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Maderas, Hilos y Sedas, Metales Preciosos... en manos de mujeres y hombres son transformados en "Arte con Alma" por eso Miguel Moreno conversa con Bruno Díaz (Pintor)
Antes de se tornar um dos artistas mais influentes da história, Vincent van Gogh foi o produto de um entrelaçamento improvável de fé rigorosa, mercado de arte, boemia parisiense e um pequeno vilarejo transformado em laboratório pictórico. Uma exposição no Castelo de Auvers‑sur‑Oise, nos arredores de Paris, propõe revisitar esse percurso, mostrando como religião, autodidatismo, excessos e territórios específicos moldaram um pintor que, mesmo após mais de um século, continua impossível de ser ignorado. Márcia Bechara, enviada especial da RFI a Auvers-sur-Oise Antes de se tornar um “influenciador” — termo que hoje circula livremente para designar quem molda gostos, estilos e comportamentos — Vincent van Gogh foi, ele próprio, profundamente influenciado. A exposição Van Gogh, influencer, Heranças em Movimento, em Auvers‑sur‑Oise, nos arredores de Paris, parte justamente dessa inversão de perspectiva: a mostra recua no tempo para investigar o caldo cultural, religioso e artístico que moldou o pintor antes de ele se tornar o ícone incontornável da arte moderna. Misturando facsímiles raros de obras do gênio holandês (as obras do período francês estão em sua maior parte reunidas no Museu d'Orsay, na capital francesa) e obras de artistas vivos, a mostra contempla, em efeito de espelho, os ecos da força do pintor nas gerações futuras. “Entre as primeiras influências de Vincent van Gogh, há algo que costuma ser subestimado, mas que é fundamental: a religião”, afirma Wouter van der Veen, pesquisador holandês especializado em história da arte, um dos maiores especialistas internacionais em Vincent van Gogh e diretor científico do Instituto Van Gogh, sediado em Auvers‑sur‑Oise, além de curador da exposição. “Ele nasce filho de um pastor protestante, dentro de uma tradição marcada por uma profunda desconfiança em relação às imagens”. Na Holanda do século 19, o protestantismo calvinista ainda carregava os efeitos de um longo processo de iconoclastia. A produção e o culto às imagens eram vistos, nessas comunidades, como distrações perigosas da fé considerada verdadeira. “A lógica era eliminar as representações visuais, porque elas desviariam o fiel do essencial”, observa Van der Veen. “Isso era vivido de forma bastante concreta nas comunidades de onde Van Gogh veio”. Leia tambémExposição em Paris retraça últimos meses de Van Gogh em 'vilarejo dos impressionistas' Ao mesmo tempo, a família de Vincent reunia um paradoxo social e simbólico. “Os tios de Van Gogh eram marchands de arte. Três deles atuavam no mercado, todos em um nível social elevado”, destaca o curador. Em uma mesma linhagem conviviam, portanto, o rigor moral calvinista e a circulação constante de obras de arte. “As obras passavam de casa em casa, eles se visitavam, trocavam quadros e gravuras. Vincent cresce nesse ambiente”, diz. Desde cedo, Van Gogh demonstra uma relação intensa com a imagem. “Ele recebe uma educação muito sólida, bastante rígida, mas também extremamente completa: aprende quatro línguas, literatura, cultura geral, e, naturalmente, arte”, relata o diretor científico do Instituto Van Gogh. Essa formação cria um terreno fértil. “Ele manifesta muito cedo uma inclinação artística muito clara”, afirma. O aprendizado silencioso do mercado de arte Aos 16 anos, um dos tios aceita acolher Vincent como aprendiz em sua empresa. “Ele entra no mercado de arte muito jovem”, conta Van der Veen, retomando esse período pouco lembrado da biografia do pintor. Não se trata ainda de uma vocação como artista, mas de um trabalho. “Ele não será particularmente bom como marchand, mas passa sete anos nesse meio.” Durante esse período, algo decisivo acontece. “Milhares de gravuras passam pelas mãos dele. Centenas de pinturas”, enumera o curador. Van Gogh observa, compara, memoriza. “Ele tem uma memória visual extraordinária. Tudo isso constrói o que eu chamo de seu ‘catálogo interno'.” O olhar do artista começa a se formar antes mesmo de ele considerar a possibilidade de criar. “Entre os 16 e os 23 anos, ele trabalha nesse comércio de arte sem jamais pensar em se tornar artista”, prossegue o pesquisador holandês. O contato cotidiano com imagens cria um repertório denso, silencioso, acumulado. “Quando ele olha uma imagem mais tarde, ela nunca é neutra: está sempre atravessada por tudo o que ele já viu”. Depois de anos nesse universo, surge a frustração. “Ele passa a achar o mercado de arte um pouco vazio, sem sentido”, observa Van der Veen. Vincent busca outra trajetória. “Ele decide seguir os passos do pai e se tornar pastor”. Essa tentativa ocupa quatro anos de sua vida. “Ele tenta estudar teologia, mas não consegue. Procura trabalhos como evangelizador ou pregador, e não encontra”, relata o curador. Ao final desse percurso errático, a constatação se impõe: “É então que ele se diz: não, eu sou artista”. “Ele combina três coisas fundamentais: a cultura visual acumulada ao longo dos anos, o amor pela literatura e pelas línguas, e uma vontade profunda de dar sentido à existência”, analisa Van der Veen. Dessa combinação emerge o artista que conhecemos. “Mas é importante lembrar: ele começa a pintar seriamente aos 27 anos, o que é muito tarde”. Um autodidata contra todas as regras “A formação artística de Van Gogh é, em grande parte, autodidata”, afirma o curador da mostra. “Ele não entra no ateliê de um mestre, não segue uma escola.” Frequenta cursos esporádicos, aqui e ali, mas nada se sustenta. “O problema é o caráter: ele é absolutamente impossível”. O resultado é um aprendizado solitário, feito por tentativa e erro. “A imensa maioria da formação dele aconteceu sozinho”, diz Van der Veen. Até 1885 ou 1886, Van Gogh desenvolve um estilo muito pessoal, ainda ancorado no ambiente em que vive. Leia tambémNunca exibido em público, quadro de Van Gogh é leiloado por R$ 93 milhões em Paris Até então, ele praticamente não havia saído dos Países Baixos. “É uma região com um clima específico: céu baixo, luz difusa, tons mais fechados”, descreve o pesquisador. As cores de sua chamada fase holandesa refletem isso. “São tonalidades mais cinzentas, mais terrosas, e é isso que ele explora”. A virada ocorre quando Theo, seu irmão mais novo, já estabelecido em Paris como marchand de arte, convida-o a se mudar. “Theo seguiu o caminho que Vincent abandonou: o do mercado de arte”, lembra Van der Veen. Paris, naquele final do século 19, era o epicentro da vida artística europeia — e, em muitos sentidos, mundial. Vincent aceita o convite e passa dois anos vivendo com o irmão. Na capital francesa, ele é confrontado com um universo totalmente novo. “Ele descobre as gravuras japonesas, que o marcam profundamente”, observa o curador. O japonismo era uma moda entre artistas e intelectuais parisienses, mas, no caso de Van Gogh, a paixão assume outra escala. “Ele