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Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa… despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas. Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência. De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]
Neste episódio, Bruno Ayres e Marianna Taborda conversam com Babi Olivier, especialista em estratégia, inovação e futurismo, sobre como o futuro do impacto social está sendo construído agora, a partir das decisões que tomamos, das tecnologias que usamos e das relações humanas que cultivamos.Durante o episódio, citamos alguns conteúdos que aprofundam esses temas e que valem muito a pena conhecer:
No dia 29 de maio tivemos a uma conversa de lançamento do livro "A Igreja e a Política: católicos e catolicismos em metamorfose" (Ateliê de Humanidades Editorial, 2024) na auditório da sala multimídia do CCH da UENF (Campos dos Goytacazes). Participaram Nelson Lellis, Gustavo Smiderle e André Magnelli, com mediação de Nilo de Azevedo. Disponibilizamos a gravação em áudio de nossa conversa no episódio #123 do República de Ideias. Acesse os textos mencionados em nossa conversa: - https://ateliedehumanidades.com/2023/08/06/fios-do-tempo-repensando-a-secularizacao-uma-agenda-para-a-investigacao-do-mundo-religioso-por-andre-magnelli/ Conheça e adquira o livro em nosso site: https://ateliedehumanidades.com/atelie-de-humanidades-editorial/
Esse é o último episódio da quarta temporada do “Segundamente: eleições 2022”. Segundamente, porque primeiramente era #forabolsonaro. E, ontem, 30 de outubro, dia da votação do segundo turno das eleições 2022, Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito por 60.345.999 votos. Pela terceira vez, o povo brasileiro, depositou sua confiança em Lula, para voltar a ser feliz de novo. . Assim, hoje, 31/10/2022, às 19h00, no canal da Associação Mulheres na Comunicação no YouTube, faremos uma avaliação desse segundo turno das eleições e falaremos sobre os desafios que o próximo presidente enfrentará ao assumir o cargo, em 1º de janeiro de 2023. . Além da nossa companheira Anna Raquel Gomes, advogada eleitoralista, contaremos com a participação da Delegada da Polícia Civil, que atualmente é Deputada Estadual pelo PT e foi eleita Deputada Federal por Goiás nessas eleições 2022, Adriana Accorsi. . O “Segundamente" também está disponível em áudio nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast. Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio. . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #mulheresnacomunicação #democracia #segundoturno #lulapresidente #eleicoes2022
Ontem, 02/10/2022, ocorreu o primeiro turno das eleições aqui no Brasil. Dentre os cargos em disputa nesse pleito estão deputada(o)s estaduais e federais, governadores, senadores e presidente da república. . Assim, no “Segundamente: eleições 2022”, de hoje, 03/10/2022 (2ª feira), as 19 horas, no canal do You Tube - Associação Mulheres na Comunicação - iremos avaliar o primeiro turno das eleições aqui em Goiás, bem como em todo o Brasil. . Além da nossa companheira Anna Raquel Gomes, advogada eleitoralista, contaremos com a participação de Cíntia Dias, que é cientista política e foi candidata ao Governo do Estado de Goiás pelo PSOL, e, também, Cida Alves, que é psicóloga e arteativista do Bloco Não é Não. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá episódios transmitidos ao vivo toda 2ª feira, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação”, às segundas (22h00) e quintas (14h00); quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast (episódios novos todas segundas-feiras as 22h00). Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio. . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #mulheresnacomunicação #primeiroturno #eleicoes2022
Depois de um intervalo de uma semana para reestruturar os assuntos e apaziguar os ânimos, retornamos com mais um episódio do nosso projeto “Segundamente: eleições 2022”. . A segurança pública, assim como a educação e a saúde, é um direito social, um direito humano, que deve ser oferecido pelo poder público a todas as pessoas, sem distinção - deve ser, portanto, democrática. Dizer que é um direito social significa que ela deve ser provida por meio de uma política pública que integre os diferentes entes federativos, união, estados e municípios, por ações multidisciplinares e não exclusivamente policiais e que consigam também prevenir crimes e violências e não apenas combatê-los. . Assim, no “Segundamente: eleições 2022” do dia 17/10/2022 (2ª feira), as 19 horas, no canal do You Tube - Associação Mulheres na Comunicação - iremos conversar sobre a relação entre Segurança Pública e Democracia. . Além da nossa companheira Anna Raquel Gomes, advogada eleitoralista, contaremos com a participação dos Delegados da Polícia Civil do Estado de Goiás, Joaquim Filho Adorno Santos e Marcos Valverde, Doutorando em Direitos Humanos, Professor e Policial Civil. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá episódios transmitidos ao vivo toda 2ª feira, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação”, às segundas (22h00) e quintas (14h00); quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast (episódios novos todas segundas-feiras as 22h00). Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio. . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! https://youtu.be/CfUgd9aPcvM . #mulheresnacomunicação #segurançapublica #democracia #segundoturno #eleicoes2022
Nessa segunda-feira, 24/10/2022, às 19 horas, iremos continuar nossa conversa sobre “Segurança Pública e Democracia”, no “Segundamente: eleições 2022”, no canal do You Tube - Associação Mulheres na Comunicação. . Além da nossa companheira Anna Raquel Gomes, advogada eleitoralista, contaremos com a participação dos Delegados da Polícia Civil do Estado de Goiás, Joaquim Filho Adorno Santos e Marcos Valverde, Doutorando em Direitos Humanos, Professor e Policial Civil. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá episódios transmitidos ao vivo toda 2ª feira, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação”, às segundas (22h00) e quintas (14h00); quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast (episódios novos todas segundas-feiras as 22h00). Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio. . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #mulheresnacomunicação #segurançapublica #democracia #segundoturno #eleicoes2022
