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O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
Neste episódio, Ygor Martins corre nas matas e Thiago Tartaro é hipnotizado por todos os Curupiras que já deixaram seus rastros invertidos na arena do Bumbódromo.É mais um Megazord de Lendas!Roteiro: Thiago TartaroGravação: Ygor Martins e Thiago TartaroEdição: Tio HélioApoie-nos em apoia.se/papodetoadaTorne-se membro de nosso canal no Youtube e tenha acesso antecipado aos episódios inéditos.OBS:O Megazord é um quadro que busca compilar e analisar todas as vezes que um momento de item 17 ou item 04 já apareceu na arena, em um determinado recorte de tempo.Fontes de pesquisa:BURTON, Adrian. Who's afraid of the Curupira? In: Frontiers in Ecology and the Environment. V 16. Junho de 2018. CASCUDO, Luis da Camara. Dicionario do Folclore Brasileiro. São Paulo. Global. 2012.NETO, Eraldo Medeiros Costa. Curupira e Caipora: o papel dos seres elementais como guardiões da natureza. In: Boletim do Museu Paraense Emilio Goeldi de Ciências Humanas. 18 (1). 2023.SANTOS, Antonio Rogerio dos e outr. Os Apurinã, Tenetehara, Kambeba, Huni Kui, Maragua, Tikuna e Krenak gritam: cuidado, o curupira vai te pegar! In: Revista Tabuleiro de Letras. V 16 N 1. Jan-Jun 2022. Araújo, G. dos S. (2023). Curupira: configuración del mito en las narraciones orales de los pueblos de la selva. Muiraquitã: Revista De Letras E Humanidades.
Tamanho não é documento.Baixo, atarracado e com aquela marra de quem não negocia vitória, o francês Bernard Hinault marcou os anos 80: 5 Tours de France, 3 Giros d'Italia, 2 Vueltas a España — e uma coleção de triunfos que explica por que ele é, pra muita gente, o maior depois de Eddy Merckx.Agora, aos 70 anos, ele é o tema do episódio: Alvaro Pacheco recebe Fernando Blanco pra contar a história do “Texugo” — duro, direto e inesquecível.Dá o play, clipe e pegue essa roda.
Na edição do Noite Brasil/ Cultura Brasileira desta quinta feira 19 de junho:1) Parlamentares do PT votaram para derrubar vetos do governo e gera questionamentos e cobranças por parte da militância;2) Em entrevista para Mano Brown, no podcast Mano a Mano, Lula comparou o Brasil que recebeu de Bolsonaro com a Faixa de Gaza, atualmente;3) Alemanha está com mais um fóssil de dinossauro roubado do Brasil. A paleontóloga e diretora do museu Câmara Cascudo, responsável pela campanha de repatriação do “Irritator Challengeri” explica como está o processo de retorno do fóssil que atualmente está no Museu Estadual de História Natural de Stuttgart.Os convidados são: Breno Altman (19h30) e Aline Ghilardi (20h15)
Dando sequência à série "Naruhodo Entrevista" de conversas descontraídas com cientistas brasileiras e brasileiros, chegou a vez da Socióloga, Doutora em Antropologia Social, escritora e consultora, Paula Pinto e Silva.Só vem!> OUÇA (105min 54s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Paula Pinto e Silva possui graduação em Ciências Sociais (1998), Mestrado em Antropologia Social (2002) e Doutorado em Antropologia Social (2007), todos pela Universidade de São Paulo.Desde 2007 é professora de Antropologia na Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM SP.Co-criadora da Revista SEXTA FEIRA Antropologia, Artes e Humanidades (Hedra/34), publicação voltada à interface da antropologia com as artes plásticas, publicidade, cinema e TV (http://www.revistasextafeira.org).É membro fundadora do C5 Centro de Cultura Culinária Câmara Cascudo, entidade sem fins lucrativos que tem como principal objetivo pesquisar e difundir a culinária brasileira, a partir de um olhar renovador e criativo. O C5 une estudiosos de diversas áreas e chefes de cozinha atuantes na pesquisa da moderna gastronomia brasileira (http://culinariac5.wordpress.com).Seus trabalhos acadêmicos giram em torno das relações entre a Antropologia e Alimentação, tratando também de temas relacionados à História do Culinária e da Cozinha no Brasil.É autora do livro Farinha, feijão e carne seca - Um tripé culinário no Brasil colonial. São Paulo, Senac, 2005 (Vencedor do prêmio de Melhor livro de história da culinária 2005 pelo Gourmand World Cookbook Awards) e organizadora do livro Arte de Cozinha de Domingos Rodrigues (1680). Rio de Janeiro, Senac, 2008.Profissionalmente vem realizando, desde 1998, investigações que analisam o vínculo entre a Antropologia e a temática do Consumo, criando e coordenando projetos variados para o mercado e área cultural.Lattes: http://lattes.cnpq.br/0943168187328136*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Este lunes viajamos a Barcelona para conocer la tienda de pararrayos más antigua del mundo, Torrente Tecno Industrial, junto a su propietario, Carles Torrente. Después nos vamos a Sevilla para visitar una de las tiendas que ostenta el título de las mejores del mundo en su categoría, Nostromo Cómics y su dueño, Sergio López.El cuentista Pep Bruno nos narra A moça e a vela y A mae de Sao Pedro, dos cuentos religiosos recogidos en Brasil por Luís da Câmara Cascudo en 1946.El astrofísico Javier Armentia nos habla sobre la ciencia de los bostezos.El cocinero Sergio Fernández nos enseña una nueva receta sencilla en su sección “Empieza el día saboreando el desayuno”.Por último, Sergio Martín repasa la actualidad informativa en su sección “Si yo tuviera un programa”.Escuchar audio
El cuentista Pep Bruno nos narra A moça e a vela y A mae de Sao Pedro, dos cuentos religiosos recogidos en Brasil por Luís da Câmara Cascudo en 1946.Escuchar audio
Um assobio estridente na mata, do qual não se consegue determinar a origem, fazendo o sangue do viajante solitário pelos sertões do Brasil gelar na veias! Objetos que somem sem deixar vestígios! Cavalos exaustos e com as crinas trançadas logo de manhã! Ruídos na mata, som de gargalhadas e mais troças e sustos pregados nos desavisados! É o Saci! Quem é essa criatura mítica, que tanto pode ser perigosa e aterrorizante, quanto divertida e irreverente a ponto de se tornar um personagem de histórias infantis? E não só isso! Ele ganhou o seu próprio dia! Que cai exatamente no dia do halloween americano, para lembrar que no Brasil, temos nossos próprios mitos! E eles não são nada fracos quando comparados com os gringos! No Scicast de hoje vamos conhecer as possíveis origens desse mito folclórico brasileiro!Com vocês, o Saci! Ótica Saci Ótica Saci, trazendo a melhor solução para os seus olhos, agora ao seu alcance online! Aqui, a facilidade em escolher a sua lente é real. Com apenas uma selfie, você tira suas medidas e garante as lentes perfeitas para a sua receita médica. E o melhor, você leva exatamente o que escolheu!Com um amplo catálogo de marcas tanto para armações quanto para suas lentes a Ótica Saci oferece opções para todos os estilos e bolsos. E com a promoção de inauguração, os preços estão ainda mais imperdíveis! Aproveite! Use o cupom SCICAST além de ter um produto de qualidade, o podcast vai receber uma porcentagem da sua compra! Acesso o link ou use o Qrcode: Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: André Trapani, Marcelo de Matos, Willian Spengler, Roberto Spinelli, Livia Nádia da Costa Leite, Anderson Couto Citação ABNT: Scicast #616: Saci. Locução: André Trapani, Marcelo de Matos, Willian Spengler, Roberto Spinelli, Livia Nádia da Costa Leite, Anderson Couto. [S.l.] Portal Deviante, 02/11/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-616 Referências e Indicações Sugestões de literatura: ALVES, Januária Cristina. O Saci-pererê e outras figuras traquinas do folclore brasileiro. São Paulo: FTD, 2017. CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. 10. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. CASCUDO, Luís da Câmara. Geografia dos Mitos Brasileiros. ed. José Olympio, Rio de Janeiro, 1947 FRANCHINI, A. S. As 100 melhores lendas do folclore brasileiro. Porto Alegre: L&PM, 2011. LOBATO, Monteiro. O Saci-pererê, Resultados de um inquérito. São Paulo. 1917. LOBATO, Monteiro. O Saci. São Paulo: Brasiliense, 2005. LOBATO, Monteiro. O Sítio do Picapau Amarelo - Subtítulo: Fragmentos do Reinações de Narizinho e do Saci. Coleção Rocambole. Editora Brasiliense. MEGALE, Nilza B. Folclore Brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1999. OLIVEIRA, Luciano Flávio de. Giramundo: representações culturais, imaginário social e mitologia brasileira a partir do Saci-Pererê. Revista Eletrônica Existência e Arte, São João del-Rei, n. 4, 2009. QUEIROZ, Renato. Um mito bem brasileiro: estudo antropológico sobre o Saci. São Paulo: Polis, 1987 QUEIROZ, Renato. Migração e metamorfose de um mito brasileiro: o saci, trickster da cultura caipira. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros. SP, n. 38, p. 141-148, 1995. Turma do Pererê, de Ziraldo: https://www.correiodocidadao.com.br/curta/turma-do-perere-conheca-o-projeto-criado-por-ziraldo-em-1960-um-marco-dos-gibis-no-brasil/ Sugestões de filmes: Série Cidade Invisível, na Netflix - Um detetive, atormentado pelas investigações de um assassinato, se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas. - https://www.netflix.com/title/80217517 Série O Sítio do Pica Pau Amarelo - O Sítio do Picapau Amarelo foi ao ar na Rede Globo de 1977 a 1986 em parceria com a TVE e o MEC, que foi a mais conhecida das versões, mas houve a da TV Tupi entre 1951 e 1962, ao vivo, na TV Cultura em 1964 e na Rede Bandeirantes entre 1967 e 1969. Uma versão mais recente da série produzida pela TV Globo e exibida de 12 de outubro de 2001 a 7 de dezembro de 2007. Sugestões de vídeos: A origem do Saci Pererê A Lenda do Saci Pererê : O pequeno ser travesso! O Saci (A lenda do Saci-Pererê) - Folclore Brasileiro #01 - Foca na História Saci | Juro Que Vi | Folclore brasileiro Filmes do Rodrigo Aragão: 2008 - Mangue Negro 2011 - A Noite do Chupacabras 2013 - Mar Negro 2015 - As Fábulas Negras 2018 - A Mata Negra 2020 - O Cemitério das Almas Perdidas Sugestões de links: Saci Pererê: conheça a história do personagem que é a cara do Brasil O Saci centenário: uma análise mitocrítica de Saci Pererê – resultado de um inquérito Entenda o motivo do Halloween e Dia do Saci serem comemorados na mesma data Saci-Pererê e São Benedito: entidades negras, religiosidade e memórias da escravidão Vô Lipe e a Volta do Saci (RPGuaxa #45) Música, a eterna dicotomia entre popular e erudito See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís da Câmara Cascudo é considerado um dos maiores estudiosos da cultura popular brasileira. Sociólogo, etnógrafo, historiador, em suma, um professor dos gestos, costumes e hábitos do povo brasileiro. Cascudo preocupou-se com elementos extraídos do contato com os populares: a rede, a jangada, o modo de falar dos homens e mulheres simples. Nutria grande interesse pela sua cidade, a Cidade do Natal, considerando-a uma janela para compreensão da alma do povo brasileiro.
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Este é um episódio especial do Podcast do PublishNews. Vamos contar um pouco dos 50 anos da Global Editora, que está de aniversário. A Global foi criada em 16 de outubro de 1973 e é reconhecida como uma casa editorial especializada em autores brasileiros. Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Orígenes Lessa, Cora Coralina, Marina Colasanti, Ana Maria Machado, Rubem Braga, Bartolomeu Campos Queirós, Câmara Cascudo, Darcy Ribeiro, Gilberto Freyre, Ignácio de Loyola Brandão, Marcos Rey, Mario Quintana, João Carlos Marinho, Mary e Eliardo França, Sérgio Vaz entre tantos outros, compõem um acervo como poucos quando o assunto é literatura brasileira. E para contar um pouco desta história, vamos começar este episódio ouvindo o fundador da Global, Luiz Alves Júnior. O editor – que este ano também completa 80 anos – fala das suas jóias da coroa, seus dezessete autores exclusivos, e também quem foram seus primeiros autores contratados. Ele detalha o seu início da Global como distribuidora em canais, que hoje chamaríamos de alternativos, como farmácias e táxis. E também de como Carlos Drummond de Andrade escreveu sobre como ficou impressionado como livros eram vendidos em um táxi em um fusca. No fim, para ele, a Global era não fruto da mente de um editor, mas sim de um vendedor. E nos últimos anos, a Global é gerida pelos seus dois filhos, Jefferson e Richard. E também vamos ouvir duas peças importantíssimas dentro do Grupo Global: André Luis Silvestre Souza, o Cafu, gerente executivo de vendas, e Gustavo Tuna, gerente editorial de literatura. Eles falam do que levou a Global até onde está hoje e de como estão se preparando para os próximos 50 anos. Em seguida ouviremos os autores (ou herdeiros dos grandes autores), contando um pouco do legado que a Global construiu nestas 5 décadas de vida. Os áudios a seguir foram retirados do documentário GLOBAL EDITORA - 50 ANOS - Nossa história, disponível no canal do Youtube da Global Editora ¸ GLOBAL EDITORA - 50 ANOS - Nossa história Começamos com Sônia Freyre, filha de Gilberto Freire, e em seguida Ana Maria Machado, Daniel Munduruku, Paulo Rocco, Daliana Cascudo, neta de Luís da Câmara Cascudo, escritor Toni Brandão, e depois, Ignácio de Loyola Brandão, Elizabeth Serra, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, o editor Jiro Takahashi; o escritor Sérgio Vaz, Vicência Bretas Tahan, filha de Cora Coralina, Eduardo Tess Filho, herdeiro de João Guimarães Rosa.E o presidente da Fundação Biblioteca Nacional Marco Lucchesi,Temos ainda o depoimento também do Diretor Editorial e de Produção da Global, Jefferson Alves e o diretor-geral da Global editora, Richard Alves --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/podcast-do-publishnews/message
Câmara Cascudo, publicado em 1967. Fosse Cascudo (excelente nome para um surfista!) escolado na atividade de correr ondas, arriscava incluir Diversão (com maiúscula!) na afirmação - ninguem entra em guerra por diversão. Julio Adler e João Valente - Bruno Bocayuva de licença aniversário, ave Brunus! - cumprem seu papel de manter a comunicação aberta entre os diferentes sons produzidos pelas quilhas e bordas quando fazem amor com a água. Nessa semana, Júlio foi até o Boa vista Village e fartou-se no banquete da tecnologia Perfect swell. No caminho inverso, Tito Rosemberg compartilha uma fotografia de 1968, Região dos Lagos no Rio de Janeiro, que nos arremessa ao romantismo das praias desertas. Celebramos e recordamos os 60 anos do clássico Beach Party (Praia dos Amores aqui no Brasil, muito popular na Sessão da tarde) no Almanaque e brindamos ao som do Handsome Boy Modeling School (The Truth) e Antibalas com versão arrasa quarteirão de Rat Race do velho Bob. PS - Não deixa de assistir o vídeo que a STS lançou com um perfil bem-humorado e muito divertido do Julio no YouTube - https://youtu.be/JoAK-szHNUQ --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/boia/message
“Não gosto de sertão verde Sertão de Violeiro e de açude cheio Sertão do rio descendo, lento. Largo , limpo Sertão de sambas na latada Harmônico, bailes e algodão Sertão de canjica e de fogueira Capelinha de melão é de S. João Sertão de poço da ingazeira Onde a piranha rosna feito cachorro E a a tainha sombreia de negro n`água quieta Onde as moças se despem devagar Prefiro o sertão vermelho, bruto, bravo Com o couro de terra furado pelos serrotes Hirtos, altos, secos e híspidos E a terra é cinza soalhando um sol de cobre E uma luz oleosa e mole Escorre como óleo amarelo de lâmpada da igreja” ”Não gosto de sertão verde”, Luis da Câmara Cascudo
Quando falamos sobre o folclore brasileiro, os personagens que vêm à nossa mente geralmente são os mesmos, os mais populares, como o saci, a mula sem cabeça, o boitatá… Neste episódio, resolvemos dar atenção às histórias particulares de cada região do Brasil, trazendo à tona as especificidades das inúmeras culturas que povoam nosso vasto território nacional. Referências: BEZERRA, J. Alamoa. Disponível em: . CASCUDO, L. C. Geografia dos mitos brasileiros. 1.ª edição. São Paulo: Global Editora, 2012. GAZETA BRAGANTINA. Cabra-cabriola - Folclore Brasileiro. 2020. Disponível em: . GUERRA, D. Acalantos afro-brasileiros. Revista África e Africanidades, ano 2, n. 8, fev. 2010. Disponível em: . GUIA ANIMAL. Pássaro alma-de-gato. 2021. Disponível em: . NAKAMURA, A. L. Mitos e Lendas. Disponível em: . NAVARRO, F. Noronha: a outra face do paraíso. 2013. Disponível em: . NEVES, D. Cuca. Disponível em: . PORTO, C. Alma de outro mundo? Conheça as lendas que envolvem o alma-de-gato. 2020. Disponível em: . SILVA, M. J. B. L. Fernando de Noronha: lendas e fatos pitorescos. Recife: Instituto Nacional do Livro, 1987. WIKIAVES. Alma-de-gato. Disponível em: .
