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Ein Bericht von Human Rights Watch findet, die Verweigerung des Rückkehrrechts für Palästinenser sei ein Verbrechen gegen die Menschlichkeit – und wird nicht publiziert. Der ehemalige Direktor für die Region erklärt: Das war eine politische Entscheidung. Interview geführt von Hanno Hauenstein (10. Februar 2026): https://jacobin.de/artikel/palaestinenser-rueckkehr-hrw-omar-shakir Seit 2011 veröffentlicht JACOBIN täglich Kommentare und Analysen zu Politik und Gesellschaft, seit 2020 auch in deutscher Sprache. Die besten Beiträge gibt es als Audioformat zum Nachhören. Nur dank der Unterstützung von Magazin-Abonnentinnen und Abonnenten können wir unsere Arbeit machen, mehr Menschen erreichen und kostenlose Audio-Inhalte wie diesen produzieren. Und wenn Du schon ein Abo hast und mehr tun möchtest, kannst Du gerne auch etwas regelmäßig an uns spenden via www.jacobin.de/podcast. Zu unseren anderen Kanälen: Instagram: www.instagram.com/jacobinmag_de X: www.twitter.com/jacobinmag_de YouTube: www.youtube.com/c/JacobinMagazin Webseite: www.jacobin.de
- Por más que intenta Sheinbaum imponer la agenda, como lo hacía su jefe, la terrible realidad se impone. - Por más millones que gasta en medios paleros, en porristas a sueldo y en asesores de imagen, la necia realidad se impone. - Por más eventos e inauguraciones fantasiosas que haga, como hacía su jefe, la violencia, la corrupción y las alianzas de su régimen con narco le explotan en la cara. - Un artículo del NYT y un informe de HRW, ambos publicados esta semana, le ponen una madriza y la colocan en su lugar. - Yo te los traduzco, los sintetizo y te los explico. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Australia es duramente criticada en el informe de HRW por sus políticas migratorias, la detención obligatoria de solicitantes de asilo, la criminalización temprana de menores y la falta de una ley nacional de derechos humanos.
Sheinbaum encabeza la primera reunión nacional de inversiones HRW llama a Latinoamérica a unirse contra la violación de derechos Humanos de EU
El informe 2026 de HRW
HRW ha hecho hoy público su informe mundial para este año 2026, un documento muy exhaustivo en el que analiza la situación de los derechos humanos en el mundo y sus amenazas. El principal titular que destaca es que el sistema mundial de derechos humanos está en peligro, gracias en gran parte a Donald Trump y su creciente autoritarismo y ataques. Hablamos con el director de incidencia de HRW, Bruno Stagno. Escuchar audio
Human Rights Watch has become known for their scathing reports on Israel's treatment of Palestinians, accusing the country of committing apartheid and carrying out acts of genocide in Gaza. So why did the organization suddenly decide to block a report on Palestinians refugees' right to return? In this 'Mehdi Unfiltered' interview, Mehdi speaks with the author of that report, Omar Shakir – who resigned from HRW this week, after nearly a decade of leading the organization's Israel and Palestine team. SUBSCRIBE TO ZETEO TO SUPPORT INDEPENDENT AND UNFILTERED JOURNALISM: https://zeteo.com/subscribe WATCH, LISTEN AND SUBSCRIBE TO 'WE'RE NOT KIDDING' ON SUBSTACK: https://zeteo.com/s/were-not-kidding-with-mehdi-and-friends FIND ZETEO: Twitter: https://twitter.com/zeteo_news Instagram: https://www.instagram.com/zeteonews TikTok: https://www.tiktok.com/@zeteonews FIND MEHDI: Substack: https://substack.com/@mehdirhasan Twitter: https://twitter.com/@mehdirhasan Instagram: https://www.instagram.com/@mehdirhasan TikTok: https://www.tiktok.com/@mehdirhasan
O relatório da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos a nível mundial, em 2025, aponta uma série de abusos em Angola e Moçambique. Sheila Nhancale, investigadora no departamento africano da Human Rights Watch, alerta que “os direitos humanos têm sido maioritariamente violados” em Angola, com, por exemplo, abusos policiais e limitações à liberdade de reunião e de imprensa. Por outro lado, “a situação continua preocupante em Moçambique” devido à insegurança alimentar, intensificação de ataques terroristas e sequestro de menores em Cabo Delgado, feminicídios e repressão dos protestos pós-eleitorais. Foi publicado, esta quarta-feira, o relatório anual da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos em mais de 100 países e regiões, incluindo Estados africanos, americanos, asiáticos, europeus e do Médio Oriente, bem como organizações regionais como a União Africana e a União Europeia. Neste programa, olhamos apenas para Angola e Moçambique, os dois países que estuda Sheila Nhancale, investigadora na Human Rights Watch. “Os direitos humanos têm sido maioritariamente violados” em Angola No capítulo dedicado a Angola, a Human Rights Watch aponta que a polícia recorreu, em 2025, ao uso excessivo da força, em alguns casos letal, para dispersar protestos, bem como a detenções arbitrárias de manifestantes, activistas e jornalistas. Em entrevista à RFI, Sheila Nhancale confirmou que “os direitos humanos têm sido maioritariamente violados nesse país”. “Nós constatámos que as forças de segurança angolanas continuaram a não respeitar os direitos dos cidadãos, limitando o direito à liberdade de reunião e à liberdade de imprensa. Mantiveram cidadãos presos por longos períodos sem julgamentos justos, sem acusações claras e específicas. Nós reportámos e verificámos que os direitos das crianças em Angola também são um problema que deve ser abordado, para além da insegurança alimentar”, declarou a investigadora. Sheila Nhancale lembra, também, o que aconteceu em Julho de 2025, quando a polícia usou força excessiva e ilegal contra manifestantes, na sequência da greve dos taxistas e do aumento do preço dos combustíveis. “Em Julho de 2025, o Estado angolano decidiu cortar os subsídios aos combustíveis. Como consequência, teve aumentos de cerca de 300% em termos de compra de combustível em Angola, o que gerou protestos ao nível nacional, em que os taxistas decidiram fazer greves de protestos contra esta subida de preços. Aquilo que inicialmente era um protesto pacífico passou a ser marcado por violência, principalmente da polícia, contra os grevistas. Cerca de 30 pessoas foram mortas, durante esse período, a tiro maioritariamente pela polícia. Então, notamos que houve uso desnecessário e excessivo da força e também de armas contra cidadãos angolanos para limitar um direito - que é consagrado na Constituição da República de Angola e também em instrumentos internacionais - que é o direito à reunião e manifestação”, explica. Por outro lado, é referido que, em Fevereiro, a polícia deteve um correspondente da Deutsche Welle, bem como outras pessoas, incluindo dois deputados da oposição, durante uma marcha contra o assassínio de idosas na província do Kwanza Norte. Em Março, foram detidas dez mulheres durante uma manifestação contra a violência de género, em Luanda. No que toca à liberdade de imprensa, o relatório assinala que, em Setembro, um tribunal de Luanda suspendeu uma greve nos órgãos de comunicação social estatais e que, em Agosto, o Serviço de Investigação Criminal deteve dois jornalistas no âmbito de um processo relacionado com terrorismo que envolvia dois cidadãos russos, acusando-os de crimes como a partilha de “informação falsa” nas redes sociais, sem fornecer detalhes. Outro caso ocorreu em Maio quando a RTP denunciou a expulsão da sua equipa que se preparava para cobrir um evento na Presidência da