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O presidente Donald Trump garantiu, esta segunda-feira, que a relação com Benjamin Netanyahu continuava a ser "muito boa", mesmo depois do primeiro ministro israelita ter rejeitado o mais recente roteiro norte-americano para Gaza. Esta recusa acontece num momento de maior tensão entre os dois aliados históricos e numa altura em que ambos os líderes enfrentarão desafios eleitorais. Israel oficializou, no domingo, dia 9, a sua recusa do roteiro norte-americano para a Faixa de Gaza. Este plano, promovido pelo presidente Trump, desarmaria o Hamas e obrigaria o Estado Hebreu a deixar o enclave palestiniano, território que controla em 60%. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu condicionou qualquer retirada israelita a um "verdadeiro" desarmamento do movimento islâmico. Por seu lado, o Hamas, movimento islâmico que controla parte do enclave palestiniano, tinha aceitado o plano de Donald Trump, apelando aos Estados Unidos para pressionarem o Estado Hebreu a retirar-se de Gaza. Esta recusa do primeiro-ministro Netanyahu ocorre num momento de maior tensão com o presidente Trump, após as fricções latentes sobre o Irão, guerra que desencadearam juntos, e numa altura em que ambos enfrentarão desafios eleitorais: as eleições legislativas em Israel e as intercalares nos Estados Unidos. Maria João Tomás, professora universitária no ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa) da Universidade de Lisboa, especialista em geopolítica, com enfoque no Médio Oriente, qualificou a recusa israelita como sendo "previsível", dizendo que o primeiro-ministro israelita está "encurralado", enquanto que o Hamas procura a credibilização política com este plano. Claro que era previsível, Netanyahu está-se a sentir encurralado, e com razão, porque esta manobra do Hamas tem uma explicação simples: o Hamas a querer fazer este acordo e a querer retirar-se de Gaza tem um objectivo, que é poder concorrer às eleições sem ser o partido terrorista. Ou seja, vamos trocar isto por miúdos: o Hamas é a Irmandade Muçulmana e como Irmandade Muçulmana quer concorrer às eleições e provavelmente vai ganhá-las, mas não quer concorrer como uma entidade terrorista, quer concorrer como um partido com uma nova roupagem. Netanyahu não lhe interessa que ganhe um partido com uma cosmética nova e não lhe interessa que saia o Hamas, porque ódio gera ódio. E se Netanyahu tiver alguém para ter ódio, tem mais hipóteses para ganhar as eleições. O problema de Netanyahu é as eleições que vai ter e que, dada a conjuntura, tem todas as hipóteses de as perder. Em Gaza, ele quer que continue o Hamas, é conhecido e há provas disto, que Netanyahu deixou, durante muitos anos, que o Hamas fosse financiado. Era necessário que existisse um Hamas para justificar uma política de força, que é isso a única coisa que o Netanyahu sabe fazer. É política de força, pura e simplesmente. Netanyahu não tem interesse em fazer a paz, porque fazendo a paz, não consegue justificar o seu tipo de política. Netanyahu só sabe fazer a guerra, não sabe fazer a paz, nem tem interesse nisso, porque senão perde votos. Contrariamente, o Hamas aceitou o plano. Como explicar esta aceitação? O Hamas quer sair para voltar a concorrer. O Hamas é a Irmandade Muçulmana e sendo a Irmandade Muçulmana quer concorrer às eleições, mas não quer concorrer como partido ligado ao terrorismo. O Hamas é um grupo terrorista, por isso, para concorrer às eleições, quer concorrer com uma nova cosmética, com outro nome. E disso, Netanyahu não gosta. Não gosta, primeiro poraue seja a Irmandade Muçulmana que concorra. E depois, ainda por cima com uma roupagem de meninos que não são terroristas. O presidente Trump confirmou, esta terça-feira, que mantém uma relação "muito boa" com Netanyahu. Antes disto, o primeiro-ministro israelita tinha também confirmado que Trump era "um dos maiores amigos que Israel já teve na Casa Branca". Disse também que "a existência de Israel não está sujeita a negociação". Como analisar estas declarações oficiais e públicas de amizade entre os dois e o que estas revelam sobre o estado da relação entre os dois aliados históricos? A questão é se Trump insiste neste tipo de retórica, pode-lhe custar as eleições das "midterms" [interlacares]. No Michigan, ganhou um democrata radical de esquerda (Abdul El-Sayed), que não é bem contra Israel, mas é como se fosse. E está a crescer esse movimento nos Estados Unidos, porque estão fartos da subserviência de Trump a Netanyahu e é isso que pode custar as eleições a Trump. É normal que ele vá dizer isso, é para ver se assusta o eleitorado americano a dizer que a extrema esquerda está a ganhar, que é para ver se as pessoas votam nele. Mas eu não sei se essa será a estratégia adequada, porque as pessoas nos Estados Unidos estão fartas da subserviência de Trump a Netanyahu. Benjamin Netanyahu terá eleições legislativas em Outubro, as sondagens a colocarem o actual primeiro-ministro com algumas dificuldades. Mas as sondagens também revelam que o plano para Gaza não é bem recebido pela base de direita e de extrema direita do primeiro ministro, e até membros de extrema-direita do seu próprio governo tinham pressionado Netanyahu para abandonar o plano. Como é que este contexto doméstico israelita e esta prova eleitoral podem influenciar esta recusa? A extrema direita de Israel não quer que a Palestina exista. E Netanyahu foi dizer ontem que com ele, a Palestina não vai existir. Pronto, está tudo explicado. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu opôs-se ao cessar-fogo norte-americano com o Irão e não tem participado nas nos mais recentes planos ou até ofensivas americanas ao Irão. Mas esta guerra começou por ser desencadeada pelos dois em Fevereiro. Como analisar esse distanciamento entre os dois aliados relativamente à guerra do Médio Oriente e ao Irão? Netanyahu convenceu Trump que foi o único presidente que aceitou meter-se num ninho de vespas que é o Irão. É muito simples, Trump, por desconhecimento de onde se ia meter, meteu os Estados Unidos numa alhada de que é difícil sair. E Netanyahu conseguiu fazer isso. Nunca tinha conseguido fazer com nenhum presidente americano antes, mas conseguiu com Trump. E nesta altura do campeonato, não interessa a Netanyahu que se faça um acordo com o Irão, porque o que lhe interessa é que haja guerra, porque se houver guerra, ele ganha as eleições. Se houver paz, e ainda por cima essa paz e esse acordo tiver o acordo nuclear como base – e nesta altura o Irão tem todas as condições para reclamar esse direito, visto que os Estados Unidos fizeram o acordo nuclear com a Arábia Saudita. Netanyahu não quer quer que haja um acordo com o Irão e não quer que esse acordo tenha uma cláusula em que o Irão pode ter enriquecimento de urânio. Mas isso será uma condição que o Irão vai reclamar, até porque a Arábia Saudita fez um acordo semelhante com os Estados Unidos. Acresce a tudo isto a "NATO" islâmica, assinada na semana passada, e que está a encurralar ainda mais Netanyahu porque se está a criar um eixo entre a Turquia, o Paquistão e a Arábia Saudita, o qual se vai juntar provavelmente o Egipto, Bangladesh e por aí fora. Isso vai criar um problema gigante a Netanyahu. Netanyahu neste momento está encurralado e não é desta maneira que ele vai conseguir ganhar as eleições. As eleições que ele gosta de ganhar são eleições que tenham violência, ou seja, que tenham guerras, porque é a única maneira de eu conseguir ganhá-las. Nesta altura do campeonato, a conjuntura não é favorável a Netanyahu, muito embora estejam a acontecer outras coisas. Mas estas que eu acabei de dizer não são favoráveis a Netanyahu. A concretização do plano para Gaza, a "Riviera do Médio Oriente" de Donald Trump – na semana passada, houve a primeira reunião focada sobre Gaza – é necessária para a credibilização do Conselho de Paz como uma espécie de alternativa às Nações Unidas? Netanyahu não quer isso e vai fazer tudo por tudo para que isso não aconteça. É só isso que tenho a dizer. Eu não tenho nada, rigorosamente nada contra Israel. Antes pelo contrário, Israel tem o direito de existir. Mas o que nós temos no governo é um governo de extrema-direita. A única coisa que está a fazer é a mesma coisa que Trump: zelar pelos interesses próprios e não pelos interesses do país. Por isso é que o (Abdul) El-Sayed ganhou no Michigan, em que dizia uma coisa muito simples: "nós temos que colocar os americanos primeiro e não América primeiro". Ele pegou na frase do Trump. O que se está a passar em Israel? Netanyahu depende destas eleições para não ir preso, eu acho que isso diz tudo. Ele sabe como é que se ganha as eleições: as eleições que ele quer ganhar não se ganham com paz. Portanto, ele tem que justificar outro tipo de política para que os eleitores israelitas votem nele. Mateus Santa Rita
The Power and the Glory es el sexto álbum del grupo de rock progresivo británico Gentle Giant, publicado en 1974. Contrariamente a lo que se cree, el título del álbum y sus letras no están inspiradas en la novela del mismo nombre de Graham Greene, a pesar de que Derek Shulman conocía la novela.El guitarrista Gary Green, miembro de Gentle Giant, ha citado este álbum como su favorito.El álbum trata de un individuo que busca hacer el bien utilizando poder político. Se siente tentado de abusar del poder, como todos sus predecesores, y finalmente se convierte en aquello contra lo que luchaba.
Claudio Gallo, Lorenzo Bassotto"Sulle scene"Emilio SalgariNino Aragno Editorewww.ninoaragnoeditore.itSulle scene racconta e documenta l'intensa attività giornalistica di Emilio Salgàri come cronista e critico teatrale, svolta tra il 1883 e il 1885 sulle pagine de “La Nuova Arena” con lo pseudonimo di Emilius: un capitolo ancora oggi poco noto e, per larga parte, inedito. Figlio anomalo ed eclettico della Scapigliatura, melomane appassionato, Salgàri seguì opere, operette, balletti, spettacoli di fantocci meccanici, commedie e drammi messi in scena nei principali teatri veronesi e nelle piazze cittadine. Le sue recensioni non si limitavano alla musica o alle interpretazioni vocali: si addentravano nelle posture e nei movimenti degli attori, nelle scenografie, nei suoni di scena, fino al lavoro dei macchinisti. Per comprendere davvero l'originalità dello stile e dell'opera salgariana, non si può prescindere da queste esperienze giovanili, in cui già affiorano la sua precisione visiva e il suo gusto narrativo. Il volume propone una ricca selezione delle cronache redatte da Salgàri e numerose recensioni dedicate a Ida Aida Peruzzi, “la veneziana linguacciuta e spiritosa”, nelle quali è facile riconoscere la mano dello scrittore: Salgàri seguiva infatti le rappresentazioni della futura moglie sui palcoscenici di alcune compagnie melodrammatiche, restituendone con vivacità il talento e l'energia.Emilio Salgàri , nacque a Verona il 21 agosto 1862, in una famiglia piccolo-borghese. Giovanissimo lasciò la città e si iscrisse all'Istituto Nautico di Venezia, senza però conseguire il titolo di capitano di gran cabotaggio; in seguito amò attribuirsi viaggi e brevetti mai ottenuti, alimentando il mito della propria esperienza marinaresca. Tornò a Verona alla fine del 1882 e avviò una intensa attività giornalistica: collaborò con “La Nuova Arena” diretta da Ruggero Giannelli, firmando articoli di politica internazionale con lo pseudonimo di Ammiragliador e cronache teatrali come Emilius, mentre pubblicava i primi romanzi d'appendice. Nel 1885 passò a “L'Arena”, dove lavorò fino al 1893; quindi si trasferì a Torino per dedicarsi alla narrativa e ai rapporti con gli editori. Negli anni successivi consolidò la collaborazione con Antonio Donath, visse per un periodo a Genova e tornò infine a Torino. Contrariamente a una leggenda diffusa, non visse sempre in miseria: garantì alla famiglia, la moglie Ida e i figli Nadir, Fatima, Romero e Omar, una vita borghese decorosa e nel 1906 firmò con l'editore Enrico Bemporad un contratto di rilievo. Si tolse la vita il 25 aprile 1911, provato dalla malattia della moglie e da una crisi personale profonda.Claudio Gallo , già bibliotecario, docente di Storia del Fumetto presso l'Università degli Studi di Verona, direttore de “Ilcorsaronero”, rivista salgariana di letteratura popolare, è studioso dell'opera di Salgari di cui ha scritto, insieme a Giuseppe Bonomi, una rigorosa e innovativa biografia. Ha pubblicato numerose monografie e saggi alla letteratura per ragazzi del primo Novecento e alle origini del giallo italiano e del fumetto, alla poco conosciuta letteratura fantastica e inquietante dell'Ottocento.Lorenzo Bassotto è attore, autore e regista, autore di drammaturgie per ragazzi. Da sempre si occupa di letteratura avventurosa ed è condirettore della rivista “Ilcorsaronero”. Lavora da anni tra teatro, formazione e progetti editoriali, con un percorso internazionale che intreccia narrazione, immagine e teatro d'oggetti. Collabora con musicisti e illustratori di fama mondiale e con editori di libri per l'infanzia e l'adolescenza, sviluppando progetti che uniscono ricerca scenica e cura artigianale del racconto.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Contrariamente a quanto pensiamo, i cinesi si mobilitano e protestano e lo fanno in tanti modi. Dalle piazze alle fabbriche, passando per l'on line, la dialettica tra popolazione e Partito è molto più accesa di quanto si pensi. Fonti: DeepSeek, TikTok, Temu: How China is taking the lead in tech - BBC World Service - BBC Wolrd Service - 7 FEBBRAIO 2025 China Protests Flare Up Ahead of Regime Anniversary; China's Economy Staggering: Expert - China in Focus NTD - 2 OTTOBRE 2025 Voicing dissent in China is risky but it's rising dramatically - Sky News - 12 GENNAIO 2026 Rare glimpse of Chinese citizens fighting back against the regime - Sky News Australia - 13 GENNAIO 2026 US-China trade war explained - TRT World - 6 maggio 2025 Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA II TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES 02 DE JUNIOARREPENTIMIENTO GENUINOEl mundo secular nos bombardea con mensajes que instan a la autonomía individualista, a la indulgencia y al ensalzamiento propio ante los demás, lo contrario de la invitación de Dios al servicio y la mansedumbre (Mat. 5:5). Curiosamente, las primeras palabras registradas en la Biblia por Juan el Bautista y Jesús fueron similares. Juan dijo: “¡Arrepiéntanse, que el reino de los cielos se ha acercado!” (Mat. 3:1, 2). Jesús dijo: “El tiempo se ha cumplido, el reino de Dios está cerca. ¡Arrepiéntanse, y crean al evangelio!” (Mar. 1:14, 15; ver también Luc. 24:46, 47). Tanto Jesús como Juan llamaron a sus oyentes a arrepentirse porque el Reino de los Cielos estaba cerca. ¿Es ese mensaje relevante para nosotros hoy? Lee Hechos 3:18 y 19. ¿Por qué es tan importante el arrepentimiento en el proceso de crecimiento espiritual? ¿Qué es un tiempo de “refrigerio”, “consuelo” (RVR 95) o “descanso” (NVI)? La bondad de Dios nos lleva al arrepentimiento (Rom. 2:4), que implica dos pasos: (1) el dolor sincero por las faltas cometidas; y (2) la decisión honesta de abandonar el pecado. En la Biblia, el arrepentimiento casi siempre está relacionado con el perdón. Dios nos perdona cuando nos arrepentimos genuinamente. Es así de sencillo (1 Juan 1:9; Apoc. 3:19). “El Señor no demora en cumplir su promesa, como algunos piensan, sino que es paciente con nosotros, porque no quiere que ninguno perezca, sino que todos procedan al arrepentimiento” (2 Ped. 3:9). Mientras nos preparamos personalmente para la Segunda Venida, Dios nos da tiempo para poner nuestras cosas en orden con él. Jesús sufrió, murió y resucitó para que su gracia pueda obrar un milagro en nuestra vida cuando nos arrepentimos. Contrariamente al mundo, que nos dice que no necesitamos hacer ningún cambio en nuestra vida, Dios nos pide que vayamos a él arrepentidos y con fe (Hech. 20:21), y que nos pongamos en sus manos para que él pueda podar y hermosear nuestros caracteres haciéndolos semejantes al suyo a fin de que demos testimonio de él (Juan 15:2, 8). Es así como crecemos y producimos el fruto resultante del arrepentimiento (Mat. 3:8). “No es genuino ningún arrepentimiento que no obre una reforma. La justicia de Cristo no es un manto para cubrir pecados que no han sido confesados ni abandonados; es un principio de vida que transforma el carácter y rige la conducta” (Elena de White, El Deseado de todas las gentes, p. 509). El arrepentimiento conduce a la vida (Hech. 11:18) y es una parte vital del crecimiento en la relación con Dios. ¿Cuál de los tres pasos del proceso divino de desarrollo (sumisión a Dios, arrepentimiento y autorización para ser podado) es el más desafiante para ti?
