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Le persone mi fraintendono. Mia moglie non mi ha mai amato. Penso sempre all'ansia. Non so se il lavoro che faccio è giusto per me. Vorrei cambiare gli errori in azioni positive. Dare un senso alla vita. Uscire da una relazione tossica. Ricevo tante domande, che cercano tante risposte. Ci sono, le risposte. Ma quali vuoi? Quelle che vanno bene per tutti, o quelle giuste per te? Ti dirò che ci sono le une e le altre, ma se vuoi davvero creare la tua vita, ti serve l'unica risposta che va bene per te, quella su misura. Ti spiego la differenza, ti do alcune risposte. Decidi tu se vuoi davvero le tue. A volte, chi cerca, non sta davvero cercando, per questo, non trova. Ma se vuoi stare bene, allora puoi. “Se non dai alla vita una risposta diversa, essa farà sempre la stessa domanda” (W. D'Amico)- Leggi la trascrizione dell'audio: https://annarosapacini.com/stare-bene-risposte/ - E da questa pagina puoi iscriverti liberamente al mio podcast Comunicare per essere®: https://annarosapacini.com/podcast/ una filosofia di evoluzione personale profonda, per una vita che ti corrisponda- Comunicazione valoriale, Relazioni, Professione, Benessere. Scrittura evolutiva®, grafologia evolutiva®, soluzioni e percorsi sempre e solo su misura. Per informazioni sul progetto, sui contenuti, sugli strumenti e sui percorsi attivabili scrivi a info@annarosapacini.com- Rinforza la tua motivazione e la tua visione interiore: seguimi su Meta-Facebook e sul tuo social preferito, cerca “Annarosa Pacini”➡️ E non dimenticare di iscriverti al mio canale YouTube https://www.youtube.com/@AnnarosaPacini
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1================================================= DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2025“PALABRITAS DE CORAZÓN”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================15 de DiciembreEl mapa de la aldea perdida«El amor inagotable y la verdad se encontraron; ¡la justicia y la paz se besaron!». Salmo 85:10.Dormido o despierto, el joven Li recordaba un pequeño bosque de bambú, una escuela con paredes erosionadas y un pequeño lago. Soñaba con un niño corriendo por las calles estrechas de un barrio sencillo.Ese recuerdo le provocaba muchas emociones. Sentía nostalgia por algo que no recordaba exactamente. Pero sabía que había algún misterio guardado en su cabeza, algo que no podía entender.Decidió dibujar estos recuerdos como un mapa, intentando reunir la mayor cantidad de detalles posible. Con la ayuda de varias personas, y después de publicar el mapa en Internet, Li hizo un descubrimiento: el mapa que tenía en la mente era del pueblo donde había nacido, en China. Un vecino se lo había llevado cuando tenía cuatro años, y lo separó de su familia, que lo buscó por muchos años.El joven creció en una familia diferente, pero la verdad permaneció en su corazón y aparecía en sus sueños. Li pudo volver a su pueblo y reunirse con sus seres queridos después de décadas de separación. ¡Fue muy emocionante!En el corazón de cada persona, niño o adulto, hay una verdad que palpita con mucha fuerza: Dios hizo un lugar especial para que vivamos allí para siempre. Nuestro «pueblo» no es el que conocemos, sino el Cielo. ¿Volveremos juntos a casa?Mi oración: Querido Dios, ayúdame a diferenciar entre la verdad de tu amor y las mentiras de este mundo. ¡Quiero ir al Cielo!
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A cantora portuguesa Lina tem um novo disco intitulado “O Fado”, criado em cumplicidade e parceria com o pianista Marco Mezquida. Este é um álbum só com voz e piano, um instrumento que tão bem se acorda com a poesia e com o fado. Este é também um trabalho que homenageia o piano que, no percurso de Lina, sempre foi "um instrumento muito presente, quase como uma mãe". Em entrevista à RFI, Lina descreve o disco como “uma dança de borboletas” por ser “tão livre, tão espontâneo, tão orgânico” e simplesmente “genuíno”. Fado e poesia são notas maiores no trabalho que Lina vem desenvolvendo nos últimos anos, com “Lina_Raül Refree” (2020), "Fado Camões" (2024), “Terra Mãe” (2025) e “O Fado”. Em todos, Lina abraça uma forma livre de sentir o Fado, despojada de espartilhos, aberta e atenta ao mundo de hoje. Lina e Marco Mezquida passaram por Paris para a promoção do disco “O Fado” e estiveram na RFI a falar connosco e a interpretar dois temas ao vivo. RFI: O disco “O Fado” que fez com Marco Mezquida é um disco de fado só com voz e piano, sem guitarra portuguesa. Porquê? Lina: “Não é só um disco de fado. Tem outras músicas. Tem uma música brasileira, vai também para a América do Sul com a língua espanhola. No fundo, o que nós quisemos foi encontrar pontos semelhantes em algumas músicas do nosso conhecimento que tivessem relacionadas com o fado. Mas sim, eu considero que seja um disco de fado, apesar de não ter os instrumentos tradicionais do fado, mas a própria Amália também cantou ao som do piano do Alain Oulman nos anos 60. Chama-se ‘O Fado' pelo facto de eu ter feito a música para esta letra da Florbela Espanca que se intitula ‘O Fado', não é necessariamente um carimbo ou dizer que isto é o fado, não é isso. Chama-se ‘O Fado' precisamente porque nó lançámos um EP antes de Setembro, com quatro músicas, e na altura o single foi ‘O Fado'. Então, achámos que para manter a coerência, para não fazer aqui grandes confusões, mantivemos o nome, o mesmo nome da música, ‘O Fado'.” Até que ponto o piano é um instrumento que melhor se acorda com a poesia? “Eu acho que o piano é um instrumento que é muito bom de sentir em qualquer área musical, em qualquer estilo musical. Eu comecei a cantar desde muito pequenina, com dez anos, ao piano, portanto, o piano sempre foi aquele instrumento que esteve sempre ao meu lado nas aulas de canto. É sempre o piano que nos acompanha nas aulas de coro e de formação musical. O piano está sempre lá, portanto, sempre foi um instrumento muito presente, quase como uma mãe.” Sempre a acompanhar... “Exactamente.” Como se deu esse encontro com o Marco Mezquida? “Nós conhecíamo-nos através das redes sociais. Conhecíamos o trabalho um do outro, mas nunca tínhamos estado juntos e houve um dia que eu estava a cantar no Clube de Fado e está uma mesa na primeira fila com três pessoas. Era um casal e uma criança muito pequenina e chamou-me imenso a atenção porque estavam muito admirados e super embevecidos com o fado e com aquilo que se estava a passar com os músicos, com a guitarra portuguesa, o Ângelo Freire ( era ele que estava a tocar também). Sentia-se essa admiração. Depois, mais tarde, vi que alguém tinha colocado na sua página e que tinha que tinha identificado o Clube de Fado. E por acaso vi e me apercebi que era o Marco Mezquida. O Marco em seguida escreve nos comentários: ‘Noutra vida gostava de ser fadista'. Depois, mandei uma mensagem, estivemos juntos no dia porque ele tinha ido a um festival em Lisboa, eu fui também assistir a este concerto e falámos. Dissemos que gostaríamos de trabalhar em conjunto e esta oportunidade surgiu em Janeiro deste ano.” Foi “o fado”? “O fado, foi o destino.” [Risos] Como imaginaram este trabalho? “Na verdade, eu comecei a tentar perceber que músicas é que eram justas para