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Saúde
Pesquisa inédita cria ‘cartografia' para decodificar cérebro do homem pré-histórico

Saúde

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 5:53


O paleoantropólogo francês Antoine Balzeau, pesquisador do Museu Nacional de História Natural, em Paris, é o autor principal de uma pesquisa recente publicada no Journal of Anatomy. O estudo permitiu, pela primeira vez, criar uma cartografia detalhada dos vestígios encontrados nos endocrânios, a cavidade interna da caixa craniana. Esse imenso banco de dados, construído a partir dos dados de dezenas de voluntários, ajudará cientistas do mundo todo a decodificar com mais precisão o cérebro do homem pré-histórico. Taíssa Stivanin, da RFI Brasil em Paris O cientista francês Antoine Balzeau estuda há cerca de 20 anos os endocrânios dos nossos ancestrais. Essa superfície funciona como um molde natural e guarda marcas deixadas pelo cérebro ao longo da vida à medida que ele cresce, fornecendo pistas, por exemplo, sobre seu tamanho. Como o órgão é um tecido mole, não existem fósseis de cérebros humanos e as impressões deixadas no endocrânio são uma das únicas maneiras que os cientistas têm de tentar reconstruir o cérebro de nossos antepassados. Conhecer essas marcas em detalhes abre perspectivas inéditas para a ciência, como entender, por exemplo, qual é a relação entre as estruturas cerebrais e o comportamento. "O objetivo é estudar o cérebro dos humanos pré-históricos, mas esse órgão não se fossiliza. Só nos resta o crânio e, dentro dele, o endocrânio, onde o cérebro deixa impressões, que vamos reconstituir e analisar para tentar compreender a forma do cérebro do homem pré-histórico", explica Antoine Balzeau, que também atua no CNRS (Instituto Nacional de Pesquisa Científica) As análises científicas que envolvem o endocrânio são "bastante subjetivas", segundo o pesquisador. Para comparar o cérebro dos homens pré-históricos com os dos humanos de hoje, os cientistas dispõem principalmente de enciclopédias de anatomia cerebral ou de outros documentos similares, cujos dados são baseados na média populacional. A nova cartografia muda esse cenário. "Decidimos investir na criação de uma padronização científica para realizar essa análise e entender, de fato, a relação entre a forma do cérebro e as marcas deixadas na superfície interna do crânio." Esse banco de dados fornece informações detalhadas em forma de impressões cerebrais no endocrânio, que ajudará os cientistas a decodificar o cérebro pré-histórico. Descrição da pesquisa O estudo conduzido pelo cientista francês durou cerca de três anos e envolveu 75 participantes de 18 a 75 anos, que passaram por um exame aprofundado de ressonância magnética, de cerca de três horas, no Instituto do Cérebro, no hospital parisiense Pitié-Salpêtrière, localizado no 5º distrito da capital. O avanço dos exames de imagem nos últimos anos permitiu à equipe do cientista francês "fotografar" em detalhes o endocrânio dos voluntários, mas exigiu adaptação das ferramentas e dos programas de informática utilizados nas análises dos dados da ressonância. "Conseguimos reunir um grande volume de informações. Fizemos uma ressonância magnética no cérebro, outras duas específicas para o formato do crânio e outras imagens das estruturas cerebrais internas. O objetivo foi obter uma enorme base de dados anatômica, que ainda será explorada por muitos anos para tentar entender melhor todos os mistérios que envolvem o órgão", diz. A análise dos dados obtidos demorou cerca de um ano. "Foi preciso identificar todas as marcas deixadas no cérebro e no molde craniano, fazer as correlações necessárias, as estatísticas, comparar, escrever e analisar." O perfil dos voluntários, destaca Antoine Balzeau, era variado e incluía homens e mulheres na mesma proporção, além de atletas, músicos, destros, canhotos e pessoas com outras especificidades. A diversidade anatômica cerebral e comportamental foi um dos critérios fundamentais. De acordo com o pesquisador, objetivo é utilizar os mesmos dados em um outro estudo sobre a relação existente entre o formato do cérebro e o comportamento, que ainda está em fase de preparação. Após a conclusão da pesquisa, Antoine Balzeau enviou os resultados para outros cientistas da área e pediu que eles descrevessem os endocrânios ancestrais com base nos novos dados disponibilizados pelo estudo. O resultado foi surpreendente. Os pesquisadores perceberam que, até então, trabalhavam com critérios imprecisos, exatamente como imaginou o pesquisador francês no início do estudo. "O que produzimos, no fim, foi uma cartografia de 75 indivíduos, que traz a relação detalhada entre os sulcos cerebrais e a forma do endocrânio, além de todas as marcas existentes. O artigo que publicamos reúne todas as informações e dados possíveis, além de todas as suas variações, para que os pesquisadores possam ter critérios de análise extremamente precisos", explica. Outra finalidade da pesquisa, ressalta o paleoantropólogo, é entender como funciona o cérebro humano. "Isso é complicado porque sabemos que há áreas cerebrais envolvidas em diferentes funções, como a linguagem ou a visão. Mas, nessas áreas, não é só o tamanho e a posição que contam: é preciso encontrar uma relação entre a forma e a assimetria de um lado em relação ao outro e o comportamento", explica. "Alguns voluntários são destros ou canhotos, por exemplo, e assim poderemos observar se há impacto na forma ou na posição no cérebro e, se for o caso, aplicar esse conhecimento na análise de um fóssil", conclui.

Podcast Podcast Annavalaina
PODCAST ANNAVALAINA ES 1 CARTOGRAFIA DE SERIES CASTLE 1x01

Podcast Podcast Annavalaina

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 65:31


"Cartografía de series" es la nueva sección del Podcast Annavalaina dedicada a explorar las series desde dentro: sus guiones, sus versiones, sus decisiones y los caminos que las convierten en lo que vemos en pantalla. Quienes recuerdan e podcast "Castle La Serie encontrarán aquí un eco familiar -el gusto por analizar, comparar y descubrir lo que hay detrás de cada episodio-, pero este no es aquel podcast. Es un proyecto nuevo, más narrativo, más sonoro y más centrado e el proceso creativo. En el primer mapa nos adentramos en el piloto de "Castle", "Flowers for Your Grave", a través de sus guiones originales, sus revisiones de producción y los cambios que moldearon el episodio que llegó a la pantalla. Hablamos de tono, estética, curiosidades, decisiones narrativas o visuales y del fascinante viaje que convierte una idea en una serie. Un episodio lleno de análisis, música, ambientes y conversación, pensado para quienes disfrutan mirando más allá de la superficie. Bienvenidos al primer tramo de este nuevo viaje. LOCUTOR 1 : Miguel A. Mateos Carreira LOCUTOR 2: Maite Frenández GUION: Miguel A. Mateos Carreira. REVISIÓN: Equipo del Podcast Annavalaina. MÚSICA: GarageBand

il posto delle parole
Laura Canali "Festival di Limes"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 19:03


Laura Canali"Festival di Limes"https://palazzoducale.genova.it/evento/festival-di-limes-xiii-edizione/13 Feb 2026 — 15 Feb 2026Palazzo Ducale, Sala del Maggior Consiglio, streaming sul Canale YouTube di Palazzo DucaleL'Italia nella rivoluzione mondialeUn viaggio ragionato nei fattori dell'odierno caos internazionale, a partire dal punto di vista italiano.La crisi di ridimensionamento americana è entrata nel vivo.L'aumento della violenza interna al paese fa da contraltare alla nuova Strategia di sicurezza nazionale, che certifica l'insofferenza per un'Unione Europa vissuta come fardello e impedimento, non come fattore di stabilità. Questo leva a noi europei il terreno sotto i piedi, in un momento critico per le sorti dell'Ucraina e dei rapporti con la Cina.Mentre la Russia continua una guerra onerosa e devastante, Washington persegue una pace all'insegna degli affari che relega i “soci” europei al ruolo di spettatori e cofinanziatori di una costosissima ricostruzione. Intanto, dal Venezuela alla Groenlandia, prende corpo la “dottrina Trump” che postula l'accaparramento diretto di spazi e risorse utili all'America. Pechino sfrutta la circostanza per consolidare una politica di potenza che, come attesta il nuovo piano quinquennale, continua a far perno sulla competizione tecnologica e sull'export a tutti i costi.Sul fronte mediorientale, la fragile tregua di Gaza stenta a produrre il processo di pace, auspicato dalla schierata mediazione americana, mantenendo altamente volatile un'area per noi cruciale, su cui pesa anche l'instabilità dell'Iran.In questo complesso scenario, il festival si pone tre domande cruciali. Che cosa ci sta succedendo? Come dovremmo reagire? E che cosa possiamo fare?venerdì 13 febbraio 2026ore 10 – Limes incontra le scuoleore 17 – Inaugurazione mostra cartografica – con Laura Canaliore 18 – L'Italia nella rivoluzione mondiale – con Lucio CaraccioloSabato 14 febbraio 2026ore 10 – Chi è l'Italia – con Giuseppe Cucchi, Giuseppe De Ruvo e Massimiliano Valeri; modera Fabrizio Marontaore 12 – Guerra civile in America – con George Bogden e Scott Smitson; modera Federico Petroniore 15.30 – Gli europei di fronte a Trump – con Daniel Foubert, Paolo Peluffo e Wolfgang Streeck; modera Agnese Rossiore 16.30 – Visita guidata della mostra cartografica – con Laura Canaliore 17.30 – Prove di nuovo ordine mondiale – con Victor Gao, Orietta Moscatelli e Oriana Skylar Mastro; modera Lucio Caraccioloore 21 – L'ordine dell'amore – con Laura Canali, Lucio Caracciolo, Giuseppe De Ruvo e Federico PetroniDomenica 15 febbraio 2026ore 10 – Israele contro Israele – con Antonella Caruso e Noa Limone; modera Fabrizio Marontaore 11 – Visita guidata mostra cartografica – con Laura Canaliore 12 – La nuova corsa all'oro (e non solo) – con Massimo Nicolazzi e Lapo Pistelli; modera Giacomo Mariottoore 15.00 – La Russia tra Cina e Ucraina – con Giorgio Cuscito e Adriano Roccucci; modera Mirko Mussettiore 16.30 – Noi fra Usa e Cina – con Alessandro Aresu e Germano Dottori; modera Giorgio Cuscito ore 18 – Essere italiani oggi – Lucio Caracciolo dialoga con Ilvo Diamantiore 18.30 – Limes dialoga con il pubblicoSpigoli di mondola mostra di Laura CanaliLa sfericità del mondo non è più la sola dimensione con la quale descrivere il nostro pianeta. Abitiamo un luogo la cui superficie è corrugata dalle potenze in campo che creano “nuove terre” con delle vette a volte coperte da dense nubi e a volte più visibili. Geografie diverse dal passato con modi di comunicare ancora da decifrare. Il moderno spazio-tempo è già il futuro e la nuova mostra cartografica di Limes vuole cercare di percorrere una rotta tra punti da connettere. Stati remoti spesso diventano lo specchio di importanti tensioni globali. Territori armati come fossero Stati possono tenere sotto scacco delle vere potenze. Alleanze sotterranee alla luce possono sembrare sull'orlo della guerra. I cambi di rotta repentini del presidente degli Stati Uniti, le minacce vere e false dei dazi, tutto questo rende sempre più difficile orientarsi nel globo multipolare e spigoloso nel quale ci troviamo immersi. Tra sfide e paure il tentativo di conoscere le forze che stanno modificando il “nostro” mondo è l'unica strada che si possa intraprendere.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

