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A instabilidade do comércio com os Estados Unidos desde a volta de Donald Trump à Casa Branca reduziu a fatia das exportações brasileiras para o país ao menor patamar em 200 anos, mas impulsionou a diversificação de parceiros. O choque provocado por Trump também serviu de alerta para os riscos da dependência de um número limitado de grandes compradores – a começar pela China, destino de 31,5% dos produtos vendidos pelo Brasil. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto do vai e vem das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ainda está sendo assimilado pelos setores não beneficiados por isenções. Muitos haviam estruturado suas cadeias produtivas em torno do mercado americano, como o de metais, da madeira e de diversas manufaturas. "No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. Eles aumentaram as vendas para outros destinos, mas mesmo assim a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre", explica Welber Barral, especialista em comércio internacional com vasta experiência na pasta. "Os Estados Unidos eram um grande comprador há muitas décadas, então você não consegue diversificar imediatamente. Para os calçados, por exemplo, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano", observa. As barreiras comerciais prejudicam também os importadores. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é tão simples substituir o café, o suco de laranja e os metais raros que costumavam comprar do Brasil com tarifas baixas. O consumidor americano acaba pagando essa conta. A confiança abalada acelera o afastamento Do lado dos parceiros do país, a confiança sai abalada. “No caso do Brasil, a consequência imediata é apressar um divórcio ou um processo de decoupling que já está sendo feito nos últimos 20 anos. É claro que a conjuntura afeta, mas é a continuação de uma tendência de um país que era o maior parceiro comercial brasileiro em muitas décadas, e que deixou de ser e vem em queda constante”, salienta Carlos Frederico Coelho, professor de comércio internacional da PUC Rio. "O tarifaço não inaugurou esse movimento, mas ele certamente o acelera.” Os anúncios intempestivos de Trump amplificaram no mundo um movimento de abertura de novas parcerias e intensificação das existentes. Desde 2025, junto com o Mercosul, cinco frentes avançaram para o Brasil: os acordos comerciais com a União Europeia, o EFTA (Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia) e Singapura foram fechados, além da abertura de negociações com o Japão e a reativação diplomática para a conclusão das tratativas com Emirados Árabes Unidos, Canadá, Índia, Vietnã e Indonésia. O resultado é que, até 2024, apenas 12% das exportações brasileiras eram cobertas por acordos comerciais, e a parcela subiu para 31%. No ano passado, os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam a diversificação, com recordes de exportações para 42 países. A Alemanha, por exemplo, se consolidou como a quarta maior parceira e pretende dobrar as trocas com o Brasil nos próximos cinco anos. “Um efeito indireto e provavelmente não desejado por Trump foi o aumento desses acordos do Brasil e de vários outros países, para tentar diversificar do mercado americano. E não é só o Mercosul”, sublinha Welber Barral, ex-secretário brasileiro de Comércio Exterior. “Se você olhar, países como Indonésia avançaram muito em novos acordos. A própria União Europeia avançou no acordo com a Índia”, aponta. O risco chinês A queda de 6,6% nas importações do Brasil pelos Estados Unidos foi compensada pelo aumento equivalente para a China e a Argentina, respectivamente o primeiro e o terceiro principais parceiros comerciais do Brasil. Hoje, Pequim absorve quase um terço das exportações brasileiras. "Diversificar é um pouco mais complexo do que se fala. O que preocupa nas trocas comerciais com a China é que, quando você analisa essa pauta, quase 90% está concentrado em quatro produtos: carnes, minério, soja e petróleo”, adverte Coelho. "Isso deveria nos assustar, porque se a China desacelerar, o Brasil vai sofrer imensamente. Não é desejável, para países tão distantes, que o Brasil tenha 30% das exportações indo para um só país." Barral concorda com os riscos dessa nova dependência, mas pondera que as trocas com os países asiáticos em geral também estão em alta, a exemplo da Índia, Indonésia e Vietnã. "Outros países asiáticos também podem se tornar grandes importadores no futuro, principalmente de commodities agrícolas”, afirma.
