State in the northeastern United States
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Neymar seguirá em processo de recuperação em Nova Jersey e não entrará em campo na segunda partida do Brasil.
O acordo de paz com os Estados Unidos prevê uma ajuda bilionária ao Irã e a renúncia a armas nucleares. As principais economias do mundo cobraram das empresas de tecnologia mais controle nas redes sociais. O presidente da Câmara admitiu que viajou em jatinho de Daniel Vorcaro, a convite de Ciro Nogueira. O Banco Central reduziu a taxa de juros pela terceira vez seguida. A Copa do Mundo ferveu com a estreia dos astros do futebol. Harry Kane marcou duas vezes na vitória da Inglaterra sobre a Croácia. Cristiano Ronaldo decepcionou no empate entre Portugal e a República Democrática do Congo. A Argentina enlouqueceu com a atuação inesquecível do craque Messi. Enquanto isso, em Nova Jersey, Neymar treinou com a Seleção.
Em 1994, os melhores ingressos para a final da Copa do Mundo nos Estados Unidos foram vendidos por US$ 475. Este ano, os ingressos para a final no MetLife Stadium, em Nova Jersey, estão sendo vendidos por mais de US$ 10 mil.Vote na Bloomberg Línea Brasil na categoria Canal de Economia e Negócios do Prêmio iBest 2026!https://app.premioibest.com/votacao/canal-de-economia-e-negocios/464248713
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (11/06/2026): Os Estados Unidos voltaram a atacar o Irã em uma nova onda de ofensivas militares, horas depois de Donald Trump reclamar da demora nas negociações. Os ataques atingiram diferentes regiões do país, incluindo áreas estratégicas no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz. Washington afirma agir em “autodefesa” e diz que as ações buscam pressionar o Irã a aceitar um acordo. O Irã acusa os EUA de agressão e afirma ter respondido com drones e mísseis contra alvos americanos na região. A escalada aumenta a tensão entre os dois países e dificulta o avanço das negociações de paz. Política: Lula usa tarifaço para ampliar vantagem sobre Flávio com eleitor ‘independente’ Economia: PEC da Saúde passa em comissão do Senado; impacto chega a R$ 99 bi Metrópole: Redução da maioridade penal para 16 anos avança na Câmara Esportes: Começa a corrida pelo MundialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira na edição do Jornal da Record desta quinta-feira (4): Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, sai da cadeia depois de perdão em julgamento mais longo da história do RJ. Pai do menino fica indignado com decisão. Ex-vereador Jairinho é condenado a 43 anos de prisão pelo assassinato do menino. INSS começa a analisar os primeiros pedidos de pensão para filhos de vítimas de feminicídio. Presidente da Ucrânia propõe encontro com Putin para negociar fim da guerra. O flagrante da queda do piloto de parapente durante voo em SP. Autoridades de Pernambuco voltam a monitorar os tubarões depois de dois ataques. Trem de pouso quebra e nariz de avião despenca no maior aeroporto da Alemanha. Neymar não viaja com seleção brasileira para amistoso e fica em Nova Jersey para tratamento.
Confira na edição do Jornal da Record desta terça (2): Governo brasileiro reage a decisão dos Estados Unidos de aplicar novas tarifas sobre produtos nacionais. Ministro diz que mais de um quinto das exportações para o mercado americano pode ser atingido. Mundo político esquenta: Lula diz que novo tarifaço é responsabilidade de Flávio Bolsonaro que responde culpando o presidente do Brasil. No tribunal, Monique Medeiros volta a acusar Jairinho pela morte do filho e diz que foi dopada no dia do crime. Mais uma acidente grave envolvendo uma van em uma estrada do país; dessa vez com a morte de cinco estudantes. Rússia atinge prédios residenciais em ataque contra a Ucrânia. A China reconhece o Brasil como livre da febre aftosa, e libera compra de carne. Novo remédio contra o câncer de pâncreas anima pesquisadores e traz esperança a pacientes. Seleção chega aos Estados Unidos para a Copa e o JR mostra como é a cidade onde o Brasil vai ficar em Nova Jersey.
Na live de hoje do Mundo Freak, mergulhamos em três frentes do desconhecido que parecem saídas de um filme, mas aparecem na pauta cercadas por relatos, documentos, testemunhos e casos que continuam alimentando debate até hoje.No primeiro bloco, entramos nas piores histórias de fantasmas reais, passando pela casa dos assassinatos do machado em Villisca, o exorcismo mortal de Kennedy Ife, o caso Ammons em Indianápolis e o pesadelo real de The Watcher, em Nova Jersey. São histórias em que o terror não depende só do sobrenatural, porque o contexto humano, a violência e o mistério tornam tudo ainda mais perturbador.No segundo bloco, a pauta aborda uma das discussões mais explosivas da ufologia recente: a ideia de que o governo americano teria conhecimento sobre quatro raças alienígenas distintas, tema impulsionado por falas de Hal Puthoff, pelo documentário The Age of Disclosure e pelo peso contínuo do depoimento de David Grusch no Congresso. Aqui, o debate sai do campo do folclore ufológico e entra no terreno delicado entre inteligência, política, sigilo e revelação gradual.No terceiro bloco, a live entra na segunda leva de arquivos PURSUE, liberada em 22 de maio de 2026, com relatos de orbes laranjas, perseguições aéreas, áudio ligado à Apollo 12 e um relatório histórico sobre 209 avistamentos em Sandia entre 1948 e 1950. É a parte da pauta que mais reforça a sensação de que 2026 virou um ano-chave para quem acompanha UAPs, documentos militares e possíveis movimentos de divulgação oficial.Se você gosta de fantasmas, casos reais, ufologia, arquivos secretos, alienígenas, mistérios históricos, teorias sobre disclosure e debates sobre o desconhecido, essa live foi feita para você. Hoje o programa conecta assombrações, relatos extremos e documentos governamentais em uma mesma conversa sobre aquilo que a humanidade ainda não consegue explicar completamente.▶ Assista até o fim para acompanhar os três blocos completos e entender como a pauta conecta casas assombradas, exorcismos, supostas espécies não humanas e novos arquivos militares sobre UAPs.
Na live de hoje do Mundo Freak, mergulhamos em três frentes do desconhecido que parecem saídas de um filme, mas aparecem na pauta cercadas por relatos, documentos, testemunhos e casos que continuam alimentando debate até hoje.No primeiro bloco, entramos nas piores histórias de fantasmas reais, passando pela casa dos assassinatos do machado em Villisca, o exorcismo mortal de Kennedy Ife, o caso Ammons em Indianápolis e o pesadelo real de The Watcher, em Nova Jersey. São histórias em que o terror não depende só do sobrenatural, porque o contexto humano, a violência e o mistério tornam tudo ainda mais perturbador.No segundo bloco, a pauta aborda uma das discussões mais explosivas da ufologia recente: a ideia de que o governo americano teria conhecimento sobre quatro raças alienígenas distintas, tema impulsionado por falas de Hal Puthoff, pelo documentário The Age of Disclosure e pelo peso contínuo do depoimento de David Grusch no Congresso. Aqui, o debate sai do campo do folclore ufológico e entra no terreno delicado entre inteligência, política, sigilo e revelação gradual.No terceiro bloco, a live entra na segunda leva de arquivos PURSUE, liberada em 22 de maio de 2026, com relatos de orbes laranjas, perseguições aéreas, áudio ligado à Apollo 12 e um relatório histórico sobre 209 avistamentos em Sandia entre 1948 e 1950. É a parte da pauta que mais reforça a sensação de que 2026 virou um ano-chave para quem acompanha UAPs, documentos militares e possíveis movimentos de divulgação oficial.Se você gosta de fantasmas, casos reais, ufologia, arquivos secretos, alienígenas, mistérios históricos, teorias sobre disclosure e debates sobre o desconhecido, essa live foi feita para você. Hoje o programa conecta assombrações, relatos extremos e documentos governamentais em uma mesma conversa sobre aquilo que a humanidade ainda não consegue explicar completamente.▶ Assista até o fim para acompanhar os três blocos completos e entender como a pauta conecta casas assombradas, exorcismos, supostas espécies não humanas e novos arquivos militares sobre UAPs.
