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No norte do Mali, em pleno deserto do Sahel, forças ligadas ao Africa Corps — sucessor do Grupo Wagner — foram obrigadas a abandonar posições estratégicas depois de uma ofensiva coordenada envolvendo rebeldes tuaregues da Frente de Libertação do Azawad e jihadistas do JNIM, braço da al-Qaeda na região.O episódio mais simbólico aconteceu em Kidal, cidade que havia sido apresentada como uma das maiores vitórias russas na África. Em 2023, sua tomada serviu como vitrine da influência de Moscou no continente. Em 2026, a retirada russa expôs os limites desse modelo.Neste vídeo, explicamos como a Rússia entrou no Mali após a saída da França, como o Grupo Wagner se transformou no Africa Corps, por que a geografia do Sahel favorece grupos armados locais e o que essa derrota revela sobre a verdadeira capacidade militar russa fora da Ucrânia.Uma história sobre propaganda, mercenários, golpes militares, alianças improváveis e o colapso de uma promessa: a de que Moscou conseguiria estabilizar o Mali onde o Ocidente havia fracassado.Você já conhece o meu aplicativo? No HOC ACADEMY você tem acesso a cursos e aulas exclusivas, além do BUNKER DO HOC, um feed de notícias e análises em tempo real sobre as coisas mais importantes que acontecem no mundo. Clica no link e não fique de fora dessa!
O que sobrou, 81 anos depois, da Grande Guerra Patriótica para a Rússia, do desembarque da Força Expedicionária Brasileira em Monte Castelo para o Brasil e do legado de Yalta para a ordem internacional contemporânea? Neste episódio em parceria com o Observatório Rússia e América Latina, Daniela Vieira Secches (PUC Minas/Ruslat) recebe Mariana da Gama Janot (INCT-Ineu) e Valdir da Silva Bezerra (@o_russianista), mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estatal de São Petersburgo e organizador, com Boris Zabolotsky, do livro 80 Anos da Vitória na Grande Guerra Patriótica (Blucher, 2025). A conversa atravessa a contribuição massiva (e hoje contestada) da União Soviética para a derrota do nazifascismo, a entrada do Brasil no conflito a partir das contradições do Estado Novo e o modo como a memória da guerra foi mobilizada, na era Putin, para preencher o vácuo de identidade aberto pelo colapso soviético. No bloco de notícias, Giovana Dias Branco e Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento, pesquisadores do Ruslat, repercutem o mês de abril: a reaproximação Rússia-Cuba em meio à crise energética da ilha, a suspensão temporária das exportações de fertilizantes russos e seu impacto sobre o agronegócio brasileiro, o relatório sobre o treinamento de mais de mil criadores de conteúdo latino-americanos com participação da RT em espanhol, e a Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0), projeto bipartidário que tenta requalificar o Grupo Wagner e seus sucessores como organizações terroristas no contexto da intervenção dos EUA na Venezuela. No último bloco, Laura Schneider de Lima (PUC Minas/Ruslat) conversa com Boris Zabolotsky (Unifacs) sobre a insegurança ontológica da Rússia no pós-Guerra Fria e indica três filmes incontornáveis para pensar a guerra sem glorificá-la. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Daniela Vieira Secches (PUC Minas / Ruslat), Valdir da Silva Bezerra (Ruslat), Mariana da Gama Janot (Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas), Giovana Dias Branco (Ruslat), Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento (Ruslat), Laura Schneider de Lima (Ruslat) e Boris Zabolotsky (Universidade Salvador – Unifacs / Ruslat). Capa do episódio: “Raising a flag over the Reichstag”, Yevgeny Khaldei, 2 de maio de 1945. Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio BEZERRA, Valdir da Silva; ZABOLOTSKY, Boris (orgs.). 80 anos da vitória na Grande Guerra Patriótica: memória, reconstrução e perspectivas. São Paulo: Blucher, 2025. Disponível em: https://www.blucher.com.br/bezerra-zabolotsky-os-80-anos-da-vitoria-na-grande-guerra-patriotica-memoria-reconstrucao-e-perspectivas. FERRAZ, Francisco César Alves. A guerra que não acabou: a reintegração social dos veteranos da Força Expedicionária Brasileira (1945-2000). 2003. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. Disponível em: https://repositorio.usp.br/item/001295507. VAÏSSE, Maurice. As relações internacionais desde 1945. Lisboa: Edições 70. Disponível em: https://www.estantevirtual.com.br/livro/as-relacoes-internacionais-desde-1945-HLQ-9833-000-BK. ESTADOS UNIDOS. Congresso. Câmara dos Representantes. Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0). Projeto de lei bipartidário, 2026. Disponível em: https://joewilson.house.gov/sites/evo-subsites/joewilson.house.gov/files/evo-media-document/wilssc_082_xml-20.pdf. KLIMOV, Elem (dir.). Vá e veja [Idi i smotri]. URSS: Mosfilm; Belarusfilm, 1985. 142 min. ROMM, Mikhail (dir.). O fascismo cotidiano [Obyknovennyy fashizm]. URSS: Mosfilm, 1965. 130 min. Documentário. BALAGOV, Kantemir (dir.). Uma mulher alta [Dylda]. Rússia: Non-Stop Production, 2019. 137 min. ASSAYAS, Olivier (dir.). O mago do Kremlin [The Wizard of the Kremlin]. França/Reino Unido, 2025. Mencionado em entrevista. Capítulos 00:00 — Abertura: 81 anos do fim da Segunda Guerra Mundial 00:04 — Valdir Bezerra: a Grande Guerra Patriótica e o legado soviético contestado 00:10 — Mariana Janot: Estado Novo, FEB e a memória disputada da participação brasileira 00:18 — Era Putin: memória, identidade nacional e renascimento militar 00:24 — O Brasil hoje: defesa, paz e o legado contra o fascismo 00:31 — Boletim Ruslat: Cuba, fertilizantes e a guerra informacional 00:37 — Leonardo Nascimento: Grupo Wagner, Venezuela e a geoeconomia do petróleo 00:44 — Boris Zabolotsky: insegurança ontológica, América Latina e três filmes contra a glorificação The post 81 anos depois: Rússia, Brasil e a memória da Segunda Guerra appeared first on Chutando a Escada.