Estados Unidos celebra el 250 aniversario de su independencia en un momento en que su liderazgo global vuelve a estar en debate. Desde las 13 colonias que proclamaron su ruptura con el Imperio británico en 1776 hasta convertirse en la principal potencia económica, militar y política del siglo XX, el país ha transformado el orden internacional. ¿Cómo logró ese ascenso? ¿Qué papel desempeñaron el Destino Manifiesto, la expansión territorial y las guerras mundiales? ¿Y está hoy en riesgo su hegemonía frente al ascenso de nuevas potencias? Lo revisamos en esta emisión de Historia.
1. Referido el CRIM a Justicia por emitir pagos con documentos falsos2. Nuevo presupuesto asigna $9.5 millones para la oficina de reestructuración del gobierno que lidera Verónica Ferraiuoli3. Tribunal desestima demanda del senador Luis Javier Hernández contra Justicia4. No de la Junta a reducir la proyección de ingresos en la AAA5. Resistencia LGBTTQI+: True Self Foundation convoca a resistir y celebrar. La séptima edición del evento “All Out Weekend” por los derechos LGBTTQI+ será del 26-28 de junio en el Distrito T-Mobile como respuesta a políticas gubernamentales que amenazan a estas comunidades.6. Puerto Rico registró un alza de 288.66% en pagos de aranceles y superó los $919 millones en 20257. DRNA avanza proceso para rehabilitar los kioscos de Piñones con inversión cercana al millón8. Alex DJ es hospitalizado de urgencia por embolia pulmonar9. Estados Unidos ataca la isla iraní de Qeshm y la Guardia Revolucionaria Islámica responde con ataques contra las fuerzas estadounidenses en Kuwait y Bahréin10. Trump amenaza a Brasil con nuevos aranceles; Lula advierte represalias y arremete contra Marco Rubio11. Crisis en Bolivia: renuncian ministros de Defensa y Educación en medio de protestasEste es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estas emisoras de radio son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián5. X61 – 610 AM en Patillas6. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste7. WPAB 550 AM - Ponce8. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico9. WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentarioUna vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcottoTambién nos pueden seguir en:REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTokBLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.comSUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcottoOTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.
Donald Trump avanza en la reconstrucción de su barrera arancelaria. EE.UU. propuso gravámenes de al menos 10% sobre importaciones provenientes de socios comerciales clave, incluidos México, la Unión Europea y Canadá; EE.UU. e Irán intercambian ataques; Stephan Kueffner, corresponsal de Bloomberg News en Quito, comenta el final de la guerra comercial entre Ecuador y Colombia. Newsletter Cinco cosas: https://bloom.bg/42Gu4pGLinkedin: https://www.linkedin.com/company/bloomberg-en-espanol/Youtube: https://www.youtube.com/BloombergEspanolWhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaFVFoWKAwEg9Fdhml1lTikTok: https://www.tiktok.com/@bloombergenespanolX: https://twitter.com/BBGenEspanolProducción: Eduardo Thomson See omnystudio.com/listener for privacy information.
NotiMundo al Día - Nelson Cano - Expectativa tras el fin de la guerra comercial con Colombia by FM Mundo 98.1
Novo episódio no ar do podcast Dedo No Pulso!Nesta semana, Antônio da Luz analisa os principais movimentos da macroeconomia e os impactos diretos no agronegócio entre os dias 18 e 24 de maio de 2026. Inflação, juros, câmbio, petróleo e o cenário internacional entram no radar em uma leitura profunda e estratégica do momento econômico. O episódio também aborda a relação entre Estados Unidos, China e Brasil, os efeitos da alta do petróleo na inflação dos alimentos, além das movimentações do dólar e do fluxo de capital estrangeiro no mercado brasileiro. Um panorama essencial para produtores, investidores e todos que querem entender os bastidores da economia real. Com análises técnicas, linguagem acessível e visão de mercado, o Dedo No Pulso traz informações que ajudam você a antecipar tendências e tomar decisões com mais segurança no agro e nos investimentos. ➡
NotiMundo Estelar - Juan Xavier Gutiérrez, Los problemas económicos tras la guerra comercial Ecuador - Colombia by FM Mundo 98.1
La provincia canadiense de Alberta atraviesa un momento político decisivo. El movimiento ultraconservador Alberta Prosperity Project logró reunir las 178.000 firmas necesarias para impulsar un referendo de autodeterminación, reactivando un viejo sentimiento separatista en el oeste de Canadá. Aunque durante décadas esta idea fue minoritaria, el rechazo a las políticas liberales y medioambientales impulsadas desde Ottawa, sumado al peso de la industria petrolera y a las tensiones con Donald Trump y Estados Unidos, han dado nuevo impulso a quienes defienden una ruptura con el gobierno federal.
