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No clima de copa, o ator interpreta um professor de educação física no filme "O gênio do crime", que tem como pano de fundo um grupo de crianças que investigam a falsificação de figurinhas do álbum da Copa do Mundo. Além disso ele fala sobre a carreira e seus planos como ator e empresário.
Jesus ressuscitado entra no cenáculo, mostra as suas chagas e oferece a paz. Não apresenta as feridas para acusar, nem para cobrar vingança, mas para revelar que a misericórdia venceu o pecado. Diante da verdade da vida, cada um descobre que não é apenas o justo ofendido, mas também o pecador necessitado de perdão. Por isso, o coração cristão não pode viver atirando pedras: a mesma medida com que medimos os outros poderá se voltar contra nós.O espírito crítico nasce quando escolhemos sempre a pior interpretação para as atitudes alheias. Uma palavra, um gesto, um silêncio ou uma falha podem virar uma história inteira de suspeitas, mágoas e condenações. Esse olhar vai semeando joio nas famílias, nas amizades, nas comunidades e até na Igreja, afastando as pessoas e enfraquecendo a visão sobrenatural. A experiência da expedição Endurance, liderada por Ernest Shackleton, mostra bem esse perigo: em meio ao frio, à fome e ao fracasso da missão na Antártida, a ameaça mais destrutiva podia ser a discórdia interna, a murmuração e o espírito crítico contaminando o grupo. Para salvar todos, era preciso proteger também o clima de confiança, unidade e esperança.Para combater esse espírito crítico, é preciso aproximar-se das pessoas. A distância facilita a condenação, mas a proximidade desmonta caricaturas. Cristo fez exatamente isso: não veio para condenar, mas para salvar; não permaneceu longe da nossa miséria, mas assumiu a nossa natureza, tocou os feridos, purificou os leprosos e carregou sobre si o peso dos nossos pecados. Quem se sabe frágil diante de Deus aprende a olhar o outro com mais compreensão, lembrando que também carrega suas próprias lepras interiores.Também é necessário elevar o olhar e abraçar o sacrifício. A fé cristã acredita que Deus pode tirar o maior bem até da pior tragédia, como fez da Cruz de Cristo a redenção do mundo. Por isso, em vez de reclamar de tudo, alimentar fofocas ou colecionar ofensas, o cristão aprende a carregar peso, trabalhar, corrigir com caridade, conversar com lealdade e sofrer com sentido. A misericórdia exige fortaleza: não é fechar os olhos para o erro, mas buscar salvar o irmão sem feri-lo com indiretas, dureza ou desprezo._______Referências:Música “Faroeste Caboclo”, Legião UrbanaSobre a expedição de Ernest Shackleton: Alfred Lansing, EnduranceFilme “Oslo”Fulton Sheen, O sacerdote não se pertenceErnest Hemingway, O velho e o marSão Máximo confessor, As quatro centúrias sobre a caridadeSobre a devoção dos cinco primeiros sábados: Diário da Irmã Lúcia
No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
FINALMENTE @katiucha e @OdeioPePe comentam o maior evento do ano. Ele mesmo: o alistamento militar na Tailândia, fonte de alguns dos melhores vídeos da internet. Entre desmaios e divas o Vortex 119 vem enaltecer o carisma de quem merece.Oferta especial nos planos usando o nosso link no Nordvpn: https://nordvpn.com/vortexpodou CUPOM: VORTEXPODAcesse o link do Vortex e ganhe DESCONTO ESPECIAL na sua matrícula na Alura: https://www.alura.com.br/vortexou CUPOM: VORTEX Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterLinks comentados no episódio:Barbie Dream Fest na Flórida fará reembolsos após reclamações de fãsSorteio à la 'Jogos Vorazes', desmaio de gays e muita comemoração: o alistamento militar na Tailândia é o evento mais icônico do ano e podemos provarComo funciona o EXÉRCITO TAILANDÊS e por quê tantos KPOP IDOLS têm chamado a atenção? Diva no Alistamento de cropped o Evento mais esperado da Tailândia O alistamento militar na Tailândia é feito por sorteio e todos comemoram quando não passam como se fosse um concurso de Miss ao contrário. O Anjo Caido Arrastado por 5 oficiais Do coração partido para o Front de Batalha: Por que os Jovens Tailandeses estão Trocando o Romance pelos RegimentosPágina Oficial do Exercito Tailandes Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa
Tacyo Chechinato era um dos gerentes de banco mais jovens da rede, mas percebeu que o sistema estava desenhado para manter as pessoas no automático. Ele saiu do front bancário para fundar o maior escritório de alavancagem patrimonial do país, estruturando bilhões em crédito.Neste episódio, Tacyo revela por que o brasileiro tem um medo paralisante de dívida, enquanto os verdadeiros milionários usam o dinheiro dos outros para construir fortuna.O cenário é assustador: a maioria dos brasileiros viverá na pobreza em alguns anos se depender apenas do Estado.Tacyo ensina como usar a alavancagem para adquirir ativos que se pagam sozinhos, geram renda passiva e aceleram a construção de patrimônio em tempo recorde. Se você quer parar de trabalhar para o banco e começar a fazer o banco trabalhar para você, este é o seu mapa de guerra.Disponível no Youtube:Link: https://open.spotify.com/episode/13SU4poHnQdQjmh1iV78Xe?si=8qaAi-5WT5S0EwFO-5iDCw00:00:00 - Os números assustadores da pobreza no Brasil.00:02:28 - O que é Alavancagem Patrimonial na prática.00:11:15 - O funil meritocrático e a inadimplência nacional.00:15:40 - Case 1: Como conquistar o primeiro imóvel com baixa renda.00:20:30 - Case 2: Construindo liberdade financeira com Estúdios e Short Stay.00:27:01 - Case 3: O jogo do Alta Renda (Dinheiro faz Dinheiro).00:40:50 - Por que não olhar para o prazo, mas para o processo.00:41:50 - Trocando dívida cara (financiamento) por dívida barata.01:04:34 - Riscos reais: O método API (Aquisição, Previdência, Investimento).01:23:47 - Presente exclusivo: Planejamento gratuito e bônus na parcela.Siga o Tacyo no Instagram:https://www.instagram.com/tacyo/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
22.03.26 | SP (EPF) | Atos 16: 19-34
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Texto Bíblico base deste vídeo: Colossenses 3.5-11Tema: "Trocando as vestes"Pregador: Pastor Thiago de Souza Dias
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O editor do Dias Úteis tem vontade de ler em voz alta. De ler os poemas que gosta, quando lhe apetece. Por vezes surgem (ensaios). Como hoje. Mary Oliver, numa versão de Luís Filipe Parrado, lida por Filipe Lopes. O livro "Trocando dólares por cêntimos" é uma edição Contracapa. O Dias Úteis é produzido pela Associação de Ideias, sendo uma ideia original de Filipe Lopes. No Instagram: Dias Úteis: @diasuteispodcast Associação de Ideias: @associacao_de_ideias Filipe Lopes: @filipegarlopes
texto de @adeusverdemúsica me curar de mim - flaira Ferro
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Hoje, no Ulrich Responde...00:55 – O Brasil está afundando mais que a Alemanha?03:47 – Acabaram com os investimentos no Brasil? Ter Stablecoin seria o sensato?07:24 – A isenção de 35K se mantém até o final do ano? Imposto do Haddad só em 26?08:00 – O brasileiro está se esgotando de tanto imposto?09:46 – Como se proteger do novo imposto sobre criptomoedas e Bitcoin?10:41 – Só uma reforma profunda salva o Brasil ou não tem mais jeito?12:46 – Como você avalia o governo Trump?16:53 – Quais os efeitos se um banco central imprimir dinheiro para comprar Bitcoin e ouro?18:06 – Ainda vale a pena renda fixa americana com dólar caindo?19:31 – Em um apagão cibernético, como ficam as criptomoedas?20:59 – Por que o Fed não compra a maioria da dívida americana?22:25 – Dívida pública brasileira em colapso, será que o próximo governo vai ter coragem de salvar o país?26:33 – Quanto mais pode subir a bolsa americana?27:17 – O quanto a guerra no Oriente Médio pode afetar mercados e Bitcoin?28:20 – Novo mandato de Lula, o que acha disso?28:31 – Governos já estão vendendo ouro para comprar Bitcoin?29:21 – Os ciclos mudaram?30:24 – Governo brasileiro desesperado para arrecadar mais imposto31:16 – Bukele ou Milei, o que o Brasil precisa primeiro?32:04 – Você grava seus vídeos de bermuda?33:00 – Como lida com seus estudos, ainda tem tempo de ler?33:12 – Ainda joga tênis?