Sudán, muchas veces fuera del foco mediático, es hoy uno de los escenarios más complejos y reveladores del nuevo orden internacional. Desde 2023, el país está sumido en una guerra civil entre dos grandes facciones militares —el ejército regular y las Fuerzas de Apoyo Rápido— que no solo disputan el poder político, sino el control de los recursos estratégicos que sostienen el conflicto, especialmente el oro. Ese recurso, lejos de ser un detalle económico, se ha convertido en el verdadero combustible de la guerra, financiando a los bandos y conectando a Sudán con una red regional e internacional de intereses. Pero lo que ocurre en Sudán no es un conflicto aislado: es una guerra insertada en un tablero global. Rusia, a través del Grupo Wagner, ha estado vinculada a la explotación y salida ilegal de oro, mientras potencias regionales como Egipto o Emiratos Árabes Unidos apoyan a distintos actores en función de sus propios intereses estratégicos. Incluso la guerra en Ucrania tiene derivaciones indirectas en territorio sudanés. Así, Sudán se convierte en un espejo del mundo actual: un conflicto donde recursos, geopolítica y actores transnacionales se entrelazan, mostrando que las guerras del siglo XXI ya no se libran solo dentro de fronteras, sino en redes globales de poder.
Durante años, Francia fue la potencia militar dominante en el Sahel. Hoy, sus tropas han abandonado Mali, Burkina Faso y Níger. ¿Qué ha pasado? Analizamos el papel del Grupo Wagner, la estrategia rusa en África y la guerra de desinformación que ha acompañado el auge del sentimiento antifrancés en la región. Entrevistamos a Antonio Herrero, periodista y experto en terrorismo internacional.
Durante años, Francia fue la potencia militar dominante en el Sahel. Hoy, sus tropas han abandonado Mali, Burkina Faso y Níger. ¿Qué ha pasado? Analizamos el papel del Grupo Wagner, la estrategia rusa en África y la guerra de desinformación que ha acompañado el auge del sentimiento antifrancés en la región. Entrevistamos a Antonio Herrero, periodista y experto en terrorismo internacional.
El caso Mario Miralles, un suicidio que pareció un asesinato: El caso de Mario Miralles Tormo comenzó como un posible asesinato. Cuando fue encontrado muerto en su habitación, la escena parecía indicar que alguien había acabado con su vida. Sin embargo, cuanto más investigaban los agentes, más extraño se volvía todo. Nos lo cuenta Virginia González. La guerra invisible del Sahel: Durante años, Francia fue la potencia militar dominante en el Sahel. Hoy, sus tropas han abandonado Mali, Burkina Faso y Níger. ¿Qué ha pasado? Analizamos el papel del Grupo Wagner, la estrategia rusa en África y la guerra de desinformación que ha acompañado el auge del sentimiento antifrancés en la región. Entrevistamos a Antonio Herrero, periodista y experto en terrorismo internacional. La Cantina de Tatooine: Los Oscars 2026, favoritos y posibles sorpresas. Con Jorge Aguilar. — Consigue tu ejemplar de Los fantasmas de La Candelaria: https://amzn.eu/d/4pyxFAM — Canal de Youtube: https://www.youtube.com/@ellaberintotv ✉️Email de contacto: ellaberintoradio@gmail.com Facebook: www.facebook.com/ellaberintoradio Instagram: www.instagram.com/ellaberintoradio Grupo de Telegram: t.me/ellaberintoradio (El Laberinto Radio) Buzón de voz de Whatsapp: 697309959 Crímenes a medianoche (TikTok): @crimenesamedianoche2 — Suscríbete a Ivoox a través de algunos de sus planes. Elimina la publicidad y accede a contenidos exclusivos: Plan anual: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=b7b273ffebb277c882fc5a8a8b9a37f2 Plan mensual: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=ff81ac8ac61b72b1a19779f1c94a33b6
El caso Mario Miralles, un suicidio que pareció un asesinato: El caso de Mario Miralles Tormo comenzó como un posible asesinato. Cuando fue encontrado muerto en su habitación, la escena parecía indicar que alguien había acabado con su vida. Sin embargo, cuanto más investigaban los agentes, más extraño se volvía todo. Nos lo cuenta Virginia González. La guerra invisible del Sahel: Durante años, Francia fue la potencia militar dominante en el Sahel. Hoy, sus tropas han abandonado Mali, Burkina Faso y Níger. ¿Qué ha pasado? Analizamos el papel del Grupo Wagner, la estrategia rusa en África y la guerra de desinformación que ha acompañado el auge del sentimiento antifrancés en la región. Entrevistamos a Antonio Herrero, periodista y experto en terrorismo internacional. La Cantina de Tatooine: Los Oscars 2026, favoritos y posibles sorpresas. Con Jorge Aguilar. — Consigue tu ejemplar de Los fantasmas de La Candelaria: https://amzn.eu/d/4pyxFAM — Canal de Youtube: https://www.youtube.com/@ellaberintotv ✉️Email de contacto: ellaberintoradio@gmail.com Facebook: www.facebook.com/ellaberintoradio Instagram: www.instagram.com/ellaberintoradio Grupo de Telegram: t.me/ellaberintoradio (El Laberinto Radio) Buzón de voz de Whatsapp: 697309959 Crímenes a medianoche (TikTok): @crimenesamedianoche2 — Suscríbete a Ivoox a través de algunos de sus planes. Elimina la publicidad y accede a contenidos exclusivos: Plan anual: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=b7b273ffebb277c882fc5a8a8b9a37f2 Plan mensual: https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=ff81ac8ac61b72b1a19779f1c94a33b6
La enciclopedia oculta, con Guillermo Díaz, explora la historia de los mercenarios: soldados que combaten por una paga, no por lealtad. Se analiza la figura del Cid y episodios históricos como los Diez Mil griegos, la brutal Guerra de los Mercenarios en Cartago, la Guardia Varega bizantina y las Compañías Libres medievales. El programa aborda también al mercenario moderno, renombrado como "contratista de seguridad", y los problemas de la privatización de la violencia, destacando el Grupo Wagner y Blackwater por su uso en la negación política y la evasión de responsabilidades. Carmen Cerván dedica el monográfico a la unión de música y cine, repasando bandas sonoras icónicas de *El Rey León*, *Casablanca* o *La La Land*, como antesala a la retransmisión de los Oscar. La invitada musical es María del Mar Rodríguez 'Lamary', voz de Chambao, quien celebra los 25 años del distintivo 'flamenco chill', fusión de flamenco y electrónica, presentando su nuevo trabajo y gira. Finalmente, ...