NotiMundo al Día - Andrés Albuja - Acuerdo con República Dominicana y guerra comercial con Colombia by FM Mundo 98.1
NotiMundo A La Carta - Jhonatan Vega, Efectos de la guerra comercial en la zona de frontera by FM Mundo 98.1
NotiMundo Estelar - Jhonatan Vega, Guerra comercial- Paloma Valencia y Álvaro Uribe desde la frontera by FM Mundo 98.1
NotiMundo Estelar - Amilcar Pantoja, Guerra comercial, ¿qué pasa en la frontera? by FM Mundo 98.1
NotiMundo Estelar - Javier Díaz y Xavier Rosero, ¿Se sienten ya los efectos de la guerra comercial entre Ecuador y Colombia? by FM Mundo 98.1
NotiMundo A La Carta - Gerardo Verdecia Sacoto, Acuerdos con FMI; y, efectos de la guerra comercial Ecuador - Colombia by FM Mundo 98.1
Cada día, más de 2.250 millones de personas empiezan su jornada con una taza de café. Un gesto cotidiano que mueve una industria global. Pero tras ese sorbo se esconde una realidad cada vez más frágil: en 2025, la caída de la producción en gigantes como Brasil disparó los precios y puso en evidencia la vulnerabilidad de un mercado que late con fuerza desde Colombia hasta Honduras.
Cada día, 2.250 millones de veces, alguien en algún rincón del planeta levanta una taza y da el primer sorbo a su café. Desde Brasil hasta Guatemala pasando por Honduras o Colombia, el café no es solo una bebida, es un pulso económico que late con fuerza en cada grano. La producción cayó en 2025 en Brasil y los precios aumentaron. Analizamos el mundo a través del café: desde el cambio climático a los aranceles de Trump. Todo está en tu taza. Esta semana vamos a hablar de geopolítica pero líquida. A través de un producto que ha vertebrado imperios a lo largo de la historia y que tiene una importancia crucial en Latinoamérica: el café. - Laura Demurtas, encargada de relaciones exteriores del club Demeter - Víctor Girón, productor e importador de café hondureño en París (Alondra Café) - Alice Frémont, formadora en profesiones del café en centro especializado Cafémetrie - Francesco Rubino, manager general de coffee shop Cesar y Georgette en París Realización: Yann Bourdelas, Souheil Khedir Sonido: Vanessa Loisseau Presenta: Carlos Herranz Coordinación editorial: Florencia Valdés y Yesica Brumec Leer tambiénEl café especial, un concepto en boga
Cada día, 2.250 millones de veces, alguien en algún rincón del planeta levanta una taza y da el primer sorbo a su café. Desde Brasil hasta Guatemala pasando por Honduras o Colombia, el café no es solo una bebida, es un pulso económico que late con fuerza en cada grano. La producción cayó en 2025 en Brasil y los precios aumentaron. Analizamos el mundo a través del café: desde el cambio climático a los aranceles de Trump. Todo está en tu taza. Esta semana vamos a hablar de geopolítica pero líquida. A través de un producto que ha vertebrado imperios a lo largo de la historia y que tiene una importancia crucial en Latinoamérica: el café. - Laura Demurtas, encargada de relaciones exteriores del club Demeter - Víctor Girón, productor e importador de café hondureño en París (Alondra Café) - Alice Frémont, formadora en profesiones del café en centro especializado Cafémetrie - Francesco Rubino, manager general de coffee shop Cesar y Georgette en París Realización: Yann Bourdelas, Souheil Khedir Sonido: Vanessa Loisseau Presenta: Carlos Herranz Coordinación editorial: Florencia Valdés y Yesica Brumec Leer tambiénEl café especial, un concepto en boga
En plena guerra comercial con Estados Unidos de Donald Trump, Canadá acelera su apuesta por la independencia alimentaria. Desde invernaderos de alta tecnología en Ontario hasta el uso de inteligencia artificial, el país busca reducir su dependencia de las importaciones —especialmente de su vecino estadounidense— y blindar su suministro frente a un escenario cada vez más competitivo.
