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(00:00:00) Xadrez Verbal #463 Primeiro Turno na Colômbia (00:05:35) Giro de Notícias #01 Abelardo de la Espriella, da oposição, foi o candidato mais votado nas eleições colombianas, mas a diferença para o governista Ivan Cepeda foi pequena. Projetamos os cenários do 2º Turno, assim como no Peru que volta às urnas no próximo domingo (07).Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com destaque para a situação no Líbano, e demos uma volta pelo Velho Continente, fazendo a prévia das eleições na Armênia.Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
(00:00:00) Xadrez Verbal #462 Xi Anfitrião e Protestos na Bolívia (00:06:30) Giro de Notícias #01 (00:21:40) Coluna Aberta: visitas a Xi Jinping e Oriente Médio (01:09:40) Efemérides: A Semana na História (01:17:45) Match: Europa (01:46:50) Giro de Notícias #02 (01:53:15) Xeque: América Latina (03:02:25) Gambito da Dama: presidência do FED (03:10:40) Giro de Notícias #03 (03:25:00) Peões da Semana (03:26:30) Sétimo Selo (03:38:40) Música de Encerramento Em pouco mais de 6 meses de governo, o presidente boliviano Rodrigo Paz se vê ameaçado por protestos e tentamos explicar as diversas motivações para isso, além de outras notícias da nossa quebrada latino-americana.Já na China, Xi Jinping recebeu Trump e Putin separadamente. Comentamos os desdobramentos dessas visitas e um possível acordo com o Irã. No mais, repercutimos mais uma polêmica edição do Eurovision, com vitória inédita da Bulgária, em nossa volta pelo Velho Continente.Use o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://tinyurl.com/fy65wbbbConheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
A Era Orbán chegou ao fim após 16 anos e repercutimos as eleições húngaras, além de outras notícias do Velho Continente.Também analisamos o pleito no Peru, que ainda não tem o resultado final do 1º Turno, no nosso tradicional pião pela quebrada latino-americana.No mais, comentamos a nova rodada de negociações entre Irã e EUA, observando o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.#PubliAlura Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalUse o código XADREZ na Você Europeu para ter condições exclusivas: https://voceeuropeu.com.br/xadrez/Conheça a Carta Global da Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
(00:00:00) Xadrez Verbal #456 Cessar-fogo no Irã (00:06:30) Giro de Notícias #01 (00:27:25) Coluna Aberta: Oriente Médio (01:45:10) Efemérides: A Semana na História (01:53:45) Match: América Latina (02:56:55) Xeque: Europa (03:30:50) Gambito da Dama: PIB americano e seus componentes (03:38:45) Giro de Notícias #02 (03:50:20) Peões da Semana (03:52:55) Sétimo Selo (04:07:20) Música de Encerramento Analisamos o frágil cessar-fogo anunciado entre EUA, Israel e Irã, mediado pelo Paquistão, além de outras notícias do sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.Recebemos novamente Fernanda Simas, agora integrada ao time do XV, para dar aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para as prévias eleitorais no Peru.No mais, demos uma volta pelo Velho Continente, também em ritmo eleitoral na Hungria, em um pleito que diz muito em relação ao futuro da União Europeia.#PubliAlura Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCuide de sua saúde mental com a Psicólogos Brasil: https://www.psicologosbr.com/Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
As sondagens para as legislativas húngaras de 12 de abril não sorriem ao primeiro-ministro Viktor Orbán, no cargo há 16 anos consecutivos, depois de o ter ocupado num mandato anterior. Os votos só contam depois de contados, mas pela primeira vez parece haver hipótese de o governante ultranacionalista ser apeado pelos seus concidadãos. Para entender melhor o que está em causa e conhecer Péter Magyar, o rival de Orbán, é convidada deste episódio a jornalista Ana França, enviada do Expresso para cobrir as eleições. A conversa é conduzida pelo editor da secção internacional, Pedro Cordeiro, com sonoplastia de João Luís Amorim. As implicações da ida às urnas vão bem para lá da fronteira húngara. Estão em causa o apoio da União Europeia à Ucrânia, mais de quatro anos depois da invasão russa, mas também um sinal sobre a saúde da democracia no Velho Continente. O Mundo a Seus Pés é o podcast semanal da secção internacional do Expresso. A condução do debate é rotativa entre os jornalistas Ana França, Hélder Gomes, Mara Tribuna, Pedro Cordeiro e Catarina Maldonado Vasconcelos. Subscreva e ouça mais episódios.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Começamos pelas últimas atualizações da guerra no Irã e questionamos se as conversas diplomáticas podem gerar resultado.Recebemos novamente a Fernanda Simas para aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para a decisão do novo governo chileno de retirar o apoio à candidatura da ex-presidenta Michelle Bachelet para secretária-geral da ONU.Por fim, repercutimos os vários pleitos pelo Velho Continente, especialmente na Dinamarca, onde o partido da atual primeira-ministra venceu, mas ela renunciou.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto #PubliAlura: https://alura.tv/xadrezverbalCuide de sua saúde mental com a Psicólogos Brasil: https://www.psicologosbr.comConheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