Online – Revista Pesquisa Fapesp
Fronteiras da cartografia

Online – Revista Pesquisa Fapesp

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 73:45


Podcast discute como comunidades tradicionais e de periferias estão usando mapas para dar visibilidade a seus territórios. E mais: saúde mental; phantoms; calor extremo

Sociedade Civil
Cartografia

Sociedade Civil

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 58:44


Das bússolas aos satélites, a cartografia reinventou-se e hoje navegamos pelo mundo digital. Mapas interativos, dados em tempo real e tecnologia avançada transformam a forma como entendemos e organizamos o território.

A Vida Breve
Minês Castanheira - Cartografia

A Vida Breve

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 3:06


Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.

Literatura | Com Luanna Bernardes
Cartografia para Caminhos Incertos

Literatura | Com Luanna Bernardes

Play Episode Listen Later Aug 26, 2025 1:37


Luanna Bernardes fala sobre o livro de Ian Fraser, finalista do Prêmio Jabuti. A obra mistura poesia e realismo mágico na história da cidade encantada de Redenção.

30:MIN - Literatura - Ano 7
30:MIN Entrevista: Ian Fraser

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Aug 12, 2025 56:54


Em mais um episódio do 30:MIN Entrevista, Arthur Marchetto conversa com Ian Fraser sobre lançamentos recentes, diversas linguagens narrativas, as questões do Brasil e as formas de escrever um livro.Escritor e dramaturgo, Ian Fraser estreou na literatura em 2014 com o livro O Sangue É Agreste. Entre os livros publicados estão Araruama: o livro das sementes, Araruama: o livro das raízes, Noir Carnavalesco, A vida e as mortes de Severino Olho de Dendê e, seu mais recente lançamento, Cartografia para caminhos incertos. Também organizou a coletânea de contos Farras Fantásticas ao lado de Ricardo Santos e João Mendes e, no teatro, escreveu A Máquina que Dobra o Nada e Ensaio para uma redenção (adaptação do Cartografia para caminhos incertos) - ambos ganhadores do prêmio Braskem de melhor texto de teatro.Entre as diversas indicações e premiações de Ian Fraser, foi finalista do Jabuti com A vida e as mortes de Severino Olho de Dendê na categoria romance de Entretenimento e ganhou o prêmio de melhor narrativa policial longa pela Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror com Noir Carnavalesco.---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Literatura | Com Luanna Bernardes
Cartografia para Caminhos Incertos

Literatura | Com Luanna Bernardes

Play Episode Listen Later Jun 30, 2025 2:00


Luanna Bernardes fala sobre o livro de Ian Fraser, um dos destaques da Bienal do Livro Rio 2025.

Podcast Rabiscos
Uma cidade que se move: o toque do realismo mágico à brasileira - com Ian Fraser

Podcast Rabiscos

Play Episode Listen Later Jun 26, 2025 54:00


O escritor baiano Ian Fraser, finalista do Prêmio Jabuti, chega ao Rabiscos para falar sobre “Cartografia para caminhos incertos”, seu novo romance (Intrínseca). Uma conversa sobre identidade, realismo mágico, amores e o Brasil que vive fora dos mapas. Acompanhe, curta, compartilhe!   Siga-nos | Instagram: @podcastrabiscos | @tadeufrodrigues | email: podcastrabiscos@gmail.com | tadeufrodrigues@gmail.com  

Literatura | Com Luanna Bernardes
Cartografia para Caminhos Incertos

Literatura | Com Luanna Bernardes

Play Episode Listen Later Jun 23, 2025 3:00


Luanna Bernardes fala sobre o livro Cartografia para Caminhos Incertos, um dos destaques da Bienal do Livro 2025. O autor Ian Fraser fala sobre como o sincretismo religioso de Salvador influencia seu trabalho e revela o impacto de obras como Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, em sua escrita.

Poesia Em Gotas
Cartografia de um nome - Marcella Saraceni

Poesia Em Gotas

Play Episode Listen Later Jun 23, 2025 0:54


botei teu nome no barco e pedi ao mar que o levasse consigo o mar navegou teu nomeas grandes ondas quase o afogaram teu nome naufragou por anos até que nesta manhã a correnteza o trouxe de volta meu coração agorajá não é mais ilha é uma cidade habitada onde viverá teu nomese não em mim? escrevo teu nome em tijolo construo uma casa com eleessa noite me abrigarei sob o som do teu nome

Agro Resenha Podcast
AEP#012 - Regularização Fundiária

Agro Resenha Podcast

Play Episode Listen Later Jun 11, 2025 34:57


No episódio do podcast Agro em Pauta, apresentado por Lígia Pedrini, a convidada Luliane Milan, advogada especialista em regularização fundiária, compartilhou sua trajetória e os desafios enfrentados pelos produtores rurais na legalização de suas propriedades.Durante a conversa, Luliane explicou a importância de uma fazenda regularizada, destacando documentos essenciais como escritura do imóvel, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e georreferenciamento. Ela também abordou os principais obstáculos no processo de regularização, como sobreposições de áreas, falta de registros adequados e burocracia envolvendo diversos órgãos, como INCRA, cartórios e secretarias ambientais.Outro ponto discutido foi a necessidade de buscar um advogado especializado, garantindo que o produtor rural encontre a melhor solução para seu caso específico. Luliane enfatizou que quanto antes a regularização for feita, mais rápido e menos oneroso será o processo, evitando problemas futuros e garantindo segurança jurídica para o produtor.O episódio trouxe um panorama detalhado sobre os processos de regularização disponíveis no Brasil, incluindo usucapião, adjudicação compulsória e escrituras de compra e venda, além de destacar a crescente busca por planejamento sucessório e holdings no setor agropecuário.Se você quer entender melhor como funciona a regularização fundiária e sua importância para o agronegócio, esse episódio é um excelente ponto de partida! FICHA TÉCNICAApresentação: Lígia PedriniProdução: Agro ResenhaConvidado: Luliane MilanEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Agrocast
AEP#012 - Regularização Fundiária

Agrocast

Play Episode Listen Later Jun 11, 2025 34:57


No episódio do podcast Agro em Pauta, apresentado por Lígia Pedrini, a convidada Luliane Milan, advogada especialista em regularização fundiária, compartilhou sua trajetória e os desafios enfrentados pelos produtores rurais na legalização de suas propriedades.Durante a conversa, Luliane explicou a importância de uma fazenda regularizada, destacando documentos essenciais como escritura do imóvel, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e georreferenciamento. Ela também abordou os principais obstáculos no processo de regularização, como sobreposições de áreas, falta de registros adequados e burocracia envolvendo diversos órgãos, como INCRA, cartórios e secretarias ambientais.Outro ponto discutido foi a necessidade de buscar um advogado especializado, garantindo que o produtor rural encontre a melhor solução para seu caso específico. Luliane enfatizou que quanto antes a regularização for feita, mais rápido e menos oneroso será o processo, evitando problemas futuros e garantindo segurança jurídica para o produtor.O episódio trouxe um panorama detalhado sobre os processos de regularização disponíveis no Brasil, incluindo usucapião, adjudicação compulsória e escrituras de compra e venda, além de destacar a crescente busca por planejamento sucessório e holdings no setor agropecuário.Se você quer entender melhor como funciona a regularização fundiária e sua importância para o agronegócio, esse episódio é um excelente ponto de partida! FICHA TÉCNICAApresentação: Lígia PedriniProdução: Agro ResenhaConvidado: Luliane MilanEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

il posto delle parole
Sara Caputo "Sentieri sull'acqua"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Apr 1, 2025 23:47