República, em Luanda. A HRW aponta ainda o não cumprimento do direito a um julgamento justo, referindo que 198 pessoas condenadas em 2024 por alegada participação em protestos a favor da autonomia regional continuavam, em Setembro de 2025, detidas à espera de decisões sobre os seus recursos. Outro aspecto mencionado é o recrudescimento das tensões no enclave de Cabinda, onde confrontos entre as Forças Armadas Angolanas e a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), em Maio, provocaram a morte de, pelo menos, seis civis. “A situação continua preocupante em Moçambique” Em Moçambique, a ONG afirma que os direitos humanos foram, em 2025, afectados pela insegurança alimentar, intensificação de ataques terroristas e sequestro de menores em Cabo Delgado, pelos feminicídios, repressão dos protestos pós-eleitorais, sequestros e tentativas de assassínio a jornalistas e activistas sociais. No fundo, “a situação continua preocupante” em Moçambique, resume a investigadora Sheila Nhancale. “A situação continua preocupante, com conflitos armados no norte do país a serem efectuados simultaneamente em Cabo Delgado e Nampula, com mais de 100.000 pessoas deslocadas nesse período e que foram colocadas numa situação completamente desumana em centros de acolhimento, sem produtos suficientes para toda a gente que lá estava. A maioria da população que se encontrava nestes centros de deslocamento são crianças, colocando-as em uma situação também de risco de violação sexual durante o período em que estiveram ou estão nestes centros de reassentamento”, explica. Por outro lado, acrescenta a investigadora, “várias crianças continuaram a ser usadas pelos terroristas para carregarem cargas” e “algumas foram obrigadas a fazer parte dos grupos que atacam as comunidades”, considerando que “a resposta do Estado tem sido insuficiente para travar essa violência contra crianças e mulheres em contexto do conflito em Cabo Delgado”. A pesquisadora moçambicana acrescenta que se notaram “vários ataques contra defensores de direitos humanos” e exemplifica com a morte de Arlindo Chissale, lembrando que “há relatos de que as pessoas que o obrigaram a se deslocar da sua comunidade eram homens fardados com roupas militares”. Outra denúncia de peso é a da violência pós-eleitoral, acrescenta a investigadora, notando que “cerca de 400 pessoas foram mortas pela polícia durante esse período de protestos pós-eleitorais” e referindo que “vários relatórios nacionais e internacionais dão conta de que estas eleições não foram, de facto, justas e transparentes e que as pessoas saíram de suas casas para protestar contra eleições fraudulentas”. “Como resposta, a polícia reagiu com muita violência, causando a morte de cerca de 400 pessoas no país”, recorda. Também alarmante é a situação dos feminicídios em Moçambique porque, diz a investigadora, “há uma sensação de que não acontece nada se se matar uma mulher em Moçambique”. “A situação do feminicídio é muito preocupante porque, a cada dia que passa, há relatos de mulheres encontradas mortas e não há nenhum tipo de resposta para o que aconteceu. Todos os dias, praticamente, acordamos com uma notícia de que uma mulher foi morta na zona Centro e Sul, que é onde nós mais verificamos esse tipo de casos. As mulheres morrem e nada é explicado sobre as circunstâncias da morte. Ninguém é responsabilizado por esses casos, então, isso é algo que deve mudar porque se as coisas continuarem assim, sem qualquer tipo de investigação eficaz, tende a piorar, porque há uma sensação de que não acontece nada se se matar uma mulher em Moçambique”, afirma. HRW denuncia “desfasamento entre discurso e acção da União Africana” A Human Rights Watch também considerou que, apesar do compromisso com os direitos humanos, o balanço do ano revela “um desfasamento entre discurso e acção da União Africana”. “Nós estamos numa situação em que a Comissão Africana tem estado a emitir ‘statements', mas nós precisamos de uma União Africana que seja mais eficaz em termos de acção em relação aos Estados, para que estes sejam responsabilizados pela falta de proteção dos direitos humanos da população. Então, é importante que estes organismos internacionais sejam, de facto, organismos ou instituições ou instrumentos de pressão para que os países-membros cumpram com as suas obrigações em relação aos direitos humanos”, explica Sheila Nhancale. No relatório da ONU, pode ler-se que o Conselho de Paz e Segurança e a Comissão Africana dos Direitos da União Africana enfrentaram novos testes à sua credibilidade na resposta a abusos cometidos em conflitos no Sudão (que enfrenta a crise humanitária mais grave no mundo devido à guerra civil dos últimos três anos), no leste da República Democrática do Congo e no Sahel.
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Iran is het toneel van de grootste opstand in decennia. De golf van protesten lijken een nieuwe fase in te gaan, nu het regime hard terugslaat. Met meer dan 3000 doden tot gevolg, volgens HRW. Intussen hangt een Amerikaanse dreiging in de lucht – al laat president Trump ongewis hoe een eventuele Amerikaanse aanval eruit kan zien. De golfstaten proberen onder leiding van Saoedi-Arabië verdere escalatie in de regio te voorkomen. Daarover historicus Peyman Jafari en arabist Leo Kwarten. Presentatie: Sophie Derkzen.
Jorge Rodríguez, presidente de la Asamblea Nacional venezolana y hermano de la presidenta encargada Delcy Rodríguez, ha anunciado que el gobierno chavista va a liberar un grupo de prisioneros políticos, en lo que llama un gesto de buena voluntad.Vamos a estar en Minneapolis, escenario de protestas contra el asesinato, por parte de un agente de la agencia de inmigración de una mujer cuando trataba de huir de los agentes. La Casa Blanca afirma que quien disparó lo hizo en defensa propia. Luego explicamos lo ocurrido. Estaremos en Irán, donde continúan las protestas contra el régimen en las que han muerto al menos 45 personas. También en Brasil, donde el presidente Lula da Silva, ha vetado una ley que reduciría las condenas por golpismo en el tercer aniversario de los ataques del 8 de enero.Sabremos como HRW y Justice critican los ataques a la libertad de manifestación en Inglaterra y Gales y la decisión de la Comisión Europea de vigilar, que no investigar, a la inteligencia artificial de X. Además estará con nosotros el diplomático Ramón Blecua, para hablar de la situación en Oriente Próximo, de América Latina e incluso del Ártico. Escuchar audio
Esta semana en “Esto no es una frontera esto es un río” abordamos el informe conjunto de Human Rights Watch (HRW) y Cristosal sobre el trato que sufrieron durante su detención en El Salvador migrantes venezolanos detenidos en el CECOT. Los gobiernos de Donald Trump y Nayib Buquele acusaron a la mayoría de estas personas de ser parte del Tren de Aragua, un grupo del crimen organizado venezolano designado como organización “terrorista extranjera” por los Estados Unidos. Y en “Conversaciones” dialogamos con Juanita Goebertus, directora para las Américas de HRW sobre el informe.
Habari kuu wiki hii ni siasa za Tanzania zilizosababisha kuundwa kwa tume ya kuchunguza mauaji ya baada ya uchaguzi, kule DRC athari ya mafuriko, tutaangazia ripoti ya WHO kuhusu dhulma dhidi ya wanawake, kule Nigeria tutaangalia utekaji nyara wa wanafunzi zaidi ya 200 pia Mkutano wa G20 kufanyika wikendi hii Afrika Kusini Marekani ikisusia. Mkutano wa COP30 wakamilika Brazil bila mwafaka kuhusu kuachana na mafuta kisukuku.
