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Já imaginou alguém bebendo detergente por convicção política? Pois é exatamente sobre esse absurdo que vamos falar no novo episódio do QG. Quando a Anvisa determinou o recolhimento de lotes da Ypê por contaminação, parte dos bolsonaristas reagiu como se o órgão fosse o inimigo — e não o risco à saúde. O resultado? Banho de produto de limpeza, vídeos simulando ingestão e uma lealdade que beira o irracional. Mas por que isso acontece? A gente desmonta o método da extrema-direita: desinformação, retórica antissistema e a criação de um inimigo comum. Mostramos como um caso sanitário virou símbolo político e o que isso revela sobre a pós-verdade no Brasil.Roteiristas: Thauane TinôcoApresentadoras: Séphorah Dias e Giovanna RamaciottiEdição: Luiz LoriSupervisão: Prof. Dr. Thiago Babo
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (14): O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, convocou uma reunião de emergência da pré-campanha após reportagem do Intercept Brasil revelar negociações com o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo a publicação, o senador teria solicitado US$ 24 milhões para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O encontro ocorreu no QG da campanha em Brasília. O caso aumentou a pressão sobre a pré-candidatura. Fernando Haddad afirmou que Luiz Inácio Lula da Silva “corrigiu o rumo” ao rever a chamada taxa das blusinhas. Segundo Haddad, Lula sempre foi contrário à medida, mas acabou cedendo à pressão de governadores e parlamentares. A declaração foi feita durante evento do Direitos Já! Fórum pela Democracia, em São Paulo. O ministro disse que o presidente retomou a posição que defendia desde o início. O Partido dos Trabalhadores prepara uma ofensiva nas redes sociais contra Flávio Bolsonaro após a divulgação dos áudios envolvendo Daniel Vorcaro. Internamente, integrantes da sigla classificaram o episódio como uma “grata surpresa”. A estratégia é associar a imagem do senador a denúncias de corrupção e relembrar casos antigos, como rachadinhas e suspeitas envolvendo a Kopenhagen. O partido também incentivou militantes a ampliarem o alcance das publicações. A Polícia Federal prendeu Henrique Vorcaro durante nova fase da Operação Compliance Zero, em Belo Horizonte. A investigação apura fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. A operação também mira aliados de Luiz Phillipi Mourão, apontado como sicário de Daniel Vorcaro. O foco agora é aprofundar apurações sobre intimidação, coerção e invasão de dispositivos informáticos. Aliados de Flávio Bolsonaro avaliam estratégias após a divulgação dos áudios envolvendo Daniel Vorcaro. Integrantes da pré-campanha classificaram o episódio como “muito ruim” e “uma infelicidade”. O principal desgaste ocorre porque o senador vinha negando qualquer relação próxima com Vorcaro. As mensagens divulgadas contradizem o discurso adotado até então. O Intercept Brasil revelou que Flávio Bolsonaro pediu dinheiro a Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro. Segundo a reportagem, Vorcaro teria pago R$ 61 milhões para a produção entre fevereiro e maio de 2025. Parte dos recursos foi enviada para um fundo nos Estados Unidos ligado a aliados de Eduardo Bolsonaro. O caso ganhou repercussão internacional. Pesquisa do instituto Gerp mostra que Flávio Bolsonaro venceria Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno presidencial. O levantamento foi realizado antes da divulgação dos áudios envolvendo Daniel Vorcaro. No cenário estimulado, Flávio aparece com 50% das intenções de voto, contra 43% de Lula. Outros 5% disseram não votar em nenhum dos dois candidatos. O pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, comentou os áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Haddad relembrou uma fala de 2024, quando afirmou que as investigações da Receita Federal chegariam a quem “efetivamente rouba o Brasil”. A declaração foi dada após a divulgação do caso pelo Intercept Brasil. O ministro reforçou críticas à condução financeira do grupo ligado ao senador. O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, afirmou que o Irã está “assustadoramente perto” de desenvolver armas nucleares. Durante audiência no Senado americano, ele disse que o país poderia enriquecer urânio suficiente para armamentos em poucas semanas. A declaração aumenta a pressão internacional sobre Teerã. O tema volta ao centro das preocupações globais de segurança. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En France, on peut être le premier parti du pays, en pleine préparation d'une campagne présidentielle et ne pas avoir de prêts à la banque. C'est ce qui arrive, une fois encore au Rassemblement national à un an du scrutin suprême. Le député Kevin Pfeffer, le monsieur Finances internes au RN a dû l'avouer. Aucune banque française n'accepte de prêter au Rassemblement national les quelque 11 millions d'euros dont il a besoin pour financer sa campagne. Une réputation sulfureuse tenace Si la loi autorise à emprunter, et le parti à la flamme le sait, dans une autre banque européenne - et ce sera d'ailleurs vraisemblablement le cas, comme les autres années selon un conseiller économique et même si cette fois, l'établissement ne devrait pas être lié à la Russie — cela rappelle combien la réputation sulfureuse du parti reste tenace en France. Car c'est bien cela qui pèche. On voit mal pourquoi un établissement bancaire anticiperait pour le premier parti de France un score inférieur à 5% des voix synonyme de non remboursement des frais de campagne, ou bien une non certification des comptes d'un parti, contraint en raison d'affaires particulièrement fâcheuses de faire preuve d'une grande vigilance. Non, personne à ce jour semble t il, n'ose risquer de devenir le sponsor officiel du RN. Et cela agace passablement un conseiller économique du parti, très content de la récente séance de rapprochement avec le MEDEF. Un parti en ordre de marche pour la présidentielle Il se console avec une nouveauté pour le Rassemblement national : l'obtention beaucoup plus facile cette fois des fameux 500 parrainages, grâce en partie aux bons résultats aux municipales. Qu'importe cette difficulté financière, le Rassemblement national se met en ordre de marche. Il vient ainsi de signer un bail pour un QG de campagne dans le très huppé 16ème arrondissement de Paris. Des salles sont d'ores et déjà réservées pour des meetings. Des voyages dans les Outre-Mer ou à l'étranger, tantôt pour Jordan Bardella, tantôt pour Marine Le Pen sont déjà organisés. Et cela avant le 7 juillet, date du jugement d'appel dans le procès des assistants RN qui dira si oui ou non Marine Le Pen pourra se présenter .. Côté programme, ça n'est pas bouclé Le RN ne fait pas figure d'exception en la matière mais les équipes l'assurent : des livrets, bientôt remis à Marine Le Pen et Jordan Bardella, sont en cours d'élaboration. Pas encore de mesures claires mais des indices mis dans l'atmosphère par des cadres. À priori, l'interdiction d'accès à certains postes aux bi-nationaux, si polémique aux dernières législatives, serait abandonnée. Un référendum sur l'immigration couplé au premier tour des prochaines législatives, serait en réflexion. Quand à l'épineuse question des retraites, on commence déjà à invoquer une situation financière très changeante à l'aune des crises. Objectif, arbitrer pendant l'été avant déclare un conseiller « d'y aller pleine balle à la rentrée ». Deux grandes inconnues à connaître encore d'ici-là, le nom et la provenance de la fameuse banque prêteuse et évidemment l'identité du candidat(e) RN.
Esta edição do Giro 360 analisa os últimos movimentos do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), para fortalecer a estrutura de sua pré-campanha à Presidência da República. Nos últimos dias, o goiano montou um QG em São Paulo e recebeu o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, em um evento político realizado em Goiânia. No segundo bloco, o destaque é a mais recente crise entre o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), e a Câmara Municipal. O Giro 360 é o podcast de política do POPULAR, em parceria com a Rádio CBN Goiânia. Neste episódio, participam o editor da coluna Giro, Caio Henrique Salgado; o subeditor de Notícias do jornal, Júlio Lacerda; e o repórter Rubens Salomão. Para ouvir, é só dar o play.
Au début des années 80, la new wave anglaise s'inspire beaucoup moins des groupes punks qu'ils ont été au départ, que des boîtes à rythme et synthés des artistes Allemands des années 70. Kraftwerk, évidemment, la référence absolue pour Human League, Depeche Mode, Orchestral Manoeuvres in the Dark ou encore Soft Cell.Mais il n'y a pas que Kraftwerk en Allemagne, on ne tarde pas en effet à découvrir des Deutsch Amerikanische Freundschaft, Grauzone, Einstürzende Neubauten… des noms aussi impossibles à prononcer que leur musique l'est, à écouter. Quoique certains sont plus accessibles comme Trio, Rheingold ou Propaganda.Ceux-ci sont de Düsseldorf, une région de bassins industriels qui fait furieusement penser aux Midlands britanniques, ce n'est pas un hasard. Leur idée est claire : allier la rigueur et la froideur mécanique allemande aux mélodies de la pop internationale. Les gars, ils veulent conquérir l'Europe.À Londres, un journaliste musical du nom de Paul Morley, un agitateur d'idées, travaille avec un nouveau label au nom étrange : ZTT Records, Zang Tumb Tuum. Un label lancé par Trevor Horn et sa compagne, Jill Sinclair.Ils viennent justement de triompher avec ABC et la métamorphose de Yes. Trevor Horn des Buggles est devenu le producteur dont tout le monde parle, l'homme capable de transformer une bonne partition en événement mondial. Il vient de racheter un studio construit dans une église, où ont été enregistrés des petits trucs comme We will rock you ou Stairway to heaven et qu'il transforme en QG sonore pour ZTT. C'est son laboratoire personnel, avec ses machines dernier cri, consoles immenses, ingénieurs du son pointus, un endroit où il peut inventer l'avenir car dans les années 80, il n'y a que ça qui marche.Alors on les imagine dans un pub de Notting Hill, juste à côté du studio : Paul Morley lui parle de Propaganda, Horn écoute car ce qu'il entend lui plaît immédiatement, la discipline allemande, des voix singulières, une esthétique forte et donc, un potentiel immense. Propaganda signe chez ZTT et déménage à Londres pour travailler au plus près de cette nouvelle usine à rêves.Les séances sont longues, exigeantes, il leur arrive même d'être un peu tendues car Horn pousse tout au plus loin : les arrangements, les textures de son, la dramaturgie. Le premier essai, Dr. Mabuse, est déjà une réussite : une musique cinématographique, menaçante, spectaculaire. Et puis vient le single Duel, plus mélodique, plus accessible, mais tout aussi travaillé : c'est le carton.Ce qui se joue alors dépasse largement un nouveau succès du label de Trevor Horn : la New Wave n'a plus de frontières. Les idées circulent désormais dans les deux sens entre Düsseldorf, Sheffield, Londres, et même Bruxelles. Avec Paul Morley et deux musiciens de génie, Horn va même créer son propre groupe, atypique, The Art of Noise, ils sont d'ailleurs tous très présents, sur ce titre de Propaganda qu'on entend toujours aussi souvent à la radio, plus de quarante ans après.
