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No passado dia 24 de Junho, foi publicado aqui em França um relatório do Senado sobre os movimentos masculinistas. Outrora considerado um fenómeno social periférico, o masculinismo, uma forma agressiva do machismo que pode inclusivamente traduzir-se, em tentativas de assassínios ou actos terroristas dirigidos contra mulheres, tem vindo a ter cada vez mais eco nomeadamente junto da população jovem. Ao cabo de sete meses de trabalho e entrevistas a varias centenas de pessoas, a comissão dos direitos das mulheres do Senado chegou à conclusão que o fenómeno que abrange os "incels" -solteiros involuntários- e outros subgrupos tendencialmente ligados à extrema-direita representa um “risco real para a democracia e a coesão social”, constituindo um “movimento social e político” estruturado, que coloca em questão a igualdade entre homens e mulheres. As autoras do documento recordam nomeadamente dados já apresentados num relatório governamental do inicio deste ano, segundo os quais 22 milhões de franceses reconhecem aderir a pelo menos uma forma de sexismo, sendo que entre eles, 10 milhões -ou seja 17% da população francesa- se reconhecem numa forma de sexismo "hostil". O relatório cita ainda os resultados de um estudo da Universidade de Dublin, segundo o qual, nas redes sociais, nomeadamente o TikTok e o YouTube, um jovem é exposto a conteúdos masculinistas no espaço de apenas 23 minutos. Foi neste âmbito que a RFI falou com Luísa Semedo, militante feminista e investigadora associada na área de filosofia na Universidade da Sorbonne Nouvelle. O que é o masculinismo Para a universitária "O masculinismo é uma forma mais radical, daquilo que nós já conhecíamos, que era o machismo, o patriarcado, o sexismo, mas agora com uma forma radicalizada, que é uma forma que tem uma acção que vai para além das palavras. Ou seja, muitas destas pessoas que estão no masculinismo são consideradas praticamente como terroristas, ou seja, são pessoas que podem passar a actos violentos contra mulheres. Há uma continuidade nesta questão da dominação dos homens em relação às mulheres e do sexismo, àquilo que nós conhecemos até agora. Tem uma forma 'normalizada'. E esta nova forma, que é a forma hostil, é uma forma de organização que permite fazer mal às mulheres de forma muito mais radical e mais criminalizada". Segundo a estudiosa, o surgimento desta forma mais agressiva do sexismo tem elo com a maior afirmação do feminismo nestes últimos anos, nomeadamente através de movimentos como o 'Metoo'. "Cada vez que há avanços em relação a direitos, há muitas vezes a reacção daqueles que se julgam ser os lesados desse avanço de direitos. E aqui é o caso. Ou seja, o facto de haver um movimento feminista que é forte e que tem conseguido algumas conquistas, faz com que haja esta reacção de pânico em relação a este movimento progressista. E há um segundo factor, que me parece bastante importante, que é a questão das redes sociais. Ou seja, nós estamos aqui face a um fenómeno que não conhecíamos antes, que é uma forma de propagar estas ideias, que é muito mais rápida, que é mundial, e que permite esta radicalização", considera. A sensibilização, a educação e a economia como vectores de luta No seu relatório, as senadoras fazem um pouco mais de 20 recomendações, nomeadamente em torno das redes sociais, a seu ver o principal vector desta ideologia. Apelam a uma maior vigilância, mais transparência nos algoritmos que condicionam o acesso a determinados conteúdos, e também que as páginas masculinistas deixem de poder gerar rendimentos financeiros. Preconizam ainda aulas dedicadas às relações homem-mulher nas escolas, bem como campanhas de sensibilização no seio da população. Luísa Semedo identifica precisamente a educação e a 'economia do masculinismo' como sendo pistas estratégicas de luta. "Deve haver duas frentes de combate: uma que passa pela educação, como é óbvio. Ou seja, é fazer com que estes jovens, mesmo que se confrontem com este tipo de conteúdos, entendam porque é que é mau, entendam qual é o perigo e não adiram a estas teses. E a segunda frente é atacar de forma legal quem produz estes conteúdos. Parece-me, para já, desmonetizar eventualmente este tipo de canais, porque é preciso perceber que aqui também é uma questão de dinheiro que está presente. Os masculinistas, os que são os gurus do masculinismo, ganham dinheiro com isto e, portanto, têm todo o interesse em continuar. E se forem desmonetizados e se forem também responsabilizados por aquilo que estão a divulgar, penso que também é uma das formas de combater", diz. Constam também no relatório a preconização de aumentar os financiamentos para as organizações de protecção das mulheres e o apelo para que o problema seja tratado a nível interministerial como sendo um caso de segurança pública. "Sem dúvida que é necessário que o combate também seja por várias frentes e neste caso tem que haver a implicação de vários ministérios. Tem que haver a implicação de algo que se possa criar. Estou de acordo com isso e que haja fundos para que isso seja feito. Mas também é preciso dizer que já há um