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Mentre continuano gli attacchi mirati delle forze ucraine a obiettivi strategici come le raffinerie, colpita nella notte quella di Ryazan, nell'omonima regione russa, così come ai centri logistici, obiettivo ancora una volta una sede della Wildberries, l'Amazon russo, il presidente ucraino Volodymir Zelensky porta a casa promesse da Trump sui Patriot, in particolare – questa la sua richiesta – su un "pacchetto invernale" di emergenza con circa 300 intercettori. Tanto che - dopo l'incontro alla Casa Bianca - il presidente ucraino ha incontrato i rappresentanti di Lockheed Martin, l'azienda che produce gli Atacms, gli Himars, gli F-16 e i missili per i sistemi Patriot. Intanto, sempre Zelensky in un'intervista sostiene che “Putin perde 30.000 soldati al mese, sono perdite ingenti, eppure non vuole fermare questa guerra”. Sul fronte russo, il ministero della Difesa riferisce di aver preso il controllo di due centri abitati, nelle regioni ucraine di Sumy e Donetsk. L'agenzia Tass riferisce - citando sue fonti - di un possibile viaggio dell'inviato speciale del presidente degli Stati Uniti Steve Witkoff e del genero del presidente americano, Jared Kushner, Kushner in Russia nelle prossime settimane, anche se al momento - chiarisce la fonte - non ci sono certezze. Infine, Mosca annuncia un mandato di cattura per il capo di Telegram, ritenendolo “complice del terrorismo”.Ascolta "Notizie dall'Ucraina" ogni giorno su podcast.adnkronos.com e su tutte le piattaforme di streaming.
Francisco Pereira Coutinho elogia a decisão de Volodymir Zelensky ao sustituir o comandante-chefe das Forças Armadas. O especialista em direito internacional recorda que a Ucrânia ainda pode fazer cedências ao povo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Il presidente ucraino, Volodymir Zelensky, ha proposto al suo omologo russo di mettere da parte la mediazione degli Stati Uniti, impegnati in Iran, e vedersi direttamente per trattare la pace. Putin si è detto favorevole ad un incontro a Mosca ma non intende rinunciare ai territori del Donetsk e del Lugansk, né a Zaporizhzhia e Kherson. Intanto, in Montenegro si discute dell'allargamento dell'Unione europea ai Balcani, mentre in Armenia, dove si andrà al voto domenica 7 giugno, il partito filo-occidentale del primo ministro uscente Nikol Pashinyan è dato per favorito. Ne parliamo con Anna Zafesova, giornalista esperta di Russia, Marilisa Lorusso, analista di Osservatorio Balcani e Caucaso, e con Giorgio Fruscione, ricercatore e analista di Ispi, esperto di Balcani.
Altos funcionários da AGT condenados a penas entre 3 e 9 anos de prisão por esquema de fraude fiscal; defesa recorre para a Relação de Luanda. Leis dos média aprovadas em Moçambique geram nervosismo no setor, que pede cautela e análise mais aprofundada. A decisão da CAF de retirar o título ao Senegal continua a gerar polémica. Ouvimos Zainadine Júnior.
Moçambique aprova novas leis da comunicação social sob polémica: críticos apontam restrições aos órgãos internacionais. A Guiné-Bissau registou a maior queda no índice da Freedom House após golpe militar de 2025. Para compreender melhor o impacto ouvimos Bubacar Turé, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos.
Ex-ministro moçambicano, Manuel Chang, deve ser deportado em breve para o seu país. O MP já garantiu que não volta a julgá-lo pelos mesmos crimes, explicou um jurista, admitindo uma exceção. Sem BI, sem morte? Angola exige bilhete de identidade para registar mortes em cemitérios e levanta risco de exclusão.
Mentre nella zona di Zaporizhzhia è stata istituita una tregua temporanea per consentire i lavori di riparazione della centrale nucleare, proseguono i raid russi nel resto dell'Ucraina. A Odessa un asilo è stato colpito dall'esercito di Mosca: due i feriti, tra cui un bambino. Nel frattempo Volodymir Zelensky si è detto pronto a incontrare Vladimir Putin. In Russia Telegram sarà bloccato a breve. Due diverse fonti vicine al Cremlino hanno confermato che la decisione delle autorità "è definitiva". Una terza fonte ha precisato che la app sarà resa inaccessibile già da aprile.Ascolta "Notizie dall'Ucraina" ogni giorno su podcast.adnkronos.com e su tutte le piattaforme di streaming.
Donald Trump ha cambiato idea e sulla Groenlandia ha trovato un accordo con la Nato. In mattinata, a Davos, ha presentato poi i firmatari del Board of Peace per Gaza e ha incontrato il presidente ucraino Volodymir Zelensky. Ne parliamo con Roberto Menotti, vice direttore di Aspenia, Eleonora Tafuro di Ispi e con Davide Maria De Luca, giornalista di base a Kiev.
Le prime pagine dei principali quotidiani nazionali commentate in rassegna stampa da Davide Giacalone. L'incontro tra Trump e Zelensky, manovra e liti, i presunti fondi ad Hamas, l'addio a Brigitte Bardot. Il commento delle partite di calcio di serie A del week end, con Massimo Caputi. Con Michele Damiani, giornalista di Italia Oggi, abbiamo parlato dei temi di attualità. Dalla manovra di bilancio, ai sostegni all'Ucraina. Don Antonio Mazzi, fondatore della comunità Exodus, regala ogni giorno un pensiero, un suggerimento, una frase agli ascoltatori di RTL 102.5 Con il direttore di Domino Dario Fabbri abbiamo commentato l'incontro avvenuto ieri sera in Florida tra il presidente USA Donald Trump e il leader ucraino Volodymir Zelensky e abbiamo cercato di capire quali prospettive ci siano per l'Ucraina. Tratteggiamo la figura di Brigitte Bardot, mito del cinema francese, e non solo; a lungo icona di bellezza, da molto tempo si era ritirata dalle scene. In collegamento con noi il direttore della rivista Ciak Flavio Natalia. Questa mattina, nel consueto spazio per commentare i fatti di attualità, abbiamo ospitato l'opinione di Marco Girardo, direttore del quotidiano cattolico "Avvenire". In primo piano il futuro dell'Ucraina, dopo l'incontro Trump-Zelensky. All'interno di Non Stop News, con Giusi Legrenzi, Enrico Galletti e Ludo Marafini.