Sara Caputo"Sentieri sull'acqua"Le origini della cartografia e la nuova immagine del mondoTouring Club Italianohttps://www.touringclubstore.com/it/prodotto/sentieri-sull-acqua-15332Le mappe non rappresentano il mondo come lo vediamo, ma come lo immaginiamo.Una carta geografica non descrive la realtà, la ricrea.La cartografia moderna nasce, come Venere, tra le onde del mare. Quando lo scafo di una nave fende l'acqua, del suo passaggio non permane che l'effimera spuma. Oceani e mari non conservano memoria dei transiti umani in superficie, sono le mappe a tracciarne le rotte. Disegnando complesse trame di linee, schiacciando il globo su un'innaturale bidimensionalità, rendendo solido ciò che è liquido, concreto quel che è impalpabile. È così che il mondo è diventato leggibile, navigabile, dominabile. Sulla scia di questa suggestione Sara Caputo, brillante storica di Cambridge, invita a viaggiare alle origini della cartografia, raccontandone le avventure e gli intrecci, dalle imprese di Cristoforo Colombo alle moderne tecnologie di tracciamento delle correnti oceaniche, incrociando rotte favolose da Odisseo ad Achab, da Sir Francis Drake a James Cook. Un saggio dal felice passo narrativo, che rivoluziona per sempre il nostro modo di guardare alle mappe.Sara Caputo è Senior Research Fellow al Magdalene College di Cambridge. Specializzata in storia marittima e nella storia dei secoli XVIII e XIX, ha vinto numerosi premi, tra cui il Prince Consort and Thirlwall Prize. È stata Visiting Fellow in Germania, in California e presso il National Maritime Museum di Greenwich. Sentieri sull'acqua è il suo primo libro pubblicato in Italia.«Caputo riesce a trasmettere lo spirito pionieristico e avventuroso di quei primi viaggi verso l'ignoto.» Royal Geographical SocietyIL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.

NERD RED
Cartografia das Ondas- Filme nacional independente que estreou na Mostra de Cinema de Tiradentes

NERD RED

Play Episode Listen Later Feb 12, 2025 8:33


Cartografia das Ondas, Filme nacional independente que estreou na Mostra de Cinema de Tiradentes

il posto delle parole
Laura Canali "Festival Limes 2025"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Feb 7, 2025 13:40


Laura CanaliFestival Limes 2025Genova, Palazzo Ducaleda venerdì 7 a domenica 9 febbraiohttps://palazzoducale.genova.it/evento/festival-di-limes-xii-edizione/Un giro del mondo delle crisi geopolitiche a partire da quella americana, con Trump appena insediato dal 7 al 9 febbraio 2025La dodicesima edizione del Festival di Limes è una ricognizione delle molteplici crisi geopolitiche in corso a cominciare da quella americana, con Donald Trump appena insediato. Il ritorno di Trump alla Casa Bianca certifica la “stanchezza imperiale” degli Stati Uniti e la ritrosia, oltre che la difficoltà, dell'America a fungere da soggetto ordinatore del contesto internazionale.I fronti di guerra che si moltiplicano nel mondo – ultima, in ordine di tempo, la dissoluzione del regime siriano – sono il sintomo più evidente di un ordine mondiale in tumultuosa e violenta trasformazione.Il Festival porta a Genova, come ogni anno, gli analisti di Limes e altre personalità italiane e straniere, per confrontarsi sui grandi temi del momento: le divisioni interne dell'America e l'impatto del fenomeno Musk sulla “costituzione materiale” del paese, l'incipiente crisi della Germania, il confronto Usa-Cina che entra ora in una nuova fase, stato e prospettive della guerra in Ucraina, la situazione mediorientale e altro ancora, con un occhio particolare alla posizione e alle opzioni dell'Italia.mostra cartografica a cura di Laura CanaliSala Liguria, Palazzo Ducale107 mila chilometri orari è la velocità con la quale la Terra si muove per compiere il moto di rivoluzione attorno al Sole. Questo è il viaggio che compiamo tutti insieme nell'arco di tempo di 365 giorni, 5 ore, 48 minuti e 48 secondi. Miliardari, poveri, talebani, jihadisti, russi, americani, africani, asiatici, europei, cattolici, ortodossi, induisti, buddisti, musulmani, insomma tutti gli esseri viventi di ogni fede religiosa e senza fede, tutti in cammino velocissimo verso l'Universo. Un vero viaggio democratico, forse l'unico.In questi ultimi anni però anche gli avvenimenti geopolitici hanno cominciato a prendere velocità e a correre verso un cambiamento irreversibile. La nuova mostra cartografica di Limes vuole cercare di “fotografare” alcuni eventi per ragionare sugli obiettivi delle maggiori potenze del pianeta. L'Universo sta diventando uno spazio sempre più appetibile soprattutto per spostarvi la guerra e per controllare minuziosamente le attività umane sulla crosta terrestre. Nuove sfide si allungano verso un orizzonte sempre più stellato di stelle assemblate in fabbrica.Inaugurazione venerdì 7 febbraio ore 17Orarivenerdì 7 e sabato 8 febbraio dalle ore 10 alle 21domenica 9 febbraio dalle ore 10 alle 19Visite guidatesabato 8 febbraio ore 16.30domenica 9 febbraio ore 11:00IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.

Radio Unint
CAFFÈ LETTERARIO | GIOCHI E CARTOGRAFIA: SQUID GAME E I CARTOGRAFI

Radio Unint

Play Episode Listen Later Feb 6, 2025 43:00


Giochi violenti, mappe che nascondono qualcosa di magico... Come al solito, Laura e Beatrice spaziano tra i generi per parlarci della nuova stagione di Squid Game, "I cartografi" di Peng Shepherd e molto altro. • • • Iniziativa autonoma dellə studentə #UNINT che si avvale del finanziamento dell'Università degli Studi Internazionali di Roma.

Tunnel
#173 - Ammazza, che mappa

Tunnel

Play Episode Listen Later Jan 30, 2025 54:29


In questa puntata:abbiamo intervistato Riccardo D'Agnese, autore di mappe calcistiche, grande collezionista di maglie da gioco e appassionato del pallone che piace a noi

il posto delle parole
Alessandro Niero "Olga. Una badante per amica"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Oct 21, 2024 17:52


Alessandro Niero"Olga. Una badante per amica"Illustrazioni di Elena MieleValigie Rosse Edizioniwww.valigierosse.itUn libro per imparare che si è amici con chi viene da lontano.Un giorno in una delle famiglie come ce ne sono a migliaia, arriva una figura nuova, estranea eppure così strettamente e necessariamente vicina: è la badante. Viene da un paese lontano, viene per sua necessità e nostra necessità: quella di Olga è una storia appassionante, perché mentre farà amicizia col nipotino di casa tutto incuriosito lei prosegue il suo viaggio, sa tante lingue, si iscrive all'università e stupirà tutti con la sua bravura.Alessandro Niero (San Bonifacio, Verona 1968) insegna letteratura russa all'Università di Bologna. Si occupa di poesia del secondo Novecento e di traduzione poetica, a cui ha dedicato numerosi saggi. Per la sua attività di traduttore di poesia ha ricevuto il «Premio Nazionale per la Traduzione del Ministero per i Beni e le Attività Culturali» (2006), il «Lerici Pea Mosca» (2008) e il «Čitaj Rossiju / Read Russia» (2012). Per bambini ha tradotto: Grigorij Oster, Il libro del cibo sano e appetitoso dell'orco (con S. Burini, Interlinea, 2007), Osip Mandel'štam, 2 tram (Comma 22, 2014) e Olga Sedakova, Mi trasformo (Caissa Editore, 2020). La sua produzione in versi, avviata con la plaquette Tendente a 1 (Colpo di Fulmine Edizioni, 1996, presentazione di Milo De Angelis), comprende i seguenti libri: Il cuoio della voce (Voland, 2004), A.B.C. Chievo (Passigli, 2013, prefazione di Massimo Raffaeli), Versioni di me medesimo (Transeuropa, 2014, postfazione di Andrea Afribo) e Residenza Fittizia (Marcos y Marcos, 2019, presentazione di Fabio Pusterla). Questo è il suo primo libro per i più piccoli.Elena Miele (Biella, 1968) diplomata in illustrazione allo IED di Milano, inizia la sua carriera collaborando con gli editori Hachette, Stratelibri ed Edifumetto, lavorando in seguito come textile designer per Fila, Robe di Kappa, Naj-Oleari, Powell Peralta e Santa Cruz. Dal 2000 lavora nella pubblicità come direttrice artistica e packaging designer dell'agenzia Armando Testa e per aziende come Ferrero, YSL, Isabelle Gellé, Bottega Verde e The Perfumer Art School. Nel frattempo prosegue la sua attività di illustratrice per numerose riviste letterarie (Watt Magazine, Oblique Studio, Cadillac, Sud, Cartografia letteraria).IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.