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Bom dia! Esse episódio é um oferecimento de INSIDER e ALWAYS FITMUNDO: Os brasileiros estão trocando a Argentina pelo ChileBRASIL: A votação do foro privilegiado no STFTECH: As big techs estão investindo mais do que nunca em energia nuclearTENDÊNCIA: Músicas antigas estão se tornando novas de novoECONOMIA: Tour pelas principais manchetesEscute também nosso podcast: FAZ E ME ABRAÇA
Nesse episódio do Podcast da Lambda powered by TIVIT, Fernando Okuma, Priscila Torres, Victor Campos, Pedro Rodrigues e Marcio Jardim batem um papo sobre como é quando chega o momento de trocar de celular, computador ou algum desses gadgets tão queridos. Lambda3 · #423 - Trocando o device Participantes: Fernando Okuma - @feokuma Priscila Torres - @priscilatorresoli Victor Campos - @victor-campos Pedro Rodrigues Marcio Jardim - @m4rcio-j4rdim Pauta: Como vocês sabem que chegou a hora de trocar um device? celular travando, bateria indo rápido, lentidão no computador etc. Por que trocar? performance, obsolescência programada, novas funcionalidades desejadas Planejamento antes da troca Orçamento Pesquisa de mercado Influências de reviews, fóruns, amigos e conteúdo técnico. o que observar em cada tipo de device (resolução e taxa de atualização em TVs, RAM e SSD em notebooks, câmeras em celulares etc. Sustentabilidade e descarte correto Doação, reciclagem ou revenda? A experiência pós-troca Troca que deu certo Troca que deu errado Edição: Compasso Coolab Créditos das músicas usadas neste programa: Music by Kevin MacLeod (incompetech.com) licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 - creativecommons.org/licenses/by/3.0
Culto de Cura e Libertação
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07.01.25 - "Trocando as vestes pra viver um Novo Tempo Com Deus" - (Miss. Isabel Oliveira) by Igreja Batista do povo
Ele é especialista em marketing de resposta direta, trocou o emprego de liderança em uma indústria para viver com o digital e em um ano e meio faturou mais de R$ 2 milhões de reais vendendo para mais de 40 países. Agora, ele veio ensinar um pouco do que sabe no Kiwicast. O nome dele é Petterson Medeiros e ele conversou com a gente sobre: -Quais os primeiros passos para começar no digital -Trocando o cargo de liderança em uma indústria para viver com o digital -O que é o marketing de resposta direta -Como ele escolheu o nicho de venda -Estratégias para aplicar na operação de marketing de resposta direta -Passo a passo para criar uma oferta para VSL -Ferramentas que ele usa para criar uma VSL -Como validar e escalar as ofertas no digital E muito mais! Quer saber tudo o que o Petterson Medeiros disse pra gente? Dá o play no Kiwicast de hoje. Nosso Instagram é @Kiwify
Boas festas ouvinte oitentista! Passe a noite de natal com um clima mais retrô conferindo a minha lista de melhores filmes de natal dos anos 80! A Muppet Family Christmas (1987) https://www.youtube.com/watch?v=Bi9qSKZuvC4 Christmas Mountain (1981) https://www.youtube.com/watch?v=4oJICdF-HVg Férias Frustradas de Natal (1989) He-Man e She-Ra: Especial de Natal (1985) https://www.youtube.com/watch?v=RzJcpQ-Jsxk O Natal Especial do Garfield (1987) https://www.youtube.com/watch?v=Hhi0EWHB1ws Os Fantasmas Contra Atacam (1988) Papai Noel Existe (1984) https://www.youtube.com/watch?v=z4TQ5Mt1JhA Santa Claus: A Verdadeira História de Papai Noel (1985) https://www.youtube.com/watch?v=9Gnsoj95x10&list=PLfoHecPU-uOXNYBs9ifLbi7_XDWojblom&index=2 Trocando as Bolas (1983) https://www.tokyvideo.com/video/trocando-as-bolas Um Natal Mágico (1989) https://www.youtube.com/watch?v=J0d4jTdG8HU --------------------------------------------------------------------------------- Músicas de fundo: Canon and Variation by Twin Musicom is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 license. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Artist: http://www.twinmusicom.org/ Aaron Kenny - Christmas Village --------------------------------------------------------------------------- Muito obrigado aos produtores virtuais que acreditam e apoiam esta iniciativa: Fabiano F. M. Cordeiro (Fab 97,4 FM) Ricardo Bunnyman (AutoRadio Podcast) Marcos Coluci Marcelo Machado (Podcast de Garagem) William Floyd (Fermata podcast) Seja também um apoiador do 80 WATTS em uma das plataformas abaixo. This work is licensed under a Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License. Background vector created by freepik - www.freepik.com
As notícias de hoje incluem a Intel finalmente lançando suas novas GPUs Battlemage, a Amazon lançando de uma vez só seis modelos de IA generativa, o Spotify liberando a sua retrospectiva para todos, a OneUI 7 descontinuando o app DeX para Windows e o ex-CEO da Google alertando que homens jovens e adolescentes estão trocando mulheres reais por IAs manipuladoras. Boa noite e bem-vindos ao Hoje no TecMundo, o seu resumo diário de tecnologia!