[REDIFFUSION] Dans cet épisode, découvrez l'histoire d'un gourou qui a mené une guerre contre les forces de l'ordre. Illuminé au charme magnétique, dangereux pédophile aux allures de rock star, il a entraîné une centaine de personnes dans sa propre version de l'Apocalypse. Son nom : David Koresh. De son enfance difficile au siège militarisé de sa résidence, découvrez son Fabuleux destin. Entre polygamie et croyances religieuses Texas, 28 février 1993. Le vent souffle sur la campagne, en bordure de la ville de Waco. Au milieu de l'herbe sèche et jaunissante et de quelques arbres squelettiques, se dresse une grande propriété toute blanche. C'est le QG des Davidiens, une communauté religieuse en marge de la société. Beaucoup d'histoires circulent sur cette résidence dont l'allure rappelle aussi bien celle d'une villa que d'un complexe industriel. Une centaine de personnes y vivraient dans l'obéissance absolue d'un gourou, et des pratiques criminelles auraient lieu entre ses murs… Mais parmi les rumeurs des habitants de la région, trois mots ont fini par attirer l'attention des autorités : détention d'armes, polygamie et pédophilie… Un podcast Bababam Originals Ecriture : Elie Olivennes Voix : Andréa Brusque Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
durée : 01:26:34 - Les Nuits de France Culture - par : Marc Floriot - En 1997, Kaye Mortley consacrait une émission au "Monument invisible" de Sarrebruck. Sur la place du château, ancien QG de la Gestapo pendant la Seconde Guerre mondiale, l'artiste Jochen Gerz avait retourné 2146 pavés pour les graver des noms de cimetières juifs disparus durant le Troisième Reich. - réalisation : Virginie Mourthé
进群加:jackielygt录制主播:阿甘,AD,遇瑾(作家:《死于精神控制》)本期节目关键时间轴如下:00:00 开场前言与本期节目缘起07:08 郑伟案组织人体qg买卖案21:41 南昌贩肾案32:31 电诈大王佘伦凯47:00 台湾桃园人体QG买卖案53:32 遇瑾的亲身故事:被HSH组织追债的经历74:06 如何逃脱精神控制pua80:25 原生家庭与精神强度
Jeudi 2 avril, jour 3. Comme le printemps semble encore coincé dans les bouchons, la buvette du Pavillon a décidé que c'était encore Noël et a sorti sa plus belle guirlande! On était déjà convaincus par les bières gratuites, mais là, avec l'ambiance cosy, ça va carrément devenir notre QG. […] The post Journal de bord du pavillon #3 first appeared on Radio Vostok.
Neste Episódio: Habemus a 8ª temporada do Comentando no QG entre nós! Para startar daquele jeitão, vamos falar sobre um filme que merece atenção.No episódio de hoje falarei sobre "Tatame", filme que estreia nesta semana e é inspirado em uma história real envolvendo uma judoca que se vê em uma situação complicada envolvendo manter seu objetivo ou seguir as ordens do governo.Se acomodem e venham conferir esse papo super legal sobre um filme que vocês precisam conferir.Apresentação: Paulo RaposoDuração: 17:12Dúvidas, Sugestões, Críticas e Afins: paulo_rapozo@outlook.comCanal The RaposoInstagram: @sr_rapozoTwitter: @paulo_rapozoTikTok: @paulo_rapozo
Dans ce nouvel épisode, on plonge dans l'histoire FASCINANTE (et franchement un peu WTF) des Templiers ⚔️✨Oui oui : des moines… mais version chevaliers armés jusqu'aux dents. Prière + baston = combo inattendu.
Il y a un an, le 19 mars 2025, un séisme politique secouait la Turquie. Le maire d'Istanbul, la plus grande ville du pays, et principal opposant du président Erdogan, était arrêté pour des allégations de corruption, puis incarcéré quatre jours plus tard. Sa détention a déclenché une vague de manifestations massives et une mobilisation inédite dans les rangs de son parti, le CHP, qui dénonce un complot visant à saboter la candidature d'Ekrem Imamoglu à la prochaine présidentielle. Depuis un an, la branche jeunesse du parti est particulièrement mobilisée derrière lui et ne perd pas espoir. Ankara, siège du CHP, Parti républicain du peuple. Özgür Özel, son dirigeant, tient une conférence de presse consacrée à ce qu'il appelle « le gang judiciaire » derrière l'arrestation d'Ekrem Imamoglu et son procès pour « corruption ». Cela fait un an que le maire d'Istanbul, le principal rival de Recep Tayyip Erdogan, est derrière les barreaux. Au fond de la salle, téléphone à la main, Dogukan Koçoglu retranscrit l'événement sur les réseaux sociaux. Sur sa veste de costume bleue, il porte un drapeau rouge orné de six flèches blanches, le symbole du CHP. Il a 23 ans. Il se souvient très bien du 19 mars 2025, le matin de l'arrestation d'Ekrem Imamoglu. « Je ne me suis jamais senti aussi désespéré… J'ai pensé que tout était fini, que ce pays n'avait plus d'avenir », dit-il. Du désespoir à la mobilisation Un an plus tard, ce membre de la branche jeunesse du CHP n'est plus dans le même état d'esprit. Il parle avec excitation des manifestations massives qui ont suivi l'arrestation, puis des rassemblements hebdomadaires du CHP dans tout le pays, jusqu'au 99e, cette semaine, devant la mairie d'Istanbul. « Je sens qu'on est beaucoup plus forts qu'il y a un an. Le CHP, Ekrem Imamoglu, moi, les autres militants… Parce qu'on a quand même traversé des épreuves inimaginables ! Le pouvoir a fait emprisonner une quinzaine de nos maires. Il a même essayé de mettre le parti sous tutelle, mais il a échoué. Au CHP, on est conscients qu'on est à l'aube d'une renaissance, mais que l'accouchement se fait dans la douleur. On attend avec impatience les élections, le jour où ce pouvoir devra rendre des comptes ». « Si on ne fait rien maintenant, demain il ne restera rien à défendre » Cette élection présidentielle aura lieu au plus tard en mai 2028. Mais la candidature d'Ekrem Imamoglu semble plus que compromise. Non seulement il est en prison et accablé par les procès, mais son diplôme universitaire a été annulé la veille de son arrestation au prétexte d'irrégularités, ce qui l'empêche légalement de briguer la fonction suprême. Pourtant, le CHP refuse d'envisager un autre candidat. Okan Apan, rapporteur pour la jeunesse au sein du QG de campagne d'Ekrem Imamoglu, l'explique avec un proverbe turc. « C'est l'histoire du loup qui s'approche du troupeau et dit : "Je ne veux que le bœuf roux, après je vous laisse tranquille". Mais bien sûr, le loup ne cesse de revenir, d'exiger toujours plus… À la fin, il n'y a plus de troupeau. Si on laisse tomber Imamoglu, tout autre candidat sérieux se trouvera empêché à son tour. Ce serait jeter le CHP dans une impasse ». Ce militant signale aussi que les rangs de la branche jeunesse du CHP n'ont fait que croître depuis un an, malgré la répression. « Chez beaucoup de jeunes, il y a ce sentiment très fort que si on ne prend pas de risque maintenant, si on ne fait rien maintenant, demain il ne restera rien à défendre ». D'ici aux élections, le CHP a l'intention de continuer à manifester, mais aussi d'être plus présent sur le terrain, auprès des électeurs. Et notamment auprès des jeunes. À lire aussiTurquie: Ekrem Imamoglu, l'ancien maire d'Istanbul et rival d'Erdogan, face à ses juges
Il y a un an, le 19 mars 2025, un séisme politique secouait la Turquie. Le maire d'Istanbul, la plus grande ville du pays, et principal opposant du président Erdogan, était arrêté pour des allégations de corruption, puis incarcéré quatre jours plus tard. Sa détention a déclenché une vague de manifestations massives et une mobilisation inédite dans les rangs de son parti, le CHP, qui dénonce un complot visant à saboter la candidature d'Ekrem Imamoglu à la prochaine présidentielle. Depuis un an, la branche jeunesse du parti est particulièrement mobilisée derrière lui et ne perd pas espoir. Ankara, siège du CHP, Parti républicain du peuple. Özgür Özel, son dirigeant, tient une conférence de presse consacrée à ce qu'il appelle « le gang judiciaire » derrière l'arrestation d'Ekrem Imamoglu et son procès pour « corruption ». Cela fait un an que le maire d'Istanbul, le principal rival de Recep Tayyip Erdogan, est derrière les barreaux. Au fond de la salle, téléphone à la main, Dogukan Koçoglu retranscrit l'événement sur les réseaux sociaux. Sur sa veste de costume bleue, il porte un drapeau rouge orné de six flèches blanches, le symbole du CHP. Il a 23 ans. Il se souvient très bien du 19 mars 2025, le matin de l'arrestation d'Ekrem Imamoglu. « Je ne me suis jamais senti aussi désespéré… J'ai pensé que tout était fini, que ce pays n'avait plus d'avenir », dit-il. Du désespoir à la mobilisation Un an plus tard, ce membre de la branche jeunesse du CHP n'est plus dans le même état d'esprit. Il parle avec excitation des manifestations massives qui ont suivi l'arrestation, puis des rassemblements hebdomadaires du CHP dans tout le pays, jusqu'au 99e, cette semaine, devant la mairie d'Istanbul. « Je sens qu'on est beaucoup plus forts qu'il y a un an. Le CHP, Ekrem Imamoglu, moi, les autres militants… Parce qu'on a quand même traversé des épreuves inimaginables ! Le pouvoir a fait emprisonner une quinzaine de nos maires. Il a même essayé de mettre le parti sous tutelle, mais il a échoué. Au CHP, on est conscients qu'on est à l'aube d'une renaissance, mais que l'accouchement se fait dans la douleur. On attend avec impatience les élections, le jour où ce pouvoir devra rendre des comptes ». « Si on ne fait rien maintenant, demain il ne restera rien à défendre » Cette élection présidentielle aura lieu au plus tard en mai 2028. Mais la candidature d'Ekrem Imamoglu semble plus que compromise. Non seulement il est en prison et accablé par les procès, mais son diplôme universitaire a été annulé la veille de son arrestation au prétexte d'irrégularités, ce qui l'empêche légalement de briguer la fonction suprême. Pourtant, le CHP refuse d'envisager un autre candidat. Okan Apan, rapporteur pour la jeunesse au sein du QG de campagne d'Ekrem Imamoglu, l'explique avec un proverbe turc. « C'est l'histoire du loup qui s'approche du troupeau et dit : "Je ne veux que le bœuf roux, après je vous laisse tranquille". Mais bien sûr, le loup ne cesse de revenir, d'exiger toujours plus… À la fin, il n'y a plus de troupeau. Si on laisse tomber Imamoglu, tout autre candidat sérieux se trouvera empêché à son tour. Ce serait jeter le CHP dans une impasse ». Ce militant signale aussi que les rangs de la branche jeunesse du CHP n'ont fait que croître depuis un an, malgré la répression. « Chez beaucoup de jeunes, il y a ce sentiment très fort que si on ne prend pas de risque maintenant, si on ne fait rien maintenant, demain il ne restera rien à défendre ». D'ici aux élections, le CHP a l'intention de continuer à manifester, mais aussi d'être plus présent sur le terrain, auprès des électeurs. Et notamment auprès des jeunes. À lire aussiTurquie: Ekrem Imamoglu, l'ancien maire d'Istanbul et rival d'Erdogan, face à ses juges