il posto delle parole
Laura Canali "Fine della guerra" Festival Limes

il posto delle parole

Play Episode Listen Later May 10, 2024 13:15


Laura Canali"Fine della guerra"Festival LimesPalazzo Ducale, GenovaDa venerdì 11 a domenica 13 maggio 2024www.limesonline.comL'undicesimo appuntamento – “Fine della guerra. La politica senza fine sabota la geopolitica” – si tiene il 10-12 maggio 2024 a Genova, Palazzo Ducale.La Guerra Grande che infuria nel mondo si combatte senza fini, intesi al maschile e al femminile. Cioè senza scopi strategici né limiti di spaziotempo. Dunque con approccio a-strategico e totalizzante all'uso dello strumento militare, pericoloso perché incurante degli effetti che produce.A farne le spese è la tradizionale concezione della guerra come mezzo in vista di una pace vantaggiosa, sostituita da conflitti senza scopo definito e dunque potenzialmente infiniti, perché fini a sé stessi. Ieri la “guerra al terrore” combattuta da Stati Uniti e alleati con enorme dispendio di risorse economico-militari e di capitale politico. Oggi il conflitto ucraino, guerra d'attrito in cui il “vincitore” può finire distrutto come e più dello “sconfitto”.Queste guerre (in)finite sono sempre meno governabili, perché producono dinamiche autonome o comunque refrattarie ai soggetti che le scatenano e alle loro intenzioni originarie. Così la guerra economica combattuta a colpi di sanzioni, che stratificandosi generano forme di adattamento agli embarghi semi-permanenti.Attraverso l'analisi geopolitica, l'undicesimo Festival di Limes intende esplorare modi per prevenire e disinnescare questa deriva.L'ingresso è libero e senza prenotazione fino a esaurimento posti. Gli eventi del Festival possono essere seguiti in streaming su questo sito e sul nostro canale YouTube ai seguenti link: Venerdì 10 maggioOre 17.00 – Inaugurazione mostra cartografica "Linee spezzate. Vecchi e nuovi confini" – con Laura Canali. Ore 18.00 – Guerre per la pace e guerre per la guerra – con Lucio Caracciolo.Ore 21.00 – America contro America – con Federico Petroni e Stephen Wertheim.  Sabato 11 maggioOre 10.00 – Deglobalizzazione: l'economia come arma – con Cinzia Bianco e Francesco Giavazzi; modera Fabrizio Maronta.Ore 11.30 – La fine della politica – con Alessandro Colombo e Marco Follini; modera Lucio Caracciolo.Ore 15.00 – Usa contro Cina: come travestire la guerra infinita – con Henry Huiyao Wang e Stephen Wertheim; modera Giorgio Cuscito. Ore 16.30 – Guerre della transizione egemonica: come finire il conflitto in Ucraina – con Łukasz Adamski, Orietta Moscatelli e Fulvio Scaglione; modera Mirko Mussetti. Ore 17.45 – Visita guidata alla mostra "Linee spezzate. Vecchi e nuovi confini" – con Laura Canali.Ore 18.30 – Dov'è la vittoria: le guerre mediorientali dopo Gaza – con Antonella Caruso, Abdolrasool Divsallar e Meir Elran; modera Daniele Santoro.Ore 21.00 – Attualità di Sunzi: vincere (o non perdere) senza combattere – con Fabio Mini e Henry Huiyao Wang; modera Giorgio Cuscito. Domenica 12 maggioOre 10.30 – L'Europa senza America – con Magnus Christiansson, Giuseppe Cucchi, Michael Lüders e Pierre-Emmanuel Thomann; modera Federico Petroni.Ore 12.00 – Come prevenire i conflitti: geopolitica, economia e diplomazia – con Lucio Caracciolo, Germano Dottori ed Ettore Sequi; modera Piero Schiavazzi. Ore 15.30 – Guerra e storia: usi e abusi reciproci – con Virgilio Ilari e Luca Iori; modera Lucio Caracciolo.Ore 15.45 – Visita guidata alla mostra "Linee spezzate. Vecchi e nuovi confini" – con Laura Canali.Ore 17.00 – Le guerre d'Africa – con Mario Giro, Rahmane Idrissa e Gildas Lemarchand; modera Lorenzo Di Muro. Ore 18.30 – A-social media, impigliati nella Rete – con Alessandro Aresu, Giuseppe De Ruvo e Tal Pavel; modera Agnese Rossi. IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.

Radionautas
Cartografia nautica y navegacion el mediterraneo

Radionautas

Play Episode Listen Later May 10, 2024 63:07


Programa 2024 05 10 Suscribite a nuestro canal en YouTube y dale a la campanita Spotify - Apple Podcast - Google Podcast Cafecito o Patreon - para ayudarnos a continuar Invitados Juan Francisco Manchone Desde Alicante navegando por el mediterraneo Jorge Aguilar Nuestro cartógrafo del Rio de la Plata Capitán de aeronave de Aerolíneas Argentinas

FantascientifiCast
Cartografia stellare - Le Prospettive dello Spazio 2

FantascientifiCast

Play Episode Listen Later Apr 16, 2024 39:21


Area Hermetica Misteris
248-Càbala Universal. Memòria a la recerca i estudi d'Alex Martinéz Torrá.

Area Hermetica Misteris

Play Episode Listen Later Mar 5, 2024 158:37


Càbala Universal. Memòria a la recerca i estudi d'Alex Martinéz Torrá amb Enric Català, Albert Carol,Tristán Castells de Pinós i tot seguit una conferencia d'Alex al café de l'Opera de Barcelona. La seva obra Cartografia “del que És” (KIS ASR IS – Com és el que és), és un estudi sobre la Tradició (Càbala) espiritual, universal, primigènia i perenne, realitzada per Alejandro Martínez Torrá (AMT), publicada en 1997; és un intent de descriure “el que és”, el transcendent, el “món de dalt” que no es pot veure. La Cartografia és el resultat de tota una vida d'estudi per a trobar “la Veritat” (AMT –´emet– en hebreu-cananeu, o Maat en egipci primitiu). AMT es va introduir en tots els llocs al seu abast i en el coneixement de totes les doctrines i religions, buscant “el fil d'Ariadna”, i el va trobar en la Càbala (Tradició), no solament hebrea, sinó entesa en un sentit Universal, com a Tradició Primigènia. I va trobar la línia subterrània o filum per on es mou la Tradició, a través d'uns grans punts: Paleolític franc-ibèric, Mes d'Azil (cara nord de la serralada Cantàbrica) i Art Esquemàtic (cara sud), Civilització megalítica, Egipte (Imperi Antic, Heliòpolis), Pròxim Orient (cultura cananea-hebrea i Caldea –Mesopotàmia), Tradició Bíblica, Cristianisme i Càbala occitania-gironina. Aquest filum tradicional també ho va connectar amb tota una sèrie de línies col·laterals, i ho va complementar i va relacionar amb informacions d'altres àmbits, com el de les matemàtiques, o la genètica, a més d'altres tradicions com la hinduista, la taoista i les americanes. La Cartografia és l'intent de “revelar” aquest fil ininterromput d'informació que circula de manera lliure per sota de la informació més coneguda o “oficial”, i de traslladar-la al paper per mitjà d'un sistema cartogràfic de plans i esquemes simbòlics. AMT va intuir que a través d'aquests esquemes és com millor es pot seguir la petjada de la divina causalitat, que porta a un lloc concret, oposat a les teories de la casualitat i de l'atzar en l'obtenció i el desenvolupament del coneixement. ​Revista digital La tortuga Avui. www.latortugaavui.com ​Xarxès: Facebook grup Secrets del Pirineu, Instagram: area-hermetica-radio. Telegram: [https://t.me/.../FSW-COI...//t.me/joinchat/FSW-COI-ZiUtQ0Aj) Ràdio Caldes 107.8 fm, per TDT per les comarques del Vallès canal 515, Instagram com Àrea Hermètica ràdio i per internet: www.radiocaldes.cat areahermeticaradio@gmail.com

O que elas pensam?
O que elas pensam #119 - “Poéticas de Terreiro: uma cartografia ancestral com o Ylê Àxé Òpó Omim” - Entrevista com Lari Alvanhan

O que elas pensam?

Play Episode Listen Later Dec 30, 2023 92:16


Nas encruzilhadas, encontramos Lari. Quatro letras, uma imensidão. Multiartista, esbanja generosidade em todas as linguagens. Nada nela – e com ela – passa despercebido ou é pequeno. Ao final de toda aula, ela diz “eu escrevi um textinho” e, assim, sem pretensão, te convoca para outros mundos – o dela, o seu, onde todes cabem sem precisar se espremer. Foi através deles que, cada vez mais, Lari foi chegando para nós. O nosso primeiro encontro: em 2021, durante uma reunião do grupo de pesquisa DECO (Decolonialidades na Comunicação) e como banzeiro que é, Lari nos chacoalhou da cabeça aos pés, mas também se fez colo. No último dia 4 de dezembro, Lari defendeu sua dissertação “Poéticas de Terreiro: uma cartografia ancestral com o Ylê Àxé Òpó Omim”, vinculada ao PPGCOM (Programa de Pós-Graduação em Comunicação) da UEL (Universidade Estadual de Londrina (UEL) sob a orientação de Mônica Panis Kaseker e Mãe Omin. A pesquisa é marcada por uma série de pioneirismos: a primeira dissertação do Programa defendida em um terreiro de candomblé, o desenvolvimento de uma “cartografia ancestral”, o emprego de saberes dos terreiros entre outros grupos subalternizados. Aqui, você escuta Lari partilhar sobre sua chegada ao Ylê – que completou 35 anos neste mês – a busca por sua ancestralidade – o que lhe conduz a realização de uma ciência encarnada e “xirê decolonial”. Ela também aborda a importância da branquitude ser aliada na luta antirracista, o papel de uma educação menos tecnicista, atenta às diversidades no combate à intolerância religiosa, incluindo a desfolclorização das religiões de matriz africana. E como não poderia deixar de ser, também ouve Lari falar sobre resistência.

