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Alors que comme presque chaque 1er janvier, nous aurons du mal à nous remettre du réveillon, que nos paupières colleront comme des confettis aux semelles de chaussures ... A Argelès-sur-Mer, des milliers de courageux seront déjà en train d'enfiler leur maillot, combinaison ou déguisement sur la plage centrale pour le mythique Bain du Nouvel An : échauffement en musique, plouf collectif et ambiance électro pour bien commencer 2026. Delphine Bastide est avec nous pour nous raconter ce rendez-vous aussi givré que festif ! Ecoutez C'est ça la France avec Vincent Perrot du 28 décembre 2025.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Le tube de la matinale - "Les démons de Minuit" par Emile et Images C'est ça la France - 1er "plouf" 2026 à Argelès-sur-Mer RTL Pop Ciné - Dans la cinémathèque de Jérôme Florin Ecoutez RTL Petit Matin Week-end avec Vincent Perrot du 28 décembre 2025.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
En esta ocasión vamos a hablar de las vivencias de Miguel y de Rodrigo. Miguel es un personaje histórico mundial como gran autor literario pero , junto a su hermano, participó en la batalla de Lepanto y estuvo apresado en Argel. Esperamos que os guste. ¡ Feliz Navidad! La música ha sido creada, registrada y cedida por Sir Edward Madrid. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
durée : 00:01:22 - Les goûts d'ici en Béarn Bigorre Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
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Cuando España se desangraba en 1939 cientos de miles de hombres, mujeres y niños cruzaban los Pirineos buscando refugio en una tierra que prometía libertad y futuro, pero que solo nos ofreció frías alambradas. Lo que comenzó como una huida desesperada por encontrar un rastro de esperanza se convirtió en una travesía de humillación, silencio y olvido. Francia, símbolo de la Revolución y los Derechos del Hombre, recibió a los vencidos con campos de concentración improvisados, viento helador y arena infinita como compañeros de exilio. Hoy en El Abrazo del Oso vamos a hacer un ejercicio de memoria enterrada en las playas de Argelès, Saint-Cyprien o Barcarés, una memoria resguardada de los elementos en forma de manuscritos, cartas y poemas. Y es en esa literatura testimonial —en la voz de Alberti, Amieva, Bartra, Max Aub o Trapiello— donde encontramos la dignidad que les fue negada. La palabra escrita se convierte en refugio, en resistencia, en denuncia. Hoy nos adentramos en uno de los capítulos más silenciados de nuestra historia: el exilio republicano y su paso por los campos franceses. Lo haremos con rigor, con emoción y con la convicción de que recordar es también un acto de justicia. Imagen del cover: Por Albert Belloc - http://archives.cd66.fr/mdr/index.php/rechercheTheme/requeteConstructor/8/2/A/366271/ARGEL%C3%88S-SUR-MER#truc , CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=117490880 El Abrazo del Oso 30x09 Guion: Yolanda Barreno y Javier Barrio Dirección y Producción: Eduardo Moreno Navarro Accede a más contenidos extra y haz posible la producción de El Abrazo del Oso pinchando en el botón 'apoyar' aquí en iVoox. O pásate por www.patreon.com/elabrazodeloso ¡GRACIAS! www.elabrazodeloso.es Sintonía de inicio y cierre: Navegantes del tiempo de José Apolo iVoox: https://go.ivoox.com/sq/3737 Casus Belli Podcast: https://go.ivoox.com/sq/391278 Programa publicado originalmente el 23 de noviembre de 2025. Camisetas, bolsas, tazas: www.latostadora.com/elabrazodeloso Canal de Telegram para estar informado: https://t.me/+T6RxUKg_xhk0NzE0 Grupo abierto de Telegram para conversar con el equipo y la audiencia: https://t.me/+tBHrUSWNbZswNThk Twitch: https://www.twitch.tv/elabrazodeloso ¿Quieres patrocinar este podcast?: https://advoices.com/el-abrazo-del-oso-podcast Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
durée : 00:14:29 - Le burger bigourdan de la Maison Lagrue à Argelès-Gazost Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Esta semana contamos con la siempre refrescante presencia de Aritza Alzibar, junto con Pello Larrinaga. Nos proponen disfrutar de nuestra Historia a través del cómic y para ello traen la obra titulada "La blibliomula de Córdoba". Un cómic basado en la destruccíon de la biblioteca califal de Córdoba auspiciada por el temible Almanzor durante los primeros años del reinado de Hisham II. Una buena forma de acercarnos a un momento crucial de la historia de Al-Andalus. La segunda propuesta no es otra que retomar el tema de las bibliotecas del oriente próximo antiguo, en Por los dioses, con dos insignes historiadores como Sergio Alejo, y Óscar Hernández. En esta ocasión abordarán, entre otras, las colecciones del saber de ciudades míticas como Hattusa, Ugarit y Ninive. No os lo perdáis. En la repetición, dejando atrás las sagas caóticas, hoy os ofrecemos charlar sobre un grande de la literatura universal, don Miguel de Cervantes Saavedra, autor de la que muchos consideran la primera novela moderna: El Quijote. Pero lo cierto es que en esta ocasión nos vamos a permitir pasar de soslayo por su obra escrita, para centrarnos en su interesantísima peripecia vital. No en vano, vivió episodios tan trascendentales como la Batalla de Lepanto, así como un largo cautiverio en Argel. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
O escritor franco-argelino Boualem Sansal foi libertado esta semana e está de regresso à Europa, após ter sido condenado a cinco anos de prisão por atentar contra a unidade nacional na Argélia. Sansal é crítico do regime argelino e acabou por ser apanhado entre o fogo cruzado diplomático entre Paris e Argel. A sua libertação foi facilitada pela Alemanha, especialmente pelo Presidente Steinmeier, como explicou o jornalista e especialista em países africanos, Rui Neumann, em entrevista à RFI. O escritor franco-argelino Boualem Sansal foi libertado esta semana após ter cumprido um ano de prisão na Argélia, tendo sido originalmente condenado a cinco anos de prisão por atentar contra a unidade nacional. Bansal tornou-se um dos danos colaterais da deterioração da relação entre Paris e Argel, com a Alemanha a ter de intervir de forma a facilitar a libertação do escritor. Em entrevista à RFI, o jornalista e especialista em países africanos, Rui Neumann explicou a importância do papel da Alemanha na libertação de Boualem Sansal e as dificuldades entre Paris e Argel. "A mediação da Alemanha sem dúvida que teve um peso muito importante, porque as relações entre a Argélia e a França podem caracterizar-se como múltiplas reconciliações que acabam sempre em súbitas rupturas. Portanto, desde 1962, há uma relação muito tumultuosa entre a França e a Argélia, que neste momento está numa situação muito crítica. O Presidente alemão não é uma figura conhecida em França e na Argélia também não. [...] Há uma relação pessoal muito forte com o presidente argelino Abdelmadjid Tebboune. E isto aconteceu no período do covid em que o Presidente argelino ficou gravemente doente com o covid e foi tratado na Alemanha, numa logística que foi muito organizada pelo Presidente alemão. E aqui houve laços que se estabeleceram, laços