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C-Lab fête cette semaine ses 30 ans, alors pour l'occasion le Comité Central d'EAGO propose sa mixtake numéro 58, volume 3. Orchestré par El Comandante avec le soutien confraternel du Doc Erwan."A la radio l'écran est plus grand qu'au cinéma", comme disait Orson.Toujours dispo : Le Volume 1 / Le Volume 2PLAYLISTPrégénérique / Mike Patton - Car Radio (FM)Extrait / Point Limite Zéro (Vanishing Point - Richard Sarafian)Donna Summer - On The RadioLL Cool J / I Can't Live Without My RadioThe Velvet Underground / Rock and RollMonty Python / Radio ad record shopExtrait / Talk Radio (Oliver Stone)Lexicon / Turn your radio upThe Selecter / On My RadioMetermaids / Ghosts in the radioExtrait / Point Limite ZéroBikini Kill / New radioJoy Division / TransmissionDIlated Peoples / Satellite radioextrait / The Fisher King (Terry Gilliam)Regina Spektor / On the RadioLa Souris Déglinguée / Radio LSDLos Rancheros / En La RadioExtrait / Alain Chabat - Foune FMLes Pingouins / Le transistorLa Vida Boheme / Radio CapitalTalking Heads / Radio Head (feat. Tito Larriva, Esteban ‘Steve' Jordan & Los Vampiros)Extrait / Point Limite Zéro______PUBLIC SERVICE ANNOUNCEMENT: Le Film du Dimanche Soir, dimanche 08 février, on va vous continuer à vous raconter des histoires de fantômes chinois !______
O líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, regressou a casa esta sexta-feira à noite, depois de ter passado dois meses detido pelos militares na Guiné-Bissau. “Agora, a luta vai continuar”, assegura o porta-voz do PAIGC, Muniro Conté, que aponta o regresso a casa de Domingos Simões Pereira como o cumprimento da resolução da Cimeira de chefes de Estado e de Governo da CEDEAO de Dezembro. Na Guiné-Bissau, o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, que se encontrava detido há mais de dois meses na Segunda Esquadra de Bissau foi transferido para a sua residência na sexta-feira à noite. Ele foi acompanhado pelo ministro da Defesa do Senegal, general Birame Diop, enviado especial do Presidente senegalês, Bassirou Diomaye Faye. O Presidente eleito da Assembleia Nacional Popular estava detido desde 26 de Novembro, dia em que os militares tomaram o poder e inviabilizaram a divulgaçao dos resultados das eleições gerais. Também esta sexta-feira Fernando Dias da Costa, candidato presidencial apoiado pelo PAIGC e que reclamou vitória nas eleições de 23 de Novembro, saiu da embaixada da Nigéria em Bissau (onde estava refugiado para evitar ser preso) e pôde ir para casa. O mesmo aconteceu com Geraldo Martins, antigo primeiro-ministro e quadro do PAIGC. Recordo que Domingos Simões Pereira e o histórico partido PAIGC tinham sido afastados das eleições gerais por decisão judicial e apoiaram Fernando Dias da Costa. Muniro Conté, porta-voz do PAIGC, diz que se trata de uma libertação dos presos políticos conforme a recomendação da Cimeira de chefes de Estado e de Governo da CEDEAO de Dezembro e rejeita que se trate de uma prisão domiciliária. “É uma libertação dos prisioneiros políticos. Neste caso, faltava o presidente do PAIGC e da Assembleia Nacional Popular, o engenheiro Domingos Simões Pereira, que era suposto ser libertado desde o mês de Dezembro, após a realização da Cimeira dos Chefes de Estado da CEDEAO. A resolução que saiu desta cimeira teve um carácter de decisão, recomendou-se a libertação de todos os prisioneiros políticos. Então, faltava o caso do presidente do PAIGC e presidente da Assembleia Nacional Popular, o que foi efectivado ontem”, declarou Muniro Conté à RFI. O porta-voz do PAIGC faz questão de sublinhar que Domingos Simões Pereira não foi transferido para “prisão domiciliária”. Muniro Conté destaca que “os contornos dessa libertação oportunamente serão anunciados” e afirma que a única resolução “com carácter decisório” que foi cumprida foi a que saiu da Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CEDEAO de 14 de Dezembro. Muniro Conté avisa que, apesar dos dois meses presos, Domingos Simões Pereira “está bem” e que “agora a luta vai continuar”. “A luta vai continuar. Ele escolheu este caminho. Podia ter escolhido uma caminho como outros tantos escolheram a comodidade de ir contra os princípios e valores em detrimento de mordomias. Ele escolheu o sacrifício em prol do povo da Guiné-Bissau para que a nossa democracia seja uma democracia verdadeira e não uma democracia para fazer a política servir-se do povo em vez de servir o povo”, acrescentou. O porta-voz do PAIGC rejeitou, ainda, a alegada possibilidade de uma direcção transitória do partido, algo abordado ontem, em Bissau, por Aladje Sano, que se apresentou aos jornalistas, numa conferência de imprensa difundida pela comunicação social local, como “representante de um grupo de dirigentes e militantes” do PAIGC. “O Comité Central do PAIGC é composto por 535 membros e qualquer intervenção em nome do Comité Central tem que ser feita após uma deliberação deste órgão. Não existe nenhuma deliberação do Comité Central que diz que alguém não deve estar à frente do partido, que o partido deve ser entregue aos combatentes da liberdade da Pátria. Aliás, em caso de substituição, os estatutos do partido são claros (...) O Congresso do PAIGC está previsto estatutariamente para o mês de Novembro e se o presidente do partido não tiver disponibilidade, por uma questão de impedimento, ele pode delegar um dos quatro vice-presidentes até à realização do Congresso. Saindo desta situação de detenção ou de sequestro, numa linguagem mais clara, se ele entender que um dos vice-presidentes pode, por delegação, dirigir o partido até à realização do Congresso, ele pode fazê-lo. Agora, está fora de questão entregar o partido aos combatentes porque não existe nos nossos estatutos em nenhuma linha. Não há nada que vai impedir Domingos Simões Pereira de continuar na vida política”, declarou Muniro Conté. Recordo que esta sexta-feira, a agência Lusa adiantava que o presidente do PAIGC ia ser libertado no final do dia e ficaria em prisão domiciliária, citando o porta-voz de um grupo que pedia uma direcção transitória no partido. As declarações eram de Aladje Sano que se apresentou como “representante de um grupo de dirigentes e militantes” do PAIGC. De acordo com a agência de notícias, Aladje Sano disse que DSP “não pode dirigir o partido em prisão domiciliária” e que o grupo que representa ia pedir uma direcção de transição até ao congresso do PAIGC em Novembro, data em que termina o mandato da actual direcção. Sano, que disse ser também membro do Comité Central do partido, é um dos assessores de João Bernardo Vieira, actual ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de transição e conhecido adversário de Domingos Simões Pereira no PAIGC. Regresso a casa acompanhados pelo ministro da Defesa do Senegal O regresso a casa dos opositores políticos acontece depois de o Presidente do Senegal,Bassirou Diomaye Faye, ter enviado o ministro da Defesa a Bissau.O chefe de Estado senegalês faz parte de um grupo de chefes de Estado encarregados pela CEDEAO para acompanhar e encontrar soluções para a crise política pós-eleitoral na Guiné-Bissau. De acordo com a agência Lusa, o ministro da Defesa do Senegal saudou a “boa vontade do Presidente de transição, general Horta Inta-a” e apelou aos guineenses para “abrir uma nova página” do diálogo. O governante senegalês disse que os guineenses devem preparar-se para as eleições legislativas e presidenciais, marcadas pelos militares, para 6 de Dezembro. Dois meses de poder militar na Guiné-Bissau A 26 de Novembro de 2025, os militares tomaram o poder, depuseram o Presidente cessante, Umaro Sissoco Embaló, e o processo eleitoral foi interrompido sem a divulgação dos resultados oficiais. Vários opositores políticos do regime de Sissoco Embaló foram detidos, entre eles o principal líder da oposição, Domingos Simões Pereira. Nos dois meses no poder, os militares alteraram a Constituição, atribuindo mais poderes ao Presidente da República, e marcaram novas eleições gerais para 6 de Dezembro.
Buenos días. Mientras termina de tomar forma el nuevo gabinete y los equipos que asumirán en marzo junto al Presidente electo José Antonio Kast ya calientan motores, el actual oficialismo que pasará a ser oposición en unos 50 días más, no logra dar con una conformación ni discurso único. La derrota les ha pegado fuerte y las diferencias quedaron en evidencia tras el fallo del caso Gatica. Todo esto se verá reflejado hoy y el resto del fin de semana. En esta jornada se reunirán el Partido Socialista, el PPD más el Partido Liberal, la Democracia Cristiana, el Partido Radical y el FRVS. En la instancia analizarán el actual escenario y proyectarán qué tipo de oposición serán. A la cita no fueron invitados ni el Partido Comunista ni el Frente Amplio. Precisamente el FA el sábado tendrá su Comité Central, donde deberán enfrentar las heridas que les dejó el triunfo de la derecha. De este modo, cada vez se aleja más el llamado a la unidad del progresismo que en reiteradas ocasiones ha hecho el Presidente Boric.