PODBRAND
CARTOGRAFIA DO COMPORTAMENTO: ETNOGRAFIA DIGITAL E SOCIAL LISTENING

PODBRAND

Play Episode Listen Later Dec 23, 2023 66:01


Neste episódio do Podbrand, exploraremos o fascinante universo da cartografia do comportamento, uma jornada através da etnografia digital e do social listening. Abordaremos como estas ferramentas são essenciais para desvendar as camadas mais profundas do comportamento humano, um conhecimento crucial para qualquer negócio atual. Nossa convidada é Fernanda Bizarria, uma especialista renomada, fundadora da Ps2P, cuja experiência em antropologia visual e análise comportamental tem transformado a maneira como as marcas se conectam com seus consumidores. Junte-se a nós nesta imersão profunda nos segredos da mente humana e nas estratégias que moldam o futuro do branding.ASSISTA AGORA!https://youtu.be/UIU0yuMsV6oLIVROS INDICADOS PELA CONVIDADA-Netnografia: Realizando Pesquisa Etnográfica Onlinehttps://amzn.to/3NxadTm-Dialética Do Olharhttps://amzn.to/3GTXtSW-A Visão Sistêmica da Vida: Uma Concepção Unificada E Suas Implicações Filosóficas, Políticas, Sociais E Econômicashttps://amzn.to/3RNuJBv-A queda do Céuhttps://amzn.to/3viWSYc-Sacred Commerce: Business as a Path of Awakeninghttps://amzn.to/3v9NbvoSIGA NOSSA CONVIDADAhttp://ps2p.com.brhttps://www.linkedin.com/in/fernanda-moura-bizarria-1b316317/ÁRVORE DA MARCA: SIMPLIFICANDO O BRANDINGAdquira o livro aqui: https://loja.arvoredamarca.com/CURADORIA COMPLETAMais de 250 livros recomendados pelos convidados: https://www.podbrand.design/livroSINTONIZE NO PODBRANDAcesse todas as plataformas do Podbrand: https://podbrand.bio.linkCANAL NO YOUTUBEInscreva-se no canal: https://www.youtube.com/@PodbrandMÍDIAS SOCIAISInstagram: https://instagram.com/podbrandoficialTwitter: https://twitter.com/podbrandoficialLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/podbrandoficial/PODBRAND, o podcast sobre DESIGN, ESTRATÉGIA e INOVAÇÃO.#podbrandoficial#designestratégico #mentoriaestratégica Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Entrevistas Jornal Eldorado
A cidade de São Paulo teve quilombo e pelourinho; Cartografia Negra revela onde ficavam

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Nov 21, 2023 19:29


O Dia da Consciência Negra homenageia o líder quilombola Zumbi dos Palmares, assassinado em 20 de novembro de 1695. O quilombo dos Palmares, em Alagoas, soa como um movimento de resistência distante da história paulistana, ainda que a cidade tivesse seu próprio quilombo, o Saracura, na região do Bixiga, no centro da metrópole. O local onde hoje será construída a estação 14-Bis, da nova linha 6 do metrô, foi seio da formação de um dos principais lares de escravizados que escapavam das fazendas ou de feiras realizadas no Vale do Anhangabaú, onde eram colocados à venda. A busca por referências históricas do coletivo Cartografia Negra em arquivos públicos tem jogado luz a outras lideranças pretas e fatos nem sempre listados nos livros didáticos. “Tivemos muitas figuras de resistência negra em São Paulo, como as quituteiras e Chaguinha. A cidade possuía quilombos urbanos, como o do Saracura. Todos ficam impressionados quando revelamos nossas descobertas sobre a  existência de pelourinho ou de mercado de escravizados porque ninguém aprende na escola sobre a história dos povos afro brasileiros da capital”, explica a antropóloga Raíssa Albano de Oliveira, integrante do Cartografia Negra em entrevista à Rádio Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
A cidade de São Paulo teve quilombo e pelourinho; Cartografia Negra revela onde ficavam

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Nov 20, 2023 19:29


O Dia da Consciência Negra homenageia o líder quilombola Zumbi dos Palmares, assassinado em 20 de novembro de 1695. O quilombo dos Palmares, em Alagoas, soa como um movimento de resistência distante da história paulistana, ainda que a cidade tivesse seu próprio quilombo, o Saracura, na região do Bixiga, no centro da metrópole. O local onde hoje será construída a estação 14-Bis, da nova linha 6 do metrô, foi seio da formação de um dos principais lares de escravizados que escapavam das fazendas ou de feiras realizadas no Vale do Anhangabaú, onde eram colocados à venda. A busca por referências históricas do coletivo Cartografia Negra em arquivos públicos tem jogado luz a outras lideranças pretas e fatos nem sempre listados nos livros didáticos. “Tivemos muitas figuras de resistência negra em São Paulo, como as quituteiras e Chaguinha. A cidade possuía quilombos urbanos, como o do Saracura. Todos ficam impressionados quando revelamos nossas descobertas sobre a  existência de pelourinho ou de mercado de escravizados porque ninguém aprende na escola sobre a história dos povos afro brasileiros da capital”, explica a antropóloga Raíssa Albano de Oliveira, integrante do Cartografia Negra em entrevista à Rádio Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil-Mundo
Exposição inspirada em “Grande sertão: veredas” chega a Madri

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Nov 18, 2023 6:04


Mesclando literatura, fotografia e colagem, a mostra “Travessias do Sertão” está em cartaz na Casa do Brasil, em Madri. Inspiradas no livro de Guimarães Rosa, as obras dialogam diretamente com a cartografia mineira e com as populações que vivem no Alto Vale do Jequitinhonha. O acesso é gratuito. Ana Beatriz Farias, correspondente da RFI na EspanhaUma verdadeira viagem. Do “Grande sertão: veredas”, de Guimarães Rosa, aos mais diferentes recantos mineiros, cheios de histórias. Unindo fotografia, colagem e literatura, a exposição “Travessias do Sertão”, que tem quase três anos de estrada, acaba de chegar a Madri, onde fica em cartaz até o dia 3 de dezembro. O projeto, que hoje conta com 32 telas e ocupa lugar de destaque na Casa do Brasil, em plena capital espanhola, nasceu despretensiosamente, a partir de um trabalho acadêmico feito pelo professor e fotógrafo Lucas Sousa.A ideia, inicialmente, era fazer uma releitura artística da personagem Diadorim, por meio de pinturas corporais e registros fotográficos que imprimissem um tom de mistério, ao não revelar completamente o rosto humano. Isto como parte de uma pesquisa envolvendo questões de gênero e de sexualidade.“No romance do Guimarães Rosa, Diadorim é um personagem que durante toda a narrativa não se entrega a informações concretas. Se ele é um homem, se ele é uma mulher… O narrador, pelas visões do Riobaldo, traça as linhas físicas corporais de Diadorim com os dois movimentos, né? Tanto masculino quanto feminino. E, para isso, ele recorre, inclusive de uma maneira muito poética, à cartografia de Minas Gerais, à cartografia do grande sertão”, narra Lucas, ao explicar como percebe o universo apresentado pelo escritor que o inspirou.Reconhecimento que estimulaA primeira série fotográfica, baseada na personagem Diadorim, rendeu a Lucas Sousa e a Wágner Pena – que divide com Lucas a autoria do projeto – uma menção honrosa atribuída num evento realizado pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, onde tudo começou. A partir daí, os dois perceberam que o trabalho poderia ganhar novas dimensões.A mostra “Travessias do Sertão” foi, então, crescendo e tomando forma. Além do eixo curatorial Diadorim, Lucas e Wágner construíram mais dois: um dedicado à Cartografia sertaneja, em que revelam a natureza e a arquitetura do Alto Vale do Jequitinhonha e outro dedicado às Mineiridades, no qual ganham especial importância algumas festividades típicas da região.“Cada fotografia ali está representando um tipo de manifestação cultural. Por exemplo, a Festa do Rosário. Tem os marujos, que são os líderes que conduzem a festa com as canções de origem afrodescendente. E temos as rainhas, os reis, condessas, condes… É uma festa muito rica culturalmente”, explica Wágner, se referindo a um dos ambientes da galeria que recebe a exposição. Rostos e históriasAlém das festas e tradições regionais, a seção intitulada Mineiridades contempla uma série de retratos de moradores do Alto Vale do Jequitinhonha. “Esses personagens que a gente fotografou vivem ali na região de Couto Magalhães, Diamantina, Serro… Ali na região do Alto Vale do Jequitinhonha. E eu sempre busquei registrar o seu cotidiano. A dona Ana, com seu balaio, a dona Geralda… Então eu busco estar sempre registrando o cotidiano, a verdade. Aquilo que está no momento”, conta Wágner.O registro desses rostos que também formam, de alguma maneira, a paisagem do sertão resulta num conjunto de fotografias cheias de texturas, contrastes e narrativas. Os fotógrafos contam que muitas das famílias que têm pessoas que foram clicadas como parte da exposição dão à tal fotografia um local de destaque em suas casas. Assim as obras ganham também um outro valor, conectado à comunidade.Percalços do caminhoDa concepção da mostra “Travessias do Sertão”, no seio de Minas Gerais, até a chegada da exposição em Madri, o caminho foi longo. Os autores tiveram que enfrentar diferentes desafios para chegar a expor na Europa. Por falta de incentivos e de recursos financeiros, a parceria firmada com a Casa do Brasil, em 2021, foi adiada por dois anos.Mas em 2023, os dois fotógrafos contaram com uma rede de apoiadores que permitiu que eles cruzassem o oceano, como revela Wágner Pena. “Com muita resistência (da nossa parte) e com a ajuda de pessoas, por meio de rifas e de patrocínios também, nós conseguimos trazer esse projeto até Madri”, celebra.Sobre isso, Lucas Sousa comenta que “muitas regiões dos interiores do Brasil possuem um potencial artístico-cultural extremamente grandioso, mas quando se trata de políticas públicas voltadas para o incentivo da produção e à democratização da arte, a história é outra, é como se arte fosse desimportante e por esse motivo, fosse negado às pessoas o direito de ter acesso a ela, de ter contato com os benefícios que a arte produz no homem”.Sabendo de todo o caminho percorrido, a realização ao chegar com a mostra “Travessias do Sertão” na Espanha, para Lucas, ganha outra dimensão.“Parece que eu não estou aqui, estou bem incrédulo. É uma sensação de dever cumprido. Tipo ‘puxa, conseguimos'. Depois de muita luta, de muita resistência, a gente fala que é um projeto de resistência, é um projeto memorial. É um projeto de força política, porque a política envolve também essa questão artística. Ela envolve essa questão de resistir nas sociedades. É uma realização através de muita resistência”.A exposição “Travessias do sertão” fica em cartaz na Casa do Brasil, em Madri, até o dia 3 de dezembro. O acesso é livre e gratuito, de segunda a sexta-feira, das 9 às 19h.

