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Hacer click aquí para enviar sus comentarios a este cuento.Juan David Betancur Fernandezelnarradororal@gmail.comHabía una vez un hombre que vivía en una una remota aldea de la India, al borde de un espeso y silencioso bosque. Este hombre era reconocido por los aldeanos como un hombre misterioso pero igualmente sabio. Vestía con sencillez, hablaba con los pájaros y, a menudo, sus acciones resultaban tan excéntricas que dejaban a todos rascándose la cabeza. Lo admiraban por su evidente paz interior, pero al mismo tiempo, su comportamiento inusual los confundía y les causaba gracia.Un día, movidos más por el aburrimiento y la curiosidad morbosa que por una verdadera sed de conocimiento espiritual, un grupo de aldeanos decidió invitarlo a la plaza principal. Así que subieron la montana donde vivía y con mucha cortesía se acercaron a el—Maestro —le dijeron con falsas sonrisas—, nos encantaría que nos predicara. Necesitamos de su infinita sabiduría.El hombre santo, que vivía en un estado de constante servicio y disponibilidad, aceptó sin dudarlo. Sin embargo, conforme se acercaba el día señalado, su aguda intuición le advirtió de las verdaderas intenciones del pueblo. Sabía que no buscaban la luz, sino un espectáculo; querían reírse un rato a costa del "viejo loco". Decidió entonces que la lección que recibirían no sería la que ellos esperaban.Llegó la tarde de la charla. La plaza estaba abarrotada. Los aldeanos se codeaban y cuchicheaban, listos para el entretenimiento. El maestro subió a una pequeña tarima, paseó su mirada tranquila por la multitud y dejó que un silencio profundo se instalara en el ambiente.Finalmente, con voz serena, preguntó: —Amigos míos, ¿saben de qué voy a hablarles hoy?La multitud, casi al unísono, respondió con burla: —¡No, no lo sabemos!El maestro suspiró con dramatismo, sacudió la cabeza y dijo: —En ese caso, no voy a decirles nada. Son tan ignorantes, sus mentes están tan cerradas, que ninguna palabra mía valdría la pena aquí. Mientras no sepan siquiera de qué voy a hablarles, no tiene sentido que les dirija la palabra.Y sin más, dio media vuelta y regresó al bosque, dejando a todos con la boca abierta.Los aldeanos se sintieron desconcertados y un poco tontos. Lejos de rendirse, su orgullo herido los hizo reunirse esa misma noche. "Mañana lo llamaremos de nuevo", acordaron, "y cuando pregunte, todos diremos que sí".Al día siguiente, mandaron a buscar al santo, quien acudió con la misma paz de siempre. Subió a la tarima, miró a la multitud expectante y formuló la misma pregunta: —Amigos, ¿saben de qué voy a hablarles?Esta vez, con sonrisas triunfantes, gritaron a coro: —¡Sí, maestro, lo sabemos!El santo sonrió dulcemente, asintió y respondió: —Siendo así, me alegro mucho. No tengo absolutamente nada que decirles, puesto que ya lo saben todo. Que pasen una excelente noche, amigos.Y volvió a marcharse, perdiéndose entre los árboles.La indignación en el pueblo fue mayúscula. ¡Aquel ermitaño se estaba burlando de ellos en su propia cara! Llenos de frustración, pero más tercos que nunca, decidieron convocarlo por tercera vez. Celebraron una asamblea y planearon la trampa perfecta. No habría forma de que el viejo se escapara de esta.Al tercer día, el santo llegó a la plaza. Se paró frente a ellos, imperturbable como una montaña, los miró en silencio y calma, y lanzó la ya conocida pregunta: —Díganme, amigos, ¿saben de qué voy a hablarles?Los aldeanos, seguros de su victoria, ejecutaron su plan. La mitad de la plaza gritó: —¡Sí, lo sabemos! Y la otra mitad gritó: —¡No, no lo sabemos!El silencio volvió a caer sobre la plaza mientras todos miraban al maestro, esperando verlo por fin acorralado.El hombre santo los observó con com
Karyna Gomes acaba de lançar o álbum Kantigas di Liberdadi. O novo trabalho discográfico da cantora e compositora da Guiné-Bissau é um testemunho que celebra a liberdade, a história e o amor. Karyna Gomes propõe um resgatar da história que constitui o imaginário colectivo guineense para consolidar o que Amílcar Cabral e companheiros conquistaram. Navegando por ritmos com raízes na música guineense, como o gumbé e a tina, Kantigas di Liberdadi também deixa transparecer o efeito, por exemplo, da rumba, da soul music, da música popular brasileira ou do kompa haitiano. O álbum conta com as participações de Micas Cabral e de Alana Sinkëy e inclui a participação de Dara Haniel, filha de Karina Gomes. Integralmente cantado em kriol da Guiné, Kantigas di Liberdadi foi gravado “live on tape” porque, como diz Karyna Gomes, “a Guiné-Bissau sempre foi de fazer música ao vivo” ... “ e esta é a essência musical dos guineenses”. A RFI falou com a artista na capital portuguesa, Karyna Gomes começa por explicar o que idealizou colocar no novo trabalho e o que este representa na carreira. Karyna Gomes: (Kantigas di Liberdadi) é um trabalho que, para mim, constitui uma grande aventura, na verdade, porque eu sou cantora guineense radicada em Portugal, num universo muito desafiador para artistas que fazem música alternativa, que não fazem música pop, mas que têm uma carreira, graças a Deus, a correr bem, a solo, já há mais de 10 anos. Decidi juntar alguns músicos extraordinários da Guiné-Bissau e de Angola, a minha filha Dara Haniel, de 23 anos, que que também é cantora, e convidar o Micas Cabral e a Alana Sinkëy para se juntarem a mim, num dia, durante 12 horas, e gravar um álbum com 9 faixas. Um álbum que tem a minha essência, um álbum em que eu vou buscar as minhas raízes, mas que também vou-me dar a liberdade de navegar por outros mares, mares esses que fizeram parte da minha vida, da minha formação, falo do Brasil, falo das Antilhas, falo do Congo. Mas também não esquecendo a minha raiz crioula guineense, quando vou resgatar a raiz crioula e a raiz interventiva, quando vou resgatar canções como Titina, que é uma canção que o José Carlos Schwarz escreveu em 1975 e interpretou. Não editou, mas tive acesso à parte de uma bobina gravada num ensaio em Bissau, em que ele canta a música, mas só que a bobina já estava deteriorada e só se conseguiu resgatar a primeira estrofe. Essa primeira estrofe inspirou-me de tal maneira que eu andei 19 anos à procura do resto da canção e só fui conseguir juntá-la em 2024, quando, a convite da Casa da Cultura para o evento Hora di Canta Tchega, que é exactamente um evento de homenagem ao próprio José Carlos, onde eu vou com este quarteto, que depois vou convidar para gravar o disco, descobrir que a canção na verdade é um grande gumbé. Como é que eu vou juntando as peças? Eu vou falando com alguns contemporâneos de José Carlos, nomeadamente Djon Motta, Miguelinho N'Simba, mas quem me vai ajudar mesmo a juntar tudo é o Guto Pires, o cantor guinese Guto Pires, que, gentilmente, cantou para mim o restante da música e eu vou descobrir que na verdade é um grande gumbé. Ou seja, é um resgate daquilo que é nosso, mas também um apelo à história. Porque nós para chegarmos até aqui houve quem deu a sua vida para que nós fôssemos livres e independentes e pudéssemos navegar livremente nesse universo cultural e da música. Portanto, José Carlos é uma pessoa que eu conto sempre homenagear nos meus álbuns. Este não é diferente e foi através dessa visita à história, visita à nossa sonoridade, a passar por caminhos musicais onde já tinha passado, mas que em algum tempo da minha carreira decidi tentar outras sonoridades, mas que também tinha que fazer essa viagem, mas senti a necessidade de voltar às raízes e de resgatar o que é genuíno, o que é orgânico e não electrónico. RFI: O álbum chama-se Kantigas di Liberdadi, porquê este nome quando a independência da Guiné-Bissau já foi conquistada há mais de 50 anos? Karyna Gomes: Porque a descolonização ainda é um processo, um processo contínuo, um processo actual. Porque nós ainda precisamos de descolonizar a nossa mente e porque nós, mesmo nós que somos africanos, que somos guineenses, cabo-verdianos, angolanos, moçambicanos e que já temos uma nacionalidade, que temos um passaporte, um bilhete de identidade, nós ainda temos cárceres mentais de fundamento colonial de onde nós precisamos nos libertar. Eu acredito que através da cultura e através da música, indo resgatar a história, a história que constituiu a nossa nação, o nosso imaginário colectivo, nós vamos conseguir então mobilizar, continuar a mobilizar essa juventude, esse capital jovem, para que nós possamos consolidar o que Amílcar Cabral e seus companheiros, Zé Carlos e seus companheiros conquistaram durante a luta pela independência. E também, esse disco foi gravado exactamente no ano em que os PALOP, digamos assim, quatro países dos PALOP completam 50 anos de independência e a Guiné completa 52 anos de independência. Isto tudo é simbólico, mas também é necessário, porque eu tenho percebido como artista, mas também como uma pensadora de África, que há uma forte tendência, uma forte corrente de branqueamento da nossa história, a querer apagar a nossa história, a querer minimizar o esforço dos combatentes da liberdade da pátria pela nossa independência. Lugares onde se fala muito da democracia, sem as nossas independências, sem a nossa luta pela independência, não chegaríamos a essa meta da democracia. Eu acho que é muito necessário nós, como artistas, meditarmos sobre. Já dizia Nina Simone, que o verdadeiro artista é aquele que pensa e reflecte o seu tempo. Eu acredito. Aliás, Nina Simone é uma das minhas grandes referências na música e no pensamento. Portanto, eu acho que é um exercício sobre quem somos e também um legado que eu gostaria de deixar para as minhas filhas e para a geração delas. Daí ter convidado a minha filha para participar do disco e a Alana Sinkëy, que é filha do nosso saudoso Bidinte da Silva, que é uma grande cantora