Terminam dois dias de negociações em Berlim, sobre a guerra na Ucrânia. Volodymir Zelensky reuniu-se, na capital alemã, com dirigentes europeus e emissários de Donald Trump. As negociações entre o presidente ucraniano e os emissários norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner permitiram alcançar várias pontos, disse Zelensky, que em nome do seu país, acrescentou: "fomos ouvidos". Por outro lado, os dirigentes europeus comprometem-se a mobilizar uma força multinacional para apoiar o exército ucraniano. Tudo parece portanto estar a progredir no sentido de se alcançar um acordo de cessar-fogo. Mas algumas questões ficam por responder. Os líderes dos principais países europeus assinaram um documento conjunto que estabelece, entre outros, a mobilização de uma força multinacional para apoiar o exército ucraniano, limitado actualmente a 800 mil militaires. A força multinacional, composta por nações voluntárias, conta com o apoio de Washington. Será vocacionada também para a segurança do espaço aéreo e marítimo ucraniano. Não se trata da primeira vez que os dirigentes europeus debatem esta questão de uma força internacional, mas a proposta parece estar a concretizar-se. O director da licenciatura em Relações Internacionais na Universidade do Minho, José Palmeira, considera que se trata de um sinal encorajador. José Palmeira: Eu diria que sim. Estão em cima da mesa as garantias de segurança da Ucrânia. Isto é, a partir do momento em que fica vedada a sua entrada na Aliança Atlântica (NATO), que lhe permitiria ficar protegida pelo artigo quinto, a ucrânia quer, como contrapartida, que lhes sejam oferecidas garantias de segurança e, designadamente pelos Estados Unidos. RFI: Tanto que a questão da integração da Ucrânia na NATO está excluída. Conforme os interesses da Rússia. Exactamente. E a alternativa que a Ucrânia coloca, uma vez que não integram a NATO, são as garantias de segurança, similares às do ponto 5 da NATO. E quem é que poderá dar essas garantias? Os Estados Unidos. E aparentemente, os Estados Unidos terão evoluído no sentido de dar essa garantia. É verdade que os Estados Unidos dizem que não colocam tropas no terreno nem no apoio à Ucrânia, mas aí a Europa jogará um papel fundamental. Nesse aspecto, a Ucrânia terá alcançado o seu objectivo. Resta saber se o Kremlin aceita esta formulação e se poderemos estar próximo de um acordo nesse ponto. RFI: O que se sabe concretamente das garantias de segurança concedidas pelos Estados-Unidos a Kiev? A Ucrânia já foi atacada em 2014 com a anexação da Crimeia e mais tarde no Donbass em 2022. Embora existisse um compromisso que fazia com que as potências mundiais, como os Estados Unidos, potências europeias e a própria Rússia, protegeriam à Ucrânia em caso de agressão, uma vez que, na base desse entendimento, a Ucrânia cedeu as armas nucleares que estavam no seu território. Mas essas garantias de segurança não foram suficientes, como se nota. Nesse sentido, a posição dos Estados Unidos é importante, mas não basta uma posição da actual administração. Convém que seja o próprio Congresso dos Estados Unidos a aprovar. Para que numa futura administração não haja uma alteração do quadro da segurança ucraniana. RFI: Tudo parece estar a concordar no sentido de progressos em vista de um acordo de paz. Mas o documento assinado pelos dirigentes europeus omite totalmente a questão das concessões territoriais da Ucrânia reclamadas pela Rússia. Isto quererá dizer que os dirigentes europeus vão continuar a evitar esta questão sensível? Essa é a questão central. Em teroria, a Ucrânia aceita perder território de facto, não de direito. Mas apenas o território que a Federação Russa conseguiu ocupar e não aquele que reivindica para além disso, na região do Donbass. Resta saber até que ponto esse aspecto vai ou não ser um factor que bloqueia o acordo com a Federação Russa. É verdade que estão a ser avançadas várias possibilidades para esse território ainda não conquistado pela Federação Russa. Criar ali uma espécie de uma zona intermédia que não seja nem russa nem ucraniana. Fala-se numa zona económica para aquela região. Sem influência directa nem da Rússia nem da Ucrânia. Não sei até que ponto vai a criatividade dos negociadores para criar uma solução que seja aceitável, quer pela Ucrânia, quer pela Federação Russa. Mas se isso acontecer, naturalmente que a questão que se vai colocar é o levantamento das sanções. E, aparentemente, nem a União Europeia nem o Reino Unido estão dispostos a levantar sanções porque há uma violação do direito internacional. Diferente é a posição dos Estados Unidos que, aparentemente estarão dispostos a retomar as relações com a Federação Russa. RFI: Sobre esta questão, Volodymyr Zelensky afirmou que "ainda existem questões complexas, particularmente as que dizem respeito aos territórios. Continuamos a ter posições muito diferentes dos Estados Unidos". Parece que o entrave vem de Washington. Concorda com esta visão? Aparentemente, a posição da Casa Branca é mais favorável àquilo que defende a Federação Russa, que é o objetivo que a Ucrânia entregue à Federação Russa os territórios que ainda não ocupou no Donbass. Os Estados Unidos, estão a forçar um acordo que passe por essa cedência também. RFI: Os próximos passos e assuntos que ficam por resolver prendem-se com a questão do congelamento dos activos russos. Os europeus não chegaram a acordo sobre esta questão. São vários os países, aliás, desfavoráveis a esta questão. Para além da Bélgica, a Itália, Bulgária e Malta enviaram uma carta à Comissão Europeia para advertir sobre as consequências financeiras e jurídicas negativas da utilização destes bens russos como base para apoios financeiros à Ucrânia. Como vê a evolução desta proposta? Já houve uma evolução no sentido de que o congelamento já foi aprovado. O que não foi aprovado ainda é usar as verbas congeladas para apoiar a Ucrânia. Aí é que de facto há divergências, porque países como a Bélgica, onde estão a maior parte desses activos, têm receio de que amanhã um tribunal declare que a Rússia tem direito a aceder a essas verbas. E a Bélgica é que teria que indemnizar a Federação Russa. Portanto, aquilo que a Bélgica alega é que só aceita essa solução se implicar a solidariedade da União Europeia. Ainda não houve, de facto, esse avanço. De qualquer forma, para além dessa questão, eu acrescentaria um objectivo que a Federação Russa pretende também. É que a Ucrânia e a comunidade internacional não reclamem em tribunais internacionais a alegada violação do direito humanitário por parte das forças russas que invadiram a Ucrânia. RFI: Isto é uma exigência por parte da Rússia? Exactamente. A Rússia quer que qualquer queixa seja levantada nos tribunais internacionais, designadamente no Tribunal Penal Internacional. RFI: E os dirigentes europeus estão dispostos a ceder a esse pedido? Não estão dispostos, como é óbvio. Mas os Estados Unidos aparentemente poderiam secundar esta posição russa, porque Donald Trump quer é um acordo de paz a qualquer preço, praticamente.
national inquiry will be undertaken by the Irish Military Intelligence Service and Garda Headquarters This comes following the incident which saw 5 military style drones seek to disrupt Ukrainian president Volodymir Zelensky state visit to Ireland last Monday The incident is raising alarm bells in Europe as Ireland prepares to host the EU presidency in the summer of 2026. Joining Anton was security and defense Analyst Declan Power.