O mistério que rondava a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo acabou. O técnico Carlo Ancelotti definiu nesta semana os 26 jogadores que vão disputar o Mundial deste ano. E no grupo que vai vestir a amarelinha está Neymar. Marcio Arruda, da RFI em Paris O camisa 10 do Santos vai se juntar a um seleto grupo de brasileiros que jogaram quatro Copas. Só Pelé (1958/62/66/70), Ronaldo Fenômeno (1994/98/2002/06), Cafu (1994/98/2002/06), Nilton Santos (1950/54/58/62), Djalma Santos (1954/58/62/66), Castilho (1950/54/58/62) e Emerson Leão (1970/74/78/86) jogaram quatro Mundiais. O técnico Ancelotti, que convocou Neymar pela primeira vez desde que assumiu a seleção, explicou a escolha pelo camisa 10 do Brasil nas últimas três Copas. “Vimos a evolução do Neymar durante o ano e vimos que, nesse último período, ele melhorou sua condição física. O Neymar tem a possibilidade de jogar, de não jogar e de estar no banco e entrar”, explicou Ancelotti. A convocação de Neymar dividiu opiniões por ainda não ter voltado a apresentar o futebol que o mundo já viu. 1% de chance e "100%" de fé O jornalista Carlos Eduardo Mansur, que cobre Copas do Mundo desde 1998, falou sobre a convocação do jogador do Santos. “No fundo, o que me parece é que, diante de uma lista de atacantes do Brasil que não tem tanto peso, ou não tem o peso de outros tempos, prevaleceu uma fé de que, no grande palco, esse talento que está aprisionado num corpo que no momento não permite ao Neymar executar os movimentos técnicos de outros tempos, esse talento vai aflorar e que algo genial, ou algum lampejo, possa acontecer e ser decisivo”, disse Mansur. “Enfim, é um exercício de fé mesmo porque é algo que não vem acontecendo nos jogos do Neymar, mas que se espera que numa Copa do Mundo ele, por ter uma qualidade ainda que guardada ou adormecida, e que outros não têm, possa executar isso.” Seleção é extensão do povo O jornalista Eric Faria, que cobre Copas desde o Mundial disputado na África do Sul, disse que a convocação de Neymar está atrelada à vontade popular. “Nesse ano, o Neymar fez jogos espetaculares a ponto de todo mundo se comover e falar que ele precisaria ir para a Copa do Mundo? Eu não acho. A figura que o Neymar representa para o torcedor brasileiro e a festa que foi feita aqui no Brasil pela convocação dele faz com que a gente tenha de olhar com bons olhos para esta convocação, sabe? Em algum momento, eu achei que ele não deveria ir para a Copa”, declarou Eric. “Agora, talvez olhando para o que foi toda a manifestação popular, acho que é uma convocação justa porque a seleção é também um pouco a extensão do povo. A seleção joga para o torcedor brasileiro. E se o torcedor brasileiro está feliz com a convocação do Neymar, então eu acho que o Ancelotti acertou na ida dele para a Copa”, completou. "Agora, se ele vai jogar, quanto tempo ele vai jogar e como ele vai jogar, aí é uma discussão para os próximos capítulos." Carlo Ancelotti afirmou que Neymar só entrará em campo na Copa se merecer. “Quero ser claro, limpo e honesto. Ele vai jogar se merecer jogar. É importante não focar toda expectativa sobre um jogador. Temos uma responsabilidade comum, como equipe. Cada um tem de mostrar suas próprias qualidades com um objetivo: ajudar a seleção a ganhar a Copa do Mundo”, afirmou o treinador do Brasil. Colunista do jornal O Globo, Carlos Eduardo Mansur lembrou que a convocação de Neymar sacrificou um jogador que está em grande fase no futebol inglês. “É curioso como o futebol, por vezes, também satisfaz o desejo de muita gente, né? Havia uma mobilização popular aguardando a convocação ou não do Neymar. Mas, ao mesmo tempo, o futebol pode ser cruel, né? É o que deve estar pensando agora o João Pedro, do Chelsea”, ressaltou. “Ele foi o grande derrotado desta convocação. Após um ciclo de Copa do Mundo em que o João Pedro viu a carreira crescer, brilhou no Brighton, chegou ao Chelsea, tendo impacto imediato na Copa do Mundo de clubes e terminando a temporada com 20 gols e seis assistências pelo time inglês, acabou ficando de fora da convocação. Ele deu lugar a um jogador que, nos últimos três anos, jogou poucas partidas, viveu uma dura tentativa de se recuperar de lesões e, quando conseguiu ter sequência de jogos, não podemos dizer que foram atuações acima dos seus principais concorrentes; atuações de um jogador de elite internacional. É um jogador que tenta retomar a sua carreira, que é o caso do Neymar”, falou Mansur, que também é comentarista dos canais Globo. Leia tambémEuropa repercute volta de Neymar à seleção brasileira e vê possível despedida em Copas Meia da seleção brasileira pentacampeã na Copa de 2002, Ricardinho também citou o atacante João Pedro. “Lógico que, se tratando de convocação da seleção brasileira, sempre vai haver discussões. A principal, desta vez, foi a ausência do João Pedro, até pelo número de gols que ele fez na Premier League. Mas eu acho que foi uma questão de opção do treinador. Ele tinha alguns nomes para convocar e também tinha o retorno do Neymar, até pela melhora da condição física do Neymar. O João Pedro teve algumas oportunidades na seleção e acabou não conseguindo performar da mesma forma que performou no Chelsea. E aí houve essa opção”, opinou Ricardinho. Escassez no meio-campo Titular da zaga da seleção brasileira pentacampeã em 2002, Roque Júnior destacou a escassez de meio-campistas que vão jogar pelo Brasil na Copa deste ano. “Um setor que hoje o Brasil tem dificuldade é o meio de campo.” “De maneira geral, nós temos produzido menos jogadores de meio-campo com características que desequilibram da intermediária para frente; jogadores que têm essa qualidade para desequilibrar mais perto do gol”, opinou Roque Júnior. Meio-campista de criação na última conquista do Brasil em Copas, Ricardinho explicou a escassez de meias brasileiros. “O futebol brasileiro não tem revelado muitos meio-campistas clássicos, que são aqueles meias de criação. O [Lucas] Paquetá tem uma característica, que é um articulador de jogadas, mas ele não é esse meia clássico; um meia organizador de jogadas. Eu acho que ele é mais um jogador tático e isso é reflexo também da nossa formação, tanto é que os jogadores com essa característica que jogam no futebol brasileiro são, na maioria, de fora do país”, opinou o camisa 7 da seleção na Copa de 2002. Experiência no gol Além de Neymar, outra novidade na lista de Carlo Ancelotti foi o goleiro Weverton. Ricardinho explicou a escolha do treinador italiano da seleção brasileira pelo goleiro do Grêmio. “Devido às condições do Alisson, que essa temporada teve alguns problemas de lesão, e do Ederson, que acabou trocando o Manchester City pelo Fenerbahçe, da Turquia, e que não fez uma grande temporada, o Ancelotti optou por não ter um terceiro goleiro jovem e com pouca experiência de Copa do Mundo. Por isso, ele escolheu o Weverton, que é um grande goleiro”, opinou o campeão mundial. Comentarista do Grupo Globo, Eric Faria lembrou que alguns jogadores que vão à Copa foram chamados pela primeira vez por Ancelotti na lista anunciada em março deste ano. “Algo que me chamou muito a atenção foram sete jogadores que ganharam vagas na seleção tendo sido chamados pelo Ancelotti pela primeira vez em março. Então, os amistosos contra a França e contra a Croácia foram muito decisivos nessa montagem final da lista. O Ibañez, o Léo Pereira, o Bremer, o Danilo, o Endrick, o Igor Thiago e o Rayan só foram chamados pelo Ancelotti em março”, lembrou Eric. “Todos eles se saíram bem e ganharam essa chance de ir à Copa do Mundo. Lista de Copa do Mundo se faz com oportunidades aproveitadas”, completou. Favoritismo O Brasil vai ter nesta Copa mais uma oportunidade para conquistar o hexa. Com a experiência de quem foi campeão com a seleção brasileira em 2002, o ex-zagueiro Roque Júnior falou do peso da camisa amarelinha. “O Brasil, como camisa, como tradição, e por ser ainda o único país que tem cinco títulos mundiais, sempre vai para uma Copa do Mundo como favorito. Se a gente fizer um comparativo com a seleção de hoje, tem outras equipes melhores, que eu aponto como favoritas: a Argentina, que ganhou o último Mundial, a Espanha e a França estão num patamar acima. Mas depois vem o Brasil”, afirmou o zagueiro da conquista do penta brasileiro. Ricardinho, que também levantou a taça ao lado de Roque Júnior em 2002, ano do último título do Brasil em Copas do Mundo, concorda com o ex-zagueiro. E foi além. “Eu colocaria hoje a França e a Espanha numa primeira prateleira. Um pouquinho abaixo, Argentina e Portugal. Os portugueses são, inclusive, uma seleção muito boa, com um meio de campo de altíssimo nível, dois bons laterais, e o Cristiano Ronaldo na frente para finalizar. Depois destas seleções favoritas, eu colocaria o Brasil. Mas é lógico que a prática é o que vai nortear, né? Estou falando tudo isso na teoria, embasado nos processos que as seleções realizaram nesse ciclo de Copa. Vamos ver a partir do dia 11 de junho se essas previsões se confirmam ou se a gente vai ter alguma surpresa na Copa ”, opinou Ricardinho. Retrospecto desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, a seleção brasileira tem um retrospecto invejável. O país é o maior vencedor da história das Copas do Mundo e o único a ter cinco títulos do torneio. Além disso, o Brasil tem sido um osso duro de roer. Desde a terceira Copa do Mundo, disputada em 1938 na França, um cenário curioso se repete. Ou o Brasil termina o Mundial como campeão, como aconteceu em 1958, 62, 70, 94 e 2002, ou acaba eliminado por uma seleção que encerra sua participação na Copa entre os três primeiros colocados. Ou seja, desde 1938 o Brasil fica com o título ou perde para um país que, se não termina campeão, chega muito perto. Este é o primeiro Mundial que será disputado por 48 seleções; serão 104 partidas nesta Copa. O regulamento prevê que os dois melhores de cada um dos 12 grupos avancem para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros lugares. Depois desta fase, que é o primeiro mata-mata da Copa, as seleções que se classificarem disputarão as oitavas, quartas, semifinais e final, caso superem seus adversários. O país que alcançar o título terá feito uma campanha de oito jogos, um a mais do que era jogado nas últimas sete edições. Campanha do hexa? O Brasil está no Grupo C e vai estrear contra o Marrocos em 13 de junho, em Nova Jersey. Seis dias depois, a seleção vai encarar o Haiti, na Filadélfia. Em 24 de junho, os brasileiros fecham a fase de grupos contra a Escócia, em Miami. Leia tambémAncelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026 Se avançar em primeiro no Grupo C, o Brasil vai encarar o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. Passando por esta fase, a seleção chegará às oitavas. A torcida do Brasil espera que a seleção brasileira não pare por aí e alcance a sua oitava final de Copa do Mundo.
