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Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Nos habita el mes de mayo, el arte y la literatura. Todo ello, dentro, fuera, alrededor, por encima, por debajo, y en bucle, en torno a la Natura. Porque llegan las últimas aves migrantes, mayo es el mes de los volanderos, veremos a decenas de novatos de diferentes especies, aprendiendo a iniciar su primer vuelo. Como nos ilustra el “Calendario de la Naturaleza”, de Joaquín Araújo, publicado por Tundra.Además, como plato fuerte, escucharemos, embobadas, a Isabel... A Isabel Fernández, que es bibliotecaria en la Red de Bibliotecas Municipales de Salamanca, con muchas raíces y muchas ramas en la Biblioteca Torrente Ballester de la ciudad. Coordinadora del Club de Lectura con adultos y programadora de actividades literarias. Nos atrevemos a proclamar que, ante todo, es poeta y habitante indiscutible del bosque.Aconseja Isabel que, cuando tengas miedo busques refugio en el bosque. Porque una no sale del bosque igual que entra. Porque el libro y el bosque curten. Y es que Isabel es bibliotecaria por vocación, como un arquetipo de un imaginario anhelado. Ése que nos lleva directamente al Planeta Naturaleza, donde, por fin, nos daremos cuenta de que formamos parte de algo más grande... Mucho más...Y bienvenidas también a un bosque habitado por la voluntad transformadora del arte y los artistas. Nuestro segundo invitado es creador y provocador. Se llama Juanvi Sánchez, y es licenciado en Bellas Artes, experto en antropología del arte y los procesos creativos, es pintor, escultor, comisario de exposiciones, ilustrador, land art… Afirma Juanvi que el lenguaje artístico contemporáneo de los creadores es todo un deber.Juanvi es coordinador de los encuentros OMA en Herguijuela de la Sierra, en Salamanca. Con Juanvi hablaremos del bosque humano, ojo, de habitantes de los pueblos, de obra efímera con permiso del territorio, de ciudades que respiren donde la hierba pueda crecer dónde les dé la gana, de artistas que preguntan a la naturaleza quién es y quiénes pisaron antes su tierra.Y nos ayudan a llegar al centro del misterio y el silencio, Raúl de Tapia, que es Raúl Alcanduerca, Daniel Faria, Gloria Fuertes, Ignacio Abella y Gustavo Duch. El plantabosques Natxo Blanchart López, de la Asociación Arriba las ramas, nos trae a Pepe Galindo de Blog Sostenible en "Las ramas arriba". Club de la Hojarasca: Marta Iraeta, Álvaro Soto, Pilar Socorro, Cristina Moreno y José Manuel Sebastián. Música superconmovida a cargo de Silvana Estrada.Y, ahora, párate en el cruce de caminos más cercano para contemplar el bosque, como decía Thoreau. Recita tu declaración de intenciones más artística y boscosa, baña de prestigio arte, literatura y naturaleza. Y, mientras siembras, lees y estudias libros y piezas artísticas inspiradas en plantas y árboles que viven al ritmo de las estaciones, en este precioso mes de mayo, prepárate para ver crecer tu conciencia y la de la tribu humana, boscosa, artística, libresca... Sin duda, territorio conmovido... ¡Arriba las ramas!HT: #InspiracionRadio3Escuchar audio
Livros mencionados:Um Chapéu de Leopardo, Anne Serre;Viagens, Olga Tokarczuk;The Book of Dust, Philip Pullman;Série Guerra dos Tronos, George R.R. Martin;Harry Potter, J. K. Rowling;Série Divergente, Veronica Roth;Amanhecer na Seifa, Suzanne Collins;Henrique IV Parte !, William Shakespeare;Poesia, Daniel Faria.Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanasEdição de som: Tale House
Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O programa Autores e Livros desta semana traz uma viagem pelas lembranças, pelos laços familiares e pelas tradições brasileiras que moldam nossa identidade. O destaque do episódio é a entrevista com a jornalista Martha Baptista, autora do livro “Cantos de Amor e Saudade”, que acaba de ganhar uma nova edição, duas décadas após seu lançamento original. A obra nasceu de longas conversas entre a autora e Estella Rodrigues Ambrósio, a querida “Vó Estella”, cujas memórias de quase 90 anos de vida se transformaram em um retrato afetivo da cidade de Cáceres (MT) e de seus moradores. Mais do que uma biografia, “Cantos de Amor e Saudade” é uma celebração da história e da cultura pantaneira, resgatando costumes e tradições que o tempo quase apagou, como as cavalhadas e touradas, além de episódios marcantes, como a passagem da Coluna Prestes pela região nos anos 1920. Com o rio Paraguai como símbolo de permanência e saudade, o livro também narra a história de amor entre Estella e o médico Leopoldo Ambrósio Filho, o dr. Nito, num texto que mistura emoção e memória coletiva. A nova edição, publicada pela Entrelinhas Editora com apoio da Lei Paulo Gustavo, chega ao público como um documento sensível que preserva vozes e afetos de uma época. O programa traz ainda uma conversa com a escritora Flavia Camargo, autora de “Enquanto Vocês Crescem: As cartas de amor de uma mãe”, um romance epistolar sobre maternidade, luto e aprendizado, e apresenta o livro infantil “Guardiões da Criação”, de Susana Klassen, que convida crianças e famílias a refletirem sobre a importância de cuidar da natureza e dos biomas brasileiros. Na parte final, o quadro Encantos de Versos celebra a poesia e a saudade com poemas de Carlos Melo Santos, Afonso Duarte e Daniel Faria.
