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Artes
Katia Guerreiro: "Quero dar asas à minha criatividade, porque preciso muito dela para ser feliz"

Artes

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 28:58


No final da semana passada, a cantora de fado Katia Guerreiro deu um concerto caritativo em Massy, na região parisiense, a favor da luta contra o cancro pediátrico. A artista que celebrou há alguns meses 25 anos de uma carreira que para muitos segue o caminho trilhado por Amália Rodrigues, falou com a RFI algumas horas antes deste concerto. Nesta conversa, a fadista evoca as suas andanças pelo mundo e algumas das suas colaborações marcantes, nomeadamente a que teve com o músico e produtor José Mário Branco, falecido em 2019, ou ainda com o escritor António Lobo Antunes que nos deixou há poucos dias. Katia Guerreiro aborda igualmente o seu olhar sobre o fado depois de 25 anos nos palcos e fala da necessidade que tem, por vezes, de cantar algo diferente, como aconteceu por exemplo no seu mais recente álbum, "Mistura", lançado em 2024. A artista evoca também a sua acção como comissária de "Ponta Delgada - capital portuguesa da Cultura 2026". Um activismo que encara como uma "retribuição" por tudo o que tem recebido dos Açores, onde cresceu. Uma conversa que é também um reencontro, passados mais de vinte anos sobre um primeiro contacto, quando então estava no começo do seu percurso no fado. RFI: No ano passado, comemoraste 25 anos de carreira. Isto passou num instante. Katia Guerreiro: Foi a correr. Nós estávamos a fazer contas. Já não nos víamos há 20 anos, não é? E de repente, olha-se para trás e. E faz-se aqui uma retrospectiva, é um momento retrospectiva e que tem de ser mesmo celebrado. Porque efectivamente, acho que tenho motivos de orgulho grandes por andar aqui há 25 anos. Tudo aquilo que eu já construí, que já dei, mas é também uma responsabilidade acrescida, porque daqui para diante terei de continuar dentro desta minha linha de coerência e de consistência naquilo que faço, porque acho que é isso que o público continua a esperar de mim. São 25 anos muito, muito felizes. E eu comecei a comemorar no dia 18 de Junho no CCB (Centro Cultural de Belém em Lisboa), porque foi essa a data que encontrámos disponível para fazer este concerto naquela sala de que eu gosto muito. Mas efectivamente, foi no dia 6 de Outubro a data oficial de comemoração. Mas continuo a prolongar isto porque me sabe muito bem. Neste ano em particular, que estou muito dedicada a uma outra causa que é a capital portuguesa da Cultura em Ponta Delgada, poder continuar a levar a palco um repertório que construí ao longo destes 25 anos. E o meu plano para este ano é cada concerto ser diferente, construir concertos diferentes cada vez que subir ao palco. E revisitar o repertório que eu deixei de cantar. Porque os repertórios vão-se renovando e vamos deixando alguns temas para trás. Mas já tinha saudades de cantar alguns e então vou sempre recuperando alguma coisa em cada concerto e construindo espectáculos diferentes, o que me dá particular gozo não ter de fazer sempre a mesma coisa. Nunca fiz, mas agora de uma forma mais consciente. RFI: Olhando para trás, como é que vês a tua evolução? O que é que talvez mudou na tua forma de encarar o fado, de encarar o canto? Katia Guerreiro: Eu acho que vou tendo uma cada vez maior maturidade na forma como canto e acho que isso se nota na minha voz. Quando vou revisitar os temas antigos, eu percebo que a minha maturidade na voz vai crescendo. Mas procuro sempre que as palavras sejam cantadas com muita verdade. Mas a minha verdade hoje não é a mesma verdade de há 20 anos atrás ou há 25 anos. Portanto, há sempre aqui camadas que se vão acrescentando de histórias de vida que vão fazendo com que haja mais coisas por detrás das palavras que eu canto e, portanto, uma maior intensidade, mas também uma maior maturidade emocional ao lidar com elas. RFI: Foram muitas viagens, muitas voltas, muitas voltas ao mundo e muitas voltas também interiores. Como é que estas viagens influenciaram o teu trabalho? Katia Guerreiro: Influenciam muito, porque quanto mais eu conheço o mundo, mais me fascino com ele. Também tenho algumas desilusões perante tudo aquilo que nós vamos assistindo, que é a realidade das guerras. Isto perturba-nos a todos. Mas estas viagens que vou fazendo e -repara- quando eu toco neste tema, a mim custa-me horrores. Eu fui cantar a Moscovo pouco tempo antes da guerra, com a Ucrânia rebentar. E a mim dá-me particular pena que o mundo não veja que já chega de ganância. Todos têm a sua quota-parte no mundo e não faz sentido nenhum que continuem a lutar por quererem ter mais. Isso é ganância. Fui a Israel antes de rebentar a guerra com a Palestina. Estive na Palestina. Custa horrores imaginar que aquela gente está a sofrer e que se está a perder vidas todos os dias. Essa é a parte triste da vida, nós conhecermos o mundo e percebemos que o mundo está a ser destruído pela ganância humana. Mas ao mesmo tempo, lá está, mais uma vez, o exemplo de Israel e Palestina. Eu andei a circular livremente no país. Estive na Palestina e estive em Israel e as pessoas são todas iguais. Não há diferença dentro do ser humano, por muito que haja uma cultura diferente e uma forma de viver diferente. A verdade é que as pessoas são todas iguais e isso é o que me encanta no mundo. Perceber que por muito que nós encontremos diferenças na língua, na postura social, na cultura, na religião, a verdade é que depois, por dentro, somos todos iguais. Isso é tão bonito de receber e de partilhar. RFI: Tens trabalhado com grandes nomes, grandes nomes da música, grandes nomes também da literatura, grandes nomes como José Mário Branco. Como é que foi? Katia Guerreiro: Foi das experiências mais ricas que eu tive na minha vida. Em primeiro lugar, porque efectivamente, por preconceito meu ou receio eventualmente, achei que o Zé Mário nunca aceitaria trabalhar comigo, porque nós não nos conhecíamos, não tínhamos nenhuma ligação, não havia nenhuma relação. Mas a verdade é que o Zé Mário era um homem muito grande, de espírito, de alma. E é. O Zé Mário acolheu o meu pedido de trabalhar com ele. E na verdade, se no início havia uma relação estritamente profissional, no fim chegámos ao ponto de termos uma relação quase familiar, de muito carinho, de muito respeito. E o Zé Mário no fim, dizer-me que ganhou uma filha e dois netos, isso foi muito, muito gratificante. Chegar a esse lugar de conquista, não foi uma conquista, porque eu não trabalhei para ela. Foi muito natural, tal como ele é. Mas poder ter o privilégio de trabalhar com um homem maior, como era o José Mário Branco, que me transmitiu tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta maturidade, foi de facto muito enriquecedor e transformou-me profundamente. RFI: E como é que foi com António Lobo Antunes que nos deixou recentemente? Katia Guerreiro: Essa foi uma grande pena que tive também com esta perda, o António Lobo Antunes. A história com ele é muito engraçada. Em 2022, eu estava já a preparar o meu novo álbum e foi o João Mário Veiga que me mostrou um livrinho pequenino de poemas que ele tinha lançado como oferta de um dos romances que ele lançou, não me lembro qual. Tinha poemas absolutamente extraordinários. Tinha coisas muito cantáveis, porque eram formas poéticas muito usadas no fado, mas ele não escreveu para fado. Mas aquilo era tudo muito apetecível. E apeteceu-me imenso cantar aquilo. Mas eu, como sempre, tenho sempre o cuidado de sempre que há um autor vivo -já não posso pedir autorização ao Fernando Pessoa, nem ao Camões- mas quando há um autor vivo, eu tenho o cuidado de abordar o autor e de pedir autorização, porque acho que isso é o mínimo de respeito e educação. E andei atrás do António Lobo Antunes a tentar chegar até ele e tive meses nessa tentativa. Tive vários amigos que o conheciam, que lhe escreveram cartas, que lhe telefonaram. E a determinada altura, há uma carta que chega a bom porto e eu estava a gravar um documentário para o Japão -foram a Portugal gravar um documentário comigo- e estava no camarim a arranjar-me antes de ir gravar. E recebo um telefonema que começa assim "Boa tarde Katia Guerreiro. Daqui é António Lobo Antunes". E a minha resposta foi imediatamente "António!!!!!!". Parecia uma criança! Parecia que estava a ver o Mickey Mouse! Estivemos a conversar algum tempo e foi deliciosa aquela conversa. E a determinada altura eu disse-lhe "António, já sabe que eu quero cantar uns poemas seus, identifiquei este e este e este. Apetecia-me cantar tudo, mas tenho estes preparados. O António autoriza-me?". E ele diz "A menina pode cantar tudo!". E portanto, a partir daí, o António caiu nas boas graças e conhecemo-nos depois pessoalmente, muito pouco tempo depois, porque o Júlio Pomar lançou um livro que tinha o prefácio escrito pelo António Lobo Antunes. O livro ia ser apresentado pelo António Lobo Antunes e então conheci-o nesse dia de apresentação e cantei os poemas do António nessa noite. E pronto, fiquei assim com um carinho muito especial pelo António. Voltei a gravar poemas dele e continuo a cantar António Lobo Antunes sempre e com muito orgulho. E agora canto ainda com mais privilégio na alma. Era de facto um ser superior, com uma visão muito interessante da vida e do mundo, com um realismo muito profundo. E eu vou manter esta alegria de poder ter tido contacto com o António. Foi mesmo uma grande honra. RFI: Nas entrevistas que vais dando, falas muito de "fugir" ou não ao fado. Volta e meia também foges um pouco. Como é que encaras essa "fuga"? Katia Guerreiro: Não é bem fugir. Quando eu faço coisas diferentes, é dar um bocadinho azo à minha liberdade criativa. Eu sou fadista de corpo e alma. Mas eu sofro inspirações várias. Eu não oiço só fado. Eu não cresci, sequer a ouvir fado. Portanto, eu tenho outras referências musicais e elas também me inspiram, também me alimentam. E é uma sensação de respirar fundo e poder fazer diferente. Eu, no fundo, sou um espírito livre e vou fazendo aquilo que me apetece. Não vou só à procura de respeitar os cânones ou de ser uma artista metida dentro de uma caixa. Eu tenho as minhas asas soltas