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A inflação na zona euro voltou a subir em novembro para os 2,2% reforçando a expectativa de que o Banco Central Europeu (BCE) irá manter as taxas de juro inalteradas na próxima reunião, que decorre daqui a duas semanas. Significa que a sua prestação ao banco, também pode não sofrer grandes oscilações nos próximos tempos, caso o seu contrato seja com taxa variável. Oiça o novo episódio do Economia dia a dia, podcast diário do ExpressoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O que podemos esperar em termos de inflação e juros para os próximos tempos? Como a literacia financeira impacta a estabilidade das empresas e famílias? A volatilidade veio para ficar? No podcast MoneyBar desta semana, temos a honra de receber uma das mulheres mais influentes do mundo, Christine Lagarde, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), para uma conversa sobre economia, literacia financeira, poupança, investimentos e muito mais. Inscreva-se na Masterclass “Investir Agora”: https://bit.ly/MasterclassInvestirAgora Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
A inflação na Zona Euro abrandou para 1,9% em maio, numa altura em que o Banco Central Europeu (BCE) pode fazer uma pausa no corte de juros. A inflação de Portugal fixou-se nos 1,7%, abaixo da média. Lagarde volta a falar do tema em julho e em setembro, após o Fórum do BCE em Sintra, onde estarão sentados alguns dos possíveis sucessores de Mário Centeno, no Banco de Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Desde 9 de janeiro, todos os estabelecimentos bancários da União Europeia são obrigados a receber e enviar transferências instantâneas de seus usuários – em mais um capítulo da modernização dos sistemas de pagamentos no bloco. Um modelo como o PIX brasileiro, entretanto, está longe de ser concretizado na Europa. Nos países europeus, a maioria das transferências entre contas ainda são feitas por meio dos bancos ou aplicativos – devido, em grande parte, à resistência do sistema bancário a abrir mão dos custos destes serviços. A chegada dos bancos digitais obrigou os tradicionais a derrubar os valores cobrados e a agilizar os serviços, mas a oferta de pagamentos instantâneos operados por uma chave, como no Brasil, parece distante no continente europeu.“Isso vai facilitar um pouco, mas não vai resolver o problema da chave. As transferências SEPA, por IBAN, servem como plataforma de pagamentos entre contas, e não entre pessoas físicas e contas, para pagar comerciantes”, explica Abdallah Hitti, administrador da Brapago Payments do Brasil. “O PIX tradicional, ou seja, um banco europeu oferecer uma conta com chaves, não vai ter.”Demanda menor na UEOutra dificuldade são as regulamentações europeias de proteção da privacidade: os clientes do bloco são avessos a comunicar dados confidenciais na hora de fazer uma transação financeira ou comercial, salienta Victor Warhem, macroeconomista especialista em finanças digitais e sênior fellow do Joint European Disruptive Initiative.“Tem outros fatores de bloqueio. Não esqueçamos que o PIX foi adotado num país onde as pessoas tinham pouco acesso ao sistema bancário e os pagamentos com cartão não eram generalizados como aqui. Ou seja, havia demanda para uma solução que a Europa não necessariamente precisa”, nota. “Quando você pergunta para os consumidores europeus se eles estão satisfeitos com seus pagamentos atuais, a imensa maioria diz sim”, afirma o pesquisador.A integração financeira europeia também teve avanços em 2024: 16 dos maiores bancos do bloco aderiram ao Wero, que reagrupa serviços nacionais de pagamentos instantâneos. Ficou mais fácil transferir e pagar usuários de diferentes países, embora uma integração generalizada não esteja no horizonte, afirma Abdallah Hitti. Ele dirige o serviço VoucherPay, focado no público brasileiro que deseja poder pagar com PIX na Europa, Asia e Oceania.“Hoje temos na Suécia um sistema similar ao PIX, o Swish, que permite fazer pagamentos instantâneos entre celulares. Funciona muito bem, mas não foi ampliado para fora da Suécia por causa desse problema de confiança das pessoas em terem no celular uma chave conectada à conta”, indica Hitti.Prioridade da UE é euro digitalPara o Banco Central Europeu (BCE), a prioridade é outra: viabilizar o euro digital até 2027. Três projetos estão sobre a mesa, desenvolvidos pelo Bundesbank alemão, a Banca d'Italia e a Banque de France.“Contrariamente ao Brasil, onde o PIX foi elaborado em conjunto com o Banco Central, aqui a ideia do euro digital vai ser ter uma moeda de Banco Central para compras correntes – e acho que isso é um freio enorme para um projeto de pagamentos instantâneos aqui. As coisas devem avançar rapidamente para o euro digital”, destaca o pesquisador francês.“O BCE vai fornecer aos bancos europeus e aos serviços de pagamentos uma infraestrutura de pagamentos de grandes volumes tokenizados. Depois, vai permitir que eles criem produtos tokenizados, entregues diretamente aos consumidores finais”, indica.Victor Warhem lembra ainda que a ameaça de moedas alternativas como stablecoins, cotadas em dólar, leva a União Europeia a querer proteger o euro de qualquer instrumentalização dos sistemas de pagamentos pelos Estados Unidos. “Na Europa, não podemos esquecer que tem uma questão de soberania e de proteção do próprio euro e, no fundo, é o que mais motiva o Banco Central Europeu, embora ele não fale claramente disso”, observa o especialista.
Esta quinta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu cortar os juros em 25 pontos-base, como já era antecipado pelos mercados. Pela primeira vez na história, o BCE baixou as taxas diretoras primeiro que a Reserva Federal dos Estados Unidos See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio analisamos a situação na Volkswagen Autoeuropa, que foi obrigada a suspender a produção e entrar em layoff depois de um fornecedor na Eslovénia ter sido severamente afetado por inundações. A maior exportadora nacional vale 1,5% do Produto Interno Bruto e o Governo já disse que está em diálogo com a empresa e com os fabricantes de componentes para tentar encontrar soluções. Na segunda parte antecipamos a reunião do Conselho de Governadores do Banco Central Europeu (BCE), da qual deverá sair mais uma subida das taxas diretoras.
Depois de, tal como tinha acontecido na reunião de Junho, o Banco Central Europeu (BCE) ter decidido voltar a subir as taxas de juro de referência em 0,25 pontos percentuais, o P24 pergunta ao jornalista Sérgio Aníbal se é viável pensar numa pausa no ciclo de aumentos sucessivos. O P24 entra na sua habitual pausa de Verão e retoma a publicação de novos episódios a 4 de Setembro.