Neste próximo domingo, 02/10/2022, ocorrerá o primeiro turno das eleições aqui no Brasil. Neste pleito de 2022 iremos votar para presidente, governador, senador, deputados federal e estadual. Vale fazer uma colinha para não esquecer os números, que são muitos! No dia da votação toda atenção as regras é necessária, afinal um vacilo pode configurar crime eleitoral, e também cabe a nós cidadãs e cidadãos fazermos nossa parte para que tudo ocorra da maneira mais democrática e respeitosa possível. . Assim, no “Segundamente: eleições 2022”, de hoje, 26/09/2022 (2ª feira), as 19 horas, no canal do You Tube - Associação Mulheres na Comunicação - a Anna Raquel Gomes, que é Mestre em Direitos Humanos, advogada eleitoralista e professora universitária, irá falar sobre o que é permitido e o que é proibido no dia das eleições. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá episódios transmitidos ao vivo toda 2ª feira, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação”, às segundas (22h00) e quintas (14h00); quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast (episódios novos todas segundas-feiras as 22h00). Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio. . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #mulheresnacomunicação #votação #eleicoes2022
A urna não é apenas um computador. Mais que isso, trata-se do resultado de ideias e iniciativas que remontam à criação da República Federativa do Brasil. Esse dispositivo é parte relevante do processo eleitoral brasileiro e da concretização da ordem e da legitimidade na realização das eleições. . A cada pleito eleitoral, a urna eletrônica e o processo eletrônico de votação recebem melhorias, num processo dinâmico e contínuo de evolução. O uso da tecnologia foi uma resposta efetiva às fraudes que ocorriam, frequentemente, em diversas etapas do processo eleitoral, desde os tempos do Império até a implantação do processo eletrônico, e trouxe segurança e confiança às eleições no Brasil. . No “Segundamente: eleições 2022”, de hoje, 19/09/2022 (2ª feira), as 19 horas, no canal do You Tube - Associação Mulheres na Comunicação - a Anna Raquel Gomes, que é Mestre em Direitos Humanos, advogada eleitoralista e professora universitária, irá falar sobre a urna eletrônica. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá episódios transmitidos ao vivo toda 2ª feira, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação”, às segundas (22h00) e quintas (14h00); quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast (episódios novos todas segundas-feiras as 22h00). Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio. . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #mulheresnacomunicação #urnaeletrônica #eleicoes2022
Estamos a vinte dias do primeiro turno das eleições 2022. E esse pleito tem sido considerado um dos mais violentos desde a redemocratização do Brasil. São muitas as notícias que relatam episódios de ameaças, atentados, brigas e até mesmo homicídios cometidos por conta de discursos de ódio equivocadamente justificados como divergências políticas. . A eleição de outubro será a primeira no país após a sanção da Lei nº 14.192 de combate à violência política contra a mulher e que estabelece como violência política contra a mulher “toda ação, conduta ou omissão com a finalidade de impedir, obstaculizar ou restringir os direitos políticos das mulheres”, além de atos que levem à “distinção, exclusão ou restrição no reconhecimento, gozo, ou exercício de seus direitos e suas liberdades políticas fundamentais, em virtude do sexo”. Portanto, configura como crime “assediar, constranger, humilhar, perseguir ou ameaçar, por qualquer meio, candidata a cargo eletivo ou detentora de mandato eletivo, utilizando de menosprezo ou discriminação à condição de mulher ou à sua cor, raça ou etnia, com a finalidade de impedir ou de dificultar a sua campanha eleitoral ou o desempenho de seu mandato eletivo.” . No “Segundamente: eleições 2022”, episódio do dia 12/09/2022, 2ª feira, as 19 horas, no canal do You Tube - Associação Mulheres na Comunicação - a Anna Raquel Gomes, que é Mestre em Direitos Humanos, advogada eleitoralista e professora universitária, irá comentar sobre violência política e violência política de gênero. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá episódios transmitidos ao vivo toda 2ª feira, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação”, às segundas (22h00) e quintas (14h00); quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast (episódios novos todas segundas-feiras as 22h00). Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio. . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #violenciapolítica #violenciapoliticadegenero #eleicoes2022
Já adentramos setembro e faltam menos de um mês para o primeiro turno das eleições 2022. . Como conversamos no episódio anterior, a propaganda eleitoral é um dos meios mais importantes para a concretização da democracia representativa, uma vez que publica as propostas dos candidatos, os aproximado dos eleitores e permitindo que, esses por sua vez escolham os políticos mais alinhados aos seus interesses. São várias as técnicas utilizadas para conquistar a vontade do eleitor, entretanto, algumas dessas estratégias trazem em seu bojo as campanhas negativas, que utilizam de elementos negativos e desabonadores do adversário, não necessariamente verídicos, em detrimento ao relevo das próprias qualidades e virtudes de outro candidato, com potencial de influenciar na decisão do eleitorado. De certa maneira, a propaganda eleitoral negativa está presente no imaginário brasileiro, em especial no que diz respeito a exaltação das paixões partidárias, que, muitas vezes, fazem o uso moralmente questionável e socialmente inaceitável da liberdade de expressão, a exemplo disso a veiculação de notícias falsas, as chamadas fake news. . E é sobre essas estratégias negativas e a desinformação que elas difundem que a Anna Raquel Gomes, que é Mestre em Direitos Humanos, advogada eleitoralista e professora universitária, irá comentar nesse quarto episódio do “Segundamente: eleições 2022”, dessa 2ª feira, 05/09/2022, às 19 horas, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá 07 (sete) episódios, transmitidos ao vivo todas as segundas-feiras, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação (https://bit.ly/3zDuKO6). As lives serão gravadas e compartilhadas em nossas redes sociais para que possam assistir sempre que quiserem. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação" (https://mulheresnacomunicacao.com/), às segundas (22h00) e quintas (14h00); quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast (episódios novos todas segundas-feiras as 22h00). Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio (https://linktr.ee/jmulheresnacomunicacao). . Na página do Instagram da AMC fizemos um destaque “Segundamente 2022”, no qual você encontra o link para ouvir os episódios anteriores. Incluímos, nesse mesmo destaque, o link para baixar o aplicativo para denúncias sobre irregularidades eleitorais, o “Pardal”, mantido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #segundamente #amc #mulheresnapolitica #propagandaeleitoralnegativa #fakenews #eleicoes2022
Nessa 2ª feira, 29/08/2022, às 19h00, no canal do You Tube “Associação Mulheres na Comunicação”, transmitiu a 3ª live do “Segundamente - Eleições 2022”, na qual abordou sobre o tema propaganda eleitoral. . Nesse episódio abordamos quais são as normas e critérios que devem ser respeitadas durante o período de permissão para a realização da propaganda eleitoral, bem como quais meios de comunicação estão autorizados para veiculação. Também falamos sobre as advertências previstas em caso de inobservância das regras, assim como os locais onde denunciar os candidatos que descumprirem as determinações. . Na página do Instagram da AMC fizemos um destaque “Segundamente 2022”, no qual você encontra o link para ouvir os episódios anteriores. Incluímos, nesse mesmo destaque, o link para baixar o aplicativo para denúncias sobre irregularidades eleitorais, o “Pardal”, mantido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). . O “Segundamente" conta com a participação fixa de Anna Raquel Gomes, que é Mestre em Direitos Humanos, advogada eleitoralista e professora universitária, que irá comentar e instruir toda população sobre o processo eleitoral 2022. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá 07 (sete) episódios, transmitidos ao vivo todas as segundas-feiras, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação . As lives serão gravadas e compartilhadas em nossas redes sociais para que possam assistir sempre que quiserem. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação", às segundas (22h00) e quintas (14h00); quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast (episódios novos todas segundas-feiras as 22h00). Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio do Instagram - @mulheresnacomunicacao - (https://linktr.ee/mulheresnacomunicacao). . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #segundamente #amc #mulheresnapolitica #propagandaeleitoral #eleicoes2022
Hoje, 2ª feira, às 19h00, no canal do You Tube “Associação Mulheres na Comunicação”, iremos transmitir a 2ª live do “Segundamente - Eleições 2022”, no qual abordaremos sobre o tema: financiamento de campanha eleitoral. . Quais as formas de você ou seu candidato angariar dinheiro para para uma campanha eleitoral? Nesse episódio você saberá tudo sobre os tipos de financiamento de campanha existentes, suas vantagens e desvantagens, qual deles se aplica no nosso país e o que é importante saber para financiar uma campanha eleitoral no Brasil. . O “Segundamente" conta com a participação fixa de Anna Raquel Gomes, que é Mestre em Direitos Humanos, advogada eleitoralista e professora universitária, que irá comentar e instruir toda população sobre o processo eleitoral 2022. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá 07 (sete) episódios, transmitidos ao vivo todas as segundas-feiras, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação . As lives serão gravadas e compartilhadas em nossas redes sociais para que possam assistir sempre que quiserem. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação" , às segundas (21h00) e quintas (14h00); quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast (episódios novos todas segundas-feiras as 22h00). Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio . . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #segundamente #amc #mulheresnapolitica
Hoje, 2ª feira, 08/08/2022, a exatos 55 (cinquenta e cinco) dias das eleições, nós da Associação Mulheres na Comunicação, anunciamos o retorno do projeto "Segundamente", porque primeiramente #ForaBolsonaro. . O "Segundamente" iniciou no pleito municipal de 2016 e trata-se de um programa de entrevista, no formato live, realizado durante o período eleitoral, cujo tema principal é política e como ela impacta em nossas vidas. . A ideia para esse pleito de 2022, que tem sido permeado pelo recrudescimento do extremismo fascista, violência e notícias falsas, é de trazer um conteúdo informativo de como funciona o processo eleitoral aqui no Brasil, desde as instituições que fiscalizam, organizam e regulam as eleições, até as normas e regras que definem as candidaturas, as obrigações e propagandas partidárias, e, principalmente, como nós podemos exercer a cidadania plena e fazermos escolhas melhores. . Em sua quarta temporada o "Segundamente" vai abordar a legislação eleitoral. Em tempos de fake news é essencial nos basearmos em informações verificadas, através de uma comunicação comprometida com a democracia e transformação social. E, para essa conversa, teremos a participação especial da advogada eleitoralista Anna Raquel Gomes, que também é Mestre em Direitos Humanos e professora universitária, que irá comentar e instruir toda população sobre o processo eleitoral 2022. . A quarta temporada do "Segundamente", especial eleições 2022, terá 07 (sete) episódios, transmitidos ao vivo todas as segundas-feiras, às 19h00, no canal do You Tube da Associação Mulheres na Comunicação . As lives serão gravadas e compartilhadas em nossas redes sociais para que possam assistir sempre que quiserem. . Outra novidade é que o "Segundamente" também será disponibilizado em áudio, tanto na nossa Web Rádio "Mulheres na Comunicação" , quanto nas principais plataformas de streaming de áudio, na versão podcast. Disponibilizamos os links de nossos canais no linktree, na Bio . . Participe conosco, assista, ouça, compartilhe! . #segundamente #amc #eleiçoes2022 #maismulheresnapolitica #naoaviolenciapoliticacontramulheres
