaluations to ensure its longevity, with engineers confident it can operate until at least 2031. We discuss the rover's advanced autonomous driving capabilities and its mission to uncover signs of past microbial life.Fashion Meets Science: Microbial FabricsA groundbreaking project is set to merge fashion and science by sending specially designed fabrics made from bacteria into space. These innovative materials will change colour in response to radiation exposure, potentially protecting astronauts from harmful levels of UV radiation and offering new applications for skin cancer prevention on Earth. Lead researcher Giles Ballet shares insights into how this technology could revolutionise both space exploration and everyday fashion.Expedition 73 Crew ReturnsThe Expedition 73 astronauts have safely returned to Earth after an eight-month mission aboard the International Space Station. Their journey has contributed to over 250 experiments, including advancements in bioprinting and remote robotic operations. We also discuss the implications of recent challenges faced by Russia's manned space program.www.spacetimewithstuartgary.com✍️ Episode ReferencesJournal of ScienceNASA ReportsNature CommunicationsBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/spacetime-your-guide-to-space-astronomy--2458531/support.(00:00:00) This is Space Time Series 28, Episode 151 for broadcast on 24 December 2025(00:00:47) NASA's Perseverance Rover begins a new journey on Mars(00:12:30) Innovative microbial fabrics set to be tested in space(00:19:15) Expedition 73 crew returns safely to Earth after eight months in orbit(00:24:05) New study suggests humans have been using fire for 400,000 years(00:27:30) Technology tips for buying the right printer for your needs
Sponsor Details:This episode of Space Nuts is brought to you with the support of NordVPN. To get our special Space Nuts listener discounts and four months free bonus, all with a 30-day money-back guarantee, simply visit www.nordvpn.com/spacenuts or use the coupon code SPACENUTS at checkout.Cosmic Discoveries: Erupting Comets, Boiling Ice Moons, and Mars' Climate SecretsIn this captivating episode of Space Nuts, hosts Andrew Dunkley and Professor Fred Watson delve into the latest astronomical revelations that are reshaping our understanding of the cosmos. From the surprising eruptions of the exo-comet 3I Atlas to the intriguing boiling oceans beneath the icy crusts of moons like Enceladus, this episode is filled with cosmic wonders.Episode Highlights:- Eruptions on Comet 3I Atlas: Andrew and Fred explore the recent findings about the interstellar comet 3I Atlas, which appears to be experiencing volcanic eruptions. They discuss the concept of cryovolcanoes and how the comet's interactions with solar radiation may be causing these fascinating phenomena.- Boiling Oceans of Ice Moons: The hosts examine new research from the University of California, Davis, which suggests that the ice moons of our solar system, including Enceladus, may have boiling oceans beneath their icy crusts. They explain how tidal forces and pressure changes could lead to this unexpected behavior.- New Evidence of Mars' Climate: Andrew and Fred discuss exciting discoveries made by NASA's Perseverance rover, which has found evidence of a wet, tropical climate on Mars billions of years ago. They delve into the implications of these findings and what they might mean for the potential of past life on the Red Planet.- Launch Pad Mishap: The episode concludes with a discussion about the recent incident involving the Soyuz launch pad, where a service platform was damaged following a successful launch. The hosts reflect on the challenges faced in human spaceflight and the ongoing cooperation between international space agencies despite geopolitical tensions.For more Space Nuts, including our continuously updating newsfeed and to listen to all our episodes, visit our website. Follow us on social media at SpaceNutsPod on Facebook, X, YouTube Music Music, Tumblr, Instagram, and TikTok. We love engaging with our community, so be sure to drop us a message or comment on your favorite platform.If you'd like to help support Space Nuts and join our growing family of insiders for commercial-free episodes and more, visit spacenutspodcast.com/about.Stay curious, keep looking up, and join us next time for more stellar insights and cosmic wonders. Until then, clear skies and happy stargazing.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/space-nuts-astronomy-insights-cosmic-discoveries--2631155/support.