NotiMundo al Día - Javier Díaz - Guerra comercial sin salida by FM Mundo 98.1
NotiMundo al Día - Miguel Yépez - Situación del gremio aduanero por la guerra comercial con Colombia by FM Mundo 98.1
NotiMundo al Día - Álvaro Lucero - Almaceneras del Carchi afectadas por guerra comercial by FM Mundo 98.1
NotiMundo al Día - Camilo Ontaneda - Impactos de la guerra comercial en el sector textil by FM Mundo 98.1
NotiMundo al Día - Gonzalo Ortiz - Guerra comercial con Colombia y opciones de diálogo by FM Mundo 98.1
NotiMundo Estelar - Juan Carlos Navarro, Postura del sector empresarial frente a la guerra comercial Ecuador - Colombia by FM Mundo 98.1
NotiMundo al Día - Rodrigo Gómez de la Torre - Afectaciones a la agricultura por guerra comercial con Colombia by FM Mundo 98.1
NotiMundo Estelar - Andrés Albuja, Guerra comercial entre Ecuador y Colombia se agudiza by FM Mundo 98.1
NotiMundo Estelar - Javier Díaz, Impactos de la escalada de la guerra comercial Ecuador - Colombia by FM Mundo 98.1
Jesús Rivasés, Pablo Rodríguez Suanzes, Fernando Cano e Ignacio Rodríguez Burgos repasan la actualidad económica del día.
NotiMundo Estelar - Larry Yumibanda, Efectos de la guerra comercial Ecuador - Colombia by FM Mundo 98.1
El Gobierno anunció un arancel del 30% a las importaciones de arroz desde Ecuador y Panamá como respuesta a las medidas del vecino país. La decisión busca proteger a los productores nacionales y se da en medio de tensiones comerciales y llamados del presidente Gustavo Petro al diálogo regional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoy hablaremos de una guerra.. la guerra comercial desatada por una decisión del Gobierno de Daniel Noboa, tras la imposición de un arancel del 30 % a los productos colombianos a partir del primero de febrero y la respuesta colombiana de suspender la venta de energía a ese país. “Esta medida se mantendrá hasta que exista un compromiso real para enfrentar juntos el narcotráfico y la minería ilegal en la frontera, con la misma seriedad y decisión que hoy el Ecuador asume”, dijo el presidente Daniel Noboa en su cuenta en X. Pero en medio de justificaciones de Ecuador para imponer el 30 % de aranceles, hay sectores que han advertido que la decisión no tiene que ver con la inseguridad en la frontera y el impacto en ese país, sino un mensaje del presidente Petro sobre el exvicepresidente Jorge Glass, procesado en su país por el escándalo de Odebrecht. Ese parece ser el verdadero origen de la imposición de aranceles, la molestia de Noboa con Petro. Los invitamos a seguir el canal de SinCandado en WhatsApp. Activen la campanita. Visite nuestras cuentas en X (Twitter), Instagram, Youtube y Youtube Music y el podcast de SinCandadoRadio en Spotify y demás plataformas Ampliación de esta noticia en sincandado.com
NotiMundo Estelar - Natalia Gutiérrez, Guerra comercial, implicaciones del anuncio del Gobierno de Ecuador y Colombia by FM Mundo 98.1
NotiMundo A La Carta - Luis Carlos Reyes, El diálogo- la única salida posible a la "guerra comercial" by FM Mundo 98.1