Cambiare vita anche dopo i 40 anni si può: ti racconto i 5 vantaggi illegali negli "anta" che i giovani ignorano.Questo video nasce dopo una chiacchierata con una studentessa TCG, che ha passato i 40 e ha appena avviato un cambio lavorativo immenso, completamente diverso dal suo settore di partenza.Parlando insieme a lei ho cercato di scomporre i segreti del suo rapido successo.In due mesi ha acquisito le competenze per svolgere questa nuova professione e si sta già mettendo in gioco nel mondo lavorativo.Contrariamente a lei, molte persone superati i 40 vorrebbero cambiare vita e lavoro ma si sentono frenate. E allora in questo video ti racconto quali sono i 5 vantaggi nascosti, ma super potenti, per chi vuole svoltare anche dopo gli "anta".Perché sì, si può sul serio.___Costruisci la tua libertà scrivendo online, vivi e lavora con la scrittura ad alti livelli inizia dalla lezione gratuita qui. Oppure clicca qui, parla in modo diretto e gratuito con un copywriter del team TCG.___Per domande, accesso a materiali e risorse, scrivi alla mail hola@copygateway.com.___Seguimi sui Social: Instagram | YouTube | LinkedIn | TikTok
In questa puntata del Fotobar, la discussione si riallaccia alle novità presentate al Mobile World Congress 2026 di Barcellona, espandendo l'analisi ai più recenti e discussi dispositivi nel panorama della fotografia mobile. Dopo aver approfondito le caratteristiche del Leica Leitz Phone e dello Xiaomi 14 Ultra nei precedenti appuntamenti, il focus si sposta su due flagship di riferimento: l'Oppo Find X9 Ultra e il Vivo X300 Ultra. Anteprime del mercato: Uno sguardo ai rumors e alle imminenti evoluzioni tecnologiche del settore, con particolare attenzione alla futura Nikon Z9 Mark II, che beneficerà delle tecnologie derivate dalla recente acquisizione di RED.Buon ascolto! Oppo Find X9 Ultra e la tecnologia periscopica: Analisi approfondita del comparto ottico del nuovo top di gamma Oppo, caratterizzato da un sistema periscopico a cinque prismi che introduce uno zoom ottico 10×(equivalente a un 230mm f/3.5). Viene esaminata la resa del sensore spettrale, la gestione del rumore elettronico – tra le più basse e costanti della categoria – e la particolarità del file RAW nativo, privo di interpolazioni software e maschere di contrasto aggiuntive. La fisica dell'immagine e il confronto con le fotocamere tradizionali: Una riflessione nata dalle dichiarazioni di Simon Liu (Director of Imaging Technology di Oppo), il quale ribadisce come uno smartphone non possa sostituire una fotocamera tradizionale a causa dei limiti fisici imposti dallo spazio e dalle ottiche, ponendo l'accento sul concetto di “miglior file immagine disponibile quando non si ha una fotocamera con sé”. Vivo X300 Ultra e l'orientamento al video professionale: Uno sguardo alle peculiarità del dispositivo Vivo, che propone una focale principale da 35mm equivalenti e una forte ottimizzazione per il comparto video, grazie al supporto per il caricamento di tabelle LUT, il formato Log a 10-bit e la registrazione in 4K a 120 fps. La percezione della Street Photography con lo smartphone: Un dibattito cruciale sulla percezione sociale dello strumento fotografico in contesti stradali. Contrariamente alla tesi che vede lo smartphone come uno strumento “discreto” capace di rendere i soggetti più naturali, l'esperienza sul campo evidenzia come la fotografia mobile venga spesso percepita come più invasiva e orientata alla condivisione non consensuale sui social network, mentre l'uso di una fotocamera tradizionale genera maggiore tolleranza e un senso di finalità artistica. “Prodotti che non hanno bisogno di esistere”: Una nuova rubrica critica in cui viene analizzata la Panasonic Lumix TZ300, una compatta superzoom considerata un'operazione commerciale anacronistica, e il sistema GoPro Mission 1 / One Pro ILS, criticato per la complessità strutturale a fronte di pesanti limitazioni operative (mancanza di autofocus e controllo elettronico del diaframma con ottiche Micro Quattro Terzi). Buon ascolto! Leggi gli articoli del nostro Magazine: https://magazine.discorsifotografici.itSeguici su Facebook: https://www.facebook.com/discorsifotograficiSeguici su Instagram: https://www.instagram.com/discorsifotografici/Scrivici a: info@discorsifotografici.it
Un minaccioso fantasma si aggira nei talk show, sui giornali e nel dibattito pubblico italiano: il neoliberismo, additato come causa ultima di ogni male contemporaneo. Ma come stanno davvero le cose? In questo episodio ne parlo con Andrea Mingardi, economista, direttore dell'Istituto Bruno Leoni, ed autore – fra gli altri – di “La verità, vi prego, sul neoliberismo” (Marsilio). Contrariamente alla narrazione dominante, i dati mostrano in maniera chiara come la spesa pubblica in Occidente non sia mai stata così alta nella storia, così come la pressione fiscale sia di parecchi punti superiore al limite massimo che John Maynard Keynes (il più noto e seguito teorico dell'intervento statale nell'economia e nella società) teorizzava come soglia per il collasso di uno Stato. E allora dov'è e che cos'è esattamente il neoliberismo? Una conversazione in puro stile PDR su uno dei maggiori non detti del nostro tempo. Questo episodio è offerto dall'olio extravergine "Il Fuoco invisibile": https://tinyurl.com/4b7tb9va La nuova edizione di ODIO è qui: https://amzn.to/44VUzdh I libri di tutti gli ospiti di PDR e qualche consiglio di lettura sono qui: https://www.amazon.it/shop/danielerielli La mia newsletter gratuita: https://danielerielli.substack.com/ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Maria Cristina Amoretti"Una scienza libera?"Il ruolo dei valori nella ricerca scientificaRosenberg & Sellierwww.rosenbergesellier.itÈ davvero possibile e auspicabile una scienza “libera”, completamente immune da influenze etiche, politiche, culturali, economiche o religiose? Questo volume esplora in profondità il rapporto tra scienza e valori, mostrando come le intrusioni valoriali pervadano l'intero processo scientifico: dalla definizione delle priorità di ricerca alla valutazione delle evidenze, fino all'accettazione delle ipotesi e alla comunicazione dei risultati. Contrariamente a un'idea ancora diffusa, l'autrice argomenta come l'ideale della value-free science sia non solo irrealistico, ma anche indesiderabile, e come il tentativo di nascondere il ruolo dei valori possa compromettere l'integrità, l'affidabilità e la credibilità della scienza stessa. Attraverso una solida analisi teorica e numerosi esempi concreti, il volume aiuta a comprendere come la scienza possa rimanere oggettiva e al servizio della società, senza nascondere — ma anzi rendendo trasparenti — le sue molteplici connessioni con i valori.Maria Cristina Amoretti è professoressa associata in Filosofia della scienza presso l'Università di Genova. Si occupa di questioni concettuali e metodologiche in filosofia della medicina e della psichiatria, con particolare riferimento al ruolo dei valori nella pratica scientifica. Su questi temi ha pubblicato numerosi articoli e volumi tra cui: Filosofia della scienza. Parole chiave (con D. Serpico, Carocci 2022) e Filosofia della medicina. Pensare la salute e la malattia (Carocci 2015).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
O assassínio de Lisabeth, jovem francesa de origem cabo-verdiana, de 23 anos, em plena luz do dia em Nice, França, teve um impacto profundo na comunidade cabo-verdiana residente no local. O caso trouxe para o centro do debate a urgência na prevenção da violência. Emilie da Veiga Moura, da associação Dix Étoiles, reconhece que a violência baseada no género é uma realidade recorrente e lembra que um dos maiores obstáculos continua a ser o silêncio das vítimas, muitas vezes imposto pela vergonha. Para Emilie da Veiga Moura, presidente do conselho directivo da associação Dix Étoiles (Dez Estrelas), “foi chocante”. O crime ocorreu numa zona considerada tranquila, próxima de uma creche e de uma escola, o que acaba por abalar o sentimento de segurança. As investigações apontaram rapidamente para um conflito intrafamiliar, reforçando uma realidade que, segundo a dirigente associativa, não pode continuar a ser ignorada. “Para nós, foi mais uma vez uma demonstração da violência, desta vez intrafamiliar, mas não só, da violência em geral”, sublinhou. Apesar da dimensão do crime, a dirigente associativa e terapeuta rejeita leituras generalizadas sobre a comunidade cabo-verdiana. “A câmara de Nice tratou o assunto de forma a não ficarmos estigmatizados. Os cabo-verdianos não são todos violentos”, afirmou. Ainda assim, reconhece que a violência baseada no género é uma realidade existente e recorrente. “É uma forma de violência que existe. Esta é a causa principal da existência da nossa associação”, referindo-se à criação da associação Dix Étoiles a 08 de Março de 2025. A instituição nasceu precisamente da necessidade de agir antes que a violência atinja níveis extremos. “É um problema que existe, mas tem que ser feito algo em termos de educação, em termos de prevenção”, defendeu. Um dos maiores obstáculos continua a ser o silêncio das vítimas, muitas vezes imposto pelo medo e pela vergonha: “Há muitas mulheres que vivem debaixo da pressão do marido, do companheiro e sentem vergonha”. “Como terapeuta estou a acolher cada vez mais pessoas, começam a dizer ‘eu acho que sou vítima', mas ainda não estão prontas para fazer queixa”, relatou. Contrariamente a uma ideia comum, aqui a dependência económica nem sempre é o principal factor. “Há muitas mulheres que ganham muito mais que os homens, cá no sul”, afirmou Emilie da Veiga Moura, que aponta o peso da humilhação, da exposição social e da educação como causas do silenciamento. A estratégia da Dix Étoiles assenta na prevenção e na intervenção precoce, actuando em diferentes níveis da comunidade. Entre os projectos em curso estão a parceria com a Associação Cabo-Verdiana de Luta Contra Violência Baseada no Género, o trabalho local com jovens em situação de vulnerabilidade e a criação de um grupo de teatro franco-cabo-verdiano como ferramenta de sensibilização e diálogo intercultural.
TESTO DELL'ARTICOLO ➜ https://www.bastabugie.it/8418OMELIA IV DOMENICA T. ORD. - ANNO A (Mt 5,1-12) di Giacomo BiffiIl Signore propone oggi alla nostra meditazione una delle pagine più celebri del Vangelo. Nella narrazione di Matteo il proclama delle Beatitudini apre il grande Discorso della Montagna, il quale offre ai discepoli di Gesù quasi una nuova legge di vita.Quella delle Beatitudini non era una forma letteraria ignota al mondo antico. L'uso di chiamare "beati" alcuni stati esistenziali si ritrova tanto tra i greci quanto tra gli ebrei.«Beato colui che ha buona fama», dice Pindaro. E Bacchilide: «Beato colui al quale un dio ha elargito in sorte dei beni e la possibilità di condurre una vita agiata». Insomma: beati i ricchi, beati i fortunati, beati gli uomini famosi e onorati. Questa era la mentalità antica, questa è, ancora oggi, la nostra mentalità.Come si vede, siamo agli antipodi delle beatitudini evangeliche, che appaiono dunque al confronto chiaramente rivoluzionarie.L'Antico Testamento rivela una visione spiritualmente più ricca e più religiosa, ma sempre molto lontana dalla "rivoluzione evangelica".Un esempio:Nove situazioni io ritengo felici nel mio cuore, la decima la dirò con le parole:un uomo allietato dai figli,chi vede da vivo la caduta dei suoi nemici; felice chi vive con una moglie assennata, colui che non ara con un bue e un asino, colui che non pecca con la sua lingua,chi non deve servire a uno indegno di lui; fortunato chi ha trovato la prudenza,chi si rivolge a orecchi attenti;quanto è grande chi ha trovato la sapienza,ma nessuno supera chi teme il Signore (Sir 25,7-10).Da questi testi si può misurare tutta l'ampiezza della "novità" portataci da Cristo.Tuttavia non dobbiamo farci illusioni: noi portiamo dentro di noi ancora molto della mentalità "greca" (cioè pagana) e della mentalità ebraica (cioè veterotestamentaria). La "evangelizzazione di noi stessi" è opera sempre in atto, sempre incompiuta, sempre da ricominciare.IN VISTA DI BENI SPIRITUALI ED ETERNINella pagina delle beatitudini c'è una struttura intrinseca che va colta. Tentiamo di farlo con alcune annotazioni semplicissime, che si direbbero addirittura grammaticali.Ciò che è indicato da Gesù come presente, come proprio dei suoi discepoli che vivono in questo mondo, è qualcosa di penoso, di duro, di aspro: povertà, afflizione, fame, persecuzione, insulti. Gesù non si è mai impegnato (anche se ce lo dimentichiamo regolarmente) a darci tranquillità, prosperità, successo, trionfo.Ciò che esprime possesso, ricompensa, godimento, è da lui messo al futuro: "saranno consolati, erediteranno, troveranno, vedranno". Quasi a dirci che ci sono garantiti beni grandi e ineffabili, ma non per il mondo di oggi, bensì per quello futuro e definitivo. Contrariamente alla saggezza mondana, Gesù ritiene che dobbiamo preferire la gallina di domani all'uovo di oggi.L'unico possesso presente è il Regno di Dio: "Vostro è il Regno dei cieli", perché nella rinascita battesimale già ci è stata donata la "vita eterna".Però la bella parola che scandisce tutto il testo: "Beati!", si riferisce al presente. I poveri, gli afflitti, i miti, i misericordiosi, i puri di cuore sono beati fin da adesso. La gioia non è dunque incompatibile col "presente cristiano"; anzi è la caratteristica del "presente cristiano".Anche se a prima vista può sfuggire, la ricompensa di cui si parla qui è sempre la stessa, ed è "escatologica", cioè posta oltre la fine della storia mondana. Il "Regno dei cieli", la "terra", la "consolazione", la "visione di Dio" ecc. indicano tutti la felicità ultra terrena.Non c'è nulla di più fuorviante di una "applicazione sociale" delle beatitudini. La giustizia sociale è un'idea che è doveroso perseguire (e questo appare da altre parti del messaggio evangelico); ma qui non c'entra niente.Anzi una lettura "sociale" delle beatitudini darebbe come risultato una loro interpretazione reazionaria: i poveri dovrebbero restare poveri, gli afflitti dovrebbero continuare a piangere, gli emarginati dovrebbero continuare ad aver fame e sete di giustizia, perché solo così essi sono "beati". E non ci sarebbe niente di più contrario al pensiero di Cristo.GESÙ CRISTO PER PRIMO VIVE LA LOGICA DELLE BEATITUDINIMa proprio la riflessione su questo messaggio originale e rivoluzionario ci permette di socchiudere un poco alla nostra comprensione l'enigma più grande e tragico dell'universo e il senso autentico del nostro pellegrinaggio terreno.Noi spesso ci chiediamo: perché l'esistenza umana è, in se stessa, così povera e sventurata, tanto che si conclude immancabilmente con una catastrofe? Perché ha così largo spazio la sofferenza? Perché l'uomo onesto è troppe volte sopraffatto? Perché i discepoli di Cristo devono sperimentare nella più parte dei casi la sconfitta? Perché ci deve essere tanta fame e tanta sete di giustizia?La risposta è misteriosa come il Dio che sta all'origine delle cose, e come lui trascende e sconcerta la nostra piccola logica.Si tratta di riuscire a capire che il disegno di salvezza, che è stato pensato per noi, ha al suo centro proprio il Figlio di Dio che per primo si è sottoposto alla legge delle beatitudini, il Figlio di Dio umiliato e schiacciato dalle forze del male (ma dalle sue lividure noi siamo stati sanati); il Giusto condannato dai malfattori (ma così noi abbiamo meritato di essere assolti); il Signore del cielo e della terra che offre preghiere e suppliche con forti grida e lacrime (Eb 5,7) (e così abbiamo avuto speranza di essere esauditi); colui che è mite e umile di cuore, ed è stato avvilito dai superbi (e così siamo stati salvati dalle rovine del nostro orgoglio); colui che ha provato, più che quella del pane, la fame del suo cibo, che la volontà del Padre; colui che è misericordioso e non ha trovato misericordia; colui che è venuto a portare la vera pace, e ha scatenato contro di sé la guerra delle forze del male, colui che è la vita e si è sottomesso alla morte (ma così anche noi abbiamo ricevuto in sorte un destino di risurrezione e di gioia eterna).Se il disegno di Dio è questo, chi si conforma allacondizione di Cristo e rivive i suoi misteri è beato, perché si colloca al cuore del divino progetto, compie con lui il suo "passaggio" dalla sconfitta alla vittoria, dal dolore alla gioia, dalla morte alla vita, e con lui si fa principio della salvezza del mondo.