(00:00:00) Xadrez Verbal #453 EUA x Venezuela... também no Beisebol (00:05:30) Giro de Notícias #01 (00:23:40) Coluna Aberta: Oriente Médio (01:31:25) Efemérides: A Semana na História (01:41:00) Match: Giro Esportivo e Velho Continente (02:26:00) Xeque: América Latina (03:57:40) Giro de Notícias #02 (04:14:25) Peões da Semana (04:15:55) Sétimo Selo (04:29:35) Música de Encerramento Infelizmente, mais uma semana de guerra no Irã! Atualizamos e analisamos as últimas notícias sobre o conflito e também sobre o Oriente Médio.Repercutimos a mudança no comando militar da Venezuela no nosso tradicional pião pela quebrada latino-americana.No mais, fizemos outro giro esportivo e recebemos novamente o Ubiratan Leal, amigo de longa data, para comentar sobre a conquista do Mundial de Beisebol pela seleção venezuelana sobre os EUA, em Miami, dois meses após a abdução de Nicolás Maduro.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto! #PubliAlura: https://alura.tv/xadrezverbalUse o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Analisamos as últimas atualizações sobre o conflito que está impactando o sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, além de outras notícias da região.Também recebemos a Fernanda Simas para repercutir as eleições legislativas na Colômbia e aproveitamos para dar aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana.Por fim, demos uma volta pelo Velho Continente, destacando a conquista da medalha de prata pelo rondoniense Cristian Ribera nos Jogos Olímpicos de Inverno e abordamos as últimas relações entre esporte e política internacional.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalConheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Ursula von der Leyen anunciou a vontade do Velho Continente propor veículos limpos, pequenos, baratos e construídos na Europa. Fará isto sentido? Será a estratégia ideal? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Diretamente de Brasília, trouxemos uma entrevista com Armen Yeganian, embaixador da Armênia no Brasil.Comentamos as mais recentes tarifas de Trump e demos uma volta pelo Velho Continente, além daquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para a aprovação da reeleição sem limites em El Salvador.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbal Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Continuamos a repercutir a crise entre o governo Trump e o Brasil, incluindo big techs e a origem do Pix com a professora Vivian Almeida.Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com destaque para os ataques israelenses na Síria.No mais, demos uma volta pelo Velho Continente abordando o ruído entre a Estados Unidos e União Europeia em relação ao fornecimento de armas para a Ucrânia.Se inscreva na Imersão Dados com Python da Alura: https://alura.tv/xadrezverbal-imersao-dadosAgende uma reunião com a Rio Claro Investimentos: https://rioclaro.com.br/xadrez-verbal/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br
Começamos observando o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com novos ataques israelenses contra a Gaza e a violência sectária na Síria.Demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, repercutindo os protestos na Argentina e o racismo na CONMEBOL.Por fim, demos uma volta pelo Velho Continente, acompanhando a crise política em Portugal e o novo governo na Groenlândia.E esse programa tem o apoio da Imersão Dev da Alura: https://alura.tv/xadrezverbal-imersao-dev-9Use o cupom xadrezverbal para estudar mandarim na Academia Guhan: https://academiaguhan.com.br/
O Jiu-Jitsu brasileiro é cada vez mais presente em Portugal. O esporte registrou um crescimento de 20%, segundo a ISBJJA (International Sports Brazilian Jiu-Jitsu Association). E esse interesse deve ser ampliado este ano com a realização da World Cup, a primeira Copa do Mundo de Jiu-Jitsu em Portugal. Lizzie Nassar, correspondente da RFI em Lisboa“Portugal já é a casa do Jiu-Jitsu brasileiro na Europa”, resume o faixa-preta Oscar Daniotti, presidente da ISBJJA. Segundo ele, a cultura compartilhada, a língua e a presença de muitos brasileiros têm contribuído para o país se tornar um dos maiores centros da modalidade no Velho Continente. “Muitos brasileiros aqui estão dando aula e espalhando a paixão pelo esporte”, acrescenta. A realização da World Cup em Cascais, nos dias 19 e 20 de abril, promete atrair mais de mil atletas e movimentar ainda mais a comunidade em torno da modalidade. “Este evento será um marco para o Jiu-Jitsu em Portugal, reforçando nossa posição como epicentro do esporte na Europa", frisa Daniotti.A popularidade do Jiu-Jitsu em Portugal também tem sido impulsionada pelo exemplo de atletas como Renan Bernardes, faixa-roxa e atual líder do ranking mundial na sua categoria pela IBJJF. Renan, que vive em Portugal há nove anos e trabalha na área de relações internacionais de uma universidade, afirma que o esporte transformou sua vida."Eu costumo dizer que não procurei o esporte, eu esbarrei com ele. Comecei aos 33 anos e encontrei o grande amor da minha vida. Adoro o Jiu-Jitsu e não falto em treino por nada. Esse esporte me trouxe muito mais do que eu poderia imaginar”, constata.Integração culturalAlém do alto nível competitivo, o Jiu-Jitsu também é uma ferramenta de integração cultural. Oscar Daniotti menciona que campeões do circuito europeu ganham passagens para competir no Brasil e vice-versa, criando uma sólida conexão entre os dois países. Renan completa: "O Jiu-Jitsu tem um componente muito forte de acolhimento e amizade. As pessoas fazem do Jiu-Jitsu algo que vai além do tatame."Entretanto, viver da modalidade na Europa ainda é algo desafiador, especialmente para quem chega no Velho Continente sem uma estrutura pré-estabelecida. “Quem chega na Europa não vai conseguir viver do Jiu-Jitsu de imediato”, alerta Daniotti. “Sem uma academia estruturada, é necessário ter um trabalho extra para garantir o sustento." Renan também confirma, dizendo que não consegue viver da prática esportiva. “Trabalho numa universidade e, como atleta, é muito difícil", admite.Apesar dos obstáculos, o Jiu-Jitsu continua a crescer, e novas gerações de atletas estão rompendo estigmas antigos. "As cidades estão oferecendo o apoio necessário para que o Jiu-Jitsu esteja cada vez mais presente, e isso é ótimo para nós, brasileiros, pois podemos compartilhar a nossa cultura", afirma o presidente da ISBJJA.Fundada em 2022, a ISBJJA é uma extensão da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Desportivo (CBJJD) na Europa, e tem feito um trabalho significativo na organização de eventos. Com o apoio de grandes equipes brasileiras, a associação já está consolidada e com boa aceitação no continente. "A nossa parceria com a Confederação Brasileira tem sido fundamental. Quando chegamos, trouxemos uma estrutura já reconhecida no Brasil, e isso ajudou muito no nosso sucesso aqui", explica Daniotti.Além da World Cup, também estão previstos outros eventos importantes, como o campeonato nacional em Coimbra (19 de junho), Torres Novas (julho), a Eurocamp na Galícia (outubro), e mais eventos em Coimbra em novembro.