Energía eléctrica, medicamentos, maquillaje y cuidado de la piel, son algunos de los productos que más exporta Colombia hacia Ecuador y que tendrán un arancel del 30% a partir del 1 de febrero. Desde Davos, el presidente de Ecuador, Daniel Noboa, anunció que todas las exportaciones desde el vecino país tendrán esa tasa porque considera insuficiente el compromiso de Colombia con la cooperación bilateral en materia de seguridad. Colombia es el tercer país que más exporta productos a Ecuador, con un 7.3% en la participación del mercado ecuatoriano, detrás de China y Estados Unidos. Si el arancel del 30% a todos los productos colombianos entra en vigor el 1 de febrero, como lo anunció el presidente Daniel Noboa, varios políticos ecuatorianos temen que en realidad su país sea el más afectado. “Puede ser muy grave” “Ojalá Colombia no tome la misma medida, que es lo que se acostumbra en estos casos, porque sería una situación mucho más perjudicial para el Ecuador. Hay que ver qué es lo que nosotros vendemos y qué es lo que ellos venden. Nosotros vendemos barcos, vendemos madera, vendemos preparados de pescado y ellos, en cambio nos venden productos farmacéuticos, medicinas, plásticos, es decir, productos terminados. Si Colombia toma una medida similar, pueden encarecerse”, explica a RFI el parlamentario andino Virgilio Hernández. ACTUALIZACIÓN: Leer tambiénLa guerra comercial entre Ecuador y Colombia se profundiza con nuevos aranceles y medidas “Además, Colombia nos ha vendido en los momentos más difíciles energía. Nos ha llegado a vender hasta 450 megavatios de energía y en estas últimas semanas precisamente Colombia estaba trabajando en un reglamento que permita que las operadoras privadas vendan energía a Ecuador. Es una energía que además no ha podido ser reemplazada porque el Ecuador no ha generado en estos últimos meses ni en estos últimos años energía termoeléctrica ni de ninguna otra naturaleza. Por lo tanto, esto puede ser muy grave lo que puede suceder en esa materia”, indica. Comunidad Andina Para Hernández, hay otra vía más diplomática para solicitarle al Gobierno colombiano que aumente su compromiso con la cooperación bilateral en materia de seguridad: “El presidente Daniel Noboa es presidente pro tempore en este momento de la Comunidad Andina de Naciones. Lo que debía haber hecho es convocar a una reunión de emergencia del Consejo Presidencial Andino e incluso del Consejo de Ministros de Relaciones Exteriores, para tratar de forma inmediata y poder llegar a acuerdos”, estima. La seguridad en la frontera entre Colombia y Ecuador enfrenta una crisis creciente debido a la actividad de disidencias de las FARC, como los "Comandos de la Frontera", a quienes se atribuye el tráfico recurrente de grandes cargamentos de droga. La amenaza también incluye ataques contra la fuerza pública, destacando el asesinato reciente de 11 militares ecuatorianos en operativos contra la minería ilegal en la Amazonía. Los 10 productos que más exporta Colombia a Ecuador son: energía eléctrica; medicamentos dosificados; insecticidas, raticidas y antirroedores; vehículos para transporte de mercancías; hilos, cables y conductores aislados para electricidad; productos para el cabello; productos de belleza, maquillaje y cuidado de la piel; azúcar de caña; aceites de petróleo; agentes de superficie orgánicos (utilizados para crear productos de cuidado personal, agricultura o industria textil). Otros productos son café, artículos plásticos para envasado o vehículos para turismo.