Esse é mais um episódio do grupo Andança. Um grupo formado por alunas e professoras da UFES. O tema do nosso podcast de hoje é sobre a preservação do Forte de São Francisco Xavier de Piratininga, que localiza-se na enseada de Inhoã, na cidade de Vila Velha, próximo a Vitória, no espírito Santo. O Forte São Francisco Xavier da Barra é um dos expoentes da arquitetura militar do Espírito Santo e do Brasil. O ICOFORT esclarece que o Forte de Piratininga é um edifício militar de excepcional valor arquitetônico. A edificação remonta o inicio da colonização espírito-santense. Sua construção data do final do Século XVII. A fortaleza possui mais de 300 anos e é o único exemplar da arquitetura militar íntegro no Espírito Santo. Entretanto, a edificação recebeu uma proposta de intervenção que não respeita o edifício histórico, e toma para si o protagonismo da estrutura arquitetônica histórica. Nesse viés, surgiu a pauta e a luta pela preservação desse bem de valor grandioso. E por além disso, pautas relacionadas a importância do patrimônio cultural para os povos. Disponibilizamos, portanto, a Live gravada dia 12/07 e encontra-se disponível na íntegra no nosso canal do instagram: @andancap
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Olá queridos seguidores, Disponibilizamos um novo e-book grátis para vocês: https://www.viniciusfrancis.com/post/reflex%C3%B5es-e-pensamentos-livro-em-pdf-gratuito Luz e bênção, Equipe Filhos da Alva
O quanto uma lembrança pode causar de dor? Quão insana pode ser uma promessa? E a fé, tem loucura? O quanto um acontecimento pode mudar no comportamento humano? O quanto nós temos de loucura? Ser louco é normal? Aqui começamos um debate sobre dois personagens conhecidos no mundo nerd, Batman e Coringa. Essa escolha não foi por acaso pois é de nosso conhecimento que a loucura está presente neste universo e para falar sobre ela, convidamos novamente nosso amigo Leandro Unzueta para debater sobre estes personagens e paralelos em nossa realidade. Disponibilizamos abaixo dois links. O primeiro são livros para download indicados pelo Leandro neste capitulo e o segundo é seu site de atendimento psicológico online. Links: Livros citados pelo Leandro e disponível para download: https://drive.google.com/drive/folders/1Ht32TR6rp35RRvV8_oDZ9TDZ9YWkVq5_?usp=sharing Site Leandro de atendimento psicológico online : https://leandropsi.com.br/ Contatos Mande sua contribuição filosófica, política, sugestão, reclamação ou elogios para o nosso SAC Nerd! Nosso debate não para por aqui. E-mail: comunasnerd@gmail.com Twitter: https://twitter.com/comunasnerd Instagram: https://www.instagram.com/comunasnerd Facebook: https://www.facebook.com/comunasnerd --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/comunasnerd/message
Neste episódio, conversamos com a Dra. Carla Virgínia, médica, farmacêutica, Mestre em Ciências da Saúde, e estudante da nossa Pós-Graduação em UTI Pediátrica e Neonatal sobre as suas conquistas e sobre os desafios encontrados em sua trajetória pessoal, profissional e acadêmica como uma mulher negra na Medicina. Disponibilizamos também uma cartilha sobre expressões de cunho racista que, muitas vezes, fazem tão parte do nosso cotidiano que sequer nos damos conta. Para baixar o material, CLIQUE AQUI; não esqueça de compartilhar com seus contatos, amigos, colegas de trabalho e familiares. Novembro de 2021.
Disponibilizamos em áudio uma live realizada por nosso colega Diego, na qual ele se dispôs a responder diversas perguntas e debater assuntos relacionados a religiões. Falou-se especialmente sobre Umbanda, mas também foi tocado em temas de magia e espiritualidade em geral.
Disponibilizamos ao público a primeira aula do curso Retórica Moderna e Contemporânea, do professor André Magnelli. Em primeiro lugar, damos uma sinopse da Retórica Clássica. Em seguida, expomos um enquadramento provisório do que é a retórica e damos as razões pelas quais a retórica está sendo reabilitada desde meados do século XX. Por fim, apresentamos as regras de método de nosso percurso histórico e o mapa viagem que realizaremos. Este vídeo tem também respostas do professor às questões dos alunos. Mais informações sobre o curso: https://ateliedehumanidades.com/2021/07/07/curso-livre-virtual-retorica-moderna-e-contemporanea-por-andre-magnelli/ Inscreva-se para assistir ao Ciclo de Retórica, presencialmente ou à distância, em nossa página ou por whatsapp 21-97979-3743. Tempo de vídeo/áudio: 1 hora e 24 minutos Link do vídeo: https://youtu.be/4NfI1W9r94I Nome do arquivo Link para podcast: *** Tópicos da aula 1. Retórica clássica, vertentes clássicas 2. O que é retórica: um enquadramento provisório 3. Por que a retórica está sendo reabilitada? 4. Como estudar a história da retórica? 5. Mapa da viagem pelos milênios Respostas provisórias às questões: 1. Quais as diferenças entre a retórica grega e a concepção de eficácia chinesa? 2. Será que realmente vivemos um renascimento da retórica hoje? 3. Será que a história da retórica ajuda as demais histórias (política, religião, literária etc) ou na verdade atrapalha? 4. Qual a diferença entre retórica e dialética? 5. Qual a importância das técnicas de memória (mnemotécnicas) na retórica?