coleciona centenas e centenas dessas estampas”. Além disso, conhece pessoalmente figuras centrais da vanguarda. “Paul Signac, Émile Bernard, Paul Gauguin, Georges Seurat”, enumera Van der Veen. E vê de perto obras de Monet, Degas, Pissarro. “Há, de um lado, a força gráfica e cromática da arte japonesa; de outro, a abordagem científica da cor, como a de Signac.” Tudo isso se mistura. “Esse conjunto de influências vai construir o estilo Van Gogh.” Montmartre: a pintura mergulha no excesso Há, porém, outra influência decisiva, muitas vezes esquecida: a festa. “E todos os excessos que vêm com ela”, ressalta Van der Veen. Montmartre, naquele período, era um território híbrido. “Metade urbano, metade rural”, descreve o curador. Havia jardins, hortas e pequenos campos ainda ativos. “Van Gogh busca motivos tanto desse lado agreste quanto do outro”. Esse outro lado era o da vida noturna. “Os cabarés, os cafés: a Nouvelle Athènes, o Chat Noir, o Rat Mort”, lista Van der Veen. Espaços históricos onde a boemia parisiense se reunia. “A vida não parava, a festa não parava.” Esses lugares reuniam intelectuais, escritores, pintores, atores e poetas. “Era um mundo lendário”, diz o pesquisador holandês. Paris, à época, era amplamente reconhecida como a capital cultural do planeta. “E Montmartre funcionava como o lado alternativo desse grande palco: o espaço da ousadia, do risco, de ir longe demais.” Van Gogh estava no centro disso tudo. “Sua maneira de repensar a pintura, de romper fronteiras, deve muito a essa imersão no caldeirão cultural francês”, conclui o curador. Leia tambémProvável revólver usado em suicídio de Van Gogh é leiloado por € 162,5 mil Auvers‑sur‑Oise, o "país dos quadros" Ao se aproximar do fim da entrevista, o foco se desloca para Auvers‑sur‑Oise, pequena cidade a cerca de 30 quilômetros de Paris. Para o leitor brasileiro, o nome pode soar discreto. Mas, na história da arte, trata‑se de um território decisivo. “Muito antes de chegar a Auvers‑sur‑Oise, Vincent já conhecia a importância do lugar”, explica Van der Veen. “Quando trabalhava no comércio de arte, ele via constantemente obras criadas ali.” Isso se deve à presença, desde 1860, de Charles‑François Daubigny. “Ele era uma espécie de papa da pintura ao ar livre”, observa o curador. Ao se instalar em Auvers, Daubigny cria uma verdadeira colônia artística. “Isso acontece 30 anos antes da chegada de Van Gogh”. O efeito é duradouro. “Corot vem, depois Pissarro, Cézanne”, lembra Van der Veen. Grandes nomes se instalam naquele vilarejo para desenvolver suas pesquisas pictóricas. “São artistas hoje presentes nos maiores museus do mundo.” Auvers torna‑se um laboratório. “É ali que surgem manifestações iniciais de uma abordagem diferente da pintura”, afirma o diretor científico do Instituto Van Gogh. Cézanne, em particular, deixa marcas profundas que repercutiriam mais tarde na arte abstrata. Van Gogh chega consciente dessa herança. “E, ao final de sua vida, ele tem a certeza de que vai morrer”, relata o curador. Convencido de sofrer de sífilis e atormentado por crises mentais recorrentes, toma uma decisão. “Ele não quer morrer em um hospital ou em uma casa de saúde. Ele quer morrer à sua maneira. E quer fazê‑lo no país dos quadros”, diz Van der Veen. Esse país, para ele, era Auvers‑sur‑Oise. Nos últimos 70 dias de vida, pinta mais de 70 telas. “Qualquer um pode pintar um quadro por dia”, ironiza o curador, “mas não com essa qualidade”. Quando percebe a aproximação de uma nova crise, toma a decisão final e “ele decide assumir o controle da própria vida”. Depois da morte, a influência inevitável A exposição se encerra olhando para o que vem depois. “O que Vincent van Gogh fez foi realmente disruptivo”, afirma o pesquisador. Autodidata, ele criou suas próprias soluções formais. “Inventou coisas que ninguém tinha visto antes”. “Mas muito rapidamente, sobretudo após sua morte, os artistas percebem que ele abriu uma via totalmente nova”, explica o curador. Poucos tentaram pintar como ele, mas o impacto mais profundo foi outro. “Muitos passaram a querer viver como ele.” O exemplo de entrega absoluta à arte se torna, então, um modelo ético. Ao mesmo tempo, sua obra começa a circular intensamente. “É um momento de expansão da indústria da imagem”, observa Van der Veen. Livros ilustrados, fotografia. “As obras de Van Gogh são fotografadas e distribuídas, em preto e branco”. Mesmo assim, o impacto é imenso. Artistas absorvem, transformam, reutilizam. “Eles não podem ignorá‑lo”, afirma o curador. "Esse é o eixo central da exposição. Mesmo quem tenta fugir de Van Gogh não consegue. Depois de Van Gogh, pintar girassóis nunca mais será um gesto neutro”, conclui Van der Veen. A mostra Van Gogh, influencer, Heranças em Movimento, fica em cartaz até 3 de janeiro de 2027, no Castelo de Auvers, em Auvers‑sur‑Oise.
El Día Mundial del Libro es una celebración creada desde 1995 por disposición y acuerdo de la UNESCO. Hoy, en el marco del Día Mundial del Libro, miles de lectores darán voz a Pedro Páramo una de las novelas más importantes del siglo XX, la emblemática novela de Juan Rulfo, escritor, guionista y fotógrafo mexicano cuya obra transformó profundamente la narrativa latinoamericana. En este podcast, El Expresso de las 10 circula por los caminos de Comala para llevarte desde la Explanada de Rectoría de la UDG los detalles de la lectura en voz alta de Pedro Paramo. Te invitamos a celebrar el día mundial del libro y a disfrutar las conversaciones con la Periodista Cultural Yolanda Zamora de quien escuchamos el corrido a Pedro Páramo, en un segundo momento con el Dr. Daniel Pérez Rulfo Ibarra, Médico Neurólogo Pediatra y sobrino de Juan Rulfo y para finalizar una conversación con Marisol Schulz Manaut, Directora General de la Feria Internacional del Libro de Guadalajara, el cineasta Juan Carlos Rulfo y el Pintor y diseñador gráfico Pablo Rulfo, hijos de Juan Rulfo.
Te damos la bienvenida a la exposición "Poética del Paisaje" Imagina por un momento que no estás en una sala de museo, sino al borde de un sendero en el Valle de México o frente a la inmensidad de un mar tropical. Carlos Pellicer Cámara, el gran poeta tabasqueño, decía que "el mundo es un paisaje que se bebe" Hoy, ese paisaje se despliega ante ti no solo en versos, sino en pinceladas. Esta exposición es un encuentro afortunado, por un lado; verás piezas que el MUNAL ha resguardado por décadas; por otro, descubrirás la colección personal del poeta, recientemente donada por su sobrino Carlos Pellicer López. Quien nos invita a preguntarnos ¿Qué busca un poeta en la pintura? Además de la luz, el aire y la forma de la tierra. Carlos Pellicer era un senderista incansable; caminaba la naturaleza para luego escribirla. En estas salas, pintores como José María Velasco o el Dr. Atl se convierten en tus compañeros de ruta. Mientras recorres las salas, te invitamos a que dejes que las imágenes te hablen al oído como si fueran poemas visuales. Observa el horizonte en los cuadros: ahí comienza nuestro viaje.