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In this episode of SpaceTime, we explore groundbreaking discoveries and intriguing phenomena from Mars to the depths of space.Lightning Strikes on Mars: A Historic DiscoveryNASA's Perseverance Rover has made a remarkable find by detecting lightning in the Martian atmosphere for the first time. Recorded within two dust devils in Jezero Crater, the rover's Supercam microphone captured electromagnetic and acoustic signals indicative of electrical discharges. This discovery not only confirms long-held theories about Martian electrical activity but also reveals significant implications for the planet's atmospheric chemistry and potential hazards for future missions.NASA's Observations of Interstellar Comet 3I AtlasFollowing the European Space Agency's observations, NASA has released stunning images of interstellar comet 3I Atlas. As the comet passed close to Mars, NASA's MAVEN and Mars Reconnaissance Orbiter provided crucial data on its trajectory and chemical composition. These insights are helping astronomers piece together the comet's journey and origins, revealing potential clues about water in other star systems.Moss in Space: Resilience Against the VoidA new study has shown that moss can survive the harsh conditions of space for up to 15 years. Researchers sent moss spores to the International Space Station, where they thrived despite exposure to the vacuum and extreme temperatures. This remarkable resilience could have implications for understanding life's potential to endure in extreme environments beyond Earth.Skywatch: December HighlightsAs the December solstice approaches, we take a look at the night sky's highlights, including the Geminids meteor shower and the ticking time bomb of Eta Carina. We also discuss the significance of the December solstice and the celestial events that define this time of year.www.spacetimewithstuartgary.com✍️ Episode ReferencesJournal of NatureNASA ReportsJournal of Eye ScienceBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/spacetime-your-guide-to-space-astronomy--2458531/support.(00:00:00) NASA's Mars Perseverance Rover has captured evidence of electrical discharges(00:03:47) NASA publishes its own observations of the Interstellar Comet 3I Atlas(00:07:26) Moss spores survive exposure to vacuum of space for up to 15 years(00:09:40) The December solstice marks the beginning of winter in both hemispheres(00:11:54) Axial precession causes a slow and continuous change in Earth's rotational axis(00:15:11) Astronomers describe stars in terms of spectral types based on temperature and characteristics(00:19:04) Two blue stars nearing end of their lives before exploding massive core collapse supernovae(00:24:23) Just above the horizon is the constellation of Orion the Hunter(00:34:04) Canopus talks about the effect of the Moon on stargazing(00:37:03) The Southern Cross starts near the celestial equator and wanders far south(00:39:06) There are two star clusters that we speak about quite often on the show(00:41:50) The only planet that's up in the early evening is Saturn
Černá Hora je jako turistická destinace známá hlavně díky přímořským letoviskům. Zajímavá místa ale najdete i ve vnitrozemí, kde je kromě vysokých hor taky největší jezero na Balkáně, rozlohou srovnatelné třeba s Prahou. Ze dvou třetin patří Černé Hoře a zbylá třetina sousední Albánii. Na Balkáně je známé díky svým velkým mokřadům, krásným výhledům na okolní hory i zajímavým rostlinám a živočichům.Všechny díly podcastu Zápisník zahraničních zpravodajů můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
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In this episode of SpaceTime, we dive into the cosmos to uncover the secrets of the early universe, explore the potential for black hole atmospheres, and examine the intriguing history of habitability on Mars, alongside the launch of a new deep space antenna by the European Space Agency.Mysterious Red Dots in the Early UniverseAstronomers have identified a population of enigmatic red dots in the early universe, potentially representing exotic stellar atmospheres around ancient black holes. These findings, published in Astronomy and Astrophysics, could bridge the gap in understanding the rapid growth of supermassive black holes. The Webb Space Telescope's observations suggest these objects might be a new class of celestial body, challenging existing models of galaxy formation and offering insights into the origins of galaxies.Multiple Episodes of Habitability on MarsNASA's Perseverance rover has provided compelling evidence that Mars's Jezero Crater experienced multiple episodes of liquid water flooding, each capable of supporting life. By analysing geochemical data, scientists have identified various minerals that reveal a dynamic history of volcanic activity and water interactions, suggesting a complex aqueous past that could have fostered life on the Red Planet.European Space Agency's New Deep Space DishThe European Space Agency is set to inaugurate its latest Australian deep space antenna at the Norcia tracking station in Western Australia. This 35-metre parabolic dish will enhance ESA's deep space communications capabilities, supporting missions and ensuring robust data transmission from spacecraft exploring our solar system. The new facility complements ESA's existing network of antennas worldwide, reinforcing their commitment to deep space exploration.www.spacetimewithstuartgary.com✍️ Episode ReferencesAstronomy and Astrophysicshttps://www.aanda.org/Journal of Geophysical Research Planetshttps://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/journal/21699356European Space Agencyhttps://www.esa.int/Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/spacetime-space-astronomy--2458531/support.Mysterious Red Dots in the Early UniverseMultiple Episodes of Habitability on MarsEuropean Space Agency's New Deep Space Dish