Gotas de Folclore, uma dose diária de cultura popular para encantar o seu dia. No episódio de hoje, começamos a responder à pergunta primordial: “o que é folclore?”. Uma produção Colecionador de Sacis. Apresentação e edição: Andriolli Costa. Acesse www.colecionadordesacis.com.br. Este programa existe graças a ouvintes como a Agatha Urzedo. Apoie você também! Catarse / Padrim Trilha sonora: Mystic Tranquility, por Musiclfiles. Disponível em Filmmusic.io Em agosto/2023 entra no ar a campanha de financiamento coletivo para nosso cardgame Poranduba - Cartas de Cultura. Contamos com você! Link em breve. Neste episódio você ouviu “Patativa do Assaré” com Isso é folclore; Andriolli Costa e Christian Shida com Isso é Folclore; Câmara Cascudo em entrevista para o Colégio das Neves (1984) --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/poranduba/message
Episódio debate o retorno do Grêmio à elite do Brasileirão, com vitória sobre o Santos. Mesmo desfalcado e sem uma grande atuação, Tricolor mostra atitude para buscar a vitória e superar dificuldades, como o pênalti perdido por Suárez, e dá segurança ao torcedor que atitude e entrega não faltará. Aperte o play e ouça!
Culpan Autoridades Méxicanas a la pandemia por Caída de la calificación a México
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Camara Cascudo era uma verdadeira enciclopédia humana e atualizada da cultura brasileira, ou como alguns dizem o antecessor da internet. - Ja consultou Cascudo? Cascudo deve saber! Apaixonado pelo Brasil, Luís Câmara Cascudo dedicou sua vida a estudar e a pesquisar sobre as histórias, tradições, costumes e a vida do povo brasileiro. Escreveu mais de 200 livros dos mais variados assuntos. Sua obra mais importante é o "Dicionário do Folclore Brasileiro "de referencia mundial. Mais um brasileiro que vale super a pena conhecermos a história! Apoie o Canal no Catarse ou se torne membro do canal no youtube por apenas R$1,99 mensais. Siga o Canal LOUCOS POR BIOGRAFIAS nas redes sociais para ficarmos mais próximos: Youtube - https://www.youtube.com/c/BiografiasT%C3%A2niaBarros Instagran - https://www.instagram.com/loucosporbiografias Tiktok - https://www.tiktok.com/upload?lang=pt-BR Spotify - https://open.spotify.com/show/2oHvozkYZ4s9X8usCTUj63 Linkedin - https://www.linkedin.com/in/t%C3%A2nia-barros-4a073716b/ Twitter - https://twitter.com/LoucosBiografia contato: e-mail – taniabarros339@gmail.com --- Send in a voice message: https://anchor.fm/loucosporbiografias/message Support this podcast: https://anchor.fm/loucosporbiografias/support
Chegamos ao segundo episódio da nossa nova série aqui no Podcast Encantorias: é a Muita Gente Desconhece! Uma série voltada pra divulgação científica a partir da abordagem cultural, tendo a música como chave central - cumprindo um papel cultural e ao mesmo tempo educacional, de muita utilidade pública, promovendo o acesso ao conhecimento e a difusão de ideias e referências muitas vezes restritas a um público especializado. Nosso segundo episódio, "O rastro dos árabes na música brasileira", é um pouco mais curto que o primeiro e também aborda um assunto mais direto: as evidências da contribuição cultural dos povos árabes para o povo brasileiro, principalmente no campo da música. Aqui resumidos como mouros, o antigo nome brasileiro dos povos árabes e outros povos irmãos, falamos sobre esses povos bastante diversos e sobre sua presença no território que hoje é o Brasil, que vem desde os inícios da colonização portuguesa, em que não apenas árabes como judeus e ciganos se fizeram presentes por aqui nesses quinhentos anos de história - presenças que são mais vivas do que se pensa na nossa música e cultura brasileiras, e que no limite fazem a gente imaginar um Brasil muito mais diverso do que nos conta o "mito das três raças". Vem com a gente absorver um pouquinho de conhecimento sobre o tema e perceber como os brasileiros tem um lado árabe no falar, no tocar música e no jeito de ser de forma bem profunda. Roteiro, produção e apresentação por Marlon Cardozo. Fontes e referências utilizadas nesse episódio: Faixa "Romance da Nau Catarineta", do álbum ”Quinteto Armorial”, do grupo Quinteto Armorial, lançado em 1978. FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala: Formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. São Paulo: Global, 2006. Pág. 300 “Mouros e Cristãos: A Ritualização da Conquista no Velho e no Novo Mundo”, MACEDO, José Rivair. IN: ALVES, Francisco das Neves (org). Brasil 2000 – Quinhentos anos do processo colonizatório: continuidades e rupturas. Rio Grande, RS: Fundação Universidade Federal do Rio Grande – FURG, 2000, págs. 9-28 “Mouros, franceses e judeus”, CASCUDO, Luís da Câmara. Rio de Janeiro: Editora Letras e Artes, 1967 PORTUGAL, Ana Raquel. “O legado árabe no Brasil”. IBÉRICA – revista interdisciplinar de estudos ibéricos e íberoamericanos. Ano V, Número 16, Juiz de Fora, maio-agosto/2011. Pág. 11 “Presença moura no Brasil”. IN: CASCUDO, Luís da Câmara. “Mouros, franceses e judeus”. Rio de Janeiro: Editora Letras e Artes, 1967 Resenha de “Mouros e Judeus na Tradição Popular Brasileira”. Recife: SEC/PE, 1978. 2º ed., de Câmara Cascudo, escrita por Cáscia Frade na Revista Digital Art&. Nº16. Página 4. Endereço eletrônico para acessar a resenha: http://www.revista.art.br/site-numero-16/10.pdf “Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta”, Ariano Suassuna. – 9º ed. – Rio de Janeiro: José Olympio, 2007. 34, 2010. “Subjetividade Antropofágica”, de Suely Rolnik. O artigo pode ser encontrado no endereço virtual seguinte: www.pucsp.br/nucleodesubjetividade/Textos/SUELY/Subjantropof.pdf
Eu ainda sinto falta do óculos de sol do Daniel. Mas a iluminação de cenário do Abis é muito foda, né? Não participei, então fica o mistério de qual foi o assunto! Siga o @PromoSUP para ficar de olho nos melhores preços da internet! https://twitter.com/PromoSUP Feed dos Podcasts https://anchor.fm/suposto-cast SUPostando no Twitter! - https://www.twitter.com/SUPostando SUPostando no Instagram! - https://www.instagram.com/SUPostando SUPdoSUP (canal de cortes) - https://www.youtube.com/SUPdoSUP SIGA-NOS! • Twitter do Daniel: https://twitter.com/danieldosup • Twitter do Abis: https://twitter.com/abiscoitadooo • Twitter do Eddy: https://twitter.com/eddyderisio • Twitter do Yushuu: https://twitter.com/yushuu
Durante el pasado fin de semana los deportistas locales de Un Paso Adelante (UPA) y del Club de Baile Deportivo Narón (CBDN) tuvieron un papel muy destacado en el Campeonato de España de Latinos celebrado en el pabellón polideportivo de A Gándara. Y es que en la categoría Juvenil quedaron en el tercer puesto de la clasificación Crístian Lorenzo y Claudia Rodríguez, si bien Raúl Rodríguez y Lucía Cascudo fueron finalistas sub-21; José Rosende y María del Carmen Vázquez, sextos Sénior III; David López y Jessica García, primeros Sénior I y Carlos Casal y Marta Castaño, quintos en la categoría absoluta. Una gran representación en un campeonato de mucho nivel del que numeroso público pudo disfrutar desde el pasado viernes de manera simultánea en el pabellón de A Gándara y en el Pazo da Cultura. Más de 3.000 deportistas se dieron cita en estas pruebas, que incluyeron el pasado viernes el Grand Slam, una de las tres competiciones que se celebran este año a nivel mundial. El Ayuntamiento de Narón organizó el evento con la Federación Española de Baile Deportivo, la World Dance Sport Federation (WDSF), el Dance Sport Team y el Club de Baile Deportivo Narón. Los naroneses David López y Jessica García, de Un Paso Adelante, revalidaron su título de campeones de España por séptima vez. El club se postula como una gran potencia del baile deportivo a nivel autonómico y nacional que se prepara ya para grandes retos internacionales en los próximos meses. Suerte.
