Capital of Rwanda
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"The future is very much embedded and designed in local realities."Are you interested in the involvement of informal settlements in the future of cities? What do you think about the importance of creative industries for urban futures? How can we create more ownership within our spaces? Interview with Carina Tenewaa Kanbi, a spatial practitioner. We will talk about her vision for the future of cities, the role of the individuals and governance, informal settlements, creative industries, storytelling, and many more. Carina Tenewaa Kanbi is a spatial practitioner, ARUA Fellow and PhD researcher at the African Centre for Migration & Society, University of the Witwatersrand. Her doctoral work explores young West African creatives in Accra and Lagos. With master's degrees from Central Saint Martins (MA Cities) and the University of Amsterdam (MSc Migration & Ethnicity), she bridges urbanism, migration, and the arts to foster inclusive, just cities. Co-founder of Aya Editions and Edan, she champions regenerative design, cultural preservation, and creative cosmopolitanism across West Africa.Find out more about Carina through these links:Carina Tenewaa Kanbi at Cities WorkCarina Tenewaa Kanbi at the mobility Governance LabAya Editions websiteAya Academi websiteConnected episodes you might be interested in:No.027 - Interview with Richard Manasseh about city sound scapesNo.415R - Rethinking the contribution of creative economies in AfricaNo.416 - Interview with Raoul Rugamba about Kigali and Africa's creative industriesNo.435R - Governance of urban informal settlements in Africa: A scoping reviewWhat was the most interesting part for you? What questions did arise for you? Let me know on Twitter @WTF4Cities or on the wtf4cities.com website where the shownotes are also available.I hope this was an interesting episode for you and thanks for tuning in.Episode generated with Descript assistance (affiliate link).Music by Lesfm from Pixabay
No solo de Cabo Delgado repousam algumas das maiores reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos de África. À superfície persistem pobreza, medo e violência. Uma investigação internacional coordenada pela Forbidden Stories revela como a captura das riquezas locais, a falta de transparência e a exclusão das comunidades ajudaram a criar o terreno onde prosperou a insurgência armada que desde 2017 devasta o norte de Moçambique. Há uma pergunta que atravessa toda a investigação Mozambique Exposed: como é possível viver sobre uma montanha de riqueza e continuar sem nada? Durante cinco meses, cerca de 30 jornalistas de vários países procuraram responder a essa questão. Coordenado pela Forbidden Stories, o projecto investigou as ligações entre a exploração dos recursos naturais de Cabo Delgado, a corrupção, os abusos dos direitos humanos e a insurgência armada que há quase uma década assola o norte de Moçambique. O resultado é o retrato de uma região onde a abundância e a miséria existem lado a lado. Cabo Delgado concentra algumas das mais valiosas reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos do continente africano. No entanto, para grande parte da população, essa riqueza continua a ser uma promessa distante. “O mundo consegue ser bastante desigual”, observa Micael Pereira, jornalista do Expresso e um dos participantes da investigação. Em países que saíram do colonialismo sem instituições suficientemente fortes, explica, essas desigualdades assumem frequentemente contornos mais severos. No caso de Cabo Delgado, considera existir “um falhanço claro por parte do Estado em assegurar as condições mínimas que nós poderíamos desejar e esperar para estas populações”. Ao longo da investigação, os jornalistas encontraram provas de uma realidade denunciada há anos pelos habitantes da província: quanto mais riqueza é descoberta, menos essa riqueza chega a quem vive sobre ela. “Existe claramente uma contradição entre os vastos recursos naturais e a forma como isso se traduz na vida das populações”, afirma Micael Pereira. Essa contradição não resulta apenas de dinâmicas internas. Segundo o jornalista, está também presente na forma como grandes operadores internacionais exploram os recursos da região através de acordos celebrados com o Estado moçambicano. “Há uma certa cumplicidade entre aquilo que é essa comunidade internacional de corporações, de empresas, e o Estado local”, sustenta. Uma relação que, na sua perspectiva, ajuda a explicar porque é que as riquezas extraídas de Cabo Delgado continuam a gerar tão poucos benefícios para as comunidades locais. Questionado sobre a transparência na gestão do conflito em Cabo Delgado, nomeadamente em relação ao acordo de segurança entre Moçambique e o Ruanda, Micael Pereira considera que persistem muitas zonas de sombra. “Estamos perante uma situação em que falta efectivamente transparência”, afirma o jornalista, recordando que só recentemente se tornou pública a existência de uma componente financeira associada ao destacamento das forças ruandesas, suportada pelo Estado moçambicano. As forças ruandesas receberam apoio financeiro europeu apesar de já terem sido alvo de denúncias relacionadas com abusos dos direitos humanos e de persistirem interrogações sobre a natureza do regime de Kigali. Mas compreender Cabo Delgado implica olhar para além dos contratos, dos investimentos e das operações militares. Quando se fala da insurgência, a atenção recai frequentemente sobre os homens armados e sobre a dimensão religiosa do conflito. No entanto, para Micael Pereira, essa é apenas uma parte da história. “A presença desses homens armados e todos os episódios que têm vindo a ser reportados ao longo dos últimos anos são um reflexo” de problemas mais profundos, afirma. Na sua análise, a ausência do Estado, a exclusão social e a incapacidade de transformar os recursos naturais em desenvolvimento criaram um sentimento de injustiça que os grupos extremistas souberam explorar. A narrativa jihadista encontra eco porque se cruza com frustrações muito concretas. “Isso só é possível singrar com um substrato de grande desigualdade social, de uma ausência do Estado”, explica o jornalista. Uma realidade agravada, acrescenta, pela delegação de funções essenciais, incluindo a segurança das populações, a actores externos. Uma das grandes perguntas que permanece sem resposta diz respeito ao financiamento dos grupos armados. “É difícil dizer exactamente quem está por trás do financiamento destes grupos”, admite Micael Pereira. O acesso limitado à região por parte de jornalistas, investigadores e organizações independentes torna particularmente difícil seguir o rasto do dinheiro. “Existe alguma especulação sobre de onde vem o financiamento destas operações”, reconhece. Parte dos recursos poderá ser gerada pelos próprios grupos no terreno. Mas, para já, conclui, “eu diria que é um mistério”. Enquanto as explicações permanecem incompletas, a vida das populações continua marcada pela insegurança. Em 2023, durante o processo de retorno promovido pelas autoridades moçambicanas, os relatos recolhidos no terreno mostravam que o medo continuava presente no quotidiano de muitas comunidades. “As pessoas continuam a viver uma situação de medo. Vivem sob um constante ambiente de ameaça”, relata o jornalista. Apesar dos sucessivos anúncios de estabilização e dos avanços militares registados nos últimos anos, a percepção de insegurança permanece. Para muitos habitantes, a guerra pode ter mudado de intensidade, mas nunca desapareceu verdadeiramente. Hoje, quando outras crises internacionais monopolizam a atenção mediática, Cabo Delgado corre o risco de voltar ao silêncio. “A conclusão que retiro é que o problema persiste nesta região”, afirma Micael Pereira. Por isso, defende que o jornalismo não abandone um território onde continuam por responder às questões que estiveram na origem do conflito. “Nós, enquanto jornalistas capazes de trabalhar de forma colaborativa e até com colegas locais, devemos persistir em manter uma atenção e uma dedicação àquilo que se passa em sítios como Cabo Delgado.” Quase dez anos desde o início da insurgência, a investigação deixa uma conclusão inquietante: a guerra em Cabo Delgado não se explica apenas pelas armas nem pela ideologia. Explica-se pela riqueza que continua a sair da região sem transformar a vida de quem lá vive.
Are you interested in the governance of urban informal settlements? Our debate today works with the article titled Governance of urban informal settlements in Africa: A scoping review from 2025, by Behailu Mulate Ewnetu and Bo Kyong Seo, published in the Heliyon journal. This is a great preparation to our next interview with Carina Tenewaa Kanbi in episode 436 talking about the need to involve the informal settlements more into the urban futures. Since we are investigating the future of cities, I thought it would be interesting to see what has been done to involve informal settlements into the urban fabric. This article investigates current governance practices regarding informal settlements and advocates for collaborative governance models while identifying key knowledge gaps for future research.Find the article through this link.Abstract: This scoping review examines the challenges in the governance of informal settlements in Africa and the existing interactions among different stakeholders. The objective is to identify emerging topics in the management of informal settlements and research gaps that will inform future research. Based on the specific inclusion and exclusion criteria, we reviewed 30 peer-reviewed articles, papers, and UN-Habitat documents that collectively address urban governance and informal settlements across various African regions and countries. The descriptive and thematic analyses reveal that over the past 22 years, 20 out of 54 African countries have produced knowledge on informal settlement governance. Our review highlights the national and local government's inability to coordinate the problems in the informal settlements and the existence of varying interests of different stakeholders that readily provoke disputes. It urges stakeholders to make more accountable commitments and coordination in managing the upgrading of the informal settlements and suggests a few research gaps to be filled. This review sheds light on the literature on urban governance of informal settlements in Africa and the global South.Connected episodes you might be interested in:No.415R - Rethinking the contribution of creative economies in AfricaNo.416 - Interview with Raoul Rugamba about Kigali and Africa's creative industriesYou can find the transcript through this linkWhat was the most interesting part for you? What questions did arise for you? Let me know on Twitter @WTF4Cities or on the wtf4cities.com website where the shownotes are also availableI hope this was an interesting episode for you and thanks for tuning inEpisode generated with Descript assistance (affiliate link)Music by Lesfm from Pixabay
Hello and Welcome to the DX Corner for yourweekly Dose of DX. I'm Bill, AJ8B. The following DX information comes from Bernie, W3UR, editor of the DailyDX, the WeeklyDX, and the How's DXcolumn in QST. If you would like a free 2-week trial of the DailyDX, your only source of real-time DX information, just drop me a note at thedxmentor@gmail.com 9X – Rwanda - F8FUA, Alain Esquirol, is active holiday style as 9X5KM from Kigali, Rwanda, until June 13. He operates CW, SSB, and digital modes on all HF bands, with possible 160-meter activity depending on local conditions. His station has a hexbeam, dipoles, and a vertical. 3G0Z – Juan Fernadez Island – “Update Ten days after the start of the Dxpedition, I have reached 15K QSOs across thedifferent bands and modes from 160 to 10m. Keep an eye to the low bands, Robinson Crusoe 3G0Z is ONAIR! VR2XAN, Alberto, is QRV as XX9TXN from Macao until June 9, SSB, CW and FT8, on all bands 160-6, “with a special focus on North America.” He says he will attempt SSB on 80M “and maybe 160.” QSL to IV3SKB. TF1OL, Ólafur, and his wife will be on Boa Vista Island, Cape Verde, from June 12 to June 23 for a 10-day stay. During this time, he will be active on FT8 and FT4 on 80 through 6 meters under the callsign D4OL. VK2CJR, Chris, operating as 3D2CJR, is operating holiday-style until June 9th, around the Nadi, Fiji Islands area with possible short visits to a few outlier islands. He is operatingmostly on 20 meters, probably using FT8 when time and conditions allow, with modest power of around 30–50 watts and a vertical or simple dipole setup depending on the location. As he is traveling light and prioritizing familytime, this will be a casual trip with some radio activity rather than a full DXpedition, and logs will most likely be uploaded after the trip due to limited internet access. DL2SBY, Kasimir, is QRV from Zanzibar as 5H1KB until June 12. He will use an ICOM IC-7300 with an amplifier and vertical antenna.We arrived here (LHI) safely on Monday 1st June and by 6pm we had all three stations up and running. Two x FlexRadio Aurora 520Ms and a trusty old IC7000 dedicated for FT8. Antennas are DX-Commander and an 80m Doublet, with a2nd short vertical for the IC7000. Bands will be as planned, 80 -10m, CW, SSB and FT8.And a first for our team: ClubLog Livestream. Check it out if you haven't used it before, it is a great way to see what bands we are on and who we are working, not to mention getting near real-time confirmation of your QSO. If you need (orjust want) Lord Howe Island in your log, continue to listen out for us; we're here until 14th June running three stations.SU8SOS is an Egyptian Amateur Radio Society (ERASD) activity focused on emergency communications, public demonstrations, and training for licensed operators and young volunteers to support relief, rescue, and community service during emergencies and disasters. The SU8SOS teamwill be active until June 10 on SSB and FT8 F/H across all HF bands, with QSL management by VE1AYM. 5H – Tanzania EA5JVW, Alex, isQRV as 5H3VW from Tanzania and Zanzibar Island until June 10. This will be a holiday-style portable operation from various locations around Zanzibar Island and Tanzania. Activity is expected daily between 15:30 and 17:00 UTC (18:30–20:00 local time), subject to travel plans and propagation conditions. Operation will be mainly on 20m, with possible activity on 40m, using SSB. QSL will be available via QRZ Logbook, eQSL, and bureau. 8Q – Maldives 8Q7ML will be active from Embudu Island, Maldives on June 7–14. Operator LU8MIL, Ivan, plans a holiday-style operation mainly on the 20–6 meter bands, with possible 40 meters, using FT8 and SSB. If you have questions or need information, just drop me a note at thedxmentor@gmail.com Until next week, this is Bill, AJ8B saying 73 and thanks to my XYL Karen for her love and support. I Hope to hear you in the pileups! Have a great DX week!
Les RSSB Tigers viennent de remporter la sixième saison de la Basketball Africa League, la « NBA du continent » ! Un succès à domicile et une première pour un club rwandais, dans un contexte géopolitique toujours aussi tendu. Retour sur ce dénouement ce samedi dans Mondial Sports, sans oublier de faire un tour en Amérique, où les finales NBA viennent de débuter. Un premier sacre pour Wemby ? Un succès polémique ? À l'origine, c'était APR, l'équipe des forces armées rwandaises, qui devait disputer la BAL cette saison. Une présence gênante, en plein conflit à l'est de la RDC dans lequel le pays de Paul Kagamé est impliqué. En conséquence, les joueurs d'APR ont été forcés de laisser leur place à une équipe moins connotée, RSSB Tigers... qui a finalement remporté le tournoi ! Un succès à la maison qui plus est, car Kigali reste malgré tout une place forte de la Basketball Africa League et le théâtre, une fois de plus, des phases finales de la compétition. Le bilan de l'ASC Ville de Dakar Au-delà du sacre des Tigers, quel bilan tirer de la sixième saison de la BAL, compétition africaine chapeautée, en grande partie, par les États-Unis et la NBA ? Pour la deuxième fois seulement, c'est une équipe d'Afrique centrale, et non d'Afrique du Nord, qui s'adjuge le tournoi. Focus également sur le parcours de l'ASC Ville de Dakar, qui aura réussi à se qualifier pour les play-offs de la BAL cette année. Dénouement à venir en NBA Difficile, néanmoins, de se contenter de la « NBA du continent » au sommaire de Mondial Sports ce samedi ! La NBA « tout court » est en plein dénouement. Les grandes finales de la saison viennent de débuter, les premières pour un certain Victor Wembanyama. Ses Spurs sont opposés aux Knicks de New York ! Basket, BAL et NBA dans MS avec : - Kénan Nelle Ebongue et Riwan Rieumailhol, responsables du média « X Ball Africa » - Théo Quintard, « Wembyreporter » et correspondant de RFI à San Antonio. Le son sera disponible dans la page à partir de samedi 19h05.