O eurodeputado socialista português Francisco Assis foi o autor de uma resolução do Parlamento Europeu condenando a RCA pela violação dos direitos humanos em relação a Joseph Figueira Martin, sequestrado no ano passado, no leste da República Centro-africana. Este antropólogo tendo sido condenado nesta terça-feira por um tribunal de Bangui a 10 anos de trabalhos forçados e ao pagamento de 50 milhões de francos cfa por preparar uma quadrilha e atentar contra a segurança interna. O eurodeputado socialista português Francisco Assis começa por reagir à sentença proferida contra o luso-belga, Joseph Figueira Martin. Em primeiro lugar, queria salientar o seguinte: Ele esteve muito tempo à espera deste julgamento. Finalmente, o julgamento ocorreu... em condições extremamente precárias, pela informação de que disponho e a defesa já anunciou que vai recorrer, porquanto as acusações que foram formuladas não foram provadas. E a sentença, na óptica da defesa, é profundamente injusta e desprovida de fundamento legal minimamente válido. Para além disso, julgo que tem de prosseguir a acção diplomática, quer da União Europeia, quer dos governos de Portugal e da Bélgica, porque nós estamos perante uma situação que atenta contra os direitos humanos. Falar de trabalhos forçados é algo de absolutamente inconcebível no contexto epocal em que nos encontramos. Portanto, eu julgo que, para além da questão do ponto de vista estritamente judicial, em que o advogado de defesa já manifestou a intenção de imediatamente recorrer desta decisão, que é profundamente, na óptica dele e na minha óptica, que acompanhei o processo profundamente injusta. Para além disso, deve haver uma ação diplomática, tendo em vista até encontrar também uma solução nesse plano. Parece me fundamental que o Joseph Figueira possa sair o mais rapidamente possível da República Centro-Africana e possa vir para um país europeu. Tem algum contacto com a ONG norte americana para a qual ele trabalhava para poder apurar também algo do que lhe foi acontecendo: ele ter sido sequestrado no leste da RCA pelas Wagner, depois ser entregue às autoridades da RCA? E os contactos que tem mantido tem sido com a família. É através da família têm sido prestadas todas as informações sobre a actividade que ele desenvolvia sobre a ONG a que ele estava associado. Tudo o que foi o seu percurso de vida. Estamos a falar de um antropólogo que se dedica fundamentalmente ao estudo do fenómeno da transumância, que fez vários estudos neste domínio e que naquele momento estava até a desenvolver um trabalho de natureza humanitária naquela região e que foi apanhado no meio de um conflito gravíssimo entre as forças rebeldes o Estado da República Centro-Africana e o Grupo Wagner. Como sabemos, é um grupo russo, de mercenários russos que tem operado agora com outra designação. Tem operado, opera já há uns anos naquela região de África. Ele é vítima de tudo isto. É uma vítima de um processo bastante político, bastante complexo. E é como vítima que tem que ser visto. E nós temos, creio eu, nós quer a nível da União Europeia, quer a nível de Portugal e da Bélgica... temos absoluta obrigação de fazer tudo quanto estiver ao nosso alcance para o retirar o mais depressa possível das prisões da República Centro-Africana. E, portanto, naquela área onde ele se encontrava quando ele acabou por ser sequestrado, poderia haver conflitos étnicos entre comunidades locais, é isso que se presume ? É uma zona de conflito. Nós estamos a falar de uma zona de grandes conflitos e conflitos complicados, porque são conflitos entre movimentos jihadistas, o Estado, o grupo Wagner. Agora com outra designação também envolvido. Portanto, eu tenho consciência que o problema é complexo e que ele foi... E ele, que estava a desenvolver um trabalho humanitário, foi apanhado no meio daqueles conflitos. Agora, o que eu não tenho dúvidas nenhumas é que as acusações que impendem sobre ele são destituídas de fundamento. Porque acompanhei o caso, falei com as pessoas, sei qual é o trabalho que ele desenvolveu, percebi qual é a natureza da sua personalidade. É alguém que estava estritamente a desenvolver um trabalho humanitário. Eu julgo que no final deste processo, o que tem que prevalecer é a preocupação dos Estados de Portugal e da Bélgica, porque tem a dupla nacionalidade. E da União Europeia, porque ele é um europeu. Temos que fazer tudo, tudo o que estiver ao nosso alcance para que ele possa sair da República Centro-Africana o mais depressa possível. Eu acredito que isso possa vir a suceder. O advogado de defesa Nicolas Tiangaye contestava a validade das provas que foram apresentadas para justificar a acusação. Falava-se, por exemplo, de um par de óculos que era suposto serem de José Figueira e que ele nem sequer reconhece. Portanto, elementos de provas que a defesa diz terem sido orquestrados, por exemplo, blocos de notas, dois telemóveis com imagens tidas como sensíveis, Uma "maquinação" diz a defesa, não é ? Sim. E eu estou absolutamente certo que assim foi. Isto tudo num contexto de uma guerra que está a ser travada naquela zona, de um confronto que é um confronto muito complexo e que evidentemente gera situações desta natureza. Lamentavelmente, agora aqui a questão fundamental para mim: esta não tenho dúvidas nenhumas que o Joseph Figueira é vítima no meio deste processo todo. foi injustamente condenado. Está há muito tempo já preso em condições indignas de uma prisão na República Centro-Africana. E nós temos obrigação absoluta de desenvolver, sobretudo a partir de agora, todo um trabalho diplomático, tendo em vista permitir a sua saída da República Centro-Africana. E estou convencido que isso é possível. O senhor eurodeputado Francisco Assis foi autor da resolução do Parlamento Europeu que condenou a RCA por violação dos direitos humanos em relação a Joseph Figueira Martin. Porquê esta iniciativa? Precisamente porque tinha consciência do que se estava a passar. Tinha sido alertado para esta situação. Estudei-a e falei com várias pessoas. Apercebi-me