River in Venezuela and Colombia
POPULARITY
Washington começa a desmontar, de forma calculada, as sanções sobre o ouro venezuelano, mas a jogada vai além da economia. Ao liberar o comércio de minerais estratégicos, os EUA miram não só recursos valiosos, mas também influência sobre a Amazônia e o Escudo das Guianas. A abertura, porém, é seletiva, reversível e chega antes que Caracas consiga controlar a extração ilegal, que mistura crime organizado, grupos armados e rotas clandestinas. Thiago de Aragão, analista político Sanções costumam ser mais sinceras quando começam a ser desmontadas. A ordem das exceções diz muito sobre o que Washington realmente quer. Na Venezuela, o petróleo veio primeiro. Era previsível. Agora, os Estados Unidos começam a montar uma arquitetura parecida para o ouro, os minerais e o carvão. O subsolo venezuelano entrou, de vez, na diplomacia de Washington. Isso não encerra as sanções. Longe disso. A abertura é controlada, seletiva e, sobretudo, reversível. Ainda assim, muda o lugar da Venezuela no cálculo norte-americano: o país deixou de ser visto somente como um problema político ou uma reserva petrolífera e passou a ocupar espaço na disputa por recursos estratégicos, cadeias de suprimento e influência sobre a Amazônia e o Escudo das Guianas. O desenho começou em 6 de março, quando o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos (OFAC) publicou a Licença Geral 51, autorizando determinadas atividades relacionadas ao ouro de origem venezuelana. Três semanas depois, Washington ampliou a autorização para outros minerais, permitiu o fornecimento de alguns bens e serviços ao setor e abriu a possibilidade de negociar contratos condicionais de investimento. Em 2 de setembro, o OFAC mexeu novamente nessa estrutura. As licenças 51D, 54C e 55A passaram a incluir expressamente carvão, minerais e ouro, assim como serviços e negociações ligadas a investimentos futuros. A linguagem continua estreita de propósito: Washington autoriza “determinadas atividades”, não o comércio inteiro, e mantém de pé o restante do regime de sanções. A Venezuela não foi normalizada. Está sendo religada a circuitos econômicos escolhidos pelos Estados Unidos, tomada por tomada. A produção venezuelana não nasce de um setor convencional, com empresas transparentes, rastreabilidade confiável e uma autoridade regulatória que chegue aonde o mapa oficial diz que ela chega. Durante anos, o Arco Mineiro do Orinoco virou uma economia paralela. Ali se cruzam autoridades políticas, oficiais militares, grupos armados, atravessadores e organizações criminosas, cada qual com seu pedaço da mina, da estrada ou do silêncio. O metal ganhou peso quando o colapso do petróleo secou as divisas. E trouxe uma vantagem nada desprezível para quem prefere operar nas sombras: pode ser carregado em pequenas quantidades, fundido, misturado e reexportado com documentos novos. Uma barra não conta de qual mina saiu. Muito menos quem trabalhou nela ou qual território indígena ficou para trás. Essa amnésia cabe no bolso A história da região, aliás, já passou por isso. Quando o ouro foi descoberto no território disputado entre a Venezuela e a Guiana Britânica, Londres tentou ampliar sua presença sobre a área. A disputa escalou até a crise de 1895, quando o secretário de Estado Richard Olney invocou a Doutrina Monroe e pressionou o Reino Unido a aceitar arbitragem. Mais de um século depois, o ouro volta a puxar Washington para o Escudo das Guianas, agora pela porta das sanções, não pela linha de fronteira. O novo governo venezuelano tenta recuperar o comando dessa economia. Em abril, Caracas aprovou uma legislação para atrair capital estrangeiro ao setor mineral. Em junho, enviou forças para Las Claritas, no estado de Bolívar, uma das principais áreas de mineração ilegal do país. Segundo a Reuters, a operação ocorreu enquanto o governo procurava reabrir um setor praticamente fechado ao investidor estrangeiro desde as nacionalizações iniciadas durante o governo de Hugo Chávez. Oficialmente, é uma ofensiva contra o crime organizado. Economicamente, a lógica é outra e bastante simples: ninguém oferece uma concessão séria sobre um território que não controla. Antes de atrair investidores, Caracas precisa provar que manda nas minas, nas estradas e nas rotas de exportação. A região antes tolerada como fonte informal de renda agora precisa virar ativo negociável. Washington quer criar canais legais para o ouro venezuelano antes que a Venezuela tenha mostrado capacidade de separar produção formal, extração ilegal e interesses de atores sancionados. A licença chega antes da rastreabilidade. O mercado, sabemos, não costuma esperar a papelada alcançar a realidade. Um estudo publicado em março pela Global Initiative Against Transnational Organized Crime identificou uma inversão nas rotas do ouro ilegal da Amazônia. O metal já não sai somente da Venezuela. Ouro extraído no Brasil e na Guiana passou a entrar em território venezuelano, enquanto Boa Vista se consolidou como centro logístico de fluxos alimentados por rodovias, aeronaves pequenas, pistas clandestinas e fronteiras onde a presença estatal oscila entre escassa e decorativa. Investigadores brasileiros chegaram a conclusão semelhante. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o aumento da fiscalização no Brasil empurrou redes criminosas para Venezuela, Guiana e Suriname. O ouro retirado ilegalmente de terras indígenas cruza a fronteira, ganha novos documentos e pode reaparecer no mercado internacional com uma biografia perfeitamente limpa. Para o Brasil, destruir pistas e equipamentos dentro do território nacional resolve uma parte visível do problema. A rede aprende rápido. Quando a repressão aperta de um lado, ela muda a rota, o comprador e o papel que acompanha o metal. A fronteira não interrompe o negócio; apenas encarece a travessia. Para a França, tudo isso está bem mais perto do que parece. A Guiana Francesa convive há décadas com uma economia ilegal do ouro conectada ao Brasil e ao Suriname. Um estudo da Fondation pour la Recherche Stratégique estimou em cerca de € 70 milhões por ano o custo das operações francesas de repressão, enquanto as perdas econômicas associadas à mineração ilegal superariam € 500 milhões. Essas redes teriam capacidade para ocultar ou lavar aproximadamente dez toneladas de ouro por ano. Caiena está na Amazônia. Bruxelas também, embora nem sempre se lembre disso. A Guiana Francesa é a fronteira amazônica da União Europeia e uma linha de contato direta entre o mercado europeu, as redes criminosas brasileiras e as economias informais do Escudo das Guianas. O ouro que atravessa essa geografia não respeita as categorias confortáveis de política externa. Ele mistura segurança, meio ambiente, crime organizado, sanções e disputa por recursos numa mesma barra. A abertura norte-americana pode atrair investimento, tecnologia e algum grau de transparência para a mineração venezuelana. Pode ainda dar a Caracas um incentivo para substituir grupos armados por operadores formais e voltar a exercer autoridade em áreas abandonadas pelo Estado. Esse é o cenário otimista. O outro é menos elegante. Se a demanda legal crescer antes que existam mecanismos confiáveis de rastreabilidade, o novo mercado autorizado poderá absorver ouro extraído ilegalmente no Brasil, na Guiana ou na própria Venezuela. A flexibilização não desmontaria a economia criminosa. Daria a ela uma porta nova, com placa oficial e acesso ao sistema financeiro internacional. A pergunta, portanto, não é se o ouro venezuelano pode voltar ao mercado. É outra: quem o extraiu, quem controlou o caminho e quantas vezes sua origem foi reescrita até a exportação? Washington está abrindo uma rota legal para os minerais venezuelanos. O ouro ilegal já sabe viajar.