a forma de tocar do Marco, que fados é que poderiam se encaixar na forma dele tocar. É que ele é muito virtuoso e é muito sensível. Aliás, vão poder ver depois a forma como ele toca, como ele abraça o piano, os dedos dele são a extensão do instrumento, é como se ele fizesse parte. E eu ia-lhe mostrando... Eu também lhe pedi para mandar uma lista de músicas que ele gostava que eu cantasse. E foi assim que nós chegámos a um acordo de 12 músicas, 12 fados, 12 canções que estão neste neste álbum. Fizemos a gravação do EP em Janeiro, numa tarde. Todas as músicas foram gravadas sem edição, ao vivo, sem cortes e depois metade do álbum gravámos em Setembro, também em duas tardes.” Ou seja, foi um processo relâmpago e o próprio lançamento também foi muito rápido, não é? “Sim, foi porque na altura em que lançámos o EP eram só quatro músicas. A Galileu, que é a editora, propôs-se gentilmente a lançar, a editar logo o EP e depois correu tão bem que decidimos fazer um álbum inteiro.” “Vamos então aos temas. Por exemplo, em termos de repertório tradicional, se não estou em erro, têm uma nova leitura do “Fado da Defesa” ou de “Gota de Água”. Que significam para si estes fados? Foi a Lina que escolheu? “Fui eu que escolhi o ‘Fado da Defesa'. É muito especial para mim porque é um fado tradicional. Aliás, é o único fado tradicional que existe neste álbum. Eu quando digo fado tradicional, para as pessoas que não percebem, há vários fados tradicionais onde se pode encaixar uma nova poesia. Ou seja, eu posso fazer um poema para aquela melodia daquele fado tradicional, por exemplo, o ‘Estranha Forma de Vida' que é um fado que quase toda a gente conhece é o nome do poema, mas o fado tradicional é o fado bailado. Portanto, eu agora fui encontrar uma letra para o fado bailado e vou cantar aquele poema, como foi o caso do ‘Labirinto' do ‘Fado Camões'. É exactamente a mesma melodia, o fado tradicional do fado bailado, mas com outra poesia. É esta a particularidade dos fados tradicionais que normalmente não têm refrão e os que tem refrão chamam-se fado-canção. Aí a distinção entre o fado tradicional e o fado-canção. ‘Gaivota' é um fado-canção, é um hit, mas, na verdade não é um fado tradicional. A melodia é de um fado-canção.” Porquê, então, a escolha destes dois fados, o “Fado da Defesa” e o “Gota de Água”? “O ‘Fado da Defesa' é criação da Maria Teresa de Noronha. Na altura, quando foi gravado em disco, a última estrofe não cabia porque eram as rotações, não sei especificamente explicar essa parte, mas o fado era tão comprido que tiveram de cortar a última estrofe. Então, o meu padrinho do fado, o meu padrinho de coração José Pracana, guitarrista que eu tive a oportunidade de conhecer e de estar com ele em concertos e ter sido convidada por ele para estar na casa dele nos Açores, ofereceu-me esta última estrofe e eu decidi colocá-la aqui neste álbum. A ‘Gota de Água', do Flávio Gil, que eu já tinha gravado na minha outra vida, como Carolina porque, como sabem, eu comecei com dois álbuns editados pela Sony, mas com outro nome, Carolina. Na verdade, o meu nome é Lina, mas há pessoas que ainda me continuam a chamar Carolina porque acham que é diminutivo. Lina é mesmo o meu nome de nascença.” A Lina também assina composições de Florbela Espanca, Miguel Torga... Há pontes e histórias entre esses diferentes poemas? “Na verdade, eu vou guardando, eu vou lendo alguns poemas e há um que eu gosto e guardo. ‘O Fado' fui encontrá-lo por acaso, nas minhas notas do telefone, naqueles dias em que uma pessoa olha para apagar umas quantas notas. E fui vendo, vendo e encontrei, deparei-me com este poema, já nem me lembrava dele. Não sei, não há coincidências, não é? Quando vi este poema, pensei porque não musicá-lo? Decidi então fazer a melodia. O mesmo aconteceu para o Miguel Torga. Eu acho que quando encontro poemas de que gosto e os fados tradicionais não se encaixam no poema, eu decido fazer a melodia. O Marco Mezquida faz os arranjos, também ajudou na parte melódica do ‘Confidencial' de Miguel Torga, sobretudo na parte instrumental e na parte do solo, o que obviamente elevou a música que estava numa fase embrionária, mas sim, partem de mim essas criações.” Também temos textos em castelhano. O que é que fez que “El Rosario de Mi Madre” e “No Volveré” tivessem o seu espaço e a sua alma dentro deste disco? “No fundo, como eu estava a gravar um álbum com um músico que não é português - ele é menorquino, mas vive em Barcelona - estar ao lado de alguém que está a tocar e que não é português e que provavelmente há expressões e frases que não entende ou não percebe exactamente aquilo que eu digo enquanto canto, achei muito bonito poder também cantar algo na língua dele para haver essa partilha, essa comunicação também. Foram essas as minhas duas escolhas. A ‘No Volveré' foi o Marco Mezquida que me enviou umas quantas, mas eu só consegui escolher essa porque eu tinha que encontrar algo que se assemelhasse ao fado, algo na sua composição ou na sua estrutura, no seu tema, como ‘El Rosario de Mi Madre', ‘Devolve-me o terço da minha mãe, leva tudo, mas devolve-me o terço...' É muito do fado, não é?” Quando ouvimos o disco, passamos por “Algemas”, “Ausência em Valsa”, “Não é fácil o Amor”, “Fado da Defesa”, “No volveré” ... A melancolia é uma força que varre o disco. O fado tem mesmo de ser triste? “É um estado de espírito que nós todos gostamos muito de ter. Gostamos de estar tristes, de nos sentir tristes e chorar. Somos muito saudosistas e nós gostamos desse estado de espírito. Acho que nós somos um bocadinho assim.” É entao mesmo uma linha de força do disco? “A melancolia é universal. Eu acho que não é só portuguesa. Eu acho que melancolia é universal. Todas as pessoas entendem este estado de espírito, há povos que são mais do que outros, mas não quer dizer que todos saibam sentir a melancolia.” Melancolia, fado... Se tivesse de definir em poucas palavras o disco, o que diria? “É interessante porque eu canto fado há mais mais de 25 anos e com o Marco Mezquida não tenho de pensar se é fado, se não é fado, se estou a fazer bem ou se estou a fazer mal. É tão livre e tão espontâneo e tão orgânico que vamos atrás um do outro. É quase uma dança de borboletas. Não sei explicar. É tão genuíno. É tão fácil. É fácil trabalhar com o Marco. Portanto, para mim é um disco fácil.” Lançou este álbum no mesmo ano em que lançou também "Terra Mãe", uma parceria com o músico irlandês Jules Maxwell. No ano passado, lançava "Fado Camões” e, em 2020, Lina_Raül Refree… Todos eles têm em comum uma outra maneira de encarar o fado, com paisagens sonoras mais contemporâneas, mais livres. Como é que a Lina descreve o trabalho que tem feito nestes últimos anos? “Eu gosto de explorar e gosto, sobretudo, de fazer parcerias, de conhecer novos músicos, novas formas de fazer música, novas visões musicais, mas também encontrar aqui pontos comuns ao fado e influências sobre ele. Encontrei, obviamente, no ‘Terra Mãe', que não é um disco de fado, mas que vai buscar um pouco à forma de cantar irlandesa das senhoras que se chama Sean-nós e é muito identico ao fado essa instrumentação. No fundo, são canções só com voz e é muito idêntico. O Jules Maxwell foi também ao Clube de Fado que é uma