Indigenous protesters against deforestation are making their voices heard in Belem, Brazil, the site of the UN's major climate summit. But the world's most powerful people aren't even at the conference: Presidents Trump and Xi are no-shows, and so is India's Prime Minister Narendra Modi, all big polluters. One well-known American trying to fill the leadership gap is former US Vice President Al Gore. One of the earliest politicians to sound the alarm on climate change, he won the Nobel Peace Prize in part for his prescient documentary "An Inconvenient Truth." Also on today's show: Juanita Goebertus, Director, Americas Division, HRW & Noah Bullock, Executive Director, CRISTOSAL; NYT reporter Charlie Savage Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
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Chaque jour, en quelques minutes, un résumé de l'actualité culturelle. Rapide, facile, accessible.Notre compte InstagramDES LIENS POUR EN SAVOIR PLUSDUBAI - ART : Journal des Arts, Capital, HRW, Le MondeDOCUMENTAIRE PAUL MCCARTNEY : Le Figaro, RTL2DJ SNAKE SHOW : Le Parisien, Le FigaroGROKIPEDIA ELON MUSK : Le Monde, Le PointSINGLE ROSALÍA : Rolling Stone, NRJNETFLIX CRASH BANDICOOT : Journal du GeekÉcriture : Eden AyachIncarnation : Blanche Vathonne Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
In deze aflevering gaan we terug naar Gaza. Generaties Palestijnen zijn er ontheemd, vervolgd en gedood. Het gebied is afgegrendeld van de buitenwereld. De strook een fragment van Palestina.Op 22 juli 2002 verwoestte een luchtaanval op een appartementencomplex vele levens. Opgroeien in een bezet gebied omgeven door geweld heeft verwoestende gevolgen vor kinderen.. Wat betekent dit voor Gaza en voor het welzijn en de bescherming van Palestijnse kinderen?Audio bronnen en citaten: NOS jaaroverzichten, Hier en Nu (NCRV), Zembla (VARA), Democracy Now, Free Speech Radio, UN Audiovisual Library, C-spanArtikelen: The Gaza Strip: A Case of Economic De-Development, Sara Roy, Journal of Palestine Studies (1987), The Twelve Wars on Gaza, Jean-Pierre Filiu, Journal of Palestine Studies (2014)Documenten: Razing Rafah, HRW (2004), Impact of trauma on Palestinian children's mental health: lessons from Gaza studies (2003)Documentaires en films: Gaza Strip (James Longley, 2001), Elusive Peace: Israel and the Arabs (BBC/PBS, 2005), Habibi (Susan Youssef, 2011), Close your Eyes Hind (2025) Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Hablamos sobre un informe de Human Rights Watch que documenta los ataques, coordinados por el ministerio de Defensa del nuevo gobierno de Siria, contra la minoría alauita, a la que pertenece la familia Assad. Entrevista con Ahmed Benchemsi, portavoz de HRW para Oriente Próximo y Norte de África.Escuchar audio
Support our sponsor, FarmKind, to fix factory farming: https://www.farmkind.givingThe code “ROBINSON” will increase your donation by 50% with a bump from large donors.Kenneth Roth is the Charles and Marie Robertson Visiting Professor at the Princeton School for Public and International Affairs. Until August 2022, he served for nearly three decades as the executive director of Human Rights Watch. In this episode, Robinson and Ken discuss his work with HRW and what he has been doing since. More particularly, they get into the details of how HRW operated, how shaming tactics can be deployed against figures like Putin, Trump, and Orban, Israel and Palestine, the relationship between genocide and ethnic cleansing, and more. For more, read Ken's recent book, Righting Wrongs: Three Decades on the Front Lines Battling Abusive Governments (Knopf, 2025).Righting Wrongs: https://a.co/d/gHkbmmwOUTLINE00:00 Introduction00:00:53 Why Human Rights?00:08:23 How Does Human Rights Watch Work?00:14:04 Can Putin or Orban Be Shamed?00:21:14 Can Trump Be Shamed into Standing Up to Putin?00:26:53 Libya, Gaddafi, and Forcing the Release of Political Prisoners00:29:14 Fighting the Dreaded M23 Rebel Group in Congo00:31:56 Why Governments Always Violate Human Rights00:33:57 Is Torture Ever Justified?00:38:21 Facts and Investigations00:46:27 Verifying Starvation and Famine in Gaza00:51:29 Can Netanyahu Be Shamed?00:58:24 Genocide vs. Ethnic Cleansing in Palestine01:04:16 The United States' Biggest Human Rights Violations01:09:24 Sudan: The World's Worst Humanitarian Crisis
Las rutas migratorias desde el continente africano hacia territorio europeo siguen siendo una fuente inacabable de muertes. Hoy mismo hemos sabido que unos 50 migrantes han fallecido y más de 100 han sido dados por desaparecidos tras hundirse la embarcación con la que intentaban llegar a las Canarias. Hace unos días HRW publicó un informe titulado “Me acusaron de intentar ir a Europa: abusos en el control migratorio y la externalización de la UE en Mauritania”, que documenta abusos cometidos por la policía, guardia costera, marina, gendarmería y el ejército de Mauritania en operativos fronterizos y de control migratorio. El documento acusa además a la UE y a España de externalizar y subcontratar su política de gestión migratoria con el gobierno mauritano. Judith Sunderland, directora asociada de la división de Europa y Asia Central de Human Rights Watch. Escuchar audio
Welcome back to The Keto Vegan, I'm Rachel, your host. Today marks our 100th show—and instead of our usual lighter fare, I'm turning the mic toward something deeply personal and urgent: the crisis in Gaza. I'll guide you through how consumer choices—from hummus to makeup, tech to banking—can support or stop the suffering. Plus, we'll unpack how our government plays into it and what steps you can take. Let's use our voices and wallets for justice. Key Takeaways Consumer Power Is Real – Our spending choices and boycotts send a message. Even one action can spark change. Know Your Labels – Brands like Sabra, SodaStream, Coca‑Cola, McDonald's and Dead Sea skincare may fund or benefit from the occupation. Tech & Finance Matter – Hewlett‑Packard, Barclays, AXA and others are implicated in enabling human rights violations through services or financing. UK's Role – The UK supplies vital F‑35 parts to Israel, facing criticism from Amnesty International and HRW, who argue this risks complicity in war crimes. You Have a Voice – Write your MP, sign petitions, join peaceful protest and support organisations like Amnesty and HRW. Hold Hope Close – Despite the darkness, there's UK humanitarian aid flowing. We can amplify it by visualising and acting for peace. Best Moments (verbatim) “I'm going to talk about food to avoid… Redefine Meat… founded in 2018 by Ness Ziona, which is in Israel…” “PepsiCo acquired SodaStream in 2018… previously manufactured in an illegal Israeli settlement. It also has a documented history of racial discrimination against Palestinian workers.” “Human rights organisations have strongly criticised this stance of the UK providing these F‑35 components… Amnesty International explicitly stated… this continued supply places the United Kingdom at risk of complicity in genocide.” “If you write a letter to your MP start with your full name and your address so they can see that you are one of their constituents…” “Focus on love, focus on compassion, focus on kindness, on harmony, on peace… visualising peace in Gaza.” #GazaBoycott #BDS #ConsumerActivism #UKArmTrade #HumanitarianAid #KetoVeganPodcast #EthicalLiving #PeaceInGaza #AmnestyInternational #HumanRightsWatch Valuable Resources Link to the information can be found here: https://theketovegan.life/%23100-boycotting-israel Watch here: https://www.youtube.com/@TheKetoVegan/podcasts Facebook group: https://www.facebook.com/groups/821471059206067 Email: rachelghinn@gmail.com
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Un informe publicado por la ONG relata prácticas en tres centros de detención de Florida que vulneran los derechos humanos y la legislación estadounidense en materia de migración. Hacinamiento, maltrato físico y psicológico, humillación e incluso muertes por falta de atención médica. La organización no gubernamental Human Rights Watch publicó el lunes 21 de julio un informe acerca de las violaciones de derechos humanos en tres centros de detención de migrantes en Estados Unidos, en el estado de Florida, entre los meses de enero y junio de 2025. Estos abusos, resultado de la actuación sistemática y deliberada de los guardias de seguridad y de los agentes de inmigración del gobierno estadounidense en estas cárceles, son "el resultado de un sistema de detención fundamentalmente deficiente", según el informe, elaborado a partir de entrevistas con reclusos del Centro de Procesamiento de Servicios de Krome (Krome), el Centro de Transición de Broward (BTC, por sus siglas en inglés) y el Centro Federal de Detención (FDC, por sus siglas en inglés) en Miami. "Algunas de estas personas estaban detenidas en los lugares donde hacen el procesamiento hasta 11 días, donde no había camas, el aire acondicionado estaba muy alto y tenían que dormir en el piso, sobre el cemento", señala Vicki Gaubeca, directora asociada de HRW para temas de migración. El texto recoge casos en los que se obligaba a los presos a comer en el suelo como si fuesen perros, y también de mujeres forzadas a usar el retrete a la vista de los hombres. Sin embargo, los abusos comienzan antes de llegar a las instalaciones, dentro de los autobuses en los que transportan a los detenidos. "Los trasladaban a todos encadenados, amarrados de pies, manos y cintura. También descubrimos que, en algunas ocasiones, los tuvieron detenidos en un autobús durante una noche entera, sin darles agua, ni comida ni la oportunidad de ir al baño. Es casi tortura", deplora Gaubeca. Saturación de cárceles En los tres centros de detención se supera la capacidad operativa. De acuerdo con el informe, en marzo, el número de detenidos en Krome era un 249% superior al nivel previo a la toma de posesión de Donald Trump, y en junio, los tres centros registraban una población un 111% más alta que antes de la investidura. Esto se debe principalmente a que el número de personas arrestadas por el Servicio de Control de Inmigración y Aduanas (ICE, por sus siglas en inglés) no ha hecho más que aumentar desde que Donald Trump llegó a la Casa Blanca. A finales de junio eran 56.000, un 40% más que hace un año. Es la cifra más alta en la historia de Estados Unidos. Sin embargo, 7 de cada 10 detenidos no tenía antecentes penales. Desde Human Rights Watch observan una vuelta de tuerca respecto de la primera administración Trump. "Lo que ahora estamos viendo es una intención por parte del presidente en cuanto al maltrato y la crueldad en contra de los inmigrantes. Lamentablemente, creo que vamos a observar un aumento en los abusos a los derechos humanos de los inmigrantes. De todos, no sólo de los detenidos, sino también de los que están en la comunidad". A nivel estatal, 45 de los 181 centros de detención autorizados superaban su capacidad, según datos del ICE. La superpoblación de las cárceles "va a servir de pretexto a Trump para construir nuevas instalaciones como la de Miami", advierte Gaubeca, refiriéndose a la reciente y polémica "Alligator Alcatraz", situada en el parque nacional de los Everglades, al sur de Florida, con capacidad para 5.000 personas. Human Rights Watch está investigando otros centros en los estados de Tejas, Arizona y California, donde ya se han detectando abusos similares.