A semana promete mexer com corações brasileiros e franceses. Uma das maiores rivalidades do futebol mundial entra em campo na próxima quinta-feira (26). O amistoso entre Brasil e França vai ser disputado em Boston, nos Estados Unidos, a partir das cinco horas da tarde, no horário de Brasília. É o galo contra o canarinho pistola, como o mascote da seleção é chamado carinhosamente pela torcida. Marcio Arruda, da RFI em Paris Nesta semana, tanto Brasil quanto a França divulgaram as listas de convocados. Se o assunto na CBF foi a ausência de Neymar, na sede da federação francesa, em Paris, sobram elogios para a seleção brasileira. O técnico Didier Deschamps, que foi campeão do mundo pela França como jogador na final da Copa de 1998 contra o Brasil, falou que enfrentar a "seleção", como os franceses se referem ao Brasil, é sempre especial. “Quando a França enfrenta o Brasil é sempre um momento especial. Eu sei pelos meus jogadores e por ter falado sobre isso com alguns deles. Sem querer minimizar a importância de outras seleções, eles me dizem que é diferente enfrentar equipes de segunda ou terceira prateleira e encarar o Brasil. E isso fala por si só, também, porque o Brasil é a terra do futebol. Vai ser um grande duelo”, resumiu Deschamps. Na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), no Rio de Janeiro, o técnico da seleção, Carlo Ancelotti, divulgou a lista dos 26 jogadores que vão enfrentar a França e a Croácia nos dias 26 e 31 de março, respectivamente. O treinador deixou Neymar de fora mais uma vez. “Neymar com a bola nos pés está muito bem, mas ele tem de melhorar fisicamente. Para a comissão técnica e para mim, ele não está 100%. Então, ele tem de trabalhar para ficar 100% fisicamente. A comissão vai assistir aos jogos dele nos próximos meses e estará atenta. Estamos fazendo uma avaliação física, e não técnica”, explicou Ancelotti. Didier Deschamps atento à lista de Ancelotti Em Paris, Deschamps deu a entender que esperava velhos conhecidos na lista de Ancelotti. “O Carlo (Ancelotti) teve escolhas difíceis para fazer. Eu vi a lista dos 26 e percebi que não tem alguns jogadores importantes; talvez não estejam 100% fisicamente”, opinou o francês. Neymar, titular do Brasil nas últimas três Copas, não foi o único jogador veterano de seleção que ficou de fora da lista. O zagueiro Éder Militão (Real Madrid), o lateral-esquerdo Caio Henrique (Mônaco), o lateral-direito Vanderson (Mônaco), o volante Bruno Guimarães (Newcastle) e o meia-atacante Rodrygo (Real Madrid) estão lesionados e não foram chamados pelo treinador do Brasil. Revelado pelo Santos, a contusão do camisa 11 do Real Madrid é a mais séria, já que tirou qualquer possibilidade de Rodrygo disputar a Copa do Mundo deste ano. “O Rodrygo teve uma lesão séria, que não lhe permite jogar a Copa do Mundo. É uma pena. Ele tem tudo para jogar outra Copa do Mundo; tem tempo para mostrar todas as suas qualidades, como tem demonstrado até hoje. Falei com ele e desejei que se recupere logo porque a seleção está esperando por ele na sequência da Copa do Mundo”, revelou Ancelotti. O atacante Estêvão, artilheiro da seleção na Era Ancelotti com cinco gols em oito jogos, está se recuperando de uma lesão e também não foi convocado. Com tantos desfalques, Carlo Ancelotti afirmou que ainda não definiu os 26 jogadores brasileiros que vão disputar a Copa. “Temos dúvidas na zaga e no meio de campo. No ataque, temos poucas. Além disso, temos de levar em conta a chance de lesão porque temos dois meses de competições muito intensas na Europa e no Brasileirão. Estamos bem focados na avaliação de todos. Os jogadores que não estão nesta lista podem estar na próxima, que será a convocação para a Copa”, revelou o técnico. Leia tambémBrasil garante vaga no mundial de 2026 e país segue como único a disputar todas as Copas do Mundo Nesta última lista antes da convocação para a Copa do Mundo, Ancelotti chamou cinco jogadores que farão parte da seleção brasileira pela primeira vez: Danilo (Botafogo), Gabriel Sara (Galatasaray), Igor Thiago (Brentford), Léo Pereira (Flamengo) e Rayan (Bournemouth), que foi elogiado por Ancelotti. “Rayan é um jogador potente, com qualidade e boa atitude em campo. Ele se apresentou muito bem numa liga difícil, como é a Premier League. Ele é jovem e acredito que tem futuro na seleção. Não sei se para a Copa do Mundo deste ano. Pelo que ele está fazendo, ele merece estar aqui”, disse o treinador italiano sobre o atacante de 19 anos, que foi revelado pelo Vasco. Carlo Ancelotti e Didier Deschamps são velhos conhecidos. Dois anos antes de se aposentar como jogador, o treinador italiano comandou o então meia francês em 1999 na Juventus de Turim. Deschamps lamentou o pouco tempo que trabalharam juntos. “É um treinador que conheço bem. Eu trabalhei com ele, mesmo que por pouco tempo, na Juventus de Turim. Foram apenas seis meses”, recordou Deschamps. Favoritismo na Copa Para o técnico francês, a seleção brasileira é uma das favoritas a levantar a taça na próxima Copa do Mundo. “São duas grandes seleções, que têm muito respeito, mas, evidentemente, o Brasil é um dos candidatos e vai buscar o título na próxima Copa. Por isso, será um confronto muito bom”, prevê o treinador. Deschamps já anunciou que deixará o comando da seleção francesa depois do Mundial deste ano. O técnico de 57 anos é o único profissional de futebol vivo que já conquistou título de Copa do Mundo como jogador e também como treinador. Apesar dos últimos resultados desfavoráveis ao Brasil contra a França em Copas do Mundo – eliminações em 1986 e 2006, além do vice em 1998 –, os brasileiros levam vantagem neste confronto, que é historicamente equilibrado: são sete vitórias brasileiras, cinco triunfos franceses e quatro empates. A convocação dos 26 jogadores que irão à Copa do Mundo de 2026 acontecerá no dia 18 de maio. No dia 31 do mesmo mês, a seleção brasileira vai disputar um amistoso contra o Panamá, no Maracanã, no Rio de Janeiro. O último jogo do Brasil antes da Copa será contra o Egito, no dia 6 de junho, em Cleveland, nos Estados Unidos. Leia tambémAncelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026 O Brasil está no grupo C da Copa do Mundo, que vai ser disputada de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, México e Canadá. A seleção vai estrear na competição no dia 13 de junho contra o Marrocos, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). A segunda partida será contra o Haiti, na Filadélfia, no dia 19 às 22h. O Brasil encerra sua participação na fase de grupos em Miami no dia 24, contra a Escócia, às 19h.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A nevasca que atingiu o nordeste dos Estados Unidos na última segunda-feira (23) permanece causando problemas. Os aeroportos de Nova Iorque, Boston e Nova Jersey cancelaram mais de 8 mil voos entre a segunda e a terça-feira desta semana. Um ciclone-bomba foi o responsável por causar a maior nevasca registrada na região nordeste estadunidense. Este fenômeno ocorre quando uma massa de ar ártico muito frio, vindo do polo norte, avança para o sul e se choca com áreas de temperaturas mais quentes. E ainda: Polícia Civil de São Paulo faz operação contra quadrilha de golpes digitais.