Auditrices, Auditeurs, mes chers cinéphiles,J'ai, en ce soir du 06 janvier, une pensée avant tout pour ceux qui assurent la continuité de la Cinéphilie : producteurs, exploitants, distributeurs, techniciens, intermittents, tous ceux qui sont ce soir comme toujours en première ligne face aux difficultés. Protéger, filmer, sortir, distribuer, apporter secours et fraternité, ainsi va la vie des grandes nations qui tiennent chaque jour par le dévouement de leurs cinéphiles. J'ai une pensée en votre nom à tous, pour celles et ceux qui sont seuls au cinéma, malades de bons films, dans l'épreuve ou le dénuement. Je sais comme la situation est difficile pour beaucoup d'entre vous, placés devant des souffrances filmiques et les malheurs du cinéma états-unien, et je veux vous dire notre soutien et notre affection.Grâce à l'engagement de tous, grâce à vous, nous tenons. Oui, notre émission tient.Fort de ses institutions, des emplois de ses chroniqueurs dans les services publics, fort de ses armées de cinéphages qui sont les plus efficaces d'Europe, par l'engagement de ses soldats du celluloïd. Fort de notre économie, où jamais autant de membres de cette émission n'ont eu un emploi. Fort de nos jeunes chercheurs prometteurs, de notre excellence académique, de nos initiatives diplomatiques aussi, en allant tendre la main à d'autres émissions.Mais au-delà de tout cela, nul n'est aveugle sur les désordres du monde et nos propres failles. Le monde du cinéma est plus dur chaque jour. La guerre des majors et des conglomérats et l'instabilité des plateformes continuent d'être là, avec des conséquences sur nos abonnements, nos sites de piratage. Nous assistons au retour des empires médiatiques, des trusts, à la remise en cause de l'ordre international, un monde de guerres commerciales, de compétition technologique, souvent d'instabilité.Je vois aussi nos propres divisions, au sein même de cette émission, nos tops en témoignent. La baisse de notre cinéphagie, l'insécurité filmique, les difficultés de pouvoir de temps de visionnage.Je sais toutes les impatiences, parfois les colères, qui continuent d'exister dans le pays et je partage plusieurs d'entre elles. Ces urgences exigent des réponses. Dès les premières semaines de l'année qui s'ouvre, le Politburo et le Comité Central auront à bâtir des accords pour doter l'émission d'un budget. C'est indispensable. Renforcer encore notre économie en simplifiant les règles pour nos pirates, comme pour nos légalistes. Continuer à reprendre le contrôle de nos films françaises et européens face à la chronologie des médias illégalement explosée, poursuivre la formation de nos intervenants cinéma et donner les moyens à école et apprentis au cinéma afin de mieux transmettre les savoirs fondamentaux, reconnaître les compétences de nos critiques en ville comme en région, en simplifiant leur exercice et en leur permettant de davantage décider et d'organiser leur activité. Pour tout cela, et j'aurais pu égrener ici tous les chantiers qui nous attendent, je sais les forces vives d'En Attendant Godard à la tâche et déterminé à être utile à la cinéphilie et je veux ce soir les en remercier sincèrement. Cela supposera aussi la mobilisation de chacun et les efforts de tous.Cette année doit donc être et sera une année utile.Je veillerai tout particulièrement à ce que plusieurs grands chantiers puissent aboutir. Nous verrons les premiers pas du service national pour l'engagement de nos jeunes, qui renforcera le lien entre nos armées et la nation. Nous protégerons nos enfants et nos adolescents des films de Desplechin et des marvel.Je serai, jusqu'à la dernière seconde, au travail, tâchant chaque jour d'être à la hauteur du mandat que vous ne m'avez pas confié, et je ferai tout pour que rien ne change, en restant particulièrement à l'abri de toute ingérence étrangère.Au-delà des chantiers à mener, je veux avoir, pour notre émission, trois vœux.D'abord, un vœu d'unité. Quels que soient les défis, notre histoire nous enseigne que nous pouvons tout relever, tout affronter, si nous savons rester unis. N'oublions donc jamais que nos raisons de vivre ensemble sont chaque jour plus fortes que ce qui peut nous diviser, que les flots des urgences, des faits divers ou des mauvaises nouvelles. Notre unité exige de reconnaître que chaque cinéphile, chaque cinéphage a un rôle à jouer pour relever les défis qui sont devant nous, que chacun d'entre nous est nécessaire et doit être encouragé et reconnu. Oui, dans notre vie de chaque jour, au fond, je nous souhaite plus de bienveillance et plus d'humanité.Mon deuxième vœu est un vœu de force, d'indépendance. Notre indépendance exige que nous continuions d'investir dans nos apéros, dans nos forces d'ébriété, dans nos comptoirs de proximité et notre économie malgré les difficultés financières. Depuis 10 ans, j'ai beaucoup plaidé et nous avons beaucoup fait pour renforcer en Rennais cette indépendance et il nous faut accélérer. Il en va de notre prospérité en France comme en Europe.Mon dernier vœu est un vœu d'espérance, espérance pour nous-mêmes et pour nos enfants, pour Zach, pour Maria, pour Elie, pour Simone, pour Katell, pour Vassili, pour Adam, pour Suzie, pour Senna, pour Louise, pour Ewan, pour Alix, pour Linon, pour Lucie et tous les autres.Ne renonçons pas. Ne renonçons pas au progrès filmologique, encore possible à condition de le bâtir, de travailler dur, d'investir dans la durée et de reconnaître que les avancées véritables ne se font pas en un jour, mais qu'elles prennent parfois le temps d'une génération.Ne renonçons pas à réconcilier cinéphilie, populaire, élitisme et mauvais goût. Ne renonçons jamais.Ne renonçons pas à la place de la salle de cinéma, du beau, de la culture. Ne renonçons pas chaque jour à être une émission plus solidaire, plus fraternelle. Oui, au fond, je nous souhaite de résister à l'air du temps, tout simplement, car nous sommes des Français la tête enfoncée dans nos culs de cinéphiles. Nous devons tenir bon sur ce que nous chérissons, le formalisme, la politique, la radicalité, les propositions de cinéma et les films de dispositifs. Nous y arriverons. Alors, regardons devant et regardons loin, comme spectateurs et comme cinéfils.Mes chers compatriotes, de France hexagonale, de nos colon… de nos Outre-mer et vivants à l'étranger, je vous souhaite une très belle, une très heureuse année 2026.Vive En Attendant Godard ! Vive le cinéma !Emission également dispo sur spotif, appeul, etc et on da tube :7 listes des réguliers et intérimaires de l'émission.DOC ERWAN1- L'Agent secret – Kleber Mendonza Filho2- Une Bataille après l'autre – Paul Thomas Anderson3- Evanouis – Zach Cregger4- Black Dog – Guan Hu / Le Rire & le couteau – Pedro Pinho5- Cervantès avant Don Quichotte – Alejandro Amenabar / La Disparition de Joseph Mengele – Kirill Serebrennikov6- Tu ne mentiras point – Tim Mielants / Mémoires d'un escargot – Adam Elliot7- The Phoenician Scheme – Wes Anderson / Last Stop : Yuma County – Francis Galluppi8- La Chambre d'à côté – Pedro Almodovar / The Brutalist – Brady Corbet9- Brief History of a Family – Lin Jianjie / Kneecap – Rich Peppiatt10- Sinners – Ryan Coogler / Dossier 137 – Dominik MollMention spéciale : Los Años Nuevos – Rodrigo Sorogoyen, Sandra Romero & David Martin De Los SantosFLOP 3 (ET PAS UN DE MOINS) :1- Mission Impossible : The Final Reckoning – Christopher McQuarrie2- F1 – Josef Kosinski3- Death of a Unicorn – Alex ScharfmanER FORCE WAN « LE GRAND TIMONIER »1. Le Rire et le couteau (Pedro Pinho)2. Une Bataille après l'autre (Paul Thomas Anderson)3. Festa Major (Jean-Baptiste Alazard)4. Sauve qui peut (Alexe Poukine)5. Kika (Alexe Poukine)6. La Chute du Ciel (Gabriela Carneiro da Cunha et Eryk Rocha)7. L'histoire de “Scénario” (Jean-Luc Godard)8. The Brutalist (Brady Corbet)9. Nouvelle Vague (Richard Linklater)10. Kouté Vwa (Maxime Jean-Baptiste)DOCTEUR JB MASSUETTop :1. Une bataille après l'autre (P.T. Anderson)2. L'aventura (Sophie Letourneur)3. En boucle (Junta Yamaguchi)4. Nouvelle vague (Richard Linklater)5. Chime (Kiyoshi Kurosawa)6. Eddington (Ari Aster)7. Fantôme utile (Ratchapoom Boonbunchachoke)8. Dossier 137 (Dominik Moll)9. Life of Chuck (Mike Flanagan)10. Évanouis (Zach Cregger)Flop :1. Sirat (Oliver Laxe)2. Sinners (Ryan Coogler)3. Mission Impossible : The Final Reckoning (Christopher McQuarrie)4. Good Boy (Ben Leonberg)5. Avatar 3 (James Cameron)MATHIEU B. « IL PADRINO »Vu que 2 films au cinéma cette année :01 Une Bataille après l'autre02 Il y a-t-il un flic pour sauver le monde ?SIMON DANIELLOU « L'ANCIEN »Top Films 2025Une bataille après l'autre (Paul Thomas Anderson)Tardes de Soledad (Albert Serra)Les Linceuls (David Cronenberg)The Insider (AKA Black Bag, Steven Soderbergh)L'Aventura (Sophie Letourneur)Cervantes avant Don Quichotte (Alejandro Amenábar)Rapaces (Peter Dourountzis)Ce que cette nature te dit (Hong Sang-soo)+ déjà dans le top 2024 : The Last Stop in Yuma County (Francis Galluppi)Flops 2025F1 (Joseph Kosinski)Substitution (AKA Bring Her Back, Michael et Danny Philippou)28 ans plus tard (Danny Boyle)Sirāt (Óliver Laxe)La Voie du serpent (Kiyoshi Kurosawa)THIBAUT « CARREMENT » FLEURETSans ordre particulier : Bird Soundtrack to a coup d'Etat / Personne n'y comprend rien Festa Major Je n'avais que le néant Los Anos Nuevos L'agent secret Une Bataille après l'autre Evanouis Chime No Other Land / Put Your Soul and your hand and walkTHOMAS « EL COMANDANTE »Sans hiérarchie :TOPLe Rire et le Couteau (Pedro Pinho)Mektoub my Love : Canto Due (Abdellatif Kechiche)L'Agent Secret (Kleber Mendonza Filho)One Battle After Another (Paul Thomas Anderson)Superboys Of Malegaon (Reema Kagti)Black Dog (Hu Guan)Los años nuevos (Rodrigo Sorogoyen ; Sara Cano ; Paula Fabra)À 2000 mètres d'Andriivka (Mstyslav Chernov)Festa Major (Jean-Baptiste Alazar)Soundtrack to a Coup d'Etat (Johan Grimonprez)Un pincement au cœur / Ce n'est qu'un au revoir (Guillaume Brac)Shifty - Living in Britain at the End of the Twentieth Century (Adam Curtis)FLOPVol à haut risqueShadow ForcePiégéThe Return, le retour d'UlysseLife of Chuck______Le Doc et El Comandante sont passés chez Le Cinéma est mort pour faire le bilan de 2025 :Part IPart IIPart IIIPUBLIC SERVICE ANNOUNCEMENT: Le Film du Dimanche Soir, dimanche 11 janvier, on va vous raconter des histoires de fantômes chinois !______
En un nuevo capítulo de “Política para Adultos”, Magdalena Olea habla con Max Colodro y Gerardo Varela sobre la posibilidad de Rodolfo Carter de ser el nuevo ministro de Seguridad de Kast. Además, abordan el polémico post de la embajadora de Chile en Nueva Zelanda pidiendo la “autodeterminación” para Rapa Nui y las declaraciones de Lautaro Carmona tras el Comité Central del PC.