e vou voando em vários territórios musicais. E eu gosto muito disso. Dá-me muito prazer e enriquece-me também. Este ano, tenho feito precisamente aquilo que eu me predispus a fazer, que é não ter planos nenhuns e portanto, vou gravando aquilo que me apetece. Apresentam-me canções, apresentam-me temas que não têm nada a ver com fado e se me apetece gravá-los, eu gravo. Tenho tido esta liberdade criativa e artística. Acho que não tenho nada a provar a ninguém. Sou muito fadista e isso vê-se muito bem em cima das tábuas de um palco. RFI: Tens cantado músicas com o espírito do fado, mas que não são propriamente fados. Introduziste também o piano. Isto é uma novidade. Como é que isto surgiu? Katia Guerreiro: Foi surgindo exactamente pelos cruzamentos artísticos que nós vamos tendo. De repente, tenho o Toli César Machado, dos GNR, que me oferece um tema, o "Capitães da Areia" com letra do Helder Moutinho. Eles oferecem-me esta música e aquela música remete-me efectivamente para um ambiente intimista, acompanhado por um piano. Eu não conseguia ouvir guitarra portuguesa naquela história que cantei e, portanto, ainda mais conhecendo o João Bernardo, que é um pianista extraordinário, o meu conterrâneo açoriano. Apeteceu-me muito criar esta linguagem, com aquele tema, com aquela história que é tão bonita. Uma história de amor lindíssima. E apeteceu-me criar isto. Entretanto, aconteceu com outros temas que foram aparecendo. O Carlos Leitão oferece me o "É tão longe a minha casa", que é uma declaração de amor também à minha terra. E aí criou-se um ambiente muito misto, onde estão as violas da terra dos Açores. Fui voltar às minhas origens. Aparece o piano também aqui a fazer um contorno às violas da terra. Mas também tenho os meus músicos de fado a tocar, portanto, misturei aqui os diversos ambientes que me trouxeram todo o universo musical em que eu vou andando. Agora, mais recentemente, lancei o "Gracias a la Vida", porque acabo de celebrar 50 anos de vida. E eu tinha este tema há muitos anos. Cantei há muitos anos, num jantar oficial oferecido à Presidente Bachelet, em Lisboa. Quis oferecer-lhe esse mimo e fiquei, desde essa altura com vontade de gravar isto. Já lá vão 18 anos por aí. Fiquei com vontade de gravar este tema, não sabia quando. E fui guardando. E depois, entretanto, fui fazer uma turnê na América Latina. Cantei o "Gracias a la Vida" e foi um sucesso nos espectáculos que o público me pedia para gravar. Ainda assim, fui adiando, adiando. Até que agora, estava chegar aos meus 50 anos, há uns meses atrás e pensei "Sim, vou gravar o "Graças a la vida"". E então fui buscar não só o piano como a guitarra portuguesa, o contrabaixo, a viola. Mas depois trago um elemento da América Latina para compor este ambiente de uma canção que é da grande Violeta Parra. Lancei-o no Dia Internacional da Mulher, como uma homenagem a uma mulher muito inspiradora como a Violeta Parra, com um espírito muito livre. E sim, acho que é o momento de dar graças à vida por existir. RFI: Falaste do regresso às raízes, aos Açores. Participas este ano em 'Ponta Delgada, capital portuguesa da Cultura 2026'. Como é que é? Katia Guerreiro: É um grande desafio, mas uma enorme honra ter esta missão entre mãos. Há quem ache que eu sou embaixadora e que dou a cara pela capital portuguesa da Cultura. É um bocadinho mais do que isso. Sou mesmo programadora de todo o evento que decorre durante todo este ano de 2026, em Ponta Delgada, e que abraça todas as áreas da cultura ou pelo menos quase todas, porque a cultura é um conceito muito lato. Temos eventos na área das artes visuais, da arquitectura, da gastronomia, que é tão forte, tão importante, é uma identidade cultural muito forte nos Açores. A religiosidade também é uma das áreas que nós abraçamos. A antropologia e a etnografia porque, efectivamente há um lado de tradições muito importante. Mas depois a música, a dança, o teatro, as artes inclusivas. E temos ainda um programa muito importante na área do serviço educativo, que é de oferecer projectos culturais às crianças, às novas gerações, mas não só desde a primeira infância até aos mais velhos. Passamos pela universidade, temos projectos culturais em protocolo com a Universidade dos Açores e também para os seniores, e estamos a desenvolver projectos muito importantes que vão ficar para o futuro, porque é mais isso que me importa. No fundo, quando eu recebo este convite, eu não consegui voltar-lhe as costas, mesmo isso implicando eu reduzir alguma actividade artística minha. Porque é a minha terra. Tenho um grande amor pela minha terra e senti que era o momento de eu retribuir à minha terra tudo aquilo que ela me deu e me dá enquanto construção da minha identidade individual. É aquilo que eu me propus fazer. Foi levar toda a minha experiência, toda a minha visão do que eu tenho recebido pelo mundo fora, daquilo que a cultura pode oferecer e pode contribuir para um melhor desenvolvimento humano. E sim, eu acredito que a educação e a cultura são dois dos pilares fundamentais para o desenvolvimento humano. E neste momento, acho que acho que todos nós temos consciência da crise que existe, com uma certa aculturação das novas gerações que acabam por conduzir a seres humanos com menos sentido crítico, menos pensamento próprio, menos capacidade de decisão. Com a minha equipa -tenho uma equipa maravilhosa que constituí- tenho desenvolvido um trabalho que procura precisamente ir à raiz do problema, tentando deixar sementes para que as crianças, os jovens, tenham uma perspectiva de futuro diferente. Não nos esqueçamos que estamos a falar de um território ultraperiférico, muito isolado no meio do Atlântico, que tem menos acessibilidade a tudo aquilo que acontece no continente. E aquilo que nós nos propomos fazer é não só valorizar e projectar aquilo que se produz culturalmente no território que é muito rico, mas também promover no território projectos que dificilmente conseguem chegar, porque os custos para conseguir chegar, fazer levar projectos de grande envergadura ao território são muito, muito elevados. São quatro vezes superiores a fazer qualquer coisa no território continental. São as viagens, são os alojamentos, são as refeições. Tudo isto custa quatro vezes mais. E, portanto, este é o ano em que nós temos de aproveitar para oferecer à comunidade nos Açores uma programação diferenciadora e estamos muito orgulhosos pelo trabalho que estamos a desenvolver. O público está a aderir. Estão a querer acompanhar toda a nossa programação e mais do que isso, é chegar ao fim e dizerem "a vossa programação está a ser de excelência. Obrigada por isto". E portanto, ficamos mesmo muito felizes. O convite é: visitem Ponta Delgada, porque há muita oferta cultural a par da maravilha que é aquele lugar mágico em natureza e natureza humana também. RFI: Isto é o começo de um novo percurso. Katia Guerreiro: Não sei, não me parece. Eu acho que esta é uma experiência muito rica, muito enriquecedora. E acontece precisamente por eu querer, no fundo, contribuir para a minha terra, poder com tudo aquilo que eu tenho vivido, aprendido e crescido, poder contribuir, oferecer, devolver à minha terra um pouco daquilo que eu tenho ganho na vida. Não me parece que esse seja o percurso que eu vá seguir. Eu gosto muito do palco. Eu gosto muito de cantar e estar hoje aqui a cantar na ópera de Massy é de facto muito libertador, porque hoje tenho a possibilidade de libertar-me da responsabilidade de todo este trabalho, que é um trabalho minucioso, quase um trabalho de filigrana, que envolve muitas questões, nomeadamente contratação pública, temas com os quais eu nunca achei que ia ter de lidar na minha vida. Mas pronto, também estou a crescer com isto. Estou a aprender muita coisa, está a ser muito bonito. E mais do que tudo, é cruzar-me com pessoas maravilhosas. Tenho tido contacto com projectos culturais absolutamente incríveis. Acho que estou a crescer muito. Estou a ficar mais crescida ainda. RFI: Apesar de não haver planos. Há um plano relativamente, por exemplo, a essas gravações que vais fazendo. Há algo novo, que está a crescer, que está a nascer? Katia Guerreiro: Eu acho que sim. Este ano em que eu estou a seguir o não ter planos acaba por me ir ajudando a construir alguma coisa que é um caminho um bocadinho errático ou desconhecido. Agora apetece-me fazer isto. É o que eu vou fazer. Eu acabo de gravar o "Graças a la Vida" e cruzo-me com um fado tradicional que eu nunca tinha ouvido, porque são centenas de melodias tradicionais e já estou com vontade de explorá-lo e de encontrar palavras para ele e quiçá possa vir a ser o próximo tema que eu vou gravar. Mas é isto que eu estou a fazer e se calhar chego ao fim e gravo mais algumas coisas e posso lançar um álbum que é o resultado de tudo isto. Vamos ver se é coerente, se faz sentido. Mas eu acho que eu, estando neste momento com esta missão, quero dar asas de facto à minha criatividade, porque preciso muito dela para me alimentar e para ser feliz. Mas eu creio que também estou aos poucos a criar dentro de mim um plano para que depois eu volte à minha actividade regular artística. Eu não quero sair dos palcos, eu não quero desaparecer. Quero mesmo muito que as pessoas confiem que eu estou a fazer este caminho com um propósito. Ele está-se a definir. RFI: Quais são os próximos encontros no palco nestas próximas semanas, nestes próximos meses? Katia Guerreiro: Bom, agora estou aqui e estou muito feliz com o espectáculo que vou apresentar, mas tenho agora o que está previsto. Vou fazer uma turnê nas ilhas dos Açores. Não tem nada a ver com a programação da 'capital portuguesa da Cultura'. Foi um convite que me foi feito e vou cantar em sete ilhas dos Açores, o que é lindo, porque vou fazê-lo na minha terra. Aliás, vou cantar em ilhas onde nunca cantei e essa é uma turnê que me vai obrigar a estar de férias da capital, mais ou menos de férias porque nunca consigo estar de férias totalmente. Mas vou fazer essa turnê. Tenho várias coisas planeadas. Tenho também um concerto no Porto que me tem dado algum trabalho também, porque é algo complexo, mas depois disso tenho concertos pelo país. Vou a Roma também, vou voltar à Roma e vou seguindo!