Um levantamento do jornal O Globo mediu a intensidade sonora das torcidas no Brasileirão 2025 e revelou quem realmente empurra o time durante os jogos. Com sensores instalados dentro do campo, o estudo mostrou o Flamengo liderando médias, picos de volume e tempo acima de 90 decibéis. Neste vídeo, explicamos a metodologia, os números e por que o argumento do tamanho do estádio não se sustenta.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Libertadores
O caminho do Brasil na fase de grupos da Copa de 2026 já está traçado. O sorteio realizado pela Fifa em Washington, nos Estados Unidos, colocou a seleção brasileira no grupo C para enfrentar Marrocos, Escócia e Haiti. Marcio Arruda, da RFI em Paris A federação internacional de futebol também definiu que o Brasil vai estrear na Copa do ano que vem contra o Marrocos no dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), em Nova York. No dia 19, a seleção encara o Haiti, às 22h, na Filadélfia. O último duelo da fase de grupos será diante da Escócia, em Miami, às 19h do dia 24 de junho. Na última sexta-feira (5), a Fifa realizou o sorteio que definiu os 12 grupos da próxima Copa do Mundo. Após esta definição, o técnico da seleção, Carlo Ancelotti, falou sobre os adversários que o Brasil vai enfrentar na Copa. O treinador destacou a boa fase do Marrocos. “É um grupo muito difícil porque o Marrocos tem jogado muito bem. No mundial, a seleção marroquina melhorou e tem mais conhecimento e experiência do torneio. No futebol, tem obtido ótimos resultados. É uma equipe muito sólida, com diferentes características. O Marrocos tem uma organização defensiva muito boa”, alertou Ancelotti. Brasil e Marrocos já se enfrentaram em Copas do Mundo. Na única vez, em 1998, o Brasil venceu por três a zero, no jogo que Ronaldo Nazário marcou o primeiro de seus 14 gols em mundiais. Mas aquela seleção de Marrocos era bem diferente da atual equipe africana, que foi semifinalista na Copa de 2022, tendo conquistado o melhor resultado de uma seleção africana na história do torneio. O jornalista do Grupo Globo e apresentador do programa Seleção SporTV, André Rizek, também elogiou a seleção africana. Respeitando, mas sem medo “Inegavelmente, o Marrocos é a seleção que desperta um cuidado maior para o Brasil no grupo C. É semifinalista de Copa do Mundo; foi a primeira vez que uma seleção africana chegou a uma semifinal de Copa. E eles mantiveram o bom momento depois do mundial. O Marrocos enfrentou o Brasil num amistoso, que foi o primeiro jogo das duas seleções depois da Copa de 2022, e venceu por dois a um. Na última Copa, o país tinha 23 dos 26 jogadores atuando na Europa. E a base foi mantida. O Marrocos tem laterais melhores do que o Brasil, tem um baita goleiro, que é o Yassine Bounou, e trouxe o Brahim Díaz, que faltava para o ataque daquele time. É, sem dúvida, o grande desafiante do Brasil. Eu não digo que é para o Brasil ter medo, mas, com certeza, é para entrar em campo com respeito para enfrentar a seleção marroquina”, afirmou Rizek. Depois da partida contra os marroquinos, o Brasil volta a campo para o jogo diante do Haiti. Será a primeira vez que os dois países vão se enfrentar em uma Copa. “Honestamente, eu não conheço muito o Haiti. Sei que é a segunda vez que joga uma Copa do Mundo, depois de 1974, quando jogou contra a Itália e perdeu de três a um. Teremos tempo para estudarmos e nos prepararmos para essa partida”, disse o treinador italiano da seleção brasileira. O jornalista André Rizek, que tem grande experiência na cobertura de Copas do Mundo desde 1998, foi além. Saco de pancadas “Seleções como Haiti, Cabo Verde, Curaçao e Uzbequistão vão disputar a Copa do Mundo para ganhar experiência. Talvez até sofram grandes goleadas e vão comemorar demais se conseguirem fazer um gol. Então, o Haiti vai ser o saco de pancadas do grupo, sem dúvida alguma. Esse jogo não é para o Brasil se preocupar esportivamente porque todo mundo no grupo vai somar três pontos”, disse o jornalista do grupo Globo. Ancelotti afirmou que está “contente de jogar contra o Haiti porque o Brasil fez o Jogo da Paz, em 2004, que foi organizado pela ONU. Então, estamos contentes de enfrentar o Haiti”. Cenário diferente, mas nada assustador em relação ao adversário europeu. Essa é a opinião de Rizek. Invicto contra escoceses “A Escócia é uma velha conhecida do Brasil em Copas do Mundo. O Brasil encarou os escoceses na fase de grupos em 1974 e foi zero a zero. Em 1982, foi quatro a um de virada. Aí voltamos a nos enfrentar em 1990 com aquela vitória por um a zero com gol do Muller. E, em 1998, na estreia da Copa da França, deu Brasil com placar de dois a um. Eu cito o histórico porque é o que deve acontecer nesse mundial de 2026. Não vejo como a Escócia possa complicar muito a seleção brasileira. A gente, aqui no Brasil, adora a torcida escocesa, que é animada e admira o futebol brasileiro. Mas é muito difícil imaginar qualquer desfecho que não seja uma boa vitória do Brasil contra os escoceses”, concluiu o jornalista. Já o técnico Ancelotti prega cautela em relação à seleção escocesa. “A Escócia fez boas apresentações em seus últimos jogos e se classificou diretamente para o mundial, sem passar pela repescagem da Europa, o que é sempre muito complicado. Habitualmente, as equipes escocesas trabalham muito bem o aspecto físico”, opinou Ancelotti. “Não tenho dívida com ninguém” O treinador falou que o grupo de 26 jogadores não está fechado e que só vai definir a lista final perto da data da convocação para a Copa, em maio. “Eu entendo que todos estão muito interessados em Neymar, mas eu quero esclarecer que estamos em dezembro e a Copa é em junho. Eu só vou escolher a equipe que vai ao mundial em maio. Se Neymar merecer estar na lista, se ele estiver bem, melhor do que outros, ele vai jogar a Copa do Mundo e ponto. Não tenho dívida com ninguém”, garantiu Carlo Ancelotti. A Copa do Mundo de 2026 vai ser disputada pela primeira vez em três nações: Estados Unidos, México e Canadá. Aliás, o México será o primeiro país a sediar três Copas; os mexicanos organizaram os torneios de 1970 e de 1986. E será justamente o México que fará o jogo de abertura. No dia 11 de junho, a seleção mexicana entrará no gramado do estádio Azteca para medir forças com a África do Sul. A partida será uma reedição do jogo de estreia da Copa de 2010, que foi disputada em solo sul-africano. Depois deste jogo, haverá outros 103. A grande final será disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho. Novo formato A primeira Copa do Mundo com 48 países terá 12 chaves, sendo que os dois primeiros de cada grupo avançam para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros. Se avançar em primeiro no grupo C, o Brasil vai enfrentar o segundo colocado do F, que tem Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção da repescagem europeia. Ucrânia, Suécia, Polônia e Albânia disputam esta vaga. As seleções que passarem pela segunda fase terão, na sequência, as oitavas, quartas, semis e a grande final. Assim, a seleção que for campeã terá jogado oito partidas, uma a mais do que os finalistas das últimas sete Copas, que reuniram, em cada uma dessas edições, 32 seleções. O zagueiro Marquinhos, que disputou as duas últimas Copas do Mundo, disse que só o tempo mostrará se o aumento para 48 seleções terá sido bom para as próximas Copas. “A gente ainda vai descobrir como vai ser essa Copa [com 48 seleções]. A Champions League, por exemplo, mudou e eu e meus companheiros do Paris Saint-Germain fomos campeões. Então, às vezes, algumas mudanças podem fazer bem para uma determinada competição. Eu acho que é justamente isso que eles [Fifa] querem: ter mais países participando de uma Copa do Mundo. E, além disso, dar oportunidade para atletas de outros países viverem essa emoção e esse mundo da Copa, que é maravilhoso”, afirmou o zagueiro do Brasil, que já disputou jogos nas Copas de 2018 e 2022. Nome certo na lista dos 26 jogadores que vão disputar a próxima Copa, Marquinhos afirmou que confia que a seleção fará uma grande Copa do Mundo. “A gente sabe que a seleção tem muita coisa para melhorar, mas é verdade que melhoramos nas últimas partidas. Então, não importa o nosso momento hoje. Quando a Copa do Mundo começar, tudo muda. E eu tenho certeza de que o Brasil vai dar o seu melhor”, explicou Marquinhos. Precisa ser muito bom para eliminar o Brasil; é assim desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, o Brasil tem um retrospecto invejável. O país é o único a ter cinco títulos de Copas. Um recorde! E nesse embalo da seleção em Copas, vale lembrar uma curiosidade: desde a terceira edição, em 1938, o Brasil ou conquistou uma Copa do Mundo ou foi eliminado por uma seleção que terminou, pelo menos, em terceiro lugar. Ou seja, das 20 últimas Copas, ou o Brasil foi campeão ou perdeu para uma seleção que, se não foi campeã, foi quase. Para os supersticiosos de plantão, o Brasil volta a figurar no grupo C de uma Copa depois de 24 anos. A última vez foi em 2002, quando a seleção conquistou o pentacampeonato. Será que o jejum brasileiro vai acabar no ano que vem e o Brasil finalmente conquistará o tão sonhado hexa? Até lá, o Brasil vai precisar superar grandes seleções, que também já conhecem seus adversários na fase de grupos da Copa de 2026. Grupo A México, África do Sul, Coreia do Sul e repescagem (Dinamarca, Macedônia do Norte, Rep. Tcheca ou Irlanda) Grupo B Canadá, Catar, Suíça e repescagem (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales ou Bósnia) Grupo C Brasil, Escócia, Haiti e Marrocos Grupo D Estados Unidos, Austrália, Paraguai e repescagem (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo) Grupo E Alemanha, Costa do Marfim, Curaçao e Equador Grupo F Holanda, Japão, Tunísia e repescagem (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia) Grupo G Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia Grupo H Espanha, Arábia Saudita, Cabo Verde e Uruguai Grupo I França, Noruega, Senegal e repescagem (Iraque, Bolívia ou Suriname) Grupo J Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia Grupo K Portugal, Colômbia, Uzbequistão e repescagem (Nova Caledônia, RD Congo ou Jamaica) Grupo L Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá As repescagens, que definirão os últimos seis classificados para a Copa, serão jogadas em março de 2026. No mesmo mês, o Brasil vai fazer dois amistosos, ambos nos Estados Unidos: o primeiro contra a França e o segundo contra a Croácia.