En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversa con Alfredo Joignant y Gonzalo Blumel sobre la declaración del Pleno del Comité Central del Partido Comunista y su llamado a la movilización durante el gobierno de José Antonio Kast.
Buenos días. Terminadas las fiestas, continúa la tensión por las conclusiones del último Comité Central del Partido Comunista, que han provocado duras reacciones desde la derecha. En El Mercurio, el presidente del Partido Republicano, Arturo Squella, advirtió que “ya sabremos a quién responsabilizar si se ven en las calles encapuchados y barricadas”. En la misma línea se manifestó el timonel y excandidato presidencial del Partido Nacional Libertario, Johannes Kaiser, quien sostuvo que el PC “siempre ha sido un partido subversivo, que no esconde su voluntad de utilizar la violencia para alcanzar el poder, desestabilizar a la nación, y no les interesa el daño que causen”. En paralelo, sigue subiendo de tono la discusión por la denominada “ley de amarre”, luego de que los diputados UDI Jorge Alessandri y Guillermo Ramírez amenazaran con una eventual acusación constitucional contra el ministro de Hacienda, Nicolás Grau, por este tema.
Entrevista Gabriel Mazzarovich - Integrante del Comité Central del Partido Comunista Uruguayo by En Perspectiva
La réunion a duré plus de 30 minutes pour ces militants. Parlementaires et die-hard mauves étaient tous présents pour écouter leur leader. Ce dernier a confirmé qu'il ne quittera pas le gouvernement, une décision qui en soulage plusieurs et qui a renforcé la confiance de ses partisans. Joanna Bérenger, ministre déléguée de l'Environnement, affirme placer sa confiance en son leader. Elle précise que Paul Bérenger travaille dans l'intérêt de la population. Karen Foo Kune, ministre déléguée des Sports, souligne que l'essentiel est de travailler pour le bien-être de tous. La ministre Arianne Navarre-Marie rappelle que le parti a traversé des moments difficiles et dit se sentir soulagée. Le travail sur le terrain continue, affirme le député Chetan Baboolall.
Tension au sein de la coalition : « Paul pann démissionné, ena enn comité central lundi », affirme le ministre Rajesh Bhagwan by TOPFM MAURITIUS
Neste episódio, Nuno Rogeiro explora em detalhe a recente reunião magna do Comité Central do Partido Comunista Chinês, que originou uma conferência de quase duas horas onde só se falou de economia e quase não se falou de política. Analisando o papel multifacetado da China como potência moderna, pós-moderna e pré-moderna, Nuno Rogeiro discute as estratégias económicas, o controlo político do partido e os desafios globais, com destaque para o impacto das decisões chinesas nas rivalidades internacionais, incluindo a guerra entra a Rússia e a Ucrânia. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa ----O link para o estatudo editorial do Expresso: https://expresso.pt/sobre/estatuto-editorial/2020-01-20-estatuto-editorial-3c79f4ec O link para o estatudo editorial da SIC Notícias: https://sicnoticias.pt/institucional/2013-12-27-estatuto-editorial-sic-noticias-e84e2755 See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau confirmou esta terça-feira, 14 de Outubro, a exclusão da candidatura presidencial de Domingos Simões Pereira, líder do PAIGC e apoiado pela coligação PAI Terra Ranka, alegando falta de validade legal numa decisão considerada definitiva e sem recurso. À RFI, Domingos Simões Pereira rejeita a legitimidade do anúncio, afirma não reconhecer a decisão e garante ter cumprido todos os requisitos para ser candidato. A exclusão baseia-se no entendimento de que a coligação PAI Terra Ranka não teria legitimidade para apoiar a candidatura, uma vez que o PAIGC não concorreu de forma isolada às últimas eleições legislativas. Esta interpretação deixa Domingos Simões Pereira fora da corrida presidencial marcada para 23 de Novembro. Em entrevista à RFI, o dirigente do PAIGC contestou a legitimidade da decisão, declarando que não reconhece a entidade que falou em nome do Supremo Tribunal, já que, "não houve reunião plenária oficial dos juízes conselheiros". Recordou ainda que uma plenária foi convocada para analisar reclamações, o que, na sua leitura, significa que "a lista definitiva de candidaturas ainda não foi publicada". Domingos Simões Pereira afirmou ter cumprido todos os requisitos legais exigidos, incluindo "documentos de identificação, registo criminal e cartão de eleitor", sublinhando que já concorreu em 2019 "com a mesma documentação". Criticou a forma inédita de comunicação do Supremo Tribunal de Justiça, que optou por "conferências de imprensa em vez de notificações formais". “O que sabemos é que as decisões devem ser tomadas em plenária e publicadas oficialmente. Isso não aconteceu”, denunciou o candidato, garantindo não ter recebido qualquer notificação formal sobre a rejeição da sua candidatura. O líder do maior partido da oposição sublinhou ainda que, caso a via judicial lhe seja fechada, vai recorrer aos instrumentos políticos: “Se nos fecharem a porta da justiça, a porta da política vai continuar aberta e falaremos com o povo guineense para exigir o respeito pelos nossos direitos e liberdades”, defendeu. Questionado sobre se considera estar a ser alvo de perseguição política, Domingos Simões Pereira respondeu que essa pressão já existe “há muito tempo”. Acrescentou que vai continuar a assumir responsabilidades em nome do partido e da coligação, que descreveu como “fachos de esperança para muitos guineenses”. O dirigente do PAIGC garantiu que aguarda pela reunião plenária prevista no Supremo Tribunal de Justiça, onde devem ser analisadas todas as reclamações apresentadas. Segundo os advogados do PAIGC, a lista divulgada é ainda provisória e só depois dessa sessão pode ser confirmada ou não a exclusão definitiva. Recorde-se que Domingos Simões Pereira foi escolhido pelo Comité Central do PAIGC, com o aval dos restantes partidos da coligação PAI Terra Ranka. A RFI tentou obter reacção do porta-voz do Supremo Tribunal, Mamadu Embaló, que preferiu remeter para o comunicado oficial e para a conferência de imprensa realizada esta terça-feira, 14 de Outubro, em Bissau.
durée : 00:58:15 - LSD, la série documentaire - par : Anne-Toscane Viudes - Ces enregistrements éclairent la trajectoire politique du PCF, mais plus encore, ils ressuscitent une atmosphère. Manières de parler, d'interrompre, de se comporter : ces archives révèlent les codes et les habitudes qui font la vie du parti. - réalisation : Anne Fleury
Em Moçambique, o ex-candidato presidencial, Venâncio Mondlane, submeteu ao Ministério da Justiça o requerimento para criar o seu próprio partido intitulado “Anamalala”. No mesmo dia, no Comité Central da Frelimo, o líder do partido no poder e Presidente do país, Daniel Chapo, pediu ao partido para preparar a vitória nas autárquicas de 2028 e nas gerais de 2029. Este e outros temas estão hoje em destaque no programa Semana em África. Anamalala vai ser o novo partido de Venâncio Mondlane. O ex-candidato presidencial e líder da oposição avançou com a constituição do partido Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (Anamalala), tendo o requerimento sido entregue na quinta-feira no Ministério da Justiça, em Maputo. Agora é esperar para ver se o partido é autorizado, como explicou o assessor político de Venâncio Mondlane, Dinis Tivane."Tem um prazo legal que é o mínimo de 30 dias, máximo de 60, e esperamos que possamos voltar a convidar a imprensa para anunciar que o partido já está autorizado pelas entidades públicas para fazer o seu trabalho", declarou Dinis Tivane, à saída do Ministério de Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, onde submeteu o pedido.“Anamalala” foi ouvida nos “lives” diários de Venâncio Mondlane no Facebook durante os meses de contestação e de protestos contra os resultados das eleições gerais de Outubro e também tinha sido usada na sua campanha eleitoral. Anamalala é uma expressão da língua local macua, da província de Nampula, no norte de Moçambique, com o significado de "vai acabar" ou "acabou".Recordo que a candidatura de Venâncio Mondlane às presidenciais foi suportada pelo partido Podemos, que passou a ser o maior da oposição, mas do qual Mondlane se desvinculou acusando a liderança do Podemos de traição.No mesmo dia do anúncio de um novo partido de Venâncio Mondlane, o presidente da Frelimo e chefe de Estado, Daniel Chapo, pediu ao partido para preparar a vitória nas autárquicas de 2028 e nas gerais de 2029. Declarações feitas na abertura da IV sessão ordinária do Comité Central da Frelimo.Por outro lado, na quarta-feira, a Assembleia da República aprovou uma proposta de lei para um diálogo nacional e inclusivo. Oiça o relato com Orfeu Lisboa, neste programa.Ainda em Moçambique, em 2024 foi registada uma temperatura média “sem precedentes” nos últimos 75 anos, 1,2 graus centígrados acima da análise anterior, com estações pelo país a registarem mais de 44 graus centígrados. Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique e foram apresentados pelo investigador Bernardino Nhantumbo. Entretanto, na sexta-feira, o ministro das Telecomunicações e Transformação Digital de Moçambique, Américo Muchanga, anunciou a criação de um projecto com apoio do Banco Africano de Desenvolvimento para utilizar drones para prevenir e monitorizar eventos climáticos extremos em Moçambique. O projecto terá quatro drones, produzidos pela Coreia do Sul, e o objectivo é que esta tecnologia possa ajudar à previsão e gestão dos desastres naturais que têm assolado o país.Em Cabo Verde, a primeira reunião do Conselho Interministerial para Acção Climática em Cabo Verde apreciou, esta segunda-feira, a lei de bases sobre o clima que estabelece os princípios orientadores da política climática nacional. O ministro da Agricultura e do Ambiente, Gilberto Silva, falou-nos dos objectivos.Também esta semana, cobrimos as visitas do Presidente e do ministro do Mar ao navio da NASA OceanXplorer no âmbito da expedição científica "Missão OceanX e OceanQuest ao redor da África".De notar ainda que o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, afirmou que o país está a acompanhar com preocupação os aumentos tarifários impostos pelo Presidente norte-americano Donald Trump.Sobre a Guiné-Bissau, o chefe do Escritório da ONU para África Ocidental e Sahel, Leonardo Santos Simão, alertou, esta sexta-feira, que as "profundas divergências" sobre o fim do actual mandato presidencial no país e o momento eleitoral "representam sérios riscos para um processo pacífico". O responsável disse "elogiar os esforços da Comissão de Consolidação da Paz na Guiné-Bissau e sublinhou que vai continuar “a trabalhar com a CEDEAO para promover o diálogo sobre essas questões de contenção". Recordo que o Presidente da República Umaro Sissoco Embaló, expulsou a missão de alto nível da CEDEAO que se encontrava no país, no final de Fevereiro, para ajudar na mediação da crise. Embaló completou cinco anos de mandato em 27 de Fevereiro e marcou para 23 de novembro as eleições presidenciais e legislativas antecipadas. Entretanto, esta semana, no arquipélago dos Bijagós, 76 pessoas foram encontradas numa embarcação ao largo da ilha da Caravela. O nosso correspondente Mussa Baldé falou-nos sobre este episódio que ilustra, mais uma vez, como o país é um dos pontos de partida de milhares de africanos que, há anos, tomam a perigosa rota atlântica para tentar chegar à Europa. Por outro lado, o deputado e antigo ministro Francisco Conduto de Pina denunciou, na quinta-feira, uma alegada utilização das ilhas Bijagós, de onde é natural, para tráfico internacional de droga.Esta sexta-feira, dia em que se celebrou o 23.º aniversário da Dia da Paz e Reconciliação Nacional, a UNITA anunciou que não vai participar nas comemorações do 50.º aniversário da independência de Angola, enquanto Jonas Savimbi e Holden Roberto não forem reconhecidos como pais da independência e heróis nacionais. A UNITA também lamentou a ausência destes nomes na lista das 247 personalidades a serem homenageadas esta sexta-feira.