Starlink, Amazon Leo, Eutelsat... Le secteur de l'internet satellitaire dans le monde pourrait atteindre une valeur de 54 milliards de dollars d'ici 2035. Sur le continent africain, c'est le type de connectivité internet qui s'est développé le plus rapidement ces dernières années. Quelles sont les conséquences de l'arrivée de ces nouveaux acteurs sur les opérateurs existants ? Éléments de réponse avec le rapport présenté au Rwanda par l'Africa CEO Forum et Askya Investment Partners. De notre correspondante à Kigali, Premier constat : avec près de 86% de la population du continent couverte par internet, l'enjeu n'est plus d'étendre le réseau, mais de le rendre plus abordable, selon le journaliste scientifique et co-auteur du rapport, publié au mois de mai, Abdullahi Tsanni. Un défi auquel l'arrivée d'opérateurs internet satellitaires ne répond pas encore, explique-t-il : « Les principaux clients de Starlink en Afrique sont des entreprises, ONG, écoles, gouvernements ou foyers aisés, pas la classe rurale populaire. Le discours dominant met l'accent sur la couverture réseau et comment atteindre les zones les plus reculées. Mais le terminal coûte près de 400 dollars, en plus d'un abonnement mensuel entre 30 et 50 dollars. C'est hors de portée pour la majorité. » En trois ans, Starlink et ses satellites LEO, en orbite terrestre basse, ont étendu leurs activités dans plus d'une vingtaine de pays africains avec une présence au sol limitée, très différente des opérateurs télécoms traditionnels, ajoute l'auteur : « Starlink est, par exemple, contrôlé des États-Unis. Il y a peu d'infrastructures, et toute la chaîne de valeur est offshore. Les enjeux économiques sont donc systémiques. La télécommunication africaine aujourd'hui, c'est 220 millions de dollars en valeur économique, soit 7,7% du PIB du continent. C'est un secteur qui crée 8 millions d'emplois formels et 30 milliards de dollars de taxes annuelles. » Risque pour la sécurité des données Ce risque de fuite d'activités économiques est souligné dans le rapport qui pointe aussi le risque de perte en souveraineté numérique des pays africains. « Dans le modèle actuellement déployé sur le continent, il y a très peu de présence d'infrastructures souterraines, explique Babacar Seck, fondateur de la société Askya Investments Partners. Il n'existe pas de passerelles locales, donc les données ne sont pas traitées sur le continent. Cela crée non seulement un risque pour la sécurité des données, mais aussi une forme de dépendance. » Certains pays, comme la Namibie, ont rejeté l'arrivée de Starlink pour non-respect des régulations locales qui s'appliquent aux opérateurs télécoms. Dans le rapport, les auteurs recommandent une évolution vers un système hybride. « C'est la technologie du futur et l'Afrique doit y être intégrée. Concrètement, l'internet satellite fournirait l'infrastructure, tandis que les opérateurs télécoms et les fournisseurs d'accès se chargeraient de distribuer le service aux utilisateurs, préconise Babacar Seck. Ce modèle basé sur le partenariat est probablement celui qui peut le mieux répondre aux problèmes de couverture et de coût que connaît aujourd'hui l'Afrique. » Le continent ne doit pas être qu'un consommateur mais un acteur de son réseau internet, affirment les auteurs du rapport, qui recommandent aussi la mise en place de conditions de concurrence équitables entre l'internet satellite et les opérateurs télécoms traditionnels. À lire aussiStarlink au Sahel: ce «système crypté» a permis de coordonner les dernières offensives au Mali
Hello and Welcome to the DX Corner for your weekly Dose of DX. I'm Bill, AJ8B. The following DX information comes from Bernie, W3UR, editor of the DailyDX, the WeeklyDX, and the How's DX column in QST. If you would like a free 2-week trial of the DailyDX, your only source of real-time DX information, just drop me a note at thedxmentor@gmail.com I have some details on the CP7DX DXpedition to Bolivia. They are QRV from Tarija until June 6, including the CQ WW WPX CW weekend. The rest of the time they will do SSB, CW and FT8, 160-6M and EME on 144 and 432 MHz. QSL direct to LU1FM and Club Log OQRS too. WA7RAR, Chris, is QRV from Bonaire as PJ4CB until June 8, SSB and CW, 20-10M and from POTA sites on the island. Alain, F8FUA, will be in Kigali, Rwanda, operating holiday style as 9X5KM from June 4 to 13. There will be activity on CW, SSB and Digital on all HF bands, and depending on local conditions, possibly 160 meters. QSO will be uploaded to LoTW and LoTW, but no OQRS. QSL direct or via the bureau to F8FUA. OH1LEG and OH1MN, Juha and Markus, will again activate OJ0Z and OJ0MN respectively from Market Reef, until June 6. It will be the same gear as previously, a pair of IC-7300 radios and dipoles and other wire antennas. Modes will be SSB and FT8. Juha says they do four meters down to 160 meters and “I like more low bands.” They will not do Logbook of the World or eQSL. 3G0Z became QRV from Juan Fernandez using 17m SSB and FT8 with a single-element Delta Loop antenna. Felipe was still installing additional antennas and planned to bring a linear amplifier online to expand capabilities. Weather on the island was cool but manageable—around 15°C (59°F) with clouds, light rain, and mild wind. The antenna site, about 40 meters above sea level, offers strong propagation toward Europe, Africa, and the central U.S. The operation is expected to last about 20 days. Mac, KC8CPK, is a flight nurse on temporary duty at Kwajalein Atoll, Marshall Islands, doing Medevac work and is operating as V7/KC8CPK while awaiting his Marshallese license. Because the ham shack and antennas are shared with DARPA and NASA, he can only operate when the equipment is not otherwise in use, though he is trying to get on the air as often as possible. He expects to remain for about three more weeks. Current equipment is an IC-7300 with an M² 7/10/30LP antenna, and 40 meters seems to be the best band for that setup. There are also experimental fan dipoles for lower bands, possibly including 60 meters, but 80 meters is not available. VR2XAN, Alberto, will be on as XX9TXN from Macao June 2-9, SSB, CW and FT8, all bands 160-6, “with a special focus on North America.” He says he will attempt SSB on 80M “and maybe 160.” QSL to IV3SKB. ZL3IO, Holger is back in Waitangi, Chatham Islands, using the callsign ZL7IO, today to June 4, including the CQ WPX CW weekend, a single operator all band. QSL to DK7AO. VP0/H – South Shetland Islands SQ4O, Rafal Mazur, says “If everything goes well, I plan to start broadcasting at the end of May” as HF0PAS from the Polish Antarctic Station Arctowski on King George Island. He has installed a Yagi for 20, 15 and 10 meters as well one for 6 meters. Rafal still has plans to install a dipole for 80 and 40 meters. He is expected to be there until October. TF1OL, Ólafur, and his wife will be on Boa Vista Island, Cape Verde, from June 12 to June 23 for a 10-day stay. During this time, he will be active on FT8 and FT4 on 80 through 6 meters under the callsign D4OL. If you have questions or need information, just drop me a note at thedxmentor@gmail.com Until next week, this is Bill, AJ8B saying 73 and thanks to my XYL Karen for her love and support. I Hope to hear you in the pileups! Have a great DX week!
Grâce à « Visit Rwanda », sponsor du PSG et d'Arsenal, Kigali profite de la finale de Ligue des champions pour imposer sa stratégie de soft power sportif. Depuis plusieurs années, le Rwanda investit massivement dans le football mondial pour transformer son image, développer son tourisme et attirer investisseurs et visiteurs fortunés. Avant même le coup d'envoi de la finale de Ligue des champions entre le Paris Saint-Germain et Arsenal, un vainqueur se dessine déjà. Et ce n'est aucun des deux clubs. C'est le Rwanda. Grâce à « Visit Rwanda », sponsor des deux équipes finalistes. Il suffira de regarder attentivement les maillots des joueurs pour apercevoir le logo de la campagne touristique rwandaise. Depuis plusieurs années, Kigali investit massivement dans le sport international pour transformer son image. L'objectif est clair, faire du Rwanda une véritable marque mondiale. Longtemps, le pays a surtout été associé au génocide des Tutsi de 1994. Aujourd'hui, le gouvernement de Paul Kagame veut imposer un autre récit, celui d'un pays stable, moderne, organisé, tourné vers l'innovation, le tourisme premium et les affaires. Et pour cela, le sport offre une caisse de résonance unique. Car aucun autre secteur ne permet de toucher autant de personnes, en direct, partout dans le monde. Arsenal puis le PSG, la stratégie sportive du Rwanda Le premier grand tournant intervient en 2018 avec Arsenal. À l'époque, voir un État africain sponsoriser un géant de Premier League surprend. Mais immédiatement, la visibilité explose. Chaque week-end, des millions de téléspectateurs voient le nom du Rwanda sur les manches des joueurs londoniens. Et Arsenal n'a pas été choisi au hasard. Grâce à son image internationale, le club constitue une porte d'entrée idéale vers les classes moyennes supérieures et les élites internationales susceptibles de venir au Rwanda. Kigali cherche en effet à attirer des visiteurs à fort pouvoir d'achat. Puis avec le PSG, le Rwanda change d'échelle. Les montants engagés sont loin d'être anecdotiques. Selon plusieurs estimations, l'accord signé en 2019 avec le Paris Saint-Germain rapporterait environ 15 millions d'euros par an au club de la capitale. Pour Kigali, cet investissement est pleinement assumé. Derrière ces dépenses, il y a la volonté de promouvoir le tourisme, un secteur essentiel pour le pays puisqu'il représente environ 12 % de son économie. Le Rwanda veut d'ailleurs aller encore plus loin avec l'ambition de franchir la barre du milliard de dollars de recettes touristiques annuelles d'ici la fin de la décennie. À lire aussiLigue des champions: le Qatar a-t-il atteint ses objectifs avec le Paris Saint-Germain? Le sport comme outil de puissance économique L'idée est donc d'utiliser le marketing non pas pour vendre un produit, mais un pays. Le Qatar l'a fait avec le PSG. Abou Dhabi avec Manchester City. Pour le Rwanda, la stratégie semble fonctionner. Les recettes touristiques ont progressé et le nombre de visiteurs dépasse désormais 1,3 million par an. Kigali accueille également de grands événements sportifs internationaux comme les championnats du monde de cyclisme organisés récemment ou encore des compétitions de basket avec la Basketball Africa League. Autrement dit, le sport est devenu un accélérateur économique. Et la stratégie ne s'arrête plus à l'Europe. Le Rwanda se tourne désormais vers les États-Unis avec la signature de partenariats avec deux franchises américaines majeures : les Los Angeles Clippers en NBA et les Los Angeles Rams en NFL. D'autres pays africains adoptent progressivement la même logique. La République démocratique du Congo sponsorise désormais plusieurs grands clubs européens comme le FC Barcelone, l'AS Monaco ou encore l'AC Milan. Le sport n'est donc plus seulement un espace de concurrence diplomatique entre États. Cette concurrence est désormais aussi économique. À lire aussiFinale de la Ligue des champions: 20 après leur finale perdue, les supporters d'Arsenal espèrent
This week Robyn is joined by Road Race World Champion Magdeleine Vallieres. The 24-year-old EF Education-Oatly rider wasn't seen as one of the main favourites when the women's peloton lined up at the start of last year's course in Rwanda, but after one of the hardest World Championships in years she was a convincing winner, attacking clear from the lead group of three at the bottom of the final climb. In the process she took Canada's first ever rainbow jersey on the road, a year before the Worlds goes to Montreal – just two hours from Magdeleine's hometown.In this episode Magdeleine talks about that day in Kigali – the buildup, the execution, the reaction, the celebration – and this year's Worlds in Canada, as well as becoming a leader, riding for GC, the evolution of women's Grand Tours and falling in love with cycling on a 1,000km bikepacking adventure aged just nine.Chat begins at 3.08-----------------This episode is brought to you by the Hammerhead Karoo GPS bike computer. Visit hammerhead.io and use the code CYCLIST to get a free HR strap with every purchase (just be sure to add the strap to your cart then apply the code at checkout)This episode is also brought to you by the Maserati Grecale SUV car. For more information, go to maserati.com------------------Did you know Cyclist is also stunning monthly print magazine?Subscribe now at store.cyclist.co.uk/cycpod and get every issue for less than in the shops, delivered straight to your doorWe're also a really lovely website about everything road cycling and gravel. Check us out at cyclist.co.uk, plus over the next few months we're running our very own Cyclist Track Days and Cycling Electric Demo days, where you can test ride the best bikes around purpose-built, closed-circuit tracks. For a full list of dates and venues across May and June, check out Cyclist Track Days and Cycling Electric Demo Days Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Comment se construire, comment imaginer son avenir, comment croire en ses rêves lorsqu'on passe sa terminale de lycée de banlieue parisienne dans une « classe poubelle » comme les élèves eux-mêmes la surnomment ? Marion Fritsch publie L'École de la vie, aux éditions Albin Michel. Ils s'appellent Antoine, Inès, Adama, Clara, Rachid ou Fanny. Ils ont 17 ans, des sacs vides et forment « la classe poubelle ». L'École de la vie est un roman écrit à la première personne du singulier qui mélange histoire personnelle, fiction et réalité. Marion Fritsch puise dans ses souvenirs de lycée et fait parler des anciens camarades de classe de terminale STMG (Sciences et technologies du management et de la gestion) : une filière du lycée général et technologique en France : « Ce sont les années qui m'ont le plus appris ». Un livre, écrit en vers libres — à mi-chemin entre la poésie et la narration. Les polices varient, certains passages sont en italique, d'autres en majuscules, des mots se lisent verticalement, s'éparpillent au beau milieu d'une page ou forment carrément un portrait… Sans que jamais le lecteur ne soit perdu : le texte en sort encore plus vivant ; une façon de le rendre plus musical, de lui donner du souffle : « Je voulais faire ressortir des émotions, par une écriture visuelle. » Elle restitue une langue adolescente et jeune du début des années 2000 : « Il y a beaucoup d'oralité dans mon écriture », précise-t-elle. Elle évoque à travers les portraits de plusieurs de ses anciens camarades des thèmes chers à l'adolescence tels que l'homosexualité, les grossesses précoces, la violence sociale dans une classe quelque peu méprisée par les professeurs qui parlent d'eux comme on parlerait d'une brigade criminelle. Elle raconte également avoir grandi en banlieue avec « de grandes lacunes scolaires » et le sentiment de ne « jamais réussir ». L'autrice publie aussi des recueils de poèmes et des textes sur les réseaux sociaux. Elle est convaincue que « tout le monde peut lire, être touché par la poésie ». Invitée : Marion Fritsch, écrivaine et poète. Elle a créé son compte Instagram @unlivre_unehistoire. Elle anime des ateliers d'écriture au tribunal de Bobigny avec des jeunes en réinsertion. Son roman L'École de la vie est paru aux éditions Albin Michel. Et la chronique Ailleurs nous emmène à Kigali, au Rwanda, où le Centre culturel francophone fête cette année ses cinq ans. Programmation musicale : L'artiste montréalais Mathieu Des Longschamps avec le titre Le vert et le bleu.
Comment se construire, comment imaginer son avenir, comment croire en ses rêves lorsqu'on passe sa terminale de lycée de banlieue parisienne dans une « classe poubelle » comme les élèves eux-mêmes la surnomment ? Marion Fritsch publie L'École de la vie, aux éditions Albin Michel. Ils s'appellent Antoine, Inès, Adama, Clara, Rachid ou Fanny. Ils ont 17 ans, des sacs vides et forment « la classe poubelle ». L'École de la vie est un roman écrit à la première personne du singulier qui mélange histoire personnelle, fiction et réalité. Marion Fritsch puise dans ses souvenirs de lycée et fait parler des anciens camarades de classe de terminale STMG (Sciences et technologies du management et de la gestion) : une filière du lycée général et technologique en France : « Ce sont les années qui m'ont le plus appris ». Un livre, écrit en vers libres — à mi-chemin entre la poésie et la narration. Les polices varient, certains passages sont en italique, d'autres en majuscules, des mots se lisent verticalement, s'éparpillent au beau milieu d'une page ou forment carrément un portrait… Sans que jamais le lecteur ne soit perdu : le texte en sort encore plus vivant ; une façon de le rendre plus musical, de lui donner du souffle : « Je voulais faire ressortir des émotions, par une écriture visuelle. » Elle restitue une langue adolescente et jeune du début des années 2000 : « Il y a beaucoup d'oralité dans mon écriture », précise-t-elle. Elle évoque à travers les portraits de plusieurs de ses anciens camarades des thèmes chers à l'adolescence tels que l'homosexualité, les grossesses précoces, la violence sociale dans une classe quelque peu méprisée par les professeurs qui parlent d'eux comme on parlerait d'une brigade criminelle. Elle raconte également avoir grandi en banlieue avec « de grandes lacunes scolaires » et le sentiment de ne « jamais réussir ». L'autrice publie aussi des recueils de poèmes et des textes sur les réseaux sociaux. Elle est convaincue que « tout le monde peut lire, être touché par la poésie ». Invitée : Marion Fritsch, écrivaine et poète. Elle a créé son compte Instagram @unlivre_unehistoire. Elle anime des ateliers d'écriture au tribunal de Bobigny avec des jeunes en réinsertion. Son roman L'École de la vie est paru aux éditions Albin Michel. Et la chronique Ailleurs nous emmène à Kigali, au Rwanda, où le Centre culturel francophone fête cette année ses cinq ans. Programmation musicale : L'artiste montréalais Mathieu Des Longschamps avec le titre Le vert et le bleu.