Headlines for July 22, 2025; ICE Detained 6-Year-Old with Cancer for Over a Month: “He and His Sister Cried Every Night”; Trump Revokes Bond for Asylum Seekers, Forcing Immigrants to Fight Their Cases “Behind Bars”; “You Feel Like Your Life Is Over”: HRW Report Exposes Abuses in Trump’s Immigration Jails in Florida; “Life After”: Film Exposes How Medicaid Cuts, Assisted Dying Laws May Bring Disabled to Early Graves
Headlines for July 22, 2025; ICE Detained 6-Year-Old with Cancer for Over a Month: “He and His Sister Cried Every Night”; Trump Revokes Bond for Asylum Seekers, Forcing Immigrants to Fight Their Cases “Behind Bars”; “You Feel Like Your Life Is Over”: HRW Report Exposes Abuses in Trump’s Immigration Jails in Florida; “Life After”: Film Exposes How Medicaid Cuts, Assisted Dying Laws May Bring Disabled to Early Graves
Des dizaines de personnes sont toujours portées disparues au Texas. Les importantes inondations qui ont touché cet État du sud des États-Unis ont déjà fait au moins 82 morts, dont 28 enfants. Face à des pluies abondantes, le fleuve Guadalupe s'est transformé en torrent meurtrier en moins d'une heure. Une colonie de vacances a notamment été inondée. Dix jeunes filles et une monitrice figurent parmi les personnes encore recherchées. Le journal local Houston Chronicle publie d'ores et déjà les photos de personnes décédées et de celles recherchées. Notamment deux sœurs mortes agrippées l'une à l'autre. Face à la violence du drame, les médias se posent aussi des questions sur les responsables. Pourquoi n'y a-t-il pas eu d'évacuation alors que les autorités locales ont reçu des alertes 24 à 48h avant le drame ? CBS News Texas a notamment tenté de poser la question hier (6 juillet 2025) lors d'une conférence de presse locale de Kerr : « C'est une bonne question mais nous nous concentrons pour l'instant sur les recherches pour sauver 11 jeunes filles toujours disparues », répond le sheriff. Le journaliste de CBS News décrit une conférence de presse brusquement écourtée. C'est à cette question que le Houston Chronicle consacre son éditorial. « Il est bien sûr impossible de prévoir des inondations plusieurs jours en avance. Mais jeudi à une heure de l'après-midi, le service de météorologie nationale avait suffisamment d'informations pour lancer une veille sur les inondations. Ils ont finalement diffusé une alerte 12h plus tard à 1h du matin le vendredi. Des alertes au niveau local auraient dû être déclenchées automatiquement. Ces alertes n'ont été diffusées que 4h avant la catastrophe qui a surpris les habitants vers 7h du matin vendredi. « Les autorités du Texas ont-elles fait suffisamment pour éviter les dégâts causés par les inondations ? », questionne la Une du Dallas Morning News aujourd'hui. Plus précisément : les suppressions d'emplois fédéraux menées par l'administration Trump ont-ils entravé le service de météorologie publique. Les autorités locales et nationales ont pointé du doigt le manque d'alerte des météorologistes. Mais, ces derniers affirment que les autorités avaient reçu suffisamment d'alerte pour réagir et lancer une évacuation. Le journal ajoute que les équipes de météorologie nationale ont perdu 25% de son personnel. Ainsi l'agence locale de New Braunfels n'a plus de coordinateur météorologiste. C'est lui qui travaille normalement avec les agents locaux chargés des inondations et d'autres désastres. Face à l'ampleur de la catastrophe, la presse nationale s'interroge également La région du Texas Hill Country n'est pas étrangère à ce type d'inondations, rappelle le Washington Post. Pourquoi ont-ils été pris au dépourvu ? Alors que les météorologistes annonçaient de fortes pluies dès jeudi, certaines autorités locales ne se préparaient qu'aux célébrations de la fête nationale vendredi, raconte le journal. Au-delà de la place vacante du coordinateur de météorologie locale due à la réduction d'effectifs ordonnée par l'administration Trump, le journal soulève également le manque de système d'alerte efficient dans la zone. Les autorités locales avaient voulu en mettre un en place, mais il avait été jugé trop extravagant et trop coûteux. Il y a huit ans, les responsables du comté de Kerr avaient en effet demandé de faire davantage pour construire un système d'alerte autour des rives de la rivière Guadalupe, rappelle le New York Times. Mais comme aucune mesure n'a été prise, il n'y avait ni sirène ni dispositif de surveillance précoce, ces derniers jours. Les alertes par SMS sont arrivées tardivement dans une zone où la couverture téléphonique n'est pas stable. Une partie du Texas est toujours sous une pluie abondante. L'alerte aux inondations a été prolongée au moins jusqu'à ce soir (7 juillet 2025) 20h, heure locale. Haïti : « La mission de maintien de la paix doit avoir un mandat adapté » Une fois de plus, Human Rights Watch s'alarme de la situation en Haïti et interpelle la communauté internationale. Il faut plus de moyens pour la Mission multinationale qui ne parvient pas, pour l'instant, à lutter contre les gangs et à limiter leur emprise, plus de moyens aussi pour aider les déplacés qui sont aujourd'hui 1 300 000 dans le pays. Les équipes de Human Rights Watch se rendent régulièrement en Haïti. Cette fois, il était trop dangereux de se rendre à Port-au-Prince. C'est donc à Cap Haïtien, à 200 km au nord de la capitale que s'est déroulée la dernière mission. Nathalye Cotrino, chercheuse senior auprès de la division Amériques de Human Rights Watch et ses collègues ont mené toute une série d'entretiens avec des travailleurs humanitaires, des représentants de la société civile et des agences des Nations unies. Les gangs ont mis au point de nouvelles stratégies pour vider certains quartiers de Port-au-Prince de leurs habitants : messages sur les réseaux sociaux pour prévenir d'une attaque imminente ou incendies des habitations en bordure des zones visées. L'expansion territoriale des gangs affecte progressivement des couches plus aisées de la société. Cap Haïtien, lieu de refuge, n'a pas les moyens de faire face. Il n'y a pas de centres pour les accueillir. Chacun doit se débrouiller pour se loger chez un proche ou en louant une chambre. « La plupart d'entre eux dorment à 7, 10 ou même 15 personnes dans la même pièce », explique Nathalye Cotrino de HRW. Ils dorment à même le sol, sur un morceau de carton ou de plastique. Tous nous ont raconté qu'ils ne mangent pas tous les jours. Certains n'avaient rien avalé depuis 2 jours. Cap Haïtien est dans une situation économique difficile, notamment à cause de la violence à Port-au-Prince. Mais cette situation s'explique aussi par la concentration de l'aide humanitaire dans la capitale et dans le sud du pays. À Cap-Haïtien, il n'y a aucune aide humanitaire. Le gel des financements américains a considérablement réduit les capacités d'action des agences onusiennes. Elles ne peuvent tout simplement pas aider tout le monde. » Les déplacés interrogés par Human Rights Watch disent ne pas recevoir d'aide non plus de la part du gouvernement ou de la ville. Cap Haïtien n'a même pas de registre qui permettrait de savoir combien ils sont. Human Rights Watch demande à la communauté internationale d'agir de toute urgence. La Mission multinationale d'appui à la sécurité est sous-équipée. Elle n'est composée que de 991 hommes sur les 2.500 annoncés et n'a pu ouvrir que 3 des 12 bases promises. Elle n'a plus l'argent pour fonctionner jusqu'en septembre. Pour Human Rights Watch, il faut la transformer en mission des Nations unies, mais avec un mandat spécifique. « Nous avons affaire à du crime organisé avec des ramifications internationales, justifie Nathalye Cotrino. Ça ne peut donc pas être une mission de maintien de la paix classique. Il lui faut un mandat adapté, mais aussi des objectifs plus larges comme la stabilisation politique, la restauration du système judiciaire et de l'état de droit. Ça ne sert à rien de capturer les chefs des gangs si on n'a pas de programmes de réinsertion pour les jeunes car on sait que les effectifs des groupes criminels sont composés de 30 à 50% de mineurs. » Mais pour obtenir la création d'une mission des Nations unies, il faut qu'un pays se saisisse du dossier. Pour l'instant, personne ne semble prêt à assumer ce rôle. Haïti : « Les citoyens haïtiens n'ont presque plus aucun droit » Cette situation catastrophique a évidemment des conséquences très lourdes sur les droits des Haïtiens bafoués. Des milliers de familles n'ont pas de quoi répondre aux besoins de base à Port-au-Prince ou dans certaines zones du pays, dans un État en faillite dans l'impasse politique. Les citoyens haïtiens n'ont presque plus aucun droit selon l'Office de la protection du citoyen. Le protecteur du citoyen Wilner Morin appelle l'État à prendre ses responsabilités. Son interview réalisée par notre correspondant Peterson Luxama est à retrouver dans cette tranche. Tour de France : où sont les cyclistes péruviens ? Le Tour de France a commencé ce week-end, la 3ème étape se déroule aujourd'hui entre Valenciennes et Dunkerque, dans le nord du pays. En plus des grands favoris, on devrait voir briller des Colombiens et des Équatoriens sur les routes du Tour. En revanche, pas de coureur péruvien. Pays vastes, aux paysages variés et frontalier de la Colombie et de l'Équateur, qu'est-ce qui manque encore au Pérou pour avoir des coureurs renommés ? Notre correspondant sur place Martin Chabal est allé à la rencontre des cyclistes au Pérou. Reportage. La 1ère : Jennifer Geerlings-Simons, première femme élue présidente du Suriname Hier (6 juillet 2025), Jennifer Geerlings-Simons a officiellement été nommée présidente du Suriname. Cette ancienne colonie néerlandaise, aujourd'hui pays indépendant et membre de la Communauté Caribéenne, la CARICOM.Le 16 juillet 2025 aura lieu, l'investiture de Jennifer Geerlings-Simons. Les précisions de Pierre Tréfoux.