Pablo Zalaquett se traslada desde el living de su casa a Radio Agricultura para conversar con empresarios y políticos, en un espacio que promete un diálogo respetuoso y constructivo para enfrentar los principales desafíos de Chile. En este episodio realizaremos un análisis político y electoral para este 2025, un año marcado por elecciones presidenciales y parlamentarias. Alberto Mayol, sociólogo, académico y socio fundador de la encuestadora La Cosa Nostra; Hernán Larraín Matte, abogado, investigador de Horizontal y expresidente de Evópoli; Felipe Barnachea, cientista político de la Universidad de Chile, e integrante del Comité Central del Partido Socialista y Juan Pablo Lavín, ingeniero comercial, socio fundador y gerente general de la encuestadora Panel Ciudadano – UDD, fueron parte de esta interesante y constructiva conversación.
Hay que asumirlo de una vez: a Donald Trump no le gustamos. Pasa total de la Unión Europea. No nos quiere ajuntar. No le parecemos gente suficientemente molona para su club de bombardeos. Esta semana, en La Paella Rusa intentamos superar el trauma de ser rechazados por el presidente de Estados Unidos. Pero, ojo, no estamos solos: todo parece indicar que China desea convertirse en nuestra nueva más mejor amiga en el tablero geopolítico mundial. De hecho, el Director de la Oficina de la Comisión Central de Asuntos Exteriores del Comité Central del Partido Comunista de China y Ministro de Relaciones Exteriores, Wang Yi, ha comentado que existen "más razones que nunca" para que China y la UE mantengan una relación sólida, que "China sigue confiando en Europa" y que ambas tienen la sabiduría necesaria para resolver sus diferencias. Por otra parte, en este episodio de La Paella Rusa de la guerra entre Prisa y Pedro Sánchez. Una batalla en la que está jugando un papel decisivo Joseph Oughourlian (de ascendencia armenia, como Kim Kardashian) presidente del grupo Prisa y consejero delegado del fondo activista Amber Capital. Corbatas, términos financieros, reuniones en edificios altos y muchísimo dinero. Por supuesto, en este capítulo tenemos una nueva entrega de la sección “¿Qué ha hecho esta semana el exteniente general del Ejército de Tierra, vicepresident y conseller para la Recuperación Económica y Social, Francisco José Gan Pampols?”. Y, como no podía ser de otro modo, también abordamos la última hora de la Liga Villaconejos (conocida en los círculos amateurs como Liga Hypermotion). Terminamos esta entrega de La Paella Rusa con nuestra propuesta cultural de la semana. En este caso, hablamos de gente rica haciendo sus cosas de gente rica en sitios para gente rica. En concreto, de los protagonistas de la tercera temporada de White Lotus, creada por Mike White y disponible en MAX. ¡Dentro sinopsis! “Sátira social que sigue las andanzas de diferentes empleados y huéspedes de un exclusivo resort (situado esta vez en Tailandia) a lo largo de una semana de lo más transformativa”.
Este martes compartimos El Primer Café junto a Marcos Barraza, Isidro Solis, Flavia Torrealba y Felipe Valdovinos. Marcos Barraza, miembro del Comité Central del PC, aseveró este martes que "hay prioridades más urgentes en materia de legislación que abordar las reformas al sistema político, más aún cuando ese abordaje no se hace desde una dimensión integral. Creo que el problema no remite sólo a umbrales de legalidad respecto de los partidos". A su turno, el vicepresidente de Amarillos, Isidro Solís, remarcó que "el sistema político en Chile está viviendo una fase muy complicada: no está funcionando de manera de permitir que en el debate democrático lo que se generen sean acuerdos, y que se pueda -con una relativa oportunidad- generar políticas que le sirvan al país". Conduce Cecilia Rovaretti
Josina Muthemba Machel La Heroína Pan africana, héroina mozambiqueña Hoy es miércoles y toca #LALLAVE. Escúchanos en nuestros canales de YouTube y Spotify: https://youtu.be/MofH1AxgAWUEn el programa de hoy hablaremos del papel de la mujer africana en la liberación y transformación de la sociedad africana Josina Muthemba Machel "Heroína de la lucha por la liberación nacional mozambiqueña, promovió la emancipación de la mujer africana, convirtiéndose en un icono de la lucha revolucionaria.Esta heroína de la lucha por la liberación nacional mozambiqueña, nació con el nombre de Josina Abiatar Muthemba en el seno de una familia de tradición patriótica y activa en la lucha contra el colonialismo portugués.Promovió la emancipación de la mujer africana, convirtiéndose en una icono. Además luchó en la guerra de la independencia como guerrillera, creó orfanatos y viajó por todo el país concienciando a las mujeres de su papel activo en la guerra.Josina desarrolló un papel fundamental en la lucha armada cuando en 1966 el Comité Central del Partido para la Liberación de Mozambique (FRELIMO) decidió que las mujeres mozambiqueñas tenían que participar de forma activa a la lucha para la liberación. En 1967 empezó el entrenamiento para las mujeres en las provincias de Cabo Delgado y de Niassa, en el norte de Mozambique. Como miembro del Destacamento Femenino fue nombrada Jefa de la Sección de la Mujer en el Departamento de Asuntos Exteriores del FRELIMO." Cómo siempre con Música:- NKD Mocambique - Liloca - FRELIMO
Ayer se publicó el índice de percepción de la corrupción en la que aunque lento el país sigue registrando avances. Esos avances que para gente como uno es poco, para un grupo que sigue adolorido es un lastre difícil de superar. Para mi pasar de 28 a 36 es poco, para el gobierno del puesto 136 al 104 es mucho y para la oposición que gobernó en esos años oscuros es mejor ni hablar de eso.Aunque en el informe no se diga el elemento fundamental para el avance de la República Dominicana en ese indice está directamente vinculado a la designación de Miriam Germán Brito en la procuraduría general de la República.La lucha contra la corrupción no fue un tema relevante en la República Dominicana hasta la marcha verde. La encuesta Gallup certifica el datoDe hecho situaciones como la famosa sentencia de la Sunland en la que se “extraviaron” 130 millones de dólares y que no se puede usar otro verbo porque la sentencia de la suprema corte de entonces no lo permite, no provocó ni un estornudo en la República Dominicana.Danilo Medina preguntó hasta el ultimo día donde estaba la corrupción y ahí se quedaba todo.Ustedes me dirán que ninguno de los cuatro grandes casos de corrupción ha avanzado en un sistema de justicia todavía encabezado por un ex miembro del Comité Central del PLD y es cierto, pero es la primera vez que hemos hermanos de un ex, presidente, ex ministros, ex directores generales, obligados a rendir cuentas.Aquí se ha robado tanto que se habla de la devolución de 6 mil millones de pesos por voluntad de los investigados y la gente no se sonroja.Les voy a citar par de ejemplos:En la operación Medusa, una empresa que se llama Abastesa devolvió 3,900 millones de pesos, un tal CArlos Guzmán, el nombre de cualquiera 722 millones de pesos, Comercial Viarios 722 millones de pesos, constructora Carrasquero, 700 millones de pesos. Divamor, Zualiland, La Parasatta, Rogama, Ropalma y Distribuidora Ropi 722 millones como multa.Del caso Calamar entre devoluciones y multas: Fernando Crisostomo 1,101 millones, José Arturo Ureña 500 millones, Mimilo Jiménez 715 millones, Angel Lockward 200 millones.Hay demasiado dolor acumulado entre gente que se consideró intocable y a quien el ministerio publico le llegó de la manera más certera.Quienes están dispuestos a devolver más de seis mil millones por negociar participaron en actos en los que eso era una chambra. Los que no han negociado tienen dinero para muchas cosas y lo están gastando.