NotiMundo A La Carta - María Paz Jervis, Guerra comercial Ecuador - Colombia y sus efectos by FM Mundo 98.1
Energía eléctrica, medicamentos, maquillaje y cuidado de la piel, son algunos de los productos que más exporta Colombia hacia Ecuador y que tendrán un arancel del 30% a partir del 1 de febrero. Desde Davos, el presidente de Ecuador, Daniel Noboa, anunció que todas las exportaciones desde el vecino país tendrán esa tasa porque considera insuficiente el compromiso de Colombia con la cooperación bilateral en materia de seguridad. Colombia es el tercer país que más exporta productos a Ecuador, con un 7.3% en la participación del mercado ecuatoriano, detrás de China y Estados Unidos. Si el arancel del 30% a todos los productos colombianos entra en vigor el 1 de febrero, como lo anunció el presidente Daniel Noboa, varios políticos ecuatorianos temen que en realidad su país sea el más afectado. “Puede ser muy grave” “Ojalá Colombia no tome la misma medida, que es lo que se acostumbra en estos casos, porque sería una situación mucho más perjudicial para el Ecuador. Hay que ver qué es lo que nosotros vendemos y qué es lo que ellos venden. Nosotros vendemos barcos, vendemos madera, vendemos preparados de pescado y ellos, en cambio nos venden productos farmacéuticos, medicinas, plásticos, es decir, productos terminados. Si Colombia toma una medida similar, pueden encarecerse”, explica a RFI el parlamentario andino Virgilio Hernández. ACTUALIZACIÓN: Leer tambiénLa guerra comercial entre Ecuador y Colombia se profundiza con nuevos aranceles y medidas “Además, Colombia nos ha vendido en los momentos más difíciles energía. Nos ha llegado a vender hasta 450 megavatios de energía y en estas últimas semanas precisamente Colombia estaba trabajando en un reglamento que permita que las operadoras privadas vendan energía a Ecuador. Es una energía que además no ha podido ser reemplazada porque el Ecuador no ha generado en estos últimos meses ni en estos últimos años energía termoeléctrica ni de ninguna otra naturaleza. Por lo tanto, esto puede ser muy grave lo que puede suceder en esa materia”, indica. Comunidad Andina Para Hernández, hay otra vía más diplomática para solicitarle al Gobierno colombiano que aumente su compromiso con la cooperación bilateral en materia de seguridad: “El presidente Daniel Noboa es presidente pro tempore en este momento de la Comunidad Andina de Naciones. Lo que debía haber hecho es convocar a una reunión de emergencia del Consejo Presidencial Andino e incluso del Consejo de Ministros de Relaciones Exteriores, para tratar de forma inmediata y poder llegar a acuerdos”, estima. La seguridad en la frontera entre Colombia y Ecuador enfrenta una crisis creciente debido a la actividad de disidencias de las FARC, como los "Comandos de la Frontera", a quienes se atribuye el tráfico recurrente de grandes cargamentos de droga. La amenaza también incluye ataques contra la fuerza pública, destacando el asesinato reciente de 11 militares ecuatorianos en operativos contra la minería ilegal en la Amazonía. Los 10 productos que más exporta Colombia a Ecuador son: energía eléctrica; medicamentos dosificados; insecticidas, raticidas y antirroedores; vehículos para transporte de mercancías; hilos, cables y conductores aislados para electricidad; productos para el cabello; productos de belleza, maquillaje y cuidado de la piel; azúcar de caña; aceites de petróleo; agentes de superficie orgánicos (utilizados para crear productos de cuidado personal, agricultura o industria textil). Otros productos son café, artículos plásticos para envasado o vehículos para turismo.
Donald Trump voltou à presidência dos Estados Unidos em janeiro de 2025. Desde então, tem cumprido a promessa de recrudescer e ampliar iniciativas de seu primeiro mandato (2017-2021). No que diz respeito à América Latina e ao Caribe, Trump tem intervido na região de diferentes formas, proporcionando um clima de crescente tensão, apreensão e violência(s). É sobre isso que Rafael Lima, pesquisador visitante (UNILA), e Beatriz Leal, doutoranda (Prolam/USP), conversam com o professor Roberto Moll Neto. Ele é doutor em Relações Internacionais (Unesp/Unicamp/PUC-SP) e docente no curso de graduação em História da UFF – Universidade Federal Fluminense.*Esse episódio foi gravado antes dos eventos que ocorrem no dia 3 de janeiro de 2026. *Apresentação:* Rafael Lima e Beatriz Leal*Entrevistado:* Prof. Dr. Roberto Moll Neto*Roteiro:* Rafael Lima e Beatriz Leal*Edição:* Carolina Ferreira*Realização:* Pulso Latino Podcast e Berta Coletivo Latino-Americanista
Sheinbaum prevé buen ambiente para revisar el Tratado en 2026 mientras Trump impulsa apoyo agrícola.