El último peldaño (19/09/2025) UN EXTRAÑO AVISTAMIENTO EN LA PROVINCIA DE SEGOVIA La semana pasada Francisco Barrera nos contaba un curioso avistamiento en Almuñecar (Granada) durante la última “Gran Noche de los OVNIs”, cuyas características lo hacían muy inusual. Pues bien, un caso muy parecido ocurrió a mediados del pasado mes de agosto en la provincia de Segovia. Hablamos con la Dra. Marian Núñez, que fue testigo del caso junto con otros miembros de su familia, en la localidad de Fresno de Cantespino. TORRE SALVANA: EL CASTILLO DEL INFIERNO A solo media hora de Barcelona, entre las sombras de Santa Coloma de Cervelló, se alza una fortaleza olvidada por el tiempo: la Torre Salvana. Construida en el siglo X como torre defensiva, hoy sus muros, desgastados por siglos de historia, parecen susurrar secretos que nadie ha logrado descifrar. Algunos visitantes aseguran haber sentido manos invisibles, voces que lloran, y sombras que desfilan como monjes espectrales. Con Ángel Moreno y Gabriel Rey, del Grupo GINPASF, que han realizado diversas investigaciones en el enclave, conocimos algunos de los resultados que han obtenido y pudimos. HALLAZGO EN MARTE: ¿BIOFIRMAS? En las entrañas polvorientas del cráter Jezero, algo ha despertado. El Rover "Perseverance" ha encontrado una roca que no solo guarda cicatrices del pasado marciano, sino también señales que podrían cambiarlo todo. En su superficie, patrones químicos y texturas microscópicas evocan las huellas de vida… o algo que se le parece demasiado. ¿Son estas marcas el eco de antiguos microbios que alguna vez respiraron bajo un cielo rojo? Nadie puede afirmarlo aún. Pero este descubrimiento, inquietante y sublime, nos obliga a mirar a Marte no como un desierto muerto, sino como un mundo que quizás, solo quizás… alguna vez estuvo vivo. Con nuestro asesor científico, el doctor en Bioquímica Israel Ampuero, nos acercamos a lo que se ha descubierto hasta el momento en el planeta rojo. EL CASO DE ZIGMUND ADAMSKI: CRÓNICA NEGRA DEL MISTERIO En junio de 1980, mientras el mundo miraba al cielo por la guerra fría un pequeño pueblo inglés se convirtió en epicentro de un misterio que aún desafía toda lógica. Zigmund Adamsky, un minero de origen polaco, apareció muerto sobre una pila de carbón… con quemaduras extrañas y un ungüento sobre su cuerpo que nadie pudo identificar. Cinco meses después, el agente de policía que había investigado el caso y testigo del hallazgo, Alan Godfrey, aseguró haber sido abducido por seres de otro mundo. Comenzamos con este caso una serie de capítulos dedicados a la crónica negra del misterio, que bajo el título de “Tras la última pista” nos va a presentar nuestro colaborador el investigador y escritor Cristian Puig. Dirección y presentación: Joaquín Abenza. Producción, documentación y redes sociales: María José Garnández. Blog del programa: http://www.elultimopeldano.blogspot.com.es/ Programas emitidos en 7 TV: https://www.la7tv.es/blog/section/el-ultimo-peldano/ WhatsApp: +34 644 823 513 Programa emitido en ONDA REGIONAL DE MURCIA
durée : 00:05:27 - Avec sciences - par : Alexandra Delbot - Dans le cratère Jezero, Perseverance a découvert une roche aux structures étranges. Une nouvelle étude révèle la présence de soufre réduit, signe d'une réaction d'oxydoréduction difficile à expliquer sans vie microbienne. Mais prudence, seule une analyse d'échantillons sur Terre pourra trancher.
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In this episode of SpaceTime, we dive into groundbreaking discoveries on Mars, the intriguing atmosphere of Makemake, and the awe-inspiring total lunar eclipse that captivated millions.Potential Biosignatures on MarsNASA scientists have revealed that samples collected by the Perseverance rover from Jezero Crater may hold the best chance yet of uncovering evidence of past microbial life. The samples, taken from the rock formation known as Chiava Falls, exhibit characteristics that could indicate potential biosignatures. These findings suggest that Mars may have been habitable for longer than previously thought, challenging earlier assumptions about the planet's history.Atmosphere Discovered on MakemakeIn a remarkable discovery, astronomers have detected indications of a methane gas atmosphere on the distant dwarf planet Makemake. This finding, made using NASA's Webb Space Telescope, suggests the presence of a tenuous atmosphere or possibly cryovolcanic activity. Makemake, which resides in the Kuiper Belt, is now only the second known trans-Neptunian object, after Pluto, to have confirmed gaseous presence, revealing its dynamic nature and potential for active geology.Total Lunar EclipseA stunning total lunar eclipse has mesmerised observers across Australia, Europe, Africa, and Asia. This celestial event transformed the full moon into a blood-red spectacle as Earth's shadow obscured it. The eclipse lasted over five hours, showcasing the beauty of orbital mechanics and providing a thrilling experience for stargazers.www.spacetimewithstuartgary.com✍️ Episode ReferencesNaturehttps://www.nature.com/Astrophysical Journal Lettershttps://iopscience.iop.org/journal/2041-8205Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/spacetime-space-astronomy--2458531/support.Potential Biosignatures on MarsAtmosphere Discovered on MakemakeTotal Lunar Eclipse
Marťanské robotické vozidlo Perseverance našlo vzorky, ktorých analýza dospela k záveru, že najpravdepodobnejším vysvetlením je prítomnosť dávneho života. Ide o doposiaľ najsilnejšiu indíciu života vo vesmíre mimo našej planéty. Čo presne vedci našli, prečo je tento objav taký významný a čo to znamená pre ďalší výskum?V novom vydaní podcastu SHARE sa moderátor Maroš Žofčin rozpráva s redaktorom Živé.sk a astrofyzikom Marekom Jurčíkom o prelomovom objave na Marse, o porovnaní s predošlými náznakmi života a o tom, či a kedy sa nám podarí získať definitívny dôkaz.Pripravte sa na budúcnosť s knihou od redaktorov Živé.sk „Umelá inteligencia: Pripravte sa na budúcnosť“. TIP: https://zive.aktuality.sk/clanok/0RfdZVW/nahliadnite-do-buducnosti-vydavame-knihu-o-umelej-inteligencii/ V podcaste hovoríme aj o týchto témach:Čo presne objavil rover Perseverance v marťanskom kráteri Jezero.Prečo sú nájdené minerály zatiaľ najsilnejšou indíciou minulého života na Marse.Aký je rozdiel medzi týmto objavom a predošlými (sonda Viking, meteorit ALH84001).Prečo je dôležité dostať vzorky na Zem a aké sú problémy misie Mars Sample Return.Ako vyzeral Mars v minulosti, keď na ňom mohli existovať mikróby.Odkazy na témy, o ktorých sme v podcaste hovorili:Našli dôkazy života na Marse, dosiaľ najpresvedčivejšie. Nové zistenie otriaslo vedouAko môžu vyzerať mimozemšťania? Úplne inak, ako by ste čakaliAko by vyzerali mimozemšťania? Vedci majú prekvapivo divoké predstavy Podcast SHARE pripravuje magazín Živé.sk.