Brasil-Mundo
Exposição inspirada em “Grande sertão: veredas” chega a Madri

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Nov 18, 2023 6:04


Mesclando literatura, fotografia e colagem, a mostra “Travessias do Sertão” está em cartaz na Casa do Brasil, em Madri. Inspiradas no livro de Guimarães Rosa, as obras dialogam diretamente com a cartografia mineira e com as populações que vivem no Alto Vale do Jequitinhonha. O acesso é gratuito. Ana Beatriz Farias, correspondente da RFI na EspanhaUma verdadeira viagem. Do “Grande sertão: veredas”, de Guimarães Rosa, aos mais diferentes recantos mineiros, cheios de histórias. Unindo fotografia, colagem e literatura, a exposição “Travessias do Sertão”, que tem quase três anos de estrada, acaba de chegar a Madri, onde fica em cartaz até o dia 3 de dezembro. O projeto, que hoje conta com 32 telas e ocupa lugar de destaque na Casa do Brasil, em plena capital espanhola, nasceu despretensiosamente, a partir de um trabalho acadêmico feito pelo professor e fotógrafo Lucas Sousa.A ideia, inicialmente, era fazer uma releitura artística da personagem Diadorim, por meio de pinturas corporais e registros fotográficos que imprimissem um tom de mistério, ao não revelar completamente o rosto humano. Isto como parte de uma pesquisa envolvendo questões de gênero e de sexualidade.“No romance do Guimarães Rosa, Diadorim é um personagem que durante toda a narrativa não se entrega a informações concretas. Se ele é um homem, se ele é uma mulher… O narrador, pelas visões do Riobaldo, traça as linhas físicas corporais de Diadorim com os dois movimentos, né? Tanto masculino quanto feminino. E, para isso, ele recorre, inclusive de uma maneira muito poética, à cartografia de Minas Gerais, à cartografia do grande sertão”, narra Lucas, ao explicar como percebe o universo apresentado pelo escritor que o inspirou.Reconhecimento que estimulaA primeira série fotográfica, baseada na personagem Diadorim, rendeu a Lucas Sousa e a Wágner Pena – que divide com Lucas a autoria do projeto – uma menção honrosa atribuída num evento realizado pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, onde tudo começou. A partir daí, os dois perceberam que o trabalho poderia ganhar novas dimensões.A mostra “Travessias do Sertão” foi, então, crescendo e tomando forma. Além do eixo curatorial Diadorim, Lucas e Wágner construíram mais dois: um dedicado à Cartografia sertaneja, em que revelam a natureza e a arquitetura do Alto Vale do Jequitinhonha e outro dedicado às Mineiridades, no qual ganham especial importância algumas festividades típicas da região.“Cada fotografia ali está representando um tipo de manifestação cultural. Por exemplo, a Festa do Rosário. Tem os marujos, que são os líderes que conduzem a festa com as canções de origem afrodescendente. E temos as rainhas, os reis, condessas, condes… É uma festa muito rica culturalmente”, explica Wágner, se referindo a um dos ambientes da galeria que recebe a exposição. Rostos e históriasAlém das festas e tradições regionais, a seção intitulada Mineiridades contempla uma série de retratos de moradores do Alto Vale do Jequitinhonha. “Esses personagens que a gente fotografou vivem ali na região de Couto Magalhães, Diamantina, Serro… Ali na região do Alto Vale do Jequitinhonha. E eu sempre busquei registrar o seu cotidiano. A dona Ana, com seu balaio, a dona Geralda… Então eu busco estar sempre registrando o cotidiano, a verdade. Aquilo que está no momento”, conta Wágner.O registro desses rostos que também formam, de alguma maneira, a paisagem do sertão resulta num conjunto de fotografias cheias de texturas, contrastes e narrativas. Os fotógrafos contam que muitas das famílias que têm pessoas que foram clicadas como parte da exposição dão à tal fotografia um local de destaque em suas casas. Assim as obras ganham também um outro valor, conectado à comunidade.Percalços do caminhoDa concepção da mostra “Travessias do Sertão”, no seio de Minas Gerais, até a chegada da exposição em Madri, o caminho foi longo. Os autores tiveram que enfrentar diferentes desafios para chegar a expor na Europa. Por falta de incentivos e de recursos financeiros, a parceria firmada com a Casa do Brasil, em 2021, foi adiada por dois anos.Mas em 2023, os dois fotógrafos contaram com uma rede de apoiadores que permitiu que eles cruzassem o oceano, como revela Wágner Pena. “Com muita resistência (da nossa parte) e com a ajuda de pessoas, por meio de rifas e de patrocínios também, nós conseguimos trazer esse projeto até Madri”, celebra.Sobre isso, Lucas Sousa comenta que “muitas regiões dos interiores do Brasil possuem um potencial artístico-cultural extremamente grandioso, mas quando se trata de políticas públicas voltadas para o incentivo da produção e à democratização da arte, a história é outra, é como se arte fosse desimportante e por esse motivo, fosse negado às pessoas o direito de ter acesso a ela, de ter contato com os benefícios que a arte produz no homem”.Sabendo de todo o caminho percorrido, a realização ao chegar com a mostra “Travessias do Sertão” na Espanha, para Lucas, ganha outra dimensão.“Parece que eu não estou aqui, estou bem incrédulo. É uma sensação de dever cumprido. Tipo ‘puxa, conseguimos'. Depois de muita luta, de muita resistência, a gente fala que é um projeto de resistência, é um projeto memorial. É um projeto de força política, porque a política envolve também essa questão artística. Ela envolve essa questão de resistir nas sociedades. É uma realização através de muita resistência”.A exposição “Travessias do sertão” fica em cartaz na Casa do Brasil, em Madri, até o dia 3 de dezembro. O acesso é livre e gratuito, de segunda a sexta-feira, das 9 às 19h.

il posto delle parole
Laura Canali "Festival Limes"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Nov 10, 2023 15:44


Laura Canali"Festival Limes"Il fattore italiano nel mondo in guerra.Genova, Palazzo DucaleDa venerdì 10 a domenica 12 novembre 2023Anche quest'anno Limes è a Genova con l'ormai tradizionale appuntamento di Palazzo Ducale: tre giorni di incontri dedicati ai temi salienti dell'attualità geopolitica con esperti italiani e stranieri, decisori, protagonisti degli eventi che concorrono a definire la nostra epoca e il posto dell'Italia nel mondo.Questa edizione marca un doppio traguardo: dieci anni di Festival e trent'anni di Limes, nata nel 1993 sull'onda del “terremoto” indotto dalla fine della guerra fredda. Occasione speciale per tener fede, una volta di più, alla ragion d'essere della Rivista italiana di geopolitica, interrogandoci su forze e debolezze, limiti e potenzialità del “fattore italiano”.Sulla scia dell'omonimo volume di Limes che uscirà contemporaneamente al Festival, ci preoccuperemo di derivare dalle analisi geopolitiche alcune proposte concrete per affrontare le questioni che più urgono. E per offrirle al pubblico dibattito. Quali sono le grandi sfide cui l'Italia è oggi chiamata dalla situazione internazionale e dalle sue dinamiche interne? Quali le opportunità offerte dalla fase convulsa che viviamo e cosa ci occorre per coglierle appieno? Quali i rischi dell'inazione e dell'incapacità di interpretare correttamente il momento?A queste domande cercheremo di rispondere in un intenso week end di confronti moderati dal direttore Lucio Caracciolo e dagli altri esperti della redazione. Dibattiti volti a descrivere gli attori di peso e i loro indirizzi strategici, ma anche a delineare il ruolo e le chance dell'Italia negli scenari che dispiegano. Il confronto Cina-Stati Uniti, la guerra russo-ucraina, i sommovimenti nell'Africa saheliana, gli attriti Germania-Usa e il loro impatto su di noi. E ancora: le sfide economico-industriali, l'immigrazione, il ruolo della Chiesa, le partite marittime, gli orizzonti demografici. Di questo e di altro parleremo a Genova. Come sempre, lo faremo con l'ausilio delle carte di Limes che animeranno anche una mostra aperta al pubblico, presentata e commentata dall'autrice Laura Canali e dal resto della redazione.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itQuesto show fa parte del network Spreaker Prime. Se sei interessato a fare pubblicità in questo podcast, contattaci su https://www.spreaker.com/show/1487855/advertisement

Podcast de Font de Misteris
FONT DE MISTERIS-T1209- Cartografia impossible- Programa 503| IB3 Ràdio

Podcast de Font de Misteris

Play Episode Listen Later Oct 1, 2023 59:41


#AlaCartaIB3| Ja disponible el programa 12x08 (edició 502) Aquest programa 503 de Font de Misteris l'hem començat parlant d'un fenòmen als cels que va deixar per escrit un monjo al 1217 i que ara hem conegut. Després hem parlat de mapes impossibles. Què hi ha al darrere? Quan es varen fer i per qui?

Pílulas do Conhecimento
#192 - A reunião que definiu a "hora certa" do planeta!