Il congiuntivo italiano è uno dei modi verbali più affascinanti e dibattuti della nostra lingua. Spesso considerato difficile e arcaico, in realtà continua a vivere e prosperare nella comunicazione contemporanea, dalle canzoni dei rapper ai discorsi istituzionali. Contrariamente alla credenza popolare che lo vorrebbe morente, il congiuntivo si rivela essere un modo verbale vitale e moderno, capace di adattarsi ai tempi senza perdere il suo innato fascino seduttivo. Il Congiuntivo Italiano: Storia, Fascino e Attualità di un Modo Verbale Irresistibile La Democratizzazione del Congiuntivo: Dagli Anni '50 a Oggi Dalla metà del XX secolo, il congiuntivo ha vissuto una democratizzazione progressiva. Se un tempo era appannaggio dell'élite colta, riservato ai salotti aristocratici e ai testi letterari più raffinati, a partire dagli anni '50 ha iniziato a diffondersi in strati sempre più ampi della popolazione italiana. Questo processo di democratizzazione linguistica ha portato sia opportunità che sfide. Da un lato, un maggior numero di italiani ha iniziato ad approcciarsi a questo modo verbale; dall'altro, non tutti hanno acquisito la padronanza necessaria per utilizzarlo correttamente, generando gli errori che spesso finiscono alla ribalta mediatica. Tuttavia, è importante sottolineare che la diffusione popolare del congiuntivo rappresenta un fenomeno positivo: dimostra che gli italiani sentono il bisogno di esprimersi con maggiore precisione e raffinatezza, anche quando non padroneggiano completamente le regole grammaticali. Gli Episodi Mediatici che Hanno Reso Famoso il Congiuntivo La storia recente del congiuntivo italiano è costellata di episodi mediatici clamorosi che ne hanno aumentato la notorietà. Il caso più eclatante risale al 2017, quando l'allora vicepremier Luigi Di Maio commise una serie di errori consecutivi nell'uso del congiuntivo durante comunicazioni pubbliche. Gli sbagli furono tre e particolarmente evidenti: "soggetti spiano" invece di "spiino", poi "venissero spiati" e infine "spiassero". Questi errori, amplificati dai social media, scatenarono un dibattito nazionale che durò settimane. Twitter si trasformò in un campo di battaglia linguistica, con migliaia di utenti che difendevano l'uso corretto del congiuntivo. Un altro episodio memorabile avvenne nel 2015 in Senato, quando il senatore Castaldi pronunciò "se potrebbe" invece di "se potesse". L'intera aula esplose in un coro unanime di "CONGIUNTIVO!", trasformando un semplice errore grammaticale in un momento di teatro politico che fece il giro del web. Questi episodi, lungi dall'essere semplici gaffe, hanno dimostrato quanto gli italiani siano emotivamente legati al corretto uso del congiuntivo, considerandolo una questione d'onore linguistico e culturale. Il Congiuntivo nella Musica Contemporanea: Dai Rapper ai Cantautori Contrariamente ai luoghi comuni che vorrebbero i giovani disinteressati alla grammatica, molti artisti contemporanei utilizzano il congiuntivo con padronanza e consapevolezza stilistica. La musica rap e trap italiana, spesso accusata di impoverire la lingua, in realtà presenta numerosi esempi di uso corretto e creativo del congiuntivo. Sfera Ebbasta, uno dei rapper più influenti della scena italiana, utilizza espressioni come "spero che il vicino non senta", dimostrando una perfetta padronanza del congiuntivo presente. Shiva canta "mi ameresti ancora se da domani mollassi i concerti?", utilizzando correttamente il congiuntivo imperfetto in una struttura ipotetica. Anna Pepe esprime desideri con "vorrei avessi la fame mia", mentre Il Tre manifesta aspirazioni politiche con "vorrei che regnasse l'anarchia". Questi esempi dimostrano come i giovani artisti comprendano intuitivamente che il congiuntivo conferisce ritmo, musicalità e profondità poetica ai loro testi. Naturalmente, non mancano gli errori: Guè Pequeno dice "spero che lo fai" invece di "faccia", ma questi sbagli vanno contestualizzati nell'ambito dell'espressione artistica spontanea e del linguaggio colloquiale del rap, dove spesso prevale l'immediatezza comunicativa sulla correttezza formale. L'Ossessione Italiana per il Congiuntivo: Un Fenomeno Culturale Unico L'Italia è probabilmente l'unico paese al mondo dove gli errori grammaticali diventano casi mediatici. Questa peculiarità culturale affonda le radici nel profondo legame che lega gli italiani alla loro lingua, percepita non solo come strumento di comunicazione ma come patrimonio identitario da preservare. L'uso scorretto del congiuntivo viene spesso percepito come una mancanza di rispetto verso la tradizione culturale italiana. Quando un personaggio pubblico commette un errore, si scatena immediatamente una reazione collettiva che va oltre la semplice correzione grammaticale: è un richiamo all'ordine linguistico e culturale. Questo fenomeno rivela quanto gli italiani siano emotivamente coinvolti nella difesa della loro lingua. Il congiuntivo diventa così un simbolo di raffinatezza culturale, un indicatore sociale che distingue chi padroneggia la lingua da chi non ne conosce le sottigliezze. La passione italiana per il congiuntivo si manifesta anche nella produzione culturale popolare. Il personaggio di Fantozzi, con i suoi goffi tentativi di utilizzare il congiuntivo ("facci lei", "vadi"), rappresenta perfettamente l'imbarazzo collettivo di chi aspira a un registro linguistico elevato senza possederne gli strumenti. Congiuntivo vs Indicativo: Una Questione di Registro e Contesto Il rapporto tra congiuntivo e indicativo nella lingua italiana contemporanea è più complesso e sfumato di quanto spesso si pensi. Non si tratta di una semplice opposizione tra "corretto" e "scorretto", ma di una scelta stilistica che dipende dal registro comunicativo e dal contesto d'uso. L'indicativo rappresenta la concretezza e l'immediatezza: "piove", "Marco mangia", "penso che è così". È il modo della certezza, della quotidianità, della comunicazione diretta e informale. Il congiuntivo, invece, introduce sfumature di significato: dubbio, desiderio, possibilità, cortesia. La differenza tra "penso che è" e "penso che sia" non è solo grammaticale ma semantica: la prima espressione trasmette certezza e immediatezza, la seconda introduce un elemento di dubbio o di distacco formale che può risultare più elegante e rispettoso verso l'interlocutore. Nel linguaggio colloquiale informale, l'indicativo sta progressivamente sostituendo il congiuntivo in molti contesti. Questo fenomeno è naturale e legittimo: la lingua si adatta alle esigenze comunicative dei parlanti. Tuttavia, in contesti formali, letterari o solenni, il congiuntivo mantiene il suo ruolo insostituibile. I Domini Esclusivi del Congiuntivo: Dove Regna Incontrastato Nonostante la progressiva informalizzazione della lingua, esistono contesti in cui il congiuntivo rimane assolutamente irrinunciabile. Questi "domini esclusivi" rappresentano le roccaforti grammaticali dove nessuno osa contestare la sua supremazia. Le congiunzioni subordinative come "benché", "affinché", "purché", "qualora" richiedono obbligatoriamente il congiuntivo. Espressioni come "benché piove" suonano così sbagliate che nemmeno i parlanti meno colti oserebbero utilizzarle. In questi casi, il congiuntivo mantiene il suo potere normativo assoluto. L'espressione di desideri e auguri rappresenta un altro dominio esclusivo: "magari vincessi al lotto!", "che tu possa essere felice!", "dio ti benedica!". In questi contesti, il congiuntivo non può essere sostituito senza alterare completamente il significato e la forza espressiva dell'enunciato. Anche nelle frasi esclamative e nelle espressioni di stupore il congiuntivo conserva la sua funzione insostituibile: "che sia possibile!", "se sapessi!", "magari fosse vero!". Queste costruzioni mantengono intatta la loro vitalità nella lingua parlata contemporanea. Il Congiuntivo e gli Studenti Stranieri: Un Rapporto di Amore e Timore Per gli studenti stranieri di italiano, il congiuntivo rappresenta spesso il test definitivo di padronanza linguistica. Inizialmente percepito come un ostacolo insormontabile a causa delle sue molteplici forme e dei suoi usi apparentemente arbitrari, diventa gradualmente oggetto di fascino e conquista. La reazione iniziale è generalmente di scoraggiamento: "Ma quante forme ha?", "Quando si usa esattamente?", "Perché è così complicato?". Tuttavia, quando gli studenti iniziano a comprendere le sfumature semantiche e stilistiche del congiuntivo, si verifica una vera e propria rivelazione linguistica. Interessante notare come gli italiani siano generalmente indulgenti con gli errori di congiuntivo commessi dagli stranieri. Mentre un errore di un italiano scatena correzioni immediate e talvolta derisione, lo stesso errore commesso da uno straniero viene accolto con comprensione e persino tenerezza. La Complessità Affascinante: Quattro Tempi per Infinite Sfumature La ricchezza morfologica del congiuntivo italiano, con i suoi quattro tempi (presente, imperfetto, passato, trapassato), può intimidire ma rappresenta in realtà un patrimonio espressivo di inestimabile valore. Ogni tempo permette di collocare l'azione in una dimensione temporale specifica, creando sfumature di significato impossibili da ottenere con altri modi verbali. Il congiuntivo presente esprime contemporaneità o posteriorità rispetto al momento dell'enunciazione: "spero che venga" (domani). Il congiuntivo imperfetto indica anteriorità: "speravo che venisse" (ieri). Il congiuntivo passato esprime anteriorità rispetto al presente: "spero che sia venuto" (prima di ora). Il congiuntivo trapassato indica anteriorità rispetto a un momento passato: "speravo che fosse venuto" (prima di allora). Questa complessità temporale permette di costruire architetture sintattiche raffinate,
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA I TRIMESTRE DEL 2026Narrado por: Eddie RodriguezDesde: Guatemala, GuatemalaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchLUNES 12 DE ENEROMORIR ES GANANCIA Todos, especialmente los creyentes, somos partícipes del Gran Conflicto, que hace estragos a nuestro alrededor y en nosotros. Todos experimentamos de un modo u otro, y hasta nuestro último día de vida, la realidad de esta lucha cósmica. Lee 2 Corintios 10:3-6. ¿De qué se trata la guerra espiritual que libramos y cuáles son nuestras armas? Las armas espirituales más letales son las ideas, sean buenas o malas. Satanás utiliza la crítica, la traición, la vergüenza, el miedo, la presión grupal, y una serie de instrumentos similares que los cristianos nunca debemos emplear. En cambio, debemos usar el amor, la misericordia, la paz, la mansedumbre, la paciencia, la bondad y el dominio propio. Nuestra arma más poderosa, si es usada correctamente, es “la Palabra de Dios” manejada por el Espíritu (Efe. 6:17), porque solo Dios puede llevar la verdad al corazón de una persona. Nosotros somos solo el instrumento que Dios usa para lograr sus propósitos. Lee Filipenses 1:21, 22. ¿Cuál es el punto que destaca aquí Pablo, especialmente en el contexto del Gran Conflicto? Nuestra batalla es espiritual, pues estamos en una guerra de ideas y valores. Sin embargo, Cristo ya obtuvo la victoria por nosotros en la Cruz, y nunca seremos derrotados si permanecemos unidos a él, incluso si ello nos cuesta la vida. Pablo estuvo dispuesto a sobrellevar todo lo que le sucediera aquí en la Tierra, por injusto que fuera, pues había confiado su vida y su futuro a un tribunal superior. Como cristianos, no debemos luchar tanto por nuestros derechos como por lo que es justo. Contrariamente a la máxima según la cual “la fuerza hace a la razón”, la verdadera fortaleza es el resultado de la última. La sumisión a la voluntad de Dios es algo honorable. De hecho, es la única manera de obtener la victoria en la guerra que libramos. Jesús, por supuesto, es el ejemplo por excelencia de la sumisión a la voluntad de Dios, como demuestra Pablo en Filipenses 2. ¿Cómo estás experimentando ahora mismo la realidad del Gran Conflicto? ¿Cómo puede darte consuelo y fortaleza el hecho de saber que Cristo ya obtuvo la victoria por nosotros?
C'è una parola che molte di noi hanno imparato a sussurrare, a nascondere, a minimizzare.Una parola che, quando pronunciata ad altavoce, rischia di farcisembrare “troppo”:troppo aggressive, troppo egoiste, troppo pocofemminili. Quella parola è ambizione.Mentre per un uomo dire“sono ambizioso” suona come un'affermazione di forza, di determinazione, di legittimo desiderio di crescita, per una donna quella stessa frase porta con sé un peso diverso. Rischia ditrasformarsi in un'etichetta: arrivista, fredda, privadi empatia. Come se volercrescere professionalmentefosse incompatibile con l'essere donna, madre, partner,amica.Ma è davvero così? Ostiamo semplicemente pagando il prezzo di stereotipi culturali così radicati da diventare invisibili?I numeri che raccontanouna storia diversaIniziamo dai fatti. Contrariamente a quanto sicrede, le donne non sono meno ambiziose degli uomini. Secondo una ricercadi Egon Zehnder, una delle principali società di consulenza globale in ambito di talent management, le aspirazioni verso posizioni di C-suite (i vertici aziendali) sono oggi praticamente paritarie: il 27% delle donne aspira a raggiungere il C-suite, rispetto al 31% degli uomini. Una differenzaminima che smonta il mitodell'”ambition gap” – il presunto divario di ambizionetra i generi.
Un predator definito disonorevole e debole dal suo stesso padre, fugge su un pianeta ostile dopo che il genitore ha ucciso suo fratello.Il giovane cacciatore alieno dovrà trovare e uccidere la bestia più feroce di quel pianeta, in modo da tornare a casa con il trofeo più ambito ed essere accettato dalla sua tribù. Ad aiutarlo nell'avventura, un androide dalle sembianze femminili.Contrariamente alle mie aspettative, devo ammettere che questa pellicola intrattiene e diverte, senza pretendere troppo. Scenari interessanti, momenti d'azione ben girati ed un pizzico di ironia ben inserita, fanno di questa pellicola un momento gustoso, non esente da difetti, ma che è scuramente superiore a Prey, almeno per quel che mi riguarda.Un Predator sicuramente più buono ed inclusivo, ma che non stona e non appare mai ridicolo.
En este mensaje, el Pastor Néstor Salas inicia la serie "El Regalo Perfecto" abordando el verdadero sentido de la Navidad. Contrariamente a la perfección que a menudo se muestra en las redes, se reflexiona sobre cómo Dios elige manifestarse en medio del desorden y el caos de nuestra vida real. Descubre por qué Jesús no espera tu perfección para nacer en tu historia, y cómo este "Regalo" desmantela la premisa de que solo califica lo ordenado. Abre el "pesebre" de tu corazón y vive una fe auténtica.
In questa puntata riflettiamo sul tema della regolazione emotiva degli adulti di fronte ai comportamenti disregolati dei bambini. Contrariamente all'ideale del genitore sempre calmo e zen, esploriamo l'importanza di riconoscere e regolare le proprie emozioni in modo autentico. Attraverso il concetto di "finestra di tolleranza", scopriremo come fluttuare tra emozioni piacevoli e spiacevoli, senza cadere nel mito della calma perfetta. Con esempi pratici e spunti di riflessione, l'episodio ci offre strumenti preziosi per affrontare le sfide quotidiane della genitorialità, ricordando che è normale e umano disregolare. PER APPROFONDIREhttps://www.spreaker.com/episode/saper-chiedere-scusa-a-bambini-e-bambine--52780291https://percorsiformativi06.it/la-regola-dei-terzi/https://percorsiformativi06.it/prodotto/quando-bambini-e-bambine-disregolano/PER CONTINUARE A SEGUIRE PF06SITO www.percorsiformativi06.it INSTAGRAM https://www.instagram.com/percorsiformativi06/ YOUTUBE https://www.youtube.com/c/SilviaIaccarinoPercorsiformativi06/videos FB https://www.facebook.com/percorsiformativi06 GRUPPO FB https://www.facebook.com/groups/177748889440303/ TELEGRAM https://t.me/percorsiformativi06 NEWSLETTER https://percorsiformativi06.it/iscrizione-alla-newsletter/ RIEPILOGO DEI NOSTRI CONTENUTI https://linktr.ee/pf06DISCLAIMERI contenuti dei podcast sono forniti a solo scopo educativo e informativo. Questi non intendono in alcun modo sostituire consulenze, diagnosi o trattamenti forniti da professionisti del settore medico, psicologico o di altre discipline specialistiche.I contenuti proposti non costituiscono consigli professionali personalizzati né possono essere considerati esaustivi o adattabili a specifiche esigenze individuali. Nulla di quanto offerto qui è inteso per essere utilizzato come strumento diagnostico o terapeutico.Percorsi Formativi 0-6 e i suoi formatori non si assumono alcuna responsabilità per l'uso improprio delle informazioni contenute in questo podcast. Ogni utente è invitato a rivolgersi a professionisti qualificati per consulenze mirate riguardanti la propria salute fisica o mentale. In caso di dubbi su eventuali diagnosi o trattamenti per problemi di salute, raccomandiamo di consultare sempre un medico, uno psicologo o altro operatore sanitario qualificato.
Sobre a Essência - Xavier ZubiriEsse vídeo é baseado no livro: Sobre la Esencia, com alguns adendos e críticas à conclusão do autor.Autor: Xavier ZubiriPublicação Original: 1962 (Alianza Editorial, entre outras edições)Conceito Central: A obra Sobre la esencia de Xavier Zubiri é um tratado fundamental da sua filosofia, que busca redefinir o conceito metafísico tradicional de essência. Zubiri afasta-se das concepções platônicas (ideia abstrata) e aristotélicas/tomistas (forma substancial estática), propondo a essência como o princípio constitutivo, real, individual e dinâmico da realidade. A essência não é um universal lógico ou uma ideia abstrata, mas sim a estrutura interna e o sistema de notas (propriedades) que fazem com que uma coisa individual seja "de suyo" (com subsistência própria). É o que define a realidade de um ser específico, não apenas sua categoria. A essência é captada através da "inteligência sentiente", o ato humano fundamental de apreender a realidade. O homem capta imediatamente a "formalidade de realidade" dos objetos, ou seja, que eles são reais antes de serem conceituados. A essência é o "quê" da realidade apreendida nesta imediaticidade, em talidade e não mera quididade. Contrariamente à noção clássica de essência imutável, Zubiri argumenta que a essência possui uma estrutura dinâmica. As "notas" que compõem a essência formam um sistema que pode evoluir ou se desdobrar ao longo do tempo e da história. A essência é o fundamento aberto do ser, não uma determinação fechada. A obra é uma crítica profunda à metafísica ocidental tradicional, que, segundo Zubiri, subordinou indevidamente a realidade (o ser "de suyo") ao conceito de ser (como cópula ou ato de ser), obscurecendo a apreensão primordial da realidade mesma. Esse livro é crucial para entender o realismo zubiriano, que procura superar as dicotomias modernas entre idealismo e realismo ingênuo, reorientando a filosofia para a experiência primordial e imediata da realidade como fundamento de todo o pensamento posterior. Quer ajudar o canal:*Link do Livro - O Agente do Caos: https://amzn.to/4dbsdhK*Pix: https://widget.livepix.gg/embed/e47d6...*Apoie o Canal: https://apoia.se/canaldosocran
Contrariamente a lo que pensaron muchos, el presidente Javier Milei salió muy fortalecido en las elecciones de medio término. Esta vez no fue ni Donald Trump ni Scott Bessen quienes rescataron a Milei: fueron los argentinos que volvieron a apostar a un gobierno que había perdido el rumbo.Contra todos pronósticos, el presidente Milei sale fortalecido con un horizonte político despejado. El riesgo Kuka dejó de existir, el Congreso ya no será un problema para las reformas que piensa llevar a cabo y los gobernadores, después del triste papel que hicieron, seguramente se volverán dóciles. Además, después de la victoria, Trump seguirá apostando por la Argentina y probablemente Besset siga comprendo pesos mientras sea necesario. Ahora, todo depende de Javiewr Milei. ¿Por qué volvió a ganar? ¿Qué mensaje le dieron los argentinos a la oposición? ¿Y qué viene ahora, con un Congreso más alineado con el oficialismo?En este episodio de Micro Mundos, Martín Pitton analiza el resultado electoral, el rol del peronismo, la estrategia de la Casa Rosada y el futuro inmediato de la política argentina.Entrevistamos al consultor político Carlos Fara
La Mensa Isiaca, nota anche come Tabula Bembina, è uno dei reperti di maggior risonanza storica e culturale conservati presso il Museo Egizio di Torino, ponendosi come fulcro per lo studio del sincretismo religioso in epoca imperiale romana e della storia intellettuale occidentale. Contrariamente ad altri celebri pezzi del museo, la sua importanza non risiede nella sua autenticità faraonica, ma piuttosto nel suo ruolo di ponte culturale. Il manufatto, una lastra bronzea riccamente intarsiata, opera storicamente in due distinti ambiti cronologici e interpretativi. Inizialmente, fu un'opera d'arte egittizzante prodotta a Roma tra il I secolo a.C. e il I secolo d.C.. Successivamente, dopo la sua riscoperta nel Rinascimento, divenne un testo criptico fondamentale che alimentò la "frenesia geroglifica" e influenzò profondamente le dottrine ermetiche e esoteriche. Il valore storico-culturale della Mensa si rivela, paradossalmente, quasi inversamente proporzionale alla sua autenticità egizia. Essendo realizzata con pseudo-geroglifici non leggibili, la sua natura ambigua e misteriosa ha permesso agli studiosi rinascimentali e barocchi di proiettarvi significati arcani, trasformandola in un catalizzatore di speculazioni errate ma seminali sull'antica sapienza egizia.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/l-antica-sapienza-egizia--3571682/support.