guineense, que tem uma estrada brilhante pela frente e que está noutra geografia, ela mora em Madrid, mas tem uma carreira internacional, apadrinhada pelo grande Richard Bona, e eu penso que é dessa maneira que nós conseguimos passar o testemunho para que a história da nossa luta não se apague. RFI: Pode dar-nos um exemplo de como, tendo em conta toda a experiência passada de luta da Guiné-Bissau e depois destes 52 anos de independência, como é que foi traduzido isso? Um tema por exemplo. Karyna Gomes: O tema que eu escrevi para o meu pai, chama-se Djonsa, e é como se eu tivesse a desabafar com ele sobre tudo o que aconteceu depois dele ter desaparecido e também como forma de reconhecimento do que ele simbolizou em vida quando. Numa determinada altura da história, houve um recuo significativo daquilo que era o ideal do Amílcar Cabral, e ele ter escolhido o silêncio como forma de resistência … E depois de ele ter partido, estas coisas continuarem como estão. Portanto, é como se através da minha conversa com o meu saudoso pai, vou relatando a história de antes e de agora. Outros temas, Tufulin, que é um tema que fala sobre o espaço de intimidade entre mulheres no trançar o cabelo, que é um lugar de fala privilegiado entre duas mulheres quando estão uma a pentear o cabelo à outra. Estão a contar histórias, histórias íntimas, histórias sobre várias questões sociais. Isto desde os primórdios foi assim e ainda agora, apesar de ter uma tendência de desaparecer, mas continua a existir essa tradição das mulheres estarem em momentos mais íntimos, trançar cabelo à outra para contar histórias. Eu aproveito para dizer que ainda temos muitas histórias para contar. Temos histórias da nossa luta, temos histórias da resistência, temos histórias das Mandjuandadi, que é a irmandade das mulheres, que depois passa a ser de mulheres e homens, em que vai-se resistir contra um sistema colonial e vai-se criar uma nação forte, forjar-se uma nação forte e unida na diversidade. Portanto, o tema No Brinca também é um tema em que vou falar que, apesar da situação em que o país está, nós não podemos esquecer que nós temos que estar juntos, a partilhar, nos divertir, mesmo porque a vida é curta. Mas não esquecendo que, sim, o país não está bem, as coisas não estão bem, mas vamos nos divertir. E tem o tema do Zé Carlos (Schwarz), que fala da história da Titina. Tem vários outros temas. Há só dois temas aqui que não falam directamente dessa questão da nossa realidade sociocultural e política, mas falam daquilo que nós somos. Por exemplo, há temas mais íntimos relativamente às mulheres e há temas mais direccionados às famílias, mas é um tema só. Portanto, acaba tocando outras coisas, mesmo porque liberdade, para mim, também é a liberdade que eu tenho para expressar sobre outros assuntos e não só aquilo que toca a vida pública. RFI: Como mulher atenta a tudo que se passa na Guiné-Bissau, como é que olha para o actual momento político e social que o país atravessa? Karyna Gomes: É sempre com muita tristeza que eu, de longe, vou chorando pela forma como o povo da Guiné-Bissau tem sido ignorado relativamente ao que escolhe nas urnas, mas isso já vem de muitas décadas para cá. O povo da Guiné-Bissau sempre votou, sempre soube escolher os seus governantes, mas, infelizmente, nunca deixam que a sua vontade prevaleça. É sempre com muita tristeza que eu vejo isso. E é claro que as consequências são sempre muito graves, privilegiando um grupo muito exclusivo de pessoas, que, infelizmente, perderam a sensibilidade em relação ao povo. Mas eu sou aquela pessoa que acredito no perdão, há dias estive a falar sobre isso, porque às vezes as pessoas pensam que estão a fazer bem, mas não estão. Eu acredito que o povo guineense deve continuar resiliente, deve continuar resistente, deve continuar persistente em relação aos seus valores, aos valores que fundamentaram a luta pela sua independência, aos valores que Cabral transmitiu, e os seus companheiros, e continuar a lutar, continuar a lutar com dignidade, porque o povo guineense é um povo digno, um povo batalhador, tem dado mostras disto. Oprimido, triste, com medo, mas sempre ali guardando os seus valores. Eu acredito que dias melhores virão, é continuar agarrado aos seus valores. RFI: Voltando a falar do novo disco da Karyna Gomes, nove temas gravados live on tape, tudo num dia, doze horas seguidas. Porquê esta opção? Karyna Gomes: Porque é o que nós somos musicalmente na Guiné-Bissau e isso está-se a perder. A Guiné-Bissau sempre foi de fazer música ao vivo, música orgânica, música que toca a pele das pessoas, porque vai dentro da alma e não tem jeito de não fazer pele de galinha, como eu costumo dizer. Esta é a essência musical dos guineenses. Eu acho que no mundo em que estamos, faz-se necessário também voltar a ouvir aquilo que a Guiné-Bissau cria como música e eu gostaria de deixar um contributo. Deixar aqui alguma coisa também de homenagem aos nossos pioneiros da música guineense e deixar também um legado para a geração mais nova e perceber que há uma outra forma de fazer música na Guiné-Bissau, mesmo estando num mundo, num universo, de novas tecnologias na música. Mas há uma forma de fazer música na Guiné-Bissau que pode impactar o mundo de uma maneira diferente. RFI: Em relação aos espectáculos, já há agenda de concertos? Karyna Gomes: Sim, já há agenda de concertos. Vai começar agora no dia 10 de Abril, terei um concerto em Bissau, no Centro Cultural Português, em que eu vou apresentar exactamente o álbum e a seguir vou trabalhar aqui em alguns cineteatros em Portugal, e também tenho o Brasil para fazer uma digressão com o disco. Já estamos a preparar a agenda para 2026 e 2027. RFI: França faz parte de uma ideia de onde vir a apresentar este trabalho? Karyna Gomes: Com certeza, França é um sonho e já estamos a trabalhar na agenda para França. Se Deus quiser, brevemente teremos respostas. Línk vídeo “Tufulin”: https://www.youtube.com/watch?v=rTYuh5bJFMw
Eu decidi, firmemente, não me contaminar com as iguarias do rei! - Pr. Antônio Dias by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Hoy recordaremos la vida de la única mujer que emigró a España y consiguió vivir 50 años de okupa con derecho a canapé en un palacio sin que nadie le pidiera contrato de alquiler. Discreta, mística y más rara que la ropa interior de Pedro J. Ramírez, hoy hablaremos de Irene de Grecia de Hannover, la princesa que vino de fuera para enseñarnos que se puede ser Alteza Real y vestir como si acabaras de salir de un retiro espiritual en Albacete. Irene nació el 11 de mayo de 1942 en Ciudad del Cabo porque su familia estaba de "vacaciones" mientras Hitler les arreglaba el cuarto baño y la cocina. Que también es mala suerte nacer con corona y que lo primero que veas sea un avestruz en vez del mayordomo de Ferrero Rocher. La madre de Irene estaba mu agobiá porque no hacía carrera con la chica. Sus otros dos hijos mayores mostraban más ambición, el Rey Constantino II de Grecia y la Reina Sofía de España, pero Irene se llevaba todo el día rescatando gatitos. Nuestra protagonista se interesó pronto por el piano, la arqueología y los OVNIs. Mientras su hermana Sofía aguantaba el tipo y los desplantes del campechano, Irene se dedicaba a mirar al cielo por si venían a buscarla los marcianos y se libraba de ir a la comunión de la sobrina. Se dice que sabía tanto de arqueología que cuando veía a algunos de sus parientes en las cenas de gala, no sabía si saludarlos o datarlos con carbono 14. En los años 60 se instaló en Zarzuela con una maleta y una sonrisa, y allí se quedó medio siglo. Con lo que se ahorró en hipoteca, la mujer montó Mundo en Armonía, una ONG para ayudar a todo el que sufriera, incluidos los animales. Era tan buena que se hizo vegetariana radical; decía que no comía nada que tuviera ojos, por eso en su nevera solo había lechugas y, sospecho yo, algún bote de tofu con el que podías alicatar un cuarto de baño. A Irene la llamaban la "Tía Pecu" (solterona en griego). Tenía dinero pa comprarse una peluquería pero ella prefería ir con su pelito corto y sus túnicas de la India, que lo mismo le servían para una recepción con el Papa que para hacerse una limpieza de aura en la casa de Nacho Vidal. En la década de los 80, mientras España se modernizaba a base de hombreras y movida, Irene seguía a lo suyo: el yoga, la meditación y el piano. Dicen que tocaba tan bien que relajaba hasta a Pocholo cuando iba de visita a la Zarzuela, cosa que venía estupendamente cuando el ambiente en casa se ponía más tenso que la cara de doña Sofía cuando se montaba en la furgoneta de JuanCal´lo. Irene nunca se casó. Ni un novio, ni un desliz, ni un "aquí te pillo, aquí te mato", ni una Corina Larsen. Ella decía que estaba muy bien sola, y viendo el panorama de los matrimonios de sus hermanos, la mujer no era mística, era vidente. Decidió que para aguantar a un rey, mejor se quedaba con sus cuencos tibetanos, que al menos si los golpeas, suena musiquita. Aquí Irene ya tenía el pelo como un matojo rodante del desierto, los dientes que se empujaban más que en la boda de Lolita y los deos amarillitos de aliña el tofu con curry. Durante sus últimos años, la pobre Irene empezó a tener la memoria un poco "en modo avión". Se le olvidaban las cosas, pero como siempre había vivido en un mundo de energías y dimensiones paralelas, a lo mejor es que simplemente se estaba mudando definitivamente a Raticulín. Desgraciadamente, el 15 de enero de 2026, con 83 años, Irene decidió que ya había aguantado bastantes recepciones oficiales y se fue en un platillo volante que la recogió en el Palmar de Troya, dejándole a la Reina Sofía el mando a distancia aunque ustedes siempre podrán recordarla cuando escuchen unos cuencos tibetanos o .conozcan a alguien que siempre vaya en “modo avión”.