Pílulas do Conhecimento

Play Episode Listen Later Aug 3, 2023 7:26


Sabiam que nem sempre os horários do planeta foram sincronizados em 24 fusos? Hoje nós conheceremos essa história que envolve trens, navegantes e um observatório na Inglaterra! SAIBA MAIS: #185 - Calendários, relógios e alguns dos inventores do tempo. Referências: 22nd October 1884: International Meridian Conference in Washington D.C. the Greenwich prime meridian Hoje na História: 13.10.1884 - Meridiano de Greenwich torna-se referência para horário mundial A revolução das medidas | Nerdologia The adoption of a Prime Meridian and the International Meridian Conference of 1884 Breve história da Cartografia: dos povos primitivos ao Google Earth Como funcionam os relógios atômicos, sem os quais o mundo moderno afundaria no caos. VISITE NOSSO MUSEU! Praça da Liberdade, 700 Belo Horizonte – MG                                    CEP: 30140-010                                              Telefone (Recepção): (31) 3409-8350 Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383 NOSSOS LINKS: ⁠Blog do Espaço⁠ ⁠Calendário Astronômico⁠ ⁠Instagram⁠ ⁠Twitter⁠ ⁠Facebook

FantascientifiCast
La cartografia stellare - Deepcon 22

FantascientifiCast

Play Episode Listen Later May 30, 2023 65:08


FantascientifiCast 767 - La mappatura del cielo dall'antichità all'universo di Star Trek. Con Giuliano Giuffrida (panel del 26.3.2022). Per l'immagine di copertina: © Aventi diritto. All rights reserved.Support this podcast at — https://redcircle.com/fantascienticast/donationsAdvertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy

star trek cartografia fantascientificast deepcon
Gap Filosófico
Lab Fórum Esquizo-Análise 《《 CARTOGRAFIA 》》 Célula #02

Gap Filosófico

Play Episode Listen Later May 6, 2023 203:28


NSCREVA-SE no nosso canal no YouTube. https://youtube.com/@Gapfilosofico PIX 《《《 gapfilosofico@gmail.com Telegram

Gap Filosófico
Lab Fórum Esquizo-Análise 《《 CARTOGRAFIA 》》 Célula #01

Gap Filosófico

Play Episode Listen Later Apr 29, 2023 237:03


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Meio Ambiente
Fim do garimpo ilegal em terras indígenas deve passar por maior rastreabilidade do ouro brasileiro

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 2, 2023 7:32


A crise humanitária dos indígenas Yanomami gerou comoção internacional e fez o governo federal endurecer as leis contra o garimpo clandestino. O problema da invasão de terras indígenas por garimpeiros é antigo, mas nos últimos anos se agravou com o envolvimento do crime organizado. De acordo com especialistas, a melhora da rastreabilidade, com aumento das exigências sobre a origem do ouro comercializado no Brasil, é o caminho para acabar com as invasões.  Ana Carolina Peliz, da RFIA expansão do garimpo predatório é um problema grave que se agravou durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e com a crise econômica, que valorizou o ouro no mercado internacional.De acordo com relatório do Instituto Escolhas, entre 2015 e 2020 o Brasil comercializou 229 toneladas de ouro com indícios de ilegalidade. Isso significa que quase a metade do ouro produzido e exportado pelo país tem origem duvidosa. Desse volume, mais da metade é proveniente da Amazônia. Para Larissa Rodrigues, gerente de Portfólio do Instituto Escolhas, a legislação sobre o comércio do ouro no Brasil facilita as invasões criminosas."Infelizmente no Brasil, nos últimos anos, a gente construiu um arcabouço legislativo que cria uma cena de crime perfeito na Amazônia", diz. "A mudança da lei, em 2013, estipulou que o ouro pode ser vendido apenas com o preenchimento de um formulário de papel", diz, se referindo à Lei 12.844, que trata da venda e compra do ouro.Transações baseadas na palavraExiste um artigo da lei que permite que as transações sejam baseadas apenas na palavra e "na boa fé" dos envolvidos, como explica a especialista. "Isso gera uma situação bastante absurda porque eu realmente desconheço qualquer outro produto, qualquer outro mercado que funcione com a palavra, com a boa fé de quem está fazendo essa compra. E a gente sabe que de boa fé não tem nada, infelizmente", lamenta.Todo ouro que sai dos garimpos precisa ser vendido obrigatoriamente para empresas autorizadas pelo Banco Central, as distribuidoras de títulos e valores mobiliários (DTVM). Como não existe, no país, qualquer mecanismo de rastreabilidade, durante a comercialização, o ouro ilegal pode ser facilmente declarado como vindo de áreas autorizadas. Basta indicar nos registros o número de um título de extração válido. A regra dificulta a responsabilização criminal dos donos das DTVMs e permite que elas comprem grandes volumes de ouro em regiões tomadas pela exploração ilegal, sem fazer qualquer averiguação.Nota fiscal de papelEssa legislação, de acordo com Larissa Rodrigues, permitiu o aumento exponencial do garimpo nos últimos anos principalmente em terras indígenas, possibilitando a "lavagem" do ouro, ou seja, que ele entre no mercado como se fosse legal. Outro ponto ressaltado pelo Instituto Escolhas, é que o ouro de garimpo ainda é comercializado com notas fiscais de papel. "No Brasil, hoje em dia, qualquer operação de comércio, numa padaria, numa loja, tem nota fiscal eletrônica, mas para o ouro de garimpo, isso ainda é em papel. Eu diria que a gente está na idade da pedra nos controles do ouro e isso não é a toa. A gente sabe que tem pessoas lucrando bilhões de dólares todos os anos com esse tipo de comércio ilícito", insiste Larissa.   Em entrevista recente ao programa Voz do Brasil, da EBC, o ministro da Justiça Flávio Dino defendeu que o dispositivo da legislação sobre o comércio de ouro, citado por Larissa, seja considerado inconstitucional. Envolvimento do crime organizado Exatamente devido à facilidade de fraude, o mercado do ouro tem sido utilizado para lavar dinheiro oriundo de diferentes atividades ilegais, inclusive do tráfico de drogas.Suely Araújo, especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima, salienta que uma das maiores dificuldades do presidente Lula na aplicação do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal — criado em 2004 com o objetivo de proteção da floresta — será exatamente o envolvimento do crime organizado nas atividades predatórias, entre elas o garimpo. "A grande diferença, no meu ponto de vista, que dificulta ainda mais um plano que já é complexo por sua essência é exatamente este envolvimento maior do dinheiro de quadrilhas criminosas", analisa. "Por exemplo, na região do sul da Amazônia onde morreram o Dom e o Bruno, as quadrilhas são de tráfico de armas, na terra indígena Yanomami, o envolvimento é do dinheiro do PCC, que não está na linha de frente, mas financia grande parte de tudo isso." O relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública "Cartografia das Violências na Região Amazônica" destaca que grande parte da destruição da floresta é fruto de atividades ilegais, alimentadas por facções criminosas nacionais e transnacionais. "Não é somente lá que elas atuam, mas isso é uma novidade, que no meu ponto de vista foi impulsionada pela opção de não fazer nada, pela omissão, pela implosão de políticas públicas que ocorreu durante os quatro anos do governo Bolsonaro", salienta Suely de Araújo.Fechar o cercoPara Larissa, para tirar os garimpeiros das terras dos Yanomami é necessário mudar as leis do mercado do ouro e aplicar medidas de rastreabilidade, como no caso de outras comodities como a madeira ou o couro. "Você tem que fechar o cerco do mercado, começar a cobrar comprovação de origem, licença ambiental, as documentações todas de autorizações para deixar o mercado controlado de tal maneira que essas pessoas não tenham mais incentivo para entrar na terra indígena", diz.A especialista também ressalta que os bilhões de dólares ganhos com a venda de ouro ficam nas mãos de algumas pessoas ou empresas que dominam a ponta desse mercadoGrande parte vai para fora do Brasil e é usado para alimentar o setor joalheiro e financeiro no exterior. O comércio do minério praticamente não tem arrecadação tributária, já que ouro de garimpo não paga imposto sobre circulação de mercadoria (ICMS), mas apenas uma taxa sobre operações financeiras (IOF) pequena, porque é considerado um ativo financeiro, gerando poucos benefícios para o Brasil.  