La millor música Deep House, amb una combinació de les diferents escenes musicals: San Francisco, Chicago, Nova York, Nova Jersey, Eivissa… podcast recorded with enacast.com
Em mais uma terça-feira de eleições, os norte-americanos elegeram pela primeira vez um muçulmano para presidente da Câmara de Nova Iorque, escolheram duas novas governadoras para os Estados da Virgínia e de Nova Jersey e mudaram o mapa eleitoral da Califórnia. Foram tudo vitórias do Partido Democrata, num pequeno referendo à política de Donald Trump, nas primeiras eleições deste segundo mandato. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC João Maria Jonet. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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No Brooklyn, em Nova York, e também em Nova Jersey, consumidores e comerciantes começam a sentir no bolso os efeitos da alta de preços provocada pela política comercial do presidente Donald Trump. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova York As novas tarifas sobre produtos importados já impactam itens básicos e, em alguns casos, os clientes precisam mudar os hábitos para continuar consumindo. No bairro do Brooklyn, encontramos a família Puma. Jeannette, nascida nos Estados Unidos, e sua mãe, Angelina, que veio de Porto Rico, dizem que a alta é generalizada. "Tudo aumentou. Tudo está mais caro. A carne, sobretudo, subiu muito de preço", diz Jeannette Puma. A mãe de Jeannette, Angelina, conta que o café é um dos produtos que mais pesa no orçamento. "O café subiu muito. Eu adoro coar meu café e ele está caríssimo. Então, o que eu faço é reduzir para uma ou duas xícaras por dia." Carnes e enlatados A alta atinge também alimentos enlatados, como o atum. Angelina lembra que antes pagava três latas por US$ 5 e agora encontra cada uma por quase US$ 6. Boa parte do atum em lata consumido nos Estados Unidos vêm de países como a Tailândia e Indonésia, países atingidos pelas tarifas em 36% e 19% respectivamente. O equatoriano Juan Llambo confirma que a mudança já afeta o cardápio. "Já não consumimos muita carne, porque está muito cara. Compramos mais frutas no lugar da carne. Arroz, muito pouco, porque também está bem mais caro. Café também. Isso afeta a gente como trabalhador, porque já não dá para tudo." O casal Michelle e Joel Garcia confirma que percebeu que produtos importados ficaram mais caros. "Muita coisa importada aumentou de preço. A gente vinha aqui ver esses produtos japoneses, por exemplo, e os preços estão definitivamente mais altos." Eles, porém, não atribuem o aumento diretamente às tarifas, mas à pandemia. "Se você parar para pensar, desde a pandemia tudo disparou, do leite a outros produtos básicos." Preocupação por parte dos distribuidores Para quem importa e distribui produtos, o impacto já está no horizonte. Em uma torrefadora de café no Brooklyn, o sócio Howard Chang explica que a incerteza causada pelas tarifas encarece a compra dos grãos e dificulta fechar contratos. "As tarifas deixaram o café cru mais caro. A falta de certeza tornou mais difícil buscar fornecedores e planejar contratos. Os custos aumentaram em todos os segmentos", diz o empresário. Segundo ele, a estratégia tem sido diversificar fornecedores e buscar alternativas para manter a qualidade. "Isso nos forçou a ser mais criativos e diversificar os critérios de compra para criar novas relações com produtores." Chang diz que ainda é cedo para medir o impacto exato sobre o café do Brasil, já que os estoques atuais não foram afetados. Mas, se a tarifa de 50% for aplicada, já há planos para importar mais de outros países e reduzir o impacto. No setor de bebidas, o brasileiro Leonardo de Oliveira, gerente de uma distribuidora em Nova Jersey, afirma que ainda não houve aumento expressivo para cervejas mexicanas, mas alguns vinhos portugueses já ficaram mais caros. "As empresas ainda têm estoque comprado antes das tarifas. A expectativa é que os preços subam quando esse estoque acabar", explica. Para se antecipar, ele decidiu comprar em grandes quantidades: "Aumentei minhas compras de cerca de 200 para 720 caixas de (cerveja) Coronita, o que me permitiu manter a margem de lucro sem repassar os custos para o cliente". Enquanto consumidores reduzem porções ou trocam produtos, distribuidores e comerciantes se reinventam para segurar os preços. Mas a sensação geral é de incerteza: até onde esses aumentos vão chegar e por quanto tempo vão durar? Essa resposta, por enquanto, ainda não tem previsão.
Hoje temos o privilégio de receber Daniela Douglas, influenciadora digital, radialista, empresária e fundadora da marca Miadeste. Daniela tem como propósito promover uma fusão cultural entre Miami e o Nordeste brasileiro. Morando há quase 20 anos nos Estados Unidos, ela é uma ponte viva entre dois mundos: a energia vibrante da América e a riqueza cultural nordestina. Há três anos, iniciou sua trajetória no meio digital como blogueira, influenciadora e criadora de conteúdo em seu canal no YouTube, ampliando ainda mais sua voz e impacto. Daniela chegou aos Estados Unidos em 2007, diretamente para Nova Jersey. Pouco tempo depois, começou a trabalhar como concierge para algumas famílias e, com olhar empreendedor, transformou essa experiência em um negócio próprio já em 2008. Seu casamento com um americano também tem uma linda história: eles se conheceram em Brasília, onde ele visitava os filhos que estudavam no Brasil. O relacionamento amadureceu e, após três anos de namoro, decidiram se casar. Hoje já são 18 anos de união, marcados por parceria, amor e conquistas. Ao longo dos anos, Daniela construiu uma sólida rede de contatos, conhecendo pessoas que produziam ou criavam produtos únicos. Com seu carisma e capacidade de se conectar, passou a inspirar outras pessoas a empreender, compartilhar seus conhecimentos e mostrar que é possível viver do próprio negócio. Ela se tornou uma referência para quem sonha em crescer nos Estados Unidos sem perder suas raízes. Um dos pilares do seu trabalho é valorizar e divulgar o Nordeste brasileiro. Daniela fala com orgulho sobre as belezas naturais da região, sua diversidade cultural, os cenários paradisíacos e a riqueza da gastronomia local. Por meio da Miadeste, ela busca dar visibilidade ao Nordeste no exterior, unindo identidade, pertencimento e valorização cultural. Seu trabalho é um verdadeiro convite para o mundo conhecer e respeitar a força e a beleza do Brasil, especialmente do amado Nordeste. ✅ Instagram Oficial @voce_podcast -https://www.instagram.com/voce_podcast/ ANFITRIÃS:
DRONE-UFO Sightings, False Alien Invasion - BEWARE and Do NOT get Fooled!#ufodisclosureENG-USLet´s talk about the recent drone and UFO sightings mystery (New Jersey and in the whole world) and what has been said in the topic by the crew, but also about false alien invasion plans, and what has been mentioned about it by our Taygetan Pleiadian friends, and also by Arishah, the Urmah tiger, from the beginning until now. PT-BRVamos falar sobre o recente mistério dos avistamentos de drones e OVNIs (em Nova Jersey e no mundo todo) e o que foi dito no tópico pela equipe, mas também sobre os falsos planos de invasão alienígena e o que foi mencionado sobre isso por nossos amigos pleiadianos taygetanos, e também por Arishah, o tigre de Urmah, desde o início até agora.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: As chuvas intensas atingiram a região nordeste dos Estados Unidos, afetando especialmente os estados de Nova York, Nova Jersey e Pensilvânia. O serviço de metrô foi suspenso em partes de Nova York devido ao alagamento que invadiu os vagões. Algumas linhas apresentaram atrasos por conta das enchentes nas estações. E ainda: Começa a valer ultimato dado por Donald Trump para que Rússia chegue a um acordo de cessar-fogo com a Ucrânia.