ဇွန်လ ၂၀ ရက်၊ သောကြာ ညချမ်း ဘီဘီစီမြန်မာပိုင်း ရေဒီယို အစီအစဉ် - မြန်မာစစ်တပ်ဟာ တကျော့ပြန် အာဏာသိမ်းခဲ့တဲ့ ၂၀၂၁ ဖေဖေါ်ဝါရီလ နောက်ပိုင်း က စလို့ ကလေးစစ်သား အသုံးချမှု တိုးမြင့် လုပ်လာ ခဲ့တာမှာ စစ်မှုထမ်း ဥပဒေ အသက်သွင်းလိုက်တဲ့ ၂၀၂၄ နှစ်ဆန်းပိုင်းက စလို့ အဆမတန် များလာ နေတယ် ဆိုပြီး နိုင်ငံတကာ လူ့အခွင့်အရေး စောင့်ကြည့်ရေး အဖွဲ့ HRW ပြော - ကုလသမဂ္ဂ အတွင်းရေးမှူးချုပ် အန်တိုနီယို ဂူတားရက်စ်ကလည်း မနေ့ ဇွန် ၁၉ ရက်စွဲနဲ့ပဲ နိုင်ငံတကာမှာ လက်နက်ကိုင် ပဋိပက္ခတွေထဲ ကလေးသူငယ်တွေကို အသုံးချမှုနဲ့၊ ကလေးသူငယ်တွေ ထိခိုက်ခံစား နေရတဲ့ အခြေအနေတွေ အကြောင်း အသေးစိတ် အစီရင်ခံစာ ထုတ်ပြန်တာမှာ မြန်မာနဲ့ ပတ်သက်ပြီးတော့လည်း အသေးစိတ် အချက်အလက်တွေ ထည့်သွင်းထား - ကုလ အတွင်းရေးမှူးချုပ်ရဲ့ အစီရင်ခံစာ အရ …. မိန်းကလေးငယ် ၁၅ ယောက် အပါအဝင် ကလေးစစ်သားတွေ အဖြစ် စုစောင်းခဲ့တဲ့ အမှု ကိစ္စပေါင်း ၄၈၂ မှု ပေါ်ပေါက်ခဲ့ကြောင်း အတည်ပြုထားနိုင်တာမှာ အများစုဟာ မြန်မာအာဏာသိမ်း စစ်တပ်နဲ့ သူတို့ရဲ့ ဩဇာခံ လက်နက်ကိုင်အဖွဲ့တွေက ကျူးလွန်ခဲ့တာ ဖြစ်တယ်လို့ ဆို - မြန်မာ စစ်တပ်နဲ့ လက်တွဲ အလုပ်လုပ်တဲ့ လက်နက်ကိုင် အဖွဲ့တွေလို့ ဆိုရာမှာ နယ်ခြားစောင့်တပ်နဲ့ ပျူစောထီးလို့ ခေါ်တဲ့ ပြည်သူ့စစ်တွေ အပြင်၊ RSO နဲ့ ARSA တို့လို ရိုဟင်ဂျာ လက်နက်ကိုင် အဖွဲ့တွေကိုပါ ကုလ သမဂ္ဂက ရည်ညွှန်းထား။ ပြည်သူ့ကာကွယ်ရေး အဖွဲ့တွေနဲ့ တိုင်းရင်းသား လက်နက်ကိုင် တော်လှန်ရေး အဖွဲ့တွေ ထဲမှာလည်း ကလေးစစ်သား အသုံးချမှု အရေအတွက် တချို့ရှိကြောင်းလည်း ဖော်ပြထားတာတွေ့ရ- ရှမ်းမြောက်မှာ တရုတ်ဖိအားကြောင့် ကိုးကန့်တပ် MNDAA နဲ့ တအာင်းတပ် TNLA တို့ အပစ်ခတ် ရပ်စဲထားရပြီး ၊ သိမ်းပိုက်ထားတဲ့နယ်မြေ တချို့ကနေ ပြန်ဆုတ်ခွာပေးနေရအချိန် ၊ ရခိုင်ပြည်နယ် တောင်ပိုင်းဒေသက တရုတ်စီမံကိန်းတွေ ရှိနေတဲ့ ကျောက်ဖြူမြို့ မှာတော့ တိုက်ပွဲဟာ ပိုမို ပြင်းထန်လာနေပါတယ်။ အခုတိုက်ပွဲတွေမှာ အာရက္ခတပ်တော် အေအေ က ကျောက်ဖြူမြို့သိမ်းဖို့အထိ ဖြစ်လာနိုင်ပါသလား။ တရုတ်စီမံကိန်းတွေအပေါ် အေအေရဲ့ သဘာထား ဘယ်လိုရှိပါသလဲ .... ဘီဘီစီ သတင်းလွှာ- စစ်ကိုင်းတိုင်း၊ ပုလဲမြို့နယ်ထဲ စစ်ကောင်စီ တပ်စွဲထားတဲ့ ကန့်ဒေါင့် ရဲစခန်းကို ပြည်သူ့လွတ်မြောက်ရေး တပ်မတော် -PLA နဲ့ မဟာမိတ် တပ်ပေါင်းစုတွေ သိမ်းပိုက်လိုက်ပြီလို့ ကြေညာလိုက်ပါတယ်။ အဲဒီ စခန်းမကျရေး အတွက် စစ်ကောင်စီက လေကြောင်းကော မြေပြင်စစ်ကူတွေ နဲ့ပါ အပြင်းအထန် ခုခံ ခဲ့တဲ့ ကြားကပဲ လက်လွှတ်ခဲ့ရတာ ဖြစ်ပါတယ်။ ကန့်ဒေါင့်ရဲစခန်း တိုက်ပွဲ အကြောင်း ဘီဘီစီ သတင်းထောက်ရဲ့ သတင်းပေးပို့ချက်- အခုနှစ်ကုန်ပိုင်းမှာ ကျင်းပမယ့် ရွေးကောက်ပွဲအတွက် ပြည်ထောင်စု ရွေးကောက်ပွဲကော်မရှင် အဖွဲ့ ခွဲ အဆင့်ဆင့် ဖွဲ့စည်းတဲ့အခါ နိုင်ငံ့ဝန်ထမ်းကို ဥက္ကဋ္ဌအဖြစ် ခန့်အပ်ခွင့် ရှိတယ် ဆိုပြီး ရွေးကောက်ပွဲ ဥပဒေကို စစ်ကောင်စီက ပြင်ဆင် ပြဌာန်းလိုက်ပါတယ်။ ဘာလို့ အဲဒီလို ခြေလှမ်းမျိုး ပြုလုပ် လာရတာပါလဲ။ စစ်ကောင်စီကျင်းပမယ့် ရွေးကောက်ပွဲအပေါ် လေ့လာစောင့်ကြည့်သူတွေရဲ့ အမြင် စုစည်းမှု- မြန်မာစစ်ကောင်စီကို စစ်လေယာဉ်တွေ … လက်နက်တွေ ရောင်းချပေးနေတဲ့ တရုတ်အစိုးရပိုင် (AVIC - အေ ဗွီ အိုင်စီ) ကုမ္ပဏီ ထံကနေ ဥရောပ လေယာဉ် ကုမ္ပဏီကြီး AirBus က သူတို့ ရင်းနှီးမြှုပ်နှံထားတာတွေကို ပြန် ထုတ်လိုက်ပါတယ်။ လေယာဉ်ထုတ်လုပ်တဲ့ ကုမ္ပဏီတွေထဲ ဥရောပမှာ AirBus ဟာ အကြီးဆုံး ကုမ္ပဏီပါ၊ ဒီကုမ္ပဏီက အခုလို တရုတ်ကုမ္ပဏီမှာ ရင်းနှီးထားတာတွေကို ထုတ်ပယ် လိုက်တဲ့အပေါ် …. အဲဒီလို လုပ်ဆောင်ပေးဖို့ ဆော်ဩနေကြတဲ့ မြန်မာ့အရေး ဆောင်ရွက် ကြသူတွေက ကြိုဆိုကြသလို ၊ သူတို့ လှုပ်ရှား ဆော်ဩနေခဲ့ကြတာတွေရဲ့ အောင်မြင်မှု တခုအနေနဲ့လည်း ဂုဏ်ယူကြပါတယ်။ ဒီကမ်ပိန်း လှုပ်ရှားမှုထဲ ပါဝင်ခဲ့တဲ့ အဖွဲ့တဖွဲ့ဖြစ်တဲ့ ဗြိတိန်အခြေစိုက် Stars of Myanmar Friendship အဖွဲ့နဲ့ ဘီဘီစီ မေးမြန်းခန်း- နိုင်ငံတကာဘက်ကို ကြည့်ရင်တော့ ….. အစ္စရေးနဲ့ အီရန်တို့ အပြန်အလှန် တိုက်ခိုက်မှုတွေဟာ အခုဆိုရင် ဒုတိယမြောက် သီတင်းပတ်ထဲကို ဝင်ရောက်လာခဲ့ပြီ ဖြစ်၊ အစ္စရေး စစ်တပ်က အီရန်ထဲက ဒါဇင်တချို့ထိအောင် ရှိတဲ့ ပစ်မှတ်နေရာတွေကို တိုက်ခိုက်ခဲ့တာမှာ .... မြို့တော် တီဟီရန် ပရိဝဏ်ထဲမှာ ပါတဲ့ ဒုံးကျည် ထုတ်လုပ်တဲ့ နေရာတွေလည်း ပါဝင်တယ် ဆိုပြီး ထုတ်ပြန်၊ ဒါ့အပြင် အီရန်ရဲ့ စစ်ဘက် သုတေသန ဌာနချုပ်ကိုပါ ဖျက်စီးနိုင်ခဲ့တယ်လို့လည်း ဆို- အစ္စရေးထဲမှာလည်း အီရန်ရဲ့ ဒုံးကျည်တွေ ကျရောက် ပေါက်ကွဲတဲ့ နေရာတွေ ရှိ၊ အစ္စရေး တောင်ဘက် ဘီးရ်ရှီးဘား မြို့က နည်းပညာ လုပ်ငန်းတွေ စုဝေး တည်ရှိတဲ့ နေရာကို အီရန် ဒုံးကျည် ထိမှန်ခဲ့ပြီး၊ အဆောက်အအုံ တချို့ ထိခိုက် ပျက်စီးသွား- အစ္စရေးနဲ့ အီရန်ကြား ပေါ်ပေါက်နေတဲ့ ပဋိပက္ခကို လျှော့ချ နိုင်ဖို့ အတွက်၊ ဥရောပ နိုင်ငံတွေရဲ့ နိုင်ငံခြားရေး ဝန်ကြီးတွေဟာ အီရန် နိုင်ငံခြားရေး ဝန်ကြီး အက်ဘ်ဘတ်စ် အာရက်ခီ နဲ့ ဂျီနီဗာမြို့မှာ ဒီကနေ့ တွေ့ဆုံဖို့ ရှိနေ- ကမ္ဘောဒီးယားရဲ့ ဩဇာကြီး ဝန်ကြီးချုပ်ဟောင်း ဟွန်ဆန်နဲ့ တယ်လီဖုန်း ပြောဆိုထားတဲ့ အသံဖိုင် ပေါက်ကြားခဲ့ပြီးတဲ့နောက်၊ ထိုင်းနိုင်ငံထဲ ဖိအားတွေ ကြီးကြီးမားမားနဲ့ ရင်ဆိုင်နေရတဲ့ ဝန်ကြီးချုပ် ပယ်ထုန်တန် ရှင်နာဝပ်ဟာ ကမ္ဘောဒီးယား နယ်စပ်မှာ နေရာချထားတဲ့ ထိုင်း တပ်ဖွဲ့တွေ ဆီ သွားရောက်၊ စတဲ့ ထိပ်တန်း မြန်မာနဲ့ နိုင်ငံတကာ သတင်းတွေကို တင်ဆက်ပေးထားပါတယ်။ ဘီဘီစီရဲ့ ရေဒီယိုအစီအစဉ်တွေကို အင်တာနက်ဝက်ဘ်ဆိုက်နဲ့ ပေါ့ဒ်ကတ်စ်တွေကနေလည်း နားဆင် နိုင်ပါတယ်။ ----- ဘီဘီစီရဲ့ ရေဒီယိုအစီအစဉ်တွေကို အင်တာနက်ဝက်ဘ်ဆိုက်နဲ့ ပေါ့ဒ်ကတ်စ်တွေကနေလည်း နားဆင် နိုင်ပါတယ်။ ညပိုင်းအစီအစဉ် ပေါ့ဒ်ကတ်စ် နားဆင်ရန် https://bbc.in/36H8bsY ညပိုင်း ထုတ်လွှင့်မှု နားဆင်ရန် https://bbc.in/2TSNLYZ အသံလွှင့်နေစဉ် တိုက်ရိုက်နားဆင်ရန် - https://bbc.in/36EzLXM #ဘီဘီစီမြန်မာပိုင်း #ရေဒီယို