O envolvimento de militares angolanos a combater pela Rússia contra a Ucrânia, a ideia Pan-africanista de unir Angola e RDC para fazer um único país ou a ausência de democracia em Angola, são alguns temas abordados por Alberto Neto na entrevista à RFI. António Alberto Neto foi membro do Bureau Político e do Comité Central do MPLA, e é o autor da bandeira do partido de onde saiu em 1973 em protesto contra "a formação de uma elite de corruptos e radicais".Antes de abandonar o partido, foi nomeado pelo Presidente Agostinho Neto, seu tio, como representante do MPLA nos países nórdicos.Missão durante a qual conseguiu apoios importantes para a luta dos movimentos de libertação nas ex-colónias portuguesas. Após o 25 de Abril de 1974 regressa a Luanda. Foi o primeiro decano da Faculdade de Direito da Universidade de Angola. Mas, no fim de 1975 foi exonerado e proibido de dar aulas ou exercer cargos de chefia.Em 1991 fundou o Partido Democrático Angolano (PDA). Concorreu às eleições presidenciais de 1992 e foi o 3º candidato mais votado, mas o partido foi, entretanto, ilegalizado. Por ser abertamente averso ao sistema de partido único, foi preso em diferentes períodos da história angolana.Aos 81 anos de idade, Alberto Neto olha a câmera fotográfica, levanta o punho, faz o "V" de vitória e continua a luta pela democracia em Angola.
Rodrigo Álvarez conversó con el presidente de la Sociedad Nacional de Agricultura (SNA), Antonio Walker, quien se refirió a la caída en los precios de la cereza frente a las exportaciones al mercado de China. Además, junto a Consuelo Saavedra y los Infiltrados, David Tralma y Leslie Ayala, comentaron la extensa declaración de Manuel Monsalve y la reafirmación del Comité Central del Partido Comunista.
¿Tienes unos minutos? Te contamos la actualidad de Cuba y del resto del mundo en 'Cuba a Diario', el podcast noticioso de Diario De Cuba. CINCO NOTICIAS DEL DÍA: —El régimen de Cuba estará un año más en la lista de Estados patrocinadores del terrorismo de EEUU https://diariodecuba.com/cuba/1734043770_58845.html —Nada más comenzar el pleno de su Comité Central, el PCC 'libera' a Lázaro Expósito https://diariodecuba.com/cuba/1734032614_58843.html —Llegan a 53 los feminicidios en Cuba con las muertes violentas de otras dos mujeres https://diariodecuba.com/cuba/1734071699_58846.html —Tras un mantenimiento, la Termoeléctrica de Nuevitas se avería con menos de ocho horas funcionando https://diariodecuba.com/cuba/1734028822_58841.html —Ajeno a la realidad de los negros en Cuba, Danny Glover llama a aprender del régimen en la lucha contra el racismo https://diariodecuba.com/cuba/1734024261_58838.html ESCÚCHANOS de lunes a viernes en: DDC Radio: https://diariodecuba.com/radio Soundcloud: https://is.gd/Da9TSp Apple Podcast: https://is.gd/3V010V Spotify: https://is.gd/J2Ifoy SÍGUENOS: • FB: www.facebook.com/DIARIODECUBA • TW: https://twitter.com/diariodecuba • IG: www.instagram.com/diariodecuba/ • YT: https://www.youtube.com/@DDCTV-DIARIODECUBA • Telegram: https://t.me/titularesDDC Lee hoy la Cuba de mañana: https://diariodecuba.com/
El secretario general del Partido de la Liberación Dominicana (PLD), Johnny Pujols, presenta las medidas clave para transformar la organización política. Desde el restablecimiento de las cotizaciones hasta convertirse en un partido de "bajo costo", pasando por la creación de una comisión de respuesta y la próxima convocatoria del Comité Central, Pujols detalla los cambios que marcarán el futuro del PLD.En este episodio de LO PIENSAN TODOS, LO DECIMOS NOSOTROS, analizamos a fondo las estrategias y el impacto de estas decisiones con el propio Johnny Pujols. ¿Está el PLD listo para renovarse? ¡Descúbrelo ahora!
¿Tienes unos minutos? Te contamos la actualidad de Cuba y del resto del mundo en 'Cuba a Diario', el podcast noticioso de Diario De Cuba. CINCO NOTICIAS DEL DÍA: —La Casa Blanca no planea hacer cambios en su relación con La Habana antes del fin del mandato de Biden https://diariodecuba.com/cuba/1733963018_58826.html —Igual cantidad de años de cárcel por traficar hachís y marihuana en Cuba que por transmitir una protesta https://diariodecuba.com/cuba/1733943891_58823.html —Cifras oficiales reflejan pésimas noticias para cubanos que esperan vivienda en 2024 https://diariodecuba.com/cuba/1733922839_58816.html —'Falta de autocrítica, sectarismo ideológico', lo que trae el Pleno del Comité Central del Partido Comunista de Cuba https://diariodecuba.com/cuba/1733919572_58813.html —Washington dice que está monitoreando 'muy de cerca' el espionaje de China en Cuba https://diariodecuba.com/cuba/1733912159_58809.html ESCÚCHANOS de lunes a viernes en: DDC Radio: https://diariodecuba.com/radio Soundcloud: https://is.gd/Da9TSp Apple Podcast: https://is.gd/3V010V Spotify: https://is.gd/J2Ifoy SÍGUENOS: • FB: www.facebook.com/DIARIODECUBA • TW: https://twitter.com/diariodecuba • IG: www.instagram.com/diariodecuba/ • YT: https://www.youtube.com/@DDCTV-DIARIODECUBA • Telegram: https://t.me/titularesDDC Lee hoy la Cuba de mañana: https://diariodecuba.com/
Supongo que alguien se sorprenderá al saber que Danilo Medina decidió quedarse en la presidencia del Partido de la Liberación Dominicana. Por aquí dudamos de su renuncia no a la presidencia del partido sino a la exhibición del poder que esto le da, desde el primer día en que se hizo público su decisión. Si recuerdan a tan solo unas horas de la noticia ya Robert de la Cruz andaba buscando firmas entre los miembros del Comité Central para pedirle a Medina el sacrificio en aras del bienestar de la organización. Entonces dijimos que lo que quiere Robert es lo que quiere Danilo. Francisco Domínguez Brito fue el único que formalizó su aspiración a la dirección de los morados y Danilo se reunió con él. No sabemos de qué hablaron pero Dominguez Brito no es un hombre levantisco, no lo ha sido y no tiene porqué empezar a serlo. Si es cierto que las lealtades del asistente De la Cruz se dividen entre Medina y Francisco Javier García que ya anunció su aspiración a la presidencia de la República, para la que está impedido Medina, Robert está administrando el poder en ese partido. Danilo Medina es ahora un hombre solo y es posible que su pasión por el poder sea su única compañía. Después de Balaguer es el único que se ha atrevido a pretender un tercer periodo por encima del mandato constitucional. Hay que recordar que a pesar del impedimento sus colaboradores cercanos insistieron en que tenían las condiciones para la modificación constitucional y que se quedaría en el poder. La presión local e internacional le doblaron el brazo y el resto es historia. Ese hombre que se aferró al poder con uñas y dientes condujo a su partido a dos derrotas consecutivas señalando los peores candidatos presidenciales que se puedan pensar. El PLD cayó un 52% en sus manos y parece que morirá bajo su tutela.
Em 21 de maio de 1974, a União Soviética tomou uma decisão histórica que alteraria para sempre o curso de seu programa espacial: a descontinuação do projeto N1/L3, uma ambiciosa iniciativa que visava colocar um cosmonauta na Lua. Este evento não apenas marcou o fim de um esforço secreto e monumental, mas também simbolizou uma reorientação estratégica significativa no contexto da corrida espacial entre as superpotências da época. A decisão foi acompanhada pela substituição de Vasily Mishin, então líder do projeto, por Valentin Glushko, um rival de longa data e crítico feroz do N1. O cancelamento do projeto N1/L3 ocorreu em um período de intensas mudanças políticas e tecnológicas. A NASA, nos Estados Unidos, já havia concluído o programa Apollo e estava voltada para o desenvolvimento de um sistema de transporte espacial reutilizável, o que prometia revolucionar a exploração espacial. Em contraste, a União Soviética enfrentava desafios técnicos persistentes, especialmente relacionados à confiabilidade dos motores do foguete N1, que eram considerados o elemento mais problemático do programa lunar soviético. A decisão de encerrar o projeto N1/L3 foi resultado de uma série de reuniões e deliberações de alto nível, que envolve figuras proeminentes da indústria espacial soviética e do governo. Entre os participantes dessas discussões estavam Dmitry Ustinov, Secretário do Comitê Central para a indústria de defesa, Mstislav Keldysh, Chefe da Academia de Ciências, e Leonid Smirnov, Presidente da Comissão Militar-Industrial. A ausência de Vasily Mishin e Nikolai Kuznetsov, chefe do bureau de design responsável pelos motores do N1, nessas reuniões críticas, sinalizou a falta de confiança nas capacidades técnicas e na liderança do projeto. Nesse episódio vamos examinar os antecedentes do programa espacial soviético, os desafios técnicos e políticos enfrentados pelo projeto N1/L3, e as consequências da decisão de descontinuar o esforço lunar. Através de uma análise detalhada dos eventos que levaram ao cancelamento do N1, buscamos compreender as complexas interações entre política, tecnologia e ambição que moldaram um dos capítulos mais intrigantes da história da exploração espacial. Ao explorar as motivações e os impactos dessa decisão, também refletiremos sobre as lições aprendidas e a importância histórica do evento. A história do N1/L3 não é apenas um relato de falhas técnicas e disputas políticas, mas também uma janela para a determinação e os desafios enfrentados por aqueles que ousaram sonhar com a conquista do espaço. Através dessa narrativa, esperamos lançar luz sobre um período crucial da corrida espacial e suas implicações duradouras para a exploração do cosmos.
Oposição moçambicana critica exclusão do parlamento para discutir a presença das tropas ruandesas em Cabo Delgado. FRELIMO convoca primeira sessão extraordinária do Comité Central do partido para próxima semana. Parlamento britânico aprova lei de deportação de imigrantes para o Ruanda. NATO promete fornecer mais sistemas de defesa aérea à Ucrânia.
Tragédia em Nampula: Confirmados mais de 90 mortos em naufrágio no norte de Moçambique. FRELIMO leva lista de candidatos à sucessão de Nyusi ao Comité Central nos próximos dias. Sudão do Sul: Refugiados relatam o drama que vivem devido à guerra que está prestes a completar um ano. Leverkusen à beira do primeiro título da Bundesliga.
Comité Central da FRELIMO arrancou hoje com debate do perfil do candidato presidencial. Visita de Presidente queniano a Bissau visa "credibilizar" imagem de Sissoco Embaló, diz analista. Persistem dúvidas sobre implementação de autarquias em Angola, diz oposição.