Clgnhs 98FM Escute o episódio especial de hoje, 26/11, porque As Coleguinhas querem saber: Como você reagiria se seu parceiro estivesse trocando ideia com um ex-ficante em uma festa? Quer saber sobre esse babado? Então vem ouvir o programa com mais confusão e gritaria do rádio.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Há dois tipos de comunicação especialmente difíceis e arriscados. Porque são complexos, porque acontecem em conta-relógio e porque a audiência está particularmente sensível nesse espaço de tempo. Esses dois tipos de comunicação, são a comunicação de crise e a comunicação de risco. Trocando por miúdos, a comunicação de crise é aquela que temos de usar quando algo correu mal: um acidente, um incêndio, um qualquer evento onde existe um dano real ou potencial a pessoas, ou bens. Principalmente pessoas. A comunicação de risco em saúde pública é aquela que todos beneficiamos aquando da pandemia de COVID-19. Essa comunicação teve como face principal Graça de Freitas, médica de saúde pública e ao tempo diretora-geral da saúde. Esta conversa é sobre a dificuldade de planear, reagir e responder de forma credível a uma das maiores ameaças que vivemos na nossa vida coletiva. Um manual do uso da comunicação tem tempos sem livro de instruções. Todos sentimos: A incerteza era o dia-a-dia. Quando chega a pandemia? Quando chega o vírus? Vai matar-me? Como me salvo desta? Lembram-se? Era este o ambiente que todos vivemos quando percebemos que a anunciada pandemia chegou. Vivemos o receio, o medo, a dúvida. Vivemos a angústia de ficar presos em casa por decreto geral. Das escolas que fecharam. Dos lares com dezenas de idosos doentes. Com hospitais cheios. Com ambulâncias em marcha. Isto foi o que todos vimos em casa. Mas no olho do furacão pandémico, no centro de crise e resposta está Graça de Freitas. Não está sozinha, mas tem uma equipa muito curta. A ela cabe-lhe conseguir consensos entre cientistas e boas explicações e prognósticos para os decisores políticos. No meio de tudo isto há que explicar aos cidadãos o que está a acontecer, como nos protegemos, como vivemos com isto. No tempo das redes sociais. Onde a opinião do mais sabedor dos cientistas parece valer tanto ou menos que o cidadão dedicado à arte nacional da opinião gratuita sobre tudo. Mas mesmo no centro de comando, onde toda a informação chegava, onde todos os pensadores filtravam e tentavam entender o mundo, mesmo aí, havia demasiada informação, demasiadas contradições e um avassalador relógio que corria mais do que qualquer evidência. Mais do que nunca o teste à credibilidade das fontes é critico. Mas a rapidez da comunicação digital e localizada não podia ser ignorada. A pandemia deveria ser por si só um objeto de estudo detalhado da comunicação de risco. Eu já comecei a ler esse livro. A Comunicação em Tempos de Informação Imperfeita Um dos temas mais fascinantes abordados neste episódio é o desafio de comunicar quando a informação está longe de ser completa ou perfeita. “A informação era imperfeita, os dados mudavam a toda a hora”, lembra Graça Freitas, explicando que, muitas vezes, as diretrizes que comunicava ao público eram baseadas em informação que podia ser revista ou até desmentida pouco depois. “O grau de imperfeição era grande”, confessa, num tom honesto que caracteriza toda a sua participação no podcast. Este cenário reflete um dos maiores dilemas da comunicação em saúde pública: como ser honesto e transparente quando as certezas são escassas? Graça optou sempre pela clareza e pela sinceridade. Reconhece que, em muitos momentos, teve de comunicar incertezas e explicar o que ainda não se sabia. Este equilíbrio entre a informação e a cautela foi uma linha ténue que teve de trilhar durante todo o período pandémico. Medo, Resiliência e o Lado Pessoal da Pandemia Outro ponto alto da conversa é quando Graça Freitas reflete sobre o medo. No início, confessa, não teve tempo para sentir medo pessoal, pois estava absorvida em compreender o que estava a acontecer. No entanto, à medida que o número de casos aumentava, especialmente em Itália, e o mundo começava a fechar as suas portas, o medo tornou-se uma realidade inevitável.
Mês de Outubro, mês das crianças, dos professores e do saci e nós aqui de volta com mais uma edição do Pausa, Cigarro e Justa Causa. Nesse mês a gente tá apostando forte na aleatoriedade e juntamos 3 blocos bem diferentes, de gravações mais antigas, mais novas, com grupos de pessoas distintas e o mi ficou uma delícia, como sempre! Falamos de aeroporto, achados dos sites de compra, novidades na história do fantasma do seu Geraldo, encontros com famosos, mas o principal, o plano de fundo desse episódio, é que a gente vai te dar a oportunidade de enxergar por trás das cortinas, de ver a salsicha sendo feita, e acompanhar a briga eterna nos nossos bastidores contra o áudio ruim dos participantes, e como a gente tá sempre passando perrengue pra ajustar a qualidade da gravação. E pro restante desse mês fiquem preparados pra um tanto de patifaria, formato diferente, novidades que não vieram pra ficar... Eu garanto que o mês vai ser bem atípico, bem divertido pra movimentar um pouco as coisas por aqui. Pra ter a experiência completa desse podcast entra no nosso grupo do Telegram, e participe dessa bagunça em todo seu esplendor. Entra lá que a nossa baguncinha em ambientes cibernéticos tá escalando pra níveis nunca antes vistos... Entra também no no nosso Instagram, por que não?? Nesse episódio: Profissão do futuro (da sua filha); Resgate da telha; Aeroporto área de esporro; O famigerado aeroporto privado; Cancelando o cartão errado; A profissão do futuro; Cubo mágico ímã de garotas; Sonegação barrando minhas compras; Jogando sujo com os chineses; Falsificados potencialmente legítimos; Todos peloalto da Glória; Equipamentos bons que funcionam algumas vezes; Interesse acadêmico em maracutaias; A curiosidade demitiu o polaco; Nos salve, Anatel! Ouvido espião do Gugu; Golfinho difícil de domar; A segunda morte; Cigana dos afogados; Fantasma da especulação Imobiliária Carta ao Almirante; O skatista está nu; 17 Vezes Amor; Trocando o soco pela cotovelada; Treinando o esfíncter; Corretores de alto padrão; Sofá com cheiro de gasolina; Quem não quer ser vizinho do Bambam? O trupico de Dr. Auzio; No lounge com Daniel; Jantar com Galvão Bueno; ...e muito mas muito mais!!! Pausa, Cigarro e Justa Causa é o nosso formato sem pauta, em que a gente faz uma pausa rápida no dia, fuma um cigarro, toma um cafezinho, ou dá aquele cagotinho remunerado e fica aqui falando bobagem sem qualquer compromisso com a verdade, doa a quem doer! Toda primeira segunda-feira do mês (intencionalmente confuso pra espantar tontos curiosos), um episódio extra do Hora do Texugo no seu feed. Acenda seu cigarro, passe seu café preto sem açúcar e espanque o seu macaco ao som de nossas doces vozes, durante nossa imerecida pausa.