Todos los enlaces están aquí: https://open.substack.com/pub/webreactiva/p/no-soy-developer-y-la-ia-me-estaAlberto Chesa lleva casi 6 años al otro lado de la trinchera. Dejó de programar para convertirse en Business Analyst: recoge los requisitos de negocio y los traslada a un equipo de desarrollo para que generen el mayor valor posible.Decidió ser la persona que a él le hubiera gustado tener al lado. Y por eso ahora lidera la adopción de la IA en su equipo en una consultora. WR | WR336
Hacer click aquí para enviar sus comentarios a este cuento.Juan David Betancur Fernandezelnarradororal@gmail.comHabía una vez un muchacho llamado Lucas que desde muy pequeño le había llamado la atención la magia blanca. Aquella magia que se hace con cartas y otros artículos que aparecen, se transformas o desaparecen. Ya en sus 16 anos Lucas ya dominaba algunos trucos de magia Lucas siempre había presumido de ser el gracioso del grupo, el que sabía trucos de cartas y leía curiosidades para impresionar. Pero con Elena era diferente. Elena le ponía nervioso.Era una tarde lluviosa de domingo y estaban sentados en la alfombra de la sala, rodeados de libros viejos y tazas de té. Lucas encontró un pequeño tomo de magia y, queriendo hacerse el misterioso, leyó en voz alta sobre la hipnosis. Aquel libro tenía una capitulo entero en como hipnotizar a alguien. Y comenzaba con un pequeño instructivo de hipnotismo. —Seguro que no funciona —dijo Elena, sonriendo de lado, con esa expresión escéptica que a Lucas le encantaba.—¿Ah no? —retó él, dejando el libro a un lado y acercándose un poco más—. Según lo que he encontrado en este capitulo estoy seguro de que yo podría hacerlo. Es más te Apuesto a que puedo hipnotizarte en menos de un minuto. Solo tienes que seguir mis comandos y mirarme fijamente a los ojos.Elena soltó una risita suave, dejó su taza en la mesa y se cruzó de piernas frente a él. —Adelante, gran mago. Haz tu mejor intento. Dijo con esa sonrisa picara que solo una joven puede tener. Lucas carraspeó, adoptando una postura solemne, aunque por dentro el corazón le latía a mil por hora. —La voy a hipnotizar —pensó, convenciéndose de su papel.Levantó un dedo, pero luego lo bajó. Su mano realmente temblaba un poco y su respiración se hacia cada vez más rápida, su corazón era ahora una maquina. Perturbado y temeroso de que Elena lo notara Decidió que la conexión directa seria mejor. —Mírame —susurró—. No parpadees.Y con absoluta resolución decidio mirarla a los ojos, los ojos de ella se cruzaron directamente con los de el. Al principio, Lucas estaba concentrado en su "técnica", buscando si en aquel rostro hermoso de aquella donsella había señales de sueño que el pudiera identificar. Estaba básicamente, esperando que en algún moementos sus párpados se notaran un poco pesados, que sus ojos pudieran presentar un pequeño vacilar hacia el sueno. Pero entonces, la luz tenue de la lámpara iluminó la mirada de Elena y el tiempo pareció detenerse.Lucas nunca se había fijado con tanto detalle en aquellos ojos. Los ojos de Elena eran unos ojos de mar, de un color azul que cambiaba constantemente con cada pensamiento, Su mirada realmente transmitía calma y profundidad No eran solo azules o verdes; tenían ese color indescifrable de las olas cuando están tranquilas, una mezcla de turquesa y misterio.El plan de Lucas se desmoronó. Se olvidó de contar hacia atrás, se olvidó de decirle que sus párpados comenzaba a sentirse pesados, como lo explicaba aquel capitulo del libro. Simplemente, se quedó allí, flotando en esa mirada. Lucas que siempre pensaba que tenía el control de todas las situaciones se fue perdiendo en las profundidades de aquellos ojos, y su alma fue tomando una paz absoluta, como si estuviera sumergido bajo el agua, donde el ruido del mundo no llega. Se sentía flotar en un mar de paz y tranquilidadPasaron los segundos, quizás minutos. Nadie hablaba. Solo se escuchaba la lluvia golpeando la ventana.De repente, Elena parpadeó y rompió el silencio con voz suave: —Lucas... ¿Crees que si vas a poder hipnotizarme? Porque no me siento diferenteLucas parpadeó también, volviendo a la realidad, pero sintiéndose completamente distinto. Sonrió, derrotado pero fel
Hacer click aquí para enviar sus comentarios a este cuento.Juan David Betancur Fernandezelnarradororal@gmail.comHabía una vez un hombre llamado Elías que era desde muy pequeño aficionado a la fotografía, con los años Elias se volvió el fotógrafo del pueblo y monto un pequeño estudio para atender a sus clientes. Pero un día Elias se vio frente a una cámara extraña. Era una de aquellas cámaras de mediados de siglo xix que tenía una gran caja de madera y una tela negra que cubria la placa que recibía las images. Elias alguna vez había observado una en un museo, pero ahora estaba allí junto a una de ellas. Elias no compró la cámara en una tienda de antigüedades, ni la heredó de un abuelo olvidado. La cámara simplemente apareció en su estudio una mañana de martes, montada sobre su trípode de madera negra, oliendo a ozono y polvo antiguo.No tenía marca, ni número de serie. Su lente era un ojo de cristal demasiado profundo, casi líquido, que parecía palpitar si lo mirabas fijamente y que parecía no tener fondo.La curiosidad de Elías, fotógrafo de profesión, pudo más que su prudencia. Decidió probarla en el parque frente a su casa. Quería capturar el viejo roble centenario que dominaba la plaza, ese árbol bajo el cual generaciones enteras se habían besado o resguardado de la lluvia.Era un día radiante. Los niños jugaban y las palomas revoloteaban alrededor del árbol. Elías niveló las patas de madera en la acera. Sintió un frío extraño en las manos al tocar los controles de latón.Entonces, sucedió lo que nunca se habría podido describirBajo la tela negra, el mundo se veía invertido, como en cualquier cámara de gran formato, pero había algo más. La imagen en el cristal esmerilado no estaba estática. Vibraba. El roble parecía estar hecho de humo denso, y los niños eran manchas de luz frenética. Elías sintió una atracción magnética, un hambre voraz que no venía de su estómago, sino de la máquina.Estaba a punto de tocar el disparador cuando recordó a su abuela quien alguna vez le había dicho. Ten cuidado con las cámaras porque se dice que esos aparatos son capaces de robar el alma de las personas y que todo lo retratado habrá perdido gran parte de su ser. Elias que en ese momento tendría poco más de 15 anos pensó que su abuela posiblemente ya llevaba mucho tiempo sufriendo de vejez, por lo que simplemente ignoro el comentario y siguió con sus pasión por la fotografía.Así que con aquel recuerdo presente en su mente , su dedo comenzó a temblar sobre el disparador. No sabía porque pero el comentario de su abuela no abandonaba su mente. Cerrando los ojos hizo un gran esfuerzo y apretó conscientemente el disparador. No hubo un "clic". Hubo un sonido similar al de una sábana rasgándose violentamente, un grito de la física quebrándose.Fue instantáneo y aterrador. Elías vio a través de la lente cómo el roble, los bancos, los niños, las palomas y la luz misma se estiraban como chicle, succionados por un vórtice invisible que convergía en el diafragma de la cámara. En decimas de segundos que se movían muy lentamente Elias pudo ver como toda la realidad que existía en aquella lente se discipaba y se abalanzaba hacia el . No fue una explosión, fue una implosión de realidad. La materia se convirtió en líneas, luego en puntos, y finalmente desapareció dentro de la caja oscura.Elías levantó la cabeza, pálido, y se quitó la manga negra. Miró hacia el parque.Donde antes estaba el roble y la vida, ahora no había nada. Y no me era que hubiera un espacio vacío lleno de aire. No. Había una ausencia absoluta de materia, la realidad había dejado de ser dando paso a una "no-existencia" con bordes dentados. La luz del sol no atravesaba ese lugar; se detenía en seco en sus bordes y comenzaba a saltar hacia el otro bord
El artículo “Cancún 55 años: Un sueño programado por computadora” nos presenta una historia fascinante de cómo un proyecto que parecía casi utópico en 1970 se convirtió en una realidad global. Lo que comenzó como un experimentode planificación basado en datos y computación un destino turístico creado prácticamente de cero ha evolucionado hasta convertirse en uno de los centros turísticos más importantes del mundo. El éxito de Cancún radica en haber superado muchas de las expectativas iniciales, alcanzando cifras de turistas que multiplican las proyecciones originales, generando riqueza y transformando una región entera. Sin embargo,esta historia de éxito no está exenta de matices. Los desafíos ambientales, sociales y de seguridad muestran que el desarrollo acelerado conlleva costos significativos que no se anticiparon completamente en los planes originales..