História em Meia Hora
LANCEI UM JOGO DE TABULEIRO! CONHEÇA O IMPERIALISMO: AMÉRICA

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 2:31


FINANCIAMENTO COLETIVO DISPONÍVEL! COLABORE E RECEBA O SEU IMPERIALISMO: AMÉRICA:https://apoia.se/imperialismoamerica

Live Talks Por Paula Quintão
#714 Enrosco. Lancei e Não Vendeu, Chorei

Live Talks Por Paula Quintão

Play Episode Listen Later Nov 13, 2024 14:03


Sessão de Enroscos, por Paula Quintão

sess vendeu chorei lancei paula quint
Mensagens do Meeting Point
#11 livres: de dentro para fora

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Jul 14, 2024 2:44


devocional gálatas leitura bíblica Meus irmãos, apresento-vos um exemplo da vida corrente: quando alguém faz um testamento em forma legal, ninguém o pode anular nem acrescentar nada. Ora bem, Deus fez as suas promessas a Abraão e à sua descendência. A Escritura não diz «aos seus descendentes», como se se tratasse de muitas pessoas, mas à tua descendência , indicando assim uma só pessoa, que é Cristo. O que eu quero dizer é isto: Deus fez um pacto que é válido. A lei , que veio quatrocentos e trinta anos mais tarde, não podia anular aquele pacto e deixar sem valor a promessa de Deus. Ora, se aquilo que Deus dá como herança dependesse da lei, não seria através da promessa. Mas foi pela promessa que Deus o concedeu a Abraão. Gálatas 3.15-18 devocional A fé é a base do relacionamento que Deus deseja que eu estabeleça com Ele. Aliás, foi sempre assim desde o início dos tempos. Antes mesmo da Lei ter sido entretecida e apresentada como veículo para agir em conformidade com o carácter de Deus, já o caminho da graça tinha sido percorrido. O trilho da fé, além de ser bem mais antigo que o da Lei, é-lhe superior. Logo, em nenhuma circunstância pode ser abafado ou acrescentado. A expectativa de Deus continua a ser que eu confie n'Ele ilimitadamente. Sendo indesmentível que os Seus mandamentos me ajudam a andar na linha, também é certo que não os consigo cumprir à risca. Como tal, assento a minha confiança no Seu favor e na Sua misericórdia. Vivo para Lhe agradar, depositando n'Ele a minha confiança. É para Jesus que olho. Sim, em Cristo me firmo. Uma palavra Sua me basta para avançar. Agora, vivo solto das amarras que Ele mesmo desembaraçou. Larguei o percurso do perfeccionismo religioso que me mecanizou, tornando-me árido por dentro. Deixei de tentar, na minha imperfeição, atingir a perfeição de Deus. Abandonei a luta que, desesperadamente, travava comigo mesmo. Resolvi, simplesmente, entregar-me a Ele. Lancei-me nos Seus fortes braços. Aventurei-me a saltar para o Seu colo. Aninhei-me lá, descansando na Sua promessa: Perdão total e vida para sempre. - jónatas figueiredo

Juliana Goes Podcast
88. Como aprender a se admirar | Juliana Goes Podcast

Juliana Goes Podcast

Play Episode Listen Later Feb 19, 2024 17:46


Lancei meu segundo livro, compre nesse link! https://bit.ly/esqueçasuamelhorversão Se te oferecessem uma cápsula do tempo, o que você faria diferente? Nesse episódio eu trago muito dos aprendizados que eu adquiri perto de completar meus 40 anos e de que forma eles ajudariam a Juliana de 18 anos lá atrás. Cada um tem uma história, uma vivência e é claro que eu só sei o que sei hoje por conta de todos as histórias que passei ao longo da vida, mas se eu pudesse falar com a menina que fui um dia eu daria boa parte desses conselhos pra ela. Espero que essa mensagem ecoe por aí positivamente, e se eu conseguir transformar a vida de ao menos uma mulher seja com meu novo livro, meus projetos, palestras, mentorias meu trabalho está feito. Quando uma mulher desperta outras a sua volta se libertam e assim a roda gira. Então hoje eu te convido a ousar e arriscar, tenho certeza que esse será um movimento importantíssimo para você se olhar no seu futuro como eu também me olhei e perceber o tanto que você evoluiu simplesmente por ter se escolhido. Se você gostou desse episódio, faz essa mensagem chegar para mais mulheres! Um beijo e até o próximo. COMUNICADO: durante as próximas semanas passaremos por uma reestruturação no Juliana Goes Podcast para voltar ainda melhor pra vocês! Novos episódios serão liberados em abril (ou antes disso

Juliana Goes Podcast
87. Como recalcular a rota | Juliana Goes Podcast

Juliana Goes Podcast

Play Episode Listen Later Feb 12, 2024 24:54


https://www.editoragente.com.br/esqueca-sua-melhor-versao-7188/p -> Lancei meu segundo livro, compre agora nesse link! Eita que esse episódio tá recheado! Minha amega, foram tantos assuntos abordados que te convido a ouvir com calma e presença. Falamos sobre a importância de se ouvir para encerrar ciclos necessários, sobre plantar as sementes e deixar elas germinarem no tempo das pessoas, de recalcular a rota e de deixar as pessoas livres para serem quem elas são. Contei sobre um dos meus recomeços mais importantes na internet que aconteceu lá em 2016. Você está aqui desde essa época? Espero que essa mensagem chegue até você com muito carinho e que você perceba cada vez mais a importância de ser, porque isso transforma não só você como as pessoas a sua volta! E se quiser quer ler mais sobre esses assuntos compre meu segundo livro, 'Esqueça Sua Melhor Versão', o link ta aqui em cima! Compartilha esse episódio com mais pessoas para chegarmos cada vez mais longe!

BINGO!
MISTÉRIOS E AFLIÇÕES NA DA SEXUALIDADE NA VELHICE (TANIA CELIDONIO) | PLE #188

BINGO!

Play Episode Listen Later Feb 6, 2024 43:26


Jornalista desde 1977. Trabalhei em jornais, emissoras de TV, rádio e em produtoras de vídeo. Sou também roteirista e diretora de programas. Desde 2016 tenho escrito sobre temas  importantes pra mim, como velhice e relacionamentos familiares. Lancei dois livros: Ela, Eles e Todos Nós e Mistérios e Aflições da Sexualidade na Velhice, os dois pela Terra Redonda Editora. Somos um podcast literário. O Pod Ler e Escrever conversa com autores, produtores de conteúdo e demais profissionais do livro. Sempre de forma livre, descomplicada e leve. Toda semana, dois novos convidados ao vivo!

Juliana Goes Podcast
86. Lancei meu segundo livro | Juliana Goes Podcast

Juliana Goes Podcast

Play Episode Listen Later Feb 5, 2024 21:01


https://www.editoragente.com.br/esqueca-sua-melhor-versao-7188/p -> Compre meu segundo livro na pré-venda e garanta um encontro ao vivo comigo! Minha segunda obra tá no ar minha amega! Quem me acompanha de pertinho pelo Instagram viu essa minha conquista tão importante da minha vida profissional, mas também pessoal. Aqui compartilhei alguns dos desafios, como me organizei com os prazos para lançar o livro no mundo e como fiz para lidar com a voz interior que insiste em tentar nos sabotar quando conquistamos algo importante pra nós. Acontece com você também? Por aqui também acontece comigo, a diferença é que ao longo de mais de 10 anos estudando comportamento aprendi a silenciar essa voz um pouco mais rápido. Falamos sobre a importância de darmos os próximos passos, de usar os conhecimentos que você já possui agindo, colocando em prática. E do porquê ficar esperando a sua Melhor Versão pode te levar a inércia e não a ação. É preciso de coragem minha amega, é sobre isso um dos principais temas da minha obra! Fica aqui meu convite super especial para essa leitura. Vamos juntas? Obrigada por estarem aqui comigo há tanto tempo, essa conquista é nossa também! Compartilha essa mensagem com quem mais precisa ouvir esse episódio.

Sveja
#436 Il racconto esotico di Termini lo fa Cicalone, intimidazioni a Don Coluccia, il Museo di via Tasso in bilico e altre storie di Roma

Sveja

Play Episode Listen Later Jan 5, 2024 24:37


Venerdì 5 gennaio 2023 i giornali sono letti da Cecilia Ferrara giornalista free lanceI titoli dei giornali oggi riguardano ancora la situazione di Termini dopo l'aggressione ad una lavoratrice di 51 anni, che per 400 euro si alza tutti i giorni alle 3 di notte per andare a lavorare all'Eur. Ma quello che fa sensazione non è il lavoro sfruttato ma il racconto esotico della stazione di Roma e, su Repubblica, si affida il commento sociologico a Simone Cicalone. Nessuno che intervisti chi Termini la frequenta e l'ascolta come Mama Termini, Sant'Egidio, Casa Famiglia Ludovico Pavoni e molti altri. Per la cronaca si parla anche della presunta intimidazione nei confronti di Don Coluccia il cosiddetto prete anti pusher di San Basilio, che a Tor Bella Monaca aveva un incontro con gli scout. Il Museo della Resistenza di via Tasso è da settembre con il CdA scaduto, il presidente uscente Antonio Parisiella resiste e continua ad aprire al pubblico. L' emergenza Covid affolla i pronto soccorso e i medici suggeriscono di indossare la mascherina.Sulla mobilità tre notizie: lo sciopero dei tassisti contro le nuove regole dell'amminstrazione, aggiudicato l'appalto per la nuova tranvia sulla Togliatti e i cicloattivisti si mettono a ridisegnare le piste ciclabili ormai scolorite. Foto di Miriam Ali Sveja, è un progetto di comunicazione indipendente con il sostegno di Periferiacapitale, il programma per Roma della fondazione Charlemagne

Isabela Matte Podcast
#30 - Lancei meu primeiro livro!

Isabela Matte Podcast

Play Episode Listen Later Sep 9, 2023 26:05


Nem acredito que chegou o dia. Esperei mais de 9 meses para dividir isso com vocês. A ansiedade de dividir o porquê de eu ter escrito especificamente esse livro, era gigante, e está sendo compartilhada agora nesse episódio. Meu primeiro livro, O Jovem Digital, está oficialmente anunciado e na pré venda! Você já pode comprar ele online, no link abaixo. Meu livro: https://encurtador.com.br/tvPV4 CREATORS by imatize : cutt.ly/creatorslink  • Instagram: @isabelamatte • TikTok: @isabela.matte • Loja de roupas: https://www.isabelamatte.com.br • Coluna Forbes BR: https://forbes.com.br/forbes-colunas/colunista/?nome=isabela-matte • Programa TV - Xeque Matte: https://www.youtube.com/watch?v=NAh3-EC3d3I&list=PLdpHpJ44lI4QvLyW_3A06mxACCwxbuoGP&pp=iAQB

Podcast Universitário
#157 - Terminaram as Candidaturas ao Ensino Superior e Lancei um Site!!!!