da natureza do problema. Entendi que estávamos perante um atropelo claro aos direitos humanos de uma pessoa em concreto. Tê-lo-ia feito se fosse de outro país. Tenho feito, aliás, imensas propostas em relação a cidadãos dos mais diversos pontos do mundo. Mas tinha uma responsabilidade, neste caso, acrescida pela circunstância de estarmos a falar de um cidadão português e portanto, acho até estranho, muito estranho, que em Portugal ninguém se mobilize. As pessoas estão sempre disponíveis para se mobilizarem para determinadas causas, e bem. Mas depois, neste caso concreto, por razões que eu não descortino, praticamente ninguém fala no assunto. O que eu acho absolutamente lamentável. E espero que a partir de agora se inicie uma campanha para que ele rapidamente saia da República Centro-Africana. Que leitura é que se pode fazer do facto de que o embaixador belga é o representante da União Europeia estiveram presentes durante o julgamento. O embaixador português na RDC não esteve apenas. O cônsul de Portugal em Kinshasa se deslocou no início da audiência. Que olhar é que tem sobre efectivamente o acompanhamento que a diplomacia portuguesa está a dar a este caso ? Ainda não compreendi a razão de ser da falta de acompanhamento por parte da diplomacia portuguesa. Tenho constatado isso. É um facto objectivo e o apoio da diplomacia belga tem sido bastante maior do que da parte da diplomacia portuguesa. Mas é um assunto que ainda procurei esclarecer. Acha que neste momento, de facto, a República Centro-Africana é uma área para se desaconselhar a qualquer cidadão europeu? À luz do que está a acontecer e nomeadamente também em relação ao caso do sequestro e do encarceramento do Joseph Figueira Martin ? Todas as zonas de conflito... e há uma parte da República Centro Africana que está a ser... E não estou com isto, a atacar as autoridades da República Centro-Africana porque também estão a confrontados com um conflito grave. A verdade é que todas as zonas de conflito são zonas desaconselháveis. É, aliás, uma zona toda de África que é hoje dominada por conflitos graves. E, portanto, o risco de ocorrer a qualquer pessoa algo de idêntico ao que ocorreu ao Joseph Figueira é real. E nessa perspectiva, evidentemente teremos. As pessoas devem ponderar seriamente para onde se deslocam.
Esta semana em África ficou marcada pelo desporto com o AfroBasket e ainda no campeonato de futebol de jogadores internos, o CHAN. Trazemos-lhe ainda a visão do nosso correspondente em Cabo Verde com as consequências da tempestade Erin. A semana no continente africano é marcada igualmente pelo possível regresso do grupo Wagner... os sinais de alerta vêm de Angola, de onde também esta semana Daniel Chapo apelou ao reforço regional no combate ao terrorismo. Esta semana em Moçambique, Daniel Chapo apelou ao reforço do compromisso regional no combate ao terrorismo, sublinhando que a ameaça não se limita apenas à província de Cabo Delgado, no norte do país, mas representa um risco para toda a região da África Austral... Em Angola a questão do possível regresso do grupo Wagner está cada vez mais na ordem do dia... Segundo Lou Osborn, do organismo "All eyes on Wagner", as operações de influência russa são agora mais discretas. Passam pela "African Initiative" e, simultaneamente, pela mobilização da Africa Corps, entidade que sucedeu às antigas estruturas militares da Wagner, sob a orientação do Kremlin. Ainda em Angola vinte pessoas morreram e centenas ficaram feridas durante a disputa de um poço de água entre os membros das comunidades Mucubais e Nhaneca-Humbi na província do Namibe, sul de Angola. O Governador provincial confirma a ocorrência justificando-a como ligada à complexidade étnica da região, apesar de a seca ser o grande problema ... Esta semana trouxemos-lhe também a visão do nosso correspondente em Cabo Verde, dando conta das consequências da tempestade Erin que se abateu sobre a ilha de São Vicente no passado dia 11 de agosto... No desporto esta semana fica marcada pelo Basket e futebol. No que diz respeito ao AfroBasket grande destaque para o confronto entre países lusófonos, Angola e Cabo Verde onde a selecção anfitriã do Torneio venceu os cabo-verdianos por 90 a 80, num jogo que teve uma assistência recorde de 12700 espectadores... Menos sorte teve a selecção angolana de Futebol no Chan, campeonato de jogadores internos, que terminou no quarto lugar com quatro pontos no Grupo A com um triunfo, um empate e duas derrotas. Apenas os dois primeiros dos quatro grupos da primeira fase se apuraram para os quartos-de-final. Gogoró, internacional angolano de 30 anos, analisou a participação de Angola neste torneio.
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Você já ouviu falar sobre como o grupo Wagner se tornou um fenômeno cultuado na China? Neste vídeo, eu analiso como Prigozhin e seus mercenários passaram de figuras controversas na Rússia para modelos admirados por blogueiros militares chineses. Vamos explorar o impacto desse grupo em debates sobre segurança privada e como isso reflete as ambições e os dilemas de Pequim em um mundo cada vez mais polarizado. Será que a China está criando o seu "Grupo Wagner"? O que isso significa para a Nova Rota da Seda, a segurança de seus cidadãos no exterior e as tensões globais? Se você quer entender as conexões entre Rússia, China e o cenário internacional, não perca! Esse vídeo está recheado de informações e insights sobre geopolítica que vão te surpreender. Assista agora e compartilhe sua opinião nos comentários!
Comité Olímpico Cabo-verdiano reconhece falta de apoio a David Pina, mas diz que problema é generalizado. Jovens moçambicanos debatem impacto das alterações climáticas no país. Ucrânia lamenta corte de relações diplomáticas com o Mali.
Governante alemã acusa a Rússia de ser uma ameaça para a região da África Subsariana. Moçambique: Aumenta transporte, venda e consumo de drogas na província de Inhambane. Angola quer mais turistas, mas especialista avisa que não basta só a promoção no exterior.