Celulares en escuelas: expertos piden educar, no prohibir Tortuga verde sorprende en Tamaulipas por extraño colorVenezuela acuerda con empresa colombiana explotar campo petrolero durante 25 añosMás información en nuestro podcast#grc
Nonostante le continue tensioni legate allo stretto di Hormuz e alla conseguente fiammata inflazionistica, al momento l'economia globale sembra resistere. Nei giorni scorsi l'Istat ha certificato un +0,2% del Pil nel secondo trimestre e una variazione acquisita per il 2026, al netto degli effetti di calendario, allo 0,8%. E oggi L'Istituto Ifo ha rivisto al rialzo le sue previsioni economiche sulle prospettive dell'economia tedesca. Gli economisti prevedono ora per quest'anno una crescita del prodotto interno lordo (Pil) dell'1,4 per cento, ovvero 0,6 punti percentuali in più rispetto alle stime precedenti. "Si intravedono segnali positivi soprattutto nel settore industriale, duramente colpito dalla crisi", si legge nel documento. Abbastanza incoraggianti anche gli insdici PMI: L'indice Pmi composito dell'Eurozona è rimasto fermo a 52 punti in agosto, contro i 52,1 punti previsti. In calo a 51,6 punti l'indice dei servizi, previsto stabile a 51,7 punti. Positivi quelli tedeschi e italiani, mentre negativi quelli francesi: L'indice Pmi composito scende in Francia oltre le stime a 48,5 punti, L'indice Pmi composito tedesco sale oltre le stime a 51,8 punti L'indice Pmi dei servizi sale oltre le stime in agosto in Italia. Approfondiamo il tema con Lorenzo Codogno, Visiting professor alla London School of Economics. Nvidia acquista la piattaforma di IA open source Hugging Face per 12,9 miliardiNvidia ha raggiunto oggi un accordo per acquistare Hugging Face per 12,9 miliardi di dollari, in una delle operazioni più importanti della sua storia recente e in un passaggio che allarga ulteriormente il raggio d’azione dell’azienda oltre l’hardware. Hugging Face viene considerata la più grande “biblioteca di AI” gratuitamente consultabile al mondo. Si configura come una sorta di “GitHub dell’intelligenza artificiale”: una piattaforma dove sviluppatori, ricercatori e aziende possono pubblicare, scaricare, modificare e utilizzare modelli di AI, oltre a dataset e applicazioni. Ospita oltre 2 milioni di modelli ed è utilizzata da più di 13mila aziende. La sua importanza è cresciuta soprattutto con lo sviluppo dei modelli cosiddetti open weight, come Llama di Meta o DeepSeek, che possono essere scaricati e modificati dagli sviluppatori. La chiusura dell'acquisizione a circa 13 miliardi di dollari fa dell’operazione la seconda più grande nella storia di Nvidia, dietro solo ai circa 20 miliardi spesi per rilevare gran parte di Groq e davanti ai quasi 7 miliardi pagati nel 2019 per Mellanox. Facciamo il punto della situazione con Luca Tremolada, Il Sole 24 Ore. Eni firma contratto in Venezuela, diventa operatore Junin-5. Intanto il petrolio sale ma non schizzaEni e Pdvsa, società di stato venezuelana, hanno firmato il "Contrato de Participación Productiva de Hidrocarburos" relativo allo sviluppo del giacimento di importanti dimensioni (giant field) a olio di Junín 5, situato onshore nella Faja dell'Orinoco, in Venezuela. Il contratto, della durata di 25 anni con possibilità di estensione, attribuisce ad Eni il ruolo di Operatore esclusivo dell'area Junín 5, con piena responsabilità della gestione tecnica, finanziaria e commerciale del campo. Junín 5 è un campo a olio pesante che contiene 35 miliardi di barili in posto certificati. Attualmente produce circa 12 mila barili al giorno (ma si punta a 400mila barili giornalieri entro la fine della decade). Questa svolta industriale per la compagnia italiana si inserisce in un quadro politico e diplomatico radicalmente mutato. Il 1 settembre Venezuela e Stati Uniti hanno firmato un'intesa, con una durata iniziale di 25 anni, per lo sviluppo e la riattivazione operativa di 17 giacimenti petroliferi considerati strategici, con l'obiettivo di portare la produzione nazionale oltre 1,5 milioni di barili al giorno nell'ambito del piano di rilancio dell'industria degli idrocarburi. Si tratta di uno dei principali risultati del nuovo riavvicinamento tra Caracas e Washington sul fronte energetico. La mossa di Trump si inserisce in un quadro in cui si cerca di salvaguardare indipendenza dallo stretto di Hormuz degli Stati Uniti. Nonostante le tensioni globali il prezzo del petrolio continua a mantenersi stabile. Ne parliamo con Sissi Bellomo, Il Sole 24 Ore.