Conversamos muito sobre queijo com o Eduardo Tristão Girão no episódio #42. / Jornalista gastronômico especializado em queijos mineiros. Consultor, curador e palestrante na área, desenvolve série de ações e projetos em torno do queijo. Ganhador do Troféu Eduardo Frieiro e da Medalha do Dia do Estado de Minas Gerais, ao lado da irmã, Denise Girão, promovem bastante conhecimento a respeito do assunto e oferecem uma experiência muito legal aqui em Belo Horizonte: Só o queijo Cura. / Compartilham suas pesquisas, experiências e muito conteúdo sobre o queijo mineiro. / @eduardotristaogirao no instagram!! // Disponibilizamos o áudio deste episódio também no Youtube. Acompanhe o @tantodetrempodcast ! / Um Beijo e até quarta-afeira que vem as 12:12 , Felipe e Virgínia
A Bradesco Saúde está há mais de 35 anos no mercado de Saúde Suplementar, com planos empresariais de saúde completos, adequados às necessidades de seus clientes. Com o melhor atendimento e os mais completos serviços, os planos da Bradesco Saúde proporcionam a proteção e a tranquilidade que você deseja para os funcionários de sua empresa. Disponibilizamos uma ampla rede de consultórios, clínicas, laboratórios e hospitais, além de possibilitar o reembolso das despesas médicas e hospitalares realizadas por prestadores de sua livre escolha. Hoje vamos falar sobre o Saúde Digital - A telemedicina da Bradesco Saúde Não se esqueça, o Descomplica Seguro acontece sempre às segundas-feiras às 10:30.
Neste segundo episódio do Camisa 10. Disponibilizamos para você, em nossa opinião nossa escalação do Brasileiro 2020. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/ifc-web/message
Se no último áudio abordamos a Formação dos Estados Nacionais Português e Espanhol, hoje falaremos sobre França e Inglaterra. Ainda, explicaremos o risco dos anacronismos e definiremos Antigo Regime. Disponibilizamos duas imagens em nosso grupo do Facebook: - Frase do Rei Espanhol Felipe II - em espanhol e inglês; Facebook: https://www.facebook.com/KA-Enem-Vestibulares-106295614451340 Contato WhatsApp: +39 3920994492 Questione, escreva, participe! K&A - o Canal multidisciplinar que lhe conecta com o Enem
Neste áudio falamos sobre a arte do Século XIV, sobre: Giotto di Bondone, Simone Martini, Dante, Petrarca e Boccacio. Frase de hoje: “The things that we love tell us what we are” Thomas Aquinas. Disponibilizamos várias imagens em nosso Grupo do Facebook. - Imagens sobre o Palácio do Doge (Veneza); - Obras de: Giotto e Martini; - Triumphus mortis - Petrarca; - E a obra sobre "Ricardo II" e a recomendação de sua alma. Facebook: https://www.facebook.com/KA-Enem-Vestibulares-106295614451340 Contato WhatsApp: +39 3920994492 K&A - o Canal multidisciplinar que lhe conecta com o Enem
Disponibilizamos também as temáticas: "Complacente, por quê?", "Valores e virtudes conseguidos" e "Recuperação: armadilhas do caminho".
Disponibilizamos também as temáticas: "Medo como Conselheiro" e "O Todo e o Medo"
Disponibilizamos ainda as temáticas: "Recaída aos 10 anos" e "Desmontando-se"
Disponibilizamos também as temáticas: "Particularidades da Recuperação" e "Ego e Debilidades", além da leitura de trecho da literatura de Al-Anon.
Disponibilizamos também as temáticas: "O retorno", "Recuperação é um processo", "A trajetória" e "O decálogo para sair das drogas".
Disponibilizamos também as temáticas: "Ressentimentos e mudanças – assertividade"; "Estado de Coma"; "Falta de Convicção"; e "Despertar Espiritual".
Te convido a começar essa caminhada conhecendo um App que criamos, com toda a nossa dedicação, para ser uma ferramenta útil que vai te acompanhar nessa jornada e te guiar rumo à Inteligência Emocional. Clique no link e baixe o App EuEmBusca! Disponibilizamos 7 dias para testar gratuitamente. Experimente e deixe seus comentários, será muito útil para podermos melhorar cada dia mais. Contatos: WhatsApp (48) 98425 8828 https://linktree.com.br/new/AndreaDusikLifeCoach #AndreaDusikLifeCoach #CoachdeVida #LifeCoach #Coaching #SuaMelhorVersão #Euembusca #InteligênciaEmocional #Autoconhecimento #gestãoemocional #Inteligênciapositiva #Juntossomosmaisfortes #JuntoscomDeussomosinvenciveis
Disponibilizamos também as temáticas: "Um pai de um adicto". "Nunca foi sorte" e "O índice".
Despertar espiritual tem a ver com religião na visão da recuperação? Disponibilizamos também temática: "amadurecimento no programa de 12 passos"
Disponibilizamos também as temáticas: "Trajetória do Programa de 12 Passos"; "Medo de ficar louco"; e "Medo da Morte Angústia, Medo ou Ansiedade".
Disponibilizamos ainda as temáticas: "Admissão", "Considerações da fragmentação e das obsessões" e "A felicidade e o vazio".
Disponibilizamos também as temáticas: "Estado de Desespero", "Aceitação através do programa" e "Autoengano: o problema".
Disponibilizamos também as temáticas: "Recuperação e Recaída" e "A Realidade da Adicção"
O primeiro passo de Alcoólicos Anônimos nos coloca em contato com nossa impotência perante o álcool. Disponibilizamos ainda as temáticas "Adicção, como?" e "Conhecendo-se através do Programa".
A equação que envolve a dependência química tem muitas variáveis, sendo necessário muito estudo e ponderação para interpretá-la. Conheça alguns destes fatores neste programa. Disponibilizamos, também, parte de entrevista com Tony Beloto, dos Titãs, à Revista Trip.
Disponibilizamos também temáticas sobre adicção por um adicto em recuperação há mais de 25 anos.
Disponibilizamos também mais uma temática: A, B, C, D ou OBEDECER?
Além de depoimentos, os apresentadores apresentam informações muito úteis para quem pretende parar de beber ou usar drogas. Não perca este episódio!
Apresentamos o conceito geral e o específico de realidade virtual que vamos utilizar na série. Comentamos sobre as duas principais divisões da série. Disponibilizamos duas lições principais da obra Jogador Número 1.