AMLO se reunió con funcionarios estadounidenses en el Diálogo de Alto Nivel en Seguridad entre México y Estados Unidos, y aquí te contamos los highlights. Los main topics en la agenda del día fueron la migración ilegal, el tráfico de fentanilo, tema que la secretaría de seguridad, Rosa Icela Rodríguez, abordó. También se habló de la extradición de Ovidio Guzmán, el hijo del Chapo. Aunque no hubo grandes promesas, sí hubo diálogos importantes. Un ataque aéreo en Ucrania marcó la segunda peor matanza de civiles desde que inició la invasión rusa. Según las autoridades ucranianas, al menos 51 personas perdieron la vida, entre ellos un niño de seis años. Mientras tanto, Vladimir Putin dio una declaración sorprendente acerca de la muerte del líder del Grupo Wagner. Según una investigación realizada por el Comité de Investigación de la Federación de Rusia, en los cuerpos de las víctimas del incidente aéreo se encontraron fragmentos de granadas de mano. Además…La UNAM anunció que fumigará todos sus planteles y áreas administrativas por las denuncias de una plaga de chinches; un dron cargado de explosivos atacó una ceremonia de graduación militar en Siria; el escritor noruego Jon Fosse fue anunciado como ganador del Premio Nobel de Literatura 2023; y un perro del presidente Joe Biden Commande fue expulsado de la Casa Blanca por morder al personal y a oficiales del Servicio Secreto.Para enterarte de más noticias como estas, síguenos en nuestras redes sociales. Estamos en todas las plataformas como @telokwento. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
La pequeña Charlotte Sena, de 9 años, se encontraba en un picnic con su familia en el parque estatal Moreau Lake y desapareció sin dejar rastro. Autoridades la buscan por cielo y tierra. Esto es lo que se sabe.En otras noticias: Donald Trump compareció en corte en Manhattan por los cargos de fraude por inflar el monto de su riqueza. Aquí todos los detalles.La Corte Suprema dejó abierto el camino para la candidatura presidencial de Donald Trump al rechazar una demanda en contra.Bob Menéndez y su esposa enfrentarán juicio el próximo febrero de 2024.El senador Matt Gaetz busca destituir a Kevin McCarthy como presidente de la Cámara acusándolo de tener un acuerdo secreto con Biden.Decenas de personas resultaron heridas tras el derrumbamiento del techo de una iglesia en Tamaulipas en medio de una ceremonia de bautizos.
El podcast de Farid Kahhat para suscriptores analiza las noticias internacionales más importantes de los últimos días. Hoy Farid nos cuenta sobre la condena contra uno de los líderes del asalto al Capitolio en los Estados Unidos, el ataque yihadista que dejó medio centenar de muertos en Burkina Faso y la decisión del Reino Unido de declarar al Grupo Wagner de Rusia como “terroristas”. Además, nos brinda un análisis sobre los avances de la contraofensiva ucraniana en la guerra contra Rusia. También puedes ver este podcast en YouTube: https://youtu.be/c5gp2lVSGbg Si quieres tener acceso a todos los episodios de este podcast exclusivo, puedes suscribirte a Comité de Lectura usando este link: https://comitedelectura.pe/pages/registrate
Autoridades rusas oficializaron la muerte de Yevgeny Prigozhin, líder de la organización paramilitar grupo Wagner. Según la versión del Gobierno ruso, el avión en el que viajaba Prigozhin se estrelló al norte de Moscú. Ahora, ante la falta de un líder, ¿quién podría ponerse a la cabeza de ese grupo de mercenarios? Carmen Aristegui charla con la columnista de asuntos internacionales Frida Ghitis sobre este tema.Para conocer sobre cómo CNN protege la privacidad de su audiencia, visite CNN.com/privacidad
- Revelan mega desfalco de 15 mil millones de pesos en el ISSSTE - “Alito” Moreno ensaya madruguete y hoy define el destino de Beatriz Paredes - Putin le hace el fuchi a un entierro… el del líder del Grupo Wagner
El miércoles pasado los medios de comunicación rusos informaron que Yevgueni Prigozhin, jefe de la milicia mercenaria Wagner, murió a bordo de su avión privado cuando se estrelló sobre la provincia de Tver, a medio camino entre Moscú y San Petersburgo. Junto a él viajaban otras diez personas que también formaban parte de Wagner, entre ellos se encontraba Dimitri Utkin, fundador de la empresa y su mano derecha. La agencia de aviación rusa no ha proporcionado hasta la fecha ninguna causa del accidente, de ahí que desde entonces proliferan las conjeturas sobre el origen del siniestro. Los hay que aseguran que el aparato fue derribado por una batería antiaérea desde tierra mientras que otros creen que estalló una bomba escamoteada en el interior de la aeronave. Prigozhin alcanzó relevancia mundial cuando a finales de junio se rebeló contra el Gobierno de Putin, se apoderó de la ciudad de Rostov del Don y envió una columna armada contra Moscú. La operación fracasó y Prigozhin acordó con Putin exiliarse en Bielorrusia. Desde entonces poco se ha sabido de él. Hace unos días publicó un vídeo en el que indicaba que el Grupo Wagner abandonaría Ucrania y se centraría en África, donde esta organización ha sido acusada de cometer crímenes contra la humanidad. La desaparición de Prigozhin no ha sorprendido a nadie. Quienes desafían el poder de Putin suelen morir prematuramente. Los envenenamientos o las caídas “accidentales” desde un balcón son un método habitual para librarse de personajes incómodos. Prigozhin fue mucho más lejos haciendo de su rebelión algo público y conocido en todo el mundo. Durante semanas entre finales de junio y principios de julio se hicieron cábalas sobre su destino final. Muchos se preguntaban por qué no había sido encarcelado o directamente ejecutado, pero Putin guardaba silencio. Nadie entendía cómo podía seguir en libertad moviéndose de aquí para allá después de haber dado un golpe de Estado. En Ucrania los mercenarios de Wagner se han hecho tristemente famosos. Allí desde que empezó la guerra su papel ha sido muy importante. Con su ejército en la sombra bien equipado, entrenado y con muchos de sus efectivos reclutados en prisiones rusas, Prigozhin se ofreció a Putin para algunas de las batallas más duras como la de Bajmut, que se extendió durante varios meses y que costó a la compañía miles de bajas. El Kremlin pagaba puntualmente, casi mil millones de dólares durante el primer año de guerra según confesó el propio Putin, y dejaba una amplia autonomía a los mercenarios, que no dependían del ministro de defensa, sino directamente de la presidencia. En Ucrania perpetraron un rosario de atrocidades que las autoridades ucranianas han denunciado exigiendo responsabilidades. Pero las actividades del Grupo Wagner no se limitaban a Ucrania. La organización nació para apoyar las intervenciones militares rusas en lugares como Siria. De ahí dieron el salto al continente africano. Su presencia se deja sentir desde hace más de cinco años en lugares como la República Centroafricana, Malí, Burkina Faso o, más recientemente, en Níger, donde hace unas semanas un grupo de militares derrocó al presidente. África se había convertido en algo parecido a una hucha para Wagner. Prestan servicios de seguridad a los Gobiernos de aquella región y explotan minas. Para el Kremlin era un negocio redondo porque no tenían que exponerse directamente, pero participaban del festín. Tras el intento de golpe de Estado del 24 de junio, el Kremlin intentó transmitir calma y continuidad. El ministro de Asuntos Exteriores, Sergei Lavrov, viajó a África y dijo a los gobiernos de la región que el papel del Grupo Wagner seguiría siendo el mismo. La incógnita ahora es si Wagner sobrevivirá como empresa o será absorbida por otras contratas militares con las que trabaja el Kremlin. En La ContraRéplica: - Jennifer Hermoso - La ley del solo sí es sí - La emigración en Argentina · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ #FernandoDiazVillanueva #prigozhin rusia Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
En este episodio: Discutimos en detalle la muerte de Yevgeny Prigozhin y la cúpula del Grupo Wagner, pero más que nada, analizamos las consecuencias e implicaciones de este evento, tanto para Rusia, como África y Ucrania; Les comento brevemente sobre la Cumbre Anual de los BRICS
- Reportan escasez de vacuna BCG contra la tuberculosis - Suprema Corte saca de la parálisis al Instituto Nacional de Transparencia - Líder del grupo Wagner iba en avión que se estrelló al norte de Moscú
Con Toni Bolaño, Javier Caraballo y Casimiro García-Abadillo analizamos la actualidad política. El fundador del Grupo Wagner, Yevgeni Prigozhin, viajaba a bordo de un avión privado que se ha estrellado este miércoles en la región rusa de Tver, al norte de Moscú, según ha confirmado la agencia federal de aviación de Rusia, después de que las autoridades diesen por muertos a los siete pasajeros y los tres tripulantes.