pessoais e até mesmo políticos. Apesar da limitação que tem o próprio presidente alemão. Portanto, quem beneficiou, de certa forma foi a França, com a libertação de Boualem Sansal. Mas, por outro lado, mostra também a grande fragilidade da França na resolução de diferendos diplomáticos e, neste caso, para a libertação de Sansal. Lembro também que ainda há um jornalista francês que está detido na Argélia, o Christophe Gleizes, que para já, ainda não existem indícios da sua libertação", explicou o jornalista. Um dos mais recentes pontos de discórdia entre Paris e Argel é o apoio da França ao processo de autonomia do Sahara Ocidental proposto por Marrocos e entretanto aprovado no Conselho de Segurança das Nações Unidas, já que a Argélia apoia a Frente Polisario que é pela independência deste território. Mesmo com a aprovação desta resolução, Rui Neumann não acredita que se esteja mais perto da resolução deste conflito que dura desde 1975 - o fim da colonização espanhola -, sendo actualmente o único território do pós-colonial no continente africano sem estatuto definido. "Quando conhecemos bem a Frente Polisário e os seus dirigentes, obviamente que não vão baixar as armas. Quando eu digo as armas, são as armas no sentido bélico da expressão, mas também no sentido político, aqui há um posicionamento principalmente do Conselho de Segurança da ONU, em que se, digamos, de uma forma quase ambígua, se posiciona ao lado do plano da autonomia marroquino, em que considera que é o plano mais credível para o Sahara Ocidental. Há sempre a Argélia, o grande pilar de apoio da Frente Polisário. E eu recordo que a Frente Polisário é reconhecida pela própria ONU como a única organização que tem legitimidade histórica para representar a população sarauí. Não falamos de uma resolução, mas de instrumentos de enorme pressão contra a Frente Polisário para aceitar não o plano que propõem Marrocos, mas um outro cenário negociado", detalhou Rui Neumann. O plano marroquino visa fazer do Sahara Ocidental uma região autónoma, com mais poderes para autoridades locais e a gestão do seu próprio orçamento, guardando para Marrocos a capacidade de impor a sua bandeira, a moeda e ainda outras capacidades constitutivas do Estado como as relações internacionais, a defes ae a segurança. A Frente Polisário disse que até poderia aceitar esta opção, mas só se ela fosse a referendo e aprovada pelos cerca de 600 mil habitantes do Sahara Ocidental.
Máximo Pradera hace un viaje al pasado para hablar de la Fantasía X de Alonso Mudarra, que suena en todos los cines gracias a 'El Cautivo', la película de Alejandro Amenábar sobre el secuestro de Cervantes en Argel.
Supervivientes en una isla desierta, un pais con problemas, un estanque infestado de tiburones. Por el lado bufo, "Supervivientes All Stars”, uno de esos “realities” cutres y recurrentes. Por el del glamour, el Titanic, con orquesta sobre el puente mientras te hundes, pero el carácter sobrehumano para Alvar Nuñez Cabeza de Vaca (“Naufragios”) recorriendo desnudo y a pie Mejico y EEUU en 1500 entre indigenas no “contactados". Revelador sería el de Cervantes, cautivo en Argel , si no hubiera caído en manos de un cineasta con fijación en su improbable homosexualidad. La realidad en esta edición. la de los verdaderos supervivientes, los más lucidos, los resistentes a la abducción generalizada, junto a una BSO que sobrevive incluso al algoritmo que nos vigila. Puedes hacerte socio del Club Babel y apoyar este podcast: mundobabel.com/club Si te gusta Mundo Babel puedes colaborar a que llegue a más oyentes compartiendo en tus redes sociales y dejar una valoración de 5 estrellas en Apple Podcast o un comentario en Ivoox. Para anunciarte en este podcast, ponte en contacto con: mundobabelpodcast@gmail.com.
Min 5: DOWNTON ABBEY: EL GRAN FINAL (3 estrellas) Con Downton Abbey: El Gran Final, el universo creado por Julian Fellowes cierra las puertas de la mítica mansión con la elegancia y melancolía que han caracterizado a la saga desde su nacimiento televisivo. Simon Curtis, que ya había dirigido Mi semana con Marilyn, se encarga de orquestar este adiós coral en el que la aristocracia Crawley y su inquebrantable servidumbre se enfrentan a los últimos coletazos de una era. Min 14: TRON: ARES (3 estrellas) Catorce años después de Tron: Legacy, Disney vuelve a encender los circuitos de su universo digital con Tron: Ares, una secuela que busca reconciliar la mitología original de 1982 con los dilemas tecnológicos del siglo XXI. Dirigida por Joachim Rønning (Piratas del Caribe: La venganza de Salazar, Maléfica: Maestra del mal), la cinta plantea un salto decisivo: por primera vez, una entidad creada dentro del mundo virtual logra cruzar al mundo real. Jared Leto encarna a Ares, un programa diseñado para una misión de contacto con la humanidad. Su travesía, marcada por la duda existencial y el choque entre dos realidades, da pie a una reflexión más profunda sobre la inteligencia artificial, la identidad y la frontera ética entre lo humano y lo digital. Min 23: BALA PERDIDA (4 estrellas) El siempre inquieto Darren Aronofsky sorprende con Bala Perdida, un violento y frenético descenso a los bajos fondos de Nueva York protagonizado por un magnético Austin Butler, que se confirma como uno de los intérpretes más versátiles de su generación. Butler encarna a Hank Thompson, un exjugador de béisbol venido a menos que, por una cadena de casualidades y deudas mal cerradas, se ve arrastrado a una espiral de violencia y corrupción urbana donde cada decisión puede ser la última. MIn 27: LA TREGUA (3 estrellas) El director Miguel Ángel Vivas retoma uno de los episodios menos explorados del pasado español para construir una obra que mezcla memoria, reconciliación y supervivencia. En La Tregua, los actores Miguel Herrán y Arón Piper lideran la narración como Reyes y Salgado, dos militares que, inicialmente enfrentados por sus ideologías durante la Guerra Civil Española, se ven obligados a compartir mucho más que un destino: la dureza de un gulag soviético en la estepa kazaja. Min 41: HECHO EN CLM. Desvelamos los cortos elegidos en Abycine 'Estamos de Cine' vuelve a ser altavoz del Festival Internacional de Cine de Albacete. El pasado 15 de septiembre, Roberto Lancha, como director del programa, presentaba en la carpa de CMM de la Feria de Albacete, las claves de la 27 edición de Abycine. En este capítulo volvemos a ser avanzadilla de este festival de referencia, en el que CMM apoya nuevos proyectos desde la plataforma Abycine Lanza, y desvelamos los cortos elegidos en la sección Hecho en CLM, que se podrán ver y votar muy pronto en nuestra plataforma digital CMM Play. Min 44: ESPECIAL BSO 'EL CAUTIVO' (4 estrellas) En El Cautivo, Alejandro Amenábar no solo lidera la película como director y guionista, sino que retoma otra de sus facetas clásicas: compositor musical. Esta decisión refuerza su sello autoral completo y permite que la música —sus melodías, texturas y silencios— funcione como otro personaje más dentro del cautiverio simbólico que vive Miguel de Cervantes en Argel. Valoramos con Ángel Luque la gran aportación musical de Amenábar. Posiblemente su mejor trabajo hasta la fecha.
*** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtube.com/live/IFB8zs4m2aU +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ #historia #historiamilitar #historiaespaña En este primer episodio de la serie Las Campañas del Duque de Alba, junto al historiador militar Rubén Sáez Abad ** https://amzn.to/4jLaccc ** , exploramos los inicios bélicos de Fernando Álvarez de Toledo, futuro tercer duque de Alba, en los años fundacionales de su carrera militar. Desde la defensa de Fuenterrabía frente a los franceses hasta su participación en la expedición fallida de Argel bajo Carlos V, analizamos cómo se forjó la leyenda del que sería uno de los más temidos y respetados generales del siglo XVI. ️ Un recorrido por la frontera entre España y Francia, las guerras de Italia, la campaña en Túnez y el desastre anfibio en Argel, donde se pone a prueba la estrategia, lealtad y temple del Duque de Hierro. Temas destacados: - La situación geoestratégica del norte peninsular en 1524 - El papel del duque de Alba en las guerras italianas - La conquista de Túnez (1535) y su relevancia imperial - Argel (1541): causas, errores y consecuencias del fracaso ⚔️ BELLUMARTIS HISTORIA MILITAR Donde la historia cobra vida a través de la guerra COMPRA EN AMAZON CON EL ENLACE DE BHM Y AYUDANOS ************** https://amzn.to/3ZXUGQl ************* #DuqueDeAlba #FernandoAlvarezDeToledo #Bellumartis #HistoriaMilitar #RubenSaezAbad #TerciosEspanoles #ImperioEspanol #GuerrasDelSigloXVI #CarlosV #CampanasMilitares #HistoriaDeEspana #Fuenterrabia #Tunez1535 #Argel1541 #HistoriaBelica #SigloXVI #EjercitoImperial #GuerrasDelMediterraneo #Habsburgo #BatallasHistoricas Si queréis apoyar a Bellumartis Historia Militar e invitarnos a un café o u una cerveza virtual por nuestro trabajo, podéis visitar nuestro PATREON https://www.patreon.com/bellumartis o en PAYPALhttps://www.paypal.me/bellumartis o en BIZUM 656/778/825
Supervivientes en isla desierta, pais con problemas, estanque infestado de tiburones. Por el lado “reality", "Supervivientes All Stars””. Por el del glamour, el Titanic, con orquesta sobre el puente, el carácter sobrehumano para Alvar Nuñez Cabeza de Vaca (“Naufragios”) recorriendo desnudo y a pie Mejico y EEUU en 1500 entre indigenas no “contactados". Famosos resístentes como Cervantes, cautivo en Argel, pese al trato recibido por cineasta con fijaciónes. Supervivientes, en fin, en esta edición, junto a una selecta BSO superviviente incluso al algoritmo que nos vigila. Puedes hacerte socio del Club Babel y apoyar este podcast: mundobabel.com/club Si te gusta Mundo Babel puedes colaborar a que llegue a más oyentes compartiendo en tus redes sociales y dejar una valoración de 5 estrellas en Apple Podcast o un comentario en Ivoox. Para anunciarte en este podcast, ponte en contacto con: mundobabelpodcast@gmail.com.
Jesús Úbeda invita a Álber Vázquez para presentar: 'Cervantes en Argel', contar la realidad de la época, al contrario que hace Amenábar en su obra
Lolita Téllez Wood era bailarina y tenía un futuro prometedor. Pero su destino fue trágico. Dijeron que se disparó, la madrugada del 7 de mayo de 1938, un balazo en la sien derecha. Su cuerpo quedó dentro del automóvil cupé verde de su propiedad.No obstante, la autoridad encontró algunos detalles que hicieron sospechar de un asesinato. Además de la lesión en el cráneo, el cuerpo dejaba ver equimosis en diferentes partes, lo que supuso que recibió algunos golpes en la lucha que pudo sostener momentos antes de que muriera.Al saberse que Lolita Téllez Wood, quien tenía 21 años, era amante del cancionero español Emilio Tuero, a quien se conocía como “El Barítono de Argel”, se consideró urgente la presentación del artista.Puedes conocer más de este y otros casos en los Archivos secretos de La Prensa. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Cinco años como esclavo en Argel marcaron a Cervantes para siempre. Capturado en 1575 y sometido a duras condiciones, organizó múltiples intentos de fuga y llegó a refugiarse en la cueva de Belcourt. Su resistencia y observación aguda le permitieron conocer a fondo la compleja red social y política del norte de África. Tras su rescate en 1580, esa experiencia se transformó en valiosa información para la Corona española, convirtiéndose en un espía cultural. Y descubre más historias curiosas en el canal National Geographic y en Disney +. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
durée : 00:03:31 - Le délibéré attendu du procès d'un accident de la route mortel - Un chauffeur de taxi et un motard doivent être fixés sur leur sort, ce mardi 23 septembre, à Tarbes. Le tribunal doit rendre son délibéré cinq mois après leur procès pour avoir causé la mort du président du club cycliste d'Agos-Vidalos, qui rentrait de sa sortie de vélo le 17 avril 2019. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. Hoy hace 4 años en 2021.- Entra en erupción el volcán de Cumbre Vieja, en la isla canaria de La Palma. Hoy se cumplen 1.317 días del cruel ataque e invasión de Rusia a Ucrania. 3 años y 207 días. Hoy es viernes 19 de septiembre de 2025. Día Mundial del Aperitivo. La palabra aperitivo proviene del latín tardío aperitivus, cuyo significado es "que tiende a abrir". Consiste en una comida ligera que se sirve para abrir o provocar el apetito, antes del almuerzo o la cena. 1580.- Liberación de Miguel de Cervantes de su cautiverio de Argel. 1771.- Creación de la Orden de Carlos III, la más alta de las condecoraciones civiles españolas. 1893.- Nueva Zelanda se convierte en el primer país en reconocer el derecho al voto femenino. 1923: El rey Alfonso XIII (1886-1941) emite un real decreto que prohíbe que los territorios invadidos por España se independicen. 1928: Walt Disney estrena la primera película sonora de animación. 1939: Francia y el Reino Unido rechazan la propuesta de paz de Hitler, quien exige el reconocimiento de las conquistas territoriales alemanas. 1972: En Londres se utiliza por primera vez una carta bomba. El objetivo es la embajada israelí. Fallece un diplomático de ese país. 1998: Julio Anguita se despide como secretario general del Partido Comunista de España (PCE). 2012.- El semanario satírico francés "Charlie Hebdo" publica caricaturas de Mahoma y Francia cierra embajadas por precaución. Alonso, Jenaro, Acucio, Arnulfo, Carlos, Ciríaco, Eustoquio, Goerico, Lantberto y Mariano. La ofensiva israelí en Gaza deja más de 65.000 muertos y medio millón de desplazados. La Reserva Federal de EE.UU. recorta 0,25 puntos los tipos de interés por primera vez en nueve meses. La Fiscalía española autoriza una investigación sobre los "crímenes" de Israel en Gaza. El Gobierno asegura que "mantiene un diálogo fluido" con los grupos políticos para "recabar apoyos" para sus presupuestos. Clavijo prevé que Canarias reciba a unos 7.000 migrantes más en lo que queda de año El presidente regional advierte, que si se cumplen las previsiones, volverá a generarse "tensión" en los servicios de acogida y salvamento. Canarias impulsa en Bruselas una cumbre para abordar la gestión de los menores migrantes El Gobierno propuso este encuentro para poner sobre la mesa un “enfoque adaptado a las necesidades locales” para abordar el reto migratorio. 