casa de fados onde eu canto há 19 anos.” E que nunca deixou... “Que nunca deixei. O Jules Maxwell identificou essas senhoras que cantavam antigamente, esse estilo musical da Irlanda e que é muito semelhante, também cheio de melancolia e com coloraturas na voz, mas sem instrumentação, sem guitarra portuguesa.” Tem feito essa volta ao mundo com estes projectos novos, em que realmente consegue desprender-se de convenções mais associadas ao fado, mas continua - e isso é muito bonito - fiel ao Clube de Fado. “É verdade.” Porquê? “Para já é um lugar onde eu me sinto confortável, em casa, exactamente como a minha segunda casa. Depois, o ambiente que nós temos entre colegas fadistas e músicos... A toda a hora encontramos vários colegas que estão nas outras casas de fado e que passam e dizem boa noite e estão lá um bocadinho connosco. Assistem-nos, assistem ao fado, trocam ideias e mostram músicas uns aos outros. Acho isto bastante natural. Uma tertúlia quase. E depois também acho interessante, por exemplo, ainda ontem e anteontem estive lá e estavam dois casais, um que tinha estado no concerto em Roterdão e que tinha ido ver o concerto do ‘Fado Camões' em Roterdão e outros de Dortmund que também tinham estado no concerto. É curioso, é muito interessante. Ou então perguntam onde é que eu vou estar? E eu também pergunto de onde é que é... Há, assim, esta comunicação...” É uma casa de encontros também? Onde encontra as parcerias musicais? “Sim. Não há melhor sítio que o Clube de Fado que é onde eu estou a cantar. Obviamente que para mim é muito bom poder manter-me ali no Clube de Fado há tantos anos.” Eu ia-lhe perguntar se tem um novo projecto na manga, mas tendo em conta que este ano já lançou dois, se calhar a pergunta é demasiado ousada... “Por acaso tenho! Até tenho dois! Mas não posso falar, não posso dizer nada ainda. Aproveitem estes dois. O que nós queremos também fazer é saborear estes dois projectos, explorar também porque é completamente diferente quando se grava em estúdio e depois quando se passa para o palco e para o público.” Até porque há toda uma cenografia nos seus concertos, bastante minimalista e muito pensada, não é? “Sim, mas neste caso com o Marco Mezquida é eu e ele e nada mais. Houve um jornalista do ‘El País' que lhe chamou ‘Fado Câmara'. E é. Simples, o mais mais acústico possível e sem grandes adornos. Cru, basicamente. Piano e voz.”
Jueves 27 de noviembre: En la Democracia Cristiana sigue la grande por lo de Frei, un asunto que no parece conmover a millones de votantes. De todos modos, en el partido de la flecha se lo toman en serio, y ayer pasaron al Tribunal Supremo a su único ex Presidente vivo, abrieron una causa disciplinaria y suspendieron su militancia.
Tem de haver objectivo para correr? Terá relação com o meu passado desportivo?
Este año fue uno de los más mediáticos para Pee Wee a raíz de su detención por conducir en estado de supuesta ebriedad en el estado de Texas; también por la inesperada muerte de su padre, a quien él mismo encontró muerto... y para rematar, por el insano rumor de que se había casado con su manager, hecho que lo llevó a presentar una demanda por daño moral que espera ganarle a la revista que filtró la especie. Pero más allá de las controversias, Pee Wee se abre de capa con Pati Chapoy en una entrevista en la que recuerda el encuentro providencial que lo llevó a ser la estrella adolescente de los "Kumbia Kings" de A.B. Quintanilla, aunque su vertiginoso ascenso al estrellato lo puso luego en una encrucijada, pues con la desintegración de la sociedad entre A.B. y Cruz Martínez, tuvo que decidir con quién quería seguir trabajando. Decidió irse con A.B. aunque a la postre también entre ellos hubo una ruptura.Esas y otras experiencias son las que Pee Wee admite que lo han forjado en una carrera que empezó prematuramente y que hoy está decidido a continuar solo, porque el inocente niño de 13 años ya creció y porque nada es lo que parece...
Domingos Duarte marcó el gol en propia que te narró Miguel Martin Talavera desde el Coliseum y que significó la victoria colchonera.
Domingos Duarte marcó el gol en propia que te narró Miguel Martin Talavera desde el Coliseum y que significó la victoria colchonera.
RESUMEN INFORMATIVO
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Nuestra invitada esta semana en Máximo Desempeño es Adriana Senior, CEO de la Corporación Colombia Internacional, experta en comercio internacional y agroindustria, y una líder visionaria que ha transformado la vida de millones de familias vulnerables en Colombia. Adriana tiene antepasados que se salieron del molde: su bisabuela fue alcaldesa de Facatativá y una de las primeras mujeres en usar pantalón en Colombia, su abuelo Alfonso Senior fue uno de los dirigentes deportivos más importante de la historia del país y revolucionó el fútbol colombiano. Desde niña descubrió su vocación de servicio escalando un árbol de cerezo para ver familias necesitadas y llevándoles mercado de su casa. Soñaba con ser escritora pero estudió Economía Internacional. Cuando se casó pensó ser ama de casa y a los tres meses ya estaba deprimida. Decidió emprender y eventualmente encontró su gran pasión en el sector agroindustrial. Su mayor desafío llegó cuando a su esposo Alejandro le diagnosticaron cáncer con pocas semanas de vida. Logró vivir seis años más. Tras su pérdida, Adriana se peleó con Dios por más de un año. Un día en el mediterráneo español, tras perder un vuelo, vio el cielo rojizo y gritó "¡Así es mi vida, como un infierno!". El color cambió a azul en un instante. Lo entendió como un mensaje y una nueva oportunidad. Retomó sus ganas de vivir, hizo dos MBAs graduándose con honores, retomó el deporte, volvió a encontrar el amor y entendió que todos los momentos difíciles tenían un propósito. Adriana vive bajo un lema poderoso: “No dejo que el tren pase sin subirme”. Además, Pablo profundiza en "La Urgencia de Experimentar la Vida Plenamente", una reflexión transformadora sobre por qué no estás ensayando para tu vida sino que esta ES tu vida. Descubre por qué tu cerebro está diseñado para mantenerte seguro, no para mantenerte vivo, y la diferencia es crucial para vivir plenamente, cómo los estudios sobre el arrepentimiento revelan que las personas no se arrepienten de lo que hicieron sino de lo que no hicieron, y por qué el arrepentimiento número uno de pacientes terminales es “ojalá hubiera tenido el coraje de vivir una vida fiel a mí mismo”. Aprende por qué la búsqueda de la perfección se convierte en el enemigo de la ejecución: los atletas que esperan sentirse 100% listos nunca compiten, los emprendedores que esperan el plan perfecto nunca lanzan, y cómo el concepto de flow state nos enseña que entramos en estado de fluidez cuando nos comprometemos completamente con el momento presente y dejamos de resistirnos a la incertidumbre. Un episodio que te desafiará a preguntarte: ¿Qué tren has dejado pasar por miedo, por comodidad, o por esperar el momento perfecto que nunca llega? ¿Qué conversación has estado posponiendo? ¿Qué proyecto has estado "preparando" durante meses? No hay rampa de lanzamiento perfecta. Hay solo este momento y tu elección de qué hacer con él. Esto no es un ensayo. Esta ES tu vida.