Depuis début mars 2026, la crise au Moyen-Orient impacte le secteur économique du monde entier, y compris du continent africain. Hausse des prix du pétrole et des matières premières, hausse du coût des transports... Un contexte qui rappelle l'urgence du développement du commerce intra-africain pour rendre les économies du continent moins dépendantes des marchés extérieurs. C'était une des questions centrales de l'Africa CEO Forum, qui s'est déroulé à Kigali, au Rwanda, les 14 et 15 mai. Avec notre correspondante à Kigali au Rwanda, Le commerce intra-africain devrait atteindre 230 milliards de dollars en 2026, selon l'Afreximbank. Ce chiffre est en augmentation, mais représente toujours moins de 20% des échanges globaux du continent, comme l'explique Ndiamé Diop, vice-président de la Banque mondiale pour l'Afrique orientale et australe : « L'intégration régionale permettrait de développer une économie d'échelle, favoriserait les investissements, la production et la création d'emplois. Elle rend aussi l'économie africaine plus résiliente, car elle est davantage capable de résister aux chocs extérieurs. Nous le voyons actuellement avec la crise au Moyen-Orient, entre autres. Nous devons renforcer cette dynamique. » La Zlecaf (Zone de libre-échange continentale) reste entravée par certaines barrières, liées à la logistique, au manque d'infrastructures, ou encore à la différence des régulations selon les États. Pour Éric Akoute, directeur de l'APIex, l'Agence publique de promotion des investissements au Bénin, certaines initiatives locales peuvent aider à surmonter ces obstacles : « Nous avons maintenant une démarche de co-investissement, nous avons signé un protocole d'accords avec le CEPICI de la Côte d'Ivoire, nous signons avec d'autres. L'idée aujourd'hui, c'est de voir qui est fort en quoi, et comment nous pouvons mutualiser pour que ce que les autres ont fait de bien, nous puissions les partager. Il s'agit de renforcer les capacités, de transférer les compétences et l'expérience, pour que les agents de promotion que nous sommes puissent bâtir leurs performances sur les autres. » Valoriser localement les matières premières Face aux chocs extérieurs, notamment au Moyen-Orient, la transformation des matières premières s'impose comme un enjeu stratégique urgent selon Bakary Séga Bathily, directeur de l'Agence sénégalaise de promotion des investissements et des grands travaux : « Il y a la nécessité de transformer localement ces ressources qu'on a l'habitude d'exporter. C'est dans ce cadre-là que nous avons signé un traité avec la Sierra Leone : le Sénégal dispose de gaz, la Sierra Leone dispose de minerais de fer, pourquoi pas ne pas transformer dans un de ces deux pays, ces deux ressources là ? Au lieu d'exporter le gaz, nous voulons avoir du gaz domestique parce que nous avons des ressources à transformer. Il s'agit d'assumer cette politique. » Ces grands travaux sont indispensables au développement du commerce intra-africain, parfois confronté aux difficultés de financements, affirme Thierry Hebraud, PDG de la Banque commerciale de Maurice, l'une des premières banques d'Afrique de l'Est : « Les banques africaines n'ont pas la capacité de prêter sur 10 ou 15 ans en dollars. C'est là que nous avons besoin de la complémentarité des financements internationaux. On ne demande pas la charité. Ce qu'on demande, c'est d'avoir accès à des financements longs, qui sont appelés à être remboursés. Arrêtez de voir l'Afrique comme un haut risque. » L'autre enjeu pour le banquier, c'est la dédollarisation des transferts de monnaie intra-africains, afin de réduire les frais de change et faciliter le commerce sur le continent.
Hello and Welcome to the DX Corner for yourweekly Dose of DX. I'm Bill, AJ8B.The Southwest Ohio DX Association (SWODXA)announced its 2025/26 DXpeditioner of the Year Award at the SWODXA DX DinnerFriday night of Hamvention, recognizing an operator who made an exceptionalcontribution to the DX community. The award was given to YL2GM, YurisPetersons, for his solo ZS8W operation from Marion Island. His expeditionlogged 31,672 QSOs and helped activate an entity that moved from #11 to #25 inranking. SWODXA praised the effort as well-organized and successfully carriedout under very challenging conditions. SWODXA alsoannounced the 2025/26 DXpedition of the Year Award honoring excellence inplanning and execution from Most Wanted entities. The award went to the RussianDXpedition Team for their 9U1RU expedition to Burundi, which logged 179,831QSOs and moved the entity from #60 to #106 in ranking. SWODXA recognized theteam for a well-organized operation carried out in a challenging environment. The following DX informationcomes from Bernie, W3UR, editor of the DailyDX, the WeeklyDX, and the How's DXcolumn in QST. If you would like a free 2-week trial of the DailyDX, your onlysource of real-time DX information, just drop me a note at thedxmentor@gmail.com ZC4 - UK Sovereign Base Areas on Cyprus - G4WXJ, Dave, willoperate as ZC4RH from Dhekelia (KM64ux) between May 24 and 30, using 100watts with Yaesu 857D and Xiegu X6100 radios. He will be active on CW,SSB, FT8, and FT4 modes across 40 to 6 meters, using dipoles andEFHW antennas. 3B9 - Rodrigues I - UR9IDX, Ivan, isQRV until June 1st, as 3B9IDX from Rodrigues Island. His operationswill focus on HF bands, primarily using CW and some SSB, but not FT8. QSLdirect only to his address in Madeira Island, Portugal. 6Y – Jamaica - KQ4PGV, Bill, istraveling to Jamaica from May 31 to June 8 for an anniversary trip and willoperate as KQ4PGV/6Y on the radio when possible. Although experienced with POTAand SOTA, he is new to DXing and will be using an IC-705, tuner, and an amp(either 100W or 50W). He plans to activate parks for POTA using FT8 and Ham2kPortable Logger. CP – Bolivia - Team CP7DX hasreleased some details of the upcoming DXpedition. They plan to be QRV fromTarija May 26 to June 6, including the CQWW WPX CW weekend. The rest of the timethey will do SSB, CW and FT8, 160-6M and EME on 144 and 432 MHz. QSL direct toLU1FM and Club Log OQRS too. PJ4 – Bonaire - WA7RAR, Chris, asPJ4CB will be there again May 27 to June 8, SSB and CW, 20-10M and from POTAsites on the island. For a QSL it's F8FUA,Alain Esquirol, will be in Kigali, Rwanda, QRV holiday style as 9X5KM from June4 to 13. There will be activity on CW, SSB and Digital on all HF bands, and dependingon local conditions, possibly 160 meters. QSO will be uploaded to LoTW andLoTW, but no OQRS. QSL direct or via the bureau to F8FUA. OH1LEGand OH1MN, Juha and Markus, will again activate OJ0Z and OJ0MN respectivelyfrom Market Reef, from May 30 to June 6, as they hope for good weather forlanding and the one week there. It willbe the same gear as previously, a pair of IC-7300 radios and dipoles and otherwire antennas. Modes will be SSB and FT8. Juha says they do four meters down to 160 meters and “I like more lowbands.” They will not do Logbook of theWorld or eQSL. Thisweek, the DX Mentor Podcast will feature an update of the CQ Marathon programby Mark, WC3W. Check them out and let me know what you think. If you have questions or needinformation, just drop me a note at thedxmentor@gmail.com
Habari kuu za dunia wiki hii ni pamoja na kuzuka kwa mlipuko wa ugonjwa hatari wa ebola, DRC na juhudi za kimataifa zinazolenga kupambana na virusi hivyo, mkutano wa Kigali kuhusu nyuklia, mgomo wa madereva wa usafiri wa umma ulivyoathiri wananchi, Kenya, hali nchini Sudan ; lakini pia wahamiaji wasio na vibali wanavyohangaishwa kule Afrika kusini, ziara ya rais wa Urusi kule China ; lakini pia Marekani na Irani zikiendeleza vitisho kati yao
Leo tumeangazia Arsenal kushinda ubingwa wa Ligi Kuu baada ya miaka 22, kocha wa Uingereza Tuchel azomewa kuwaacha nje wachezaji kadhaa, kocha wa DRC Desabre ataja kikosi cha Kombe la Dunia, Aston Villa yashinda Kombe la Europa, Droo ya kufuzu michuano ya AFCON 2027 yakamilika huku AFCON U17 ikiendelea, fainali za BAL zaanza Kigali, Kipchoge kukimbia marathon ya kwanza Afrika, Motsengo Omba ashinda urais wa Fecofa, raundi ya pili kufuzu Kombe la Dunia la wasichana chini ya miaka 17 yaanza.
Rwandan government critic, Aimable Karasira, died the day he was set to be released from prison. Authorities say he overdosed on prescribed medicine, but rights groups want an independent investigation. What does this incident mean for Rwanda's record on civic freedoms? AfricaLink host Lucy Riley speaks with political commentator Jean Baptiste Gasominari, and DW's Alex Ngarambe in Kigali.
Esta semana, continuou a campanha para as eleições legislativas deste domingo em Cabo Verde, enquanto na Guiné-Bissau houve acordo entre a direcção do histórico PAIGC e o grupo de oposição interna. Em Moçambique, continuou a crise dos combustíveis e revelou-se que 2,4 milhões de crianças estão ou foram submetidas ao trabalho infantil no país, incluindo na mineração e garimpo. Em Nairobi, houve cimeira franco-africana e em Angola celebrou-se mais um título do Petro de Luanda. Este domingo, os cabo-verdianos são chamados às urnas para as eleições legislativas. Melhorias nos sectores dos transportes, da saúde e da educação são algumas das principais preocupações da população. Oiça aqui a reportagem da nossa enviada especial a Cabo Verde, Neidy Ribeiro na cidade da Ponta do Sol, na ilha de Santo Antão. Na Guiné-Bissau, a direção do histórico PAIGC e o grupo de oposição interna chegaram a “um entendimento” sobre a realização do próximo congresso. O acordo prevê a inclusão na comissão preparatória do congresso de dois elementos do grupo que contestavam a direcção: José Carlos Esteves, actual ministro das Obras Públicas, e Mário Musante, ministro da Energia. Em Moçambique, continua a crise dos combustíveis. No início da semana, os transportadores voltaram a paralisar a actividade em várias rotas e a exigir a revisão da tarifa do transporte ou do combustível, apesar do acordo alcançado entre o governo e a Federação Moçambicana da Associação dos Transportadores rodoviários para subsidiar o transporte. O Conselho da União Europeia prorrogou o mandato da Missão de Assistência Militar da UE em Moçambique por mais seis meses, até 31 de Dezembro de 2026. O anúncio foi feito, esta quinta-feira, em Maputo. Em Moçambique, cerca de 2,4 milhões de crianças em Moçambique estão ou já foram submetidas ao trabalho infantil, muitas delas em actividades consideradas perigosas, como a mineração artesanal e o garimpo. A situação preocupa o ministério do Trabalho, Género e Acção Social, que alerta para o agravamento do fenómeno nos últimos anos, sobretudo nas províncias de Nampula, Tete e Inhambane. A cimeira franco-africana de Nairobi, "Africa Forward", terminou esta terça-feira. Em entrevista à RFI, o Presidente francês falou nomeadamente sobre a situação na RDC e mostrou reservas sobre eventuais sanções europeias contra o Ruanda devido ao papel de Kigali na guerra no leste daquele país. Em Angola, o candidato à liderança do MPLA, Higino Carneiro, foi chamado, na quarta-feira, à Procuradoria-Geral da República para ser notificado sobre a reabertura de um processo, que já tinha sido arquivado, envolvendo uma alegada burla com viaturas. Higino Carneiro considera que há motivações políticas por detrás da convocação que surge dias depois de o Presidente angolano João Lourenço, ter formalizado a recandidatura à liderança do partido. No desporto, o Petro de Luanda sagrou-se Campeão de Angola pela quinta vez consecutiva, quando faltam ainda três jornadas para o fim da temporada. Ao microfone da RFI, Joaquim Valinho, treinador-adjunto do Petro de Luanda, disse que é uma “felicidade tremenda” ter novamente conquistado o Girabola.
Le printemps est chaud sur les parquets, en Afrique comme en Amérique ! La Basketball Africa League vient de refermer sa saison régulière. Projection désormais sur les phases finales à Kigali. Du côté de la NBA, les play-offs battent leur plein. Place aux demi-finales de conférence, pour Wemby, LeBron, SGA et les autres vedettes ! Deux conférences, douze clubs sur la ligne de départ et huit qualifiés pour la suite : la Basketball Africa League vient d'achever sa saison régulière ! Début avril, à Pretoria en Afrique du Sud, Jean-Jacques Boissy a réussi son pari. Le MVP sénégalais de la saison passée s'est de nouveau qualifié pour les play-offs de la BAL, cette fois avec les Libyens de Benghazi. Autre bonne nouvelle pour le basket sénégalais : la qualification de l'ASC Ville de Dakar la semaine passée du côté de Rabat. Le club se rendra bientôt au Rwanda pour le sprint final de la Basketball Africa League. Bilan et projection ce dimanche dans Mondial Sports ! À lire aussiBasket : la BAL reprend ses droits, présentation de la saison 6 ! Demi-finales de conférence en NBA Par ailleurs, si la NBA d'Afrique n'a pas encore débuté ses matchs couperets, la NBA « tout court » est en plein dedans ! Les demi-finales de conférence battent leur plein sur les parquets américains. À l'Est, Joël Embiid est mal embarqué avec les Sixers de Philadelphie face aux Knicks de New York. À l'Ouest, Wembanyama et ses Spurs affrontent les Minnesota Timberwolves. Choc de générations dans l'autre confrontation : le MVP en titre Shay Gilgeous-Alexander (OKC) est opposé à la légende des Lakers : LeBron James ! À lire aussiPlay-offs NBA: les Spurs de Wembanyama se rattrapent et corrigent Minnesota Le basket, de la BAL à la NBA ce dimanche dans Mondial Sports, avec : Malick Daho, légende ivoirienne des parquets et consultant de RFI. Kénan Nelle Ebongue et Riwan Rieumailhol, responsables du média « X Ball Africa ». Le son sera accessible dans la page à partir de dimanche 19 h 05.
Hii leo jaridani tunaangazia mkutano wa Kikanda wa Afya Barani Afrika wa mwaka 2026 unaokunja jamvi leeo, Mapambano ya kimataifa dhidi ya homa ya ini ya virusi aina ya B na C, na maombelezo ya kumbukumbu ya mauaji ya Kimbari ya Rwanda.Mkutano wa Kikanda wa Afya Barani Afrika wa mwaka 2026 “World Health Summit 2026” umehitimishwa leo mjini Nairobi nchini Kenya, ukiwaleta pamoja zaidi ya wajumbe elfu moja kutoka takribani nchi 50 kujadili namna ya kuimarisha mifumo ya afya barani Afrika na duniani.Mapambano ya kimataifa dhidi ya homa ya ini ya virusi aina ya B na C yanaanza kuonesha mafanikio, imesema ripoti mpya ya Shirika la Umoja wa Mataifa la Afya duniani, WHO, iliyotolewa Aprili 28, 2026. Ripoti hiyo, imezinduliwa wakati wa Mkutano wa Kimataifa wa Homa ya Ini mjini Bangkok, Thailand, mkutano ulioingia leo siku ya pili na unakunya jamvi kesho.Siku 100 za maombelezo ya kumbukumbu ya mauaji ya Kimbari ya Rwanda dhidi ya Watutsi yaliyofanyika yapata miaka 32 iliyopita zikiendelea . Leo tunakupeleka mjini Kigali nchini Rwanda kwenye Ofisi ya Mratibu Mkazi wa Umoja wa Mataifa nchini humo kwake Eugene Uwimana afisa habari wa ofisi hiyo ili kupata simulizi ya kijana anayemuenzi baba yake aliyekuwa mfanyakazi wa Umoja wa Mataifa ambaye aliuawa katika mauaji hayo ya kimbari. Jina la baba huyo ni Emmanuel Turatsinze.”Mwenyeji wako ni Flora Nducha, karibu!