Donald Trump anunció el viernes el que, según él, es el mayor acuerdo petrolero de la historia. Con este acuerdo Estados Unidos se asegurará el control mayoritario de más de 65.000 millones de barriles de reservas probadas venezolanas sin coste para el contribuyente. Parece algo irresistible, pero la contabilidad falla desde el primer vistazo. EEUU no será propietario de esos barriles, sino accionista de una sociedad con derecho a desarrollar 17 campos repartidos entre la Faja del Orinoco y el lago de Maracaibo. Además, entre un barril bajo tierra y otro listo para embarcar median años de inversión, tecnología y seguridad jurídica, algo que no abunda en Venezuela. El socio elegido es North American Blue Energy Partners, una empresa registrada en Barbados y controlada por Alejandro Betancourt, un empresario enriquecido al calor de los contratos del chavismo e investigado por presunto blanqueo en España y en Suiza. La operación la remató la Oficina de Capital Estratégico del Pentágono mediante unos warrants que dan al departamento de Defensa derechos sobre la producción futura por una prima simbólica. De los porcentajes de producción que irán a EEUU circulan varias versiones lo que significa que los detalles del acuerdo aún se encuentran lejos de estar cerrados. El calendario explica las prisas. La guerra de Irán mantiene cerrado el estrecho de Ormuz y las elecciones de medio mandato son en un par de meses. El problema es que la realidad sobre el terreno en Venezuela es muy distinta. Desde la caída de Maduro en enero, ninguna gran petrolera estadounidense se ha metido en aquel país por los riesgos que entraña y porque hay que gastar demasiado dinero para revivir la infraestructura. El país tiene hoy sólo dos taladros de perforación activos frente a los 120 que había en 1998, y produce en torno a un millón de barriles diarios, un tercio de lo de entonces, más o menos lo que extrae Dakota del Norte. Custodia, eso sí, el 17% de las reservas mundiales pero solo aporta el 1% de la producción mundial. Las petroleras son reacias a invertir allí porque las expropiaciones del pasado aún se recuerdan. Todavía hoy ConocoPhillips reclama 12.000 millones de dólares y ExxonMobil otros 1.000. Ante la falta de interés de las grandes petroleras la Casa Blanca está tentando a las más pequeñas dirigidas por gente próxima al presidente, pero incapaces de afrontar los gastos que requerirían desarrollar los proyectos de extracción de crudo pesado en la faja del Orinoco. Hay, además, otro elemento no menor. La Constitución venezolana de 1999 prohíbe de forma explícita transferir unos yacimientos que pertenecen a la República. Delcy Rodríguez es una presidenta ilegítima, gobierna sin haber pasado por las urnas tras heredar el cargo de un presidente hoy preso que robó las elecciones de 2024. En Venezuela todavía quedan unos 380 presos políticos y los principales jerarcas del chavismo como Diosdado Cabello o Vladimir Padrino siguen en el Gobierno. Los negociadores estadounidenses admiten que la estructura societaria privada se eligió para atar a los futuros gobiernos venezolanos, pero eso implica que la democracia no regresará a Venezuela en mucho tiempo, entre otras cosas porque hoy por hoy al Gobierno de Estados Unidos le interesa que se mantenga una dictadura con la que ha terminado asociándose. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 4:00 Espejismo petrolero 33:55 La exaltación de la estelada 45:22 El sanchismo después de Sánchez · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #venezuela #petroleo Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
En la segunda parte de mi viaje por el oriente colombiano, navegué por el río Orinoco y varios de sus afluentes, y de alguna manera entendí la fascinación e interés que sintió Humboldt en este mismo viaje, descubriendo selvas tropicales y sabanas inacabables. Aquí te lo cuento.♡ SÍGUEME en Instagram por AQUÍ♡ Únete a mi comunidad de criaturas exploradoras de Patreon por AQUÍ ♡ Si quieres hacer esta travesía, contacta a Toninas Travel por AQUÍ. Mezcla, edición y portada: Carolina Echeverri O.Asesoría en producción: Mauricio Romero de Gente que (Productora de podcast).
En #LoncheraInformativa el profe Julio Navarro del Cole San Ignacio nos contó acerca de lo que ha sido su preparación para el cruce del río Orinoco; una iniciativa de muchísima tradición realizada con gran esfuerzo y cariño por el equipo de natación de la comunidad ignaciana.
Los tiempos del ruido - El Orinoco Ilustrado, el libro sobre la historiografía americana traducida a muchos idiomas by Javeriana919fm
What if rivers didn't follow the rules of nature? Scientists have found nine rivers and lakes across the Americas that completely break the laws of hydrology — flowing in opposite directions, into multiple oceans, or even switching flow depending on the weather.
What if rivers didn't follow the rules of nature? Scientists have found nine rivers and lakes across the Americas that completely break the laws of hydrology — flowing in opposite directions, into multiple oceans, or even switching flow depending on the weather.
Orinoco nous emmène des Indes Galantes à la Bastille, entre hip-hop, krump, voguing, chant lyrique et Jean-Philippe Rameau. Quand la rue s'invite à l'opéra cela nous offre une promenade entre Histoire, art, et politique, avec une question à la clé : Une nouvelle génération d'artistes peut-elle, aujourd'hui, prendre la bastille ? Lire la suite
¿Y si los ríos no siguieran las leyes de la naturaleza? Los científicos han encontrado nueve ríos y lagos en las Américas que rompen completamente las leyes de la hidrología: fluyen en direcciones opuestas, hacia múltiples océanos, o incluso cambian de dirección según el clima.
Send us a textFive books. One lively conversation that jumps from genetics to law, from compassion to culture, from jungle missions to a CEO's second chance. We pulled together a year-end stack that refuses easy answers and invites deeper thinking, practical wisdom, and real hope.We start with Traced by Nathaniel T. Jeanson, a lay-friendly tour through genetics and human migrations that challenges assumptions about where we come from and how we got here. Then we turn to Vaccines Amen by attorney Aaron Siri, who opens the courtroom door on depositions, evidence standards, and the places where health policy starts to look more like dogma than science. The point isn't to burn it all down; it's to build trust through transparent data, honest limits, and accountability.Ali Beth Stuckey's Toxic Empathy presses on a tender nerve: compassion can harm when it drifts from truth. We unpack how that plays out in debates over abortion, immigration, and LGBT policy, and why wise love needs clear definitions, moral courage, and Scripture-saturated thinking. From there, Gary Dawson's Gringo Mamo of the Amazon drops us into the Orinoco basin, where language, friendship, and spiritual conflict shape a raw portrait of mission work that is anything but tidy. Finally, Mike Lindell's What Are the Odds traces a bruising path through addiction, gambling, entrepreneurship, and, eventually, a genuine encounter with faith that reorders everything.Threading through our conversation is a simple conviction: readers are leaders. Daily Bible reading anchors us; thoughtful books expand us. If you're setting goals for the new year, this list offers challenge, comfort, and a few jaw-dropping stories to keep you turning pages. Join us, take notes, and then tell us what you're reading next.If this conversation sparked a new title on your list, tap follow, share with a friend who loves a good book, and leave a quick review so others can find the show. Your feedback helps us choose the next stack.Support the showhttps://www.jacksonfamilyministry.comhttps://bobslone.com/home/podcast-production/
