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Neste episódio, Guilherme Ferrari, Lili e Marcos Melo recebem o nosso ouvinte especial Rui Soares, que embarcam em uma aventura completamente insana com Gunple: Gunman's Proof, uma das maiores joias escondidas do Super Nintendo Entertainment System. Misturando velho oeste, ficção científica e muita ação, o game parece uma fusão improvável entre The Legend of Zelda: […] O post Fliperama de Boteco #526 – Gunple: Gunman's Proof apareceu primeiro em FLIPERAMA DE BOTECO.
Antes de se tornar um dos artistas mais influentes da história, Vincent van Gogh foi o produto de um entrelaçamento improvável de fé rigorosa, mercado de arte, boemia parisiense e um pequeno vilarejo transformado em laboratório pictórico. Uma exposição no Castelo de Auvers‑sur‑Oise, nos arredores de Paris, propõe revisitar esse percurso, mostrando como religião, autodidatismo, excessos e territórios específicos moldaram um pintor que, mesmo após mais de um século, continua impossível de ser ignorado. Márcia Bechara, enviada especial da RFI a Auvers-sur-Oise Antes de se tornar um “influenciador” — termo que hoje circula livremente para designar quem molda gostos, estilos e comportamentos — Vincent van Gogh foi, ele próprio, profundamente influenciado. A exposição Van Gogh, influencer, Heranças em Movimento, em Auvers‑sur‑Oise, nos arredores de Paris, parte justamente dessa inversão de perspectiva: a mostra recua no tempo para investigar o caldo cultural, religioso e artístico que moldou o pintor antes de ele se tornar o ícone incontornável da arte moderna. Misturando facsímiles raros de obras do gênio holandês (as obras do período francês estão em sua maior parte reunidas no Museu d'Orsay, na capital francesa) e obras de artistas vivos, a mostra contempla, em efeito de espelho, os ecos da força do pintor nas gerações futuras. “Entre as primeiras influências de Vincent van Gogh, há algo que costuma ser subestimado, mas que é fundamental: a religião”, afirma Wouter van der Veen, pesquisador holandês especializado em história da arte, um dos maiores especialistas internacionais em Vincent van Gogh e diretor científico do Instituto Van Gogh, sediado em Auvers‑sur‑Oise, além de curador da exposição. “Ele nasce filho de um pastor protestante, dentro de uma tradição marcada por uma profunda desconfiança em relação às imagens”. Na Holanda do século 19, o protestantismo calvinista ainda carregava os efeitos de um longo processo de iconoclastia. A produção e o culto às imagens eram vistos, nessas comunidades, como distrações perigosas da fé considerada verdadeira. “A lógica era eliminar as representações visuais, porque elas desviariam o fiel do essencial”, observa Van der Veen. “Isso era vivido de forma bastante concreta nas comunidades de onde Van Gogh veio”. Leia tambémExposição em Paris retraça últimos meses de Van Gogh em 'vilarejo dos impressionistas' Ao mesmo tempo, a família de Vincent reunia um paradoxo social e simbólico. “Os tios de Van Gogh eram marchands de arte. Três deles atuavam no mercado, todos em um nível social elevado”, destaca o curador. Em uma mesma linhagem conviviam, portanto, o rigor moral calvinista e a circulação constante de obras de arte. “As obras passavam de casa em casa, eles se visitavam, trocavam quadros e gravuras. Vincent cresce nesse ambiente”, diz. Desde cedo, Van Gogh demonstra uma relação intensa com a imagem. “Ele recebe uma educação muito sólida, bastante rígida, mas também extremamente completa: aprende quatro línguas, literatura, cultura geral, e, naturalmente, arte”, relata o diretor científico do Instituto Van Gogh. Essa formação cria um terreno fértil. “Ele manifesta muito cedo uma inclinação artística muito clara”, afirma. O aprendizado silencioso do mercado de arte Aos 16 anos, um dos tios aceita acolher Vincent como aprendiz em sua empresa. “Ele entra no mercado de arte muito jovem”, conta Van der Veen, retomando esse período pouco lembrado da biografia do pintor. Não se trata ainda de uma vocação como artista, mas de um trabalho. “Ele não será particularmente bom como marchand, mas passa sete anos nesse meio.” Durante esse período, algo decisivo acontece. “Milhares de gravuras passam pelas mãos dele. Centenas de pinturas”, enumera o curador. Van Gogh observa, compara, memoriza. “Ele tem uma memória visual extraordinária. Tudo isso constrói o que eu chamo de seu ‘catálogo interno'.” O olhar do artista começa a se formar antes mesmo de ele considerar a possibilidade de criar. “Entre os 16 e os 23 anos, ele trabalha nesse comércio de arte sem jamais pensar em se tornar artista”, prossegue o pesquisador holandês. O contato cotidiano com imagens cria um repertório denso, silencioso, acumulado. “Quando ele olha uma imagem mais tarde, ela nunca é neutra: está sempre atravessada por tudo o que ele já viu”. Depois de anos nesse universo, surge a frustração. “Ele passa a achar o mercado de arte um pouco vazio, sem sentido”, observa Van der Veen. Vincent busca outra trajetória. “Ele decide seguir os passos do pai e se tornar pastor”. Essa tentativa ocupa quatro anos de sua vida. “Ele tenta estudar teologia, mas não consegue. Procura trabalhos como evangelizador ou pregador, e não encontra”, relata o curador. Ao final desse percurso errático, a constatação se impõe: “É então que ele se diz: não, eu sou artista”. “Ele combina três coisas fundamentais: a cultura visual acumulada ao longo dos anos, o amor pela literatura e pelas línguas, e uma vontade profunda de dar sentido à existência”, analisa Van der Veen. Dessa combinação emerge o artista que conhecemos. “Mas é importante lembrar: ele começa a pintar seriamente aos 27 anos, o que é muito tarde”. Um autodidata contra todas as regras “A formação artística de Van Gogh é, em grande parte, autodidata”, afirma o curador da mostra. “Ele não entra no ateliê de um mestre, não segue uma escola.” Frequenta cursos esporádicos, aqui e ali, mas nada se sustenta. “O problema é o caráter: ele é absolutamente impossível”. O resultado é um aprendizado solitário, feito por tentativa e erro. “A imensa maioria da formação dele aconteceu sozinho”, diz Van der Veen. Até 1885 ou 1886, Van Gogh desenvolve um estilo muito pessoal, ainda ancorado no ambiente em que vive. Leia tambémNunca exibido em público, quadro de Van Gogh é leiloado por R$ 93 milhões em Paris Até então, ele praticamente não havia saído dos Países Baixos. “É uma região com um clima específico: céu baixo, luz difusa, tons mais fechados”, descreve o pesquisador. As cores de sua chamada fase holandesa refletem isso. “São tonalidades mais cinzentas, mais terrosas, e é isso que ele explora”. A virada ocorre quando Theo, seu irmão mais novo, já estabelecido em Paris como marchand de arte, convida-o a se mudar. “Theo seguiu o caminho que Vincent abandonou: o do mercado de arte”, lembra Van der Veen. Paris, naquele final do século 19, era o epicentro da vida artística europeia — e, em muitos sentidos, mundial. Vincent aceita o convite e passa dois anos vivendo com o irmão. Na capital francesa, ele é confrontado com um universo totalmente novo. “Ele descobre as gravuras japonesas, que o marcam profundamente”, observa o curador. O japonismo era uma moda entre artistas e intelectuais parisienses, mas, no caso de Van Gogh, a paixão assume outra escala. “Ele coleciona centenas e centenas dessas estampas”. Além disso, conhece pessoalmente figuras centrais da vanguarda. “Paul Signac, Émile Bernard, Paul Gauguin, Georges Seurat”, enumera Van der Veen. E vê de perto obras de Monet, Degas, Pissarro. “Há, de um lado, a força gráfica e cromática da arte japonesa; de outro, a abordagem científica da cor, como a de Signac.” Tudo isso se mistura. “Esse conjunto de influências vai construir o estilo Van Gogh.” Montmartre: a pintura mergulha no excesso Há, porém, outra influência decisiva, muitas vezes esquecida: a festa. “E todos os excessos que vêm com ela”, ressalta Van der Veen. Montmartre, naquele período, era um território híbrido. “Metade urbano, metade rural”, descreve o curador. Havia jardins, hortas e pequenos campos ainda ativos. “Van Gogh busca motivos tanto desse lado agreste quanto do outro”. Esse outro lado era o da vida noturna. “Os cabarés, os cafés: a Nouvelle Athènes, o Chat Noir, o Rat Mort”, lista Van der Veen. Espaços históricos onde a boemia parisiense se reunia. “A vida não parava, a festa não parava.” Esses lugares reuniam intelectuais, escritores, pintores, atores e poetas. “Era um mundo lendário”, diz o pesquisador holandês. Paris, à época, era amplamente reconhecida como a capital cultural do planeta. “E Montmartre funcionava como o lado alternativo desse grande palco: o espaço da ousadia, do risco, de ir longe demais.” Van Gogh estava no centro disso tudo. “Sua maneira de repensar a pintura, de romper fronteiras, deve muito a essa imersão no caldeirão cultural francês”, conclui o curador. Leia tambémProvável revólver usado em suicídio de Van Gogh é leiloado por € 162,5 mil Auvers‑sur‑Oise, o "país dos quadros" Ao se aproximar do fim da entrevista, o foco se desloca para Auvers‑sur‑Oise, pequena cidade a cerca de 30 quilômetros de Paris. Para o leitor brasileiro, o nome pode soar discreto. Mas, na história da arte, trata‑se de um território decisivo. “Muito antes de chegar a Auvers‑sur‑Oise, Vincent já conhecia a importância do lugar”, explica Van der Veen. “Quando trabalhava no comércio de arte, ele via constantemente obras criadas ali.” Isso se deve à presença, desde 1860, de Charles‑François Daubigny. “Ele era uma espécie de papa da pintura ao ar livre”, observa o curador. Ao se instalar em Auvers, Daubigny cria uma verdadeira colônia artística. “Isso acontece 30 anos antes da chegada de Van Gogh”. O efeito é duradouro. “Corot vem, depois Pissarro, Cézanne”, lembra Van der Veen. Grandes nomes se instalam naquele vilarejo para desenvolver suas pesquisas pictóricas. “São artistas hoje presentes nos maiores museus do mundo.” Auvers torna‑se um laboratório. “É ali que surgem manifestações iniciais de uma abordagem diferente da pintura”, afirma o diretor científico do Instituto Van Gogh. Cézanne, em particular, deixa marcas profundas que repercutiriam mais tarde na arte abstrata. Van Gogh chega consciente dessa herança. “E, ao final de sua vida, ele tem a certeza de que vai morrer”, relata o curador. Convencido de sofrer de sífilis e atormentado por crises mentais recorrentes, toma uma decisão. “Ele não quer morrer em um hospital ou em uma casa de saúde. Ele quer morrer à sua maneira. E quer fazê‑lo no país dos quadros”, diz Van der Veen. Esse país, para ele, era Auvers‑sur‑Oise. Nos últimos 70 dias de vida, pinta mais de 70 telas. “Qualquer um pode pintar um quadro por dia”, ironiza o curador, “mas não com essa qualidade”. Quando percebe a aproximação de uma nova crise, toma a decisão final e “ele decide assumir o controle da própria vida”. Depois da morte, a influência inevitável A exposição se encerra olhando para o que vem depois. “O que Vincent van Gogh fez foi realmente disruptivo”, afirma o pesquisador. Autodidata, ele criou suas próprias soluções formais. “Inventou coisas que ninguém tinha visto antes”. “Mas muito rapidamente, sobretudo após sua morte, os artistas percebem que ele abriu uma via totalmente nova”, explica o curador. Poucos tentaram pintar como ele, mas o impacto mais profundo foi outro. “Muitos passaram a querer viver como ele.” O exemplo de entrega absoluta à arte se torna, então, um modelo ético. Ao mesmo tempo, sua obra começa a circular intensamente. “É um momento de expansão da indústria da imagem”, observa Van der Veen. Livros ilustrados, fotografia. “As obras de Van Gogh são fotografadas e distribuídas, em preto e branco”. Mesmo assim, o impacto é imenso. Artistas absorvem, transformam, reutilizam. “Eles não podem ignorá‑lo”, afirma o curador. "Esse é o eixo central da exposição. Mesmo quem tenta fugir de Van Gogh não consegue. Depois de Van Gogh, pintar girassóis nunca mais será um gesto neutro”, conclui Van der Veen. A mostra Van Gogh, influencer, Heranças em Movimento, fica em cartaz até 3 de janeiro de 2027, no Castelo de Auvers, em Auvers‑sur‑Oise.