Scott Bessent, secretario del Tesoro de Estados Unidos, afirmó que Milei no solo es “el líder de una gran nación, pero también de un continente” en la entrega del Citizen Award: “El presidente Milei no solo es el líder de una gran nación, sino también de un continente. Ha inspirado a la juventud argentina a cuestionar la vieja propuesta de que la mano pesada del Gobierno es el camino hacia la prosperidad. Al hacerlo, ha encendido la fe en los mercados libres y ha sentado las bases para una nueva edad dorada en Argentina”.Bessent sostuvo que Milei tuvo el valor de defender a Argentina enfrentándose al establishment: “Cuando el pueblo presionaba, la solución del Gobierno a cada uno de esos problemas siempre era: ‘Más, más'. Más gasto, más planes sociales, más burocracia. Pero a medida que el Gobierno hacía más, el pueblo tenía menos. Un hombre reconoció que el Estado no era la solución, sino el problema. Un hombre tuvo el valor de defender a Argentina enfrentándose al establishment, y ese hombre está con nosotros esta noche. Esta noche conmemoramos al presidente Javier Milei por su esfuerzo incansable de hacer que Argentina sea grande otra vez”.El secretario del Tesoro de EE.UU., Bessent, señaló que Milei ha construido un Gobierno austero y eficiente que busca salvaguardar la propiedad, la libertad y la libre empresa: “El presidente Milei ha transformado Argentina para mejor. En lugar de una burocracia corrupta y derrochadora, la administración de Milei ha construido un Gobierno austero y eficiente que busca salvaguardar la propiedad, la libertad y la libre empresa de su pueblo. Como dijo el presidente Milei la semana pasada, el equilibrio financiero es una piedra angular del crecimiento. Con ese fin, ha presentado un plan para lograr un superávit fiscal por tercer año consecutivo”.Ante la asamblea general de la ONU, Milei comparó la inmigración “con una invasión” y se refirió a que Estados Unidos entiende que es el momento de revertir una dinámica que estaba llevando al país a una catástrofe: “Pero el problema no es sólo de política económica. Lo vemos también cuando se viola la igualdad ante la ley o se abren las puertas de forma indiscriminada a la inmigración por razones políticas. Contrariamente a lo que es la inmigración, en este caso se trataría de invasión. El presidente Trump en Estados Unidos también entiende que es el momento de revertir una dinámica que estaba llevando a Estados Unidos a una catástrofe. Y sabemos que una catástrofe en Estados Unidos es una catástrofe global”.Javier Milei le agradeció a Trump y a Scott Bessent en la entrega del Citizen Award por el "espaldarazo de apoyo" que le dieron a la Argentina en "un momento de incertidumbre": “Y quiero agradecer especialmente tanto al presidente Donald Trump y al secretario Scott Bessent por el espaldarazo de apoyo a Argentina en tiempos de incertidumbre. Se trata de un hito histórico en la relación de amistad estratégica entre las 2 naciones. Seguramente traerá beneficios para ambas partes, así como para todo el continente americano”Noticias del jueves 25 de septiembre por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯ https://scnv.io/m8Gr
Dalla prevenzione alla consapevolezza, un percorso che coinvolge tutte le fasi della vita femminile. La ginecologa Barbara Steri racconta come i consultori diventano luoghi di ascolto, supporto e crescita per donne, giovani e famiglie. Prendersi cura di sé è il primo passo verso il benessere. E quando a ricordarcelo è una professionista come la dottoressa Barbara Steri, ginecologa e responsabile di cinque consultori, il messaggio diventa ancora più forte. In questa intervista per Unica Radio, la dottoressa racconta come la prevenzione e la sensibilizzazione siano strumenti fondamentali per accompagnare le donne in ogni fase della vita, dall'adolescenza alla postmenopausa. Consultori come spazi di accoglienza I consultori, spiega Steri, non sono soltanto luoghi di visite ed esami. Sono spazi multidisciplinari in cui lavorano insieme ginecologi, ostetriche, psicologi, assistenti sociali e sanitari. Una rete di competenze che permette di affrontare con delicatezza e professionalità ogni esigenza: dalla contraccezione alla gravidanza, dalle difficoltà della menopausa al sostegno psicologico per le famiglie. C'è uno spazio giovani, pensato appositamente per ragazzi e ragazze. Ci sono incontri dedicati alle donne mature, in cui si parla di salute, ma anche di alimentazione e benessere. Giovani e consapevolezza Uno degli aspetti più sorprendenti è la risposta dei giovani. Contrariamente a quanto si potrebbe pensare, studenti e studentesse accolgono con entusiasmo i progetti portati nelle scuole. “Assorbono le informazioni come spugne” racconta Steri. È la dimostrazione di quanto sia importante parlare con loro di fisiologia, sessualità consapevole e prevenzione delle gravidanze indesiderate. Temi delicati che, se affrontati con rispetto e chiarezza, diventano strumenti di crescita e responsabilizzazione. La dottoressa porta l'esempio di incontri in cui i ragazzi hanno chiesto più giornate di confronto. È un segnale forte: il desiderio di sapere e di essere guidati è reale. Non mancano i momenti di riflessione su argomenti complessi. Tra questi l'interruzione volontaria di gravidanza o la possibilità di partorire in anonimato. Tutto è supportato da una rete di servizi che garantiscono privacy e tutela. Progetti per le donne in età matura Oltre al lavoro con i giovani, la Steri è impegnata in nuovi progetti rivolti alle donne tra i 40 e i 60 anni. È una fascia di età spesso trascurata, ma centrale nella vita femminile. Incontri e laboratori accompagneranno le donne nella transizione della menopausa. L'approccio non si limita alla dimensione clinica, ma coinvolge anche quella psicologica e sociale. È una visione che mette davvero al centro la persona, non solo la paziente. L'invito alla prevenzione Il suo consiglio finale è semplice ma potente: iniziare presto, senza vergogna. Anche un colloquio informale in consultorio può essere l'inizio di un percorso di cura e consapevolezza che dura tutta la vita. Vincere i tabù e instaurare un rapporto di fiducia con gli operatori sanitari è il modo migliore per proteggere la propria salute. Un'intervista intensa, capace di emozionare e motivare. Un invito rivolto a tutte le donne, ma anche a chi si occupa di loro, a non rimandare e a considerare la prevenzione come parte integrante della vita quotidiana. Ascolta l'intervista completa alla dottoressa Barbara Steri in questo articolo e lasciati coinvolgere dalla sua passione e dalla sua esperienza.
Contrariamente a los que demasiados medios internacionales se están apresurando en afirmar, #Bolivia no ha girado a la derecha con la primera vuelta de las elecciones, y más aún, no ha logrado comenzar a vencer los problemas que representa la izquierda. ________________ Encuéntrame en más redes: Web: http://riosmauricio.com X/Twitter: https://x.com/riosmauricio https://www.linkedin.com/in/riosmauricio/ Facebook: https://www.facebook.com/riosmauriciocom Patreon: https://patreon.com/riosmauricio
Ellos y ellas (nosotros, no) quieren que la Fed baje la tasa de interés. Contrariamente a la reacción que tuvo el mercado, el último dato de inflación no lo justifica. Pero, "querer es poder", dicen...
In questa puntata del Late Tech Show, il podcast B2B tech di Gigi Beltrame, si è parlato di:Data Center: potenza, calore e zcqua – sfatando i miti (con Stefano Mozzato di Vertiv) :l'architettura dei data center è in costante evoluzione. Dai 10-15 kW per rack, con l'avvento dell'Intelligenza Artificiale (GPU) si arriva a densità di 100-130 kW per rack, rendendo il raffreddamento a liquido una necessità per evitare il "surriscaldamento".Contrariamente a quanto si crede, i data center di nuova generazione in Italia non sprecano acqua. La maggior parte utilizza sistemi a circuito chiuso, rendendo il consumo d'acqua un falso mito legato a tecnologie superate.Un'opportunità emergente è il riutilizzo del calore in eccesso (l'acqua di raffreddamento può raggiungere i 50°C) per sistemi di teleriscaldamento ("district heating"), contribuendo a un bilancio energetico quasi neutro.L'esplosione delle identità digitali (con Paolo Lossa di CyberArk): non si tratta più solo di persone! Abbiamo esplorato il mondo delle identità digitali umane e non umane (macchine). Si stima un rapporto di 1 a 85 tra identità umane e macchine, un dato sorprendente! L'automazione, l'AI, l'IoT e il cloud stanno accelerando la proliferazione di credenziali macchina, creando un enorme rischio di "shadow machine identity". La soluzione? Strumenti di governance centralizzata, scoperta automatica, classificazione e politiche "least privilege" per mitigare i rischi.MyCIA e l'identità alimentare: l'innovazione a tavola (con Pietro Ruffoni di MyCIA):Un'iniziativa italiana ha creato la "Carta d'Identità Alimentare", un documento digitale gratuito che permette ai consumatori di specificare allergie, intolleranze e preferenze alimentari.MyCIA.it e MyCIA for Business collegano le esigenze dei consumatori con i menù dei ristoratori tramite un algoritmo brevettato, semplificando la gestione degli allergeni e promuovendo l'inclusività. Si sta spingendo per una proposta di legge che renda obbligatoria l'educazione alimentare nelle scuole primarie e secondarie, per favorire una maggiore consapevolezza.Le aziende italiane e gli investimenti in tecnologia (Soldo Spend Index con Gianluca Salpietro di Soldo):Le aziende italiane stanno accelerando la loro trasformazione digitale. La spesa in Intelligenza Artificiale è più che raddoppiata (+130%) nell'ultimo anno, focalizzandosi su agenti e generazione di contenuti.Anche la spesa in software è aumentata del 37%, parallelamente a una riduzione del 30% delle spese ricorrenti nelle grandi aziende, puntando all'efficienza e all'automazione.Un aumento del 41% nella spesa per servizi professionali evidenzia la difficoltà nel trovare competenze verticali interne e la preferenza per la flessibilità dei consulenti esterni.Sorprendentemente, la spesa per le traduzioni è cresciuta del 150%, nonostante l'AI generativa, indicando una maggiore produzione di contenuti multilingue.Il bisogno di incontrarsi non è svanito! Nonostante lo smart working, le spese di rappresentanza (+12%) e noleggio veicoli (+30%) sono aumentate, confermando il valore delle interazioni umane e personali.Con:Pietro Ruffoni MyCIA,Paolo Lossa CyberArk,Stefano Mozzato Vertiv,Gianluca Salpietro SoldoContattami per moderazioni, speech e consulenze: https://forms.gle/jtcv577NAd6gLWbi8
In questo episodio parliamo di bambini, bambine e condivisione. Contrariamente a quanto tendiamo a pensare, forzare la condivisione non aiuta, anzi può essere controproducente rispetto alla costruzione di una autentica generosità. PER APPROFONDIREARTICOLO SULLA CONDIVISIONEIL CONCETTO DEL CONTINUUMWEBINAR GRATUITO SUI LITIGI TRA BAMBINIEPISODIO SUL TEMPERAMENTOPer continuare a seguire Percorsi formativi 06, ti indichiamo i nostri canali:SITO www.percorsiformativi06.it INSTAGRAM https://www.instagram.com/percorsiformativi06/ YOUTUBE https://www.youtube.com/c/SilviaIaccarinoPercorsiformativi06/videos FB https://www.facebook.com/percorsiformativi06 PODCAST https://www.spreaker.com/show/insieme-per-educare GRUPPO FB https://www.facebook.com/groups/177748889440303/ TELEGRAM https://t.me/percorsiformativi06 NEWSLETTER https://percorsiformativi06.it/iscrizione-alla-newsletter/ RIEPILOGO DEI NOSTRI CONTENUTI https://linktr.ee/pf06
devocional Lucas leitura bíblica Ou ainda: Uma mulher, por exemplo, tem dez moedas valiosas e perde uma delas em casa. Porventura não acenderá uma luz e não procurará por toda a parte, varrendo cada recanto até a achar? E depois de encontrá-la não chamará as amigas e vizinhas para que se regozijem com ela? Assim também há alegria entre os anjos de Deus quando um pecador se arrepende.” Lucas 15.8-10 devocional Há quem julgue que Deus não dá segundas chances a pessoas que se estampam na primeira curva ou que têm um longo histórico de acidentes de percurso. Pensam que tem um feitio inacessível e um ar carrancudo. Pintam-n'O com um semblante fechado, como se fosse avesso a relacionamentos. Nada mais errado. Aliás, foi precisamente esse equívoco que Jesus veio desmontar. Deus não vira as costas a ninguém, nem Se alheia dos que vagueiam por aí. Contrariamente aos legalistas, Ele alegra-Se “cada vez que um pecador se arrepende.” Assim como alguém vira a casa de pantanas para encontrar alguma coisa preciosa que tenha desaparecido dentro dela e depois faz uma festa quando a encontra, também o Pai procura incessantemente vidas perdidas e celebra efusivamente o momento do retorno para os Seus braços. Que bom é ser por Ele intencionalmente achado e receber o Seu inconfundível abraço! - jónatas figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
El próximo 1° de junio marca una jornada electoral inédita en México: las primeras elecciones por voto popular del Poder Judicial. Los ciudadanos irán a las urnas para elegir cargos de impartición de justicia en posiciones clave como la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN) o el Tribunal de Disciplina Judicial. RFI entrevistó a Adrián Ramírez López, presidente de la Liga mexicana de DDHH y vicepresidente de la FIDH, sobre este hecho histórico. Serán unas elecciones históricas y, además, las más grandes de la historia de México. El 1 de junio, se elegirán por voto popular 881 cargos, resultado de una reforma a la justicia aprobada por el Congreso. Es una reforma constitucional "necesaria en aras de tener jueces para la democracia y no corruptos", defiende el gobierno. Sectores detractores alegan, sin embargo, que jueces, magistrados y ministros de la Suprema Corte de Justicia caerán presa de la politiquería electoral.En entrevista con Radio Francia Internacional (RFI), Adrián Ramírez López, presidente de la Liga mexicana de DDHH y vicepresidente de la FIDH explica los pasos del mecanismo de selección de candidatos a jueces, magistrados y ministros de la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN) que ha legitimado este proceso electoral.RFI: ¿Qué tipo de criterios y filtros se usaron en esta selección? ¿Y cuáles organismos o instituciones se encargaron de ese proceso? Adrián Ramírez: Contrariamente a lo que fue la reforma de Ernesto Zedillo, que jubiló a todos los ministros de la Suprema Corte de Justicia de la Nación y eligió ministros a su modo, hoy se abrió la posibilidad de un proceso de participación electoral en el que las personas en funciones y candidatos que quisieran aspirar pudieran, primero, participar en un proceso de selección por competencias y, luego, desde las tres instancias del poder público, es decir, el judicial, el Legislativo y el Ejecutivo, se hicieron las entrevistas y verificación de los datos para que los candidatos pudieran registrarse.A pesar de eso, hubo casos en los que personas que podían estar cuestionadas en su probidad pasaron a la siguiente parte de las listas. Pero ha habido un proceso de impugnaciones. Los partidos políticos no tienen cabida y se ha generado un mecanismo de regulado por el INE, el Instituto Nacional Electoral.RFI: Visto así, estamos hablando de un grupo de candidatos selecto por sus calidades, porque serían idóneos después de pasar por este colador. ¿Pero cómo se hizo para que la ciudadanía tenga la posibilidad de saber por quién vota? Porque es un abanico muy grande de candidatos. Son 881.Adrián Ramírez: Esos 881 candidatos no van a ser votados por cada persona, sino que de ellos vamos a elegir algunos como ministros de la Suprema Corte de Justicia. Ese número es reducido. Luego tenemos otro número también reducido de magistrados. Y el número más amplio es el que constituye los cargos de los jueces de las diferentes instancias. Pero de acuerdo a la entidad federativa y a la sección distrital que cada persona tiene en su credencial de elector, el número se reduce significativamente.Se ha tratado de hacer un gran esfuerzo para que se conozcan los currículos de cada candidato. El INE tiene en su página entrevistas y perfiles, los diferentes factores de la vida pública, opinólogos, expertos, medios de comunicación e incluso personas con tintes partidistas, han sacado a la luz las bondades y los defectos de cada uno de los candidatos desde su óptica y, de alguna manera, esto puede formar el criterio.RFI: En una elección tan suis generis, ¿en qué consiste la campaña de un juez o de un candidato a magistrado o a ministro de la Corte Suprema de Justicia?Adrián Ramírez: Nada está escrito. Hay desde quien exalta su físico o su territorio diciendo "Ven a Puebla, Puebla tiene comida, tiene turismo", etc. Incluso hay candidatos que han hecho papeletas y han ido con grupos sociales a repartirlas y ofrecer a la gente que, si votan por ellos, de alguna manera, se beneficiará. Pero también hay quienes hacen propuestas claras de planes de trabajo o se presentan diciendo 'mis fallos se han orientado en esto, se han tratado tales y tales asuntos y los he resuelto de tal o cual manera'. Hay una diversidad de propuestas. La misma forma en que las personas se presentan como candidatos ya les está calificando de antemano.RFI: Algunos sectores descontentos han llamado a boicotear las primeras elecciones judiciales en México.Adrián Ramírez: Primero, el papel que el Poder Judicial tuvo respecto a estar boicoteando el proceso. Finalmente, a regañadientes, llegó muy tarde e hizo una lista sumamente rasurada. Prácticamente lo hizo porque no tenía otra opción. Pero son los partidos políticos y los grupos de interés manifiestamente beneficiados de la libre empresa, de los más poderosos, los que están llamando a boicotear la elección haciendo creer que la disminución de la participación será un rechazo a este proceso.Pero este proceso no se legitima por el número de participantes o de abstenciones, sino por los resultados de quienes pasaron por un proceso de selección, luego pasar un proceso de insaculación [selección aleatoria de personas] . Y tercero, van a pasar por un proceso de elección. Es ahí que apenas empieza el proceso para lograr tener jueces para la democracia."Hay deseos de participar", ha dicho la presidenta del país, Claudia Sheinbaum. La mandataria mexicana cuestionó también las ironías del Financial Times, que en un editorial consideró que México iba a un experimento kafkiano. La Presidenta subrayó que en Estados Unidos los ciudadanos eligen jueces y en algunos estados los de las Cortes estatales, aunque no a los integrantes de la Corte Suprema estadounidense.