Trocando ideia com vcs e respondendo suas perguntas
Hoy, 19 de junio, Francisco Buarque de Holanda, compositor, letrista, cantante y novelista, gigante absoluto de la música popular brasileña, cumple 80 años. Lo celebramos escuchando 'Meu caro amigo', 'O que será' -con Milton Nascimento-, 'Essa moça tá diferente', 'Construção/Deus lhe pague', 'Trocando em miúdos', 'Cotidiano', 'Tatuagem', 'Bárbara', 'Paratodos', 'De volta ao samba', 'Bastidores', 'Futuros amantes', 'Bye bye Brasil', 'A banda', 'Até o fim', 'Choro bandido' y 'Biscate' -con Gal Costa-. Escuchar audio
Saudações debutantes, ouvinte radiofobético-lheeeeeeessssss! Quem diria que um podcast gravado despretensiosamente por dois amigos e um comediante na segunda-feira de carnaval do longínquo ano da graça de 2009 se tornaria um podcast com mais de 10 milhões de downloads, 379 episódios, mais de 250 convidados, quase 30 integrantes e 15 anos de história? Ao todo foram 744 horas de conteúdo, o suficiente para ouvir ininterruptamente durante 31 dias - um mês inteiro! Para celebrar este marco na nossa história, resgatamos uma pauta que começou a ser escrita há 10 anos, mas cuja motivação já tem 20 anos, desde que o Leo era leitor do blog Virunduns, criado pelo inoxidável Alexandre Inagaki, nosso convidado especial! É com a participação dele que Leo Lopes chamou Naty Nogueira, a estreante Camilinha, Jéssica Dalcin, Lana Távora, Vidane, Thiago Fujiwara, Jef Barbosa, Júlio Macoggi e Vitor Estácio, no episódio com a maior participação até hoje, pra desvendar se "analisando essa cadeira, ela é de praia" mesmo? Quem é afinal que "perguntava por um holandês"? Será que é realmente "mais fácil apedrejar pôneis em Bali"? E posso ficar tranquilo porque "vaca azul vai me proteger enquanto eu andar distraído"? E não esquece de usar a hashtag #MARIANAV4GABUND4 quando compartilhar, ok? O Rádiofobia ESPECIAL DE 15 ANOS tá #NOAR! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados no episódio:- wallpaper da arte do episódio ESPECIAL de 15 anos, por Sandro Hojo- Troca o Disco #82: Análise filosófica de letras toscas 4 - O bombom de açaí da Monalisa- Coma um boi (Jaspion)- O cara tussiu (Daileon)- Te dou um queijo Jiban Links citados nas Cartinhas do Totô:- participação do Leo no Pipecast- participação do Leo no podcast Mansão Wayne #195 - Batman contra grandes detetives- clique para assinar e ouvir o podcast Acepipes e Birinaites- clique para assinar e ouvir o Eletrobanjo, com Lana Távora- assine o Pod Notícias no seu agregador de podcast preferido- entre no canal público do Pod Notícias no Telegram- siga o Pod Notícias no Instagram- acompanhe a page do Pod Notícias no Linkedin Links que indicamos sempre:- Ouça o podcast "Reflexões sobre o Podcast"- Ouça o podcast "O Mistério da Fazenda Vita"- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- participe do grupo do Curso de Podcast no Telegram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram- assine o canal da Rádiofobia Podcast Network no YouTube!- assine o canal da Rádiofobia Podcast Network no Twitch!- Rádiofobia Podcast Network no Apple Podcasts- Rádiofobia Podcast Network no Spotify- Siga @radiofobialhes no tuVítter- Curta a página do Radiofobia Podcast no Facebook Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Google Podcasts- Apple Podcasts- Amazon Music- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações debutantes, ouvinte radiofobético-lheeeeeeessssss! Quem diria que um podcast gravado despretensiosamente por dois amigos e um comediante na segunda-feira de carnaval do longínquo ano da graça de 2009 se tornaria um podcast com mais de 10 milhões de downloads, 379 episódios, mais de 250 convidados, quase 30 integrantes e 15 anos de história? Ao todo foram 744 horas de conteúdo, o suficiente para ouvir ininterruptamente durante 31 dias - um mês inteiro! Para celebrar este