Moçambique: Arranca hoje a sessão do Comité Central da FRELIMO com críticas à demora na escolha do próximo candidato à presidência. O polémico abandono da Thai Moçambique Logística do projeto ferro-portuário na Zambézia. Em Angola: Jurista Rui Verde comenta anulação da condenação de "Zenu" dos Santos pelo Tribunal Constitucional. Ruanda: 30 anos do genocídio de tutsis e hutus moderados.
El 5 de octubre de 1974 murió en un enfrentamiento con agentes de la DINA, Miguel Enríquez, fundador y Secretario General del Comité Central de la organización Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR).
El sábado pasado se cumplieron 50 años de la muerte del poeta chileno Pablo Neruda. El escritor, premio Nobel de Literatura 1971 y destacado militante comunista, falleció el 23 de septiembre de 1973, apenas 12 días después del golpe de Estado en su país. Tenía 69 años y sufría un cáncer de próstata. Durante años la versión oficial indicó que Neruda había fallecido a consecuencia de una complicación del cáncer que lo aquejaba. Sin embargo, en 2012 se inició una investigación judicial, luego de que su exchofer, Manuel Araya, relatara a la prensa que el poeta pudo haber sido envenenado por agentes de la dictadura de Augusto Pinochet que le habrían inoculado una bacteria en la clínica de Santiago donde estaba internado. Este lunes la justicia dio por cerrada la etapa sumaria de la investigación y dio 15 días a las partes para solicitar nuevas diligencias. Luego de ese plazo habrá un fallo sobre las causas de su muerte. Neruda es considerado entre los más destacados e influyentes artistas de su siglo. Por ejemplo, el escritor Gabriel García Márquez se refirió a él como «el más grande poeta del siglo xx en cualquier idioma». Además de su actividad literaria, fue senador, embajador y miembro del Comité Central del Partido Comunista chileno. En los últimos años, la obra de Neruda ha sido objeto de diversos cuestionamientos. Por ejemplo, grupos feministas pidieron una revisión histórica de su figura, debido a que el poeta confesó en sus memorias póstumas que violó a una mujer cuando era cónsul en Ceilán, la actual Sry Lanka. En 2018, grupos feministas se opusieron a que el aeropuerto internacional de Santiago fuera rebautizado Pablo Neruda. La Mesa de los Viernes con Alejandro Abal, Marcia Collazo, Juan Grompone y Gonzalo Pérez del Castillo.
Recibimos a nuestro segundo invitado de la tarde, se trata de Mayobanex Escotomiembro del Comité Central, Comisión Nacional Electoral del proceso interno delPLD¿Cómo va el proceso interno del PLD y cómo se hará la elección de los candidatos a lasdiferentes posiciones?
La Mesa Representativa del PIT-CNT se pronunció el jueves por una reforma constitucional que fija en 60 años la edad mínima de jubilación, equipara la jubilación mínima con el salario mínimo nacional y elimina las administradoras de fondos de ahorro previsional (AFAP). La moción salió adelante en una decisión dividida y por margen mínimo. La propuesta aprobada, que era impulsada por la Asociación de Trabajadores de la Seguridad Social (ATSS) y el denominado “grupo de los 8”, obtuvo 16 votos en 44 presentes. Otros 14 votos fueron para la otra fórmula de reforma constitucional que se había presentado (impulsada por la corriente Gerardo Cuesta, afín al Partido Comunista, integrada entre otros el SUNCA y la UNTMRA), que buscaba dejar sin efecto la ley de reforma del sistema previsional promulgada en mayo pero no afectaba a las AFAP. Finalmente, hubo 14 votos para la postura de las corrientes “Articulación” y “En Lucha”, contraria a un plebiscito y favorable a que la ley se modificara en el próximo período de gobierno. Simultáneamente, no prosperó una moción de la corriente Gerardo Cuesta para abrir un nuevo cuarto intermedio hasta el 23 de agosto con el objetivo de continuar discutiendo el tema. Consultado por la prensa sobre ese resultado, el presidente del PITCNT, Marcelo Abdala, sostuvo que no hay fisuras internas: "Fisura no se generó. Es una Mesa Representativa donde hay distintas opiniones, se resuelve por votación y eso no genera fisuras. Lo que sí genera fisuras es el agravio, el insulto, y eso no ha sucedido. Los gremios tuvieron todo el tiempo para considerar, se desarrollaron debates. Yo pienso que fisuras no se generan de ningún tipo. Sí probablemente haya que trabajar en fortalecer la posición del movimiento sindical para emprender una batalla de este tipo". En el terreno político partidario la primera reacción se conoció ayer cuando el Comité Central del Partido Comunista emitió una declaración en la que “valora” la iniciativa surgida del movimiento sindical. “Comprometemos nuestro esfuerzo para construir en torno a esta iniciativa del PIT- CNT, en cada una de sus etapas, el más amplio consenso posible”, dice la declaración del Comité Central. La semana pasada, antes de que sesionara la Mesa Representativa del PITCNT, se habian pronunciado otros sectores del Frente Amplio, el MPP y Convocatoria Seregnista, que marcaron su discrepancia con el camino de un plebiscito de reforrma constitucional y defendieron la opción de construir, en el próximo periodo de gobierno, un gran diálogo nacional para modificar la ley de reforma del sistema de jubilaciones y penssiones. En el mismo sentido se posicionó la Vertiente Artiguista. En cambio, el Partido Socialista y el Partido por la Victoria del Pueblo se habían volcado previamente a favor de una reforma constitucional similar a la que triunfó en el PITCNT. La Mesa de los Lunes con Martín Bueno, Martina Casás, Agustín Iturralde y Gabriel Mazzarovich.
Uno de los principales temas de debate en el ambiente político dentro y fuera de lospartidos es el cumplimiento de la cuota femenina y con la apertura de la precampaña eltema ha vuelto a cobrar fuerza. Sobre este tema y muchos otros queremos hablar conClaudia Rita, quien es miembro del Comité Central del Partido de la LiberaciónDominicana y además es dirige la Secretaría de Igualdad y Equidad de Género de esepartido.
Ayer Rosario Espinal como analista y Francisco Javier García como armador político coincidieron en que el PLD no ha ganado un proceso electoral sin alianzas. Si alguien sabe de eso es Danilo Medina y mucha gente que lloró el 2000 cuando Hipólito Mejía lideró la alianza rosada que los sacó del poder al que habían llegado de la mano del pacto Patriótico o patriotero que cerró las puertas de la presidencia de la República a Peña Gómez. Con Balaguer del otro lado el PLD con Danilo Medina como candidato perdió y solo quedan los recuerdos del llanto. El PLD y Danilo Medina vendido como su gran estratega político aprendieron la lección y en lo adelante trabajaron en procesos de coalición con un grupito de Partidos Lapa a los que primero Leonel y luego Danilo le ofrecieron migajas de poder y una cuota de fondos públicos a través de alguna institución intrascendente del Estado. Eso se mantuvo hasta el proceso pasado cuando a pesar de que los aliados le sumaron al PLD un cinco por ciento no fue suficiente para el magro 33% que sacó el propio PLD y que lo llevó a su realidad del 94. Sin su pequeño grupo de aliados que apenas le sumaron un 4% el PRM no habría ganado en primera vuelta y quizás la historia se habría escrito de forma diferente. Hoy cuando leo las notas del inefable José Francisco Peña Guaba que ha intentado un bloque en torno a Leonel Fernandez y su fupu, en el sentido de que quienes se oponen a una alianza en el PLD es un grupito, hay que ponerle nombre al grupito que es de tres: El presidente del PLD que es Danilo Medina, el secretario general que es Charlie Mariotti y el candidato Abel Martinez. Una alianza del PLD con la FUPU aunque sea en los niveles municipales y congresuales es el salvavidas de decenas de candidatos del PLD que aspiran a permanecer en algún puesto electivo. Pero parece que por encima del sentido práctico político para Medina sus diferencias con Fernández están por encima de cualquier cosa. Mariotti es su eco y el candidato ni tiñe ni da color. La famosa carta de los 300 del Comité Central exigiendo una alianza existió y aunque la llama fue apagada es muy posible que las brasas sigan ardiendo. El hombre enfermo que es Danilo Medina parece que se ha sumado al 80% de los dominicanos que creen en los milagros. Porque solo un milagro salva al PLD de unas manos que lo llevan al suicidio político. Si el PLD no logra una modesta representación en el congreso ese partido que ha castrado su liderazgo emergente se pone en el camino de su desaparición.
El Partido de la Liberación Dominicana fue amo y señor de todos los actos de la vida dominicana desde el 2006 hasta el 2020. Y no decimos que desde el 2004 cuando Leonel Fernández regresó al poder porque necesitaron dos años para controlar el congreso y con eso todo los poderes públicos. A lo bueno todo el mundo se acostumbra reza el dicho popular con sobradas razones y nada más bueno que el poder absoluto. Supongo que en el PLD hay gente tan acostumbrada al poder absoluto que no acaba de entender y empezar a actuar en función de su realidad actual y esa realidad es un partido cuya posición más importante es ser la primera minoría en la Cámara de Diputados pero minoría al fin. Ayer tras rechazar el proyecto de resolución de la JCE sobre las reservas de candidaturas, el secretario general del PLD dijo lo siguiente: “Estamos encabezando la resistencia conjuntamente con 25 o 26 partidos de la República Dominicana que también coinciden con nosotros en cuanto a la oposición tajante y militante de que se convierta en resolución este borrador”. Encabezar algo significa que otros reconocen que usted es la cabeza. Y yo no sé si sobre todo desde el litoral de la FP y de Leonel Fernández se reconoce al PLD como cabeza de cualquier tipo de Bloque Opositor. El Comité Político monolítico durante todos los años de bonanza ahora tiene diferencias que aunque solapadas existen y siempre se hacen llegar a los medios de comunicación. Hace unas semanas circuló la información sobre el documento firmado por parte importante del Comité Central urgiendo las alianzas. No pasó nada pero el documento existe. Ayer el Comité Político no tenía en su agenda las alianzas pero la mayoría de los asistentes habló de eso con los medios. Las diferencias en el Comité político en torno a una política de alianzas se evidenciaron ayer cuando según N digital un grupo boicoteó una propuesta para que se designara una comisión que de manera institucional maneje el tema de las alianzas. La Comisión de Estrategia fue quien sometió la propuesta urgiendo definir si los morados tendrán o no aliados para las elecciones municipales y congresuales. Por la forma en que está escrito el documento de la Comisión de Estrategia no es un llamado sino un grito. Al PLD más que a ninguna otra organización se le acaba el tiempo para negociar una alianza en la mejor de las condiciones. Los partidos tienen hasta el 2 de junio para definir las reservas. La decisión que no se tomó ayer significa un atraso mínimo de una semana o mas para el trabajo que el equipo de estrategia considera y aparenta ser urgente pero que el Comité Político no logra aprobar. De todo esto se hace evidente que no hay una posición definida, que hay diferencias en el liderazgo morado o que no hay liderazgo para impulsar un proceso que significa la posibilidad de supervivencia de los morados. El documento no lo dice así pero asume que sin febrero no hay mayo.