Abrideira, Abre coração, Pinga, Cana, Branquinha, Malvada, Bendita, Esquenta Peito, Água que Passarinho não bebe, Mé, Caiana, Mata-bicho, Limpa goela, Paraty, Danada, Perigosa, Purinha, Lisa, Aguardente, Caninha... não importa o nome, o que todos sabemos é que Cachaça é a bebida típica brasileira por excelência e mora nos nossos corações. Para celebrar o episódio 51 (uma boa ideia) convidamos nosso camarada, o cozinheiro, gourmet e pingófilo Rafael Almeida para conversar sobre esse néctar dos deuses. Falamos sobre: História da Cachaça, Corote, Marginalização, Rum x Cachaça, Rei da Cachaça, Salinas, Terroir, Turismo, Palmeiras não tem Mundial, Caipirinha, Cachaça de Arnica, Caconha, Conhaque de Alcatrão, Primeiro Porre, Luís da Câmara Cascudo, Saideira, Start Up, Cortesia, Cachaça x Cerveja, Editor da Vida, Batida de Limão, etc. Serve sua branquinha, arrasta um banco e vem com a gente! Quina do Mundo é André Gomes, Paulo Jabardo e Tiago Januzzi Chave PIX: apoiaquina@gmail.com https://linktr.ee/quinadomundo https://apoia.se/quinadomundo @quinadomundo Música tema por Rafa Almeida (@rafalemosalmeida) e Tiago Januzzi (@tjanuzzi). Música de encerramento por Rafa Almeida. Produção por Januzzi Podcasts https://linktr.ee/januzzipodcasts
Quem é das regiões Norte e Nordeste do país certamente já ouviu ou falou: "evite comidas reimosas!"Mas o que são alimentos reimosos?Elas fazer mal pra saúde ou é mito?Confira no papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Participação Especial: Prof. Dra. Paula Pinto e SilvaGraduada em Ciências Sociais com Mestrado e Doutorado em Antropologia Social todos pela Universidade de São Paulo. Desde 2007 é professora de Antropologia na Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM SP. É membro fundadora do C5 - Centro de Cultura Culinária Câmara Cascudo, entidade sem fins lucrativos que tem como principal objetivo pesquisar e difundir a culinária brasileira, a partir de um olhar renovador e criativo. É sócia diretora da Tekô Antropologia, empresa de pesquisa e estratégia.> OUÇA (57min 22s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*PARCERIA: ALURAA Alura tem mais de 1.000 cursos de diversas áreas e é a maior plataforma de cursos online do Brasil -- e você tem acesso a todos com uma única assinatura.Aproveite o desconto de R$100 para ouvintes Naruhodo no link:https://www.alura.com.br/promocao/naruhodo *PARCERIA: PUC MINASSabe o que significa quando uma das melhores instituições de ensino do Brasil se alia às mais modernas ferramentas de Educação? Significa que chegou a hora certa de você investir no seu próximo passo profissional.A PUC Minas desenvolveu um jeito único de combinar a flexibilidade das aulas à distância à dinâmica insubstituível dos encontros presenciais. Na PUC Minas, toda a estrutura e corpo docente formado por mestres e doutores de destaque, estão à sua disposição. Seja no campus, ou na sala da sua casa. Se o que faltava pra você voltar a estudar, era a união entre qualidade e comodidade… Agora não falta mais. Inscreva-se agora e faça parte dessa universidade, que foi classificada entre as 10 mais respeitadas por empregadores do Brasil, e que foi eleita uma das melhores do mundo pela Times Higher Education.Não perca o vestibular 2022. Inscrições para seleção por prova até 27 de outubro. E pelo ENEM, até 18 de novembro. Acesse pucminas.brPUC Minas. Onde você quer estar.*REFERÊNCIASENFERMAGEM, ALIMENTOS “REIMOSOS” E O ATENDIMENTO TRANSCULTURAL A POPULAÇÃO RIBEIRINHA AMAZÔNICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIAhttps://acervomais.com.br/index.php/cientifico/article/view/349Produção e consumo alimentar: contribuição à segurança alimentar na comunidade quilombola de Abacatal – PAhttps://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/38391/2/Carla_Renata_dos_Santos_Marques.pdfReima: food prohibitions in fishing communities in Bahia, Brazilhttps://raca.fiocruz.br/index.php/raca/article/view/3RECURSOS PESQUEIROS UTILIZADOS PELA COMUNIDADE LOCAL DO ARQUIPÉLAGO DE FERNANDO DE NORONHA (PE, BRASIL): PREFERÊNCIAS, TABUS ALIMENTARES E USO MEDICINALhttps://revistas.ufrj.br/index.php/oa/article/view/26647/20194PEIXE “REMOSO”: MITO OU VERDADE? UMA INFERÊNCIA FARMACOLÓGICAhttp://www.sbpcnet.org.br/livro/oriximina/resumos/143.htmSangue e suas partículas: sobre a não homogeneidade fluídica do sangue no parentescohttps://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/aceno/article/view/9795Dimensões da Pesca na Comunidade Quilombola de Mangueiras (Ilha do Marajó, Pará): características, conhecimentos tradicionais e cosmologiashttps://pdfs.semanticscholar.org/686f/e78dbead229bf9b250684de4969f71e10bdf.pdfBringing equality down to earth: food, identity reduction and the five dimensions of well-beinghttps://journals.openedition.org/aof/10958MITO E MAGIA EM CLAUDE LÉVI-STRAUSShttp://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/12909/13673Support of the metabolic response to burn injuryhttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0140673604163605?casa_token=gNfhMvN-OBYAAAAA:5SsomBfjpiKr5odKkLFK8OiOvUg-3ZN_-ITIT8gz2Wuod9LHW3tv1sqnLO7ou2Ya2uuP3vAmKxgNutrition Management of Major Burn Injurieshttps://journals.lww.com/topicsinclinicalnutrition/Abstract/2019/04000/Nutrition_Management_of_Major_Burn_Injuries.8.aspxO primeiro estruturalismo: método de pesquisa para as ciências da gestãohttps://www.scielo.br/j/rac/a/dfdCZFmr3ZynhtqspSwMTRQ/?lang=ptPodcasts das #Minas: MENINAS PRA FRENTEhttps://www.facebook.com/MeninasPraFrente/#MulheresPodcasters*APOIE O NARUHODO!Você sabia que pode ajudar a manter o Naruhodo no ar?Ao contribuir, você pode ter acesso ao grupo fechado no Telegram, receber conteúdos exclusivos e ter vantagens especiais.Assine o apoio mensal pelo PicPay: https://picpay.me/naruhodopodcast
História de Boca - Podcast para Crianças que falam Português
Novidaaadee! Estamos lançando O PRIMEIRO LIVRO DO HISTÓRIA DE BOCA! É isso mesmo! Garanta já o seu exemplar de Os Três Porquinhos no site da Amazon.com e acompanhe o episódio gravado! https://www.amazon.com/três-porquinhos-Portuguese-Bia-Borin/dp/1949363937/ref=pd_lpo_1?pd_rd_i=1949363937&psc=1 Acompanhe nosso Instagram para mais novidades e promoções: https://www.instagram.com/historiadebocabr --- Este é o último episódio da terceira temporada do História de Boca - e vamos fechar com chave de ouro! É uma honra ter conosco o Sidney Santiago, que narra uma fábula do Câmara Cascudo, este autor tão brasileiro. Você conhece? Se sim, acho que você vai se divertir. Se não, tudo bem! Ouça a história da Onça e o Bode e, depois, viaje pelo mundo de Cascudo e re-descubra o Brasil! --- Support this podcast: https://anchor.fm/historia-de-boca/support
Hoje, Carla Chastinet, de Salvador (BA), narra “Filho da Burra”, um conto de tradição oral recolhido por Luis da Câmara Cascudo, através de Cícero Salvino de Oliveira e publicado no livro Contos Tradicionais do Brasil, Ed. Global, 2004. Fundo musical, Twirly Tops, de David Scott. Vinheta, base percussiva e trilha sonora de Amanda Nunes e Lenina Silva. Vale a pena conferir! Ouça, desfrute, compartilhe.