36 kilómetros de tendido a 1.145 metros de profundidad y dos islas conectadas: así es el cable submarino entre Tenerife y La Gomera. La instalación se ha efectuado mediante dos travesías desde San Sebastián de La Gomera hasta Punta Blanca, en Tenerife. Aena invertirá 800 millones en los dos aeropuertos de Tenerife y mejorará los de El Hierro y Lanzarote. En el conjunto del país, serán un total 13.000 millones destinados a estas infraestructuras hasta 2031, la “mayor inversión” de las últimas décadas en esta red, según ha expuesto el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez. El Grupo Hotusa compra el hotel Silken de Santa Cruz de Tenerife. El establecimiento chicharrero forma parte de una cartera de nueve hoteles que eran propiedad de los fondos Pygmalion y que han sido vendidos por 250 millones de euros. Un día como hoy pero en 1981: En el Parque Central de Nueva York, el dúo Simon and Garfunkel se reúne para un recital gratuito.
Nieves Concostrina habla sobre la liberación de Cervantes de su presidio en Argel el 19 de septiembre de 1580.
Nieves Concostrina habla sobre la liberación de Cervantes de su presidio en Argel el 19 de septiembre de 1580.
Nieves Concostrina habla sobre la liberación de Cervantes de su presidio en Argel el 19 de septiembre de 1580.
El director Alejandro Amenábar y el actor Julio Peña se han pasado por Cuerpos especiales para hablar de El Cautivo, la película que narra los años que Miguel de Cervantes estuvo encarcelado en Argel.
El director Alejandro Amenábar y el actor Julio Peña se han pasado por Cuerpos especiales para hablar de El Cautivo, la película que narra los años que Miguel de Cervantes estuvo encarcelado en Argel. Además, Alba Cordero habla del auge de artistas que cantan en lenguas cooficiales, Jorge Yorya comenta el pregón que Ed Sheeran ha dado en La Algacia, una pedanía de Murcia, Nacho García compra las nuevas revistas del corazón y Ana Morgade analiza si estamos preparados para un holocausto zombie.
“El cautivo”, la nueva película de Alejandro Amenábar, está ambientada en los años en los que Miguel de Cervantes estuvo preso en Argel. Aprovechando este estreno nuestra “Enciclopedia curiosa del cine” nos va a contar cómo ha sido reflejado hasta ahora en el cine el autor de “El Quijote”. El aniversario que recordamos esta semana son los 20 años que se cumplen del fallecimiento de Robert Wise un director que, como escucharéis, fue mucho más que el responsable de “West side story” o “Sonrisas y lágrimas”, sus películas más famosas. Charlamos con el director Rafael Alcázar y en la sección dedicada al cine de aventuras que esta temporada nos presenta Jack Bourbon traemos un gran clásico: "Robin de los bosques" de Michael Curtiz, con Errol Flynn en el papel del héroe de las mallas verdes.
El director de cine y el catedrático José Manuel Lucía Mejías han compartido micrófono en Julia en la Onda para presentar esta película que narra la vida del escritor Miguel de Cervantes durante su paso por la cárcel de Argel.
El director de cine y el catedrático José Manuel Lucía Mejías han compartido micrófono en Julia en la Onda para presentar esta película que narra la vida del escritor Miguel de Cervantes durante su paso por la cárcel de Argel.
¿Quién fue realmente Miguel de Cervantes? Más allá del personaje, son muchos los enigmas y lagunas en su biografía. ¿Por qué huyó de Madrid? ¿Qué sucedió realmente durante su cuativerio en Argel? ¿Cómo marcó su obra y su carácter? ¿Fue espía de Felipe II? ¿Por qué lo persiguió la Inquisición? ¿Qué se sabe de sus relaciones amorosas? Al hilo del estreno de la película 'El Cautivo', charlamos con José Manuel Lucía Megías, catedrático en la UCM, uno de los mayores y más reconocidos cervantistas del mundo y uno de los principales asesores de la película de Amenábar. Participan también el historiador Juan José Sánchez-Oro y el escritor José Luis Hernández Garvi. No te pierdas la Temporada 2 de 'La Semilla del Diablo en Castilla-La Mancha': https://bit.ly/3DsbgSa Si has disfrutado con este programa, compártelo en redes sociales y participa dejando tu comentario: - YouTube: https://cutt.ly/wORVJYY - Twitter: https://cutt.ly/9GUvgov - Instagram: https://cutt.ly/yGUvlV8 - Facebook: https://cutt.ly/NGUvnlK Dirige y presenta: Jesús Ortega
Min 5: "EL CAUTIVO" Alejandro Amenábar regresa con El Cautivo, protagonizada por Julio Peña como Miguel de Cervantes, junto a Alessandro Borghi (Hasán Bajá), Miguel Rellán, Fernando Tejero y José Manuel Poga, entre otros. La película cuenta la historia de Cervantes atrapado en Argel, no solo como rehén, sino también prisionero de sus miedos y culpas. Con música del propio Amenábar y una atmósfera oscura y tensa, se convierte en un thriller íntimo con drama histórico. El director de "Tésis" se ha colocado en el centro del debate antes del estreno al plantear en su nueva película una posible relación homoerótica entre Miguel de Cervantes y su captor, Hasán Bajá, una hipótesis que se fundamenta en algunos detalles que aparece en diversos ensayos históricos. CALIFICACIÓN EDC: 2,5 estrellas Min 22: " EDDINGTON" En Eddington, Ari Aster abandona momentáneamente los códigos puros del terror para adentrarse en una sátira política feroz, ambientada en mayo de 2020, durante la pandemia de COVID-19, en un pueblo ficticio de Nuevo México. El relato gira en torno al sheriff Joe Cross (Joaquin Phoenix), que se opone a las medidas de salud pública del alcalde Ted García (Pedro Pascal), y decide enfrentarlo presentándose como candidato, mientras la comunidad se fragmenta entre teorías de conspiración, fake news, miedo, polarización política y resentimientos sociales. CALIFICACIÓN EDC: 2 estrellas Min 28: SIGUE MI VOZ Sigue mi voz, adaptación de la novela de Ariana Godoy, nos presenta a Klara (Berta Castañé), una joven que tras una crisis de salud permanece recluida en casa durante 76 días, y halla refugio en su programa de radio favorito, Sigue Mi Voz. Al escuchar la voz del locutor Kang (interpretado por Jae Woo Yang), se plantea si es posible enamorarse de alguien que solo ha oído por la radio —un vínculo emocional a distancia que la impulsará a confrontar sus miedos, salir al mundo y redescubrirse. CALIFICACIÓN EDC: 2,5 estrellas Min 32: LA LEY DE JENNY PEN La ley de Jenny Pen (The