Siku 100 za maombelezo ya kumbukumbu ya mauaji ya Kimbari ya Rwanda dhidi ya Watutsi yaliyofanyika yapata miaka 32 iliyopita zikiendelea . Leo tunakupeleka mjini Kigali nchini Rwanda kwenye Ofisi ya Mratibu Mkazi wa Umoja wa Mataifa nchini humo kwake Eugene Uwimana afisa habari wa ofisi hiyo ili kupata simulizi ya ya kijana anayemuenzi baba yake aliyekuwa mfanyakazi wa Umoja wa Mataifa ambaye aliuawa katika mauaji hayo ya kimbari. Jina la baba huyo ni Emmanuel Turatsinze
Wetlands are land covered in water. Taiwan has many wetlands. Go for a walk in one. You will lose your boots in the mud! Wetlands are full of life! Many animals and plants livethere.濕地是被水覆蓋的土地,有很多動物跟植物住在那裡!走在濕地上,只要一不小心鞋子就可能會陷在泥巴裡!Click HERE to see the full episode transcript, vocabulary, and quiz.
In the 30th edition of the AviaDev Africa Connectivity Update, host Jon Howell is joined by usual guests, Aviation Consultants Sean Mendis and Behramjee Ghadially to review the biggest stories impacting African aviation 00:00 Welcome 02:33 Africa Market Pulse and impacts of the Iran War 13:12 Etihad's 6 new routes for Africa. Behramjee's take 24:22 Sean's take on Etihad's expansion 42:48 Uganda Airlines fleet and route update 46:28 SalamAir's new routes to Kigali and Mogadishu 52:16 ASKY Hints at a new Route 01:00:01 Turkish Airlines Boosts Mauritius frequencies 01:04:30 Ethiopian Eyes Mauritius 01:07:04 Air Tanzania to Seychelles update and reflections 01:10:46 Ethiopian increases Moscow service and firms aircraft order 01:16:30 Ethiopian's Gulf Recovery 01:18:10 The reality of Air Congo's Expansion 01:24:33 SAA leadership changes amidst audit fallout 01:29:27 Kenya Airways Bailout Rules 01:32:01 Air Peace new routes 01:40:43 Wrap Up and farewell
« Le gouvernement de la République démocratique du Congo et les représentants de la rébellion de l'AFC/M23 ont conclu hier un protocole d'accord important à l'issue de cinq jours de discussions à Montreux, en Suisse. » C'est ce que rapporte notamment Le Forum des As à Kinshasa. « Ce compromis porte essentiellement sur l'accès humanitaire et la protection judiciaire dans les zones affectées par le conflit dans l'est du pays, précise le site congolais. Cet engagement s'inscrit dans la continuité de l'accord de Doha signé le 15 novembre dernier, visant à instaurer un processus de paix durable. Les deux parties ont réaffirmé leur volonté de garantir une assistance humanitaire vitale aux populations civiles durement touchées par les violences armées. » Pour Afrik.com, il s'agit là d'une « avancée notable : soutenu par une médiation internationale, cet engagement marque une avancée dans un conflit toujours fragile : (…) alléger les souffrances des populations civiles prises entre deux feux. (…) L'accord insiste particulièrement sur la préservation des infrastructures indispensables à la survie des populations : les denrées alimentaires, les récoltes, le bétail, mais aussi les réserves d'eau, les hôpitaux et les écoles ne doivent plus être des cibles. Par cet engagement, les belligérants promettent également de sécuriser les travailleurs humanitaires et d'empêcher tout pillage des convois. » Surplace ? Afrikarabia, site spécialisé sur la RDC, est plutôt circonspect… « Comme une impression de surplace », s'exclame-t-il. En effet, « ces dispositions ont déjà été discutées à l'automne dernier à Doha et… jamais appliquées. (…) Les négociations de Montreux laissent donc l'amère impression d'être parties d'une feuille blanche, comme si les dispositions qui avaient déjà été validées lors des tours précédents n'avaient jamais été discutées. (…) La désescalade sur le terrain n'est pas pour demain, affirme encore Afrikarabia D'autant que le parrain américain, comptable de l'accord de paix de Washington entre la RDC et le Rwanda, est englué dans le conflit qu'il a lui-même provoqué au Moyen-Orient, et dont il peine à sortir. À Kinshasa et Kigali, on semble moins sûr de la réelle implication américaine dans le conflit congolais. Et sur le terrain, les combats se poursuivent comme si de rien n'était. » L'accueil en RDC des migrants expulsés des États-Unis Toujours à propos de la RDC : vendredi, 15 ressortissants étrangers expulsés des États-Unis ont atterri à Kinshasa. « Sept femmes et huit hommes, précise Le Point Afrique, originaires notamment de Colombie, du Pérou et de l'Équateur. Aucun n'est de nationalité congolaise. Leur présence s'inscrit dans un dispositif d'accueil temporaire négocié entre Washington et Kinshasa. Le gouvernement a sollicité l'appui de l'Organisation internationale pour les migrations, chargée d'assurer un accompagnement humanitaire et, si nécessaire, un retour volontaire vers les pays d'origine. Mais de nombreuses zones d'ombre subsistent, relève Le Point Afrique : ni le nombre total de migrants concernés ni les modalités précises de l'accord n'ont été rendus publics. D'autres arrivées seraient déjà prévues. Cette décision suscite des interrogations. Pourquoi accueillir des migrants expulsés, souvent pour des raisons judiciaires, dans un pays confronté à ses propres urgences ? Dans l'opinion congolaise, une question domine : cette coopération migratoire constitue-t-elle une priorité pour la RDC ? » « En fait, croit savoir Le Pays au Burkina Faso, derrière les raisons humanitaires manifestées par Kinshasa pour justifier l'accueil de ces migrants sur son sol, se cachent des intérêts pécuniaires (malgré les dénégations de Kinshasa), mais pas que. (…) Le président Tshisekedi cherche à obtenir, en contrepartie, le soutien sécuritaire de Washington. On le sait, depuis qu'ils ont repris du poil de la bête, les rebelles du M23 troublent le sommeil du locataire du Palais de marbre. Et le plus grand souhait de Tshisekedi, c'est de voir les États-Unis anéantir ces rebelles. Parviendra-t-il à ses fins ? On attend de voir. » Ruée vers l'or… Enfin, à lire dans Le Monde Afrique , ce reportage sur la rue vers l'or à Giro à l'extrémité nord-est de la RDC. « Une ville de planches et de poussière bâtie comme un décor de western, investie par des milliers d'orpailleurs artisanaux séduits par la promesse de gains rapides. » Toutefois, les « creuseurs », comme on les appelle, doivent faire face aux compagnies minières internationales, notamment chinoises, qui achètent et exploitent les terres, améliorant les finances, avec la bénédiction de l'État congolais. Et les taxes versées ne sont pas vraiment redistribuées au bénéfice des populations locales…
This episode of The Long Form Podcast explores what it really takes to enter politics in Rwanda. Jessy Mugisha, a young independent parliamentary aspirant and businessman, shares his experience attempting to run in the 2024 elections and what he discovered about access, participation, and opportunity in the political system. We discuss youth engagement in Rwandan politics, the barriers facing independent candidates, and whether the system is truly open to ordinary citizens. The conversation also looks at his advocacy for street cleaners in Kigali and what it reveals about labor conditions, dignity, and social responsibility. This is a deeper look at governance, youth participation, and political reality in Rwanda — essential for anyone interested in East African politics, democracy, and civic engagement.Sponsors:Threat Informat - https://threatinformant.io/ Akagera Medicines- https://www.akageramedicines.comJoin our Patreon to enjoy ad-free viewing https://www.patreon.com/cw/TheLongFormPod or support us via our MTN Mobile Money Code 95462 or directly to our phone number: +250795462739Visit Sanny Ntayombya's Official Website: https://sannyntayombya.comProduced by LF Media
Cette semaine, le Club RFI de Kigali au Rwanda présente son tournoi intercommunautaire de la francophonie. Une rencontre de football qui a rassemblé les représentants, des communautés d'une dizaine de pays africains (Bénin, Cameroun, Centrafrique, Côte d'Ivoire, Gabon, Guinée Conakry, Sénégal, Tchad…). Un grand moment sportif et de partage pour témoigner l'amitié entre les peuples. Avec la participation de : Richard Murigande, président du Club RFI Kigali-Rwanda. Cousin/invité du club : Soro Tanignigui Siriki, entrepreneur, CEO de Bright African Elite. Portrait d'avenir : Nathanaël Amogho. Objectif : devenir footballeur professionnel. Musique du Club : Igikosi Rafiki du Rwanda et Professor Jay de la Tanzanie. L'équipe du Club RFI Journaliste-producteur : Éric Amiens Coordination L'écume des mots : Myriam Guilhot Réalisation : Cécile Bonici Collaboration service des auditeurs – suivi des projets Clubs RFI : Audrey Iattoni et Sébastien Bonijol Mise en ligne internet : Sonia Borelva.
What's the understanding and level of awareness of autism in Rwanda? Evas Kyomugisha, our Global Autism Project Partner from Rwanda, talks about the stigma around autism in Rwanda, the different levels of autism acceptance among parents at her center, and how she tries to inspire hope for their children's futures. Evas is the founder and owner of Silver Bells, an autism center in Kigali. Silver Bells offers comprehensive services for families, including Applied Behavior Analysis, Speech Therapy, Occupational Therapy, Physiotherapy, and Music Therapy. Welcome to Autism Tips & Tools, where we highlight the best practical guidance from previous episodes of Autism Knows No Borders. Whether you're a self-advocate, a family member, or a service provider, there's something here for you! This conversation with Evas Kyomugisha was originally released on July 21, 2022. Would you like to hear Evas talk about how the Rwandan government has helped provide services for families? Click the link below for the full conversation and be sure to subscribe to hear more from people connected to autism inspiring change and building community. Inspiring Hope for Parents in Rwanda, with Evas Kyomugisha Let's work together to transform how the world relates to autism. ----more---- We appreciate your time. If you enjoy this podcast and you'd like to support our mission, please take just a few seconds to share it with one person who you think will find value in it too. Follow us on Instagram: @autismpodcast Join our community on Mighty Networks: Global Autism Community Subscribe to our YouTube channel: Global Autism Project We would love to hear your feedback about the show. Please fill out this short survey to let us know your thoughts: Listener Survey
In 1994, the small African country of Rwanda experienced one of the worst genocides in modern history. Over a one-hundred-day period, an estimated 800,000 people were murdered. The genocide shocked the world and left Rwanda devastated. But if you visit Rwanda today, you would probably be surprised at that history. The country is often described as one of Africa's greatest success stories. Its capital city, Kigali, is known for being clean, organised, and relatively safe. In fact, Rwanda has been called the “Singapore of Africa,” thanks to its economic growth and plans for development. However, not everyone agrees with this positive image. Rwanda is also a tightly controlled political system. Opposition parties face serious restrictions, independent media is limited, and the government closely controls political life. Is Rwanda an inspiring economic miracle and a model for other developing countries? Or is it an authoritarian state that prioritises control and stability over democracy? In this episode, I want to explore Rwanda's history, its rapid economic transformation, and the debate between democracy and development! Conversation Club - https://thinkinginenglish.blog/patreon/conversation-clubs/ TRANSCRIPT - https://thinkinginenglish.blog/2026/04/06/rwanda-economic-miracle-or-authoritarian-state-english-vocabulary-lesson/ AD Free Episode - https://www.patreon.com/thinkinginenglish Patreon - https://www.patreon.com/thinkinginenglish YouTube Channel - https://www.youtube.com/@thinkinginenglishpodcast INSTAGRAM - https://www.instagram.com/thinkinginenglishpodcast/) $10 Free Credits on iTalki (Affiliate Link) - https://www.italki.com/affshare?ref=af17506448 My Editing Software (50 % Discount Affiliate Link) - https://descript.cello.so/BgOK9XOfQdD Borough by Blue Dot Sessions Contact advertising@airwavemedia.com to advertise on Thinking in English. Thinking in English is part of the Airwave Media podcast network. 00:00 Introduction 01:45 Vocabulary 03:54 Rwanda Basics and Geography 05:17 Precolonial Rwanda 07:38 Colonial Rule and Division 09:05 1994 Genocide Explained 11:24 Rebuilding and Economic Boom 12:39 Kigali and Branding Rwanda 15:27 Elections and Political Control 17:36 DRC Conflict and Regional Security 18:59 Democracy vs Development Debate 21:12 Final Thoughts Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Chris flies solo today, without Mitzi on this Monday, but still manages to keep it (mostly) on the sunny side! Today, on National Tartan Day, and the year’s 250th anniversary of our Declaration of Independence, we explore the fascinating history and linkage between our Declaration, and the Scottish Declaration of Arbroath, along with a special bonus surprise anniversary connection of the “Triumphal Entry” of Jesus Christ on Apr 6, 32 AD (10th of Nisan) spoken of in all four Gospels! If the Son therefore shall make you free, ye shall be free indeed. – John 8:36 KJV Triumphal Entry – in all four Gospels! Mat 21:1–11 Mar 11:1–10 Luk 19:28–40 Jhn 12:12–19 From the National Tartan Day Time and Date page: The Scottish Declaration of Independence was signed on April 6, 1320. The American Declaration of Independence was, in fact, modeled on this particular document. Almost half of the signers of the American Declaration of Independence were of Scottish descent. The US Senate Resolution on National Tartan Day was passed on March 20, 1998. From that point onward, National Tartan Day was designated as a day for all Americans, particularly those of Scottish descent, on April 6 each year. From the summary of John King Bellassai’s Two Declarations with a Common Purpose: The Link between 1320 and 1776: Tartan Day in the United States is April 6th, which is also the anniversary of the signing of the 1320 Declaration of Arbroath. The significance of this date is the striking similarities in phrasing and intent between the Declaration of Arbroath and the Declaration of Independence. A key to understanding this link is the fact that the American Revolution came right on the heels of the Scottish Enlightenment. While Scottish immigrants were a small part of the general colonial population, their influence on the worldview held by the educated segment of the colonial population, most notably Thomas Jefferson was very influential. Several other key events including the fact that Jefferson's mother's family were of Scottish decent of one of the signers of the Declaration of Arbroath and his Scottish William & Mary professor William Small, whom Jefferson described as his mentor, most notably also played a role in the creation of the Declaration of Independence. Links Videos / Clips [x] = Played [x] Braveheart Theme with Highland Bagpipes (the way it should have been) [x] @josephtawadros “Thank you for replacing the Ayatollah…” [x] @cheesyandthebears and @troycaylak “America vs. Europe 2” [x] Braveheart – Motivational Speech – Inspirational Speech – William Wallace – HD Quality [x] Declaration of Arbroath [x] The 1320 Scottish Declaration of Arbroath Explained… [x] Braveheart: Scotland is Free (HD CLIP) NAR – The Series An Unholy Alliance With Israel – NAR the Series S01E02 [x] 0:00--7:04 Scottish Guy reads The DECLARATION OF ARBROATH for the first time Scotland's Origin Story – What You Never Realised about The Declaration of Arbroath Walter Williams: Why the Founders Did Not Want a Democracy – YouTube The Rest [x] = Mentioned / Discussed [x] Braveheart – Wikipedia Wars of Scottish Independence – Wikipedia First War of Scottish Independence – Wikipedia [x] Battle of Falkirk – Wikipedia [x] United States Declaration of Independence – Wikipedia [x] Declaration of Arbroath – Wikipedia Magna Carta – Wikipedia S.RES. 155 | Congressional Chronicle | C-SPAN.org Text – S.Res.155 – 105th Congress (1997-1998): A resolution designating April 6 of each year as “National Tartan Day” to recognize the outstanding achievements and contributions made