O Autores e Livros, da Rádio Senado, apresenta nesta semana uma edição marcada por romances sensíveis, thrillers eletrizantes, fantasia contemporânea, mercado editorial e uma homenagem a um dos grandes nomes da poesia brasileira. O destaque de abertura é o romance “Por trás dos meus cabelos”, de Miriam Squeo, publicado pela Autografia Editora. A obra acompanha uma protagonista que revisita a própria trajetória para compreender desejos, afetos e escolhas que ficaram escondidos ao longo da vida. Em uma narrativa íntima e honesta, o livro fala sobre liberdade emocional, sexualidade e coragem para viver a própria verdade. Na sequência, o programa apresenta “Linha de Neve”, novo romance de Luís Giffoni. O premiado autor constrói uma trama marcada por paixão, excessos e conflitos em meio a paisagens andinas. O livro combina aventura, triângulo amoroso e questionamentos sobre prazer, limites e consequências. Para os fãs de fantasia sombria, a dica é “Caçada Selvagem – Desejo”, de João Souza. Misturando mistério, lobisomens, segredos familiares e suspense psicológico, a narrativa acompanha uma jovem que descobre uma guerra silenciosa entre humanos e criaturas sobrenaturais. O universo digital e seus perigos aparecem em “Julie Chan Está Morta”, da escritora Liann Zhang. O thriller acompanha uma mulher que assume a identidade da irmã influenciadora após uma morte misteriosa. O livro discute fama, redes sociais, desigualdade e obsessão por aprovação online. Ainda no programa, espaço para o mercado editorial com a segunda edição do Prêmio Kindle Vozes Negras, iniciativa voltada à valorização de autores negros no Brasil. Na segunda parte da edição, a fantasia retorna com “A Biblioteca das Histórias Não Contadas”, romance de estreia de Gabriella Campos. A obra imagina uma biblioteca infinita onde vivem personagens abandonados por seus escritores, em uma metáfora sobre recomeços e histórias interrompidas. O programa também destaca a biografia “Cezar”, de Alessandro Greco, sobre a trajetória de Luiz Cezar Fernandes, personagem influente e controverso do mercado financeiro brasileiro. No quadro Entrelinhas, Hermes Coelho homenageia o centenário de Thiago de Mello, poeta amazonense cuja obra permanece símbolo de esperança, justiça social e defesa da Amazônia.
O destaque da entrevista da semana é o livro “Manobras de retorno”, do escritor e professor Dau Bastos. Publicada pela Alta Books, a coletânea reúne cinco contos ambientados ao longo de cerca de 50 anos da história brasileira. As narrativas mostram como grandes acontecimentos políticos impactam diretamente a vida cotidiana e os dilemas pessoais dos personagens. Ainda no primeiro bloco, o programa apresenta o lançamento “D. João VI – A história não contada”, do historiador Paulo Rezzutti. A obra revisita a trajetória do monarca português com base em documentos e pesquisas recentes, propondo um retrato mais humano e menos caricatural de uma figura central na formação do Brasil. Na segunda parte do programa, o destaque é o romance “Nonada”, de Renato Amado. Misturando ficção científica e existencialismo, a obra acompanha um motorista de aplicativo que vive uma crise pessoal em um mundo distópico. A narrativa aborda temas como solidão, relações mediadas pela tecnologia e as contradições do comportamento humano, em uma leitura breve, mas provocadora. O programa também traz duas dicas de leitura que exploram o tempo, a memória e os afetos. “Em Nunca mais é muito tempo – a história incomum de uma menina comum”, Natalia Rodrigo narra a trajetória de uma jovem dividida entre Brasil e Portugal, em uma história marcada por pertencimento e identidade. Já “O canto do amor eterno”, de Proença, aposta em uma narrativa que mistura romance e espiritualidade, acompanhando personagens que se reencontram ao longo de diferentes épocas históricas. No quadro Entrelinhas, a poesia ganha espaço com o livro “Revoluteia”, de Mayk Oliveira. A obra reúne textos que transitam entre poesia e prosa poética para refletir sobre sentimentos, memória e transformações interiores.
O Autores e Livros Dose Extra recebe a jornalista, pesquisadora e escritora Cristina Seixas para uma conversa sobre o livro “Rabena Karib: Jornada entre o deserto e o mar”. Publicada pela Edições Cândido, a obra que resgata uma história real marcada por guerra, imigração e reconstrução de vida. Na entrevista, a autora conta como surgiu a ideia de transformar em livro a trajetória de Vittorio Ficara, um imigrante ítalo-egípcio que enfrentou os impactos da Segunda Guerra Mundial, passou por períodos de aprisionamento no Egito e encontrou no Brasil a oportunidade de recomeçar. A narrativa mostra como grandes acontecimentos históricos influenciam diretamente o destino de pessoas comuns. Durante o bate-papo, Cristina Seixas também destaca o trabalho de pesquisa por trás da obra e comenta os aspectos mais marcantes da história de Vittorio e de sua esposa, Teresa, que também enfrentou os desafios da imigração e das limitações sociais impostas às mulheres da época. A conversa ainda aborda o significado do título do livro. A expressão árabe Rabena Karib, que significa “Deus está próximo”, aparece como um símbolo de fé e esperança em meio às dificuldades enfrentadas pelo personagem. Misturando memória, pesquisa histórica e relato biográfico, "Rabena Karib: Jornada entre o deserto e o mar" apresenta uma história de resiliência e perseverança, além de oferecer um olhar humanizado sobre os desafios da imigração no século XX.
Contagem regressiva para o resultado da 45ª edição do Prêmio Descobertas RFI, uma das maiores plataformas de promoção de novos artistas e grupos africanos. Terminadas as três fases de seleção, os ouvintes e internautas podem votar até 11 de março nos dez finalistas. A recompensa será anunciada em 13 de março. Daniella Franco, da RFI Desde 1981, o Prêmio Descobertas (Prix Découvertes, em francês) é realizado anualmente. O processo que mobiliza todas as equipes que trabalham com música na RFI, mas também representantes da cena musical francesa que compõem o júri, neste ano presidido pelo rapper MC Solaar. Em 2025, a vencedora foi a cantora guineense Queen Rima. A reta final da 45ª edição do Prêmio Descobertas conta com dez concorrentes. Entre eles, quatro cantoras solo, quatro vocalistas homens, uma dupla e uma banda. Para votar, clique aqui. Claudio Rabé De Madagascar, a RFI selecionou Claudio Rabé, que lidera um coletivo que mistura rock, trance e sonoridades afro-psicodélicas. O objetivo do grupo é exportar cultura e denunciar as injustiças vividas pelo povo malgaxe. "Nasci no meio musical - meu avô é músico, meu pai é dançarino - então a música sempre foi algo óbvio para mim. Representamos o povo e a cultura malgaxe. Queremos que todos saibam o que acontece no nosso país", diz. Ouça Claudio Rabé Defmaa Maadef A dupla senegalesa Defmaa Maadef é formada pelas artistas Defa e Mamy Victory. O primeiro álbum, o dançante "Jaar Jaar", foi lançado no ano passado, propondo um encontro do mbalax senegalês com afrobeats, kwaito e amapiano. Nas letras, cantadas quase integralmente na língua wolof, o engajamento feminista dá o tom. "Nossa música celebra a cultura senegalesa e dá uma voz livre e poderosa às mulheres. O mundo é nosso!", diz Defa. Ouça Defmaa Maadef Joyce Babatunde De Camarões, a RFI selecionou Joyce Babatunde. A versátil artista transita facilmente entre diversos estilos, slam, rap, funk, soul ou r&b. Ela classifica suas composições de "afro-soul". "Quis deixar que a minha música fosse uma expressão do que eu sinto. O afro-soul, para mim é a expressão, da minha alma", explica. Ouça Joyce Babatunde Malha Afrobeat, pop, house e twarab engajado direto de Comores: é essa a proposta da cantora Malha, que em suas letras expressa seu engajamento feminista. "Meu engajamento vem da minha experiência. Fiquei órfã na infância, aos 7 anos, e minha vida não foi fácil. Tive que lutar para sobreviver e meu engajamento vem daí, sobretudo pelas mulheres e crianças", diz. Ouça Malha Manu Desroches O cantor e multi-instrumentista Manu Desroches é originário das Ilhas Maurício. Misturando jazz, blues e música tradicional de seu país natal, ele homenageia suas raízes e faz um convite a uma viagem às paisagens sonoras do Oceano Índico. "Faço música porque acho que essa é uma das coisas mais bonitas que nos conectam como seres humanos", diz Desroches. Ouça Manu Desroches Opa Também do Benin vem o candidato Opa, que transita entre o r&b, o soul e estilos tradicionais do país: um verdadeiro embaixador da cultura beninense. "Trabalho com música porque é algo que eu adoro e que me faz vibrar. Também porque tenho um sonho, poder exportar toda a riqueza cultural do meu país", afirma. Ouça Opa Sym Sam Mbalax com uma pitada de funk, reggae e jazz, mas também highlife e amapiano: essa é a proposta do músico beninense-senegalês Sym Sam. "Minha paixão pela música vem dos meus pais. Meu pai é diretor de coral e minha mãe é cantora, então nasci mergulhado nesse meio musical e minha paixão surgiu naturalmente", diz. Ouça Sym Sam Tyty Meufapart Para Tyty Meufapart, de Congo-Brazzaville, cantar é existir. A artista propõe uma mix de rap, soul e jazz a ritmos tradicionais congoleses. Essa "afro-fusion" é regada à voz singular e a uma presença de palco empoderada da cantora. "Canto em lingalá, kitubá e em francês. Sou cantora, autora e compositora e estou muito feliz de fazer parte dos dez finalistas do Prêmio Descobertas RFI", declara. Ouça Tyty Meufapart Yewhe Yeton Yewhe Yeton faz parte de uma tradicional família de percussionistas e cantores do Benin. Com composições que oscilam entre diversos ritmos beninense, cantadas na língua fongé, ele desponta hoje como um dos novos nomes do rock vodu. "Faço música porque tenho uma mensagem para passar. Transmitir os valores sagrados é uma missão para mim: o amor, a vida em comunidade, a resiliência: tudo o que o mundo precisa hoje", diz Yewhe Yeton. Ouça Yewhe Yeton Yotsi O quarteto Yotsi vem da República Democrática do Congo e mistura afro-rock, afro-folk e ritmos tradicionais congoleses. Suas letras abordam temáticas sociais e são cantadas em lingala, swahili e tshiluba. "Começamos a tocar quando éramos crianças, na igreja. Fazemos música porque é nossa paixão, porque gostamos de nos voltar ao mundo também, diz a cantora Linda Tombo. Ouça Yotsi
Radionovela - Os QuasaresOs Quasares é uma radionovela produzida como trabalho de conclusão da disciplina de Radioteatro do curso de Jornalismo da UFSC. A narrativa acompanha uma banda juvenil que, ao participar de um acampamento musical, descobre que o brilho das estrelas pode ter um preço alto demais quando a indústria tenta controlar seus sonhos, relacionamentos e identidade. Entre rivalidades, pressões contratuais e até o roubo de composições autorais, os personagens enfrentam conflitos que revelam injustiças presentes nos bastidores da indústria musical. Misturando humor, drama e romance, a obra reflete sobre amizade, liberdade artística e a coragem de existir em um mundo que insiste em nos transformar em “quase estrelas”.Este trabalho foi desenvolvido para a disciplina de Radioteatro do curso de jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Roteiro por Ariéll Cristóvão. Locução e edição por Isadora Cristina, Larissa Faria e Ariéll Cristóvão. Participação especial por Lully Salvador, Nico Vieira, Heitor Augusto e João Hasse. Estágio de docência da mestranda Stefanie Machado do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC. Coordenação técnica e estética por Roque Bezerra. Orientação geral da professora Valci Zuculoto.