Escritores mencionados:William Shakespeare;Jane Austen;Daniel Faria;Umberto Eco;John Steinbeck;Sally Rooney;Sylvia Plath;Mary Oliver;C.S. Lewis.Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanasEdição de som: Tale House
Pedro Freitas é o “Poeta da Cidade”, poeta editado, dizedor de poesia e performer. Os livros que escolheu: Poesia de Daniel Faria; Mataram a Cotovia, Harper Lee; Crítica da Razão Negra, Achille Mbembe; Poesia Reunida, Maria do Rosário Pedreira. Outras referências: O poema do Carlos do Carmo cantado pelos Amor Electro: “No teu poema”; (José) Tolentino de Mendonça; O ensaio que escreveu: “Serei preto o suficiente?” O podcast: Dizer. O site: poetadacidade.com. Os livros que publicou: Ela, metafisicamente d'outro mundo; Vim sem tempo. O que ofereci: O Verão Selvagem dos Teus Olhos, Ana Teresa Pereira. Os livros aqui: www.wook.pt
Livros mencionados: Bíblia Sétimo Dia, Daniel Faria; Stoner, John Williams; Os Livros que Devoraram o Meu Pai, Afonso Cruz; Noite, Elie Wiesel; Everything I Know About Love, Dolly Alderton; Never Mind, Patrick Melrose; O Ano do Pensamento Mágico, Joan Didion; Maos, Art Spiegelman; O Eremita Viajante, Bashõ; Siddartha, Herman Hesse; Cartas a Um Jovem Poeta, Rainer Maria Rilke; Obra Poética, Sophia de Mello Breyner; A Paixão Segundo G.H., Clarice Lispector; Cândido, Voltaire, Relógio de Água; Diário Secreto de Adrien Mole, Sue Townsend,; Jovem Torless, Robert Musil; Crime no Expresso do Oriente, Agatha Christie; Um Espião Entre Amigos, Ben Macityre; Romeu e Julieta, William Shakespeare; No país das últimas coisas, Paul Auster; 2666, Roberto Bolaño; Septologia, Jon Fosse; Calvin & Hobbes, Bill Waterson; Harry Potter, J. K. Rowling; Passing, Nella Larsen; Por Quem os Sinos Dobram, Ernest Hemingway; Caim, José Saramago. Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanas Edição de som: Tale House
No dia 9 de Junho cumprem-se 25 anos da despedida de Daniel Faria e nós faremos dois episódios de homenagem ao Poeta, a quem estamos profundamente agradecidos. Pelos lugares aonde nos convida a entrar com a sua poesia, pelo face-a-face que nos oferece em cada poema. Hoje fazemos o convite a entrarem por "uma coisa parecida a um diccionário a uso na poesia de Daniel". Há palavras que importa conhecer de outro jeito, por outros lados, palavras com corpo, espessura. A abrir e a fechar cada entrada deste diccionário, um poema do Daniel. A 9 de Julho, teremos um episódio especial, gravado neste 9 de Junho no encontro que irá acontecer na Casa Daniel, pelos 25 anos da sua partida e pelo 10º aniversário da Associação Casa Daniel. Mas desse falaremos depois. [Músicas neste episódio de Isabel Silvestre e José Duarte Costa]
Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.