A ideia de uma intervenção militar dos EUA na Venezuela parece simples: derrubar Maduro e garantir petróleo. Mas o país é um labirinto geográfico e político, com características que poderiam arrastar o conflito por meses, talvez anos, como explica o cientista político Thiago de Aragão. Thiago de Aragão, analista político De tempos em tempos, volta à mesa de alguns estrategistas em Washington a ideia de uma intervenção militar na Venezuela. O raciocínio, à primeira vista, parece simples: derrubar Maduro, instalar a democracia e garantir o fluxo de petróleo. Mas basta olhar um pouco mais de perto para perceber que isso seria tudo, menos simples. Na prática, uma invasão americana à Venezuela seria um pesadelo militar, político e humanitário. Um erro que começaria fácil e terminaria impossível. O primeiro grande inimigo seria o próprio território. A Venezuela é um labirinto natural: selvas úmidas, montanhas que rasgam o horizonte, planícies que viram pântanos e cidades caóticas à beira do Caribe. Tentar mover tropas por esse terreno seria como marchar contra a natureza. O calor e as doenças tropicais fariam parte do combate, e cidades como Caracas e Maracaibo se transformariam em campos de batalha urbanos, onde cada esquina pode virar uma emboscada. Os Estados Unidos já aprenderam (e de forma dolorosa) que dominar o mapa não é o mesmo que dominar o país. Mas o terreno é apenas parte do problema. A Venezuela construiu, ao longo dos anos, uma estrutura militar que vive mais de lealdade política do que de hierarquia formal. Além do exército, existem milhares de milicianos e “coletivos” espalhados por bairros e cidades, armados e organizados em rede. Eles conhecem o terreno, têm base social e não enfrentariam os invasores de frente. Sumiriam nas comunidades, atacariam de surpresa, arrastando o conflito por meses, talvez anos. Seria uma guerra de desgaste, e ninguém aguenta um pântano desses por muito tempo. Logística A logística também seria um pesadelo. Apesar da proximidade geográfica, a Venezuela é de difícil acesso. Poucos portos, estradas precárias e infraestrutura mínima. Sustentar tropas em um país quase duas vezes maior que o Iraque exigiria um esforço gigantesco e caro. Cada avião, cada navio, cada caminhão de suprimentos seria um alvo em potencial. E sem aliados regionais dispostos a ceder bases, os EUA teriam de bancar sozinhos uma operação longa, vulnerável e impopular. O petróleo, que à distância parece o grande prêmio, na verdade seria o estopim de novos problemas. As principais reservas estão em áreas frágeis, tanto do ponto de vista ambiental quanto político. Combates na região do Lago de Maracaibo ou na Faixa do Orinoco poderiam gerar desastres ambientais catastróficos e destruir boa parte da infraestrutura petrolífera. E mesmo que os poços fossem “tomados”, retomar a produção levaria anos. Em vez de financiar a reconstrução, o petróleo viraria uma fonte de corrupção, sabotagem e instabilidade. E, se por um golpe de sorte, Maduro caísse rápido, o verdadeiro caos começaria no dia seguinte. O país não tem instituições sólidas, a economia está arruinada e as divisões políticas e sociais são profundas. Sem um governo legítimo e funcional para assumir o controle, a Venezuela se fragmentaria em pedaços, entre facções chavistas, grupos criminosos e líderes locais disputando território. Os Estados Unidos se veriam presos em um tipo de ocupação que já conhecem bem: longa, cara e sem final feliz. Invadir a Venezuela não seria um ato de força, mas de ingenuidade. O país é uma armadilha disfarçada de solução: um território difícil, com redes armadas entranhadas e uma crise estrutural que não se resolve com tanques. Em vez de um troféu, seria um abismo político e moral. E talvez a maior lição de tudo isso seja justamente essa: algumas guerras são tão complexas que o verdadeiro gesto de poder é não começá-las.
Where is Matavén, you may well ask? So, this week on the Colombia Calling podcast, we discuss an award-winning community tourism project with people of the Piaroa indigenous community and the Colombian Project. Joining us on the podcast is Camilo Ortega, product manager of the Colombian Project. The Matavén Jungle is the fourth largest Indigenous Reservation in Colombia, with an extension of 1,849,613 hectares and located in the north-eastern area of the department of Vichada, between the Vichada rivers to the north, Orinoco to the east, Guaviare to the south and the Chupave canal to the west. Today it constitutes one of the last refuges of the transition forest between the Colombian Amazon and Orinoquía region. This territory has a great diversity of landscapes and different habitats such as floodplains, large stone hills of the Guyanese shield, or open savannah areas in the middle of its jungles. Its name is due to the Matavén river, which crosses this extensive region in a west-east direction. Approximately 10,500 indigenous people live in the Matavén Jungle, distributed among the Sikuani, Piapoco, Piaroa, Pinave, Curripaco, and Cubeo tribes. This characteristic of multiculturalism that exists in the reservation makes this region a space of great importance for the conservation of the existing natural and cultural heritage. https://www.colombianproject.com And this week, the Colombia Briefing is reported by Sophie Foggin. Support us: www.patreon.com/colombiacalling
La historia del reptil está llena de viajes inusuales para alguien de su especie, los cuales incluyeron un zoológico familiar improvisado en el oriente de Venezuela, lejos de su hábitat natural, y terminaron en EE.UU.
Salud y metal desde Sevilla en verano….ciudad magnifica y bella como pocas, en verano infernal. Presentan Raúl Gallego y Ana Rosa Chávez, una chavala peruana…el especial Metal Sudamérica. No están todos los que son,sonarán los que más nos molan. Desde el Orinoco al Río de la Plata, de Sao Paulo a Lima, pasando por la cuenca del Amazonas, el Caribe y los Andes…Aguante salud y metal!!! 1 – V8 -Destrucción 2 – Rata blanca – El beso de la bruja 3 – Horcas - Cazador 4 – Hermética – Víctimas del vaciamiento 5 - Los Natas - El bolsero 06 - Wolves Winter - Levitation of the buried ones 7 - Track -Lluvia roja 8 - Alcohólika La Cristo - Sikuri 9 –Vulcano - Spirits of Evil 10 – Sepultura - Beneath the remains 11 - Ratos de Porao - Aids, pop repressao 12 –Angra - Spread your fire 13 - Crypta - Dark Clouds 14 – M.A.S.A.C.R.E - Brutalidad 15 – Área 7 - Lider sin Dios 16 – Kraken - Muere libre 17 - Masacre - Brutales masacres 18 – Basca - Ándate 19 – Aztra - Lago de Sangre 20 - Chancro Duro- Chancro Duro 21 – Viuda Negra - Pacto de sangre 22 – Pentagram Chile - La Fiura 23 – Criminal - Victimized 24 -The Force - Heathen´s Attack 25 – Asylum - Chaos Bleeds 26 – Chopper - Ruido Blanco 27 – Resistencia- Muerto en vida 28 – Landsemk - Estado profundo