Rule of Jenny Pen), dirigida por James Ashcroft, es un thriller psicológico de terror proveniente de Nueva Zelanda que explora lo más oscuro de la vejez, el poder y la indefensión. El film presenta a Geoffrey Rush como el severo juez Stefan Mortensen, obligado tras un derrame cerebral a trasladarse a una residencia de ancianos, y a John Lithgow como Dave Crealy, un interno perturbado que, con ayuda de una muñeca llamada Jenny Pen, impone un juego sádico de sumisión y terror sobre los demás residentes. Juntos con un compañero de habitación (un exdeportista), Mortensen decide rebelarse cuando una muerte ignorada revela hasta dónde llega el silencio cómplice del personal. CALIFICACIÓN EDC: 4 estrellas Min 43: LA PELÍCULA DE TU VIDA, CON PATXI MADINABEITIA En esta nueva temporada recuperamos la sección de La película de tu vida, hoy con una de las voces más reflexivas, asentadas y reconocibles de los informativos de Radio CLM. El periodista, bilbaíno de nacimiento y toledano de adopción, nos sorprende con la lista de títulos que pudieron ser y no fueron y con una apuesta que se va a salir de los cánones de la sección. Min 47: BSO EXPEDIENTE WARREN 4: EL ÚLTIMO RITO La música de Expediente Warren: El último rito, compuesta por Benjamin Wallfisch, se alza como uno de los pilares más sólidos de esta cuarta entrega de la saga. Wallfisch logra capturar la atmósfera sobrenatural esperada, recurriendo tanto a disonancias y susurros inquietantes como a crescendos tensos que acompañan los sustos y los momentos de máxima tensión. cineycine.com La partitura funciona como un homenaje velado al estilo de Joseph Bishara —compositor habitual de la franquicia— manteniendo la continuidad sonora con las entregas previas, pero sin quedarse en una mera copia. CALIFICACIÓN EDC: 3 estrellas
Alejandro Amenábar regresa seis años después a los cines con 'El Cautivo', una ambiciosa producción sobre el cautiverio de Miguel de Cervantes en Argel que reflexiona sobre el poder de contar historias, la religión y la libertad sexual. Con el director charlamos en este episodio, y además comentamos la nueva película de Ari Aster, 'Eddington', un western sangriento con Pedro Pascal y Joaquin Phoenix y analizamos dos óperas primas muy interesantes, 'Simón de la montaña' y 'Jone, a veces'. En televisión, vuelven los zombies, pero esta vez a la España vaciada con una nueva entrega de 'The Walking Dead' en la que participan Eduardo Noriega y Óscar Jaenada.
De drama y pasión literaria sabe mucho el gran contador de historias, Alejandro Amenábar que vuelve a la gran Pantalla después de seis años con El Cautivo, la realidad ficcionada de los cinco años del cautiverio en Argel del grande de las letras, Miguel de Cervantes. La melancolía la pone Jone a veces, la ópera prima de Sara Fantova con la que charlamos de este coming of age que nos lleva al viaje emocional de su protagonista, que vive su primer amor a la vez que la proximidad de la muerte de su padre y el romance nos lo trae Sigue mi voz, una historia de superación y mucho amor donde la palabra tiene un significado muy especial, de todo hablamos con sus directores y la actriz protagonista. Os acercamos el resto de la cartelera, con Elio Castro nos detenemos en Eddington un Western con tinte de Thriller y aroma de suspense, Teresa Montoro nos acerca Simón de la Montaña, el debut en el largo del director argentino Federico Luis y con Ángeles González Sinde viajamos a 1949, cuando el Líbano se enfrenta a una guerra inminente, lo hacemos con la cinta retrato de un lejano Oriente. Todo esto además de las mejores series con Pedro Calvo y las secciones habituales. Escuchar audio
¿Qué hay de verdad en el Cervantes de Amenábar?¿Influyó Argel a la hora de escribir El Quijote?¿Qué impronta tiene este episodio en su propia producción?¿Era Cervantes homosexual?¿Hay fuentes o pruebas históricas que lo acrediten? Carlos Mata Induráin, investigador del grupo Siglo de Oro GRISO de la Universidad de Navarra, y gran conocedor de Miguel de Cervantes explica las claves y la verdad que existe detrás de este gran personaje.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De drama y pasión literaria sabe mucho el gran contador de historias, Alejandro Amenábar que vuelve a la gran pantalla después de seis años con 'El cautivo', la realidad ficcionada de los cinco años del cautiverio en Argel del grande de las letras, Miguel de Cervantes. La melancolía la pone 'Jone, a veces', la ópera prima de Sara Fantova con la que charlamos de este "coming of age" que nos lleva al viaje emocional de su protagonista, que vive su primer amor a la vez que la proximidad de la muerte de su padre. El romance nos lo trae 'Sigue mi voz', una historia de superación y mucho amor donde la palabra tiene un significado muy especial, de todo hablamos con sus directores y la actriz protagonista.Os acercamos el resto de la cartelera, con Elio Castro nos detenemos en 'Eddington' un western con tinte de thriller y aroma de suspense; Teresa Montoro nos acerca a 'Simón de la montaña', el debut en el largo del director argentino Federico Luis, y con Ángeles González Sinde viajamos a 1949, cuando el Líbano se enfrenta a una guerra inminente, lo hacemos con la cinta retrato de un Lejano Oriente. Todo esto además de las mejores series con Pedro Calvo y las secciones habituales. Escuchar audio
El cautivo (Alejandro Amenábar, 133 min). Interpretado por: Julio Peña, Alessandro Borchi, Miguel Rellán, Roberto Álamo, Luís Callejo, Fernando TejeroAño 1575. El joven soldado Miguel de Cervantes es capturado en alta mar por corsarios árabes y llevado a Argel como rehén. Consciente de que allí le espera una cruel muerte si su familia no paga pronto su rescate, Miguel encontrará refugio en su pasión por contar historias. Sus fascinantes relatos devuelven la esperanza a sus compañeros de prisión y acaban por llamar la atención de Hasán, el misterioso y temido Bajá de Argel, con el que comienza a desarrollar una extraña afinidad. Mientras los conflictos crecen entre sus compañeros, Miguel, llevado por su inquebrantable optimismo, comenzará a idear un arriesgado plan de fuga.Eddington (Ari Aster, 145 min). Joaquin Phoenix, Pedro Pascal, Luke Grimes (Yellowstone), Austin Butler, Emma StoneMayo de 2020. En un viaje por carretera, una pareja se queda atrapada en Eddington, un pequeño pueblo de Nuevo México durante la pandemia. Inicialmente son bien acogidos, pero todo da un giro siniestro al caer la noche. El enfrentamiento entre el sheriff (Joaquin Phoenix) y el alcalde (Pedro Pascal) desata el caos cuando los vecinos se enfrentan entre sí.Superagente Hitpig (Animación, 90 min) Un cerdo cazarrecompensas se encuentra recorriendo el mundo con un elefante de espíritu libre al que pretendía capturar.