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A agenda do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, anda agitada. Movimentos que sinalizam uma preocupação das Forças Armadas com um desgaste de imagem. Isso após os últimos desdobramentos políticos e policiais envolvendo nomes da caserna. Ouça no Cinco Minutos de hoje (24). Ainda neste episódio: CPMI pode votar quebra de sigilo de Carla Zambelli e líder de Grupo Wagner é morto em acidente aéreo, diz governo russo. Apoie o jornalismo independente. O Antagonista está concorrendo ao prêmio IBEST 2023. Categoria 'Canal de Política' vote: https://app.premioibest.com Categoria 'Canal de Opinião' vote: https://app.premioibest.com Contamos com a sua ajuda para trazer o troféu para casa. Assine o combo O Antagonista + Crusoé: https://assine.oantagonista.com/ Siga O Antagonista nas redes sociais e cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
En una nueva edición del Rat Pack de Mesa Central, Iván Valenzuela conversó con Angélica Bulnes y Marily Lüders sobre la muerte del jefe del grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, y la próxima reunión Jackson Hole.
En una nueva edición del Rat Pack de Mesa Central, Iván Valenzuela conversó con Angélica Bulnes y Marily Lüders sobre la muerte del jefe del grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, y la próxima reunión Jackson Hole.
Rusia confirma la muerte del líder del Grupo Wagner en accidente aéreo. El discurso que dio en su boda fue crucial para que una mujer volviera a hablar tras derrame. Más de 150 millones personas están en alerta por calor extremo en Estados Unidos.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
La prensa rusa asegura que Yevgeny Prigozhin, líder del grupo mercenario Wagner habría fallecido en un accidente aéreo. Vale la pena recordar que el grupo Wagner intentó un motín en contra del presidente ruso Vladimir Putin.En otras noticias: Rudolph Giuliani, ex asesor de Donald Trump, se entregó en una prisión de Atlanta por el caso del intento de cambiar los resultado de las elecciones presidenciales en Georgia en 2020.Se acerca el debate republicano con la gran ausencia de Donald Trump, esto es todo lo que debe saber al respecto.AMLO exigió respeto a los gobernadores republicanos de Texas y la Florida por las críticas en su contra, además cuestionó sus políticas antiinmigrantes. Ultimo adiós a la niña guatemalteca que fue violada y asesinada en su casa en Pasadena.La tormenta tropical Franklin está afectando a República Dominicana, Haiti y parte de Puerto Rico.
El pasado 26 de julio, hace justo una semana, Mohamed Bazoum, el presidente de la República de Níger, fue destituido y arrestado tras un golpe de Estado que, en principio, se limitó al palacio presidencial. Se constituyó entonces una junta militar capitaneada por el general Abdourahamane Tchiani, que hasta ese momento era el comandante de la guardia presidencial. Al día siguiente el jefe del Estado Mayor del ejército dio públicamente su apoyo al golpe arguyendo que era lo mejor para reconducir el país y evitar una guerra civil. Poco después Tchiani suspendió la actividad de los partidos políticos y el estableció el estado de excepción. Tras la toma del poder por parte de la Junta se produjeron manifestaciones en Niamey, la capital del país, pero no en contra, sino a favor del golpe de Estado. No eran especialmente numerosas, pero se podía ver como los participantes ondeaban banderas rusas expresando de este modo su apoyo al Grupo Wagner y el rechazo hacia la presencia francesa, que es habitual desde que Níger accedió a la independencia en 1960. Durante horas reinó la confusión en la capital. Los manifestantes ocasionaron disturbios frente al parlamento y se produjeron algunos saqueos e incendios. Para entonces la comunidad internacional con la ONU a la cabeza ya había condenado el golpe. Tanto la Unión Africana como la Comunidad Económica de Estados de África Occidental rogaron a Tchiani que restituyese a Bazoum en el cargo y el país regresase a la senda constitucional. El ruego venía acompañado de un ultimátum: o volvía la situación a la normalidad o los países africanos limítrofes tomarían las medidas que considerasen oportunas, incluyendo entre estas medidas las de carácter punitivo. Tchuani respondió al ultimátum sacando a sus partidarios a la calle nuevamente. Este domingo se organizó una manifestación frente a las embajadas de Francia y Estados Unidos en Niamey en la que volvieron a aparecer banderas rusas. Los manifestantes coreaban consignas como “¡No nos importa la Unión Europea y la Unión Africana!” o “¡Abajo Francia, viva Putin!”, al tiempo que pedían a los mercenarios de Wagner que interviniesen a favor de los militares rebeldes. Unas horas más tarde Tchuani suspendió las exportaciones de uranio a Francia y empezó a recibir el apoyo de algunos Gobiernos vecinos como el de Malí y el de Burkina Faso, ambos formados por directorios militares que se hicieron con el poder tras un golpe de Estado. Este de Níger es el séptimo golpe que se produce en el África occidental desde que, hace ahora tres años, un grupo de militares acaudillados por el coronel Assimi Goïta se apoderaron del Gobierno de Malí. La situación en aquella zona es explosiva. Los Gobiernos caen como fichas de dominó en una región castigada por las crisis económicas recurrentes, la emigración y el yihadismo. Es precisamente ahí donde desde hace años viene tomando posiciones el Grupo Wagner. Cooptan a los presidentes locales ofreciéndoles servicios de seguridad o provocan golpes de Estado. Tras ello se hacen con licencias mineras mientras se encargan de mantener a Gobiernos afines a sus intereses. Para Occidente la infiltración de Wagner en el Sahel se ha terminado convirtiendo en un problema ya que de allí provienen algunas materias primas importantes y buena parte de los inmigrantes que tratan de cruzar el Mediterráneo. En La ContraRéplica: - ¿Es el FSB el responsable de los ataques con drones? - El voto útil - Los pactos de investidura · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #niger #wagner Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Neste episódio, conversamos com o Professor Flávio Lira, da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), sobre a Guerra na Ucrânia, o Grupo Wagner e a OTAN. The post Guerra na Ucrânia, Grupo Wagner e OTAN appeared first on Chutando a Escada.