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão.Confira os temas de hoje, 27/07/2023:Hoje, o Banco Central Europeu (BCE) divulga sua decisão para a taxa de juros da Zona do Euro. A expectativa é de que as taxas de juros subam 0,25 p.p, com a taxa de depósito alcançando 3,75%, e mercados aguardam sinais de qual será o caminho da política monetária da região. No Brasil, investidores estão atentos à divulgação dos números do Caged de junho. Seguindo a temporada de resultados, Vale (VALE3), Multiplan (MULT3) e Hypera (HYPE3) divulgam seus balanços do 2º trimestre após o fechamento do mercado. Veja todos os detalhes da temporada aqui. Nos EUA, Shell, Mastercard, Ford e Intel também publicam seus resultados hoje — acompanhe aqui os resultados das empresas estrangeiras.Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: http://bit.ly/3SRd2A1
O FOMC, o comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed), e o Banco Central Europeu (BCE) anunciaram nesta semana alta das taxas de juros, de 0,25 ponto percentual, cada. Na próxima semana, 2 de agosto, será a vez do Copom anunciar sua decisão sobre a Selic. Entenda neste episódio as sinalizações dos comunicados, expectativas e quais os efeitos nos seus investimentos com Álvaro Frasson, economista do BTG Pactual, e Stefanie Birman, sócia e estrategista do BTG Pactual. Produção e apresentação: Marcelle Gutierrez Produção e edição de áudio: Eliel Silva e Fabiana Mazzini
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão.Confira os temas de hoje, 24/07/2023:A agenda econômica desta semana traz vários eventos e indicadores importantes no cenário internacional. Destaque para a política monetária, com as decisões de juros nos Estados Unidos (quarta-feira, 26) e na zona do euro (quinta-feira, 27). É amplamente esperado que o Federal Reserve (Fed) e o Banco Central Europeu (BCE) elevem suas taxas de juros de referência em 0,25pp, e será importante acompanhar a sinalização para as próximas decisões. No campo da atividade econômica, atenções voltadas à publicação da primeira estimativa para o PIB dos EUA do 2º trimestre. Além disso, a agenda traz o índice de inflação favorito do Fed – o núcleo do deflator das despesas de consumo pessoal – referente a junho, divulgado na sexta-feira, 28. Do lado corporativo, os mercados se preparam para a semana mais importante da temporada do 2º trimestre, com grandes empresas como Microsoft, Google, Amazon, e Meva divulgando seus balanços nos próximos dias. Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: http://bit.ly/3SRd2A1
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão.Confira os temas de hoje, 28/06/2023:Discursos de autoridades de bancos centrais globais em último dia do Fórum do Banco Central Europeu (BCE) em Portugal, inclusive Jerome Powell, do Federal Reserve, são destaque hoje (28). Os mercados também acompanham desdobramentos de uma possível restrição do governo dos Estados Unidos à venda de soluções de inteligência artificial para a China, e ações de tecnologia caem no pré-mercado.Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: http://bit.ly/3SRd2A1
A taxa Euribor ultrapassou a fronteira dos 4% É um limite psicológico. A Euribor ter chegado aos 4% é uma marca extremamente preocupante para quem tem créditos à habitação. Recordo que várias autoridades referiram no ano passado que a situação só seria "mais sensível" se a Euribor chegasse aos 4%. Chegou. Para estes 4% representarem de facto um novo grande aumento da prestação, a taxa terá de ficar mais de 1 mês completo acima dos 4%. Como sabem, o valor da Euribor é diário e anda sempre aos altos e baixos. Portanto, deve compreender que esta referência aos 4% é - para já - sobretudo simbólica. Contudo, como o Banco Central Europeu (BCE) já anunciou que fará novos aumentos em Julho, por isso deve esperar que a Euribor chegue provavelmente aos 4,5% ainda este ano. A forma como estes números o vão afetar e à sua família depende do mês em que a sua prestação é revista. Por exemplo, se a sua prestação a 12 meses foi revista em Março, só terá de se preocupar com o valor da Euribor em Fevereiro do ano que vem. Até lá estes aumentos não o vão afetar. Pode até acontecer a Euribor baixar muito até lá. Por outro lado, se a sua prestação for revista nos próximos meses tem razões para estar muito preocupado. Neste episódio explico-lhe quais são as 10 medidas que o podem ajudar a lidar com estes aumentos. A minha prestação da casa já duplicou. E a sua? O que vai fazer? Aproveite a minha boleia para melhorar a sua vida financeira e partilhe este podcast com os seus amigos. Juntos, vamos conseguir vencer mais esta crise. Veja todas as dicas de poupança em www.contaspoupanca.pt Assine a Newsletter no blogue Youtube: https://www.youtube.com/@PedroAnderssonDicasdepoupanca Facebook facebook.com/contaspoupanca Instagram www.instagram.com/pedroandersson_contaspoupanca/ LIVROS (Links para encomendar) Contas-poupança - Como superar a inflação e ganhar com a crise (2022) https://bit.ly/LivroContasPoupancaInflacao Contas-poupança - Vença a crise com inteligência (2020) https://bit.ly/LivroContasPoupança_-_Vença_a_crise Contas-poupança - Poupe ainda mais, Invista melhor (2018) https://bit.ly/Livro_Contas_poupança_Poupe_ainda_mais_Invista_Melhor Contas-poupança - Viva melhor com o mesmo dinheiro (2016) https://bit.ly/Livro_Contas_poupança-_Viva_Melhor_Com_Mesmo_Dinheiro
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão.Confira os temas de hoje, 15/06/2023:Mercados amanhecem em queda, repercutindo a decisão do Federal Reserve (Fed) de manter os juros americanos no patamar atual, porém dando sinais de que novos aumentos podem acontecer ainda esse ano. Em dia de agenda doméstica esvaziada, as atenções estarão voltadas para a divulgação da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), além dos dados de vendas no varejo e produção industrial nos EUA. Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: http://bit.ly/3SRd2A1
As Euribor começaram a subir mais significativamente a partir de 04 de fevereiro de 2022, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras devido ao aumento da inflação na zona euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022.
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão.Confira os temas de hoje, 04/05/2023:Mercados amanhecem em queda repercutindo as decisões de juros anunciadas ontem pelo Federal Reserve e pelo Banco Central do Brasil. Nos EUA, o Fed anunciou o aumento da taxa de juros americana em 0,25 p.p. e, no Brasil, a taxa de juros foi mantida em 13,75% pela sexta vez consecutiva. Na agenda de hoje, o mercado aguarda a decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE) com a expectativa de que o aumento anunciado deverá ser de 0,25 p.p..Também teremos importantes divulgações da temporada de resultados do 1º trimestre de 2023. Nos EUA, os destaques são Apple, Shopify e Monster Beverage, enquanto no Brasil, teremos os números de Grupo Soma (SOMA3), Assaí (ASAI3), Rumo (RAIL3), Bradesco (BBDC3), Eletrobras (ELET3).Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: http://bit.ly/3SRd2A1
No último ano, a subida da Euribor levou a aumentos consideráveis nas prestações do crédito à habitação de muitas famílias. Recentemente, o Banco Central Europeu (BCE) voltou a aumentar as taxas de juro, deixando antever mais subidas nas prestações. Neste episódio do podcast MoneyBar falamos sobre até onde poderá, afinal, subir a Euribor e quanto mais as famílias vão ter de pagar de crédito à habitação. Consultório MoneyLab (Questões): https://bit.ly/Consultorio_MoneyLab Lista de Espera "Do Z€ro à Liberdade Financeira 2.0": https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso-MoneyLab Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: - www.youtube.com/barbarabarroso - www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: http://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, descreve as decisões das autoridades suíças como “instrumentais” e sublinha que as entidades europeias têm ferramentas que permitem liquidez à zona euro, caso seja necessário.
Os últimos dias foram de decisão de política monetária nos EUA, na zona do euro e no Brasil. Os ajustes nas taxas básicas de juros ocorreram conforme o esperado, com alta lá fora e manutenção aqui. Agora, o momento é de analisar os efeitos sobre as economias e as expectativas. Teria o Fed exagerado nos aumentos? Se sim, qual é o problema? E no Brasil, até quando os juros ficam altos? Na zona do euro, o Banco Central Europeu (BCE) disse que as altas continuam. Entenda também: - Por que o superávit das contas públicas brasileiras não deve durar - A revisão (para cima) da estimativa de crescimento para o PIB global No minuto 07:06, a economista Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, explica por que os juros americanos devem continuar altos por um bom tempo.