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In this episode of SpaceTime, we uncover remarkable insights into Mars, Mercury, and the latest developments in space exploration.Hidden Martian Volcano: Jezero MonsScientists have identified a previously overlooked volcano, Jezero Mons, located on the rim of Jezero Crater, where NASA's Perseverance rover is actively collecting samples. This discovery could provide vital clues about Mars' volcanic history and habitability, suggesting that the region may have supported life due to the interplay of volcanic heat and water. The findings, published in Communications Earth and Environment, highlight the need for further exploration of Mars' geology, as volcanism plays a crucial role in understanding the planet's past.Tidal Forces Shaping Mercury's CliffsA new study published in Geophysical Research Planets proposes that tidal forces from the Sun may have contributed to the deformation of Mercury's towering cliffs. Traditionally attributed to cooling and contraction, this research indicates that the planet's unique orbital dynamics could also influence its geological features. The BepiColombo mission, scheduled to arrive at Mercury next year, aims to gather data that could validate these findings and enhance our understanding of the planet's evolution over billions of years.Axiom Space's AX4 Mission Arrives at the ISSThe Axiom Space AX4 mission has successfully docked at the International Space Station for a 14-day stay. This mission, featuring a diverse international crew, aims to conduct over 60 scientific and commercial experiments, furthering Axiom's goal of establishing a private space station in low Earth orbit. Despite facing multiple delays, the mission underscores the growing role of private companies in space exploration.www.spacetimewithstuartgary.com✍️ Episode ReferencesCommunications Earth and Environmenthttps://www.nature.com/commsenv/Geophysical Research Planetshttps://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/journal/24701343Axiom Spacehttps://www.axiomspace.com/Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/spacetime-space-astronomy--2458531/support.
In this episode Alan reviews (books linked below): Cholorophilia by Christina Jurado, Translated by Sue Burke, published by Apex Books 2025 Queen Bess: A Tudor Come to Save America by Maria Vetrano, published by Regalo Press 2024 Where the Dead Brides Gather by Nuzo Onoh, published by Titan Books 2024 Luna by Allen Stroud published by Flame Tree Press 2024 Jezero by Allen Stroud published by Flame Tree Press 2024
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In this episode of SpaceTime, we delve into the cosmos to uncover extraordinary cosmic phenomena, groundbreaking Mars exploration, and innovative asteroid detection technology.The Most Powerful Cosmic Explosions Since the Big BangAstronomers have identified a new class of cosmic events known as extreme nuclear transients (ENTs), which are the most powerful explosions observed since the Big Bang. These events occur when supermassive black holes tear apart stars over three times the mass of our sun, releasing energy that surpasses even the brightest supernovae. We explore the implications of these findings, including how these luminous phenomena can provide insights into black hole growth and the early universe.NASA's Perseverance Rover Takes a Bite of Ancient Martian RockNASA's Perseverance Rover has sampled a potentially ancient rock on Mars known as Crocodilen, located on the Jezero Crater Rim. This area offers vital clues about the planet's watery past and the potential for past life. We discuss the rover's mission, its new sampling strategy, and the significance of the clay minerals found in the region, which could preserve organic compounds.First Light for Europe's New Killer Asteroid HunterThe European Space Agency's FlyEye telescope has achieved its first light, marking a new era in the search for near-Earth asteroids that could threaten our planet. Designed to capture a vast region of the sky simultaneously, FlyEye will operate autonomously to detect and track these celestial hazards. We delve into how this innovative technology will enhance our planetary defense efforts and the role it will play in monitoring potential threats.www.spacetimewithstuartgary.com✍️ Episode ReferencesScience Advanceshttps://www.science.org/journal/sciadvNaturehttps://www.nature.com/nature/Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/spacetime-space-astronomy--2458531/support.00:00 This is Space Time Series 28, Episode 70 for broadcast on 11 June 202501:00 The most powerful cosmic explosions since the Big Bang12:15 NASA's Perseverance Rover takes a bite of ancient Martian rock22:30 First light for Europe's new killer asteroid hunter30:00 Science report: Global drought severity increases since 1981