Neste episódio, conversamos com o Professor Flávio Lira, da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), sobre a Guerra na Ucrânia, o Grupo Wagner e a OTAN. Para apoiar o Chutando a...
Matias Pinto e Sylvia Colombo dão um pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para as eleições na Guatemala e a violência das gangues no Equador e Honduras.Filipe Figueiredo faz uma volta pela bacia do Pacífico, com as últimas decisões da Suprema Corte dos EUA.Também seguimos repercutindo as atualizações da invasão russa à Ucrânia, principalmente o motim do Grupo Wagner no final da semana passada!
- Lilly Téllez se baja de la carrera presidencial - Desaparece general ruso que sabía de los planes del Grupo Wagner - Captores de los trabajadores secuestrados en Chiapas hacen un ultimatum - De un día a otro, todos los surcoreanos rejuvenecen
El podcast de Farid Kahhat para suscriptores analiza las noticias internacionales más importantes de los últimos días. Hoy Farid comenta el pedido de la Corte Interamericana de Derechos Humanos a Nicaragua, las denuncias de una experta de la ONU sobre la prisión de Guantánamo y el traspaso de la presidencia de la Alianza del Pacífico. Además, analiza el levantamiento del grupo Wagner en Rusia. También puedes ver este podcast en YouTube: https://youtu.be/h8CkETShar0 Si quieres tener acceso a todos los episodios de este podcast exclusivo, puedes suscribirte a Comité de Lectura usando este link: https://new.comitedelectura.pe/pages/registrate
¡Qué es la que hay! Hoy hablamos sobre los playoffs del BSN (y la cantidad de multas acumuladas esta temporada), el junte del secretario de Salud con el convicto exalcalde Felix 'El Cano' Delgado, la cantidad de vivienda nueva asequible y la Junta de Control Fiscal negándole fondos a la CEE. Luego, zumbamos al Martes de Contingencia con Guarionex Padilla y Esteban Gómez a hablar sobre lo ocurrido este fin de semana con el Grupo Wagner en Rusia y la destitución de Elizabeth Torres y cómo eso afecta al PNP frente al 2024. Para lo último en noticias, siguenos en Facebook, Instagram y Twitter @radioislatv ¡Baja nuestra aplicación en el App Store o Google Play y sintoniza nuestra programación donde quieras!
Hablamos con Ricardo Sáenz de Tejada en Ciudad de Guatemala, Xavier Colás en Moscú y Dori Toribio en Washington
Desde as primeiras ações da invasão russa na Ucrânia, o exército de Moscou tem o apoio do grupo armado de mercenários Wagner – nome que faz referência ao compositor favorito de Adolf Hitler. Nos últimos dias, o chefe do grupo, Yevgeny Prigozhin, anunciou um motim contra as lideranças militares do Kremlin e prometeu uma campanha em direção a Moscou. A ofensiva do até então aliado de Putin foi interrompida com a promessa do governo russo de anistiar os soltados e lideranças que aderiram ao motim, mas não sem consequências para a imagem de Putin. Para explicar os impactos dessa rebelião na política russa e no conflito contra a Ucrânia, Natuza Nery conversa com Tanguy Baghdadi, professor de Política Internacional na Universidade Veiga de Almeida e fundador do podcast Petit Journal . Neste episódio: - Tanguy descreve quem é Prigozhin, suas relações com o alto poder de Moscou e como ele ascendeu até o comando do Grupo Wagner. “Ele fez parece que invadir a Rússia não era tão difícil assim”, afirma; - O professor comenta a situação atual de Putin diante da opinião pública interna e da comunidade internacional: “Pela primeira vez em mais de 20 anos, Putin parece não ser mais intocável”. Mas aposta que o líder russo não vai “cruzar os braços” e que irá trabalhar para reocupar seu status e “esmagar” os opositores; - Tanguy também analisa como Prigozhin tenta se colocar como um dos mais importantes atores na política russa, mas sem bater de frente com Putin – que tem toda a máquina de Estado a seu favor e é muito popular. “Pela primeira vez, se fala sobre a sucessão de Putin. E Prigozhin sente o cheiro da oportunidade”, conclui.