Quer fazer um experimento diferente? Que vai trazer ainda mais sentido para sua vida? É só ouvir o episódio de hoje e experimentar
Durante la Guerra Civil Española, la llamada política de No Intervención supuso una de las maniobras diplomáticas y militares más determinantes del conflicto. Al amparo del Comité de Londres, Reino Unido, Francia, Alemania e Italia desplegaron más de 400 buques de guerra para controlar las rutas marítimas españolas, bloqueando de facto el abastecimiento de la República. En este episodio analizamos cómo esta operación, presentada como garante de la paz europea, se convirtió en una herramienta de presión geopolítica y preludio de las alianzas que poco después definirían la Segunda Guerra Mundial. Te lo cuentan el autor José Luís Muñoz de Baena, con Javier Fernández, Edu Navarro y Dani CarAn. 📚 Libro referenciado "Lo Pagaron Caro" Silente Ediciones 2025 🔗 https://www.silente.tienda/?product=lo-pagaron-caro-el-destino-de-los-buques-de-la-no-intervencion-1936-1945 Casus Belli Podcast pertenece a 🏭 Factoría Casus Belli. Casus Belli Podcast forma parte de 📀 Ivoox Originals. 📚 Zeppelin Books (Digital) y 📚 DCA Editor (Físico) http://zeppelinbooks.com son sellos editoriales de la 🏭 Factoría Casus Belli. Estamos en: 🆕 WhatsApp https://bit.ly/CasusBelliWhatsApp 👉 X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod 👉 Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast 👉 Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast 👉 Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast 👉 Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod 📺 YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube 👉 TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 👉 https://podcastcasusbelli.com 👨💻Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es 🎵 La música incluida en el programa es Ready for the war de Marc Corominas Pujadó bajo licencia CC. https://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/ El resto de música es bajo licencia privada de Epidemic Music, Jamendo Music o SGAE SGAE RRDD/4/1074/1012 de Ivoox. 🎭Las opiniones expresadas en este programa de pódcast, son de exclusiva responsabilidad de quienes las trasmiten. Que cada palo aguante su vela. 📧¿Quieres contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de 👉 https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/391278 Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
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Todas las civilizaciones antiguas han mirado al cielo cuando tenían que emprender un proyecto o tomar decisiones importantes, así que era lógico pensar que Abderramán II consultara a sabios astrólogos para decidir qué fecha era la ideal para fundar Murcia.Pedro Juan Martín desarrolla su teoría en el libro "La influencia del saber de las estrellas en la fundación de Madinat Mursiya".
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Canal Voces De La Noche: https://bit.ly/3MRYH2Q
Ouvintes sejam bem vindes a nossa maratona de Halloween do ano de 2025, tradicionalmente como nos outros anos nós tentaremos entregar três episódios falando sobre horror, terror e suspense de várias formas diferentes até o dia 02 de novembro, esse é o episódio número 2, por favor não se esqueçam de também ouvir o anterior.Se você puder, apoie o nosso financiamento coletivo, e receba o conteúdo exclusivo:Apoia.se/booksferaConvidados do dia: @cosmomante(Nina); @liacavaliera; @moacirfio.Decidi usar essa abordagem para que a gente possa fazer um compilado de terror sobrenatural da América Latina, já que ele se comporta de uma maneira completamente diferente do terror sobrenatural do ocidente. Um exemplo disso que vai aparecer bastante nesse episódio é que o terror sobrenatural latino americano, fala muito sobre famílias. Maldições geracionais, lendas sobre parentes que se transformam em criaturas, a bruxaria entrelaçando elementos indígenas e africanos com seus poderosos amuletos e feitiços que são passados dentro da família ou aldeia. É sobre esse tipo de narrativa, e sobre tudo mais cultural que o terror latino americano nos trás que nós vamos falar hoje.
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
En el episodio de hoy me siento nuevamente con Víctor González, cofundador de Infusion Investments y fundador y CEO de MarketSnack.Víctor me cuenta sobre la evolución de su propósito desde nuestro primer episodio en 2020, cómo ha sido el proceso de construir una empresa tecnológica desde cero, la importancia de adquirir talento estratégico y el lanzamiento oficial de MarketSnack, una plataforma de market data que aspira a convertirse en el "Robinhood de la data financiera" desde Puerto Rico para el mundo.También hablamos sobre por qué mirar hacia atrás puede ser clave para seguir creciendo, la cultura empresarial puertorriqueña, los retos de expandir más allá del 100x35, y cómo romper con las narrativas que nos limitan como emprendedores.Tres "takeaways" de este episodio:1. Para lograr la expansión, lo que necesitas es gente súper talentosa, inteligente en su área y estar dispuesto a escuchar.2. La oportunidad puede pasar dos veces, pero las circunstancias no necesariamente van a ser las mismas.3. El problema no es estar en una isla, es pensar como si no pudieras salir de ella.Sigue a Víctor:Instagram | Youtube | LinkedInSigue a MarketSnack:Página web | InstagramNo olvides suscribirte a nuestro canal de Youtube.
Allora, oggi parliamo di Smoochie, quell'idea che mi si titilla in testa mentre faccio mille altre cose (e che non so se svilupperò mai, ma è divertente pensarci!).Io sono Alex Raccuglia e questo è The Morning Rat, il mio spettacolo in video (e in podcast su Techno Pillz) dove racconto la mia vita da produttore di spot e sviluppatore software audio-video. Un giorno vi racconterò perché si chiamano in modo diverso, ma intanto parliamo di questa roba qui!Tutto nasce da un problema 'automagico' che mi è capitato: un video a 30fps montato su una timeline a 25fps, con conseguenti drop frame e un gran mal di testa. Non c'è modo di migliorare questa cosa? La risposta, ovviamente, è sì!Ecco che entra in gioco Smoochie (o magari 'Frame Doctor', ci pensiamo!). L'idea è sfruttare un modello di intelligenza artificiale sviluppato da Apple, disponibile *for free* su iOS, macOS, VisionOS 26 e **solo per Apple Silicon** (mi spiace Intel, non è colpa mia!).Smoochie sarebbe pensato per fare lo *smoothing* del video, il *frame repair* (quante volte un frame è rovinato o mancante?) e in generale lavorare sui singoli fotogrammi. Parliamo di segmenti corti (10-20 secondi, non un'ora!), visualizzazione dei fotogrammi come 'piccoli rettangolini verticali', navigazione avanti/indietro.L'app ti permetterebbe di aggiungere frame mancanti (interpolati con l'AI tra il precedente e il successivo, fighissimo!) o rimuovere quelli duplicati (quel '1, 2, 3, 4, 5, 5' che tutti odiamo quando si cambia cadenza). E in esportazione? Decidi tu: mantieni il framerate originale allungando il video o mantieni la durata originale cambiando il framerate (o scegli tu, tipo 29.97 o 30, perché siamo liberi!)Ma non finisce qui! Il passo successivo è l'analisi *automagica* delle 'cadenze sbagliate'. Come? Sfruttando l'AI di Apple che calcola il *vettore di spostamento* tra i fotogrammi (tipo Global Motion Compensation, ma più furbo). E con l'aiuto di Claudio 4.5, ho scoperto che l'AI non solo ti dà il movimento, ma anche *rototraslazione e skew*! Questo ci permette di identificare frame ripetuti o 'spike' di movimento per suggerire aggiunte/rimozioni. Un vero 'dottore' per i tuoi video!Potrebbe essere utile anche per fare *slow motion* fuori da Final Cut o per *pipeline scriptate* di compositing. Non una cazzata, insomma! Dalla versione 1.0 (solo Frame Doctor) alla 1.2 (con analisi e cambio di cadenza), per me è fighissimo!Che ne pensate? È un'idea carina o no? Fammelo sapere nei commenti, iscrivetevi al canale, attivate la campanella per le notifiche! E se mi ascoltate in audio, venite nel gruppo Telegram: [telegram.me/technopillsriot](https://t.me/technopillsriot) (e un bel like non guasta mai!).Tra poco sentirete anche il commento di Shat GPT. È stato bello, ciao, che devo parcheggiare!