Podcast Universitário

Play Episode Listen Later Aug 8, 2023 7:24


Terminaram as candidaturas então deixo-vos algumas informações importante e LANCEI UM SITE!!! https://podcastuniversitario.pt

Peitica Podcast
Lancei o Centésimo Peitica e um E-book pela Amazon! - S05E100

Peitica Podcast

Play Episode Listen Later May 26, 2023 40:54


Centésimo Peitica chegando como?? Daquele jeito! Foi uma longa caminhada até aqui, mas foi muito bom fazer esses 100 episódios com vocês. Pra comemorar vamos fazer igual aniversário de Supermercado, a festa é nossa mas o presente é pra vocês! Pra comemorar lancei um E-book na Amazon e está de graça! Sextou com o Peitica.

Podcast Studio FKM
Programa Backstage entrevista Thaís Michelone

Podcast Studio FKM

Play Episode Listen Later May 25, 2023 45:51


Adolescente tive aulas de violão, guitarra, bateria e apenas mais tarde algumas aulas de canto. Desde os 13, 14 anos me juntava com os amigos para fazer um som em casa. Na época tocávamos mais punk rock e grunge. Eu tocava guitarra, bateria e “cantava”. Minha primeira banda se chamava Ovel Hane e era uma banda só de mulheres. Na época, eu tinha 15 anos, tocava guitarra e fazia backing vocal. Fiz faculdade de Fotografia e trabalhei por alguns anos atuando como Professora de Inglês e Fotógrafa (até pouco tempo). Final de 2009, me juntei à Volúpia di Baco e o início da banda foi um grande desafio para mim, pois tive muita dificuldade para começar a cantar em público. E, logo que me juntei a eles, (com zero experiência) tínhamos gravações em estúdio marcadas e um show de abertura para a banda norueguesa, Theatre of Tragedy, em SP. Escrevi algumas poucas músicas antes, mas foi em 2017 que resolvi tirar os sonhos do papel e lancei duas músicas no formato live session para o canal do Estúdio Resistência no YouTube com o meu projeto solo, Ella. Além disso, também estava trabalhando num EP com quatro músicas, no mesmo período, mas diante de algumas experiências ruins, interrompi o processo e apenas agora, muitos anos depois, estou retomando o meu projeto pessoal. Lancei no final do ano passado uma live session com 7 músicas autorais (sendo uma delas Yellow Wallpaper que compus com a Ousel) e 1 cover de Leonard Cohen, gravada com recurso da Lei Aldir Blanc. Me juntei à Ousel em 2020, em plena pandemia, o que foi bastante desafiador. Meu primeiro material lançado com eles foi uma live session para a DKFM Shoegaze Radio, a primeira vez que encontramos pessoalmente, já para gravar o material. Lançamos outras live sessions no mesmo ano, inclusive com o recurso Aldir Blanc. Lançamos o vídeo clipe de Whispers, 3 singles (Whispers, Coffee Break e Yellow Wallpaper) e hoje em dia estamos trabalhando em um EP com letras em Português, marcando uma nova fase para a banda.

Arquitetura Entre Vistas
EP.100 Último Episódio - Ouvintes, Arquitetura Entre Vistas

Arquitetura Entre Vistas

Play Episode Listen Later Oct 15, 2022 41:14


Dois anos depois, chegamos ao episódio 100.Penso que, há dois anos, nem sabia contar até ao número 100.  ;)Se, até agora, cada episódio tinha um convidado, para o último episódio, abri o debate aos ouvintes propondo, numa open call, que eles próprios se fizessem convidados.Lancei a questão: “Sobre o que falamos quando, hoje, falamos de arquitetura?”. Pedi-vos que escolhessem uma palavra e explicassem o vosso ponto de vista.Reconheço a dificuldade do desafio. Por isso mesmo reconheço, também, a sua relevância. O “hoje” faz-se de todos nós, por isso, a pertinência deste exercício está em todas estas respostas colocadas lado a lado.Será que a relevância da Arquitetura está no facto de não sabermos, ao certo, o que ela é? Estará a relevância da Arquitetura na sua procura? Se a dermos por encontrada, será o seu fim… Pelo bem da arquitetura, sugiro que continuemos a fingir que não sabemos nada sobre ela. OBRIGADA a todos os arquitetos e atelier que aceitaram tomar parte neste desafio, obrigada por tudo o que me (e nos) ensinaram. OBRIGADA a todos os curiosos que foram ouvindo o podcast e por terem acreditado neste projeto tanto quanto eu.O Arquitetura Entre Vistas não termina aqui. Até lá, ficam com um acervo de 100 entrevistas para ir ouvindo.Em nome do Arquitetura Entre Vistas…até já.Participantes: Amália Miranda, Ana Baptista, Ana Costa Silva, Ana Isabel Santos, Ana Rita Gomes, Atelier Realité, António Costa Lima Arquitectos, Cristina Mendonça, Cristina Veríssimo, Daniel Félix, Daniela Silva,  Diana Máximo Queirós, Diogo Burnay, Emanuel Grave, Fernando Salgado, Filipe Paixão, Francisca Maria, Inês Reis, Ivo Poças Martins, Joana Carvalho, Joana Moreira, João Baptista, João Costa Ribeiro, José Carlos Nunes de Oliveira, Luis Pereira Miguel, Manuel Tojal,  Marta Campos, Marta Ferreira, Miguel Marcelino, Patrícia Sousa, Paulo Martins Barata, Paulo Merlini, Pedro Carrilho, Pedro Matos Gameiro, Rita Aguiar Rodrigues, Rúben Teodoro, Rui Filipe Pinto, Sauro Agostinho, Simão Jorge, Tiago Antero, Vasco CorreiaModeração: Ana Catarina Silva (estudante de arquitetura)

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
867 | Maria Teresa Portal Oliveira — Género Mulher | Uma Mulherzinha Não. Um Mulherão!

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

Play Episode Listen Later Aug 22, 2022 0:56


Maria Teresa Portal Oliveira nasceu a 5/7/1955 em Paranhos, Porto. Cursou Filologia Germânica, na Univ. do Porto. Foi professora 42 anos e elemento da gestão da escola/ agrupamento durante 25 anos. Criou O PEQUENO JORNALISTA, o jornal escolar que ganhou prémios. É cronista de O REFLEXO, o jornal de Caldas das Taipas e, atualmente é escritora e poetisa. Tem publicado um livro infantojuvenil “Bruxas Bruxinhas” na Trinta-por-uma-linha, um conto juvenil na Coletânea Philia de Contos Juvenis- Eu leio um conto 2021 “Ruivinho”. Tem mais prémios no Brasil. ►► Apoie pequenas editoras. Compre livros de autores independentes! https://loja.tomaaiumpoema.com.br/ _________________________________ Maria Teresa Portal Oliveira — Género Mulher Nasci sem ser esperada Muito menos desejada Queriam macho homem… mulher não. Cresci e amei Uma outra filha das trevas Quebrei rígidas regras Fui desprezada xingada Não deixei de ser mulher… homem não. Trabalhei duramente Teimosamente segui em frente Engenheira de profissão Recebia menor vencimento Que o colega da produção Por ser do género mulher… homem não Virei-me para a política Desvirei os direitos das mulheres Desfolhei inúmeros malmequeres Incendiei muitos quereres Quem me ouviu e me seguiu? Mulheres… homens não. Lancei alto a minha voz De mulher homossexual assumida As palavras seguiram para a foz Acabei por singrar na vida Lutei pelas mulheres desde então Pelos homens não. _________________________________ Use #tomaaiumpoema Siga @tomaaiumpoema Poema: Género Mulher Poeta: Maria Teresa Portal Oliveira https://tomaaiumpoema.com.br ATENÇÃO Somos um projeto social. Todo valor arrecadado é investido na literatura. FAÇA UM PIX DE QUALQUER VALOR CNPJ 33.066.546/0001-02 ou tomaaiumpoema@gmail.com Até mesmo um real ajuda a poesia a se manter viva! #poesia | #poemas | #podcast

Conversas Para o Lixo
Episódio 27 - Criadores de Conteúdo e as nossas Inspirações

Conversas Para o Lixo

Play Episode Listen Later Aug 17, 2022 46:28


Vou aproveitar este espaço em meu benefício para promover o meu livro. Porque acho que deveriam comprar este livro? Porque foi feito em concreto para os ouvintes do podcast. Sinto que as pessoas que me acompanham no podcast são aquelas que me conhecem melhor, mas que poderão ter interesse em saber mais sobre mim e as minhas opiniões. E quem não quiser saber de mim para nada, espero que se sinta inspirado em finalmente dar algum dinheiro para apoiar este podcast, apoiando-me a mim. A decisão é vossa. Eu criei as minhas expectativas e fica do vosso lado a responsabilidade. Em relação ao episódio, eu lancei um livro que maravilhou a Mariana. Lancei um livro e descrevemos as pessoas que nos inspiram, na sua maioria autores, obviamente. Finalmente, lancei um livro e avaliei looks de outras pessoas porque sim. Nem tudo tem que fazer sentido. Quem ler que me deixe a sua opinião. Quem não comprar não tem o meu perdão. PS: O próximo livro vai ser de poesia.

Futebol de Verdade
O que vai mudar no meu Substack I

Futebol de Verdade

Play Episode Listen Later Jun 28, 2022 64:17


Lancei um inquérito aos quase três mil subscritores do plano gratuito do meu Substack. Li atentamente todas as vossas respostas. Já tinha algumas ideias acerca do que vou fazer no regresso de férias. E as respostas levaram-me a ter mais certeza de algumas coisas, mas também a pôr outras em dúvida. É no sentido de esclarecer quem mais importa, que são vocês, e de continuar a acolher as vossas opiniões e sugestões que lancei duas emissões especiais do Futebol de Verdade - esta é a primeira, a segunda passa em todas as minhas redes sociais no dia 30 de Junho às 19h. Não falei de futebol mas sim do serviço que presto através do Substack, a plataforma que escolhi para me manter no ativo como jornalista. Durante uma hora, nenhuma dúvida razoável ficou sem resposta.