El próximo 1° de junio marca una jornada electoral inédita en México: las primeras elecciones por voto popular del Poder Judicial. Los ciudadanos irán a las urnas para elegir cargos de impartición de justicia en posiciones clave como la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN) o el Tribunal de Disciplina Judicial. RFI entrevistó a Adrián Ramírez López, presidente de la Liga mexicana de DDHH y vicepresidente de la FIDH, sobre este hecho histórico. Serán unas elecciones históricas y, además, las más grandes de la historia de México. El 1 de junio, se elegirán por voto popular 881 cargos, resultado de una reforma a la justicia aprobada por el Congreso. Es una reforma constitucional "necesaria en aras de tener jueces para la democracia y no corruptos", defiende el gobierno. Sectores detractores alegan, sin embargo, que jueces, magistrados y ministros de la Suprema Corte de Justicia caerán presa de la politiquería electoral.En entrevista con Radio Francia Internacional (RFI), Adrián Ramírez López, presidente de la Liga mexicana de DDHH y vicepresidente de la FIDH explica los pasos del mecanismo de selección de candidatos a jueces, magistrados y ministros de la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN) que ha legitimado este proceso electoral.RFI: ¿Qué tipo de criterios y filtros se usaron en esta selección? ¿Y cuáles organismos o instituciones se encargaron de ese proceso? Adrián Ramírez: Contrariamente a lo que fue la reforma de Ernesto Zedillo, que jubiló a todos los ministros de la Suprema Corte de Justicia de la Nación y eligió ministros a su modo, hoy se abrió la posibilidad de un proceso de participación electoral en el que las personas en funciones y candidatos que quisieran aspirar pudieran, primero, participar en un proceso de selección por competencias y, luego, desde las tres instancias del poder público, es decir, el judicial, el Legislativo y el Ejecutivo, se hicieron las entrevistas y verificación de los datos para que los candidatos pudieran registrarse.A pesar de eso, hubo casos en los que personas que podían estar cuestionadas en su probidad pasaron a la siguiente parte de las listas. Pero ha habido un proceso de impugnaciones. Los partidos políticos no tienen cabida y se ha generado un mecanismo de regulado por el INE, el Instituto Nacional Electoral.RFI: Visto así, estamos hablando de un grupo de candidatos selecto por sus calidades, porque serían idóneos después de pasar por este colador. ¿Pero cómo se hizo para que la ciudadanía tenga la posibilidad de saber por quién vota? Porque es un abanico muy grande de candidatos. Son 881.Adrián Ramírez: Esos 881 candidatos no van a ser votados por cada persona, sino que de ellos vamos a elegir algunos como ministros de la Suprema Corte de Justicia. Ese número es reducido. Luego tenemos otro número también reducido de magistrados. Y el número más amplio es el que constituye los cargos de los jueces de las diferentes instancias. Pero de acuerdo a la entidad federativa y a la sección distrital que cada persona tiene en su credencial de elector, el número se reduce significativamente.Se ha tratado de hacer un gran esfuerzo para que se conozcan los currículos de cada candidato. El INE tiene en su página entrevistas y perfiles, los diferentes factores de la vida pública, opinólogos, expertos, medios de comunicación e incluso personas con tintes partidistas, han sacado a la luz las bondades y los defectos de cada uno de los candidatos desde su óptica y, de alguna manera, esto puede formar el criterio.RFI: En una elección tan suis generis, ¿en qué consiste la campaña de un juez o de un candidato a magistrado o a ministro de la Corte Suprema de Justicia?Adrián Ramírez: Nada está escrito. Hay desde quien exalta su físico o su territorio diciendo "Ven a Puebla, Puebla tiene comida, tiene turismo", etc. Incluso hay candidatos que han hecho papeletas y han ido con grupos sociales a repartirlas y ofrecer a la gente que, si votan por ellos, de alguna manera, se beneficiará. Pero también hay quienes hacen propuestas claras de planes de trabajo o se presentan diciendo 'mis fallos se han orientado en esto, se han tratado tales y tales asuntos y los he resuelto de tal o cual manera'. Hay una diversidad de propuestas. La misma forma en que las personas se presentan como candidatos ya les está calificando de antemano.RFI: Algunos sectores descontentos han llamado a boicotear las primeras elecciones judiciales en México.Adrián Ramírez: Primero, el papel que el Poder Judicial tuvo respecto a estar boicoteando el proceso. Finalmente, a regañadientes, llegó muy tarde e hizo una lista sumamente rasurada. Prácticamente lo hizo porque no tenía otra opción. Pero son los partidos políticos y los grupos de interés manifiestamente beneficiados de la libre empresa, de los más poderosos, los que están llamando a boicotear la elección haciendo creer que la disminución de la participación será un rechazo a este proceso.Pero este proceso no se legitima por el número de participantes o de abstenciones, sino por los resultados de quienes pasaron por un proceso de selección, luego pasar un proceso de insaculación [selección aleatoria de personas] . Y tercero, van a pasar por un proceso de elección. Es ahí que apenas empieza el proceso para lograr tener jueces para la democracia."Hay deseos de participar", ha dicho la presidenta del país, Claudia Sheinbaum. La mandataria mexicana cuestionó también las ironías del Financial Times, que en un editorial consideró que México iba a un experimento kafkiano. La Presidenta subrayó que en Estados Unidos los ciudadanos eligen jueces y en algunos estados los de las Cortes estatales, aunque no a los integrantes de la Corte Suprema estadounidense.
In questa edizione vi portiamo a Lostallo, dove la scorsa settimana si è svolta la quinta edizione di Mestée in Val. Questo evento di tre giorni è dedicato all'orientamento professionale e ha l'obiettivo di far conoscere meglio le opportunità del mercato, scoprire percorsi formativi, incontrare aziende, enti di formazione e professionisti, e svolgere attività pratiche per comprendere meglio le inclinazioni dei giovani.Ci sono professioni che risultano particolarmente affascinanti. Ad esempio, i ragazzi e le ragazze hanno apprezzato molto lo stand della Polizia Cantonale, che proponeva anche attività pratiche. Un mestiere una volta riservato ai soli uomini. Oggi evidentemente non è più così, anche se la discriminante in questo senso è ancora presente. Per ricordare alle ragazze e ai ragazzi che la scelta della professione deve essere totalmente libera da pregiudizi, era presente anche il Soroptimist International Club del Moesano.Contrariamente a quanto si possa pensare, l'orientamento professionale non è esclusivamente dedicato ai giovani. Il sistema scolastico svizzero è infatti caratterizzato dalla permeabilità. Ma cosa significa concretamente? Lo abbiamo chiesto all'orientatrice professionale Alessandra Spagnolo – Mantovani.
In questa edizione vi portiamo a Lostallo, dove la scorsa settimana si è svolta la quinta edizione di Mestée in Val. Questo evento di tre giorni è dedicato all'orientamento professionale e ha l'obiettivo di far conoscere meglio le opportunità del mercato, scoprire percorsi formativi, incontrare aziende, enti di formazione e professionisti, e svolgere attività pratiche per comprendere meglio le inclinazioni dei giovani.Ci sono professioni che risultano particolarmente affascinanti. Ad esempio, i ragazzi e le ragazze hanno apprezzato molto lo stand della Polizia Cantonale, che proponeva anche attività pratiche. Un mestiere una volta riservato ai soli uomini. Oggi evidentemente non è più così, anche se la discriminante in questo senso è ancora presente. Per ricordare alle ragazze e ai ragazzi che la scelta della professione deve essere totalmente libera da pregiudizi, era presente anche il Soroptimist International Club del Moesano.Contrariamente a quanto si possa pensare, l'orientamento professionale non è esclusivamente dedicato ai giovani. Il sistema scolastico svizzero è infatti caratterizzato dalla permeabilità. Ma cosa significa concretamente? Lo abbiamo chiesto all'orientatrice professionale Alessandra Spagnolo – Mantovani.
La 57ª edizione di Vinitaly, in programma dal 6 al 9 aprile a Veronafiere, si conferma punto di riferimento per il vino italiano con circa 4.000 aziende espositrici e l’intero quartiere fieristico occupato. Attesi operatori da 140 Paesi, con l’obiettivo di confermare la presenza di 30mila buyer internazionali, inclusi gli Stati Uniti, nonostante le recenti tensioni commerciali. Le delegazioni più numerose arrivano da USA, Canada, Cina, Regno Unito, Brasile, India, Singapore, Giappone e Corea del Sud, mentre in Europa spiccano Germania, Svizzera, Nord Europa e Balcani. Vinitaly 2025 punta a rafforzare l’internazionalizzazione e la promozione del settore, evolvendo da osservatore delle tendenze a vero incubatore del vino globale. Nel 2025 Veronafiere punta a rafforzare promozione e internazionalizzazione, con Vinitaly che evolve da semplice osservatore a incubatore di tendenze del settore vinicolo. Tuttavia, le nuove tariffe imposte dagli Stati Uniti da parte del presidente Trump generano tensioni sul commercio internazionale del vino. Il governo italiano risponde con un netto rifiuto a ritorsioni, puntando invece su negoziati con gli USA, semplificazione normativa, sostegno alla competitività delle imprese e apertura di nuovi mercati tramite accordi bilaterali. Contrariamente a quanto sostenuto da alcuni, la maggior parte del vino italiano esportato non è di fascia alta: solo il 2% supera i 50 dollari a bottiglia, mentre l'80% ha un prezzo franco cantina sotto i 4 euro al litro. I dazi quindi colpiscono duramente etichette popolari come Prosecco, Pinot Grigio, Lambrusco e Chianti, che rappresentano il grosso del volume d'affari negli USA. L’Unione Italiana Vini propone di condividere il costo dei dazi con gli importatori americani: un 10% a carico dei produttori e un 10% sugli importatori, che spesso applicano ricarichi elevati (una bottiglia da 5 euro in Italia arriva a costare oltre 15 dollari negli USA). Ne parliamo con alcuni fra i maggiori rappresentanti di settore:Marilisa Allegrini, Gruppo Marilisa Allegrini, Riccardo Paqua - Amministratore Delegato Pasqua Vini Igor Boccardo, direttore generale di Leone Alato Cristina Nonino, amministratore delegato Nonino (nella foto qua sotto con Sebastiano Barisoni)Andrea Conzonato, Amministratore delegato di Herita Marzotto Wine Estates (nella foto qua sotto con Sebastiano Barisoni)Dazi: Ue, "bazooka" sempre sul tavolo, ma vogliamo un negoziato con gli UsaLa Commissione Europea mantiene un approccio prudente nella risposta ai dazi imposti dagli Stati Uniti, ribadendo la volontà di evitare uno scontro frontale: il cosiddetto “bazooka” - ovvero misure anticoercitive come restrizioni su import-export, investimenti e diritti di proprietà intellettuale - resta sul tavolo ma non viene ancora attivato. L'obiettivo è aprire un negoziato, non generare un "big bang". Intanto, l'UE si prepara a rispondere ai dazi su acciaio e alluminio con una contro-lista di prodotti americani, escluso il whisky, dal valore complessivo di 21 miliardi di euro, contro i 26 miliardi delle tariffe USA. I controdazi scatteranno in tre fasi: il 15 aprile, il 16 maggio e il 1° dicembre. A breve si discuterà anche la risposta europea ai nuovi dazi sulle auto e alla tariffa generalizzata del 20% annunciata dagli USA sotto il nome di "reciproca". Parallelamente, Bruxelles accelera sulla diversificazione dei mercati: sono in corso contatti con l’India per negoziare un accordo di libero scambio a fasi, mentre la presidente von der Leyen ha avviato un dialogo diretto con il premier cinese Li Qiang, sottolineando l’importanza della stabilità e del sostegno a un commercio globale equo e riformato. Sul fronte italiano, Palazzo Chigi ha avviato un ciclo di incontri tra governo e categorie economiche per valutare l’impatto dei dazi USA e definire misure di supporto alle filiere più colpite, con la partecipazione di Meloni, Tajani, Salvini, Giorgetti, Urso, Lollobrigida, Foti e i sottosegretari Mantovano e Fazzolari.Il commento è di Adriana Cerretelli, editorialista Il Sole 24 Ore Bruxelles.
El alto el fuego en la Franja de Gaza, cuyo inicio está previsto para el 19 de enero, está en vilo. El gabinete de Seguridad israelí votó finalmente este viernes a favor del acuerdo, pero todavía falta un paso para implementarlo: la aprobación del gabinete completo. No obstante, algunos ministros ya han adelantado su rechazo. ¿Se puede caer el acuerdo? La oficina de Benjamin Netanyahu confirmó que los equipos negociadores de Israel y Hamás firmaron el acuerdo de alto el fuego en Gaza y de liberación de rehenes. Aunque está previsto que la tregua en Gaza comience el domingo 19 de enero, el acuerdo aún no ha recibido el aval necesario del gabinete completo de Israel, aunque sí del de Seguridad, Este viernes, el gabinete de Seguridad israelí, integrado por los principales ministros y altos cargos de Defensa, avaló el alto el fuego en Gaza y recomendó al Gobierno en pleno ratificarlo."Después de examinar todos los aspectos políticos, de seguridad y humanitarios, y al entender que el acuerdo propuesto apoya el logro de los objetivos de la guerra, el Comité Ministerial de Asuntos de Seguridad Nacional (gabinete de Seguridad) recomendó que el Gobierno aprobara el esquema propuesto", anunció la Oficina del primer ministro, Benjamin Netanyahu.El gabinete de Seguridad es el equipo más estrecho del primer ministro Benjamin Netanyahu, que se encarga de dictar las políticas sobre la guerra en el enclave palestino. Mientras, el gabinete total incluye a los 33 ministros y al premier.En principio, se iban a reunir el jueves, pero Netanyahu postergó el encuentro alegando que Hamás estaba haciendo cambios de última hora, concretamente con una cláusula sobre quiénes serán los presos palestinos excarcelados en el canje por rehenes."Contrariamente a una cláusula explícita que otorga a Israel el derecho a vetar la liberación de asesinos en masa que son símbolos de terrorismo, Hamás quiere dictar la identidad de esos terroristas", señaló el jueves la Oficina del primer ministro israelí.Hamás, por su parte, niega que esté haciendo cambios a lo pactado.Con el acuerdo, de tres etapas, se prevé el intercambio de un número de prisioneros palestinos por cada rehén de Hamás liberado y entregado a Israel, mientras se fijan las condiciones para un alto el fuego permanente. Leer también¿Por qué hay retrasos desde Israel en la votación del acuerdo con Hamás?¿Se iniciará la tregua el 19 de enero?Aunque crecen las dudas por el inicio de la tregua, la Oficina del primer ministro confirmó este viernes que el intercambio de rehenes israelíes por presos palestinos comenzará "según el plan previsto" el domingo 19 de enero, mientras continúa reunido el gabinete de Seguridad."Una vez el gabinete (de seguridad) y el Gobierno den su aprobación y el acuerdo entre en vigor, la liberación de los rehenes se llevará a cabo según el plan previsto, según el cual se espera que los (primeros) rehenes sean liberados el domingo", explicó la Oficina de Netanyahu en un comunicado.Según medios, como 'The Times of Israel', la dilatación de las reuniones puede buscar dar tiempo suficiente a los detractores del acuerdo para que presenten sus peticiones ante la Justicia, lo que podría atrasar la entrada en vigor del alto en fuego en Gaza, programada el domingo 19 de enero.De entrada, el ministro de Defensa, el ultranacionalista israelí Itamar Ben Gvir, amenazó con abandonar el Gobierno de coalición si se respalda el acuerdo al asegurar que eso permitirá a Hamás rearmarse y volver a atacar a las comunidades israelíes fronterizas.El esperado pacto tiene lugar tras 15 meses de guerra que causaron 1.200 muertes en el ataque del 7 de octubre de 2023 de Hamás en Israel y más de 46.000 muertos y un número indeterminado de desaparecidos en Gaza. Leer tambiénLas dudas empiezan a planear sobre la tregua en Gaza: ¿puede fracasar el acuerdo?¿Por qué el Gobierno de Israel no ha aprobado aún el alto el fuego y la liberación de rehenes? ¿Está Hamás cambiando los puntos? ¿O Netanyahu intenta mantener en pie su coalición mientras logra la luz verde de su Gobierno? Para analizar el tema, participan en El Debate tres invitados.- Óscar Palma, profesor de la Facultad de Estudios Internacionales, de la Universidad del Rosario (Colombia).-Manuel Férez, especialista en minorías de Medio Oriente y Cáucaso de la Universidad Alberto Hurtado de Santiago de Chile.-Carlos Patiño, docente de la Universidad Nacional de Colombia, escritor y analista de asuntos de Medio Oriente.
C'era una volta, fino a metà degli anni Novanta, il mercato autunnale di riparazione. Contrariamente a quello estivo, non aveva nemmeno una sede con i box dedicati per le trattative. Era un breve surplus novembrino di 10-15 giorni, telefonate, incontri fugaci, qualche mossa di riparazione e via. Massimo una per squadra. L'ultimo calciomercato di riparazione vecchio stile è quello che si chiuse alle 19.00 di giovedì 9 novembre 1995 e che fu segnato dal passaggio di Patrick Vieira dal Cannes al Milan. Ma è da ricordare anche la sessione del novembre 1993, quando Galliani iniziò a corteggiare Marcel Desailly dopo l'infortunio di Boban. Un acquisto che lo stesso Galliani portò avanti sotto traccia, di nascosto, ma che fece storia.