Si pensamos en la pintura más singular del Renacimiento, seguro que muchos señalan de inmediato a Giuseppe Arcimboldo. Sus retratos hechos con frutas y animales son todo un referente de originalidad y transgresión en el siglo XVI. Luego nos visita Christian Gálvez para hablarnos de su última novela He vencido al mundo (Suma 2026) en donde nos presenta el lado menos conocido de Judas. Guillermo Balmori, editor de la editorial de libros de cine Notorius, nos habla de la película Qvo Vadis? La historia del perfume es otro de esos grandes temas con un gusto, nunca mejor dicho, especial. Begoña Imaz ha publicado Historia y ciencia del perfume (Guadalmazán 2026), todo un manual para conocer la evolución del buen olor
O Avistasse?!, o I Congresso Pernambucano de Observação de Aves nasce como um encontro inédito dedicado a celebrar, discutir e fortalecer a observação de aves como atividade capaz de unir conservação da natureza, turismo sustentável, ciência, educação ambiental e desenvolvimento econômico.E nada mais adequado que falarmos sobre o Pintor - Tangara fastuosa - enquanto nos inteiramos sobre esse evento sensacional!
Agnolo Bronzino suele aparecer en la historia del arte como el gran retratista glacial de la corte de los Médici: impecable, refinado, manierista hasta el tuétano. Pero bajo ese esmalte perfecto hay bastante más. En este episodio de Grandes Maricas de la Historia nos metemos en la Florencia del siglo XVI para leer a Bronzino no solo como pintor del poder, sino también como poeta burlesco, hombre de academias y autor de una imaginación verbal y visual cargada de cuerpos, dobles sentidos y deseo poco inocente. Hablamos de la cultura de la sodomía en la Florencia renacentista, de su relación con Pontormo, de la estructura doméstica y artística con Alessandro Allori, de su poema “Del pennello” y de cómo el gran pintor cortesano supo decir muchísimo sin decirlo del todo. Y rematamos con una de las ironías más sabrosas del Renacimiento: ese cuadro enviado a Francisco I de Francia como advertencia sobre los peligros de la carne… pintado, claro, de manera que dan ganas de pecar antes de terminar de interpretarlo. Maravillosas músicas, aquí: https://open.spotify.com/playlist/7pxsgcwmjcxpFw9AkQFNlK?si=89f595f05fe444e4
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La exposición, inaugurada recientemente en el Museo de la Ciudad de Murcia, ofrece un recorrido por la trayectoria de Andrés Ruiz Navarro a través de la mirada de su hijo, Alfonso Ruiz, quien ha colaborado activamente en la recopilación de obras de colecciones familiares y privadas para este homenaje. La muestra se divide equitativamente entre la temática religiosa y el costumbrismo de la huerta murciana, capturando paisajes y personajes que Alfonso describe como testimonios de una realidad que ha ido desapareciendo, como el icónico "tío Morago" o las casas antiguas de la Vega Media. Entre las piezas más significativas destaca la reproducción de un fresco de la Ermita de la Ñora, realizado por el artista cuando apenas tenía 17 años, así como referencias a su labor como experto belenista, faceta que le llevó a escribir un manual de referencia internacional. Esta colección no solo celebra el legado técnico del pintor, influenciado por maestros como Sánchez Picazo y Garay, sino que, en palabras de su hijo, constituye un archivo histórico de las tradiciones, espacios y vestimentas auténticas de la región.
Salvador Dalí no fue solo el pintor del bigote imposible y los relojes blandos. Fue también un sujeto sexualmente incómodo, contradictorio y profundamente no normativo, cuya vida afectiva y erótica ha sido simplificada durante décadas por una historiografía demasiado cómoda con la versión matrimonial y domesticada del personaje. En este episodio de Grandes Maricas de la Historia, nos adentramos en la sexualidad no heteronormativa de Dalí desde una perspectiva rigurosa, crítica y sin concesiones: su relación con Federico García Lorca, su miedo al coito, el papel singular de Gala, el voyeurismo, la masturbación, la fascinación por la androginia y el testimonio tardío de Carlos Lozano. Todo ello dentro del contexto represivo, médico y moral de la España de su tiempo. Y, como remate, nos asomamos al Dalí final: el artista convertido en marca, el genio reciclado en reclamo publicitario, el hombre que terminó diseñando el logo de Chupa Chups y vendiéndose al mejor postor como si también el surrealismo pudiera envolverse en papel brillante y ponerse a la venta. Un episodio sobre deseo, miedo, espectáculo, armario, mercado y esa extraña capacidad daliniana para convertirlo absolutamente todo, hasta su propia contradicción, en performance. Las músicas: https://open.spotify.com/playlist/0qxSfmYXfZ5V455cellR8A?si=24ea805075e9422d
Disponible hasta el 30 de mayo, la muestra reúne dieciséis obras que exploran la influencia femenina en la vida del pintor, abarcando desde retratos familiares hasta figuras intelectuales y artísticas. Entre las piezas destacan un emotivo cuadro de su madre basado en una fotografía y el retrato de su hija, marcado por la separación causada por la Guerra Civil. El director del museo, Rafa Fuster, también resalta historias de amistad y afecto con personalidades como la soprano Victoria de los Ángeles y la escritora Elena Garro. Este recorrido artístico busca reivindicar la identidad y la importancia de estas mujeres más allá de sus vínculos personales con el autor.
18 DE FEBRERO - BEATO FRAY ANGÉLICO, DOMINICO, PINTOR
El CEIP Pintor Sorolla de Elda celebra el Día Mundial de la Radio en Hoy por Hoy Elda Vinalopó destacando los beneficios pedagógicos de su proyecto "Sorolla FM"
Luis Herrero y Ayanta Barilli hablan de la exposición del pintor en el Museo del Prado.
Paul Gauguin no fue solo un pintor genial ni un bohemio incomprendido. Fue un hombre que convirtió su huida de Europa en un proyecto vital, estético y sexual atravesado por el colonialismo, el abuso de poder y una idea profundamente peligrosa del artista como ser excepcional. En este episodio de Grandes Maricas de la Historia desmontamos el mito del Gauguin “primitivo” y libre para analizar cómo organizó su deseo, cómo utilizó los cuerpos colonizados (especialmente los femeninos) y cómo su disidencia respecto a la moral burguesa nunca fue sinónimo de liberación, sino de privilegio. Un recorrido crítico por su biografía, su obra y su legado, donde la queerness no aparece como etiqueta cómoda, sino como herramienta para entender las zonas más incómodas del canon artístico occidental. Porque no se trata de absolver ni de cancelar, sino de mirar sin anestesia, y con su música, claro: https://open.spotify.com/playlist/1IRRCkjSD0E747UpamNqP7?si=3844f7d9f3d5438a
Maderas, Hilos y Sedas, Metales Preciosos... en manos de mujeres y hombres son transformados en "Arte con Alma" por eso Miguel Moreno conversa con los MAESTROS del la PASIÓN. En este capítulo: Israel Jiménez García (Pintor cerámica religiosa)
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Pintor si pintas con amor, por qué desprecias su color, si sabes que en el cielo, también los quiere Dios. Eso decía Antonio Rage Against The Machin de los angelitos negros y bien dicho está. Nosotres, como de arte no tenemos ni pajolera idea, hemos secuestrado y atado con cinta de carrocero a un artista y nos lo hemos traído al estudio para que nos explique de que va esta vaina. En este episodio 31 hablamos del pelito de Soto Ivars, de arte, de pintura, de la otra oreja de Van Gogh, de Paris, de Basauri, revindicamos The Wire, el legado de el Robe, el grindcore sucio, la birra barata... bueno lo de siempre pero diciendo mucho cosas como expresionismo abstracto, arte figurativo, pene... si ya saben como me pongo pa que me invitan!