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Sponsor Links:Insta360 - To ceck out the range of cameras and to claim your bonus, visit store.insta360 and use the coupon code SpaceTime at checkout.This episode of SpaceTime dives deep into the intriguing findings from Mars, the peculiar behavior of a family of stars, and the latest developments in NASA's Artemis program.Possible Martian BiosignaturesScientists are captivated by the potential detection of biosignatures in a rock sample named Chayava Falls, collected by NASA's Perseverance rover. This rock, filled with unique chemical signatures, raises questions about the possibility of ancient microbial life on Mars. The analysis reveals organic compounds and distinctive structures, prompting further investigation to determine their origins and implications for past life on the Red Planet.Strange Stellar FamilyIn an unexpected discovery, astronomers have identified a cluster of over a thousand young stars, named Ophion, that are behaving in a chaotic manner, rapidly dispersing instead of forming stable groups. This unusual behavior challenges existing theories about star formation and raises questions about the influences of nearby massive stellar groups and past supernovae on their movement.Artemis 2 Orion Capsule DeliveredThe Orion capsule designated for NASA's Artemis 2 mission has officially been handed over to NASA after final assembly and testing. This advanced spacecraft is set to carry a crew of four on a mission to orbit the Moon, marking a significant step towards future lunar exploration. We discuss the enhancements made to Orion since Artemis 1 and the preparations for its upcoming launch.www.spacetimewithstuartgary.com✍️ Episode ReferencesAstrophysical Journalhttps://iopscience.iop.org/journal/0004-637XNASA Perseverance Roverhttps://mars.nasa.gov/mars2020/NASA Artemis Programhttps://www.nasa.gov/artemisBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/spacetime-space-astronomy--2458531/support.00:00 This is Space Time Series 28, Episode 59 for broadcast on 16 May 202500:54 Possible biosignatures detected on Mars12:15 The unusual behavior of the Ophion star cluster20:30 Artemis 2 Orion capsule delivered to NASA for preparations25:00 Science report: Technology use around children and its effects on health
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Sponsor DetailsThis episode of SpaceTime is brought to you with the support of NordVPN...our official VPN app and the one we recommend if online security is important to you. To get the special SpaceTime listeners deal, with a 30 day money back guarantee, visit www.nordvpn.com/stuartgary or us the coupon code stuartgary at checkout.Insta360 X5 Camera. To bag a free invisible selfie stick worth US$24.99 with your purchase, head to store.insta360.com and use the promo code "spacetime", available for the first 30 standard package purchases only.In this episode of SpaceTime, we unveil a stunning new ultraviolet map of the Milky Way galaxy, thanks to NASA's New Horizons spacecraft. This groundbreaking observation, published in the Astronomical Journal, provides astronomers with unprecedented insights into the galactic environment surrounding our solar system. We discuss how these findings challenge existing theories about interstellar hydrogen emissions and reveal the complex structures of hot interstellar gas bubbles.Exploring Mars with PerseveranceNext, we follow NASA's Perseverance Rover as it investigates the intriguing rock formations at the Jezero crater rim. Discover how the rover is analyzing the contrasting layers of rock, searching for clues about Mars's geological history and the processes that shaped its surface.Psyche Spacecraft TroublesFinally, we address the ongoing investigation into a significant issue with the electric propulsion system of NASA's Psyche spacecraft. Launched in 2023, this mission aims to explore the metallic asteroid 16 Psyche. We delve into the challenges faced by mission managers and discuss potential solutions to ensure the spacecraft continues on its path to unravel the mysteries of planetary cores.www.spacetimewithstuartgary.com✍️ Episode ReferencesAstronomical Journalhttps://iopscience.iop.org/journal/0004-637XNASA Perseverance Roverhttps://mars.nasa.gov/mars2020/NASA Psyche Missionhttps://www.nasa.gov/psycheBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/spacetime-space-astronomy--2458531/support.00:00 This is Space Time Series 28, episode 56 for broadcast on 9 May 202500:45 NASA's New Horizons spacecraft reveals a new ultraviolet map of the Milky Way12:30 Mars Perseverance Rover continues its exploration of Jezero crater18:15 NASA investigates issues with the Psyche spacecraft's electric propulsion system22:00 Skywatch: May night skies and celestial events
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Čisti izvir je v ljudeh … Pripoveduje: Sabina Kogovšek. Napisala: Evelina Umek. Posneto v studiih Radia Slovenija 2004.