Tentando escapar às perceções subjetivas de cada um, Paulo Querido resolveu utilizar um modelo de inteligência artificial para verificar se há, de facto, um viés político na imprensa. Contrariamente ao que costuma ser feito, não só o objeto de estudo não foram as notícias, mas os artigos de opinião, como o que se procurou definir não foi o alinhamento partidário de cada um, mas o seu enquadramento ideológico. Paulo Querido foi jornalista, é programador, escritor e pioneiro na área do jornalismo digital em Portugal. Com uma carreira de várias décadas, tem-se destacado pela inovação e pelo estudo da interseção entre tecnologia e comunicação. É autor de vários livros e artigos que exploram o impacto da tecnologia na sociedade e na informação. E o autor do projeto “VamoLáVer” – título cheio de ironia –, onde este trabalho foi publicado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Contrariamente a ai pronostici il partito più votato in Francia è stato il Nuovo fronte popolare, una coalizione di partiti di sinistra che si è formata con l'obiettivo di opporsi all'estrema destra. Secondo i dati del ministero dell'interno, su 2.506 persone rimpatriate nel 2023, 2.006 erano di nazionalità tunisina: sono state imbarcate su voli charter gestiti dall'Italia e trasportate contro la loro volontà in Tunisia. CONFilippo Ortona, giornalista, da ParigiFrancesca Spinelli, giornalistaFrancia: https://www.theguardian.com/world/live/2024/jul/08/france-election-2024-live-updates-legislatives-results-macron-melenchon-le-pen-attal-ensemble-rn-nfpPiantedosihttps://stream24.ilsole24ore.com/video/italia/piantedosi-necessario-realizzare-nuovi-cpr-italia/AF6EMQ2DAmazzonia: Jon Lee Anderson, Missione difficilehttps://www.internazionale.it/magazine/jon-lee-anderson/2024/07/04/missione-difficileRaiPlayUn'estate romana, regia di Sergio Giordanihttps://www.raiplay.it/video/2018/05/Rai-da-mare-Unestate-romana-4624a6af-5011-4954-b274-188734888937.htmlSe ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/podcastScrivi a podcast@internazionale.it o manda un vocale a +39 3347063050Consulenza editoriale di Chiara Nielsen.Produzione di Claudio Balboni e Vincenzo De Simone.Musiche di Tommaso Colliva e Raffaele Scogna.Direzione creativa di Jonathan Zenti.
Hay un tema fascinante desde mi punto de vista y, a menudo, controvertido en el mundo de la nutrición cetogénica: la introducción de frutas. En mi caso, lo hice en paralelo con la retirada de verduras y, en mi experiencia personal, la reducción de fibra vegetal ha mejorado significativamente mi digestión y bienestar general. Contrariamente a las recomendaciones habituales de la dieta keto que sugieren evitar sabores dulces, incorporar frutas como plátanos, melocotones y fresas ha satisfecho mi necesidad de dulzura, mejorando mi saciedad y bienestar durante las comidas. Eso sí, teniendo en cuenta que ya estés habituado a esta nutrición habiendo dejado las ansias psicológicas de dulce. El impacto psicológico de comer frutas en comparación con alimentos ultraprocesados es palpable, y la presencia de fibra, polifenoles y minerales en las frutas ofrece beneficios que no se encuentran en los azúcares procesados. Este enfoque ha permitido no solo satisfacer un hipotético gusto por lo dulce de manera saludable, sino también mantener un equilibrio nutricional sin renunciar completamente a los placeres gastronómicos. Es importante conocerse a sí mismo y entender nuestras reacciones a los alimentos puede ser clave para una dieta efectiva y satisfactoria. Mi programa nutricional y de entrenamiento: Keto optimizado --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/phil-hugo-podcast/message
La menor de trece hermanos, Santa Francisca Javier Cabrini nació en 1850 en un pequeño pueblo cerca de la ciudad de Milán, Italia. Creció encandilada por las historias de los misioneros y así tomó la decisión de ingresar en una orden religiosa. Contrariamente a lo que ella esperaba, el Papa le dijo que fuera "no a Oriente, sino a Occidente", a Nueva York y no a China. Tenía que ayudar a los miles de inmigrantes italianos en Estados Unidos. Al principio, tropezaron con muchas dificultades y decepciones, pero como siempre, Francisca perseveró. El Padre Pedro nos habla de la increíble vida y obra de esta gran mujer de Dios. Además, responde a las preguntas llegadas al programa vía telefónica, el correo electrónico (padrepedro@ewtn.com) y Facebook (www.facebook.com/ppedronunez).
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA IV TRIMESTRE DEL 2023Narrado por: Gustavo PérezDesde: Málaga, EspañaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES 26 DE DICIEMBRELA CRISIS FINAL Jesús dijo a sus discípulos, y nos dice a nosotros: “Por tanto, vayan a todas las naciones, hagan discípulos bautizándolos en el nombre del Padre, del Hijo y del Espíritu Santo, y enséñenles a obedecer todo lo que les he mandado. Y yo estoy con ustedes todos los días, hasta el fin del mundo” (Mat. 28:19, 20). Esta es la Gran Comisión. Y en muchos sentidos el mensaje de los tres ángeles, con un llamado a “toda nación y tribu, lengua y pueblo” (Apoc. 14:6), es simplemente la “verdad presente” (2 Ped. 1:12) de la Gran Comisión. Lee 1 Juan 4:8, 2 Pedro 3:9, 1 Timoteo 2:4 y Génesis 12:3. ¿Por qué todos los grupos de personas son importantes para Dios? El amor de Cristo es hacia toda la humanidad, sin excluir a ningún grupo. Contrariamente a la teología que enseña que Cristo murió únicamente por una élite predestinada, la Biblia es clara en que la muerte de Cristo fue por todas las personas, independientemente de su raza, etnia o cualquier otro factor. Si eres un ser humano, Cristo murió por ti. Punto. La única pregunta que les queda a todos es: ¿Cómo respondes a su muerte? Cuando Jesús regrese, solo habrá dos bandos manifiestos: los que se han sometido a la autoridad de Satanás por medio de las instituciones religiosas y políticas, como se muestra en Apocalipsis 13 y 17, y los que se han sometido plenamente a Jesucristo, cuya fe se manifiesta por guardar “los mandamientos de Dios” (Apoc. 14:12). Desde el principio, los seres humanos han tenido pruebas de quién es Dios y de sus sendas de justicia y amor (Rom. 1:18-21). Por lo tanto, todos los seres humanos de épocas pasadas serán juzgados sobre la base de cómo cooperaron con Dios y la vida que llevaron, independientemente de cuánto entendieron (Rom. 2:11-16). Pero, en este tiempo del fin hay una creciente polarización, y ya no se respetará la libertad de conciencia. Se presionará a la gente para que se alinee con el bando de Satanás. Es urgente que se proclame el evangelio y se expongan las serias noticias acerca de las estrategias de Satanás. Y eso es exactamente de lo que trata el mensaje de los tres ángeles, y nuestra misión. Medita sobre el hecho de que Cristo ha muerto por ti individualmente. ¿Qué podría hacerte pensar que la muerte de Cristo en la Cruz no podría pagar cualquier cosa que hayas hecho, por más mala que sea?
Contrariamente a la noción popular, el Estado ha tenido un rol fundamental en la innovación, desarrollo y emprendimiento de las naciones. Al menos así es como lo afirma la economista Mariana Mazzucato en su libro. En este capítulo ahondamos en las razones por las que la autora cree que si el mundo quiere alcanzar altos niveles de innovación, es necesaria así mismo una alta intervención del Estado. ¡A seguir aprendiendo!
Contrariamente a quanto si potrebbe pensare, "Annalena" di Annalena Benini (Einaudi) non è l'autobiografia dell'autrice. L'Annalena di cui si parla nel libro era Annalena Tonelli, cugina di terzo grado della scrittrice, una donna che ha passato la vita in Africa al servizio dei poveri e dei malati e che fu uccisa con un colpo di fucile alla testa in Somalia nel 2003 quando aveva 60 anni. Nel libro si legge "l'hanno ammazzata per tutto quello che ha fatto perché quella grandezza era insopportabile. Ha costruito scuole, ospedali, ha seppellito morti, ha cresciuto e curato i bambini, si è occupata di chi nasce senza nemmeno una possibilità e aspetta solo di morire. Non ha mai voluto catechizzare o insegnare il cristianesimo ai musulmani". Annalena Benini racconta così la storia dell'altra Annalena intrecciandola a riflessioni personali, mettendo anche in evidenza il senso di inadeguatezza che si può provare di fronte a una donna così straordinaria, che ha dedicato totalmente la vita agli altri.
Este Episodio se titula "El Buey de Dios". Empiezo con un agradecimiento a quienes han hecho una reseña de CS en la tienda iTunes, donde muchos se suscriben al podcast. Aunque iTunes es sólo una salida para el mundo de los podcasts, resulta ser EL PRINCIPAL lugar para calificar y promocionar podcasts.Mira, lo que hacemos aquí es totalmente un trabajo de aficionados. CS es una labor de amor y no pretende ser una revisión erudita de la historia. Comparto estos episodios con la esperanza de que otros puedan acompañarme y aprender conmigo. No pretendo que sea exhaustivo. Al contrario, es un relato superficial que pretende dar una breve visión general de la historia de la Iglesia; una especie de repaso verbal, con momentos ocasionales en los que nos detenemos en algo interesante. Pretendo dar a los oyentes una idea básica de cuándo ocurrieron los acontecimientos en relación con los demás; quiénes fueron algunos de los principales actores y actrices con el papel que desempeñaron. Y, como he dicho antes, los episodios son intencionadamente cortos para facilitar que se escuchen en los breves momentos en que la gente está haciendo ejercicio, haciendo tareas domésticas, dando un paseo, yendo en coche al trabajo. Lo que es una maravilla es oír todas las formas en que la gente se HA conectado a CS. Algunos han descargado un montón de episodios y los han escuchado mientras cruzaban el país en coche o volaban al extranjero.Hace un tiempo estaba en una conferencia, hablando tranquilamente con unos amigos, cuando un tipo sentado en la fila de delante se volvió y me dijo: "¿Eres Lance? ¿Tienes el podcast Communio Sanctorum?". Reconoció mi voz. Lo pasamos muy bien conociéndonos mejor. En otra ocasión, durante un viaje por Israel, conocí a un tipo en el comedor de uno de nuestros hoteles que es fan del podcast. Eso sí que fue un acontecimiento.Este Podcast en español empezó de igual manera cuando su servidor Roberto Aguayo conoció a Lance después de escuchar él podcast y le pidió si lo podía traducir y grabar en español. No sé si fui yo, pero igual me senté delante de Lance en una conferencia de pastores y reconocí su voz detrás de mí y me volteé a saludarlo. Así comenzó esta aventura.De todos modos, agradezco que la gente deje comentarios en la página de FB o envíe un correo electrónico. Pero lo mejor de todo es calificar el podcast y escribir una reseña rápida en iTunes, y luego decirles a tus amigos que nos escuchen.______________________________________________________________________________________________________________Ahora, volvamos a los Escolásticos.Aunque impulsado por la obra de Abelardo y Anselmo, el escolasticismo alcanzó su apogeo cuando el filósofo griego Aristóteles fue redescubierto por los eruditos europeos. Las Cruzadas entraron en contacto con eruditos musulmanes que debatieron la filosofía de Aristóteles. Sus pensamientos regresaron con los Cruzados y se transmitieron a las escuelas teológicas ubicadas en las órdenes mendicantes de los Dominicos y los Franciscanos. Éstos eran los grupos a los que la Iglesia había encomendado el estudio de la teología. A mediados del siglo XIII, se produjo una especie de renacimiento de Aristóteles en estas escuelas. Es curioso que a principios del siglo XIII se prohibiera la lectura de Aristóteles. Al fin y al cabo, era un griego pagano. ¿Qué podían aprender de él los cristianos? Pero, como sabe cualquier universitario, hay una forma de asegurarse de que algo se lea. Prohibirlo. Así que un par de décadas después, se permitió la lectura de partes de Aristóteles. A mediados de siglo, era lectura obligatoria y tanto él como su mentor Platón y su maestro Sócrates fueron bautizados extraoficialmente y convertidos en santos precristianos.Tiene sentido que la filosofía de Aristóteles resucitara cuando recordamos que el objetivo de los escolásticos era aplicar la razón a la fe; tratar de comprender con la mente racional lo que el espíritu ya creía. Fue Aristóteles quien había desarrollado las reglas de la lógica formal.Durante la Edad Media en Europa, todo el aprendizaje tenía lugar bajo la atenta mirada de la Iglesia. La teología reinaba entre las ciencias. Filósofos como Aristóteles, el musulmán Averroes [ah-ver-O -ee] y el judío Maimónides eran estudiados junto a la Biblia. Los eruditos estaban especialmente fascinados por Aristóteles. Parecía haber explicado todo el universo, no utilizando las Escrituras, sino sus poderes de observación y razón.Para algunos ultraconservadores, este énfasis en la razón amenazaba con debilitar las creencias tradicionales. Los cristianos habían llegado a pensar que el conocimiento sólo podía llegar a través de la revelación de Dios, que sólo aquellos a quienes Dios decidiera revelar la verdad podían comprender el universo. ¿Cómo podía cuadrar esto con el conocimiento que enseñaban estas filosofías recién redescubiertas?__________________________________________________________________________________________________________La cumbre de la teología escolástica llegó con Tomás de Aquino. Su obra marcó para siempre la dirección del Catolicismo. Su influencia fue tan profunda que se le dio el título de "Dr. Angelicus - el Doctor Angélico". Su obra magna fue la Suma Teológica, en la que afirmaba que el razonamiento filosófico y la fe eran complementos perfectos: La razón conduce a la fe.Nació en Italia, hijo del conde Lundulfo de Aquino y de su esposa Teodora. Desde muy joven quedó claro que Tomás sería un niño físicamente corpulento. A los 5 años fue enviado a una escuela en el cercano monasterio de Monte Cassino que Benito había iniciado 700 años antes. A los 14, Tomás fue a la Universidad de Nápoles, donde su maestro Dominico le impresionó tanto que Tomás decidió que él también se uniría a la nueva orden Dominicana, orientada al estudio.Su familia se opuso ferozmente, esperando que se convirtiera en un rico abad o arzobispo en lugar de hacer el voto de pobreza de los mendicantes. Los hermanos de Tomás lo secuestraron y confinaron durante más de un año. Su familia le tentó con una prostituta y una oferta para comprarle el arzobispado de Nápoles. Tomás no quiso. Se marchó a París, sede de los estudios teológicos de la Europa medieval. Allí cayó bajo el hechizo del erudito Alberto Magno.Cuando Tomás comenzó sus estudios, nadie sospecharía el futuro que le aguardaba. Era colosalmente obeso, gran parte de su tamaño se debía a que padecía edema, también conocido como hidropesía. Tenía un ojo enorme que empequeñecía al otro y daba a su rostro un aspecto distorsionado que muchos encontraban desconcertante. Socialmente, era cualquier cosa menos la figura dinámica y carismática que algunos podrían suponer; ya sabes, algo para compensar su torpe aspecto físico. Aquino era introspectivo y silencioso la mayor parte del tiempo. Cuando hablaba, lo que decía a menudo no tenía nada que ver con la conversación en curso. En la universidad, sus compañeros le llamaban "el buey tonto", un título que parecía apropiado tanto por su aspecto como por su comportamiento.De lo que la gente no se dio cuenta hasta más tarde fue de la mente increíblemente aguda que se escondía tras su aspecto discreto, y de la brillante forma en que era capaz de ordenar sus pensamientos en un lenguaje persuasivo que los demás pudieran entender. Recuerda que el objetivo de los escolásticos era proporcionar una comprensión racional a lo que creen los cristianos. Aquino dio un apoyo crítico a doctrinas como los atributos de Dios, la Resurrección y la creación ex-nihilo; la creación a partir de la nada. Aunque éstas son cosas que defienden la mayoría de los cristianos, Aquino también apoyó creencias claramente Romanas, como la veneración de María, el purgatorio, el papel del mérito humano en la salvación y los siete sacramentos por los que Dios transmite la gracia a través del clero Romano. También dio mucho apoyo a la Transubstanciación, la idea de que los elementos de la Comunión se convierten en el cuerpo y la sangre reales y literales de Cristo en la Misa.Sus pensamientos teológicos y filosóficos le consumían. Según un relato, estaba cenando con el rey Luis IX de Francia. Mientras los demás conversaban, Tomás miraba al vacío, ensimismado. Olvidando o sin importarle dónde estaba, golpeó la mesa con el puño y gritó: "¡Ah! He aquí un argumento que destruirá a los Maniqueos". -- un grupo herético de épocas pasadas.Al principio de su Suma Teológica, Tomás distinguió entre filosofía y teología, entre razón y revelación. Contrariamente a lo que algunos habían afirmado, la verdadera teología y la filosofía no se contradicen. Cada una de ellas es una vía de conocimiento ordenada por Dios.Siguiendo a Aristóteles, Tomás propuso que la razón se basa en lo que nos dicen nuestros sentidos: lo que podemos ver, sentir, oír, oler y tocar. La Revelación se basa en algo más. Aunque la razón puede llevarnos a creer en Dios -algo que ya habían dicho otros teólogos como Anselmo-, sólo la revelación puede mostrarnos a Dios tal como es realmente, el Dios de la Biblia. La filosofía deja clara la existencia de Dios. Pero sólo la teología basada en la Revelación nos dice cómo es el Dios que existe.Tomás aceptó el principio de Aristóteles de que todo efecto tiene una causa, toda causa una causa anterior, y así sucesivamente hasta la Causa Primera. Declaró que la creación se remonta a una Causa Primera divina, el Creador. Sin embargo, el conocimiento pleno de Dios -la Trinidad, por ejemplo- sólo llega a través de la revelación. A partir de este conocimiento descubrimos el origen y el destino del hombre.Aquino continúa: "El hombre es un pecador necesitado de salvación: El hombre es un pecador necesitado de una gracia especial de Dios. Jesucristo, con su sacrificio, ha conseguido la reconciliación del hombre con Dios. Todos los que reciben los beneficios de la obra de Cristo están justificados, pero la clave, como en la enseñanza católica tradicional, reside en la forma en que se aplican los beneficios de la obra de Cristo. Cristo ganó la gracia; pero la Iglesia la imparte. Aquino enseñó que los cristianos necesitan la infusión constante de la "gracia cooperante", mediante la cual se estimulan en el alma las virtudes cristianas. Ayudado por esta gracia cooperante, el cristiano puede hacer obras que agraden a Dios y ganar méritos especiales a los ojos de Dios.Esta gracia, decía Aquino, sólo llega a los hombres a través de los sacramentos divinamente designados y puestos bajo la custodia de la Iglesia; es decir, la Iglesia romana visible y organizada, dirigida por el Papa. Tan convencido estaba Aquino de la autoridad divina del Papado que insistía en que la sumisión al Papa era necesaria para la salvación.Siguiendo a un escolástico anterior, Pedro de Lombardía, Aquino sostuvo que los siete sacramentos son un medio por el que la Iglesia imparte la gracia a las personas. Decía que, puesto que el pecado sigue siendo un problema para el creyente bautizado, Dios proporcionaba la penitencia, un sacramento que permitía la curación espiritual.Con cierta cautela, Tomás también aceptó la práctica de las indulgencias que había ganado aceptación durante las Cruzadas. Aquino enseñaba que, gracias a la obra de Cristo y a los hechos meritorios de los santos, la Iglesia tenía acceso a un "tesoro de méritos", una especie de gran reserva espiritual de bondad sobrante. Los sacerdotes podían recurrir a este depósito para ayudar a los cristianos que no tuvieran méritos propios suficientes. Examinaremos más detenidamente las indulgencias más adelante, cuando lleguemos a la Reforma.Aquino dijo que los malvados pasan al infierno, mientras que los fieles que han utilizado sabiamente los medios de gracia pasan inmediatamente al cielo. Pero el grueso de los cristianos que habían seguido a Cristo de forma inadecuada, tenían que sufrir la purificación en el purgatorio antes de ascender a las alegrías del cielo. Afortunadamente, estas almas no están más allá de la ayuda de la Iglesia en la Tierra, razonaba Aquino. Las oraciones a los santos y las misas especiales podían aliviar las penas de las almas del purgatorio.Ahora bien, no había nada nuevo en todo esto. Ya se había dicho muchas veces. Pero Tomás situó las enseñanzas tradicionales de la Iglesia en un marco cósmico.Los escritos de Tomás, y había más de los que contenía la Summa, fueron atacados antes de que estuviera en la tumba. En 1277, el arzobispo de París intentó que se condenara a Tomás, pero el clero de Roma lo impidió. Aunque Tomás fue canonizado en 1325, pasaron otros 200 años antes de que sus enseñanzas fueran aclamadas como preeminentes y una importante refutación del protestantismo. Sus escritos desempeñaron un papel destacado en el Concilio de Trento de la Contrarreforma.En 1879, una bula papal respaldó la teología de Aquino, hoy conocida como Tomismo, como expresión auténtica de la doctrina y dijo que debía ser estudiada por todos los estudiantes de teología. Tanto los eruditos Protestantes como los Católicos estudian profundamente su obra.Probablemente, el propio Tomás no estaría satisfecho. Hacia el final de su vida, tuvo una visión que le obligó a abandonar su pluma. Aunque había experimentado tales visiones durante años, ésta era diferente. Su secretario le rogó que recogiera la pluma y continuara, pero Aquino replicó: "No puedo. Se me han revelado tales cosas que lo que he escrito no parece más que paja". Su Suma Teológica, uno de los escritos más influyentes de la historia de la Iglesia, quedó inconclusa cuando murió tres meses después.