marco na nossa história, resgatamos uma pauta que começou a ser escrita há 10 anos, mas cuja motivação já tem 20 anos, desde que o Leo era leitor do blog Virunduns, criado pelo inoxidável Alexandre Inagaki, nosso convidado especial! É com a participação dele que Leo Lopes chamou Naty Nogueira, a estreante Camilinha, Jéssica Dalcin, Lana Távora, Vidane, Thiago Fujiwara, Jef Barbosa, Júlio Macoggi e Vitor Estácio, no episódio com a maior participação até hoje, pra desvendar se "analisando essa cadeira, ela é de praia" mesmo? Quem é afinal que "perguntava por um holandês"? Será que é realmente "mais fácil apedrejar pôneis em Bali"? E posso ficar tranquilo porque "vaca azul vai me proteger enquanto eu andar distraído"? E não esquece de usar a hashtag #MARIANAV4GABUND4 quando compartilhar, ok? O Rádiofobia ESPECIAL DE 15 ANOS tá #NOAR! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados no episódio:- wallpaper da arte do episódio ESPECIAL de 15 anos, por Sandro Hojo- Troca o Disco #82: Análise filosófica de letras toscas 4 - O bombom de açaí da Monalisa- Coma um boi (Jaspion)- O cara tussiu (Daileon)- Te dou um queijo Jiban Links citados nas Cartinhas do Totô:- participação do Leo no Pipecast- participação do Leo no podcast Mansão Wayne #195 - Batman contra grandes detetives- clique para assinar e ouvir o podcast Acepipes e Birinaites- clique para assinar e ouvir o Eletrobanjo, com Lana Távora- assine o Pod Notícias no seu agregador de podcast preferido- entre no canal público do Pod Notícias no Telegram- siga o Pod Notícias no Instagram- acompanhe a page do Pod Notícias no Linkedin Links que indicamos sempre:- Ouça o podcast "Reflexões sobre o Podcast"- Ouça o podcast "O Mistério da Fazenda Vita"- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- participe do grupo do Curso de Podcast no Telegram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram- assine o canal da Rádiofobia Podcast Network no YouTube!- assine o canal da Rádiofobia Podcast Network no Twitch!- Rádiofobia Podcast Network no Apple Podcasts- Rádiofobia Podcast Network no Spotify- Siga @radiofobialhes no tuVítter- Curta a página do Radiofobia Podcast no Facebook Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Google Podcasts- Apple Podcasts- Amazon Music- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidamos você a meditar nas Escrituras Sagradas e orar por sua família conosco. Sua fé será aumentada e juntos conheceremos mais de Deus a cada dia. Inscreva-se no Podcast Família & Fé! E para mais informações, pedidos de oração ou contribuir conosco, acesse: https://www.duzzi.net
Hoy cumple años un gigante de la música brasileña: Chico Buarque. Le escuchamos en grabaciones de canciones suyas como 'Construção', 'O que será' -con Milton Nascimento-, 'Tatuagem', 'Trocando em miúdos', 'Bastidores', 'Essa moça tá diferente', 'Paratodos', 'O meu guri', 'Cotidiano', 'Tanto mar', 'Mil perdoes', 'Morro dois irmãos', 'Até o fim' y 'Voltei a cantar'/'Mambembe'/'Dura na queda'. Escuchar audio
Episódio 52 no ar com DJ Brum dando o papo! Bruna Boeira @eubrunaboeira e Andreza Ninja @purrrrposely entrevistam a DJ, que fala sobre seu início de carreira como b-girl e os desafios para as mulheres na discotecagem. Nascida Bárbara Brum, a DJ de 28 anos é do interior de São Paulo, mas reside em Florianópolis, onde organiza sua festa, Baile da Brum. A artista é conhecida por sua versatilidade, com sets que transitam entre o funk, rap, R&B, UK Drill, afrobeat, house e outros subgêneros da música negra. Bora conhecer mais? Aperta o play! Edição: Voz Ativa Produções Apresentação & Produção: Bruna Boeira, Andreza Ninja Arte da Capa: Daniel Pereira @daneafx Coordenação: Eduardo Ribas Apoie o Per Raps ouvindo o episódio, compartilhando com os amigos e nos seguindo nas redes sociais. Mande e-mail com suas ideias e pautas para perrapsblog@gmail.com.