Teo es un pingüino emperador que decide cuidar un huevo que no es suyo y descubre que ser familia va mucho más allá de nacer juntos.Esta historia habla de amor, cuidado, valentía, paternidades elegidas y familias diversas. Es perfecto para abrir conversaciones sobre el cariño, la responsabilidad y la empatía. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Episodio #757 ✦ ¿Y si tus decisiones sobre vacunas fueran libertad?ㅤ
Essere te stesso nel modo migliore per te significa sapere quale sia, il modo migliore. Per esserlo, hai bisogno delle domande giuste, forse, più che non delle risposte. Perché la risposta dipende dalla domanda, e se ciò che cerchi non è quello che ti serve, quello che ti serve non lo troverai. Io so come puoi trovarlo, capire quello che ti serve, essere libero di scegliere se vuoi essere te stesso nel modo migliore per te. Oppure, no. La libertà è essere, che significa anche consapevolezza di ogni scelta, e di ciò che ne deriverà. È “migliore” ciò che porta al buono, al bene, ad un uso saggio della propria vita. “Decidi di essere te stesso; e sappi che chi trova sé stesso, perde la sua infelicità” (M. Arnold)- Puoi leggere qui la trascrizione dell'audio: https://annarosapacini.com/te-stesso-migliore/- E da questa pagina puoi iscriverti liberamente al mio podcast Comunicare per essere®: https://annarosapacini.com/podcast/ una filosofia di evoluzione personale profonda, per una vita che ti corrisponda- Comunicazione valoriale, Relazioni, Professione, Benessere. Scrittura evolutiva®, grafologia evolutiva®, soluzioni e percorsi sempre e solo su misura. Per informazioni sul progetto, sui contenuti, sugli strumenti e sui percorsi attivabili scrivi a info@annarosapacini.com- Rinforza la tua motivazione e la tua visione interiore: seguimi su Meta-Facebook e sul tuo social preferito, cerca “Annarosa Pacini”➡️ E non dimenticare di iscriverti al mio canale YouTube https://www.youtube.com/@AnnarosaPacini
La cancelación de las jornadas “1936: la guerra que todos perdimos” en Sevilla ha reabierto un debate que los españoles parecemos incapaces de cerrar. Lo que debía haber sido un encuentro intelectual coordinado por Arturo Pérez-Reverte, ha terminado en polémica tras la renuncia del escritor David Uclés. Decidió darse de baja del evento por la presencia en el mismo de José María Aznar e Iván Espinosa de los Monteros. Uclés considera que no es cierto que la guerra la perdiésemos todos, de hecho el se tiene entre los perdedores. El hecho es que hay un realidad biológica ineludible: la Guerra Civil es ya pasado absoluto. No hay un solo español vivo que combatiese en la guerra. Los soldados más jóvenes, los de la llamada, “quinta del biberón”, hoy tendrían más de 105 años y sólo quedan unas 500 personas en España que superen esa edad, casi todas mujeres que no combatieron. Ya no queda apenas memoria viva, por lo que las causas, el desarrollo y las consecuencias de la guerra son ya trabajo de los historiadores. Pero la política y el activismo que la sirve insiste en resucitar dos bandos enfrentados en un país que, por lo demás, es muy distinto al de los años 30. La España de 1936 era un país menos poblado, mucho más joven, pobre y rural. Uno cada tres ciudadanos era analfabeto y la esperanza de vida rozaba los 50 años. La España de aquella época nos es muy extraña y difícilmente la reconoceríamos. Intentar traérsela al presente es un anacronismo que sólo sirve a quienes viven de la discordia y el enfrentamiento para obtener réditos políticos y, en demasiadas ocasiones, también económicos. Pero eso no puede cambiar lo esencial: los españoles de hoy no somos responsables de lo que hicieron nuestros antepasados. Ni ganamos ni perdimos en 1936, del mismo modo que ni conquistamos América ni luchamos en Lepanto. Heredamos los genes y parte de la cultura de nuestros ancestros, pero no la culpa de lo que hicieron. Revivir la guerra en términos de victoria o derrota solo sirve a quienes buscan hacerse con el poder (o retenerlo) agitando heridas que los propios protagonistas, en un ejercicio de generosidad, decidieron cerrar hace ya muchos años. Nuestra labor es entender lo que pasó y extraer las oportunas enseñanzas, no retomarlo donde ellos lo dejaron hace casi un siglo. · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
En el episodio del 02/02/26 hablamos de: Yo decidí salirme, Adán Augusto SE VA de la JUCOPO | Regañiza de la Presidenta en San Quintín.
Iscriviti al periodo di prova ad un euro al mese su shopify.it C'è una stanchezza che non dipende dallo sforzo fisico, ma dal dover decidere continuamente. In questa puntata parliamo di fatica cognitiva, del perché a fine giornata anche le scelte più semplici diventano pesanti e di come ridurre le decisioni inutili per recuperare energia mentale, chiarezza e spazio per ciò che conta davvero.
Enrique Quintana
En el capítulo de hoy, Juanita y Héctor analizan las políticas económicas que ha implementado el gobierno de Gustavo Petro, como el alza histórica del mínimo, la emergencia económica y la suspensión de la regla fiscal. Conversaron sobre los efectos negativos de estas medidas, la posibilidad de revertirlas, si son legales y si buscan un beneficio electoral para el —eventual— candidato del Frente Amplio.Producción: Jorge David Murallas Barragán, Carmen Garnica, Juan David Pérez y Juan Sebastián Correa.Entrevista: Daniel Pacheco y Natalia Arbelaez Jaramillo.Material de archivo: Carmen Garnica, Juan David Pérez.Suscríbase y active la campanita: / @lasillavaciavideo Síganos en nuestras redes sociales: Instagram: https://www.instagram.com/lasillavaciaoficial/Facebook: https://www.facebook.com/lasillavaciaoficial/ X: https://x.com/lasillavacia TikTok: https://www.tiktok.com/@lasillavacia?...Más de La Silla Vacía:Elija ser SúperAmigo. Puede ser parte de nuestra comunidad acá: https://www.lasillavacia.com/superami...En el Detectbot de La Silla Vacía puede chequear cadenas falsas. Escriba un chat a este link: https://wa.link/yiiei0Siga el canal de La Silla Vacía
Audio Devocional "Crezcamos de Fe en Fe" - Ministerios Kenneth Copeland
«Además, su fe no flaqueó al considerar su cuerpo, que estaba ya como muerto (pues ya tenía casi cien años), o la esterilidad de la matriz de Sara. Tampoco dudó, por incredulidad, de la promesa de Dios, sino que se fortaleció en la fe y dio gloria a Dios» (Romanos 4:19-20) Durante todos los años que he vivido por fe, he aprendido a hacer algo que me ayuda a recibir de Dios en las situaciones más difíciles. Lo llamo: "saltar la línea de la fe". Necesitas una línea de la fe cuando quieres que Dios haga lo "imposible" en tu vida. Es lo que necesitas cuando requieres mantenerte firme en la fe, y aun así sigues como un vaivén, de aquí para allá entre tu situación y las promesas de Dios ―creyendo primero una cosa y después otra―. Eso es lo que puede hacerte semejante al fiel Abraham. En la práctica, Él tuvo que lidiar con factores naturales tal como nosotros tenemos que hacerlo. Él sabía que no había forma natural de que la promesa de Dios se cumpliera. Sin embargo, la Palabra dice que Abraham no consideró su cuerpo, sino que se limitó a creer la promesa de Dios. En otras palabras, él ignoró la evidencia natural y creyó solamente en la promesa de Dios. En un momento dado, él saltó la línea de la fe. Tomó la decisión irreversible de confiar en la Palabra de Dios. Hizo un compromiso final. Decidió dar un paso adelante y nunca más mirar atrás. Si tú y yo queremos que Dios haga lo imposible en nuestra vida, tendremos que seguir el ejemplo de Abraham. Pero, ¿cómo saltas esa línea de la fe? Empieza con la Palabra de Dios. Busca las promesas de Dios y a propósito cree en tu corazón lo que Él ha dicho, y está diciendo, acerca de lo que necesitas. Medita en esas promesas hasta que la fe crezca en tu corazón. Luego, traza la línea de la fe; hazlo en tu mente, en tu corazón. Trázala en el piso, en tu lugar de oración. Luego di: "En la presencia de Dios y de todos los ángeles en este lugar, y en la cara del diablo, estoy saltando la línea de la fe. Desde este momento, considero resuelto este asunto y le doy a Dios la alabanza y la gloria. En el nombre de Jesús". A partir de ese instante, empieza a hablar como si ya hubieras recibido tu milagro. Dale la espalda a los problemas y a las dudas y focaliza tu mirada en Jesús. Dios hará lo imposible en tu vida. Atrévete a saltar la línea de la fe. Lectura bíblica: Romanos 4:13-21 © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.