Guido Reni fue uno de los pintores más celebrados del Barroco italiano, favorito de papas y cardenales, ejemplo oficial de virtud artística y moral. Pero bajo esa imagen pulida se esconde una vida marcada por el celibato, la obsesión por la pureza y una producción artística saturada de cuerpos masculinos jóvenes, bellos y vulnerables. En este episodio de Grandes Maricas de la Historia exploramos la sexualidad no heteronormativa de Guido Reni desde una lectura histórica y queer, sin anacronismos ni hagiografías. Analizamos su elección de no casarse, su convivencia exclusivamente masculina, su religiosidad extrema y su reiterada representación de santos que parecen más cuerpos deseados que modelos de ascetismo. Reni no dejó confesiones explícitas ni cartas de amor, pero su pintura habla donde su biografía calla. A través de San Sebastián, San Juan Bautista o los ángeles de mirada lánguida, el deseo encuentra una vía de expresión tolerada por la Iglesia: la belleza masculina legitimada como devoción. Con nuestro humor, rigor y la complicidad habitual (modestia aparte), este episodio desmonta la imagen del artista “aséptico” y propone a Guido Reni como lo que probablemente fue: un hombre que sobrevivió en un sistema represivo sublimando el deseo en forma, gesto y repetición. Porque a veces, cuando el deseo no puede hablar, pinta, y a veces canta, como aquí: https://open.spotify.com/playlist/2H1k0THGlygiv8LgWWi2Z4?si=19a6d3dd2b2a478b
Já não existia mais tesão no meu relacionamento e eu passava muito tempo na casa da minha irmã e de vez em quando eu encontrava com o vizinho dela no corredor, um pintor muito gostoso, eu aproveitava as vezes que a gente pegava o elevador juntos pra provocar ele, fingindo que sem querer esbarrava com a minha bunda nele. Não demorou muito pra ele encontra o meu perfil nas redes sociais e me mandar uma mensagem me chamando de delícia e que estava louco pra me ter, marcamos de nos encontrar na estacionamento do prédio dele naquela noite. Quer ouvir todos os detalhes picantes dessa história? Não seja tímido, aperte o play!Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu.
En este episodio exploramos la vida y la obra de Néstor Martín-Fernández de la Torre, conocido simplemente como Néstor, uno de los artistas más fascinantes y singulares del modernismo español. Pintor, escenógrafo y soñador, Néstor fue mucho más que un creador: fue un visionario que intentó construir una identidad estética para Canarias y para España, uniendo mito, simbolismo y sensualidad en una misma mirada. A través de su pintura, su teatro y su imaginario, nos adentramos en un universo de color, misterio y belleza idealizada, donde lo clásico y lo moderno dialogan constantemente. Hablaremos de su vínculo con el simbolismo europeo, su relación con la música y la poesía, su proyecto del “Tipismo Canario”, y el modo en que su arte intentó reconciliar el cuerpo, la naturaleza y el espíritu. Más allá del exotismo y la ornamentación, descubriremos en Néstor a un artista que convirtió la melancolía insular en una forma de misticismo visual. Un episodio sobre la belleza como resistencia, el arte como identidad y el sueño de un paraíso reinventado.
Amigo de Paul Newman. Visitante en Mijas. Director de cine premiado. Pintor aficionado. Forajido que no sabía nadar. Y el hombre que creó y llevó al éxito el Festival de Sundance. Todo eso fue Robert Redford, estrella por antonomasia, cuyo fallecimiento a los ochenta y nueve años nos obliga a abordar su figura. Lo hacemos, como siempre, con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Sergio del Molino y Nacho Vigalondo. Además, y sin salir de Hollywood, hemos visto la serie 'The Studio', ganadora del Emmy 2025 a Mejor Comedia, que satiriza la industria del cine actual y las relaciones entre los directivos y los artistas.
Amigo de Paul Newman. Visitante en Mijas. Director de cine premiado. Pintor aficionado. Forajido que no sabía nadar. Y el hombre que creó y llevó al éxito el Festival de Sundance. Todo eso fue Robert Redford, estrella por antonomasia, cuyo fallecimiento a los ochenta y nueve años nos obliga a abordar su figura. Lo hacemos, como siempre, con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Sergio del Molino y Nacho Vigalondo. Además, y sin salir de Hollywood, hemos visto la serie 'The Studio', ganadora del Emmy 2025 a Mejor Comedia, que satiriza la industria del cine actual y las relaciones entre los directivos y los artistas.
Amigo de Paul Newman. Visitante en Mijas. Director de cine premiado. Pintor aficionado. Forajido que no sabía nadar. Y el hombre que creó y llevó al éxito el Festival de Sundance. Todo eso fue Robert Redford, estrella por antonomasia, cuyo fallecimiento a los ochenta y nueve años nos obliga a abordar su figura. Lo hacemos, como siempre, con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Sergio del Molino y Nacho Vigalondo. Además, y sin salir de Hollywood, hemos visto la serie 'The Studio', ganadora del Emmy 2025 a Mejor Comedia, que satiriza la industria del cine actual y las relaciones entre los directivos y los artistas.
VIII Bienvenidos, lunáticos, a este viaje tan especial… el programa número 200 de La Llamada de la Luna. Han sido muchas las sendas recorridas, muchas las preguntas lanzadas al vacío, esperando algún eco en la penumbra. Y hoy, en este episodio tan señalado, regresan aquellos que, con su voz, su mirada y su curiosidad, han arrojado luz sobre lo desconocido: investigadores, periodistas y testigos que han compartido con nosotros la aventura del misterio. No es un programa cualquiera. Es el número 200. Una reunión de voces, de saberes y de interrogantes que todavía resuenan en la oscuridad. Cada emisión ha sido un paso hacia lo inexplicable. Cada palabra, una pequeña llave que abre puertas veladas. Y hoy, esas puertas suman doscientas. Doscientas huellas que hemos dejado juntos en el tiempo. Cada uno de nuestros invitados ha sido, de verdad, una “puerta abierta” al misterio, un faro que ilumina lo desconocido y nos permite asomarnos a mundos insólitos. Sus pasiones, su conocimiento y su experiencia han dejado huella en la historia del misterio en España, Europa y en definitiva, en el mundo. Contamos con la presencia de reconocidos investigadores, periodistas,magos, diseñadores, directores, escritores, productores y divulgadores del misterio. Estos son nuestros invitados de hoy… Pablo Villarrubia – Doctor en Ciencias de la información la Universidad Complutense de Madrid. Combina los reportajes que publica periódicamente con nuevos libros y sus colaboraciones en distintos medios de comunicación, sea prensa, radio o televisión para España y Brasil. Actualmente es reportero-guionista del programa Cuarto Milenio de Iker Jiménez. Javier Arríes – Licenciado en Ciencias Físicas por la UNIVERSIDAD Complutense de Madrid en la especialidad de Física de la Tierra y del Cosmos. Apasionado desde joven por la ciencia y lo mágico, ha dedicado más de cuarenta años a investigar lo insólito, publicando seis libros y numerosos artículos, además de colaborar en radio y mantener una sección en Una Noche en el Laberinto de RNE. José Luis Hernández Garvi – Escritor y divulgador histórico. Como tal, sus artículos aparecen habitualmente en las páginas de revistas como Historia de Iberia Vieja, Muy Historia o Revista Española de Historia Militar. También colabora en varios medios de comunicación y son