Cuca recebe no Homens de Prata desta semana Daniel Faria, empreendedor incansável que se destaca por sua atuação multifacetada em prol do empreendedorismo social. A jornada que o levou a fundar a ORPAS, uma organização voltada para o desenvolvimento de projetos sociais, é marcada por uma profunda paixão por causas sociais. Sua trajetória inclui a criação do Troféu Periferia Brasil, uma brilhante iniciativa que reconhece e enaltece os talentos das comunidades periféricas. Este prêmio não apenas celebra conquistas individuais, mas também fortalece o senso de comunidade e inspira outros a buscar excelência.
Livros mencionados: Guerra e Paz, Leo Tolstoi; Odisseia, Homero; Insubmissão, Carlos Guedes; A Flor e o Peixe, Afonso Cruz; Misericórdia, Lídia Jorge; A Woman Destroyed, Simone de Beauvoir; Study for Obedience, Sarah Bernstein; Sétimo Dia, Daniel Faria; Septologia, Jon Fosse; A Gorda, Isabela Figueiredo; Os Meus Homens, Victoria Kielland; O Coração é um Caçador Solitário, Carson McCullers; A Divina Comédia, Dante Alighieri; The Maniac, Benjamin Labatut; O Monte do Silêncio, Francisco Camacho; Vemo-nos em Agosto, Gabriel García Márquez; Os Anos, Annie Ernaux; Baumgartner, Paul Auster; As Benevolentes, Jonathan Littell Todos os Nossos Ontens, Natalia Ginzburg; Orlando Furioso, Ludovico Ariosto; So Late in the Day, Claire Keegan; A Relíquia, Eça de Queirós; Foster, Claire Keegan; Junto ao Mar, Abdulzarakh Gurnak; Knife, Salman Rushdie; Um Detalhe Menor, Adania Shibli Diários, Sylvia Plath; Harry Potter e o Cálice de Fogo, J.K.Rowling; Harry Potter e a Ordem da Fénix, J.K.Rowling. Edição de Som: Tale House Qualquer dúvida ou ideia: leiturasembadanas@leya.com
No arranque desta segunda parte, Cláudia responde a uma pergunta do escritor Valter Hugo Mãe. E discorre sobre alguns dos medos que ainda vivem em si. Mais à frente, é surpreendida por mais um retrato aúdio, sobre si, pela também poeta Raquel Nobre Guerra, que é amiga íntima e a compara a uma romã, de uma forma muito bela, certeira e poética. Raquel lança-lhe também algumas achas para a fogueira das questões que ardem em acesas respostas. E ainda há espaço para a música e para a leitura de dois dos seus poemas preferidos: “O Poeta em Lisboa”, de António José Forte, e “Homens que São como Lugares Mal Situados”, de Daniel Faria.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Edição de 03 Agosto 2023
Neste segundo episódio, debruço-me sobre a promoção do meu ebook, a maior dificuldade relativa ao podcast e o feedback que recebi do primeiro episódio, com a leitura de um ensaio sobre a inveja e um poema do Daniel Faria. Links: Para verem o episódio em vídeo e terem acesso a outras contrapartidas, podem visitar a minha página do Patreon; No Youtube encontram somente o video do ensaio; E no meu site vão poder ler o ensaio e comprar o meu primeiro livro "Ela, Metafisicamente d'outro Mundo".
Episódio 393 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... Regressamos a uma sessão de gravações a propósito da visita à Embaixada de Portugal em Londres, em 2021. Adriana Faria, responsável pela cultura naquela instituição, leu-nos "Elogio da mulher", de Daniel Faria. Ajude-nos a chegar cada vez a mais ouvintes. Este é um programa gratuito e sempre será. Subscreva na plataforma de podcast que preferir, classifique e faça comentário. Se gosta, não deixe de o partilhar com os seus amigos (o Dias Úteis também está no Facebook e Instagram). Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.