Ruben Carreon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
El reciente solsticio de invierno ha vuelto a poner de manifiesto la profunda conexión entre los fenómenos astronómicos y las tradiciones ancestrales. La imagen de multitudes congregadas en lugares como el templo de Karnak (Egipto) o Stonehenge para presenciar el amanecer alineado con estas construcciones milenarias ha recuperado su eco. En el programa 'Herrera en COPE', el escritor Javier Sierra ha explicado en la sección 'Lo Misterioso' junto a Alberto Herrera cómo estos eventos no son una casualidad, sino la base sobre la que se construyeron ritos y calendarios, incluida la propia Navidad.Sierra ha recordado que estos monumentos arqueológicos recuperan así su función ancestral: marcar el movimiento del sol en días clave. En el caso de Karnak, la salida del sol entre los pilonos del templo evoca el jeroglífico con el que los antiguos egipcios representaban la palabra "horizonte", el lugar por donde el sol resucitaba cada día. Este fenómeno, hoy convertido en un ...
Le persone mi fraintendono. Mia moglie non mi ha mai amato. Penso sempre all'ansia. Non so se il lavoro che faccio è giusto per me. Vorrei cambiare gli errori in azioni positive. Dare un senso alla vita. Uscire da una relazione tossica. Ricevo tante domande, che cercano tante risposte. Ci sono, le risposte. Ma quali vuoi? Quelle che vanno bene per tutti, o quelle giuste per te? Ti dirò che ci sono le une e le altre, ma se vuoi davvero creare la tua vita, ti serve l'unica risposta che va bene per te, quella su misura. Ti spiego la differenza, ti do alcune risposte. Decidi tu se vuoi davvero le tue. A volte, chi cerca, non sta davvero cercando, per questo, non trova. Ma se vuoi stare bene, allora puoi. “Se non dai alla vita una risposta diversa, essa farà sempre la stessa domanda” (W. D'Amico)- Leggi la trascrizione dell'audio: https://annarosapacini.com/stare-bene-risposte/ - E da questa pagina puoi iscriverti liberamente al mio podcast Comunicare per essere®: https://annarosapacini.com/podcast/ una filosofia di evoluzione personale profonda, per una vita che ti corrisponda- Comunicazione valoriale, Relazioni, Professione, Benessere. Scrittura evolutiva®, grafologia evolutiva®, soluzioni e percorsi sempre e solo su misura. Per informazioni sul progetto, sui contenuti, sugli strumenti e sui percorsi attivabili scrivi a info@annarosapacini.com- Rinforza la tua motivazione e la tua visione interiore: seguimi su Meta-Facebook e sul tuo social preferito, cerca “Annarosa Pacini”➡️ E non dimenticare di iscriverti al mio canale YouTube https://www.youtube.com/@AnnarosaPacini
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1================================================= DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2025“PALABRITAS DE CORAZÓN”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================15 de DiciembreEl mapa de la aldea perdida«El amor inagotable y la verdad se encontraron; ¡la justicia y la paz se besaron!». Salmo 85:10.Dormido o despierto, el joven Li recordaba un pequeño bosque de bambú, una escuela con paredes erosionadas y un pequeño lago. Soñaba con un niño corriendo por las calles estrechas de un barrio sencillo.Ese recuerdo le provocaba muchas emociones. Sentía nostalgia por algo que no recordaba exactamente. Pero sabía que había algún misterio guardado en su cabeza, algo que no podía entender.Decidió dibujar estos recuerdos como un mapa, intentando reunir la mayor cantidad de detalles posible. Con la ayuda de varias personas, y después de publicar el mapa en Internet, Li hizo un descubrimiento: el mapa que tenía en la mente era del pueblo donde había nacido, en China. Un vecino se lo había llevado cuando tenía cuatro años, y lo separó de su familia, que lo buscó por muchos años.El joven creció en una familia diferente, pero la verdad permaneció en su corazón y aparecía en sus sueños. Li pudo volver a su pueblo y reunirse con sus seres queridos después de décadas de separación. ¡Fue muy emocionante!En el corazón de cada persona, niño o adulto, hay una verdad que palpita con mucha fuerza: Dios hizo un lugar especial para que vivamos allí para siempre. Nuestro «pueblo» no es el que conocemos, sino el Cielo. ¿Volveremos juntos a casa?Mi oración: Querido Dios, ayúdame a diferenciar entre la verdad de tu amor y las mentiras de este mundo. ¡Quiero ir al Cielo!
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Este año fue uno de los más mediáticos para Pee Wee a raíz de su detención por conducir en estado de supuesta ebriedad en el estado de Texas; también por la inesperada muerte de su padre, a quien él mismo encontró muerto... y para rematar, por el insano rumor de que se había casado con su manager, hecho que lo llevó a presentar una demanda por daño moral que espera ganarle a la revista que filtró la especie. Pero más allá de las controversias, Pee Wee se abre de capa con Pati Chapoy en una entrevista en la que recuerda el encuentro providencial que lo llevó a ser la estrella adolescente de los "Kumbia Kings" de A.B. Quintanilla, aunque su vertiginoso ascenso al estrellato lo puso luego en una encrucijada, pues con la desintegración de la sociedad entre A.B. y Cruz Martínez, tuvo que decidir con quién quería seguir trabajando. Decidió irse con A.B. aunque a la postre también entre ellos hubo una ruptura.Esas y otras experiencias son las que Pee Wee admite que lo han forjado en una carrera que empezó prematuramente y que hoy está decidido a continuar solo, porque el inocente niño de 13 años ya creció y porque nada es lo que parece...
Domingos Duarte marcó el gol en propia que te narró Miguel Martin Talavera desde el Coliseum y que significó la victoria colchonera.
RESUMEN INFORMATIVO
Nuestra invitada esta semana en Máximo Desempeño es Adriana Senior, CEO de la Corporación Colombia Internacional, experta en comercio internacional y agroindustria, y una líder visionaria que ha transformado la vida de millones de familias vulnerables en Colombia. Adriana tiene antepasados que se salieron del molde: su bisabuela fue alcaldesa de Facatativá y una de las primeras mujeres en usar pantalón en Colombia, su abuelo Alfonso Senior fue uno de los dirigentes deportivos más importante de la historia del país y revolucionó el fútbol colombiano. Desde niña descubrió su vocación de servicio escalando un árbol de cerezo para ver familias necesitadas y llevándoles mercado de su casa. Soñaba con ser escritora pero estudió Economía Internacional. Cuando se casó pensó ser ama de casa y a los tres meses ya estaba deprimida. Decidió emprender y eventualmente encontró su gran pasión en el sector agroindustrial. Su mayor desafío llegó cuando a su esposo Alejandro le diagnosticaron cáncer con pocas semanas de vida. Logró vivir seis años más. Tras su pérdida, Adriana se peleó con Dios por más de un año. Un día en el mediterráneo español, tras perder un vuelo, vio el cielo rojizo y gritó "¡Así es mi vida, como un infierno!". El color cambió a azul en un instante. Lo entendió como un mensaje y una nueva oportunidad. Retomó sus ganas de vivir, hizo dos MBAs graduándose con honores, retomó el deporte, volvió a encontrar el amor y entendió que todos los momentos difíciles tenían un propósito. Adriana vive bajo un lema poderoso: “No dejo que el tren pase sin subirme”. Además, Pablo profundiza en "La Urgencia de Experimentar la Vida Plenamente", una reflexión transformadora sobre por qué no estás ensayando para tu vida sino que esta ES tu vida. Descubre por qué tu cerebro está diseñado para mantenerte seguro, no para mantenerte vivo, y la diferencia es crucial para vivir plenamente, cómo los estudios sobre el arrepentimiento revelan que las personas no se arrepienten de lo que hicieron sino de lo que no hicieron, y por qué el arrepentimiento número uno de pacientes terminales es “ojalá hubiera tenido el coraje de vivir una vida fiel a mí mismo”. Aprende por qué la búsqueda de la perfección se convierte en el enemigo de la ejecución: los atletas que esperan sentirse 100% listos nunca compiten, los emprendedores que esperan el plan perfecto nunca lanzan, y cómo el concepto de flow state nos enseña que entramos en estado de fluidez cuando nos comprometemos completamente con el momento presente y dejamos de resistirnos a la incertidumbre. Un episodio que te desafiará a preguntarte: ¿Qué tren has dejado pasar por miedo, por comodidad, o por esperar el momento perfecto que nunca llega? ¿Qué conversación has estado posponiendo? ¿Qué proyecto has estado "preparando" durante meses? No hay rampa de lanzamiento perfecta. Hay solo este momento y tu elección de qué hacer con él. Esto no es un ensayo. Esta ES tu vida.