Dave and Chris talk about their recent trip to Mexico City, with culinary highlights and some classic foreigner faux pas. Dave then interviews chef Enrique Olvera of the acclaimed two–Michelin starred Mexico City restaurant Pujol and beyond. They talk about Mexico City as a food city, tacos, and Enrique's signature mole dish, one of the best dishes in North America—maybe the world. Dave and Chris finish with a MOIF. Get Enrique's book here: https://www.phaidon.com/store/cookbooks-food-and-drink/sunny-days-taco-nights-a-cookbook-9781838669881/ Watch Dave on Amazon's NASCAR coverage here: https://www.youtube.com/watch?v=VrMYc23DFrg Learn more about Pujol: https://pujol.com.mx/ Learn more about Taquería El Califa: https://elcalifa.com.mx/ Learn more about Taquería Orinoco: https://taqueriaorinoco.com/ Learn more about Chambao Polanco https://www.chambaorestaurant.com/restaurante-de-carnes-en-polanco?utm_source=organic&utm_medium=gmb&utm_campaign=chambaopolanco Learn more about Licorería Limantour: https://limantour.tv/ Learn more about ULTRAMARINOS DEMAR: https://demar.rest/ Learn more about Quintonil: https://quintonil.com/en/home-3/ Learn more about Handshake Speakeasy: https://handshake.bar/ Learn more about Dave Arnold's Booker & Dax: https://www.bookeranddax.com/ Learn more about Caldos D'Leo: https://caldosdleo.mx/ Learn more about Caldos de Gallina Luis: https://www.instagram.com/caldosdegallinaluis/?hl=en Learn more about Máximo: https://www.maximobistrot.com.mx/en/ Learn more about Tacos Los Caramelos: https://www.instagram.com/taquerialoscaramelos/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D Send in your questions to https://forms.gle/wdPsZBXXx48Zq4vu8 or askdave@majordomomedia.com. Subscribe to the show on YouTube: https://www.youtube.com/@thedavechangshow. Subscribe to Recipe Club on YouTube: https://www.youtube.com/@recipeclubofficial. Submit your favorite food moments in your favorite movies to majorfoodporn.com. Join our community Discord on majordomo.com. Hosts: Dave Chang and Chris Ying Guest: Enrique Olvera Majordomo Media Producers: Kelsey Rearden and David Meyer Engineer: Chris Thomas, Felipe Guilhermino Editor: Stefano Sanchez Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
En memoria del Dr. Terry Agerkop, apasionado defensor de las culturas originarias y la ecología sonora de nuestra América, llega el Coloquio Latinoamericano de Antropología y Etnomusicología, un encuentro donde exbecarios del INIDEF-OEA y académicos invitados comparten su experiencia en las selvas húmedas y tropicales de Latinoamérica. Porque para las culturas del Orinoco, la selva no solo se habita, también se escucha, el Coloquio presenta conferencias magistrales, conversatorios, exposiciones fotográficas y recitales con instrumentos ancestrales del Orinoco, la Amazonía y Mesoamérica. En este podcast de El Expresso de las 10 escucha a Deiselene de Oliveira de la Universidad de Guadalajara, el Maestro Alejandro Iglesias Rossi Compositor, intérprete, director e investigado y la Maestra María Emilia Sosa Cacace investigadora del Centro de Etnomusicología y Creación en Artes Tradicionales y de Vanguardia, ambos de la Universidad nacional tres de febrero de Buenos Aires Argentina y el Maestro Isarael Girón Director de la Orquesta de Instrumentos Latinoamericanos (ODILA) de la Universidad Bolivariana de Venezuela, todos ellos participantes del Coloquio Latinoamericano de Antropología y Etnomusicología. También te compartimos un momento fuera de micrófonos
Manvir is an assistant professor of anthropology at the University of California, Davis. He holds a bachelor's degree in human biology from Brown University and a Ph.D. from Harvard University. He has studied Indigenous psychedelics use in the Orinoco river basin of Colombia and, since 2014, has conducted ethnographic fieldwork with Mentawai communities on Siberut Island, Indonesia, focusing on shamanism and justice. His book is Shamanism: The Timeless Religion. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit chrisryan.substack.com/subscribe
Rossifari Podcast - Zoos, Aquariums, and Animal Conservation
Dateline: May 30, 2025. Rossifari Zoo News is back with a round up of the latest news in the world of zoos, aquariums, conservation, and animal weirdness! We start off with a quick catch up on meeeeeeee!Our headline story this week features multiple stories about bad zoos getting in trouble, which is my favorite thing they do.We then move on to our births for the week, featuring animals from Exmoor Zoo, Fresno Chaffe Zoo, Rosamond Gifford Zoo, and Tanganyika Wildlife Park!We then say goodbye to animals from Oklahoma City Zoo, Brookfield Zoo, the Sydney Zoo, Roger Williams Park Zoo, and Woodland Park Zoo.We have additional Zoo News stories from the Kansas City Zoo, Lehigh Valley Zoo, the National Aquarium, Trevor Zoo, an update on animal laws in Britain, and the USA Today Top Ten Aquariums List! Conservation News stories include a new octopus, an unsurprising update on dire wolves, two amazing stories about coral restoration efforts, praise for Republican conservation efforts, and a look at what might be the last effort to save the Orinoco crocodile.And in Other News, we talk about primate kidnapping and even worse...drumming!ROSSIFARI LINKS: patreon.com/rossifari to support the pod rossifari.com @rossifari on socials @rossifaripod on TikTok
Nos hemos encontrado en la Exposición "1924 : otros surrealismos" ( Fundación Mapfre / Madrid) a Remedios Varo . Nació en Anglés (Girona) en 1908, fue de las primeras mujeres y de las más jóvenes en entrar en la Real Academia de Bellas Artes de San Fernando en Madrid junto a otros grandes como Pîcasso, Dalí o Maruja Mallo. Fue una moderna, una mujer sofisticada. Se unió pronto a los surrealistas, primero a los logicofobistas catalanes y tras la guerra civil, como pareja del poeta francés Benjamin Péret, entra de lleno en el círculo de André Bretón en París. Allí conoce a una persona clave en su vida posterior que será la compañera de generación Leonora Carrington. La llegada de los nazis a Francia le hace huir de nuevo vía Marsella y Marruecos destino México. Es en México donde, juntos a otros exiliados europeos, donde encuentra su sitio , aunque pasó también unos años junto a su madre y su hermano en Venezuela. En el país del Orinoco hizo los míticos carteles para la farmacéutica Bayern que son ya parte de su obra. Pero volvió a México donde estaban todos sus amigos y amigas, especialmente Leonora Carrington con la que compartía todo. Y es en la década de los 50, cuando se casa con el austriaco Walter Gruen, el gran momento de Remedios Varo, cuando se puede dedicar exclusivamente a la pintura al tener una seguridad económica. Son sus años de mayor producción hasta su temprana muerte en 1963. Se convierte en la artista consentida de México. Sus exposiciones tenían más éxito en México que las de Frida Khalo. Sus mundos mágicos y su calidad artística llegaron mucho al público. Sus obras ya se pueden ver en los grandes museos del mundo, aunque a su país de nacimiento, España, siguen llegando con cuenta gotas. Remedios Varo está considerada uno de los grandes nombres del arte surrealista. Hoy hemos viajado su vida con la ayuda de Estrella De Diego, comisaria de la exposición de la Fundación Mapfre "1924: otros surrealismos" , las gestoras culturales e historiadoras Teresa Arcq y Alma Reza, el periodista experto en arte Pablo Ortiz de Zárate "el artesano" , Albert Roura , concejal de turismo de Anglés (Girona) , Vicenç Batalla, corresponsal de la SER en Francia, y Alejandra Rohr y Pepe Rubio, guionista de Hoy por Hoy (Cadena SER).