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Leitura de poema. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/carlos-henrique-batista-d/message
Muito bem, muito bem, muito bem, começa mais um BTCast MC, uma parceria entre o Bibotalk e a editora Mundo Cristão. Neste episódio vamos conversar com Gutierres Siqueira e Daniel Faria sobre como Mark Galli percebeu a crise dos evangélicos americanos e onde eles se esqueceram de Deus. Será que essa crise se reflete no […] O conteúdo de Evangélicos em crise – BTCast MC 003 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Muito bem, muito bem, muito bem, começa mais um BTCast MC, uma parceria entre o Bibotalk e a editora Mundo Cristão. Neste episódio vamos conversar com Gutierres Siqueira e Daniel Faria sobre como Mark Galli percebeu a crise dos evangélicos americanos e onde eles se esqueceram de Deus. Será que essa crise se reflete no […] O conteúdo de Evangélicos em crise – BTCast MC 003 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Quadro novo no Love the Problem: Xadrez Corporativo! Neste primeiro episódio temos, para discutir a realidade do front nas organizações, o host CFC (Carlos Felippe Cardoso) conversando com Lucila Orsini (superintendente de negócios no Banco Carrefour) e Daniel Faria (superintendente de tecnologia no Banco Carrefour) sobre a guerra perigosa que ocorre em diversas empresas: Negócios vs Tecnologia. Curtiu o Xadrez? Deixa um feedback pra gente lá em https://k21.link/lovetheproblem E segue a gente no Insta @lovetheproblem
"Arame farpado no paraíso" é, antes de tudo, o coração de um pastor escancarado diante de nós. Para celebrar o lançamento da obra, Daniel Faria, nosso editor, fez algumas paradas especiais pelos caminhos do coração de Tiago. No quinto episódio da série, Daniel Faria conversou com Tiago Cavaco sobre o paraíso. É um alívio ou um aborrecimento falar do céu? Você é nosso convidado para fazer parte dessa conversa nos comentários! Compre já seu exemplar da obra no site da editora :) Edição: Daniel Sas
"Arame farpado no paraíso" é, antes de tudo, o coração de um pastor escancarado diante de nós. Para celebrar o lançamento da obra, Daniel Faria, nosso editor, fez algumas paradas especiais pelos caminhos do coração de Tiago. No terceiro episódio da série, Daniel Faria conversou com Tiago Cavaco sobre o inferno. É o desejo do amor aquilo que nos torna semelhantes ao diabo? Você é nosso convidado para fazer parte dessa conversa nos comentários! Compre já seu exemplar da obra no site da editora :) Edição: Daniel Sas
"Arame farpado no paraíso" é, antes de tudo, o coração de um pastor escancarado diante de nós. Para celebrar o lançamento da obra, Daniel Faria, nosso editor, fez algumas paradas especiais pelos caminhos do coração de Tiago. No terceiro episódio da série, Daniel Faria conversou com Tiago Cavaco sobre a igreja. Cultos on-line, atividades na igreja e uma conversa sobre a necessidade de fazermos parte do Corpo de Cristo. Você é nosso convidado para fazer parte dessa conversa nos comentários! Compre já seu exemplar da obra no site da editora :) Edição: Daniel Sas
"Arame farpado no paraíso" é, antes de tudo, o coração de um pastor escancarado diante de nós. Para celebrar o lançamento da obra, Daniel Faria, nosso editor, fez algumas paradas especiais pelos caminhos do coração de Tiago. No segundo episódio da série, Daniel Faria conversou com Tiago Cavaco sobre o Brasil. A alegria é um ídolo do brasileiro? Você é nosso convidado para fazer parte dessa conversa nos comentários! Compre já seu exemplar da obra no site da editora :) Edição: Daniel Sas
"Arame farpado no paraíso" é, antes de tudo, o coração de um pastor escancarado diante de nós. Para celebrar o lançamento da obra, Daniel Faria, nosso editor, fez algumas paradas especiais pelos caminhos do coração de Tiago. Serão cinco podcasts exclusivos tratando mais profundamente de temas que permeiam a obra. No episódio de hoje, Daniel Faria conversou com Tiago Cavaco sobre Literatura. Autores queridos, polêmicas, hábitos e muito mais! Você é nosso convidado para fazer parte dessa conversa nos comentários! Compre já seu exemplar da obra no site da editora :) Edição: Daniel Sas
Como lidar com as crianças conectadas do Século XXI? Luanna Bernardes conversa com o editor do "A criança digital", Daniel Faria.