Este Episodio se titula "El Buey de Dios". Empiezo con un agradecimiento a quienes han hecho una reseña de CS en la tienda iTunes, donde muchos se suscriben al podcast. Aunque iTunes es sólo una salida para el mundo de los podcasts, resulta ser EL PRINCIPAL lugar para calificar y promocionar podcasts.Mira, lo que hacemos aquí es totalmente un trabajo de aficionados. CS es una labor de amor y no pretende ser una revisión erudita de la historia. Comparto estos episodios con la esperanza de que otros puedan acompañarme y aprender conmigo. No pretendo que sea exhaustivo. Al contrario, es un relato superficial que pretende dar una breve visión general de la historia de la Iglesia; una especie de repaso verbal, con momentos ocasionales en los que nos detenemos en algo interesante. Pretendo dar a los oyentes una idea básica de cuándo ocurrieron los acontecimientos en relación con los demás; quiénes fueron algunos de los principales actores y actrices con el papel que desempeñaron. Y, como he dicho antes, los episodios son intencionadamente cortos para facilitar que se escuchen en los breves momentos en que la gente está haciendo ejercicio, haciendo tareas domésticas, dando un paseo, yendo en coche al trabajo. Lo que es una maravilla es oír todas las formas en que la gente se HA conectado a CS. Algunos han descargado un montón de episodios y los han escuchado mientras cruzaban el país en coche o volaban al extranjero.Hace un tiempo estaba en una conferencia, hablando tranquilamente con unos amigos, cuando un tipo sentado en la fila de delante se volvió y me dijo: "¿Eres Lance? ¿Tienes el podcast Communio Sanctorum?". Reconoció mi voz. Lo pasamos muy bien conociéndonos mejor. En otra ocasión, durante un viaje por Israel, conocí a un tipo en el comedor de uno de nuestros hoteles que es fan del podcast. Eso sí que fue un acontecimiento.Este Podcast en español empezó de igual manera cuando su servidor Roberto Aguayo conoció a Lance después de escuchar él podcast y le pidió si lo podía traducir y grabar en español. No sé si fui yo, pero igual me senté delante de Lance en una conferencia de pastores y reconocí su voz detrás de mí y me volteé a saludarlo. Así comenzó esta aventura.De todos modos, agradezco que la gente deje comentarios en la página de FB o envíe un correo electrónico. Pero lo mejor de todo es calificar el podcast y escribir una reseña rápida en iTunes, y luego decirles a tus amigos que nos escuchen.______________________________________________________________________________________________________________Ahora, volvamos a los Escolásticos.Aunque impulsado por la obra de Abelardo y Anselmo, el escolasticismo alcanzó su apogeo cuando el filósofo griego Aristóteles fue redescubierto por los eruditos europeos. Las Cruzadas entraron en contacto con eruditos musulmanes que debatieron la filosofía de Aristóteles. Sus pensamientos regresaron con los Cruzados y se transmitieron a las escuelas teológicas ubicadas en las órdenes mendicantes de los Dominicos y los Franciscanos. Éstos eran los grupos a los que la Iglesia había encomendado el estudio de la teología. A mediados del siglo XIII, se produjo una especie de renacimiento de Aristóteles en estas escuelas. Es curioso que a principios del siglo XIII se prohibiera la lectura de Aristóteles. Al fin y al cabo, era un griego pagano. ¿Qué podían aprender de él los cristianos? Pero, como sabe cualquier universitario, hay una forma de asegurarse de que algo se lea. Prohibirlo. Así que un par de décadas después, se permitió la lectura de partes de Aristóteles. A mediados de siglo, era lectura obligatoria y tanto él como su mentor Platón y su maestro Sócrates fueron bautizados extraoficialmente y convertidos en santos precristianos.Tiene sentido que la filosofía de Aristóteles resucitara cuando recordamos que el objetivo de los escolásticos era aplicar la razón a la fe; tratar de comprender con la mente racional lo que el espíritu ya creía. Fue Aristóteles quien había desarrollado las reglas de la lógica formal.Durante la Edad Media en Europa, todo el aprendizaje tenía lugar bajo la atenta mirada de la Iglesia. La teología reinaba entre las ciencias. Filósofos como Aristóteles, el musulmán Averroes [ah-ver-O -ee] y el judío Maimónides eran estudiados junto a la Biblia. Los eruditos estaban especialmente fascinados por Aristóteles. Parecía haber explicado todo el universo, no utilizando las Escrituras, sino sus poderes de observación y razón.Para algunos ultraconservadores, este énfasis en la razón amenazaba con debilitar las creencias tradicionales. Los cristianos habían llegado a pensar que el conocimiento sólo podía llegar a través de la revelación de Dios, que sólo aquellos a quienes Dios decidiera revelar la verdad podían comprender el universo. ¿Cómo podía cuadrar esto con el conocimiento que enseñaban estas filosofías recién redescubiertas?__________________________________________________________________________________________________________La cumbre de la teología escolástica llegó con Tomás de Aquino. Su obra marcó para siempre la dirección del Catolicismo. Su influencia fue tan profunda que se le dio el título de "Dr. Angelicus - el Doctor Angélico". Su obra magna fue la Suma Teológica, en la que afirmaba que el razonamiento filosófico y la fe eran complementos perfectos: La razón conduce a la fe.Nació en Italia, hijo del conde Lundulfo de Aquino y de su esposa Teodora. Desde muy joven quedó claro que Tomás sería un niño físicamente corpulento. A los 5 años fue enviado a una escuela en el cercano monasterio de Monte Cassino que Benito había iniciado 700 años antes. A los 14, Tomás fue a la Universidad de Nápoles, donde su maestro Dominico le impresionó tanto que Tomás decidió que él también se uniría a la nueva orden Dominicana, orientada al estudio.Su familia se opuso ferozmente, esperando que se convirtiera en un rico abad o arzobispo en lugar de hacer el voto de pobreza de los mendicantes. Los hermanos de Tomás lo secuestraron y confinaron durante más de un año. Su familia le tentó con una prostituta y una oferta para comprarle el arzobispado de Nápoles. Tomás no quiso. Se marchó a París, sede de los estudios teológicos de la Europa medieval. Allí cayó bajo el hechizo del erudito Alberto Magno.Cuando Tomás comenzó sus estudios, nadie sospecharía el futuro que le aguardaba. Era colosalmente obeso, gran parte de su tamaño se debía a que padecía edema, también conocido como hidropesía. Tenía un ojo enorme que empequeñecía al otro y daba a su rostro un aspecto distorsionado que muchos encontraban desconcertante. Socialmente, era cualquier cosa menos la figura dinámica y carismática que algunos podrían suponer; ya sabes, algo para compensar su torpe aspecto físico. Aquino era introspectivo y silencioso la mayor parte del tiempo. Cuando hablaba, lo que decía a menudo no tenía nada que ver con la conversación en curso. En la universidad, sus compañeros le llamaban "el buey tonto", un título que parecía apropiado tanto por su aspecto como por su comportamiento.De lo que la gente no se dio cuenta hasta más tarde fue de la mente increíblemente aguda que se escondía tras su aspecto discreto, y de la brillante forma en que era capaz de ordenar sus pensamientos en un lenguaje persuasivo que los demás pudieran entender. Recuerda que el objetivo de los escolásticos era proporcionar una comprensión racional a lo que creen los cristianos. Aquino dio un apoyo crítico a doctrinas como los atributos de Dios, la Resurrección y la creación ex-nihilo; la creación a partir de la nada. Aunque éstas son cosas que defienden la mayoría de los cristianos, Aquino también apoyó creencias claramente Romanas, como la veneración de María, el purgatorio, el papel del mérito humano en la salvación y los siete sacramentos por los que Dios transmite la gracia a través del clero Romano. También dio mucho apoyo a la Transubstanciación, la idea de que los elementos de la Comunión se convierten en el cuerpo y la sangre reales y literales de Cristo en la Misa.Sus pensamientos teológicos y filosóficos le consumían. Según un relato, estaba cenando con el rey Luis IX de Francia. Mientras los demás conversaban, Tomás miraba al vacío, ensimismado. Olvidando o sin importarle dónde estaba, golpeó la mesa con el puño y gritó: "¡Ah! He aquí un argumento que destruirá a los Maniqueos". -- un grupo herético de épocas pasadas.Al principio de su Suma Teológica, Tomás distinguió entre filosofía y teología, entre razón y revelación. Contrariamente a lo que algunos habían afirmado, la verdadera teología y la filosofía no se contradicen. Cada una de ellas es una vía de conocimiento ordenada por Dios.Siguiendo a Aristóteles, Tomás propuso que la razón se basa en lo que nos dicen nuestros sentidos: lo que podemos ver, sentir, oír, oler y tocar. La Revelación se basa en algo más. Aunque la razón puede llevarnos a creer en Dios -algo que ya habían dicho otros teólogos como Anselmo-, sólo la revelación puede mostrarnos a Dios tal como es realmente, el Dios de la Biblia. La filosofía deja clara la existencia de Dios. Pero sólo la teología basada en la Revelación nos dice cómo es el Dios que existe.Tomás aceptó el principio de Aristóteles de que todo efecto tiene una causa, toda causa una causa anterior, y así sucesivamente hasta la Causa Primera. Declaró que la creación se remonta a una Causa Primera divina, el Creador. Sin embargo, el conocimiento pleno de Dios -la Trinidad, por ejemplo- sólo llega a través de la revelación. A partir de este conocimiento descubrimos el origen y el destino del hombre.Aquino continúa: "El hombre es un pecador necesitado de salvación: El hombre es un pecador necesitado de una gracia especial de Dios. Jesucristo, con su sacrificio, ha conseguido la reconciliación del hombre con Dios. Todos los que reciben los beneficios de la obra de Cristo están justificados, pero la clave, como en la enseñanza católica tradicional, reside en la forma en que se aplican los beneficios de la obra de Cristo. Cristo ganó la gracia; pero la Iglesia la imparte. Aquino enseñó que los cristianos necesitan la infusión constante de la "gracia cooperante", mediante la cual se estimulan en el alma las virtudes cristianas. Ayudado por esta gracia cooperante, el cristiano puede hacer obras que agraden a Dios y ganar méritos especiales a los ojos de Dios.Esta gracia, decía Aquino, sólo llega a los hombres a través de los sacramentos divinamente designados y puestos bajo la custodia de la Iglesia; es decir, la Iglesia romana visible y organizada, dirigida por el Papa. Tan convencido estaba Aquino de la autoridad divina del Papado que insistía en que la sumisión al Papa era necesaria para la salvación.Siguiendo a un escolástico anterior, Pedro de Lombardía, Aquino sostuvo que los siete sacramentos son un medio por el que la Iglesia imparte la gracia a las personas. Decía que, puesto que el pecado sigue siendo un problema para el creyente bautizado, Dios proporcionaba la penitencia, un sacramento que permitía la curación espiritual.Con cierta cautela, Tomás también aceptó la práctica de las indulgencias que había ganado aceptación durante las Cruzadas. Aquino enseñaba que, gracias a la obra de Cristo y a los hechos meritorios de los santos, la Iglesia tenía acceso a un "tesoro de méritos", una especie de gran reserva espiritual de bondad sobrante. Los sacerdotes podían recurrir a este depósito para ayudar a los cristianos que no tuvieran méritos propios suficientes. Examinaremos más detenidamente las indulgencias más adelante, cuando lleguemos a la Reforma.Aquino dijo que los malvados pasan al infierno, mientras que los fieles que han utilizado sabiamente los medios de gracia pasan inmediatamente al cielo. Pero el grueso de los cristianos que habían seguido a Cristo de forma inadecuada, tenían que sufrir la purificación en el purgatorio antes de ascender a las alegrías del cielo. Afortunadamente, estas almas no están más allá de la ayuda de la Iglesia en la Tierra, razonaba Aquino. Las oraciones a los santos y las misas especiales podían aliviar las penas de las almas del purgatorio.Ahora bien, no había nada nuevo en todo esto. Ya se había dicho muchas veces. Pero Tomás situó las enseñanzas tradicionales de la Iglesia en un marco cósmico.Los escritos de Tomás, y había más de los que contenía la Summa, fueron atacados antes de que estuviera en la tumba. En 1277, el arzobispo de París intentó que se condenara a Tomás, pero el clero de Roma lo impidió. Aunque Tomás fue canonizado en 1325, pasaron otros 200 años antes de que sus enseñanzas fueran aclamadas como preeminentes y una importante refutación del protestantismo. Sus escritos desempeñaron un papel destacado en el Concilio de Trento de la Contrarreforma.En 1879, una bula papal respaldó la teología de Aquino, hoy conocida como Tomismo, como expresión auténtica de la doctrina y dijo que debía ser estudiada por todos los estudiantes de teología. Tanto los eruditos Protestantes como los Católicos estudian profundamente su obra.Probablemente, el propio Tomás no estaría satisfecho. Hacia el final de su vida, tuvo una visión que le obligó a abandonar su pluma. Aunque había experimentado tales visiones durante años, ésta era diferente. Su secretario le rogó que recogiera la pluma y continuara, pero Aquino replicó: "No puedo. Se me han revelado tales cosas que lo que he escrito no parece más que paja". Su Suma Teológica, uno de los escritos más influyentes de la historia de la Iglesia, quedó inconclusa cuando murió tres meses después.