Depois de uma semana intensa pela Ásia, Trump afasta-se de Putin e a cimeira de Budapeste já é uma realidade distante. A violência no Sudão, a viragem política nos Países Baixos e a vitória de Milei.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El análisis de actualidad económica, todas las mañanas a las 07:30.
Confira no Morning Show desta terça-feira (21): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a intensificar as tensões comerciais com a China, anunciando a possibilidade de aplicar tarifas de 155% a partir de 1º de novembro caso não haja acordo entre os países. Além disso, Trump indicou que os EUA poderiam comprar carne bovina da Argentina como estratégia para reduzir os preços para consumidores americanos, buscando alternativas de abastecimento e controle da inflação interna. A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta terça-feira (21) uma grande operação contra integrantes do PCC que atuam como “auditores” da facção, responsáveis por mais de 80 pontos de tráfico na região. Até o momento, 16 pessoas foram presas, e as autoridades buscam cumprir 38 mandados de prisão preventiva e 110 de busca e apreensão em cidades como São Paulo, Suzano, Itaquaquecetuba, Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos e Mogi das Cruzes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nomeou o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) como ministro da Secretaria-Geral da Presidência, decisão que provocou impactos internos no PSOL. O convite veio acompanhado do pedido para que Boulos não dispute cargos em 2026, o que leva a legenda a repensar suas estratégias eleitorais em São Paulo e analisar possíveis novos candidatos para a próxima eleição. O ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, foi preso nesta terça-feira (21) em Paris e encaminhado a um presídio, onde começará a cumprir sua sentença de cinco anos. Ele foi condenado por conspiração criminosa por seu papel em um esquema de financiamento ilegal de sua campanha, com recursos provenientes da Líbia em troca de favores diplomáticos. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira a Carteira Empiricus 10 ideias: https://emprc.us/5iVp9M A aversão ao risco voltou com força após a nova escalada da Guerra Comercial entre EUA e China — e os mercados sentiram o impacto. Neste episódio do Empiricus PodCa$t, os analistas da Empiricus Larissa Quaresma, Matheus Spiess e Enzo Pacheco analisam os desdobramentos dessa tensão, as novas tarifas, as restrições de exportações e como tudo isso afeta o investidor brasileiro.Além disso, o trio comenta:- A temporada de resultados nos EUA, com surpresas positivas em bancos, TSMC e ASML- O desafio fiscal de 2026 e seus impactos sobre juros e mercado- O quadro “Compra ou Vende?” com Morgan Stanley, Ouro e ASML- E a tradicional dica cultural da semana
Confira no Morning Show desta quarta-feira (15): O Conselho de Administração dos Correios se reúne nesta quarta-feira (15) para avaliar um pedido de empréstimo de R$ 10 bilhões em 2025 e mais R$ 10 bilhões em 2026, com aval do Tesouro Nacional. A medida visa equilibrar as contas da estatal, que registrou prejuízo de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre, mais que o triplo do valor registrado em 2024. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (14) que poderá encerrar negócios com a China relacionados à exportação de óleo de cozinha e outros produtos, em resposta à suspensão chinesa da compra de soja norte-americana desde maio deste ano. A medida representa uma nova escalada nas tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo. Para explicar o assunto, o Morning Show conversa com Pablo Spyer, o Tourinho. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de R$ 390 milhões em bens, móveis, imóveis e valores do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi). A decisão ocorre no contexto da Operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal, que investiga descontos indevidos em aposentadorias e benefícios do INSS, envolvendo dirigentes e possíveis irregularidades na gestão do sindicato. A série “Mussolini” revisita a ascensão do ditador italiano e as origens do fascismo, mostrando como o movimento se formou, conquistou o poder e mergulhou a Itália em um período de autoritarismo e guerra. A trama, analisada pelo cineasta Josias Teófilo, vai além da narrativa histórica e faz um alerta político contemporâneo. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
En el episodio de hoy de VG Daily, Andre Dos Santos y Eugenio Garibay analizan la nueva escalada comercial entre Estados Unidos y China, tras las recientes represalias chinas con tarifas portuarias y sanciones a empresas vinculadas a EE. UU.. Conversan sobre cómo estas medidas han reactivado la volatilidad en los mercados, el impacto en sectores estratégicos como la logística y las materias primas, y el papel que está jugando el comercio agrícola, especialmente la soya en esta disputa.Más adelante, el episodio se centra en los reportes de la gran banca estadounidense, con los resultados de JPMorgan, Goldman Sachs, Citigroup, Wells Fargo y BlackRock. Los conductores explican qué impulsó sus cifras, los comentarios de sus directivos y qué nos dicen estos resultados sobre la salud del consumidor, la rentabilidad del sector financiero y el pulso general de la economía.Un episodio clave para entender cómo la tensión geopolítica y los resultados corporativos están marcando el tono de los mercados esta semana.