Au Congo-Brazzaville, la Cour constitutionnelle doit désormais confirmer les résultats annoncés par les autorités : Denis Sassou-Nguesso a été proclamé vainqueur de l'élection présidentielle organisée le 15 mars 2026. Le président sortant est crédité de près de 95% des voix, avec une participation de plus de 84%. Des résultats « qui ne reflètent pas la réalité » selon la plateforme de la société civile Capged, qui avait déployé des observateurs dans les bureaux de vote. Son porte-parole, Bertrand Menier Kounianga, est l'invité de Charlotte Idrac. RFI : Vous parlez d'une « élection Nintendo ». Qu'est-ce que ça veut dire ? Bertrand Menier Kounianga : Une « élection Nintendo », c'est une élection qui a été manipulée de bout au bout par la personne qui a tenu les manettes. Des opérations préparatoires jusqu'au vote, nous avons observé que rien n'était crédible. Et rien ne pouvait rassurer les populations. Cette élection a été marquée par une coupure totale des communications le jour du vote. Internet et téléphone. Qu'est-ce que ça a entrainé comme difficultés pour les électeurs, les candidats et les observateurs ? Pour les candidats, ça a été quand même une affaire très grave parce que ça les a empêchés de coordonner les opérations avec les équipes qui étaient sur place. Et ça a eu pour incidence que la quasi-totalité des candidats de l'opposition n'avaient presque pas d'observateurs ou de délégués dans les bureaux. Maintenant, pour nous, les électeurs, c'était très grave parce que, en même temps que le vote se déroule, nous avons des communications à passer avec nos parents et nous avons observé des cas de maladie, des gens qui sont tombés malades, ils n'ont pas pu appeler l'ambulance et c'est inadmissible. Les associations citoyennes du Capged, avaient déployé des observateurs dans 49 centres de vote de la capitale, Brazzaville. Sur le déroulement des opérations de vote, quels sont les principaux constats qui ressortent des observations sur le terrain ? La majorité des candidats, en dehors du président de la République, n'avaient pas de représentants dans les bureaux de vote. Et la deuxième chose, c'est que les bureaux de vote ont, dans la quasi-totalité, ouvert en retard et fermé plus tôt que prévu. Et nous avons constaté qu'il n'y avait pas d'engouement. Dans plusieurs bureaux, nous avons observé que les gens n'étaient pas motivés. D'ailleurs, le jour de la publication des résultats, il n'y a pas eu une liesse dans la ville, alors que le président de la République a fait un plébiscite. Les autorités ont pourtant annoncé un taux de participation de plus de 84 %. Qu'est-ce que ça vous inspire ? Les taux publiés par les autorités ne traduisent pas ou ne reflètent pas la réalité sur le terrain. Parce que la plupart des médias ou encore des témoins qui étaient sur le terrain vous diront qu'il n'y avait pas d'engouement. Et le taux de participation, tel que nous l'avons vu, ne pouvait pas dépasser 10 %. Cette participation qui est impossible à chiffrer de manière indépendante en raison justement de la coupure des communications… Sur les autres constats, qu'est-ce que vous avez pu observer ? Il y a une problématique de vote multiple, c'est ça ? Oui, il y a une problématique de vote multiple et dans certains bureaux de vote, il nous a été reporté que des militaires qui avaient voté le 12 ont encore voté dans certains bureaux de vote. Et puis les agents publics qui étaient chargés de distribuer les cartes d'électeurs ont fait la rétention de ces cartes. Et ces cartes se sont retrouvées dans les QG du candidat de la majorité. Et le jour du vote, des personnes venaient voter à la place des autres. Et ça fait des doublons. Et ces actes se sont répétés. Il y a eu des bourrages des urnes dans certains centres, nous avons pu les documenter. Et sur la surveillance du dépouillement après les opérations de vote, qu'est-ce que vous avez constaté ? Nous avons constaté qu'il y a eu des bureaux où le dépouillement ne s'est pas effectué sur place. Après la clôture de vote, les agents de l'ordre et les agents de l'administration ont pris les urnes et les ont emportées. Et ça, ça ne peut pas rassurer. Pourquoi ? Parce que ces urnes peuvent être bourrées là où ils sont partis. Et puis notamment, toujours sur le dépouillement, dans beaucoup de centres de vote que nous avons observé, les résultats n'ont pas été publiés. Ce sont des irrégularités graves parce que, à ce moment-là, on se contentera simplement des résultats publiés par les autorités alors que les gens devraient avoir des preuves. Quels sont les points positifs à retenir sur l'organisation de ce scrutin ? Le scrutin s'est déroulé en tout cas sans incident, dans la tranquillité. Par rapport aux autres élections, nous n'avons pas pu documenter des cas de brutalités. Le Capged, dans son communiqué, indique que l'élection n'a été « ni juste, ni équitable, ni transparente ». Est-ce qu'il y aura une suite après cette conclusion ? Nous allons demander un dialogue. Parce que lorsque les autorités sont élues à l'issue d'une élection qui n'est ni crédible ni transparente, ces autorités ne peuvent pas avoir de légitimité. Et donc nous allons demander pendant tout le mandat de convoquer le dialogue. Et pourquoi pas aller vers une transition…
Le 15 mars au soir, le résultat du premier tour des élections municipales au Havre sera parmi les plus attendus. Édouard Philippe aura-t-il engagé une dynamique pour espérer l'emporter une nouvelle fois et rester maire ? La question est d'autant plus déterminante que l'ancien Premier ministre a lié l'avenir de sa candidature à la présidentielle 2027 à sa capacité à se faire réélire. Mais face à lui, deux candidats, le communiste Jean-Paul Lecoq et l'UDR-RN Franck Keller, espèrent bien bousculer le maire sortant. Ce soir-là, Édouard Philippe est face à quelques dizaines de Havrais à son QG pour parler sécurité. Le Havre, Édouard Philippe ne veut pas le quitter sans avoir été réélu. Pour être concentré sur sa campagne électorale, il fait de la boxe deux fois par semaine dans une salle de la ville, il explique que c'est pour « rester calme ». Son calme, il l'affiche dans l'ambiance feutrée de son bureau, malgré ce sondage qui le donne perdant au second tour, battu de justesse par le député communiste Jean-Paul Lecoq, son adversaire déjà en 2020. « J'ai une règle, affirme le maire actuel, c'est que je ne commente pas les sondages. Mais je n'ai jamais considéré qu'une élection au Havre était une élection facile. » Et cette année, elle l'est peut-être encore moins, car un nouvel adversaire pourrait se qualifier pour le second tour et provoquer une triangulaire : Franck Keller, le candidat de l'UDR, le parti d'Éric Ciotti, soutenu par le RN, actuellement conseiller municipal de Neuilly-sur-Seine, arpente les rues du centre-ville à la rencontre des habitants. Édouard Philippe a lié sa candidature à la présidentielle à sa victoire au Havre, alors Franck Keller se dit qu'il peut faire d'une pierre deux coups : « On le sait bien, on va faire un strike. Moi, je suis certain qu'il ne sera pas candidat à l'élection présidentielle. » De l'autre côté de l'échiquier politique, Jean-Paul Lecoq fait le même constat : « Les gens se servent du Havre comme marchepied pour une ambition personnelle. » À lire aussiÉdouard Philippe: la rupture à tout prix Un bilan national qui rattrape le maire sortant Sur le marché de la Mare Rouge, Jean-Paul Lecoq appuie là où ça fait mal pour Édouard Philippe : « Il a réussi à montrer une image détestable du président de la République en demandant qu'il démissionne avant l'heure. Pour quelqu'un qui a été nommé Premier ministre par ce président, c'est étonnant. Les gens nous le disent », confie-t-il. Face à ces attaques, Édouard Philippe garde son calme… encore. « Moi, je ne suis pas là pour combattre un candidat. Eux, ils sont manifestement là pour me combattre moi, affirme le maire sortant. Ils ont le droit. Moi, je suis là pour expliquer aux Havrais ce que je pense utile pour Le Havre dans les six ans qui viennent. Et je ne parle que de ça. » Mais quand ses équipes vont sur le terrain en porte-à-porte, le maire est rattrapé par son bilan national. « Édouard Philippe, par exemple, je viens de me prendre une prune parce que je roule à 87 km/h, s'agace un habitant. Eh bien merci Monsieur Édouard Philippe, parce que 80 km/h, c'est grâce à lui ! » Du ressentiment chez certains et de la satisfaction chez d'autres. Alors pour convaincre, Édouard Philippe ravive sa fibre havraise : « Moi, mes tripes, elles ont un goût d'eau salée. Je n'envisage pas de faire de la politique locale ailleurs qu'au Havre. » Édouard Philippe met ses tripes sur la table pour ne pas perdre, et le Havre, et son avenir national. À lire aussiNotre dossier sur les élections municipales 2026
Le numéro 4 de la revue Nous. publiée par le QG décolonial contient un dossier consacré à la vaste question des rapports entre religion et émancipation. La belle couverture, sur laquelle un Marx revêtu d'une coiffe orientale fume une pipe d'où sort une épaisse fumée, transforme le point de départ obligé de toute réflexion sur le sujet en mot d'ordre affiché d'emblée, avec ce titre : Légalisons l'opium du peuple ! L'interprétation habituelle à gauche du phénomène religieux comme aliénation est immédiatement prise à contrepied − sachant que le texte de jeunesse dans lequel #Marx assimilait la religion à "l'opium du peuple" est beaucoup plus riche et nuancé qu'on ne le croit d'ordinaire. Il faut bien sûr, dit Louisa Yousfi dans son éditorial, reconnaître la fécondité historique des idéaux issus des Lumières que sont le matérialisme, le rationalisme, la laïcité. Mais "la gauche occidentale accrochée à ses fétiches d'émancipation s'est faite prêtresse d'une autre foi : celle qui nous enferme dans un monde sans transcendance, sans dehors, sans autre horizon que la répétition de la machine", et "ce paradigme qui a nourri les révolutions européennes "s'est retourné par la logique coloniale, contre les peuples indigènes". Aujourd'hui, "tout force politique qui persiste à croire que Dieu est une faiblesse du peuple qu'il faudrait éduquer aux valeurs des Lumières se trompe d'époque". Et, comme le conclut Félix Boggio Ewangé-Epée au terme d'un remarquable article au titre on-ne-peut-plus clair, "Une gauche décoloniale doit être post-séculariste et post-matérialiste", "toute action politique émancipatrice est sans doute une politique de transcendance. Même quand elle ne se revendique d'aucune religion ou spiritualité, elle vient ouvrir des espaces de sens là où règne une compréhension stérile et convenue des intérêts des uns et des autres". Pour cet épisode d'On s'Autorise à Penser, #JulienThéry reçoit l'un des contributeurs du 4e numéro de Nous, Yazid Arifi, et un autre membre du QG déclolonial, Wissam Xelka, qui est aussi membre de Zawa Prod. ▶ Soutenez Le Média :
Shannon Sharpe, Chad “Ochocinco” Johnson and Iso Joe Johnson react to the Detroit Pistons going into Maddison Square Garden and blowing out the New York Knicks behind Cade Cunningham’s sensational performance, Cade Cunningham tells QG that he is the best American in the NBA, and Joel Embiid says he would trade his MVP for 1 full healthy post season run and much more! Subscribe to Nightcap presented by PrizePicks so you don’t miss out on any new drops! Download the PrizePicks app today and use code SHANNON to get $50 in lineups after you play your first $5 lineup! Visit https://prizepicks.onelink.me/LME0/NI...8:49 - Pistons beat Knicks33:40 - Cade Cunningham told GQ hes the best American player in the NBA50:05 - Joel Embiid says he would trade his MVP for 1 full season run (Timestamps may vary based on advertisements.) #ClubSee omnystudio.com/listener for privacy information.