trabalho de terreno de anos de muitas associações feministas e que já têm as suas redes, já têm as suas formas de funcionar, que são eficazes e que, portanto, também necessitam de dinheiro. Parece-me também importante fazer isso", reforça Luisa Semedo. França é o segundo país europeu em termos de financiamento ao activismo anti-género De acordo com a Amnistia Internacional, desde o começo da década de 2010, os movimentos sexistas estruturaram-se até se tornarem uma rede amplamente financiada e transnacional, a França sendo até o segundo país europeu em termos de fundos dedicados ao activismo anti-género. A Amnistia Internacional identifica "actores privados, grupos políticos e instituições que permitem a existência de estruturas e associações mais pequenas do movimento anti-género" através do seu financiamento. Num contexto de crescente visibilidade desta corrente, o risco de ataques terroristas masculinistas é acompanhado de perto pelos serviços de inteligência interna (DGSI), que vigiam "uma dezena de indivíduos susceptíveis de radicalização violenta". Segundo o senado, todos têm menos de 21 anos. Em Julho de 2025, a Procuradoria Antiterrorista acusou jovem estudante de 18 anos de ter o projecto de atacar mulheres com facas. "Estamos num nível de alerta que me parece o apropriado, ou seja, levar a sério, não achar que é só uma questão de moda ou de uma questão só de uns miúdos que se interessam por aquilo e mais ninguém se interessa. Não, nós estamos a falar de toda uma geração que está submetida a este tipo de influências e com vários casos já no mundo de tentativas ou de atentados contra mulheres vindo masculinista que foram perpetrados e que foram conseguidos. Portanto, nós estamos mesmo a falar aqui de um verdadeiro perigo já urgente", considera a investigadora. O masculinismo e o mundo do espectáculo Acaso do calendário, a divulgação do relatório do Senado sobre o movimento masculinista em França coincidiu com a "Fashion Week" de Paris. Uma das figuras convidadas para desfilar para uma das marcas presentes no evento, foi Braden Peters, um jovem 'influencer' masculinista americano de 21 anos conhecido sob o nome de 'Clavicular'. Adepto do culto extremo do corpo, próximo dos neonazis no seu país, ele ilustrou-se nomeadamente por filmar-se a ter uma overdose, a atropelar um homem com a sua carrinha, a matar a tiro um crocodilo, e -obviamente- a humilhar mulheres em directo no seu canal. Para Luísa Semedo, a presença deste jovem na semana da moda parisiense demonstra que "já estamos perante formas que começam a ser 'glamourizada', ou seja, já não estamos só naquele fenómeno do 'incel', ou seja, daqueles solteiros involuntários vistos como o estereótipo de rapazes pelos quais nenhuma miúda se interessa. Nós estamos agora face a 'influencers' que têm um certo 'glamour', um certo charme em relação àquilo que estão a fazer. Ou seja, ainda são mais apelativos para muitos jovens que vão sentir essas pessoas como modelos. E, portanto, é uma diversificação justamente das formas como o masculinismo pode ter". "A questão de que me parece importante é a do dinheiro. É sem dúvida, tentar fazer com que isto não renda, porque isto rende dinheiro não somente para os 'influencers', mas para a própria sociedade do espectáculo. E portanto, este último caso é um bocado o exemplo disto. Ou seja, a partir do momento em que, de alguma forma, isto render dinheiro, muitas pessoas vão se interessar. E também dizer que tudo isto tem impacto, depois, apesar de tudo, nos próprios partidos políticos, em como estas gerações vão votar, que provavelmente vão ser mais sensíveis a partidos de extrema-direita. E, portanto, isto vai ter impacto em toda a sociedade, não só nos mais jovens", conclui a estudiosa.
La periodista de Más de uno ha destacado el contraste entre el contenido que las redes sociales ofrecen a las chicas jóvenes, autolesiones y métodos de adelgazamiento y el de los hombres, misoginia y violencia.
La periodista de Más de uno ha destacado el contraste entre el contenido que las redes sociales ofrecen a las chicas jóvenes, autolesiones y métodos de adelgazamiento y el de los hombres, misoginia y violencia.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.
En la actualidad, solo un tercio de los científicos son mujeres y en algunos otros sectores como la tecnología digital y la matemática no llegan al 15%. La masculinización de la ciencia, los estereotipos por los que se rige la sociedad y los sistemas educativos que tienden a propagarlos, hacen que muchas mujeres desistan de sus vocaciones. Desde el año 2000, el porcentaje de mujeres ingenieras se ha estancado en el 22%. Según falsas ideas preconcebidas, pero que calan en el imaginario social, las mujeres tendrían menos aptitudes en el campo científico. Sexismo, falta de reconocimiento, techos de cristal, estereotipos, invisibilidad son solo algunos de los obstáculos que se presentan en 'Las mujeres en la ciencia' ya los que a diario se enfrentan muchas mujeres como Solène, Agathe, Mathilde y Zoé, cuatro científicas que representan las esperanzas de una generación que se ha hartado del desequilibrio en el ámbito científico.