A suspensão da ajuda militar americana à Ucrânia não é uma coisa nova. Aconteceu antes várias vezes desde 2022, mas a ponte foi sempre retomada. Há duas linhas na Europa: a que deseja ajudar a Ucrânia, mesmo sem ou contra os EUA, e a que quer o mesmo, mas em coordenação com os americanos. Pelo meio fica o plano de rearmamento do Velho Continente, avançado por Ursula von der Leyen. Tudo isto pode evidentemente ser um prelúdio ao fim da NATO, e à sua transformação em algo de completamente diferente. Ouça a análise de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC Notícias a 4 de março.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O 67º episódio do Código Euro traz oito talentos do futebol europeu, em ligas ou clubes de menor evidência, que podem alçar voos maiores nos gigantes do Velho Continente em breve. São eles: Hugo Ekitike, Bergvall, Andrey Santos, Tiago Santos, Ben Seghir, Geovany Quenda, Samu Omorodion e Malik Tillman. Analisamos os desempenhos dos oito jovens e traçamos rotas de transferências que seriam coerentes com suas características. CONHEÇA O FOOTURE • Acesse o Site: https://footure.com.br/ • Footure Club: https://footure.com.br/footure-club/ • Loja Futeboleira: http://footure.com.br/loja • Cursos de Análise Tática: https://footure.com.br/footure-lab/ AS NOSSAS REDES SOCIAIS • Twitter: http://twitter.com/footurefc • Instagram: http://instagram.com/footurefc • Facebook: http://facebook.com/footurefc • LinkedIn: http://linkedin.com/company/footurefc
No Leste Oeste em podcast, Nuno Rogeiro analisa a vitória surpreendente de Donald Trump nas eleições americanas como um choque para aqueles que acreditavam ter um controlo sobre o processo democrático. Segundo Rogeiro, esta vitória expôs a verdadeira natureza da democracia: um sistema onde os resultados são imprevisíveis e, por vezes, “extremamente desagradáveis” para quem não vence. O falhanço das sondagens, especialmente em estados tradicionalmente democratas como a Califórnia, sugerindo que o "eleitorado envergonhado" ou a "Síndrome Bradley" ainda têm um impacto significativo nas eleições. A incapacidade de prever o apoio a Trump mostra que há um grupo de eleitores que prefere não declarar o seu voto abertamente, influenciando os resultados finais. Sobre política externa, o comentador levanta questões sobre o futuro das relações EUA-Europa, especialmente com a dependência crescente da Europa em relação ao gás natural liquefeito americano e a necessidade de fortalecer a defesa europeia. Nesta emissão de 10 de novembro, na SIC Notícias, Nuno Rogeiro sublinha que a Europa precisa de evoluir de um "poder macio" para um "poder duro" para enfrentar os desafios futuros, incluindo a desinformação russa que continua a ameaçar a estabilidade das democracias ocidentais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Semana do Nobel! Trouxemos alguns destaques da premiação, além de atualizarmos vocês sobre os últimos acontecimentos no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.Também demos uma volta pelo Velho Continente, com direito a protestos dos eurodeputados contra o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán.No mais, passamos pela bacia do Pacífico, repercutindo notícias desde os EUA até o Timor Leste.E esse programa tem o apoio da Alura http://alura.tv/xadrezverbal
Donald Trump foi vítima de mais uma tentativa de atentado nos EUA e analisamos uma suposta relação entre o ocorrido e a Guerra na Ucrânia, além de darmos uma volta pelo Velho Continente.Também demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com a crescente crise política na Bolívia e Venezuela e episódios de violência na Colômbia e México.No mais, observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com destaque para as explosões de pagers no Líbano.E esse programa tem o apoio da Alura! http://alura.tv/xadrezverbal
Alberto Fujimori foi sentar no colo do capeta e fizemos uma breve retrospectiva da sua ascensão, do regime ditatorial e de seus crimes, além daquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana.Também demos uma volta pelo Velho Continente, com o encerramento das Paralimpíadas de 2024 e outras notícias políticas envolvendo o esporte.No mais, comentamos o debate presidencial entre Donald Trump e Kamala Harris, que foi apoiada pela cantora Taylor Swift.E esse programa tem o apoio da Alura! http://alura.tv/xadrezverbal
Recebemos o historiador João Koatz Miragaya, do podcast Do Lado Esquerdo do Muro, para um papo sobre Israel e as manifestações contra governo Netanyahu.Seguimos repercutindo os Jogos Paralímpicos, com as principais notícias políticas do mundo esportivo, além de darmos uma volta pelo Velho Continente e comentamos a visita de Vladimir Putin à Mongólia.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para a ordem de prisão ao candidato da oposição na Venezuela.E esse programa tem o apoio da Alura e a Imersão Dev com Gemini!: http://alura.tv/xadrezverbal-imersao-dev-google
Voltamos à Paris, com as principais notícias políticas do mundo esportivo, além de darmos uma volta pelo Velho Continente.Também passamos pelo Fórum das Ilhas do Pacífico e demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, repercutindo as contínuas crises políticas na Bolívia e Venezuela.