Durante la Guerra Civil Española, la llamada política de No Intervención supuso una de las maniobras diplomáticas y militares más determinantes del conflicto. Al amparo del Comité de Londres, Reino Unido, Francia, Alemania e Italia desplegaron más de 400 buques de guerra para controlar las rutas marítimas españolas, bloqueando de facto el abastecimiento de la República. En este episodio analizamos cómo esta operación, presentada como garante de la paz europea, se convirtió en una herramienta de presión geopolítica y preludio de las alianzas que poco después definirían la Segunda Guerra Mundial. Te lo cuentan el autor José Luís Muñoz de Baena, con Javier Fernández, Edu Navarro y Dani CarAn. 📚 Libro referenciado "Lo Pagaron Caro" Silente Ediciones 2025 🔗 https://www.silente.tienda/?product=lo-pagaron-caro-el-destino-de-los-buques-de-la-no-intervencion-1936-1945 Casus Belli Podcast pertenece a 🏭 Factoría Casus Belli. Casus Belli Podcast forma parte de 📀 Ivoox Originals. 📚 Zeppelin Books (Digital) y 📚 DCA Editor (Físico) http://zeppelinbooks.com son sellos editoriales de la 🏭 Factoría Casus Belli. Estamos en: 🆕 WhatsApp https://bit.ly/CasusBelliWhatsApp 👉 X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod 👉 Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast 👉 Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast 👉 Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast 👉 Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod 📺 YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube 👉 TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 👉 https://podcastcasusbelli.com 👨💻Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es 🎵 La música incluida en el programa es Ready for the war de Marc Corominas Pujadó bajo licencia CC. https://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/ El resto de música es bajo licencia privada de Epidemic Music, Jamendo Music o SGAE SGAE RRDD/4/1074/1012 de Ivoox. 🎭Las opiniones expresadas en este programa de pódcast, son de exclusiva responsabilidad de quienes las trasmiten. Que cada palo aguante su vela. 📧¿Quieres contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de 👉 https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/391278 Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2025“HOY ES TENDENCIA”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================11 de NoviembreEl primo de la novia«Sean buenos y compasivos unos con otros, y perdónense mutuamente, como Dios los perdonó a ustedes en Cristo». Efesios 4: 32Hace varios años escuché al pastor Joel Musvosvi contar una experiencia que ilustra muy bien el perdón. Él se dirigía a casa de su novia para afinar los detalles de la boda, la cual tendría lugar al día siguiente, cuando subió al autobús un pasajero que estaba fumando. Para evitar inhalar el humo del cigarrillo, el novio se trasladó a la parte trasera del autobús. Sin embargo, el fumador lo siguió, por lo que Joel le solicitó amablemente que dejara de fumar. Sorprendentemente, el extraño respondió expulsando el humo del cigarrillo directamente hacia el rostro de Joel.«En ese momento -cuenta el pastor-, escuché una vocecita que me decía: "Mañana te vas a casa, ¡demuéstrale que eres un hombre!". Pero justo cuando iba a abalanzarme sobre él, escuché otra voz que me dijo: "Mañana te vas a casar, si peleas hoy, puede que no tengas dientes para sonreír en las fotos"». Así que Joel se bajó del bus y decidió caminar el resto del camino. Llegó a casa de su novia y mientras conversaban sobre la boda sonó el timbre. Cuando abrió la puerta, ¡era el fumador del autobús que lo había seguido hasta la casa de su novia! Aquello era más de lo que podía soportar, pero justo entonces su novia gritó de emoción: «¡Primo! ¡Qué bueno que viniste a la boda!». Joel se sintió paralizado, incapaz de comprender cómo podía albergar hostilidad hacia alguien tan querido por su novia. Decidió entonces actuar como si no reconociera al primo, lo abrazó con afecto y el primo, actuando como si fuera la primera vez que veía al novio, respondió al abrazo con igual calidez.Sí, sé que es más fácil escribir sobre el perdón que ponerlo en práctica, pero el relato que acabas de leer presenta una perspectiva única del perdón. Los seres humanos somos una gran familia, donde Dios es el Padre y todos somos hermanos (ver Efesios 3: 15; Mateo 23: 8). Así que la próxima vez que alguien te ofenda o te hiera, te invito a mirar a esa persona como lo que realmente es: un hijo o una hija amada de Dios, tu hermano o hermana, alguien por quien Jesús entregó su vida en la cruz y por quien lo haría de nuevo si fuera necesario. Así, ¿cómo no perdonar?
RESUMEN INFORMATIVO
Canal Voces De La Noche: https://bit.ly/3MRYH2Q
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
En el episodio de hoy me siento nuevamente con Víctor González, cofundador de Infusion Investments y fundador y CEO de MarketSnack.Víctor me cuenta sobre la evolución de su propósito desde nuestro primer episodio en 2020, cómo ha sido el proceso de construir una empresa tecnológica desde cero, la importancia de adquirir talento estratégico y el lanzamiento oficial de MarketSnack, una plataforma de market data que aspira a convertirse en el "Robinhood de la data financiera" desde Puerto Rico para el mundo.También hablamos sobre por qué mirar hacia atrás puede ser clave para seguir creciendo, la cultura empresarial puertorriqueña, los retos de expandir más allá del 100x35, y cómo romper con las narrativas que nos limitan como emprendedores.Tres "takeaways" de este episodio:1. Para lograr la expansión, lo que necesitas es gente súper talentosa, inteligente en su área y estar dispuesto a escuchar.2. La oportunidad puede pasar dos veces, pero las circunstancias no necesariamente van a ser las mismas.3. El problema no es estar en una isla, es pensar como si no pudieras salir de ella.Sigue a Víctor:Instagram | Youtube | LinkedInSigue a MarketSnack:Página web | InstagramNo olvides suscribirte a nuestro canal de Youtube.