Indicadores econômicos, balanços empresariais e decisões dos principais bancos centrais do Ocidente.Essa é a agenda desta "super semana", com os mercados de olho, principalmente, nas decisões de política monetária diante de uma possível recessão global.Entram na conta o Federal Reserve System (Fed, banco central dos Estados Unidos), Banco da Inglaterra (BoE) e Banco Central Europeu (BCE), além do BC brasileiro -- alvo dos holofotes desde a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência pela terceira vez.Depois de quase um mês ouvindo reclamações e críticas, chegou a vez do BC falar. A primeira reunião de política monetária do ano nesta segunda-feira (30), com um BC independente em um governo Lula, atrai atenção não só pela decisão da taxa de juros, que deve ficar em 13,75% a.a., mas pelos recados que o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, vai passar à gestão petista.Para não perder o caráter institucional, o BC deve expressar preocupação com decisões arriscadas sobre gastos públicos e debates fora de propósito, que atrapalham a derrubada da inflação e, portanto, dos juros.Entre os alvos do Comitê de Política Monetária, pode estar a volta dos bancos públicos como indutores de crescimento, não só do Brasil, mas dos países vizinhos da América Latina. Questionar a credibilidade do BC ou do sistema de metas da inflação também deve aparecer como fonte de risco para a economia.Mesmo abusando do "economês", Campos Neto precisa mostra que não se intimida com discurso político. Esse vai ser o grande teste do BC independente na troca de governo.Lá fora, o desafio começa a mudar de cara, de combate à maior inflação em décadas ao risco de recessão nos países ricos.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Indicadores econômicos, balanços empresariais e decisões dos principais bancos centrais do Ocidente.Essa é a agenda desta "super semana", com os mercados de olho, principalmente, nas decisões de política monetária diante de uma possível recessão global.Entram na conta o Federal Reserve System (Fed, banco central dos Estados Unidos), Banco da Inglaterra (BoE) e Banco Central Europeu (BCE), além do BC brasileiro -- alvo dos holofotes desde a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência pela terceira vez.Depois de quase um mês ouvindo reclamações e críticas, chegou a vez do BC falar. A primeira reunião de política monetária do ano nesta segunda-feira (30), com um BC independente em um governo Lula, atrai atenção não só pela decisão da taxa de juros, que deve ficar em 13,75% a.a., mas pelos recados que o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, vai passar à gestão petista.Para não perder o caráter institucional, o BC deve expressar preocupação com decisões arriscadas sobre gastos públicos e debates fora de propósito, que atrapalham a derrubada da inflação e, portanto, dos juros.Entre os alvos do Comitê de Política Monetária, pode estar a volta dos bancos públicos como indutores de crescimento, não só do Brasil, mas dos países vizinhos da América Latina. Questionar a credibilidade do BC ou do sistema de metas da inflação também deve aparecer como fonte de risco para a economia.Mesmo abusando do "economês", Campos Neto precisa mostra que não se intimida com discurso político. Esse vai ser o grande teste do BC independente na troca de governo.Lá fora, o desafio começa a mudar de cara, de combate à maior inflação em décadas ao risco de recessão nos países ricos.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
O ano de 2022 começou com a perspectiva de fim da pandemia de Covid-19, mas logo esbarrou na guerra da Ucrânia, afundando o mundo em um novo período de incertezas. A economia mundial retomou sob o fantasma da inflação e do aumento da pobreza na maioria dos países do mundo. Tudo começou com a alta progressiva dos juros nos Estados Unidos, uma consequência da regressão do coronavírus e a retomada das atividades. A medida trouxe consigo a certeza de que os investidores migrariam das economias menos confiáveis, como as em desenvolvimento, para se confortar na segurança do dólar. E dólar caro significa o Brasil pagar mais pelas importações de insumos e petróleo, com impacto em toda a cadeia produtiva e, consequentemente, nos preços. "O lado ruim disso tudo é que a população nacional e internacional, que já empobreceu, vai empobrecer um pouco mais. Vai ter mais inflação, mais recessão e desemprego. E mais inflação vai significar taxas de juros altas por mais tempo”, antecipava o economista Ernesto Lozardo, ex-presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em entrevista à RFI em janeiro de 2022. “Se a nossa inflação já está apontando para dois dígitos, nesse ano vai passar de dois dígitos. Não tem como evitar.” Volta da guerra e da inflação na Europa A guerra na Ucrânia só piorou esse cenário. As sanções dos países ocidentais contra a Rússia, grande exportadora de gás, petróleo e cereais, geraram consequências imediatas, como a disparada dos preços de commodities e da energia. Em março, na França, o tom do presidente Emmanuel Macron era de gravidade. “Nossa agricultura, nossa indústria, muitos setores econômicos estão sofrendo e sofrerão, seja porque dependem da importação de matérias-primas da Rússia ou da Ucrânia, seja porque exportam para esses países. Nosso crescimento, que está atualmente no auge, será inevitavelmente afetado", advertiu o líder francês. “O aumento do preço do petróleo, gás e matérias-primas tem e terá consequências para o nosso poder aquisitivo”, disse o presidente. A maioria dos países do mundo voltou a conviver com a inflação de até dois dígitos, inclusive os europeus. Na União Europeia, em novembro o índice passou de 4% para 11,5% no período de um ano, algo inédito em 20 anos. Reino Unido afunda na recessão No Reino Unido, a crise econômica gerou forte instabilidade financeira e se transformou também crise política. Em plena tempestade inflacionária, a sucessora do premier Boris Johnson, Liz Truss, se transformou na primeira-ministra a ficar menos tempo no cargo, por apenas 44 dias. “Inflação derruba governo, ainda mais quando você tem o parlamentarismo e o gabinete pode cair a qualquer momento. São países que não estavam acostumados a viver com inflação desde a Segunda Guerra”, comentou José Luiz Niemeyer, especialista em Relações Internacionais. Em uma economia enfraquecida pela pandemia e a crise energética, a saída da União Europeia agravou a escassez de mão de obra no Reino Unido, sem reverter o declínio da produtividade que, pelo contrário, foi ampliado. Desde 2016, ano do referendo do Brexit, os investimentos, o crescimento e o consumo progrediram mais lentamente no Reino Unido do que em países comparáveis. “Na hora em que você está fora de um serviço preferencial de tarifas, fora da UE, fica mais caro conseguir atingir o preço que se pratica dentro do bloco. Só se você subsidiar os produtos, mas aí você tem um problema grave de mais inflação a partir de gasto público”, contextualizou. O atual primeiro-ministro Rishi Sunak, que assumiu em outubro, não conseguiu evitar a recessão, e a economia britânica deve continuar em retração em 2023, com perspectiva de redução do PIB de 1,4%, segundo o próprio governo. Fuga de capitais Enquanto isso, na zona do euro, as incertezas levaram a moeda única europeia a ser cotada abaixo do dólar pela primeira vez desde a criação do euro, há duas décadas. O conflito ucraniano exacerbou fraquezas estruturais da economia alemã, motor do bloco e altamente dependente das importações de gás e petróleo russos. “Com certeza, é preocupante para a Europa. Os mercados financeiros desconfiam da situação econômica na zona do euro, consideram que os salários não estão acompanhando os aumentos dos preços”, analisou o economista Henri Sterdyniak, do Observatório Francês de Conjuntura Econômica (OFCE). “Os mercados também avaliam que o Banco Central Europeu (BCE) permanecerá extremamente prudente e que as taxas de juros americanos ficarão clara e perenemente maiores, portanto será melhor comprar dólares do que euros – ainda mais com o dólar subindo. Esse movimento será difícil de parar.” Para controlar a inflação e concorrer com a moeda americana, o Banco Central Europeu (BCE) subiu a taxa básica no bloco – mas com muito mais cautela, já que qualquer impulso significativo poderia levar a zona do euro para uma nova crise de dívidas. Essa mexida nos juros nos países desenvolvidos repercutiu nas economias em desenvolvimento, menos estáveis. O Sri Lanka chegou a decretar calote de pagamentos aos credores externos, e sintetiza os riscos que pairaram sobre os países mais vulneráveis ao longo de todo o ano. Em julho, o banco Goldman Sachs já apontava que US$ 50 bilhões tinham saído das economias emergentes desde o início de 2022 – a pior sangria em 17 anos. Em novembro, o J.P. Morgan atualizou esse valor para US$ 80 bilhões. Egito, Tunísia, Paquistão e Turquia são alguns dos países mais expostos. Na América Latina, a situação no Chile e na Argentina foram as mais preocupantes, num contexto em que a saída de dólares leva à alta do câmbio e a um aumento ainda maior da inflação. “A América Latina já estava meio jogada para escanteio, por seus problemas econômicos e por crescer muito pouco. O Brasil, na última década, não cresceu. Foi pífio. Enquanto isso, o mundo desenvolvido cresceu e o continente asiático, cresceu muito”, disse Wilber Colmeräuer, fundador da consultoria financeira EM Funding, de Londres, especialista em mercados emergentes. “Ou seja, o nosso problema é que a gente já não era muito relevante e esta ficando mais irrelevante ainda”, resumiu, em julho. Ameaça de descontrole fiscal No Brasil, a inflação atingiu mais de 12%, com os brasileiros mais pobres chegando a buscar comida no lixo para poder se alimentar. A economia se tornou tema-chave da campanha eleitoral para a sucessão presidencial. A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, em outubro, trouxe a perspectiva de melhora das condições sociais no país, mas também a ameaça de descontrole nas contas públicas, que podem resultar em uma bola de neve na economia. “A gente está falando de uma situação na qual a economia mundial está entrando em recessão, a taxa de juros internacional está muito alta para controlar a inflação da saída da crise da Covid, a China está crescendo abaixo de 3%. O cenário internacional é completamente adverso”, avaliou o economista Reginaldo Nogueira, diretor-geral do Ibmec São Paulo e Brasília. “Se a gente ainda coloca irresponsabilidade fiscal na equação, a gente passa a ter uma pressão sobre a nossa taxa de câmbio que vai obrigar o Banco Central brasileiro a aumentar muito mais a taxa de juros, e aí a gente vai entrar de novo naquela situação na qual o governo não só tem geração de déficits primários, como a gente paga muitos juros e o déficit nominal fica mais alto ainda. A dívida cresce cada vez mais e rapidamente a gente volta àquele cenário de dívida na casa de 100% do PIB”, complementou Nogueira. O ano de 2023 se anuncia difícil para a economia global. A guerra na Ucrânia, sem data para acabar, e a desaceleração prolongada da China fazem com que o FMI projete um crescimento de 2% ou até menos. Seria a primeira vez desde a crise financeira de 2008 que o mundo estaria num ritmo tão lento, à exceção do tombo de 2020 devido à pandemia.