Les Russes pillonnent le pays et gagnent du terrain sur le front de l'est, Washington a fourni une proposition de paix plutôt favorable à Moscou et pour couronner le tout, Volodymir Zelensky est fragilisé par un gigantesque scandale de corruption... Kiev est dans une mauvaise posture après près de quatre ans de guerre.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
E' aumentato il numero delle vittime degli attacchi notturni della Russia contro l'Ucraina. Almeno sei persone sono state uccise nella regione di Kiev, tra cui due bambini. Blackout di emergenza sono stati introdotti nella maggior parte delle regioni dell'Ucraina in seguito all' attacco con droni e missili su larga scala diretto contro le infrastrutture dell'energia. Le parole del presidente ucraino Volodymir Zelensky. "Un'altra notte che dimostra che la Russia non sente abbastanza pressione e prolunga la guerra. Le città comuni sono state attaccate, principalmente le nostre infrastrutture energetiche ma anche molti edifici residenziali sono stati colpiti. Oltre a Kiev, sono state prese di mira anche le regioni di Zaporizhzhia, Odessa, Chernihiv, Dnipropetrovsk, Kirovohrad, Poltava, Vinnytsia, Cherkasy e Sumy".Iscriviti e segui "Notizie dall'Ucraina": YouTube: https://bit.ly/3FqWppn Spreaker: https://bit.ly/42g2ONG Apple Podcasts: https://apple.co/3JE1OMi Spotify: https://spoti.fi/40bpm0v Amazon Music: https://amzn.to/40HVQ37 Audible: https://bit.ly/4370ARc Adnkronos: podcast/adnkronos.com
Venerdì scorso l'incontro fra il presidente americano Donald Trump e quello ucraino Volodymir Zelensky non ha portato praticamente a nulla. Zelensky sperava in un appoggio militare americano – leggasi la consegna di missili a lunga gittata Tomahawk – che non è arrivato. Donald Trump guarda già al possibile incontro con Vladimir Putin a Budapest: un incontro che potrebbe tenersi nelle prossime settimane e che però potrebbe rivelarsi – nuovamente, come accaduto ad Anchorage, in Alaska del 15 agosto scorso - un semplice atto simbolico. Nel frattempo, l'Europa osserva con preoccupazione, temendo di essere marginalizzata in un gioco diplomatico dominato da Washington e Mosca. A Modem facciamo il punto della situazione sui due paesi tutt'ora in conflitto con Bettina Müller, responsabile attualità estera Radio - RSI, appena rientrata dall'UcrainaDavide Maria De Luca, collaboratore RSI da KievAlberto Zanconato, collaboratore RSI da Mosca
Reunión este viernes entre Donald Trump y Volodomir Zelenski en la Casa Blanca. Es la tercera vez que se ven las caras y en esta ocasión, Zelensky tratará de convencer a Trump de que le ceda los temidos misiles Tomahawk pero no será tan sencillo. Este tercer encuentro entre Zelenski y Trump despierta expectativas entre los ucranianos que ansían el fin de la guerra después de más de tres años de enfrentamientos y cuando una vez más, con la llegada del invierno Rusia intensifica su ofensiva. Con nuestra enviada especial a Ucrania, Catalina Gomez Angel desde Járkov (Kharkiv) Yuri Larin conduce su auto por el norte de Kharkiv. Es periodista y dirige la web Dumka Media, dedicada a la noticias locales. Minutos atrás había asistido a cubrir la noticia de que un dron había impactado cerca a una de las áreas residenciales más afectadas por los ataques rusos. Esta vez hubo suerte y no explotó, pero no cree que haya la misma suerte este viernes en Washington, día de una nueva reunión entre el presidente de su país Volodymir Zelensky y su homólogo estadounidense Donald Trump. “Estoy seguro de que nada cambiará porque Trump está librando con Putin un gran juego estratégico”, dice. Yuri piensa que Putin hará concesiones a Trump en otros lugares del mundo con tal de quedarse con Ucrania. Y que no cesará en su intento, según lo que Yuri ve cada día en la segunda ciudad de Ucrania, ubicada a solo 30 kilómetros de la frontera con Rusia, que es atacada sin parar. Yuri sostiene que necesitan “baterías PATRIOT (la unidad básica de disparo ) y otro tipo de defensa aérea. También aviones, localizadores, Información de inteligencia…”. Por su parte Yulia, trabajadora de un oenegé que se dedica a dar apoyo a los enfermos de cáncer, asegura que “cada ucraniano tiene esperanza de que ese país (Estados Unidos) dé apoyo”. Ella tiene esperanzas de que Trump ayude a terminar una guerra que dice, todos quieren que finalice, aunque difícil imaginar cómo debería terminarse. “No estoy preparada para decir que estoy lista para que Ucrania quede dividida en varias partes porque este es nuestro territorio”, dice. A diferencia de Yuri ella espera que las acciones de Trump puedan tener algún impacto en el presidente Ruso. Leer tambiénAntes de recibir a Zelenski, Trump anuncia que se reunirá con Putin en Budapest
durée : 00:15:48 - Journal de 18h - Washington aurait la volonté d' obtenir un cessez le feu en Ukraine et laisserait à Volodymir Zelensky le soin de négocier tout ce qui a trait aux territoires avec Vladimir Poutine.
durée : 00:15:48 - Journal de 18h - Washington aurait la volonté d' obtenir un cessez le feu en Ukraine et laisserait à Volodymir Zelensky le soin de négocier tout ce qui a trait aux territoires avec Vladimir Poutine.
Donald Trump e Vladimir Putin se encontram nesta sexta-feira (15), no Alasca, para tratar do conflito na Ucrânia, que já dura três anos e meio. Sem a presença do presidente ucraniano Volodymir Zelensky, Trump promete buscar consenso com líderes europeus antes da reunião. Em entrevista, o jornalista Ivan Godoy, especialista em assuntos internacionais, analisa as chances de consenso e as possíveis consequências caso a cúpula fracasse.
Il governo israeliano decide in queste ore sul piano di occupazione totale della Striscia di Gaza voluto da Netanyahu. Gli aggiornamenti in studio con Chawki Senouci. Guerra in Ucraina, il Cremlino annuncia per i prossimi giorni un faccia a faccia tra Vladimir Putin e Donald Trump. Se accadesse sarebbe la prima volta dall'invasione del 2022, ma dal vertice è stato escluso esplicitamente Volodymir Zelensky. Il punto con Emanuele Valenti. L'omaggio al maestro della fotografia e del reportage Gianni Berengo Gardin, morto a 94 anni. Con Tiziana Ricci e le sue interviste abbiamo rivissuto la lunga carriera di Berengo Gardin e le inchieste d'impegno sociale che lo hanno fatto conoscere in tutto il mondo. Il femminicidio di Hayat Fatimi a Foggia, per mano dell'ex compagno. Una tragedia che si poteva e si doveva evitare. Ne abbiamo parlato con Francesca Vecera, coordinatrice del centro anti-violenza "Telefono Donna" che aveva seguito e segnalato i maltrattamenti subiti dalla vittima. Il governo Meloni ha impugnato la legge regionale con cui la Sicilia aveva previsto concorsi per soli medici non obiettori per l'interruzione volontaria di gravidanza. Una norma a tutela del diritto all'aborto che ha incontrato l'opposizione dell'esecutivo. L'intervista di Andrea Monti a Laura Onofri, giurista tra le fondatrici del movimento femminista Se non ora quando? A cura di Luca Parena.
Since the outbreak of the war in Ukraine, Volodymir Zelensky has maintained a high levels of support from Ukrainians. However, in recent days there has been public outrage with the president. Thousands of protesters rallied in Kyiv and other cities in recent days as his party was set to push through a law to strip two anti-corruption bodies of their independence. However just yesterday Ukraine's parliament has approved a bill restoring the independence of the country's two main anti-corruption agencies. Mr Zelensky changed course after the public outcry and under pressure from European officials. So will this regain support from the people of Ukraine? Emmanuelle Chaze Ukraine correspondent for france24 joined Pat Kenny on the show.