700 agents vont quitter l'État du Minnesota. Le « tsar de la frontière » Tom Homan a annoncé ce mercredi (4 février 2026) le retrait d'agents impliqués dans les opérations d'arrestation de migrants. Il en resterait quelque 2000 dans cet État. Tom Homan avait été envoyé à Minneapolis la semaine dernière pour prendre en main les opérations de la police de l'immigration dans cette ville, suite à la mort d'Alex Pretti, tué par des agents de la police aux frontières. Donald Trump a affirmé dans une interview au média NBC que la décision du retrait de ces agents était la sienne et que, tout en voulant rester « dur », il a dit qu'il fallait une approche « plus douce ». À Minneapolis, où la police de l'immigration mène d'intenses opérations depuis décembre, l'annonce du retrait de 700 agents de l'ICE est vue comme un pas dans la bonne direction, mais elle est très loin de satisfaire les habitants. Reportage du correspondant de RFI au Minnesota Edward Maille, qui s'est rendu à une manifestation devant le QG de l'ICE à Minneapolis. Le témoignage de Camilo Castro, détenu 5 mois au Venezuela Il a été séquestré, torturé, accusé d'espionnage… Après 5 mois de détention au Venezuela, le Français Camilo Castro a été libéré en novembre 2025. Originaire de Toulouse, dans le sud-ouest de la France, il vivait en Colombie depuis plusieurs années. En juin 2025, il a été arrêté à la frontière vénézuélo-colombienne où il se rendait, comme toujours, pour faire tamponner son visa. Sa famille n'aura plus de nouvelles de lui pendant trois semaines. Désormais libre, Camilo Castro revient sur ses conditions de détention auprès de Carlotta Morteo. L'interview complète ici. En Haïti, quel avenir pour ceux qui ont défendu le CPT ? Comme chaque jeudi, le rédacteur en chef du Nouvelliste décrypte l'actualité haïtienne. Dans l'édito du jour, et à l'approche de la fin du Conseil présidentiel de transition, il se demande ce qui va advenir de cette classe politique « qui n'est pas astreinte au résultat, qui ne s'occupe pas des préoccupations de la population, mais qui veut garder le pouvoir ». Le Nouvelliste suggère la mise en place d'un pacte pour la démocratie. Au Venezuela, la loi d'amnistie générale présentée à l'Assemblée nationale La loi d'amnistie est au programme de l'Assemblée nationale vénézuélienne ce jeudi 5 février 2026. Dans les colonnes du quotidien El Nacional, Jorge Rodriguez, le président chaviste du Parlement vénézuélien, l'assure : ce projet d'amnistie accélèrera le dialogue politique souhaité par le gouvernement de Delcy Rodriguez. Selon lui, les partis d'opposition ont été consultés, et l'objectif, c'est de créer un consensus pour que le projet de loi puisse être approuvé à l'unanimité. Mais les promesses du gouvernement de Delcy Rodriguez soulèvent déjà de nombreuses inquiétudes à Caracas et dans le reste du pays. Le média d'opposition Tal Cual rapporte l'appel d'une vingtaine d'associations vénézuéliennes de défense des droits de l'homme à intégrer les organisations internationales au processus d'amnistie, comme la Cour pénale internationale ou le Haut-Commissariat des Nations unies aux droits de l'homme. Ces associations rappellent que l'amnistie n'est ni l'oubli ni le pardon mais plutôt « un outil exceptionnel, inscrit dans les normes internationales et qui vise à la libération des personnes injustement persécutées ». Malgré tout, l'évocation de cette loi d'amnistie s'étend dans la région, comme le révèle l'édition américaine d'El País. Elle rapporte les propos de plusieurs militants cubains. Selon eux, « ce qui se passe au Venezuela montre que la pression internationale peut générer des changements concrets. Il est temps d'intensifier les revendications envers Cuba ». Cuba une nouvelle fois dans le noir La cinquième coupure d'approvisionnement généralisée sur l'île depuis 2024, rappelle le média argentin Infobae. Depuis hier soir (4 février 2026), Santiago, la deuxième ville du pays, est paralysée. Plus de 3 millions de Cubains sont touchés. Le gouvernement peine à faire repartir ses infrastructures énergétiques vétustes et le contexte international est de plus en plus défavorable. Le pays est confronté à de grosses pénuries de pétrole depuis la capture de Nicolás Maduro, allié de La Havane. L'agence de presse cubaine Prensa Latina rapporte d'ailleurs les inquiétudes concernant l'aide mexicaine, un des derniers soutiens de l'île. Washington a ordonné à Mexico de cesser de livrer du pétrole à Cuba. « Une situation humanitaire extrêmement préoccupante et qui risque de s'aggraver, voire de s'effondrer », selon le secrétaire général des Nations unies Antonio Guterres, « si les États-Unis continuent à accentuer la pression ». Les premiers effets de l'alliance entre Gustavo Petro et Donald Trump Après la première rencontre entre les présidents Donald Trump et Gustavo Petro cette semaine, une alliance a été actée entre Washington et Bogota. Et elle produit déjà des effets : le média colombien centriste El Espectador en liste quelques-uns : le bombardement par l'armée de Caracas de l'ELM, l'un des plus importants groupes armés de Colombie dans le Catatumbo, la région frontalière du Venezuela. Il a fait au moins sept morts. Autre effet de cette alliance avec Washington : la fin des pourparlers de paix annoncés par le Clan del Golfo, un cartel colombien impliqué dans la lutte armée. Tout cela montre, selon El Espectador, le changement de discours du président Gustavo Petro et le durcissement de sa stratégie de sécurité, lui qui a été élu sur la promesse de la paix totale. Une promesse remise en question par cette alliance avec Trump selon le quotidien El Tiempo, pour qui la normalisation des relations avec les États-Unis n'est visiblement pas compatible avec des pourparlers stables avec les groupes armés. La 1ère Présenté par Benoit Ferrand. Après avoir « fait la chasse » aux armes à feu, le préfet de la Martinique veut désormais s'attaquer à ceux qui les vendent.
Les élections municipales approchent et le Bocal de Marsactu se mue en débrief de campagne. Pour ce premier épisode spécial, on plante le décor avec un tour d'horizon des candidats en lice à Marseille, mais également des casseroles qu'ils se traînent à l'unanimité. Nos journalistes décortiquent aussi l'utilisation de l'expression "syndrome de Stockholm" par un acteur de premier ordre de la scène politique locale. Enfin, nous vous emmenons dans les QG de campagne, du moins quand ils existent.S'abonner à la newsletter du BocalFaire un don à MarsactuS'abonner à MarsactuHabillage sonore : Ici ThomasVisuel : Check Ça !Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
[REDIFFUSION] Dans cet épisode, découvrez l'histoire d'un gourou qui a mené une guerre contre les forces de l'ordre. Illuminé au charme magnétique, dangereux pédophile aux allures de rock star, il a entraîné une centaine de personnes dans sa propre version de l'Apocalypse. Son nom : David Koresh. De son enfance difficile au siège militarisé de sa résidence, découvrez son Fabuleux destin. Entre polygamie et croyances religieuses Texas, 28 février 1993. Le vent souffle sur la campagne, en bordure de la ville de Waco. Au milieu de l'herbe sèche et jaunissante et de quelques arbres squelettiques, se dresse une grande propriété toute blanche. C'est le QG des Davidiens, une communauté religieuse en marge de la société. Beaucoup d'histoires circulent sur cette résidence dont l'allure rappelle aussi bien celle d'une villa que d'un complexe industriel. Une centaine de personnes y vivraient dans l'obéissance absolue d'un gourou, et des pratiques criminelles auraient lieu entre ses murs… Mais parmi les rumeurs des habitants de la région, trois mots ont fini par attirer l'attention des autorités : détention d'armes, polygamie et pédophilie… Un podcast Bababam Originals Ecriture : Elie Olivennes Voix : Andréa Brusque Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Les futurs cosmonautes Gédéon Burnemauve et Albert Tunouslé s'entraînent dans un simulateur de vol, découvrant les effets de l'apesanteur et les défis de leur mission. Pendant ce temps, le colonel gère un chaos administratif et téléphonique au QG. Zorbec Legras appelle De Guerlasse. Il lui révèle qu'il a déjà retrouvé le professeur et qu'il a plusieurs longueurs d'avance, au grand dam du colonel.*** Fiction radiophonique de Pierre Dac et Louis Rognoni - Producteur : Jean Bardin - Réalisation : Jean Wilfrid Garrett - Avec : Pierre Dac, José Artur, Héléna Bossis, Roger Carel, Claude Dasset, Alain Rolland - Première diffusion : 26/10/1971 sur France Inter - Un podcast INA
Quatre-vingt deuxième épisode de Jeux d'Ombres, le podcast d'Ombres Portées 2.0 consacré aux parties jouées de Shadowrun. Cet épisode poursuit la campagne Netzgewitter située à Berlin en 2080, jouée avec Shadowrun : Anarchy.Dans les épisodes précédents : Tandis que Wizzle s'enfonce dans les égouts du Kreuzbasar à la suite d'une goule pour entrer en contact avec la communauté d'infectés, DMG et Gentle cherchent à percer les intentions des Shaders. Leur enquête les conduit à Gropiusstadt, ancien projet utopique devenu le QG de la Horde. Un puissant gang berlinois qui, pour une raison encore obscure, a choisi de prêter main forte au Vieux Fritz.Vous pouvez trouver sur la Matrice un plan de Caligarikiez et un de ses alentours.Remerciements particuliers à Scott Buckley (https://www.scottbuckley.com.au) dont nous utilisons les morceaux accessibles sous licence CC-BY 4.0.Crédits :Andreas AAS Schroth pour les illustrations de Netzgewitter et notamment la vignette de cette série de podcasts.Pegasus Press, éditeur allemand de Shadowrun et de la campagne Netzgewitter.Catalyst Game Labs, éditeur de Shadowrun.Black Book Editions, éditeur français de Shadowrun et de Shadowrun : Anarchy dont les règles sont utilisées dans cette série de podcast.Shadowrun et la Matrice sont des marques déposées et / ou des marques de fabrique de The Topps Company, Inc. aux États-Unis et / ou dans d'autres pays.
Quatre-vingt deuxième épisode de Jeux d'Ombres, le podcast d'Ombres Portées 2.0 consacré aux parties jouées de Shadowrun. Cet épisode poursuit la campagne Netzgewitter située à Berlin en 2080, jouée avec Shadowrun : Anarchy.Dans les épisodes précédents : Tandis que Wizzle s'enfonce dans les égouts du Kreuzbasar à la suite d'une goule pour entrer en contact avec la communauté d'infectés, DMG et Gentle cherchent à percer les intentions des Shaders. Leur enquête les conduit à Gropiusstadt, ancien projet utopique devenu le QG de la Horde. Un puissant gang berlinois qui, pour une raison encore obscure, a choisi de prêter main forte au Vieux Fritz.Vous pouvez trouver sur la Matrice un plan de Caligarikiez et un de ses alentours.Remerciements particuliers à Scott Buckley (https://www.scottbuckley.com.au) dont nous utilisons les morceaux accessibles sous licence CC-BY 4.0.Crédits :Andreas AAS Schroth pour les illustrations de Netzgewitter et notamment la vignette de cette série de podcasts.Pegasus Press, éditeur allemand de Shadowrun et de la campagne Netzgewitter.Catalyst Game Labs, éditeur de Shadowrun.Black Book Editions, éditeur français de Shadowrun et de Shadowrun : Anarchy dont les règles sont utilisées dans cette série de podcast.Shadowrun et la Matrice sont des marques déposées et / ou des marques de fabrique de The Topps Company, Inc. aux États-Unis et / ou dans d'autres pays.