by Scottish Americans to the United States. | Congress.gov | Library of Congress H.RES. 109 | Congressional Chronicle | C-SPAN.org Text – H.Res.109 – 107th Congress (2001-2002): Recognizing the anniversary of the signing of the Declaration of Arbroath and supporting the establishment of a National Tartan Day to recognize the outstanding achievements and contributions made by Scottish Americans to the United States. | Congress.gov | Library of Congress H.RES. 514 | Congressional Chronicle | C-SPAN.org Text – H.Res.514 – 108th Congress (2003-2004): Expressing the sense of the House of Representatives that a day should be established as “National Tartan Day” to recognize the outstanding achievements and contributions made by Scottish Americans to the United States. | Congress.gov | Library of Congress [x] John Adams, letter to William Tudor, Quincy (Jun 1, 1818) When general counsels and deliberations commenced, the objects could be no other than the mutual defence and security of every individual for his life, his liberty, and his property. To suppose them to have surrendered these in any other way than by equal rules and general consent was to suppose them idiots or madmen, whose acts were never binding. To suppose them surprised by fraud, or compelled by force, into any other compact, such fraud and such force could confer no obligation. Every man had a right to trample it under foot whenever he pleased. In short, he asserted these rights to be derived only from nature and the author of nature; that they were inherent, inalienable, and indefeasible by any laws, pacts, contracts, covenants, or stipulations, which man could devise. [x] John Adams, A Dissertation on the Canon and Feudal Law – Teaching American History In a word, let every sluice of knowledge be opened and set a-flowing. The encroachments upon liberty in the reigns of the first James and the first Charles, by turning the general attention of learned men to government, are said to have produced the greatest number of consummate statesmen which has ever been seen in any age or nation. The Brookes, Hampdens, Vanes, Seldens, Miltons, Nedhams, Harringtons, Nevilles, Sidneys, Lockes, are all said to have owed their eminence in political knowledge to the tyrannies of those reigns. The prospect now before us in America, ought in the same manner to engage the attention of every man of learning, to matters of power and of right, that we may be neither led nor driven blindfolded to irretrievable destruction. Nothing less than this seems to have been meditated for us, by somebody or other in Great Britain. There seems to be a direct and formal design on foot, to enslave all America. This, however, must be done by degrees. The first step that is intended, seems to be an entire subversion of the whole system of our fathers, by the introduction of the canon and feudal law into America. The canon and feudal systems, though greatly mutilated in England, are not yet destroyed. Like the temples and palaces in which the great contrivers of them once worshipped and inhabited, they exist in ruins; and much of the domineering spirit of them still remains. The designs and labors of a certain society, to introduce the former of them into America, have been well exposed to the public by a writer of great abilities; and the further attempts to the same purpose, that may be made by that society, or by the ministry or parliament, I leave to the conjectures of the thoughtful. But it seems very manifest from the Stamp Act itself, that a design is formed to strip us in a great measure of the means of knowledge, by loading the press, the colleges, and even an almanac and a newspaper, with restraints and duties; and to introduce the inequalities and dependencies of the feudal system, by taking from the poorer sort of people all their little subsistence, and conferring it on a set of stamp officers, distributors, and their deputies. But I must proceed no further at present. The sequel, whenever I shall find health and leisure to pursue it, will be a “disquisition of the policy of the stamp act.” In the mean time, however, let me add, — These are not the vapors of a melancholy mind, nor the effusions of envy, disappointed ambition, nor of a spirit of opposition to government, but the emanations of a heart that burns for its country's welfare. No one of any feeling, born and educated in this once happy country, can consider the numerous distresses, the gross indignities, the barbarous ignorance, the haughty usurpations, that we have reason to fear are meditating for ourselves, our children, our neighbors, in short, for all our countrymen and all their posterity, without the utmost agonies of heart and many tears. [x] H. L. Mencken – Wikiquote Every normal man must be tempted, at times, to spit upon his hands, hoist the black flag, and begin slitting throats. – Prejudices, First Series (1919) Ch. 6, “The New Poetry Movement” Audience Contributed [x] Magnus Magnusson – Wikipedia [x] Scotland : the story of a nation : Magnusson, Magnus : Free Download, Borrow, and Streaming : Internet Archive On This Day Events April 2026 Calendar of Public Holidays | Office Holidays Holidays and Observances in the United States in 2026 What day is it today? Important events every day ad-free | United States OTD On This Day – What Happened on April 6 Today in History: April 6, United States enters World War I | AP News What Happened on April 6 – On This Day What Happened on April 6 | HISTORY April 6 – Wikipedia What Happened On April 6 In History? 06 | April | 2020 | Executed Today Holidays Easter Monday National Tartan Day12345 Sorry Charlie Day – Fun Holiday Historical Events 2017 – U.S. military launches 59 Tomahawk cruise missiles at an air base in Syria. Russia describes the strikes as an “aggression”, adding they significantly damage US-Russia ties. 2016 – First baby born with DNA from three parents through mitochondrial transfer in Mexico 1994 – Rwandan genocide begins: The assassination of Rwandan President, Juvénal Habyarimana, and Burundian President, Cyprien Ntaryamira, killed when the jet they were riding in was shot down by surface-to-air missiles as it attempted to land in Kigali, Rwanda abruptly ending peace negotiations and sparking the Rwandan Genocide, triggered a mass slaughter of ethnic Tutsis with up to 1 million victims. Those responsible have never been identified. 1980 – Post-it Notes first sold: 3M begins sales of Post-it Notes. The canary yellow sticky pads quickly become one of the best-selling office supply products in history and a ubiquitous staple in schools and offices around the world. 1970 – Sam Sheppard, the inspiration for “The Fugitive,” dies: Sam Sheppard, a doctor convicted of murdering his pregnant wife in a trial that caused a media frenzy in the 1950s, dies of liver failure. After a decade in prison, Sheppard was released following a re-trial. His story is rumored to have loosely inspired the television series and movie The Fugitive. 1968 – Pierre Elliott Trudeau wins the Liberal Party leadership election, and becomes Prime Minister of Canada soon afterward. 1965 – First commercial communications satellite is launched: Intelsat I, also known as Early Bird, facilitated the first live TV broadcast of a spacecraft splashdown when Gemini 6 landed in the Atlantic Ocean. 1954 – Sen. Joseph R. McCarthy, R-Wis., responding to CBS newsman Edward R. Murrow's broadside against him on “See It Now,” claimed in remarks filmed for the program that Murrow had, in the past, “engaged in propaganda for Communist causes.” 1930 – At the end of the Salt March, Gandhi raises a lump of mud and salt and declares, “With this, I am shaking the foundations of the British Empire.” 1929 – Huey P. Long, Governor of Louisiana, is impeached by the Louisiana House of Representatives. 1924 – First successful around-the-world flight begins: A team of aviators begins the first round-the-world flight in history. Four aircraft left Seattle on a westbound route around the globe. 157 days later, two of them reached the same location. 1917 – World War I: The United States entered World War I as the House joined the Senate in approving a declaration of war against Germany that was then signed by President Woodrow Wilson. 1909 – North Pole Expedition: Robert Peary and Matthew Henson allegedly become the first people to reach the North Pole. Peary’s claim has never been verified and is widely contested. The first undisputed journey to the North Pole was the 1948 Soviet Sever-2 expedition. 1896 – First modern Olympic Games are opened in Athens, Greece: 241 athletes from 14 countries took part in the First Olympiad. The event took place over 1500 years after the last ancient Olympic Games, which originated in Olympia in south-western Greece. 1866 – The Grand Army of the Republic, an American patriotic organization composed of Union veterans of the American Civil War, is founded. It lasts until 1956. 1865 – American Civil War: [better known as the War of Eastern European banking aggression] The Battle of Sailor’s Creek: Confederate General Robert E. Lee’s Army of Northern Virginia fights and loses its last major battle while in retreat from Richmond, Virginia, during the Appomattox Campaign. 1862 – American Civil War: [better known as the War of Eastern European banking aggression] The Battle of Shiloh begins: In Tennessee, forces under Union General Ulysses S. Grant meet Confederate troops led by General Albert Sidney Johnston, as Confederate forces launched a surprise attack against Union troops, who beat back the Confederates the following day. 1860 – Mormon LDS cult: The Reorganized Church of Jesus Christ of Latter Day Saints, later renamed Community of Christ, is organized by Joseph Smith III and others at Amboy, Illinois. 1841 – John Tyler inaugurated as 10th U.S. President: John Tyler is sworn in as president. Tyler was elected as William Henry Harrison's vice president earlier in 1841 and was suddenly thrust into the role of president when Harrison died one month into office. He was the first vice president to immediately assume the role of president after a sitting president's untimely exit and set the precedent for succession thereafter. 1830 – Mormon LDS cult: Joseph Smith and others met in Fayette, New York, to form the Church of Christ — now known as The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints. 1812 – British forces under the command of the Duke of Wellington assault the fortress of Badajoz. This would be the turning point in the Peninsular War against Napoleon-led France. 1808 – John Jacob Astor incorporates the American Fur Company, that would eventually make him America’s first millionaire. 1800 – The Treaty of Constantinople establishes the Septinsular Republic, the first autonomous Greek state since the Fall of the Byzantine Empire. (Under the Old Style calendar then still in use in the Ottoman Empire, the treaty was signed on 21 March.) 1772 – Beard… Tax…? Empress of Russia Catherine the Great ends the tax on men with beards, enacted by Tsar Peter the Great in 1698 1652 – Cape Colony, the first European settlement in South Africa, is established by the Dutch East India Company under Jan van Riebeeck 1320 – Tartan Day:12345 The Scots reaffirm their independence by signing the Declaration of Arbroath, the Scottish “Declaration of Independence”. The day is increasingly renamed Declaration Day, since 2016, and associated with events commemorating the Declaration of Arbroath and other aspects of Scottish history. Tartan Day has expanded into an entire Tartan Week in New York City and Angus, and into multi-day events in some other locations, including Washington, DC. The name Scotland Week has also been promoted in Scotland. The events typically have parades of pipe bands, Highland dancing, and other Scottish-themed activities. In 1998, the efforts of the coalition and the Caledonian Foundation (led then by JoAnne Phipps), with the legislative sponsorship of Senator Trent Lott, resulted in United States Senate Resolution No. 155 (introduced March 6, 1998) to adopt April 6 as National Tartan Day. The resolution passed March 20, 1998, “to recognize the outstanding achievements and contributions made by Scottish Americans to the United States”; it also referred to the predominance of Scots among the Founding Fathers of the United States and claimed that the American Declaration of Independence was “modelled on” the Scottish Declaration of Arbroath. The now quasi-official National Tartan Day was held annually thereafter; The Washington Times reported in 2000 on the event, by which time it was already growing into a three-day affair in Washington, DC. Births 1976 – Candace Cameron Bure, American actress (50) 1969 – Paul Rudd, American actor (57) 1964 – Tim Walz, American politician, Governor of Minnesota & vice presidential candidate (62) 1952 – Marilu Henner, Greek-Polish American actress and author (74) 1942 – Barry Levinson, American actor, director, producer, and screenwriter (84) 1937 – Merle Haggard, American singer-songwriter and guitarist (died 2016) 1937 – Billy Dee Williams, American actor, singer, and writer (89) 1931 – Ram Dass (Richard Alpert), American theosophist, cult leader (died 2019) 1671 – Jean-Baptiste Rousseau, French poet and playwright (died 1741) 1135 – Maimonides, Jewish philosopher, Torah scholar, physician and astronomer (March 30 also proposed, died 1204) Deaths 1992 – Isaac Asimov, American science fiction writer (born 1920) 1971 – Igor Stravinsky, Russian-American pianist, composer, and conductor (born 1882) 1528 – Albrecht Dürer, German painter, engraver, and mathematician (born 1471) 1520 – Raphael, Italian painter and architect (born 1483) 1199 – Lionheart Richard, The Stranger King: Richard I of England, King of England, also known as Richard the Lionheart. Richard the Lionheart, Robin Hood's king is considered one of the great English monarchs. Yet he cost his country a fortune and barely lived there. (born 1157) 2014 – Mickey Rooney, American soldier, actor, and dancer (born 1920) 2014 – Massimo Tamburini, Italian motorcycle designer, co-founded Bimota (born 1943) 2015 – James Best, American actor, director, and screenwriter, best known as the bumbling Sheriff Rosco P. Coltrane in the action comedy series The Dukes of Hazzard, which originally aired on CBS from 1979 to 1985. (born 1926) 2015 – Ray Charles – the other Ray Charles, American singer-songwriter and conductor (born 1918) 2017 – Don Rickles, American actor and comedian (born 1926) 2025 – Jay North, American actor best known for his role as the good-natured but mischievous Dennis Mitchell on the CBS situation comedy Dennis the Menace (1959–1963), based on the comic strip created by Hank Ketcham. (born 1951) Wikipedia Contributors. “Tartan Day.” Wikipedia, Wikimedia Foundation, 3 Apr. 2026, en.wikipedia.org/wiki/Tartan_Day. Accessed 5 Apr. 2026. ↩↩ “National Tartan Day 2026 in the United States.” Timeanddate.com, 2026, www.timeanddate.com/holidays/us/national-tartan-day. Accessed 5 Apr. 2026. ↩↩ “History of National Tartan Day”. NationalCapitalTartanDay.com. National Capital Tartan Day Committee. 2023. Retrieved July 31, 2023. ↩↩ “National Tartan Day” (PDF). Congressional Record – Senate. United States Senate. March 20, 1998. p. S2373. Archived from the original on January 8, 2022. Retrieved July 31, 2023 – via Library of Congress. ↩↩ Bellassai, John. Two Declarations with a Common Purpose: The Link between 1320 and 1776. Mar. 2022. Archived at National Capital Tartan Day, Issue Papers. www.nationalcapitaltartanday.com/issue-papers/. Accessed 5 Apr. 2026. ↩↩
Natalija Mucyo Waldhuber je delegatka Evropske unije za razvojne projekte, ki že peto leto živi in dela v Ruandi. Pravi, da so Ruandci čudoviti ljudje, dežela pa s čistočo in hitrim razvojem upravičuje poimenovanje afriška Švica. V parlamentu prevladujejo ženske, v državi pa je čutiti energijo večinskega mladega prebivalstva. Nekdanja atletinja je tam našla tudi ljubezen, priimek Mucyo pomeni svetlobo, razsvetljenje. Po poroki v Sloveniji so mladoporočenca v domači hiši v mestu Kigali čakali sprejem in poročna darila: veliko riža, krompirja, sadja in pijače. Natalija Mucyo Waldhuber pripoveduje tudi o opazovanju gorskih goril v naravnem okolju.