#Smoochie #FrameDoctor #AlexRaccuglia #TheMorningRat #TechnoPillz #AppleSilicon #IntelligenzaArtificiale #AI #VideoEditing #FrameRate #SoftwareDevelopment #MacOS #iOS #VisionOS #GlobalMotionCompensation #Rototraslazione #VideoRepair[00:13:58] Spot[00:19:19] Il riassunto di Sciatta GPTTechnoPillzFlusso di coscienza digitale.Vieni a chiacchierare sul riot:https://t.me/TechnoPillzRiotSono su Mastodon: @shylock74@mastodon.unoI video di The Morning Rant sul canale YouTube di Runtime:https://www.youtube.com/playlist?list=PLgGSK_Rq9Xdh1ojZ_Qi-rCwwae_n2LmztAscoltaci live tutti i giorni 24/7 su: http://runtimeradio.itScarica l'app per iOS: https://bit.ly/runtAppContribuisci alla Causa andando su:http://runtimeradio.it/ancheio/
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Bienvenido al podcast Productividad Máxima. Soy el clon en prácticas de Borja Girón. Si hoy me notas un pelín metálico, paciencia: estoy en versión beta, pero en cuanto me actualicen dos veces más empiezo a presentar yo el programa y a Borja le dejo las tareas de becario. Hoy traigo una estrategia de productividad sobre Ciclo OODA para emprendedores: decide más rápido y corrige antes.Y ahora toca una historia real para que lo entiendas al vuelo. Vamos a la aviación militar de mediados del siglo veinte. John Boyd, piloto de caza de la Fuerza Aérea de Estados Unidos, se hizo famoso por ganar combates simulados en menos de cuarenta segundos. Su secreto no era un avión más potente, era un ciclo de decisiones más rápido: observar, orientar, decidir y actuar. Mientras el oponente aún procesaba lo que pasaba, Boyd ya estaba ejecutando la siguiente maniobra. Esa idea se llamó OODA. Y lo curioso es que no solo sirve en combate; cuando tu ciclo es más corto que el del rival, tomas ventaja. En negocios pasa lo mismo: si observas el mercado, te orientas con criterio, decides una acción y la ejecutas antes de que otros terminen su reunión, te llevas al cliente.Continuamos con un aprendizaje rápido. Toma nota. El enemigo del emprendedor no es la falta de horas, es la lentitud del ciclo. Cuando tardas días en decidir y semanas en actuar, la realidad te adelanta. Si comprimes tu ciclo a bloques de sesenta minutos, reduces el coste del error, aumentas la frecuencia de aciertos y conviertes tu calendario en una fábrica de decisiones útiles.Para aterrizarlo, te propongo un OODA de sesenta minutos. Primero, observa durante cinco minutos: datos simples, no enciclopedias. Abre tu analítica, mira la última campaña, revisa dos métricas y lee dos mensajes de clientes. Segundo, oriéntate durante cinco minutos: ¿qué significa lo que ves? Formula una hipótesis sencilla, por ejemplo “los leads convierten mejor cuando la oferta menciona entrega en veinticuatro horas”. Tercero, decide en un minuto: una acción concreta con verbo de entrega. Nada de “trabajar en ello”, sino “cambiar el titular de la landing y añadir prueba social”. Cuarto, actúa durante treinta minutos: ejecuta solo esa acción, versión uno lista para publicar. Quinto, cierra durante diez minutos: publica, mide un indicador de referencia y agenda la siguiente iteración. Ese es tu ciclo. Cuando lo repites cada día, empiezas a ganar por inercia.Este episodio está patrocinado por Systeme, la herramienta de marketing todo en uno gratuita con la que puedes crear tu web, blog, landing page y tienda online, crear automatizaciones y embudos de venta, realizar tus campañas de email marketing, vender cursos online, añadir pagos online e incluso crear webinars automatizados. Puedes empezar a usar Systeme gratis entrando en borjagiron.com barra systeme o desde el link de la descripción. Y ahora continuamos con el episodio.Y ahora toca una historia rápida para que lo veas con un caso particular. Clara vende formación para abogados. Llevaba semanas dándole vueltas al precio y a la propuesta de valor. Cambiamos reuniones por un OODA diario. Día uno, observó que la página con más visitas tenía un tiempo de lectura bajo. Se orientó: quizá el titular no conectaba. Decidió cambiarlo a una promesa específica y añadió un testimonio con nombre y colegio profesional. Actuó en treinta minutos y publicó. Día dos, observó un aumento en clics al botón. Se orientó: faltaba urgencia clara. Decidió añadir una garantía de catorce días y un bono de seguimiento. Actuó y midió. Día cuatro, subió el precio veinte euros porque la tasa de conversión lo permitía. Resultado en una semana: más ingresos con las mismas visitas y un proceso de decisiones que ya no dependía de inspiración, sino de ciclos rápidos con datos reales.Para que lo apliques desde hoy sin complicarte, quédate con tres reglas. Uno, limita la información: dos métricas y dos comentarios de clientes por ciclo. Demasiados datos frenan la orientación. Dos, prioriza decisiones reversibles: es más productivo hacer cinco cambios pequeños que un gran cambio cada mes. Tres, pon caducidad: cada ciclo debe acabar en algo visible, publicado o enviado. Si no termina en entrega, no cuenta.Y ahora vamos con el resumen del episodio. Hemos visto que la ventaja no está en tener más horas, sino en acortar el ciclo de observar, orientar, decidir y actuar. Lo aprendimos del mundo aéreo con John Boyd y lo aterrizamos con un bloque de sesenta minutos: cinco para observar, cinco para orientarte, uno para decidir, treinta para actuar y diez para cerrar y medir. Viste cómo una emprendedora mejoró titulares, ofertas y precios sin drama, solo con iteraciones cortas. La idea central es que un ciclo rápido reduce el coste del error y acelera el aprendizaje.Tu única acción hoy es esta: reserva sesenta minutos, corta notificaciones y ejecuta un OODA completo sobre tu página principal. Observa dos métricas y dos comentarios, oriéntate con una hipótesis, decide un cambio concreto de alto impacto, actúa y publica una versión uno, y cierra midiendo un dato base para comparar mañana.Antes de despedirme, si quieres decidir mejor para no perder tiempo ni dinero, te recomiendo el Club de Emprendedores Triunfers, al que puedes unirte desde Triunfers.com. Deja de tomar malas decisiones en tu negocio. Es un Club Privado de Emprendedores que nos ayudamos a solucionar dudas y problemas para tomar mejores decisiones de negocio. Una mala decisión puede hundir tu negocio, además de hacerte perder mucho tiempo y dinero. Sin olvidar la frustración, la ansiedad, tener que cerrar tu negocio y abandonar tu sueño de emprender con libertad. Deja de tomar malas decisiones. Antes de hacer algo pregunta a los expertos del club.Y hasta aquí por hoy. Si has llegado hasta el final escuchando a un clon en prácticas, te has ganado una cláusula antiaburrimiento en tu contrato de oyente. Prometo que en la próxima actualización ya hago chistes buenos y dejo a Borja programando mis cafés. Gracias por compartir el episodio con esa persona que lo pueda necesitar. Te espero mañana en el próximo episodio. Un fuerte abrazo.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/productividad-maxima--5279700/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com