Programete #111 – Música Popular Brasileira – 17/10/2025 O professor Renato Ferreira Machado, coordenador de Pesquisa e Extensão da Faculdade Dom Bosco, relembra o primeiro Festival da Música Popular Brasileira, em 1965, quando Elis Regina, porto-alegrense do bairro IAPI, encantou o país com Arrastão, de Edu Lobo e Vinícius de Moraes. Sua performance marcou o nascimento de um novo estilo: a MPB. Misturando teatro, jazz e emoção, Elis transformou o palco e a história da música brasileira, eternizando o talento que nasceu no mesmo bairro da Faculdade Dom Bosco.
Após construir uma trajetória de filmes densos e dramáticos, Darren Aronofsky surge com uma proposta bem diferente. Em 2025, apresenta Ladrões, projeto que já está em cartaz nos cinemas. Misturando ação, comédia e violência, o enredo segue o ex-jogador de beisebol Hank Thompson que, inesperadamente, se vê envolvido em uma luta pela sobrevivência no submundo criminoso da cidade de Nova York, EUA, dos anos 1990. Ele é forçado a navegar por um mundo que nunca imaginou.A obra é estrelada por Austin Butler. Além dele, estão no elenco nomes como Regina King, Matt Smith, Liev Schreiber, Vincent D'Onofrio, Bad Bunny e Zoë Kravitz.Nesse episódio, Robledo Milani e Victor Hugo Furtado falam sobre Ladrões. Dê o play e divirta-se!
O teatro do Châtelet em Paris acolhe sábado (5) e domingo (6) o fim de semana temático Ancien Brésil – Brésil Nouveau (Antigo Brasil-Brasil Novo), com dois concertos que misturam vozes e músicas antigas e contemporâneas de compositores brasileiros, dentro da temporada França-Brasil 2025. A proposta é fazer o público viajar entre memória e modernidade. A iniciativa é liderada pela orquestra Americantiga, sob a direção musical do maestro curitibano radicado em Portugal, Ricardo Bernardes. No sábado, no concerto Alma Brasileira, a pianista Cristina Ortiz dialoga com Mozart e compositores do Brasil do século 20 como Harry Crowl, João Guilherme Ripper, Camargo Guarnieri e Fructuoso Vianna. No domingo, é a vez dos cantores Bruno de Sá e Luanda Siqueira prestarem homenagem a duas grandes figuras líricas afro-brasileiras no espetáculo Marias do Brasil, que mescla ópera, canção e narrativa visual, com direção de Ligiana Costa. Dois programas muito diferentes entre si, como explicou à RFI Ricardo Bernardes, mas ambos com o objetivo de mostrar a música brasileira na França. Em Alma Brasileira, Cristina Ortiz interpreta Mozart, sua especialidade, e depois compositores contemporâneos brasileiros não muito conhecidos na França. “Um programa mais tradicional, mas muito original ao mesmo tempo”, revela Bernardes. O segundo programa, “mais desafiador”, mistura música clássica com popular. “A gente tem desde modinhas do século 18 a árias de ópera, a tango brasileiro, a maxixe”, explica o maestro. Misturando composições de Chiquinha Gonzaga e Villa Lobos, entre outros, Marias do Brasil é uma homenagem à Maria Joaquina Lapinha e à Maria d'Apparecida. Esta última morou a maior parte de sua vida em Paris e foi a primeira afro-brasileira e interpretar Carmen, do compositor francês Georges Bizet. “O desafio era criar uma dramaturgia que fizesse um cruzamento entre a vida dessas duas mulheres e que respeitasse, de alguma forma, um pouco o repertório que elas cantaram”, explica a diretora artística Ligiana Costa. “A gente tem um espectro de repertório brasileiro muito amplo, desde a música do século 18, modinhas, áreas de padre José Maurício, música erudita, até Villa Lobos, Waldemar Henrique, Francisco Mignone, chegando até Baden Powell”, explica. “Então, eu e a Sophia Boito, que trabalhou comigo, fomos criando uma espécie de dramaturgia de cruzamento entre essas duas mulheres que têm muito em comum, apesar de tantos séculos que as separam”, conta Ligiana Costa sobre as duas cantoras que fizeram carreira na Europa e foram esquecidas pela história. Ela define o espetáculo como “concerto, poético, documental”. “Porque ele tem forma de um documentário, de certa forma, que apresenta essas duas mulheres, mas de uma forma muito poética e livre também”. O roteiro do espetáculo se baseou no trabalho da jornalista e escritora Mazé Torquato Chotil sobre Maria d'Apparecida e da pesquisadora e especialista em história da música, Rosana Orsini Brescia, sobre Maria Joaquina Lapinha. A partir dos documentos sobre as duas cantoras, a diretora artística criou textos, narrados pela atriz Camila Pitanga, que fazem parte do espetáculo em forma de peças sonoras. Repertório brasileiro O sopranista (homem que canta com voz de soprano) Bruno de Sá e a soprano Luanda Siqueira dão voz às duas Marias. “Já tive o prazer de fazer desde Mozart, Bellini, até Wagner e outros compositores contemporâneos. Então essa outra possibilidade que se abre dentro do repertório colonial, para mim é um grande desafio”, conta Bruno de Sá, que atualmente vive na Europa e já se apresentou em diversos palcos do continente. Dono de uma voz excepcional, o sopranista diz que pode “contar nos dedos de uma mão” às vezes que teve a “oportunidade de cantar repertório brasileiro de verdade”. “Porque morando aqui na Europa, (a gente) se concentra mais no repertório italiano e séculos XVII, XVIII e XIX. Então cantar algo em português é sempre um desafio porque minha língua estava acostumada e treinada a cantar em outro idioma. Mas, ao mesmo tempo, voltar para as origens, especialmente neste ano, voltar ao repertório português, repertório brasileiro, tem sido muito significativo”, explica, se referindo aos diversos eventos comemorativos da Temporada do Brasil na França. Em 14 de julho, festa nacional da França, ele vai cantar as Bachianas Brasileiras de Villa Lobos no concerto de Paris. O evento de música clássica, reúne a Orquestra Nacional da França, o coro da Rádio França e solistas internacionais e acontece aos pés da Torre Eiffel, antes da tradicional queima de fogos. Luanda Siqueira concorda que o ano “está sendo maravilhoso”. “Eu participo de vários projetos em torno da música, do repertório brasileiro e também projeto em torno da música em língua portuguesa. Então, eu adoro, não só pelo fato de cantar na minha língua, mas também por abordar toda esse ritmo que a tão característico da nossa música”, conta. A soprano diz que conheceu Maria Lapinha através de Ricardo Bernardes. “Quando você vê as partituras da Lapinha são obras muito virtuosas. É uma partitura mais escrita, virtuosa, porque ela tem uma coisa muito lírica, muito específica que é uma voz lírica. É um trabalho, que você vê na partitura dela, que devia ser uma excelente cantora, uma excelente musicista, com bastante maestria”, diz. “Eu conheci recentemente a Maria d'Aparecida. E eu fiquei tão triste de saber que tinha uma cantora maravilhosa brasileira aqui que eu não conheci, porque ela faleceu em 2017. Eu só fiquei sabendo da existência dela em 2023”, afirma a soprano que vive na França há 25 anos. Após ver imagens de arquivo de Maria d'Apparecida, Luanda Siqueira diz que ficou “impressionada também de ver a força dessa mulher, no olhar dela, na maneira de falar”. Uma força que a cantora transmite no concerto em homenagem às Marias do Brasil.