Duas semanas de conteúdo! Repercutimos o encerramento dos XXXIII Jogos Olímpicos, com as principais notícias políticas do mundo esportivo, além de um giro pelo Velho Continente, com destaque para a visita do primeiro-ministro indiano Narendra Modi à Kiev.Também passamos pela Convenção Democrata, que ratificou Kamala Harris como candidata presidencial, e pelas conversas sobre um cessar-fogo na Faixa de Gaza.No mais, demos um pião pela quebrada nossa quebrada latino-americana, ainda tratando da disputa eleitoral na Venezuela e a crise diplomática com o Chile!E esse programa tem o apoio da Alura e a Imersão Dev com Gemini: alura.tv/xadrezverbal-imersao-dev-google
As últimas eleições para o Parlamento Europeu assustaram os democratas no Velho Continente e fora de lá. A razão para isso foi o avanço dos partidos de extrema-direita nos dois maiores países da União, França e Alemanha. Diante da derrota de seu partido e do ganho significativo de cadeiras do Rassemblement National de Marine Le Pen e Jordan Bardella, o presidente Emmanuel Macron dissolveu o parlamento e convocou eleições antecipadas, numa jogada de alto risco. No país ao lado, a Alternativa para a Alemanha (AfD) ganhou em todos os distritos da parte do país correspondente à antiga Alemanha Oriental e impôs uma acachapante derrota ao Partido Social Democrata (SPD) do chanceler Olaf Scholz. Também na Italia a ultradireita se saiu bem, com o crescimento dos Fratelli di Italia da primeira-ministra Giorgia Meloni, que se sobrepôs inclusive a outros partidos da ultradireita ou populistas. Contudo, apesar do avanço nesses três grandes países (as três maiores economias da União Europeia), a vitória não ocorreu em todos os lugares. Nos países nórdicos, na Peninsula Ibérica e mesmo na Hungria de Viktor Orbán, os resultados foram frustrantes para a extrema-direita, apesar de avanços recentes desse campo político em eleições nacionais. O que explica o crescimento da extrema-direita europeia? Que implicações isso traz para a democracia no continente? Para lidar com tais questões este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o historiador Vinícius Bivar, doutorando na Universidade Livre de Berlim, membro do Observatório da Extrema Direita (OED) e estudioso do assunto. As músicas deste episódio são "March On" de Ethan Meixsell e "Chtulthu" de Quincas Moreira. A imagem da capa é a obra "O Grito" de Edvard Munch. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. Apoie o e ajude o canal e o podcast a se manter e a melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes relacionados ao tema do canal: a política. Agradecemos aos apoiadores do #ForadaPolíticaNãoháSalvação, Virginia Helena Campos Vasconcelos, Adorei Mota, Antonio Silva, Camilo Rodrigues Neto, Beth de Brasília, Graziella Mesquita, Sérgio Inácio, David Ribeiro dos Reis, Juliana Cezar Bastos, Pedro Raúl de Paula Góes, Claudia Maria Dadico, Ângelo Roberto Meia Meneghelo, Gustavo Sousa Franco, Antonio Silva, Antonio Maués, Cláudio Garcia, bem como a todos e todas que têm apoiado por meio do botãozinho do "Valeu Demais".
Você sabe que o avanço da tecnologia modernizou as atividades agropecuárias e segue transformando a realidade do campo, né? Há mudanças na maneira de produzir alimentos, de gerenciar os rumos da propriedade rural e também na forma de negociar a produção. Na comercialização de bovinos não é diferente. Novas ferramentas buscam facilitar a vida tanto de quem quer comprar, quanto de quem quer vender os animais. Entre as vantagens, destaque para agilidade, segurança e, principalmente, para o maior leque de opções que - consequentemente - aumenta a chance da realização de melhores negócios. E é um destes exemplos que você vai conhecer neste episódio. Quando mudou-se para estudar na Alemanha, o Eduardo Farah chegou a pensar em não voltar a morar no Brasil. A vida no Velho Continente e as oportunidades profissionais que enxergou quase o convenceram a ficar por lá. O retorno foi consequência de uma necessidade: unir forças e conhecimentos para garantir a permanência da família na pecuária, que enfrentava um momento difícil no país. A decisão gerou resultados. E as estratégias adotadas para superar os obstáculos vivenciados no dia a dia da fazenda, serviram também como base para o início de uma nova empreitada: a criação de uma empresa que usa a tecnologia e a expertise profissional de quem conhece e entende a realidade do campo, para auxiliar os pecuaristas na hora de negociar os animais com outros produtores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Xi Jinping está de regresso à Europa cinco anos depois da última visita ao Velho Continente. A visita é para ajudar a mediar a tensão com o Irão e com a Rússia ou teve, sobretudo, objectivos económicos? Enquanto se continua a aguardar pelo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, as Forças de Defesa de Israel avançaram sobre Rafah, assumindo o controlo do posto fronteiriço que permitia a saída de palestinianos para o Egipto. Entretanto, os EUA congelaram o envio de armas para Israel precisamente por temerem um ataque em Rafah. O que significa isto na já de si complicada relação entre Biden e Netanyahu? Os governos de São Tomé e Príncipe e da Rússia assinaram um acordo militar que prevê, entre outros pontos, a deslocação de navios e aviões de guerra ao arquipélago. Trata-se, aqui, de mais um marco no mapa do Sahel que a Rússia carimba. Siga o podcast Diplomatas e receba cada episódio logo de manhã no Spotify, na Apple Podcasts ou noutras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Futura sede da COP 30, a maior conferência da ONU, Belém do Pará tem identidade própria. São muitos brasis dentro de um Brasil que nem mesmo os brasileiros conhecem