Réécoutez FG mix invite Le Grand Hôtel Dinard avec désirs de Voyages du mercredi 21 janvier 2026 L'Hôtel Barrière Le Grand Hôtel est un hôtel 5 étoiles construit en 1858. Cet établissement emblématique, situé face à la plage de l'Écluse à Dinard, a été rénové par l'architecte Alexandre Danan. Cet établissement capture l'âme balnéaire chic de la Côte d'Émeraude, entre villas victoriennes et vue sur Saint-Malo.Depuis la façade Belle Époque, l'hôtel semble flotter au-dessus de la baie de la Vicomté, avec en toile de fond les remparts de Saint‑Malo. À l'intérieur, les espaces rénovés mêlent élégance balnéaire, tons beiges et bleus profonds, grandes baies vitrées et lumière atlantique, dans une ambiance glamour mais très feutrée, idéale pour une parenthèse chic au bord de l'eau.Les 86 chambres et suites déclinent un style balnéaire chic, tissus doux et détails marins. Certaines ouvrent sur le jardin privé, d'autres sur les hauteurs de Dinard ou sur la mer, avec une atmosphère intime qui invite à rester en peignoir en regardant les marées.Le restaurant Le George V, piloté par le chef Wilfried Lacaille, propose une cuisine de partage inspirée de la région, où produits bretons, poissons, fruits de mer et légumes locaux s'invitent dans des assiettes conviviales servies face à la mer. Le 333 Café et sa terrasse deviennent le QG des fins de journée pour un thé, un cocktail ou un verre de vin, avec vue sur la baie et la promenade du Clair de Lune.Côté détente, le Spa Shiseido propose piscine chauffée, sauna, hammam et soins visage avec cérémonies inspirées du concept japonais du Qi pour une parenthèse sensorielle exceptionnelle.Le Grand Hôtel Dinard 46 avenue George V, Dinard https://www.hotelsbarriere.com/dinard/le-grand-hotel-dinardDésirs de Voyages - Le magazine de l'art de vivre en voyage. https://www.desirs-de-voyages.fr/Sélection et mix par Belle Boutique ParisSoundcloud : @belleboutique
- Luật Xây dựng (sửa đổi): Cải cách thủ tục và nâng cao năng lực quản lý, tạo điều kiện cho người dân và doanh nghiệp- Phỏng vấn ông Trần Phúc Minh Khôi, Phó TGĐ Công ty cổ phần Posrtcoast về ứng dụng công nghệ BIM, GIS tạo đột phá trong quản lý đầu tư công trình- Khoa học- công nghệ- đòn bẩy đưa Khánh Hòa trở thành cực tăng trưởng QG.
Salut à toutes et à tous, j'espère que vous allez bien ?Eh oui, me revoilà, un an plus tard, un an sans épisode… L'année 2025 a été encore très, très chargée, remplie de belles choses, mais aussi de challenges personnels et professionnels.C'est la voix tremblotante et un peu enrhumée que je prends le temps, comme les années précédentes, de faire le point avec vous, de vider mon sac et de vous partager ce qu'il s'est passé pour moi cette année.Je vous partage aussi mes idées et envies pour cette nouvelle année 2026 qui, je le sens, va aussi être riche en émotions et en photos.Je suis fière de mon évolution et du parcours que je fais en photo également. J'espère réussir à vous transmettre ma passion et vous donner, vous aussi, l'envie de ne rien lâcher.0:00 • Introduction et comment ça va vraiment ?04:00 • Que s'est-il passé en 2025 ?29:00 • Point statistiques32:00 • Les projets envisagés pour 202640:00 • La FAQ annuelle47:00 • RemerciementsCe que je cite :L'article de Lomo : https://www.lomography.fr/magazine/356487-elisztomania-entre-instinct-lumiere-et-pellicules-doucesLa vidéo de Willem : https://youtu.be/ILUxZvENY5M?si=CEooewU6OAi6q-yrMes inspirations photo : Martin Parr ; Sarah Van Rij ; Sissi Lu ; Paulie B.Je remercie, une nouvelle fois, toutes celles et ceux qui écoutent ce podcast. Ça me fait toujours autant plaisir.Christophe, Benjamin, Corentin, pour l'aide au quotidien et les aventures photo.Biche, pour les collaborations, la confiance et nos longues conversations dans ta belle boutique.Chems et Sacha pour leur confiance pour leur mariage.Pascal et Tristan pour le prêt d'appareils photo de fou en attendant que le mien soit réparé.Mes modèles cette année : Nina, Barbara et Kriss.Mes copains qui sont venus à Lyon : Cook, Zatax, Hugo PDV.Les copains lyonnais aussi, avec qui j'ai pu faire des sorties : Gautier et Jérémy.Les copains parisiens que j'ai pu croiser cet été : Vinaigre, Axel et Victor, Marion, Manon, Lola, Lena, Mono et Driss pour m'avoir prêté leur appart.Mes amis et collègues qui sont là toute l'année et pendant toutes mes phases : Colin, qui m'a coachée et formée pour les concours ; mes chefs Lionel et Carole, qui ont cru en moi ; et aussi Éric, Timothé, Didier, Guillaume, et tous mes nouveaux collègues : Claire, Pioupiou, JB, Mouayad, Fadi, Manu, Alex, Karine, et tout particulièrement Loïc, mais aussi tous mes nouveaux collègues.Les copains des Ateliers de Marinette, le QG lyonnais pour les argenteux : Rémi, Rémy, Darius, Guillaume et Thibault.Les copains de chez PhotoLix aussi : Manon et Gab.Merci aussi à Lomography France pour la première collab.Je vous souhaite encore mes meilleurs vœux pour 2026, que tout ce que vous souhaitez se réalise, la santé et la joie.Pochette de l'épisode par Léo Rivoiron.À très bientôt pour un nouvel épisode !Prenez soin de vous ❤️Lots of love,Elise ✨
Plongez dans le chaos hilarant de Monstres et Méchants où rénover un QG tourne au désastre magique spectaculaire !
« 31 personnes sous mandat de dépôt », titre le journal Béninois La Nouvelle Tribune. Les mis en cause ont été mis en examen pour plusieurs chefs d'accusation, notamment « trahison », « assassinat » et « attentat à la sûreté de l'État » détaille le média. Il souligne que « La majorité des personnes poursuivies appartiendrait aux forces armées, selon des sources proches du dossier. À l'issue de leur comparution devant le juge des libertés et de la détention, les trente et une personnes présentées ont été déposées en prison, dans l'attente de la suite de la procédure ». Toujours au Bénin, le quotidien La Nation commente aussi ces dernières péripéties : « Dès les premières heures après le putsch manqué, dimanche 7 décembre, Patrice Talon, président de la République promettait que l'acte ne resterait pas impuni. Cette promesse sera tenue. L'enquête judiciaire ouverte à cet effet connait déjà une évolution considérable ». Jeune Afrique précise pour sa part que les recherches continuent, notamment autour des éventuels soutiens que les mutins auraient pu recevoir de l'extérieur. Cette tentative de putsch avortée au Bénin, tout comme le Coup d'État du 26 novembre dernier en Guinée-Bissau, étaient aussi au centre de l'attention de la Cédéao dimanche dernier. Au centre de l'attention, ou pour le dire autrement « l'un des plats de résistance du menu servi aux dirigeants de la Communauté économique des États de l'Afrique de l'ouest » commente Wakatsera dans un édito. Alors qu'un sommet ordinaire s'est tenu dimanche à Abuja au Nigeria, « la Cédéao n'a pas répondu aux attentes des peuples », « Surtout celles des Bissau-Guinéens ! » commente le média burkinabé, « Alors qu'elle a fait preuve d'une fermeté sans une once de tergiversation contre les militaires qui ont essayé de renverser le président Patrice Talon, l'organisation, comme pour défendre jalousement son surnom peu flatteur de "syndicat des chefs d'État", a pratiquement abandonné la Guinée-Bissau à son sort ». La Cédéao a demandé le retour à l'ordre constitutionnel, mais des questions persistent : « De quel ordre constitutionnel parle la Cédéao, alors qu'elle ne fait pas de la publication des résultats des élections du 23 novembre, une priorité ? » interroge le média. En résumé pour Wakatsera : « Une fois de plus, la Cédéao semble avoir raté le coche. (...) En français facile, on parlera de "deux poids deux mesures", ou plus trivialement, on dira que pour la Cédéao, le Bénin n'est pas la Guinée-Bissau ». La Cédéao a aussi annoncé la création prochaine d'une Brigade antiterroriste. Et ça fait encore réagir la presse Africaine. Dans un édito, Ajourd8.net revient sur cette annonce : « D'ici fin 2026, c'est un corps qui se chargera de guerroyer contre les terroristes ». Reste que les interrogations sont là encore nombreuses… Le média Burkinabé en liste plusieurs : Combien d'hommes composera cette Brigade ? Comment sera-t-elle financée ? Où sera son QG ? Comment va-t-elle opérer ?. « Il faudra forcément qu'elle collabore avec l'AES, pour une solution holistique (…) pour le bien des peuples de l'Afrique de l'Ouest. Le divorce consommé, il faut cesser tout ce qui est superflu pour se concentrer sur ce problème majeur ». Narendra Modi, Premier ministre indien, en visite d'État en Éthiopie Deux jours à Addis-Abeba, « New Delhi cherche à renforcer sa présence en Afrique face à la Chine, en s'appuyant sur un partenaire stratégique récemment devenu membre des Brics » analyse Afrik.com. Ce déplacement est le premier en Éthiopie pour Narendra Modi, et le premier pour un Premier ministre indien depuis 15 ans. « Les discussions avec le Premier ministre d'Éthiopie Abiy Ahmed se concentrent sur l'investissement et la cybersécurité », souligne l'Ethiopian News. L'agriculture est une priorité essentielle car elle soutient 80% des moyens de subsistance de l'Éthiopie. En parallèle, le pays cumule plusieurs atouts politiques et économiques : siège de l'Union africaine, nouveau membre des Brics, position géostratégique clé dans la Corne de l'Afrique. Mais aussi un potentiel important en ressources minières encore insuffisamment exploitées. De quoi attirer l'attention des grandes puissances émergentes, comme l'Inde, commente Afrik.com.
« 31 personnes sous mandat de dépôt », titre le journal Béninois La Nouvelle Tribune. Les mis en cause ont été mis en examen pour plusieurs chefs d'accusation, notamment « trahison », « assassinat » et « attentat à la sûreté de l'État » détaille le média. Il souligne que « La majorité des personnes poursuivies appartiendrait aux forces armées, selon des sources proches du dossier. À l'issue de leur comparution devant le juge des libertés et de la détention, les trente et une personnes présentées ont été déposées en prison, dans l'attente de la suite de la procédure ». Toujours au Bénin, le quotidien La Nation commente aussi ces dernières péripéties : « Dès les premières heures après le putsch manqué, dimanche 7 décembre, Patrice Talon, président de la République promettait que l'acte ne resterait pas impuni. Cette promesse sera tenue. L'enquête judiciaire ouverte à cet effet connait déjà une évolution considérable ». Jeune Afrique précise pour sa part que les recherches continuent, notamment autour des éventuels soutiens que les mutins auraient pu recevoir de l'extérieur. Cette tentative de putsch avortée au Bénin, tout comme le Coup d'État du 26 novembre dernier en Guinée-Bissau, étaient aussi au centre de l'attention de la Cédéao dimanche dernier. Au centre de l'attention, ou pour le dire autrement « l'un des plats de résistance du menu servi aux dirigeants de la Communauté économique des États de l'Afrique de l'ouest » commente Wakatsera dans un édito. Alors qu'un sommet ordinaire s'est tenu dimanche à Abuja au Nigeria, « la Cédéao n'a pas répondu aux attentes des peuples », « Surtout celles des Bissau-Guinéens ! » commente le média burkinabé, « Alors qu'elle a fait preuve d'une fermeté sans une once de tergiversation contre les militaires qui ont essayé de renverser le président Patrice Talon, l'organisation, comme pour défendre jalousement son surnom peu flatteur de "syndicat des chefs d'État", a pratiquement abandonné la Guinée-Bissau à son sort ». La Cédéao a demandé le retour à l'ordre constitutionnel, mais des questions persistent : « De quel ordre constitutionnel parle la Cédéao, alors qu'elle ne fait pas de la publication des résultats des élections du 23 novembre, une priorité ? » interroge le média. En résumé pour Wakatsera : « Une fois de plus, la Cédéao semble avoir raté le coche. (...) En français facile, on parlera de "deux poids deux mesures", ou plus trivialement, on dira que pour la Cédéao, le Bénin n'est pas la Guinée-Bissau ». La Cédéao a aussi annoncé la création prochaine d'une Brigade antiterroriste. Et ça fait encore réagir la presse Africaine. Dans un édito, Ajourd8.net revient sur cette annonce : « D'ici fin 2026, c'est un corps qui se chargera de guerroyer contre les terroristes ». Reste que les interrogations sont là encore nombreuses… Le média Burkinabé en liste plusieurs : Combien d'hommes composera cette Brigade ? Comment sera-t-elle financée ? Où sera son QG ? Comment va-t-elle opérer ?. « Il faudra forcément qu'elle collabore avec l'AES, pour une solution holistique (…) pour le bien des peuples de l'Afrique de l'Ouest. Le divorce consommé, il faut cesser tout ce qui est superflu pour se concentrer sur ce problème majeur ». Narendra Modi, Premier ministre indien, en visite d'État en Éthiopie Deux jours à Addis-Abeba, « New Delhi cherche à renforcer sa présence en Afrique face à la Chine, en s'appuyant sur un partenaire stratégique récemment devenu membre des Brics » analyse Afrik.com. Ce déplacement est le premier en Éthiopie pour Narendra Modi, et le premier pour un Premier ministre indien depuis 15 ans. « Les discussions avec le Premier ministre d'Éthiopie Abiy Ahmed se concentrent sur l'investissement et la cybersécurité », souligne l'Ethiopian News. L'agriculture est une priorité essentielle car elle soutient 80% des moyens de subsistance de l'Éthiopie. En parallèle, le pays cumule plusieurs atouts politiques et économiques : siège de l'Union africaine, nouveau membre des Brics, position géostratégique clé dans la Corne de l'Afrique. Mais aussi un potentiel important en ressources minières encore insuffisamment exploitées. De quoi attirer l'attention des grandes puissances émergentes, comme l'Inde, commente Afrik.com.