Nuestro crítico de cine Carlos Boyero visita 'La Ventana' para hablarnos del estreno de 'El Cautivo', la nueva película de Alejandro Amenábar sobre la captura del escritor Miguel de Cervantes en Argel.
Alejandro Amenábar (Santiago de Chile, 1973), tal y como ocurrió antes del estreno de su anterior cinta, "Mientras dure la guerra", regresa seis años después a Hoy por Hoy para contarnos sus sensaciones y todo el trabajo realizado en torno a "El cautivo", su último largo en el que el director de Tesis, Regresión o Mar adentro, explora los cinco años que Miguel de Cervantes Cortina (después Saavedra) pasó preso en "el infierno en la tierra", como el autor de Don Quijote de la Mancha definió en su momento la vida que los cautivos pasaron en Argel tras ser capturados por los árabes en el mar Mediterráneo en 1575. ¿Por qué la vida de Miguel de Cervantes (en la que caben mil distintas) es tan arcana, siendo su obra tan conocida (aunque no tan leída como se presume)?; ¿Cómo sobrevivió a aquellos años?, ¿Por qué fracasaron todos sus intentos de huida? ¿En qué medida está experiencia le hizo el escritor que terminó siendo?
Nuestro crítico de cine Carlos Boyero visita 'La Ventana' para hablarnos del estreno de 'El Cautivo', la nueva película de Alejandro Amenábar sobre la captura del escritor Miguel de Cervantes en Argel.
durée : 00:02:05 - A Argelès-Gazost, Smoky Steve et la recette du Pulled Pork Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
El debate sobre las cuestiones personales de la figura de Miguel de Cervantes vuelve a la actualidad con el estreno de la José Manuel Lucía Megías película de Alejandro Amenábar y la publicación del ensayo ‘Cervantes íntimo. Amor y sexo en los Siglos de Oro' de José Manuel Lucía Megías (Plaza y Janés, 2025) y de la novela histórica ‘Cervantes en Argel' de Álber Vázquez (La esfera de los libros, 2025).
Recibió el sobrenombre de non natus (no nacido), porque su madre murió en el parto antes de que el niño viese la luz. Con el permiso de su padre, el santo ingresó en la orden de los Mercedarios, que acababa de fundarse. Enviado al norte de África con una suma considerable de dinero, Ramón rescató en Argel a numerosos esclavos. Cuando se le acabó el dinero, se ofreció como rehén por la libertad de ciertos prisioneros cuya situación era desesperada y cuya fe se hallaba en grave peligro. El gobernador, enfurecido porque no dejaba de predicar y convertir musulmanes al cristianismo, ordenó que lo azotaran en todas las esquinas de la ciudad y que le perforasen con un hierro candente y le cerraran los labios con un candado, cuya llave guardaba él mismo y sólo la daba al carcelero a la hora de las comidas. Murió en 1240.
65 -Evènementiel et culture du 1 au 8/9/2025 (détails dans podcast)Festival Trad'Azun du 5 au 7/9 à Arrens-Marsous https://tradazun.jimdofree.com/Festival de musiques traditionnelles ; stages, bals trad, concerts, balade contée etc…Festival des petites églises de montagne www.festivaldespetiteseglises.frLe 6/9 à 18h30, chapelle Ste Marie St Lary, concert « Trio Raisins et amandes »Le P'tit Festival de Sère-en Lavedan le 6/9, place de l'église : 17h30 Cie Histoire de Chanter, 19h bal gascon, 20h30 Orchestre National du Cholao, 22h CXK(rock occitan)Pyrénées Louron Air Festival (PLAF) du 5 au 7/9, bord du lac de Génos-Loudenvielle, week-end festif autour du vol libre https://plafvallouron.fr/« De Soulé à CAF avec entrain » du 2 au 13/9 (Les Maynats), 112 ans de ferroviaire à Bagnères : expositions, Conférences, spectacles https://maynats.org/?p=2075« 130 ans de la CGT ça se fête ! » les 4 et 5/9Le 4/9 à 20h30 CAC de Séméac, représentation théâtrale exceptionnelleLe 5/9 à 20h à la Gespe, concert Mr GREG(1° part) et « Fatals Picards »« C'est dans l'escalier » le 7/9, escaliers du Parc, Argelès-Gazost a/c 15h, lieu de rencontres et découvertes artistiquesLe Mois du Patrimoine en vallées d'Aure et du Louron : Le 4/9 à 18h, salle mairie Arreau, moment d'échanges avec Claude et Jean ESCUDECafé-Philo (Reliance en Bigorre) le 2/9 à 18h30, Echoppe des Galopins : « Le travail est-il la déchéance de l'homme libre ? »Table-ronde avec Céline DENJEAN et Céline SERVAT, autrices de romans policiers le 3/9 à 15h, médiathèque LannemezanConférences :Sur les femmes pyrénéennes de l'Histoire par Isaure GRATACOS le 2/9 à, 17h, salle conférences mairie de St Lary« La Retirada, l'exil des Espagnols en 1939 » par Patrick CLAUDE le 5/9 à 18h30 , cinéma Barèges Visites thématiques Musée Déportation et Résistance voir podcastForums associations le 6/9: Argelès, gymnase à 14h, Bagnères, Jardin des Vignaux de 10h à 16h, Espace Lumière St Lary de 9h30 à 12h30, Tarbes, Halle Marcadieu de 9h à 19h, Vic en Bigorre, stade Ménoni de 9h à 14hJournée Portes ouvertes le 3/9 de 13h à 19h au Conservatoire Henri Duparc et à l'Ecole de Musique de SéméacSalon du Bien-Être les 6 et 7/9, salle fêtes LannemezanSPECTACLES :Lac de Bours : « Les 3 mousquetaires » Cie Il est une fois, le 6/9 à 16h Paradis des Artistes Maubourguet : « Quelle chance on y est » le 6/9 à 20h30Tiers-Lieu Amassa Lourdes : scène ouverte et jam session le 4/9 a/c 19hConcerts :Bagnères : Les Voix du Cagire le 6/9 à 21h, église St VincentCapvern : Les Chanteurs des Baronnies le 5/9 à 20h30, église Ste TrinitéCauterets : Eths d'Azu le 4/9 à 21h à l'église et Trio Esta le 7/9 à 18h Nouveau Théâtre de la NatureMadiran : concert de chant espagnol Ensemble vocal Emergence le 7/9 à 17h, égliseAutres concerts église Mauléon-Barousse, St Lary, Vielle-Aure etc dans podcast Cinéma : voir podcast Expositions dans podcastHébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Live from ENGAGE 2025, Erin Hartman, CPA, Senior Manager – Firm Services, sits down with Argel Sabillo, CPA, Cofounder and Chief Executive Officer of HeyApril Inc, to discuss the ways he is reshaping the profession and leaving tradition behind. With a client base rooted in internet-based startups and small businesses, HeyApril offers