En ILT Juegos parece que nos va la marcha y esta semana nos metemos en un jardín sin vallar. Hablaremos de la hipersexualización, el machismo y la cosificación en los videojuegos. Desde los primeros sprites con lazo, pasando por heroínas de gran pechonalidad y llegando a armaduras imposibles que solo cubren el código postal, pero que casualmente dan más stats. Hablaremos de cómo se han construido estos estereotipos, qué impacto tienen en la comunidad y si ha evolucionado (o no) esta representación con el paso de los años. ¿Estilo artístico... o va a ser que solo importan las ventas...? Hablaremos sin pelos en la lengua, como nos gusta a nosotr@s. Dale al play, déjanos comentarios, likes y esas cositas, que se agradecen mucho! Y date un paseo por nuestro grupo de Telegram: https://t.me/ILTjuegos Nos vemos después de nuestras MINIvacaciones - INTRO (00:00:00) - PRESENTACIÓN Y RESUMEN (00:02:35) - ¡¿PERO ESTO QUÉ ES?! (00:08:41) - La HIPERSEXUALIZACIÓN, SEXISMO, COSIFICACIÓN Y MACHISMO en los videojuegos - ENDING (01:55:57) ⏬¡Síguenos o pasa el rato con nosotros aquí!⏬ - Twitch: https://twitch.tv/ILTjuegos - YouTube: https://www.youtube.com/@iltjuegos - iVoox: https://www.ivoox.com/podcast-iltjuegos_sq_f1446764_1.html - Spotify: http://spotify.iltjuegos.com - Apple Podcasts: http://itunes.iltjuegos.com - TikTok: https://www.tiktok.com/@iltjuegos - Instagram: https://www.instagram.com/iltjuegos - X (Twitter): https://x.com/iltjuegos - Telegram: https://t.me/ILTjuegos ❤️Agradecimientos❤️ - Gracias a tod@s por vernos o escucharnos cada semana. - Gracias a Arcade Planet por patrocinar el programa. - Gracias a Jose Manuel Fernández 'Spidey' por el tema chiptune del outro y a todo Metodologic por estar siempre ahí. - Gracias a Suno por brindarnos una IA para hacer el tema de la intro "Los chachos se han pasado al Twitch". - Gracias a https://ocremix.org y a todos los artistas que aparecen en el streaming con sus creaciones como cama musical y que hacen este programa mejor. Si estás escuchando la versión podcast de este streaming, recordarte que puedes consultar los artistas de todos los temas a través de la versión streaming (Twitch o YouTube) de este episodio de ILT Juegos.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta terça-feira (03/06) acompanhe a apresentação da aula: “Racismo e sexismo contra meninas: como enfrentar esse crime estrutural?”, com Salete Bernardo, Presidenta do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial de Alagoas.
El lema de Triple Jeopardy nombraba los sistemas interconectados de opresión que los miembros de la TWWA buscaban erradicar. Presenta Jose M Corrales t.me/EnfoqueCritico (https://t.me/EnfoqueCritico) debateafondo@gmail.com @EnfoqueCritico_ facebook.com/DebateAFondo facebook.com/josemanuel.corrales.750/ / @enfoquecritico Instagram enfoquecritico Mastodon @EnfoqueCritico@masto.es Bluesky @enfoquecritico.bsky.social
O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro recebe, a partir de 3 de fevereiro, o “Projeto Memória Lélia Gonzalez: Caminhos e Reflexões Antirracistas e Antissexistas”. A iniciativa é financiada pela Fundação Banco do Brasil e produzida pela Associação Amigos do Cinema e da Cultura. Também fazem parte da programação uma série de debates sobre o pensamento decolonial e a influência na luta contra o racismo e o sexismo desta intelectual negra, que estaria completando 90 anos, além da exibição de um videodocumentário sobre a vida da ativista. Entre as palestrantes confirmadas, estão nomes como a escritora Conceição Evaristo e a filósofa Sueli Carneiro. Na reportagem, ouvimos Cléo Assis, produtor executivo do projeto. Saiba mais acessando a página: https://projetoleliagonzalez.com.br/site/Reportagem: Isabela LimaEdição: Gabriel Góes
Nessa semana, conversamos com Livia Ciabatti sobre seu mais recente artigo Sexismo científico: o viés de gênero na produção científica da Universidade de São Paulo, publicado na Revista de Saúde Pública. Lívia e suas parceiras de pesquisa coletaram as métricas de publicação de todos os professores e professoras da USP para avaliar os efeitos da desigualdade de gênero na carreira científica. Os resultados revelam que os homens vem apresentando métricas melhores que as mulheres em todas as etapas da carreira nos últimos 70 anos e se nada for feito para alterar a situação, a tendência é de que a desigualdade não será superada. Dessa maneira, seu trabalho nos oferece dados empíricos de qualidade que escancaram o sexismo na ciência brasileira.
1. Mariana Nogales y los 3 errores más grandes del 2024. La legisladora critica movidas de la Alianza entre el PIP y MVC, y le caen arriba por expresarse, pero la realidad es que pocos aceptan y no dicen de frente el odio y el sexismo contra ella2. Sigue la violencia. Las calles están al garete3. Con tres certificaciones cuestionables, ahora Yanira Raíces busca ubicarse en una de dos plazas para superintendente escolar4. Senador Thomas Rivera Schatz ve con buenos ojos apertura de las autoridades federales hacia los legisladores en temas de corrupción gubernamental5. Alcalde electo de Cidra, Delvis Pagán, anuncia comité de transición6. Tensión política con el alcalde de Santa Isabel7. Senado aprueba múltiples nombramientos judiciales y avanza medida para el desarrollo de Roosevelt Roads8. Viene la prohibición total de TikTok y la red social china pide al Tribunal Supremo de los Estados Unidos una orden de emergencia para frenar su prohibición en EEUU9. Ecuador entrega Islas Galápagos para construir base militar estadounidenseEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.AUDIO:Este es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que se transmite simultáneamente por una serie de emisoras de radio y medios que son los más fuertes en sus respectivas regiones, por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estos medios son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián5. X61 – 610 AM en Patillas6. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste7. WPAB 550 AM - Ponce8. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico9. Mundo Latino PR.comPodcast disponible en Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcottoTambién nos pueden seguir en:REDES SOCIALES:Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTokBLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.comSUSCRIPCIÓN:Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcottoOTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otros --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/sandrarodriguezcotto/support
Sexismo linguistico 3 DiciembreSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nuestro psicólogo, Roberto Aguado, hace un análisis de las películas de Disney 'Inside Out 1 y 2'. En concreto, critica que en ambas películas no diferencian las emociones de los sentimientos, los estados de ánimo y las respuestas psicofisiológicas. Además, se hace un sexismo emocional; la rabia y el miedo son masculinas, mientras que la tristeza, el asco y la alegría son femeninas.
Nuestro psicólogo, Roberto Aguado, hace un análisis de las películas de Disney 'Inside Out 1 y 2'. En concreto, critica que en ambas películas no diferencian las emociones de los sentimientos, los estados de ánimo y las respuestas psicofisiológicas. Además, se hace un sexismo emocional; la rabia y el miedo son masculinas, mientras que la tristeza, el asco y la alegría son femeninas.
El racismo y el sexismo no solo son tóxicos, también pueden causar muertes. No deben tener cabida en el discurso político ni en la contienda presidencial de Estados Unidos.
No TV Elas Por Elas Formação desta quarta-feira (3), você confere a apresentação da aula com o tema "Algoritmo e o sexismo nas redes sociais", com a professora e pesquisadora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Bárbara Coelho.
3R. No apto para todos los públicos. Suelto tacos. Estos son los temas tratados en este episodio: Disculpas por la tardanza, los que no usan télegram, la creación de la realidad con «decretos», la cartita de Pedro Sánchez, el culto a la personalidad, manifestaciones de adhesión, ideología de género, número creciente de sexos, sexismo, la vulgarización woke. Es la primera parte, habrá más. Los vínculos más significativos que sirven de explicación y para profundizar en los temas tratados en el episodio así como algunos comentarios están a su disposición en mi blog político http://disienta.blogspot.com/2024/05/#8791971054586028297 También está la transcripción íntegra de la cartita conmiseratoria de Pedro Sánchez en la que se esconde argumentalmente 6 veces detrás de la ultraderecha.
Puerta abierta. Puertas abiertas, al fin, para Oyarzábal, Méndez y tantas mujeres. Juntas las conocimos en su trabajo y su lucha por abrirlas. Juntas las escuchamos reír y celebrar con intensidad. Crece la ilusión para las niñas que fueron y no pudieron ser nada, hacer nada,,entusiasmadas con un presente en el que no necesitan obedecer más que a sí mismas.¿Qué van a hacer ahora? Para empezar, lo que estaba prohibido para ellas: disfrutar en la verbena, salir a bailar a la kermesse, leer según qué cosas, practicar el amor libre o... integrarse en la vida, sin más, simplemente formarse e informarse.Así reciben noticia de otras puertas, inminentes, allá lejos, aquí cerca. Así, tal vez, el sueño cumplido se convierte en pesadilla.Puedes escuchar la ficción sonora completa, en escucha inmersiva, junto a los contenidos extra de este pódcast, haciendo click aquí.Inscríbete al newsletter de La Chispa Blanca haciendo click aquí.Instagram: @la_chispa_blancaMás información y consultas: lachispablanca@gmail.com.EQUIPO ARTÍSTICO Y TÉCNICO Voces: Cristina Marcos (Concha Méndez); Nieve de Medina (Isabel Oyarzábal); Sandra Jara (Beatriz Galindo y coros); Isabel Gálvez (Victoria Kent y coros); Marta Rodríguez Pandozi (Clara Campoamor y coros) Banda sonora original: Sergio Bascuñana GuerraDiseño sonoro: David Rodríguez (Herzia Studio)Supervisión técnica: Roberto Fernández Prieto (Herzia Studio)Asesoría histórica: Ángel Bahamonde Diseño gráfico: Ferrán ViladevallFotografía: Cristina CantónMarketing digital: César Rojo Medina Texto y Dirección: Blanca BaltésProducción: La Chispa Blanca
Esto es Gente Interesante. Soy Oriol Roda y hoy tengo el placer de compartir una conversación fascinante con Andrés Suro, un destacado sexólogo que no solo se ha formado en psicología, sino que también se ha especializado en la psicología social y la sexología forense.Andrés ha trabajado con diversos colectivos, enfocándose en temas tan complejos como la discriminación hacia trabajadoras sexuales y la intersección entre sexualidad y ley. Pero nuestra charla va más allá, tocando puntos críticos y contemporáneos sobre la sexualidad masculina, un tema que me apasiona y sobre el cual he hablado en varias ocasiones, como en mi newsletter.Exploramos cómo el porno extremo está reconfigurando la sexualidad de las nuevas generaciones, discutimos sobre la identidad de género, y nos adentramos en debates sobre la creciente tendencia hacia una masculinidad más conservadora y recalcitrante. Andrés y yo incluso tuvimos un momento de debate acalorado, pero siempre constructivo, sobre estas cuestiones.No podíamos concluir sin hablar del multiorgasmo masculino, la estimulación de la próstata, y otros aspectos que, aunque raramente discutidos, son esenciales tanto para hombres como para las mujeres en sus vidas. Porque una sexualidad más rica y entendida mejora la experiencia para todos.Espero que disfrutes de esta entrevista tan enriquecedora como yo disfruté realizándola. No olvides suscribirse y dejar tu feedback, que es siempre bienvenido para seguir mejorando. ¡Vamos allá!Referencias complementarias* Salud sexual y relaciones * ¿Por qué los jóvenes son "antifeministas"? * ¿Por qué los hombres se sienten amenazados por los avances en derechos de la mujer? * Sexismo en el presente * Cómo funciona la dopamina * Influencia del porno en población infanto-juvenil * Papel de los hombres en la igualdad * Cómo el machismo afecta a la salud mental masculina * Estudio de caso de multiorgasmo masculino * Estudio sobre bienestar en las diferentes etapas de la identidad sexual Libros mencionados:* 1984 (Contemporánea) Libro de bolsillo de George Orwell (Autor), Miguel Temprano García (Traductor) * Rebelión en la granja de George Orwell (Autor), Miguel Temprano García (Traductor), Marcial Souto Tizón (Traductor) * Un mundo feliz de Aldous Huxley (Autor) * El lobo estepario de Hermann Hesse (Autor), Manuel Manzanares (Traductor)* El Hombre en busca de Sentido de Viktor Emil Frankl (Autor), Ferran Fernández (Diseñador), José Benigno Freire (Prólogo)Puedes seguir a Andrés Suro en:* Web de MyHixel * Instagram Get full access to La Newsletter de Oriol at www.oriolroda.com/subscribe
Comienza el curso Mujeres mayores superando el edadismo y el sexismo. El edadismo es la tercera causa de discriminación en el mundo después del racismo y el sexismo (OMS, 2022). La discriminación por edad está generalizada y normalizada, con consecuencias negativas y graves, especialmente en el ámbito de la salud
Cada vez más países europeos están abordando la cuestión del acceso de menores al contenido pornográfico. La pornografía, según los expertos, es quizás una de las prácticas más antiguas y socialmente aceptadas. ¿Hemos sido demasiado tolerantes ante esto? En este episodio de En Primera Plana ponemos el foco en la pornografía y su impacto social. La exploramos desde perspectivas educativas, sociales y de género.
En un mundo digital en constante evolución, nos enfrentamos a la pregunta crucial: ¿Cómo nos adaptamos a este nuevo ecosistema sin perder nuestra esencia? A pesar del rápido progreso, las leyes para guiar el desarrollo de la Inteligencia Artificial (IA) son insuficientes. Hablamos con Melissa Alvarado, Gerente de Producto de Microsoft en el Área de Ética, Cumplimiento y Responsabilidad en IA; y Johanna Villalobos, comunicadora e influencer, quien comparte su experiencia personal con la IA. En este fascinante capítulo exploramos el impacto de la IA en nuestra vida cotidiana y cómo podemos moldear esta tecnología para promover la igualdad de género y la equidad. Desde la importancia de regulaciones sólidas hasta garantizar la transparencia en el desarrollo y uso de la IA, escuchá, aprendé y descubrí cómo moldeamos el futuro digital de manera consciente, y así liderar el cambio en la era digital. Para recibir nuestro newsletter e inspirarte con más contenido, unite al Círculo en circulos333.org, un espacio creado por Hija de Tigre y Debi Nova. "Círculos 3:33 - El Podcast" es coproducido por Teletica con el apoyo de BN Mujer y su plataforma, Vamos a Contarte.
Se abre una nueva ficha perforada del cajón de Apu en este Museo Diógenes para hablar de un tropo en obras literarias y audiovisuales: Born Sexy Yesterday. No te lo pierdas.https://www.filminquiry.com/born-sexy-yesterday/Te invito a formar parte de La Comunidad ManchaPod:Espero tus audiocomentarios en https://www.speakpipe.com/manchapod y tus mensajes enTelegram (t.me/manchapod), donde podrás debatir con más escuchantes,Correo (manchapod@gmail.com)Mastodon (@manchapod@xerrem.xyz)Pixelfed (@manchapod@pixelfed.social)Twitter (@manchapod).Si te registras en la Asociación Podcast y usas el codigo JG6Q47 tendrás 5€ de descuento el primer año. http://asociacionpodcast.es/registrarse/socio/?coupon=JG6Q47Mecenas, Podcasts Amigos, Redes Colaboradoras:Víctor Gabriel "Argifonte"Toñi Martínez (Perretes)JoseteSergio MintauroVKLorena "Chispas"Álex (Puede Ser Una Charla Más PS1C+)Jose (Frente al Cliente)Iñaki Urdangarín (Restañando el Alma)Juanlu Uno y Sandra O (Estación Caladán)Dani Maverick (En Clave de Soundtrack y Podcaster al Desnudo)Zigor Vallejo (A Micro Descubierto)Carlos BissingerLa KompanioPaís InvisibleIlya HaykinsonEl Dr. Emilio Tejera PuenteLos Últimos de FEEDlipinasMoixa MentalEl ChiringuitoPodcast ForocochesY a ti, si decides hacerlo.
Hablamos sobre la crispación que crea la oposición política en España y que utiliza de forma sistemática, de cómo el sexismo ha tenido un papel muy importante en la publicidad de los juguetes y de por qué los memes están haciendo historia en España.
Hablamos sobre la crispación que crea la oposición política en España y que utiliza de forma sistemática, de cómo el sexismo ha tenido un papel muy importante en la publicidad de los juguetes y de por qué los memes están haciendo historia en España.
"Anda muy despechugada, peligro le dé una gripa”, es lo que en nuestra versión coloquial a la mexicana dijo el presidente de Portugal
Sinto que os Morangos ganharam o seu espaço nesta temporada. Na verdade, como na minha vida, em que sou obrigado a ver episódios de uma série com 600 anos como se não fosse existir um reboot daqui a um mês. A Mariana é um carrossel de decisões absurdas e difíceis de justificar. Como pôr Nudes no título, só para me arranjar problemas com o Patrocinador e Melhor Marca do Mundo, a Vinted. Vinted Vinted és a nossa luz Finalmente, este título obrigou-me a pesquisar o significado de DR. "Discutir a relação". O que me faz pensar que esta expressão não presta porque ninguém discute a relação nesse momento. Discutem acabar a relação talvez. Ou acabar com o outro. Demoradamente. Com um canal tortuoso. Enquanto lá atrás os Morangos ofendem meio mundo e aborrecem a outra metade. Carreguem neste link e mandem mensagens à Vinted a dizer que nos amam: https://vinted.shop/marianabossy_podcast
Juli nos trae un caso de en centromundista que salió a caminar y creyó que entendió todo, pero.... ¿verdad o falopa?
Lensa AI es un éxito mundial por sus retratos basados en inteligencia artificial. Pero también suscita críticas: muchas personas denuncian que la aplicación crea retratos sexistas o recurre a estereotipos raciales.
Há quatro anos que Hugo van der Ding anima as manhãs da Antena 3 com a rubrica 'Vamos Todos Morrer', através de notas necrológicas de figuras dignas de antologia que trazem conhecimento e gargalhadas em doses generosas. Figura popular pelas tiras humorísticas como 'A Criada Malcriada', 'Cavaca para Presidenta' ou 'Juliana Saavedra, a psicanalista que deixa os pacientes na merda', Hugo não é tipo de rótulos, nem de um talento só: tem feito teatro, televisão, livros e assinado inúmeros programas na rádio e em podcast. Destaque para o 'Vamos para a Tua Terra', onde todas as semanas nos dá a conhecer um país, ou uma parte do mundo, através dos olhos de quem lhe chama a sua casa de partida. E através destas conversas desmonta o insulto que a extrema-direita tem usado como arma contra migrantes, refugiados ou pessoas racializadas. “Quando alguém grita ‘vai para a tua terra' sabe lá o que essa pessoa passou para chegar ao que achamos que é a nossa terra. Se ouvirmos as suas histórias de vida, acredito que seremos todos melhores.” Prestes a terminar o primeiro romance, Hugo avisa: “Quero retirar-me das coisas que me obrigam a aparecer, ir morar para o campo e viver mais da escrita.” Ouçam-no no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Angola assinala o Dia da Paz e Reconciliação Nacional: Os protestos são para continuar, diz ativista "Gangsta". Cemitérios comunitários alvos de vandalização na cidade moçambicana de Nampula. No Ruanda ativistas pedem o fim da "comunicação sexista" em torno das mulheres.
En la última entrega de la serie “Hispanas conquistando áreas STEM en Australia” conversamos con la Dra. María del Mar Quiroga, una investigadora interdisciplinaria argentina, quien con sus conocimientos en matemáticas y análisis de datos ayuda a otros a tomar decisiones basadas en evidencia. En esta conversación ella comparte sus opiniones sobre cuáles podrían ser las razones por las que niñas y jóvenes mujeres no consideran a las matemáticas como una opción de carrera. Además, revela un conflicto personal respecto a invitar a más mujeres a que se sumen a estas áreas.
Cinco años después del fenómeno #Metoo y la liberación de las voces de las mujeres en el mundo, el sexismo perdura y se consolida en sus formas más violentas en Francia, incluso en las generaciones más jóvenes, según el ultimo informe publicado por el Consejo Francés para la Igualdad entre hombres y mujeres (Haut Conseil à l'Egalité). A primera vista, el sexismo no le teme a las múltiples campañas feministas y a los avances en materia de derecho de la mujer en Francia. Al contrario, en ciertos sectores el sexismo parece nutrirse de esos golpes para salir reforzado. El organismo francés HCE (Alto Consejo para la Igualdad de Género) publicó en enero de 2023 un informe que apoya esa teoría.37% de las mujeres han sido víctimas de violaciones y 1 de cada 4 hombres estima que es necesaria la violencia para hacerse respetar. Esto es parte de las conclusiones del HCE y lo sorprendente es que los hombres interrogados pertenecen al segmento de los 15 a 34 años. Este informe fue publicado a principios del 2023 y presentado como una alerta al presidente francés.Sexismo en Francia, un reportaje de Pierre Zanutto y Natalia Olivares. Entrevistas:Yseline Fourtic-Dutarde, copresidenta del colectivo “Ensemble contre le Sexisme” (juntos contra el sexismo)Marie-Gaetane Anton, Profesora de Niños y adolescentes en un colegio de ParísMathieu Phalin, autor del libro “Nos pères, nos frères, nos amis”, Ed. Les ArènesLuke A. Productor musicalRebecca Amsellem, economista y redactora de la newsletter feminista "les Glorieuses" (“Las gloriosas”)
MISS YOLO NA CASA! Neste 12º Episódio viajamos até Cabo Verde e trazemos o ÍCONE: KATHY MOEDA!!!!!! A Mulher, A Apresentadora, A Sonhadora Determinada: Mudou-se para Portugal e VEIO COM TUDO!!!Colorismo, Sexismo, Oportunidades, Futuro e Muito Papo Reto: Prontos para sentir um FURACÃO COM MORABEZA?ATACA A PIPOCA E SANGRA NA BATIDA!!!! SEGUE O NOSSO PODCAST
Los modelos de generación de imágenes a partir de texto a menudo reproducen estereotipos sexistas y racistas. Si las bases de datos con las que aprendieron no son neutrales, tampoco lo serán las imágenes de IA. Lo mismo ocurre con la aplicación Lensa, que genera avatares con IA.
La primera ministra de Nueva Zelanda, Jacinda Ardern, anunció hace unos días su renuncia debido a que "no tiene suficiente energía en el tanque" para sostener otro mandato completo liderando la nación de cara a las elecciones generales de octubre. El politólogo Ferrán Martínez i Coma, analiza cómo la polarización política y el sexismo han ejercido una importa presión sobre la mandataria.
El sexismo en los juguetes ha existido toda la vida. Nos acercamos a una juguetería con María Gijón de @educarsinestereotipos_ para analizar la situación actual.
Trátese de autos, de teléfonos inteligentos o de medicina: todo está hecho por hombres a la medida de los hombres, como si no compartirían el mundo con mujeres. Pero ahora la iguadad de derechos podría llegar a las normas.
¿Usted está a favor del machismo, el hembrismo o el sexismo? Arlen Siú Daza Fernández, venezolana que llegó a EU para ser diagnosticada. Tiene síndrome de Ehlers-Danlos, un trastorno hereditario muy poco frecuente del tejido conjuntivo que ocasiona una flexibilidad inhabitual en las articulaciones, piel hiperelástica y tejidos frágiles. Psicóloga Joharys Aybar, Especialistas en Pareja y Familias. Nos habla del machismo y hembrísmo Y en Contacto Deportivo, hablamos con Aldo Sánchez dando una ronda por la jornada de NHL y NBA, además de dar un pesado de las selecciones de Camino de Catar. Mañana más, en Buenos Días América, no olvides en conectarte. Si te gusto, recuerda compartir con tus amigos que pueden encontrarnos en la App de UFORIA o en cualquier plataforma de podcast. Envíanos tus comentarios, inquietudes o sugerencias, a nuestras redes sociales en Facebook @buenosdiasam, Instagram buenosdiasamericaam o escríbenos a nfoudradio@UNIVISION.NET estaríamos encantados de recibirlas.
Laura Imelda Pérez, diputada por Morena
*Milagros habla personalmente y no representando a ninguna empresa o institución de ninguna manera. Toda la información aquí descrita es nuestra interpretación y no necesariamente lo que Omar quiso decir. Milagros (@MilagrosMiceli en twitter) es socióloga y cuenta con un Ph.D. candidato en Ciencias de la Computación en Berlin. Trabajó como investigador en el Instituto DAIR, donde busca formas de involucrar a las comunidades de trabajadores de datos en la investigación de IA. Investiga prácticas laborales de producción de datos y se concentra en dinámicas de poder y sus efectos en conjuntos de datos de aprendizaje automático.
El día de hoy se hizo un cambio de sección y no es para menos, Bren nos platica su experiencia acerca del sexismo y del incidente que desafortunadamente le tocó vivir. este mensaje simplemente va para expresar un alto a todo lo que ha estado pasando en contra de la mujer.
Um áudio do deputado estadual de São Paulo, Arthur do Val, mais conhecido como Mamãe Falei, com teor sexista sobre as refugiadas ucranianas gerou uma onda de protestos nas redes sociais e atingiu em cheio o grupo político MBL. O parlamentar estava no país, segundo ele, com o intuito de promover ações humanitárias em prol dos civis que estão sofrendo por causa da guerra com a Rússia, quando o áudio foi enviado a um grupo de amigos. Como consequência imediata dessa atitude, Arthur do Val retirou sua candidatura como pré-candidato ao governo de São Paulo pelo Podemos. Também aliados políticos se afastaram do seu nome, como é o caso do candidato à presidência, Sérgio Moro, que declinou do apoio dado por Arthur do Val a sua candidatura. Além disso, cerca de 15 deputados protocolaram uma representação no Conselho de Ética do legislativo paulista pedindo a cassação de Arthur do Val por quebra de decoro parlamentar. Citado no áudio de Arthur do Val, o também líder do MBL, Renan Santos, que acompanhou o deputado na viagem à Ucrânia, não reagiu bem às críticas de opositores. O MBL, que surgiu com força nos protestos que culminaram com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, parece estar em declínio. Recentemente, outro membro fundador do grupo, o deputado federal Kim Kataguiri, também se envolveu em uma polêmica. Durante um episódio de um podcast Kim concordou com a opinião do youtuber Monark que defendeu a criação de um partido nazista no Brasil. Diante da recente perda de apoio do grupo, e das polêmicas envolvendo seus membros, a pergunta que fica é: o MBL terá forças para continuar na política? No episódio do podcast desta terça-feira, 08, vamos falar sobre este assunto com o cientista político e diretor da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify,Deezer,Apple Podcasts,Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos Valério See omnystudio.com/listener for privacy information.
El artículo completo lo puedes leer acá: c239a81a-552d-41de-a323-9a99451d02e1 (revistadelauniversidad.mx)Página 148.★ Support this podcast ★
Nessa semana, conversamos com Livia Ciabatti sobre seu mais recente artigo Sexismo científico: o viés de gênero na produção científica da Universidade de São Paulo, publicado na Revista de Saúde Pública. Lívia e suas parceiras de pesquisa coletaram as métricas de publicação de todos os professores e professoras da USP para avaliar os efeitos da desigualdade de gênero na carreira científica. Os resultados revelam que os homens vem apresentando métricas melhores que as mulheres em todas as etapas da carreira nos últimos 60 anos e se nada for feito para alterar a situação, a tendência é de que a desigualdade não será superada. Dessa maneira, seu trabalho nos oferece dados empíricos de qualidade que escancaram o sexismo na ciência brasileira. Redes Sociais Lembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: contato@larvasincendiadas.com Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagram da Regina: @facreg Apoio Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Taylor Swift: ¿realmente es tan terrible como nos hicieron creer o solamente fue víctima del sexismo de la industria? En nuestro capítulo de hoy analizamos a la talentosa artista y su trayectoria con la intención de identificar en qué momentos nos dejamos llevar por la idea de "sólo escribe sobre sus exes", "se hace la víctima" y "ha tenido demasiados novios" e ignoramos a una versátil compositora, artista y performer. Música original por Ing. Ana Aguilar
Pues resulta que somos un poco lerdas las dos, Javi y Libertad, porque nos dimos cuenta tarde de que no teníamos nada preparado para el 8 de marzo. Pero nos pusimos manos a la obra para subsanarlo cuanto antes. Fue entonces cuando los duendes malvados de los podcast hicieron de las suyas provocándonos problemas técnicos por doquier que hacen que algunas partes del podcast suenen... "raras". Pese a todo, creemos que nos ha quedado un episodio muy digno en el que hablamos de los libros "Sexismo cotidiano" de Laura Bates, "Mala feminista" de Roxane Gay y "La mujer invisible" de Caroline Criado-Perez. También analizamos la película de la directora Kitty Green "The assistant", basada muy libremente en los hechos que detonaron el #MeToo y también de la miniserie documental "Nevenka", un caso que abrió camino hace veinte años y que ya era hora de que se le hiciera justicia. Finalizamos leyendo vuestros comentarios en redes y Javi nos hace un último apunte sobre la última obra de teatro que ha visto, "Tórtola", que nos viene muy al hilo de la temática del programa. Ya está todo listo, sólo faltas tú dándole al botón de Play. Y sabemos que lo estás deseando.
En una nueva edición de cine en Página 13, Iván Valenzuela junto a Ascanio Cavallo y Antonio Martínez, analizan “Moxie”, la nueva película juvenil de Netflix contra el sexismo; “Mis hijos, la cinta donde entre sonrisas y lágrimas se explica el conflicto árabe-israelí. Además, analizaremos “Mira: la chica del tren”, la nueva versión de Netflix del best seller de suspenso.
En esta conversación, Caroliza Lorenzo nos va hablar, desde el punto de vista de su experiencia con hombres más la sabiduría que tiene por trabajar en la ONU, de cómo la mujer en distintos casos se ve afectada por el Sexismo de una cultura en la que la violación es aceptada y permitida. Hablemos de cómo este tipo de experiencias que tiene la mujer afectan cómo ella se siente consigo misma, y el valor que le da a su cuerpo, así como el efecto que tiene en la capacidad de tener relaciones sanas. Para más información sobre cómo criar niños en un mundo digital visita mi Instagram: @digitalsakebydrdum Para más información sobre servicios de controles parentales contáctame por info@digitalsake.com Para cualquier otro tipo de consultoría o preguntas contáctame por mdum@digitalsake.com
¿Será acaso que somos todo eso que decimos que no somos? --- This episode is sponsored by · Anchor: The easiest way to make a podcast. https://anchor.fm/app Support this podcast: https://anchor.fm/gir362n-dolce/support
Neste episódio do Elas Chutando a Escada, Débora Prado e Carol Pavese recebem a professora e pesquisadora Roberta Gregoli (UNB). Elas falam sobre o participação das mulheres na política, o machismo cotidiano que sofrem e o papel que a mídia desempenha na manutenção das desigualdades de gênero no Brasil. Este episódio também contou com a participação de Aline Hack do Olhares Podcast. Ela fala sobre a Campanha #16dias de #ativismonaweb pelo fim da violência contra as mulheres. Então aperte o play e chute o machismo junto conosco! The post Sexismo, Mídia e Política, com Roberta Gregoli appeared first on Chutando a Escada.