Bienvenido al podcast Grandes Aprendizajes. Hoy te traigo el resumen del libro Estrategia del Océano Azul, cómo crear tu propio espacio sin competir.Este libro propone dejar de pelear por ser un poco mejor que la competencia y empezar a crear una oferta tan distinta que no tengas rival directo. En lugar de bajar precios y entrar en guerras que agotan, se trata de cambiar las reglas del juego y centrarte en lo que tus clientes valoran de verdad.El primer gran aprendizaje es enfocar. No intentes gustar a todo el mundo. Elige un grupo claro de clientes y descubre qué cosas les sobran y cuáles echan en falta. Quita lo que no aporta y realza lo esencial.El segundo aprendizaje es simplificar. Cuando reduces lo innecesario, puedes ofrecer algo más útil y, muchas veces, más económico de producir. Menos ruido, más valor.El tercer aprendizaje es combinar elementos que normalmente no van juntos. Por ejemplo, calidad alta con acceso fácil, o personalización con rapidez. La novedad suele nacer de mezclas inteligentes.El cuarto aprendizaje es contar una propuesta clara en una frase. Si no puedes explicar por qué eres diferente en diez segundos, el cliente no lo recordará.Y ahora toca una historia rápida para que lo veas con un caso particular. Un gimnasio de barrio vivía de ofertas y descuentos. Decidió crear su océano azul enfocándose solo en personas con poco tiempo. Quitó máquinas poco usadas, añadió clases exprés de veinte minutos guiadas por un entrenador y un plan semanal cerrado. Subió el precio diez euros al mes, incluyó seguimiento por mensaje y eliminó matrículas. En tres meses, las bajas cayeron, las recomendaciones subieron y dejó de competir por precio porque nadie ofrecía esa mezcla de rapidez y guía personal.Quinto aprendizaje. Dibuja tu mapa de valor. Escribe qué cosas vas a eliminar, cuáles vas a reducir, cuáles mantendrás y cuáles vas a aumentar respecto a lo normal en tu sector. Esa lista es tu hoja de ruta.Sexto aprendizaje. Valida en pequeño. Prueba tu propuesta con un grupo reducido durante dos semanas. Ajusta con lo que aprendas y, solo entonces, amplía.Este episodio está patrocinado por Systeme, la herramienta de marketing todo en uno gratuita con la que puedes crear tu web, blog, landing page y tienda online, crear automatizaciones y embudos de venta, realizar tus campañas de email marketing, vender cursos online, añadir pagos online e incluso crear webinars automatizados. Puedes empezar a usar Systeme gratis entrando en borja girón punto com barra systeme o desde el link de la descripción. Y ahora continuamos con el episodio.Continuamos con un aprendizaje rápido. Toma nota. Si tu mensaje suena a lo mismo de siempre, no estás en océano azul. Ajusta tu frase hasta que alguien diga: eso no lo había visto así.Séptimo aprendizaje. Pon precio según el valor percibido, no según tus costes. Si resuelves un problema clave mejor y más cómodo, el cliente paga sin mirar tanto la comparación.Octavo aprendizaje. Prepara barreras simples para que no te copien en dos semanas. Puede ser una comunidad activa, un proceso difícil de replicar o una marca muy clara y cercana.Noveno aprendizaje. Construye tu relato. Explica el problema de forma que el cliente se vea en él, cuenta cómo lo solucionas de manera distinta y muestra pruebas reales con resultados y opiniones.Y ahora vamos con el resumen del episodio. Crear tu océano azul es dejar de competir por ser un poco más barato y empezar a ofrecer algo distinto que el cliente entiende y desea. Enfoca, simplifica, mezcla de forma creativa, valida en pequeño y comunica con claridad. Pon precio por valor y protege lo que te hace único.Y cerramos con las claves. Define a tu cliente de forma concreta y su problema principal. Escribe tu propuesta en una frase muy clara. Elimina lo que no aporta y potencia lo que sí. Prueba con pocos clientes durante dos semanas y ajusta según resultados. Cobra por el valor que entregas y crea una comunidad o un proceso que te diferencie.Y la acción única para hoy. Redacta tu lista de cuatro decisiones: qué eliminarás, qué reducirás, qué mantendrás y qué aumentarás respecto a lo normal en tu sector. Compártela con dos clientes y pide su opinión en veinticuatro horas.Antes de despedirme, te recomiendo el Club de Emprendedores Triunfers. Deja de tomar malas decisiones en tu negocio. Club Privado de Emprendedores que nos ayudamos a solucionar dudas y problemas para tomar mejores decisiones de negocio. Una mala decisión puede hundir tu negocio, además de hacerte perder mucho tiempo y dinero. Sin olvidar la frustración, ansiedad, tener que cerrar tu negocio y abandonar tu sueño de emprender con libertad. Deja de tomar malas decisiones. Antes de hacer algo pregunta a los expertos del club. Únete desde Triunfers punto com.Gracias por compartir el episodio con esa persona que lo pueda necesitar. Te espero mañana en el próximo resumen de un increíble libro y con sus grandes aprendizajes. Un fuerte abrazo.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/grandes-aprendizajes--5720587/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com
Conviértete en miembro de este canal para disfrutar de ventajas: / @kerynews **Suscríbete al canal**: http://goo.gl/ISfhvZSoy Kery Ruiz, periodista deportivo. Trabajé en FOX Sports, Goal.com, Sony, The18.com, Vice Sports y diferentes medios internacionales. Cubrí el Mundial de Brasil 2014 desde Rio de Janeiro, tres finales de Champions, la Confederaciones 2017 en Rusia y también el Mundial del 2018!Aquí podrás encontrar las mejores noticias de futbol y mucho más sobre el deporte que más amamos.Sígueme en:**TWITTER**: / kerynews **INSTAGRAM**: / kerynews **FACEBOOK**: / keryruizmx **KWAI**: kerynews#Kerynews #futbol
Desde 2014, miles de personas están convencidas de que cuando miramos la Luna llena, en realidad estamos viendo un holograma proyectado por poderes ocultos. ¿La prueba? Una misteriosa 'onda' que aparece en los vídeos caseros del satélite. Crow777 y sus seguidores aseguran que ALGUIEN está ocultando actividades secretas en la superficie lunar, y que solo nos dejan ver la Luna real cuando está en cuarto creciente o menguante. Spoiler: la explicación tiene más que ver con el aire caliente de los motores de los aviones que con conspiraciones intergalácticas. Pero eso sí, aprovechamos para hablar de los verdaderos misterios lunares, como los fenómenos transitorios luminosos que la ciencia aún no puede explicar. Porque una cosa es investigar lo inexplicable y otra muy distinta es inventarse hologramas donde solo hay física atmosférica básica. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia y el mundo del sabado 27 de septiembre 11:00am.
Enrique Quintana
Ricardo Ávila fue consejero presidencial y secretario privado durante el Gob. Gaviria. También ha sido director de Portafolio. Libros mencionados:Decidi contarlo - Guillermo PerryCapítulos:00:00 intro 1:13 Llegar al gobierno Gaviria8:23 Entrar al sector público22:56 La actitud de Gaviria en las reuniones25:49 ¿Cómo era el ambiente del gobierno?28:46 Gobierno Barco vs gobierno Gaviria36:10 Los dos bandos de la apertura (gradualistas y aceleracionistas)40:09 Tener mentalidad de economía cerrada47:05 Un modelo energético exitoso54:22 El Estado colombiano es un parapléjico ilustrado1:01:15 La captura de Escobar1:08:31 El clima laboral trabajando con Gaviria1:21:57 ¿El balance final es positivo?1:25:06 Tener de cerca el poder
El abogado de Álvaro Uribe habló en 6AM de Caracol Radio sobre la decisión de la Corte Suprema sobre la libertad del expresidente mientras avanza su proceso judicial.
Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia y el mundo del sábado 06 de Septiembre a las diez de la mañana.
*** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtube.com/live/UZ8Go6EAraI +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ Se cumplen 100 años del Desembarco de Alhucemas, una operación que cambió el rumbo de la historia militar española. En este programa especial de Bellumartis Historia Militar conversamos sobre el nuevo libro de Roberto Muñoz Bolaños, profesor de las Universidades Camilo José Cela y Universidad del Atlántico Medio y autor de "Alhucemas 1925. El desembarco que decidió la Guerra de Marruecos" https://amzn.to/3JWfYuy . El desembarco de Alhucemas fue la primera gran operación anfibia moderna, un ensayo general de lo que décadas después serían Normandía o Tarawa. Su éxito puso fin a la sangrienta Guerra del Rif, tras los traumas de Annual o el Barranco del Lobo. En el programa analizamos: - Los antecedentes del desembarco: la larga guerra de Marruecos y la resistencia de Abd el-Krim. - La dimensión militar, estratégica y táctica de la operación. - El papel decisivo de la cooperación franco-española. - El contexto internacional tras 1918, marcado por el “momento wilsoniano” y el auge de los movimientos anticoloniales. - Cómo Alhucemas transformó a España y su ejército, cerrando un capítulo trágico de su historia colonial. Una programa que nos lleva del campo de batalla a las cancillerías europeas, para entender por qué Alhucemas fue el verdadero desenlace de la Guerra de Marruecos. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPRA EN AMAZON CON EL ENLACE DE BHM Y AYUDANOS ************** https://amzn.to/3ZXUGQl ************* ------------------------------------------------------------------------------------------------------- LOS LIBROS DE PACO https://franciscogarciacampa.com/libros/ ------------------------------------------------------------------------------------------------------ Si queréis apoyar a Bellumartis Historia Militar e invitarnos a un café o u una cerveza virtual por nuestro trabajo, podéis visitar nuestro PATREON https://www.patreon.com/bellumartis o en PAYPAL https://www.paypal.me/bellumartis o en BIZUM 656/778/825 --------------------------------------------------------------------------------------- Conviértete en miembro de este canal y apoya nuestro trabajo https://www.youtube.com/channel/UCTtIr7Q_mz1QkzbZc0RWUrw/join --------------------------------------------------------------------------------------- No olvidéis suscribiros al canal, si aún no lo habéis hecho. Si queréis ayudarnos, dadle a “me gusta” y también dejadnos comentarios. De esta forma ayudaréis a que los programas sean conocidos por más gente. Y compartidnos con vuestros amigos y conocidos. SIGUENOS EN TODAS LAS REDES SOCIALES ¿Queréis contactar con nosotros? Puedes escribirnos a bellumartispublicidad@hotmail.com como por WHATSAP o en BIZUM 656778825 Nuestra página principal es https://bellumartishistoriamilitar.blogspot.com y en la pagína web de Francisco García Campa https://franciscogarciacampa.com
Hannah Kreager, una estadounidense transgénero de 22 años, solicitó el estatus de protección en el país del norte argumentando temor a ser perseguida en su país.
Ander Iturralde da la bienvenida a Óscar Portugal, Juandi Mata y Jan Seven para analizar toda la actualidad futbolística de la última semana y echar la mirada hacia este fin de semana de Premier...Comenzando por le inesperada victoria del Leeds United sobre el Everton en el duelo que enfrentaba a los dos últimos equipos por estrenarse en esta temporada de la Premier League; continuando por la última ronda de clasificación de la Champions League y cómo el Fenerbahçe no fue capaz de pasar del empate contra el Benfica; todo el resto de resultados como también la victoria del Crystal Palace en la Conference League en el primer partido europeo de su historia que no era de la Intertoto para ganar al Fredrikstad; cómo el Rayo Vallecano ganó en un evento absurdo en Hungría para llegar con ventaja a la vuelta; en fichajes, el de Eberechi Eze por el Arsenal; el de Amine Adli por el Bournemouth; el de Noah Okafor por el Leeds United; cerrando con Alexander Isak en una absurda tesitura en el Newcastle; previa de la jornada de la Premier League y mucho más.Escucha la versión completa de este episodio PREMIUM de 1:39:46 de duración, apoya a que Alineación Indebida pueda prosperar, accede a todo nuestro contenido premium y a nuestro server de Discord suscribiéndote por tan sólo 5.50$/5.50€ en: https://www.patreon.com/posts/137061188Además... Ahora, al suscribirte en nuestra página de Patreon, puedes escuchar todo nuestro contenido de Alineación Indebida Premium a través del siguiente link de Spotify. Sólo tienes que vincular la cuenta que abras en Patreon y, a partir de ahí, tendrás desbloqueado todo el contenido premium que producimos: https://open.spotify.com/show/6WeulpfbWFjVtLlpovTmPvSigue a Ander: https://x.com/andershoffmanSigue a Óscar: https://x.com/OscarP107Sigue a Juandi: https://x.com/MataJdSigue a Jan: https://x.com/donostistanbulSigue al programa en Twitter: https://twitter.com/PodcastIndebidoSigue al programa en Instagram: instagram.com/podcastindebidoContacto: anderpodcast@gmail.com // alineacionindebidapodcast@gmail.com Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Enrique Quintana
====================================================SUSCRIBETEhattps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2025“HABLEMOS CLARO”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================13 de AgostoEl secreto de un corazón contento"Deléitate en el SEÑOR, y él te concederá los deseos de tu corazón" (Salmo 37:4).¿Cuál es la diferencia entre perseguir nuestros sueños con ansiedad y buscar a Dios primero, confiando en que él nos dará los deseos de nuestro corazón? ¿Cómo podemos aplicar esta lección en nuestra propia vida?Imagina un día en la vida de Sara, una joven apasionada por la música. Desde que era una niña, soñaba con ser una cantante famosa. Cada noche, miraba las estrellas y le pedía a Dios que hiciera realidad su sueño. Pero a medida que crecía, la realidad de la vida la golpeó. Las responsabilidades, las distracciones y las dificultades parecían interponerse en su camino.Sara comenzó a sentirse desanimada. Se preguntaba si Dios realmente escuchaba sus oraciones y si sus sueños se harían realidad algún día. Fue entonces cuando se encontró con el Salmo 37:4, que dice: "Deléitate en el SEÑOR, y él te concederá los deseos de tu corazón". Este versículo la hizo reflexionar. Sara se dio cuenta de que había estado enfocada en buscar sus deseos más que en buscar a Dios. Decidió cambiar su enfoque. En lugar de preocuparse constantemente por su carrera musical, comenzó a pasar tiempo en oración y adoración.Con el tiempo, Sara experimentó una transformación. Su corazón se llenó de paz y contentamiento, independientemente de lo que sucediera en su carrera. Descubrió que su relación con Dios era mucho más valiosa que cualquier sueño que pudiera tener. Pero lo sorprendente fue lo que sucedió después. Cuando Sara menos lo esperaba, las puertas de la industria musical se abrieron para ella. Las oportunidades comenzaron a llegar, y su música llegó a mucha gente. Entonces comprendió el significado completo del Salmo 37:4. Cuando se deleitó en el Señor, él no solo le dio lo que ella deseaba, sino que también le dio un corazón contento.Recuerda que buscar a Dios primero y deleitarte en él es la clave para experimentar la plenitud de la vida, y hasta puede sorprenderte con bendiciones que van más allá de tus sueños.Oración: Querido Dios, te agradezco por tu amor incondicional y por escuchar mis oraciones.