Disponibilizamos o caso em nossas redes sociais para você estudar enquanto escuta o episódio. Esperamos que goste e se tiver alguma dúvida, entre em contato!
Tá pegando fogo por todo lado, bicho! Disponível na Amazon Prime. Disponibilizamos em nosso Instagram os livros comentados nesse episódio para você comprar :) >>> "Mas, Tem Online?!" é um podcast sobre aquelas séries, filmes e games que você indica loucamente para seus amigos e de forma (bem) chantagista os obriga a assistir e no final sempre escuta "Mas, tem online?! . Nossos episódios são rapidinhos, para você escutar de boa na vida, no trabalho, no busão e anotar as dicas frenéticas e descobrir onde tem online.
Olá ouvintes do melhor podcast intergalático!!! Disponibilizamos nossa Live para que você possa conferir tudo o que pode e que não pode acontecer durante uma gravação ao vivo do Podmerda.
Com participação especial de Lucas Moura. Episódio dedicado a temporada do Tottenham. Analisamos o trabalho de José Mourinho e o elenco do Spurs que vive uma temporada bem conturbada. O Premier League de Casa tem episódios inéditos toda terça e sábado na ESPN-Brasil. Disponibilizamos por aqui versões em áudio no feed do podcast Correspondentes Premier.
No último encontro do Ciclo de Humanidades de 2019 trabalhamos o tema do tempo e do efeito da aceleração sobre nossas vidas em Na máquina do tempo: como viver em uma sociedade em (des)aceleração?. Naquele momento, estávamos a refletir sobre uma sociedade em aceleração, em um ciclo de sucessão de acontecimentos frenéticos. Naquele dia, tivemos a fala de Bruna Bataglia sobre “Os efeitos da vida sob o tempo de urgência”, feita por skype. Disponibilizamos sua exposição gravada antes do encontro, feita aqui tanto na forma de episódio de podcast como também na forma de vídeo. Com a pandemia do coronavírus, temos um fato novo, marcado por dura ironia: continuamos a nos defrontar com um frenesi de fatos e contingências difíceis de compreender, mas, com as medidas preventivas de confinamento social, nos vemos diante de uma interrupção abrupta das atividades, com uma desaceleração repentina e de duração incerta da nossa vida social e individual. Como pensar este momento ambivalente? Acreditamos que a fala de Bruna poderá nos ajudar a refletir. Uma boa escuta! Tópicos Como devemos entender o tempo da urgência? As várias formas de chamar o atual regime de temporalidade: presentismo, tirania do instante, império do efêmero, crise do porvir, 24/7, império da velocidade etc. As diferenças entre a aceleração do início do século XX e aquela dos anos 1970 em diante: o papel da internet, dos transportes etc.; A aceleração nas relações sociais, no trabalho e nas relações sociais e a explosão dos horizontes de escolha; A aceleração cultural: a recusa da morte e os ideais de felicidade Efeitos do tempo de urgência sobre nossas vidas Tempo da urgência como tempo do mercado; Efeitos da aceleração sobre a democracia Efeitos da aceleração sobre os indivíduos e o psiquismo: questão da depressão e da compreensão do mundo; O capitalismo emocional e a destruição de processos racionais; As fake news e os efeitos emocionais imediatos. Importância do direito em uma sociedade em aceleração: O jurídico como instituição de uma temporalidade social; A garantia da memória coletiva; Perdão e promessa; As regulações da vida diante das incertezas, dos riscos e das contingências do futuro; A importância da reflexividade para a vida democrática.
Recebemos esta locução do Cláudio, um irmão querido, de São Paulo. Disponibilizamos a todos e desejamos que faça muito bem! Invista tempo naquilo que desenvolve sua consciência no Evangelho. Use o caiofabio.net e todas as multiplataformas de conteúdo. Deus te abençoe! --- Send in a voice message: https://anchor.fm/caiofabio/message Support this podcast: https://anchor.fm/caiofabio/support
Disponibilizamos esta entrevista originalmente concedida a CONFNetworking, Conferência Internacional e Online de Networking, que aconteceu em junho de 2016 para que você possa se beneficiar! Este é um conteúdo super relevante para quem quer crescer sua carreira e seus negócios. Conversamos com Fernando Terni, um executivo experiente com uma jornada extraordinária de contribuição em grandes empresas. Fernando Terni é ex-presidente da Schincariol (atual Heineken), ex-VP da América Latina para Nokia, ex-CEO Nokia Brasil, ex-presidente da Interlig e ex-VP da ABB. Fernando é atualmente Presidente da Alliar Medicina Diagnóstica. Você pode entrar em contato com o Fernando Terni no LinkedIn aqui: https://www.linkedin.com/in/fernando-terni-10a92426/ Alguns insights desta conversa: - Enquanto você está centrado em você, esquece o networking / as pessoas só vão estar dispostas a te ajudar se houver uma troca - Os grandes avanços que você faz na sua carreira profissional é dos encontros com pessoas, muito mais do que nos bancos das universidades. Essas trocas são viáveis e intensas quando se está aberto a elas (ouvir). - Aproveitar as oportunidades de conhecer outras culturas pois traz muitos aprendizados. - Confiança parte de 2 valores fundamentais: ética e respeito (não fazer para o outro o que não faria para mim) - Humildade (vem naturalmente quando não se confia em si) nos ajuda a estar mais aberto aos outros / se colocar como igual (estar próximo e divertir-se) - Considere sempre que as pessoas são diferentes, respeitar e até aprender com isso - Apoiar as pessoas sem esperar nada em troca - Networking