La ONG HRW denuncia que Estados Unidos expulsó 'injustamente' a 200 personas de diversos países, incluidos menores de edad, tras retenerlos 'en condiciones de detención abusivas' antes de trasladarlos al Centro de Atención Temporal para Migrantes (CATEM) en el sur de Costa Rica. La ONG estima que 'la complicidad' de Costa Rica con las expulsiones abusivas de EE.UU. daña su buena reputación como país de acogida para personas refugiadas'. Entrevistas: Mariana Rivera. Presentación: Ana María Ospina. En febrero pasado, aterrizaron en Costa Rica dos vuelos provenientes de los Estados Unidos con 200 personas migrantes expulsadas por el gobierno de Donald Trump. Human Rights Watch denuncia en un informe "violaciones claras de los derechos humanos por parte de Estados Unidos" y "una negligencia alta" por parte de Costa Rica al aceptar a estas personas sin las condiciones que garanticen sus derechos y necesidades.La mayoría de las personas deportadas son originarias de países en conflicto como Afganistán, la República Democrática del Congo, Irán, Rusia o Turquía, y solicitantes de asilo, aseguró el asesor jurídico principal de la División de Derechos del Niño de la organización, Michael García Bochenek, y principal autor del reporte.El informe documenta las expulsiones de Estados Unidos y denuncia condiciones de detención abusivas, negación de derechos al debido proceso y a solicitar asilo. También detalla que las autoridades de Costa Rica detuvieron durante dos meses a las personas expulsadas y retuvieron sus pasaportes, sin base legal. Además, les transmitieron mensajes contradictorios sobre su condición."Lo que hemos visto desde el principio ha sido una mezcla de mensajes por parte de Costa Rica. Primero, las autoridades de ese país hablaron solamente de regresarlos a sus países de origen. Pero esto nunca fue una posibilidad para la mayoría de estas personas. Estamos hablando de gente que ha sufrido persecución y que está huyendo de la guerra", señaló García Bochenek.A tres meses de su ingreso al país centroamericano, 97 de los migrantes expulsados de Estados Unidos aceptaron volver a sus países presionados por la situación, otros dejaron el Centro de Atención Temporal para Migrantes (CATEM), luego de que les devolvieran sus pasaportes.Aproximadamente 50 personas, entre ellas menores de edad, aún se encuentran en un limbo legal, y con la incertidumbre de saber si obtendrán un permiso humanitario especial de 90 días para solicitar asilo en Costa Rica o si deben regresar a su país."A fines de marzo estaban hablando de la posibilidad de ir a un tercer país, pero sin suministrar más detalles. Luego, hablaron de la posibilidad de solicitar asilo en Costa Rica. En este punto es en el que estamos ahora. Pero la gente no tiene el apoyo concreto que necesitan para convertir esto en una realidad", afirmó el asesor legal.Costa Rica, reputación en juegoMientras las autoridades costarricenses han defendido el papel del país como un "puente humanitario", para HRW, en cambio, "la complicidad de Costa Rica con las expulsiones abusivas de Estados Unidos daña su buena reputación como país de acogida para personas refugiadas"."En el sentido de que aceptaron a 200 personas sin plan para su futuro, sin una preparación adecuada para recibir a estas personas durante el tiempo que realmente iban a estar en Costa Rica. Ya van tres meses. Esto incluye falta de educación para los niños y falta de apoyo adecuado para los que no han aceptado regresar a sus países de origen", alegó Michael García Bochenek.Costa Rica aún está a tiempo de recuperar sus compromisos asumidos por décadas, dice Human Rights Watch: "El gobierno costarricense también debería—como remedio parcial por el daño que causó con dos meses de detención arbitraria y en reconocimiento de su responsabilidad por haber aceptado que se enviará a personas a Costa Rica contra su voluntad—proporcionar de inmediato autorización de trabajo, ayuda para la vivienda y, según sea necesario, formación laboral, clases de idioma y ayuda para encontrar trabajo a aquellos que deseen solicitar asilo en Costa Rica".Informe:https://www.hrw.org/es/report/2025/05/22/la-estrategia-es-doblegarnos/expulsion-de-ciudadanos-de-terceros-paises-desde
La ONG HRW denuncia que Estados Unidos expulsó 'injustamente' a 200 personas de diversos países, incluidos menores de edad, tras retenerlos 'en condiciones de detención abusivas' antes de trasladarlos al Centro de Atención Temporal para Migrantes (CATEM) en el sur de Costa Rica. La ONG estima que 'la complicidad' de Costa Rica con las expulsiones abusivas de EE.UU. daña su buena reputación como país de acogida para personas refugiadas'. Entrevistas: Mariana Rivera. Presentación: Ana María Ospina. En febrero pasado, aterrizaron en Costa Rica dos vuelos provenientes de los Estados Unidos con 200 personas migrantes expulsadas por el gobierno de Donald Trump. Human Rights Watch denuncia en un informe "violaciones claras de los derechos humanos por parte de Estados Unidos" y "una negligencia alta" por parte de Costa Rica al aceptar a estas personas sin las condiciones que garanticen sus derechos y necesidades.La mayoría de las personas deportadas son originarias de países en conflicto como Afganistán, la República Democrática del Congo, Irán, Rusia o Turquía, y solicitantes de asilo, aseguró el asesor jurídico principal de la División de Derechos del Niño de la organización, Michael García Bochenek, y principal autor del reporte.El informe documenta las expulsiones de Estados Unidos y denuncia condiciones de detención abusivas, negación de derechos al debido proceso y a solicitar asilo. También detalla que las autoridades de Costa Rica detuvieron durante dos meses a las personas expulsadas y retuvieron sus pasaportes, sin base legal. Además, les transmitieron mensajes contradictorios sobre su condición."Lo que hemos visto desde el principio ha sido una mezcla de mensajes por parte de Costa Rica. Primero, las autoridades de ese país hablaron solamente de regresarlos a sus