Guest Jason Breaux of Run 337, joins hosts Brady and Jillian on Louisiana's Playground to discuss the running group's mission and perks of running with friends! Whether you live in SWLA or are just visiting, the walk/run group is always looking for new running partners to explore Lake Charles with. Find more information on where to eat, things to do, and events happening this weekend at VisitLakeCharles.org. Stop by Orinoco for an authentic taste of Colombia and Venezuela cuisine! Keep up with hosts Brady Renard on Twitter, @RenardSports and Jillian Corder on Facebook, @JillianCorderKPLC.
EMM worker Tim Groff had the opportunity to sit beside Pastor Victor Gonzales on a long van drive from Managua to the village of Orinoco on the Caribbean coast and listen to his stories. As they traveled with other Garifuna pastors from Honduras, they heard amazing stories of faith; the tales of how God had sustained the church among the people living there.
Se ha deforestado más del 70 % de los bosques primarios en la cuenca del río Magdalena. Peligran los RÍOS VOLADORES, esas corrientes de agua transpirada por las plantas que llegan del Orinoco y el Amazonas, que hacen posible las lluvias y que ayudan a amortiguar las temperaturas extremas. ¿Qué cambios experimentan —y experimentarán— con la CRISIS CLIMÁTICA las más de 16 mil especies de flora y fauna que habitan esta cuenca? ¿Cómo la ciencia orienta las acciones de conservación y sostenibilidad? Escucha esta conversación con ocho expertas y expertos en climatología, biodiversidad y economía ambiental. Un encuentro del Coloquio de biodiversidad y crisis climática organizado por el Parque Explora y el colectivo Guagua What. Conoceremos cómo han cambiado los ríos voladores en Colombia, qué significa una sequía SEVERA para los árboles del bosque andino tropical, el efecto de la DEFORESTACIÓN en el caudal de los ríos de Suramérica y discutiremos cómo nos sirve saber todo esto para tratar de curar este paneta enfermo. Esta conversación es parte de la MARATÓN CLIMÁTICA, evento académico y divulgativo organizado por la Universidad CES, la Universidad de Antioquia, la Universidad Nacional de Colombia sede Medellín y el Parque Explora.
Where is Matavén, you may well ask? So, this week on the Colombia Calling podcast, we discuss an award-winning community tourism project with people of the Piaroa indigenous community and the Colombian Project. Joining us on the podcast is Camilo Ortega, product manager of the Colombian Project. The Matavén Jungle is the fourth largest Indigenous Reservation in Colombia, with an extension of 1,849,613 hectares and located in the north-eastern area of the department of Vichada, between the Vichada rivers to the north, Orinoco to the east, Guaviare to the south and the Chupave canal to the west. Today it constitutes one of the last refuges of the transition forest between the Colombian Amazon and Orinoquía region. This territory has a great diversity of landscapes and different habitats such as floodplains, large stone hills of the Guyanese shield, or open savannah areas in the middle of its jungles. Its name is due to the Matavén river, which crosses this extensive region in a west-east direction. Approximately 10,500 indigenous people live in the Matavén Jungle, distributed among the Sikuani, Piapoco, Piaroa, Pinave, Curripaco, and Cubeo tribes. This characteristic of multiculturalism that exists in the reservation makes this region a space of great importance for the conservation of the existing natural and cultural heritage. https://www.colombianproject.com www.patreon.com/colombiacalling
00:48 Short-haul spaceflight's effect on the human body.A comprehensive suite of biomedical data, collected during the first all-civilian spaceflight, is helping researchers unpick the effects that being in orbit has on the human body. Analysis of data collected from the crew of SpaceX's Inspiration4 mission reveals that short duration spaceflight can result in physiological changes similar to those seen on longer spaceflights. These changes included things like alterations in immune-cell function and a lengthening of DNA telomeres, although the majority of these changes reverted soon after the crew landed.Collection: Space Omics and Medical Atlas (SOMA) across orbits12:13 Research HighlightsResearchers have discovered why 2019 was so awash with Painted Lady butterflies, and the meaning behind gigantic rock engravings along the Orinoco river.Research Highlight: A huge outbreak of butterflies hit three continents — here's whyResearch Highlight: Mystery of huge ancient engravings of snakes solved at last14:55 The benefits of working from home, some of the timeA huge trial of hybrid working has shown that this approach can help companies retain employees without hurting productivity. While a mix of home and in-person working became the norm for many post-pandemic, the impacts of this approach on workers' outputs remains hotly debated and difficult to test scientifically. To investigate the effects of hybrid working, researchers randomly selected 1,612 people at a company in China to work in the office either five days a week or three. In addition to the unchanged productivity, employees said that they value the days at home as much as a 10% pay rise. This led to an increase in staff retention and potential savings of millions of dollars for the company involved in the trial.Research article: Bloom et al.Editorial: The case for hybrid working is growing — employers should take note25:50: Briefing ChatGermany balks at the $17 billion bill for CERN's new supercollider, and working out when large language models might run out of data to train on.Nature News: CERN's $17-billion supercollider in question as top funder criticizes costAssociated Press: AI ‘gold rush' for chatbot training data could run out of human-written textSubscribe to Nature Briefing, an unmissable daily round-up of science news, opinion and analysis free in your inbox every weekday.Subscribe to Nature Briefing: AI and Robotics Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
in this last part of Sacred Medicine series I summarize my experince few weeks after ceremony from more integrated and digested perspective. In part 3 I shared some things that came up for me in second part of tea ceremony which was more intense and deeper. In part 2 I focused on what came through for me in first part of this experience, ceremony. In part 1 I shared why I decided to do Ayahuasca, how I called in sacred medicine and she answered. Please note I DO NOT encourage you to take this powerful medicine, please contact appropriate medical professionals if you feel called to do it and make sure you are in safe and experienced environment. Ayahuasca is a South American psychoactive brew, traditionally used by Indigenous cultures and folk healers in the Amazon and Orinoco basins for spiritual ceremonies, divination, and healing a variety of psychosomatic complaints. Connect with me: Instagram: https://www.instagram.com/annamaluskitzmann/ Pranic Healing session with me: https://calendly.com/thiiy/pranic_healing_session?month=2023-09 Breathwork session with me: https://calendly.com/thiiy/breathwork-session-1?month=2023-09 Support small & sustainable business: https://goodgoodsstore.co/ This podcast is intended to inspire, and support you on your journey towards inner peace, healing and growth. I am not a psychologist or a medical doctor and do not offer any professional health or medical advice. If you are suffering from any psychological or medical conditions, please seek help from a qualified professional. --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/inthegoodcompany/support