È iniziata sabato sera al Senato degli Stati Uniti la discussione sul massiccio pacchetto di tagli fiscali e politiche economiche, denominato da Donald Trump Big Beautiful Bill, che il presidente punta ad approvare entro il 4 luglio, festa nazionale americana. Ne parliamo con Mario Del Pero, professore di Storia internazionale a Sciences Po, Parigi. Nella notte tra sabato e domenica la Russia ha lanciato il più massiccio attacco aereo contro l'Ucraina dall'inizio dell'invasione. Nel frattempo, il presidente ucraino Volodymir Zelensky firma un decreto per ritirare Kiev dalla Convenzione di Ottawa che vieta la produzione, l'accumulo e l'utilizzo di mine antiuomo. Ne parliamo con Davide Maria De Luca, collabora per il Domani e la Radiotelevisione svizzera.
C dans L'air - Emission spéciale du 15 juin 2025: Trump-Poutine: Ils veulent tuer l'EuropeRod Dreher continue d'étendre son influence. Cet écrivain ultra-conservateur soutient Trump mais il pousse surtout son ami JD Vance. Ce dernier diffuse ses idées et ses visions qui infusent la société américaine. Les deux scènes hallucinantes de ce début de mandat impliquent à chaque fois le vice-président américain. L'attaque violente contre l'Europe à Munich? le guet apens tendu à Volodymir Zelensky? JD Vance et son ombre Dreher étaient impliqués. Essayons d'en savoir plus grace à cet épisode.Production : Maximal Productions, une société MediawanRéalisation : Gaëlle Schwaller et Alain PirotCommentaires et entretiens : Caroline RouxProduit par Stéphanie Gillon
Emission spéciale du 15 juin 2025: Trump-Poutine: Ils veulent tuer l'EuropeEn humiliant Volodymir Zelensky devant les caméras du monde entier dans le bureau oval le 28 février dernier, Donald Trump a provoqué un séisme en Europe. Pour la première fois, le président américain menace de lâcher l'Ukraine. Washington et Moscou semblent parler d'une seule voix. Avec un objectif commun : mener le Vieux Continent à sa perte.Alors qu'à l'Est, Vladimir Poutine gagne du terrain en Ukraine et poursuit son entreprise de déstabilisation à coup de sabotages, d'assassinats ciblés, d'ingérences électorales et d'infiltration des partis extrémistes, à l'Ouest, Washington trahit les alliances historiques et encourage les populismes, semant la division en Europe.Au milieu, des européens hébétés, qui tentent de reprendre leur souffle dans ce nouvel ordre mondial.Jusqu'où iront Poutine et Trump ?Cette nouvelle enquête de C dans l'Air révèle comment l'appareil de propagande russe infiltre les médias conservateurs européens mais aussi américains, influence des figures politiques majeures et construit une alliance discrète mais toxique entre les extrêmes. A l'aide de témoignages et d'entretiens exclusifs menés par Caroline Roux, elle nous fait découvrir les dessous d'un nouveau conflit mondial qui ne dit pas son nom. Une guerre silencieuse mais implacable, où les lignes de front traversent les institutions, les alliances et les esprits. Et où l'Europe, plus que jamais, doit choisir : se soumettre ou se relever.Production : Maximal Productions, une société MediawanRéalisation : Gaëlle Schwaller et Alain PirotCommentaires et entretiens : Caroline RouxProduit par Stéphanie Gillon
C dans l'air soirée spéciale du 15 juin 2025 : Trump-Poutine : au coeur du chaosEn humiliant Volodymir Zelensky devant les caméras du monde entier dans le bureau Ovale le 28 février dernier, Donald Trump a provoqué un séisme en Europe. Pour la première fois, le président américain menace de lâcher l'Ukraine. Washington et Moscou semblent parler d'une seule voix. Avec un objectif commun : mener le Vieux Continent à sa perte.Alors qu'à l'Est, Vladimir Poutine gagne du terrain en Ukraine et poursuit son entreprise de déstabilisation à coup de sabotages, d'assassinats ciblés, d'ingérences électorales et d'infiltration des partis extrémistes, à l'Ouest, Washington trahit les alliances historiques et encourage les populismes, semant la division en Europe.Au milieu, des Européens hébétés, qui tentent de reprendre leur souffle dans ce nouvel ordre mondial. Jusqu'où iront Poutine et Trump ?À l'aide de témoignages et d'entretiens exclusifs menés par Caroline Roux, cette édition spéciale nous fait découvrir les dessous d'un nouveau conflit mondial qui ne dit pas son nom. Une guerre silencieuse mais implacable, où les lignes de front traversent les institutions, les alliances et les esprits. Et où l'Europe, plus que jamais, doit choisir : se soumettre ou se relever.Un débat pour faire suite au documentaire, pour tenter de décrypter ce nouveau (dés)ordre mondial qui, à travers la guerre en Ukraine, menace toute l'Europe. LES EXPERTS :- Général Jean-Paul PALOMÉROS - Ancien chef d'état-major, ancien commandant suprême de la transformation de l'OTAN- Élise VINCENT - Journaliste au Monde, spécialiste des questions de défense- Corentin SELLIN - Professeur d'Histoire en classe prépa, chroniqueur aux Jours, spécialiste des États-Unis- Pierre HAROCHE - Maître de conférences - Politique européenne et internationale – Université catholique de Lille
O presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, afirmou que país está disposto a negociar trégua; mas sinais trocados de Wladimir Putin mostram que cessar-fogo está distante.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Não espere mais, assine agora e garanta 2 anos com 30% OFF - últimos dias. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30 Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: meio-dia ( https://bit.ly/promo2anos-meiodia) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual | Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. | **Promoção válida só até o dia 31/05
Ce lundi 3 mars, la dégradation de la relation entre l'Europe et les États-Unis après la vive altercation entre Donald Trump et Volodymir Zelensky ainsi que la fragilité qui se crée sur les pays européens ont été abordés par Caroline Loyer dans sa chronique, dans l'émission Good Morning Business, présentée par Laure Closier, sur BFM Business. Retrouvez l'émission du lundi au vendredi et réécoutez la en podcast.
Volodymir Zelensky a enfin été reçu par Donald Trump à la Maison Blanche. Un accord sur terres rares ukrainiennes devait être signé, mais la rencontre s'est avérée très houleuse, les échanges ont été musclés. Rencontre écourtée, conférence de presse annulée. Le président ukrainien a immédiatement reçu le soutien de ses homologues européens.