O Fluminense é o time brasileiro com a melhor participação na Copa do Mundo de Clubes, nos Estados Unidos. Com a vitória sobre o Al Hilal, da Arábia Saudita, por 2 a 1, na última sexta-feira (4), o Tricolor carioca vai disputar a semifinal. O duelo será contra o Chelsea, na terça-feira (8), em Nova Jersey. Dos quatro times que restam no torneio, o Flu é o único não europeu. Tiago Leme, correspondente da RFI em Nova Jersey Também na sexta, o Palmeiras foi eliminado nas quartas de final ao perder para o Chelsea por 2 a 1. Já Flamengo e Botafogo caíram nas oitavas, ao perderem para o Bayern de Munique e Palmeiras respectivamente. No caminho para a semifinal, o Tricolor surpreendeu alguns favoritos. Nas oitavas de final, ganhou por 2 a 0 da Inter de Milão, atual vice-campeã da Europa. Na fase de grupos, venceu o Ulsan, da Coreia do Sul, e empatou com o Borussia Dortmund e o Mamelodi Sundowns, da África do Sul. Com ambiente leve e mudanças táticas, o trabalho do técnico Renato Gaúcho tem dado bons resultados. O colombiano John Arias, um dos grandes destaques do Fluminense no torneio, falou sobre o feito histórico do time até aqui. “Tenho certeza de que todos estão muito orgulhosos no Rio, no Brasil, os tricolores no mundo todo. Foi uma campanha linda. A gente sabe da nossa realidade, sabe do clube que somos. Então, isso gera um sentimento de orgulho, de conseguir um feito tão grande. Não tem como esconder a diferença monetária, a diferença de estrutura com os times que estamos enfrentando. Mas a gente tem demonstrado também ser um grande clube, ter grandes jogadores, a gente tem demonstrado que está em um bom caminho. Então a gente tem certeza que está todo mundo muito feliz. E eu acho que o trabalho ainda não termina aqui”, afirmou Arias. Além disso, o Flu tem veteranos que resolvem. Os três jogadores mais velhos da equipe têm sido decisivos na Copa de Clubes. O goleiro Fábio tem 44 anos. O zagueiro Thiago Silva, 40. E o atacante Cano, 37. Revelado pelas categorias de base do Tricolor, Thiago Silva passou 15 temporadas seguidas na Europa antes de voltar ao time carioca, em 2024. Destaque no Milan, Paris Saint-Germain e Chelsea, ele já conquistou o Mundial pelo clube inglês em 2021. O lateral Samuel Xavier destacou a importância da experiência de Thiago. “O Thiago tem uma visão diferenciada, ele é um grande líder, um grande capitão e ele tem uma visão tática muito acima de qualquer outro jogador dentro de campo. Isso é muito importante, ele consegue enxergar, ele consegue mudar algumas coisas ali dentro de campo, algum posicionamento, e isso é importante. Você tem um grande líder, um cara que consegue ver o jogo. Ele tem feito coisas ali que têm ajudado bastante a gente”, disse Samuel Xavier. No Chelsea, o defensor espanhol Cucurella falou sobre a oportunidade de reencontrar o ex-companheiro de time Thiago Silva, agora como adversário, na semifinal de terça-feira. “Acho que eles (clubes brasileiros) são muito bons, estão mostrando isso neste torneio, estão indo até o fim. E bem, agora temos mais uma partida certamente difícil contra o Fluminense, vamos jogar contra o Thiago Silva de novo. Acho que vai ser muito bom, mas agora vamos tentar descansar, nos preparar bem para a partida e encará-la da melhor maneira possível”, disse o espanhol. Quem avançar deste confronto vai encarar na grande decisão, no domingo que vem, dia 13 de julho, o vencedor de Paris Saint-Germain e Real Madrid.
TUTAMÉIA entrevista a artista e educadora brasileira Natalia de Campos, ativista da seção de Nova York do grupo DDB (Defenda da Democracia no Brasil) e do grupo #BrazilianswithPalestinians.Ela participa da Caravan da Liberdade (Freedom Ride), uma mobilização popular que responde aos crescentes ataques do governo Trump contra imigrantes, trabalhadores e instituições democráticas. É um esforço multiestadual e interreligioso que reúne comunidades imigrantes, ativistas, líderes religiosos, trabalhadores culturais e membros da comunidade. A caravana é organizada por Riverside church, IFCO Pastors for Peace, Interfaith Center de NY e People's ForumA jornada começou no último dia 8.6, em Newark, Nova Jersey, cidade com uma forte comunidade imigrante que tem estado na vanguarda de muitas lutas. Delaney Hall, um centro de detenção privado em Newark, demonstra o tratamento desumano e as infrações ao devido processo legal, denunciadas por líderes civis e religiosos. Atualmente, é um campo de batalha na defesa dos direitos dos imigrantes.A chegada será em Jena, Louisiana, cidade que se destaca como símbolo de luta e resistência contra as injustiças sofridas pelos que ficaram para trás, incluindo migrantes e comunidades negras. Tem um grande centro de detenção e é também uma região histórica na luta contra a escravidão, na construção da rede ferroviária clandestina para a liberdade e nas lutas pelos direitos civis.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Ricardo Magatti, direto do MetLife Stadium, em Nova Jersey, fala sobre a vitória do Palmeiras sobre o Al-Ahly na Copa do Mundo de Clubes da FIFA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Verdão estreou na Copa do Mundo de Clubes com uma boa atuação, superando o Porto técnica e fisicamente. Neste episódio, João Pedro Brandão, Camila Alves, Thiago Ferri e Leandro Bocca analisam os pontos fortes e fracos da atuação, o que é possível melhorar na equipe, além de Ferri trazer todos os detalhes do clima da torcida e do elenco diretamente de Nova Jersey. O podcast ainda faz um esquenta para o jogo contra o Al Ahly pela segunda rodada do torneio. Dá o play!