En agosto del año pasado cuando le preguntaron a Abel Martínez sobre la posibilidad de unirse a Leonel Fernández como compañero de boleta su respuesta fue que nunca había sido segundo: ““Yo fui presidente de la Cámara de Diputados, y nunca fui vicepresidente de la Cámara de Diputados. Ahora soy alcalde de Santiago de los Caballeros y yo nunca fui vicealcalde”. Oficialmente candidato primero que todo el mundo bajo el subterfugio de la consulta interna del PLD Abel se saltó la norma electoral y con eso consiguió un tiempo que en política electoral es más que valioso. El 13 de febrero de este año cuando volvieron a tratarle el tema de las alianzas dijo que estaba opuesto a cualquier tipo de alianzas y que la única posible era con el pueblo dominicano luego de lo que soltó un sarta de frases viejas, de esas conocidas por su reiterado uso entre los políticos del patio. La semana pasada circuló la información de que mas de 300 del Comité Central del PLD habían firmado una carta procurando alianzas, eso fue desmentido por el secretario general y como nadie ha visto la carta desmentido queda. Lo que no puede desmentir Mariotti es que un grupo de legisladores morados hablando desde el congreso se mostraran esperanzados en que su partido logre concretar algún tipo de alianzas para las elecciones del año que viene. El viernes el líder Maestro y guía aprovechó un escenario cibernético para negar una alianza con el PLD y afirmar que cree en un gran frente opositor para frenar al PRM. Claro está que ese frente opositor lo lideraría el y su partido. Ayer en el escenario de prensa más importante del país que es el encuentro de medios Corripio Abel Martínez dejó en la cancha no la posibilidad sino la necesidad de la alianza. Ocurre unos días después de que Humberto Salazar dijera que la alianza con la fupu ocurrirá por amor o por dolor. Abel Martínez es candidato presidencial por la bendición de Danilo Medina pero Medina tiene ahora otras preocupaciones y está en Miami. Tras su selección el PLD ha perdido a cientos de miembros y dirigentes importantes como Julio Cesar Valentín que levó anclas con una alforja de dirigentes locales del Cibao. Hasta ahora ninguna de las encuestas de Credibilidad le ha dado a Martinez un 20% y aunque el año pasado dijo que nunca ha sido segundo siempre aparece detrás de Fernández que se dijo a si mismo líder de la oposición a propósito de encuestas recientes. Ayer también se dijo que a Martinez le dieron plazos a ver si su candidatura prendía de ser cierto habrá que recomendarle una batería de esas que no fallan.
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El pasado domingo en la Reunión del Comité Central del PLD se definió la estrategia de esa organización política descuajeringada por las imputaciones de corrupción conocidas y por conocer. Fue en esa reunión que Danilo Medina dijo que el Ministerio Público se ha entregado sin disimulo a la persecución política y fue después de esa reunión que un grupo de peledeístas intentó repetir la toma del palacio de Justicia de Ciudad Nueva como ya había ocurrido en el anterior intento de conocer la coerción a los 19 imputados en la operación calamar. Después de Eso el PLD se ha retirado del Congreso, se intentó posicionar el tema de las bombas lacrimógenas en el local del PLD por encima de los casos en justicia y Francisco Javier García dijo que el consultor Jurídico del poder ejecutivo vivía metido en la procuraduría. Es evidente que la primera línea de acción es tratar de desmeritar al ministerio Público y la segunda sacar de los medios de comunicación el fondo de la operación calamar en un intento por convertir al PLD en víctimas de la agresión policial. La tercera línea era tomar la calle pero de esa recularon rápidamente algunos dicen que por razones económicas. Ni siquiera los que robaron sin piedad quieren arriesgar sus chelitos en el PLD. Como el cerebro oye y cree lo que le gusta habrá gente que crea en lo que dicen los morados que ahora se venden como chapulines de la democracia. Seguro que Francisco Javier y Danilo consideran que Domínguez Brito, precandidato presidencial del PLD y Radhamés Jiménez, secretario de organización de la FP fueron procuradores muy independientes. El primero dejó morir el caso Félix Bautista y el segundo se recuerda por el caso de sicariato del regidor Ericson de los Santos Solis y la devolución de los 20 millones de pesos a la gente de la torre Atiemar. Según la ex jueza Awilda Reyes fue Jiménez quien dio las ordenes. Pero es ahora, cuando la procuraduría está liderada por alguien que solo ha estado en el sistema de justicia que los peledeístas consideran que el MP está “entregado sin disimulo a la persecución política” Ninguna de las líneas de acción del PLD han dado resultado, Francisco Javier García reculó ayer al retractarse de su ataque a la magistrada Germán y el secretario general se dio cuenta en televisión que el partido había cancelado la anunciada marcha del domingo. El tema de la agresión a su casa nacional se cae solo. Un sondeo realizado por El Caribe indica que el 83 por ciento de la población rechaza la propuesta peledeista de que el MP se ha politizado. La propuesta de Doña Margarita de una cumbre entre tres ex presidentes y el actual para arreglar una crisis que solo afecta a su partido ha quedado en choteo. Me da la impresión de que en el PLD no hay un cerebro pensando. Ayer la solicitud Ministerio Pública al TSA para que se declare incompetente ante una solicitud de Luis Ernesto de León, cuñado de Danilo, solo pone en evidencia que las investigaciones en el llamado pulpo eléctrico continúan aunque no salgan a la luz pública. Les recuerdo que en el caso Pulpo Electrico se habla de más de 30 mil millones de pesos. Lo único seguro que tiene el PLD es su aparato de bocinas que no es financiado por el partido sino por varios ex funcionarios que acumularon suficiente para invertir en medios de comunicación. En esos medios se apuesta a crear la idea de que el MP está dividido y quizá por eso Francisco Javier García reculó para dejar a doña Miriam fuera de sus críticas. Los avances nos cuestan pero avanzamos. Repito lo que decía cuando el vocinerío decía que la MV no servía para nada: Yo no sé para donde vamos pero vamos bien.
El expresidente de la República, Danilo Medina, acudió a una reunión del Comité Central, del Partido de la Liberación Dominicana, donde pronunció un discurso y por primera vez se refirió a los procesos judiciales que lleva a cabo el Ministerio Público, en los que están envueltos dos de sus hermanos y varios ex ministros de su gobierno.“Hemos visto como algunos miembros del Ministerio Público han desconocido su deber de investigación imparcial y se han entregado ya sin disimulo a la persecución política”, puntualizó Medina.Para ver cómo cambia el panorama político tras estas declaraciones de Danilo, está con nosotros el politólogo y analista Rafael Andújar.
El expresidente de la República, Danilo Medina, acudió a una reunión del Comité Central, del Partido de la Liberación Dominicana, donde pronunció un discurso y por primera vez se refirió a los procesos judiciales que lleva a cabo el Ministerio Público, en los que están envueltos dos de sus hermanos y varios ex ministros de su gobierno.“Hemos visto como algunos miembros del Ministerio Público han desconocido su deber de investigación imparcial y se han entregado ya sin disimulo a la persecución política”, puntualizó Medina.Para ver cómo cambia el panorama político tras estas declaraciones de Danilo, está con nosotros el politólogo y analista Rafael Andújar.
Comité Central da Frelimo reunido na cidade da Matola. Populares bloquearam hoje o acesso à ponte Maputo – Katembe. População guineense denuncia especulação de preços. Em Angola, mais de 25 mil pessoas estão retidas na região de Marimba.