C dans l'air du 5 février 2025 - Après le Canada, le canal du Panama, le Groenland... Trump veut Gaza !À l'occasion de la visite du Premier ministre israélien Benyamin Nétanyahu à Washington, Donald Trump a déclaré mardi soir que les États-Unis allaient "prendre le contrôle à long terme" de l'enclave palestinienne et la vider de ses habitants. "Tous", a réaffirmé Donald Trump. "Je veux dire, nous parlons probablement d'un million sept cent mille personnes, un million sept, peut-être un million huit. Mais je pense qu'ils devraient tous partir. Je pense qu'ils seront réinstallés dans des endroits où ils pourront mener une vie meilleure et ne plus avoir à craindre de mourir chaque jour". Le président américain qui s'est dit prêt à envoyer des soldats américains a assuré que la Jordanie et l'Egypte finiront par accepter d'accueillir des réfugiés palestiniens, malgré l'opposition de ces pays ainsi que des Palestiniens eux-mêmes. Reprenant ses habits de magnat de l'immobilier, Donald Trump s'est aussi engagé à faire de ce territoire la "Côte d'Azur du Moyen-Orient".Mais ce n'est pas tout. Questionné par la journaliste de NBC News Kelly O'Donnell, le président américain a déclaré qu'il envisageait également d'expulser les Palestiniens de la Cisjordanie et d'attribuer ce territoire à Israël. "Nous en discutons", a-t-il affirmé, au sujet de la volonté de Benyamin Nétanyahu et de ses alliés d'extrême droite de prendre le contrôle de la "Judée et Samarie" bibliques, qui incluent la Cisjordanie contrôlée par l'Autorité Palestinienne. "Les gens aiment cette idée", a-t-il ajouté, promettant une annonce "sur ce sujet très spécifique dans les quatre prochaines semaines". À ses côtés, le Premier ministre israélien a salué une proposition du président américain qui pourrait "changer l'Histoire".Des propos du nouveau locataire de la Maison-Blanche fustigés en masse à travers le monde ce mercredi. Le Hamas a dénoncé la "position raciste américaine" alignée sur "l'extrême droite israélienne" visant à "éradiquer la cause palestinienne". "Nous ne permettrons pas que soient bafoués les droits de notre peuple", a-t-il déclaré de son côté le président palestinien Mahmoud Abbas.Les déclarations de Donald Trump sont "probablement dangereuses pour la stabilité et pour le processus de paix" a affirmé la porte-parole du gouvernement Sophie Primas. "La France est opposée pleinement aux déplacements des populations", a-t-elle ajouté. L'avenir de Gaza passe par "un futur État palestinien" et non par le contrôle "d'un pays tiers", avait commenté plus tôt la diplomatie française, soulignant que le déplacement forcé de la population palestinienne de la bande de Gaza constituerait une "violation grave du droit international". Gaza "appartient aux Palestiniens", a appuyé pour sa part Berlin. Ils doivent pouvoir "vivre et prospérer" dans la bande de Gaza et en Cisjordanie, a estimé le chef de la diplomatie britannique, David Lammy.L'Arabie saoudite a redit, de son côté, qu'elle ne ferait pas la paix avec Israël sans la création d'un État palestinien et s'est opposée au déplacement de la population. Le sénateur américain Chris Van Hollen, démocrate membre de la commission des relations étrangères, s'est montré plus direct, qualifiant la proposition de Trump de "nettoyage ethnique sous un autre nom".Alors Donald Trump est-il sérieux ? Quel est son plan pour Gaza ? De l'enclave palestinienne à l'Iran, quels sont ses desseins au Moyen-Orient ? Enfin quels sont les contours du "deal" au parfum de terres rares en discussion entre Donald Trump et Volodymir Zelensky ? Et quelle est la situation sur le front ukrainien ? Les experts :- Frédéric ENCEL - Docteur en géopolitique, maître de conférences - Sciences Po Paris, auteur de Les voies de la puissance - James ANDRÉ - Grand reporter - France 24- Daphné BENOIT - Cheffe du pôle international - AFP- Régis GENTÉ - Journaliste – auteur de "Notre homme à Washington. Trump dans la main des Russes"PRÉSENTATION : Caroline Roux - Axel de Tarlé - REDIFFUSION : du lundi au vendredi vers 23h40PRODUCTION DES PODCASTS: Jean-Christophe ThiéfineRÉALISATION : Nicolas Ferraro, Bruno Piney, Franck Broqua, Alexandre Langeard, Corentin Son, Benoît LemoinePRODUCTION : France Télévisions / Maximal ProductionsRetrouvez C DANS L'AIR sur internet & les réseaux :INTERNET : francetv.frFACEBOOK : https://www.facebook.com/Cdanslairf5TWITTER : https://twitter.com/cdanslairINSTAGRAM : https://www.instagram.com/cdanslair/
Erin and Jake started the show talking about Donald Trump's first day back in office as the 47th President of the United States. His second inauguration had to be held indoors due to an arctic front in DC, keeping the guest list small—just 750 people, including some big names in tech like Elon Musk and Mark Zuckerberg. In his speech, Trump pledged a "golden age" for America, took some jabs at the Biden administration, and proposed an "External Revenue Service" to investigate imposing international tariffs. Among the nearly 100 executive orders signed on Trump's first day were declarations of a national emergency at the southern border, policies to block new asylum seekers, and efforts to undermine birthright citizenship. Trump also withdrew the US from the Paris Climate Agreement, reversed drilling protections, and scrapped diversity and inclusion programs across federal agencies. Finally, he established there being only two genders as federal policy and removed protections for transgender people in federal prisons.Then they broke down how exactly the Israel-Hamas ceasefire of 2025, brokered by Qatar, the US, and Egypt, was reached. The deal consists of a three phase plan, starting with a 42-day long ceasefire, during which Hamas will release 33 Israeli hostages taken 15 months ago, focusing on women, children, and the elderly, while Israel agreed to release around 100 Palestinian prisoners and pull back from populated areas of Gaza. The second phase will try to establish more permanent peace agreements, with discussions to secure the release of remaining hostages and a full Israeli withdrawal. Finally, the third phase will focus on rebuilding Gaza and returning any remaining hostages' bodies. But the deal remains tenuous given the record of distrust between Israel and Hamas—a dynamic closely followed by figures like Ursula Von Der Leyen and global leaders at the World Economic Forum.Speaking of which, Erin and Jake unpack the Davos 2025 highlights, where leaders like Volodymir Zelensky and global business elites gathered to tackle geopolitical challenges, and the future of crypto under the Trump administration. Oxfam's latest report revealed that billionaires grew even wealthier in 2024, with predictions of five trillionaires emerging within a decade, up from their prediction a year ago that there would only be one in this time. Generally speaking, the forum highlighted a looser crypto regulatory environment in the Trump era, and there was a focus on how the business community can respond to growing geopolitical tensions around the world. Finally, they wrap up with a round of Have You Heard Headlines: a rebel attack in Colombia that killed 60, former Pakistani PM Imran Khan's 14-year sentence for corruption, a Turkish ski resort fire that claimed 66 lives, the UK and Ukraine signing a 100-year defense partnership, a Taliban-US prisoner exchange, Denmark dropping its controversial parenting tests in Greenland, and a Hungarian man's daring cling to a German high-speed train.Stay With Me Here is an independent project, and all views and opinions expressed in this show, and in this writeup, represent our personal views and not that of any organization we're affiliated with. Erin Flanagan is a former U.S. Coast Guard intelligence officer and Agence France-Presse digital investigations journalist.Jacob Shropshire is an editorial intern at Worldcrunch and the managing editor of Peacock Media at the American University of Paris. He spent two years working for Democratic political campaigns in the US.
In today's episode we talk about, Ukrainian president Volodymir Zelensky's visit to the United States and his meetings with Kamala Harris as well as Donald Trump. Then we get into some surprisingly noteworthy speeches given at the recent UN general assembly. And after that we go over the outbreak of war between Israel and Lebanon. All that and more! --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/haisean/support
The US says a call for a twenty-one day ceasefire between Israel and Hezbollah was coordinated with Israel, despite its government's apparent rejection of the proposal. We get reaction and hear about people fleeing from Lebanon to Syria.In Washington, Volodymir Zelensky presents his plan for victory in Ukraine's war with Russia.And Baroness Sayeeda Warsi resigns from the Conservative Party in the House of Lords, saying the party has moved to the far right.