Um carro em fuga bate em um caminhão cheio de material tóxico, provocando uma explosão que sela ambas as saídas de um túnel subterrâneo entre Manhattan e Nova Jersey. Esta situação leva Kit Latura (Sylvester Stallone), ex-chefe dos Serviços Médicos de Emergência da cidade, a tentar encontrar um caminho para salvar os sobreviventes antes que o ar acabe ou o Rio Hudson inunde tudo.PIX: canalfilmesegames@gmail.comSiga o Filmes e Games:Instagram: filmesegames Facebook: filmesegames Twitter: filmesegamesSpotify: https://open.spotify.com/show/5KfJKthPodcast: https://anchor.fm/fgcastIntro - 0:00Dei Láite (Dei a Luz) - 4:02O que é "Daylight"? - 4:19Notas dos agregadores - 6:02Tirando o bode da sala - 6:45Os Culpados - 51:53Premiações - 1:06:12Notas do Filmes e Games - 1:09:25Comentários da comunidade - 1:14:35Bilheteria - 1:18:30Momento Locadora - 1:21:26Revelação do FGcast #377 - 1:51:32
En el penúltim capítol de ‘La Frase' d'aquesta temporada sortim una mica de l'esfera de la Lliga universitària per parlar del basquetbol de secundària. I ho fem per donar protagonisme a Robert Emmet Hurley, més conegut com a Bob Hurley, llegenda de la banqueta de l'Institut catòlic de Saint Anthony. Un centre d'estudis del seu estat natal, Nova Jersey, que va dirigir al llarg de 45 anys, entre 1972 i l'any 2017. podcast recorded with enacast.com
Destacada estrella de l'indie mundial, la de Nova Jersey ha decidit donar molt m
Avui toca parlar d'un dels jugadors estatunidencs amb més impacte al vell continent a la dècada dels noranta. Probablement, només superat per Dominique Wilkins. Parlem de David Lee Rivers, un base explosiu de 181 centímetres nascut fa 60 anys a Nova Jersey i que va defensar l'elàstica dels del Pireu entre 1995 i 1997 i la temporada 2000-2001. podcast recorded with enacast.com
Em meados do fim de 2024, uma série de avistamentos de objetos voadores não identificados nos céus de Nova Jersey despertou grande curiosidade, gerando especulações, tanto entre o público quanto entre especialistas em aviação e fenômenos aéreos. Embora esses avistamentos se estendam por vários estados, eles ganharam destaque especialmente em Nova Jersey, um estado de alta densidade populacional e tráfego aéreo intenso, que inclui aviões comerciais, aeronaves privadas e, mais recentemente, drones. A crescente presença desses dispositivos no espaço aéreo, aliada à falta de familiaridade do público com a complexidade do tráfego na região, tem levado a diversas interpretações, transformando aeronaves comuns em mistérios aparentemente inexplicáveis. No episódio de hoje, nossos investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna e Adriana Melo comentarão sobre a dificuldade de identificar com precisão o tamanho e a distância dos objetos avistados na região, e como isso contribuiu para a especulação de que eles poderiam ser tecnologia desconhecida ou até mesmo extraterrestre. Links: Artbook Adriana Melo;
Em meados do fim de 2024, uma série de avistamentos de objetos voadores não identificados nos céus de Nova Jersey despertou grande curiosidade, gerando especulações, tanto entre o público quanto entre especialistas em aviação e fenômenos aéreos. Embora esses avistamentos se estendam por vários estados, eles ganharam destaque especialmente em Nova Jersey, um estado de alta densidade populacional e tráfego aéreo intenso, que inclui aviões comerciais, aeronaves privadas e, mais recentemente, drones. A crescente presença desses dispositivos no espaço aéreo, aliada à falta de familiaridade do público com a complexidade do tráfego na região, tem levado a diversas interpretações, transformando aeronaves comuns em mistérios aparentemente inexplicáveis. No episódio de hoje, nossos investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna e Adriana Melo comentarão sobre a dificuldade de identificar com precisão o tamanho e a distância dos objetos avistados na região, e como isso contribuiu para a especulação de que eles poderiam ser tecnologia desconhecida ou até mesmo extraterrestre. Links: Artbook Adriana Melo;
Torn avui de Lou Campanelli, entrenador històric dels Dukes de James Madison entre 1972 i 1985; i dels Golden Bears de Califòrnia entre 1986 i 1993. Malauradament, Campanelli ens va deixar fa poc més de dos anys, el 31 de gener del 2023. Tenia 84 anys. Nascut un 10 d'agost de 1938 a Elizabeth, Nova Jersey, es va graduar a l'Estatal de Montclair, del seu estat natal. Malgrat tot, sempre va reivindicar Springfield com al seu lloc de pertinença, ja que és on havia crescut. podcast recorded with enacast.com
Avistamentos misteriosos de OVNIs têm intrigado Nova Jersey desde novembro de 2024, com relatos próximos a locais sensíveis como bases militares e o campo de golfe de Donald Trump em Bedminster. Até agora, as autoridades dos EUA não confirmaram a origem ou operadores desses “drones”, que evitam detecção e operam de forma coordenada, levando a teorias que vão desde 'naves-mãe' iranianas a drones militares secretos em busca de bombas-sujas. Afinal, seria essa a previsão que Wernher von Braun teria feito sobre o plano final do complexo militar industrial; uma Psy-ops do governo Norte-Americano que alguns apelidaram de “Projeto Blue Beam?” Descubra neste episódio do Bunker X, com Affonso Solano, Afonso 3D e a Agente Especial Athena! ___________ Seja membro no YouTube e ganhe benefícios!
Nova Jersey, 1961. Alice é uma perturbada garotinha de 12 anos que assusta todos com seu comportamento estranho. No entanto, após uma tragédia, ela se torna a principal suspeita do brutal assassinato de sua irmã de 9 anos durante sua Primeira Comunhão. Tudo piora quando uma série de outros assassinatos começam a ser cometidos por uma figura mascarada. Essa é a premissa de Comunhão ou Alice Sweet Alice, filme de 1976 dirigido por Alfred Sole que chocou a todos por trazer uma criança supostamente assassina em meio a um ambiente católico e que também marcou a estreia de Brooke Shields no cinema. Inspirado pelos filmes de Alfred Hitchcock e pelo clássico Inverno de Sangue em Veneza, o longa é um clássico do horror dos anos 70, trazendo um vilão mascarado bizarro, uma criança perturbadora e críticas ao catolicismo. Venha com a gente conhecer um pouco mais sobre essa obra-prima. O Cabana RdM começa agora. O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabi Larocca, Gabriel Braga e Thiago Natário. ARTE DA VITRINE: Estúdio Grim ESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digital Portfólio: https://estudiogrim.com.br/ Instagram @estudiogrim contato@estudiogrim.com.br PODCAST EDITADO POR Felipe Lourenço SEJA UM(A) APOIADOR(A) Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas! Acesse: https://apoia.se/rdm Conheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/ CITADOS NO PROGRAMA Alice, Querida Alice / Comunhão (1976) Outras citações Inverno de Sangue em Veneza (1973) Tara Maldita (1956) Menina Bonita (1978) Episódios RdMCast #243 – Especial Alfred Hitchcock RdMCast #453 – A franquia A Profecia: é tudo para você, Damien! Tem algo para nos contar? Envie um e-mail! contato@republicadomedo.com.br Twitter: @RdMCast Instagram: Republica do Medo
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Fernanda Schmölz e Katiucha Barcelos batem um papo sobre "Agatha Desde Sempre", mais uma série do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Três anos depois de ficar presa na cidade de Westview, Nova Jersey, no final da minissérie "WandaVision" (2021), a bruxa Agatha Harkness escapa com a ajuda de um adolescente gótico que deseja enfrentar as provações do lendário "Caminho das Bruxas". Sem seus poderes mágicos, Agatha e o adolescente formam um novo grupo de bruxas para enfrentar as provações, enquanto enfrenta alguns dos antigos inimigos de Agatha, como as Sete de Salem. Quais os maiores acertos? Por que ela está sendo chamada de "série perfeita da Marvel"? O baixo orçamento ajudou na criatividade? O roteiro é o grande diferencial? O que torna Agatha tão fascinante? Como essa bruxa poderosa se tornou o que é, e que papel ela pode ter no futuro sombrio e mágico do MCU? Se você quer entender o porquê de toda essa fascinação, descobrir easter eggs, e saber o que o futuro reserva para essa bruxa que veio para ficar, não perca este episódio! = || RAPADURACAST RELACIONADO- RapaduraCast 650 – WandaVision, o luto e o futuro do MCU
Em um dos momentos mais delicados de sua vida, Tiffany Taylor se deparou com uma situação que nunca pensou que estaria preparada. O pior ainda estaria por vir, se tivesse sido ouvida e levada a sério, vidas poderiam ter sido poupadas. Além de Tiffany, outras mulheres foram essenciais em acabar com a atuação de um assassino em série em Nova Jersey. Nesta temporada Jey Carrillo apresenta uma nova temática para o Criminologia, destacando a voz de quem sempre deveríamos ouvir. Ouça com atenção e tranquilidade, o conteúdo é violento e explícito, abordando violências físicas e extremamente traumáticas sobre mulheres. Este podcast é uma produção de Paratopia Podcast & Storytelling.