Aliens…Egypt…and the Moon EM TEAM SUN / MON, APR. 6th SUNDAY APRIL 6th 2025 SUN. 9 pm – Midnight PT / Midnight – 3 am ET MON. Guest Page Fast links to Items: Richard – Andrew – Greg – Holger – Maaneli – Ruggero – Timothy – Barbara – Maria Fast links to Bios: Andrew – Barbara – David – Georgia – Greg Holger – Keith – Kynthea – Maria – Maaneli – Ruggero –Timothy Support The Other Side of Midnight! Aliens … Egypt … and the Moon Tonight, the title of our show tells the tale …. “Aliens … Egypt … and the Moon.” Well, almost …. In fact, our lead story tonight concerns NASA'S nuclear-powered Martian rover, “Perseverance.” Earlier this week, NASA released a close-up image of a remarkable new “find” on Mars from Perseverance (“Percy,” to his friends …), as it continues its years-long dogged exploration of the rim of “Jezero [...]
Episode 294 Markings discovered on rocks from Mars look to be good evidence that microbial life once existed on the Red Planet. NASA's Perseverance rover spotted little speckles on rocks in part of Jezero crater, and minerals usually formed in the presence of water. New analysis suggests these markings also contain signs of organic compounds. Presented with the possibility of microbial Martians, can we now say Mars really did once have life? Dark energy, the mysterious force thought to be driving the expansion of the universe, might be getting weaker. If it is, that completely upends our understanding of the universe - from one that's getting bigger and bigger, to one that could eventually collapse in a “big crunch”. Results from the Dark Energy Spectroscopic Instrument (DESI) in Arizona may be the biggest discovery about dark energy we've had in 25 years. Last year we had the controversial discovery that “dark” oxygen may be produced by metallic nodules on the seafloor. But it was widely contested and the exact mechanism unknown. But researchers in China now think they've figured out what's going on - dark oxygen could be key to keeping deep sea creatures alive, with implications for life beyond Earth. Chapters: (00:31) Suggestions of past life on Mars (7:42) Dark energy and how the universe might end (11:56) Solving the mystery of dark oxygen Hosted by Rowan Hooper and Penny Sarchet, with guests Jacob Aron and Michael Le Page. To read more about these stories, visit https://www.newscientist.com/ Video credit: Perseverance Explores the Jezero Crater Delta Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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SpaceTime Series 28 Episode 32The Astronomy, Space and Science News PodcastMartian Minerals Indicating Ancient Life, World's Most Powerful Gamma Ray Observatory, and Ariane 6 Rocket Operations BeginIn this episode of SpaceTime, we explore groundbreaking findings from NASA's Perseverance rover, which has discovered unusual rocks on Mars' Jezero crater rim, hinting at the possibility of ancient life. The rocks, rich in kaolinite, typically form in warm, wet environments, suggesting that Mars may have once hosted conditions suitable for life. We delve into the implications of these findings and what they reveal about the planet's watery past.Advancements in Gamma Ray AstronomyWe also discuss the European Commission's green light for the construction of the Cherenkov Telescope Array Observatory, projected to become the world's most powerful gamma ray observatory. This ambitious project aims to vastly expand our understanding of high-energy astronomical phenomena, potentially revealing the origins of gamma rays and their impact on galaxy formation and evolution.Europe's New Rocket EraAdditionally, we celebrate the successful launch of Europe's new Ariane 6 rocket, marking a significant milestone in the continent's space capabilities. This mission, which deployed the French CSO 3 reconnaissance satellite, signifies a return to independent access to space for Europe, following a series of delays and challenges.00:00 Space Time Series 28 Episode 32 for broadcast on 14 March 202500:49 Discovery of kaolinite rocks on Mars06:30 Implications for ancient Martian life12:15 Overview of the Cherenkov Telescope Array Observatory18:00 Advancements in gamma ray astronomy22:45 Successful launch of the Ariane 6 rocket27:00 Summary of significant scientific developments30:15 Discussion on recent studies in environmental sciencewww.spacetimewithstuartgary.comwww.bitesz.com