Neste episódio, o PodDelas PodCast recebe um trio cheio de humor, deboche e autenticidade. Um verdadeiro fenômeno da internet! Eles dominam as redes, estão bombando no YouTube e ainda conciliam com carreiras individuais. Se separados já causam, juntos é simplesmente imperdível!Os convidados são os apresentadores do “Pograma”, um dos programas mais irreverentes e “nonsense” da internet brasileira. Misturando fofoca, exposed, tretas, pronunciamentos e muita torta na cara, eles entregam tudo o que a internet ama e ainda parecem dividir o mesmo neurônio!Diretamente de Recife, São Lourenço do Oeste e Roraima, eles conquistam com carisma, sinceridade e muito riso. Com vocês, Sofia Santino, Doarda e Ciclopin--------------------------------------------------------------------------------------✅ Canal de Cortes Oficial - https://www.youtube.com/channel/UCab-x2Tf0zK3WLkKXG9Ot5Q✅ Instagram Oficial @poddelas - https://www.instagram.com/poddelas/✅ Facebook Oficial - https://m.facebook.com/POD-DELAS-101517452551396/✅ Shorts - https://www.youtube.com/channel/UCItcEi_6J6l2iuhABXq1OTg✅ PodDelas Melhores Momentos - https://www.youtube.com/channel/UCYa1bLsG-RumuKrrznSdRHg✅ Playlist oficial com todos os episódios - https://youtube.com/playlist?list=PLXEx5PB_zX1qkkx06VRZFepiRHheozMSRANFITRIÃ:
Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Edu Aurrai, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho batem um papo novamente sobre "Alex Kidd in Miracle World". Antes do Sonic correr pelas colinas verdes da SEGA, havia um pequeno herói cabeçudo de macacão vermelho e punhos poderosos que carregava a missão de enfrentar o mal e salvar o reino de Radaxian: Alex Kidd. Lançado em 1986 para o Master System, o jogo se tornou um dos mais icônicos da SEGA e marcou profundamente a infância de uma geração.Misturando ação, plataforma e um toque de puzzle, o jogo apresentava uma jogabilidade inovadora para a época. Alex não apenas pulava nos inimigos — ele os socava! E mais: tinha que vencer chefes em batalhas de... pedra, papel e tesoura! Era um detalhe curioso, imprevisível e único que dava personalidade ao game. Além disso, "Alex Kidd in Miracle World" trazia fases variadas, veículos como motocicleta e helicóptero, e uma trilha sonora cativante que até hoje ecoa na mente dos fãs. O jogo era desafiador, sem sistema de password ou save, exigindo dedicação e memorização — características marcantes da era 8-bit.Alex Kidd pode não ser o mascote mais famoso da SEGA, mas seu legado vive forte na memória de quem cresceu com o Master System. Ele é, sem dúvida, um dos pilares do início da era dourada dos videogames.Essa é mais uma edição da nossa série Remakes!=ALURA | Aniversário da Alura e quem ganha presente é você!!! Aproveite 20% de desconto nos planos de 1 ano!!! E se optar por 2 anos, o desconto é ainda maior: 28%! CORRE!!! ➡️ https://www.alura.com.br/99vidas
No 3º programa da 2a temporada do Fala de Carteado, Gustavo Lopes, Arthur Lacerda (Onda) e Jorge Oliveira (Boards & Burgers) falam sobre carteados misturando mecânicas e dinâmicas como controle de área, dedução, regras variáveis e até vazas esquisitas. Comentamos também sobre mecânicas que gostaríamos de ver mais em carteados e também sobre os destaques do mêsEdição - Fabs Fabuloso e Gustavo Lopes. Capa - Gustavo Lopes . Quer comprar jogos por um precinho bacana e contribuir com o Gambiarra Board Games? Acessa https://bravojogos.com.br/ e utilize o cupom GAMBIARRANABRAVO Confira as fotos dos jogos em nosso instagram instagram.com/gambiarraboardgames E-mail para sugestões: contato@papodelouco.com papodelouco.com Apoio Acessórios BG: https://www.acessoriosbg.com.br BGSP: https://boardgamessp.com.br/ Bravo Jogos: https://bravojogos.com.br/ Aroma de Madeira: https://www.aromademadeira.com.brAbertura: Free Transition Music - Upbeat 80s Music - 'Euro Pop 80s' (Intro A - 4 seconds)Jay Man - OurMusicBoxhttps://www.youtube.com/c/ourmusicboxBloco 1: Abertura: Music: Lo Fi Hip Hop 06 by WinnieTheMoog/Free download: https://filmmusic.io/song/8167-lo-fi-hip-hop-06/Licensed under CC BY 4.0: https://filmmusic.io/standard-licenseBloco 2: Music: Bossa Of Brazil Shores by MusicLFiles/Free download: https://filmmusic.io/song/8789-bossa-of-brazil-shores/Licensed under CC BY 4.0: https://filmmusic.io/standard-licenseBloco 3: Music: Happy Calm Intro 57 by TaigaSoundProd/Free download: https://filmmusic.io/song/11772-happy-calm-intro-57/Licensed under CC BY 4.0: https://filmmusic.io/standard-license
No 2º programa da 2a temporada do Fala de Carteado, Gustavo Lopes, Arthur Lacerda (Onda) e Jorge Oliveira (Boards & Burgers) falam sobre carteados misturando mecânicas e dinâmicas como draft, poderes variados, papel escondido, missões e mercado de ações. Comentamos também sobre eventos nacionais e internacionais, além da definição de carteados híbridos.Edição - Fabs Fabuloso e Gustavo Lopes. Capa - Gustavo Lopes . Quer comprar jogos por um precinho bacana e contribuir com o Gambiarra Board Games? Acessa https://bravojogos.com.br/ e utilize o cupom GAMBIARRANABRAVO Confira as fotos dos jogos em nosso instagram instagram.com/gambiarraboardgames E-mail para sugestões: contato@papodelouco.com papodelouco.com Apoio Acessórios BG: https://www.acessoriosbg.com.br BGSP: https://boardgamessp.com.br/ Bravo Jogos: https://bravojogos.com.br/ Aroma de Madeira: https://www.aromademadeira.com.brAbertura: Free Transition Music - Upbeat 80s Music - 'Euro Pop 80s' (Intro A - 4 seconds)Jay Man - OurMusicBoxhttps://www.youtube.com/c/ourmusicboxBloco 1: Abertura: Music: Lo Fi Hip Hop 06 by WinnieTheMoog/Free download: https://filmmusic.io/song/8167-lo-fi-hip-hop-06/Licensed under CC BY 4.0: https://filmmusic.io/standard-licenseBloco 2: Music: Bossa Of Brazil Shores by MusicLFiles/Free download: https://filmmusic.io/song/8789-bossa-of-brazil-shores/Licensed under CC BY 4.0: https://filmmusic.io/standard-licenseBloco 3: Music: Happy Calm Intro 57 by TaigaSoundProd/Free download: https://filmmusic.io/song/11772-happy-calm-intro-57/Licensed under CC BY 4.0: https://filmmusic.io/standard-license
O projeto de extensão “Mambembe: Música e Teatro pelas Ruas de Ouro Preto” é um coletivo criado na UFOP há mais de duas décadas, que se dedica a levar o teatro às ruas da cidade. A iniciativa é atualmente coordenada pela professora Raquel Castro de Souza, do Departamento de Artes Cênicas da universidade. Misturando elementos diversos para a composição de suas obras, o Mambembe combina estudos sobre a cena de rua a seus processos de criação, fazendo com que seus integrantes experimentem o fazer teatral, em diferentes formas artísticas, em contato próximo com a comunidade. O coletivo se dedica a produzir espetáculos de rua baseados em obras literárias, sendo aberto para alunos da UFOP, artistas e também para a população local que tiver interesse em participar do teatro. Acompanhe o programa de hoje para saber mais sobre este projeto.Ficha TécnicaProdução: Larissa AntunesEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi, Breno Estevam e Joezzer Sâmeke
A Substância chegou aos cinemas sem grande alarde, mas rapidamente começou a ganhar relevância. A diretora e roteirista Coralie Fargeat nos provoca com um filme que aborda consumismo, estética, patriarcado, etarismo, os limites éticos da indústria do entretenimento e a exigência de corpos femininos esculturais, especialmente no caso de mulheres jovens.Misturando horror grotesco e sarcasmo, A Substância transforma referências a clássicos do cinema, de “Frankenstein” a “Um Estranho no Ninho”, em um espetáculo único, repleto de body horror, crítica social e sarcasmo.Neste episódio, Rafael Arinelli recebe Carissa Vieira, Camila Henriques e Fabiana Lima para discutir como A Substância vai além da superfície. Exploramos aspectos técnicos do filme, como direção e fotografia, e refletimos sobre as críticas sociais que permeiam sua narrativa. Afinal, até onde o horror e o grotesco podem nos ajudar a enxergar as falhas de nosso próprio sistema?Dê o play e descubra como A Substância nos desafia a questionar não apenas a objetificação feminina, mas também nosso posicionamento diante do mundo.• 05m51: Pauta Principal• 1h22m44: Plano Detalhe• 1h42m48: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Feed: https://bit.ly/cinemacaofeed• Apple Podcast: https://bit.ly/itunes-cinemacao• Android: https://bit.ly/android-cinemacao• Deezer: https://bit.ly/deezer-cinemacao• Spotify: https://bit.ly/spotify-cinemacao• Amazon Music: https://bit.ly/amazoncinemacaoAgradecimentos aos patrões e padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Katia Barga• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de apenas R$5,00, você terá acesso a vantagens incríveis. E o melhor de tudo: após 1 ano de contribuição, recebe um presente exclusivo como agradecimento! Não perca mais tempo, acesse agora a página de Contribuição, escolha o plano que mais se adequa ao seu estilo e torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carissa): Filme: Estranho Caminho• (Camila): Filme: Um homem diferente• (Camila): Filme: Hard Truths• (Camila): Filme: Conclave• (Fabi): Filme: Reality+• (Fabi): Filme: Queer• (Rafa): Documentário: Gato SelvagemEdição: ISSOaí
Em ritmo de Kadett tunado, o episódio mergulha fundo na obra de Caetano Veloso. Maurílio exalta Caetano como o Flea brasileiro, enquanto Julinho e Renan decidem que o verdadeiro feito do cantor foi estacionar no Leblon. Em uma verdadeira “rasgação de seda” aos seus talentos pouco reconhecidos como piloto e manobrista, os três comparam Caetano a Serginho Mallandro, tecem teorias sobre rachas secretos com Adriana Calcanhotto e Cazuza, e questionam os nomes místicos de seus discos, como Transa e Livro. Misturando fatos e teorias, o trio reimagina Caetano como um verdadeiro homem furioso, fazendo uma homenagem que vai de rasante na trajetória do ícone da MPB.