destacadas sus apariciones televisivas en el programa «Cuarto Milenio», en Cuatro TV. En su faceta como ensayista es autor de los libros Episodios ocultos del franquismo o Glorias y miserias imperiales, entre otros y galardonado con más de 30 premios. Félix Friaza – Investigador y “curioso por defecto” especializado en casos paranormales. Conocido por sus estudios sobre la “Plaza de los Aparecidos” en Albacete, caso que ha abordado en programas de radio del misterio. Director del podcast “La Academia de los Nocturnos” John Dee – Apasionado por el misterio, crea el pódcast Incognito File, en el que comparte investigaciones nutridas de la prensa anglosajona y en colaboración con otros divulgadores del género. Esa misma inquietud lo lleva a dar el salto a la escritura de la mano de la editorial Guante Blanco, donde publica dos obras: “Los cuervos de Amityville”, en la que aborda uno de los episodios más oscuros y enigmáticos del terror contemporáneo, y una segunda obra que consolida su voz dentro del panorama literario del misterio “Sasquatch, la tribu de los hombres peludos de las montañas”. Javier Resines – Periodista especializado en Criptozoología y Criptobotánica, lleva casi cuatro décadas dedicado a la investigación y divulgación del fenómeno de los animales no reconocidos por la ciencia oficial, con especial interés en la casuística española. Es autor de “Círculo de Buscadores”- un ensayo novelado sobre los críptidos más interesantes que podrían poblar nuestro planeta- y colaborador habitual de diversas revistas y programas de radio y TV nacionales e internacionales. Dirige los blogs Criptozoología en España y Criptobotánica. Colaborador en el podcast Academia de los Nocturnos con la sección “Caminando entre Monstruos”. José Antonio Caravaca – Es uno de los ufólogos más reconocidos de la actualidad. Ha publicado más de un millar de artículos, colaborado en revistas especializadas como Año Cero / Enigmas y El Ojo Crítico, y participa en documentales y programas de televisión como Cuarto Milenio. En 2015 sus investigaciones sobre las diapositivas de Roswell tuvieron gran repercusión internacional. Es especialmente conocido por su «Teoría de la Distorsión», una propuesta innovadora que ha abierto un intenso debate en la ufología y cuyos artículos han sido traducidos a numerosos idiomas. Carlos Bustos – director y presentador del podcast El Centinela del Misterio (Metropolitan Radio). En sus episodios aborda temas de misterio, lo oculto y lo sobrenatural, así como crónica negra e insólita. Ricardo Sánchez – director de Dragón Marketing y Comunicación y director creativo, conocido por su trabajo como Risconegro, tanto en el mundo editorial como en la aplicación de arte y tecnología, la realidad aumentada y el Big Data para eventos y exposiciones. Es licenciado en Bellas Artes y cuenta con una MBA, especializándose en ilustración para la divulgación histórica y en dirección de proyectos de creatividad, arte y tecnología. Colaborador habitual en programas de radio y televisión en temas de misterio e historia. Marcos Carrasco – Pintor, ilustrador digital y director artístico, licenciado en Bellas Artes por la Universidad Complutense de Madrid. Ha expuesto en ciudades de Europa, Estados Unidos, China y en numerosos puntos de España, con obras presentes en colecciones privadas y museos como la Biblioteca Nacional de Madrid y el Museo Miguel Hernández de Elche. Combina su trabajo pictórico con la ilustración digital, colaborando con destacados directores de cine y publicidad. Forma parte del equipo La Escóbula de la Brújula. Mercedes Pullman - Nieta de exiliados españoles en la URSS, se licenció en Filología Rusa antes de emigrar a España, donde amplió su formación con los estudios de Trabajo Social y una licenciatura en Antropología Social y Cultural en la UNED. Su labor profesional combina la ayuda social con la investigación, siendo la antropología su verdadera pasión. Actualmente es vicepresidenta de la Sociedad Española de Antropología y Tradiciones Populares, directora de la revista digital Antropología y Tradiciones Populares y del programa de radio Encuentros cercanos con Mercedes Pullman. Juanjo Sánchez-Oro – Historiador, licenciado en Historia Medieval por la Universidad Complutense de Madrid y miembro del Centro de Estudios Mirobrigenses, perteneciente a la Confederación Española de Centros de Estudios Locales (CECEL) vinculada al Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) Con más de dos décadas de investigación, se ha especializado en el estudio crítico de las creencias científicas, religiosas y sobrenaturales a lo largo de la historia. Sus trabajos abordan mitos arqueológicos, los orígenes sociales del espiritismo y la evolución de la parapsicología, entre otros fenómenos. Es autor de dos libros y numerosos artículos publicados en revistas académicas y de divulgación sobre historia local y de las mentalidades. Colabora habitualmente en prensa especializada y en programas de radio como La Rosa de los Vientos (Onda Cero), Dimensión Límite (EsRadio) y Tras los límites. David Cuevas – Periodista licenciado por la Universidad Complutense de Madrid, cuenta con más de veinticinco años de trayectoria en radio y podcast colaborando en programas como La Sombra del Espejo, Somos Series y El Dragón Invisible. Es autor de numerosos libros, entre ellos Dossier de lo insólito e Inexplicado, y coordinador del ensayo benéfico Hay otros mundos, pero están en este. Actualmente dirige el podcast Expediente DL y ejerce como redactor jefe de la revista El Ojo Crítico, participando también en medios escritos de alcance nacional como El Español y El Mundo. Luis Boyano –licenciado en Psicología y especializado en Psicología Pedagógica, combina su formación académica con una amplia trayectoria artística en interpretación, clown, pantomima y magia. Ha trabajado en televisión como actor, mago y presentador. En su faceta más reciente, Luis Boyano presenta La cabina de los espíritus, una versión renovada del clásico acto espiritista, junto a su colaboradora Karla. El espectáculo combina efectos tradicionales con innovaciones actuales, invitando al público a participar activamente, y ha sido reconocido con premios nacionales e internacionales de magia. Juan Antonio Sanz – Periodista y especialista universitario en Historia Militar y Servicios de Inteligencia, ha trabajado como reportero y corresponsal en países como España, Rusia, Corea del Sur, Japón, Uruguay, Bolivia y Cuba. Su pasión por el folclore, la historia y los viajes lo ha llevado a recorrer los Andes, la Amazonía y la Ruta de la Seda en busca de leyendas y mitos. En su libro Vampiros, príncipes del abismo refleja los resultados de sus investigaciones sobre el vampirismo, tras un exhaustivo trabajo de campo que lo llevó desde Grecia y Rumanía hasta Extremo Oriente, Rusia, América del Sur y Estados Unidos. Recientemente ha publicado Vampiras, princesas del abismo, donde amplía su investigación sobre el vampirismo femenino, recorriendo Grecia, Rumanía, Extremo Oriente, Rusia, América del Sur y Estados Unidos para rastrear leyendas y mitos, consolidándose como un referente en el estudio de lo sobrenatural. Jorge Rivera – Inquieto por naturaleza, se ha formado en dirección de escena y dramaturgia en la ESAD de Málaga, completando además estudios de investigación en Creatividad (Psicología y Educación) y un Máster en Economía de la