é ajudar muitas pessoas sem saber no que isso pode se transformar. E a melhor forma de fazer isso é com alegria. É muito mais legal ajudar do que pedir ajuda. - Ouvir verdadeiramente (estreitou laços que trouxeram grandes negócios no futuro) - Gratidão por quem apoia e gratidão também por quem não apoia (todos tem suas motivações) - Respeite a todos: clientes, funcionários, fornecedores, familiares... porque você não sabe o que acontecerá no futuro / ajude a quem você puder naquilo que puder / igualdade de relacionamento - proverbio chinês: “faça a mim e eu lhe agradeço, faça aos meus e eu lhe serei eternamente grato” Aproveite a entrevista! Abraço! Carlos Hoyos * Carlos Hoyos, host do PLANETA foi o idealizador e organizador da CONFNetworking. É empresário e empreendedor, Coach Executivo & Empresarial, especializado em liderança com propósito, facilitador de treinamentos de alta performance, mentor de coaches e empreendedores e consultor empresarial. Pai da Clara e do Benjamin, esposo da Camila, é apaixonado por desenvolver líderes, executivos, empresários e empreendedores para que possam atingir seu potencial maior em suas vidas, famílias, equipes e empresas. * Entre na lista de espera VIP para os Metres do Tempo 3.0! Mega promoção de lançamento, somente para inscritos na lista! Acesse aqui: https://linktr.ee/coachhoyos * Carlos Hoyos, é o host do podcast PLANETA e do canal do YouTube "Liderança com Propósito". Carlos é empresário e empreendedor, Coach Executivo & Empresarial, especializado em alta performance para líderes com propósito, facilitador de treinamentos de alta performance, mentor de coaches e empreendedores e consultor empresarial. Pai da Clara e do Benjamin, esposo da Camila, é apaixonado por desenvolver líderes, executivos, empresários e empreendedores para que possam atingir seu potencial maior em suas vidas
Disponibilizamos entrevista da CONFNetworking, conferência Internacional e Online de Networking, que aconteceu em 06/2016 para que você se beneficie: conteúdo super rico! Falamos com Paulo Motta, um executivo incrível com muito propósito! * Paulo Motta é executivo sênior com atuações na Wurth, Valeo, Rhodia e Solvay. Atualmente Vice Presidente para a ásia de Especialidades de Gestão de Negócios na INEOS Styrolution. Assista e conheça 5 práticas para construir bons relacionamentos! Alguns insights da entrevista: - Preste a tenção no ambiente onde está vivendo - Fazer um esforço, participar e aproveitar das oportunidades para criar conexões, estabelecer relacionamentos, encontrar interesses comuns com pessoas diferentes - Sair da posição de quem precisa de ajuda para quem pode ajudar - Buscar seu espaço com atitudes, ações, responsabilidade, caráter - Aprender com todas as experiências, especialmente as que julgamos como ruins (como uma demissão por exemplo) - Reconhecer o valor do networking, da sua rede de relacionamentos - Momentos que parecem ruins a princípio podem ser um empurrão para seu desenvolvimento e crescimento - As pessoas apoiam você quando entendem que também é apoiador valioso para rede - As pessoas tem utilizado as redes sociais de uma maneira errada. Enviam convites sem nenhum contato por telefone ou face a face antes. - Relacionamento você faz em qualquer lugar do mundo - Estabelecer relacionamentos duradouros e marcantes - Que marca quero deixar? O que quero que as pessoas pensem de mim - A empresa escolhe um profissional para trabalhar no exterior pois acredita que trará resultados e voltará trazendo experiências que poderão agregar para outras pessoas na organização - Estudar traz muito relacionamento e mantem sua mente aberta - Quando você faz um curso novo, conhece pessoas diferentes que estão em situações e tem culturas diferentes. - Não existe ninguém que passe pela vida sem ter recebido algum tipo de ajuda Aproveite a entrevista! Carlos Hoyos * Carlos Hoyos, host do PLANETA foi o idealizador e organizador da CONFNetworking. É empresário e empreendedor, Coach Executivo & Empresarial, especializado em liderança com propósito, facilitador de treinamentos de alta performance, mentor de coaches e empreendedores e consultor empresarial. Pai da Clara e do Benjamin, esposo da Camila, é apaixonado por desenvolver líderes, executivos, empresários e empreendedores para que possam atingir seu potencial maior em suas vidas, famílias, equipes e empresas. * Assine nossa lista VIP de Alta Performance e ganhe o eBook "Seu Tempo Sua Vida" aqui: https://thomazellihoyos.com/listavip
Visitei o Studio1917 e entrevistei seu criador/idealizador Thiago Azevedo para que ele me explicasse o que é COWORKING e falasse à respeito do seu empreendimento. Segue o release: O Studio 1917 é um espaço de Coworking que busca oferecer um ambiente de trabalho diferenciado e agradável para que você consiga focar na sua produtividade e colocar em prática as suas melhores ideias sem ter que se preocupar com os detalhes operacionais e o custo fixo de manter um escritório. Disponibilizamos um ambiente corporativo, com locação por hora de Escritórios Compartilhados, Salas de Trabalho totalmente prontas para uso, além de uma Sala de Reunião para grupos maiores. Também dispomos de Pacotes de Hora, Agendamento via Sistema, serviços de Domicílio Fiscal e Gestão de Correspondência (consulte-nos). Nossos serviços incluem Internet Banda Larga (Wi-Fi/Cabeada), Copa, Banheiro, Estacionamento, Área de Jardim, Recepção com Controle de Acesso. • Endereço: Rua da Bronzita, 1917, Lagoa Nova, Natal/RN • Celular: (84) 98190-1917 • Email: contato@studio1917.com.br • Site: http://www.studio1917.com.br • Facebook: facebook.com/studio1917 • Instagram: @studio.1917 Fale conosco no contato@carlosaugusto.pro.br