durée : 00:17:27 - Bienvenue chez vous, en cuisine - Ouvert en octobre 2025 à Saint-Paul-lès-Romans, le QG a rapidement trouvé sa place dans le cœur des épicuriens locaux. Ce lieu, jeune et chaleureux, incarne l'esprit de la convivialité avec une touche d'exotisme dans les assiettes. Explications. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:17:27 - Ouvert en octobre 2025 à Saint-Paul-lès-Romans, le QG a rapidement trouvé sa place dans le cœur des épicuriens locaux. Ce lieu, jeune et chaleureux, incarne l'esprit de la convivialité avec une touche d'exotisme dans les assiettes. Explications. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
C'est une victoire «écrasante», selon Donald Trump qui s'est empressé de féliciter son allié. Le parti de Javier Milei, La Libertad avanza, a récolté 41% des suffrages exprimés contre 32% pour l'opposition péroniste de centre gauche, lors des élections législatives partielles. Après des semaines de turbulences financières et l'intervention des États-Unis, Javier Milei s'en est sorti par le haut. Son parti arrive en tête dans les deux-tiers des provinces du pays, et notamment dans celle de Buenos Aires, qui concentre 40% de la population argentine et qui est un bastion traditionnel du péronisme. «Malgré une participation en berne et une économie qui tourne au ralenti, et après deux années d'austérité draconienne, Javier Milei enregistre une victoire personnelle car ces élections législatives s'étaient converties en véritable plébiscite sur sa personne», détaille Théo Conscience, le correspondant de RFI à Buenos Aires. «Le peuple argentin approuve le plan économique» de Javier Milei, estime Erica, une militante de la Libertad Avanza rencontrée devant le QG de campagne de Javier, Milei hier soir. «Il faut continuer avec l'équilibre des comptes publics et la baisse de l'inflation. Il faut continuer sur cette voie». «Javier Milei sort de ce scrutin renforcé, mais il n'aura pas les mains totalement libres», précise Théo Conscience. Avec ses alliés, il va contrôler un tiers de la chambre des députés, ce qui lui permettra de gouverner par décret et de blinder ses vetos présidentiels, donc de maintenir sa politique d'austérité. Le président n'aura en revanche pas la majorité absolue nécessaire pour avancer sur ses réformes, du système fiscal et du marché de travail notamment. Il va devoir nouer des alliances. Cela fait d'ailleurs partie des conditions posées par Donald Trump en échange du soutien financier du Trésor américain. La lourde défaite de Cristina Kirchner Pour Clarin, «une grande partie de la société n'a pas voté par peur de l'avenir, mais par peur du présent». Peur d'encore plus d'instabilité économique et politique. Les Argentins ne veulent pas que les règles du jeu changent à nouveau, estime le quotidien. Alors même si «la société souffre actuellement», les Argentins ont «décidé de parier» sur Javier Milei, «sur cette expérience politique face à la pauvreté de ce que proposait l'opposition qui se résumait à une seule consigne», poursuit Clarin : «freiner ou si possible, en finir avec l'actuel gouvernement». Le journal se montre très critique envers le péronisme «figé depuis longtemps dans des catégories idéologiques» dont il ne parvient pas à sortir pour recomposer son offre politique et se rendre attractif. Faute de prendre en compte la nouvelle réalité, «les slogans du passé ne sont plus que des coquilles vides», insiste Clarin. La Nacion aussi tire à boulets rouges sur le péronisme, et plus précisément sur l'ancienne présidente Cristina Kirchner. «Elle est le résultat de la construction d'un récit, et pas le résultat du constat d'une réalité tangible», estime le quotidien. «Ja» pour sa mauvaise gestion des ressources publiques, souligne La Nacion qui juge qu'elle devrait désormais appartenir définitivement au passé. «Le péronisme est devenu un projet politique de néophytes alors que c'était auparavant l'organisation politique la plus audacieuse quand il s'agissait de conquérir le pouvoir», poursuit le journal qui met en garde : «Le somnanbulisme politique des kirchnéristes constitue un sérieux obstacle au projet de retour au pouvoir du péronisme.» Ivan Cepeda, possible dauphin du président colombien Environ 2,7 millions de Colombiens se sont rendus aux urnes hier (26 octobre 2025) pour la primaire ouverte organisée par le «pacto historico», la coaliton gouvernementale de gauche, relève El Espectador, ce qui, selon La Semana, fait dire à la gauche que ce scrutin est une victoire quand la droite juge que c'est un échec. En effet, plus de 2 millions d'électeurs, c'est bien mais pas assez pour remporter la présidentielle de 2026. La gauche doit s'unir, analyse le journal. Avant le premier tour, prévu le 31 mai, Ivan Cepeda, philosophe et défenseur des droits âgé de 63 ans et ennemi déclaré de l'influent ex-président de droite Alvaro Uribe, devra affronter d'autres figures de gauche lors de prochains scrutins afin de désigner un candidat unique. Pour El Espectador, la primaire d'hier a au moins permis au camp de Gustavo Petro de savoir où il se situe. Il peut désormais tracer «la route à suivre pour entretenir l'agitation électorale» et nourrir «les différents narratifs de la campagne, qui incluent les discours autour d'un «blocage» au Congrès et l'étendard de la lutte contre les Etats-Unis de Donald Trump». L'ouragan Melissa menace Haïti et la République dominicaine L'ouragan Melissa est désormais classé en catégorie 5, soit la catégorie maximale, indique ce matin (27 octobre 2025) le Centre national américain des ouragans. Les 48 prochaines heures seront cruciales pour la Jamaïque, la République dominicaine et Haïti menacés par des «vents destructeurs» et des «inondations catastrophiques». Melissa pourrait être l'ouragan le plus puissant de toute l'histoire de la Jamaïque, souligne le Washington Post. Les dégâts pourraient être considérables parce que l'ouragan se déplace lentement et que la Jamaïque est une zone montagneuse, explique le journal. Mélissa pourrait frapper trois fois en trois jours cette petite île d'environ 2,8 millions de personnes, ce qui veut dire que personne ne devrait être épargné, écrit encore le Washington Post. C'est un ouragan «extraordinaire» qui s'apprête à toucher la Jamaïque, précise le journal. Extraordinaire en raison de la rapidité avec laquelle cette tempête est devenue un ouragan. Déjà touchés l'an dernier (2024) par l'ouragan Beryl, les autorités et les habitants se tiennent prêts. Le responsable du fournisseur d'électricité du pays a d'ores et déjà prévenu que la priorité de ses équipes serait de débloquer les routes qui mènent aux hôpitaux et aux aéroports, de faire parvenir des vivres et des équipements à l'île par bateau ou avion, et de reconstruire les infrastructures endommagées. Compte tenu de l'intensité de Melissa, ce responsable s'attend surtout à devoir reconstruire, pas à devoir réparer. La difficile situation des écoliers de l'Artibonite En Haïti, les enfants subissent de plein fouet les conséquences de la violence perpétrée par les gangs. Un rapport de l'Unicef, publié en octobre 2025, révèle que plus de 600 000 enfants ont été contraints de quitter leur foyer au cours de l'année écoulée. Cette situation affecte principalement le département de l'Ouest, ainsi que celui de l'Artibonite. Dans l'Artibonite, notamment dans la partie basse du département, certains des groupes criminels les plus dangereux du pays se sont installés. Meurtres, pillages et incendies se multiplient, plongeant la population dans la terreur et l'insécurité. Au milieu de tout cela, les écoles peinent à rouvrir leurs portes, laissant ainsi des milliers d'enfants non scolarisés et les parents dans la tourmente. Dans le Bas-Artibonite, des enfants sont pris au piège de la violence des gangs. C'est un dossier signé Ronel Paul. Le journal de la 1ère Les algues sargasses suivent des «autoroutes» bien précises. C'est ce que révèle une étude très sérieuse publiée le mois dernier.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (13/10/2025): Militares do Exército fizeram obras de terraplenagem para facilitar a instalação do acampamento golpista na frente do QG em Brasília, no fim de 2022, após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições. A movimentação de uma retroescavadeira e de um caminhão da Força foi registrada em vídeos obtidos por Aguirre Talento. A informação ainda não havia aparecido nas investigações do caso. Os registros, feitos pelo jornalista Wellington Macedo, integrante do acampamento e preso preventivamente por ordem do STF, indicam que os militares tiveram participação mais ativa no acampamento do que mostraram as investigações da Polícia Federal. Procurado, o Exército afirmou que a ação foi necessária para realizar a manutenção do local e corrigir o acúmulo de lama. E mais: Economia: Dívidas e crise fiscal deixam economia global em alerta Internacional: Hamas exige soltura de líderes horas antes de iniciar libertação de reféns Metrópole: Plano Clima desagrada ao agro e cria mais tensão pré-COPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
L'émission 28 minutes du 18/07/2025 Ce vendredi, Renaud Dély décrypte l'actualité en compagnie de nos clubistes : la rédactrice en chef au "Point" Géraldine Woessner, l'historien Pascal Blanchard, l'écrivain et philosophe Nathan Devers ainsi que le dessinateur de presse Soulcié. Guerre en Ukraine : Trump peut-il faire plier Poutine ? Lundi 14 juillet, Donald Trump a lancé un ultimatum à Vladimir Poutine : il donne à ce dernier 50 jours pour conclure un cessez-le-feu en Ukraine. Depuis, la relation entre le président américain et son homologue russe ne cesse de décliner et le ton s'est durci : en l'absence d'accord “d'ici 50 jours” Donald Trump a brandi la menace de “droits de douane très sévères” contre les alliés de Moscou. Il a également annoncé que les États-Unis aideront d'ores et déjà l'Ukraine à se procurer des missiles anti-aériens Patriot. François Bayrou fait-il « le sale boulot » avant 2027 ? Dans son discours pour réduire le déficit public, le Premier ministre François Bayrou n'a pas hésité à aligner les mesures de rigueur. Depuis, les critiques pleuvent, venues de tous bords. Mais cette baisse de popularité ne fait-elle pas les affaires de certains ? Les forces politiques vont-elles encore faire tomber un Premier ministre à l'heure du vote du budget, à l'instar de Michel Barnier l'année précédente, ou préféreront-elles laisser le soin à François Bayrou de gérer cette tâche délicate ? Nous recevons sur notre plateau le plasticien et membre de l'Académie des Beaux-Arts, Jean-Michel Othoniel, le « papa » de la bouche de métro Palais Royal à Paris et d'un bassin dans les jardins du Château de Versailles, entre autres œuvres. L'artiste a investi dix lieux emblématiques d'Avignon pour célébrer les 25 ans de la nomination de la ville en tant que Capitale européenne de la Culture. En présentant son budget 2028-2034, la présidente de la Commission européenne Ursula von der Leyen, s'est vue vertement critiquée par les quatre principaux groupes politiques du Parlement européen, et notamment par son collègue roumain Siegfried Muresan, le représentant budgétaire du Parti populaire européen. C'est le duel de la semaine de Frédéric Says. Deux jours fériés supprimés : cette potion amère annoncée par François Bayrou lors des annonces faites afin de réduire le déficit public a suscité l'ironie des internautes. C'est le Point com de Marjorie Adelson. À 114 ans, il était considéré comme le plus vieux marathonien du monde. L'Indien Fauja Singh est mort, percuté par une voiture. C'est l'histoire de la semaine de Frédéric Pommier. Enfin, ne manquez pas la Une internationale sur les frappes aériennes israéliennes qui visent le QG de la défense syrienne à Damas; les photos de la semaine soigneusement sélectionnées par nos invités, ainsi que Dérive des continents de Benoît Forgeard !28 minutes est le magazine d'actualité d'ARTE, présenté par Élisabeth Quin du lundi au jeudi à 20h05. Renaud Dély est aux commandes de l'émission le vendredi et le samedi. Ce podcast est coproduit par KM et ARTE Radio. Enregistrement 18 juillet 2025 Présentation Renaud Dély Production KM, ARTE Radio