Experiencia. Su trabajo se centra en la comunicación, el respeto y el desarrollo de las personas, tanto a nivel individual como en grandes grupos. Además de su faceta artística, ha trabajado como jefe técnico, gestor cultural, traductor y en diversos otros roles, combinando su pasión por el arte con la formación y el trabajo con equipos humanos. En el año 2000, Jorge Rivera rodó el cortometraje Un golpe definitivo en el enigmático Cortijo Jurado, donde el equipo vivió sucesos extraños como accidentes, incendios, enfermedades repentinas y la desaparición de un actor, lo que alimentó la leyenda de que el cortijo estaba maldito. Veinte años después, documentó esta experiencia en Imborrable, donde revisita los hechos, entrevista al equipo y expertos, y ofrece una mirada crítica y reflexiva sobre lo ocurrido. Raúl Ferrero Licenciado en Derecho por la Universidad de Valencia y titulado como corredor de seguros, compagina su trabajo con la afición por el mundo del misterio, del folklore popular y la España mágica. Es autor del libro Brujas, sabias y malditas, ensayo histórico sobre el mundo de la brujería, publicado en la editorial Guante Blanco. En la editorial Almuzara ha publicado los siguientes ensayos: Oficios, mágicos y ocultos, Autómatas y cabezas parlantes y Valencia Hereje. Asimismo, participa en diferentes medios de comunicación y prensa escrita en la divulgación del misterio. Juanca Romero – Emprendedor y defensor de los valores de la comunicación, acumula más de tres décadas de trayectoria en medios, especialmente en radio, donde dirige proyectos como Onda Universal Canarias y la revista digital DeMisterios. Su pasión por la comunicación lo ha llevado a promover la enseñanza de la oratoria en las aulas y a desarrollar iniciativas vinculadas al misterio, como Rutas Misteriosas, el podcast, del que es presentador y delegado de la empresa en Tenerife. Colaborador habitual en medios de comunicación y autor de siete libros, ha sido reconocido con el Premio al Mérito Profesional 2024 y es miembro de instituciones como la Real Sociedad Económica Amigos del País de Tenerife y la Sociedad Española de Antropología y Tradiciones Populares. Óscar Fábrega y Raquel Berenguel – Licenciado en Humanidades y apasionado de la filosofía, la antropología y la historia, ha desarrollado una amplia trayectoria como escritor, articulista y bloguero, destacando su página Pa lo que hemos quedao y sus colaboraciones en medios como Más Allá, Muy Historia, Clío Historia, Enigmas, El Ojo Crítico y El 8º Sabio. Junto a Raquel Berenguel, Licenciada en Humanidades y doctora en Prehistoria e Historia Antigua, dirige el programa de radio Tempus Fugit en Candil Radio y coordina proyectos relacionados con personajes singulares de la historia, como Homo Insolitus. Es autor de numerosas obras, entre ellas Prohibido excavar en este pueblo, Pongamos que hablo de Jesús, Compendium Rhedae: 100 años de Rennes-le-Château, ¿Son reales? Reliquias de Cristo, La Magdalena: verdades y mentiras, Dios ha vuelto, Eso no estaba en mi libro de historia de los cátaros y A propósito de Poe. La última obra de Raquel es Historia 3una Histeria. Cosas de Brujas. Cristian Puig – Desde temprana edad mostró un profundo interés por el misterio y los sucesos aparentemente inexplicables. A los 18 años se alistó en el ejército y, a los 23, ingresó en el Cuerpo Nacional de Policía, donde ha desarrollado gran parte de su carrera en el ámbito de la Policía Judicial, especializándose en investigación. Ha colaborado en la revista especializada El Ojo Crítico y se define como un profesional polifacético, con inquietudes que abarcan la investigación, los viajes y el deporte, especialmente las artes marciales. Tras la pista del misterio es su primer libro, fruto de su experiencia y pasión por lo desconocido. Gustavo Doménech – Investigador y escritor, autor de varios títulos, entre los que destacan Los héroes de Hueva, Salmon Enterprise y Rompiendo el silencio. Anomalías a mi alrededor. Su labor de investigación actualmente se centra en el estudio de fenómenos ufológicos, analizando patrones de avistamientos, recopilando testimonios y explorando diversas teorías sobre su origen y naturaleza. No es raro encontrarlo en programas como Clave 45, donde comparte sus investigaciones sobre experiencias anómalas y patrones OVNI. Además, ha realizado traducciones de manuales de artes marciales al español, publicado un manual sobre escuelas con influencias del Hakko Ryu Jujutsu y un libro sobre el Mimawari y Shingen Gumi. Enrique de Vicente – Periodista, escritor e investigador español especializado en misterio, fenómenos paranormales y ciencias ocultas. Fundador de Año/Cero y autor de numerosos libros, participa en programas de televisión como Cuarto Milenio y Horizonte. Actualmente continúa su labor divulgativa a través de su canal de YouTube, compartiendo conferencias, entrevistas y análisis sobre fenómenos. Manuel Carballal, nace en La Coruña, España, en 1967. Diplomado en Teología por el Instituto Teológico Compostelano (Santiago de Compostela) y en Criminología por la Universidad de Santiago de Compostela y la Escuela Catalana de Criminología. Su especialidad: la criminalidad asociada a las creencias. Es colaborador en medios de prensa, radio y televisión, centrándose en temas como sectas, fenómenos paranormales, ocultismo, servicios secretos, etc. Viajes de investigación: ha realizado trabajo de campo en diversos países de África, Asia y América, conviviendo con chamanes, practicantes de religiones populares, médiums, santeros... Algunas de las líneas que más ha explorado: Fenómenos paranormales, ovnis, posesiones, fenómenos inexplicables, Ocultismo, esoterismo, creencias populares. Investiga fraudes esotéricos, prácticas ocultistas, colecciones de casos de creencias dudosas o rituales. Criminalidad asociada a las creencias: delitos relacionados con sectas, prácticas fraudulentas, homicidios o suicidios vinculados a creencias extremas o rituales. Investigación de personajes polémicos, por ejemplo un estudio biográfico-investigativo sobre Carlos Castaneda. Algunos de sus libros más conocidos: Los Peligros del Ocultismo: Crimen, delito y misterio. Los Expedientes Secretos: el Cesid, el control de las creencias y los fenómenos inexplicables. El Secreto de los Dioses Investigación PSI: Una historia de la parapsicología científica universitaria. La vida secreta de Carlos Castaneda Y mi mayor gratitud a Lola Velasco, por su trabajo tras bambalinas y los años de verdadera amistad – Directora del programa de radio La Gata Cristy en Onda Capital, Sevilla, y copresentadora del podcast Academia de los Nocturnos, donde se exploran enigmas históricos, leyendas urbanas, casos inexplicables y entrevistas del panorama literario actual. Desde lo más profundo, quiero darles las gracias. Gracias por compartir su tiempo, su entusiasmo, su curiosidad… por enseñarnos que detrás de cada historia siempre hay algo que merece ser explorado. Sus investigaciones y su vocación divulgativa han dado sentido a este viaje que emprendimos juntos. Doscientas noches escuchando voces que nos guían, que nos inspiran, que nos emocionan y que nos hacen cuestionar lo cotidiano… Hoy celebramos juntos este aniversario, este programa 200, como un homenaje al misterio que nos une y nos invita a seguir buscando, siempre, más allá de lo evidente. HAZTE MECENAS: No dejes que La Biblioteca cierre nunca sus puertas. Suscríbete en iVoox o en tu Plataforma preferida y comparte. Gracias a nuestros MECENAS, sin ustedes esto no sería posible. Canal Telegram: https://t.me/LaLamadaDeLaLuna YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCEOtdbbriLqUfBtjs_wtEHw Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