A semana trouxe uma reversão de expectativas para o mercado. Na última quarta-feira (14), o Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos) elevou a taxa de juros de referência em 0,5 p.p., depois de quatro elevações seguidas de 0,75 p.p. -- portanto, trazendo uma desaceleração no ritmo de alta. Na quinta-feira (15), zona do euro, Reino Unido, Suíça, Dinamarca, Noruega, México e Taiwan subiram suas taxas de juros, mostrando que, de fato, quando os Estados Unidos sobem a régua, o mundo todo tem que seguir a esteira. Olhando com uma lupa, os bancos centrais de algumas das principais economias do mundo -- EUA, Reino Unido e zona do euro -- contrariam uma expectativa que viria como um presente de Natal para os investidores. Enquanto o mercado esperava uma sinalização de que, a partir do ano que vem, as taxas de juros iriam estacionar ou começar a cair, as autoridades monetárias disseram que ainda não é o momento de pisar no freio. Tanto o Banco Central Europeu (BCE) quanto o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) subiram os juros também em 0,5 p.p, com declarações apontando para a necessidade de continuar elevando as taxas de referência em um ritmo menor, mas contínuo. No cenário doméstico, a PEC do Estouro empacou na Câmara dos Deputados, com o Centrão desagradado com o mapa político dos ministérios desenhado pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No Senado, a Lei das Estatais também empacou, com Rodrigo Pacheco trazendo uma bem-vinda dose de moderação e zelo para analisar o marco regulatório que trouxe estabilidade na gestão de empresas públicas do país. No episódio desta sexta-feira, o CNN Money analisa os movimentos de altas de juros da semana e o que esperar do cenário político-econômico do país daqui para frente. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
A semana trouxe uma reversão de expectativas para o mercado. Na última quarta-feira (14), o Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos) elevou a taxa de juros de referência em 0,5 p.p., depois de quatro elevações seguidas de 0,75 p.p. -- portanto, trazendo uma desaceleração no ritmo de alta. Na quinta-feira (15), zona do euro, Reino Unido, Suíça, Dinamarca, Noruega, México e Taiwan subiram suas taxas de juros, mostrando que, de fato, quando os Estados Unidos sobem a régua, o mundo todo tem que seguir a esteira. Olhando com uma lupa, os bancos centrais de algumas das principais economias do mundo -- EUA, Reino Unido e zona do euro -- contrariam uma expectativa que viria como um presente de Natal para os investidores. Enquanto o mercado esperava uma sinalização de que, a partir do ano que vem, as taxas de juros iriam estacionar ou começar a cair, as autoridades monetárias disseram que ainda não é o momento de pisar no freio. Tanto o Banco Central Europeu (BCE) quanto o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) subiram os juros também em 0,5 p.p, com declarações apontando para a necessidade de continuar elevando as taxas de referência em um ritmo menor, mas contínuo. No cenário doméstico, a PEC do Estouro empacou na Câmara dos Deputados, com o Centrão desagradado com o mapa político dos ministérios desenhado pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No Senado, a Lei das Estatais também empacou, com Rodrigo Pacheco trazendo uma bem-vinda dose de moderação e zelo para analisar o marco regulatório que trouxe estabilidade na gestão de empresas públicas do país. No episódio desta sexta-feira, o CNN Money analisa os movimentos de altas de juros da semana e o que esperar do cenário político-econômico do país daqui para frente. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje, 15/12/2022: Nos Estados Unidos, conforme amplamente esperado, o comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano) decidiu aumentar sua taxa de juros de referência em 50 pontos-base (bps), desacelerando o ritmo após quatro altas consecutivas de 75 bps. Em coletiva de imprensa após a decisão, o Presidente do Fed, Jerome Powell, manteve um discurso duro. No calendário econômico desta quinta-feira, destaque para as decisões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE). No Brasil, o Banco Central publicará o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) nesta manhã. Acesse o relatório "Onde Investir 2023": https://conteudos.xpi.com.br/conteudos-gerais/onde-investir-2023/Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://t2m.io/8cxPp6xParticipe do canal do Telegram para estar sempre atualizado: https://t.me/xp_investimentosConfira mais conteúdos também através do nosso Instagram: https://www.instagram.com/expertxp/
O presidente do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu (BCE), Andrea Enria, instou hoje os bancos da zona euro a preparem-se para “impactos adversos”, admitindo uma “possível recessão” devido à vulnerável situação económica, exacerbada pela crise energética.
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje, 24/11/2022: Na ata da última reuinão de poliltica monetária do Fed (banco central americano), “uma maioria substancial dos participantes (co comitê) julgou que uma desaceleração no ritmo de aumento provavelmente seria apropriada em breve”.Hoje, o Banco Central Europeu (BCE) publica a ata de sua reunião de política de outubro. No Brasil, o foco continua na proposta de emenda constitucional que permitiria gastos acima do teto em 2023. Outro destaque hoje é a inflação do IPCA-15.Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://t2m.io/8cxPp6xParticipe do canal do Telegram para estar sempre atualizado: https://t.me/xp_investimentosConfira mais conteúdos também através do nosso Instagram: https://www.instagram.com/expertxp/
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje, 04/10/2022:Na agenda de hoje, investidores devem acompanhar discursos de cinco dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde. No Brasil, a Caixa faz coletiva sobre o Auxílio Brasil. Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://t2m.io/8cxPp6xParticipe do canal do Telegram para estar sempre atualizado: https://t.me/xp_investimentosConfira mais conteúdos também através do nosso Instagram: https://www.instagram.com/expertxp/ Assine o Expert Pass e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://bit.ly/ExpertPass.Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: https://t2m.io/7OSnDSj
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje, 20/09/2022:A agenda internacional de hoje tem como destaques palestra da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, e dados do setor imobiliário nos Estados Unidos.Por aqui, as expectativas seguem para a decisão de política monetária que será divulgada amanhã.Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://t2m.io/8cxPp6xParticipe do canal do Telegram para estar sempre atualizado: https://t.me/xp_investimentosConfira mais conteúdos também através do nosso Instagram: https://www.instagram.com/expertxp/ Assine o Expert Pass e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://bit.ly/ExpertPass.Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: https://t2m.io/7OSnDSj
Não há saída simples para a Europa. A lista atual de complicações inclui crise de energia, guerra, a pior seca em 500 anos e a maior inflação em mais de 20 anos. Agora, o Banco Central Europeu (BCE) anuncia juros ainda mais altos, o que ajuda a controlar os preços e ao mesmo tempo freia a economia. Será que o continente vai entrar em recessão? Também neste episódio: ▪ Por dentro da desaceleração do IPCA ▪ Projeções revisadas para PIB, inflação e contas públicas No minuto 05:26, a economista Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, fala sobre o impacto da crise europeia na economia global e no Brasil.
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje, 09/09/2022:Mercados amanhecem em alta, repercutindo o aumento sem precedente da taxa de juros pelo Banco Central Europeu (BCE) e mais comentários do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que, contudo, não trouxe tantas surpresas. Na agenda de hoje, temos a divulgação do IPCA de agosto.Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://t2m.io/8cxPp6xParticipe do canal do Telegram para estar sempre atualizado: https://t.me/xp_investimentosConfira mais conteúdos também através do nosso Instagram: https://www.instagram.com/expertxp/ Assine o Expert Pass e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://bit.ly/ExpertPass.Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: https://t2m.io/mw7KOHu.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial de inflação do País, teve queda de 0,36% em agosto, registrando o segundo recuo mensal consecutivo. Com isso, no intervalo de 12 meses, a taxa acumulada caiu para 8,73%, rompendo a barreira dos dois dígitos com a qual convivia desde setembro de 2021.Além de analisar a baixa do indicador de agosto, o Economix desta semana examina o processo de desinflação da economia brasileira.A edição também avalia as condições da indústria nacional, cuja produção, em julho, contraiu 0,5%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, indicando dificuldades no segundo semestre.No cenário internacional, o programa discorre sobre a força do mercado de trabalho dos Estados Unidos, ao passo que o banco central do país tenta desaquecer a economia para frear a inflação.A alta dos preços também é preocupação na Europa. Nesta semana, o Banco Central Europeu (BCE) elevou a taxa de juros de referência, que estava em 0%, para 0,75%, numa tentativa de reverter o processo inflacionário da Zona do Euro – em 12 meses até agosto, o índice de preços do bloco atingiu 9,1%.Por fim, o episódio comenta os indicadores de inflação chineses. Diferentemente de grande parte do mundo, o gigante asiático tem conseguido manter a taxa ao consumidor em nível mais brando (2,5%, em 12 meses até agosto).Acesse: www.fecomercio.com.brConheça: lab.fecomercio.com.br©️FecomercioSP 2022. Todos os direitos reservados.