Esse episódio, Mandioca: a raiz da resistência, foi produzido pelos professores Paulo Cabral e Vania Pimentel e pelo estudante Danilo Silva. Foram entrevistadas dez pessoas que conhecem muito sobre essa planta, tão importante para povos e comunidades tradicionais, agricultura familiar e para a culinária nacional. O episódio também faz uma viagem musical unindo o Brasil à África, valorizando os saberes e as tradições dos Povos e Comunidades Tradicionais. Referências bibliográficas: •XAKRIABÁ, Célia. O Barro, o Genipapo e o Giz no fazer epistemológico de Autoria Xakriabá: reativação da memória por uma educação territorializada/, Célia Nunes Correa Xakriabá. Brasília – DF, 2018. •Alencastro, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: Formação do Brasil no Atlântico Sul, séculos XVI e XVII, (São Paulo: Companhia das Letras, 2000) •ALVES, Lourence. Onje: saberes e práticas da cozinha de santo (2019). Doutorado, UERJ, 2019 •CASCUDO, Luís da Câmara. História da alimentação no Brasil. 3 ed. São Paulo: Global, 2004. •CONAB - COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO. Boletim da Agricultura Familiar, Brasília, DF, v. 1, n. 1, jul. 202. https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-agrarias/forma-mais-popular-da-mandioca-e-consumida-ha-9-mil-anos/ http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/dossie_19__sistema_agricola__web___12jul19.pdf https://reporterbrasil.org.br/2013/06/relatorio-inedito-aponta-os-custos-da-expansao-de-dende-no-nordeste-do-para/ Episódio #41 Hora do chá: Cozinha Brasileira e Afrobrasilidades com Lourence Alves https://anchor.fm/horadocha/episodes/41---Cozinha-Brasileira-e-Afrobrasilidades-com-Lourence-Alves-e14eebs Músicas exibidas: •O Teatro Mágico - Canção da Terra •I Festival da Mandioca do Bairro dos Souzas (2016) - Monteiro Lobato (SP) •Teriba - Kinimoche •A Flor da África - A 4 Vozes •Kworo Kango, canto indígena Kayapó • Djavan - Farinha •A massa - Raimundo Sodré •Tipiti - Dona Onete •Nóis é jeca mas nóis é jóia - Juraildes da Cruz •Farinha é de Mandioca - Eliezer Setton --- Send in a voice message: https://anchor.fm/chacomagroecologia/message
Resumo: No meio de uma coleção de cardápios afrancesados, duas folhas manuscritas se destacam. Elas registram uma interessante refeição feita em Natal, ao lado de Câmara Cascudo. Imagem: Arquivo IEB-USP
Bem-vindos à nossa Poranduba, o podcast do Colecionador de Sacis sobre as histórias fantásticas da cultura brasileira. E para celebrar o nosso centésimo episódio, temos a honra de receber esta semana Daliana Cascudo, neta do folclorista Câmara Cascudo e diretora executiva do Ludovicus - Instituto Câmara Cascudo. Assine a newsletter Compre meu livro O Colecionador de Sacis e outros contos folclóricos Acesse o Consultoria Folclórica para saber mais sobre meus cursos, palestras e mentorias. Apresentação: Andriolli Costa Edição: Leonardo Tremeschin Vinheta de Abertura: Danilo Vieira Battistini, do podcast O Contador de Histórias. Logo do podcast: Mauro Adriano Muller – Portfólio. Siga nossas redes sociais: Andriolli Costa: Facebook / Twitter / Instagram Ludovicus - Instituto Câmara Cascudo: Facebook / Instagram Poranduba agora faz parte da rede Audiocosmo de Podcasts, do grupo Homo Literatus! Confira os outros programas da rede. ESTE PODCAST É PRODUZIDO GRAÇAS AOS APOIADORES DO PADRIM E DO PicPAy. APOIE VOCÊ TAMBÉM! Não deixe de conferir a campanha nova em catarse.me/saci. Agradecemos aos apoiadores: Ágatha Urzedo, Alex Mir, Ana Lúcia Merege, Ana Magalhães, André Vazzios, Artur Rocha, Bruno Janoski, Bruno Moraes, Caio Geraldini, Camila Piva, Cesar Silva, Daiane Angolini, Daniel Burle, Daniel Medina, Demian Walendorff, Douglas Rainho, Euclides Veja, Fernando Sussmann, Gabriel Quartin, Geoci Silva, Guilherme Kruger, Guilherme Passos, Hosaná Dantas, Ian Fraser, Júlio Vieira, Karla Godoy, Leandro Araujo, Luiz Telles, Maico Wolfart, Marcos Nogas, Marcela Melo, Maurício Filho, Maurício Xavier, Mayara Lista, Maycon Torres, Mickael Menegheti, Nilda Alcarinque, Pablo Melo, Pedro Scheffer, Rafael Joca Cardoso, Thaynara Oliveira, Thomas Missfeldt, Tiago Chiavegatti, Vinicius Carli, Vinicius Milhomen, Vinicius Pinton, Vitor Nogueira, Vitorya Silveira, Wadson Freiras, Waldeir Brito, Welma Reis, William Cavalcanti, Zé Wellington.
Everardo Ramos nasceu em Natal, Rio Grande do Norte, Brasil, em 1968. É historiador da arte, com graduação e mestrado pela Université de Franche-Comté e doutorado pela Université Paris X – Nanterre, ambas na França. Desde 2008, é professor do Departamento de Artes da UFRN, onde também coordena o Projeto Vernáculo de estudo e promoção da arte vernacular. Desde 2017 dirige o Museu Câmara Cascudo da UFRN, em Natal. Desenvolve pesquisas, publica trabalhos e faz curadoria de exposições, no Brasil e na França, na área de história da arte, com ênfase em arte popular. [Everardo Ramos was born in Natal, Rio Grande do Norte, Brazil, in 1968. He is an art historian with a bachelor and master degree from the Université de Franche-Comté and a PhD from the Université Paris X - Nanterre, both in France. Since 2008 he is a professor at the Arts Department of the Federal University of Rio Grande do Norte, where he coordinates Projeto Vernáculo, a project of study and promotion of vernacular art. Since 2017 he directs the Museum Câmara Cascado of the Federal University of Rio de Grande do Norte, in Natal. He develops research, publish articles and curate exhibitions in Brazil and France, in the field of art history, with emphazis in popular art] ///imagens selecionadas|selected images: S. Santos, sem título [untitled], 2013 + livro "A invenção do Nordeste e outras artes" [book "The invention of Northeast and other arts"], de Durval Muniz de Albuquerque Junior, 1999 + Musée du Quai-Branly, "Le mâitres de la sculpture de Côte d'Ivoire", 2015/// [entrevista realizada em 22 de dezembro de 2020|interview recorded on december 22th, 2020]
Edição desta quarta-feira fala sobre a primeira derrota do time de Abel Ferreira na Libertadores 2021 e analisa o primeiro confronto contra o São Paulo, nesta quinta-feira, pela primeira final do Campeonato Paulista. Felipe Zito comanda o debate ao lado de Bruno Diniz e Thiago Ferri: o que pode fazer a diferença para o Verdão na luta pelo bicampeonato estadual?