Francamente
#407 - Jota Wagner | DJ e produtor

Francamente

Play Episode Listen Later Apr 11, 2022 77:26


Assista no Youtube: https://youtu.be/eXPcie5NnzM Jota Wagner tem mais de 20 anos de experiência na indústria da música brasileira como DJ, jornalista de música, gestor de uma gravadora digital, produtor cultural e compositor. Cobriu os mais importantes festivais de música em São Pauo durante dois anos, escrevi sobre a carreira de diferentes produtores musicais, resenhei álbuns e compilações de artistas nacionais. Como DJ, passou mais da metade da vida pesquisando musica e as promovendo através de club gigs, podcasts e shows de rádio. Lancei duas compilações em CD e mais de vinte EP nos formatos vinil e digital, lançados por gravdoras brasileiras e internacionais. Contato: https://www.linkedin.com/in/jotawagner/ https://www.instagram.com/jota.wagner/ Ficha técnica: Programa Francamente: https://mov8.com.br/francamente/ https://www.instagram.com/programa_francamente Apresentação: Tainan Franco https://www.instagram.com/tainanzf/ Produção: MOV8 https://www.instagram.com/mov8produtora/ https://mov8.com.br Edição de Vídeo: Felipe Gonçalves (MOV8) www.instagram.com/felipegoncalvez_ Transmissão de segunda a sexta às 12h00 - Rádio Difusora de Jundiaí https://www.instagram.com/difusorajundiai

Cala-te Mariana
Cala-te com os teus fracassos

Cala-te Mariana

Play Episode Listen Later Feb 7, 2022 34:11


Fracassei? Ou só escolhi um rumo diferente para a minha vida? Temas abordados: (0:00) Lancei uma loja no Etsy - https://etsy.me/3L8KkGF [código de desconto: calatemariana para 20% off em qualquer dos planos] (10:29) Os meus fracassos (28:59) Cenas boas que já fiz (30:01) Reflexão filosófica - Vou arrepender-me da minha vida?

VABOcast
Ep16: Falar em público é para você!

VABOcast

Play Episode Listen Later Jul 28, 2021 11:06


Lancei meu livro Falar em público é para você! e neste episódio do VABOcast mostro que nossas jornadas são compartilhadas e a importância da oratória e da escutatória na sua vida! Trilha sonora [Podcast] Me dê um alô no instagram: @vabo23 | Visite: blogdovabo.com | Contato: vabocast@gmail.com | Livro do Vabo: http://amzn.to/3hjz6BX

Café & SaltoAlto
Café&SaltoAlto #21

Café & SaltoAlto

Play Episode Listen Later May 4, 2021 7:43


Oie saudades de vocês... pra começar o mês de maio na reflexão! Moda consciente e moda sustentável, sua importância, dados assustadores de descarte e consumo! Lancei um desafio! O que tem dentro do seu guarda-roupa! Bjsss e sigam o podcast @cafeesaltoalto --- Send in a voice message: https://anchor.fm/cristiana-carvalho/message

moda oie lancei
Economia
Economia - No meio do caminho, uma pandemia: Covid interrompe ascensão de chefs brasileiros em Paris

Economia

Play Episode Listen Later Apr 7, 2021 6:12


A pandemia de Covid-19 atingiu em cheio a ascensão de chefs brasileiros em Paris, que há anos batalhavam por um lugar ao sol num meio altamente concorrido. Com os restaurantes fechados há meses, eles contam à RFI como têm conseguido manter o sonho de ter o próprio restaurante em uma das capitais mais importantes da culinária no mundo. Lúcia Müzell, da RFI Os problemas começaram antes mesmo da pandemia, com o movimento dos coletes amarelos e a longa greve nos transportes em 2019 e início de 2020. Até que veio nada menos do que uma pandemia para acabar de vez a frequentação dos turistas, os maiores clientes dos restaurantes gastronômicos. "A clientela foi baixando, aí tivemos que baixar custos no restaurante e começou todo um processo de problemas. Foi impressionante como foi um atrás do outro, mas como um bom brasileiro, sempre guardei a esperança”, relembra o chef mineiro Alexandre Furtado, à frente do Bistro Paradis e do recém aberto Pitanga. "A gente acompanha os movimentos e sabe o que está acontecendo, e sabia que a hora da cozinha francolatina era agora. E caiu na hora errada. Esse Covid estragou tudo." O restaurante, citado pelo jornal Le Monde como “a nova cena da cozinha brasileira”, fazia sucesso em Paris ao aliar ingredientes exóticos ao savoir faire francês. Foi recompensado pela prefeitura de Paris e manteve por meses a 7a colocação entre as melhores mesas da cidade em uma famosa plataforma internacional de turismo. Alexandre aproveitava o bom momento para preparar a abertura de um segundo endereço, o Pitanga, a poucos metros do Museu do Louvre. Era ali que ele planejava subir mais um patamar e, quem sabe, almejar uma estrela do respeitado guia Michelin. Gastronomia para levar? Mas diante da avalanche da pandemia, só lhe restou o caminho inverso: rebaixou o Bistro Paradis de semi-gastronomique para street food e reabriu com outro nome, Mina’s, com serviço de entrega. Era a única alternativa para poder continuar funcionando. "Como diz o ditado, a gente come primeiro pelos olhos, e depois é que vem a sensação gustativa. Mas você tem que colocar num pote para a pessoa levar, balançar e quando chegar ainda tem que estar comestível. Acaba com a criatividade da nossa cozinha”, diz o mineiro de Uberlândia, há 20 anos fora do Brasil. "Lancei o Mina’s, mas durou dois meses: tudo fechado, Covid, lockdown…" A saída agora é sobreviver, graças à ajuda liberada pelo governo francês aos setores mais abalados pela crise, além das isenções excepcionais de impostos. Com os € 10 mil que recebe do Fundo de Solidariedade para as Empresas, Independentes e Empreendedores, Alexandre cobre cerca da metade dos custos fixos dos dois restaurantes. Enquanto conta os dias para poder reabrir, ele ainda faz trabalhos pontuais como chef privé em eventos particulares ou de empresas. O horizonte permanecerá nebuloso por pelo menos mais alguns meses. "Eu sou consciente de onde eu vim, e vejo como está a situação no mundo inteiro. A gente é um pouco privilegiado aqui”, avalia. Economias à prova Com a chef Alessandra Montagne não foi muito diferente. O talento e a energia contagiante da mineira, aliados ao engajamento social e ambiental de Alessandra, a haviam colocado no radar dos principais guias gastronômicos da França. Ela se habituou a ser tema de reportagens no país e é a única a ser chamada pelo nome nos títulos de publicações como Marie Claire e Le Figaro – feito raríssimo para uma ou um chef brasileiro. A pandemia chegou sem pedir licença exatamente no momento em que ela se lançava numa nova etapa da carreira: fechava o Tempero, com oito anos de tradição e um dos melhores restaurantes do 13o distrito da capital, e preparava a abertura do Nosso, maior e mais refinado. O problema é que Alessandra sequer teve tempo de inaugurar o novo endereço – e esse azar do calendário, somado a burocracias do sistema, fizeram com que ela não tivesse acesso à ajuda financeira do governo francês. "Nada! Zero. Você pode até colocar aí para o Macron escutar: nada!”, comenta em referência ao presidente francês. "Assinei o Nosso em 1o de fevereiro de 2020, um mês antes da pandemia. Ninguém falava em pandemia, não se tinha a menor ideia. E eu com empréstimo de € 4 mil caindo na conta, aluguel de mais € 4 mil todo o mês. Eu só falava “ah, meu Deus, como eu vou fazer?’”, recorda-se. Gostinho de otimismo Com o tempo, Alessandra conseguiu renegociar os prazos das dívidas, que foi cobrindo com as economias pessoais. Há três semanas, a chef experimenta oferecer comida típica brasileira para entrega, mas o dinheiro que entra mal cobre 10% dos gastos para manter o Nosso em funcionamento. “A gente não ganha dinheiro, mas a gente ganha o suficiente para pagar um funcionário e luz, água e outras coisinhas. A gente está feliz porque para a saúde mental de alguns funcionários era necessário abrir. O pessoal estava todo em depressão”, relata. "Sinto que tenho a sorte de ter trabalho. Não dá nem para reclamar porque tenho é muita sorte: o meu dinheiro acabou mas eu sei que ele está num lugar onde eu vou poder trabalhar e vou conseguir recuperar um dia. Tem gente que perdeu muito mais: perdeu saúde, perdeu a vida, foi à falência. Para mim, está tudo bem”, diz a chef, que ainda copilota uma empresa de complementos alimentares com produtos naturais. Em meio à pandemia, até grandes cozinheiros franceses tentam o desafio de fazer alta gastronomia para levar. Também é o caso de brasileiro Raphaël Rego, que havia recém conquistado a primeira estrela Michelin com o seu Oka, quando a crise começou. Considerado maior expoente da gastronomia francobrasileira na capital francesa, Rego não atendeu aos pedidos de entrevista para esta reportagem.

AKast
∆14 - CRIATIVIDADE É UM DOM?

AKast

Play Episode Listen Later Mar 24, 2021 75:41


Criatividade é um dom? SIm, não, talvez? Nesse episódio falamos profundamente sobre isso! Lancei também dois novos blocos chamados "Fala Kim Eu Te Escuto" respondendo perguntas e depoimentos da galera e "Kim Indica" com indicações de filmes, sérios, docs, referências e muitos mais!⁣ ⁣ AS REDES DO KIM⁣ Instagram:⁣ https://instagram.com/eusouokim ⁣ Youtube:⁣ https://youtube.com/eusouokim⁣ ⁣ Tik Tok:⁣ https://www.tiktok.com/@eusouokim

Magia é respirar
E70 Programa de iniciação ao yoga, testemunhos e lançamento da terceira edição

Magia é respirar

Play Episode Listen Later Mar 5, 2021 59:45


Este episódio é para todos os que começam a desejar mergulhar no mundo do yoga e não saibam por onde começar. Lancei o Programa de iniciação ao yoga em Março de 2020 e mal sabia o impacto que iria ter na minha vida e na vida de quem nele mergulha de coração aberto. Venho-te falar brevemente de pedaços do programa, divulgar o lançamento da terceira edição (a decorrer de 14 de Março a 24 de Abril) e trago-te os testemunhos de 10 mulheres maravilhosas e inspiradoras que já mergulharam comigo no mesmo. Até já :) Referências do episódio: Mais informação sobre o programa aqui: https://www.sofiamano.com/programa-de-yoga E57: Final de temporada, Programa de Iniciação ao Yoga, processo criativo e inspiração no online - https://soundcloud.com/sofiamano/e57-programa-de-iniciacao-ao-yoga-processo-criativo-e-inspiracao-no-online O Magia é Respirar está agora também no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCUvMTVoVzw1CcQoBSMOHbLA Como podemos conectar? Informação sobre aulas: www.sofiamano.com Instagram: www.instagram.com/sofialmano/ Assuntos relacionados com mais informação de aulas, eventos, workshops, ou parcerias: info@sofiamano.com Youtube: www.youtube.com/channel/UCUvMTVoVzw1CcQoBSMOHbLA Vemo-nos no tapete, vemo-nos na vida. Namaste

Cultura
Cultura - Sem estrangeiros, turismo se reinventa e franceses descobrem Paris a pé