Na manhã desta quinta-feira (8), os índices futuros dos Estados Unidos operam perto da estabilidade e as bolsas da Europa se movimentam de forma mista, tendências que vêm seguidas da forte alta do mercado americano e à espera da confirmação de nova elevação dos juros pelo Banco Central Europeu (BCE). A inflação na zona euro pode atingir pelo menos 10% nos próximos meses, o que tem tornado o aumento da taxa de juros em 75 pontos base em uma reação iminente do BCE. Hoje discursa durante a manhã o presidente do Federal Reserve dos EUA, Jerome Powell, que pode proporcionar novos indícios sobre o cenário da inflação dos EUA e a política monetária do banco central. Além disso, serão divulgados durante a manhã os dados de pedidos de auxílio-desemprego semanal — que devem apresentar cerca de 240 mil solicitações, acima dos 232 mil da semana anterior, de acordo com o consenso do mercado. No Brasil, o mercado deve reagir durante o dia aos discursos proferidos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) durante as comemorações dos 200 anos da Independência do Brasil, em Brasília e no Rio de Janeiro. Marcados por um tom menos radical, mas personalistas e cheios de mensagens indiretas ao Supremo Tribunal Federal e à oposição, os discursos do presidente foram criticados nas redes sociais por outros candidatos à Presidência da República. A oposição afirma que Bolsonaro utilizou a ocasião para fazer campanha à reeleição, e não para celebrar a data comemorativa — pelo que pode ser acionado judicialmente. Por outro lado, os investidores também aguardam durante o dia a divulgação de outros indicadores, como o IGP-DI, com previsão do Itaú de deflação de 0,81% em agosto na comparação com julho.
Os mercados globais abriram em baixa nesta segunda-feira (5), em meio a um novo capítulo da crise de energia na Europa. Contrariando o esperado, a Rússia não cumpriu com o prazo de reabertura do gasoduto Nord Stream 1, que leva gás para a Alemanha e que, desde a última quinta-feira (1.º), está com atividades suspensas por conta de uma manutenção. A situação joga mais pressão sobre a Europa, que enfrenta uma escalada inflacionária e um dilema sobre a alta de juros pelo Banco Central Europeu (BCE). A aversão ao risco se intensifica com resultados da atividade da Europa, enquanto, no Reino Unido, os olhos se voltam à eleição da nova premiê Liz Truss. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Os mercados globais abriram em baixa nesta segunda-feira (5), em meio a um novo capítulo da crise de energia na Europa. Contrariando o esperado, a Rússia não cumpriu com o prazo de reabertura do gasoduto Nord Stream 1, que leva gás para a Alemanha e que, desde a última quinta-feira (1.º), está com atividades suspensas por conta de uma manutenção. A situação joga mais pressão sobre a Europa, que enfrenta uma escalada inflacionária e um dilema sobre a alta de juros pelo Banco Central Europeu (BCE). A aversão ao risco se intensifica com resultados da atividade da Europa, enquanto, no Reino Unido, os olhos se voltam à eleição da nova premiê Liz Truss. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Os mercados globais abriram em baixa nesta segunda-feira (5), em meio a um novo capítulo da crise de energia na Europa. Contrariando o esperado, a Rússia não cumpriu com o prazo de reabertura do gasoduto Nord Stream 1, que leva gás para a Alemanha e que, desde a última quinta-feira (1.º), está com atividades suspensas por conta de uma manutenção. A situação joga mais pressão sobre a Europa, que enfrenta uma escalada inflacionária e um dilema sobre a alta de juros pelo Banco Central Europeu (BCE). A aversão ao risco se intensifica com resultados da atividade da Europa, enquanto, no Reino Unido, os olhos se voltam à eleição da nova premiê Liz Truss. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
A bolsa começou no negativo às 11h30 bateu o mínimo 97.087, mas zerou às 12h33 seguindo as bolsas americanas que melhoraram onde o Nasdaq avançou +1,3% e Dow Jones +0,5%. No final, Ibovespa ficou quase estável com +0,76% a 99.036 pontos. As ações dos EUA subiram lideradas pelas ações de tecnologia com Netflix +3,4% e Tesla +9,80%. O lucro líquido da Tesla foi de US$ 2,5, bilhões, alta de 98% em relação ao mesmo período do ano passado, quando tinha sido de US$ 1,14 bilhão. A receita total foi de US$ 16,93 bilhões, alta de 42% na comparação com o segundo trimestre de 2021, quando tinha sido de US$ 11,95 bilhões. O dólar subiu 3 centavos para R$ 5,49 depois que o Banco Central Europeu (BCE) aumentou os juros em 0,50% quando o esperado era 0,25%. Esse movimento mais forte deixou claro para o mercado de câmbio no Brasil de que juros subiram mais e fortemente não apenas nos EUA, mas tbm na Europa. Assim, moedas de países emergentes como Brasil continuarão a se desvalorizar. Na B3, as 4 mais negociadas subiram e animaram investidores com Vale +1,7%, Petro -0,5%, B3SA3 +4,4%, MAGALU -1,9% Destaques de alta: REDE DOR (RDOR3) +7,8%, SULA11 +6,7%, BPAN3 +6,5%, POSI3 +6%, B3SA3 +4,4% Destaques de baixa: PETZ (PETZ3) -3,8%, RRRP3 -3%, KBLN11-3%, WEGE3 -2,5% e AZUL4 -2,4%. Escolha dos assinantes foram KLABIN (KLBN11) e assista no vídeo:
O mercado aumentou a projeção do crescimento econômico brasileiro para este ano, bem como reduziu as expectativas para a inflação. A onda de melhora ocorre em meio a uma desaceleração da inflação e queda no índice de desemprego do país. No exterior, o Banco Central Europeu (BCE) deve anunciar um aumento dos juros em 0,25 ou 0,50 ponto percentual - o primeiro em mais de dez anos. Apresentado por Thaís Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
O mercado aumentou a projeção do crescimento econômico brasileiro para este ano, bem como reduziu as expectativas para a inflação. A onda de melhora ocorre em meio a uma desaceleração da inflação e queda no índice de desemprego do país. No exterior, o Banco Central Europeu (BCE) deve anunciar um aumento dos juros em 0,25 ou 0,50 ponto percentual - o primeiro em mais de dez anos. Apresentado por Thaís Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
O mercado aumentou a projeção do crescimento econômico brasileiro para este ano, bem como reduziu as expectativas para a inflação. A onda de melhora ocorre em meio a uma desaceleração da inflação e queda no índice de desemprego do país. No exterior, o Banco Central Europeu (BCE) deve anunciar um aumento dos juros em 0,25 ou 0,50 ponto percentual - o primeiro em mais de dez anos. Apresentado por Thaís Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
A queda do valor do euro, cotado ao nível mais baixo em 20 anos em relação ao dólar, reflete os temores de que a União Europeia entre em recessão no segundo semestre. A moeda única europeia sofre os efeitos da alta das taxas de juros nos Estados Unidos e da inflação mundial, mas também paga o preço da guerra na Ucrânia. A perda se acentuou desde o começo do conflito, com -9,4% desde o início do ano. Agora, euro e dólar estão com o mesmo valor – uma despencada para a moeda única europeia, na comparação com 2020, quando era negociada por cerca de US$ 1,20. O conflito exacerbou fraquezas estruturais da economia alemã, motor do bloco e altamente dependente das importações de gás e petróleo russos. As incertezas quanto ao abastecimento nos próximos meses, em especial no inverno europeu, contribuem para fazer o euro cair. “Os mercados financeiros têm em mente um cenário de catástrofe, no qual a Rússia poderá parar totalmente de vender gás para os países europeus, o que provocaria uma recessão bastante pesada em países como Alemanha, Hungria, Áustria, República Tcheca, países altamente dependentes do gás russo”, explica o economista Henri Sterdyniak, do Observatório Francês de Conjuntura Econômica (OFCE). “E os outros, como a França, seriam atingidos por tabela, ao serem abalados pela recessão na zona do euro. Hoje, esse é o cenário mais provável.” Batalha de alta dos juros Enquanto isso, o dólar vai às alturas. A sequência de aumentos dos juros americanos pelo Fed atrai investimentos em dólar, uma situação que penaliza a economia mundial. Para controlar a inflação, mas também para concorrer com a moeda americana, o Banco Central Europeu (BCE) tende a acompanhar elevando a taxa básica no bloco – entretanto, com muito mais cautela, já que qualquer impulso significativo poderia levar a zona do euro para uma nova crise de dívidas. Alguns países, como a Itália, verão suas dívidas despontarem a cada novo aumento dos juros – os primeiros em 11 anos, numa região que havia se acostumado a conviver com índices negativos. Agora, o BCE programa um acréscimo ainda em julho e outro deve ocorrer em setembro. A movimentação agrada aos mercados financeiros, mas não é suficiente para conter a desvalorização face à moeda americana: a aposta é de que o Fed vai continuar uma subida agressiva, o que torna os investimentos no dólar mais lucrativos. “Com certeza, é preocupante para a Europa. Os mercados financeiros desconfiam da situação econômica na zona do euro, consideram que os salários não estão acompanhando os aumentos dos preços”, sublinha Sterdyniak. Nesta semana, a OCDE confirmou que a desaceleração econômica se acentua nos países da organização e, em especial, na zona do euro. “Os mercados também avaliam que o Banco Central Europeu (BCE) permanecerá extremamente prudente e que as taxas de juros americanos ficarão clara e perenemente maiores, portanto será melhor comprar dólares do que euros – ainda mais com o dólar subindo. Esse movimento será difícil de parar”, adverte o economista. Impulso à inflação O resultado é que a cotação desfavorável dificulta ainda mais uma situação já delicada para os europeus, que pagam mais caro para importar e negociar contratos, uma vez que o dólar é a moeda de referência. O câmbio desfavorável pressiona os preços já exorbitantes da energia, dos combustíveis e das matérias-primas, e conduz as famílias a limitar os gastos – amplificando o espectro recessivo. A cotação mais baixa que o euro atingiu foi logo nos primeiros dias da criação da moeda única, em 2002, quando chegou a valer US$ 0,88. Mas essa situação não durou muito: em dezembro do próprio ano, a moeda europeia ultrapassou a americana e, desde então, nunca foi cotada a menos de US$ 1.