Verdão soma nove pontos em três jogos na fase de grupos da competição, mostrando que a consistência dos últimos anos ainda segue. Os destaques da vitória sob o Defensa y Justicia, a "máquina" Rony e a sequência no Campeonato Paulista. Henrique Toth comanda o debate ao lado de Bruno Diniz, Felipe Zito e Thiago Ferri.
As nações geralmente se originam na beira de rios, mas com as nações surgem as lendas e os mitos e com os mitos os encantados se mantém vivos. Venha saber mais sobre as lendas dos rios brasileiros nesse episódio do Papo na Encruza com o convidado especialíssimo vindo diretamente do redemoinho do Saci, Andriolli Costa! Conheça nossos cursos em www.perdidoead.com O Papo na Encruza é um programa transmitido ao vivo no Canal Perdido em Pensamento. Este episódio foi transmitido no dia 16 de Abril de 2021, às 21 horas. Siga nossa página no Facebook. ----more----Apoie o Papo na Encruza: Sendo um apoiador você nos ajuda a manter a estrutura do blog e do podcast em alto nível. Também irá concorrer a diversos prêmios conforme a sua categoria de apoio. Quer ganhar descontos em nossos cursos, concorrer a sorteios de livros e de Macumboxs? Quer ter a personalidade lida no tarô pela Érika do @desembaralhando_taro? Clica abaixo e nos apoie! =) Seja um apoiador do Papo na Encruza no Catarse e concorra a diversos prêmios Livros Recomendados: Conhecendo a Umbanda: Dentro do Terreiro, o livro de Umbanda escrito pelo Douglas Rainho e lançado pela Editora Nova Senda. E-Book: O Espiritismo, a Magia e as Sete Linhas de Umbanda - Leal de Souza E-Book: Guia do Praticante da Umbanda - Douglas Rainho - LANÇAMENTO Confira TODA nossa Bibliografia Recomendada. Abecedário de Personagens do Folclore Brasileiro. Dicionário do Folclore Brasileiro. Folclore do Brasil (Luís da Câmara Cascudo). Geografia dos mitos brasileiros (Luís da Câmara Cascudo). Citado no Episódio: Cursos no PerdidoEAD: Um local para conhecer e praticar. Instagram do Poranduba Podcast. Facebook do Andriolli Costa, o Colecionador de Sacis. Site - O Colecionador de Sacis. Redes Sociais do Papo na Encruza: Grupo do Facebook: Papo na Encruza - PODCAST Facebook do Papo na Encruza Instagram Papo na Encruza (@paponaencruza) Instagram Douglas Rainho (@douglasrainho7) Instagram Luiz Guenca (@guenca) Instagram Macumbox (@macumbox_) Fale com a gente Caso queira entrar em contato conosco, para enviar dúvidas, comentários e sugestões, nosso e-mail é contato@perdido.co. Muito obrigado todos os nossos apoiadores! Sem vocês esse programa não poderia acontecer!
Incrivelmente a caipirinha, um sucesso em bares de todo o Brasil, tem origem em São Paulo, pra ser exato, ou não, já que historiadores sempre brigam pelas origens das coisas. Então subiremos mais uma vez nos ombros de Luis da Câmara Cascudo, para falar de uma das versões da criação desse drink: durante o século XIX, os latifundiários da região de Piracicaba a criaram como um drinque para festas e eventos de alto padrão, como um reflexo da cultura canavieira da região. Como o drink era algo barato, afinal limão e cachaça são baratos no Brasil, ele se popularizou por todo o Estado se tornando um símbolo de SP, e já no início do século XX já era possível encontrá-la em outros estados, como Rio e Minas. Mas Caio, porra, tu falou que ela era a cloroquina do século XX, por que?? Vem ouvir!
Existem alternativas ao radicalismo ideológico de boa parte das igrejas neo-pentecostais? SIM! Batemos um papo com Daniela Santos, pastora da igreja Comunidade Cidade de Refúgio junto com sua esposa, que também é pastora. A Dani fala sobre a prática cristã sob a perspectiva da inclusão. Quem também vive essa realidade é Daniel Aflalo, integrante do ministério musical da Catedral Anglicana de Brasília. Ele e seu marido se casaram na igreja, assim como Daniela e Karinny. Com a Dani e o Dani a gente fala sobre o direito universal ao exercício da fé e de como ela pode ser uma importante ferramenta pra conseguir espaços através do amor, amadurecer conceitos e criar novos horizontes. Emocionante, né? No pior e melhor da semana, discutimos as medidas adotadas pelo Carrefour Brasil após o assassinato de Beto Freitas, a declaração racista do vice-presidente Mourão, a atuação potente da comediante Thamirys Borsan, e a série documental História da Alimentação no Brasil, baseada no livro homônimo do Câmara Cascudo.
HUMANIZANDO: história crítica, cultura popular, humanidades, educação política e antirracismo.
Contos Tradicionais do Brasil. Luís da Câmara Cascudo. #contospopulares #culturapopular #contos #humanizando --- Send in a voice message: https://anchor.fm/humanizando/message
HUMANIZANDO: história crítica, cultura popular, humanidades, educação política e antirracismo.
#humanizando #educação #luisdacamaracascudo #contos #contospopulares --- Send in a voice message: https://anchor.fm/humanizando/message
Tanto aqui dentro da escola, quanto nas referencias dos maiores artistas brasileiros, as referencias tanto do folclore brasileiro quanto das histórias que a nossa cultura conta fazem muita parte da nossa arte, então trazendo das raízes brasileiras junto com muito das lendas brasileiras, recebemos na nossa querida sala Anderson Awvas, Thibiz Vieira, Roger Bravo para contar mais sobre Caipora e como está sendo trabalhar e dar uma nova voz as lendas brasileiras. LINKS E RECURSOS: Conheça o projeto Folclore BR: https://folclorebr.com/ Vivarte, a Produtora do Thibiz: https://vivarte.net/ Canal do Roger: https://www.youtube.com/cinedito Projeto do Eu Sou Caipora no Catarse: https://www.catarse.me/eusoucaipora Livros mencionados no podcast: Dicionário do Folclore Brasileiro, de Câmara Cascudo: https://amzn.to/34fGXdw Contos tradicionais do Brasil, de Câmara Cascudo: https://amzn.to/2HoLf9k Geografia do Mitos Brasileiros, de Câmara Cascudo: https://amzn.to/3kkLuAK Histórias de Índio, de Daniel Munduruku: https://amzn.to/3m7dDMi Contos indígenas brasileiros, de Daniel Munduruku: https://amzn.to/3o9ND4V Dinâmica do Folclore, de Edison Carneiro: https://amzn.to/34kAVs9 Abecedário de personagens do folclore brasileiro, de Januária Cristina Alves: https://amzn.to/37tmmEA PARTICIPAM DESTE EPISÓDIO: Anderson Awvas http://awvas.com.br/ https://www.instagram.com/awvas https://twitter.com/awvas Thibiz Vieira https://www.instagram.com/thibizvieira/ https://www.instagram.com/vivarteproducoes Roger Bravo https://www.instagram.com/cineditobr/?hl=pt-br https://www.instagram.com/rogerdbravo/?hl=pt-br Gabriela Antonia Rosa https://www.instagram.com/gabrielantoniarosa https://twitter.com/galantoniarosa *** ANIVERSÁRIO DE ANOS DA REVO #5daRevo Quer saber como ganhar prêmios maravilhosos, artista? Vem ver como participar do sorteios e do nosso concurso de aniversário: https://revospace.com.br/5daRevo **** Tem sugestão de um conteúdo? Escreve pra gente no telegram @revospace ou no email oi@revospace.com.br ♥ Conheça o Topia! topia.com.br/ Conheça os cursos a distância e presenciais da Revolution! ead.escolarevolution.com.br/ escolarevolution.com.br/cursos/ Siga a Revo nas redes sociais: SITE: revospace.com.br FACEBOOK: www.facebook.com/EscolaRevolution INSTAGRAM: www.instagram.com/escolarevolution/ DISCORD: discord.gg/KeqmqdX PINTEREST: br.pinterest.com/revolutionartes/ TWITTER: twitter.com/revolutionartes
A profa Mariângela Capuano é a convidada deste episódio do Mil e Uma. Conversamos sobre conto popular e sua origem no campo imemorial da oralidade. Falamos ainda de lendas, contos de fadas e passamos, obviamente, pela recolha de contos populares brasileiros feita por Câmara Cascudo. Tudo isso e muito mais nesse episódio do Mil e Uma: Mil e Uma histórias, Mil e Uma linguagens!