Sabe aquele meme da mente expandindo e alcançando o êxtase máximo? Esse é o Meshuggah pra muita gente. As músicas tem tantas camadas de tempo, que tenho certeza que o Christopher Nolan usou a banda como inspiração pra fazer Inception e Interstellar. É uma banda que controla o tempo tão bem quanto o Delorean do Doctor Brown do De Volta pro Futuro. O Meshuggah começou em 1987 em uma cidadezinha do interior da Suécia chamada Umeå. E desde então, é uma das bandas mais inovadoras e influentes do Metal dos últimos 30 anos. Misturando a agressividade do Thrash Metal com Jazz, a banda criou praticamente um gênero que tem como sua qualidade a modernidade. É uma banda que a gente demora pra entender e, entendendo ou não de música, dá pra expandir a mente e desafiar nossos gostos pra ver que a música ainda pode ir pra caminhos ainda não explorados. Em mais um Raio-X, Bruno Leo Ribeiro explica os motivos do Meshuggah ser uma das bandas mais criativas e influentes da história do Metal. Ouça, compartilhe e divirta-se. ------- Se inscreva na nossa Newsletter semanal: https://silenciopodcast.substack.com/ ------- Acompanhem o Silêncio no Estúdio por aí: Nosso Site: http://silencionoestudio.com.br No Instagram: https://www.instagram.com/silenciopodcast No Twitter: https://twitter.com/silenciopodcast
A série Kaos da Netflix traz uma releitura moderna dos mitos gregos que já conhecemos. Misturando drama e comédia, a trama traz uma narrativa inédita, mas muito bem construída e bastante original.Neste episódio, Domenica conversa com Leonardo, do podcast Mitografias, sobre os mitos apresentados na série e sobre suas interpretações. Escute agora mesmo e realize a sua profecia!Apresentação: Domenica Mendes e Leonardo TremeschinPauta: Domenica MendesProdução: Domenica MendesAssistente: Senhor BassoEdição: Ace Barros
Da Lama ao Caos, lançado em abril de 1994, é o álbum de estreia de Chico Science & Nação Zumbi, e se tornou um marco do movimento Manguebeat. Misturando ritmos tradicionais pernambucanos, com elementos de rock, hip-hop, funk e música eletrônica, o álbum traz uma sonoridade inovadora e letras que abordam questões sociais, culturais e urbanas de Recife e do Brasil. Obra fundamental do rock e da música brasileira em geral dos anos 90, Da Lama Ao Caos é o assunto do nosso papo de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Douglas Quadros, Jujubinha e Eduardo Filhote se pegam misturando mecanicas de RPG. Em um mundo com tantos sistemas e mecânicas legais, eles se juntam para refletir sobre como implementar sua mecânica preferida no seu sistema preferido. A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate. Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar. Links: - Conheça nosso Patronato- Seja um Padrim do Movimento RPG- Assine o Picpay e ajude o site E-mail: contato@movimentorpg.com.br - Tem dúvidas sobre alguma coisa relacionado a RPG? Mande suas dúvidas para nosso e-mail. Host: Douglas Quadros. Participantes: Douglas Quadros | Jujubinha | Eduardo FilhoteArte da Capa: Raul Galli. Misturando Mecânicas de RPG
Douglas Quadros, Jujubinha e Eduardo Filhote se pegam misturando mecanicas de RPG. Em um mundo com tantos sistemas e mecânicas legais, eles se juntam para refletir sobre como implementar sua mecânica preferida no seu sistema preferido. A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate. Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar. Links: - Conheça nosso Patronato - Seja um Padrim do Movimento RPG - Assine o Picpay e ajude o site E-mail: contato@movimentorpg.com.br - Tem dúvidas sobre alguma coisa relacionado a RPG? Mande suas dúvidas para nosso e-mail. Misturando Mecânicas de RPG Host: Douglas Quadros. Participantes: Douglas Quadros | Jujubinha | Eduardo Filhote Arte da Capa: Raul Galli.
A Ctrl Alt Jam é uma game jam longa com intuito de formar equipes e ter um contato mais próximo com a comunidade. Os organizadores Dhara Luna e Padu Aragon são os convidados de hoje. - Se inscreva na Ctrl Alt Jam #3: https://itch.io/jam/ctrl-alt-jam-3 - Conheça mais da comunidade Ctrl Alt: https://linktr.ee/ctrl.alt Esse é o Controles Voadores, seu podcast semanal para falar sobre jogos independentes e conhecer os desenvolvedores brasileiros. Acompanhe as novidades sobre o Controles Music by Alexi Action from Pixabay Music by DayFox from Pixabay Music by QubeSounds from Pixabay Music by Gioele Fazzeri from Pixabay Music by Ashot Danielyan from Pixabay
Olá, eu sou Leo Lopes e este é o POD NOTÍCIAS, a sua dose semanal de informação sobre o mercado de podcasts no Brasil e no mundo! Hoje é segunda-feira de carnaval, dia 12 de fevereiro de 2024 e esta é a nossa segunda edição! 1 - E em primeira mão, um estudo recente da Acast revelou que os profissionais de marketing para marcas Diretas Ao Consumidor, as DTCs, consideram os podcasts um canal extremamente confiável pra publicidade. 98% dos entrevistados afirmaram que os podcasts são eficazes pra atingir o seu público-alvo, sendo que nos Estados Unidos e no Reino Unido, onde podcasts são canais de mídia já bem consolidados, 90% dos compradores disseram estar satisfeitos com os produtos e serviços que adquiriram depois de ouvir a recomendação em um podcast. Outros dados do estudo mostram que a conexão gerada pelos hosts com o seu público é um fator crucial pro sucesso da publicidade. Isso acontece porque a recomendação de uma pessoa real, em quem o ouvinte confia, tem o mesmo efeito da recomendação boca a boca, que historicamente é o método mais eficaz pra um consumidor ser convencido a comprar alguma coisa. E quando 50% dos ouvintes de podcasts dizem que não compram nenhum produto novo sem buscar uma recomendação confiável, o boca a boca não pode ser subestimado. Além disso, no geral, os ouvintes de podcasts são 7% mais propensos do que a média dos compradores a adquirir um novo produto, se ele tiver sido anunciado em um podcast. Aqui vale lembrar que a publicidade em podcasts é mais relevante do que a no rádio ou streamings de música, segundo mais de 40% dos entrevistados. Deve ser porque o anúncio falado em um podcast não quebra a imersão do ouvinte, diferente daquelas propagandas chatas que passam entre as músicas. Mas e você? Já comprou algum produto que foi anunciado em um podcast? Comenta nas nossas redes sociais e no nosso grupo do Telegram, que a gente quer saber. Fonte 2 - Segundo um novo relatório do Pew Research Center, os apresentadores dos podcasts de notícias mais populares do mundo quase nunca trabalham sozinhos - eles geralmente contam com co-hosts ou convidados. Apenas 15% dos podcasts mais bem classificados – que o Pew definiu como aqueles que aparecem entre os 200 primeiros nas plataformas de streaming – focam em notícias. Mas, desses podcasts focados em notícias, a maioria esmagadora de 89% apresenta convidados. Aproximadamente um terço dos podcasts de notícias mais populares tem convidados em mais da metade dos episódios. O único gênero com mais probabilidade de ter convidados em todos os episódios, foi o de podcasts sobre política. Os podcasts de true crime, seguindo na linha contrária, são os menos propensos a trazer convidados externos. O que faz sentido, já que são temas sensíveis que envolvem pessoas reais. Dá pra entender por quê os apresentadores não recebem delegados, médicos da perícia ou, sei lá, criminosos reais pra conversar. Fonte AINDA EM NOTÍCIAS DA SEMANA: 3 - Em 2023, a equipe editorial do Spotify fez um levantamento sobre as 5 principais tendências para podcasts no Brasil, e elas eram: 1. Videocasts, é claro; 2. Abordagem intimista, ou seja, a conexão entre o locutor e o ouvinte; 3. Interatividade, com o uso de “caixa de perguntas”, “enquetes” e outras ferramentas de engajamento com o público; 4. Áudios documentais, como os A Mulher Da Casa Abandonada, o Projeto Humanos, entre outros; 5. e Histórias autênticas - aquelas vividas por pessoas reais. No final de 2023 eles reavaliaram as tendências que vão vir com tudo em 2024, e pra surpresa de alguns, elas continuaram as mesmas. Porém, esse ano a lista tem mais um item: maior uso de inteligências artificiais na produção dos programas. Quem é que poderia imaginar, né? Fonte 4 - E por falar em Spotify, a gente não podia deixar de comentar aqui sobre a renovação do contrato da plataforma com Joe Rogan, avaliado em 250 milhões de dólares. O mesmo Joe Rogan que não perde a oportunidade de usar o espaço dele não só pra falar bobagem, mas também pra espalhar um monte de desinformação perigosa pro seu público. Ele já falou que não acredita em vacinas, que pessoas brancas e pretas têm “cérebros diferentes”, que o movimento Black Lives Matter criava falsos cenários de embate com a polícia, já foi abertamente transfóbico… Enfim, e isso fora as teorias da conspiração que ele e os seus convidados disseminam sem provas de nada. Nesse contexto todo, mesmo que o Rogan tenha uma base de fãs dedicada e engajada, o Spotify tá sendo duramente criticado (e com razão) pela sua falta de responsabilidade editorial. É claro que o valor desse contrato é um marco pro podcasting em geral, mas a gente tem que pensar que são 250 milhões de dólares na mão de um maluco que promove um monte de conteúdo prejudicial, que pode ter consequências reais na sociedade. E isso não sou eu falando não, embora eu concorde! São várias entidades que trabalham com saúde pública nos Estados Unidos. Tá mais do que na hora do Spotify, como uma das principais plataformas de streaming de áudio do mundo, assumir uma postura mais séria pra promover conteúdo responsável. E também proteger seus usuários contra informações enganosas. Fonte 5 - Também foi divulgado na última semana o relatório de desempenho do Spotify no quarto trimestre de 2023. Os usuários ativos mensais cresceram 23% em relação a 2022, sendo 602 milhões no total, enquanto os assinantes cresceram 15%, ou seja, 236 milhões. A receita atingiu 3,7 bilhões de euros, um aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. Pro primeiro trimestre de 2024, o objetivo da empresa é alcançar 239 milhões de assinantes Premium e 618 milhões de usuários ativos mensais. Então, como a gente pode ver, não tá faltando cesta básica pro