A Sangerine participou do Eu Tava Lá no primeiro episódio da temporada de 2022 e está de volta pra estrear com chave de ouro a temporada de 2023 que tardou mas não falhou! Nesse episódio vamos falar sobre o retorno do podcast depois das férias, da vida no Canadá e ouvir histórias bem canadenses! Assine Alura com 10% de desconto! Escute a outra participação dela no Eu Tava Lá #199!
Em uma semana de divulgação do PIB do Brasil, que fechou em alta de 2,9% em 2022, olhar no retrovisor traz uma preocupação com o futuro.O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na última quinta-feira (2) que o desafio da pasta é reverter a desaceleração da economia -- que, para ele, acontece por causa do atual patamar da taxa de juros.Na outra ponta, a Fazenda afirmou que pretende concluir o novo arcabouço fiscal ainda nesta semana, para depois apresentar ao Ministério do Planejamento e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em entrevista a jornalistas, Haddad chegou a mencionar que é possível que a proposta seja entregue antes da reunião do Comitê de Política Monetária, prevista para 21 e 22 de março.Olhando para a Petrobras, o presidente da estatal, Jean Paul Prates, disse em entrevista coletiva na quinta que o Preço de Paridade Internacional (PPI) "não é o único parâmetro na hora de definir o preço". A autoridade afirmou que não vai descumprir a regra, mas que outras referências podem ser usadas pela Petrobras.Trocando por miúdos, basicamente disse que a estatal definirá os preços "como achar melhor", e chamou o PPI de "abstração".No episódio desta sexta-feira (3), o CNN Money ainda se volta à expansão da atividade da China nos últimos meses após o fim da política Covid-zero, ao mesmo tempo em que a economia dos Estados Unidos tensiona em torno de temores de elevação da taxa de juros após dados de inflação.Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Tudo começa de dentro. Suas crenças determinam quem você é. Seus hábitos, sua linguagem, seu comportamento e o que você sente sobre si mesmo é o que determina o lado de fora.
SD170 - Os desafios do negócio hospitalar no Brasil. Neste podcast, um papo com os engenheiros de produção, Paulo Leite Pinto e Luís Henrique Costa Neto, cofundadores da Intuitive Care. A Intuitive Care oferece ao mercado a solução para o problema do financiamento entre os prestadores de serviço, como hospitais, e as fontes pagadoras, como operadores de saúde e os planos de saúde. Cada um que faz parte dessa cadeia tem seu sistema de operação e é preciso uma gestão dos processos para que funcione para que funcione para todos os envolvidos. Neste episódio, o que você vai encontrar: O background do Paulo Paulo é engenheiro de produção com extensão na Universidade da Califórnia, onde teve seu 1º contato com hospitais do ponto de vista não paciente. Ele conheceu seu sócio Luís durante um estágio da faculdade. Trocando ideias, perceberam juntos que havia uma dificuldade de acesso à informação em hospitais. O background do Luís Luís é engenheiro de produção pela UFRJ. Conheceu o sócio Paulo no curso de Logística. Fez Mestrado em Matemática Aplicada e chegou a trabalhar por 1 ano no segmento bancário antes de empreender por volta de 2016. A Intuitive Care A empresa ajuda o prestador de saúde a trabalhar menos manualmente as atividades administrativas, especialmente no ciclo financeiro, atuando em todo o processo de intercâmbio de dados com as fontes pagadoras como legibilidade, autorização, faturamento, recebimento e recurso de glosa. A proposta A Intuitive resolve problema de interoperabilidade entre as partes do processo (prestador e operadora de saúde), automatizando digitalmente os dados, para que as partes se entendam. Qual é a entrega Arquitetura tecnológica que permite conexões com sistemas que já são acessíveis manualmente, fazendo com que milhares de Robotic Process Automation (RPA's) estejam rodando de modo estável. Modelo de negócio Dois modelos, com foco total no ciclo financeiro, o que torna o processo escalável, e uma arquitetura da tecnologia reaproveitável: por volume: quantidade de xml's (arquivo enviado pelo prestador com vários pacientes incluídos) que passarem pela empresa; uma mensalidade: baseada na quantidade de automações e quantidade de operadoras com que o prestador trabalha. O momento da Intuitive Novos investidores em 2022 possibilitaram a aquisição de uma empresa concorrente e agora estão em plena expansão. O mercado entende que precisa de apoio tecnológico para executar seu processos e busca a Intuitive para isso. Comunidade Online Saúde Digital Podcast Você é médico? Quer interagir com o Lorenzo Tomé e com outros colegas inovadores da medicina digital? Entre na Comunidade do Podcast Saúde Digital na SD Conecta! Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Ecossistema! ACESSE AQUI! Episódios Anteriores - Acesse! SD169 - Conexão Brasil - EUA para HealthTechs SD168 - Empreendedorismo além do óbvio com Dr. Renato Neves SD167 - Cannabis medicinal com a Dra. Patrícia Montagner Músicas | Declan DP - Island | Declan DP - Magical | Music by Pixabay "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