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Bienvenido al podcast Productividad Máxima. Soy el clon en prácticas de Borja Girón. Si hoy me notas un pelín metálico, paciencia: estoy en versión beta, pero en cuanto me actualicen dos veces más empiezo a presentar yo el programa y a Borja le dejo las tareas de becario. Hoy traigo una estrategia de productividad sobre Ciclo OODA para emprendedores: decide más rápido y corrige antes.Y ahora toca una historia real para que lo entiendas al vuelo. Vamos a la aviación militar de mediados del siglo veinte. John Boyd, piloto de caza de la Fuerza Aérea de Estados Unidos, se hizo famoso por ganar combates simulados en menos de cuarenta segundos. Su secreto no era un avión más potente, era un ciclo de decisiones más rápido: observar, orientar, decidir y actuar. Mientras el oponente aún procesaba lo que pasaba, Boyd ya estaba ejecutando la siguiente maniobra. Esa idea se llamó OODA. Y lo curioso es que no solo sirve en combate; cuando tu ciclo es más corto que el del rival, tomas ventaja. En negocios pasa lo mismo: si observas el mercado, te orientas con criterio, decides una acción y la ejecutas antes de que otros terminen su reunión, te llevas al cliente.Continuamos con un aprendizaje rápido. Toma nota. El enemigo del emprendedor no es la falta de horas, es la lentitud del ciclo. Cuando tardas días en decidir y semanas en actuar, la realidad te adelanta. Si comprimes tu ciclo a bloques de sesenta minutos, reduces el coste del error, aumentas la frecuencia de aciertos y conviertes tu calendario en una fábrica de decisiones útiles.Para aterrizarlo, te propongo un OODA de sesenta minutos. Primero, observa durante cinco minutos: datos simples, no enciclopedias. Abre tu analítica, mira la última campaña, revisa dos métricas y lee dos mensajes de clientes. Segundo, oriéntate durante cinco minutos: ¿qué significa lo que ves? Formula una hipótesis sencilla, por ejemplo “los leads convierten mejor cuando la oferta menciona entrega en veinticuatro horas”. Tercero, decide en un minuto: una acción concreta con verbo de entrega. Nada de “trabajar en ello”, sino “cambiar el titular de la landing y añadir prueba social”. Cuarto, actúa durante treinta minutos: ejecuta solo esa acción, versión uno lista para publicar. Quinto, cierra durante diez minutos: publica, mide un indicador de referencia y agenda la siguiente iteración. Ese es tu ciclo. Cuando lo repites cada día, empiezas a ganar por inercia.Este episodio está patrocinado por Systeme, la herramienta de marketing todo en uno gratuita con la que puedes crear tu web, blog, landing page y tienda online, crear automatizaciones y embudos de venta, realizar tus campañas de email marketing, vender cursos online, añadir pagos online e incluso crear webinars automatizados. Puedes empezar a usar Systeme gratis entrando en borjagiron.com barra systeme o desde el link de la descripción. Y ahora continuamos con el episodio.Y ahora toca una historia rápida para que lo veas con un caso particular. Clara vende formación para abogados. Llevaba semanas dándole vueltas al precio y a la propuesta de valor. Cambiamos reuniones por un OODA diario. Día uno, observó que la página con más visitas tenía un tiempo de lectura bajo. Se orientó: quizá el titular no conectaba. Decidió cambiarlo a una promesa específica y añadió un testimonio con nombre y colegio profesional. Actuó en treinta minutos y publicó. Día dos, observó un aumento en clics al botón. Se orientó: faltaba urgencia clara. Decidió añadir una garantía de catorce días y un bono de seguimiento. Actuó y midió. Día cuatro, subió el precio veinte euros porque la tasa de conversión lo permitía. Resultado en una semana: más ingresos con las mismas visitas y un proceso de decisiones que ya no dependía de inspiración, sino de ciclos rápidos con datos reales.Para que lo apliques desde hoy sin complicarte, quédate con tres reglas. Uno, limita la información: dos métricas y dos comentarios de clientes por ciclo. Demasiados datos frenan la orientación. Dos, prioriza decisiones reversibles: es más productivo hacer cinco cambios pequeños que un gran cambio cada mes. Tres, pon caducidad: cada ciclo debe acabar en algo visible, publicado o enviado. Si no termina en entrega, no cuenta.Y ahora vamos con el resumen del episodio. Hemos visto que la ventaja no está en tener más horas, sino en acortar el ciclo de observar, orientar, decidir y actuar. Lo aprendimos del mundo aéreo con John Boyd y lo aterrizamos con un bloque de sesenta minutos: cinco para observar, cinco para orientarte, uno para decidir, treinta para actuar y diez para cerrar y medir. Viste cómo una emprendedora mejoró titulares, ofertas y precios sin drama, solo con iteraciones cortas. La idea central es que un ciclo rápido reduce el coste del error y acelera el aprendizaje.Tu única acción hoy es esta: reserva sesenta minutos, corta notificaciones y ejecuta un OODA completo sobre tu página principal. Observa dos métricas y dos comentarios, oriéntate con una hipótesis, decide un cambio concreto de alto impacto, actúa y publica una versión uno, y cierra midiendo un dato base para comparar mañana.Antes de despedirme, si quieres decidir mejor para no perder tiempo ni dinero, te recomiendo el Club de Emprendedores Triunfers, al que puedes unirte desde Triunfers.com. Deja de tomar malas decisiones en tu negocio. Es un Club Privado de Emprendedores que nos ayudamos a solucionar dudas y problemas para tomar mejores decisiones de negocio. Una mala decisión puede hundir tu negocio, además de hacerte perder mucho tiempo y dinero. Sin olvidar la frustración, la ansiedad, tener que cerrar tu negocio y abandonar tu sueño de emprender con libertad. Deja de tomar malas decisiones. Antes de hacer algo pregunta a los expertos del club.Y hasta aquí por hoy. Si has llegado hasta el final escuchando a un clon en prácticas, te has ganado una cláusula antiaburrimiento en tu contrato de oyente. Prometo que en la próxima actualización ya hago chistes buenos y dejo a Borja programando mis cafés. Gracias por compartir el episodio con esa persona que lo pueda necesitar. Te espero mañana en el próximo episodio. Un fuerte abrazo.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/productividad-maxima--5279700/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com
Desde 2014, miles de personas están convencidas de que cuando miramos la Luna llena, en realidad estamos viendo un holograma proyectado por poderes ocultos. ¿La prueba? Una misteriosa 'onda' que aparece en los vídeos caseros del satélite. Crow777 y sus seguidores aseguran que ALGUIEN está ocultando actividades secretas en la superficie lunar, y que solo nos dejan ver la Luna real cuando está en cuarto creciente o menguante. Spoiler: la explicación tiene más que ver con el aire caliente de los motores de los aviones que con conspiraciones intergalácticas. Pero eso sí, aprovechamos para hablar de los verdaderos misterios lunares, como los fenómenos transitorios luminosos que la ciencia aún no puede explicar. Porque una cosa es investigar lo inexplicable y otra muy distinta es inventarse hologramas donde solo hay física atmosférica básica. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia y el mundo del sabado 27 de septiembre 11:00am.
Enrique Quintana
Ricardo Ávila fue consejero presidencial y secretario privado durante el Gob. Gaviria. También ha sido director de Portafolio. Libros mencionados:Decidi contarlo - Guillermo PerryCapítulos:00:00 intro 1:13 Llegar al gobierno Gaviria8:23 Entrar al sector público22:56 La actitud de Gaviria en las reuniones25:49 ¿Cómo era el ambiente del gobierno?28:46 Gobierno Barco vs gobierno Gaviria36:10 Los dos bandos de la apertura (gradualistas y aceleracionistas)40:09 Tener mentalidad de economía cerrada47:05 Un modelo energético exitoso54:22 El Estado colombiano es un parapléjico ilustrado1:01:15 La captura de Escobar1:08:31 El clima laboral trabajando con Gaviria1:21:57 ¿El balance final es positivo?1:25:06 Tener de cerca el poder
El abogado de Álvaro Uribe habló en 6AM de Caracol Radio sobre la decisión de la Corte Suprema sobre la libertad del expresidente mientras avanza su proceso judicial.
Ander Iturralde da la bienvenida a Óscar Portugal, Juandi Mata y Jan Seven para analizar toda la actualidad futbolística de la última semana y echar la mirada hacia este fin de semana de Premier...Comenzando por le inesperada victoria del Leeds United sobre el Everton en el duelo que enfrentaba a los dos últimos equipos por estrenarse en esta temporada de la Premier League; continuando por la última ronda de clasificación de la Champions League y cómo el Fenerbahçe no fue capaz de pasar del empate contra el Benfica; todo el resto de resultados como también la victoria del Crystal Palace en la Conference League en el primer partido europeo de su historia que no era de la Intertoto para ganar al Fredrikstad; cómo el Rayo Vallecano ganó en un evento absurdo en Hungría para llegar con ventaja a la vuelta; en fichajes, el de Eberechi Eze por el Arsenal; el de Amine Adli por el Bournemouth; el de Noah Okafor por el Leeds United; cerrando con Alexander Isak en una absurda tesitura en el Newcastle; previa de la jornada de la Premier League y mucho más.Escucha la versión completa de este episodio PREMIUM de 1:39:46 de duración, apoya a que Alineación Indebida pueda prosperar, accede a todo nuestro contenido premium y a nuestro server de Discord suscribiéndote por tan sólo 5.50$/5.50€ en: https://www.patreon.com/posts/137061188Además... Ahora, al suscribirte en nuestra página de Patreon, puedes escuchar todo nuestro contenido de Alineación Indebida Premium a través del siguiente link de Spotify. Sólo tienes que vincular la cuenta que abras en Patreon y, a partir de ahí, tendrás desbloqueado todo el contenido premium que producimos: https://open.spotify.com/show/6WeulpfbWFjVtLlpovTmPvSigue a Ander: https://x.com/andershoffmanSigue a Óscar: https://x.com/OscarP107Sigue a Juandi: https://x.com/MataJdSigue a Jan: https://x.com/donostistanbulSigue al programa en Twitter: https://twitter.com/PodcastIndebidoSigue al programa en Instagram: instagram.com/podcastindebidoContacto: anderpodcast@gmail.com // alineacionindebidapodcast@gmail.com Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Enrique Quintana
====================================================SUSCRIBETEhattps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2025“HABLEMOS CLARO”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================13 de AgostoEl secreto de un corazón contento"Deléitate en el SEÑOR, y él te concederá los deseos de tu corazón" (Salmo 37:4).¿Cuál es la diferencia entre perseguir nuestros sueños con ansiedad y buscar a Dios primero, confiando en que él nos dará los deseos de nuestro corazón? ¿Cómo podemos aplicar esta lección en nuestra propia vida?Imagina un día en la vida de Sara, una joven apasionada por la música. Desde que era una niña, soñaba con ser una cantante famosa. Cada noche, miraba las estrellas y le pedía a Dios que hiciera realidad su sueño. Pero a medida que crecía, la realidad de la vida la golpeó. Las responsabilidades, las distracciones y las dificultades parecían interponerse en su camino.Sara comenzó a sentirse desanimada. Se preguntaba si Dios realmente escuchaba sus oraciones y si sus sueños se harían realidad algún día. Fue entonces cuando se encontró con el Salmo 37:4, que dice: "Deléitate en el SEÑOR, y él te concederá los deseos de tu corazón". Este versículo la hizo reflexionar. Sara se dio cuenta de que había estado enfocada en buscar sus deseos más que en buscar a Dios. Decidió cambiar su enfoque. En lugar de preocuparse constantemente por su carrera musical, comenzó a pasar tiempo en oración y adoración.Con el tiempo, Sara experimentó una transformación. Su corazón se llenó de paz y contentamiento, independientemente de lo que sucediera en su carrera. Descubrió que su relación con Dios era mucho más valiosa que cualquier sueño que pudiera tener. Pero lo sorprendente fue lo que sucedió después. Cuando Sara menos lo esperaba, las puertas de la industria musical se abrieron para ella. Las oportunidades comenzaron a llegar, y su música llegó a mucha gente. Entonces comprendió el significado completo del Salmo 37:4. Cuando se deleitó en el Señor, él no solo le dio lo que ella deseaba, sino que también le dio un corazón contento.Recuerda que buscar a Dios primero y deleitarte en él es la clave para experimentar la plenitud de la vida, y hasta puede sorprenderte con bendiciones que van más allá de tus sueños.Oración: Querido Dios, te agradezco por tu amor incondicional y por escuchar mis oraciones.