Episodio 738 de Contralínea En Vivo conducido por Nancy Flores y Aníbal García: -Trump acelera guerra comercial contra México- Transmisión 26 de noviembre de 2024 CONTRALÍNEA EN VIVO se transmite de lunes a viernes a partir de las 10:00hrs (hora del centro de México) a través de Facebook live, YouTube y Telegram. La MESA DE ECONOMÍA POLÍTICA se trasmite todos los lunes a partir de las 14:00hrs. Nuestro programa de análisis, AMÉRICA INSUMISA, se trasmite los martes a partir de las 14hrs. AGENDA DE SEGURIDAD NACIONAL es los miércoles a partir de las 14:00hrs Estamos en Facebook, YouTube, Twitter, TikTok, Instagram, Whatsapp y Telegram como Contralínea. Escúchanos en Spotify, Apple Podcast e Ivoox como Contralínea Audio.
Juan Ignacio Crespo ha destacado en Más de uno que el peligro del gigante asiático supone para la Unión Europa es mucho mayor que el del pacto comercial con EEUU, que califica como "el mejor acuerdo posible".La India dice estar lista para "pagar un precio enorme" por los aranceles de TrumpEl día A: los aranceles de Donald Trump entran en vigor y dibujan un nuevo mapa comercial internacional
Silvia Riveiro y Jaime Fernández repasan la ruptura en Europa por el pacto arancelario de Bruselas con Trump.
Donald Trump impôs uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras e reacendeu a tensão diplomática com o Brasil. Em uma carta endereçada a Lula, o ex-presidente americano atacou o STF, mencionou Bolsonaro e ameaçou plataformas digitais.No episódio #98 do PodCa$t Empiricus, debatemos:- O impacto direto da tarifa de 50% para a economia brasileira;- O novo tarifaço global com início previsto para 1º de agosto;- A ofensiva de Trump contra o BRICS e o papel do grupo na disputa global pelo protagonismo monetário;- A estratégia “morde e assopra” da Casa Branca;- E no bloco “compra ou vende?”, analisamos EBIT11, COIN e AIRR.
Cuando Donald Trump le subió los aranceles a los productos chinos mucha gente se escandalizó y creyeron que China cedería, pero la curiosa venganza viene en forma de verdad y por eso están revelando lo que realmente vale un producto chino y lo que cobran las marcas que lo importan en Estados Unidos. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
¡Emprendeduros! En este episodio Rodrigo nos da una actualización de mercado donde habla de la caida del mercado, de las calificaciones del primer trimestre, del dia de la liberacion, del reporte de empleos y de la posible cancelacion de TikTok. Nos da los reportes de ingresos de Restoration Hardware, CalMaine Foods y Lamb Weston. Después habla de la fusion entre X y XAI y de la nueva jugada de Robinhood. Finalmente nos da el crypto update donde habla de la nueva oferta inicial en el mercado de Crypto. ¡Síguenos en Instagram! Alejandro: https://www.instagram.com/salomondrin Rodrigo: https://www.instagram.com/rodnavarro Emprendeduros: https://www.instagram.com/losemprendeduros