Show Notes“Mz. Velveeta Creamcheese” 2020 -https://www.instagram.com/p/CB3nP79hbGD/Kent Monkman - https://www.kentmonkman.com/Shary Boyle - https://www.sharyboyle.com/Pansy Ass Ceramics - https://pansyassceramics.bigcartel.com/Emily Reimer - https://www.emilyreimer.com/Hairspray the MusicalMiss Cracker - https://www.instagram.com/miz_cracker/?hl=enBen de la Creme - https://www.instagram.com/bendelacreme/?hl=enZackey Lime -https://torontodrag.com/zackey-lime/Fastwurms - http://www.paulpetro.com/arc/fastwurms/index.phpChris Ironside - http://chrisironside.com/Lesbian and Gay Archives - https://arquives.ca/AGG - Art Gallery of Guelph - https://artgalleryofguelph.ca/“Social upheaval”The 2020 protests against police violence towards Black people sparked by the murder of George Floyd in Minneapolis, and on-going acts of violence against Black and Indigenous people.Rajni Pereira - http://www.rajniperera.com/Ness Lee - http://www.nesslee.com/Patel - https://www.patelbrown.com/Daniel Faria - https://danielfariagallery.com/Paul Petro - http://www.paulpetro.com/Toronto Gallery Stats - https://canadianart.ca/essays/ibrahim-abusitta-black-and-indigenous-artists-at-toronto-commercial-galleries/Stephen Andrews - http://stephenandrewsartist.com/Will Munro - http://agyu.art/project/will-munro-history-glamour-magic/The Sisters of Perpetual Indulgence - https://www.thesisters.org/Kate Barat - http://heikekatibarath.de/Podcast RecommendationOFTV - https://soundcloud.com/onefromthevaultspodcast/oftv-18-storme-weatherThanks for listening to Hopping the Fence a podcast dedicated to the fringes of the Canadian art scene.If you have an artist you would like to hear interviewed, would like to correct / fact check a past episode or would like to chat feel free to send me a message on Instagram @hoppingthefence or by email rebeccaecasalino@gmail.comThanks to OCAD University for their financial support, my project supervisor Amish Morrell for his advice and guidance and Claudia Slogar Rick for all of her extra help. Original artwork for Hopping the Fence by Alex Gregory and original music by Jessica Price Eisner.
Qual a importância do exercício físico para a nossa saúde? Como ele pode afetar nossos pulmões e nosso coração? De que maneira ele interfere no nosso relacionamento com Deus? O Dr. Daniel Faria responde essa e outras perguntas nesse momento da saúde. Aproveite e coloque em prática essas lições em sua vida!
O Dr. Daniel Faria aborda neste podcast como a reforma de saúde está compreendida na terceira mensagem angélica.
Leitura de prosa. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/carlos-henrique-batista-d/message
Leitura de poema. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/carlos-henrique-batista-d/message
Sim, Café com Alecrim recebendo Daniel Faria da Editora Mundo Cristão para um papo sobre a tradução Nova Versão Transformadora
Rosther Guimarães e Rodrigo Leitão recebem no Passando a Limpo IPB, os editores da Editora Mundo Cristão, Daniel Faria e Renato Fleischner.
Rymdskrot, asteroider och solstormar. Detta och andra rymdhot pratar vi om tillsammans med Johan Köhler på Rymdstyrelsen, och så gräver vi djupare i den militära användningen av rymden tillsammans med Daniel Faria på Totalförsvarets forskningsinstitut, FOI.