Centro Democrático ya decidió cómo elegirá su candidato a la presidencia 2026
Nos vemos en Summit Regias el 5 de septiembre en el nuevo Hotel Intercontinental. Asegura tu entrada aquíVivió lo corporativo a fondo, por decisión propia y casi que por necedad. No le gusta que le cuenten. Ella quiere ser protagonista de su existencia y estar en todos lados. Dijo que no a muchas cosas y aguantó con fuerza las que sí. Tuvo hijos, tuvo culpa y tuvo –sigue teniendo– hambre de más. Hoy es consultora, inversionista, consejera independiente... Es una lista con energía, de las que se salen de la norma y siempre dan más. Decidió que su camino no iba a ser el tradicional ni el contreras, sino el suyo MUY propio. A su hijo más vulnerable lo entrenó para la sobremesa, para los auditorios y para que su historia fuera una de orgullo y brillo familiar. Eso hace ella: forma, abre caminos, acerca oportunidades. Amplía y mejora cualquier cosa que la vida le pone en las manos.Acerca deVerónica Elizondo Ortiz es Ingeniera en Sistemas Electrónicos por el Tecnológico de Monterrey y tiene con un MBA por la Universidad de Stanford. Además, ha cursado programas ejecutivos en Harvard, Wharton, Chicago Booth y London School of Economics. Actualmente es socia en la firma de consultoría Galera y cofundadora de MERLO Capital, un fondo de inversión que respalda a emprendedores con alto potencial en empresas medianas en México.Antes de integrarse a Galera, Verónica ocupó el cargo de CEO en CAPRI Recubrimientos, donde lideró con éxito el turnaround y posterior venta de esta compañía especializada en impermeabilizantes. Previamente, formó parte de Grupo Alfa durante más de 13 años, en posiciones como VP de Planeación Estratégica Global, Chief Information Officer y diversos roles de liderazgo en recursos humanos, impulsando proyectos de transformación cultural, desarrollo organizacional y diversidad, equidad e inclusión.Ha sido integrante de múltiples consejos en sectores como alimentos, salud, educación, construcción, ventas directas e impacto social. También ha participado en los consejos de Endeavor Norte, ESJ, Arabela, CGOMSA (hospital Ginequito), Genius Foods, Dontworry, ASFM, el Centro de Empresas Conscientes del Tec de Monterrey y Hyped Capital.
Después de ver una exposición sobre las violaciones sistemáticas en la guerra de Bosnia, Marta Carnicero no pudo mirar hacia otro lado. Decidió escribir Matrioskas, una novela que nace del respeto y la contención, sin recurrir a testimonios directos, pero sí al poder de la ficción como forma de memoria. En esta conversación hablamos del silencio, del tabú, del miedo a no estar a la altura. Hablamos de cómo narrar el horror sin caer en el morbo ni traicionar a las víctimas. Una entrevista sobre literatura, ética y la posibilidad de acompañar, con palabras, lo que muchas veces no puede decirse. Un episodio necesario y luminoso.#MartaCarnicero #Matrioskas #ParedroPodcast #EntrevistaParedro #LiteraturaYMemoria #FicciónConConciencia #NarrarElDolor #ViolenciaSexualEnLaGuerra #LiteraturaComprometida #NarrativaÉtica #EscribirDesdeLaEmpatía #PodcastEnEspañol #LibrosQueImportan #EscuchaEsto #LoQueNoSeDice #HistoriasQueTransforman #Violenciasexual
¿Por qué algunas personas sabotean su camino hacia la riqueza sin siquiera darse cuenta? ¿Por qué el dinero parece fluir hacia unos y huir de otros, incluso cuando hacen lo mismo? En este episodio de Conceptos Ocultos para el Dominio Interno, te guio a través de cinco estructuras internas que determinan tu capacidad —o incapacidad— para generar riqueza sostenible. Aquí no encontrarás promesas vacías ni frases trilladas. Encontrarás fundamentos científicos, referencias reales y crítica profunda. Hablamos de neurobiología, epigenética, memoria somática, disonancia cognitiva, y cómo tu cuerpo —a través de su química interna— replica patrones que sabotean o potencian tus resultados. Si esta forma de pensar resuena contigo, ayuda a que esta serie continúe: Comenta tu parte favorita ❤️ Dale like si quieres más episodios Comparte este contenido con quien lo necesita Cuando este episodio alcance 100 comentarios y 500 likes, publicaremos el siguiente. ¿Te interesa recibir el Manual de Trabajo de este contenido? Déjalo en los comentarios. — Serie: Conceptos Ocultos para el Dominio Interno Canal: Conocimiento Experto ✍️ Firma profesional: Salvador Mingo Creador de Conocimiento Experto | Estratega en desarrollo personal y enfoque interno Autor de Mentalidad con Propósito y La Estrategia Maestra +50 millones de impactos en plataformas digitales salvador@conocimientoexperto.com Conecta conmigo: Web: https://conocimientoexperto.com YouTube: https://www.youtube.com/@conocimientoexperto Podcast (Spotify): https://open.spotify.com/show/65J8RTsruRXBxeQElVmU0b Instagram: https://www.instagram.com/salvadormingo/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/salvadormingoce/ Guías prácticas: https://conocimientoexperto.com/accede-a-las-guias #DominioInterno #Neurociencia #Riqueza #DineroConsciente #ReprogramaciónMental #SalvadorMingo #ConocimientoExperto
¿Por qué algunas personas sabotean su camino hacia la riqueza sin siquiera darse cuenta? ¿Por qué el dinero parece fluir hacia unos y huir de otros, incluso cuando hacen lo mismo? En este episodio de Conceptos Ocultos para el Dominio Interno, te guio a través de cinco estructuras internas que determinan tu capacidad —o incapacidad— para generar riqueza sostenible. Aquí no encontrarás promesas vacías ni frases trilladas. Encontrarás fundamentos científicos, referencias reales y crítica profunda. Hablamos de neurobiología, epigenética, memoria somática, disonancia cognitiva, y cómo tu cuerpo —a través de su química interna— replica patrones que sabotean o potencian tus resultados. Si esta forma de pensar resuena contigo, ayuda a que esta serie continúe: Comenta tu parte favorita ❤️ Dale like si quieres más episodios Comparte este contenido con quien lo necesita Cuando este episodio alcance 100 comentarios y 500 likes, publicaremos el siguiente. ¿Te interesa recibir el Manual de Trabajo de este contenido? Déjalo en los comentarios. — Serie: Conceptos Ocultos para el Dominio Interno Canal: Conocimiento Experto ✍️ Firma profesional: Salvador Mingo Creador de Conocimiento Experto | Estratega en desarrollo personal y enfoque interno Autor de Mentalidad con Propósito y La Estrategia Maestra +50 millones de impactos en plataformas digitales salvador@conocimientoexperto.com Conecta conmigo: Web: https://conocimientoexperto.com YouTube: https://www.youtube.com/@conocimientoexperto Podcast (Spotify): https://open.spotify.com/show/65J8RTsruRXBxeQElVmU0b Instagram: https://www.instagram.com/salvadormingo/ LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/salvadormingoce/ Guías prácticas: https://conocimientoexperto.com/accede-a-las-guias #DominioInterno #Neurociencia #Riqueza #DineroConsciente #ReprogramaciónMental #SalvadorMingo #ConocimientoExpertoConviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/conocimiento-experto--2975003/support.
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