Os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos decidem nesta quarta-feira (15) um novo aumento em suas taxas básicas de juros. A data ficou conhecida pelos investidores brasileiros como “super quarta”, já que as duas definições devem mexer com o mercado. Outra entidade monetária que se reúne nesta quarta é o Banco Central Europeu (BCE), que anunciou uma reunião de emergência em meio a temores sobre crise da dívida. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos decidem nesta quarta-feira (15) um novo aumento em suas taxas básicas de juros. A data ficou conhecida pelos investidores brasileiros como “super quarta”, já que as duas definições devem mexer com o mercado. Outra entidade monetária que se reúne nesta quarta é o Banco Central Europeu (BCE), que anunciou uma reunião de emergência em meio a temores sobre crise da dívida. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
As incertezas em torno dos números da economia americana tiveram um impacto em boa parte do mundo. A semana começou no vermelho nas bolsas europeias, com baixas em Paris, Londres e Frankfurt. A rúpia indiana caiu ao seu pior valor histórico, a 78,28 por dólar. Impacto, também, na libra turca e no rand sul-africano e queda de 3,1% no índice da bolsa para países emergentes. No Brasil, o Ibovespa despencou e o dólar foi cotado acima dos R$ 5,11. Em maio, os preços ao consumidor subiram mais do que o esperado nos Estados Unidos, atingindo 8,6% em um ano, o nível mais alto desde dezembro de 1981. Isso numa hora em que os investidores achavam que a inflação já tivesse atingido o pico. As reuniões desta terça-feira (14) e quarta-feira (15) servem para o Federal Reserve (FED), o Banco Central americano, decidir sobre o dinheiro em circulação e as taxas de juros. Atento a uma economia americana “muito forte”, com um “mercado de trabalho extremamente pressionado” e “inflação elevada”, como apontaram os últimos relatórios do Comitê de Política Monetária, o FED avalia forçar uma posição mais neutra, com uma taxa de juros mais restritiva, ou seja, focada em desacelerar a economia. Em entrevista à RFI, Thomas Costerg, economista na Pictet Wealth Management, explica como funciona esse mecanismo de ajuste. “Na economia, há uma equação entre a oferta e a demanda. Nós temos um problema de oferta, mas o FED atua sobre a demanda, de forma a fazer baixar essa demanda”, diz. “Mas vemos já números ruins sobre o imobiliário residencial nos Estados Unidos, que são algumas nuvens sobre a economia americana e a verdadeira questão é essa: será preciso ir até uma recessão para fazer baixar essa inflação?”, pergunta. O especialista observa, no entanto, que há fatores externos pressionando a alta de preços. “O problema está aí. O Banco Central tem de lidar com muitos fatores que não controla. Ele pode controlar a demanda doméstica, mas há outros fatores que estão ligados ao contexto internacional, ao conflito na Ucrânia e essa inflação galopante dos preços dos alimentos e da energia em nível mundial. E o FED não tem todas as cartas na manga. Esse é o risco atual”, completa Costerg. Brasil fez lição de casa Para o economista-chefe da Órama e professor do Ibmec do Rio de Janeiro, Alexandre Espírito Santo, o FED errou ao dizer que a inflação seria transitória. Ele explica que o Brasil está melhor preparado para lidar com a alta de preços. “No caso brasileiro, a nossa taxa de juros, a Selic, vem subindo há mais de um ano. Nesse sentido, o Banco Central do Brasil foi muito célere. Percebeu que a inflação não era transitória como a maioria dos Bancos Centrais, especialmente o FED vinha advogando, e subiu a taxa de maneira intensa”, aponta. “A gente não pode esquecer que, há pouco mais de um ano, a Selic estava em 2% e agora, muito provavelmente, será colocada acima de 13%. É uma das maiores altas da nossa história”, destaca. Para Espírito Santo, o Banco Central do Brasil agiu de forma preventiva, o que permite vislumbrar o encerramento de ciclo de alta, diferente dos Estados Unidos e do Banco Central Europeu (BCE) que, conforme explica o economista, estão no início desse processo. “Então, estamos levando vantagem em relação a esses outros bancos centrais”, diz. “Mas é claro que a alta de juros nos Estados Unidos é a grande referência e a política monetária global vem do que o FED faz”, completa. “Quando o Banco Central do Brasil iniciou, há pouco mais de um ano, esse aumento das taxas de juros, ele sabia que vinha inflação da disrupção das cadeias produtivas e da política fiscal que o nosso governo estava fazendo. E essa política fiscal expansionista acaba gerando um aquecimento da demanda. O nosso BC, preventivamente, atuou prevendo um aumento de preços que efetivamente aconteceu”, explica. Porém, o professor observa que a situação do mercado de trabalho do Brasil é mais frágil do que nos Estados Unidos. “É claro que o caso brasileiro é diferente, porque o mercado de trabalho brasileiro ainda se encontra longe do pleno emprego, mas vem melhorando gradativamente. Estamos em 10,5% de desempregados, é uma taxa ainda alta, mas menor do que um ano atrás”, compara. “Então, essa sintonia fina que o Banco Central vem tentando fazer é desafiadora porque não é simples você, no momento em que está tentando melhorar a economia depois da pandemia, tentando fazer com que a vida volte ao normal, porém com inflação alta, isso torna o trabalho do BC muito mais difícil”, observa. “E é por isso que, nesse momento, a gente vislumbra que o processo de elevação esteja próximo do seu fim”, conclui.
Os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos decidem nesta quarta-feira (15) um novo aumento em suas taxas básicas de juros. A data ficou conhecida pelos investidores brasileiros como “super quarta”, já que as duas definições devem mexer com o mercado. Outra entidade monetária que se reúne nesta quarta é o Banco Central Europeu (BCE), que anunciou uma reunião de emergência em meio a temores sobre crise da dívida. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Bom dia: A agenda desta quinta-feira (9) traz a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio, para o qual é esperado um abrandamento da taxa de inflação a 0,60%. O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa de fórum supermercadista. No exterior, o Banco Central Europeu (BCE) anuncia decisão de política monetária, seguida de coletiva com a presidente da instituição, Christine Lagarde. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
Bom dia, A agenda desta quarta-feira (1º) traz a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em painel do BIS sobre 'Green Swan' (riscos ao sistema financeiro de colapsos ambientais), que conta também com a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde. O Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) publica o Livro Bege e dois de seus dirigentes discursam. Entre os indicadores, a S&P Global divulga os índices dos gerentes de compras (PMIs, na sigla em inglês) do setor industrial de Brasil e EUA. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje, 31/05/2022: Dados divulgados hoje mostraram que a inflação na zona do euro subiu para um recorde em maio, aumentando as apostas de aumentos maiores das taxas de juros pelo Banco Central Europeu (BCE). E alimentando as preocupações com a inflação, o petróleo Brent atingiu US$ 123 por barril esta manhã, como resultado do corte de importações de petróleo russo. No Brasil, o PLP 18 (teto do ICMS) terá rito rápido no Senado, podendo ser aprovado em ambas as Casas antes do recesso parlamentar de julho. Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://conteudos.xpi.com.br/Participe do canal do Telegram para estar sempre atualizado: https://t.me/xp_investimentosConfira mais conteúdos também através do nosso Instagram: https://www.instagram.com/xpexpert/ Assine o Expert Pass e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://bit.ly/ExpertPass.Deixe seu comentário, inscreva-se no nosso canal do YouTube e ative as notificações para receber todas as novidades: https://bit.ly/3lUQQWW.Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: https://t2m.io/mw7KOHu.
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje, 19/05/2022: Mercados amanhecem negativos hoje, impulsionados pelos resultados decepcionantes de empresas do varejo americano, como o Walmart e Target, alertando para pressões de custos crescentes, confirmando os piores temores dos investidores sobre o aumento da inflação. No Brasil, o Tribunal de Contas da União aprovou ontem (18) a privatização da Eletrobras. Na agenda de hoje, as atenções devem ficar para a divulgação dos pedidos iniciais de seguro-desemprego nos EUA. Na Europa, atenção para a ata do Banco Central Europeu (BCE), que pode dar sinalizações sobre um possível aumento dos juros em julho. Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://conteudos.xpi.com.br/ Assine o Expert Pass e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://bit.ly/ExpertPass. Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: https://t2m.io/mw7KOHu.