Dos eventos han sido relevantes en la semana: en lo internacional, la pérdida de control de Putin por el levantamiento del Grupo Wagner, lo que exhibe una debilidad del régimen y un eventual cambio para Rusia; en lo nacional, el histórico acuerdo entre partidos y organizaciones sociales para organizarse de camino al 2024. ¡Se pone interesante! Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Boa terça, angulers! O #192 começa com um bloco longo debatendo o primeiro dia do julgamento do Bolsonaro no TSE, a sabatina de Cristiano Zanin, confirmado ministro do STF e as novas investigações em torno de Arthur Lira. Depois, a tensão na Rússia no último final de semana. Prigozhin, líder do Grupo Wagner, marchou em direção a Moscou. A sexta e o sábado foram de apreensão sobre uma possível guerra civil. Não aconteceu, mas Putin sai enfraquecido do episódio. Por fim, novos dados da pesquisa VISIGAN mostram as faces de gênero e raça da fome no Brasil. Sirva-se! Edição e mixagem: Tico Pro - Laranja Preta Produtora - Indicações do #192: The discreet US campaign to defend Brazil's election (Financial Times) O Velho tema das drogas de novo nas mãos do STF, de Fernando Gabeira (O Globo) Podcast Petit Journal, episódio “Bate-papo extra: Rebelião do Grupo Wagner” Dados da VISIGAN sobre insegurança alimentar: https://olheparaafome.com.br/
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Hablamos del tema del Grupo Wagner en Rusia.
Así REACCIONÓ la CÚPULA a la NOTICIA del GRUPO WAGNER en RUSIA
Tres días después de que el motín de Wagner mostrara al mundo la inesperada fragilidad del régimen de Vladimir Putin, todos los actores involucrados en la peor crisis política de Rusia en las últimas tres décadas han permanecido al margen, dejando a los rusos y al resto del mundo preguntándose si la crisis realmente ha terminado. Quedan una serie de preguntas en el aire que aún no tienen respuesta. Una de ellas, acaso la principal, es qué va a ser de los 25.000 efectivos bien armados y entrenados que posee el Grupo Wagner. Todo indica que se integrarán en el ejército regular, pero se trata de mercenarios, a menudo sacados de la cárcel, con pagas muy superiores a la del soldado ruso, también con un entrenamiento superior. Además, no están destacados sólo en Ucrania, también hay operativos de Wagner en Siria y en varios países africanos. Tampoco se sabe que pasará a partir de ahora con su líder, Yevgueni Prigozhin, más allá de que está exiliado en Bielorrusia bajo el amparo de su presidente. Los detalles del acuerdo al que Prigozhin llegó con Lukashenko no han trascendido. Los motivos por los que se rebeló si son públicos, Prigozhin se encargó de desgranarlos en un vídeo que publicó en Telegram horas antes de la asonada. En este punto aparecen otras incógnitas ya que Prigozhin reclamaba el cese del jefe de Estado Mayor, Valeri Gerasimov, y del ministro de Defensa, Serguéi Shoigú. Este último se dejó ver ayer en compañía de tropas en el frente ucraniano con uniforme de campaña, pero no se sabe si son imágenes de archivo o pertenecen a estos dos últimos días. Fue Shoigú quien maniobró en el Kremlin durante meses para que los efectivos de Wagner se integraran en el ejército, algo de lo que se venía hablando desde mucho tiempo antes, pero a lo que Prigozhin se resistía. Finalmente, el 10 de junio el ministerio de Defensa emitió una orden que ponía directamente bajo su mando a todas las contratas privadas que combatían en Ucrania. Ese pudo ser el detonante de la rebelión. A diferencia de lo que sucedió en Siria o las repúblicas africanas en las que Wagner opera ofreciendo servicios de seguridad a los presidentes locales, en Ucrania Prigozhin se involucró personalmente hasta el punto de revelar formalmente al mundo que él era el dueño de la empresa. Del propio Prigozhin tampoco se sabe nada. Según el Kremlin había accedido a trasladarse a Bielorrusia. Su empresa ha emitido un comunicado a través de la televisión rusa en el que aseguran que responderá a todas las preguntas que tengan a bien hacerle cuando tenga acceso “a las comunicaciones adecuadas”. Sus hombres han culminado ya el repliegue de las zonas que ocuparon el sábado por la mañana. Se fueron retirando con gran rapidez a lo largo del domingo enarbolando banderas rusas. Horas antes habían llegado sin armas y sin insignias, aunque todos sabían a quién obedecían. Para sorpresa de los jerarcas del Kremlin, la población civil en Rostov les vitoreaba cuando abandonaban la ciudad. Respecto a Vladimir Putin, el domingo hizo una fugaz aparición en televisión, aunque muchos sospechan que trataba de una grabación de comentarios sobre actualidad hechos horas antes en pleno motín. El presidente no hacía referencia alguna a la rebelión de Wagner, limitándose a insistir en que la única prioridad que tiene es la guerra en Ucrania. Parecía contenido enlatado y posiblemente lo sea. Pero esta situación de tensa calma no podrá sostenerse mucho tiempo. El régimen necesita dar una imagen de fortaleza que haga olvidar a los rusos el espectáculo de este fin de semana en el que el trono de Putin se ha tambaleado como nunca antes lo había hecho. En La ContraRéplica: - Defensa de la competencia - El sucesor de AMLO - El rescate del Titán · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #rusia #wagner Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
El líder de los mercenarios, Yevgeni Prigozhin, accedió a retirar sus tropas tras una intensa jornada de conversaciones.
Contamos en tertulia con Mario Noya y Carlos Cuesta para hablar de las elecciones generales y de la rebelión del Grupo Wagner.
De acuerdo con Pablo Echenique, el alzamiento del Grupo Wagner en Rusia pone de manifiesto que no deberíamos confiar en el sector privado para la provisión de servicios fundamentales. ¿Es así? Become a member at https://plus.acast.com/s/juanrallo. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Filipe Figueiredo, Matias Pinto e Sylvia Colombo dão o tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, indo da crise hídrica em Montevideo à prévia das eleições na Guatemala.Também fomos ao velho continente, repercutindo as últimas atualizações da invasão russa à Ucrânia, quase em tempo real, por conta da disputa entre o Grupo Wagner e as forças armadas da Rússia.Por fim, demos uma volta pela bacia indo-pacífica, com destaque para a visita de Estado da Índia à Washington!
Mauricio Meschoulam
En este episodio: Update a la Guerra de Ucrania; Salida de Rusia de Tratado New Start de Armas Nucleares, la caida de Bahkmut cada vez más cerca, el Grupo Wagner y la carne de cañón; Análisis del rol de China como mediador entre Irán y Arabia Saudita; #NarcoReport sobre los estadounidenses secuestrados y asesinados en Matamoros, México, el Cartel del Golfo, etc.; Sigue aumentando la tension en Israel; Ramzan Kadyrov Envenenado?