Em um dos momentos mais delicados de sua vida, Tiffany Taylor se deparou com uma situação que nunca pensou que estaria preparada. O pior ainda estaria por vir, se tivesse sido ouvida e levada a sério, vidas poderiam ter sido poupadas. Além de Tiffany, outras mulheres foram essenciais em acabar com a atuação de um assassino em série em Nova Jersey. Nesta temporada Jey Carrillo apresenta uma nova temática para o Criminologia, destacando a voz de quem sempre deveríamos ouvir. Ouça com atenção e tranquilidade, o conteúdo é violento e explícito, abordando violências físicas e extremamente traumáticas sobre mulheres. Este podcast é uma produção de Paratopia Podcast & Storytelling. Ficha Técnica: Idealização, pesquisa e pauta: Jey Carrillo Revisão: Andrei Fernandes, Ira Croft e Ananda Mida Arte visual: Zé Neto Design Edição: Helly Antunes Trilha original e direção de áudio: Murilo Lourenço Direção geral: Ira Croft
Os Rockefeller é uma família industrial, política e bancária americana com origem na região da Renânia, Alemanha. No início do século 17, por volta de 1723, um ramo da família migrou para a Filadélfia, especificamente para a província da Pensilvânia nos Estados Unidos e logo se tornou proprietário de uma plantação e de outras terras em Somerville e Amwell, em Nova Jersey. A grande fortuna e o império que construíram foram utilizados pelos Rockefellers para se manter influente tanto na política quanto na economia. Banqueiros, Secretária de Governos, Governadores de Estado, Senadores e Vice-presidência dos EUA, foram todos cargos ocupados por algum membro da família que também atuava com filantropia. Nelson Rockefeller, além de empresário, serviu também como vice-presidente do partido republicano ao Presidente Gerald Ford. Além de ser conhecido pela sua vida política e suas constantes traições em seu primeiro casamento, ele era famoso pela farta coleção de arte que tinha. Do seu primeiro casamento, eles tiveram cinco filhos e Michael Rockefeller, caçula do casal junto com sua irmã gêmea Mary. No episódio de hoje, os investigadores Andrei Fernandes, Gabi Larocca e Jey Carrillo falarão sobre o misterioso desaparecimento e consequente morte de Michael, uma figura que tinha tudo para carregar o legado da família, mas foi perdido na história, causando especulação que envolve canibalismo e morte até os dias de hoje.
Setembro de 2002, Somerset Medical Center em Somerville, Nova Jersey. Quando a enfermeira Amy Loughren estava no turno da noite, sozinha e desamparada, e soube que um novo enfermeiro estava sendo contratado, ela acreditava que a solução dos seus problemas estava dando início. O enfermeiro era Charlie, um rapaz extremamente simpático, educado e prestativo, com alto conhecimento medicamentoso, que viria a auxiliar Amy com os seus pacientes além dos demais pacientes daquele hospital. O que Amy não sabia e começou a desconfiar é que, com o tempo, esses pacientes viriam a m0rrer de maneiras estranhas, inesperadas e, muitas vezes, repentinas. A investigação policial com a ajuda de Amy chegaria não somente ao caso de @ssass1nato desses pacientes, como um número de até mais de 40 vít1mas, todas pelas mãos deste enfermeiro tão prestativo. Injeções de digoxina e insulina, tentativas de despistar a polícia, e falta de comprometimento em investigação de um quadro de hospitais nos EUA que evidenciou um problemas sérios de investimento e de auditoria de seus profissionais, além do comportamento social e dos gatilhos que levaram este homem a cometer esses crimes, se achando um deus dentro de sua profissão. Confira mais conteúdos do canal Operação Policial: https://youtube.com/playlist?list=RDCMUCDN9trGkW4NiznUCUhHcSmg&playnext=1 Para ser MEMBRO DO CANAL, clique no link abaixo: https://www.youtube.com/channel/UCDN9trGkW4NiznUCUhHcSmg/join Uma série @medialand
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A principis dels 80, un grup de Nova Jersey va tornar a posar de moda les guitarres gruixudes i les tornades enganxoses. Liderats per un angl
Una petita localitat de Connecticut va viure el pitjor tiroteig en una escola de prim
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Ei Spillers!! Bem-vindos de volta a um novo episódio, decidimos seguir a tendência e vimos o "The Good Nurse"! LOJA DE MERCADORIAS: shorturl.at/yDKTV Charles Edmund Cullen é um serial killer americano. Cullen, uma enfermeira, assassinou dezenas – possivelmente centenas – de pacientes durante uma carreira de dezesseis anos em vários centros médicos de Nova Jersey, até ser preso em 2003. Pega no teu copo e junta-te a nós! Contate-nos com sua história ou qualquer sugestão de caso em spillingthecrime@gmail.com Além disso, siga-nos em qualquer plataforma de mídia social @spillingthecrime
Rafa Gregori recebe Leandro Barros, fundador da LEA USA Construction, empresa que constrói casas modernas e sofisticadas na Flórida. Barros chegou a ser músico no Brasil, mas encontrou sua vocação na construção civil. Em seu país de origem, administrava uma empresa familiar de construção de moradias para o programa “Minha Casa, Minha Vida”. Porém, o desejo de viver e trabalhar nos Estados Unidos era antigo, afinal, o construtor realizou um intercâmbio em Nova Jersey durante sua adolescência. Em 2014, Leandro decidiu arriscar e montar sua própria empresa nos EUA, o empresário começou com reforma e revenda de casas, até começar a construir casas com a sua personalidade completamente do zero. Quer saber mais? Me siga nas redes: @madeinusa_podcast https://www.youtube.com/c/MadeInUSAPodcast Patrocinador: Ancora Insurance - “Nosso negócio é Seguro!” Precisa fazer seguro da sua casa, carro, moto, barco ou trabalho? Entre em contato conosco e diga que chegou pelo “Made In USA”. https://ancorainsurance.com/ ou (954) 420-5998 Loja Made In USA - Forever Living (distribuição global): Compras USA, click e compre aqui: https://thealoeveraco.shop/ZRe81gZo Compras BRASIL: inserir FBO/FLP # 001-002-701-394 ao fazer checkout Compras MUNDO: inserir FBO/FLP # 001-002-701-394 ao fazer checkout Conheça o nosso convidado nas redes sociais: @leausahomesflorida Produção: @vozeconteudo
Avui estem de sort: hem aconseguit que en Bruce ens faci de xofer i ens passegi durant una hora sencera per les autopistes de Nova Jersey, amb les seves can
Sejam Bem Vindos ao The Tiago Prado Experience!Rodrigo Cardoso, brasileiro, Representante de Negócios da Sherwin-William, Pintor, Imigrante. Natural da Bahia. Sua história de mudança para os EUA começa com sua Mãe recebendo uma oferta de trabalho para a Flórida e depois para Nova Jersey. A mudança do Rodrigo foi em 1998 com sua irmã gêmea, com 16 anos, onde completaram o Ensino Médio. Durante seu período escolar, Rodrigo foi considerado um bom estudante e ganhou scholarships (bolsas escolares) para estudar na faculdade. Também conseguiu essas bolsas através da participação do esporte: participando da equipe de natação. Ganhando 2º lugar durante uma competição em Nova Jersey. Conseguindo uma bolsa na universidade, mas tinha um “problema”, nessa época Rodrigo não tinha os documentos legais. Tinha um councillor durante seu período do ensino médio, nesse tempo recebeu uma oferta de bolsa paga para uma boa universidade, mas como Rodrigo era imigrante sem documentos, o próprio councillor rasgou a carta na frente dele. Seu primeiro trabalho foi em pintura junto de seu tio. Começou essa carreira com 16 anos.Em 2013 formou em Comércio Exterior e Finanças e nesse período lhe foi oferecido um emprego na Sherwin-Williams. Começou como Assistente de Gerência, e devido ao seu ótimo trabalho, pulou o cargo de gerente e foi promovida para Representante de Negócios e Contas, após apenas 1 ano dentro da empresa. Rodrigo sempre procurou bater metas e recordes dentro da empresa e por isso foi bem reconhecido e valorizado na empresa, sabendo lidar bem com o cliente e criar um relacionamento e entender as necessidades de seus clientes. -----------------------------Conheça mais sobre o Rodrigo CardosoInstagram
Na década de 1950, o fascínio do público por visitas alienígenas e OVNIs era um fenômeno relativamente. Uma dessas pessoas era Howard Menger, de High Bridge, Nova Jersey, que alegava ser visitado regularmente por venusianos, alienígenas vindos do planeta Vênus, em sua fazenda rural no condado de Hunterdon. Ele foi a programas de entrevistas no rádio e na televisão falando sobre seus encontros e até organizou convenções em sua propriedade dando as boas-vindas aos outros visitantes alienígenas e ao público curioso. Em uma dessas convenções, um belo e carismático homem misterioso que afirmava ser um venusiano impressionou as multidões por ser capaz de falar qualquer idioma ou dialeto que qualquer pessoa ali presente pudesse falar. Ele alegou não ser apenas um venusiano, mas o comandante de todos os venusianos na Terra. O nome do homem era Valiant Thor. No episódio de hoje, nossos investigadores Andrei Fernandes, Lucas Balaminut, Tupá Guerra e Gabi Larocca para tentar responder a pergunta: podemos afirmar com toda certeza que Val Thor era um venusiano responsável por manter a paz na Terra ou apenas uma invenção de Frank Stranges? Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
No episódio da Rádio Companhia desta semana, a tradutora e escritora Stephanie Borges, a poeta e pesquisadora Bruna Kalil Othero e a roteirista e escritora Renata Correa batem um papo sobre “Luxúria”, de Raven Leilani