I didn't even want a big wedding… and somehow, I ended up having a three-day one
About Our GuestsDr. Brandon Ferderer is Head of Programming at Shared Studios and honors faculty at Arizona State University. A writer, performer, storyteller, and expert facilitator, Brandon holds a doctorate in intercultural communications from Arizona State University. His work spans private, education, and nonprofit sectors, harnessing communication technology to bridge cultural divides through dynamic educational and arts programs. His academic and creative works have been featured in Critical Studies in Media Communication and The Seventh Wave, and he has performed at the Scottsdale Museum of Contemporary Art, Phoenix Art Museum, the Moth Main Stage, and the Dixon Theater in New York City.Ross Phillips is a social studies teacher at Winnacunnet High School in Hampton, New Hampshire. Holding a master's degree in education from the University of New Hampshire, Ross is passionate about bringing the world into his classroom through live virtual connections. An avid world traveler who has explored Thailand, Cambodia, Vietnam, Egypt, Italy, Iceland, and beyond, Ross uses real-world application to ignite students' curiosity for non-Western history, law, and geography.What Is Shared Studios?Shared Studios is best known for its immersive portals — repurposed shipping containers equipped with audiovisual technology that place users in a full-body, face-to-face conversation with someone in a similar container in one of 20–25 countries around the world. But at its core, Shared Studios is a network of people: trained facilitators and community members around the globe — from community activists to UN officials — brought together to create meaningful educational connections. Programming can be delivered through the immersive portal environment or via video conferencing.Key Topics DiscussedWhy immersive portals go beyond video conferencing Brandon explains that 65–75% of a message's meaning is communicated nonverbally. While video conferencing restored face-to-face visibility, it also introduced "Zoom fatigue" — the tendency to monitor how we appear to be connecting rather than actually connecting. The portal creates full-body presence and a sense of accountability to your conversational partner, which is essential for building genuine empathy.The origin story of Shared Studios Founder Amar Bakshi originally built the portal concept to help his grandmother feel connected to her native Pakistan — imagining her sharing a chai in a café. The first portals debuted at a New York art gallery and in Tehran, Iran, where the profound emotional responses (women dancing freely behind closed doors, a young man coming out) revealed the technology's transformative potential.How Ross uses the portal at Winnacunnet High School Ross has built years of relationships with curators in Mexico City, Kigali, and other sites. Students recognize facilitators by name, ask about their lives, and engage in deeply personal conversations — including discussions about the Rwandan genocide with survivors and their families, a topic directly tied to New Hampshire's state curriculum standards.The role of the facilitator On-site facilitators like Ross help students acclimate to the unique, distraction-free environment of the portal. The shared studios curators on the other end are trained to handle sensitive or culturally awkward moments as teachable opportunities rather than offenses — creating a space where students can "trip up" and grow.Reaching reluctant learners Rather than leading with heavy topics, Brandon and Ross recommend starting with common ground — video games, food, music, daily life. A memorable example: skeptical Arizona State students connected with young men in Herat, Afghanistan over football and video games, and ended up in a 45-minute conversation about U.S.-Afghan relations.Preparing students for cross-cultural conversations Shared Studios uses "shared understandings" drawn from the Mejlis style of dialogue — an approach rooted in Arab cultures emphasizing equity in speaking time, active listening, and respectful engagement. Brandon also discusses the importance of teaching students the difference between cultural relativism and universalism before entering conversations.Why distance learning matters Both guests emphasize that the problems facing the next generation — climate change, refugee crises, global poverty, genocide — are deeply interconnected and cannot be solved by any one nation or culture. Distance learning, especially in immersive forms, is how we build the global citizens equipped to meet those challenges together.Quotable Moments"Video conferencing has been really great for connecting us. It has not been so good at creating connection between us." — Dr. Brandon Ferderer"I've never walked away from a connection being like, 'Well, that didn't go well.' There's always a nugget." — Ross Phillips"We have to find ways to put young people into conversation with people who are different than them... distance learning is the way that we do that." — Dr. Brandon FerdererResources & LinksShared StudiosWinnacunnet High SchoolFind all episode links and visuals at cilc.org/podcastHost links:Discover more virtual learning opportunities at CILC.org with hosts Tami Moehring and Allyson Mitchell.Seth Fleischauer's Banyan Global Learning combines live virtual field trips with international student collaborations for a unique K12 global learning experience. See https://banyangloballearning.com/global-learning-live/Enjoyed this episode? Tell a friend, follow the podcast, and leave us a review! Editing by Lucas Salazar.
Why do people sometimes trust comedians more than politicians? In this episode of The Long Form, Ugandan comedian Patrick “Salvador” Idringi joins us in Kigali for a wide-ranging conversation about comedy, politics, social media, and public criticism in East Africa. Salvador reflects on the pressures of making audiences laugh while navigating political debates, online controversy, and the expectations placed on public figures. This conversation explores the intersection of comedy, media, culture, and politics in Africa — and why humor often reveals truths society struggles to say out loud.Join our Patreon to enjoy ad-free viewing https://www.patreon.com/cw/TheLongFormPod or support us via our MTN Mobile Money Code 95462 or directly to our phone number: +250795462739 Visit Sanny Ntayombya's Official Website: https://sannyntayombya.com Produced by LF Media
Send a textWhen Yvette Raphael walked into a stakeholder meeting in Kigali in 2019 and asked Gilead's lead researcher, "What are you going to do differently?", she was doing her job. As co-founder of Advocacy for Prevention of HIV in Africa and chair of the Global Community Advisory Board for the PURPOSE 1 trial, Yvette has spent decades ensuring that women most affected by HIV are not just research subjects, but architects of the science designed to protect them.In this episode, she tells the inside story of lenacapavir, Science magazine's 2024 Breakthrough of the Year, from the community trust-building that made the PURPOSE trials possible, to the moment at AIDS 2024 when results showing 100% efficacy brought a room of scientists to their feet.But Yvette is clear: a breakthrough is only a breakthrough if it reaches the people who need it. With PEPFAR funding under threat and rollout decisions being made without community voices, she pulls no punches on what accountability from science, pharma, and governments must actually look like.To support us, consider becoming a paid subscriber on Patreon or making a one-time donation via PayPal. Subscribe to our weekly newsletter: globalhealthunfiltered.comFollow us on X (@unfiltered_gh), LinkedIn, Instagram, and TikTok.
The announcement of the new Global Anglican Communion has triggered an extraordinary wave of reaction from evangelical Anglican leaders gathered in Abuja this week. For many delegates, the moment was deeply emotional. One leader described it as “the privilege of crossing the river and entering the promised land,” capturing the sense that years of theological tension and debate have now led to a decisive new chapter for Anglicans committed to the authority of Scripture.Inside the conference hall the mood was striking. African bishops began dancing in praise on the platform and in the aisles — a spontaneous expression of joy and thanksgiving to God.The atmosphere was markedly different from the gathering three years ago in Kigali, where the tone was sombre and reflective as leaders lamented the direction of parts of the Anglican world. In Abuja the feeling was relief, gratitude and renewed confidence about the future.In this special episode of The Pastor's Heart, we bring together reactions from senior Anglican leaders across the global church following the release of the Abuja statement and the establishment of the new Global Anglican Council. The conversation explores why many leaders believe communion must be defined confessionally around the Jerusalem Declaration, and why there is now a call for principled disengagement from the historic Canterbury structures.You'll hear reflections from Miguel Uchoa, Michael Stead, Julian Dobbs, Alfred Olwa, Emmanuel Egbunu, Vaughan Roberts, John Dunnett, Glenn Davies, Darryl Parker and Richard Condie as they respond to what this moment means for their provinces and for the global Anglican movement. The discussion was recorded for Advent Cable Network Nigeria, where host Promise Njoko-Adebe invited Dominic to co-host the panel.This episode is brought to you by Anglican Aid.The Church Cohttp://www.thechurchco.com is a website and app platform built specifically for churches. Anglican AidTo find out more about supporting Anglican Aid. Advertise on The Pastor's HeartTo advertise on The Pastor's Heart go to thepastorsheart.net/sponsorSupport the show
On this episode, we examine the future of the US-brokered peace deal after Washington sanctioned Rwanda's defence forces and senior military officials over the eastern DR Congo conflict. Kigali calls the move is unfair and accuses the DRC of failing to meet its own commitments. Meanwhile, Ethiopia has opened its first unmanned police station in Addis Ababa, letting citizens report crimes digitally. The pilot is part of Prime Minister Abiy Ahmed's push to modernize public services, but is raising questions about adoption and data protection.Presenter: Nkechi Ogbonna Producer: Keikantse Shumba, Daniel Dadzie and Ayuba Iliya Technical Producer: Jonathan Mwangi Senior Producers: Bella Twine and Blessing Aderogba Editors: Samuel Murunga and Maryam Abdalla
« Paul Kagamé, le président rwandais, n'a-t-il pas préjugé de ses forces en piquant au vif la crédibilité diplomatique de la superpuissance américaine ? », s'interroge Le Monde Afrique. « Trois mois après avoir foulé aux pieds un accord de paix qu'il venait à peine de signer avec la RDC, à Washington, sous les auspices enthousiastes de Donald Trump, le Rwanda vient de se faire sévèrement taper sur les doigts. Ainsi, avant-hier, le Trésor américain a placé sous sanctions l'armée rwandaise (les FDR) et quatre de ses plus hauts officiers supérieurs. » Alors, « ce qui est inédit dans ces nouvelles sanctions américaines, note Afrikarabia, c'est qu'elles concernent désormais l'armée rwandaise dans son ensemble. C'est toute l'institution militaire rwandaise qui est frappée pour son "soutien opérationnel aux rebelles" de l'AFC-M23. (…) Ces sanctions vont d'abord fortement complexifier toutes les relations commerciales en dollars pour le compte de l'armée rwandaise. Tout achat avec une entreprise d'armement américaine est désormais impossible. » Toutefois, tempère le site spécialisé sur la RDC, « Kigali devrait ne pas en être très impacté puisque le Rwanda a diversifié ses fournisseurs en armement grâce à la Chine, Israël ou la Turquie. » Mais « en sanctionnant l'armée rwandaise, les États-Unis débordent du cadre strictement militaire. Les Forces de défense du Rwanda sont intimement liées à l'économie rwandaise dans différents secteurs, comme le bâtiment, la logistique, l'agro-industrie ou les télécoms. (…) L'impact des sanctions américaines pourrait donc être davantage économique que militaire ». Realpolitik ? Certes, pointe Aujourd'hui au Burkina, il y ces sanctions économiques, mais « de là à imaginer que Washington lâche le Napoléon de 1994, c'est vite franchir le pas. » En fait, croit savoir le site burkinabé, il s'agit de « signifier à ce dernier : attention depuis trois décennies, les États-Unis vous ont adoubé, soutenu à bout de bras, ont toléré beaucoup de choses, mais dans le cas présent, les intérêts américains sont en jeu, et il ne faudrait pas se mettre en travers, via l'AFC-M23. Car, il ne faut pas se voiler la face, affirme encore Aujourd'hui, la guerre de rapines menée par l'AFC-M23 alimente de nombreux pays occidentaux. Et Kagamé demeure toujours un partenaire fiable des États-Unis et un verrou dans les Grands Lacs. Quitte donc à faire un grand écart, il est à parier que l'AFC-M23 pourrait mettre un bémol à ses actions, satisfaisant la RDC, qui devra en faire de même avec les FDLR. Et après, ces sanctions seront levées. Ainsi fonctionne la realpolitik. Ainsi fonctionne également Trump avec son MAGA. Et l'homme mince de Kigali le sait bien. » Réactions contrastées… En tout cas, relève Afrik.com, « à Kinshasa, le gouvernement congolais a salué sans tarder la décision américaine. Kinshasa qui évoque un "signal clair en faveur du respect de la souveraineté et de l'intégrité territoriale" de la RDC ». Côté rwandais, le New Times à Kigali reprend le discours officiel : « une diplomatie équilibrée, et non des sanctions, apportera la paix en RDC », affirme le quotidien rwandais. « Les sanctions, lorsqu'elles sont appliquées de manière sélective, donnent souvent l'illusion d'une action sans s'attaquer aux causes profondes du conflit. (…) Le régime de Kinshasa n'a pas respecté ses engagements pris dans le cadre de l'accord (de Washington) », dénonce encore le New Times. « Au lieu de mesures de confiance, des rapports vérifiables font état d'un renforcement militaire continu, d'un réarmement et du recrutement de mercenaires étrangers pour consolider ses forces de coalition. De telles actions ne témoignent guère d'un engagement en faveur de la paix ». D'autres sanctions en réserve… Enfin on revient au Monde Afrique qui estime que « les sanctions américaines ne mettront pas fin, mécaniquement, au conflit qui ravage l'est de la RDC depuis plus de trente ans. Mais l'investissement diplomatique et sécuritaire des États-Unis sera primordial pour un règlement durable alors qu'aucune issue militaire ne se dessine et que les initiatives de l'Union africaine ou des Européens ont échoué. "À condition que les efforts de l'administration américaine s'inscrivent dans la durée", glisse un diplomate européen. Car, pointe encore Le Monde Afrique, Washington n'a pas encore utilisé toute la gamme des sanctions dont elle dispose. Notamment celles qui toucheraient le cœur financier du système rwandais. Là où s'entremêlent étroitement les intérêts économiques, financiers et sécuritaires sous l'autorité du président Kagamé. »
Les États-Unis agissent finalement contre l'armée rwandaise. En début de semaine, lundi 2 mars, Washington a annoncé prendre des sanctions contre les Forces de défense du Rwanda « pour leur soutien opérationnel direct au M23 ». Quatre officiers supérieurs sont aussi visés, dont le chef d'état-major général des armées. Le département d'État américain reproche au groupe rebelle d'avoir pris le contrôle de la ville d'Uvira, et cela malgré l'accord de paix signé à Washington quelques jours plus tôt. Pour parler de ces sanctions inédites, Thierry Vircoulon, chercheur associé à l'Institut français des relations internationales (IFRI), est notre Grand Invité Afrique. Il répond à Sidy Yansané. À lire aussiEst de la RDC: Washington annonce des sanctions contre l'armée rwandaise pour son soutien au M23
En RD Congo, les sanctions américaines contre de hauts responsables militaires rwandais sont saluées par les autorités congolaises. Cela fait longtemps qu'ils réclamaient des sanctions ciblées contre Kigali. Ces sanctions font naître un espoir de paix dans l'est du pays où les combats se sont intensifiés ces dernières semaines. Léonard She Okitundu, député, ancien ministre congolais des Affaires étrangères, est notre invité.
Can drugs like ketamine, LSD, and marijuana really “rewire” the brain?In this episode of The Long Form Podcast, Dr. Lisa Ndejuru, clinician at the King Faisal Hospital Ketamine Treatment & Research Centre in Kigali, breaks down the science and controversy surrounding psychedelic-assisted therapy, mental health treatment in Africa, and the global rise of ketamine clinics. We discuss Elon Musk's public use of ketamine, Silicon Valley's investment in psychedelics, African traditional plant medicine, marijuana culture among young Africans, and whether modern pharmaceuticals are healing trauma — or simply reshaping perception. Sponsors:Threat Informat - https://threatinformant.io/. Akagera Medicines- https://www.akageramedicines.com/ Join our Patreon to enjoy ad-free viewing https://www.patreon.com/cw/TheLongFormPod or support us via our MTN Mobile Money Code 95462 or directly to our phone number: +250795462739 Visit Sanny Ntayombya's Official Website: https://sannyntayombya.com
Semana de grandes emoções com a participação dos brasileiros em Ruanda. O clímax, sem dúvida, foi a vitória de Henrique Bravo na Etapa 7, atacando no Mur de Kigali. A promessa é cada vez mais realidade na Soudal Quick Step Devo. No RADIO falamos do Bravinho, claro, e da Localiza Meoo. O time liderado por Henrique Avancini foi muito bem na volta africana. Na Europa, as clássicas de primavera começaram em grande estilo com a Omloop Het Nieuwsblad e os campeões foram os marrentos Mathieu Van der Poel e Demi Vollering. Porém, tem muita, mas muita coisa para falar nesta semana. Junte-se à resenha da semana!
Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur la réouverture de la frontière Uvira-Bujumbura, les sanctions chinoises contre des entreprises japonaises et l'affaire Epstein. RDC : que sait-on de la mort du porte-parole militaire de l'AFC/M23 ? Le porte-parole militaire du groupe armé de l'AFC/M23 soutenu par le Rwanda, Willy Ngoma, ainsi que plusieurs autres membres de la rébellion, ont été tués dans une frappe de drones près de Rubaya, dans le territoire de Masisi, une province du Nord-Kivu. Que sait-on des circonstances de sa mort ? Cette attaque peut-elle fragiliser le cessez-le-feu ? Peut-on craindre des représailles de la part des rebelles soutenus par Kigali ? Avec Patient Ligodi, journaliste au service Afrique de RFI. RDC : comment expliquer la réouverture de la frontière Uvira-Bujumbura ? Dans l'est de la République démocratique du Congo, la frontière entre Uvira et Bujumbura a rouvert après plusieurs semaines de fermeture à la suite de la prise de la ville congolaise par l'AFC/M23 soutenu par le Rwanda qui s'est retiré depuis. Comment expliquer cette réouverture alors que la menace du groupe rebelle tient toujours ? Cette réouverture va-t-elle s'accompagner d'un retour des réfugiés congolais se trouvant au Burundi ? Avec Adolphe Agenonga Chober, professeur à l'Université de Kisangani, spécialiste des mouvements armés dans l'est de la RDC. Chine : pourquoi Pékin impose des sanctions au Japon ? La Chine a sanctionné 40 entreprises et organismes japonais, accusés de contribuer à la remilitarisation du pays. Une décision qui s'inscrit dans un climat déjà très tendu entre les deux pays autour de Taïwan. Quel est le véritable objectif de Pékin en imposant ces sanctions ? En est-on arrivé à un point de non-retour dans les relations sino-japonaises ? Avec Clea Broadhurst, correspondante permanente de RFI à Pékin. Affaire Epstein : bientôt classée comme « crime contre l'humanité » ? La publication des « Epstein files » a révélé l'ampleur du réseau criminel sexuel de Jeffrey Epstein. Au point où des experts mandatés par les Nations unies estiment que cette affaire doit être requalifiée en « crime contre l'humanité ». Qu'est-ce qui justifie, selon ces experts, une telle qualification ? La CPI peut-elle se saisir de cette affaire ? Avec William Schabas, professeur de droit international à Middlesex University London au Royaume-Uni.
« Les lignes de front se sont rallumées à l'aube, s'exclame Le Point Afrique. Depuis hier matin, les Forces armées de la République démocratique du Congo (FARDC), appuyées par les milices locales Wazalendo et soutenues par des drones, ont lancé des attaques simultanées sur plusieurs positions de l'AFC/M23 dans l'est du pays. Les combats les plus intenses se concentrent dans le territoire de Masisi, à proximité immédiate de Rubaya, site minier stratégique. Cette zone produit entre 15 % et 30 % du coltan mondial, minerai indispensable à l'industrie électronique. Pour le M23, l'enjeu est autant militaire qu'économique. (…) Cette nouvelle flambée, note encore Le Point Afrique, intervient au lendemain d'un événement majeur : la mort de Willy Ngoma, porte-parole militaire du M23, tué mardi près de Rubaya lors d'une frappe de drone attribuée aux FARDC. » Les drones : nouvelle arme fatale Le conflit est en train de prendre une nouvelle dimension avec justement l'utilisation de plus en plus massive de drones. En effet, explique Afrikarabia, site spécialisé sur la RDC, « depuis la résurgence du M23, fin 2021, le conflit s'est enlisé au sol pour l'armée congolaise, dont la faiblesse ne lui a jamais permis de reprendre le dessus sur les rebelles, ni de reprendre des localités significatives ». « En échec au sol, Kinshasa a (donc) décidé de déplacer les combats dans les airs, notamment avec l'usage de drones d'attaque. Le décès de Willy Ngoma montre que l'armée congolaise peut désormais mener des attaques ciblées, pointe Afrikarabia. Ses forces spéciales, formées et soutenues par les éléments israéliens des paramilitaires de l'Américain Erik Prince, qui sont déployés à Uvira, sont désormais capables de frapper n'importe où et en toutes circonstances. Les attaques de drones sur les rebelles permettent maintenant aux milices Wazalendos, en premières lignes au sol, de pouvoir gagner du terrain et déloger certaines positions rebelles. Ce qui est désormais le cas autour de Rubaya, de Minembwe et de Kavumu. » Le poids des États-Unis « La dynamique semble, fait inhabituel, évoluer en faveur des forces congolaises », renchérit Ledjely. Et les Américains y sans doute pour quelque chose… En effet, précise le site guinéen, « ces premiers revers enregistrés par la rébellion interviennent après l'accord signé à Washington entre Félix Tshisekedi, Paul Kagame et Donald Trump. Par ailleurs, à la suite du retrait rebelle d'Uvira, des éléments liés à la société paramilitaire fondée par Erik Prince, ex-patron de Blackwater, auraient été aperçus dans la région. Fait notable également, pointe Ledjely : la zone où Willy Ngoma a trouvé la mort se situerait à proximité de l'une des plus importantes mines de coltan du pays. Exploitée par la rébellion depuis qu'elle en a pris le contrôle en 2024, cette mine avait été pourtant intégrée au volet économique de l'accord de Washington. Et dès lors que des intérêts économiques majeurs entrent ouvertement en jeu, les États-Unis pourraient difficilement tolérer toute remise en cause de leurs positions stratégiques, relève encore le site guinéen. Dans ce nouveau contexte, la rébellion de l'AFC/M23 ainsi que ses parrains rwandais pourraient bien découvrir que l'équation militaire dans l'est congolais est en train de changer ». Offensive diplomatique Pendant ce temps, Félix Tshisekedi est à l'offensive sur le plan diplomatique. Le président congolais est en visite en France. Il a été reçu mercredi 25 février à l'Élysée par Emmanuel Macron. « La France a exprimé sa solidarité avec Kinshasa, relève Afrik.com, tout en appelant à une désescalade et à une solution durable conforme au droit international. Cette prise de position a lieu à un moment où la RDC multiplie les démarches diplomatiques pour internationaliser la question sécuritaire et obtenir des soutiens explicites sur la scène mondiale. Pour Kinshasa, chaque déclaration publique de soutien constitue un levier dans le rapport de force régional. Pour Paris, l'équation est plus délicate : préserver la stabilité des Grands Lacs sans rompre les équilibres diplomatiques avec Kigali ». Et dans le même temps, relève encore Afrik.com, un bras de fer diplomatique est en train de se jouer entre la RDC et le Rwanda : « La RDC semble déterminée à arracher au Rwanda la tête de l'Organisation internationale de la francophonie (OIF). (…) La RDC qui envisage de présenter une candidature au secrétariat général de l'organisation. Cette ambition croise celle du Rwanda qui avait déjà annoncé la reconduction de la candidature de l'actuelle secrétaire générale, Louise Mushikiwabo, pour un troisième mandat ».
Uma cobrança de aluguel atrasado levou as autoridades da Ruanda até um cruel assassino em série que estocava suas vítimas na própria cozinha e não tinha planos de parar.Produção: Crimes e Mistérios BrasilNarração: Tatiana DaignaultEdição: Tatiana DaignaultPesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault Fotos e fontes sobre o caso você encontra aquiO Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram Facebook X AVISO: A escolha dos casos a serem contados não refletem preferência ou crítica por qualquer posição política, religião, grupo étnico, clube, organização, empresa ou indivíduo. ________________________________________________________________
Depuis Dakar, Muriel Edjo met en lumière trois tendances fortes de la tech africaine. Au Rwanda, les drones de Zipline livrent des médicaments en zones rurales et auraient permis de réduire de 51 % la mortalité maternelle dans les régions desservies. Au Maroc, la chirurgie robotisée s'installe dans le réseau public pour pallier la pénurie de spécialistes et élargir l'accès aux soins. Enfin, en Égypte, le Parlement prépare une loi pour encadrer l'usage des réseaux sociaux par les enfants, dans un contexte de montée du cyberharcèlement et de la désinformation.
Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur les tensions entre autorités syriennes et Kurdes, la pénurie de pétrole à Cuba et des poursuites judiciaires rwandaises contre le Royaume-Uni. Olympique de Marseille : qui pour relancer la saison après le départ de De Zerbi ? À l'Olympique de Marseille, l'aventure de Roberto De Zerbi a pris fin. Le club phocéen a officialisé la séparation avec l'entraîneur italien, après sa défaite historique contre le PSG (5-0) au Parc des Princes. Ce départ est présenté comme concerté, d'un « commun accord », mais De Zerbi n'a-t-il pas plutôt été poussé vers la sortie ? Qui pour le remplacer à ce stade crucial de la saison ? Comment expliquer cette crise malgré les dernières recrues importantes ? Avec Antoine Grognet, journaliste au service des sports de RFI. Syrie : pourquoi malgré le cessez-le-feu Kobané reste coupée du monde ? En Syrie, malgré l'annonce d'un cessez-le-feu entre les autorités de Damas et les forces kurdes, la ville de Kobané, située dans l'extrême nord du pays, demeure encerclée. Comment expliquer cette situation ? Une reprise des combats peut-elle encore être évitée dans cette ville ? Avec Marie-Charlotte Roupie, correspondante de RFI à Bagdad, de retour de Syrie. Cuba : quelles alternatives au blocus pétrolier imposé par les États-Unis ? Sous la pression de Donald Trump, Cuba se retrouve coupée d'un de ses principaux fournisseurs de carburant. Depuis l'enlèvement du président Nicolás Maduro par les États-Unis, l'île ne reçoit plus de pétrole du Venezuela. Washington a même menacé d'imposer des droits de douane à tout pays qui viendrait en aide à La Havane. Pourquoi Donald Trump impose-t-il un tel blocus ? Malgré les intimidations américaines, Cuba peut-elle compter sur des alliés pour surmonter cette pénurie ? Avec Laurine Chapon, doctorante en géographie au Centre de recherche et de documentation des Amériques, le CREDA, et à la Sorbonne Nouvelle. Rwanda-Royaume-Uni : pourquoi Kigali réclame 100 millions de livres sterling ? Le gouvernement rwandais a annoncé avoir engagé une procédure judiciaire contre le Royaume-Uni devant la Cour permanente d'arbitrage à La Haye. Kigali accuse Londres de ne pas avoir respecté certains engagements financiers prévus dans l'accord migratoire signé en 2022. Selon Kigali, les montants dus s'élèvent à 100 millions de livres sterling, soit 115 millions d'euros. De quels paiements parle-t-on ? À quel moment et pour quelles raisons le Premier ministre britannique Keir Starmer a-t-il décidé de suspendre les versements ? Avec Amélie Cracco, docteure en droit, autrice de la thèse « Les conséquences du Brexit sur la liberté de circulation des personnes ».
La guerre dans l'est de la RDC : mercredi 11 février, vous entendiez le porte-parole du gouvernement congolais, Patrick Muyaya. Ce jeudi 12 février, l'invité Afrique de RFI est le ministre des Affaires étrangères du Rwanda, Olivier Nduhungirehe. À Addis-Abeba en amont du sommet à venir de l'Union africaine, il répond aux accusations de « mensonge » portées par la RDC, qu'il accuse en retour de porter la responsabilité de la guerre. Le ministre rwandais balaie également les menaces de sanctions internationales, notamment américaines. Les accords de Washington ne servent-ils pas avant tout les intérêts économiques des États-Unis ? Les accords de Washington peuvent-ils réellement aboutir à une paix durable ? Quel rôle pour l'Union africaine dans ce conflit ? Olivier Nduhungirehe, chef de la diplomatie rwandaise, répond aux questions de l'envoyé spécial de RFI à Addis-Abeba, David Baché. RFI : Olivier Nduhungirehe, monsieur le ministre, la guerre dans l'est de la RDC se poursuit, malgré les différents accords signés depuis le mois de juin à Washington et à Doha. En décembre, l'AFC/M23 s'est retiré de la ville d'Uvira. Un pas important. Mais il y a eu ensuite ces tirs de drones à Kisangani… Que faut-il désormais pour que cette rébellion, soutenue par le Rwanda, cesse ses attaques dans l'est de la RDC ? Olivier Nduhungirehe : Il n'y a aucun jour qui passe sans qu'il n'y ait d'attaques aériennes de la part du gouvernement congolais contre les positions de l'AFC/M23, ce qui est une violation du cessez-le-feu. Mais aussi, ce qui est plus inquiétant, contre des villages Banyamulenge, dans un contexte de montée des discours de haine. Et donc, le président Tshisekedi signe un accord de paix ou un accord de cessez-le-feu par la main, mais pas par le cœur. Donc ; c'est ça le problème. Vous parlez aujourd'hui des Banyamulenge. Hier, Kigali faisait reposer le problème sur la présence des Forces démocratiques de libération du Rwanda (FDLR), cette rébellion créée par d'anciens génocidaires et qui continue de vouloir renverser le régime au Rwanda. Côté congolais, on accuse votre pays de maintenir cette guerre pour s'accaparer les minerais ? Oh, ça, c'est un discours simpliste et ils savent bien que cela n'est pas la vérité. Il y a un problème FDLR à l'est de la RDC, ces génocidaires qui ont commis le génocide au Rwanda en 1994 et qui ont été entretenus, qui ont été soutenus, par le gouvernement congolais et qui ont même été intégrés dans l'armée congolaise. C'est d'ailleurs pour cela qu'il y a eu les accords de Washington. Il doit y avoir un engagement de la RDC de neutraliser les FDLR et de permettre au Rwanda de lever ses mesures de défense. Donc, les FDLR sont une question importante qui est au centre de ce conflit et qui doit être résolue par la neutralisation, comme l'exigent les accords de Washington. Le Rwanda vient de confirmer, fin janvier, une « coordination sécuritaire » avec l'AFC/M23, alors que votre pays démentait jusqu'alors soutenir militairement ce groupe armé. Pourquoi le reconnaître à présent ? Parce que l'AFC/M23 est un mouvement congolais… Soutenu par le Rwanda… Il y a des intérêts communs entre le Rwanda et l'AFC/M23, et ces intérêts communs s'appellent FDLR. Mais pourquoi le reconnaître maintenant, pourquoi l'avoir démenti auparavant ? Patrick Muyaya, ministre porte-parole du gouvernement congolais, considère que ce sont les « aveux » d'un « régime assis sur le mensonge ». Il l'a redit en substance sur notre antenne, le 11 février 2026. Que lui répondez-vous ? Oh, le mensonge, il sait de quoi il parle, Patrick Muyaya, puisque c'est le gouvernement congolais qui a intégré ces génocidaires FDLR en son sein. Et à l'heure où je vous parle, les FDLR sont toujours soutenus par le gouvernement congolais. Donc, quand Patrick Muyaya parle de mensonge, il sait de quoi il parle. Certaines voix réclament des sanctions internationales contre le Rwanda. Les États-Unis pourraient prendre cette décision assez rapidement. On a entendu il y a quelques jours le président Paul Kagame répondre à cette menace avec véhémence. Vous non plus, monsieur le ministre, cela ne vous effraie pas plus que cela ? Si les sanctions pouvaient régler les problèmes endémiques de la RDC, je signerais demain matin. Savez-vous qu'en 2012, en 2013, il y avait aussi des sanctions contre le Rwanda ? Est-ce que cela a réglé le problème de la RDC et du M23 pour autant ? Non. La guerre a repris huit ans plus tard, en octobre 2021. Donc, cette histoire de sanctions, comme si c'était une baguette magique, ça ne fait aucun sens. Il n'y a aucune sanction en ce bas monde qui va nous empêcher de sécuriser notre frontière et de nous assurer que notre population ne subisse pas ce qu'elle a subi en 1994 aux mains des FDLR. Mais ça ne serait pas un coup dur pour le régime, pour sa stature internationale, son attrait économique aussi ? Non, mais ça s'est fait déjà dans le passé, donc ça, ce n'est pas une question qui est valide. Nous sommes dans un monde où chacun doit porter sa croix. Les sanctions, on ne les craint pas et ce n'est pas le sujet. Le sujet est de régler le problème congolais à la source, c'est-à-dire en s'attaquant aux causes profondes. Est-ce que les accords de Washington, finalement, n'assurent pas surtout les intérêts économiques américains, l'approvisionnement en minerais notamment, sans atteindre les conditions d'une paix effective sur le terrain entre vos deux pays, le Rwanda et la RDC ? Les accords de Washington pour la paix et la prospérité ont d'abord une composante sécuritaire. Mais ça ne marche pas apparemment sur le terrain… Ça ne marche pas puisque ça n'est pas mis en œuvre. Et donc, c'est pour ça que nous en avons appelé aux États-Unis et même à l'Union africaine, la médiation africaine, pour régler cette question sécuritaire, ce qui va ouvrir la voie à une mise en œuvre du volet économique. Vous y croyez toujours ? On y croit toujours bien sûr. S'il y a, dans la préservation des intérêts américains, une paix durable dans la région, nous sommes preneurs. En tout état de cause, la situation humanitaire dans l'est de la RDC est catastrophique : des centaines de milliers de personnes déplacées, une crise alimentaire, et les organisations humanitaires, à cause du conflit, parviennent difficilement à accéder aux populations. Puisque votre pays, le Rwanda, se « coordonne » avec l'AFC/M23, n'avez-vous pas un rôle à jouer pour faciliter cet accès humanitaire ? Oui, la Monusco a un dialogue direct avec l'AFC/M23 et nous, le Rwanda, nous avons été disponibles pour ouvrir nos frontières, pour faciliter l'accès humanitaire. Mais pour le faciliter dans l'est de la RDC ? Mais, la Monusco et même les organisations internationales ont un accès direct à l'AFC/M23. Donc les autorités de fait, qui contrôlent la région, sont en contact avec les organisations humanitaires, avec la Monusco. Et je pense que toute question d'accès humanitaire a une réponse entre les deux parties concernées. Vous participez actuellement au conseil des ministres des Affaires étrangères, en amont du sommet des chefs d'États de l'Union africaine. Sur ce dossier, quelle décision attendez-vous du sommet de l'Union africaine ? Le Rwanda va pouvoir faire état de son point de vue. Il n'y a pas de décision attendue dans ce sommet sur cette question. Il y a une médiation africaine, qui est toujours en cours. Il y a la médiation américaine, la médiation qatarienne qui sont aussi à l'œuvre. Cette année doit être utilisée à bon escient pour que les progrès dans les accords de paix de 2025 soient consolidés en 2026. À lire aussiPaul Kagame répond aux menaces de sanctions internationales contre le Rwanda