Spotify, que além de tudo isso, incorporou mais de 200 mil títulos de audiolivros à oferta premium nos Estados Unidos. Reinvestir esses lucros em Joe Rogan é, no mínimo, sacanagem. Fonte E MAIS: 6 - Você já se perguntou por que as marcas fazem podcasts com influenciadores? Um artigo publicado pelo expert em marketing Amir Ashraf pode ter as respostas pra esse comportamento. Segundo Amir, é o toque pessoal dos criadores de conteúdo que torna os podcasts tão envolventes pro público. As marcas são atraídas pelos influencers digitais porque, como a gente falou lá no início do programa, a recomendação de produtos parece mais genuína e confiável pros seus seguidores. Além disso, os influencers tendem a ter uma compreensão profunda de seu público-alvo, boa habilidade pra contar histórias, e são pioneiros nas tendências. A parceria com influenciadores em podcasts também ajuda o público a superar a fadiga de anúncios, já que as recomendações podem ser integradas à conversa de forma orgânica e natural, diferente dos anúncios tradicionais. Em resumo, a colaboração entre grandes marcas e influenciadores é uma estratégia eficaz de marketing digital. Fonte 7 - E o canal ESPN dos Estados Unidos “copiou o SBT” e também começou a exibir podcasts na sua programação, em dias úteis. A iniciativa começou dia 29 de janeiro, quando foram integrados à TV os programas “First Draft”, “The Hoop Collective”, “The Lowe Post”, “The Mina Kimes Show” e “The Elle Duncan Show”. A produtora ESPN Audio é líder no gênero esportivo, mais de 35 podcasts originais, que oferecem conteúdo focado em paixões esportivas, notícias do mundo dos esportes e personalidades importantes da área. Mike Foss, vice-presidente sênior de produção da ESPN, declarou que a iniciativa cria oportunidade de crescimento e expansão de audiência para os podcasts, além de contribuir com conteúdo para a programação da ESPN2. Ele tá certo, mas não pode tirar da gente que o SBT fez primeiro. E na TV aberta, diferente da ESPN que é um canal de assinatura! Fonte HOJE NO GIRO SOBRE PESSOAS QUE FAZEM A MÍDIA: 8 - Você fala, e nós ouvimos! Na semana passada, a gente abriu uma Caixa de Perguntas no nosso Instagram, @pod.noticias, com a pergunta "Quem foram as pessoas mais influentes da podosfera brasileira em 2023?", e os nossos ouvintes não decepcionaram. Nós tivemos várias respostas, gerou um diálogo bem legal, muita gente replicou, e hoje a gente vai citar nominalmente todos que foram mencionados: Azaghal e Jovem Nerd Mau Faccio Andreizilla Ira Croft Natuza Nery Déia Freitas Domenica Mendes Chico Felitti Cristiano Botafogo Carlinhos Vilaronga Ivan Mizanzuk Silvana Sil Lucas Inutilismo Eu, Leo Lopes Mano Brown Marcelo Guaxinim Caue Moura Load Lembrando que a enquete só ficou no ar por 24h e mesmo assim a gente teve todas essas menções - imagina se fosse uma pesquisa de mercado planejada?Parabéns a todos os nomes mencionados por terem deixado sua marca na podosfera brasileira em 2023, eu pessoalmente agradeço por ainda me considerarem relevante, e que em 2024 a gente tenha espaço pra ainda mais pessoas fazendo a diferença pela nossa mídia. Instagram Pod Notícias 9 - E como deu certo, a gente continua. Inspirados por uma série de relatos do Gabriel Tuller e outros amigos nossos no Twitter sobre os perrengues que os editores de áudio passam, essa semana a gente tem mais uma Caixa de perguntas do Instagram: "Quais os maiores desafios que você enfrenta como produtor de podcast?". Vale tudo! Pode falar de problema com microfone, gravação estourada, parente entrando no escritório no meio do trabalho, namorada que toma água durante a gravação, barulho dos vizinhos, falta de engajamento do público... O que for, vale tudo. Se é um desafio pra você, se tá te atrapalhando como alguém que produz podcast, conta pra gente. Que assim a gente troca figurinhas, às vezes um outro ouvinte sabe como resolver o seu problema (e vice-versa) e todo mundo se ajuda. O nosso Instagram é o @pod.noticias , acessa lá e participa de mais essa caixinha com a gente. Instagram Pod Notícias 10 - Na semana passada, a Déia Freitas e os fãs do podcast Não Inviabilize comemoraram o quarto aniversário do podcast! É isso mesmo, já são 4 anos de Não Inviabilize. A longevidade do programa não é surpresa nenhuma pra mim, considerando o carisma da Déia e a qualidade da produção de conteúdo. Sem contar que o podcast é diário, o que não é uma rotina nada fácil, e mesmo assim sempre foi feito com muito esmero. Em comemoração ao aniversário, a Déia disponibilizou sete episódios gratuitos nas plataformas de streaming, incluindo um PROIBIDÃO, que é uma categoria só pros assinantes do Não Inviabilize. Ela também prometeu que o show do absurdo vai continuar, porque tem história pra pelo menos mais quatro anos de programa. Fonte SOBRE LANÇAMENTOS: 11 - Depois que a gente falou no ano passado sobre como as crianças também ouvem e se engajam com o podcast, hoje nós temos um lançamento feito pra elas! É o podcast Kike e o Mundo da Bola, publicado pelo SIM STATION Podcasts e que conta com a edição da Drika Sanchez, nossa amiga Cafeína, que manda muito bem por sinal. O programa traz histórias infantis, pra fazer dormir - ou não -, em que o futebol é o protagonista. Então se você tem uma criança em casa fascinada pelo esporte nacional, não deixa de conferir com ele ou ela, 'Kike e o Mundo da Bola' no feed do SIM Station. Os episódios são bem curtinhos que é pra não cansar os pequenos, e essa é mais uma coisa que nós adultos podemos dividir com as crianças e transformar em boas memórias no futuro. Fonte 12 - Na última terça-feira, estreou em todas as plataformas de streaming o podcast Eletrobanjo, da Lana Távora. O programa é sobre músicas, músicos, curiosidades e histórias dos artistas da nova geração (com foco especial naqueles populares entre os millennials e a geração Z). Cada episódio se concentra em um músico diferente, e o episódio de estreia falou sobre a vida e carreira da cantora Olivia Rodrigo. O Eletrobanjo faz parte da Rádiofobia Podcast Network e vai ser lançado semanalmente, às terças-feiras. Fonte RECOMENDAÇÃO NACIONAL: 13 - E a nossa recomendação nacional da semana vai pro Medo e Delírio em Brasília, um podcast alucinado sobre política que mergulha nas entranhas do que restou do Brasil. O programa é produzido por Cristiano Botafogo e Pedro Daltro, e é publicado duas vezes por semana. Misturando notícias políticas com seriedade e bom humor, o Medo e Delírio em Brasília oferece uma perspectiva extremamente necessária sobre os eventos que estão moldando a nossa sociedade - e tudo em tempo real. Num cenário político cada vez mais surreal, o Cristiano e o Pedro trabalham muito pra trazer luz e reflexão sobre essa bad trip escrota em que a gente se meteu. Se você ainda não conhece o Medo e Delírio em Brasília, tá na hora de assinar no seu agregador preferido, que é pra não perder nada. E se quiser conhecer ainda mais sobre o Cristiano e o Pedro, além dos bastidores da produção do podcast, hoje também vai ao ar o episódio 372 do Rádiofobia, em que a gente recebeu, ninguém mais, ninguém menos, do que os próprios pra conversar! O programa vai ao ar (ou foi ao ar, dependendo do horário que você está ouvindo) às 10h da manhã, e foi um papo muito bacana com eles. Não deixa de conferir. Medo e Delírio em Brasília E assim a gente fecha esta edição do Pod Notícias. Acesse podnoticias.com.br para ter acesso à transcrição e os links das fontes de todas as notícias deste episódio! Acompanhe o Pod Notícias diariamente:- Page do Linkedin- Instagram- Canal público do Telegram Ouça o Pod Notícias nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Deezer- Amazon Music- PocketCasts O Pod Notícias é uma produção original da Rádiofobia Podcast e Multimídia e publicado pela Rádiofobia Podcast Network, e conta com as colaborações de:- Camila Nogueira - arte- Eduardo Sierra - edição- Lana Távora - pesquisa, pauta e redação final- Leo Lopes - direção geral e apresentação- Thiago Miro - pesquisa Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço no Pod Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bolo de Banana Com Uva-passa Ingredientes 3 unidades de banana 3 ovos inteiros 2 xícaras de farinha de aveia 1/2 xícara de uva-passa 1/2 xícara de óleo de girassol ou outro óleo de sua preferência 1 colher (sopa) de fermento em pó Preparo 1. Misture todos os ingredientes no liquidificador. Se quiser moer junto a passa, liquidifique. Se não, as coloque após bater a massa no liquidificador. Eu aconslho colocar o fermento após a liquidificação tb. Misturando de baixo para cima, con delicadeza. 2. Leve ao forno preaquecido a 180°C por 20 a 40 minutos. #culináriafaladacomnaluzica #receitadefamília #receitasculinariasparaouvir #bolodebananacomuvapassa @Naluzica @naluzinhaniki.56 @cozinha.compartilhada --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/culinariafaladanaluzica/message
Misturando sua jovialidade e uma voz comparada à de Caetano Veloso com ritmos old school, Gabriel da Rosa conquista saudosistas da velha guarda da bossa e do samba e das novas gerações. Gabriel da Rosa nasceu em Cruz Alta, Rio Grande do Sul, imerso na música graças a um pai DJ – mesma carreira que o músico gaúcho vai seguir ao se mudar para Los Angeles. Uma verdadeira reviravolta ocorre na vida de Gabriel quando ele conhece o DJ Peanut Butter Wolf, grande fã de música brasileira.O encontro levou o músico brasileiro a despontar e apostar em sua própria bossa e samba, de inspiração tradicional, mas com um toque contemporâneo. Seu primeiro álbum, “É o que a casa oferece”, lançado em 2023, nos leva à época de ouro da bossa nova, quando o ritmo se misturou ao jazz e foi exportado para todo o mundo.Em seu novo single, “Cafuné”, Gabriel se juntou ao compositor e arranjador de cordas Laurence Hill. A faixa foi escrita para a trilha sonora do filme “All Happy Families”, da diretora americana Haroula Rose, e não passou despercebida pela Programação Musical da RFI. Para ouvir o podcast completo, aumente o som!O Balada Musical pode ser ouvido no Spotify e no Deezer. Confira também as playlists mensais da Programação Musical RFI no YouTube, Deezer e Spotify!