Bom dia! A agenda desta terça-feira (17) traz eventos com os presidentes do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), Jerome Powell, e do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde. No Brasil, destaque para os números do IGP-10 de maio. O Ibovespa encerrou essa segunda-feira em alta de 1,22% atingindo os 108.232 pts. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje, 13/05/2022: Com a agenda local sem grandes movimentações, a atenção fica por conta dos destaques globais. O mercado acompanha as falas de dirigentes do Fed e do Banco Central Europeu (BCE) que participarão de eventos, enquanto fica de olho na divulgação do Índice de Sentimento do Consumidor preliminar dos EUA em maio nesta sexta-feira 13. Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://conteudos.xpi.com.br/ Assine o Expert Pass e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://bit.ly/ExpertPass. Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: https://t2m.io/mw7KOHu.
A agenda desta quarta-feira (27) traz a divulgação do IPCA-15 de abril. Saem também dados de fluxo cambial, que estavam suspensos devido à greve dos servidores. No exterior, está previsto um discurso da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde. Entre os balanços, destaque para Vale, Boeing e Meta. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
A agenda desta sexta-feira (22) traz discurso da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, e do presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Andrew Bailey. Destaque ainda às prévias dos índices de gerentes de compras (PMI) de Estados Unidos, zona do euro, Alemanha e Reino Unido. No Brasil, destaque apenas às operações de rotina do Banco Central (BC). --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje: As atenções do dia estarão sobre a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e a divulgação de novos resultados nos EUA, com brandes bancos publicando seus balanços. No Brasil, investidores aguardam a proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a ser apresentada pelo governo. O feriado de sexta-feira Santa mantém os mercados fechados amanhã no Brasil, EUA e Europa. Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://conteudos.xpi.com.br/ Assine o Expert Pass e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://bit.ly/ExpertPass. Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: https://t2m.io/mw7KOHu.
A agenda desta quinta-feira (14) traz a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), seguida de coletiva com a presidente da instituição, Christine Lagarde. Saem também as vendas no varejo e a prévia da confiança do consumidor dos Estados Unidos. Entre os balanços, destaque aos resultados do Citi, do Goldman Sachs e do Morgan Stanley. No Brasil, o Ministério da Economia apresenta Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
Bom dia, A agenda desta quinta-feira traz a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento da Legend Investimentos. O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa de evento do Bradesco BBI. No exterior, é divulgada a ata da mais recente reunião do Banco Central Europeu (BCE). E três dirigentes do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) discursam. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
A agenda desta terça-feira (22) traz a divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na semana passada, quando o Banco Central elevou a Selic a 11,75%. O presidente da instituição, Roberto Campos Neto, participa da abertura de evento do Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas. É divulgado ainda o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 1º Bimestre de 2022. No exterior, destaque para falas da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, e de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA). --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
A agenda desta terça-feira (15/03) tem como destaque a divulgação da produção industrial regional pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Lá fora, destaque para o Índice de Preços ao Produtos (PPI) americano, para o relatório mensal da Opep e para o discurso da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, no 31º Summit Econômico WELT. O Ibovespa encerrou esta segunda-feira em queda de 1,6% atingindo os 109.927 pts, em mais um dia pressionado pela queda dos preços das commodities. No dia, o setor financeiro da expectativa da alta da Selic às vésperas da reunião do Copom. Como destaque negativo, as commodities metálicas (surto de COVID-19 na China) e energéticas (novas conversas entre Rússia e Ucrânia). --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
A agenda desta quinta-feira tem como destaque a divulgação das vendas no varejo e dos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de janeiro. Lá fora, o foco é no índice de preços ao consumidor (CPI) americano e na decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE). o Ibovespa fechou ontem em alta de 2,43%, atingindo os 113.900 pts. Na máxima, o índice bateu os 114.051 pts com volume negociado de R$ 36,2 bilhões. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
nflação da zona do euro supera expectativas e atinge novo recorde histórico, 5,1%. O diferente de seus pares nos EUA (Fed) e na Inglaterra (BOE), o Banco Central Europeu (BCE) vem dizendo que não precisa remover tão rapidamente os estímulos monetários. No Brasil, atenções voltadas para a reunião do Copom esta noite e para a publicação da Produção Industrial de dezembro.
Reajuste de servidores garantido e escalada de tensões Russia x Ucrânia trazem cautela Análise Técnica Semanal - Ibovespa e Top 10 ações https://youtu.be/6IFMmU1ERO8 Olá, investidor. As Bolsas de Valores dos Estados Unidos oscilam nesta segunda-feira (24), com investidores ansiosos pela reunião do Federal Open Market Committe (Fomc, o comitê de política monetária dos EUA) que ocorre entre amanhã e quarta-feira (26). A expectativa é de que ainda não seja anunciada uma alta dos juros na reunião desta semana, mas o mercado espera por sinalizações sobre a trajetória dos juros ao longo do ano, atento ainda à possibilidade de encerramento do programa de compra de títulos conduzido pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em março. Na última semana, a despeito dos bons resultados referentes ao quarto trimestre reportados pela maioria das empresas até o momento, os principais índices norte-americanos de ações acumularam perdas significativas, com destaque para o índice da Nasdaq, Bolsa de Valores conhecida por abrigar empresas do setor de tecnologia, as mais prejudicadas pela perspectiva de alta dos juros na maior economia do planeta. Ao longo desta semana, são aguardados os resultados trimestrais das gigantes Apple (Nasdaq: AAPL), Microsoft (Nasdaq: MSFT) e a montadora de veículos elétricos Tesla (Nasdaq: TSLA). Na Europa, o mercado repercute as falas de lideranças dos principais bancos centrais do continente no Fórum Econômico Mundial de Davos. Autoridades do Banco Central Europeu (BCE), do Bank of England (BoE, o banco central do Reino Unido) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) reforçaram que a alta de preços pode ser mais intensa e mais duradoura do que o projetado inicialmente, sinalizando que medidas mais duras podem ser necessárias para conter a inflação na região. Somam-se a isso os resultados mais fracos do que o esperado do Índice dos Gerentes de Compras (PMI) composto, que engloba os setores industrial e de serviços, na zona do euro e no Reino Unido em janeiro. O recuo do indicador revela uma desaceleração na retomada da atividade econômica na região. O mercado europeu segue atento também à possibilidade de invasão russa na Ucrânia, após o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirmar à imprensa que os Estados Unidos não estão convencidos de que a Rússia não planeja uma invasão ao país vizinho. A declaração veio após uma reunião entre Blinken e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, na sexta-feira. Na Ásia, os mercados fecharam sem direção única, na expectativa pela reunião do FOMC nos EUA. E por aqui, o que esperar? Por aqui, vimos a Bolsa perder o fôlego na sexta-feira, com o Ibovespa, o principal índice de ações da B3, fechando em queda de 0,15%, aos 108.942 pontos. Os investidores seguem monitorando os preços das commodities, que impulsionaram as altas do Ibovespa ao longo da última semana, mas a preocupação com a situação fiscal do país e com o desempenho ruim das Bolsas de Valores internacionais pode limitar o desempenho dos mercados brasileiros nos próximos dias. O mercado avalia a proposta do governo federal que consiste em zerar as alíquotas dos tributos federais sobre gasolina, diesel e etanol na tentativa de conter a alta dos preços. A medida pode resultar em uma perda de arrecadação da ordem de R$ 57 bilhões, e pode representar uma infração da Lei de Responsabilidade Fiscal, uma vez que não indica nenhuma forma de compensar a receita perdida.