Le président congolais Félix Tshisekedi vient d'achever une longue tournée dans une demi-douzaine de pays, effectuant une offensive diplomatique et politique, des États-Unis aux Émirats arabes unis, en passant par l'Angola et le Togo. Guerre dans le Kivu, dialogue intercongolais, crise avec le Rwanda, minerais critiques... Kinshasa a plusieurs dossiers brûlants sur la table. Pour aborder ces sujets, le porte-parole du gouvernement de la République démocratique du Congo, Patrick Muyaya, est notre Grand Invité Afrique ce matin. Il répond aux questions de Sidy Yansané. RFI : Depuis le début de l'année, le président Félix Tshisekedi multiplie les déplacements : Togo, Congo, France, les Émirats, les États-Unis et puis l'Angola pour finir cette grosse tournée. Qu'en est-il ressorti de concret à la fois sur les plans diplomatique, économique et surtout sécuritaire ? Patrick Muyaya : La plus récente visite, celle en Angola, c'était évidemment pour passer en revue la question de l'évolution du processus de paix. Et il y avait évidemment la question du dialogue intercongolais. Ensuite, la visite aux Émirats, là aussi, il s'agissait de mettre les dispositifs en place d'un partenariat stratégique, car les Émirats arabes unis et la République démocratique du Congo ont des intérêts en commun à construire et à partager. Pour revenir maintenant sur la visite à Washington, une visite historique, si je peux me permettre, en termes de partenariat stratégique RDC-États-Unis, nous avons eu la première réunion du comité directeur conjoint. Il y a aussi eu ce sommet sur les minerais critiques. Le président Tshisekedi a réussi à inscrire la République démocratique du Congo au cœur du débat sur la transition énergétique, faisait de notre pays un atout pour régler les problèmes de l'humanité. Revenons à l'Angola, puisqu'à la suite de la visite du président Tshisekedi, on a confié à Luanda un nouveau mandat : créer les conditions d'un dialogue intercongolais en parlant à toutes les parties. Qu'espérez-vous du président João Lourenço, ex-médiateur dans la crise rwando-congolaise, dans ce nouveau rôle ? Il va faire une forme de pré-consultation des différentes parties. Mais comme notre président de la République l'a dit et redit, le dialogue entre Congolais se tiendra en République démocratique du Congo. Et ce dialogue, j'insiste là-dessus, ne consacrera aucune forme d'impunité, parce que c'est l'impunité dont bénéficient certains acteurs qui est à la base de la répétitivité des conflits que nous déplorons dans la partie est du pays. Parlons de l'un de ces acteurs. RFI a révélé que, en décembre dernier, l'ancien président Joseph Kabila, condamné à mort pour trahison et crimes de guerre par la justice congolaise, avait été reçu à Luanda par la présidence angolaise. Kinshasa est-elle prête à dialoguer avec cet acteur congolais-là ? Dans le dialogue que nous devons avoir, nous avons un point principal : l'agression. Lorsque vous regardez les prises de position et les attitudes du président honoraire, il est évident qu'il est complice de l'agression parce qu'il est difficile d'imaginer que c'est lui qui a combattu par le passé le M23. Puis, dans une tribune publique, brisant de longues années de silence, il dit soutenir et justifier le combat du M23. Il y a des gestes qu'il n'aurait jamais dû poser. Tout dépendra évidemment du rapport que, le moment venu, le président Lourenço fera de ses différentes consultations, notamment avec celui que vous avez cité. Malgré l'accord signé à Washington, et aussi l'accord-cadre de Doha et ses protocoles censés être appliqués, les violences perdurent sur le terrain. Que manque-t-il pour que, au moins, il y ait un cessez-le-feu ? Il manque de la volonté du côté du Rwanda, car il est évident que toute idée visant à ramener la paix dans cette partie de notre pays n'arrange pas le président Paul Kagame, qui est aussi derrière ces faux prétextes d'extermination ou de ciblage des populations banyamulenge. Il y a un autre prétexte qu'il utilise, celui de la présence des FDLR (Forces démocratiques de libération du Rwanda, mouvement sanctionné par l'ONU et considéré comme génocidaire par Kigali, NDLR). Je pense que, au terme de tous ces processus, le Rwanda ne viendra plus recycler ces prétextes, d'autant qu'il est censé régler ces problèmes en ce moment. Vous êtes porte-parole du gouvernement et ministre de la Communication. Vous insistez beaucoup sur certains termes, qualifiant le président Paul Kagame de « père du M23 » avec qui il entretient « une relation diabolique ». Peut-on vraiment parler d'effort de paix quand, des deux côtés rwandais et congolais, il y a des termes extrêmement forts pour désigner l'adversaire et la personne avec laquelle on doit négocier ? Nous qualifions Kagame et le M23 de relation père-fils à raison. Qui a créé le M23 ? Qui arme le M23 ? Qui conduit les opérations du M23 ? Il y a des rapports du groupe d'experts des Nations unies qui le disent de manière régulière. Donc cette filiation existe bel et bien. La frontière avec le Burundi est toujours fermée. Des habitants d'Uvira se sont réfugiés au Burundi, fuyant les combats. Avez-vous des informations concernant l'ouverture prochaine d'une frontière et une stabilisation d'Uvira ? Le gouvernement travaille déjà sur un plan de restauration de l'autorité de l'État, qui va permettre un retour progressif de nos populations qui sont à Uvira, pour revenir en sécurité là où ils doivent être. Et de ce point de vue, il y a une évolution, après la dernière réunion au Qatar. Jean-Pierre Lacroix, secrétaire général adjoint de l'ONU chargé des opérations de maintien de la paix, séjourne actuellement à Kinshasa pour voir dans quelle mesure on peut mettre en place le mécanisme de cessez-le-feu qui pourra, s'il est mis en place et surtout s'il est respecté, contribuer au retour des populations qui sont parties se réfugier au Burundi voisin.
L'aéroport stratégique de Kisangani, grande ville du nord-est de la RDC, a été ciblé ce week-end par une attaque de drones kamikazes. Huit d'entre eux ont pu être abattus. L'attaque n'a pas été revendiquée mais les autorités locales accusent le M23 et Kigali d'en être à l'origine. Que cherchent le Rwanda et le mouvement rebelle ? Pour Ledjely à Conakry, « loin de chercher une véritable désescalade, ils semblent plutôt engagés dans une stratégie visant à affaiblir méthodiquement les capacités militaires du camp adverse. Le choix de cibler l'aéroport de Kisangani n'a, à cet égard, rien d'anodin. Cette infrastructure constitue un maillon stratégique essentiel dans le dispositif de riposte des autorités congolaises. C'est notamment depuis cette plateforme que décollent les aéronefs et les avions de chasse utilisés par les forces armées de la RDC pour frapper les positions tenues par les rebelles soutenus par le Rwanda. » Et « le fait qu'un mouvement rebelle soit en mesure de se procurer et de déployer des drones kamikazes est très inquiétant, souligne encore Ledjely. Cette évolution marque un saut qualitatif préoccupant dans l'arsenal du M23 et révèle l'ampleur des soutiens dont il bénéficie. Elle en dit long sur les ambitions de l'ennemi auquel le président Félix Tshisekedi est confronté et sur la complexité croissante du conflit. » Le retour de la diplomatie continentale ? Sur le plan diplomatique, « c'est le grand flou », s'exclame Afrikarabia. « Aux abonnés absents depuis l'échec des processus de paix de Nairobi et Luanda, l'Union africaine et l'Angola font de nouveau entendre leur voix dans la crise congolaise. » Pour le site spécialisé sur la RDC, « ce retour de l'Afrique dans le conflit qui secoue l'Est de la RDC signe d'abord les échecs des processus de paix de Washington entre la RDC et le Rwanda, et de celui de Doha entre le gouvernement congolais et les rebelles de l'AFC/M23. La situation militaire s'est largement dégradée sur le terrain avec la prise d'Uvira par la rébellion en décembre, même si le M23 s'est récemment retiré de la deuxième ville du Sud-Kivu. Le come-back de l'Angola et de l'Union africaine sonne aussi comme un retour à la case départ. Dos au mur et sans solution militaire, constate Afrikarabia, Félix Tshisekedi a donc décidé de relancer ses “frères africains“ pour tenter de peser à nouveau sur les rebelles et leur soutien rwandais. » Contrats tous azimuts ! Le président congolais qui joue également les VRP, « avec dans ses valises de juteux contrats miniers. » C'est ce que relève Aujourd'hui à Ouagadougou. « Première escale hier : les Emirats Arabes Unis, avec un contrat sur l'exploitation d'or. Et deuxième séjour aux États-Unis demain pour ressusciter l'accord mort-né de décembre dernier qui devait faire taire les armes. » Et pour réactiver les contrats miniers qui allaient de pair… En effet, à Washington, Félix Tshisekedi devrait retrouver ses homologues kenyan et guinéen pour un sommet sur les ressources stratégiques. L'ogre américain… Commentaire du quotidien Le Pays, toujours au Burkina Faso : « la présence de pays africains à ce sommet de Washington est bien la preuve que dans la “merde“, il y a aussi de bonnes choses à tirer (référence à la fameuse phrase de Donald Trump qualifiant les nations du continent de “pays de merde“). Et ce n'est pas Donald Trump qui dira le contraire, poursuit le quotidien burkinabé. Lui qui conditionne son aide à la sécurisation de l'Est de la RDC, contre une facilité d'accès de son pays aux minerais rares de ce vaste pays d'Afrique centrale. » Reste à savoir maintenant, pointe encore Le Pays, « si la RDC, le Kenya et la Guinée sauront défendre leurs intérêts devant l'ogre américain. La question est d'autant plus fondée que l'Afrique a souvent souffert du déséquilibre des accords dans ses rapports de coopération avec les pays occidentaux. Et quand, dans le meilleur des cas, le continent noir ne se retrouve pas avec la portion congrue du gâteau, c'est souvent pour assister, impuissant, au pillage de ses ressources naturelles par les grandes puissances. » En tout cas, pour en revenir à la RDC, cette tournée de Félix Tshikekedi aux Emirats Arabes Unis et aux États-Unis, « montre sa volonté de transformer le conflit à l'Est en une lutte pour la souveraineté économique. » C'est ce que souligne Afrik.com : « en renforçant les liens directs avec les destinations finales de ses richesses naturelles, le pouvoir congolais mise sur la diplomatie commerciale. L'objectif, pointe le site panafricain, est d'affaiblir les réseaux de financement des groupes armés. Cette stratégie vise aussi à stabiliser durablement les frontières tout en développant l'économie nationale. »
Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur l'hypothèse d'une attaque russe contre l'OTAN d'ici 2028, l'attaque de l'aéroport de Niamey et la reconnaissance rwandaise de collaborer avec l'AFC/M23. Italie : l'ICE est-elle vraiment la bienvenue aux JO d'hiver ? En Italie, la présence annoncée d'une division de l'ICE, la police américaine de l'immigration, aux Jeux olympiques d'hiver de Milan-Cortina suscite une vive polémique. Accusée d'être responsable de la mort par balles de deux citoyens américains à Minneapolis, l'ICE est plus que jamais contestée par ses méthodes. Quel sera le rôle de ces agents fédéraux sur le sol italien ? Les autorités italiennes ont-elles eu leur mot à dire ? Avec Anne Le Nir, correspondante de RFI à Rome. OTAN : une attaque russe d'ici à 2028, un scénario crédible ? Dans un entretien accordé au quotidien britannique The Times, le lieutenant-général Gerald Funke, chef d'état-major de l'armée allemande, affirme que la Russie pourrait attaquer l'OTAN d'ici à 2028. Selon son hypothèse, il s'agirait d'une guerre hybride avec notamment des cyberattaques capables de paralyser les transports ou la santé, des sabotages et des attaques ciblées. Sur quelles preuves s'appuie-t-il pour envisager un tel scénario ? Les pays concernés prennent-ils des mesures pour prévenir ce risque ? Avec Pascal Thibaut, correspondant de RFI à Berlin. Niger : pourquoi la junte accuse la France, le Bénin et la Côte d'Ivoire ? Quelques heures après l'attaque survenue à l'aéroport international de Niamey dans la nuit de mercredi à jeudi, le général Abdourahamane Tiani a accusé les présidents Emmanuel Macron, Patrice Talon et Alassane Ouattara d'être « les sponsors » des assaillants, sans évoquer leur identité. Vendredi, l'attaque a été revendiquée par le groupe État islamique au Sahel. Sur quels éléments factuels s'appuie le chef de la junte du Niger pour accuser la France, le Bénin et la Côte d'Ivoire ? Avec Seidik Abba, journaliste, écrivain, président du Centre international d'études et de réflexion sur le Sahel (CIRES). Auteur de l'ouvrage « Mali/Sahel: notre Afghanistan à nous? » (Impact éditions). Rwanda : pourquoi admettre sa collaboration avec l'AFC/M23 maintenant ? Pour la première fois, Kigali a reconnu son engagement aux côtés des rebelles de l'AFC/M23 dans l'est de la RDC. L'ambassadrice rwandaise aux États-Unis, Mathilde Mukantabana, a évoqué « une coordination sécuritaire » alors que jusqu'à présent, le Rwanda avait toujours nié son implication dans la guerre malgré les différents rapports des experts de l'ONU et la demande de plusieurs pays comme les États-Unis, la Belgique et la France de retirer ses troupes. Comment expliquer un tel aveu maintenant ? Avec Henry-Pacifique Mayala, coordonnateur du Baromètre sécuritaire du Kivu, Kivu Security Tracker (KST), un projet de recherche sur la violence à Ebuteli, l'Institut congolais de recherche sur la politique, la gouvernance et la violence. Le KST documente et cartographie les incidents de violence dans l'est du Congo depuis 2017.
Welcome UCI Women's Road World Champion, Magdeleine Vallieres! She won this title in Kigali, Rwanda in incredibly impressive fashion storming away from her breakaway companions as well as a hard charging group of favorites. Canada got their first elite world title and the entire world got a new hero to cheer for. There are some fun connections Mags and Ted share over the years and her early introduction to cycling. You can follow this world class and world champion rider on her instagram: www.instagram.com/magdeleinevallieres Watch the highlights: https://www.youtube.com/watch?v=x4voJPNEHFc Check out Mags and Ted on the same results sheet once upon a time! https://802timing.com/results/18results/bikeresults/4.21.18overallrasputitsa.htm Thank you very much Matt Scarborough and Bicycle Accident Law.com Try AGZ by visiting drinkAG1.com/tedking