Este Episodio se titula "El Buey de Dios". Empiezo con un agradecimiento a quienes han hecho una reseña de CS en la tienda iTunes, donde muchos se suscriben al podcast. Aunque iTunes es sólo una salida para el mundo de los podcasts, resulta ser EL PRINCIPAL lugar para calificar y promocionar podcasts.Mira, lo que hacemos aquí es totalmente un trabajo de aficionados. CS es una labor de amor y no pretende ser una revisión erudita de la historia. Comparto estos episodios con la esperanza de que otros puedan acompañarme y aprender conmigo. No pretendo que sea exhaustivo. Al contrario, es un relato superficial que pretende dar una breve visión general de la historia de la Iglesia; una especie de repaso verbal, con momentos ocasionales en los que nos detenemos en algo interesante. Pretendo dar a los oyentes una idea básica de cuándo ocurrieron los acontecimientos en relación con los demás; quiénes fueron algunos de los principales actores y actrices con el papel que desempeñaron. Y, como he dicho antes, los episodios son intencionadamente cortos para facilitar que se escuchen en los breves momentos en que la gente está haciendo ejercicio, haciendo tareas domésticas, dando un paseo, yendo en coche al trabajo. Lo que es una maravilla es oír todas las formas en que la gente se HA conectado a CS. Algunos han descargado un montón de episodios y los han escuchado mientras cruzaban el país en coche o volaban al extranjero.Hace un tiempo estaba en una conferencia, hablando tranquilamente con unos amigos, cuando un tipo sentado en la fila de delante se volvió y me dijo: "¿Eres Lance? ¿Tienes el podcast Communio Sanctorum?". Reconoció mi voz. Lo pasamos muy bien conociéndonos mejor. En otra ocasión, durante un viaje por Israel, conocí a un tipo en el comedor de uno de nuestros hoteles que es fan del podcast. Eso sí que fue un acontecimiento.Este Podcast en español empezó de igual manera cuando su servidor Roberto Aguayo conoció a Lance después de escuchar él podcast y le pidió si lo podía traducir y grabar en español. No sé si fui yo, pero igual me senté delante de Lance en una conferencia de pastores y reconocí su voz detrás de mí y me volteé a saludarlo. Así comenzó esta aventura.De todos modos, agradezco que la gente deje comentarios en la página de FB o envíe un correo electrónico. Pero lo mejor de todo es calificar el podcast y escribir una reseña rápida en iTunes, y luego decirles a tus amigos que nos escuchen.______________________________________________________________________________________________________________Ahora, volvamos a los Escolásticos.Aunque impulsado por la obra de Abelardo y Anselmo, el escolasticismo alcanzó su apogeo cuando el filósofo griego Aristóteles fue redescubierto por los eruditos europeos. Las Cruzadas entraron en contacto con eruditos musulmanes que debatieron la filosofía de Aristóteles. Sus pensamientos regresaron con los Cruzados y se transmitieron a las escuelas teológicas ubicadas en las órdenes mendicantes de los Dominicos y los Franciscanos. Éstos eran los grupos a los que la Iglesia había encomendado el estudio de la teología. A mediados del siglo XIII, se produjo una especie de renacimiento de Aristóteles en estas escuelas. Es curioso que a principios del siglo XIII se prohibiera la lectura de Aristóteles. Al fin y al cabo, era un griego pagano. ¿Qué podían aprender de él los cristianos? Pero, como sabe cualquier universitario, hay una forma de asegurarse de que algo se lea. Prohibirlo. Así que un par de décadas después, se permitió la lectura de partes de Aristóteles. A mediados de siglo, era lectura obligatoria y tanto él como su mentor Platón y su maestro Sócrates fueron bautizados extraoficialmente y convertidos en santos precristianos.Tiene sentido que la filosofía de Aristóteles resucitara cuando recordamos que el objetivo de los escolásticos era aplicar la razón a la fe; tratar de comprender con la mente racional lo que el espíritu ya creía. Fue Aristóteles quien había desarrollado las reglas de la lógica formal.Durante la Edad Media en Europa, todo el aprendizaje tenía lugar bajo la atenta mirada de la Iglesia. La teología reinaba entre las ciencias. Filósofos como Aristóteles, el musulmán Averroes [ah-ver-O -ee] y el judío Maimónides eran estudiados junto a la Biblia. Los eruditos estaban especialmente fascinados por Aristóteles. Parecía haber explicado todo el universo, no utilizando las Escrituras, sino sus poderes de observación y razón.Para algunos ultraconservadores, este énfasis en la razón amenazaba con debilitar las creencias tradicionales. Los cristianos habían llegado a pensar que el conocimiento sólo podía llegar a través de la revelación de Dios, que sólo aquellos a quienes Dios decidiera revelar la verdad podían comprender el universo. ¿Cómo podía cuadrar esto con el conocimiento que enseñaban estas filosofías recién redescubiertas?__________________________________________________________________________________________________________La cumbre de la teología escolástica llegó con Tomás de Aquino. Su obra marcó para siempre la dirección del Catolicismo. Su influencia fue tan profunda que se le dio el título de "Dr. Angelicus - el Doctor Angélico". Su obra magna fue la Suma Teológica, en la que afirmaba que el razonamiento filosófico y la fe eran complementos perfectos: La razón conduce a la fe.Nació en Italia, hijo del conde Lundulfo de Aquino y de su esposa Teodora. Desde muy joven quedó claro que Tomás sería un niño físicamente corpulento. A los 5 años fue enviado a una escuela en el cercano monasterio de Monte Cassino que Benito había iniciado 700 años antes. A los 14, Tomás fue a la Universidad de Nápoles, donde su maestro Dominico le impresionó tanto que Tomás decidió que él también se uniría a la nueva orden Dominicana, orientada al estudio.Su familia se opuso ferozmente, esperando que se convirtiera en un rico abad o arzobispo en lugar de hacer el voto de pobreza de los mendicantes. Los hermanos de Tomás lo secuestraron y confinaron durante más de un año. Su familia le tentó con una prostituta y una oferta para comprarle el arzobispado de Nápoles. Tomás no quiso. Se marchó a París, sede de los estudios teológicos de la Europa medieval. Allí cayó bajo el hechizo del erudito Alberto Magno.Cuando Tomás comenzó sus estudios, nadie sospecharía el futuro que le aguardaba. Era colosalmente obeso, gran parte de su tamaño se debía a que padecía edema, también conocido como hidropesía. Tenía un ojo enorme que empequeñecía al otro y daba a su rostro un aspecto distorsionado que muchos encontraban desconcertante. Socialmente, era cualquier cosa menos la figura dinámica y carismática que algunos podrían suponer; ya sabes, algo para compensar su torpe aspecto físico. Aquino era introspectivo y silencioso la mayor parte del tiempo. Cuando hablaba, lo que decía a menudo no tenía nada que ver con la conversación en curso. En la universidad, sus compañeros le llamaban "el buey tonto", un título que parecía apropiado tanto por su aspecto como por su comportamiento.De lo que la gente no se dio cuenta hasta más tarde fue de la mente increíblemente aguda que se escondía tras su aspecto discreto, y de la brillante forma en que era capaz de ordenar sus pensamientos en un lenguaje persuasivo que los demás pudieran entender. Recuerda que el objetivo de los escolásticos era proporcionar una comprensión racional a lo que creen los cristianos. Aquino dio un apoyo crítico a doctrinas como los atributos de Dios, la Resurrección y la creación ex-nihilo; la creación a partir de la nada. Aunque éstas son cosas que defienden la mayoría de los cristianos, Aquino también apoyó creencias claramente Romanas, como la veneración de María, el purgatorio, el papel del mérito humano en la salvación y los siete sacramentos por los que Dios transmite la gracia a través del clero Romano. También dio mucho apoyo a la Transubstanciación, la idea de que los elementos de la Comunión se convierten en el cuerpo y la sangre reales y literales de Cristo en la Misa.Sus pensamientos teológicos y filosóficos le consumían. Según un relato, estaba cenando con el rey Luis IX de Francia. Mientras los demás conversaban, Tomás miraba al vacío, ensimismado. Olvidando o sin importarle dónde estaba, golpeó la mesa con el puño y gritó: "¡Ah! He aquí un argumento que destruirá a los Maniqueos". -- un grupo herético de épocas pasadas.Al principio de su Suma Teológica, Tomás distinguió entre filosofía y teología, entre razón y revelación. Contrariamente a lo que algunos habían afirmado, la verdadera teología y la filosofía no se contradicen. Cada una de ellas es una vía de conocimiento ordenada por Dios.Siguiendo a Aristóteles, Tomás propuso que la razón se basa en lo que nos dicen nuestros sentidos: lo que podemos ver, sentir, oír, oler y tocar. La Revelación se basa en algo más. Aunque la razón puede llevarnos a creer en Dios -algo que ya habían dicho otros teólogos como Anselmo-, sólo la revelación puede mostrarnos a Dios tal como es realmente, el Dios de la Biblia. La filosofía deja clara la existencia de Dios. Pero sólo la teología basada en la Revelación nos dice cómo es el Dios que existe.Tomás aceptó el principio de Aristóteles de que todo efecto tiene una causa, toda causa una causa anterior, y así sucesivamente hasta la Causa Primera. Declaró que la creación se remonta a una Causa Primera divina, el Creador. Sin embargo, el conocimiento pleno de Dios -la Trinidad, por ejemplo- sólo llega a través de la revelación. A partir de este conocimiento descubrimos el origen y el destino del hombre.Aquino continúa: "El hombre es un pecador necesitado de salvación: El hombre es un pecador necesitado de una gracia especial de Dios. Jesucristo, con su sacrificio, ha conseguido la reconciliación del hombre con Dios. Todos los que reciben los beneficios de la obra de Cristo están justificados, pero la clave, como en la enseñanza católica tradicional, reside en la forma en que se aplican los beneficios de la obra de Cristo. Cristo ganó la gracia; pero la Iglesia la imparte. Aquino enseñó que los cristianos necesitan la infusión constante de la "gracia cooperante", mediante la cual se estimulan en el alma las virtudes cristianas. Ayudado por esta gracia cooperante, el cristiano puede hacer obras que agraden a Dios y ganar méritos especiales a los ojos de Dios.Esta gracia, decía Aquino, sólo llega a los hombres a través de los sacramentos divinamente designados y puestos bajo la custodia de la Iglesia; es decir, la Iglesia romana visible y organizada, dirigida por el Papa. Tan convencido estaba Aquino de la autoridad divina del Papado que insistía en que la sumisión al Papa era necesaria para la salvación.Siguiendo a un escolástico anterior, Pedro de Lombardía, Aquino sostuvo que los siete sacramentos son un medio por el que la Iglesia imparte la gracia a las personas. Decía que, puesto que el pecado sigue siendo un problema para el creyente bautizado, Dios proporcionaba la penitencia, un sacramento que permitía la curación espiritual.Con cierta cautela, Tomás también aceptó la práctica de las indulgencias que había ganado aceptación durante las Cruzadas. Aquino enseñaba que, gracias a la obra de Cristo y a los hechos meritorios de los santos, la Iglesia tenía acceso a un "tesoro de méritos", una especie de gran reserva espiritual de bondad sobrante. Los sacerdotes podían recurrir a este depósito para ayudar a los cristianos que no tuvieran méritos propios suficientes. Examinaremos más detenidamente las indulgencias más adelante, cuando lleguemos a la Reforma.Aquino dijo que los malvados pasan al infierno, mientras que los fieles que han utilizado sabiamente los medios de gracia pasan inmediatamente al cielo. Pero el grueso de los cristianos que habían seguido a Cristo de forma inadecuada, tenían que sufrir la purificación en el purgatorio antes de ascender a las alegrías del cielo. Afortunadamente, estas almas no están más allá de la ayuda de la Iglesia en la Tierra, razonaba Aquino. Las oraciones a los santos y las misas especiales podían aliviar las penas de las almas del purgatorio.Ahora bien, no había nada nuevo en todo esto. Ya se había dicho muchas veces. Pero Tomás situó las enseñanzas tradicionales de la Iglesia en un marco cósmico.Los escritos de Tomás, y había más de los que contenía la Summa, fueron atacados antes de que estuviera en la tumba. En 1277, el arzobispo de París intentó que se condenara a Tomás, pero el clero de Roma lo impidió. Aunque Tomás fue canonizado en 1325, pasaron otros 200 años antes de que sus enseñanzas fueran aclamadas como preeminentes y una importante refutación del protestantismo. Sus escritos desempeñaron un papel destacado en el Concilio de Trento de la Contrarreforma.En 1879, una bula papal respaldó la teología de Aquino, hoy conocida como Tomismo, como expresión auténtica de la doctrina y dijo que debía ser estudiada por todos los estudiantes de teología. Tanto los eruditos Protestantes como los Católicos estudian profundamente su obra.Probablemente, el propio Tomás no estaría satisfecho. Hacia el final de su vida, tuvo una visión que le obligó a abandonar su pluma. Aunque había experimentado tales visiones durante años, ésta era diferente. Su secretario le rogó que recogiera la pluma y continuara, pero Aquino replicó: "No puedo. Se me han revelado tales cosas que lo que he escrito no parece más que paja". Su Suma Teológica, uno de los escritos más influyentes de la historia de la Iglesia, quedó inconclusa cuando murió tres meses después.
Contrariamente a quanto si potrebbe pensare, "Annalena" di Annalena Benini (Einaudi) non è l'autobiografia dell'autrice. L'Annalena di cui si parla nel libro era Annalena Tonelli, cugina di terzo grado della scrittrice, una donna che ha passato la vita in Africa al servizio dei poveri e dei malati e che fu uccisa con un colpo di fucile alla testa in Somalia nel 2003 quando aveva 60 anni. Nel libro si legge "l'hanno ammazzata per tutto quello che ha fatto perché quella grandezza era insopportabile. Ha costruito scuole, ospedali, ha seppellito morti, ha cresciuto e curato i bambini, si è occupata di chi nasce senza nemmeno una possibilità e aspetta solo di morire. Non ha mai voluto catechizzare o insegnare il cristianesimo ai musulmani". Annalena Benini racconta così la storia dell'altra Annalena intrecciandola a riflessioni personali, mettendo anche in evidenza il senso di inadeguatezza che si può provare di fronte a una donna così straordinaria, che ha dedicato totalmente la vita agli altri. Nella seconda parte parliamo di "La traversata notturna" di Andrea Canobbio (La nave di Teseo), un romanzo poderoso (515 pagine) in cui l'autore ricostruisce la storia dei propri genitori e la storia familiare dominata dalla depressione del padre. Canobbio riceve dalle sorelle una valigia con 420 lettere che i genitori si erano scambiati fra il '43 il '46 prima di sposarsi. Nel ricostruire la storia dei genitori c'è anche il tentativo di dare una spiegazione alla malattia del padre: la depressione che aveva reso il padre, almeno agli occhi del figlio, un uomo egocentrico e indifferente. Un romanzo che è anche un grido di dolore molto composto di un figlio diviso fra l'affetto, il rancore e il senso di colpa.
Contrariamente ai pronostici Santiago Peña, del Partito Colorado, è stato eletto presidente del Paraguay. Le piattaforme di streaming hanno cambiato il modo di lavorare e di guadagnare degli autori, che chiedono più soldi e più tutele.Camilla Desideri, editor di America Latina di Internazionale Piero Zardo, editor di cultura di InternazionaleVideo Paraguay: https://www.youtube.com/watch?v=wIEuoFXc0_YHollywood: https://www.youtube.com/watch?v=mymvtze99oAArticolo di Stefano Liberti: https://www.internazionale.it/magazine/stefano-liberti/2023/04/27/via-dalle-isole-dove-non-si-pesca-piu Scrivi a podcast@internazionale.it o manda un vocale a +39 3347063050Consulenza editoriale di Chiara Nielsen.Produzione di Claudio Balboni.Musiche di Tommaso Colliva e Raffaele Scogna.Direzione creativa di Jonathan Zenti.
En Ecuador, el presidente Guillermo Lasso anunció la autorización de la "tenencia y porte de armas de uso civil para defensa personal", argumentando que se trata de una "medida urgente para combatir la delincuencia, el narcotráfico y el crimen organizado". Esto, en medio de una ola de asesinatos, secuestros y ataques a funcionarios públicos. Contrariamente a la idea de Lasso, los especialistas en seguridad ciudadana prevén un aumento de la violencia en el país. La casi unanimidad es latente entre los expertos de seguridad de Ecuador, que coinciden en que la medida establecida por el mandatario Guillermo Lasso de autorizar la "tenencia y porte de armas de uso civil para defensa personal" aumentará la violencia en un país que acabó el pasado año con la mayor tasa de homicidios de su historia. “Ampliar el mercado de armas” Para el profesor de la Universidad Central del Ecuador, Luis Córdova, es evidente que esta autorización del porte de armas en uso civil es contraproducente para disminuir la violencia criminal: “En el Ecuador,ya tenemos un enorme mercado negro de armas del cual se están alimentando las organizaciones criminales para cometer sus ilícitos. Cuando se crea este decreto ejecutivo, que permite una serie de cosas para la importación de armas por vía legal, para la fabricación incluso de armas en territorio ecuatoriano, lo que se hace es ampliar el mercado de armas disponibles en el país y por lo tanto, facilitar los mecanismos de tráfico”, explica el experto en violencia. “Más aún cuando no contamos con mecanismos para rendición de cuentas y supervisión, ni siquiera del rastrillo que está bajo jurisdicción de Fuerzas Armadas o del que mantiene Policía Nacional. Es más, en los últimos dos años hemos visto cómo de los propios cuarteles de la policía se han robado armas de dotación policial y ahora sirven para los criminales. Es decir, no ha habido ni siquiera capacidad para controlar las armas de dotación propia. Peor aún para hacerlo con armas importadas”, enfatiza Luis Córdova. “Decisión desesperada” Según la exsubsecretaria general de Inteligencia en Ecuador, Carolina Andrade, la medida instaurada por el presidente es el reflejo de la incapacidad y falta de toma de decisión en los recursos del país. “Solamente si vamos a ver los datos históricos, el porcentaje más bajo de uso de armas de fuego en homicidios fue en el año 2017: el 47.6% de los homicidios se cometieron por armas de fuego. El año pasado, en 2022, esto se incrementó drásticamente al 86%”, subraya la politóloga. “Por otro lado, nos alerta esta decisión desesperada en un contexto político donde Guillermo Lasso tiene que sobrevivir a un juicio político, una medida desesperada para buscar generar un guiño a los sectores de extrema derecha conservadores. Y además, es una muestra de incapacidad del gobierno central de haber garantizado la seguridad integral que está en la Constitución como una de sus principales responsabilidades”, recalca Andrade. El porte de armas en Ecuador está contemplado en la legislación desde los años 80, pero en 2009, con Rafael Correa al frente de la Presidencia, quedó suspendido de modo indefinido, no así la tenencia de armas, siempre bajo unos requisitos legales.
¿Sabías que detrás de todas esas películas de terror que te encanta ver y cuyos protagonistas son Ed y Lorraine Warren hay una historia real? Sí, el matrimonio Warren sí existió y se dedicaban a la caza de fantasmas y demonios. Andrea Perron relata que previo a la llegada de su familia, muchas otras personas habían vivido y residido en el lugar. Por lo que todos los que vivieron en la casa embrujada de Rhode Island experimentaron, en menor o mayor grado, la presencia de entidades sobrenaturales. “Algunos han salido gritando y corriendo por sus vidas. El hombre que se mudo allí para iniciar la restauración de la casa cuando la vendimos salió gritando, sin su auto, sin sus herramientas y sin su ropa. Nunca regresó a la casa y, por el mismo motivo, las personas que compraban la propiedad siempre se mudaban muy brevemente. La casa estuvo abandonada durante muchos años”. Contrariamente a lo que sucede en la película “El Conjuro”, Ed y Lorraine Warren no consiguieron librar jamás a la casa de los espíritus que moraban dentro de ella, el lugar “estaba demasiado cargado de tragedias y muertes”.
Seductores y aterradores, manipuladores y narcisistas, insalubres y peligrosos. Los psicólogos tienen un nombre para este tipo de individuo: psicópata y ¡Los psicópatas están entre nosotros! Contrariamente a la creencia popular, no todos ellos son asesinos en serie. Solo el 10% son lo suficientemente violentos como para terminar en prisión. Los demás están entre nosotros: en la escuela, en tu equipo de hockey, en el café, en tu baño. Según algunas estimaciones, representan el 1% de la población general Adéntrate en el oscuro mundo de los psicópatas y aprende más sobre sus comportamientos particulares y rasgos de carácter. Con testimonios de víctimas, un destacado neurocientífico y un psicólogo que se especializa en investigaciones criminales, descubra por qué los psicópatas son los que menos le gustaría conocer.