El comunicación como en la guerra se necesita una política de contención de los efectos de tal o cual daño. Quienes planificamos comunicación a sabiendas de que una situación puede o debe provocar tal o cual efecto nos preparamos para una política de contingencia que debe frenar, disminuir o paliar el efecto tal o cual. Ayer cuando hablaba a propósito de lo que decían las fuentes peledeístas en el sentido de que el danilismo arrollador ha destrozado las viejas estructuras partidarias y que el proyecto presidencia Abel hace lo mismo, no enjuiciamos esas decisiones solo las hicimos evidentes. Hoy los diarios traen las reacciones a las ultimas salidas de miembros del Comité Central en Salcedo y a la advertencia de que el rancho sigue ardiendo con una respuesta infantil que no contiene los daños. Decir que el partido se fortalece por la irrupción de caras nuevas es tanta bondad que parece una pendejá. Una tiene que preguntarse necesariamente porqué esas caras no aparecieron antes. El mejor escenario para producir un cambio es el poder, y en los 20 años que el PLD estuvo en el poder no surgieron liderazgos nuevos. Todo lo contrario. Nos acostumbramos a las mismas caras y a los mismos caudillos. Eso ocurría en cada provincia y en cada comunidad dominicana en el exterior. Los dirigentes del partido hacían y deshacían y no hubo muchos cambios ni ganas de hacerlo. Quizá haya alguien que crea que de improviso el danilismo impulsa una gran renovación partidaria pero no nos parece. El anuncio de ayer tras la reunión del CP de que la organización utilizará virtualmente todos los métodos posibles para elegir a sus candidatos es un indicador. Abel será ratificado en una asamblea de delegados, habrá encuestas para escoger a los candidatos a legisladores y alcaldes y primarias “semi abiertas” para regidores. Yo no sé que significa primaria semiabierta pero debe ser lo mismo que semi cerrada. Las mismas fuentes que me explicaron la existencia de un mar de fondo entre los morados me dicen que también hay una crisis de candidaturas. Mientras en el 16 y el 20 sobraban los aspirantes ahora puede que falten. Buscar una posición electiva desde la comodidad de un puesto público era una decisión simple ahora hay mucha gente pensándolo. El PLD pasó de controlar todas las instancias del Estado a una primera minoría en la Cámara de diputados y fue relegado en el congreso. Si alguien cree que las caras nuevas que no aparecieron en 20 años van a recuperar esa organización tendremos el punto de vista m
El pasado fin de semana cuando el Comité Central del PLD se reunió en la capital para seleccionar los líderes de varias secretarías llamó la atención que la más importante en este momento fuera designada por default porque solo había un candidato. El ex senador de San Cristóbal, Tommy Galán, era el único que aspiraba a la secretaría de asuntos electorales que, si ustedes saben, es el órgano partidario responsable de todos los procesos que vienen por ahí y que determinará el futuro de la organización morada. Solo Tommy aspiraba. Si Armando García, que fue barrido en sus aspiraciones a la secretaría de Tecnología de la Información y Comunicación, no se hubiera quejado en un tuit de que hubo una decisión en su contra propiciada por dirigentes que no citó pero que la vox populi vincula como el candidato Abel Martínez y su gente, el evento morado habría pasado de lo mas descolorido. Si sorprendió que nadie aspirara a la antes poderosa Secretaría de asuntos electorales mas sorprende que las primeras medidas adoptadas por esa secretaría empiecen a ser rechazadas. Eso pasó ayer cuando el ex senador por la provincia María Trinidad Sánchez, Arístides Victoria Yeb rechazó su designación en el comando de campaña morado en su demarcación. El tuit de Victoria no pudo ser más elocuente: “Me ha sorprendido mi designación en una posición en el comando de campaña del PLD en la provincia María Trinidad Sánchez. Posición hecha sin consulta previa, la que rechazo. No tengo ningún interés en posición en comando de campaña. Así lo he manifestado y hoy lo reitero”. Como cambian los tiempos. La idea de rechazar el liderazgo provincial en una campaña electoral del antes poderoso PLD no habitaba en muchas cabezas, quizás en ninguna. Pero ahora con un candidato que no prende y una fuga constante de gente nadie quiere viajar en la guagua. Ayer, también con un simple tuit, renunció Aridio Vásquez Reyes, varias veces diputado por el el partido morado en La Vega. Vásquez Reyes dijo que la providencia decidirá su futuro político. Dos días antes había renunciado Erinia Peralta, vicesecretaria de asuntos Internacionales del peledeísmo. Al ritmo que va la guagua del PLD va a llegar a su destino con muy pocos pasajeros. El Cibao que debería ser la fortaleza de su candidato está cada vez más golpeado. Al momento de su elección Martínez subió en la región colocándose en un 20% de la intención de voto pero ya bajó a 15% y es donde está mejor. Sí además de la depresión partidaria Abel suma conflictos como el de García es posible que el tamaño de la guagua baje y pase de autobús de dos pisos a una humilde voladora.
Hoy no nos verán ni escucharán muchas personas. Amelia Deschamps que hoy está de cumpleaños dice que el dos de enero es el Dia de la resaca Mundial, esta madrugada ha llegado apenas un periódicos y los demás o no han salido o los distribuidores tomaron su día libre. Días como hoy Rafael Herrera habría escrito sobre los mangos de Baní o las cualidades de la guasábara, pero yo no llego a sus talones así que a pesar de la fecha y del feriado extraordinario no se puede dejar de pensar y reflexionar que entramos hoy en un año preelectoral y electoral desde octubre cuando los partidos formalicen su campaña interna. No hay que esperar mucho de octubre por lo menos en las aspiraciones presidenciales porque no se avizora un contendor para el presidente Abinader en el PRM, Leonel hizo su partido para ser candidato y nadie en la FUPU aspirará mientras en respire y el PLD ya apostó por Abel Martínez. El resto de la vida política es relleno para las encuestas y posibilidades de negociación. Los buscavidas seguirán buscando y los alternativos seguirán siéndolo. En junio de este año, Leonel entregó al presidente de la JCE el padrón de la FP con un millón 94 mil afiliados, el PRM tiene 700 mil más que la FP con 1.8 millones de registros y en diciembre el PLD hizo lo propio con dos millones 41 mil. Técnicamente el PLD es el partido mayoritario de la RD y sus números son los más recientes porque es cortado al 16 de diciembre pasado. Ese padrón pone a Abel Martínez en el carril de adentro de la carrera electoral aunque uno sabe si cuando Mariotti entregó los números habían excluidos a toda la gente que se fue antes o después de la elección del candidato. Julio Cesar Valentín que dice formará tienda propia, se ha llevado a más de dos mil cuadros políticos que van desde miembros del Comité Central hasta presidentes de comités de base. Eso no es suficiente para ganar ninguna candidatura pero es relevante si se resta a la nomina morada. Doña Margot no ha cargado con nadie pero está descansando por lo menos de la actividad política. Aunque técnicamente el PRM es la segunda fuerza, es la que está en el poder y eso ayuda. No hay obstáculos para la reelección de Abinader en términos legales pero la marcha del país sobre todo en relación a la economís definirá en mucho lo que pase en el país. En el campo dicen que quien está contento ve a todo el mundo reír, y una espera una frialdad en el análisis. Aunque este es un país mediatizado, las luchas políticas y sociales todavía no se echan en los diarios ni en la TV, ni en las redes sociales sino en la calle. No en eventos multitudinarios sino en el sentir de los comunes. Si yo dirigiera un partidos le dijera a los cuadros que salgan a juntarse con la gente quizás así aprenden y conocen como está el corazón de la auyama.
Abel Martínez fue escogido candidato presidencial sin sobresaltos en unas primarias que no fueron primarias pues las disfrazaron de consulta para violar la ley electoral que establece como fecha el primero de octubre pero del año próximo. Más allá de la malacrianza de Margarita, el proceso fue tranquilo y el hecho más relevante fue la escasa participación para un partido que había gobernado durante 20 años 16 de ellos consecutivos. Después de eso, Francisco Domínguez Brito que resultó en un sorpresivo segundo lugar frente al aparato de doña Margó ha hecho mutis. Reconoció a Abel y ya. Pero su hermano renunció del partido en que no era un dirigente activo pero si miembro del Comité Central. Si Pedro Domínguez no era un dirigente de calle, el ex senador, ex presidente de la Cámara de Diputados y ex fiscal, Julio César Valentín, si lo era. Valentín saltó el charco junto con varios dirigentes municipales, todos de la demarcación de Santiago. El sangrado nacional del partido morado en Santiago es hemorragia y parece que la condición de gravedad se extiende a las principales plazas de la región del Cibao. La semana pasada se fue para la fupu el presidente de la entidad en San Francisco de Macorís. Una fuente nos informa que una juramentación de esas en las que se multiplica por cuatro o cinco la capacidad de asientos del local ha sido suspendida en Puerto Plata por una crisis causada por la imposición de un liderazgo. Hay un lío y no es de ropa y como dice un refrán muy procaz “Un pedo no se envuelve en trapo” El malestar que ha hecho suspender la juramentación de Puerto Plata es en Santiago una pulmonía y no tiene que ver con la salud del candidato sino con la designación de posibles candidaturas con el dedo de Santo Domingo. En el 2019 el PLD anunció que elegiría a su candidato a partir de encuestas. Francisco Dominguez Brito fue el mejor posicionado en esas encuestas pero Danilo Medina prefirió al leal Gonzalo Castillo con los resultados que ustedes conocen. Les dije con tiempo que Abel Martinez sería el ganador del proceso interno de este año porque lo veía rodeado del entorno cercano a Danilo. Parece que Abel aprendió del maestro y está empujando sus propios candidatos en Santiago con el respaldo de su jefe de campaña, Francisco Javier García. En los próximos días sabremos si el levantamiento que se rumorea se convierte en revolución. Mientras tanto el candidato cuida su salud afectada por el Covid y no se sabe quien intenta apagar el fuego.
Anoche se presentó la acusación de la operación Falcon que involucra a empresarios o supuestos empresarios, legisladores de varias provincias y simples operadores de un entramado de lavado de dinero y narcotráfico. Es el mejor ejemplo de eso que se llama narcopolítica en la República Dominicana. Las autoridades han sometido a al menos 30 personas, a quienes impusieron diferentes medidas de coerción. Los detenidos son acusados de incurrir en los delitos de asociación de malhechores para la comisión de delitos como el narcotráfico, lavado de activos y tráfico de armas de fuego, actividades mediante las cuales acumularon bienes muebles e inmuebles, miles de millones de pesos en efectivo y vehículos. La semana pasado un juez varió la medida de coerción a uno de los principales imputados en el caso, el dirigente del PRM, ex legislador y esposo de una legisladora, el señor Juan Maldonado. En República Dominicana no hay antecedentes de que después de que un reo salga bajo fianza o cualquier esquema de medida de coerción que no sea prisión vuelva a la cárcel y este caso será un ejercicio o una prueba para el sistema. El juez Job García de Santiago modificó la medida de coerción en atención de que había concluido la investigación del ministerio público. Es el mismo argumento que favoreció a Alexis Medina y Fernando Rosa pero que no ha servido para más de la mitad de los privados de libertad en el país que están exactamente en las mismas condiciones. Les recuerdo que el caso Falcon fue una investigación conjunta en que el ministerio publico tuvo una amplia cooperación de organismos de investigación de los Estados Unidos. Y quizá eso sea relevante en un país que el temor a perder la visa americana parece valer más que muchísimos argumentos. Todos y todas tenemos la aprenhesión de que una justicia en que la corte suprema está liderada por un ex miembro del Comité Central del Partido de la liberación dominicana no genera expectativas positivas. A eso se suma que parte importante del MP ahora liderado por doña Miriam Germán, sigue siendo el producto de las mañas de Yanalán Rodriguez. La acusación presentada anoche, con más de mil páginas de contenido y miles de pruebas quizá no juzgue a los imputados sino a una justicia acostumbrada a meter la basura bajo la alfombra.
En una nueva edición de Mesa Central, Iván Valenzuela conversó con Josefina Araos y Kike Mujica sobre la reunión del Comité Central del Partido Comunista, el itinerario constituyente, la discusión constitucional y las próximas fechas eleccionarias.