direito. A valorização da cultural local é uma das principais apostas dos belenenses nos preparativos do evento das Nações Unidas. Vivian Oswald, enviada especial a BelémA região de personalidade forte, muitas facetas e cores de pele, mudou sua maneira de enxergar o mundo e ver-se nele. É isso o que Belém deve mostrar durante a convenção do clima, quando será o centro de debate de uma das questões que mais afligem o mundo. O "made in Pará” está na moda. E ele não é exótico, é padrão e tem narrativa própria.Mesmo aos olhos do forasteiro, existe um sentimento evidente de valorização da identidade local. Está no que se consome, na expressão das várias formas de arte e artesanato e até no uso da linguagem.No segundo município mais populoso da região norte do país, convivem a confusa área urbana de uma cidade que cresceu mais depressa do que a infraestrutura conseguiu acompanhar, a floresta e as suas 39 ilhas. Ali, os rios são as ruas. A lógica é outra.Vocabulário próprioO vocabulário dos povos originários mistura-se ao português imposto pelos colonizadores da época do descobrimento. E tudo vira um conjunto de palavras e expressões nascidas e criadas aqui.O orgulho da cultura local é o que os belenses chamam de "ser pavulagem”, neologismo originário de pavão. Na linguagem popular paraense, representa a pessoa “que gosta de aparecer”.“Égua!”, é a interjeição de espanto. Para diferenciar o banheiros masculino do feminino, o badalado restaurante Remanso do Peixe usa as tabuletas “sumano" e “sumana”, subproduto da contração "seu mano" e "sua mana”.Para o escritor e poeta Paes Loureiro, que é professor de História da Arte e Cultura Amazônica da Universidade Federal do Pará (UFPA), há um reconhecimento de valor pela sociedade amazônica.“Esse é um fenômeno que é perceptível através, por exemplo, dos meios de comunicação, da produção artística, dos cursos que têm sido criados recentemente”, diz Paes Loureiro.Belém se desenvolveu na esteira de ciclos econômicos. Foi entreposto fiscal no século XVII, aproveitou a abertura dos rios amazônicos como rota comercial no século XIX e surfou na onda da borracha no século XX, quando ficou conhecida como a “Paris Tropical” e viveu a sua "Belle Époque".Naquela época, os belenenses endinheirados seguiam as modas do Velho Continente. Apesar do calor, vestiam-se com as muitas camadas de tecidos, como os europeus. Reproduziram a arquitetura europeia no meio da floresta. Importaram até pedras para o calçamento.A imensa estrutura de metal do Mercado Ver-o-Peso foi trazida de navio da Inglaterra. Por essas e outras, a maior feira livre da América Latina é tombada patrimônio histórico.Seu nome vem de Casas de Haver-o-Peso, afinal era o entreposto aduaneiro para a cobrança de tributos justamente sobre os produtos europeus trazidos para Belém, ou extraídos da Amazônia com destino ao mercado internacional. Até hoje, o prédio da Casa Paris N'America chama atenção. Em plena área comercial, onde belos sobrados acusam maus tratos, cercados de ruelas esburacadas por onde se espalham ambulantes e sujeira, o edifício art-nouveau é cenário obrigatório para os álbuns das noivas. Inspirado nas Galleries Lafayette de Paris, foi uma das primeiras lojas de departamento do Brasil, onde se encontravam roupas, perfumes, maquiagens e outros produtos trazidos diretamente da França para Belém. Hoje, é uma loja de tecidos."Houve uma transferência para a Amazônia e, sobretudo para Belém, Manaus, e algumas cidades do interior, da chamada Belle Époque europeia, francesa, inglesa, e, de certa maneira, portuguesa. Hoje, na verdade, é possível que esteja começando a acontecer uma Belle Époque Amazônica, originária da sua própria realidade, da sua própria produção artística e cultural, produção científica, reconhecimento de valor, criação de obras que passam a caracterizar a sua grandeza, a sua dimensão”, afirma.Na Belém do futuro fala-se em bioeconomia e na produção de itens originais, nascidos ali. A paulista Fernanda Stefani entendeu isso há alguns anos, quando se mudou para Belém. Trader, ela fundou em 2009 a 100% Amazônia, empresa especialista em bioingredientes florestais não madeireiros e renováveis, que trabalha em colaboração com comunidades, cooperativas locais e agricultores familiares para potencializar o melhor uso da floresta amazônica.“Na verdade, a gente aprende que para você de fato ser bem sucedida na Amazônia, você tem que aprender com os amazônidas e olhar para trás, olhar o passado e olhar aquilo que deu certo aqui, mesmo que seja de uma maneira diferente. Mas é olhar para o passado para você poder escrever o futuro”, garante a executiva.Stefani seguiu essa ideia à risca. Ao mudar-se para Belém foi atrás de um dos velhos casarões maltratados do centro antigo da cidade, que reformou e transformou em casa e uma espécie de pousada.“É a mesma coisa a gente faz aqui nessa casa. Então a gente olha para o passado, a gente aprende com o passado, a gente entra numa casa como essa aqui é. Você vê ela, é uma casa agradável. Você está aqui, você não tem ar-condicionado aqui? Mas você olha e você traz o futuro, traz a modernidade aqui para dentro. Mas você não esquece do passado, você traz o passado junto. Isso é muito importante”, afirma Stefani.Chocolato com cupuaçuFruto nativo da Amazônia, o cacau também ganhou novos significados. Ele ainda é vendido in natura às toneladas, como commodity. Mas tomou belas formas de chocolates gourmet, com embalagens caprichadas, assinadas por designers locais.Personalidade conhecida em Belém, o chef Fabio Sicilia mergulhou na história do chocolate e viajou o mundo para saber traduzir na sua produção artesanal o espírito amazônico. Recentemente, seus chocolates com cupuaçu ganharam prêmios importantes em