Épisode 136 : Youpi, c'est lundi et on vous a préparé un résumé des dernières nouveautés social media pour bien attaquer la semaine !Instagram renforce encore son partenariat avec Spotify Les utilisateurs peuvent maintenant écouter des aperçus audio de 15 secondes des chansons Spotify directement dans les Stories Instagram, sans quitter l'application.Jusqu'à présent, partager une chanson Spotify sur Instagram Stories se limitait à afficher une image statique avec la pochette d'album et un lien vers Spotify. Avec cette mise à jour déployée depuis le 30 juin 2025, Instagram permet enfin aux utilisateurs d'écouter un extrait sonore directement dans les Stories.Cette innovation s'inscrit dans une stratégie plus large d'Instagram pour rivaliser avec TikTok dans le domaine de la découverte musicale. TikTok domine actuellement l'intersection entre réseaux sociaux et musique——McDonald's : le retour surprise du Filet-O-Fish avec une campagne social media Une campagne aussi improbable que brillante.McDonald's vient de relancer un groupe Facebook… vieux de 13 ans… pour transformer son Filet-O-Fish en icône culte. En 2012, un fan absolu du Filet-O-Fish avait créé un groupe Facebook poru les fans de ce burger au poisson. « The Filet-O-Fish Facebook Society ». À l'époque : flop total. Le groupe n'avait réuni que 6 membres.13 ans plus tard, McDonald's UK décide de ressusciter ce groupe et d'en faire le QG officiel des fans du Filet-O-Fish. En quelques jours, la marque a mis le paquet pour booster ce groupe. Campagne de pubs TV, affichage, SMA… Résultat : 6500 abonnés et une campagne bien fun qui joue sur a nostalgie.Les consommateurs américains plus sceptiques envers les créateurs de contenu qu'envers la publicité traditionnelleUne étude Influencer Trust Index 2025.L'étude met en évidence un écart significatif de 13 points de pourcentage entre la confiance accordée à la publicité traditionnelle et celle accordée aux influenceurs.87% des consommateurs font confiance à la publicité en général 74% font confiance au contenu des influenceursTikTok licencie du personnel suite à des objectifs shopping ratésTikTok a lancé la troisième vague de licenciements au sein de sa division e‑commerce, en particulier dans l'équipe TikTok Shop aux États-Unis, après avoir manqué ses objectifs 2024. Ces suppressions frappent différents rôles : modération, produit, et support aux créateurs/vendeurs.Snapchat explose sur le marché indienSnapchat a atteint le seuil de 250 M d'utilisateurs mensuels en Inde, faisant du pays son marché le plus important (plus d'un quart de sa base mondiale), devant les États-Unis . Retrouvez toutes les notes de l'épisode sur www.lesuperdaily.com ! . . . Le Super Daily est le podcast quotidien sur les réseaux sociaux. Il est fabriqué avec une pluie d'amour par les équipes de Supernatifs. Nous sommes une agence social media basée à Lyon : https://supernatifs.com. Ensemble, nous aidons les entreprises à créer des relations durables et rentables avec leurs audiences. Ensemble, nous inventons, produisons et diffusons des contenus qui engagent vos collaborateurs, vos prospects et vos consommateurs. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
On est submergés par nos clones alternatifs au QG de La Belle et le Gamer cette semaine, avec The Alters. Quand la gestion de base spatiale se mélange avec des interrogations métaphysiques portées par une armée de clones aussi insupportables qu'indispensables, on attrape des maux de tête, mais c'est tellement fun qu'on en redemande!Pendant ce temps, Nintendo dévoile son impressionnant Donkey Kong Bananza, Bungie repousse Marathon à une date inconnue, Xbox tease sa nouvelle génération de console, et nous, on vous décrypte tout ça comme d'habitude!Bonne écoute à tous, comme toujours la Belle et le Gamer existe grâce au soutien de ses formidables fans via Patreon, et pour les rejoindre, ça se passe par ici.Pour rejoindre la communauté de La Belle et le Gamer et nous soutenir, tous les liens utiles se trouvent à l'adresse suivante, y compris l'invitation pour rejoindre notre serveur Discord, et notre chaîne Twitch: https://linktr.ee/LBELG. Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Shoaib Akhtar once again stole the focus from Bashaar and took it to himself. BP boys review the boring QG vs KK game.T&C applies: https://www.sendwave.compromocode "SCOREPK" valid until 06/15/2025Sendwave makes money off the exchange rate.FX rates are subject to change.Use code "BP10" for an exclusive 10% off your purchase at Yashi Sports: https://www.yashisports.comTimestamps:0:00 - QG v KK: a one sided match 3:44 - Warner's cameo, QG's horrible fielding effort and Shoaib Malik dropped14:33 - Guess the top 5 wicket takers in PSL history 18:38 - Amir's cameo21:10 - Meshing Pakistani dramas with cricket 23:44 - Saud Shakeel's pointless unbeaten innings, QG's combination and looking ahead
Au Gabon, le scrutin présidentiel de ce samedi 12 avril s'annonce dans le calme, au contraire des élections précédentes, marquées par des crises. En 2016 en particulier, une vague de répression avait suivi l'annonce de la réélection contestée du président déchu Ali Bongo. Aucun bilan clair n'a jamais été établi, mais elle avait fait au moins plusieurs dizaines de morts. À la chute du régime, le 30 août 2023, les familles des victimes avaient exulté et espéré la fin de l'omerta sur le sujet. Jusque-là, le dossier n'a pas été rouvert, et le collectif fondé après le coup d'État s'est mué en association en début d'année pour obtenir des avancées de la part du prochain président. De notre envoyé spécial à Libreville,Chacun a mis un peu de sa poche pour louer un modeste bureau dans le quartier Dragon de Libreville, capitale du Gabon. Sur la bâche de l'association Réconciliation, la trésorière Hortense Mengue Messa montre le corps inerte d'Axel, son petit frère, recouvert d'un drapeau gabonais. « Il a voulu voir ce qui se passait dehors. Il a reçu deux balles. C'était devant la porte. Ils ont eu le temps de retirer le corps et de le cacher dans la maison. Aujourd'hui, je peux vous dire que, pour tous les enfants décédés cette nuit-là, les parents n'ont pas retrouvé le corps », affirme-t-elle avec gravité.Le fils de César Mavioga, Freddy, a reçu deux balles alors qu'il était au portail du domicile familial. Malgré un rapport d'autopsie, la justice a refusé sa plainte. Aucune enquête n'a été menée. Il déplore une situation qui n'évolue pas. « Les militaires ont tiré délibérément sur mon fils qui était chez nous. Il est mort dans la voiture. C'était difficile de l'emmener à l'hôpital, il y avait des barrages partout, se souvient-il avec émotion. Aujourd'hui, il y a l'omerta. Ce sont les militaires qui ont tué. Celui qui détient l'armée, qui est militaire, ne nous a pas reçus. Il sait ce qui s'est passé, il est le chef, donc il a toutes les archives. »Même frustration chez Claudine Aïcha Tsoumbou, qui avait soigné des blessés et témoigné de morts au QG du candidat Jean Ping. Après des années d'exil, elle préside aujourd'hui l'association qui demande la mise en place d'une commission Vérité, justice, réparation et réconciliation. « Du moment où nous avons respecté nos autorités, en allant adresser des courriers aux instances, à la Cour constitutionnelle, au Sénat, à l'Assemblée, à la primature, à la présidence, au Conseil économique et social et même à l'archevêque, et que, jusqu'aujourd'hui, nous avons des compatriotes qui vivent difficilement. On se sent vraiment délaissés. On se sent vraiment abandonnés et c'est frustrant », regrette-t-elle.Brice Clotaire Oligui Nguema a promis que la justice s'occuperait de l'affaire une fois la transition terminée. « Ceux qui attendent la vérité sur les parents disparus doivent l'avoir. Ceux qui la détiennent doivent pouvoir la partager », assure Laurence Ndong, ministre de la Communication et porte-parole du candidat à la présidentielle Brice Clotaire Oligui Nguema. Son principal adversaire, Alain-Claude Bilie-By-Nze, a repris l'idée d'une commission, mais les victimes s'interrogent sur la sincérité de celui qui était alors le porte-parole du gouvernement.À lire aussiPrésidentielle au Gabon: Oligui Nguema clôture sa campagne dans le nord, les observateurs internationaux se préparent à Libreville
Pendant la Première Guerre mondiale, les moyens de communication sur le champ de bataille étaient rudimentaires et souvent compromis par les combats. Les pigeons voyageurs jouaient alors un rôle crucial en transportant des messages à travers les lignes ennemies. Parmi eux, "Cher Ami", un pigeon voyageur devenu célèbre pour avoir sauvé près de 200 soldats américains en 1918, reste l'un des héros les plus célèbres de ce conflit. L'histoire de Cher Ami se déroule en octobre 1918, durant la bataille de l'Argonne, en France. Le "bataillon perdu", une unité de la 77e division d'infanterie américaine sous le commandement du major Charles Whittlesey, s'était retrouvé encerclé par les forces allemandes dans une forêt dense. Coupés de leurs lignes et sans moyen de communication fiable, ces soldats souffraient de lourdes pertes sous un feu nourri, y compris par des tirs amis venant de leurs propres lignes arrière, qui ignoraient leur position exacte. Les soldats tentèrent d'envoyer plusieurs pigeons pour alerter leur QG, mais la plupart furent abattus par les Allemands. Finalement, Cher Ami, dernier espoir des soldats, fut envoyé avec un message désespéré attaché à sa patte : "Nous sommes le long de la route parallèle à 276.4. Notre propre artillerie tire directement sur nous. Pour l'amour de Dieu, arrêtez cela." Lors de son vol de retour vers les lignes alliées, Cher Ami fut touché par une balle ennemie. Il fut gravement blessé à la poitrine, perdit un œil et eut une patte presque sectionnée. Pourtant, malgré ses blessures, il continua de voler sur plus de 40 kilomètres en 25 minutes, parvenant à livrer son message. Grâce à cet exploit, l'artillerie cessa ses tirs et les 194 soldats encore en vie du bataillon perdu furent sauvés. Après cette mission héroïque, Cher Ami fut soigné par des médecins militaires qui lui fabriquèrent une petite jambe en bois. Il fut ramené aux États-Unis en tant que véritable héros de guerre et décoré de la prestigieuse Croix de Guerre française pour sa bravoure. Cher Ami mourut en 1919, et son corps empaillé est aujourd'hui exposé au Smithsonian National Museum of American History, rappelant son rôle crucial dans l'histoire militaire. Son histoire incarne le courage et l'ingéniosité des animaux utilisés en temps de guerre, démontrant qu'un simple pigeon peut changer le cours de l'histoire. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Ce matin, les journalistes et experts de RFI répondaient à vos questions sur un Dôme de fer pour les États-Unis, le chatbot chinois DeepSeek et le retour du général al-Burhan dans son QG à Khartoum. RDC : vers un départ des soldats sud-africains ? Après la mort de treize soldats sud-africains lors de l'offensive des rebelles du M23 dans le Nord-Kivu, des voix s'élèvent en Afrique du Sud pour réclamer le retrait des quelque 3 000 soldats déployés en soutien à l'armée congolaise. Quelle est la mission de ces soldats ? Pretoria pourrait-elle rappeler son contingent ?Avec Claire Bargelès, correspondante de RFI à Johannesburg. États-Unis : un Dôme de fer pour protéger le pays ? Le président Donald Trump a signé un décret ordonnant la construction d'un bouclier antimissiles pour protéger les États-Unis. Est-il réellement possible de mettre en place un tel système sur un territoire aussi grand que les États-Unis ? Les autorités américaines peuvent-elles s'appuyer sur la technologie israélienne pour développer leur propre Dôme de fer ?Avec Franck Alexandre, journaliste spécialiste des questions de défense et de sécurité à RFI. IA : qu'est-ce que « DeepSeek », le « ChatGPT » chinois ? En quelques jours, le robot conversationnel chinois « DeepSeek » a déstabilisé le marché de l'intelligence artificielle et inquiète fortement la Silicone Valley aux États-Unis. Comment expliquer la popularité de cette IA ? Les États-Unis pourraient-ils l'interdire pour protéger leur marché ?Avec Nicolas Miailhe, cofondateur et PDG de PRISM Eval, start-up française spécialisée dans l'évaluation et la sécurité de l'IA, expert de la gouvernance de l'IA. Soudan : le général al-Burhan récupère son QG de Khartoum Le chef des forces armées soudanaises a repris le contrôle de son quartier général au cœur de la capitale, Khartoum, plus d'un an et demi après avoir dû l'abandonner face à l'assaut des paramilitaires des Forces de soutien rapide. Comment l'armée régulière est-elle parvenue à reconquérir ce lieu symbolique ? Avec Roland Marchal, chercheur au CNRS, basé à Sciences Po Paris, spécialiste de l'Afrique de l'Est.
Mac & Bone start a Football Friday talking about Penn State losing to Notre Dame in the Orange Bowl, breaking Mac's heart in the process, they play audio of Luke Kuechly's national media tour talking about Bryce Young and being a HOF finalist, and talk about a big QG name entering the portal See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante a apuração dos votos, o QG da campanha do republicano, em Mar-a-Lago, na Flórida, abrigava familiares e aliados mais próximos do agora presidente-eleito dos EUA. Entre os convidados, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), que comemorou o resultado e tentou capitalizar para seu pai a vitória inconteste de Trump. No tabuleiro da política nacional, apoiadores do ex-presidente brasileiro buscam aproveitar a eleição americana para pressionar o Supremo na saga pela anistia dos presos pela tentativa de golpe de 8 de janeiro e pela reversão da inelegibilidade de Bolsonaro. Para o governo Lula, a preocupação maior se dá na economia: o pacote de medidas prometido por Trump pode mexer com o câmbio e com a inflação em todo o planeta – e o impacto aqui pode ser grande. Para analisar as consequências da vitória de Trump para o Brasil e explicar o que isso representa para a direita na geopolítica global, Natuza Nery entrevista Maria Cristina Fernandes, colunista do jornal Valor Econômico e comentarista da GloboNews e da rádio CBN, e Guilherme Casarões, cientista político, professor da FGV e pesquisador do Observatório da Extrema Direita.
Incendie du QG de campagne du maire de Dakar, attaque du convoi du Premier ministre Ousmane Sonko, affrontements entre partisans du Pastef, parti au pouvoir et ceux de la coalition Takku-Wallu de l'ancien président Macky Sall : la campagne pour les législatives du 17 novembre se durcit au Sénégal. Comment expliquez-vous ce climat de tension et les violences récurrentes en période électorale ?
Aides financières à l'Ukraine, politiques migratoires, ou gestion de la dette, les décisions sur ces sujets clivants passent par le Congrès, composé du Sénat et de la Chambre des représentants. Sur les 435 sièges de la chambre basse, renouvelés en novembre, seuls une quarantaine sont jugés « compétitifs », c'est-à-dire que la course est serrée entre candidats démocrates et républicains. Dans la première circonscription de Caroline du Nord, le démocrate sortant Don Davis pourrait ainsi perdre son siège face à Laurie Buckhout, républicaine. Dans toute la région, les démocrates se mobilisent pour remporter cette élection. De notre envoyé spécial à Henderson,Tom, 62 ans, est venu de Virginie, État voisin de la Caroline du Nord, pour tracter, certes pour Kamala Harris, mais aussi pour d'autres candidats de cette région rurale, dont le démocrate Don Davis, qui se représente à la Chambre des représentants pour la première circonscription de la Caroline du Nord. « La seule course qui a des conséquences pour moi, c'est la présidentielle, opine Tom, cela étant dit, je sais qu'avec Don Davis, c'est une course-clé pour que les démocrates aient le contrôle du Congrès. Kamala Harris aura beaucoup de mal à faire quoi que ce soit si elle n'a pas le Congrès avec elle, donc c'est sûrement le deuxième scrutin le plus important pour moi. » Un constat partagé par Rachel. Cette militante regrette la polarisation de la politique où un dialogue entre les deux partis au Congrès est impossible. C'est pourquoi une majorité démocrate est d'autant plus importante, selon elle. « J'ai l'impression qu'on est coincés : le président peut avoir une idée pour réduire la dette étudiante ou pour améliorer la situation pour les migrants, et ils sont coincés, car le Congrès ne passera rien, se désole-t-elle. Ou quand le Congrès et les deux partis se sont finalement mis d'accord sur une loi sur l'immigration, Donald Trump a tout bloqué afin d'éviter que les gens pensent que la situation s'était améliorée avant l'élection… On est juste bloqués et on ne peut pas aller de l'avant. » Les conséquences du redécoupage électoralDon Davis avait été élu il y a deux ans avec 52 % des voix, mais les contours de sa circonscription ont depuis été redessinées par les républicains au pouvoir en Caroline du Nord, rendant cette élection gagnable pour la candidate républicaine, Laurie Buckhout. En effet, l'électorat est désormais divisé à cinquante-cinquante entre les deux partis.Dans un QG démocrate local, Ben Lauwrence, soixante ans, véritable vétéran de la politique locale, apprécie particulièrement le programme du candidat démocrate. « Don Davis est juste en faveur des droits humains, il fait aussi campagne pour avoir des frontières plus fermées. C'est un militant qui se fait entendre pour les droits humains, les droits des femmes, les droits reproductifs et les droits de vote. C'est essentiel pour nous », confie Ben Lawrence, pour qui le programme du candidat démocrate est à la fois centriste et progressiste.Un bon signe pour le candidat démocrate : début octobre, sa campagne avait récolté 5,2 millions de dollars, contre 3,9 millions de dollars chez sa rivale républicaine — dont 1,6 million qu'elle a financé elle-même. À écouter dans Grand reportageLes démocrates de Caroline du Nord à l'assaut des électeurs ruraux
Ce matin, les journalistes et experts de RFI répondaient à vos questions sur une campagne de mobilisation pour réunir plus de soldats ukrainiens et une nouvelle milice déployée au Soudan. Sénégal : le QG de campagne de Barthélémy Dias incendiéAu Sénégal, le siège de campagne de l'opposant Barthélémy Dias a été vandalisé. Que s'est-il passé exactement ? Pourquoi la coalition menée par le maire de Dakar accuse les militants du Pastef de Ousmane Sonko ?Avec Léa-Lisa Westerhoff, correspondante permanente de RFI à Dakar. Guerre en Ukraine : Volodymyr Zelensky veut mobiliser plus de soldatsLe président ukrainien a annoncé une nouvelle campagne de mobilisation afin de réunir 160 000 nouveaux soldats. Pourquoi l'Ukraine peine-t-elle autant à recruter des hommes ? Comment le pays compte-t-il s'y prendre pour attirer autant de nouveaux soldats dans ses rangs ?Avec Ulrich Bounat, analyste en géopolitique, spécialiste de l'Europe centrale et de l'Est, chercheur associé à l'Institut Open Diplomacy.Soudan : que sait-on de la nouvelle milice déployée dans l'est du pays ?Au Soudan, une nouvelle milice nommée « Bataillon de l'Est » alliée à l'armée régulière s'est ajoutée au conflit. D'où vient cette milice ? Quelles sont ses capacités ? Peut-elle faire basculer le cours du conflit en faveur de l'armée régulière du général al-Burhan ?Avec Marc Lavergne, directeur de recherche émérite au CNRS, spécialiste de la Corne de l'Afrique et du Moyen-Orient.Et en fin d'émission, la chronique « Un œil sur les réseaux » de Jessica Taïeb. Au programme : la victoire surprise du milieu de terrain espagnol Rodri au Ballon d'Or 2024.
La décoration et l'aménagement de nos intérieurs peuvent parfois être perçus comme étant futiles, à plus forte raison face au dérèglement climatique de notre planète et aux troubles de notre monde... Pourtant, il ne fait AUCUN DOUTE que notre toit est notre base, notre QG, l'endroit où on se ressource et où on se sent le plus en sécurité, Quel est le lien entre la nature et l'équilibre de nos intérieurs ? Comment conjuguer déco et respect du vivant ? La déco peut-elle nous aider à renouer avec la joie ? Enfin, a-t-elle une place et un rôle à jouer face à l'urgence climatique ?Pour en parler, je reçois aujourd'hui Billie Blanket et Caroline Watelet, autrices du livre Vert Toit qui vient tout juste de paraître aux éditions Chêne. Dans cet épisode, on a parlé des cinq éléments, du chi et du bagua, de l'importance de l'agencement des pièces, de la mémoire des murs et peut être un peu aussi de fantômes ...! Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Direction le Liban où la guerre continue entre Israël et le Hezbollah. L'armée israélienne a frappé cette nuit en plein cœur de Beyrouth pour la première fois. Le chef du Hezbollah, Hassan Nasrallah, est mort samedi dans son QG. Lania, habitante de Beyrouth, témoigne sur RTL.
Tous ceux qui se présentent aux législatives avaient jusqu'à dimanche 18 heures dernier délai pour présenter leur candidature. Je vous rassure, notre candidat maison, ce vieil escroc de candidat Martin, a déposé juste à temps, pour une fois. En revanche il a un petit problème pour son QG de campagne électorale : il est persuadé qu'un QG de campagne, ben ça doit être … à la campagne, forcément !
Tous ceux qui se présentent aux législatives avaient jusqu'à dimanche 18 heures dernier délai pour présenter leur candidature. Je vous rassure, notre candidat maison, ce vieil escroc de candidat Martin, a déposé juste à temps, pour une fois. En revanche il a un petit problème pour son QG de campagne électorale : il est persuadé qu'un QG de campagne, ben ça doit être … à la campagne, forcément !