países de origen. Pero esto nunca fue una posibilidad para la mayoría de estas personas. Estamos hablando de gente que ha sufrido persecución y que está huyendo de la guerra", señaló García Bochenek.A tres meses de su ingreso al país centroamericano, 97 de los migrantes expulsados de Estados Unidos aceptaron volver a sus países presionados por la situación, otros dejaron el Centro de Atención Temporal para Migrantes (CATEM), luego de que les devolvieran sus pasaportes.Aproximadamente 50 personas, entre ellas menores de edad, aún se encuentran en un limbo legal, y con la incertidumbre de saber si obtendrán un permiso humanitario especial de 90 días para solicitar asilo en Costa Rica o si deben regresar a su país."A fines de marzo estaban hablando de la posibilidad de ir a un tercer país, pero sin suministrar más detalles. Luego, hablaron de la posibilidad de solicitar asilo en Costa Rica. En este punto es en el que estamos ahora. Pero la gente no tiene el apoyo concreto que necesitan para convertir esto en una realidad", afirmó el asesor legal.Costa Rica, reputación en juegoMientras las autoridades costarricenses han defendido el papel del país como un "puente humanitario", para HRW, en cambio, "la complicidad de Costa Rica con las expulsiones abusivas de Estados Unidos daña su buena reputación como país de acogida para personas refugiadas"."En el sentido de que aceptaron a 200 personas sin plan para su futuro, sin una preparación adecuada para recibir a estas personas durante el tiempo que realmente iban a estar en Costa Rica. Ya van tres meses. Esto incluye falta de educación para los niños y falta de apoyo adecuado para los que no han aceptado regresar a sus países de origen", alegó Michael García Bochenek.Costa Rica aún está a tiempo de recuperar sus compromisos asumidos por décadas, dice Human Rights Watch: "El gobierno costarricense también debería—como remedio parcial por el daño que causó con dos meses de detención arbitraria y en reconocimiento de su responsabilidad por haber aceptado que se enviará a personas a Costa Rica contra su voluntad—proporcionar de inmediato autorización de trabajo, ayuda para la vivienda y, según sea necesario, formación laboral, clases de idioma y ayuda para encontrar trabajo a aquellos que deseen solicitar asilo en Costa Rica".Informe:https://www.hrw.org/es/report/2025/05/22/la-estrategia-es-doblegarnos/expulsion-de-ciudadanos-de-terceros-paises-desde
Human Rights Watch ha publicado un informe que documenta violaciones de los derechos humanos cometidas por el gobierno venezolano y sus instrumentos de represión desde las pasadas elecciones presidenciales de julio de 2024. Hablamos sobre ello con Juanita Goebertus, Directora para las Américas de HRWEscuchar audio
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En un informe publicado el 19 de febrero, Human Rights Watch concluye que hay graves falencias en la investigación de homicidios dolosos en México. La mayoría de los procesos no avanzan y a menudo se cierran o se archivan sin que lleguen a un juez. En el informe también aseguran que "la politización de la justicia y la militarización no ayudan a reducir la violencia criminal". Hablamos con Tyler Mattiace, investigador para México de HRW. RFI: ¿Por qué ustedes aseguran en el informe que hay graves falencias en la investigación de homicidios en México? Tyler Mattiace: Este informe se enfocó específicamente en el tema de homicidios dolosos y encontramos que sólo el 17% de todos los homicidios, desde 2010 a 2022, fueron esclarecidos, con un sospechoso identificado. Y como la mitad de esos casos, o sea el 9%, llegaron a una sentencia. Así que realmente el problema grave aquí es por una falta de capacidades humanas y materiales, por coordinación ineficaz, por problemas con la protección de víctimas y la participación de víctimas y testigos en las investigaciones. La mayoría de las investigaciones por homicidio en México nunca llegan ante un juez. RFI: ¿Cuáles son los mayores retos que enfrenta la justicia mexicana? Tyler Mattiace: Uno de los retos mayores que enfrenta en casi todo el país es que la mayoría de las personas que podrían ser testigos en investigaciones tienen muchísimo miedo de compartir información porque podrían enfrentar represalias. Pero las fiscalías en el país no están cumpliendo con su obligación de protección efectiva a las víctimas y a los testigos. Y muchísimos casos, que nosotros documentamos en este informe, cayeron porque el testigo fue asesinado. RFI: ¿Qué recomendación hacen a la justicia mexicana a raíz de este informe? Tyler Mattiace: Concretamente, voy a mencionar algunos puntos. Uno es un esfuerzo a nivel nacional para fortalecer las capacidades en términos de capacitación y de recursos y materiales de todas las fiscalías, pero con un enfoque en las fiscalías en las partes del país con mayor tasa de violencia. Segundo, todas las fiscalías en el país deberían ser requeridas por ley de establecer planes de persecución penal estratégica que establecerían lineamientos para que los fiscales sepan cómo priorizar los casos porque tienen realmente altísimas cargas de trabajo y no les alcanza el tiempo. Y una recomendación importante es mejorar los mecanismos de supervisión y control en todas las fiscalías. Hay temas muy graves de abusos y corrupción que realmente impactan negativamente en las investigaciones.