This part 3 of 4 where I share some things that came up for me in second part of tea ceremony which was more intense and deeper. In part 2 of 4 I shared what came through for me in first part of this experience. In part 1 I share why I decided to do it, how I called in sacred medicine and she answered. Please note I DO NOT encourage you to take this powerful medicine, please contact appropriate medical professionals if you feel called to do it and make sure you are in safe and experienced environment. Ayahuasca is a South American psychoactive brew, traditionally used by Indigenous cultures and folk healers in the Amazon and Orinoco basins for spiritual ceremonies, divination, and healing a variety of psychosomatic complaints. Connect with me: Instagram: https://www.instagram.com/annamaluskitzmann/ Pranic Healing session with me: https://calendly.com/thiiy/pranic_healing_session?month=2023-09 Breathwork session with me: https://calendly.com/thiiy/breathwork-session-1?month=2023-09 Support small & sustainable business: https://goodgoodsstore.co/ This podcast is intended to inspire, and support you on your journey towards inner peace, healing and growth. I am not a psychologist or a medical doctor and do not offer any professional health or medical advice. If you are suffering from any psychological or medical conditions, please seek help from a qualified professional. --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/inthegoodcompany/support
Part 2 of 4 where I share my experience with sacred medicine of Ayahuasca. In part 1 I share why I decided to do it, how I called in sacred medicine and she answered. In this episode I share part one of actual sacrade tea ceremony and what cam up for me - or a least a small part of it ; ) Please note I DO NOT encourage you to take this powerful medicine, please contact appropriate medical professionals if you feel called to do it and make sure you are in safe and experienced environment. Ayahuasca is a South American psychoactive brew, traditionally used by Indigenous cultures and folk healers in the Amazon and Orinoco basins for spiritual ceremonies, divination, and healing a variety of psychosomatic complaints. Connect with me: Instagram: https://www.instagram.com/annamaluskitzmann/ Pranic Healing session with me: https://calendly.com/thiiy/pranic_healing_session?month=2023-09 Breathwork session with me: https://calendly.com/thiiy/breathwork-session-1?month=2023-09 Support small & sustainable business: https://goodgoodsstore.co/ This podcast is intended to inspire, and support you on your journey towards inner peace, healing and growth. I am not a psychologist or a medical doctor and do not offer any professional health or medical advice. If you are suffering from any psychological or medical conditions, please seek help from a qualified professional. --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/inthegoodcompany/support
Part 1 of 4 where I share my experience with sacred medicine of Ayahuasca. In part 1 I share why I decided to do it, how I called in sacred medicine and she answered. Please note I DO NOT encourage you to take this powerful medicine, please contact appropriate medical professionals if you feel called to do it and make sure you are in safe and experienced environment. Ayahuasca is a South American psychoactive brew, traditionally used by Indigenous cultures and folk healers in the Amazon and Orinoco basins for spiritual ceremonies, divination, and healing a variety of psychosomatic complaints. Connect with me: Instagram: https://www.instagram.com/annamaluskitzmann/ Pranic Healing session with me: https://calendly.com/thiiy/pranic_healing_session?month=2023-09 Breathwork session with me: https://calendly.com/thiiy/breathwork-session-1?month=2023-09 Support small & sustainable business: https://goodgoodsstore.co/ This podcast is intended to inspire, and support you on your journey towards inner peace, healing and growth. I am not a psychologist or a medical doctor and do not offer any professional health or medical advice. If you are suffering from any psychological or medical conditions, please seek help from a qualified professional. --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/inthegoodcompany/support
Valdemar Andrade, ingeniero y especialista en hidrometeorología, aseguró que es habitual que sigan habiendo altas temperaturas sin lluvias para esta época, insistiendo en que el calor es normal en los meses de marzo y abril con un pico máximo en mayo que luego desciende, y teniendo otro pico de septiembre a octubre. Sin embargo, advirtió que lo que no es habitual es que haya un aumento considerable de temperaturas producto de un calentamiento de la masa del Atlántico que está trasladando este calor al continente por los vientos alisios del noroeste y la procedencia de El Niño, además de muchos días sin lluvia. Recordó que el país lleva 51 días consecutivos sin precipitaciones, aunque esto no será por mucho ya que la temporada de lluvias empieza en abril y en Venezuela se visualizan en los niveles del Río Orinoco y Ayacucho que empezaron a subir desde hace dos días. «Los vientos que sintieron en Semana Santa era que había un frente estacionario frente a las costas orientales del país» añadió. Andrade indicó que está previsto que para agosto 2024 empiece la influencia del fenómeno de La Niña, que el 62% de las veces genera más lluvias que el promedio, pero todavía es muy pronto para saber si será débil, moderado o fuerte, resaltando que se sabrá en julio. Señaló que con eventos como La Niña, ya hay una previsión de lo que podría suceder, así que los gobiernos deberían estar preparados con la limpieza de quebradas, operativos de los embalses para sistemas de riego, tener a tope acueductos para generación hidroeléctrica para generar así la mayor cantidad de energía.
MausMix - Deine Musikwünsche. Heute mit Marie und natürlich mit der Maus und dem Elefanten. Francesca findet Anders ist gut (04:08) Milla meint Ein Nilpferd muss aufs WC (4:31) Mika wünscht sich Believer (08:10) Anton tanzt mit Dancing Queen (12:31) Emil wünscht sich Orinoco of flow? (16:44) Lea bestellt Bestellt (20:51) Mimmi hört sich Schwarzes Herz an (24:24) Der Wolf mit dem Hut kommt für Konrad (27:10) Von Marie Güttge.
En los últimos años la actividad minera informal, controlada en su mayoría por grupos delictivos, se ha expandido enormemente hasta llegar al Parque Nacional Canaima, una joya turística en la frontera con Brasil. En investigaciones previas, CNN ha podido establecer vínculos entre la violencia y la explotación que se sufre en el Arco Minero del Orinoco. Incluso, el gobierno de Nicolás Maduro ha confiado públicamente en que la recuperación económica de Venezuela se debe a la extracción de oro. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
En los últimos años la actividad minera informal, controlada en su mayoría por grupos delictivos, se ha expandido enormemente hasta llegar al Parque Nacional Canaima, una joya turística en la frontera con Brasil. En investigaciones previas, CNN ha podido establecer vínculos entre la violencia y la explotación que se sufre en el Arco Minero del Orinoco. Incluso, el gobierno de Nicolás Maduro ha confiado públicamente en que la recuperación económica de Venezuela se debe a la extracción de oro. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Orinoco lebt sich auf der Insel Tahuna ein. Er lebt in seiner Wohnbanane und hat sich mit den sprechenden Äpfeln angefreundet. Bald sind die drei Jahre um. Hört der Schluckauf auf? Aus der OHRENBÄR-Hörgeschichte: Ich, der Zauberer Orinoco (Folge 7 von 7) von Hubert Schirneck. Es liest: Mathias Schlung.