Este é o terceiro episódio da série Literatura Oral. Histórias que versam a oralidade e a imaginação.
Nosso podcast foi feito especialmente para as crianças e tem como objetivo encantar os pequenos com a arte da narrativa e a magia das histórias. A locução é da Diretora Geral, Luiza Sassi, que nesse episódio conta a história de As aventuras de Pedro Malasartes - A Panela Mágica. Dicionário do Folclore Brasileiro de Câmara Cascudo, reconto de Júlio Emílio Brás. Ilustrações de Pierre Trabbold. Cortez editora
Nosso podcast foi feito especialmente para as crianças e tem como objetivo encantar os pequenos com a arte da narrativa e a magia das histórias. A locução é da Diretora Geral, Luiza Sassi, que nesse episódio conta a história das aventuras do tradicional personagem da cultura portuguesa e brasileira, Pedro Malasartes. As aventuras de Pedro Malasartes – O Urubu adivinho. Dicionário do Folclore Brasileiro de Câmara Cascudo. Cortez Editora. Ilustrações: Pierre Trabbold.
CASCUDO, Luís da Câmara. Geografia dos mitos brasileiros. São Paulo: Global, 2012, p. 119.
A tradição das histórias infantis cumpre uma função social e ajudam a entender a alma humana. Esse é o tema da Conversa de Quarentena com Osmar Arouck, que fala do Pentameron, de Giabatistta Balise, de contos dos Irmãos Grimm e de coletânea do brasileiro Câmara Cascudo. Na entrevista da semana, Margarida Patriota conversa com Lucília de Almeida Neves Delgado, historiadora, que lançou o livro de poemas ‘Deslocamentos. Autores no programa: Gabriel García Marquez, Luiz Henrique Dias Tavares, Dias Gomes, Guimarães Rosa, Gianbattista Basile, os Irmãos Grimm, Bruno Bettleheim, Câmara Cascudo e a poeta Lucília de Almeida Neves Delgado.
Patrícia Ferraz recomenda a série documental disponível na Amazon Prime Video, baseada no livro de mesmo nome do grande pesquisador da cozinha brasileira, Câmara Cascudo.
Esta será Uma Conversa de dar água na boca. Será!? Falamos de comida de guerrilha, comida saudável, comida que dá saudade... Como já dizia o velho ditado: «Você é o que você come». O que seus hábitos alimentares revelam sobre você? Como o ato de comer é o melhor jeito de estabelecer relações? Você ouve tudo isso, com uma pitada de humor, no programa de hoje.Referência: Luís da Câmara Cascudo - História da Alimentação BrasileiraAdicione seu comentário a gosto:conversaconosco@gmail.comVocê ouve nosso programa primeiro na Rádio 9 de Julho aos Domingos às 13h.Podcast, espiritualidade, cotidiano, dia-dia, mística, uma conversa, bate-papo, filosofia, padres, teologia, catolicismo, católica, católico, igreja, diálogo, Maria, Jesus, life style, estilo de vida, cultura,Extraordinária, Culinária, Frigideiras do Ar, Air Fryer, comida, banquete, almoço, janta, café da manhã, lanche, pitisburguer, pizzburguer, hamburguisha, saudade, saudável, maturi, Câmara Cascudo, História, Alimentação Brasileira, Pirâmide, Maslow,
Como no dizer de Câmara Cascudo, "a música é a expressão essencial da vida". O Podcast Plugado, Mirante FM, destaca a música nordestina contemporânea: resistência e identidade cultural. E no passeio musical destaque para Duda Beat, Criola [leia-se Alê Muniz e Luciana Simões], Otto, Gilberto Gil, Alceu Valença, Chico Science e Nação Zumbi e Caetano Veloso.
Cientistas da SBPC - Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - convocam mobilização popular contra a ‘PEC dos fundos públicos’, que desvia recursos da ciência, tecnologia e inovação para outras áreas. Programa de pós-graduação em ciência, tecnologia e inovação da UFRN promove palestra sobre ‘Cientistas empreendedores, por que investir nesse movimento?’. Vídeo de alunos da UFRN sobre ‘Universidade pública, gratuita e de qualidade’ é selecionado em concurso da Andifes - Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. Museu Câmara Cascudo recebe a exposição ‘Confluências’, sobre o rio Potengi. Acompanhe o UFRN é Notícia toda terça e sexta, às 9h e às 15h, na Rádio Universitária Natal, 88,9 Mhz.
Depois de melhorias no setor de quimioterapia, em 2017, agora é a vez do Hospital Universitário Onofre Lopes reformar o ambulatório do setor de oncologia da unidade. Você confere os detalhes da obra e, principalmente, do atendimento aos pacientes com câncer. Vencer a queda de braço contra a desinformação é um dos desafios do Dezembro Vermelho, mês de conscientização e prevenção contra a AIDS, sífilis e hepatites b e c. Esta semana foi de atenção à saúde da comunidade externa e do servidor da UFRN! Você acompanha uma reportagem sobre o balanço das ações. Uma exposição no Museu Câmara Cascudo conta, justamente, detalhes da história de Natal até meados dos anos 1960.A “Vibrantes Caminhos”, como é chamada a mostra, é organizada pelo grupo de pesquisa H.C.Urb (História da Cidade, do Território e do Urbanismo), do curso de Arquitetura da UFRN.
O Dia da Consciência Negra foi marcado na UFRN por rodas de conversa, palestras e ações culturais que levaram o público a refletir sobre intolerância, racismo e violência religiosa. No Centro de Convivência, o SINTEST – Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior do Rio Grande do Norte – fez um ato político-cultural denominado “O negro é a raiz da liberdade”. Projeto Novembro Azul faz mutirão de exames e cirurgias da próstata no Hospital Universitário Onofre Lopes. A FACISA – Faculdade de Ciências da Saúde do Trairí - em Santa Cruz, recebe workshop sobre a funcionalidade humana após a Chikungunya e o Zika vírus no Nordeste brasileiro. E No Quadro De Cultura, tem a mostra “Dinossauros da Bacia Potiguar”, No Museu Câmara Cascudo, e o “Caninga Jams”, na Escola de Música// Acompanhe o UFRN é Notícia toda terça e sexta, às 9h e às 15h, na Rádio Universitária Natal, 88,9 Mhz.
A UFRN lidera análises para atestar a qualidade do pescado e da água em áreas atingidas pelo óleo no Rio Grande do Norte. O Telecom Day, evento sobre tecnologia da informação e comunicações, movimenta a comunidade universitária. O Museu Câmara Cascudo ganha o “Jardim Sensorial”, um espaço de inclusão que é um convite a aguçar os cinco sentidos e refletir sobre preservação ambiental. E o CERES - Caicó promove o “primeiro seminário de educação e aprendizagens antirracistas do Seridó. Acompanhe o UFRN é Notícia toda terça e sexta, às 9h e às 15h, na Rádio Universitária Natal, 88,9 Mhz.