Cultura

Play Episode Listen Later Jan 22, 2021 5:59


O que será do turismo francês, tão duramente afetado pela pandemia? A crise vai asfixiando o setor que era uma das bases da economia da França, o país mais visitado do mundo – foram 89 milhões de turistas em 2018. As atrações turísticas – museus, parques de atrações, cinemas, teatros – continuam fechadas, sem previsão para reabertura. O toque de recolher foi adiantado para 18h  e estendido a todo o território nacional, afetando ainda mais o setor de bares e restaurantes. Os restaurantes sobrevivem vendendo refeições prontas nas portas do estabelecimentos ou através de entregas. Alguns setores do turismo também se adaptam, como é o caso de Camille Martin, criadora de "Les Randos de Camille" – Os Passeios de Camille – que decidiu apostar nos moradores de Paris e arredores, interessados em conhecer recantos desconhecidos da cidade. Camille Martin explica: “Eu criei percursos a pé pela cidade, que fossem passeios e explorações urbanas interessantes. Paris tem bairros com características distintas. É possível ir de uma ruela de um vilarejo e chegar a um conjunto de prédios modernos. Sempre com um jardim no trajeto. É um momento de relaxamento, as pessoas se conhecem, conversam muito, e ao mesmo tempo fazem um exercício físico. Caminhamos uma média de dez a onze quilômetros em três horas.” Os passeios são feitos principalmente nos fins de semana, com seis pessoas ao máximo. Os horários foram sendo modificados por causa das restrições sanitárias. “A gente foi se adaptando. Lancei percursos personalizados, um concurso de fotos em que os participantes exploravam um raio de cinco quilômetros ao redor de suas casas. Agora vamos propor passeios durante o dia, aos sábados, para respeitar as novas regras”, relata Camille. Propostas diferenciadas A guia também começa a ser sondada por empresas, interessadas em proporcionar aos empregados que trabalham à distância um momento de encontro, de lazer, enquanto caminham. “Eu trabalho com duas outras guias. Com Hiroko, especialista em consciência plena, buscamos trajetos mais tranquilos, para praticar a caminhada meditativa. E com Nathalie, que é botânica, procuramos também lugares em que essa especialidade possa ser aproveitada pelos pedestres, ou seja, uma exploração da vila através das plantas”, diz Camille. “O objetivo é lançar um olhar diferenciado à cidade, pelo menos no caso dos parisienses, que às vezes podem se sentir presos na malha urbana. Há muito o que se ver em Paris, com bairros bem diferentes. Quem mora no norte da cidade, por exemplo, pode fazer um passeio conosco no sul e ela vai se surpreender. Tem pessoas que acabam descobrindo coisas no próprio bairro em que vivem e assim mudam o próprio olhar em relação à cidade”, completa Camille. Nos primeiros seis meses de 2020, as receitas turísticas internacionais na França degringolaram de 49,4%, mas a “frequentação global foi melhor que a esperada”, segundo um balanço do governo, graças à mobilização dos franceses. Por enquanto não se fala em recuperação, pois essa frequentação passou a cair em setembro, após ligeira recuperação em julho e agosto, com o fim do primeiro lockdown. A ocupação hoteleira em setembro caiu 42% em relação ao mesmo mês em 2019. Ainda de acordo com o governo, as receitas do turismo internacional em abril e maio de 2020 baixaram de 84% e 75% respectivamente em relação aos mesmos meses em 2019. A perspectiva para 2020 ainda é uma incógnita, mas o anúncio de que as pistas de esqui vão continuar fechadas em fevereiro não é animadora para o setor do turismo. Turismo via redes sociais Pamela Breit é guia desde 2009, quando se instalou e se apaixonou por Paris. A pandemia fez a procura por guias de grupo minguar e ela se voltou para a internet como uma opção. Para animar uma amiga hospitalizada, ela passou a fazer lives por Paris, que foi tendo a participação de amigos. A brincadeira virou hábito e se incorporou à sua vida profissional, como um chamariz para as suas visitas particulares. “Passei a criar vídeos todos os domingos, de 30 minutos, gratuitamente para todo mundo, na minha página no Facebook; é sempre uma surpresa, uma boa oportunidade para compartilhar, comunicar. Pessoas que gostam de Paris e estão no mundo todo podem participar do chat e conversar em tempo real comigo e com Paris.  Os passeios de Pamela Breit podem ser encontrados nos sites www.strollsparis.com; www.facebook.com/strollsparis e www.facebook.com/strollsparisesp.  

Gozei! por Malu Figueira - Áudios Eróticos

O oral perfeito em mim

oral saiba perfeito rendeu lancei
Podcast do Nene Plattys
Sou Candidato a Vereador por Maringá! #21

Podcast do Nene Plattys

Play Episode Listen Later Sep 12, 2020 4:52


Lancei minha candidatura a vereador da cidade que tanto amo!

HelôCast: o seu canal com Heloísa Capelas
Viagem Mental #82 | O que você pensa sobre dinheiro sem perceber? (28/08/2020)

HelôCast: o seu canal com Heloísa Capelas

Play Episode Listen Later Aug 28, 2020 22:51


Quando não estamos comprometidos com o exercício do autoconhecimento, nós nos movemos pelo mundo sem qualquer consciência do que estamos fazendo, nem das razões que nos motivam a esses comportamentos. Agimos assim também em relação ao dinheiro, então, a minha pergunta é: o que será que você pensa e faz sobre dinheiro sem nem perceber? Vamos a uma viagem mental + reflexão sobre este assunto? Lancei o curso online e gratuito "Dinheiro, tudo o que você crê, você cria". Acesse, se inscreva e participe! https://conteudo.centrohoffman.com.br/dinheiro

Cresça 1% ao Dia I Fernão Battistoni
Lancei uma fintech em 2 semanas I Advisor Convida Marcelo Toledo

Cresça 1% ao Dia I Fernão Battistoni

Play Episode Listen Later Aug 24, 2020 39:34


Lancei uma fintech em 2 semanas I Advisor Convida Marcelo Toledo by Fernao Battistoni

Coisitas de Rita
Lancei o tarot ao futuro da SIC e fui à Foz do Arelho com amigas

Coisitas de Rita

Play Episode Listen Later Jul 23, 2020 20:54


Contactei também um famoso empregado da SIC para averiguar o ambiente que se vive.

COACHCAST Brasil
Coachcast #1111 – Engenharia da Mente – Um número que não volta mais

COACHCAST Brasil

Play Episode Listen Later Jun 15, 2020 10:57


Queria ter feito algo especial para esse episódio, que seria o nosso episódio da sincronicidade. Lancei as 11:11 de propósito mesmo. Mas o que é sincronicidade mesmo? O que é coincidência, acaso? Isso existe, não existe? Vamos juntos. Vamos juntos Entre em contato com o Paulinho Siqueira Pra entrar nos nossos grupos de Ouvintes, clique abaixo: Whatsapp Telegram Seja um Partner do Coachcast Brasil Entre em contato conosco pelo email: contato@coachcast.com.br Instale o iTunes aqui Acesse o Canal Homens de Valor no Telegram

COACHCAST Brasil
Coachcast #1111 – Engenharia da Mente – Um número que não volta mais

COACHCAST Brasil

Play Episode Listen Later Jun 15, 2020 10:57


Queria ter feito algo especial para esse episódio, que seria o nosso episódio da sincronicidade. Lancei as 11:11 de propósito mesmo. Mas o que é... O post Coachcast #1111 – Engenharia da Mente – Um número que não volta mais apareceu primeiro em COACHCAST Brasil.

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Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Em meio a pandemia, Lilian readequa a carreira e anuncia videoclipes gravados em casa

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Apr 24, 2020 26:57


A pandemia do novo coronavírus impactou centenas de setores, entre eles o artístico. A cantora lauromüllense Lilian, hoje conduzindo a carreira no Rio de Janeiro, é um exemplo prático disso. Em maio, ela iria estrear um novo show, que agora nem tem mais previsão de acontecer. “Tive que revisar tudo e modificar os planos. Lancei um EP no começo da quarentena, que já era programado, mas que tinha uma divulgação que não foi possível”, contou a cantora, em entrevista ao Cruz de Malta Notícias desta sexta-feira (24). Em função disso, Lilian precisou readequar a carreira. Agora, as divulgações musicais ficam para o meio digital enquanto a quarentena persistir. Dessa nova realidade, veio uma novidade que será conhecida nos próximos dias. “Em função da pandemia, gravei esses videoclipes todos de casa. Gravamos quatro videoclipes que serão lançados a partir de semana que vem, no meu canal do YouTube. Segunda-feira sai o primeiro clipe, que já foi gravado nesse ritmo de quarentena, com os recursos e possibilidades que tínhamos”, contou.

Mauricio Meirelles Podcast
EP #49 - O significado do meu especial Netflix

Mauricio Meirelles Podcast

Play Episode Listen Later Apr 20, 2020 61:51


Lancei meu especial da Netflix, mas tem muita coisa que rolou nos bastidores pra que ele chegasse até aqui. Entenda e escute toda a análise.

Terça Nobre com Eury Benevento
Podcast Terça Nobre #02 - O Significado da musica Camila/Como Superar um coração partido

Terça Nobre com Eury Benevento

Play Episode Listen Later Mar 24, 2020 42:39


essa semana falei do significado da música Camila da banda Nenhum de Nós e da música La Belle de Jour de Alceu Valença, falei de de como viver com o coração partido e finalizei com dicas de livros. Lancei um quadro novo chamado "Aquele Abraço" onde eu mando um salve para galera que acompanha o podcast. Para quem quiser ouvir esse é o link, obrigado galera! --- This episode is sponsored by · Anchor: The easiest way to make a podcast. https://anchor.fm/app

ANCAP.SU
Caso suspeito de coronavirus em Belo Horizonte

ANCAP.SU

Play Episode Listen Later Jan 23, 2020 6:25


ATENÇÃO: Desde a liberação desse vídeo, o caso em Belo Horizonte foi descartado. Não é o vírus em questão. Veja nosso site: https://visaolibertaria.com #CoronaVirus #SARS #China #Wohan Ajude o canal: https://apoio.ancap.su https://apoia.se/ancapsu https://padrim.com.br/ancapsu 16vmNcrA4Mvf7CaRLirAmpnjz1ZH3bWNkQ (Bitcoin) LSCnrubCVcpuLrGTTLMqpwRTXvYz7vMbbA (Litecoin) 0x28aec946919c70e5e25d7c6785ede7622278b463 (Ethereum) nano_1s6i6xwujzqnmie8nc3x8rfumdnebpsd6h4cp9wgkcpk4eb1xn5u7n48ok5b (Nano) Uma mulher de 35 anos está internada em Belo Horizonte com suspeita da doença causada pelo vírus novo coronavirus que surgiu na china. Ela veio de Xangai a poucos dias. A quase uma semana atrás, eu lancei um vídeo falando sobre o novo virus que havia surgido no oriente, na época os números ainda eram de 41 infectados e um morto apenas, na região de Wuhan. Lancei o vídeo assim que foi confirmado o primeiro caso no japão desse mesmo vírus. Nesse vídeo da semana passada, explico a origem do vírus, porque é perigoso, o que fazer para se proteger e até como tal caso seria resolvido em uma sociedade libertária anarocacapitalista. Recomendo que veja o vídeo da semana passada porque tem muita informação lá. Esse vídeo aqui é só para dar um follow up na notícia.