full-scale, end-to-end accounting services. Argel shares how his journey has been defined by bold leaps of faith, innovation, and community impact. Argel offers practical insights on value-based pricing, subscription models, and tech stack optimization, while passionately advocating for firms to niche down and align their business models with mission and outcome, not just services. He also previews HeyApril's next frontier: using Large Language Models (LLMs) to turn client data into real-time, actionable insights. This is an episode packed with inspiration, strategic guidance, and a glimpse into the accounting firm of the future. To find out more about transforming your business model, explore our business model transformation resources at aicpa-cima.com/tybm. You'll also see a link there to all of our previous podcast episodes. This is a podcast from AICPA & CIMA, together as the Association of International Certified Professional Accountants. To enjoy more conversations from our global community of accounting and finance professionals, explore our network of free shows here. Your feedback and comments welcomed at podcast@aicpa-cima.com
durée : 00:04:11 - Une semaine dans leurs vies - A Argelès-Gazost, Lucas Ben Moura s'est lancé en 2020 dans la production de thé. Le climat des Pyrénées, chaud et humide, est propice. Reste à sélectionner les bons plants, avec des graines venues de Chine. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
La historia del nacionalismo canario no se entiende sin Antonio Cubillo Ferreira, un personaje muy controvertido que, como otros tantos en la historia de la España reciente, mezcló idealismo y radicalismo hasta rozar el delirio. Nació en la isla de Tenerife, en la ciudad de La Laguna concretamente, en el seno de una familia modesta pero ilustrada. Estudió Derecho, donde se empapó de un ideario de extrema izquierda anticolonial que marcarían el resto de su vida. Con sólo 30 años se exilió en París y poco después se instaló en Argel, donde se puso al servicio del Gobierno del Frente de Liberación Nacional de Ahmed Ben Bella. Argelia era un país recién independizado de Francia tras una larga y sangrienta guerra que se convirtió en su refugio y en la plataforma que empleó para su actividad política. En 1964 fundó en Argel el Movimiento por la Autodeterminación e Independencia del Archipiélago Canario, más conocido por sus siglas MPAIAC, una organización que exigía la independencia de las Canarias arguyendo que se trataba de una colonia. Eso le atrajo muchas simpatías en África. La Organización para la Unidad Africana decidió apoyar su causa ya que, según Cubillo, la identidad canaria no era europea, sino africana por su pasado indígena. El Gobierno argelino le puso los medios para que hiciese llegar su mensaje. Durante años desde Radio Argel presentó un programa llamado La Voz de Canarias en el que, con proclamas incendiarias, describía a España como un rapaz colonizador que explotaba las islas en beneficio propio. Pero el MPAIAC no se limitó a las palabras. En los 70, recurrió a la violencia convirtiéndose en una organización terrorista que atentaba contra aeropuertos, centros comerciales, bancos y edificios públicos. Cubillo lo justificaba como "propaganda armada", un eufemismo para varios atentados que provocaron víctimas mortales directas, pero también indirectas, como el accidente en el aeropuerto de Los Rodeos 1977, en el que dos Boeing 747 desviados a Tenerife colisionaron en la pista porque el MPAIAC había puesto una bomba en el aeropuerto de Las Palmas. El de Los Rodeos es, con 583 muertos, el accidente aéreo más mortífero de la historia. Cubillo siempre negó responsabilidad directa en este accidente, pero su retórica era inequívoca: o independencia o guerra al coste que fuese. Soñaba con una Canarias africana, quizá federada con el Sáhara Occidental, y no dudaba en aliarse con regímenes como el de Gaddafi o el de Castro para financiar su lucha. Se exhibía ante el mundo como el "caudillo canario", un líder carismático que, desde el exilio, dirigía una guerrilla de liberación contra una potencia colonial. El Gobierno español, temeroso de que Cubillo complicase la transición a la democracia, actuó movilizando a los servicios secretos, que atentaron contra él en el exilio. El atentado no consiguió acabar con su vida, pero sí dejarle paralítico. El Estado consiguió desarticular el MPAIAC, pero convirtió a Cubillo en mártir. Años más tarde, en 1985, regresó a España gracias a una amnistía. Fundó el Congreso Nacional de Canarias, un partido independentista cuyo recorrido electoral se demostró nulo. Canarias para entonces ya se había convertido en una comunidad autónoma y recibía anualmente millones de turistas de toda Europa. Convertido en una reliquia de otra época se recicló como comentarista político e incluso recibió una indemnización del Estado por el atentado de Argel. Cuando murió en 2012 su nombre ya prácticamente había sido olvidado por todos salvo por el ala más radical del nacionalismo canario, un movimiento minoritario para quien Cubillo es algo parecido a un héroe. Para hablar de Antonio Cubillo y de como en buena medida inventó el nacionalismo canario nos visita hoy en La ContraHistoria desde Tenerife Carlos Pérez Simancas, nuestro corresponsal en las islas afortunadas. Bibliografía: - “Historia sucinta de las Islas Canarias” de Fernando Álvarez Ojeda - https://amzn.to/4lWBVrK - “Las Islas Afortunadas: Historia y mito de Canarias” de Carlos Calvet Cata - https://amzn.to/4fhgfnI - “El mito de la transición pacífica” de Sophie Baby - https://amzn.to/4mqxPrL - “Semimemorias” de Antonio Cubillo - https://amzn.to/4lRJH5X #FernandoDiazVillanueva #cubillo #canarias Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
¿Cuánto hay de historia en Don Quijote y qué nos dice la novela de su autor? Cervantes fue combatiente en Lepanto y preso en Argel. De los avatares de su vida de trotamundos nació una obra inmortal.