Primeiramente ,o trecho que eu falo que Agildo RIbeiro foi casado com Consuelo Leandro foi apagado pela Peluça,a gata que mora aqui em casa (já perdoei) .Segundamente obrigado por tudo que estão fazendo por mim. Terceiramente , brasil é o caralho.E falando sério agora ,tenta achar um podcast igual esse. Não conseguiu né...sabia. Fora isso,isso é tudo.Link do Agildo cantando fado. https://www.youtube.com/watch?v=SolomlM8eJ4&pp=ygUYYWdpbGRvIHJpYmVpcm8gcG9ydHVndWVzSonorização,vinhetas,edição,capa,textos e voz :CARLOS SANTO FORTE.Grupo GRATUITO do Telegram- t.me/caviarumaovacaviarumaovaChave PIX - sunflowerpodcasts@gmail.comNossa conta na WISE https://wise.com/pay/me/carloshenriquef36ou direto na conta do gatãopelo IBAN PT50581000019000001273914
Em um vilarejo remoto no interior da Argentina, dois irmãos encontram um homem infectado pelo diabo que está prestes a amaldiçoar toda a população local. Eles tentam se livrar do homem, mas a infecção os persegue. O Cabana RdM dessa semana discute o aclamado filme argentino Cuando acecha la maldad, ainda sem título em português, que vem chamando a atenção dos amantes do horror desde sua estreia mundial, em Outubro de 2023. Misturando uma premissa de filmes de horror B dos anos 1960 com o cenário profundamente católico do interior da Argentina, o filme conquistou parte expressiva do público com sua temática pesada e desenvolvimento ainda mais brutal. Mas será que ele se sustenta como um dos melhores filmes de horror de 2023? O Cabana RdM começa agora. O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca. ARTE DA VITRINE: Estúdio Grim ESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digital Portfólio: https://estudiogrim.com.br/ Instagram @estudiogrim contato@estudiogrim.com.br PODCAST EDITADO POR Felipe Lourenço SEJA UM(A) APOIADOR(A) Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas! Acesse: https://apoia.se/rdm ou https://picpay.me/republicadomedoConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/ CITADOS NO PROGRAMA Cuando Acecha la Maldad (2023) Outras citações: Crítica | When Evil Lurks A Estirpe dos Malditos (1964) Colheita Maldita (1984) Tem algo para nos contar? Envie um e-mail! contato@republicadomedo.com.br Twitter: @RdMCast Instagram: Republica do Medo
O Vale o Play desta semana fala sobre mais uma grande surpresa brasileira nos streamings. DNA do Crime é a nova série nacional da Netflix que chegou sem fazer muito barulho, mas rapidamente se tornou uma das produções mais interessantes da plataforma. O primeiro seriado de ação policial da plataforma traz uma história real sobre como a Polícia Federal conseguiu desvendar um mega assalto de fronteira realizado entre Brasil e Paraguai. Misturando elementos verídicos com uma boa dose de ficção, a trama é mais um exemplo de como 2023 foi um excelente ano para o aduciovisual brasileiro — e Durval Ramos e Diandra Guedes discutem um pouco sobre o porquê de DNA do Crime se sair tão bem. O Vale o Play é o nosso podcast focado em séries, filmes, games e cultura pop, com publicação todo domingo, às 7h da manhã no nosso site e nos agregadores de podcast. Citados no quadro Vale Ficar de Olho Cinema Wonka - 07 de dezembro O Sequestro do Voo 375 - 07 de dezembro Games Avatar: Frontiers of Pandora (PlayStation 5, Xbox Series X/S, PCem 7 de dezembro) Entre nas redes sociais do Canaltech buscando por @Canaltech em todas elas. Entre em contato pelo nosso e-mail: podcast@canaltech.com.br. Este episódio tem roteiro e apresentação de Durval Ramos. A edição é de Natália Improta. Revisão de áudio é de Gabriel Rimi com a trilha sonora de Guilherme Zomer. Capa por Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A continuação do clássico Alan Wake finalmente está entre nós. Misturando loucura, terror, humor e tudo o que há de bom, a jornada do escritor chegou surpreendendo, recebendo indicações importantes em premiações e sendo considerado um dos melhores jogos do ano. Será que é mesmo? Neste episódio, Cardoso, Marcellus Vinícius e Marcia Effect recebem André Campos para um papo sobre o novo game da Remedy. Siga a gente: Dan Schettini: https://twitter.com/joga_dan Marcia Effect: https://twitter.com/trostes Cardoso: https://twitter.com/cardoso122 Marcellus Vinícius: https://twitter.com/Marcellus_V Siga o UP:Catarse | Twitter | Twitch | Instagram | Discord Contato comercial: contato@somosup.com --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/segueoup/message
Muziwakhe McVictor Mazibuko, também conhecido como o “Zulu Skywalker”, é um dos artistas mais proeminentes da atual cena musical sul-africana. O afrofuturista de 32 anos faz parte da geração pós-apartheid que está revolucionando a cultura do país, e criou seu próprio estilo, a “Zulu House”. Misturando sonoridades como o “bubblegum”, o maskandi, o kwaito, além da isicathamiya, Muzi vem traçando uma carreira brilhante e fazendo parcerias de peso. Artistas como Stormzy, Kaytranada, Damon Albarn e Chris Martin colaboram com o músico sul-africano que encanta e soma fãs por onde passa.O “Zulu Skywalker” lançou em outubro seu quinto álbum, “uMuzi”, que já acumula dezenas de milhares de escutas nas plataformas musicais. Entre as faixas do novo disco está “Light”, composta pelo artista em homenagem à sua mãe e que conquistou também a Programação Musical da RFI.Siga o Balada Musical no Spotify ou no Deezer. Confira também as playlists mensais da Programação Musical RFI no YouTube, Deezer e Spotify!
Nesse episódio destrinchamos um filme do Tarantino super clássico! Inspirado por diversas referências da sua própria infância e adolescência, o diretor misturou diversos estilos que resultaram em filmes únicos! Vem saber as fofocas de gravação e como foi o acidente de Uma Thurman, nossa noiva protagonista. A magia da edição:A Magia Da Edição - Documentário Legendado - The Cutting Edge: The Magic of Editing Curta do Selton Mello: Tarantino's Mind, curta-metragem com Seu Jorge e Selton Mello. Livro: Quentin Tarantino - Paul A. Woods Filme: Oldboy (2003) de Park Chan-wook Envie seu pedido pra classicoskino@gmail.com! Nosso próximo filme será Encontros e Desencontros! – --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/kinocarolmoreira/message
Ravva e a Biblioteca Fantasma é o segundo jogo da corujinha invocadora da Galope Studios. Misturando fofura e Dark Souls numa pixel-arte 8bit, o jogo traz mais combates envolvendo as quatro invocações principais e algumas fusões entre elas. O Controles de hoje fala com a artista Gabrianne Domingos sobre o universo de Ravva, direção de arte e como fazer um jogo em dupla. Esse é o Controles Voadores, seu podcast semanal para falar sobre jogos independentes e conhecer os desenvolvedores brasileiros. Acompanhe as novidades sobre o Controles Trilhas do Pixabay e do próprio jogo Ravva e a Biblioteca Fantasma
A banda The Strangers é o ponto de encontro de três grandes talentos musicais. Liderado pelo tecladista parisiense Hervé Salters, o grupo deu início neste ano a uma promissora trajetória, com expectativa de revolucionar o G-Funk. Depois de quase 20 anos à frente da mítica General Elektriks, Salters se juntou a dois ícones do hip-hop, o americano Lateef the Truthspeaker, ex-Blackalicious, e o francês Leeroy, do antigo coletivo Saian Supa Crew. O resultado é um groove futurista e original que rendeu o single Movin', em destaque na playlist da programação musical da RFI.Misturando inglês e francês, essa é a primeira faixa de um álbum aguardado pela crítica e com a expectativa de iniciar um novo capítulo do G-Funk. O trabalho chega com uma lúdica narrativa de fundação da banda em uma Califórnia distópica e cyberpunk, em 2222, de onde o trio envia suas boas vibrações e produções musicais. Aumente o som!Ouça o Balada Musical clicando no player acima ou acesse-o no Spotify ou no Deezer.
E nesse episódio começamos com o quadro "third party de sucesso" e nada melhor que abrir essa "saga" com o Assassin's Creed. Desenvolvida pela empresa Ubisoft com a premissa através do livre arbítrio, e os Templários, que têm o objetivo de dominar o mundo e impor a ordem na humanidade. Ambos tiveram uma relação indireta com uma espécie que viveu antes dos humanos, cuja sociedade foi destruída por uma gigantesca tempestade solar. Misturando personagens e ficção histórica com eventos e figuras reais. Está curioso onde o rumo da nossa conversa vai? Então aperte start e vem com a gente! Caso não queira escutar as notícias da semana pule para: 28m:00s Notícias da semana: https://www.adrenaline.com.br/nvidia/inteligencia-artificial-da-nvidia-faz-npcs-conversarem-com-jogador/ https://blog.br.playstation.com/2023/05/31/jogos-mensais-playstation-plus-para-junho-nba-2k23-jurassic-world-evolution-2-e-trek-to-yomi/ https://blog.br.playstation.com/2023/05/29/a-promocao-days-of-play-2023-comeca-em-2-de-junho/ Serviço de Assinatura de Jogos Ubisoft+ | Mais de 100 Jogos para PC Ratchet & Clank: Rift Apart Could Only Happen Through PS5 SSD (segmentnext.com) Ratchet & Clank: Rift Apart Has Sold 1.1 Million Copies (thegamer.com) Redes Sociais:
Nesta edição do Clássicos CBN, o destaque do quadro é uma trilha sonora que está dando o que falar: direto do filme Super Mário Bros. Misturando vários estilos, incluindo clássico e rap, o Maestro Helder Trefzger explica que a trilha está "bombando" nas plataformas de streaming. Vamos comentar um pouco sobre algumas faixas para tentar descobrir o segredo desse sucesso. Ouça a conversa completa!
Publicado no app da Shonen Jump+, o mangá de Yasuki Tanaka já vinha chamando atenção no Japão, até que ganhou uma adaptação incrível pelo estúdio OLM. Misturando loop temporal, clones das sombras, armas de fogo e meninas de maiô, Summer Time Rendering é um anime de mistério, ficção científica e ação violenta, pra ninguém botar defeito. E não é à toa que ele foi o mais bem pontuado no rank do Otakissa. Daqueles animês cheios de revelações e plot twists, se você assistiu você com certeza não vai querer perder a chance de ouvir esse bate-papo, e se você ainda não viu, vem entender que você está perdendo um dos animês mais incríveis do momento. Então sente-se, que já estamos trazendo o seu pedido. Hosts: Yamryuu (Facebook, IG e Twitter: @Yamryuu) Daisuke (IG, Twitter e Tiktok: @Daisuke_H0j0 e Twitch.tv/daisukehojo) Convidados: Saiyajin (IG, Twitter e Twitch: @Yukio_Saiyajin)
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 67º podcast VOZ OFF! Neste episódio Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio! Nascido na região central de São Paulo - Capital, no Bairro de Santa Cecília, foi através de uma fatalidade da vida - a morte prematura de seu pai - que conseguiu seu primeiro emprego na rede que trabalha até hoje, cujos donos eram seus vizinhos. No começo foi ser rádio-escuta e fez de tudo um pouco nas emissoras da rede, passando pela programação, redação e esportes. Fez um trabalho brilhante como repórter até conseguir apresentar seu próprio programa, um dos mais longevos no rádio brasileiro, e sempre fazendo muito sucesso. Misturando seu corintianismo descontrolado e com muito bom humor, conseguiu ser uma unanimidade com todas as torcidas, porque seu programa na Rádio Bandeirantes é o retrato da sua própria irreverência. Quem vai nos contar essa história de sucesso no rádio é o apresentador da Hora do Ronco, o corintiano Pedro Luiz Ronco! A conversa aconteceu em fevereiro de 2023 e você vai saber que Seo João Saad, seu vizinho, então diretor da Rede Bandeirantes, após a morte de seu pai o aconselhou a estudar comunicações por conhecer seu espírito descontraído. Ele então entrou na faculdade e pediu emprego ao Seo João, para poder pagá-la. Assim começou uma grande carreira no rádio brasileiro! Com a gente, e pra vocês: PEDRO LUIZ RONCO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 67º podcast VOZ OFF! Neste episódio Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio! Nascido na região central de São Paulo - Capital, no Bairro de Santa Cecília, foi através de uma fatalidade da vida - a morte prematura de seu pai - que conseguiu seu primeiro emprego na rede que trabalha até hoje, cujos donos eram seus vizinhos. No começo foi ser rádio-escuta e fez de tudo um pouco nas emissoras da rede, passando pela programação, redação e esportes. Fez um trabalho brilhante como repórter até conseguir apresentar seu próprio programa, um dos mais longevos no rádio brasileiro, e sempre fazendo muito sucesso. Misturando seu corintianismo descontrolado e com muito bom humor, conseguiu ser uma unanimidade com todas as torcidas, porque seu programa na Rádio Bandeirantes é o retrato da sua própria irreverência. Quem vai nos contar essa história de sucesso no rádio é o apresentador da Hora do Ronco, o corintiano Pedro Luiz Ronco! A conversa aconteceu em fevereiro de 2023 e você vai saber que Seo João Saad, seu vizinho, então diretor da Rede Bandeirantes, após a morte de seu pai o aconselhou a estudar comunicações por conhecer seu espírito descontraído. Ele então entrou na faculdade e pediu emprego ao Seo João, para poder pagá-la. Assim começou uma grande carreira no rádio brasileiro! Com a gente, e pra vocês: PEDRO LUIZ RONCO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.