Londres.Na ilha do Combu, a 15 minutos de voadeira de Belém, onde estiveram os presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da França, Emmanuel Macron, dona Nena fabrica quadrados de chocolate preto com cacau da várzea, uma variedade local. Em sua loja, Filha do Combu, há também barras de chocolate Gaudens à venda. Mais do que concorrentes, são parceiros.Durante a pandemia Sicilia ajudou dona Nena a moer cacau. A ideia é, que juntos, os muitos produtores e as comunidades amazônicas podem mais. Dona Nena ainda vende jogos americanos em formato de folhagens amazônicas feitas a partir do látex e lembranças — de bolsas a cerâmicas —assinados por artistas locais.Um dos melhores restaurantes da cidade, o Sushi Ruy Barbosa, que fica na rua de mesmo nome, também tem um diferencial. Além de preparar seus pratos com peixes da Amazônia, não dispensa entre seus ingredientes, do sushi à sobremesa, o tucupi, o jambu ou a tapioca. Tudo tem um toque amazônico.Paes Loureiro afirma que parte dessa valorização se explica pelo avanço da comunicação e das novas tecnologias. A informação corre o mundo depressa. É cada vez mais difícil ver o que ainda não se viu. Isso teria provocado a busca pelo auto-conhecimento. O que se quer é mostrar originalidade.Antes impunha-se o conhecimento externo, de fora da região, do país. O fenômeno descrito pelo professor de 84 anos, que é um dos mais importantes intelectuais da Amazônia, rompe um ciclo de longa data em que os próprios amazônidas foram ensinados a ver-se como diferentes do padrão. E esse é tema central da tese de doutorado de Paes Loureiro, que se transformou no livro “Cultura amazônica: uma poética do imaginário”. O imaginário amazônico, segundo ele, é parte da cultura da sociedade. Não se trata de mera folclorização, ou de peculiaridade.“Que sempre representa para o mundo uma forma assim mítica de admiração, a dimensão mítica pela qual a própria Amazônia foi, digamos, encontrada. A própria Amazônia foi encontrada, porque era aqui que estaria o Paraíso na Terra, segundo o que a história nos conta, que foi a atração para que as pessoas pudessem viajar para cá e integrar isso, encontrar essa grande terra do mundo", afirma o professor e poeta. "Mas é preciso esquecer que essa era uma visão de busca de apropriação, de se apossar desse paraíso na Terra. E na tradição indígena, o que nós temos é uma interessante busca por uma Terra de igualdade para todos, busca da Terra sem males. Essa é uma utopia indígena presente na Amazônia brasileira, sobretudo. Mas se pode estender para a Amazônia continental”, diz o professor.O Pará tornou-se destino incontornável para brasileiros e estrangeiros. É preciso saber se o estado vai aproveitar o momento atual e se lançar em novo ciclo de desenvolvimento e bonança. O estado ainda tem um dos piores IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) do país e as piores taxas de saneamento e acesso à água tratada. A COP30 pode ser um ponto de partida. Nem que seja para colocar Belém no mapa novamente, como disseram à RFI os próprios belenenses.Para Waleska Queiroz, presidente da Rede Jandyras e representante institucional da COP das Baixadas, é muito importante garantir que esses movimentos de reconhecimento e valorização cultural, o “made in Pará”, ou “made in Amazônia” — que criam oportunidades, empregos, demanda e geram economia —, não se transformem em mais uma forma de exploração da cultura e do ambiente amazônico. E que as comunidades locais sejam as principais beneficiárias e guardiãs das suas próprias culturas.“A COP pode ser também uma plataforma para destacar a importância da Amazônia nesse equilíbrio climático global e, principalmente, para a necessidade de adotar estratégias de ação que sejam ambientalmente e socialmente justas para o nosso território e as nossas populações. Isso representa também uma oportunidade para que a gente consiga mostrar ao mundo que Belém e a Amazônia como um todo não são apenas locais historicamente explorados que tem seus desafios, suas problemáticas, mas que são também espaços que fomentam a ciência, inovação, a tecnologia e a conservação do território”, diz a ativista."Eu, enquanto liderança local, ativista, cidadã, sempre me coloco nesse lugar de comprometimento, para promover essas questões importantes, sempre buscando também a valorização da nossa cultura, a preservação da nossa identidade, que são fundamentais para o reconhecimento global e a importância da Amazônia”, disse Queiroz.
Edição de 2 Maio 2024
Tivemos a primeira semana da fase de grupos da Libertadores, com estreias não muito impressionantes dos brasileiros, exceto por um. Ainda teve uma cena das piores possíveis em Rosario, com uma pedra atirada em campo ao final da partida entre Central e Peñarol.No mais, demos uma volta pelo Velho Continente com a rodada de meio de semana da Premier League e a definição dos finalistas das Copas nacionais na Alemanha, França e Itália!APOIE A CENTRAL3: https://apoia.se/central3CONHEÇA O CANAL DE GAMES: https://youtube.com/@Proxima_Fase
Neste episódio o nosso painel analisa o desempenho dos portugueses no seu campeonato e no cenário europeu, além de debater um pouco sobre os underdogs dos diferentes campeonatos do Velho Continente. Moderador: - Diogo Nascimento Comentários: - João Nuno Sousa - André Ventura Rubricas: - Os demais (André) - Jovens Promessas (João) Créditos: Design: - Logo: Patrícia Campos Sonoplastia: - Genérico: Nuno Viegas - Rubricas: Luís Batista e Miguel Martins
A poucos meses das eleições para o Parlamento Europeu, há uma nova perceção que se vai espalhando pelo "Velho Continente" em relação à guerra na Ucrânia. Acabar com Gaza é a palavra de ordem em Israel e nos EUA assiste-se a um "passeio" de Donald Trump.