In this week’s podcast we will be discussing digital IDs onto the blockchain. We had the pleasure of having 2 guests in this episode. Daniel Faria, CEO of Nodalblock and Timothy Dwyer, VP and Assistant Treasurer at Nationwide Insurance. Daniel has had a career in cyber security and entrepreneurship. Timothy has spent a majority of his career in treasury and navigated into blockchain about 3 years ago by looking at the disruption it could bring to banking. Blockchain in two minutes To explain blockchain in a non-technical manner, think about a traditional accounting firm that has one hundred book keepers. What if each of one of those one hundred book keepers had at the same time had to maintain a ledger saying exactly the same thing. Out of those hundred if more than 51 would say that a certain record is wrong, then all of the other ones would have to fix the book to maintain the record exactly the same way. About Nodalblock Nodalblock is a blockchain cyber security company. The fastest FBI has stated that the fastest growing crime in the US is identity theft with one identity being stolen every 3 seconds! That’s 35,000 every day and more than 15 million every year. Nodalblock include digital IDs with multi factor authentication with a certification API that can be used to prove the authenticity of any digital file. A legal binding digital signature and and then an encrypted file transfer tool made available for a client’s IT systems via a regular API. Nodalblock essentially brings security to the blockchain. About Nationwide Nationwide is a diversified insurance company offering life insurance, mutual funds, property and casualty. Nationwide has had a keen interest in blockchain, ever since it launched a proof of concept for “Proof of Insurance” with the RiskBlock Alliance (featured in this episode – An Introduction to the RiskBlock Alliance) at the end of 2017. Nationwide has been trying to determine if there was an opportunity for business disruption with blockchain technology on a stand-alone basis. They’re still trying to determine that and they still haven’t found a blockchain use case that will fundamentally change their business. They’re still continuing to look for that and consider themselves to be in education mode regarding blockchian. They have recognised the barriers to entry to blockchain, in the form of the network effect and in speed of transactions that can be pushed throught the network. Two points which they felt will be resolved in due course. Digital ID As we all know we all leave comprehensive digital footprints wherever we transact on the internet. Whether it is on social media sites like Facebook or Twitter, financial transactions with Paypal and Apple Pay amongst others. We all must disclose personal and financial data to uses these services. This leads to our personal data being stored in various databases which we have little control over. How can digital IDs on the blockchain help to address this, especially in a world where our IDs get hacked with Equifax last year and Facebook last week? To answer that question businesses have to really ask themselves the question of the value they place in running KYCs and in keeping that information secure. Do they have the necessary processes in place, especially when considering that the biggest security problem is humans; employees in firms that get hacked due to a phishing attack. As public and private blockchains can interact between each other it gives large organisations such as insurance companies the strategic opportunity to open up part of their stored internal information (such as their customers digital IDs) to talk to a larger network (public blockchains) whilst maintaining the private sections secure, whilst leveraging the power of public blockchains. Nodalblock had an example of a recent piece of work they did for a large European insurance company whose GDPR,
Seja bem-vindo ao Quarta Capa, o podcast da Editora Mundo Cristão! No programa de hoje te convidamos para um papo sobre o Antigo Testamento! Tiago Abdala, teólogo que trabalhou na tradução do Antigo Testamento na NVT, juntou-se a Jaqueline Lima e Daniel Faria para um papo sobre a importância do texto do antigo testamento e dos perigos de interpretações equivocadas. Tudo com base na obra 'Como pregar e ensinar com base no Antigo Testamento' de Christopher J.H. Wright, lançado pela Mundo Cristão Você é nosso convidado para fazer parte dessa conversa nos comentários! Não esqueça de deixar sua opinião e sugestões de assuntos que você quer ver nos próximos programas. Compre já seu exemplar de 'Como pregar e ensinar com base no Antigo Testamento': http://bit.ly/CPEECBNAT Assine nosso feed: feeds.feedburner.com/QuartaCapaPodcast Quarta Capa Podcast na Itunes itunes.apple.com/br/podcast/quarta-capa-podcast/ Edição: Thiago Ibrahim