Centro Democrático ya decidió cómo elegirá su candidato a la presidencia 2026
Nos vemos en Summit Regias el 5 de septiembre en el nuevo Hotel Intercontinental. Asegura tu entrada aquíVivió lo corporativo a fondo, por decisión propia y casi que por necedad. No le gusta que le cuenten. Ella quiere ser protagonista de su existencia y estar en todos lados. Dijo que no a muchas cosas y aguantó con fuerza las que sí. Tuvo hijos, tuvo culpa y tuvo –sigue teniendo– hambre de más. Hoy es consultora, inversionista, consejera independiente... Es una lista con energía, de las que se salen de la norma y siempre dan más. Decidió que su camino no iba a ser el tradicional ni el contreras, sino el suyo MUY propio. A su hijo más vulnerable lo entrenó para la sobremesa, para los auditorios y para que su historia fuera una de orgullo y brillo familiar. Eso hace ella: forma, abre caminos, acerca oportunidades. Amplía y mejora cualquier cosa que la vida le pone en las manos.Acerca deVerónica Elizondo Ortiz es Ingeniera en Sistemas Electrónicos por el Tecnológico de Monterrey y tiene con un MBA por la Universidad de Stanford. Además, ha cursado programas ejecutivos en Harvard, Wharton, Chicago Booth y London School of Economics. Actualmente es socia en la firma de consultoría Galera y cofundadora de MERLO Capital, un fondo de inversión que respalda a emprendedores con alto potencial en empresas medianas en México.Antes de integrarse a Galera, Verónica ocupó el cargo de CEO en CAPRI Recubrimientos, donde lideró con éxito el turnaround y posterior venta de esta compañía especializada en impermeabilizantes. Previamente, formó parte de Grupo Alfa durante más de 13 años, en posiciones como VP de Planeación Estratégica Global, Chief Information Officer y diversos roles de liderazgo en recursos humanos, impulsando proyectos de transformación cultural, desarrollo organizacional y diversidad, equidad e inclusión.Ha sido integrante de múltiples consejos en sectores como alimentos, salud, educación, construcción, ventas directas e impacto social. También ha participado en los consejos de Endeavor Norte, ESJ, Arabela, CGOMSA (hospital Ginequito), Genius Foods, Dontworry, ASFM, el Centro de Empresas Conscientes del Tec de Monterrey y Hyped Capital.
Después de ver una exposición sobre las violaciones sistemáticas en la guerra de Bosnia, Marta Carnicero no pudo mirar hacia otro lado. Decidió escribir Matrioskas, una novela que nace del respeto y la contención, sin recurrir a testimonios directos, pero sí al poder de la ficción como forma de memoria. En esta conversación hablamos del silencio, del tabú, del miedo a no estar a la altura. Hablamos de cómo narrar el horror sin caer en el morbo ni traicionar a las víctimas. Una entrevista sobre literatura, ética y la posibilidad de acompañar, con palabras, lo que muchas veces no puede decirse. Un episodio necesario y luminoso.#MartaCarnicero #Matrioskas #ParedroPodcast #EntrevistaParedro #LiteraturaYMemoria #FicciónConConciencia #NarrarElDolor #ViolenciaSexualEnLaGuerra #LiteraturaComprometida #NarrativaÉtica #EscribirDesdeLaEmpatía #PodcastEnEspañol #LibrosQueImportan #EscuchaEsto #LoQueNoSeDice #HistoriasQueTransforman #Violenciasexual
¿Por qué algunas personas sabotean su camino hacia la riqueza sin siquiera darse cuenta? ¿Por qué el dinero parece fluir hacia unos y huir de otros, incluso cuando hacen lo mismo? En este episodio de Conceptos Ocultos para el Dominio Interno, te guio a través de cinco estructuras internas que determinan tu capacidad —o incapacidad— para generar riqueza sostenible. Aquí no encontrarás promesas vacías ni frases trilladas. Encontrarás fundamentos científicos, referencias reales y crítica profunda. Hablamos de neurobiología, epigenética, memoria somática, disonancia cognitiva, y cómo tu cuerpo —a través de su química interna— replica patrones que sabotean o potencian tus resultados. Si esta forma de pensar resuena contigo, ayuda a que esta serie continúe: Comenta tu parte favorita ❤️ Dale like si quieres más episodios Comparte este contenido con quien lo necesita Cuando este episodio alcance 100 comentarios y 500 likes, publicaremos el siguiente. ¿Te interesa recibir el Manual de Trabajo de este contenido? Déjalo en los comentarios. — Serie: Conceptos Ocultos para el Dominio Interno Canal: Conocimiento Experto ✍️ Firma profesional: Salvador Mingo Creador de Conocimiento Experto | Estratega en desarrollo personal y enfoque interno Autor de Mentalidad con Propósito y La Estrategia Maestra +50 millones de impactos en plataformas digitales salvador@conocimientoexperto.com Conecta conmigo: Web: https://conocimientoexperto.com YouTube: https://www.youtube.com/@conocimientoexperto Podcast (Spotify): https://open.spotify.com/show/65J8RTsruRXBxeQElVmU0b Instagram: https://www.instagram.com/salvadormingo/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/salvadormingoce/ Guías prácticas: https://conocimientoexperto.com/accede-a-las-guias #DominioInterno #Neurociencia #Riqueza #DineroConsciente #ReprogramaciónMental #SalvadorMingo #ConocimientoExperto
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https://triunfacontulibro.com/Cuando Ravi Sangeeta Kaur se apuntó a la octava edición del programa Reto Tu bestseller en 60 días, ya había escrito la mitad de su libro. Pero algo hizo clic. Decidió empezar desde cero. ¿Por qué? Porque entendió que no quería un libro más, quería un libro que sanara, que conectara, que ayudara. Quería escribir la mejor versión de su libro. En esta entrevista íntima y poderosa, Ravi nos cuenta cómo el programa Reto le dio estructura, enfoque y comunidad. Y cómo el uso de la herramienta Writer Pro, introducida por primera vez en su edición del programa, fue clave para revisar y mejorar cada parte de su manuscrito.Pero este episodio no trata solo sobre escribir. Trata sobre cómo enfrentarse al dolor más profundo –la pérdida de un hijo– y convertirlo en propósito. Sobre cómo la respiración, la escritura y la espiritualidad se entrelazan en un proceso de sanación real. Y sí, también hablamos de TikTok, de gurús que no lo son tanto, y de cómo hacer que un libro hable directamente al lector.¿Te preguntas qué tiene que ver todo esto contigo? Si alguna vez has sentido que tu historia no es suficiente, que tu libro no está listo o que el caos interior te impide avanzar, esta entrevista puede ser justo lo que necesitas escuchar.
Sara Qiu salió en bicicleta de Zaragoza sin rumbo fijo. Pedaleando llegó diez meses después a Turquía, donde recibió la noticia de que su abuela materna, que vivía en China, había fallecido. Decidió entonces que el destino final de este viaje sería Qingtian, la ciudad natal de sus padres. También hablamos con el multipremiado fotoperiodista Walter Astrada que decidió aparcar su carrera profesional para viajar. Ambos invitados participarán en las 'Jornadas IATI de los grandes viajes' que se realizarán a finales de mayo en Madrid
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