Ce matin, les journalistes et experts de RFI répondaient à vos questions sur l'interdiction des églises orthodoxes liées à Moscou en Ukraine, l'arrestation du PDG de Telegram en France et une coalition d'ONGs qui demande l'annulation d'accords miniers. Mali : Tinzaouatène ciblée par des drones de l'armée malienneDimanche 25 août, l'armée malienne a mené une attaque meurtrière de drones sur la localité de Tinzaouatène tenue par les rebelles touaregs du CSP. L'armée a-t-elle changé de stratégie en privilégiant les opérations aériennes après des difficultés lors des combats menés au sol ? Alors que le CSP affirme que ces frappes ont causé la mort de civils, l'armée dit avoir visé des « cibles terroristes ». Quelle version des faits est à privilégier ?Avec Serge Daniel, correspondant régional de RFI pour le Sahel.Ukraine : pourquoi l'Église orthodoxe liée à la Russie est-elle interdite ? Le président Volodymir Zelensky a promulgué la loi interdisant l'Église orthodoxe affiliée au Patriarcat de Moscou. Comment expliquer cette décision ? Quel avenir attend les fidèles ?Avec Kseniya Zhornokley, journaliste spécialisée pour la rédaction ukrainienne de RFI. France : pourquoi le PDG de Telegram a-t-il été interpellé ?Arrêté samedi à son arrivée à Paris, le fondateur de la messagerie Telegram, Pavel Dourov, est en garde à vue. Que lui reproche la justice française ? Comment réagissent les autorités russes ? Cette affaire peut-elle aggraver les relations entre Moscou et Paris, déjà tendues avec la guerre en Ukraine ?Avec Denis Strelkov, journaliste au service en langue russe de RFI.RDC : une ONG demande l'annulation d'accords miniers« Le Congo n'est pas à vendre » demande au gouvernement congolais l'annulation d'accords miniers après la condamnation du groupe Glencore par la justice suisse. La coalition anti-corruption dénonce notamment l'implication de Dan Gertler. Quel rôle le magnat israélien a-t-il joué dans cette affaire ? Que contiennent les accords incriminés ?Avec Jean-Claude Mputu, porte-parole de la coalition anti-corruption « Le Congo n'est pas à vendre ».
Le président ukrainien a proposé aux Russes de participer à un prochain sommet sur la paix. Depuis l'échec d'une tentative de pourparlers au début de la guerre, c'est la première fois que Volodymir Zelensky envisage des négociations avec Moscou sans poser de condition préalable. Une invitation qui intervient après le sommet organisé en Suisse au mois de juin 2024, en l'absence de la Russie et qui n'avait donné lieu à aucune avancée. Sur le terrain, les combats restent meurtriers, mais aucun des deux camps ne parvient à effectuer de percée décisive. Avec notre invitée : Christine Dugoin-Clément , analyste en Géopolitique, chercheure pour la Chaire risque de l'IAE Paris-Sorbonne et au CREOGN (Centre de Recherche de l'École des Officiers de la Gendarmerie nationale).
durée : 00:03:10 - Géopolitique - Pourquoi la Russie a-t-elle frappé hier le principal hôpital pour enfants de Kiev ? Un message envoyé par Vladimir Poutine à l'OTAN qui se réunit cette semaine à Washington en présence de Volodymir Zelensky ?
durée : 00:03:10 - Géopolitique - Pourquoi la Russie a-t-elle frappé hier le principal hôpital pour enfants de Kiev ? Un message envoyé par Vladimir Poutine à l'OTAN qui se réunit cette semaine à Washington en présence de Volodymir Zelensky ?
durée : 00:35:44 - Le 18/20 · Un jour dans le monde - Ce jeudi 14 décembre débute le Conseil Européen. Au cœur de ce sommet à 27 se trouve la question de l'Ukraine. Volodymir Zelensky l'implore : l'UE doit porter une aide financière à l'Ukraine, en guerre depuis bientôt près de deux ans.
durée : 00:11:57 - L'invité d'un jour dans le monde - Ce jeudi 14 décembre débute le Conseil Européen. Au cœur de ce sommet à 27 se trouve la question de l'Ukraine. Volodymir Zelensky l'implore : l'UE doit porter une aide financière à l'Ukraine, en guerre depuis bientôt près de deux ans.
durée : 00:35:44 - Le 18/20 · Un jour dans le monde - Ce jeudi 14 décembre débute le Conseil Européen. Au cœur de ce sommet à 27 se trouve la question de l'Ukraine. Volodymir Zelensky l'implore : l'UE doit porter une aide financière à l'Ukraine, en guerre depuis bientôt près de deux ans.
durée : 00:03:17 - Géopolitique - par : Pierre Haski - Viktor Orban, Jaïr Bolsonaro, et même Volodymir Zelensky, ont fait le déplacement à Buenos Aires pour la prestation de serment de Javier Milei. Ce libertarien au programme radical est désormais confronté à la réalité d'un pays en faillite : c'est ce qui intrigue dans son aventure politique.
durée : 00:03:17 - Géopolitique - Viktor Orban, Jaïr Bolsonaro, et même Volodymir Zelensky, ont fait le déplacement à Buenos Aires pour la prestation de serment de Javier Milei. Ce libertarien au programme radical est désormais confronté à la réalité d'un pays en faillite : c'est ce qui intrigue dans son aventure politique.
Ukraine's president Volodymir Zelensky told his western allies at a summit in Granada, Spain, the importance of carrying on with their support to fight Russia. Today there's been another deadly attack by Russia leaving more than 50 people dead. American Ambassador to NATO, Julianne Smith, says she is sure the US is prepared to continue with support for Ukraine – but the politicians are signalling that this may not be the case. Also in the programme: We speak with a woman who fled Nagorno Karabakh with her three children; and the world has now seen the hottest September on record – just how hot is it? (Photo: Ukraine President Volodymyr Zelensky and German Chancellor Olaf Scholz at the European Political Community Summit in Grenada, Spain. Credit: EPA/Ukrainian Presidential Press Service)
A split-screen moment dominates the news about Ukraine. From Kyiv, President Volodymir Zelensky accuses President Vladimir Putin of yet more war crimes, after a drone attack on a blood transfusion center in the east. And Ukraine's security services detain a woman suspected of being part of a Russian plot to assassinate Zelensky. While across continents, dozens of nations have just wrapped up a weekend peace conference for Ukraine. Russia was not invited to the event in Saudi Arabia, but China was. It was an important diplomatic coup for Ukraine, which wants to push the Global South into recognising Russia as the aggressor. Christiane discusses this all with Yevgeniya Gaber, a former top foreign policy advisor to Ukraine's prime minister. Also on today's show: Craig Martell, US Defense Department Chief Digital & AI Officer; author Donovan Ramsey; ultra runner Boas Kragtwijk, who's running from Amsterdam to Kyiv to raise money to buy ambulances for Ukraine's emergency services. To learn more about how CNN protects listener privacy, visit cnn.com/privacy
El presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, contó que su par español, Pedro Sánchez, lo había invitado a la cumbre entre la Unión Europea y la Comunidad de Estados Latinoamericanos y del Caribe (CELAC), pero algunos presidentes de la región truncaron su viaje.