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SpaceTime Series 28 Episode 25The Astronomy, Space and Science News PodcastTwo Arrows of Time, Ancient Rocks on Mars, and NASA's Lunar Trailblazer MissionIn this episode of SpaceTime, we delve into a groundbreaking discovery by physicists revealing the possibility of two distinct arrows of time emerging from the quantum realm. This fascinating research challenges our conventional understanding of time, suggesting that it may not flow in just one direction, but could theoretically move both forwards and backwards under certain quantum conditions.NASA's Perseverance Rover Finds Ancient Martian RocksWe also highlight the latest findings from NASA's Perseverance rover, which has uncovered new types of rocks that may be the oldest material ever found on Mars. As the rover continues its Crater Rim campaign, it is providing critical insights into the geological history of the Red Planet and the potential for ancient habitable environments.Countdown to NASA's Lunar Trailblazer MissionAdditionally, we preview the upcoming launch of NASA's Lunar Trailblazer mission, designed to search for water ice on the Moon. The mission aims to map the distribution and form of lunar water, contributing vital information for future manned and robotic missions to the Moon.00:00 Space Time Series 28 Episode 25 for broadcast on 26 February 202500:49 Discovery of two arrows of time in quantum physics06:30 Implications for our understanding of time12:15 Perseverance rover's exploration of ancient Martian rocks18:00 The significance of the Crater Rim campaign22:45 Overview of NASA's Lunar Trailblazer mission27:00 The importance of mapping lunar water resources30:15 Health concerns linked to aspartame consumptionwww.spacetimewithstuartgary.comwww.bitesz.com
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SpaceTime Series 28 Episode 18The Astronomy, Space and Science News PodcastAsteroid Threat Level Rusty, Dark Matter Experiment, and Martian Lava RocksIn this episode of SpaceTime, we discuss the alarming increase in the threat level of near-Earth asteroid 2024 YR4, now assessed at a 2.3% chance of impacting Earth on December 22, 2032. With astronomers worldwide closely monitoring its trajectory, we explore the potential consequences of an impact from this asteroid, including the possibility of a catastrophic airburst or a significant surface collision.New Dark Matter Experiment in SpaceWe also delve into an ambitious new experiment aimed at uncovering the mysteries of dark matter. Researchers are testing a device that could potentially detect dark matter by measuring tiny signals in a zero-gravity environment. This groundbreaking approach seeks to provide insights into the elusive substance that constitutes approximately 85% of the universe's mass.Insights from Martian Lava RocksAdditionally, we examine findings from NASA's Mars Perseverance Rover, which are shedding light on a critical period in Martian history. The analysis of igneous rocks in Jezero Crater suggests that the Martian crust was formed through widespread volcanism, offering a glimpse into the planet's geological evolution and its implications for understanding the early solar system.00:00 Space Time Series 28 Episode 18 for broadcast on 10 February 202500:49 Increased threat from asteroid 2024 YR406:30 New dark matter detection experiment in space12:15 Martian lava rocks and the history of the Red Planet18:00 Microplastics accumulation in the human brain22:45 WHO review on radio wave exposure and cancer27:00 Genetically modified rice with reduced methane emissions30:15 Jane Goodall's belief in Sasquatch and its implicationswww.spacetimewithstuartgary.comwww.bitesz.com
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SpaceTime Series 27 Episode 154*The Moon's Age: A New PerspectiveNew research suggests the Moon may be much older than previously believed. Evidence indicates the Moon's crust underwent extensive remelting around 4.35 billion years ago, obscuring its true age. This study proposes the Moon could be as old as 4.53 billion years, challenging past estimates and offering a new understanding of its formation.*Perseverance Rover's New HorizonsNASA's Perseverance rover has reached the top of Jezero Crater's rim, marking a significant milestone in its mission. With the climb complete, the rover is set to explore new geological terrains, potentially uncovering some of the oldest rocks in the solar system. This new phase promises to deepen our understanding of Mars' ancient history.*Unveiling South Australia's Pink Sands MysteryThe discovery of deep pink sands on South Australian beaches has provided insights into the tectonic history of the region. These findings, published in Communications Earth and Environment, suggest the existence of an ancient Antarctic mountain range, offering clues about the geological past of the supercontinent Gondwana.00:00 This is space Time Series 27, Episode 154 for broadcast on 23 December 202400:47 New research suggests Earth's moon may be an awful lot older than previously thought07:05 NASA's Mars Perseverance Rover has completed its long climb to summit10:51 Deep pink sands washing up on South Australian beaches reveal previously unknown mountain range19:05 Garnets are a metamorphic mineral which grows when deep in crust20:51 Ambulance and taxi drivers have lowest death rate from Alzheimer's22:57 New study finds men are quicker to buy drinks when women are scarcewww.spacetimewithstuartgary.comwww.bitesz.com
More landers are going to the Moon; maybe TRAPPIST 1b has an atmosphere after all; Perseverance climbs up to the rim of Jezero Crater and a supermassive black hole rolls over onto its side.
More landers are going to the Moon; maybe TRAPPIST 1b has an atmosphere after all; Perseverance climbs up to the rim of Jezero Crater and a supermassive black hole rolls over onto its side.