Joe's Premium Subscription: www.standardgrain.comGrain Markets and Other Stuff Links-Apple PodcastsSpotifyTikTokYouTubeFutures and options trading involves risk of loss and is not suitable for everyone.0:00 Rollins Confirmed2:05 DOGE and USDA3:53 Corn and Wheat Rally5:24 Black Sea Tensions8:28 Year-Round E15?10:00 The Funds11:06 Brazil Update12:26 US Corn is CompetitiveBrooke Rollins Confirmed as US Secretary of Agriculture
Avanza SomosMX para obtener su registro como Partido Político NacionalUnidad Móvil de Esterilización brinda atención en el Deportivo Pavón en la MHHRW advierte que plan de Trump para Gaza equivale a una limpieza étnicaMás información en nuestro Podcast
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Human Rights Watch (HRW) just released its annual report about the human rights situation around the world https://www.hrw.org/world-report/2025. The report points to a deterioration in rights in Central Asia in such areas as civil society, freedom of media, the judicial process, the rights of minority groups and vulnerable segments of the population, and more. Joining host Bruce Pannier to discuss the report are Syinat Sultanalieva, HRW's researcher covering Kyrgyzstan and Tajikistan, and Hugh Williamson, HRW's director for Europe and Central Asia.
Marco Rubio sigue con el tema Venezuela Gustavo Bolívar participando en política ELN y FARC en guerra en el Catatumbo Vicky Dávila presenta su equipo económico Segunda alza de peajes y queda otra para abrilColombia encabeza bloque para enfrentar a Trump Exministro de Petro trabajará con Gregorio Eljach El informe de HRW que indica que las cosas van peor en orden público en Colombia Santos le pide a Petro implementar con eficacia el acuerdo con las FARC
A partir del 24 de diciembre comenzarán los pagos del programa Producción del Bienestar En Chihuahua Morena y el PAN aprobaron una reforma al Poder Judicial localHRW acusó a Israel de exterminio y genocidio en GazaMás información en nuestro podcast
Human Rights Watch acusa a la fiscal general de Guatemala, Consuelo Porras, de investigar "por motivos políticos" al gobierno del presidente Bernardo Arévalo en vez de combatir la corrupción y el crimen organizado en el país. La corrupción sigue estando muy presente en Guatemala. Así lo expresa Human Rights Watch, que acusa a la fiscal general de este país, Consuelo Porras, de perseguir al gobierno "por motivos políticos". Juanita Goebertus, abogada y directora para las Américas de esta ONG, explicó a RFI desde cuando comenzaron las investigaciones contra el actual presidente Bernardo Arévalo."La Fiscal General de Guatemala, Consuelo Porras, ha impulsado investigaciones penales que, en nuestra opinión, desde Human Rights Watch, realmente tienen motivos políticos en contra de varios miembros del Gobierno del Presidente Arévalo. Este es un patrón que hay que decirlo, inició luego de que Bernardo Arévalo fuera elegido Presidente en el proceso de transición antes de que se posesionara", comienza Goebertus."Gracias a la presión muy importante de la Unión Europea y Estados Unidos, que han sancionado a Consuelo Porras y a varias de las personas que trabajan directamente con ella, Arévalo pudo posesionarse", continúa.Leer tambiénLa fiscal general Consuelo Porras se niega a renunciar y a reunirse con el presidente de GuatemalaLa representante de HRW detalló además las acciones de Porras: "En el tiempo reciente, que es lo que nosotros estamos reportando, el Ministerio Público inició por lo menos 17 investigaciones contra funcionarios gubernamentales de alto nivel del Gobierno y ha solicitado al menos seis veces a la Corte Suprema que se retire la inmunidad del Presidente Arévalo". La abogada nos informa que la fiscal general de Guatemala, es objeto de sanciones por parte de la Unión Europea por acciones que socavan la democracia y de Estados Unidos por participación en hechos de corrupción.Human Rights Watch se preocupa de las consecuencias que puede tener para los guatemaltecos el uso de la justicia con fines políticos: "El 2 de diciembre enviamos una carta a la fiscal y, sin embargo, a día de hoy no hemos recibido respuesta. Ante todo estamos mostrando que este uso de la justicia con fines políticos ha generado que el Ministerio Público desatienda sus funciones ordinarias y constitucionales".Leer tambiénArévalo lanza una comisión para luchar contra la corrupción en Guatemala"Eso ha implicado que no avanzan investigaciones sobre corrupción -prosigue Goebertus-. Por ejemplo, Consuelo Porras, cerró investigaciones sobre presuntos sobornos que habría recibido el expresidente Alejandro Giammattei. En agosto la Administración Tributaria interpuso una denuncia penal contra 410 empresas por una presunta evasión fiscal y lo que hizo el Ministerio Público, en vez de ahondar en esta investigación, fue a abrir una investigación en contra del director de la agencia, que era quien había presentado la denuncia, por lo tanto, desincentivando cualquiera de estas denuncias". Juanita Goebertus concluye alertando sobre los avances legales de la fiscal general en su intento de destituir al presidente y cómo ello puede ocurrir, si las instituciones internacionales no se activan para defender el Estado de derecho en Guatemala. Leer también'Arévalo podría terminar en una celda como a la que yo quizá regrese': José Rubén Zamora
La Corte Penal Internacional ha emitido órdenes de detención contra el primer ministro israelí, Benjamin Nentayahu, y su exministro de Defensa Yoav Gallant, como máximos responsables de la comisión de crímenes de guerra y lesa humanidad en la Franja de Gaza. Hablamos con Reed Brody, abogado, exportavoz de HRW, que se especializa en perseguir a líderes que parecen estar fuera del alcance de la justicia, como fue en su día Pinochet o el haitiano Jean Claude Duvalier. Escuchar audio
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En Mozambique continúan los disturbios tras las elecciones del pasado 9 de octubre. En esos comicios volvió a ganar, como lleva haciendo desde que el país logró su independencia, el partido oficialista FRELIMO. De nuevo, la oposición que lidera Venancio Mondlane denunció fraude masivo y llamó a sus seguidores a manifestarse, bloqueando carreteras incluso en la frontera con Sudáfrica. La policía ha reprimido con dureza estas protestas, continúa haciéndolo y cada vez con más violencia. En Cinco Continentes hablamos con Zenaida Machado, investigadora de HRW, que nos cuenta que las víctimas mortales de la represión policial superan la treintena. También con un activista que está acudiendo a las movilizaciones, Sebastião Gimo. Y con Victor de Fonseca, abogado y responsable de la oficina de Justicia y Derechos Humanos del Consejo Provincial de Maputo.Escuchar audio
Joe's Premium Subscription: www.standardgrain.comGrain Markets and Other Stuff Links-Apple PodcastsSpotifyTikTokYouTubeFutures and options trading involves risk of loss and is not suitable for everyone.Here's a summary of the latest developments affecting agriculture and commodities markets:
Headlines for August 27, 2024; Palestinian Healthcare Workers Chained, Starved, Sexually Abused: New HRW Report on Israeli Prisons; What Is RealPage? DOJ Sues Software Firm Using Algorithm Enabling Landlords to Fix High Rents