Olá, investidor. As Bolsas de Valores dos Estados Unidos operam sem direção definida nesta sexta-feira (21), com investidores atentos aos resultados corporativos do quarto trimestre do ano passado, ainda receosos diante da perspectiva de antecipação da alta dos juros no país. Na véspera, os mercados norte-americanos sustentaram o tom positivo no período da manhã e no início da tarde, mas o mau humor tomou conta das Bolsas de Valores de Nova York ao longo do dia, fazendo com que os principais índices de ações dos Estados Unidos fechassem em queda. Os resultados mais fracos do que o esperado da gigante do streaming Netflix (Nasdaq: NFLX) se somaram ao temor com o efeito que a retirada dos estímulos e a alta dos juros deve ter sobre as ações de empresas de tecnologia, contribuindo para mais um dia de perdas na Nasdaq. Na Europa, o mercado repercute o tom da ata da última reunião do Banco Central Europeu (BCE) divulgada na quinta-feira (20), na qual as autoridades monetárias da zona do euro avaliaram que a recuperação econômica da região cria um cenário propício para a redução do ritmo de compra de ativos. Entretanto, a ata descarta a possibilidade de alta de juros no presente momento, uma vez que a manutenção dos juros no patamar atual é vista como necessária para que a inflação convirja com a meta de 2% ao ano no longo prazo. A queda de 3,7% do volume de vendas no varejo do Reino Unido em dezembro ante o mês anterior, que veio mais intensa do que o previsto, e o discurso da presidente do BCE, Christine Lagarde, seguem no radar dos investidores, bem como o impasse envolvendo a Rússia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Ucrânia. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em queda, acompanhando o mau humor de Nova York. A exceção foi o índice Hang Seng, de Hong Kong, que acumulou leve alta de 0,05% no pregão. E por aqui, o que esperar? Por aqui, diante da noção de que as ações de empresas brasileiras estão “baratas”, os investidores estrangeiros voltam a ponderar riscos e oportunidades oferecidos pelo Ibovespa. Com os preços das commodities em alta e o apetite dos estrangeiros por ativos brasileiros, o dólar recuou a R$ 5,41. Além disso, conforme a variante Ômicron do coronavírus tem se mostrado menos letal do que as anteriores, ao mesmo tempo em que as vacinas têm se mostrado eficientes na redução expressiva do número de internações e óbitos pela doença, ações de setores que acumularam perdas significativas em decorrência do surgimento da cepa deram início a um movimento de recuperação. Sendo assim, papéis de empresas ligadas ao turismo, ao aluguel de carros e ao varejo físico figuraram entre as maiores altas do pregão de ontem. Por fim, o mercado analisa a proposta do governo federal que consiste em zerar as alíquotas dos tributos federais sobre gasolina, diesel e etanol na tentativa de conter a alta dos preços. A medida pode resultar em uma perda de arrecadação da ordem de R$ 57 bilhões.
Bancos centrais no mundo divergem, diante da busca pela mesma solução. Aprenda a lucrar com opções: Clique no Link e baixe o e-book gratuito de Opções https://lvnt.app/d2laef Olá, investidor. As Bolsas de Valores dos Estados Unidos operam em leve alta nesta quinta-feira (20), mas os investidores mantêm uma postura cautelosa com relação à possibilidade de encerramento do programa de compra de títulos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em março deste ano, o que abriria caminho para a alta dos juros no país antes do esperado. Na véspera, os mercados norte-americanos abriram o pregão em alta, impulsionados pelo recuo dos juros dos Treasuries – títulos públicos dos EUA – e pelos bons resultados trimestrais de grandes companhias de capital aberto, dentre as quais merecem destaque os bancos Morgan Stanley e Bank of America. No final do dia, porém, o receio com a alta dos juros fez com que as Bolsas de Valores de Nova York fechassem em queda. Nesta quinta-feira, investidores monitoram os resultados da gigante do streaming Netflix (Nasdaq: NFLX) e da companhia aérea American Airlines (Nasdaq: AAL). Na Europa, o mercado repercute a variação da inflação ao consumidor na zona do euro, que avançou 0,4% em dezembro, acumulando alta de 5% no ano, em linha com as projeções, e acompanha a divulgação da ata da reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE). Além disso, a tensão na fronteira entre Rússia e Ucrânia traz mais volatilidade aos mercados da Europa, podendo pesar ainda mais sobre a inflação nos países da porção ocidental do continente, uma vez que cerca de um terço do gás natural consumido na região vem da Rússia, e possíveis sanções à nação podem resultar em cortes no fornecimento do produto, elevando significativamente seu preço. Na Ásia, os mercados fecharam sem direção única, com desempenho negativo das Bolsas de Valores da China, apesar do anúncio de corte de 0,1 ponto percentual na taxa de juros para empréstimos de 1 ano no país, medida adotada para mitigar os efeitos da pandemia sobre a economia chinesa. E por aqui, o que esperar? Por aqui, a alta das commodities e o recuo do dólar frente ao real favorecem o Ibovespa, e os investidores seguem de olho no noticiário político, já visando as eleições deste ano. Na véspera, o ex-presidente Lula, que deve concorrer novamente à presidência neste ano, sinalizou que deve adotar uma postura mais moderada, voltando a defender a formação de uma chapa com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin. A perspectiva de que o petista não deve adotar uma postura radicalmente populista traz um pouco de alívio aos mercados.
Altcoins: cripto além do Bitcoin Clique no link para baixar o relatório gratuito. Entenda o que são altcoins, seus tipos e quais são as Altcoins mais conhecidas do mercado. https://lvnt.app/q79kj7 Olá, investidor. Os mercados internacionais oscilam nesta quinta-feira (13), com viés predominantemente negativo após o Departamento do Trabalho ter divulgado que a inflação ao consumidor nos Estados Unidos subiu 0,5% em dezembro, encerrando 2021 com alta acumulada de 7%, a maior desde 1982. O dado veio ligeiramente acima das projeções, que indicavam uma inflação de 0,4% no último mês do ano passado. Mesmo sinalizando uma desaceleração com relação a novembro, quando o indicador registrou alta de 0,8%, a inflação mais alta do que o esperado reforça o tom mais duro adotado pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que deve priorizar o combate à alta dos preços ao longo deste ano. Com a mudança de postura do Fed, cresce a expectativa pela alta dos juros nos Estados Unidos, movimento que pode ter início ainda em março deste ano, de acordo com as projeções de grandes bancos e casas de análise estrangeiros. A alta dos juros na maior economia do planeta tende a favorecer o investimento em ativos norte-americanos de renda fixa, como títulos públicos, além de tornar o investimento nas Bolsas de Valores de mercados emergentes, como o Brasil, menos atrativo para os estrangeiros. Nesta quarta-feira, investidores monitoram a divulgação da variação da inflação ao produtor nos Estados Unidos em dezembro, além do número de pedidos de seguro-desemprego na última semana. Na Europa, as Bolsas de Valores oscilam próximas da estabilidade, repercutindo a divulgação do relatório mensal do Banco Central Europeu (BCE) e notícias sobre a variante ômicron do coronavírus. Na Ásia, os mercados foram prejudicados pela perspectiva de alta dos juros e cortes de estímulos nos Estados Unidos, e a maioria das Bolsas fechou em queda. Para hoje, é aguardado o resultado da balança comercial da China em dezembro. E por aqui, o que esperar? Por aqui, os mercados devem seguir novamente o tom do exterior, com investidores atentos ainda ao noticiário político e aos preços das commodities no mercado internacional. Também merecem atenção a paralisação das operações de mineradoras no estado de Minas Gerais em decorrência das fortes chuvas na região.
O início da semana começa esvaziado com o mercado americano fechado hoje por conta do feriado do Dia de Trabalho nos EUA, e véspera de feriado no Brasil, mas ainda assim a semana será cheia de indicadores e eventos importantes. No cenário internacional, teremos a divulgação da inflação ao produtor (PPI) nos EUA e as reuniões do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco do Povo da China (PBoC). Além disso, discursos de dirigentes do Federal Reserve e dados de setor externo na China também podem agitar o mercado. Domesticamente, discussões sobre reforma tributária e PEC dos Precatórios devem ocupar a pauta do Congresso. Na seara de indicadores, destaque para a inflação medida pelo IPCA de agosto e a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) referente a julho
Com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial no Congresso Nacional, o governo liberou R$ 44 bilhões para reimplementar o auxílio emergencial. O Economix avalia os possíveis impactos do benefício e explica como foi incluído no texto, que tramitava no parlamento federal desde 2019. No cenário nacional, o programa também destaca a inflação de fevereiro, que chegou a 5,2% em 12 meses. Além disso, o episódio avalia a alta de preços nos Estados Unidos, a meta de crescimento da China para 2021 e o programa de compra de títulos anunciado pelo Banco Central Europeu (BCE). Acesse: www.fecomercio.com.br Conheça: lab.fecomercio.com.br ©️FecomercioSP 2021. Todos os direitos reservados.
Bom dia! Seguem as principais notícias e indicadores para começar o dia bem informado(a). *ABERTURA* As bolsas mundiais têm em sua maioria altas nesta quinta-feira, após a aprovação na Câmara dos Estados Unidos de um pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão, destinado a mitigar os efeitos da pandemia do coronavírus. Investidores também aguardam anúncios após a reunião do Banco Central Europeu (BCE), que ocorre hoje e trará a decisão da nova taxa de juros referenciais da instituição. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message
Bom dia! Seguem as principais notícias e indicadores para começar o dia bem informado(a). *ABERTURA* As bolsas mundiais têm em sua maioria altas nesta quinta-feira, após a aprovação na Câmara dos Estados Unidos de um pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão, destinado a mitigar os efeitos da pandemia do coronavírus. Investidores também aguardam anúncios após a reunião do Banco Central Europeu (BCE), que ocorre hoje e trará a decisão da nova taxa de juros referenciais da instituição. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/maestroinvestimentos/message