Tarrasque na Bota apresenta... A Mina Perdida de Phandelver, uma aventura do RPG Dungeons and Dragons 5ª edição - Episódio 4 – Dançando com Lobos. ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 14 anos. "Dá para dizer que nem é um cast, mas um storytelling, um os melhores do RPG Brasil na web." - Raphael Lamour (ouvinte) - "(...) sempre boas risadas, me deixam felizes de dizer que, juntamente com o pessoal do Crônicas De Mentes (outro podcast nesses moldes, mas que usam FATE) são, para mim, os melhores da podosfera." - Thiago Dante (ouvinte) - "Parabéns pelo cast."; "RPG Next de volta a todo vapor!"; "Imagino que deve ser muito trabalhoso fazer a edição, mas o produto final é de qualidade, parabéns." - Joseph Mugiwara (ouvinte) - Calendário da Costa da Espada, no Reino de Faerûn, no mundo de Toril: 8/7/1491 Oitavo dia do sétimo mês - Flamerule (Summertide - Maré do Verão) no ano 1491 DR. Calendário da aventura: 3º dia de aventura (início da noite). Com a participação de: Rafael 47, o DM (Dungeon Master); Klank, um Guerreiro Anão (interpretado por Fernando Moura); Vern Verón, um Bardo Meio-Elfo (interpretado por Pedro Quitete); Sandoval Miels, um Feiticeiro Humano (interpretado por Olavo); Rael, um Ladino e Elfo do Sol (interpretado por Rafael Sky); Erevan Brisa Noturna, um Druida e Elfo da Floresta (interpretado por Tiago Andre dos Santos). Uma produção RPG Next. RECADOS Fala pessoal! Gostaram desse episódio com a história de uma aventura de RPG? Esperamos que sim! Disponibilizamos um link para os "Relatos das Campanhas" para quem quiser acompanhar. https://rpgnext.com.br/materiais-do-rpg-next-podcast/elementos-de-campanha-a-mina-perdida-de-phandelver Quem tiver interesse de participar da produção de conteúdo e pertencer à família do RPG Next, basta nos enviar um e-mail para contato@rpgnext.com.br ou preencher nosso formulário de contato aqui no site. Anuncio agora também o “Fala aí ouvinte Next” Nos envie um áudio de até 30 segundos dizendo quem e de onde você é, e conte para todos como o RPG, ou as histórias que você vem escutando, fazem parte de sua vida. Pode ser desde falar sobre o que mais ou menos gosta, se você for um jogador de RPG, com que frequência joga, onde e com qual sistema de jogo. Se você apenas nos ouve e curte nosso trabalho, nos diga em que momento isso ocorre, ou qualquer outra coisa interessante que você tenha vontade de compartilhar. Esse áudio de 30 até segundos será colocado no fim do próximo episódio junto com nossa leitura de e-mails, ok? Nossa intenção é fazer todos vocês se sentirem parte dessa família que curte a experiência proporcionada pelos jogos de RPG, seja você jogador ou não! AJUDE O RPG NEXT Se puder nos ajudar, faça o download gratuito de um audiobook e obtenha 30 dias de teste sem pagar nada acessando www.audibletrial.com/RpgNext. São mais de 180.000 títulos para escolher para o seu iPhone, Android, Kindle ou MP3 player. Para acessar o DriveThruRPG vá em http://bit.do/dt-rpgnext " E para acessar o Dungeon Master Guild vá em http://bit.do/dmg-rpgnext Não posso esquecer de falar também que nós, do RPG Next, publicamos lá no Dungeon Master Guild um material para auxiliar nas suas partidas de D&D. Se trata da TABELA de Interpretação - Rolagem de Ataque VS. Classe de Armadura. Essa tabela é útil para quem quer tornar as descrições de acerto e erro dos ataques muito mais temáticos e descritivos. Bom, para ter acesso à tabela, basta entrar no site do Dungeon Master Guild e digitar no campo de busca “RPG Next” que você encontrará nosso material publicado por lá. http://www.dmsguild.com/browse.php?keywords=rpg+next&x=0&y=0&author=&artist=&pfrom=&pto Por fim, lembre-se que você pode nos ajudar através de doações no link do site, ou com compras em nossos links afiliados.
Neste Episódio 10 do Ludocast Brasil, batemos um papo sobre o que devemos fazer em uma mesa de Tabuleiro. Quais são as boas práticas dos jogadores? Falamos também sobre aquelas coisas que irritam em uma mesa de jogo e você não fala por educação... Utilizamos como material base os Dez Mandamentos do Tabuleiro (Airton Brisolla) e as Regras Informais do Jogo de Tabuleiro (Grow). Disponibilizamos este material aqui com diagramação de Ale AC. Participantes: Carlos Vegeta, Emerson Lopes, faustol, Jaime yxhjsk e Ricardo Gama. Deixe seus comentários sobre o podcast aqui no post, ou envie um e-mail para ludocastbrasil@gmail.com Links: Canal do Jogando Offline Dez Mandamentos do Jogo de Tabuleiro Regras Informais do Jogo de Tabuleiro
Neste Episódio 10 do Ludocast Brasil, batemos um papo sobre o que devemos fazer em uma mesa de Tabuleiro. Quais são as boas práticas dos jogadores? Falamos também sobre aquelas coisas que irritam em uma mesa de jogo e você não fala por educação... Utilizamos como material base os Dez Mandamentos do Tabuleiro (Airton Brisolla) e as Regras Informais do Jogo de Tabuleiro (Grow). Disponibilizamos este material aqui com diagramação de Ale AC. Participantes: Carlos Vegeta, Emerson Lopes, faustol, Jaime yxhjsk e Ricardo Gama. Deixe seus comentários sobre o podcast aqui no post, ou envie um e-mail para ludocastbrasil@gmail.com Links: Canal do Jogando Offline Dez Mandamentos do Jogo de Tabuleiro Regras Informais do Jogo de Tabuleiro