Olá, Canalhas e Vigaristas! Hoje é dia de misturar a fantasia spaghetti e absurda de Brancalônia com as regras maravilhosas de Blades in the Dark! Não se esqueça de seguir @IdeiasArcanas no Twitter e Instagram para mais conteúdo. Gostou do conteúdo e quer jogar RPG comigo? Apoie o canal em apoia.se/ideiasarcanas PIX: ideiasarcanas@gmail.com linktr.ee/ideiasarcanas Brancalonia foi lançado pela Editora RetroPunk. Acesse DE GRAÇA o Guia Rápido pelo link: https://www.dropbox.com/s/ryx7yhit2mqighc/BRANCALONIA_-_RPAB-B000_-_GUIARAPIDO%2BPERSONAGENSPRONTOS.pdf?dl=0
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ELA É DA FAMÍLIA! James Wan e a Blumhouse lançaram mais um filme de terror original e que conquistou o público: M3gan. Misturando um pouco de Chucky e um pouco de Exterminador do Futuro, a história mostra uma menina criando um laço com uma boneca-robô com uma inteligência artificial… perigosa. Será que vale a pena? James Wan, roteirista e produtor, acerta novamente? M3gan tem tudo para ser mais uma franquia de sucesso? Respondemos isso e muito mais. No Papinho, comentamos uma declaração de Scorsese sobre os agregadores de críticas como o Rotten Tomates e a nossa visão sobre esse tipo de site. Vem ouvir! ----- ----- SEJA UM FÃ-SÓCIO E SE JUNTE AO NOSSO FANCLUBE! Apoie o Cinemou no Catarse! RICARDO RENTE Youtube Twitter Instagram Letterboxd ALEXANDRE ALMEIDA Textos do Alexandre Twitter Instagram Letterboxd SIGA O CINEMOU! Twitter Instagram Youtube Twitch CINEMOU.COM
O Temático “O Natal que Vem” é baseado no conto de mesmo nome escrito por Danielly Alves e traz uma história sobre família, saudades e natal. A narrativa se passa em 2020 e retrata momentos fictícios de uma família quase real enfrentando a pandemia e aprendendo o que há de mais valioso no mundo. Misturando narrativa ficcional com fatos, este temático foi criado em formato de radionovela para te levar até a realidade vivida por muitas famílias brasileiras. Este podcast foi produzido por Danielly Alves e Pedro Guerrazzi. Com participação do professor Áureo Moraes e dos alunos Maria Fernanda Honório, Marcelo Pedrozo, Sofia Leal e Victor Lebarbenchon. Orientação pela professora Leslie Chaves e monitoria por Jéssica Schmitt. Técnica por Peter Lobo.
No Linhas Cruzadas desta semana, Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé vão conversar sobre como serão e o que farão as pessoas do futuro. Misturando informações com especulação, eles debatem como será o mundo com a atual tendência de distribuição das taxas de natalidade. Será que os mais religiosos e os mais conservadores vão se tornar a maioria? Eles continuam a discussão falando sobre como a ciência vai alterar a forma como teremos filhos e se em breve viver mais de 100 anos vai ser corriqueiro.
Saudações pessoas! No episódio de hoje recebemos a inigualável Jairmearrependi para uma conversa sobre redes sociais, trabalhadores e memes. Falamos sobre como o celular se tornou uma ferramenta de trabalho no mercado de trabalho precário do Brasil e como redes como Tik Tok e Kawai ganharam uma enorme tração durante a pandemia. Ali nesse ambiente, surge um monte de gente postando vídeo e dando na cabeça do pior governo do Brasil. Misturando denúncia, piada e memética da classe trabalhadora vai ali algo muito interessante. Também discutimos como rede social não é uma ágora, nem um fórum, mas um campo de batalha. Bora lutar!
Imagina um marketplace com tudo o que você precisa para viajar. Você não está louco! É isso mesmo! Hoje, você vai conhecer uma fundação que possui mais de dez anos de história. Ela conseguiu montar o próprio negócio com base no que acredita e com o que mais gosta, ou seja, juntou o útil ao agradável, e ainda ganha uma grana. Mas tudo isso não foi fácil! Você imagina os perrengues que existem para montar um marketplace? Neste episódio do “EmpreendaCast”, Gustavo Passi traz à mesa Mariana Malveira, apaixonada por viagens, empreendedorismo e tecnologia, ela rejuvenesceu o mercado brasileiro de mobilidade. Misturando seu conhecimento e experiência, montou a DeÔnibus, um marketplace que nasceu em 2011 para tornar a experiência do viajante rodoviário única. Siga o nosso Instagram: @empreendacast Participe do nosso grupo no Telegram: https://t.me/empreendacast Produção: Voz e Conteúdo – www.vozeconteudo.com.br - @vozeconteudo --- Send in a voice message: https://anchor.fm/empreendacast/message Support this podcast: https://anchor.fm/empreendacast/support
Misturando nostalgia e lançamentos, comentamos a briga dos diretores de Hollywood com os streamings, Castelo Rá-Tim-Bum, um novo jogo que está sendo feito para o Game Boy Advance, a nova versão de Resident Evil nos cinemas, US Mangá e os filmes que vêm aí em 2021 (será?). CITADO NO PROGRAMA Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City ganha primeiras imagens Diretor do novo Resident Evil defende escolha de atores de Leon e Jill Sérgio Mamberti, o Dr. Victor de Castelo Rá-Tim-Bum, morre aos 82 anos Patty Jenkins diz que filmes lançados pelos serviços de streaming parecem falsos Game Boy Advance ganhará um novo jogo após 13 anos sem lançamentos APRESENTAÇÃO Pedro Duarte -- Instagram / Twitter Pri Ganiko -- Instagram / Twitter EDIÇÃO Doug Bezerra -- Instagram
Misturando nostalgia e lançamentos, comentamos a briga dos diretores de Hollywood com os streamings, Castelo Rá-Tim-Bum, um novo jogo que está sendo feito para o Game Boy Advance, a nova versão de Resident Evil nos cinemas, US Mangá e os filmes que vêm aí em 2021 (será?). CITADO NO PROGRAMA Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City ganha primeiras imagens Diretor do novo Resident Evil defende escolha de atores de Leon e Jill Sérgio Mamberti, o Dr. Victor de Castelo Rá-Tim-Bum, morre aos 82 anos Patty Jenkins diz que filmes lançados pelos serviços de streaming parecem falsos Game Boy Advance ganhará um novo jogo após 13 anos sem lançamentos APRESENTAÇÃO Pedro Duarte -- Instagram / Twitter Pri Ganiko -- Instagram / Twitter EDIÇÃO Doug Bezerra -- Instagram
Se você pretende conhecer um lugar a fundo, não pode deixar de fora a sua culinária. Misturando tradição, história e cultura, a gastronomia local sempre revela ao viajante um mundo totalmente novo e, principalmente, saboroso. E foi pensando nisso que a Brasil Food Safaris resolveu criar um negócio que conecta o turismo e a culinária. Realizando viagens para lugares exclusivos com foco na gastronomia local, o projeto foi o grande vencedor da 1ª Edição do Prêmio Turismo Responsável, na categoria “Melhor Atração do Patrimônio Cultural”, promovido pela WTM Latin America. E para falar sobre a importância dessa conquista e como funciona o projeto, o Seu Podcast de Turismo, neste episódio, conversou com Polliana Thomé e Paulo Machado, criadores do Food Safaris. Escolhendo destinos com relevância cultural e fazendo dos ingredientes e das técnicas de cozinha o principal atrativo, a ideia de criar o Food Safaris surgiu após um encontro entre Pollianna Thomé, através da operadora de turismo Bravo Expeditions, com o Chef Paulo Machado, fundador do Instituto de Pesquisas em Patrimônio Alimentar Paulo Machado. "Somos apaixonados por viagens e comida, o que torna esse projeto uma realização muito especial, principalmente por termos a chance de contribuir com a valorização da gastronomia e dos lugares que visitamos", diz Pollianna, que é graduada em Turismo e chefe de cozinha. Como funciona o Food Safaris Realizando expedições por importantes lugares do Brasil, a programação das viagens são voltadas totalmente para a gastronomia e inclui aulas práticas com cozinheiros locais, visita a mercados para reconhecimento, compra de ingredientes, visita a atrativos turísticos, passeios pela natureza e pelo ambiente da população local e refeições em restaurantes de chefs renomados. "Nosso principal objetivo é fazer o Turismo Responsável e, ao mesmo tempo, dar visibilidade para as comunidades locais, de forma que o turista se conecte com esses locais por meio dos seus hábitos alimentares", detalha Paulo. A premiação Disputando o título com 53 países, como Chile, México, Venezuela e Peru, o Brasil Food Safaris levou o título Gold Winner na categoria “patrimônio cultural” e posicionou o país como referência ao turismo de preservação natural. Quer saber mais sobre a Brasil Food Safaris? Confira a entrevista completa através do Seu Podcast de Turismo, nas plataformas Spotify, Google Play e Apple. https://www.brasiltravelnews.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Seu-Podcast-de-Turismo-82.mp3
Ouça o episódio no player abaixo, ou baixe o episódio via Feed, iTunes ou Spotify: Olá amigos! Chegamos a mais um episódio, e desta vez recebendo um podcast inteiro como convidados. Sim, tivemos a alegria de compartilhar este episódio com os nossos amigos lá do PODCRASTINADORES pra falar sobre essa mistura do cinema, TV, livros […]