Um seinen Schluckauf loszuwerden, reist Orinoco zur Insel Tahuna. Dort soll er drei Jahre lang ein vollkommen gelbes Leben führen und das seltene Heilkraut Schluckauf-Minze essen. Aus der OHRENBÄR-Hörgeschichte: Ich, der Zauberer Orinoco (Folge 6 von 7) von Hubert Schirneck. Es liest: Mathias Schlung.
Auch ein Zauberer kann nicht alles kontrollieren. Eines Tages bekommt Orinoco einen Schluckauf, der nicht mehr weggehen will. Hicks! Kann die Wahrsagerin ihm helfen? Aus der OHRENBÄR-Hörgeschichte: Ich, der Zauberer Orinoco (Folge 5 von 7) von Hubert Schirneck. Es liest: Mathias Schlung.
Mit zwölf Jahren fängt Orinoco an, als Zauberer öffentlich aufzutreten. Höhepunkt seiner Show: Er zaubert sich weg! Einmal landet er dadurch bei einem Krokodil, das tanzen kann. Aus der OHRENBÄR-Hörgeschichte: Ich, der Zauberer Orinoco (Folge 4 von 7) von Hubert Schirneck. Es liest: Mathias Schlung.
Orinoco wächst heran, seine Zauberkräfte bleiben. In der Schule zaubert er einfach zwei Stunden weg. Trotzdem ärgert Tobias ihn. Da lässt Orinoco eine Wanderwolke auftauchen ... Aus der OHRENBÄR-Hörgeschichte: Ich, der Zauberer Orinoco (Folge 3 von 7) von Hubert Schirneck. Es liest: Mathias Schlung.
Orinoco gilt als Wunderbaby, das schon reden kann. Er kann noch mehr: Seiner Mutter legt er die Worte in den Mund: "Orinoco, heute darfst du einen ganzen Eimer Pudding essen." Oh! Aus der OHRENBÄR-Hörgeschichte: Ich, der Zauberer Orinoco (Folge 2 von 7) von Hubert Schirneck. Es liest: Mathias Schlung.
Orinoco kommt als Zauberer auf die Welt, so wie es die Wahrsagerin gesagt hat. Schon als Baby verblüfft er seine Eltern mit Zauberkunststücken und auch mit seinen blauen Haaren. Aus der OHRENBÄR-Hörgeschichte: Ich, der Zauberer Orinoco (Folge 1 von 7) von Hubert Schirneck. Es liest: Mathias Schlung.
Schon als kleines Kind verblüfft Orinoco seine Eltern mit Zauberkunststücken. Er kann anderen Menschen Worte in den Mund legen, lässt am Himmel eine Wanderwolke erscheinen und tanzt mit Krokodilen. Doch auch der kleine Zauberer kann nicht alles kontrollieren. Eines Tages bekommt er einen Schluckauf, der nicht mehr weggeht. Wie kann er geheilt werden? Alle 7 Folgen der OHRENBÄR-Hörgeschichte: Ich, der Zauberer Orinoco von Hubert Schirneck. Es liest: Mathias Schlung.
Alexander von Humboldt arrives in South America, and conducts an expedition up the Orinoco River in search of the Casiquiare canal - which legend says connected the Orinoco and Amazon rivers. His experiences help him develop some of his most influential and revolutionary scientific theories. The Explorers Podcast is part of the Airwave Media Network: www.airwavemedia.com Interested in advertising on the Explorers Podcast? Email us at advertising@airwavemedia.com Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Get an insider's peak at the hottest products for Summer recommended by the Giant Healthy Living Team. All of the products this month are can't miss new items paired with local farmers and producers from right here in the mid-Atlantic. There are hundreds of ways to enjoy the region's best without ever leaving your neighborhood. #GiantHasIt! Show Notes: Shopping List: Produce LOCAL Produce Box (online only), https://giantfood.com/pages/giants-local-best Lunch/Dinner Ideas: LOCAL: Ben's Chili Bowl and Half Smokes LOCAL: Bowery Farming Salad kits - Avocado Ranch, Caesar and Balsamic Breakfast Ideas: Handpicked: Magic Spoon Cereal - Fruity, cocoa, peanut butter, Maple waffle Go Oats Oatmeal In A Ball Eggo Grab and Go Leige-Style Waffles Vanilla Bean LOCAL Milk - Maola, Giant Brand, Nature's Promise Dessert Ideas Tru Frut - Strawberries in white and milk chocolate, Raspberries in white and milk chocolate, Blueberries in dark chocolate, Pineapple in white chocolate and coconut, Strawberries in white chocolate and granola LOCAL Coffee: Rise Up, Orinoco, Compass Coffee Happy Hours/Mocktails/Drinks: Handpicked: San Pellegrino Essenza (3 GS) Simply Mixology Mocktail Mixers- Lime Margarita, Strawberry Guava Mojito, Sour Peach LOCAL BOARD: Virginia Style Peanuts, Firehook Baked Crackers, Gunter's Creamed Honey! Sauces and Condiments: Tapatio Salsa Picante Fajitas Skillet Sauce Hellmann's Sesame Ginger Sauce & Garlic Aioli Dip & Spread Plant-based Proteins: Handpicked: Lightlife Tempeh Nasoya Plantspired Tossables Tofu Korean-Inspired Sweet Chili
Show Notes: https://wetflyswing.com/410 Presented By: Range Meal Bars, Chota Outdoor Gear, Trxstle, Mavrk Fly Fishing Sponsors: https://wetflyswing.com/sponsors Lane Forrer takes us to Columbia and Ecuador as we talk about how to catch peacock bass on the fly. We hear about how he found himself setting up this program in this part of the world and how you can put together a trip to the jungle. What's the difference between catching a regular bass versus a peacock bass? Lane describes it all today. We also discover why Columbia is actually a great fly-fishing destination - tropical weather and Spanish-speaking species! Show Notes with Lane Forrer 05:00 - Lane usually uses a 7-wt fly rod for either fresh or saltwater 05:55 - Lane's wife is from Ecuador. They've been living there for more than 15 years now. 07:30 - We had Javier Guevara from Ecuador in episode 249 where we talked about arapaima fishing in the Galapagos Islands. 12:00 - Columbia is a popular fly fishing spot in South America. 24:00 - Fer de Lance is a very venomous snake that can be found in South America. 29:00 - We touch on peacocks on the fly. Lane describes it as "every man's fish of the jungle". 32:45 - Flatwing bait fish fly looks like a deceiver. 39:30 - Orinoco is the main river that drains most of the rivers in South America. 42:20 - The temensis peacock bass gets really big. 43:45 - Payaras have scary teeth! 44:30 - We noted the red-tailed catfish. 46:40 - Lane breaks down the steps in getting to Bogota from the US. Show Notes: https://wetflyswing.com/410