This weeks pod involves two very special guests - Pablo Pintor and Tariq Patel! Pablo Pintor is a 2x Pro Tour Champion and Tariq Patel is a 2x National Champion. We go over the latest Banned and Restricted announcement and talk about where the meta goes from here. Special Thanks to our Tome of Fyendal Patrons Derrick Correia & Brandon Hartman Patreon: https://www.patreon.com/ArsenalPass Review Us: https://ratethispodcast.com/arsenalpass Email: arsenalpassfab@gmail.com Youtube: https://www.youtube.com/channel/UClhUUppHaVDBUOJHXL-a0EQ Spotify: https://open.spotify.com/show/6H2Y8uTHZaVgxpjhnTBn6n?si=R6Uya7paT_e2HOr4n2KC-w X: @Fyen_Dale (Hayden) X: @EthnicSmoke (Pankaj) Hosts: Hayden Dale & Pankaj Bhojwani
https://www.facebook.com/profile.php?id=100078849877004 https://open.spotify.com/show/2LiNPFSr37PTYqRtRq7xQF Patreon : https://www.patreon.com/TrollCast https://www.youtube.com/@TrollCastOfficial
Piero Salabè"Mortacci mia"La nave di Teseowww.lanavediteseo.euUn conturbante viaggio agli inferi, in una Roma surreale, alla ricerca di un padre scomparso.Pintor è un medico che ha lavorato tutta la vita al Policlinico. È un uomo dedito alla ricerca, innamorato della scienza. Un giorno, nella maniera più discreta possibile – abbandonando i suoi occhiali sul comodino – toglie il disturbo scomparendo nel nulla e lasciando i figli senza un perché. Mentre il resto della famiglia lo dà per defunto, Fabio e Lara non credono alla morte del genitore e decidono di cercarlo. Alcuni diari del padre indirizzano i due figli verso l'ospedale, nel frattempo chiuso e abbandonato. E se Pintor fosse proprio in quel Policlinico tanto amato, in qualche ala dimenticata, a portare avanti i suoi esperimenti? Fabio e Lara decidono così di avventurarsi tra laboratori sotterranei e padiglioni decaduti, in una città dei miraggi popolata di voci e visioni, dove i confini fra realtà, ricordi e immaginazione si fanno via via più labili.Piero Salabè firma un romanzo toccante e profondamente umano, popolato da personaggi straordinari. Una storia poetica e di debordante inventiva che è un corpo a corpo serrato con la memoria, con il desiderio di mantenere in vita, a ogni costo e con ogni mezzo, chi non c'è più.Piero Salabè, nato a Roma nel 1970, dopo soggiorni a Venezia e Londra vive da trent'anni a Monaco di Baviera, dove ha insegnato all'università e lavora presso l'editore Hanser. Germanista e ispanista, autore di saggi sull'orientalismo nella letteratura tedesca, traduttore di vari poeti italiani in tedesco (Patrizia Cavalli, Milo De Angelis, Valerio Magrelli), scrive poesie, saggi e racconti e ha collaborato, fra gli altri, con “Lo Straniero”, “Die Zeit” e “Neue Zürcher Zeitung”. Presso La nave di Teseo ha pubblicato la raccolta di poesie Il bel niente (2019), tradotta in varie lingue.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Dicen que las grandes historias de amor se cocinan en una puerta. En este Extra, David Botello (@DavidBotello4) y Esther Sánchez (@estesan1969), acompañados por Ainara Ariztoy y Nieves Herrero, se asoman al chalet del Paseo del Pintor Rosales donde Antonio Machado esperaba a Guiomar con el corazón en vilo. Entre paseos de riesgo y versos susurrados en el felpudo, nació un amor imposible que sobrevivió al escándalo, a las bombas y al tiempo. Si quieres acompañarlos, ¡súbete a la Historia! @font-face {font-family:"Cambria Math"; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-536870145 1107305727 0 0 415 0;}@font-face {font-family:"Veteran Typewriter"; panose-1:2 0 5 0 0 0 0 0 0 0; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-2147483473 74 0 0 275 0;}@font-face {font-family:"Arial Narrow"; panose-1:2 11 6 6 2 2 2 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:647 2048 0 0 159 0;}p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; margin:0cm; mso-pagination:none; mso-layout-grid-align:none; punctuation-wrap:simple; font-size:12.0pt; font-family:"Arial Narrow",sans-serif; mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-font-family:"Veteran Typewriter"; mso-font-kerning:14.0pt; mso-fareast-language:ES;}.MsoChpDefault {mso-style-type:export-only; mso-default-props:yes; font-family:"Calibri",sans-serif; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-font-kerning:0pt; mso-ligatures:none; mso-fareast-language:EN-US;}div.WordSection1 {page:WordSection1;}
Capítulo 2372 del 23 jul 2025 Este fin de semana me he dedicado a preparar y pintar una habitación de casa. Como se nota la poca costumbre que tengo de hacer ejercicio, al día siguiente estaba como si hubiese corrido una maratón. Si quieres apoyar este podcast, invítame a un café me ayudaras a mantenerme despierto y a los gastos de este podcast. Únete al grupo de telegram del podcast en t.me/daytodaypod. Usa el enlace de afiliado de Amazon para ayudar a mantener el podcast. Soy miembro de la Asociación Podcast. Si te registras y usas el código SP7F21 tendrás 5€ de descuento el primer año. https://www.asociacionpodcast.es/registrarse/socio/?coupon=SP7F21 Date de alta en Curve con este código y conseguiremos 5£: DO6QR47E Ya sabéis que podéis escribirme a @spascual, spascual@spascual.es el resto de métodos de contacto en https://spascual.es/contacto.
San Lucas nos transmite en su evangelio: la Encarnación, la Visitación, el Magnificat, y el P. Juan Antonio Gómez, SHM, en «Cómo van a creer», indica que por eso aunque el evangelista no haya pintado fisicamente ningún cuadro de María, en su evangelio nos ha retratado el alma de la Virgen Santísima.
Claude Monet (1840–1926) foi um dos fundadores e principais expoentes do movimento impressionista, revolucionando a história da arte com sua abordagem inovadora da luz e da cor. Nascido em Paris e criado na Normandia, Monet desenvolveu desde cedo uma sensibilidade única para a natureza e suas transformações. Seu quadro Impressão, Nascer do Sol (1872) deu nome ao movimento impressionista. Ao longo de sua carreira, dedicou-se a capturar os efeitos transitórios da luz sobre a paisagem, muitas vezes pintando o mesmo motivo em diferentes horários e condições atmosféricas.Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com outras pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Até a próxima história! (Tania Barros)Ajude Tânia a manter o Canal Ativo - PIX: 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88 - Seja Membro Youtube á partir de R$1,99 por mês - Projeto Catarse: https://www.catarse.me/loucosporbiografias - Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com
Programa 5x162, amb Txabi Franquesa. Pintor i vividor, d'aquells que no foten res, per
Forty years of colors, stories, and brushstrokes came together in one exhibit as Filipino artist Mon Coloma showcased his life's work in celebration of Philippine-Australia Friendship Day and Philippine Heritage Month. - Itinuturing ni Mon Coloma na isang milagro ang higit apat na dekada ng kanyang pagiging pintor matapos niyang makaligtas sa isang malubhang karamdaman. Simula noon, isinumpa niyang iaalay ang kanyang talento sa paglilingkod, pagmamahal sa kapwa, at pananampalataya sa Diyos.