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SpaceTime Series 27 Episode 135*Could Uranus Moon Miranda Have a Subsurface Ocean?A new study suggests that Uranus' moon Miranda may harbour a liquid water ocean beneath its peculiar jigsaw-like surface. The findings, published in the Planetary Science Journal, challenge existing assumptions about Miranda's history and composition, potentially placing it among the select few worlds in our solar system with environments that could support life. The study highlights the intriguing possibility of a vast ocean beneath Miranda's icy crust, kept warm by gravitational tidal forces.*NASA Discovers Weird Red Rocks with Green Spots on MarsNASA's Mars Perseverance Rover has stumbled upon strange red rocks with green spots on the Martian surface. As the rover continues its journey towards the rim of Jezero Crater, it has uncovered a new geological puzzle featuring red and green rocks. Scientists are intrigued by the green spots, which could suggest past water activity, but their exact composition remains a mystery due to the rover's current limitations.*First Humans on Mars by 2035?NASA is planning to send humans to Mars as early as 2035. The mission would be part of the Artemis programme, with a journey that could take up to 14 months, including a 500-day stay on the Martian surface. This ambitious plan hinges on the successful deployment of the Lunar Gateway Space Station and other key technologies.The Science ReportNew research finds that children exposed to cannabis in the womb are more likely to exhibit behavioural issues. Meanwhile, ancient DNA studies reveal two genetically distinct populations north and south of the Caucasus Mountains, and a study links Airbnbs to increased crime rates. Plus, a fact-based conversation with AI might help some conspiracy theorists reconsider their beliefs.www.spacetimewithstuartgary.comwww.bitesz.com
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SpaceTime Series 27 Episode 134*Perseverance's Uphill Struggle in Jezero CraterNASA's Mars Perseverance Rover faces challenges as it attempts to climb the steep and slippery ridgeline of Jezero Crater. Despite its previous experience with steep inclines, this mission marks the first time the rover has tackled such a challenging combination of slope and surface. Engineers are exploring new strategies, including driving backwards and zigzagging, to improve traction. The goal is to reach the crater's rim for valuable scientific exploration, with plans to study potential microbial life signs preserved in ancient rock layers.*ESA's Ramses Mission to ApophisThe European Space Agency is preparing for its Ramses mission to study the asteroid Apophis as it makes a close flyby of Earth in 2029. This rare event offers a unique opportunity to understand Apophis's composition and reaction to gravitational forces, crucial for future planetary defence strategies. The mission is modelled on the HERA spacecraft, and aims to launch by 2028 to reach Apophis in time.*Shenzhou 19 Docks with China's Space StationChina's Shenzhou 19 spacecraft has successfully docked with the Tiangong Space Station. The crew will conduct experiments, including tests on manufacturing lunar bricks, as part of China's goal to land taikonauts on the Moon by 2030. The mission highlights China's expanding space ambitions and technological advancements.www.spacetimewithstuartgary.comwww.bitesz.com
Mars is much more arid than even the driest deserts on Earth. But that hasn’t always been the case. Rivers once flowed there, filling lakes and perhaps even a giant ocean. And the Perseverance rover is tooling along inside one of those ancient water features. It’s in a crater that once held a large lake, fed by a river that poured through the crater’s rim. Jezero Crater is about 30 miles wide. It formed when a giant asteroid slammed into Mars about four billion years ago. Perseverance has found evidence of long wet periods, with long dry periods between. The rover has revealed layers of sediments deposited by water over hundreds of millions of years. It’s also found minerals that formed in a watery environment. And it’s found big boulders that were carried by a massive river. The evidence shows that the first river flowed through Jezero a few hundred million years after the crater formed. Later, water filled the crater, forming a lake about 20 miles wide and maybe a hundred feet deep. And later still, a massive river punched through the crater’s rim. It deposited huge amounts of sediments, forming a large, thick delta. Eventually, though, the crater dried out – a dry remnant of a watery past. Look for Mars below the Moon as they climb into good view, after midnight. The planet looks like a bright orange star. The true stars Pollux and Castor – the twins of Gemini – line up to the left of the Moon. Script by Damond Benningfield
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SpaceTime Series 27 Episode 126*NASA's Parker Solar Probe Completes 21st Philip of the SunNASA's Parker Solar Probe has achieved its 21st close encounter with the Sun, matching its previous distance and speed records. The spacecraft swooped to within 7.26 million kilometers of the solar surface at a record speed of 635,300 km/h. This flyby sets up the probe for its final closest approaches, with its orbit shaped by a Venus gravity assist. The mission, launched in 2018, aims to study the Sun's corona and the solar wind, unraveling the mysteries of solar phenomena that impact the solar system.*Webb Space Telescope Finds Potential Missing Link to First StarsAstronomers using NASA's Webb Space Telescope have identified a galaxy with an unusual light signature that could be a missing link in galactic evolution. The galaxy, found approximately a billion years after the Big Bang, features gas outshining its stars, possibly due to massive, hot stars. This discovery offers insights into the transition from the universe's first stars to more familiar galaxies, providing a glimpse into the early cosmic environment.*Perseverance Rover's Key Science Instrument RobertNASA's Perseverance rover on Mars has regained the use of its critical Sherlock instrument after a six-month effort. The spectroscope, crucial for detecting organics and assessing habitability, had malfunctioned in January. The successful repair allows the rover to continue its mission of analyzing Martian rocks and soil for signs of past life and understanding the planet's geological history.The Science RobertA new study suggests that caffeine consumption may improve heart health by aiding vascular growth. Another study reveals increasing plant cover in Antarctica, linked to climate change. Research highlights how people often form opinions without sufficient information, contributing to conflicts. Lastly, a study confirms that astrologers perform no better than chance in predicting character or future events.00:00:00 - This is spacetime series 27, episode 126, for broadcast on 18 October 202400:00:30 - NASA's Parker solar probe completes 21st close encounter with the sun00:03:08 - The Parker solar probe is touching the sun for the first time00:08:32 - Galaxy with unusual light signature attributed to gas outshining stars00:12:00 - NASA scientists have successfully brought a key science instrument back online on Mars00:14:51 - A new study has shown that consuming more caffeine may improve your heart health00:17:01 - New study shows people are biased to assume they know enough about situationswww.spacetimewithstuartgary.comwww.bitesz.com