É possível ser militar e bandido ao mesmo tempo? Bem, é tudo uma questão de perspectiva. Um prodígio estratégico do Império Maratha na Índia, Kanhoji Angria foi nomeado almirante antes de completar 30 anos. Imbatível no mar, atacou os navios das Companhias das Índias Orientais, que enriqueciam a Europa às custas das populações locais. Embora fosse almirante, no Velho Continente, o nome Kanhoji Angria é sinônimo de pirata. O maior pirata indiano da história a desafiar antigas potências coloniais europeias…Hospedado por: Breno BoninEscrito por: Gaspard WallutConsultor histórico: Philippe HrodejProduzido por: Morgan Jaffe, Axelle Gobert, Clément LesaffreAssistentes de produção: Sofia Martins, Brendan Galbreath, Aimie FaconnierMixagem e edição: Adrien Le BlondMúsica original: David SpinelliIlustração: Gilles FeuermannCoordenação internacional: Martin StahlProdutores executivos: Emi Norris, Lorenzo Benedetti, Benoit Dunaigre, Louis DaboussyAgradecimentos especiais a Molly O'KeefeUbisoft: Etienne Bouvier (produtor executivo), Julien Fabre (produtor executivo), Lionel Hiller, Nick Kuenster, Sebastien Ratto, Justine Villeneuve e equipes da Ubisoft SingaporeUma série original da Ubisoft, produzida pela Paradiso MediaSe você gostou deste podcast, inscreva-se, avalie e comente. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
SUV ganhou uma geração completamente nova no Velho Continente, mas no Brasil temos o antigo maquiado e piorado. Para saber tudo sobre o mundo automotivo, ou entender sobre o veículo que você precisa andar no dia a dia, acesse o autopapo.com.brPara ouvir dicas todos os dias, siga o nosso canal no Spotify
O resultado das primeiras prévias republicanas à disputa pela Casa Branca deixou a Europa em alerta. Temendo o impacto sobre o comércio internacional e a retirada do apoio dos Estados Unidos aos esforços de segurança do Velho Continente, autoridades reagiram à vitória do ex-presidente Donald Trump no caucus de Iowa. Confira neste episódio.Seja para fazer um intercâmbio, viajar pelo mundo ou conseguir um novo emprego, o inglês é essencial. E o Cambly é o lugar perfeito para você desenvolver suas habilidades e alcançar a fluência. Aproveite a promoção e tenha acesso a planos com aulas a partir de R$9. Mas corra que ela só vale até sexta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Formado em Ciência da Computação em Uberlândia, o Julio passou anos como Technical Evangelist na Amazon. Em 2007, após uma tentativa de ir para o Canadá, o Julio acabou indo para a Espanha onde trabalha hoje na Red Hat. Neste episódio, o Julio conta os desafios de se adaptar a novas culturas de trabalho, sua tentativa de empreender no Velho Continente, e as vantagens de viver no campo frente às grandes cidades. Fabrício Carraro, o seu viajante poliglota Julio Faerman, Engenheiro de Software na Red Hat em Barcelona, Espanha Links: Formação em Engenharia de Software na Alura TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/ e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo: Alura Língua Cursos online de Idiomas - https://www.aluralingua.com.br/ Alura Cursos online de Tecnologia - https://www.alura.com.br/ Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
O lobo é porventura o mais mítico dos predadores europeus e está de regresso às serranias do Velho Continente, pelo que a Comissão Europeia já fala em rever o estatuto de proteção. Em Portugal também?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Não tem Brasileirão, mas tem Mais Quatro. No episódio dessa semana Lucas de Luna, Daniel Silva e Gabriel Matias comentaram sobre mais um caso de racismo na Espanha, dessa vez, no Amistoso entre Brasil e Guiné, pautado pelo combate ao racismo. Em campo, a seleção goleou ainda sob o comando do interino Ramon Menezes. Aproveitamos a pausa no Campeonato Brasileiro para dar uma volta pelas principais ligas europeias.
A um ano das eleições europeias, o Velho Continente vive mergulhado numa guerra e numa espiral de inflação que exigem respostas das sociedades e das elites políticas. As tensões demográficas, das migrações ou dos regionalismos espreitam também a agenda de um espaço social e económico que tem afirmado o clima e o digital como pilares estratégicos. Como responder a todos estes desafios? A Europa precisa de rever a sua arquitetura institucional? Como aproximar os cidadãos do seu próprio Continente? As respostas de Ricardo Borges de Castro, diretor associado e chefe do programa «Europa no Mundo» do European Policy Centre e de Madalena Meyer Resende, professora no Departamento de Estudos Políticos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – NOVA FCSH. Uma conversa moderada pelo jornalista José Pedro Frazão.