Alors que la situation semble figée dans l'est de l'Ukraine, le président ukrainien Volodymir Zelensky s'est rendu sur le front près de Kharkiv et Bakhmout, cette ville symbole qui résiste tant bien que mal aux assauts des forces russes et du Groupe Wagner. Sur le plan diplomatique, ce fut une semaine mouvementée avec la rencontre entre Vladimir Poutine et Xi Jinping à Moscou, le mandat d'arrêt contre le président russe lancé par la Cour pénale internationale et les déclarations du secrétaire d'État américain Antony Blinken. Ses déclarations ouvrent la porte à des négociations sur les nouvelles frontières ukrainiennes et donc, à la perte définitive de territoires pour Kiev. Du côté russe, le Groupe Wagner a du mal à prendre la ville de Bakhmout, et la tension semble monter entre son chef Evgueni Prigojine et le ministère de la Défense russe. Où en est la situation sur le terrain? Le Groupe Wagner est-il sur le point de se désengager? La rencontre entre les dirigeants russe et chinois marque-t-elle la fin de la neutralité bienveillante revendiquée jusqu'ici par la Chine? Et comment comprendre les propos d'Antony Blinken? Le monde devant soi est un podcast hebdomadaire d'actualité internationale présenté par Christophe Carron, avec Jean-Marie Colombani, directeur de la publication de Slate.fr, et Alain Frachon, éditorialiste au Monde spécialisé dans les questions internationales. Direction et production éditoriale: Christophe Carron Prise de son, montage et réalisation: Aurélie Rodrigues Présentation: Christophe Carron Musique: «True Messiah», DJ Freedem Si vous aimez Le monde devant so i , pensez à l'exprimer en nous donnant la note maximale sur votre plateforme de podcast préférée, en en parlant autour de vous et en laissant vos commentaires sur les réseaux sociaux. Suivez Slate Podcasts sur Facebook et Instagram.
Russia's invasion of Ukraine upended many Western leaders' previous assumptions about security policy, warfare, and the international order. Mark Leonard and his ECFR colleagues Camille Grand, Jana Puglierin, and Ulrike Franke got together at the Munich Security Conference (MSC) last weekend to discuss the dramatic changes – such as Germany's Zeitenwende – that have taken place as a result of these revisions. They analyse MSC speeches from Volodymir Zelensky, Olaf Scholz, and Emmanuel Macron, as well as the announcement of a plan for peace talks by China's top diplomat Wang Yi. What is on the transatlantic to-do list? And how can the West forge more and better alliances with countries in the global south? This podcast was recorded on 17 February 2023. Further reading: - The Munich Security Report 2023 Bookshelf: - Au café de la ville perdue [FR] by Anaïs Llobet - Les Loups [FR] by Benoît Vitkine
Si è chiuso nella notte di giovedì il vertice dei leader dell'Ue a Bruxelles, con un'intesa su migranti e dossier economici: più attenzione al controllo e alla protezione delle frontiere, flessibilità sull'uso dei fondi esistenti da un lato ma aiuti di Stato più rapidi e estesi dall'altro. Frenata, invece, sull'invio di aerei da guerra in Ucraina che aveva chiesto Volodymir Zelensky . "E' impossibile consegnare gli aerei all'Ucraina a breve", ha spiegato Emmanuel Macron . Il presidente ucraino è poi rientrato nel paese proprio mentre veniva investito da una nuova serie di pesanti attacchi missilistici.In collaborazione con Euranet Plus
EXPERTS PIERRE HASKI Chroniqueur international « France Inter » et « L'Obs » IRYNA DMYTRYCHYN Maîtresse de conférences à l'Inalco Institut National des Langues et Civilisations Orientales NICOLE BACHARAN Historienne et politologue spécialiste des États-Unis GUILLAUME ANCEL Ancien officier de l'armée française Kiyv est en alerte. Après avoir été la cible d'une quarantaine de missiles vendredi, la capitale ukrainienne a été une nouvelle fois attaquée par des drones, ce lundi au petit matin selon les autorités ukrainiennes. « L'ennemi attaque la capitale », a écrit l'administration militaire de la ville sur Telegram, exhortant la population à se tenir prête à se mettre à l'abri. Au total, 18 drones sur 23 ont été interceptés et abattus dans l'espace aérien de Kiyv. Deux personnes au moins ont été blessées, ont précisé les autorités de la capitale. 12 autres drones kamikazes ont été lancés sur le pays, tous interceptés, selon le ministère ukrainien de l'armée de l'air. Depuis octobre, la Russie, confrontée à une série de revers militaires, a opté pour une tactique de bombardements massifs sur les infrastructures critiques. Le ministère de la Défense russe assure que ces frappes visent les installations militaires et énergétiques de l'Ukraine, et perturbent « le transfert d'armes et de munitions de production étrangère ». Mais dans les faits, ces frappes menées par le biais de missiles et de drones ont privé des millions de civils ukrainiens – au moins temporairement – d'un accès à l'électricité, à l'eau, au chauffage et aux services vitaux connexes. Ces derniers jours, avant ces nouvelles attaques, 40 % des habitants de la capitale étaient privés d'électricité. Pour faire face à cette pluie de missiles et de drones, le président ukrainien a demandé aux Occidentaux de livrer davantage d'armes à son pays afin de lui permettre de « se battre tout l'hiver ». Il réclame notamment plus de systèmes de défense antiaérienne et antimissile. Cette demande formulée depuis de long mois par Volodymir Zelensky a reçu récemment le feu vert de Washington. Les Etats-Unis ont annoncé la semaine dernière le déblocage d'une nouvelle aide de 275 millions de dollars et la livraison à l'Ukraine de batteries de missiles « Patriot », leur équipement de défense aérienne le plus performant. Ils hésitaient jusque-là car la Russie en faisait une sorte de « ligne rouge » à ne pas franchir. L'ancien président russe, Dimitri Medvedev affirmait, le 30 novembre dernier, que les pays de l'Otan deviendraient une « cible légitime » s'ils livraient des « Patriot » à Kiyv. Washington a donc décidé de passer outre et d'envoyer un signal au Kremlin qui poursuit les bombardements en Ukraine et ne prévoit aucune trêve de Noël ou du Nouvel An. Le Premier ministre britannique, Rishi Sunak, a lui annoncé ce lundi, depuis Riga, qu'en 2023 son pays allait maintenir voire dépasser le montant de son aide militaire à l'Ukraine, évaluée à 2,3 milliards de livres (environ 2,6 milliards d'euros). Il a également estimé qu'il fallait se « concentrer sur la dégradation des capacités de la Russie à se regrouper et à se réapprovisionner, ce qui signifie s'attaquer à ses chaînes d'approvisionnement et supprimer le soutien international ». « Je pense en particulier à l'Iran et aux armes qu'il fournit actuellement à la Russie », a-t-il insisté au cours d'une réunion avec les dirigeants d'Europe du Nord, baltes et néerlandais en Lettonie. La France, pour sa part, a organisé une conférence internationale à Paris la semaine dernière pour aider les Ukrainiens à passer l'hiver. Elle continue également à renforcer sa présence militaire sur le flanc est de l'Otan en déployant notamment des véhicules blindés d'infanterie (VBCI) et des chars Leclerc en Roumanie. De son côté, Vladimir Poutine est arrivé en Biélorussie ce lundi, alimentant les craintes de l'Ukraine selon