Escuchamos a Yerai Cortés desde la Plaza Argel de Alicante y luego a La Tania en directo desde La Casa Encendida de Madrid, después a María Terremoto y Dolores Agujetas que representan dos familias con profundas raíces flamencas. Visitamos La Puebla de Cazalla y algunos de sus artistas como La Yiya, Raúl Montesinos, El Boleco o José Menese.Escuchar audio
En 1492, los Reyes Católicos firmaron el edicto de Granada mediante el cual se expulsaba de las coronas de Castilla y Aragón a todos los judíos que no accedieran a convertirse al cristianismo. El edicto se aplicó de forma estricta y eso ocasionó la diáspora de esta comunidad por distintas partes de Europa, África y Oriente próximo. Portugal y Navarra fueron los destinos iniciales, pero la presión de los Reyes Católicos sobre ambos reinos llevó a la expulsión de Navarra en 1498 y a la conversión forzada en Portugal en 1497. En el norte de África, aunque enfrentaron una serie de dificultades, surgieron comunidades prósperas en ciudades como Fez, Argel y Orán. También recalaron muchos en Italia, primero en Nápoles, de donde fueron expulsados posteriormente. Se asentaron entonces en Roma, pero la hostilidad papal les obligó a trasladarse hasta el norte de la península, especialmente a Ferrara y Venecia, donde se formaron comunidades muy numerosas de judíos sefarditas. La de Ferrara brilló con luz propia y llegó a ser extremadamente próspera. En otros lugares de Europa también encontraron su sitio. En Burdeos llegó a haber una comunidad sefardí muy importante que luego se extendería por otros puertos franceses como Nantes o Ruan. Algo similar sucedió en Flandes. En Amberes y en Ámsterdam los judíos provenientes de España medraron en los negocios y se convirtieron en la comunidad hebrea más influyente de la ciudad. Los sefardíes no sólo brillaban por su habilidad en los negocios, también por su refinada cultura, muy superior a la que exhibían los judíos de procedencia centroeuropea, más conocidos como asquenazíes. Desde allí comenzó la diáspora hacia América. Los primeros sefarditas americanos se asentaron en la parte de Brasil controlada por los holandeses en el siglo XVII, de ahí pasaron a los virreinatos de Perú y Nueva España donde se darían de bruces con la inquisición. Pero fue en Oriente donde estas comunidades sefarditas mejor acomodo encontraron. En ciudades como Salónica, Constantinopla o Esmirna llegaron a contarse por cientos de miles los sefardíes exiliados. Fue el mismo sultán el que propició que llegasen y les ofreció protección. Esta comunidad de sefardíes otomanos fue la que más perduró en el tiempo ya que los de la Europa occidental fueron integrándose en las nuevas sociedades de forma paulatina. Estos judíos expulsados de España mantuvieron su identidad cultural y lingüística durante siglos. Preservaron el idioma, conocido hoy como judeoespañol, a pesar de que su relación con España era nula o muy pequeña. Ese milagro se ha mantenido hasta el momento presente ya que hay todavía unos 150.000 hablantes de ese idioma, comprensible para cualquier hispanohablante de nuestro tiempo. Hubo que esperar hasta el siglo XX para que en España se reconociese el legado sefardí. Un Real Decreto de 1924 otorgó la ciudadanía a todos los descendientes de los expulsados, aunque la mayor parte no regresaron, ya que el edicto de Granada era algo muy lejano en el tiempo y, aunque se sabían una comunidad diferente con unas pautas culturales específicas, no sintieron la necesidad de volver a la tierra de sus antepasados. Otros si que lo hicieron, especialmente los del norte de África, durante la época del protectorado español en Marruecos. El Holocausto, en el que algunos diplomáticos españoles actuaron de forma ejemplar, y la formación del Estado de Israel puso fin a una diáspora de casi 500 años. En El ContraSello: 0:00 Introducción 3:42 La diáspora sefardí 1:12:42 Historia del feminismo 1:16:22 Las guerras de opio Bibliografía: “La expulsión de los judíos” de Luis Suárez - https://amzn.to/42lTBW8 “Los judíos en España” de Joseph Pérez - https://amzn.to/43MBBpp “Los expulsión de los judíos: auge y ocaso del judaísmo en Sefarad” de José Belmonte - https://amzn.to/4hUfvoe “La expulsión de los judíos de España” de Valeriu Marcu - https://amzn.to/423qx4v · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #sefarditas #sefarad Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Nascut al Brasil, i resident a Portugal des de fa 10 anys, Argel
Gaza, Mariúpol, Alepo, Mosul o Trípoli han vuelto a poner de manifiesto cómo las urbes se han convertido en los nuevos escenarios claves de los conflictos contemporáneos. Muchos de los conflictos contemporáneos se deciden principalmente en combates o asedios urbanos, y marcan las tendencias que están viéndose en las guerras desde 1945, como por ejemplo, la influencia de los medios de comunicación, la lucha contra fuerzas irregulares, o el sufrimiento de la población civil que queda atrapada. (de https://www.esglobal.org/cinco-batallas-urbanas-marcado-los-conflictos-recientes/ del propio Iván Giménez) Por Iván Giménez y Dani CarAn. ⭐️ ¿Qué es la Edición Especial de Navidad? Se trata de reediciones revisadas de episodios relevantes de nuestro arsenal, para que no pases el verano sin tu ración de Historia Bélica. 🔗 Enlaces para Listas de Episodios Exclusivos para 💥 FANS 👉 CB FANS 💥 https://bit.ly/CBPListCBFans 👉 Histórico 📂 FANS Antes de la 2GM https://bit.ly/CBPListHis1 👉 Histórico 📂 FANS 2ª Guerra Mundial https://bit.ly/CBPListHis2 👉 Histórico 📂 FANS Guerra Fría https://bit.ly/CBPListHis3 👉 Histórico 📂 FANS Después de la G Fría https://bit.ly/CBPListHis4 Casus Belli Podcast pertenece a 🏭 Factoría Casus Belli. Casus Belli Podcast forma parte de 📀 Ivoox Originals. 📚 Zeppelin Books (Digital) y 📚 DCA Editor (Físico) http://zeppelinbooks.com son sellos editoriales de la 🏭 Factoría Casus Belli. Estamos en: 🆕 WhatsApp https://bit.ly/CasusBelliWhatsApp 👉 X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod 👉 Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast 👉 Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast 👉 Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast 👉 Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod 📺 YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube 👉 TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 👉 https://podcastcasusbelli.com 👨💻Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es El cover de este episodio es un detalle de un cuadro de Carlos Parrilla Penagos https://www.carlosparrillapenagos.es/ 🎵 La música incluida en el programa es Ready for the war de Marc Corominas Pujadó bajo licencia CC. https://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/ El resto de música es bajo licencia privada de Epidemic Music, Jamendo Music o SGAE SGAE RRDD/4/1074/1012 de Ivoox. Temas de hoy, Himno al Escuadrón Patata y La Cuarteta de la Tragedia, por el equipo de Casus Belli. 🎭Las opiniones expresadas en este programa de pódcast, son de exclusiva responsabilidad de quienes las trasmiten. Que cada palo aguante su vela. 📧¿Quieres contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de 👉 https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals