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Profissionais terceirizados da TV Justiça, emissora pública administrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), denunciam uma série de atrasos em pagamentos de salários e benefícios trabalhistas.A categoria emitiu um alerta de indicativo de greve, colocando em risco a continuidade das transmissões ao vivo.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#TVJustiça #DireitosTrabalhistas #SindicatoDosJornalistas #Brasília #Denúncia #BastidoresDaTV #Jornalismo #Notícias #Trabalho #PodcastDeNoticias #Mídia #Justiça #Televisão #DireitoDoTrabalho #Atualidades #Polêmica #DF #Sindicato #VozDosTrabalhadores #PodcastBr
Começamos no tiroliroliro este episódio mas com o Rui no tiroliroló devido a um treino de padel. Quem diria que um treino de padel ia proporcionar uma conversa sobre falha, não tentar e destituir de coisas. Ninguém. Outra coisa que ninguém iria adivinhar: o jardineiro veio cá a casa, não percebeu nada do que tinha que fazer MAS a culpa não é do Rui. Não!!!!! É de Camões. Falamos também do assunto da semana: Catarina Miranda foi a televisão terminar com o namorado em directo. Ainda sobre as aventuras de Rui na Champions e com a seleção de Portugal e o seu momento de super fama. (No final do episódio tivemos um problema com as câmaras e tivemos de terminar de forma rápida).APOIOS:SportTV
No novo episódio do podcast Tantos Tempos, apresentado por Candice Pomi, o jornalista Fernando Gabeira e a atriz Giulia Gam partilham reflexões marcantes sobre o amadurecimento, embaladas por momentos de profunda emoção e pelo humor irónico de Gabeira. Aos 85 anos, o jornalista, que carrega na bagagem parte essencial da história recente do Brasil, recorda a sua trajetória através de livros que abordam a política, a luta contra a ditadura e a liberdade sexual, sem deixar de fora o icónico episódio da tanga em Ipanema que chocou a sociedade da época. Em contrapartida, Giulia Gam revive o seu amadurecimento precoce no meio artístico, iniciado no teatro aos 15 anos sob a tutela de Antunes Filho, o que a levou a trabalhar com grandes nomes como Fernanda Montenegro e Walter Salles antes mesmo de completar 25 anos. Ao longo da conversa, a atriz revela também a sua visão singular sobre as relações afetivas ao comentar que "nunca casou" no sentido convencional de comunhão, destacando que, embora tenha vivido relacionamentos profundos, estes sempre fugiram dos moldes e do conceito de um casamento tradicional.Gabeira nos contou também dos seus projetos no jornalismo aonde viaja pelo Brasil, revelando lugares e pessoas pouco conhecidas como no trabalho mais recente na Globo News onde visita as feiras populares do país.Giulia que recentemente voltou as telas, nos contou da novela vertical e das diferenças para o trabalho tradicional da Televisão.Tá pra lá de imperdível.O Tantos Tempos está disponível no Youtube e nas plataformas de áudio como Spotify e Apple Podcast.Se você gosta do Tantos Tempos e quer apoiar este projeto pode colaborar com a gente se tornando membro do Tantos Tempos no Youtube.O Podcast Tantos Tempos é uma ideia original da Orson Podcast com produção da RFN Audiovisual e Lucha Libre Audio. Gravado na RFN Audiovisual em São Paulo.Apresentação: Candice Pomi @beyond.age Idealização e roteiro: Carol Soutello, Aaron Sutton e Paulinho CorccioneDireção de arte/direção de produção: Raul Ferreira NetoCoordenação de Audio: Paulinho Corcione e Thacio Palanca Produção Executiva: Cristina HorowiczProdução de convidados : Sula VlachosConte pra gente o que achou do episódioSupport the show
Helena Vaz da Silva presidiu à Comissão de Reflexão do Serviço Publico de Televisão e o CNC organizou a conferência “De que TV precisamos?”, que teve lugar no dia 13 de julho de 2002. Nela participaram o sociólogo e filósofo francês Edgar Morin, Guilherme d'Oliveira Martins, Maria José Nogueira Pinto, Carlos Cáceres Monteiro, José Manuel Fernandes e Eduardo Cintra Torres, entre outros. Publicamos as notas de Guilherme d'Oliveira Martins e a resposta de Edgar Morin a Eduardo Cintra Torres (em francês).
Há muito, muito tempo, só havia um televisor por cada lar.
Mesmo transmitida pela rede pública e retransmitida por canais parceiros, a entrevista do presidente Lula marcou traço de audiência.Os relatórios indicam dificuldades crônicas de distribuição e atração de público para a grade da emissora governamental.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #TvBrasil #Ibope #Audiência #Televisão #Entrevista #Política #Governo #Mídia #Jornalismo #Comunicação #Dados #Estatística #Repercussão #Internet #RedesSociais #Debate #Notícias #Factual #Podcast
À pergunta "é verdade que Fátima Lopes é a convidada desta semana de watch.tm?", Pedro respondeu sim. A máquina da verdade diz que é verdade. À pergunta "falaram de pessoas que chegam atrasadas, como é ouvir histórias pesadas durante quase 30 anos e perder audiência para o Você na TV?", Pedro respondeu sim. A máquina da verdade diz que é verdade e acrescenta que também falaram de mais coisas.(00:00) Intro(00:23) Fatima odeia pessoas que chegam constantemente atrasadas(03:30) De onde surge esta exigência com horários?(05:51) Fátima conseguiria combater os atrasos de Plutonio?(09:44) Não saber trabalhar com barulhinhos de fundo(15:06) Rácio de histórias pesadas vs leves durante "A Tarde é Sua"(17:29) Impacto de ouvir histórias pesadas durante 30 anos(21:12) Tipo de histórias mais difíceis e como lidar(24:01) Contextualizar o impacto de trabalho junto dos filhos(26:49) Em que momento é que Pedro sentiu que estava adulto?(28:31) Histórias tristes vendem mais(35:04) Hoje em dia é tudo meditação?(41:10) O peso e consequências das audiências(44:04) Perder para o Você na TV(45:10) Relembrar a Máquina da Verdade(51:50) Relembrar programa Desliga a Televisão(55:11) Quem era o homem espanhol da Máquina da Verdade?(57:01) Continuar a relembrar a Máquina da Verdade(1:04:30) Marcelo Rebelo de Sousa inaugura canal de YT de Fátima(1:11:14) Adorar café mas não poder beber 20 por dia(1:16:07) É mais fácil ler/trabalhar fora de casa?(1:21:19) Desistir ou não de um livro que não estamos a gostar?(1:23:29) Ler em livro físico vs Kobo(1:28:24) O novo livro de Fátima Lopes é autobiográfico?(1:32:11) Preconceitos em relação à idade da mulher face ao homem numa relação(1:40:40) Raparigas que fazem procedimentos estéticos aos 20 anos(1:47:37) Importância de investir na saúde mental para se ter autoestima(1:51:29) Meter em prática truques de psicólogo
Essa semana, Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho relembram os game-shows e gincanas mais icônicos da TV brasileira! Tem Show do Milhão, Roletrando, Passa ou Repassa, provas malucas, tortadas na cara e muito mais. Do suspense do Roletrando à bagunça das gincanas do Gugu e Faustão, exploramos a história, as curiosidades e o impacto cultural dos programas que paravam o país nos anos 80, 90 e 2000.Essa é mais uma edição da nossa série Na TV!
Morreu ontem o fundador da CNN Ted Turner, aos 87 anos. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O fascínio por reality shows, o preconceito na apresentação, as críticas ao corpo, a pressão do peso ao longo da vida, a jornada de luto pela morte do namorado, a saúde mental, as mudanças no trabalho depois de ser mãe.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que é que um gesto nos diz sobre o que pensamos do corpo das crianças? E sobre a forma como exercemos o poder? Redes sociais inundaram-se de opiniões. Fomos perguntar o que pensa o Eduardo Sá.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram”.Mateus 7:13-14 Da televisão em preto e [...]
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o artigo "Mais que um eletrodoméstico, um centro de poder: apontamentos metodológicos para a análise do papel político da televisão aberta no Brasil", de Janaine Aires, refletindo sobre como a televisão aberta constitui um espaço estratégico de produção de sentidos, circulação de ideologias e mediação social no cenário brasileiro. A discussão aborda a consubstancialidade entre comunicação e política, o conceito de coronelismo eletrônico, as fragilidades metodológicas que dificultam o estudo da televisão — como a falta de transparência de dados e a concentração regional da produção acadêmica — e as dicotomias conceituais que precisam ser superadas. A conversa considera diferentes perspectivas teóricas que articulam economia política da comunicação, análise de conteúdo e observação das práticas sociais, demonstrando como a televisão brasileira opera como determinante mediadora na rede de resolução de problemas sociais e como centro de poder político e simbólico, exigindo abordagens metodológicas integradas que contemplem o fluxo televisivo em sua totalidade.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
Eu achava que isso só acontecia na minha infância, nos anos 80, mas depois descobri que crianças dos anos 90 (e até algumas dos anos 2000) também passaram pelo DRAMA do "esse video game vai estragar minha televisããããããão". Pois é, algumas coisas só mudam de endereço mesmo. Bom, mas outro dia me lembrei de como era tudo mais complicado antigamente quando eu apenas queria jogar um Sonic, um Alex Kidd, e decidi investigar: afinal, video game estraga mesmo a televisão?Adianto que os de hoje em dia NÃO. Porque as televisões são fabricadas para atender às mais variadas necessidades de entretenimento. E as "do nosso tempo"? Bem, cê vai ter que ouvir o episódio pra aprender. ─────────────────────────────────────── APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag─────────────────────────────────────── Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódio- Relembre os maiores mitos e verdades dos consoles de videogameTech Tudo
Pedro Henriques refere que ao minuto 19 há pénalti para o Estrela. "Fresneda provoca uma carga nas costas de Stoica". E aos 50' penálti a favor do Sporting. "Suárez sofre pé em riste". Nota 4 (em 10).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Podcast Outra Visão, Paulo Cunha conversa com Luiz Fara Monteiro.Você reconhece uma grande voz antes mesmo de ver quem está na tela. E o nosso convidado de hoje é uma voz reconhecida e respeitada no jornalismo brasileiro.À frente dos telejornais Fala Brasil e Jornal da Record, da Record TV, ele tem quase 40 anos de carreira na comunicação. Radialista e locutor desde os 16 anos, é jornalista, apresentador, âncora de telejornal e foi correspondente internacional na África do Sul durante dois anos.Habilidoso repórter setorista de política, é daqueles profissionais que conhecem profundamente os bastidores da notícia. Com passagem por um dos espaços mais emblemáticos da comunicação pública nacional, A Voz do Brasil, construiu uma trajetória marcada pela elegância e pelo compromisso com a informação.Há quase 20 anos na Record TV, levou para a redação também a sua paixão pela aviação e, além do trabalho diário nos telejornais, assina um blog no portal R7 dedicado ao universo da aviação, com o compromisso de informar tudo o que diz respeito ao setor.Alô, Luiz Fara Monteiro.
Júlia Pinheiro abre o jogo e fala sem filtros sobre o envelhecimento, a pressão da imagem e os padrões da televisão. Recorda o início na rádio, as inseguranças com a voz e o percurso construído fora do “ideal” da indústria. A apresentadora destaca também a importância da família, de momentos difíceis vividos em casa e da forma como essas experiências a transformaram. Aos 63 anos, reflete sobre a carreira, a atualidade e explica como continua a reinventar-se e a encontrar sentido em comunicar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Antes, a TV ditava horários; agora, o streaming nos deu o controle. A televisão não morreu, mas se transformou em um grande hub de conteúdo, onde novelas e realities disputam espaço com séries sob demanda. A tela é a mesma, mas a experiência é individual, mas será que o sonho de ter um conteúdo de fácil acesso e sem propaganda sobrevive? Ou melhor quanto tempo ele sobrevive até se transformar na televisão que conhecemos antes?
A televisão aberta brasileira está prestes a passar por uma das maiores transformações desde o fim do sinal analógico. A chamada TV 3.0 promete trazer transmissão gratuita em 4K, interatividade, múltiplas câmeras e integração com a internet, aproximando a experiência da TV aberta do que hoje vemos nas plataformas digitais. Mas o que realmente muda para quem está em casa? Será preciso trocar de televisão? E quando essa tecnologia deve chegar ao público? Para explicar como essa nova fase da televisão deve funcionar, Fernanda Santos conversa com Paulo Henrique Castro, presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET). No episódio, ele explica como funciona a tecnologia por trás da TV 3.0, quais são os desafios para sua implementação no Brasil e como essa evolução pode transformar a forma como consumimos conteúdo nos próximos anos. Você também vai conferir: Motoristas de app podem ser punidos por luminosos, um recurso do WhatsApp faz sua mensagem sumir e Spotify revela quanto pagou à indústria musical. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Paulo Amaral, Viviane França e André Lourentti, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Finalmente, passados 5 anos o Rui repara num corte de cabelo - não havia como desta vez e fica constrangido nas compras porque trouxe uma coisa que o deixa sempre envergonhado. Aposto que a vocês também. Ah... e nem sabemos bem como chamar aquilo, não é tarefa doméstica, mas se há coisa em que é polícia cá em casa é com o exaustor. Mas não foi só o Rui a ficar constrangido, a Cristina Ferreira e a Mafalda também ficaram perante uma actuação, não sei se viram. Ainda falamos sobre a televisão ser ilusão por causa do documentário do reality show da Tyra Banks. E já agora, criminoso ou inocente? Decidam vocês
00:00 Sua casa está trabalhando contra você00:11 O ambiente molda o destino00:35 A Máquina de Distração (Televisão)02:26 O Cassino Disfarçado (Jogos de Celular)04:38 Sem Silêncio, Sem Riqueza06:01 Você Não Constrói Império No Meio Do Caos07:20 Passivos Que Fingem Ser Status08:50 Conclusão09:19 RC Club vs. RC Wealth: Escolha seu caminho
O grupo CEPCOM (Crítica da Economia Política da Comunicação) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) inicia um novo formato do ciclo de leituras, voltado à formação da base da Economia Política da Comunicação com mestrandas e mestrandos.Este episódio discute o artigo "Indústria Cultural e capitalismo tardio: Origens da Economia Política da Comunicação no Brasil em Mercado Brasileiro de Televisão" (Bastos, 2020). O texto foi apresentado por Lucas Souza (mestrando em Comunicação da UEL); com comentários de Vitória Rocha (mestranda em Comunicação da Ufal), Anderson Santos (professor dos mestrados em Comunicação da UEL e da Ufal) e Júlio Arantes (professor da Ufal).ReferênciaBASTOS, M. D. Indústria Cultural e capitalismo tardio: Origens da Economia Política da Comunicação no Brasil em Mercado Brasileiro de Televisão. Chasqui, Quito, n. 142, p. 187-202, dez. 2019/mar. 2020. DOI: https://doi.org/10.16921/chasqui.v1i142.4121. Disponível em: https://revistachasqui.org/index.php/chasqui/article/view/4121. Acesso em: 20 fev. 2026.Referências citadasBOLAÑO, C. (Coord.). Economía política de la comunicación y la cultura en América Latina (1970 y 1980). Buenos Aires: CLACSO, 2022. Disponível em: https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/bitstream/CLACSO/170046/1/Economia-politica-comunicacion.pdf. Acesso em: 20 fev. 2026.REVISTA EPTIC. v. 27 n. 3 (2025): Perspectivas críticas de abordagem da Publicidade - A embalagem do Sistema 40 anos depois. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/eptic/issue/view/1434. Acesso em: 20 fev. 2026.
Íntegra do pronunciamento do ministro da Educação, Camilo Santana, em Rede Nacional de Rádio e Televisão, neste domingo (8).
Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
A catástrofe causada pela tempestade Kristin, especialmente na zona de Leiria, mantém milhares de portugueses sem luz e com as habitações despedaçadas há mais de uma semana. A resposta do Governo surgiu a várias vozes, mas nenhuma parece ter conseguido apaziguar o descontentamento com a ação do executivo liderado por Luís Montenegro. Daniel Oliveira afirma que a “ausência de preparação do governo é evidente”, Francisco Mendes da Silva acredita que tu se resume à “falta de uma voz inequívoca de comando político.” Ouça a análise no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 4 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Adam Rowe esgota teatros e arenas no Reino Unido, mas decidiu vir atuar a Portugal para cerca de 40 pessoas. Natural de Liverpool, começou a fazer stand-up em 2010, com apenas 18 anos. É um dos melhores humoristas emergentes no Reino Unido: já abriu espetáculos para Bill Burr, Shane Gillis e Andrew Schulz. Estreou-se em Portugal a 30 de agosto de 2025, no Worten Mock Fest, dia em que este episódio foi gravado. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, elogia o percurso do humorista e amigo Daniel Sloss, explica porque aceita abrir os espetáculos de humoristas que vendem menos bilhetes do que ele e teoriza sobre a eficácia dos podcasts na criação de público. A conversa neste episódio é feita em inglês.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Parlamento angolano aprovou, nesta quinta-feira, 22 de Janeiro, em votação final, a lei sobre o estatuto das ONG, com os votos contra da UNITA, que considerou que o diploma restringe a liberdade de associação. Em entrevista à RFI, Zola Álvaro, activista e presidente da Associação Cívica Handeka, refere que esta lei vai dificultar o trabalho das ONG e reintroduz o espírito de controlo, o que constitui uma violação do direito à liberdade de associação. O MPLA, partido no poder em Angola, considera que esta lei “reafirma o princípio do Estado de direito”. Este diploma salvaguarda os direitos das ONG em Angola? Discordamos todos a esse nível. Tanto as organizações da sociedade civil como os 72 deputados da UNITA -que votaram contra - e as duas abstenções. Uma posição diferente da dos deputados do MPLA, que votaram a favor [do diploma]. Primeiro, há um conjunto de preocupações em torno da aprovação desta lei, principalmente quando é aprovada num contexto pré-eleitoral, com toda essa celeridade, e quando tenta ressuscitar normas já declaradas inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional angolano. No Acórdão n.º 447/17, que revogou o Decreto Presidencial n.º 74/15, a [lei das ONG] tenta claramente introduzir este espírito de controlo através de uma lei ordinária, o que constitui uma violação material do direito à liberdade de associação. O Governo angolano refere que esta lei confere às ONG um quadro jurídico “claro, moderado e equilibrado”. Não era necessário preencher este buraco na lei? Claro que não. A lei estabelece um conjunto de barreiras burocráticas que asfixiam [as ONG], com obrigatoriedades. O artigo 19 contém um conjunto de exigências, como é o caso de relatórios mensais exaustivos. Essas medidas desviam os recursos e o tempo que deviam ser dedicados ao apoio directo às populações mais vulneráveis. Depois, há ainda o artigo 22, que fala sobre a não exportação do capital já doado pelas organizações. Isso retira toda a confiança do doador, porque, na definição, construção e arquitectura de projectos, pode haver excedentes, e esses excedentes têm de ser devolvidos ao doador, conforme as exigências contratuais. Ao existir uma lei doméstica que proíbe essa garantia, vai, certamente, retirar toda a confiança do doador nesse processo de aprovação de projectos locais. O executivo refere ainda que esta lei vai permitir o combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo… Até agora, não há registos, nem qualquer decisão judicial, de que uma associação angolana esteja envolvida em branqueamento de capitais ou em financiamento do terrorismo. Essa preocupação expressa na lei pode ser legítima, mas não se trata de uma questão de prevenção. Não, é de facto, uma questão de controlo das organizações. Trata-se de uma forma de o Governo controlar a liberdade e a autonomia das associações? Há aqui um aproveitamento nesse sentido, porque Angola já dispõe de um conjunto de dispositivos normativos próprios que previnem o branqueamento de capitais, a corrupção e o financiamento do terrorismo. A UNITA, o principal partido da oposição no país, votou contra, alertando para o facto de esta lei restringir a liberdade de associação. A partir de hoje, o trabalho das ONG fica mais difícil? Fica muito mais difícil a partir de agora, porque temos de entender que a intenção fundamental desta lei é, de facto, impedir que as associações continuem a operar com o mesmo nível de autonomia. Esta lei confere poder ao Governo, principalmente no que diz respeito ao encerramento das organizações. Isso demonstra, de facto, o rosto e as pretensões da aprovação desta lei. Quais são as outras mudanças que serão implementadas com esta lei, relativamente ao trabalho das ONG? Os artigos 7.º e 34.º permitem ao órgão decisor -ou seja, a um órgão com poder administrativo - propor onde os projectos devem ser executados e exigir a manutenção de registos dos beneficiários efectivos e de outras pessoas que controlam ou estejam a gerir essas organizações. Ora, as organizações identificam, elas próprias, os espaços adequados para a implementação dos seus projectos. Se existe um órgão administrativo que vai redefinir onde os projectos devem ser executados, isso já não é uma questão de autonomia das organizações. Trata-se de a administração política decidir, efectivamente, onde as organizações devem realizar ou executar as suas actividades. Isso retira, de alguma maneira, a capacidade de decisão própria, a autonomia e a vontade das organizações. Outra grande preocupação prende-se com a obrigação de as organizações partilharem o registo dos beneficiários dessas mesmas actividades. Basta pensarmos, por exemplo, numa associação como a Kutakesa, com objectivos claros de protecção de defensores de direitos humanos, que tem na sua base de dados um conjunto de defensores perseguidos pelo Governo angolano. Já vemos aqui, de facto, uma situação extremamente delicada, em que a instituição que vai monitorizar o exercício das associações exige, efectivamente, uma base de dados desses beneficiários de protecção. Aqui há, de forma clara, má-fé, tanto do proponente como do legislador, ao retirar, de facto, às organizações a autonomia e a capacidade de preservar a identidade dos beneficiários, muitos dos quais têm sido alvo de graves violações de direitos humanos, sendo que o grande prevaricador tem sido o próprio Governo angolano. A proposta de lei sobre a disseminação de fake news (notícias falsas) foi aprovada na generalidade e será agora apreciada na especialidade. Esta lei ajusta-se à realidade de Angola? Não, não se ajusta. Na verdade, o que acontece é que estamos próximos de um processo eleitoral e, ao longo dos últimos anos, tem sido criada, de alguma forma, uma arquitectura, um conjunto de propostas de lei que visam restringir o espaço cívico, limitar as acções das organizações da sociedade civil e a actuação de pessoas individuais, activistas, defensores de direitos humanos e outras iniciativas. Isto faz parte de um pacote legislativo que visa limitar o exercício das organizações da sociedade civil e a iniciativa de cidadãos em torno do próprio processo eleitoral. Há uma tentativa de limitar a liberdade de expressão e de informação? Exactamente. O executivo procura garantir que, durante um processo eleitoral, sejam asfixiadas todas as iniciativas das organizações da sociedade civil, principalmente com esta lei das fake news. Serve também para restringir, de facto, o nível de actuação da imprensa privada e dos defensores de direitos humanos. No entanto, são conhecidas as ameaças que representam as fake news, as notícias falsas. Qual seria o caminho para lutar contra esta ameaça? No contexto angolano, o maior disseminador de informações falsas que circulam na imprensa é o próprio Governo de Angola, através da manipulação da imprensa pública, nomeadamente a TPA, Televisão Pública de Angola, ou a TV Zimbo, estação de televisão privada, que funciona como uma televisão alegadamente alternativa. A televisão pública e os jornais públicos são a maior fonte de desinformação existente e, não apenas isso, são também a principal fonte de manipulação do debate público nacional. Assim, a grande preocupação deveria incidir, de facto, sobre essas fontes já claramente identificadas de desinformação. Poderia existir um mecanismo próprio, assente num espaço de concertação efectiva com a sociedade, sobre a necessidade de legislar contra a desinformação e as fake news. Este tem sido um debate internacional, mas existem mecanismos específicos para os sectores que devem ser alvo dessa preocupação legítima. Que mecanismos seriam esses? Esse processo passaria necessariamente por uma transformação tanto da imprensa pública como da privada, bem como pelo envolvimento da academia e das organizações da sociedade civil. No entanto, tudo isso exigiria vontade política. A maior parte das disposições constantes da proposta de lei visam, na prática, silenciar a imprensa privada e todos os outros intervenientes nos espaços públicos. Nos últimos anos, em Angola, sobretudo através das redes sociais, surgiram fontes alternativas de informação. Vivemos num país onde o acesso à informação, especialmente a informação de interesse público, tem sido cada vez mais escasso. Os meios de comunicação públicos praticamente não informam sobre matérias de interesse público. Assim, os angolanos recorrem a fontes alternativas, que são precisamente aquelas que estão na base da preocupação do proponente da lei -neste caso, o Presidente da República- ao propor um diploma que visa restringir o exercício dessas fontes alternativas de informação. Silenciar essas fontes? O objectivo é claro: silenciar essas fontes, silenciar, de facto, também as pessoas de bem que têm, de alguma forma, tentado informar a sociedade.
Aqui estamos nós para mais um episódio, que não só inclui a lista do kit de emergência desta casa (atenção NÃO serve para todas as emergências, só uma muito específica), como inclui a nossa avaliação das pessoas que saem à noite sendo uma maçã. Tudo vai fazer sentido assim que ouvirem o episódio, não se preocupemREDES SOCIAISMafalda Castro: / mafaldacastro Rui Simões: / ruisimoes10 Bate Pé instagram: / batepeclips Bate Pé Tiktok: / bate.pe SPOTIFYhttps://open.spotify.com/show/7bnvbtG...#MafaldaCastro#RuiSimõesAPOIOSEste podcast tem o apoio do ActivoBank
Desde sempre que crianças e jovens fazem e veem Televisão e Cinema. Seja como consumidores, seja como atores. Mas, como se pensam os conteúdos infantis e juvenis? E quem as protege, quando aparecem no grande écran?
Televisão é sobre carisma. Mas será que esse é mesmo o ingrediente principal para entrar no Big Brother Brasil? Você vai ouvir trechos inéditos da entrevista com o diretor de gênero reality da Globo, Rodrigo Dourado, e com o apresentador Tadeu Schmidt.
Alberto Gonçalves comenta a escassa cobertura televisiva das manifestações no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É uma das eleições mais incertas das últimas décadas. Os duelos terminam hoje, mas está tudo na mesma, como a lesma. E André Ventura tem uma relação difícil com a verdade?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho batem um papo sobre as tardes da TV brasileira nos anos 80, 90 e 2000. Esse era o horário em que a televisão se tornava companhia fixa depois da escola, misturando desenhos animados, séries, novelas, programas infantis e atrações populares que ajudaram a moldar uma geração inteira. Nos anos 90, a televisão aberta vivia um momento de enorme força criativa e audiência. Enquanto as manhãs focavam nas crianças, as tardes tinham como foco os jovens. A Sessão da Tarde da Globo e o Cinema em Casa do SBT disputam a atenção dos jovens cinéfilos. A TV Manchete enchia sua programação com animes ("Cavaleiros do Zodíaco") e tokusatsus ("Jaspion" e "Jiraiya"). Junto com isso tinham as reprises de novelas novelas brasileiras no "Vale a Pena Ver de Novo", as novelas mexicanas ("Mario do Bairro" e "A Usurpadora"), programas de fofoca (Sônia Abrão), programas de treta de família ("Casos de Família"), Programa Livre, "Malhação" e muito mais.As tardes da TV brasileira de antigamente representam um período em que a televisão tinha papel central na rotina das famílias. Era um consumo coletivo, sem streaming, sem escolha sob demanda, mas com um sentimento de evento diário. Tudo acontecia ao mesmo tempo para todo mundo.Essa é mais uma edição da nossa série Na TV!==###==- NORDVPN | Tenha uma conexão segura e acesso conteúdos do mundo inteiro! https://nordvpn.com/99vidas- ALURA | Toma aí 20% de desconto na sua assinatura anual! Quer assinar por 2 anos? O desconto é de 40%!!! ! É grande oportunidade para transformar a sua carreira tech!! https://alura.com.br/99vidas
Golpe militar na Guiné-Bissau: A capital guineense foi surpreendida esta quarta-feira com tiros perto da Comissão Nacional de Eleições e da Presidência da República. Horas mais tarde, numa declaração transmitida pela Televisão Pública da Guiné-Bissau, um grupo de militares anunciou a destituição do poder político no país.
A Filipa Jardim da Silva é psicóloga clínica especializada em Psicologia Clínica e da Saúde, fundadora e diretora clínica Transformar, autora e presença regulamente na Televisão a comentar temas de saúde mental.Em 2025 lançou o livro “Síndrome da Impostora”, convidando-nos a reconhecer e aceitar as nossas fragilidades, a questionar narrativas autoimpostas de perfeição, comparação e ansiedade, e a cultivar uma confiança mais autêntica.Este foi o mote para a nossa conversa!Quem melhor do que a Filipa para falar connosco sobre o impacto da sensação de insuficiência, da culpa, da vergonha, das dúvidas permanentes e da auto-sabotagem nas relações e na parentalidade!?Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas.Conteúdos abordados:· o que é o “Síndrome da Impostora” e como se desenvolve;. pensamento crítico adaptativo vs auto-crítica desadaptativa;· a sensação de insuficiência na separação, divórcio e parentalidade;· o “Síndrome da Impostora” nas madrastas e padrastos;. momento Casa Ermelinda Freitas, porque a Ermelinda está nas nossas vidas e agora também está no nosso Podcast. O episódio foi GRAVADO COM O APOIO @comuna_studios e está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtube e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Para mais informações sobre AS NOSSAS FORMAÇÕES segue o link.Podes adquirir o nosso livro através do nosso site, directamente da editora ou qualquer outra livraria física ou online
Temos várias revelações para fazer, desta vez muito relacionadas com crime. Meio temático este episódio, talvez um pouco influenciados pela série que andamos a ver. Porque gostamos de séries de crime? Porque é que o Rui é tão mau a dar presentes? Porque não largamos o telemóvel? Várias questões que em parte serão respondidas, em parte não.
Hoje você vai saber sobre o fiasco da estreia do novo/velho programa do Boninho, The Voice Brasil, no SBT! Como ele vai melhorar a audiência? E tem o novo dilema do Café Pelando! Tudo no Café Antagonista #106 apresentado por José Inácio Pilar!Café Antagonista 2025 é o seu ponto de encontro semanal para ficar bem informado. Apresentado por José Inácio Pilar, o programa vai ao ar todos os sábados, às 10h e 16h, trazendo uma análise inteligente dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Com um jornalismo independente e sem amarras, debate política, economia, notícias e bastidores exclusivos com um olhar crítico e direto. Inscreva-se no canal para não perder nenhuma edição do Café Antagonista 2025! #caféantagonista Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Café Antagonista https://bit.ly/oa-cafe10 Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Com Joana Azevedo
Send us a text*Donate on GoFundMe to help me direct my first short film!*Spooky Season has arrived and Episode 214 is delivering all sorts of creepy and fun Gen-X nostalgia.It starts with one of the OG's of spooky TV shows. In Search Of, hosted by Leonard Nimoy, shone a light on the supernatural, mysteries, oddities, and true crime. Starting in the late 1970s it scarred kids while also providing hours of entertainment. We'll dive into an overview of the show.Halloween and The Simpsons go hand in hand. This is because of the decades' worth of classic Treehouse of Horror episodes. Filled with dark, but still funny, stories, these shows made people laugh and sometimes scream. Get ready for a fun trip down memory lane that still goes on to this day.The first spooky Top 5 of October will take a look at some of the most well-known urban legends of the 1970s. How many do you remember?There will be a new This Week In History and Time Capsule looking at the iconic Thrilla In Manila boxing match between Muhammad Ali and Joe Frazier.You can support my work by becoming a member on Patreon. Or you can Buy Me A Coffee!Helpful Links from this EpisodeBuy My New Book, In Their Footsteps!Searching For the Lady of the Dunes True Crime BookHooked By Kiwi - Etsy.comDJ Williams MusicKeeKee's Cape Cod KitchenChristopher Setterlund.comCape Cod Living - Zazzle StoreSubscribe on YouTube!Initial Impressions 2.0 BlogWebcam Weekly Wrapup PodcastCJSetterlundPhotos on EtsyListen to Episode 213 hereSupport the show
As autárquicas estão à porta, mas as presidenciais já se veem daqui. André Ventura, a muito custo, lá aceitou o pesado fardo de se candidatar a Belém. Deixou claro que o inimigo é Gouveia e Melo, com quem almoçou no final de agosto. O ex-almirante deu uma entrevista à SIC e ainda não é certo que o leque de candidatos esteja fechado. Clara Ferreira Alves, Daniel Oliveira, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes não caem na tentação de comentar a contratação de José Mourinho, apesar de mostrarem alguma vontade. O Eixo do Mal foi emitido na SIC Notícias a 18 de setembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante décadas ela reinou absoluta na sala de cada família brasileira, ditando costumes e moldando o que é ser brasileiro.Há 75 anos nascia a televisão no país. De lá para cá, gerações aprenderam a ver o mundo tendo essas telinhas como janelas para o infinito. E a música foi parceira fundamental dessa história. O Travessia desta semana traz canções sobre a TV e também canções da TV.
Lula decide reconduzir Paulo Gonet na PGR às vésperas de julgamento de Bolsonaro. E Javier Milei é retirado às pressas de evento na Argentina após ser alvo de pedradas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta papel da televisão na "adultização" de crianças, PL que cria autoridade sobre redes sociais, e derrota do governo no comando da CPMI do INSS.
Hoje você vai saber por que a TV Globo está de olho no passe do apresentador Rodrigo Faro.Também tem o novo dilema do Café Pelando! Tudo no Café Antagonista #88 apresentado porJosé Inácio Pilar! Café Antagonista 2025 é o seu ponto de encontro semanal para ficar bem informado. Apresentado por José Inácio Pilar, o programa vai ao ar todos os sábados, às 10h e 16h, trazendo uma análise inteligente dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Com um jornalismo independente e sem amarras, debate política, economia, notícias e bastidores exclusivos com um olhar crítico e direto. Inscreva-se no canal para não perder nenhuma edição do Café Antagonista 2025! #caféantagonista Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Café Antagonista https://bit.ly/oa-cafe10 Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Flavio Ferraz é palestrante, escritor, mentor e fundador da Rede Novo Tempo de Rádio e Televisão para a América Latina Hispana. Com 38 anos de experiência em comportamento humano e gestão de pessoas, já atuou em mais de 60 países, somando uma visão global à sua abordagem humanizada. É mestre em Liderança pela Andrews University (EUA) e participou de programas internacionais nas áreas de inovação, comunicação, interculturalidade e empreendedorismo. Compartilha diariamente reflexões e aprendizados com uma comunidade de mais de 1,7 milhão de seguidores, com o propósito de transformar vidas e gerar impacto positivo por meio do desenvolvimento humano.Temas: 00:00 - Intro06:24 - Decisões Difíceis São Escolhas de Vida13:06 - Pais que Supram Demais, Filhos que Aprendem de Menos19:48 - A Injustiça de Quem Dá, Mas Não É Reconhecido26:30 - Autoestima Baixa e a Falta de Identidade33:12 - Educação Bilíngue e Exigência na Infância39:54 - Seja Feliz Sozinho Antes de Dividir a Vida com Alguém46:36 - O Valor de Estar Presente no Processo dos Filhos53:18 - Sabedoria Não é Informação, é Aplicação Vivida1:00:00 - A Relação Entre Pai e Filho Vai Muito Além da Autoridade1:06:42 - A Dificuldade dos Homens em Expressar Vulnerabilidade1:13:24 - A Vida Cobra Coerência, Não Apenas ConhecimentoFlávio: https://www.instagram.com/flavio.ferraz7/Youtube:https://www.youtube.com/excepcionaispodcastSiga:Marcelo Toledo: https://instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://tiktok.com/@excepcionaispodcastPatrocinadorEspaço Volpi - Saúde, bem-estar e superaçãoMencione o Excepcionais para ter uma condição especial
Duda Nagle foi o convidado do episódio #329 do Mundo da Luta. Com mais de 20 anos de carreira como ator, ele sobe no ringue de boxe pela primeira vez no dia 17 de maio para enfrentar o tetracampeão mundial de boxe Acelino Popó Freitas. Durante conversa com Ana Hissa, Marcos Luca Valentim e Vitória Lemos, Duda falou sobre sua preparação e a expectativa para o duelo. Dá o play!
Os convidados do programa Pânico dessa quarta-feira (12) são Guilherme Piai e Felipe Xavier.Guilherme PiaiNatural de Presidente Prudente, região oeste do Estado de São Paulo, Guilherme Piai, tem 34 anos, é o mais jovem Secretário de Agricultura e Abastecimento da história de São Paulo.É produtor rural e empresário, atual vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri) e conselheiro da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" da Universidade de São Paulo (ESALQ-USP).É formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Gestão Pública.Antes de ser secretário, em 2023, foi diretor-executivo da Fundação ITESP (Instituto de Terras do Estado de São Paulo), onde realizou a maior entrega de títulos rurais do Estado de São Paulo.Instagram: @guilhermepiaiFelipe XavierFelipe Xavier é ator e humorista. Começou sua carreira artística nos anos 90 com o grupo de humor Sobrinhos do Ataíde. O programa de rádio, de mesmo nome, veiculado na rádio 89FM, em São Paulo, ganhou o prêmio APCA, da Associação Paulista dos Críticos de Artes, de Melhor Programa Humorístico do Ano, em 1997.Ainda com o grupo Sobrinhos do Ataíde, Felipe apresentou os programas de televisão MTV Rock & Gol, na MTV, e Bola Fora com Sobrinhos do Ataíde, na Rede Bandeirantes de Televisão.Em 2001, já em carreira solo, Felipe criou o programa de rádio Chuchu Beleza, veiculado na rádio Mix FM, em São Paulo e afiliadas, até 2009, e a partir de 2009, passou a ser veiculado na rádio Jovem Pan FM, em mais de 100 emissoras de rádio, em todo o Brasil, até os dias de hoje.Ao longo de seus mais de 30 anos de humor no rádio, Felipe criou e deu voz a inúmeros personagens de humor, tais como: Doutor Pimpolho, Sileide, Homem Cueca, o surfista Peterson Foca, a vidente Cigana Catita, e a socialite paulistana Sandra.Instagram: @felipexavier1