Janela Aberta
Ep 20 - Fumar Weed?

Janela Aberta

Play Episode Listen Later Nov 3, 2019 29:14


Neste episódio falo da minha experiência com erva e faço um balanço entre os prós e contras da droga. Lancei uma página de patreon em que podem entrar aqui: http://www.patreon.com/miguelluz

Nómada Digital
CoffeeBreak - João Mendes - Project Manager – SEO

Nómada Digital

Play Episode Listen Later Oct 31, 2019 16:43


Em 2010 deixei Portugal para viver pelo mundo e tornar-me num nómada 2.0, desde então já vivi e trabalhei em vários continentes (Suécia, Inglaterra, Ilhas Caimão, Nicarágua, Brasil, Tailândia e Vietnam). Depois de quase 15 anos na vida offline de consultoria e gestão de projetos avancei para o mundo online e tornei-me um nómada digital. ————————— Lancei uma marca online (No Footprint Nomads) e especializei-me em SEO e Content Marketing onde tenho trabalhado como freelancer em vários projetos. ————————— Trago uma bagagem de formação e experiência robusta para um mundo digital onde é demasiado fácil ser “enganado”. Não sou um super especialista, sou bom no que faço, mas não faço de tudo. Gosto de trabalhar em projetos com propósito e bons valores e não descanso até conseguir atingir os resultados.

COACHCAST Brasil
Coachcast #760 – Série Metaforizando – Um momento de improviso

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Play Episode Listen Later Feb 8, 2019 8:43


Lancei no meu stories um desafio para gravar esse episódio no improviso e colocar em uso os novos conhecimentos obtidos. Será que dá certo? Vamos juntos! Vamos Juntos! Entre em contato com a CV Pra VC aqui Seja um Partner do Coachcast Brasil Entre em contato conosco pelo email: contato@coachcast.com.br Canal do Paulinho Siqueira no YouTube Instale o iTunes aqui Ou por nossas redes sociais: Twitter Instagram Coachcastbr Instagram Paulinho Facebook Grupo no Facebook Estamos no Telegram com o nosso grupo de ouvintes e no Canal Homens de Valor

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Coachcast #760 – Série Metaforizando – Um momento de improviso

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Educando Seu Bolso
Calcule o custo do carro e descubra: ainda vale a pena ter um?