Com o tema, “museus por dentro, por dentro dos museus”, a 13ª Primavera dos Museus movimenta o país. Nesse evento, a UFRN é representada pelo Museu Câmara Cascudo, e o destaque da programação é a importância da acessibilidade. Escola Agrícola de Jundiaí oferta vagas para cursos técnicos integrados ao ensino médio e pós-médio voltados ao campo agroindustrial. UFRN assina protocolo de cooperação com o departamento de ciência e tecnologia aeroespacial da Aeronáutica No Quadro de Cultura, um bate papo com o professor Júlio Melo, coordenador do Seminário sobre música, tecnologias e cultura digital. Acompanhe o UFRN é Notícia toda terça e sexta, às 9h e às 15h, na Rádio Universitária Natal, 88,9 Mhz.
Os projetos da UFRN brilham na edição natalense da Campus Party, maior evento de cultura nerd do mundo. O destaque vai para a reconstituição da face de um crânio guardado no Museu Câmara Cascudo. A parceria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte com o Instituto Campus Party resulta no Projeto Include, ação social voltada à inclusão tecnológica de estudantes de famílias de baixa renda. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, visita o LAIS e afirma que o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde é referência para o SUS. E para preservar estruturas importantes para pesquisa geológica, a UFRN propõe ser fiel depositária de rochas coletadas pela Petrobrás em solo potiguar. Acompanhe o UFRN é Notícia toda terça e sexta, às 9h e às 15h, na Rádio Universitária Natal, 88,9 Mhz.
O Ministério Público e a UFRN promovem o Hackfest, uma maratona de programação que estimula e valoriza os hackers sociais a desenvolverem tecnologia para uso no combate à corrupção. Os 50 anos de chegada do homem à lua são lembrados em evento do Fórum Aeroespacial Norte-rio-grandense. Na segunda reportagem da série especial sobre o Trilhas Potiguares 2019, o ouvinte vai “viajar” para Marcelino Vieira - cidade do oeste potiguar - e acompanhar as experiências, descobertas e interações dos universitários com os moradores locais. No quadro de cultura, a programação do Museu Câmara Cascudo para esse restinho de férias da garotada. Acompanhe o UFRN é Notícia toda terça e sexta, às 9h e às 15h, na Rádio Universitária Natal, 88,9 Mhz.
O Autores e Livros dessa semana convida o ouvinte a uma viagem pelo Brasil e por sua culinária. O acervo da Biblioteca do Senado traz uma relação de obras que investigam o papel da comida na formação da identidade nacional, desde os clássicos ‘Geografia da Fome’, de Josué de Castro, e ‘História da Alimentação no Brasil’, de Câmara Cascudo; a obras mais recentes, como ‘Formação da culinária brasileira: escritos sobre a cozinha inzoneira’, de Carlos Alberto Dória. A entrevista da semana é com o jornalista Tiago Medeiros , que acaba de lançar um relato dos 39 dias que passou na Rússia, no período da última Copa do Mundo. ‘ Minha bagagem da Copa – Aventuras e desventuras de um jornalista gaúcho na Rússia’ é um lançamento da Primeira Edição – Soluções Editoriais.
Hoje comentamos a bela sequência de bons jogos do nosso Esquadrão de aço.
Entidades representativas de estudantes e profissionais das Instituições Federais de Ensino convocam para Ato unificado em defesa da educação e da Previdência pública. Na FACISA - Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi - servidores recebem orientações sobre os riscos do comportamento sedentário no trabalho. O Museu Câmara Cascudo prepara uma programação especial, com direito a funcionamento noturno, para a 17ª Semana de Museus. E você vai conhecer o FUXICA - arte solidária na passarela - um evento de moda que reuniu artesãs assistidas por uma incubadora do CCSA/UFRN. Acompanhe o UFRN é Notícia toda terça e sexta, às 9h e às 15h, na Rádio Universitária Natal, 88,9 Mhz. .
Simone Grande, do grupo As Meninas do Conto contam Mãe D'Água, de Luis Câmara Cascudo. Tem também Zeca Baleiro, Marisa Monte, Gal Costa, Helena Julian e Ana Cristina.
Simone Grande, do grupo As Meninas do Conto contam Mãe D'Água, de Luis Câmara Cascudo. Tem também Zeca Baleiro, Marisa Monte, Gal Costa, Helena Julian e Ana Cristina.
Estreando o mais novo podcast do Colecionador de Sacis, entrevistamos o escritor Felipe Castilho diretamente em sua casa, em São Paulo/SP. Atualmente mais conhecido pelo bestseller A Ordem Vermelha – Filhos da Degradação (Intrínseca, 2017), para nós ele será sempre o autor da série O Legado Folclórico, cujo quarto e último livro está a caminho. Neste programa vamos conhecer mais sobre o início da carreira de Felipe, sua ligação com Câmara Cascudo, as influências que levaram ao surgimento das fantásticas criaturas inspiradas no folclore brasileiro de seus livros e sobre a importância da diversidade na ficção para retratar em texto toda a riqueza do povo brasileiro. Gostou do podcast? Comente abaixo ou escreva uma mensagem para colecionadordesacis@gmail.com! Sua mensagem poderá ser lida no próximo episódio. Poranduba é o novo podcast do site O Colecionador de Sacis. Quer apoiar o projeto? Assine nosso PicPay, pague uma assinatura mensal e faça parte do grupo secreto no Facebook! Apresentação e edição: Andriolli Costa. Vinheta de Abertura: Danilo Vieira Battistini, do podcast O Contador de Histórias. Logo do podcast: Mauro Adriano Muller – Portfólio. Canto de abertura e encerramento do povo Ashaninka. Comentados no Episódio: Casa Fantástica – Apoie e faça o evento se realizar Odisseia de Literatura Fantástica – Porto Alegre/RS (08-10/06) O Egito – Mito e Lendas (Editora Ática) Saci por Roger Krux (1997) Antologia Alterego (Editora Terracota, 2009) Resenha – Papa Capim: Noite Branca Resenha – Ouro, Fogo e Megabytes Resenha – Prata, Terra e Lua Cheia Câmara Cascudo – Contos tradicionais do Brasil para jovens Instituto Câmara Cascudo Museu da Gente Sergipana
This week, lets do the opposite of literally every rule in the fae book and go towards the light! Who knows, you may just end up crashing the cutest wedding ever~ReferencesBoi tata[The BOITATÁ]. Terrabrasileira.net (in Portuguese). Archived from the original on December 18, 2009.CASCUDO, Chamber , Dictionary of Brazilian FolkloreFERREIRA, Aurelio Buarque de Hollanda. Aurelio dictionaryKitsunebi鈴木 2002, pp. 38–39多田 1990, pp. 344–345Lombardi, Linda. "Kitsune: The Fantastic Japanese Fox". tofugu.comColt Pixy and FriendsWilliam Grant Stewart (1823). The Popular Superstitions and Festive Amusements of the Highlanders of Scotland. pp.161-162."Colypixy". Pandius.com. Retrieved November 18, 2011.Hand of GloryBaker, Frank (1888). "Anthropologocal Notes on the Human Hand". American Anthropologist. 1 (1): 51–76. doi:10.1525/aa.1888.1.1.02a00040Simpson, Jacqueline; Roud, Stephen (2000). A Dictionary of English Folklore. Oxford: Oxford University Press. pp. 455–456. ISBN 9780192100191. See acast.com/privacy for privacy and opt-out information.
A partir da obra História da Alimentação no Brasil de Luís da Câmara Cascudo reflecte-se sobre a contribuição da herança cultural portuguesa na elaboração de um discurso sobre a cozinha brasileira ainda vigente em grande parte da produção científica sobre a culinária nacional. Busca-se compreender a força de tal contribuição não apenas do ponto de vista da disponibilização de ingredientes e técnicas culinárias que foram assimilados ou negados no processo de constituição do que veio a ser reconhecido por cozinha brasileira, mas principalmente, a partir da incorporação de alguns pressupostos teóricos de grande força na interpretação da sociedade brasileira.