Seja bem-vindo ao Quarta Capa, o podcast da Editora Mundo Cristão! Nesse programa recebemos nossos editores Maurício Zágari e Daniel Faria para um papo sobre a profissão. Afinal, o que faz um editor? Conversamos sobre as principais funções do cargo, qual o perfil profissional, os principais desafios e demandas de quem edita livros. Você é nosso convidado para fazer parte dessa conversa nos comentários! Não esqueça de deixar sua opinião e sugestões de assuntos que você quer ver nos próximos programas. Dois conteúdos foram citados nesse programa: Quer ser um autor de livros? http://bit.ly/PublicarMC A importância do tradutor http://bit.ly/2hxcRbx Assine nosso feed: http://feeds.feedburner.com/QuartaCapaPodcast Quarta Capa Podcast na Itunes https://itunes.apple.com/br/podcast/quarta-capa-podcast/ Edição: Thiago Ibrahim
Muito bem (3x), o seu podcast semanal de teologia está no ar. Bibo e Rogério recebem Pedro Dulci e Daniel Faria da Editora Mundo Cristão para juntos falarem da importância dos clássicos da literatura cristã. Por que devemos ler os clássicos? O que torna um livro um, clássico? O que os autores do passado ainda […] O conteúdo de BTCast 227 – Por que ler os clássicos? é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Muito bem (3x), o seu podcast semanal de teologia está no ar. Bibo e Rogério recebem Pedro Dulci e Daniel Faria da Editora Mundo Cristão para juntos falarem da importância dos clássicos da literatura cristã. Por que devemos ler os clássicos? O que torna um livro um, clássico? O que os autores do passado ainda […] O conteúdo de BTCast 227 – Por que ler os clássicos? é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Seja bem-vindo ao Quarta Capa, o podcast da Editora Mundo Cristão! Nesse programa nossa host Jaqueline Lima se une ao nosso editor Daniel Faria para conversar com um dos pastores mais influentes da internet brasileira! Nesse papo Augustus Nicodemus compartilhou suas opiniões sobre o cristão e a política, o futuro do cristianismo, seu papel nas redes sociais, além de conversarmos um pouco sobre o lançamento de Cristianismo Descomplicado, novo livro do pastor lançado pela Mundo Cristão. Você é nosso convidado para fazer parte dessa conversa nos comentários! Não esqueça de deixar sua opinião e sugestões de assuntos que você quer ver nos próximos programas. Quer conhecer o livro melhor? Acesse nossa página dedicada: http://bit.ly/CristianismoDescomplicado Assine nosso feed: http://feeds.feedburner.com/QuartaCapaPodcast Quarta Capa Podcast na Itunes https://itunes.apple.com/br/podcast/quarta-capa-podcast/ Edição: Thiago Ibrahim
Paulinho Degaspari e Adriana Degaspari recebem Estevan Kirschner, Mark Carpenter e Daniel Faria para conversar sobre as diversas traduções da Bíblia e entenderem a necessidade de uma nova versão para esta geração. Entenda se a tradução feita por cristãos “contamina” a versão, conheça trechos curiosos que mereciam uma nova tradução e descubra se todo mundo deveria saber grego, hebraico e aramaico para entender melhor a Bíblia.
Paulinho Degaspari e Adriana Degaspari recebem Estevan Kirschner, Mark Carpenter e Daniel Faria para conversar sobre as diversas traduções da Bíblia e entenderem a necessidade de uma nova versão para esta geração. Entenda se a tradução feita por cristãos “contamina” a versão, conheça trechos curiosos que mereciam uma nova tradução e descubra se todo mundo deveria saber grego, hebraico e aramaico para entender melhor a Bíblia.
Paulinho Degaspari e Adriana Degaspari recebem Estevan Kirschner, Mark Carpenter e Daniel Faria para conversar sobre as diversas traduções da Bíblia e entender a necessidade de uma nova versão para esta geração. Entenda se a tradução feita por cristãos “contamina” a versão, conheça trechos curiosos que mereciam uma nova tradução e descubra se todo mundo deveria saber grego, hebraico e aramaico para entender melhor a Bíblia.
Paulinho Degaspari e Adriana Degaspari recebem Estevan Kirschner, Mark Carpenter e Daniel Faria para conversar sobre as diversas traduções da Bíblia e entenderem a necessidade de uma nova versão para esta geração. Entenda se a tradução feita por cristãos “contamina” a versão, conheça trechos curiosos que mereciam uma nova tradução e descubra se todo mundo deveria saber grego, hebraico e aramaico para entender melhor a Bíblia.
Muito bem (3x), o seu podcast semanal de teologia está no ar. Em mais um episódio do Outubro Reformado, Bibo e Mac recebem Daniel Faria da Mundo Cristão para juntos falarem sobre a história das traduções da Bíblia. O que é tradução? Quais as dificuldade de uma tradução? Existiria evangelismo sem tradução? Quando aconteceu a primeira […] O conteúdo de BTCast 174 – Traduções da Bíblia é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Muito bem (3x), o seu podcast semanal de teologia está no ar. Em mais um episódio do Outubro Reformado, Bibo e Mac recebem Daniel Faria da Mundo Cristão para juntos falarem sobre a história das traduções da Bíblia. O que é tradução? Quais as dificuldade de uma tradução? Existiria evangelismo sem tradução? Quando aconteceu a primeira […] O conteúdo de BTCast 174 – Traduções da Bíblia é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Evento da Semana Acadêmica do curso de História do UniCEUB Mediador: Deusdedith Rocha Jr. Palestrantes: Pedro Dallari e Daniel Faria