Doctora en Bellas Artes, licenciada en Historia del Arte y Máster en Diseño de Espacios Expositivos, con una extensa trayectoria en el comisariado de exposiciones, la investigación, la gestión cultural y la dirección de proyectos. Esta tarde hablamos con Blanca de la Torre, la nueva directora del IVAM.La alfombra roja de Cannes encara su octava jornada recibiendo estrellas y proyectando en sus salas las últimas cintas de concurso. Conxita Casanovas ha sumado dos más y le quedan cuatro para poder hacer su quiniela de palmarés. Aunque nos apremia hablar de Carla Simón y su paso por allí, de ella y de su Romería, lo cierto es que la actualidad cinematográfica también pasa por Mariano Ozores. Nos despedimos de esta emblemática figura del cine patrio que ha fallecido a los 98 años.Pintor, dibujante, muralista, cartelista, ilustrador y maestro de toda una generación de artistas, Francesc d’Assís Galí i Fabra tiene desde hoy una interesante exposición en el Museo Nacional de Catalunya. Una muestra para conocer más de cerca a una de las figuras más relevantes del arte catalán de la primera mitad del siglo XX, autor de las pinturas de la cúpula que corona el Palau Nacional. Montse Soto nos lo cuenta.ARIA Classics ha lanzado el álbum Orchestrating the Wild [Orquestando lo salvaje], con la London Symphony Orchestra, dirigida por los estadounidenses Jonathan Pasternack y Bobby Collins. El disco incluye obras de la compositora canadoestadounidense Sarah Louise Bassingthwaighte. El sello español publica por primera vez una producción grabada en Londres con la prestigiosa formación inglesa y el contrabajo solista Steve Schermer. Una edición que se distribuye internacionalmente y en plataformas digitales de todo el mundo.Escuchar audio
Sobrevolamos el legado reciente de la que sin duda es la figura más icónica, importante e influyente que ha dado el garage R’n’R británico de los últimos 50 años; Steven John Hamper, conocido mundialmente como el salvaje Billy Childish.Pintor de renombre, poeta y escritor, su faceta como músico es la más prolífica de todas. En el último año y medio ha editado los álbumes “Failure not success” con los CTMF, “Step out” con The Chatham Singers, y “Cape Trafalgar” y “The speech of Karatakus” con The North Kent Folkway Revivals. Añadimos al cóctel el disco “Twelve” de sus viejos amigos y habituales colaboradores The Singing Loins.(Foto del podcast por Alison Wonderland)Playlist;(sintonía) WILD BILLY CHILDISH and CTMF “Walk of the sasquatch” (Failure not success)WILD BILLY CHILDISH and CTMF “Failure not success” (Failure not success)WILD BILLY CHILDISH and CTMF “Fire” (Failure not success)WILD BILLY CHILDISH and THE CHATHAM SINGERS “Step out” (Step out)WILD BILLY CHILDISH and THE CHATHAM SINGERS “Beneath the midnight trees” (Step out)WILD BILLY CHILDISH and THE CHATHAM SINGERS “Fine and mellow” (Step out)Versión y original; BILLIE HOLIDAY and HER ORCHESTRA “Fine and mellow” (1939)WILD BILLY CHILDISH and THE NORTH KENT FOLKWAY REVIVALS “This wound’rous day” (Cape Trafalgar)WILD BILLY CHILDISH and THE NORTH KENT FOLKWAY REVIVALS “You piss me off” (Cape Trafalgar)WILD BILLY CHILDISH and THE NORTH KENT FOLKWAY REVIVALS “You make me die” (Cape Trafalgar)WILD BILLY CHILDISH and THE NORTH KENT FOLKWAY REVIVALS “Fire in the mountains” (The speech of Karatakus)THE SINGING LOINS “That’s how murders happen” (Twelve)THE SINGING LOINS “House in the woods” (Twelve)WILD BILLY CHILDISH and THE NORTH KENT FOLKWAY REVIVALS “I’m in Chatham (and it’s raining)” (The speech of Karatakus)Escuchar audio
Before we dive in: this episode includes a discussion of sexual assault. Please take care while listening. You're listening to Voices of Your Village, and today I got to hang out with my friend Melissa Pintor Carnagey. Melissa's newest book Growing Into You is so phenomenal. Melissa's a renowned sexuality educator, bestselling author, and leading national voice for sex positive education in youth and families. Her work has been featured in the Huffington Post Parents magazine, CNN, New York Times, Buzzfeed and reaches thousands of families around the globe via an engaged social media following and monthly live workshops through their Growing Into You virtual puberty education programming. Growing Into You is a book that is currently just like living in my house because I feel like, and you'll hear it in this interview, I just have so much learning to do in this space. It's something I did not grow up with. It's something that often feels uncomfortable for me. I find myself often having more questions than answers, where I don't know how to respond to this thing that my child just said and I need resources and support on it. And Melissa is my very first place I turn for that and has been for such a long time. I followed them on Instagram for years and it was so nice to get to sit down and ask these questions and dive into this with them. I'm super excited to share this episode on Setting the Stage for Shame-Free Puberty with Melissa. All right, folks, let's dive in. Connect with Melissa: Instagram: @sexpositive_families Website: sexpositivefamilies.com Order the book: Growing into You!: An Inclusive, Shame-Busting, Get-Real Guide to Your Changing Body and Mind Books Melissa Recommends: Your Whole Body: From Your Head to Your Toes, and Everything in Between by Lizzie DeYoung Charbonneau My Body! What I Say Goes! by Jayneen Sanders Some Secrets Should Never Be Kept by Jayneen Sanders What Makes a Baby by Cory Silverberg The Science of Babies It Feels Good to Be Yourself: A Book About Gender Identity by Theresa Thorn Browse more great resources by topic, age, and type at sexpositivefamilies.com/resources Connect with us: Instagram: @seed.and.sew Podcast page: Voices of Your Village Seed and Sew's Regulation Quiz: Take the Quiz Order Tiny Humans, Big Emotions now! Website: seedandsew.org Music by: Ruby Adams and Bensound Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Nos quedaba pendiente retomar este concepto tras una pequeña pausa en Semana Santa. Y es que no podíamos dejar pasar la oportunidad de hablar de uñas y de garras de animales, y de llegar a la conclusión de que el 80% de la biosfera está de más, y de saber para qué sirve realmente la uña del dedo meñique, o de conocer qué es el Síndrome del Pintor. ¿Te lo vas a perder? Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Bob Pop pasa consulta entre los oyentes. El escritor Juan Villoro muestra en 'La Dupla' su repertorio de anécdotas futboleras. El Artesano nos cuenta la historia del peor-mejor pintor de la historia, Thomas Kinkade. Y en 'Mitos 2.0' nos preguntamos si es cierto que cada vez que alguien cuenta una historia siempre hay otro alguien que intenta contar la suya como si fuera más importante o extrema.
In today's episode, Melissa introduces two authors from the new anthology, "Latinas in PR", Jill Casey Pintor and Marisol Vindiola.About Jill:Jill is a PR and communications professional with experience spanning more than two decades across several industries including television, nonprofits, entertainment and finance. She currently works as a financial content writer at StreetCred PR. Jill holds a bachelor's degree in communication from the University of Arizona and has served three terms as ethics chair on the PRSA Southern AZ Chapter Board of Directors. Jill is an Arizona native, raised in the border town of Douglas, and she resides in Tucson. Connect with Jill on LinkedIn.About Marisol:Marisol Vindiola is a Senior Business Development Manager in the multicultural space at Orange 142. She is passionate about public relations, relationship-building, marketing, tourism, and promotion of her heritage and culture. Her superpowers include being bilingual, binational, and bicultural—proud Latina.Connect with Marisol on LinkedIn.Topics covered:- How the authors got in Public Relations- What inspired them to share their story- A preview of each author's story- Advice for someone taking a step forward in their career- Buy your copy of "Latinas in PR" on Amazon.Resources mentioned: - "Latinas in Public Relations: Shaping Communications, Communities, and Culture"- "Smart Talk: Public Relations Essentials All Pros Should Know"- MVW Communications
Mob rules in Darkhammer Stronghold. Lafian is mistaken for Pintor, Rhal projects to the back of a mob, Squash enrolls in a guild and Zaltanna delivers a speech. Thank you to Dagur for voicing Gruumsh! Get early access to the [Kino] campaign on Patreon! You can help support the show at http://www.Patreon.com/blighthouse Find us - Email: TheLuckyDiePodcast@gmail.com Website: www.TheLuckyDie.com Twitter: @TLDPod [Arch - @Arch_DnD] [Casey - @childofginevra] [Eyþór - @Abyzzinn] [Neil - Neil@blighthouse.studio] [Volonda - Volonda@blighthouse.studio] This is a Blighthouse Studio production. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hoy les voy a contar la historia de vida de #PalitoOrtega un #Actor #Cantante #Compositor #Empresario y #Politico de #Argentina para el mundo, pero no todo ha sido color de rosa y hoy te contaré toda su historia.