lesquelles il aurait l'intention de faire pression sur son allié pour qu'il se joigne à une nouvelle offensive dans les premiers mois de 2023, depuis le territoire biélorusse, répétant le scénario du début de l'invasion, le 24 février. « Nous nous préparons à tous les scénarios de défense possibles » a expliqué dimanche Volodymyr Zelensky qualifiant, dans son message quotidien, la frontière nord de « priorité constante » alors que l'armée russe vient d'annoncer que ses militaires allaient prendre part à des « exercices tactiques » en Biélorussie. Alors quelle est la situation en Ukraine ? Armes, carburant, médicaments… quels pays aident l'Ukraine et comment ? Que prépare Vladimir Poutine en Biélorussie ? DIFFUSION : du lundi au samedi à 17h45FORMAT : 65 minutes PRÉSENTATION : Caroline Roux - Axel de Tarlé REDIFFUSION : du lundi au vendredi vers 23h40 RÉALISATION : Nicolas Ferraro, Bruno Piney, Franck Broqua, Alexandre Langeard, Corentin Son, Benoît Lemoine PRODUCTION : France Télévisions / Maximal Productions Retrouvez C DANS L'AIR sur internet & les réseaux : INTERNET : francetv.fr FACEBOOK : https://www.facebook.com/Cdanslairf5 TWITTER : https://twitter.com/cdanslair INSTAGRAM : https://www.instagram.com/cdanslair/
EXPERTS ANTHONY BELLANGER Éditorialiste, spécialiste des questions internationales « France Inter » ELSA VIDAL Rédactrice en chef de la rédaction en langue russe - « RFI » DAPHNÉ BENOIT Correspondante Défense - « AFP » Ancienne correspondante au Pentagone PIERRE HAROCHE Maître de conférences en sécurité internationale Université Queen Mary de Londres Dix mois après le déclenchement de la guerre en Ukraine, la communauté internationale était conviée, mardi 13 décembre, à Paris pour participer à une conférence internationale de soutien au pays. Près d'un milliard d'euros de dons ont été promis pour aider la population à passer l'hiver alors que de nombreux sites stratégiques ont été ravagés par les frappes russes, plongeant des millions d'Ukrainiens dans le noir et dans le froid. L'objectif désormais pour l'Occident est de neutraliser la stratégie mise en oeuvre depuis octobre par Moscou qui consiste à s'attaquer aux infrastructures civiles ukrainiennes pour faire souffrir la population ukrainienne et affaiblir la résistance. « La Russie, dont les faiblesses au plan militaire ont éclaté au grand jour, a opté pour une stratégie cynique [...] en vue de mettre l'Ukraine à genoux », a déploré Emmanuel Macron, répétant que ces frappes russes constituaient « des crimes de guerre » qui ne resteraient « pas impunis ». Le chef de l'Etat a également annoncé une aide supplémentaire de la France de 76,5 millions, pour financer l'accès à l'électricité, à l'eau, à l'alimentation et à des soins. Cette nouvelle enveloppe financière s'ajoute aux 200 millions d'euros déjà engagés, dont les derniers 48,5 millions d'euros sont en cours de décaissement. Le président a par ailleurs appelé depuis Bercy, où se déroulait une deuxième conférence sur la reconstruction de l'Ukraine, les entreprises françaises à se mobiliser « sans attendre la fin de la guerre » dans les territoires libérés. Mais si Paris a accueilli cette semaine deux réunions consacrées à l'aide économique à l'Ukraine, cela n'a pas suffi à lever ce que les Ukrainiens perçoivent comme ambigu dans la position politique française sur le conflit. Kiev ayant encore en tête la formule d'Emmanuel Macron prononcée début décembre à propos d'éventuelles négociations : « Il faudra des garanties de sécurité pour la Russie » pour trouver un bon équilibre avait-il souligné. Quelques personnalités ukrainiennes et responsables d'Europe de l'Est avaient alors exprimé un certain agacement, voire une franche opposition à ces propos. Depuis l'Elysée a assuré que « le dialogue entre le président de la République et le président ukrainien est excellent ». « Il y a un décalage entre certains mouvements ou certaines personnes, qui cherchent à isoler un bout de phrase en dehors de son contexte, et la réalité du travail que nous menons qui véritablement se fait sans difficulté ». Parallèlement, le président ukrainien a demandé aux Occidentaux de livrer davantage d'armes à son pays pour lui permettre de « se battre tout l'hiver ». Il réclame notamment plus de systèmes de défense antiaérienne et antimissile, pour neutraliser les attaques de missiles et de drones russes sur les villes et les infrastructures, ainsi que des véhicules blindés. Cette demande formulée depuis de long mois par Volodymir Zelensky vient de recevoir le feu vert de Washington. Les Etats-Unis viennent d'annoncer la livraison à l'Ukraine de batteries de missiles « Patriot », leur équipement de défense aérienne le plus performant. Ils hésitaient jusque-là car la Russie en faisait une sorte de « ligne rouge » à ne pas franchir. L'ancien président russe, Dimitri Medvedev affirmait, le 30 novembre dernier, que les pays de l'Otan deviendraient une « cible légitime » s'ils livraient des « Patriot » à Kiev. Washington a donc décidé de passer outre et d'envoyer un signal au Kremlin qui poursuit les bombardements en Ukraine et ne prévoit aucune trêve de Noël ou du Nouvel An. Alors quelle est la situation en Ukraine ? Quels sont les besoins de la population ? Comment survivent-ils dans des villes, pour certaines, détruites à 80 %, parfois sans électricité, sans chauffage, sans eau ? Quelle est la position française dans ce conflit ? Pourquoi les Etats-Unis ont-ils décidé de donner leur feu vert à la livraison à l'Ukraine de batteries de missiles « Patriot » ? Quelle va être la réponse de la Russie ? DIFFUSION : du lundi au samedi à 17h45FORMAT : 65 minutes PRÉSENTATION : Caroline Roux - Axel de Tarlé REDIFFUSION : du lundi au vendredi vers 23h40 RÉALISATION : Nicolas Ferraro, Bruno Piney, Franck Broqua, Alexandre Langeard, Corentin Son, Benoît Lemoine PRODUCTION : France Télévisions / Maximal Productions Retrouvez C DANS L'AIR sur internet & les réseaux : INTERNET : francetv.fr FACEBOOK : https://www.facebook.com/Cdanslairf5 TWITTER : https://twitter.com/cdanslair INSTAGRAM : https://www.instagram.com/cdanslair/
Elisabeth Braw and Steve Crawshaw unpack today's meeting between Turkey's president Recep Tayyip Erdogan, Ukraine's president Volodymir Zelensky and UN's secretary-general António Guterres. Plus: is the US getting serious on climate? And we ponder the politician's right to a private life.
Following a visit with president Volodymir Zelensky in Ukraine, U.S. Defense Secretary Austin Lloyd declared that Russia's military capability should be targeted so "it can't do the kinds of things that it has done in invading Ukraine." The Biden Administration announced that it would bring back diplomats to Ukraine and also provide the embattled country with $322 million in military aid. Meanwhile, Russia renewed its ferocious attack, bombing two train depots in central Ukraine, and Ukrainian officials acknowledged that 42 villages had fallen into Russian control. As peace talks have stalled and the grim brutality of the Russian invasion wears on, thousands are dead and once-thriving cities like Mariupol have been completely destroyed. With no clear end in sight, we talk about what a protracted conflict in Ukraine means for the region and the world.