il posto delle parole
Laura Canali "Tutto un altro mondo" Festival Limes

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Nov 12, 2022 19:44


Laura Canali"Festival Limes"https://www.limesonline.com/“Tutto un altro mondo”. Questo il tema del IX Festival di Limes il cui orizzonte sarà inevitabilmente occupato dalla guerra ucraina con le sue ripercussioni economiche, geopolitiche e di sicurezza per il nostro paese, l'Europa e il resto del mondo.“Guerra Grande”: così appare a uno sguardo geopolitico questo conflitto, le cui ragioni e ricadute travalicano l'aspro e lungo scontro sul campo tra Russia e Ucraina. Guerra d'invasione nella sua genesi, lo scontro è ormai a tutti gli effetti una guerra per procura tra Stati Uniti – dunque Alleanza Atlantica, europei inclusi – e Russia. Un conflitto d'attrito inscritto nella più ampia cornice della contesa Usa-Cina, che le crude vicende ucraine possono portare a un nuovo livello. In parte per la proclamata “amicizia senza limiti” tra Mosca e Pechino, che scricchiola vistosamente ma che non è ancora stata apertamente rinnegata. In (larga) parte per gli effetti destabilizzanti – in Eurasia e altrove – di una campagna militare russa ancora in pieno svolgimento. Sullo sfondo, l'irrisolta questione di Taiwan che agita le acque dell'omonimo stretto. Ecco gli appuntamenti sabato 12 e domenica 13 novembre, anche in streaming:Sabato 12 novembreore 10: La tempesta americana e il mondo di domani – con George Friedman e Lucio Caracciolo.ore 11: Bilanci e prospettive della Guerra Grande – con Giorgio Cuscito, Orietta Moscatelli e Federico Petroni. Introduce e modera Daniele Santoro.ore 14: Speciale Mappamundi – condotto da Alfonso Desiderio.ore 15: La guerra vista dalla Russia – con Orietta Moscatelli e Dmitrij Trenin.ore 15.30: La guerra vista dall'Ucraina – con Orietta Moscatelli e Oleksij Arestovyč.ore 16.30: Se crolla la Russia – con Francesco Sisci, Aleksandr Baunov, Doug Bandow e Wojciech Lorenz. Introduce e modera Lucio Caracciolo.ore 18.30: Visita guidata alla mostra cartografica Dis-equilibri – con Laura Canali.Domenica 13 novembreore 10: L'Europa dopo l'Europa. Come la guerra divide gli europei – con Łukasz Maślanka, Markus C. Kerber, Pierre Vimont. Introduce e modera Federico Petroni.ore 11.30: Energia cercasi – con Lapo Pistelli, Franco Bernabé, Davide Tabarelli. Introduce e modera Massimo Nicolazzi.ore 14: Visita guidata alla mostra cartografica Dis-equilibri – con Laura Canali.ore 15: La guerra economica e il prezzo per l'Italia – con Alessandro Aresu, Giorgio Arfaras, Fabrizio Guelpa, Paolo Peluffo. Introduce e modera Fabrizio Maronta.ore 17: Perché servono le Forze armate – con Giuseppe Cavo Dragone e Lucio Caracciolo.ore 18: Che fare Italia? – con Ilvo Diamanti, Germano Dottori, Paolo Peluffo. Introduce e modera Lucio Caracciolo.https://lauracanali.com/Laura CanaliMostra Cartografica "Dis-equilibri"Tra gli eventi dell'IX Festival di Limes, al Palazzo Ducale di Genova è visitabile gratuitamente la mostra cartografica “Dis-equilibri“. A cura di Laura Canali, cartografa di Limes.Sono previste visite guidate con l'autrice delle carte sabato 12 novembre (h18.30) e domenica 13 novembre (h14).Laura Canali presenta così la mostra:Una mappa geopolitica, come tutte le immagini, per risultare ben riuscita deve raggiungere un equilibrio visivo.Tale equilibrio dipende da diversi fattori. Quello principale è la potenza del suo significato, che viene evidenziato attraverso dei segni e dei simboli. Il secondo è il suo colore. Normalmente questo bilanciamento viene raggiunto quando tutti gli elementi che la compongono sono in armonia con lo spazio.La mappa murale di questo Festival di Limes, invece, risulta essere leggermente sbilanciata verso il suo lato destro perché i teatri della Guerra Grande sono tutti al Centro e a Est del planisfero.Questo dis-equilibrio non è solo un fatto estetico: è la conseguenza dello sbilanciamento delle crisi mondiali in atto dal 24 febbraio 2022.La mostra cartografica analizzerà i vari scenari della guerra russo-ucraina e i suoi risvolti strategici ed economici. Si sposterà poi verso Oriente, dove l'isola di Formosa è al centro delle tensioni tra Cina e Stati Uniti.IL POSTO DELLE PAROLEAscoltare fa Pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

Filosofía, Psicología, Historias
La concepción moral, científica y filosófica de la Edad Media

Filosofía, Psicología, Historias

Play Episode Listen Later Jun 2, 2022 6:41


La cartografía y los calendarios, son el testimonio de la visión moral, científica y filosófica de la Edad Media.

Geocast
Geocast #31 - Mudanças de nomes geográficos: toponímias X identidade (Part. de Paulo Menezes e Manoel Fernandes)

Geocast

Play Episode Listen Later May 23, 2022 57:10


Nomes geográficos estão por toda parte do nosso cotidiano e muitas vezes não sabemos o processo de criação e implantação dos mesmos. Com o objetivo de entender este processo, conversamos com os Professores Doutores PAULO MENEZES e MANOEL FERNANDES, ambos professores da UFRJ e referências na área de Cartografia.. O programa foi dividido em: BLOCO 1 (03:20s), onde falamos sobre o conceito de toponímia e todo o processo de implantação de um nome geográfico; BLOCO 2 (28:00s), onde falamos sobre várias curiosidade de criações e evolução de toponímias no Brasil e no mundo. Por fim, em 53:17s temos as considerações finais e dicas culturais sobre o tema (um curta e um filme). Participação: Paulo Márcio Leal de Menezes e Manoel do Couto Fernandes. Contate-nos e contribua com o Geocast: https://www.instagram.com/geocast.podcast/ Músicas e efeitos: https://www.bensound.com; Do Leme ao Pontal (Tim Maia, 1986). Dicas culturais: 1) Curta metragem: A história de São João Marcos: https://www.youtube.com/watch?v=jKGLq8nM8Hc&t=835s 2) Filme: Bacurau (2019) - https://globoplay.globo.com/bacurau/t/R6ymtCdFmc/

Direito e Economia
História do Pensamento Político Brasileiro, com Christian Lynch, historiador, cientista político e jurista.

Direito e Economia

Play Episode Listen Later Mar 17, 2022 47:49


Neste episódio, Ana Frazão conversa com Christian Lynch, historiador, cientista político e jurista. Professor de Pensamento Político Brasileiro no Instituto de Estudos Políticos e Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ), Pesquisador da Fundação Casa de Rui Barbosa e Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito na Universidade Veiga de Almeida, Christian Lynch tem como uma de suas especialidades a história do pensamento político brasileiro. Dentre os importantes temas abordados no episódio estão as distinções entre liberalismo, socialismo e conservadorismo, assim como as diferenças entre os liberais democratas, que defendem as liberdades individuais e políticas, e os neoliberais, que defendem os livres mercados mesmo que ao preço da ruína do Estado de Direito e da aproximação com tendências plutocráticas e oligárquicas. Especial ênfase é dada à formação do pensamento político brasileiro, inclusive para entendermos as alianças entre liberalismo e golpismo que já existiram, bem como o arranjo ideológico que viabilizou a eleição de Jair Bolsonaro. Dentre os artigos do entrevistado que podem ser consultados por aqueles que querem conhecer melhor a sua obra, encontram-se “Cartografia do Pensamento Brasileiro”, “Por que pensamento e não teoria?”, “Idealismo e Realismo”, “Por uma história constitucional brasileira” e “Cultura Política Brasileira”. Apresentação: Ana Frazão Produção e Edição: José Jance Marques

il posto delle parole
Laura Canali "La guerra in Ucraina"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Feb 25, 2022 27:56


Laura Canali"La guerra in Ucraina attraverso le carte geografiche"https://www.limesonline.com/Giovedì 24 febbraio 2022 la Russia ha iniziato l'invasione dell'Ucraina.Il presidente Vladimir Putin ha detto che l'operazione militare è iniziata per difendere dalla “aggressione” di Kiev le autoproclamate repubbliche secessioniste di Donestk e Lugansk, riconosciute solo dalla Russia e da un manipolo di suoi alleati.Il presidente russo ha aggiunto che l'obiettivo è la “demilitarizzazione” e “denazificazione” dell'Ucraina (il cui presidente Volodymyr Zelensky è ebreo), non l'occupazione del paese. Frasi che inducono a ritenere che per Mosca la guerra non finirà con la conquista della porzione di Donbas attualmente sotto il controllo di Kiev.Laura CanaliÈ l'autrice delle mappe geopolitiche del mensile italiano Limes del Gruppo Editoriale l'Espresso. Attraverso il suo lavoro di analisi e sviluppo cartografico ha creato un nuovo modello di rappresentazione visuale delle mappe attraverso una realizzazione a strati[1], partendo dal disegno di base geografica e aggiungendo via via altre informazioni come l'analisi del territorio da un punto di vista orografico, geologico, storico, economico e politico. Nel 2011 realizza la sua prima opera artistica, Ombre di Czernowitz, dando vita ad una nuova forma espressiva che l'autrice definisce geopoetica.fonte: Wikipediahttps://lauracanali.com/IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

AI CONFINI - di Massimo Polidoro
La misteriosa mappa di Piri Re'is

AI CONFINI - di Massimo Polidoro

Play Episode Listen Later Jan 26, 2022 47:22


Esiste una strana mappa datata 1513 che sembra raffigurare la costa dell'Antartide, secoli prima che l'uomo vi mettesse piede e di mostrarla priva di ghiacci, una condizione risalente a oltre 6000 anni fa! Com'è stato possibile per un cartografo del 1500 disegnare una simile mappa con incredibile precisione? E come faceva a sapere la posizione del continente antartico, perlopiù senza tracce di ghiaccio?Aderisci alla pagina PATREON e sostieni i miei progetti e il mio lavoro: http://patreon.com/massimopolidoroPartecipa e sostieni su TIPEEE il progetto del mio Tour 2022 in tutta Italia: https://it.tipeee.com/massimopolidoro Scopri il mio Corso online di Psicologia dell'insolito: https://www.massimopolidorostudio.com​Ricevi l'Avviso ai Naviganti, la mia newsletter settimanale: https://mailchi.mp/massimopolidoro/avvisoainaviganti e partecipa alle scelte della mia communitySeguimi:Instagram: https://www.instagram.com/massimopolidoro/ Gruppo FB: https://www.facebook.com/groups/MassimoPolidoroFanClub Pagina FB: https://www.facebook.com/Official.Massimo.Polidoro Twitter: https://twitter.com/massimopolidoro Sito e blog: http://www.massimopolidoro.com Iscriviti al mio canale youtube: https://goo.gl/Xkzh8A

Ràdio Arrels
Joan Becat, geògraf i membre de l'IEC, responsable del llibret "Els noms de CATALUNYA NORD un dels PAÏSOS CATALANS en la cartografia dels segles XVII a XXI"

Ràdio Arrels

Play Episode Listen Later Jan 12, 2022 7:39


Ens informa del contingut d'aquest fascicle que permet observar l'evolució de la visió i representació del nostre país en mapes històrics. Més informació

Geopizza
A Cartografia Medieval #55

Geopizza

Play Episode Listen Later Jun 25, 2021 135:19


Como era mapeado o tamanho e formato dos continentes na época medieval?