Educando Seu Bolso

Play Episode Listen Later Jan 24, 2019 23:32


Pouco mais de dois anos atrás, fizemos uma pergunta aqui no blog: vale a pena ter carro? Na ocasião apontamos prós e contras de ter um carro próprio e demos dicas de como avaliar o que é mais vantajoso. Pois bem, resolvemos revisitar esse assunto, mas trazendo novidades interessantes. Afinal, de dois anos pra cá, o cenário mudou tanto assim?   Não só em questões práticas, mas com certeza a forma como as pessoas pensam também mudou muito. Hoje em dia já é possível fazer pagamentos usando QR Codes, e os bancos tradicionais estão se tornando obsoletos. Quando o assunto é transporte, a tecnologia também evoluiu consideravelmente. Naquela época não era comum falar em carro autônomo e agora eles invadiram o noticiário, por exemplo. Nos Estados Unidos e na Europa, já se especula que haverá carros assim, circulando sem motoristas já em 2020. Você simplesmente entra e pronto, parece coisa de filme de ficção científica de alguns anos atrás.   O Uber ainda é uma alternativa viável? Há dois anos, o Uber ainda era uma promessa, e lutava pra se legalizar. Não só o Uber acabou se concretizando, mas já existem outras opções  no mercado de transporte individual. Calcular custos e benefícios de ter um carro é bastante diferente porque hoje existem outros fatores, a realidade é outra.   Hoje em dia não só é possível chamar um carro pelo seu celular, como também é possível dividir a corrida com outros passageiros, e até fazer viagens de longa distância pelo aplicativo. Até taxistas se reinventaram já que a concorrência aumentou, foi preciso serem mais cordiais com seus passageiros, por exemplo.   Por outro lado, alguns falam que essa popularização dos aplicativos de transporte acabou diminuindo a qualidade do serviço. Antes havia água gelada, por exemplo, e hoje é raro encontrar esse tipo de conforto, até os carros ficaram inferiores. Mas afinal, com tantos impostos, com tantas despesas, vale a pena ou não ter carro hoje?   Ter carro ou não ter carro? Analise! Antes de tudo é preciso entender que essa decisão é muito pessoal e que é preciso avaliar cada situação particular.  É preciso colocar no papel (na tela ou na planilha) as várias situações do seu contexto, tentar apurar o custo de cada detalhe e, no final das contas, comparar.   É claro que não vai haver uma resposta mágica e definitiva, é preciso analisar quanto custa cada opção e ver se vale a pena não só a questão financeira, mas seus desejos pessoais, além da sua comodidade. Essa é uma questão mais subjetiva do que exata, simplesmente relacionada ao cálculo. Afinal de contas, carro é uma paixão para algumas pessoas: se você é uma dessas pessoas, eu te convido a rever essa paixão. Além disso tudo, o carro acaba sendo uma extensão da casa. Não é incomum que carros tenham casacos, livros pra ler no engarrafamento, remédio, água, caneta, balinhas, e por aí vai… Mas é preciso rever se o carro é realmente uma necessidade.   Reveja seus hábitos: as situações podem mudar Ter carro também é questão de conforto: possibilita a liberdade de ir para onde quiser de uma hora pra outra. Mas isso não significa, necessariamente, que você não possa rever seus hábitos.  É claro que para a pessoa que tem um carro, abrir mão dele é uma mudança relativamente importante. Mas se você tem dois carros e quer passar a ter só um, a mudança não é assim tão brusca…   No meu caso, por exemplo, quando escrevi o post em 2016, considerava muito difícil abrir mão do meu carro, mas isso porque a minha rotina era afetada pela minha filha, que morava com a mãe em outra cidade. Então aos fins de semana eu ia buscá-la, no sábado, e levava de volta no domingo. Mas essa minha situação mudou: ela vem morar comigo (inclusive isso vai será tema do próximo podcast). Por isso, a minha necessidade de carro mudou radicalmente, estou até considerando seriamente se é possível viver sem carro.   Como calcular se vale a pena ter um carro? Para colocar na ponta do lápis quanto custa ter um carro e decidir se você está tendo prejuízo, é bem simples: basta listar todos os custos envolvidos e somar. Alguns deles são anuais, outros são mensais. Minha sugestão é que você faça uma tabela com espaço tanto para o custo anual como para o mensal.   Não espere conseguir o cálculo perfeito logo no início. Tente fazer o melhor que puder e vá ajustando com o tempo, de acordo com seus gastos e necessidades. O importante é começar.   Fiz o cálculo do custo do meu carro em uma tabela (você pode fazer com lápis e papel, ou em alguma planilha, tipo o Excel). Listei os meus gastos com custo, periodicidade (o custo é mensal ou anual?) e o que isso representa no mês e no ano. Se você achou complicado, não se preocupe, vou explicar cada um dos itens direitinho, ok?     IPVA e seguro Estes são dois custos anuais. “Seguro”, nesse caso, não é o DPVAT, o seguro obrigatório, e sim aqueles que contratamos de seguradoras, contra roubo e acidentes, por exemplo. É bom lembrar que seguro é o tipo de despesa que a gente usa todo dia. Desde que saímos com o carro na rua, ficamos tranquilos porque, se acontecer alguma coisa, existe cobertura. É claro que é melhor não acionar, porque é uma dor de cabeça, e significa que aconteceu algum problema com o carro, mas não deixa de ser um conforto...   Além disso, é preciso cuidado antes de contratar um seguro. Procure saber como é o seguro, quais são as condições de cobertura, inclusive porque, pode ser que o seguro não cubra as suas necessidades! Para calcular direitinho não tem muito mistério: lance os valores na coluna “Custo anual”, depois divida por 12 e lance o resultado na coluna “Custo mensal”. Assim você pode entender o gasto que tanto seguro quanto IPVA representam no seu bolso todo mês, e é mais fácil de comparar com gastos que são mensais.   E a gasolina? Na minha tabela, a gasolina é o maior custo. Essa conta não é tão óbvia, precisa de alguns cálculos, mas não é nada complicado. A minha tabela ficou assim:     O primeiro passo é fazer uma estimativa de quantos quilômetros você anda por mês com seu carro. Como eu disse, não precisa acertar de primeira, lance um valor aproximado e vá ajustando com o tempo. Mais uma vez, o importante é começar, certo? O segundo passo é logo lançar o consumo do seu carro na tabela. Se ainda não sabe como calcular, temos um post que explica direitinho como fazer isso.   Ok, já entendi, e agora? Divida a quilometragem rodada pelo consumo do seu carro. Você chegará à quantidade de litros que seu carro consome por mês. Depois, lance o preço médio do litro do combustível na sua região (na minha tabela, por exemplo, usei o preço de Belo Horizonte como modelo). Por fim, multiplique a quantidade de litros consumida pelo preço por litro. Pronto, esse é o seu consumo mensal de combustível em reais. Considerando minha realidade, meu custo mensal com gasolina é por volta de  R$360. Mas é claro que você também precisa considerar se a gasolina é a melhor opção no seu caso, ou se é outro combustível, como etanol, por exemplo.    Mas como calcular a manutenção? Difícil saber quanto se gasta por ano com manutenção, né? Bem, tente puxar pela memória, veja suas faturas de cartão de crédito, suas anotações de cheques, etc. Inclua aí a troca de óleo, pequenos reparos, lavagem, revisões. Com isso você chegará a um valor pelo menos aproximado. Lance o valor na coluna “Custo anual”, divida por 12 e chegará ao “Custo mensal".   Troca de pneus Esse item eu talvez pudesse incluir em manutenção... Mas resolvi deixar aqui, mais para te mostrar exatamente como se faz o cálculo. Um jogo de pneus para o meu carro está custando cerca de R$ 1440. Estimei que ele suporte rodar 40 mil quilômetros. Como rodo 800 km por mês, um jogo dura 50 meses (40 mil divididos por 800). Para facilitar as contas, considerei que 50 meses são 4 anos. Portanto, gasto com pneus R$ 1440 em 4 anos, equivalente a R$ 360 por ano, ou R$ 30 por mês.   Como disse, é pouca coisa, eu poderia ter incluído no item "manutenção". Mas achei que seria útil mostrar o cálculo, e você pode fazer da forma que achar mais interessante, de acordo com seus gastos e realidade...   Como calcular a depreciação do meu carro? Quando você tira o carro da concessionária, coloca na rua, anda até sua casa e pronto, já houve desvalorização. Para calcular a depreciação do seu carro é só pesquisar na Tabela FIPE. Em média, o carro fica de R$1.000,00 a R$1.500,00 mais barato a cada ano, mas é claro que isso é uma média. É importante que você consulte a depreciação do seu carro especificamente, assim sua tabela ficará mais realista. No meu caso, consultei a Tabela Fipe e vi que meu carro se desvaloriza entre R$ 1200,00 e R$ 1500,00 a cada ano. Isso é custo! Lancei na tabela, custo anual de R$ 1440 (para facilitar a conta), custo mensal de R$ 120,00. E pronto.   Isso é de praxe. É preciso entender que carro não é investimento, é uso, e por isso vai depreciando mesmo. Por isso, existe um outro fator que muita gente esquece na hora de calcular o custo do carro, mas que é muito importante considerar: o custo de oportunidade.   O que é custo de oportunidade? Muita gente se esquece disso na hora de fazer o cálculo. “Custo de oportunidade” é um conceito em finanças que significa o quanto você gasta (ou deixa de ganhar) quando toma uma decisão financeira. Vou explicar melhor.   Segundo a Tabela Fipe, meu carro hoje custa R$ 33.500. Se eu vender o carro e aplicar o dinheiro à taxa Selic, vou receber por mês cerca de R$ 140 líquidos (dependendo do tempo que eu deixar o dinheiro aplicado). Portanto, ter um carro, para mim, tem o custo de oportunidade de R$ 140 mensais.   O que o resultado da tabela quer dizer? Colocado o custo de ter carro ou não no papel, é possível avaliar a diferença entre uma opção e outra. Será que essa diferença paga o seu conforto ou não? Para saber a resposta, é importante colocar todos os gastos na ponta do lápis, avaliar o seu caso. Considerando IPVA, desvalorização, custo de oportunidade, gasolina, seguro... Hoje em dia, existem até aplicativos que facilitam o pagamento de pedágios e estacionamentos, isso também deve entrar na sua conta. Considerando tudo isso, cabe a você calcular e decidir: será que realmente vale a pena?   Saber responder com certeza não é difícil, mas dá um pouco de trabalho... Mesmo assim, vale muito a pena! Veja que meu custo é de R$ 930 (na conversa com o Pedro eu falei R$ 960, mas fiz uns ajustes). Não é pouca coisa. Hoje em dia ainda acho complicado abrir mão do carro (saiba um dos motivos no nosso próximo podcast). Mas no futuro próximo vou pensar seriamente a respeito.   Mas existe vida sem carro? No seu caso, cabe a você avaliar se esse custo (que agora você já sabe como calcular) vale ou não a pena. Além de saber quanto você gasta com seu carro, é importante comparar com as outras opções que existem para assim saber qual a melhor solução para as suas necessidades.   Imagine, por exemplo, alguém sem carro, que se desloque por uma cidade como Belo Horizonte com Uber ou taxi, e transporte coletivo. Esse custo com transporte acaba sendo influenciado pela distância do lugar de destino, da tarifa dinâmica, da bandeira 2 ... Supondo que essa pessoa gaste R$500,00 de Uber, porque precisa trabalhar, ainda assim é mais vantagem usar transporte por aplicativo e não comprar o carro (isso se o custo de ter um carro for igual ao da minha tabela). Sem contar com o conforto de não precisar procurar vaga, estacionamento, e até de não se preocupar com a segurança. Se você vai num lugar e não tem vaga, precisa parar longe e andar uns quarteirões, à noite, em um lugar que às vezes não é muito seguro.   Meu filho, por exemplo, tirou carteira com 19 anos. Na época eu pensava que seria bom ele tirar carteira e até pensarmos em comprar um carro. Mas depois eu parei, pensei... Quando ele acabou de tirar a carteira, não sabia dirigir muito bem, então continuou usando o Uber, taxi, e eu percebi que era muito melhor pra ele. Era muito mais seguro, não era preciso ter cuidado na hora de estacionar, nem havia medo de ser assaltado ou sofrer acidentes que podem acontecer. Claro, nada disso pode ser um impeditivo pra sair de casa, mas entra na conta.   O caso Localiza E aí, você chegou à conclusão de que o carro pra você é um valor alto? Existem alternativas para não precisar ter carro! Ai você pensa: no dia a dia eu posso ir trabalhar a pé, posso pegar carona, posso pegar um Uber... Mas no fim de semana eu gosto de ir na casa daquele meu amigo que mora em um lugar mais distante, gosto de fazer uma pequena viagem, ai como é que eu faço? Pode alugar um carro!   Recentemente recebi uma propaganda falando que a Localiza, locadora de carros, tem parceria com o Uber. Pelo que entendi, 10% do valor da locação diária do carro pode ser convertido em créditos de corridas na Uber. Não estou fazendo propaganda da Localiza, mesmo porque cotei e o preço não era o melhor de todos. Cotei o aluguel do carro de sexta até segunda, justamente o uso do fim de semana.    Não comparei com dia de semana, mas pela pesquisa rápida que fiz estimei R$300,00 nesse período de sexta a segunda. Comparei também entre várias locadoras, e achei uma opção barata, que saía por R$130,00 no mesmo período. Por esse valor, não consegui saber se tem seguro, inclusive é importante considerar que, sem seguro, em caso de acidente, a despesa para pagar o conserto, seu ou de terceiros, será muito mais cara. Mas o mais importante não é nem falar da locadora A, B ou C: o importante é falar que estão chegando novos produtos e que o mercado acordou pra isso...    O futuro será compartilhado? A curiosidade em torno do carro autônomo revela um desapego das pessoas com relação ao seu próprio carro, daqui a pouco vão vir mais e mais aplicativos em que as pessoas colocarão o próprio carro pra ser compartilhado... Hoje essa ideia é bem distante, é inimaginável deixar o carro pra algum desconhecido. Mas será que você acharia estranho emprestar uma furadeira? Talvez não, talvez você não tenha tanto ciúme assim da sua furadeira, ou da sua esteira elétrica de ginástica, da mala de viagem, essas coisas que você usa 1% do seu tempo, e poderiam estar rendendo algum dinheiro pra você.   Imagina se no futuro não inventam uma locadora que deixa o carro na porta da sua casa. Na hora da entrega, chegarão um carro e uma moto, alguém deixará o carro e irá embora na moto. Não vai nem ser preciso ir à locadora pra pegar ou devolver, o processo vai ser cada vez mais prático. Conforme os produtos e serviços forem chegando no mercado, nossa relação com o carro vai começar a se modificar. Essa mudança no comportamento assusta, sim, mas é sinal dos novos tempos, é preciso se acostumar com a nova realidade.   Mas será que essa tecnologia é segura? No caso do carro autônomo, por exemplo, também existem riscos... Como são um conceito muito novo ainda, é inevitável imaginar se vai acontecer algum acidente quando eles estiverem nas ruas. Mas isso vai demorar um pouquinho pra ser totalmente espalhado, porque antes é preciso ter estrutura para tanto. Primeiro eles serão usados nos Estados Unidos, na Europa, depois em cidades mais planejadas, tipo Brasília. Outra vantagem desses carros, e até de carros que não são 100% autônomos, mas modernos, é a baliza automática. É só apertar um botão e pronto! Mesmo que seja necessário um motorista no volante, é só chegar na vaga, ficar emparelhado com o outro carro, apertar um botão e o carro já faz a baliza.   É impossível saber se daqui há 30 anos esse tipo de tecnologia será usual, talvez até antes disso... Mas algumas facilidades, como o exemplo da baliza, já estão ao nosso alcance. Claro que é provável que carros mais complexos, como os voadores demorarem um pouquinho mais que isso… Mas os drones já estão voando por aí pra cima e pra baixo mostrando pra gente que não estamos tão distantes assim do teletransporte, que seria o transporte ideal, pelo menos em Jornada das Estrelas, não é mesmo?   Para saber a resposta calcule, analise e compare! Voltando um pouquinho para o presente, para tomar a melhor decisão é preciso cálculo, análise e autoconhecimento. Com todos os custos calculados, você pode comparar as opções que o mercado oferece (seja taxi, aluguel de carro, transporte coletivo, etc) e decidir qual aquela que melhor te atende. Assim você pode até concluir que ter um carro vale a pena pelo seu estilo de vida, ou que a melhor opção é mesmo andar por aí usando aplicativos... Qual dessas soluções atende o seu bolso e o seu estilo de vida da melhor forma possível?   Em alguns anos a situação pode até mudar, e outros serviços aparecerem por aí, mas por isso é importante refazer os cálculos e repensar suas decisões. Daqui há alguns anos, seu carro pode ter aumentado o custo de manutenção ou pode surgir um produto no mercado que te atenda muito melhor do que todas as opções anteriores. Por isso é importante acompanhar as notícias aqui do blog (estamos sempre atento às novidades), e consultar nossos simuladores.  Assim você garante que, seja de carro ou de Uber, está tomando a decisão que tenha o melhor custo benefício e, é claro, mais te satisfaça. 

Startups de ALTO IMPACTO
P0288 - Níveis de Comprometimento (Lancei um SUPER desafio!)

Startups de ALTO IMPACTO

Play Episode Listen Later Mar 7, 2017 9:09


Desafios fazem com que a gente cresça, com que a gente evolua... E existem vários níveis de comprometimento. Dá o play e lance o seu desafio! - Nosso Podcast: https://itunes.apple.com/us/podcast/startups-de-alto-impacto/id1102941013?mt=2 - Tem novidade no nosso Facebook: https://www.facebook.com/gersonrfr2/ - Inscreva-se no nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/subscription_center?add_user=gersonrfr #BPQ!

Startups de ALTO IMPACTO
Lancei Uma Startup Ontem

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Play Episode Listen Later Oct 14, 2016 17:34


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