Del disco del vibrafonista Erik Charlston con su Jazz Brasil 'Hermeto: voice and wind' dos obras de Hermeto Pascoal, 'Voz e vento' y 'Nem um talvez', y 'Lôro', de Egberto Gismonti, autor también de 'Frevo' del que Camille Bertault y David Helbock hacen una adaptación para voz y piano en su disco titulado 'Playground' que se cierra con un 'Para Hermeto'. Y canciones de Francis Hime, escritas a cuatro manos con Chico Buarque o con Vinicius de Moraes, que han grabado Zelia Duncan ('Atrás da porta'), Caetano Veloso ('Pivete'), Chico Buarque ('Sem mais adeus'), Paulinho da Viola ('Meu caro amigo'), Miúcha ('Passaredo'), Daniela Mercury ('E se'), Gal Costa ('Trocando em miúdos') y João Bosco ('Vai passar'). Escuchar audio
Francis Hime ha cumplido 83 años esta semana. Escuchamos canciones del compositor, pianista, arreglista y cantante carioca en su propia voz ('No parangolé do samba', 'Um seqüestrador' -dúo con Adriana Calcanhotto-, 'Corpo feliz' -con Lenine-, 'Trocando em miúdos', 'A invençao da Rosa', 'Mais-que-imperfeito', 'Sem saudades', 'A dor a mais') y en grabaciones de Zélia Duncan ('Atrás da porta'), Caetano Veloso ('Pivete'), Paulinho da Viola ('Meu caro amigo'), Daniela Mercury ('E se'), Ivan Lins ('Minha'), Bill Evans & Eddie Gómez ('Minha/All mine') y Georges Moustaki ('J´ai grand faiblesse pour les femmes'). Escuchar audio
Sejam Bem Vindos ao The Tiago Prado Experience!Leo Amancio, Brasileiro natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Leo é formado apenas no 2º ano do ensino médio, veio para os EUA em Julho de 2004, já possuía primos no país. E começou nos trabalhos comuns como ajudante de eletricista, trabalhava em bares. No início, Leo chegou nos EUA como imigrante ilegal. No início quando chegou nos EUA, Leo passou por várias situações se envolvendo com algumas pessoas erradas, mas com o tempo conseguiu acertar suas prioridades e superar as dificuldades. Trocando círculo de amizades, procurando melhorar e se desenvolver para conseguir a vida que queria para si. No ano de 2010 abriu sua primeira companhia, JL Eletric, em que por falta de conhecimento em como lidar com a empresa e gestão, controle administrativo e todos os aspectos que uma empresa deve ter, teve que fechar as portas. No ano de 2015 abriu a Smart Choice Solutions, em que também foi um ano que estudou muito para aprender mais sobre como gerenciar uma empresa. -----------------------------Se Conecte com o LeandroContato
Ayer, 19 de junio, cumplió 78 años Chico Buarque, uno de los mayores artistas de la música brasileña de las últimas décadas, y lo celebró con la publicación de una canción inédita; 'Qué tal um samba'. Escuchamos además canciones suyas grabadas por él mismo como 'Meu caro amigo', 'O que será', 'Construção', 'Trocando em miúdos', 'Tatuagem', 'Bárbara', 'Bastidores', 'Almanaque', 'Bye bye Brasil', 'A banda', 'Roda viva', 'Cotidiano', 'Até o fim' y 'Vai passar'. Escuchar audio
Médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), é atual presidente do Departamento de Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) e membro da Área Técnica e Comissão Científica de Adolescência da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Conversamos com o Dr. Benito Lourenço. Também participou também desse bate papo a médica do Sono, Andrea Toscanini. A adolescência é a segunda década da vida. Na menina, o próprio corpo carrega e mostra o amadurecimento. No menino é preciso observar e analisar o comportamento para identificar o seu crescimento e amadurecimento. O sono é a sedimentação de conhecimento, por isso, ficar atento a qualidade e tempo de sono ideal d adolescente é fundamental para o seu desenvolvimento. Veja os principais temas abordados: 03:20 Faixa etária do adolescente. 09:25 Os impactos do ambiente familiar. 12:30 O tempo do amadurecimento. 14:40 Trocando a noite pelo dia. 20:00 Celular e adolescente. 35:00 A privação de sono no adolescente. 45:00 Às questões internas do adolescente. Quero te convidar para ouvir esse episódio agora.
VOCÊS PEDIRAM! E OS GORDÕES ATENDERAM! Ed Gama e Estevam Nabote estão de volta com o quadro "Super Mario Papo", desta vez batendo uma marmitona top e almoçando junto com vocês! Participação especial do ilustre Leão Marinho!
Por Pr. Wellington Martins. https://bbcst.net/B7791N
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