De um jeito ou de outro, o campo sempre esteve presente na vida da Sara Kirchhof: dos períodos de férias nas propriedades rurais dos tios, ao jornalismo - onde começou a falar sobre o agro antes mesmo de formada. Aliás, a gaúcha de Santa Rosa que pensava em trabalhar num jornal impresso e se apaixonou pelo rádio, seguiu carreira na televisão como repórter e também como apresentadora. Trabalhou no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo. Agora, inicia lá no Velho Continente uma nova fase pessoal e profissional, sem tirar o foco o setor que abriu as portas e norteou a carreira dela até aqui. Morando há pouco mais de um mês em Hamburgo, revela que a maneira como a população urbana enxerga o produtor rural na Alemanha logo chamou a atenção. Apesar do tempo ainda curto para análises mais aprofundadas, a jornalista experiente na cobertura de pautas do agro dentro e fora do Brasil, diz ter sido suficiente para perceber - ao menos nas cidades por onde já passou - um sentimento coletivo de admiração e respeito por aqueles que produzem alimento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Repercutimos os últimos acontecimentos no nosso vizinho, com a prisão de Pedro Castillo e a posse de Dina Boluarte, além de outras notícias da nossas quebrada latino-americana, como a condenação da vice-presidenta argentina Cristina Kirchner. Também demos um giro Velho Continente, com as últimas atualizações da invasão russa à Ucrânia e uma operação policial na Alemanha que desmantelou um grupo golpista.No mais, continuamos nossa cobertura dos atos políticos na atual edição da Copa do Mundo, realizada no Catar, e aproveitamos para observar o movimento das peças no tabuleiro do Oriente Médio.
Em um programa atípico, demos uma volta pela bacia do Pacífico, analisando os protestos contra a política de Covid Zero na China.Também visitamos o Velho Continente, com as últimas atualizações da invasão russa à Ucrânia.No mais, repercutimos os diversos atos políticos ocorridos dentro e fora de campo durante a Copa do Mundo, no Catar, além de outras notícias do Oriente Médio.
Recebemos novamente a especialista Natalie Unterstell para nos explicar tudo sobre o que rolou na COP27, no Egito.Também demos uma volta pela bacia do Pacífico, com a cúpula do G20, em Bali, e eleições na Malásia.No mais, visitamos o Velho Continente, com as atualizações da invasão russa à Ucrânia e as eleições na Eslovênia.Por fim, repercutimos a abertura da Copa do Mundo, no Catar, além de notícias do sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.
Quem se saiu melhor nas eleições de meio de mandato nos EUA? Além de responder essa pergunta, demos mais uma volta pela bacia do Pacífico, com novo primeiro-ministro na Gloriosa República de Vanuatu.Também repercutimos a COP27, realizada no Egito, e aproveitamos para dar um giro pelo Continente-Mãe.No mais, visitamos o Velho Continente, com as últimas atualizações da invasão russa à Ucrânia, principalmente a retirada de Kherson.
Luis Inácio Lula da Silva foi eleito presidente brasileiro pela terceira vez e comentaremos os principais tópicos da repercussão internacional do pleito e o que pode mudar na política externa brasileira.Também demos outra volta pela bacia do Pacífico, com a prévia das eleições intermediárias nos EUA e diversas notícias envolvendo a China.No mais, visitamos o Velho Continente, com as últimas atualizações sobre a invasão russa à Ucrânia, eleições na Dinamarca e casos de racismo no novo gabinete britânico.
Foi firmado um acordo, com mediação turca, para a exportação de grãos ucranianos pelo Mar Negro! Também passamos pela crise política italiana e outras notícias do Velho Continente, assim como as últimas atualizações da invasão russa Ucrânia.Demos uma volta pela bacia do Pacífico, passando por notícias internas dos EUA e de gangues centro-americanas.Por fim, observamos os movimentos das peças no sempre complicado tabuleiro do (Grande) Oriente Médio, com a visita de Putin ao Irã e eleições regionais no Paquistão.
O Resenha desta sexta recebe dois atletas que atuam no futebol internacional: o lateral-direito Emerson Royal e o atacante Talles Magno. A dupla compara a exigência nos treinos de Antonio Conte, que treina Emerson no Tottenham e Luxemburgo, que subiu Talles para o futebol profissional enquanto ambos trabalhavam no Vasco. Emerson contou sobre a dificuldade para marcar as estrelas do momento, Vinicius Jr. e Rodrygo, do Real Madrid, enquanto Talles manifestou seu desejo em atuar por algum grande clube do Velho Continente.
Minhotos brilham na Liga Europa, ao atingirem os quartos de final após afastarem o Monaco. Já o Benfica, na principal competição de clubes do Velho Continente, a Champions League, deixou pelo caminho o Ajax, fora de casa.
Enquanto a internacionalização dos clubes brasileiros virou quase que uma utopia, a presença dos europeus no Brasil já é uma realidade. O meio digital tem sido o primeiro passo dos times do Velho Continente para ganhar (ainda mais) popularidade no mercado brasileiro e, em um segundo momento, desembarcar por aqui presencialmente. Como se sabe, a criação de conteúdo local é uma das formas efetivas de construção de uma relação. Para trazer à tona detalhes deste cenário, Eduardo Esteves recebeu no MKTEsportivoCast o francês Frédéric Fausser, CEO da Samba Digital, agência especializada em internacionalização de marca no segmento esportivo. No rol de clientes da Samba Digital estão os franceses PSG, Lyon, AS Monaco, Lille, os ingleses Liverpool e Tottenham, os italianos Juventus e Napoli, as ligas Ligue 1 e Bundesliga, além do Orlando Magic (NBA) e o Grand Slam Roland-Garros.
Paulinho Degaspari e Gustavo Borges conversam com o engenheiro brasileiro Mário Rodrigues que, às vésperas de sua aposentadoria no Brasil, recebeu um convite para trabalhar na França e recomeçar sua vida no Velho Continente.
Paulinho Degaspari e Gustavo Borges conversam com o engenheiro brasileiro Mário Rodrigues que, às vésperas de sua aposentadoria no Brasil, recebeu um convite para trabalhar na França e recomeçar sua vida no Velho Continente.
Paulinho Degaspari e Gustavo Borges conversam com o engenheiro brasileiro Mário Rodrigues que, às vésperas de sua aposentadoria no Brasil, recebeu um convite para trabalhar na França e recomeçar sua vida no Velho Continente.